Mês: março 2017

COMPLETANDO O RELATO PESSOAL…

 

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AVENTURAS : MUITAS…

SEXO BOM : INÚMEROS…

SATISFAÇÕES : ETERNAS…

PAIXÕES : ALGUMAS…

AMOR : SÓ AGORA !!!

Nunca imaginei que amar fosse tão bom e ao mesmo tempo me fizesse ter tanto medo assim.

A ideia de estar sem você me tira sempre o chão..

Igor Hunsaker

PEDEM RELATOS MEUS…. TUDO BEM…

O melhor sexo da minha vida e o sexo perfeito com certeza são inesquecíveis. Não é toda hora que temos nossa melhor experiência sexual. Este é um momento especial que carregamos para o resto de nossas vidas, que marca pelo prazer e principalmente pela cumplicidade entre o casal. O sexo perfeito é raro, mas não impossível de se acontecer e de vez em quando ele acontece.  Espero que gostem e fiquem excitados como eu sempre fico quando me lembro…

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momento especial que carregamos para o resto de nossas vidas…

Meu nome é IGOR, tenho 1,88, 65 anos, cabelos e olhos castanhos, corpo em forma razoável, não estou me gabando, somente me apresentando,

Segue então minha primeira historia de 32 anos atrás…

Sou do tipo dedicado e que esta sempre disposto a ajudar, numa dessas de ajudar, amparar e cuidar, foi que me dei bem…

Minha Chefe andava muito irritada e triste… estava desconfiada que seu marido a estava traindo. E era verdade, eu mesmo já tinha visto o marido com uma das recepcionistas do hospital…

Coisas de homem burro: gasta os tubos com vagabundas e deixa a mulher sem carinho e sem sexos, tal marido era o Tarcísio, quarentão, cheio da grana, mas de beleza era um cara normal, digamos mais um na fila… mas a Chefe: esta era uma beleza!…

Sabe aquela coisas de dizer: Valha-me DEUS, Nossa senhora!!! Dai-me forcas…. Pois eh.

A Isabela era lindíssima e gostosona, mas o marido, como já disse, eh do tipo de homem burro: ia comer o capim seco, do lado de fora da cerca, só por machismo e para tirar onda e deixa alfafa guardada do celeiro… e o pior, desguarnecida, descuidada, abandonada.

Nessa época ela passou a investigar o tal marido…

Numa terça-feira ela chegou no hospital invocada, brigando, gritando com todos e para todos… não a reconheci. Era uma mulher muito fina e não costumava agir daquela forma. La pelo meio da manha, precisei levar alguns exames para ela liberar. Cheguei todo educado e cortês, como sempre.

– Bom dia… tudo bem?… com licença.. – Fui entrando e coloquei os papeis na mesa virando para sair. Geralmente fico um pouco para falar do trabalho e das coisas feitas antes de sua chegada. Pois sempre chegava antes dela.

– Espere um pouco!… – pediu com ar suplicante. – Você hoje não tem novidades? Hoje que não estou bem e preciso conversar…

– Olha, me desculpe… pensei que queria ficar só percebi que não estava bem… por isso só vim agora….

– Depois me desculpo com o pessoal… é que estou muito triste: Consegui dar o flagra no vagabundo do Tarcísio Estava com uma tal de Charlene! – Nessa hora começou a chorar, me aproximei e passando a mão pela cabeça tentei consola-la. Não fique assim! Ele é um bicho burro demais. Alem do mais: Todo mundo sabe que alguns homens são assim mesmo. Quando falei isso ela tirou minha mão de sua cabeça e disse:

– Com isso você quer dizer que teria feito o mesmo? Ou que esta mal intencionado agora?…

– Não.. Não é nada disso! Por favor não me entenda mau… deixe-me explicar: Eu sou homem e sei o que meus amigos dizem e fazem. Sei mais ou menos como são não é que eu seja igual.

– Ah sim!… Sabe, não queria que ele fosse o homem mais perfeito. Bastaria que ele fosse mais cuidadoso. Que desse atenção a minha vida como da a dele. Me deu o casamento e pronto. Nunca apareceu por aqui de livre e espontania vontade. Só quando fico pedindo algo ou brigo para que venha me ver… Não é atencioso comigo como é com os negócios dele. Enquanto estamos com os amigos me trata como uma deusa, depois nem parece o mesmo cara.

Não quero muito… Só um pouco… só isso. – Eu estava em pé ao seu lado enquanto ela falava. Ela pegou então minha mão e me olhando nos olhos disse? – Sabe, se ele me tratasse almenos como uma grande amiga… já seria bom… – Começou a chorar com aquele ar de desamparada. Coloquei a mão em sua cabeça para fagar e ela puxou-me pelo braco encostando a cabeça em minha barriga.

– Não quero muito… só quero carinho, amor, proteção.. olha… – Falando isso ela ergueu a cabeça e me olhando disse: – Nunca traia sua mulher! Isso doe demais.. – Respondi que ainda não tinha uma, mas que essa coisa de traição não me passava pela cabeça Ela encostou de novo a cabeça em minha barriga e continuou chorando.

– As mulheres estão loucas… Você todo atencioso com os amigos e colegas de trabalho. Gosta de ajudar e cuidar das pessoas. Se eu fosse solteira não deixava passar. – Quando falou isso interrompeu um pouco o choro e riu.

– Obrigado… mas as mulheres que estão ai fora não são muito diferentes do seu marido e assim prefiro ficar sozinho.

– Não pense assim… sei que nem todos os homens são safados e também nem todas as mulheres são ruins… – depois ela ficou calada um pouco e continuou a falar.

Sabe, hoje sedo quando sai de casa foi pensando em procurar alguém para dar o troco…

– Cuidado para não se magoar… – eu falei.

– não vou procurar ninguém.. fique tranquilo. Você me ajudou… quero agradecer.

Eu ia procurar alguém por ter sido traída, por estar a muito tempo sem fazer amor, principalmente por estar com raiva do meu marido. – neste momento ela abracou minha cintura. – precisava encontrar um amigo como você que tem me ajudado muito aqui no hospital. Trabalha com vontade, faz o seu trabalho e ainda me ajuda, e aos colegas, alem de me entender. Não posso ficar por ai de aventuras… por isso decidi que não sair por ai traindo meu marido, mas se encontrar alguém assim como você eu quero, e vou cuidar direitinho dele.

– Fiquei calado… nesta hora despertou em mim o veneno da maldade. Nunca imaginei que aquela deusa fosse facilitar as coisas para mim. Não podia acreditar naquilo. Ela que já tinha parado de chorar começou a alisar minha cintura, minha barriga e foi subindo ate chegar no meu peito. Não me senti bem com aquilo, segurei sua mão e pedi que ela parasse..

– Olha Isabel… A você não esta bem; esta com raiva do seu Tarcísio Confesso que fico envaidecido. Mas, gosto muito e admiro muito a você. Não posso cometer este erro. Não posso me aproveitar desta situação – Quando terminei de falar isso ela levantou foi ate a porta da sala trancou, e foi se aproximando de mim, olhando fixo nos olhos. A expressão no olhar era de pura decisão e muito tesão

– Olha. E por isso que sempre admirei você e você se saiu muito bem… se tivesse tentado logo de cara se aproveitar botaria você para correr. Mas você agiu exatamente como eu esperava. Como disse sempre te admirei pela pessoa que você, teu jeito, alem de você ter um jeitão de macho protetor e ser bem gostosinho – Ela mim surpreendia. Nunca imaginei que ia viver aquilo. – A Aninha me contou as aventuras de vocês.. e quando ela me contava eu ficava imaginando como seria se você me desse uma oportunidade… pelo que ela diz você deve ser um especialista na arte do sexo. – nesta hora eu estava encostado na mesa e ela me escorava esfregando suas pernas nas minhas e estufando os seios. Não aguentei mais a excitação foi incontrolável meu pênis deu um pulo mostrando toda sua imponência por baixo da roupa. Ela encostou nele e continuou esfregando enquanto falava: – Pensava nisso e te observava desejoso. Mas me sentia presa pelas amarras da censura. Mas o filho da puta do meu marido desamarrou-me. Eu sempre te quis, só não tinha coragem. – Gente mesmo que não acreditasse que aquilo um dia iria acontecer, eu também ficava secando a chefinha. Vivia indignado: como o cara podia deixar aquele mulherão sem manutenção (a Aninha, amiga dela que de vez em quando eu dava assistência, me contava tudo). Decidi entrar de vez naquela dança.

– Senti ali! – mandei e ela sentou-se.  Ela ficava cada vez mais excitada. Quando estava só na hora de tirar a calca chamei-a para perto de mim. E pedi que ela tirasse. Chega tremeu de tesão quando quando abriu o zíper e meu pênis pulou para fora, rígido e pulsante. Como não usava cueca, foi só abrir a calca para ele pular. Ela ficou esfregando ele no rosto e cheirando.

– Você tem mesmo o cheiro gostoso que a Aninha falou. Esse cheiro de macho, esse corpo quente e seu cacete, que não é grandão mas é muito lindo. É todo na medida certa. – enquanto falava ia beijando e chupando meu pau. Peguei-a pelo cabelo puxando para que levantasse.

– Minha chefe… eu também ficava te observando o tempo todo mas nunca imaginei que você também me desejava… Eu te quero!… seu marido e um canalha… e você também me quer… sei que tudo pode mudar e talvez eu deva ir embora depois disso… mas… vou aproveitar e mostrar um momento de prazer. – A essa altura ela já implora:

– Vem meu garoto… me faz mulher de verdade. Me mostra o paraíso. Quero tudo que você possa me dar. Seja meu homem, meu macho… vem… – Enquanto ela falava eu ia beijando seu corpo e tirando sua roupa. Alguém bateu na porta chamando.

– Cai fora… estou resolvendo um problema muito serio agora. Não posso ser incomodada! – enquanto ela gritava eu continuei o tratamento. Eu queria caprichar naquela terapia. Fui tirando a roupa e acarinhando seu corpo e beijando, lambendo, chupando os peitinhos que estava durinhos e afagando aquela bunda. Nossa, tinha uma bunda linda e majestosa. A chefinha estava tão excitada que suava e tremia. Derrubei tudo de sua mesa e fazendo-a deitar fui intensificando o tratamento. Abri suas pernas bem devagar; fui beijando a partir dos pés e acariciando, passei pelas cochas com lambidas e leves mordidinhas. Isabela estava ofegante e tremula. Fui aos seios envolvendo-os com as mãos e beijando de leve para estimular os mamilos. Passava de leve a língua no biquinho e e chupava-o com gosto. Ela ficava me chamando de macho o tempo todo. Fui descendo pelos seios, barriguinha e chegando ao umbigo beijei em volta e passei a língua enfiando-a depois. Ela se contorceu abrindo mais as pernas. Me posicionei no meio delas e fui beijando de leve sua bucetinha (bem raspadinha e cheirosa). Fui cheirando e beijando deixando ela sentir minha respiração para provocar… ia com a língua e tocava de leve mas não lambia nem chupava. Apenas provocava. Ate que ela não aguentou mais.

– vai gosto me chupa… me chupa logo não aguento mais essa tortura…. a aninha disse que você chupa bem gostoso… me mostra! Quero sentir tua língua na minha bueta.. vai…. hmmmm. Nunca fiquei tao excitada… – Caprichei como nunca naquela chupada. Ela estava toda molhadinha… seu caldo era uma delicia e escorria em quantidade. Lambia toda. Eu estava também cheio tesão. Quase não aguentava o pau pulsando daquele jeito. Virei-a de quatro, ainda na mesa e continuei a terapia da chupada… estava ali chupando aquela mulher maravilhosa, bebendo aquele caldinho delicioso e de cara com aquele cu rosadinho e apertadinho que piscava para mim, como se me paquerando. Passei a estimular sua bucetinha com a mão esquerda e com a direita fui me apoiando em sua bunda para dar uns beijinhos provocantes em volta do cu e nele também fiquei estimulando e a masturbando… fui enfiando um dedo da vagina e com o outro acariciando o clítoris enquanto provocava o cuzinho soprando de leve ou com beijinho….

– Ai… aaiii… vou morrer… – Percebi que ela estava gozando. Continuei fodendo sua boceta com a mão e quando ela jogou o corpo para trás apoiando o peito nos bracos, na mesa, a bunda estufou para trás se apoiando nos tornozelos arreganhando mais a bunda… ela gozou mordendo o próprio braco para não gritar. Ficou arriada e imóvel na mesa. Eu claro, debrucei-me sobre ela para que pudesse sentir o meu corpo enquanto se recuperava. Ela virou para mim pedindo a bolsa. Disse que estava preparada. Pegou um pacote de camisinhas e pediu-me, suplicou-me que lhe fodesse a boceta ali na sua mesa. Abriu as pernas e delirante de prazer peida lhe fodesse porque queria mais… pedi que ela colocasse a camisinha (quase gozei). Ela voltou para a posição Fui pincelando sua boceta enquanto ela sussurrava que estava muito bom e queria gozar mais. Fui enfiando com cuidado… Nossa… que delicia de boceta! Eu falei quando meu pau entrou. Quente, encharcada de prazer e apertadinha…. bem apertadinha! Vi que ia gozar. Passei a bombar devagar enquanto atacava o clítoris e apresentava meu dedo para seu cu… ela deu umas tremidas tao gostosas que não aguentei mais segurar e gozei… gozei tanto e tao gostoso que ela vendo meu tesão gozou logo em seguida…

Passamos para um sofá que havia em sua sala e ficamos ali mais uns trinta minutos… sem dizer nada… nem uma palavra se quer.

Depois nos vestimos ela me disse que não me preocupasse… a nossa relação de trabalho continuaria a mesma coisa, só tinha uma exigência a fazer?

– Quero continuar meu tratamento doutor… o senhor acha que umas três consultas desta nossa terapia por semana pode resolver meu caso. (rimos)…

Minha Versão.

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Relato dela (do mesmo momento)...

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Nossa, eu fiquei louca naquele dia.

Não aguentei e pedi, implorei para ele me foder: “Vem comer sua chefe agora”. E é claro que ele veio. Me colocou de quatro no chão, coloquei a camisinha e ele estocou de uma vez o pau na minha buceta, o que me fez perder o ar e querer gritar de tesão ao mesmo tempo.

Foi estocando, bombeando, e eu gemendo até que gozei de novo e de novo e de novo.

Gozei três vezes e ele nada, então ele disse: “Agora vamos gozar juntos.”

Com essas palavras ele enfiou um dedo no meu cuzinho. Eu não esperava isso, ele não tinha feito nada nem parecido,  mas passada a surpresa eu adorei e comecei a rebolar pra ele, até que gozamos juntos, como ele havia dito.

Fiquei desfalecida no sofa.

Ele levantou se vestiu e voltou ao seu plantão…

Sua versão… 

SANTA QUEM PODERA ATIRAR A PRIMEIRA PEDRA ???

Quem nunca foi vítima da traição que atire a primeira pedra.

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Seja por um amigo, amiga, por um colega de trabalho ou no amor; de alguma forma e por alguém, a traição é um fato concreto em nossa vida. O problema é como agir quando nos damos conta de que fomos vítima da traição. Tentar manter a calma nessa hora é missão quase que impossível. Há quem consiga essa proeza, mas esse tipo de atitude é uma exceção a regra. Somos atingidos por um turbilhão de sentimentos, surge a raiva, o ódio e, às vezes, o sentimento de vingança.
Quando o fato ocorre entre amigos, embora não atenue a dor da traição, fica mais fácil tomar uma atitude. Se a amizade é realmente importante para você e a dimensão do ato não foi grave o bastante para acabar com a relação, o melhor é esperar que os ânimos esfriem para depois sentar, conversar, colocar os pingos nos “is” e tentar reatar os laços. Se a traição foi tão grave que não admite o perdão, não perca tempo tentando obter explicações de uma pessoa que não é capaz de compreender o valor de uma amizade.

A traição de colega de trabalho é mais difícil de lidar, uma vez que, se você não puder trocar de emprego, vai ter que conviver diariamente com a pessoa que te traiu. Neste caso, melhor é manter a política da boa vizinhança, ainda que por dentro você esteja explodindo. Uma outra forma de evitar confrontos seria, se possível, pedir transferência de setor ou então tirar férias, é obvio que isso não muda muito a situação, mas pelo menos, vai aliviar a tensão.

Agora, quando a traição envolve relacionamento amoroso torna-se muito mais dolorosa. O primeiro pensamento que passa por nossa cabeça é: que idiota que eu fui, como eu não percebi? Na verdade, inconscientemente você percebeu quando a relação começou a fracassar, a outra parte muda o comportamento habitual; conscientemente você pode ter colocado uma venda nos olhos para não ver aquilo que você preferia não enxergar.
Onde eu falhei? Eu sei que ele ou ela me amava. Pode ser que sim, desde que, o fato tenha ocorrido uma única vez, a parte traidora peça perdão e você sinta que ela está verdadeiramente arrependida de ter traído. Dependendo de como ocorreu, a denominada “pulada de cerca” até poderá ser perdoada. É claro que dar o perdão, varia de pessoa para pessoa, uns perdoam outros não.
Quando descobrimos que não foi a primeira vez ou, para agravar, trata-se de um relacionamento que o parceiro ou parceira já vinha mantendo por longo período, além da situação ficar muito mais complicada para ser solucionada, os sentimentos em relação ao infiel assume uma proporção muito maior. Nem pense em fazer escândalo, partir para cima da pessoa rival e se embolar com ela porque você acha que ela roubou o seu amor. “Quando um não quer, dois não brigam” portanto, a culpa é da pessoa que estava ao seu lado pois não teve a menor consideração pelos seus sentimentos, sabia o quanto você iria sofrer, mesmo assim traiu e continua traindo.
Se você descobriu a traição, mas não tem coragem e nem pretende tomar uma atitude, ou seja, prefere ignorar a situação para manter o ser amado do seu lado, melhor não deixar que ele saiba que você sabe, uma vez que, se isso acontecer, a pessoa perderá totalmente o respeito por você e, você será eternamente “a outra” ou “o outro”. Aliás, o “eternamente”, vai depender do infiel, pode ser que depois de algum tempo ele ou ela venha a decidir pela outra pessoa e deixe você a ver navios.
Não pense que a traição acontece porque você deixou alguma lacuna na relação a dois, ou que você não conseguiu suprir as expectativas da pessoa amada. Não pense assim, você não tem culpa nenhuma. Geralmente, a pessoa trai por dois motivos: ou há um envolvimento emocional mais sério, a pessoa apaixonou-se de verdade por outra pessoa e, isso pode ocorrer com qualquer um de nós, ou a pessoa que está ou estava ao seu lado tem problema de ego e necessita estar sempre colocando a prova o seu poder de conquista. Esta, com qualquer pessoa que esteja, sempre será infiel.
Tentar vingar-se do ser amado pagando com a mesma moeda, só prejudicaria você e a pessoa que você escolher como vítima para realizar a sua vingança, uma vez que, a situação pode ficar ainda pior se a pessoa infiel ainda te amar e, se não te amar mais, você só vai virar motivo de chacota para ela.
Na realidade em toda traição há uma quebra da confiança, o amor foi colocado à prova e não resistiu, parece que o mundo desabou sobre nossa cabeça, falta-nos o chão, a vontade é abrir um buraco se enfiar nele e só sair quando acabar a dor e a humilhação .
Se a pessoa infiel pede perdão e você resolve dar mais uma chance, não entre na paranóia de ficar controlando todos os atos do ser amado, como a roupa que ele está usando, o que ele está pensando, o quanto ele está atrasado. E, muito menos tentar imitar ou parecer com a pessoa rival em qualquer aspecto que seja. Isto, só vai colaborar para o ser amado ficar lembrando da outra ou outro. Não tente ficar usando como trunfo a traição em cada briga que vocês tiverem e nem ficar remoendo o passado. Essas atitudes só transformarão a sua vida num inferno.
Se a traição tornou-se pública e você decidiu perdoar, esqueça o que fulano vai falar, os comentários dos amigos, parentes, esqueça os ressentimentos, bola pra frente e sejam felizes para sempre ou…

…até a próxima traição.

Igor Hunsaker.

SANTA PEDINDO SOCORRO…

será que devo me separar de vez?

Bom tenho 19 anos e sou casada, comecei a namorar aos 13 anos, quando completei 17 descobri que tava gravida, foi a melhor noticia da minha vida sempre sonhei em ser mãe e construir minha família, eu era muito apaixonada pelo meu namorado ficamos completamente felizes com a noticia que seria mãe de uma princesinha, então compramos a casa e nos casamos, ele sempre me amou muito sempre me respeitou e fazia de tudo para me ver bem, até que a neném nasceu, então as brigas vieram, ele não me ajudava muito, fiquei muito estressada com tudo minha mãe me ajudou no resguardo mas eu não tinha muita paciência… até que depois de alguns meses vimos a necessidade que eu tinha de tirar minha carta de motorista.

Entrei na autoescola e conheci meu instrutor, sempre me tratando muito educado eu já estressada com a vida de casada e com a vida de mãe, tive um caso com meu instrutor, eu tava apaixonada por ele, completamente apaixonada só que eu também amava minha família meu sonho sempre foi me casar e ter um filho.

Levei essa traição por 2 meses…

Até que um dia no aniversario da minha vó meu instrutor me mandou uma mensagem e meu esposo viu…

FOI UM BARRACO TOTAL ele me gritou na frente da minha família eu chorei fiquei MUITO arrependida fui embora de Táxi com minha filha, quando cheguei em casa ele já tinha saído com todas as roupas dele e me gritava pedindo divorcio e falando que ia tirar minha filha de mim.

Fiquei péssima sem ninguém minha família me julgou, ninguém esteve ao meu lado passei uma semana só chorando e pedindo que ele voltasse para casa. Até que uma semana depois ele voltou mas disse que só voltou pela neném.

Hoje em dia meu casamento tá uma bosta ele sempre passa na minha cara que o traí que não presto que sou uma puta… não me procura mais na cama já disse até que duvida a filha é dele… me sinto um lixo meu Marido era ótimo viva me dando flores nunca me traiu e hoje em dia é frio comigo, arrependo amargamente por ter feito isso somente por sexo e uma atração física, antigamente eu não trabalhava pois ele sempre me sustentou, hoje em dia eu tenho que trabalhar para ter minhas coisas.

ME SINTO PÉSSIMA, minha filha já completou 2 anos e até hoje meu marido passa isso na minha cara, nosso sexo nunca mais foi o mesmo.

Me ajudem, será que devo me separar de vez?

HUNSAKER

ENTRE O CÉU E O INFERNO…

As mulheres carentes costumam procurar amantes para possíveis relacionamentos extraconjugais, mas algumas delas não sabem exatamente o que isso significa, assim como muitos homens não sabem se estão preparados.Resultado de imagem para sexo extraconjugal

Fique a conhecer os prós e contras da traição,

percebendo depois se devem ou não avançar.

Prós

Geralmente nos encontros casuais há sempre muito mais atenção e dedicação do que nos relacionamentos que duram há imensos anos, por isso, é uma excelente forma das pessoas se sentirem amadas e desejadas. Nestes relacionamentos sem dúvida que a sua auto-estima não ficará minimamente afetada, muito pelo contrário.

Além disso, é também nestas relações casuais que a maioria das mulheres satisfaz a grande parte das suas curiosidades e fantasias sexuais, pois não há compromissos e nos casamentos existe sempre uma espécie de vergonha.

Nestes relacionamentos não existem compromissos nem regras, ou seja, não há dias e encontros marcados com semanas de antecedência, não há regras como as coisas correm, tudo tem uma liberdade natural que de outra forma não seria possível.

Contras

O pior destas relações é quando algo se apaixona.

Muitos homens acabam por conseguir encontros com casadas apenas para divertimentos, mas elas devido ao tipo de casamento que têm vêm neles um escape e acabam por se ligar, se apaixonar, tornando tudo bastante mais complicado do que seria de esperar.

É simples de perceber que um dos principais contras destes relacionamentos é a possibilidade de mudar toda a sua vida apenas por uma experiência. Se o seu casamento tiver tremido e com falta de motivação para continuar, este pode ser o ponto de viragem ou então o motivo principal para terminar de vez, por isso é importante que tenha muito cuidado no momento de decidir se vai ou não avançar para um relacionamento extraconjugal.

Por último, mas não menos importante, este segundo relacionamento vai trazer mais responsabilidades, mais atenção e carinho para dar, por isso se não é uma pessoa de compromissos, se não gosta de ter regras com ninguém, o melhor mesmo é manter-se apenas no seu casamento.

IGOR HUNSAKER

A SANTA DESCOBRINDO O DEMÔNIO… (Paciente 12345)

Fui a Igreja num domingo e neste dia tudo parecia igual, mas não era.

passou a fazer parte da minha rotina de trabalho…

Havia um homem diferente naquela reunião, jovem, bem apessoado e muito discreto. Essa discrição salientava muito a presença dele, mas eu fingia não estar nem aí, como se diz. O seu comportamento com o passar dos dias parecia ser o melhor possível, ele sempre estava sério e não parecia nem se importar com a minha presença, pois eu fazia exatamente o mesmo com ele.

15 dias depois… Esse homem passou a fazer parte da minha rotina de trabalho…

A presença dele conturbava meu coração… E aos poucos ele foi se aproximando. Todos em volta já notavam as semelhanças em nosso jeito de agir, e até semelhanças físicas haviam, o que causavam muitos comentários positivos!

3 meses depois… Eu estava envolvida, e via que havia um futuro para nós dois, mas o imprevisto sempre vem… Uma denúncia de uma ex-namorada dele, obcecada, usou uma situação em que eles haviam se revisto há um pouco de tempo atrás, e resolveu expor que ela havia a beijado,  sendo que já não namoravam mais.

O fato soou aos meus ouvidos como uma fraqueza, e também um descuido, mas não vi ali motivos para desistir daquele homem, já que falhas são naturais a qualquer ser humano.

Ele foi transferido para um outro estado e agora tudo seria ainda mais difícil… E a distância semeando a saudade, seguia…

8 meses depois… Fui visita-lo. Já podia dizer que ele era “meu” namorado. Que bom ter esse título de ser namorada de um homem tão especial para mim.

O pior ainda estava por vir: Ele já com uma certa idade, e os hormônios à flor da pele me tentava muito!

Eu não sabia o que fazer. Na verdade eu me sentia tentada pela minha própria cobiça, o que ajudava a carne fraca. Enfim vários momentos de muita resistência eu tive que passar. Parecia que aquilo ia me matar, eu percebia nele dois lados: um com frutos excelentes – outro com frutos doces mas com um final amargo. A cada beijo essa era a sensação.

Eu resisti… Eu temi… Eu chorei… Eu escolhi crer em Deus e não nos meus desejos. Eu rejeitei a proposta boa à carne e aceitei pagar o preço de renunciar! Mas a culpa era como se eu tivesse cometido pecado!

Fui embora para casa e muito amargurada! Temendo o que a consciência ia me dizer dali para frente… Ela foi cruel! Ela me disse que nada mais ia ser como antes… E não foi!

Lembro da reunião do dia 24/08/2012 da senhora e do Bispo Renato com os obreiros solteiros – foi marcante, ouvi o que precisava e entendi como deveria agir! A senhora inclusive citou como que era possível algumas obreiras que namoravam pastor não se darem mais o respeito e ainda dizerem: Eu tenho fé para isso!

O que dizer dele?

Eu o vi com bons olhos, isso em excesso é prejudicial. Eu não o julguei! Tomei o fardo todo para mim, afinal a mulher tem sempre o desprazer de ser a maior culpada pelo fruto proibido. Na verdade quem estava podre estava tentando me apodrecer junto! E eu achava que era a culpada de tudo! De certo modo fui por não ter reagido de maneira diferente, ao invés de ser tão passiva.

O meu único pensamento era de que eu era fraca e não sabia me comportar como uma mulher de Deus deveria se comportar, era a única explicação para o que estava acontecendo… Não era falta de orientação, mas a prática trás os riscos!… Procurei ajuda divina e o perdão pelas minhas fraquezas! Fiz um voto que só ia tornar a vê-lo depois de casada, se Deus assim permitisse… E assim foi!

Em 9 meses nos casamos… Eu me preocupava em me preparar para o Altar – preparar para ser esposa, para viver a vida de casa para a Igreja, para tudo o que envolvia ser serva, mas esqueci de cuidar mais ainda da pessoa que iria me levar para o altar. De fato eu me preparei e fui excelente esposa e serva! Mas por outro lado não havia a totalidade.

O fogo que ardia em ambos não ardeu como antes. Onde estava? Por que apagou? Eu queria entender, mas não conseguia…

Ele era frio, indiferente, não falava, não dava carinho e não cumpria o papel de chefe de uma família. Era eu e Deus agora!

Eu nunca deixei a minha confiança em Deus ser abalada… Ele sempre foi meu Amigo!

Após pouco tempo de casada o pior chegou. Ele não era apenas um homem que precisava aprender a ser marido e que tinha defeitos, ele precisava aprender a ser homem em primeiro lugar.

Ele havia se relacionado com uma jovem no período do nosso namoro e ninguém sabia, somente eles, Deus e o diabo! A verdade veio a tona e mais ainda, ele era um aliciador de meninas e mulheres pela internet, através de um Fake (nome e foto falsas em uma conta do Facebook) ele seduzia e convencia elas a se exporem para ele, a grande maioria fazia isso e se comportavam na igreja como se fossem mulheres santas. Muitas delas eu estava ajudando a libertar, inutilmente, já que o inimigo dormia do meu lado.

Eu fiz a melhor escolha. Esquecer esse falso amor. Eu procurei a pessoa que foi envolvida com ele, na mesma semana, e dei um abraço nela e agradeci por ter tido coragem de tomar essa atitude que me libertou. Abracei ela e a perdoei! Dei a ele também o meu perdão e pedi perdão se eu fiz algo para ele!! Vejo tudo isso como um grande livramento de Deus na minha vida!

Eu tive o privilegio de ter pessoas em meu caminho que foram mais que pai e mãe para mim, mas aquele que me colocou no colo foi o Espirito Santo, insubstituível para mim! Ele tem poder que trás restauração, mais que qualquer pessoa.

Demorou mas eu enxerguei a tempo de não perder a minha alma e nem jogar fora o meu ministério. Hoje quando eu for passar novamente por todos os processos de conhecer, investigar, namorar, e decidir casar… Eu vou fazer tudo diferente. E o Altar vai me devolver tudo em dobro!

As dores e marcas de perder a família, o lar e principalmente o Altar são meus sacrifícios de hoje, mas os testemunhos de amanhã! Continuar me enganando e passando panos quentes sobre um falso adorador de Deus seria muito pior para mim…

HUNSAKER

A SANTA SEDUZINDO O DEMÔNIO… (Paciente 3912)

Bom era pra ser um culto na casa do pastor….

eu mais abusada ainda falei: pode ser de calcinha e…

Sou uma garota de 21 anos que como todos da minha casa falam da pá virada apesar de frequentar uma igreja evangélica na qual todos de casa frequentam, curto de tudo que uma jovem da minha idade curti apesar de ser atraente mente de ser gostosinha eu sei tenho um bumbum bem empinado e durinho umas coxas grossas um peitinho de bem durinhos afinal me cuido muito bem, não uso roupas curtas mais sim justas deixando assim ressaltar meu lindo corpinho,tenho um lábio carnudo e adoro provocar onde eu vou principalmente homens mais velhos me sinto atraída por eles, nesse dia do culto era tipo de um encontro de jovem no sitio do pastor, sempre tinha esses tipos de encontro só que meus pais não me deixava ir pois eu era muito jovem , só que esse não tinha como dizer não pois o pastor que pediu para meus pais , meu pastor acho que se sentia algo por mim, pois me olhava diferente ele tem uns 45 anos por ai casado mais tinha uma cara de tarado eu até me sentia tentada por ele ,enfim chegou o grande dia desse encontro de jovens, eu me precipitei de tanta ansiedade acabei indo um dia antes para o sitio achando que era o dia , o local era bem distante da minha casa em uma área rural totalmente sem comunicação via fone.

Meus pais me deixaram na porta como era de praxe nos encontros anteriores e eu segui sozinha no recito era por volta de umas seis horas da tarde quase escurecendo ,entrei mais achei estranho tudo aceso mais ninguém no local, entrei bati na porta pra minha alegria o meu pastor estava ali presente que se espantou quando me viu , o cumprimentei e ele me disse o que eu fazia ali , dei uma risadinha de sacanagem e disse vim ao seu encontro …

Ele disse com cara safada pra mim mas o encontro de jovens é amanhã , eu disse e agora que esta ai com o Sr, ele disse minha esposa acaba de ir embora e eu estou só terminando com algumas instalações e já vou embora , eu disse nossa e eu como fico meus pais já foram embora , ele deu um sorrisinho safado e disse já te levo embora pra casa , eu contribui e disse tudo bem …

Ele ia de La pra Ca resolvendo as coisas e eu olhei aquela piscina azulzinha com refletor da luz e aquele calor escaldante , disse pra ele posso entrar um pouco nessa piscina , porque amanhã com todos aqui não poderei entrar na piscina , ele disse que eu podia só um pouquinho e eu mais abusada ainda falei pode ser ser de calcinha e sutien , ele olhou espantado e disse e eu onde vou ficar nessa já vermelho de vergonha , eu disse faz de conta que não me viu.

E já fui tirando meu vestido naquele dia eu estava vestindo uma Lange ri vermelha com sutien meia taça deixando praticamente meus seios maiores e bem ressaltados uma calcinha fiozinho com o bumbum bem empinado , fui me despindo aos poucos e ele de longe me olhando com cara de desejo , naquela hora quis provocar meu pastor pois me sentia desejada por ele , dei um mergulho na piscina e ficava só olhando pra ver qual seria sua reação , ele foi chegando mais perto da borda da piscina e eu disse vem nadar um pouco esta muito calor , ele com um nó na garganta não posso se não faço bobagem, eu na mesma hora sai da piscina e bem enfrente a ele olhando nos olhos disse com a boca quase encostada na dele e falei que tipo de besteira ele sem movimento algum me olhava com olhos famintos e eu já toda molhadinha de imaginar o que pudera acontecer comigo.

Pedi então que ele me desse seu dedo e ele me obedecendo peguei o dedo dele coloquei na minha xoxotinha que estava toda meladinha , ele fazia movimentos com o dedo me deixando tremula , ele me falou não podemos fazer isso mais você é um tesãozinho e sussurrando coisas no meu ouvido e sililicando minha xoxota babando , lasquei logo um beijo delicioso de língua na boca dele deixando minha língua passear no céu de sua boca , coloquei minha mão no seu pau e estava duro pra caramba , não aguentei abri sua calça e cai de boca naquele pau grosso e com isso ele me colocou de quatro e foi enfiando aquele pau imenso na mina xoxoxtinha que o recebia babando de felicidades e eu rebolando para que não ficasse nada pra fora os gemidos que ele fazia me deixava maravilhada gozeiii muiiito ele me pediu se pudesse comer meu cuzinho naquela hora tive um pouco de medo mais o tesão era tanto que acabei liberando , nessa hora por isso que é bom os homens mais velhos pois são carinhosos demais acabei cedendo , ele foi acariciando a portinha do meu cuzinho e com a ponta dos dedos e quando percebi estava um pouco delatadinho , ele pediu que eu levantasse o Maximo das minhas pernas e as segurou em cima e foi colocando aos poucos e com um dedo na minha xoxotinha e a acariciando nossa que delicia , fui sentindo mais tesão ainda quanto mais ele enfiava em mim , quando vi estava todo aquele pau gostoso dentro do meu rabinho.

Ele se sentou pediu que eu sentasse em seu colo rebolando meu rabinho em seu pau muito bom senti tudo aquilo dentro de mim fiquei louca lavei ele todo de porra não acreditei tamanho tesão no meu rabinho nossa foi demais , ele não aguentou e encheu meu rabinho de porra e eu recebia com vontade aquele jato quente dentro no meu rabinho, fui o cobrindo de beijos e caricias e ele retribuindo , acabamos aquele momento maravilhoso eu disse pra ele que não queria que acabasse por ali pois ele era maravilhoso e gostoso no que ele fazia, então resolvemos o resto das coisas e infelizmente ele me levou embora , no caminho fui trocando caricias e ate rolou uma chupetinha gostosa ……….

HUNSAKER.

A SANTA UMA ESPOSA TÍMIDA E FIEL… (Paciente 5468)

se gozo tenho que disfarçar e me conter….

Participo dos cultos de uma famosa igreja evangélica três vezes por semana e sou dizimista fiel. Me casei jovem. Meus pais incentivaram com gosto minha união com o Sérgio, quando perceberam que suas intenções eram sérias, pois meu marido é um homem de 40 anos, muito trabalhador e voltado pra família.
Ele também frequenta assiduamente os cultos no fim de semana. Tenho um filho lindo chamado Ezequiel, de sete anos, que fica a tarde toda na escolinha.
Desde mocinha, quando comecei a botar corpo, sempre usei roupas compridas, pois meus pais são muito conservadores. Geralmente são saias longas ou vestidos que descem até meia canela. Blusas sem decote ou abotoadas até em cima.
É claro que tenho espelho em casa, e sei que sou uma mulher bonita, de 26 anos que chama a atenção dos homens pelas formas. Tenho uma bunda grande, dura, redonda. Cabelos escorridos, quase até a cintura. Seios fartos, que teimo em espremer dentro de sutiãs que disfarcem o volume exuberante.

Minha pele é cor de jambo, tenho uma boca carnuda e olhar penetrante. Minha mãe diz que era um olhar desconfiado, já meu marido sempre me pede pra eu abaixar os olhos e obedecer pois segundo ele, é assim que uma mulher temente a Jeová deve agir.

Lembro-me que sempre senti muita culpa em relação ao sexo. Quando eu tinha 11 anos, sentia umas coisas diferentes e saía uma aguinha do meio das minhas pernas. Então eu, sempre escondida, quando não tinha ninguém em casa, levava a mão na protuberância que dá cosquinha e me vinha um negócio que parecia que eu ia explodir.
Eu brincava um pouquinho, fazendo cosquinha e explodia mesmo!!! Nossa, era tão bom!!! Hoje já sei o nome “dessas coisas” e do que se trata. Mas meu marido é muito conservador, tão ou mais rígido que meus pais e o sexo entre nós é quase uma audiência na Vara Criminal (literalmente), onde ele é o Juiz e eu sou a Ré.
Ele monta em cima de mim, se agita, e se me atrevo a olhá-lo ele diz que eu devo me comportar, pois “estou virando uma mulher da vida”. Confesso que suporto isso como parte das coisas que me ensinaram que era O CERTO, e que eu deveria cumprir como “obrigação de esposa”. Quase nunca gozo, e se gozo tenho que disfarçar e me conter.
Às vezes quando ele sai pra trabalhar, durante a tarde (depois de já ter deixado o Ezequiel na escola) estou na lida de casa e vem subindo uma coisa gostosa por dentro, um calor que me deixa toda vermelha e ardente.

Minha calcinha fica melada e meus sentidos esquecem que sou uma crentezinha fiel aos ensinamentos. Tudo que eu olho me excita. E foi numa dessas vezes que não aguentei. Larguei tudo que eu estava fazendo, morrendo de vergonha e medo, corri pro quarto, coloquei uma saia, que subindo até meus seios ficava como vestido curto (tipo tomara que caia), calcei umas botas pretas de cano alto com um salto discreto, e atolei minha calcinha, fazendo ela parecer uma tanguinha.
Olhei-me no espelho e fiquei abismada com o que vi. Tinha diante de mim uma mulher GOSTOSA, coxuda de pernas de fora, seios que pareciam que iam saltar a qualquer momento.

Beijei o espelho como se fosse um macho bem gostoso, babei tudo, eu queria ser possuída naquele momento. Estava ensopada, ensandecida, tomada por algum demônio, sei lá. Voltei pra cozinha, olhei os móveis e vi a quina da mesa de jantar de madeira.
Ela era convidativa, me dava tesão, uma vontade louca de montar ali e me esfregar feito louca. E com a respiração ofegante, num misto de pecado e prazer, foi o que fiz. Colei minha xana na quina da mesa, ficando de pé, num esfrega-esfrega alucinante e gostoso.

Eu rebolava feito louca e tentava, mas não conseguia, conter meus gemidos. Eu gemia, transando com a mesa da cozinha e de porta aberta. Dava ainda mais tesão a possibilidade de alguém poder estar me observando.
Eu estava fora de mim, dizia coisas como “Ai, me atola meu macho gostoso, me possui todinha, que meu marido é um corno que não me satisfaz”. E rebolava mais. Minhas pernas estavam bambas e eu suava, cada vez mais sexy e tesuda. Eu ia explodir a qualquer momento.
Aí, o cachorro latiu e me assustei. Bom, às vezes ele latia mesmo pra qualquer cadela de rua (até ele gosta, menos o corno do meu marido), então nem dei bola. Mas de repente, quase enfartei.
Vi o Júlio, o pastor da nossa igreja, entrando porta adentro. E eu ali, naquela situação (às vezes ele aparecia por lá, pra pregar a palavra; geralmente vinha acompanhado das irmãs, mas desta vez ele estava só).
Tentei me recompor. Ele deixou a Bíblia cair e me olhou de cima abaixo. Fiquei tão nervosa e constrangida que comecei a chorar e pedir perdão, que não contasse nada pro meu marido, senão o Sérgio me expulsaria de casa por ser depravada.
Falei que eu não servia mesmo pra nada, era uma sem juízo, mas amava minha família. Me ajoelhei aos pés do Pastor Júlio, e agarrei-o pela cintura implorando sigilo.
De repente, enquanto eu chorava, ali humilhada, percebi que ele fazia movimentos circulares com o quadril, esfregado algo duro em meus braços, que o enlaçavam, muito perto do meu rosto, e eu diria mesmo que estava querendo esfregar na minha cara. O safado do Pastor estava de PAU duríssimo, e pelo volume era uma vara monstruosa. Aff…
O Júlio era um homem com cara de sério, usava óculos, aparentava ter uns 30 anos e era moreno claro de olhos verdes. Tinha coxas grossas e ombros largos.
O descarado não fez nem cerimônia. Abriu o zíper e passou o pau no meu rosto, dando um gemido longo. Sentir o cheiro daquele macho e ver aquela cabeçorra (a maior cabeça que já vi) me trouxe de volta à realidade da sacanagem.
Parei de chorar na hora e esqueci tudo. Minha xana doía de vontade de ter uma pica grossa pra possuí-la.
E como se eu fosse uma “puta devassa da vida”, como meu corninho dizia, abocanhei aquela vara com gosto. Lambi toda a cabeçorra e fui passando minha língua de cima abaixo. Eu lambia as bolas, batia com o pau no meu rosto e sentia um prazer enorme em fazer isso.
Era a primeira vez que eu tinha uma pica assim. O Júlio não falava nada, só apalpava meu peitão, e acabou colocando um pra fora do vestido improvisado. Ele apertava meu bico, e eu ficava cada vez mais louca, lambia mais e COM VONTADE. Eu engolia até o talo, botava fundo na garganta até engasgar. Ficamos um bom tempo assim.
Então ele me levantou, tocou todo meu corpo, rasgou minha saia-vestido, tirou minha calcinha melada com violência (ele estava ensandecido, parecia possuído também). Em seguida ele me sentou na mesa da cozinha e foi brincando com o pau na minha xana úmida.
O safado esfregava a rola de cima pra baixo no meu grelo, que já estava duro de tesão. Ele então foi forçando a cabeçorra na entrada da minha xoxota e conseguiu entrar.
– Aiiiiiiiiii… vai devagar… por favor!!!! – gemi e pedi pra ele não ser tão bruto comigo.
Minha buceta doía, de tão grande que o pau dele era, e eu gritava enquanto ele tapava minha boca com a mão. Ele sorria pra mim, me olhando nos olhos. Que loucura!!!! Abri a camisa dele, era lindo, peludo, tinha um tórax de tirar meu fôlego. Nossa!!! que macho GOSTOSO e pirocudo.
Finalmente eu tinha um Homem pra me possuir do jeito que sempre tinha sonhado. Ele foi bombando devagarinho, até entrar tudo, e me rasgou toda. Aí ele mandou ver num ritmo frenético e alucinado com pressão. Gozei uma, duas, três, quatro vezes. E ainda queria mais pica.
Cada vez que ele movimentava os quadris para os lados e enfiava até bater no útero, eu gozava com o pau entalado. Ele gemia, dizia que assim não ia aguentar, que eu estava apertando seu cacete como uma boa esposa PUTINHA. Ele falava no meu ouvido que aquela era a melhor oração que ele já tinha proferido na vida.
Ouvir ele me chamar de putinha me deixava feliz, satisfeita por estar dando prazer para aquele macho gostoso. Na hora que percebi que ele ia gozar eu disse que não podia (dentro), pois eu havia parado de tomar pílula para ter mais um filho com o Sérgio.
Mas ele fingia não ouvir, ou não ouvia mesmo, estava em transe, só repetia que minha buceta era muito gostosa e que iria gozar e encher meu buraquinho de leite. Ele aumentou o ritmo e eu que já tinha gozado feito louca, senti minha xana babando mais, aumentando meu suco com a possibilidade de ser invadida pela porra de outro macho que não fosse meu maridinho.
Ele não podia gozar dentro, era perigoso. Não podia. Não podia, mas dizia que estava vindo e eu me agitei toda. Senti sua pica grossa frenética, tremendo dentro de mim, até que veio o primeiro jato de porra quente, me invadindo e queimando por dentro.
Ele urrou de prazer, mais alto do que eu gemia. Exclamou e começou a rir, enquanto bombava o resto do leite. Eu não aguentei e gritei GOZANDO novamente, mastigando o pau dele e engolindo todo o leite com minha xana enlouquecida.
Agora, sou amante do Pastor Júlio e estou grávida de 3 meses e meio.

O pai? Não sei.

Amo meu marido, mas O PASTOR da minha igreja é o macho que me possui depois dos cultos, na sua salinha particular, enquanto “tira o demônio do meu corpo”.
E meu marido acha que eu estou melhorando muito depois dessas sessões. Nunca mais levantei os olhos pra ele, e me comporto como uma tímida esposa fiel e temente deve ser com seu marido corninho.

“Que delícia de vida.”

Relato tudo isso com um sorriso enorme no rosto.

HUNSAKER

A SANTA E SEU EXORCISMO… (Paciente 1462)

Venho trazer meu maior segredo que ninguém de minha família sabe e nem meu marido, me chamo Eloisa sou faxineira da igreja mais como voluntaria e trabalho numa casa de família também (mais ganhando um salario mínimo) tenho 31 anos com cinco anos de casada, meu marido é um pouco mais novo tem 27 anos, sou morena nasci no Ceara e vim para São Paulo muito nova com certa de 18 anos para começa a trabalha, seios fartos, bunda grande e bem rebolada, cabelo cacheados e longos com pequenas mechas de castanho, coxas grandes que posso dizer que chama a atenção de outros homens e tenho dois filhos sendo uma menina adolescente que é a mais nova e caçula da família e o menino mais velho que tem certa de 18 anos e já trabalha com o meu marido que é advogado com sua própria empresa.

Vou começa pelo começo a minha confissão de meu segredo com o meu pastor de minha igreja, começo num domingo de manha certa de 7 horas estava limpando o chão da igreja nisso estava de quatro no chão quando o pastor passa me cumprimentando dizendo – bom dia irmã, completo dizendo bom dia pastor, o pastor passa mais olhando a minha bunda por esta com uma bermuda branca que aparecia minha calcinha de renda por causa dos detalhes em laranja mais até levei na moral, passa uma semana e na missão de sábado a noite por volta 20 horas já no final da missão meu pastor me chama em sua sala, após fechar as portas da igreja sigo em direção a sala do pastor e nisso entro quando ele me diz – minha irmã quero tira o capeta de seu corpo mais preciso que você faça tudo que eu manda concorda em? – respondo a ele que sim e quero o milagre de Deus na minha vida, do nada o pastor me puxa beijando minha boca com um carinho que nunca havia sentido de meu próprio marido antes, nisso retribui o beijo e o pastor começa a desce a mão direcionando a minha bunda e com isso apertado muito me deixando excitada. Passa alguns minutos até minha filha vim me chama e nisso o pastor para o beijo me dizendo guarda o segredo e na segunda feira de manha vá a minha casa para continuarmos o ritual, nisso sigo em direção a minha filha sem dizer uma palavra no caminho até o carro, já em casa meu marido vai deita por esta cansando, meu filho mais velho esta na sala assistindo televisão e minha filha já chega seguindo a seu quarto onde ficara no computador, aproveito e caminho em direção ao banheiro para toma meu banho e me arruma para dormir. Já na manha de segunda feira apronto o café da manha e deixo a casa bem arruma por ter acordado às 5 horas da madrugada enquanto me arrumo vestindo meu vestindo meu vestido com uma calcinha de renda preta e sutiã preto, já saindo de casa seguindo em direção a casa de meu pastor que era solteiro numa rua próxima a minha casa, já chego batendo na porta meu pastor vem abri e diz entra minha irmã e vamos continua o ritual para tira o capeta de teu corpo por isso peço vai para meu quarto tira sua roupa e fica pelada deita em minha cama já vou para lá, obedeço o pastor e sigo em direção a teu quarto e faço como ele pediu, ficando assim pelada sem minhas roupas num tempo de 20 minutos o pastor entra no quarto pedindo para eu abri as minhas pernas, já começa a se posiciona no meio delas e com isso passando a língua na minha vagina com beijos , lambendo e chupando o meu clitóris me deixando excitada assim me fazendo geme bem baixinho após uns minutos me chupando o pastor pede para eu ficar de quatro em sua cama, sem pensa muito obedeço a ele e me posicionando de quatro em cima da cama o pastor vem por trás de mim colocando seu cacete na entrada de minha vagina empurrando para dentro, começando assim dando varias estocadas de entra e sai com uma certa velocidade me fazendo geme e grita aiiiiiiiiiiii aiiiiiiiiiiiiiiiii isso tira o capeta de mim!!! uiiiiiiiiiiiiii que delicia de cacete pastor!!! De repente o pastor puxa meus cabelos dando estocadas mais fortes na minha vagina e avisando que iria goza dentro de mim, começo a rebola para senti o pastor mata o capeta e gemendo mais e mais, passa o tempo o pastor e eu gozamos juntos e o pastor diz minha irmã agora vou mata o resto do capeta que existe no teu corpo comendo teu cuzinho continua assim de quatro, digo a ele pode comer pastor já posicionando seu cacete na entrada de meu cuzinho empurrando e forçando com tudo em dó me fazendo grita primeiramente e depois de um tempo comecei a sentir tesão com isso gemi muito vendo o pastor geme de excitação e matando meu demônio.

Passam umas 4 horas o pastor já havia gozado pela segunda vez seguida e me diz irmã já terminei de mata o capeta de seu corpo e agora você esta abençoada por Deus vá para sua casa em paz, me visto e sigo para minha casa após dar a bença ao pastor, passa alguns meses e semanas continuo a minha rotina de vida com minha família sem ninguém saber até hoje meu segredo, meu pastor mudou de cidade e com isso veio outro, mais me sinto aliviada e abençoada, mais aliviada por não ter o capeta em meu corpo mais.

HUNSAKER.

CONHECER OU RECONHECER O VERDADEIRO ATEU…

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Ateísmo, num sentido amplo, é a ausência de crença na existência

de divindades.

 O ateísmo é oposto ao teísmo, que em sua forma mais geral

é a crença de que existe ao menos uma divindade.

Ateus não acreditam em um deus e negam sua existência,

enquanto agnósticos afirmam  que ele pode ou não existir,

mas nós não somos capazes de saber com certeza.

Assim…

O verdadeiro ateu é aquele que usa o nome de D’us

para viver o “mundo”…

Pois só quem não acredita em sua existência

faria tal tolice…

Igor Hunsaker.

 

 

A SANTA E O MAIOR DOS DEMÔNIOS… (Paciente 21453)

casei-me virgem aos 27 anos….

Tenho 32 anos e sou casada há 5 anos com Ricardo, estamos esperando ansiosamente o nascimento de nossa filha, daqui a 3 meses. Ricardo não faz ideia do que se passou… 

Por questões de segurança não posso revelar a cidade onde os fatos ocorreram, o máximo que posso dizer, é que se passou numa grande cidade do Estado do Rio.

Eu e Ricardo somos protestantes, de famílias protestantes, sempre fomos bastante assíduos na igreja, participando dos vários eventos desde jovens. Para ter uma idéia nos conhecemos e 2 anos depois nos casamos, casei-me virgem aos 27 anos. Ricardo não era mais virgem, tinha 30 anos e várias namoradas no currículo, e era um belo homem, gentil, atleta e muito carinhoso, não demorei a perceber que ele era o homem da minha vida.

Eu era professora de duas escolas privadas, e Ricardo, depois de trabalhar em algumas empresas, passou a trabalhar na igreja que passamos a frequentar pouco depois de nos conhecermos. Ele era responsável pela administração do patrimônio da igreja, que ficava em um bairro da cidade. Tínhamos uma boa situação financeira e éramos bem entrosados na comunidade.

O Pastor principal da igreja tinha um apreço por nós e realizou nosso casamento, ele estava em idade avançada e deixaria a chefia da igreja para o então 2º pastor em breve. Pastor Daniel sofria alguns problemas de saúde e muitos já o aconselhavam a afastar-se da obra do Senhor gradativamente. Pastor Alex estava com 58 anos e iria assumir o lugar de Daniel, embora também já estivesse com idade avançada, mas era quase 10 anos mais novo e gozava de boa saúde. Nunca fui muito próxima de Pastor Alex, algo em mim dizia que ele não era confiável, mas nunca comentei nada com ninguém, até porque ele era bem quisto por muitos.

Quando ainda éramos noivos, eu e Ricardo fomos apresentados a ele e notei que ao me abraçar, ele dedicou atenção demais, mas não dei maior atenção ao fato. Ele fora responsável pela contratação de Ricardo, gostou do currículo dele em empresas bem conceituadas e o convidou para trabalhar na igreja. Pastor Daniel também achara ótimo e até deu uma apressada no nosso casório. Casei-me com Ricardo aos 27 anos, ele já trabalhava há 1 ano na igreja e decidimos não ter filhos pelo menos nos primeiros 5 anos.

fato de ser loira natural e com olhos verdes só aguçava ainda mais os homens…

 

Tudo começou a mudar exatamente após 1 ano de casados, Pastor Alex assumiu a igreja e Pastor Daniel afastou-se para tratar de alguns problemas de saúde, eu passei a ajudar em algumas coisas na igreja, sobretudo no relacionamento com funcionários dos serviços gerais e membros mais necessitados, eu era muito querida por eles e tinha um grande apreço por aquelas pessoas, meus pais sempre me educaram e ensinaram a ser gentil com funcionários na empresa deles e sempre fui conhecida por ser defensora dos pobres e oprimidos.

Passei a frequentar a igreja duas vezes durante a semana, para ajudar na administração, nesses dias era bem corrido pra mim, pois tinha aulas para dar. Nossa vida de casados ia muito bem, tínhamos relações sexuais regularmente e eu não tinha do que reclamar da performance de Ricardo, mas ao mesmo tempo em que passei a ir com mais freqüência ao templo, comecei a ter mais contato com o agora Pastor principal Alex.. Ele era sempre atencioso com as pessoas, mas eu sempre notava um sorriso meio malicioso quando ele me via, eu estava com 28 anos e era uma mulher muito atraente, com um corpo bonito e com um rosto que sempre chamou atenção dos homens, eu e Ricardo éramos considerados o casal mais belo da igreja, algumas pessoas brincavam com isso. O fato de ser loira natural e com olhos verdes só aguçava ainda mais os homens. Uma amiga minha sempre falava que eu era muito sacana de ter um material de primeira e nunca ter dado pra ninguém, que aquilo era um desperdício, depois caiamos no riso ao lembrar de alguns caras que ficavam loucos ao saberem que eu era virgem, e de fato entendo, virgem aos 27 anos, sendo atraente, é difícil e inacreditável. Mas a verdade é que nunca fui tresloucada por sexo, e o fato de desde cedo ser evangélica de uma denominação conservadora, aliada ao fato de sempre mirar os estudos e trabalho, ajudaram nesse atraso.

Certo dia estava na igreja lidando com as compras de materiais junto com o pessoal de serviços gerais, ao termino da reunião fui falar com o responsável pelo setor de compras, quando meu celular toca, era Ricardo avisando que Pastor Alex havia enviado ele a São Paulo, e que estava em casa fazendo as malas, pois era urgente a viagem e que passaria 4 dias fora. Fiquei triste, desde que nos casamos nunca havíamos ficado mais que um dia sem nos ver. Desliguei o celular e vi que na minha direção vinha Pastor Alex, ele estava em perceptível alegria (não sabia eu o porquê) e ao chegar perto de mim abraçou-me, mais uma vez senti algo entranho naquela atitude. Ele me convidou para ir a sua sala, ao entrarmos ele fechou a porta e trancou, achei estranho, mas nada falei. Falou que Ricardo viajou para trazer fundos de uma missão americana e que caso ele conseguisse séria ótimo para a igreja, visto que nos últimos meses a arrecadação estava caindo. Depois de 20 minutos de conversa ele falou que nunca havia nos visitado e que gostaria de ir a minha casa na noite do dia seguinte, disse que adoraria que Ricardo estivesse, mas que poderia ir em outra oportunidade com os dois presentes. Eu falei que era melhor esperar Ricardo voltar, mas ele disse que não se preocupasse que não iria dar trabalho, aceitei com certo receio, não era acostumada a receber um homem sozinha em casa. Ao sair da sala, notei que um dos serventes me olhava com uma certa curiosidade, achei estranho, mas segui meu caminho e fui pra casa.

No dia seguinte sai do colégio por volta das 18 horas e fui pra casa, estava com saudades de Ricardo e ao conversar com ele de tarde pelo telefone, contei do estranho que foi dormir sozinha. Tinha marcado com Pastor Alex às 20 horas, cheguei em casa, jantei rapidamente e depois tomei um bom banho relaxante, pensando em como seria bom uma boa noite de sexo com Ricardo. Sai do banho, coloquei uma roupa de casa e pontualmente Pastor Alex chegou, autorizei a entrada dele no edifício e logo ele entrava no apartamento.

Ele olhava friamente para mim…

Ele tinha vindo da igreja, disse para sentar-se e perguntei se desejava beber algo, ele respondeu que não e pediu para que eu sentasse. Começou falando que a situação financeira da igreja estava difícil e que pensava em demitir alguns funcionários da limpeza. Perguntei se de fato era necessário demiti-los, ele retrucou secamente que era eles ou Ricardo, tomei um susto e logo ele complementou que tudo dependia de mim, o que me deixou sem palavras. Ele olhava friamente para mim, eu estava ainda meio atordoada e sem nada compreender, apenas perguntei por que dependia de mim. Ele inclinou-se um pouco para frente e disse que se eu fosse dele Ricardo fica no emprego. Foi como um soco no estomago, eu apenas perguntei, como é que é? Ele calmamente disse ou você passa a ser minha amante ou eu demito Ricardo. Eu simplesmente não conseguia acreditar naquilo e perguntei se ele estava de brincadeira, ele retrucou dizendo com ar de cínico que nunca falara tão sério na vida dele.

Eu disse que ele estava louco, que jamais faria isso, ele meio irritado disse que Ricardo já era e que mais duas pessoas da limpeza também iriam pro olho da rua. Eu estava irada e mandei-o a merda, mas ele continuava tranqüilo e disse que não só demitiria Ricardo como já estava com um material pronto que provava o envolvimento do meu marido em desvio de verbas. Aquilo tudo era um turbilhão, eu simplesmente mandei ele sair da minha casa. Pastor Alex concordou, mas ao levantar disse que eu tinha 48 horas para decidir o futuro do meu marido.

Não consegui dormir naquela noite, o que me deixava ainda mais nervosa era se a acusação era verdadeira, no outro dia fui trabalhar a base de remédios, Ricardo só voltaria no dia seguinte ou depois, já perto de largar da escola meu celular tocou, era Ricardo, falei com ele durante uns 10 minutos, mas não tive coragem de tocar no assunto, quando desligou, eu suava frio e fui desperta pelo celular que chamava, ao atender reconheci a voz do Pastor Alex, eu emudeci, estava com medo e bem na defensiva, ele disse que eu tinha até o dia seguinte para responder a proposta, e que eu deveria sinalizar o sim, o que retruquei, como? Ele disse que bastava eu deixar a calcinha que eu estivesse usando em cima da mesa do seu gabinete pastoral, e que a porta estaria aberta. Desligou.

Sai da escola ainda mais atônita, jamais imaginara trair meu marido, ainda mais com um individuo que eu não nutria simpatia. Eu não conseguia pensar, só achava que deveria preservar o meu marido, mas logo na minha mente a questão, e se fosse verdade? Eu poderia viver com meu trabalho, sempre visei minha independência financeira, mas eu sempre tive o defeito de me apegar fácil e ainda por cima pensava no escândalo que seria, mesmo assim eu estava quase me decidindo em não aceitar a chantagem, fui dormir.

meu nome estava na lista dos que ele iria entregar…

Na manhã seguinte eu acordei e logo me veio a mente que aquele era o dia, ao sair da escola eu passaria na igreja para ver algumas coisas com o pessoal a limpeza e responder ao chantageador. Na hora do almoço, eu recebo um telefonema de Ricardo avisava que iria chegar na manhã seguinte, quase ao mesmo tempo Pastor Alex liga. Eu estava mais confiante e disse a ele que estava disposta a encarar o escândalo, mas que não iria aceitar a chantagem. Ele sem alterar disse que antevira a jogada e me disse que meu nome estava na lista dos que ele iria entregar, eu enlouqueci e o chamei de mentiroso, ele retrucou que quem iria acreditar na mulher de um ladrãozinho e rispidamente falou que queria minha calcinha às 19 horas em cima de sua mesa.

A convicção com que o filho da puta falava me convencia da culpa de Ricardo, mas ele tinha razão se meu nome fosse envolvido, seria difícil alguém acreditar. A historia era absurda, mas eu não tinha cabeça para contestar. A tarde eu tinha apenas uma aula, por volta das 16 horas, eu larguei e sentei numa lanchonete, onde fiquei mais de uma hora pensando no que fazer. Depois de muito pensar me dirigi a igreja. Eu já tinha decidido.

Na igreja, eu me reuni com o pessoal da limpeza e lhes comuniquei que teria de deixá-los, pois não teria mais como conciliar o tempo, visto que aumentaram minhas turmas em uma das escolas. Eles lamentaram bastante, o que me deixou até emocionada, A decisão surpreendeu a todos, mas entenderam a situação que eu estava, não faltava na igreja gente habilitada para ocupar meu posto. Eu sai da sala e olhei a hora, eram quase 19 horas, andei para o lance de escadas que levavam ao 1º andar, subi as escadas e segui no corredor, era sexta feira e quase ninguém estava no prédio, parei na frente de uma sala, percebi a porta entreaberta, antes de entrar olhei para ver se vinha alguém, entrei. Na sala havia apenas a luz de uma lamparina de mesa iluminando a sala, parei em frente a mesa e levantei a saia, tirei minha calcinha e a coloquei em cima da mesa, me ajeitei e sai da sala, bati a porta e uma placa com o nome PASTOR ALEX caiu, abaixei e peguei ela, e coloquei no lugar. Fui para casa, tomei um bom banho, estava cinicamente tranquila, por volta das 22 horas recebi uma mensagem no celular, que dizia apenas: AGUARDE MINHAS INSTRUÇÕES. Apaguei e fui dormir.

*********************

Quase um mês depois, eu estava na hora do almoço quando Pastor Alex me liga, me passou um endereço que ficava em uma cidade vizinha, percebi que era um apartamento, e me disse para levar roupa de dormir. Perguntei sobre Ricardo e ele me respondeu que já tinha resolvido isso, marcou o encontro para dali a dois dias, numa sexta feira. Cheguei em casa e Ricardo me avisou que iria passar o final de semana fora, não pude deixar de achar aquilo meio cômico.

pronta para que?

A sexta feira chegou. Passei o dia com um misto de nervosismo e de ansiedade, tudo aquilo ainda era como se a ficha não tivesse caído, ao terminar minha ultima aula, fui direto para casa, tomei banho e me vesti para o encontro, eu estava na defensiva, coloquei uma calça jeans e uma blusa, além de tênis, quase que cobrindo meu corpo todo. Avisei ao porteiro que não dormiria em casa, peguei minha bolsa e fechei a porta. Da minha casa até o local dava uns vinte minutos, eram quase 20 horas.

Demorei um pouco para achar o local, visto que ficava em uma rua pouco movimentada, o prédio era pequeno, de dois andares, o porteiro parecia estar ciente da minha visita e fez sinal para que colocasse o carro na garagem, ao entrar percebi o carro do Pastor Alex, sai e o porteiro me disse que ele estava a minha espera e que morava no último andar. O prédio tinha apenas o primeiro andar, que o porteiro morava e o segundo com cobertura era o do Pastor Alex, subi e percebi que era apenas um por andar, um prédio bem estranho.

Parei em frente da porta e antes de tocar a campainha, respirei fundo, ao passar por aquela porta minha vida nunca mais seria a mesma, tomei coragem e apertei, não demorou e Pastor Alex abria a porta e me convidava a entrar. O apartamento era bastante espaçoso e bem mobiliado e aparelhado, me perguntei quanto não foi desviado para aquilo. Eu não tinha iniciativa, mas o anfitrião logo se servia de uma dose de whisky, ele estava vestido apenas com um roupão de saída de banho, desde que entrara no apartamento ainda não tinha falado nada, algo me dizia que tudo aquilo poderia acabar com uma boa conversa, antes que eu pensasse em dizer algo, ele logo perguntou, está pronta? Eu respondi perguntando, pronta para que? Ele disse para o prazer, o filho da puta falava com classe e arrogância. Eu perguntei se aquilo era mesmo sério, ele assentiu com a cabeça que sim. Ele disse que minha vestimenta não era apropriada e que caprichasse mais nas próximas vezes, aquilo era uma provocação insuportável para mim, nem tinha começado e já falava nas próximas vezes. Após tomar outro gole do whisky, ele disse que cinicamente que era sempre um prazer enorme fazer amor com a mulher do próximo e deu uma risada ainda mais irritante.

dissera para colocar o que já tinha tirado…

Ele terminou a dose e apontou um corredor, pegou minha mão e foi me levando para um quarto. Ao entrar percebi que era bastante amplo e com uma suíte, havia uma cama enorme do estilo cama box e havia um exaustor jogando um vento refrescante no quarto. Pastor Alex andava cinicamente e com ar de vitorioso pelo quarto, fechou as cortinas da janela e trancou a porta do quarto, virou para mim e disse estar tudo pronto, apagou a luz e logo acendeu-se uma luz tênue que deixava o ambiente aconchegante.

Eu continuava quieta, mas ele logo me mandou tirar o tênis e as meias, fiz sem demora, eu estava derrotada e o jeito era aceitar servir de butim para aquele filho da puta. Ato seguinte me mandou tirar a calça, desabotoei e desci o zíper e logo a calaça estava nos meus calcanhares, ele me dissera para colocar o que já tinha tirado numa cômoda atrás de mim, e logo me mandou aproximar-se dele, me segurou e beijou rapidamente meus lábios, o toque dele era de quem sabia o que estava fazendo, o ambiente era agradável, onírico, ele sabia criar um clima. Em seguida ele segurou minha blusa abaixo da barriga e foi subindo até tirar ela por cima de minha cabeça, estava de calcinha e sutiã na frente dele. Ele admirava meu corpo como que maravilhado com sua conquista, passava as mãos suavemente por minhas costas, seu toque era mágico e eu odiava reconhecer, num ato rápido e ao mesmo tempo sutil, ele soltou meu sutiã que ficou preso apenas pelos meus seios, sendo cortês ele me deu uma pequena puxada e os meus seios ficaram expostos, ele contemplou-os e podia ver seu olhar de lascívia. Eu tinha quase que inveja dos meus seios, eram de tamanho medianos, firmes e com bicos rosados, quase que feitos a mão de um excelente desenhista. Ricardo era louco por eles e sempre dedicava muita atenção aos mesmos. Pastor Alex me puxou para junto delee começou a dar alguns beijos em meu pescoço, meus seios se chocaram com o tecido do roupão, dando uma sensação agradável, de repente ele me separou e mandou que me ajoelha-se, soltou o cordão que segurava o roupão e rapidamente livrou-se dele, ficando nu por inteiro.

Ele parecia alternar momentos de ternura com momentos em que deixava claro quem mandava. Seu pênis estava flácido e a alguns centímetros de meu rosto, ele nem precisou mandar, segurei o membro e puxei a pele que cobria a glande, revelando uma cabeça rosada e bem limpa, um filme da minha vida se passou naqueles instantes, comecei a dar pequenas lambidas na glande, não tinha coragem de olhar para cima, coloquei metade do pau dele na boca, ele suspirou. Eu estava com uma certa experiência, pois Ricardo nada deixava a desejar e sempre experimentamos no sexo. Minha boca estava um pouco seca, é difícil fazer um oral sem a devida vontade, eu buscava saliva e chupava certa cadência. Um homem de quase 60 anos não se excita facilmente, demorou uns cinco minutos até notar seu pênis endurecer, aquilo era deveras humilhante e me aliviei quando ele me puxou para cima e me beijou na boca, sem muita demora seu membro roçava na minha barriga, ele me afastou e disse para deitar na cama.

Ao deitar pude perceber o gostoso que era aquilo, bastante confortável e espaçosa. Pastor Alex aproximou-se e com as duas mãos foi tirando lentamente minha calcinha e não escondendo sua excitação ao perceber meus pêlos bem depilados e loiros, ele soltou um… Filho da puta sortudo esse Ricardo!!! aquilo me trouxe a tona a figura de meu marido, longe, sem imaginar sua fiel, e nunca tocada por outro homem, esposa, naquela situação. Subiu na cama e deitou-se ao meu lado, comecei a perceber o quão conservado era aquele crápula, ele me beijou, dessa vez mais demorado, introduziu sua língua com volúpia em minha boca e começou a acariciar meus seios, desceu sua boca pelo meu pescoço e foi descendo até começar a dar pequenas lambidas em meus mamilos eu começava a me excitar, e os bicos endureciam a medida que ele ia manipulando-os. Começou a sugar um seio e logo passava para o outro, não dava para esconder mais, nem ficar indiferente, eu era refém.

logo começou o vai e vem…

Demorou bastante no carinho aos meus seios, incrível era sua paciência, que me irritava ainda mais, eu estava em luta, minha mente queria dar o fora, mas meu corpo cada vez mais pedia aquele homem. Voltou a beijar minha boca e com a língua apontou meu mamilos duríssimos como que mostrando sua vitoria. De repente ele parou de me tocar e ficou me olhando, eu demorei a entender que ele queria minha iniciativa, e disse que se quisesse podíamos parar por ali, era a vitoria final dele, meu corpo estava a mil, minha vagina umedecida, meus pêlos eriçados, olhei para ele e disse foda-se!!! me ergui e tomei seu pau em minhas mãos e voltei a chupá-lo, ele apenas riu e suspirou, chupei com vontade, mas sem olhar para ele, não demorei e ao perceber que ele estava duríssimo, me deitei de barriga para cima, ele rapidamente ergueu-se e ajoelhou-se em frente de minhas pernas, abriu elas um pouco e colocou-se entre ambas, deitou-se sobre mim e beijou-me calorosamente, eu sentia seu pênis roçando nos meus pêlos pubianos, ele ergueu-se e eu olhava com as mãos segurando o travesseiro, ele apontou sua rola na entrada e ficou roçando, eram milímetros que separavam a consumação, ele soltou a mão e ao tentar entrar a rola escapou esfregando-se contra meu clitóris e aparecendo sobre meu Monte de Vênus, talvez fosse o único momento de descontrole dele, eu assistia com extrema ansiedade, segurou seu pau e sem pestanejar colocou a glande dentro de minha vagina, agora eu que suspirei, ele deixou seu corpo cair e foi introduzindo o restante, a sensação era indescritível, a rola entrava sem resistência, minha xoxota encharcada engolia sem problemas aquele caralho. Ele logo começou o vai e vem, mostrando um excelente desempenho, logo achou um ritmo adequado para ambos, eu alisava suas costas e não tinha mais oposições a situação

O barulho e o odor do sexo espalhavam-se pelo quarto, não havia hora nem dia, apenas o prazer prometido por ele, eu abri mais as pernas para recebê-lo melhor, algumas vezes ele diminuía o ritmo e chupava meus seios e logo voltava a bombar com vigor, eu olhava admirada aquele senhor, depois de um tempo que parecia ser eterno, senti que suas estocadas eram mais fortes e logo percebi seu pau latejando e ele começou a derramar seu sêmen no meu canal vaginal, eu estava tomando pílulas e fiquei sem maiores preocupações. Ele tirou o pau da minha xoxota e deitou-se ao meu lado, o membro já flácido, eu parecia voltar ao normal e um turbilhão de sentimentos me deixavam aflita, tinha minha vagina encharcada do esperma de outro homem, havia traído meu marido e aquela não seria a ultima vez, ele disse que eu fui excelente e que não esquecesse que seria sua amante. Dormimos.

No dia seguinte ao acordar, eu só pensava em ir para casa, Pastor Alex me ofereceu um café da manhã, mas eu recusei, me vesti e mal me despedi. Cheguei em casa e fui logo tomar banho e apagar as marcas do pecado, eu tinha suor, saliva e esperma daquele homem em meu corpo. Tomei um banho bem demorado, fiquei impressionada pela quantidade de esperma, a noite minha calcinha ainda apresentava restos que saia da minha vagina. Deitei na cama e chorei bastante, tudo que eu acreditava estava sendo desfeito, mas ao mesmo tempo me senti de certa forma excitada, quando lembrava que faria aquilo novamente.

Conforme ele queria, viramos amantes, durou por volta de um ano, transamos dezenas de vezes, levava uma vida plena sexualmente com dois bons amantes. Numa dessas vezes ele me ligou e disse para ir com roupa de banho, achei estranho, achei que me levaria para uma praia ou clube. Coloquei um biquíni, pouco ousado, e vesti uma saia e uma blusa, calcei sandálias de dedo e fui ao encontro. Ao entrar no apartamento, ele me recebeu com um beijo na boca, notei que estava com um calção de banho, me pegou pela mão e subimos as escadas para a cobertura, onde nunca tinha me levado.

ainda o detestava…

A cobertura tinha uma piscina pequena, fiquei ainda mais impressionada. Estava quente e a idéia era ótima, a piscina era quase coberta, o que dava uma certa privacidade. Pastor Alex sentou-se em uma cadeira de madeira e disse para eu me despir. Coloquei minha bolsa em uma mesa e tirei a blusa e depois a saia, e logo estava exibindo meu corpo para ele, que elogiou o biquíni, pediu para que sentasse na cadeira ao lado da dele, e começou a conversar sobre artes e Historia como sempre fazia. Ricardo estava mais uma vez em viagem, e teríamos todo o sábado pela frente, entrei na piscina para me refrescar um pouco, estava deliciosa a água, a profundidade era baixa, a água batia no meio da minha barriga, ele não demorou a entrar, mergulhou e percebi como ele era bem cuidado para um homem sessentão, pouca barriga, peitos firmes, e um excelente vigor físico, como eu já provara várias vezes. Se pau era um pouco menor do que o de Ricardo, creio que devia medir uns 18 cm e era meio curvado para cima, as vezes me pegava comparando os dois e nunca conseguia achar um deles com melhor performance. Eu mesmo depois de uns cinco meses trepando com Pastor Alex, ainda o detestava e quanto mais ele me satisfazia, mas aumentava meu ódio.

Aproximou-se e me abraçou dentro da piscina, e logo me deu um beijo demorado, ele tinha um controle muito alto, nunca se afobava. Desamarrou a parte de cima do meu biquíni e logo começou a acariciar meus mamilos, com a água eu não demorei a achar aquilo maravilhoso, manipulava meus bicos com a habilidade de sempre, afastou-se e saiu da piscina e me pediu para sair, era por volta das onze da manhã e já íamos nós. Sai da piscina e ele me abraçou novamente, me beijou rapidamente e no seu olhar eu já entendi que ele queria ser chupado. Em poucos meses nós já tínhamos um certo entrosamento.

Deitou-se na cadeira e foi tirando o calção, seu pau estava meia bomba, a cadeira não tinha encosto para os braços, o que facilitava as coisas, ajoelhei do lado da cadeira, e me coloquei sobre sua pélvis, segurei o seu pau e coloquei metade na boca, estava inspirada e comecei a sugar, chupar, lamber com muito gosto, eu odiava ter prazer naquilo, soltava a mente e seguia meus instintos, meus cabelos prendiam no saco dele, amarrei com o pau na boca e voltei a punhetá-lo, examinava cada centímetro daquele mastro, que já duro começava a vibrar, ele acariciava meus seios que estavam soltos e as vezes roçavam nele, chupei mais alguns minutos, então me levantei e tirei a parte de baixo do biquíni, meus pelinhos loirinhos deixavam sempre ele louco, como quem monta numa moto, passei a perna por cima dele e sentei, segurei o caralho e coloquei na entrada da minha xoxota e fui descendo, quando entrou tudo, me ergui e comecei a rebolar, acostumando minha xota com o membro dentro, logo comecei a subir e descer, o barulho do choque dos nossos corpos era alto, eu cavalgava, ora rebolava, Pastor Alex passou a acariciar meus seios, era demais, uma cena deveras luxuriosa. Algumas vezes eu me aproximava e ele sugava meus peitos, aumentei o ritmo, estava ficando louca, ele me dava uns tapas nas minhas nádegas e gemia, comecei a derramar cada vez mais meus líquidos em sua rola. As vezes tirava ele de dentro e percebia que a glande estava bem avermelhada pela penetração, ele tinha um ótimo controle da ejaculação, ficamos uns vinte e cinco minutos, até que ele segurou minha cintura e logo senti que ele ia gozar, deu urros e mais urros, eu não parava, procurando ordenhar até a ultima gota da sua porra. Fiquei em cima dele um pouco e o pau foi saindo, mole, e em seguida uma cachoeira de porra caiu em cima dele, me levantei com as pernas ainda bambas e fui ao banheiro.

me pegou pela mão…

Depois de almoçarmos, ele foi dormir e fiquei sozinha tentando pegar um pouco de sol que restava naquela tarde, estava com o biquíni de volta e aproveitei para ler um livro para dar aula. Quando eu estava absorta em meus pensamentos, por volta das 16 horas ele acordou. Eu sabia que transariamos de novo, era um misto de alegria e ódio, ele parecia estar sempre com vontade, talvez ficasse umas duas semanas sem sexo e isso devia explicar a quantidade sempre monstra de sêmen que expelia.

Terminei a leitura, me espreguicei e desci as escadas e logo o vi de roupão e tomando uma dose de whisky, seu olhar já me dizia o que se seguiria, tomei um copo d’água e fui para o quarto, tirei o biquíni, ele logo entrou e foi tirando o roupão, me pegou pela mão e fomos para o quarto do lado, onde havia alguns equipamentos como esteiras e bicicletas ergométricas, perto da janela havia um armário enorme em comprimento mas baixo, ele me deitou com a barriga para baixo e fez minha bunda ficar empinada, não sou muito bunduda mas aquela posição devia ser deslumbrante, encostou em mim por trás, e logo me penetrou, confesso que era meio humilhante e ao mesmo tempo excitante. Apoiou as mãos em minha cintura e começou a bombar, ao levantar a cabeça eu via a rua pela janela, e podíamos ser vistos por alguém de um prédio mais alto, era excitante ver pessoas passando pela rua enquanto era fodida. Suas investidas vibravam todo meu corpo, ele metia com a volúpia de sempre, de repente ele parou e tirou o pau de dentro de mim, e pegou um colchão meio sujo e jogou no chão, mandou eu ficar de quatro em cima do colchão, logo atendi a ordem, ele logo se colocou na posição e voltou a enfiar o pau em mim. Ficou segurando minhas ancas e penetrando, às vezes parava e eu jogava meu quadris de encontro a ele, o que deixava ele louco, dessa vez foi rápido e gozou em menos de quinze minutos, me levantei e fui me lavar, começava a me irritar com aquele habito de sempre terminar dentro de mim, nem Ricardo fazia isso sempre.

homens bêbados geralmente demoram muito a gozar.

Jantamos e ele disse que dormiríamos juntos, não havia maiores problemas, o único era acordar ao lado dele. Não havia trazido roupas, jantei com a blusa e a saia, antes tomei um demorado banho, assisti alguma coisa na TV e por volta das 23 horas fui pro quarto, o pior era ter que dormir nua, ele como sempre estava com o roupão e achei que depois de termos trepado duas vezes ele estaria cansado, ledo engano. Ele estava visivelmente bêbado devido as muitas doses. Tirou o roupão e deitou-se ao meu lado, eu estava cansada e queria relaxar, ele começou a me beijar, pensei em punhetá-lo até gozar, mas esqueci que homens bêbados geralmente demoram muito a gozar.

Ele beijava meu pescoço , enquanto eu masturbava ele, seu pênis não demorou a ficar ereto, fiquei impressionada, ele ergueu-se e dirigiu-se ao meio das minhas pernas, abriu elas e começou a me chupar, dava linguadas na entrada e logo passou a concentrar-se no meu clitóris, nem preciso dizer que o fazia com muita habilidade, comecei a ter vontade de dar para ele de novo, nunca havíamos feito três vezes num dia. Ele sugava com maestria e logo introduziu um dedo na minha xoxota, buscando uma dupla estimulação, ele enfiava o dedo num ritmo cadenciado com a língua no clitóris, aqueles pêlos que tanto o excitavam estavam molhados por sua saliva, eu me contorcia e alisava sua cabeça, ele seguia concentrado sugando meus fluidos, eu já estava a ponto de pedir que me penetrasse logo, foram por volta de vinte minutos de sexo oral.

pela primeira vez tinha um orgasmo com ele…

Levantou-se com o pau duro, eu logo me aproximei da beira da cama e comecei a chupá-lo tentando retribuir o prazer, eu adorava aquele caralho como uma espécie de totem, beijava, lambia, sugava, passava minha língua no buraquinho da uretra, o que deixava ele maluco, comecei a olhar para ele como nunca tinha feito, aquele era meu ultimo pudor sendo quebrado. Ele em pé ria e gemia com sua putinha loirinha, sempre desejara me possuir e estava fazendo mais do que isso, era quase meu dono. Ele tirou o pau da minha boca e mandou eu me deitar, veio por cima e dobrando uma de minhas pernas, deixou nosso sexos juntos, enfiou pela enésima vez seu pau duro em minha buceta e começou a meter, ele de joelhos segurava minhas pernas e entrava e saia ao seu gosto, estava claro que aquela era a trepada dele, pouco se importava comigo, eu não ligava, me ergui um pouco e fiquei vendo aquele rola entrando e saindo, a cabecinha rosada brilhosa, quase saia tudo e rapidamente voltava para dentro, aquilo me completava, ele metia e meus peitos balançavam quase que como numa dança.

Arqueou o corpo e sem tirar continuou a penetração de forma mais profunda, estava de braços abertos por cima de mim e metia violentamente, eu estava alucinada e pela primeira vez tinha um orgasmo com ele, as ondas vinham, eu estava eu estava tendo quase que uma epifania com aquele homem, ele socava fundo, ele estava em êxtase, pois tinha vencido de uma vez por todas ao me fazer gozar com seu pau. Ele parou um pouco e foi deitando sobre mim, num profético papai e mamãe, eu alisava suas costas, beijava sua boca, ele não parava com sua rola entrando e saindo, foram mais de quarenta minutos de penetração, eu já sentia alguma dor quando ele me abraçou forte e senti os espasmos de seu membros e logo ele derramava seu leite em minha concha, abracei ele falando em seu ouvido… goza! goza! goza!

Ficamos abraçados durante alguns minutos, depois de duas gozadas, ele tinha pouco esperma, não me levantei, queria ficar com seu esperma em minha vagina, dormimos abraçados pela primeira vez.

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Alguns meses se passaram, continuava sendo a amante dele, eu já estava tomando pílulas há quase dois anos e meu médico aconselhou que desse um tempo e então volta-se a tomar, fiquei bem preocupada, pois tinha dois homens para segurar, e não estava querendo filhos ainda. Conversei com Ricardo e disse a ele que passaria uns dois meses sem tomar pílulas e que ele teria de usar camisinha durante esse tempo, ele ficou meio contrariado, mas entendeu. Meu problema seria convencer o outro.

Voltei ao médico…

Durante o período, eu e Ricardo fizemos sexo com camisinha, excetuando umas poucas vezes em que usávamos de outros expedientes, uma vez ele terminou dentro, o que me fez ficar irritada com ele. Por volta de um mês não tive não tive encontros com Pastor Alex, o que me deixava tranquila. Voltei ao médico e ele disse que mais duas semanas e eu deveria voltar a tomar minhas pílulas. Alguns dias se passaram e num determinado dia, durante a hora do almoço, recebo uma ligação de Pastor Alex marcando um encontro para dali a dois dias, era um dia comum de semana e eu teria aulas para ministrar, gelei, tentei argumentar, mas ele não arredou pé, essa postura de mandão dele me irritava, eu iria voltar ao médico na semana seguinte e então ele me receitaria um novo remédio, eu não sabia o que fazer, não ia abrir minha intimidade assim ao calhorda, então eu fui com a cara e a coragem. O que eu achei bastante estranho era aquela repentina chamada, não parecia com o homem sempre organizado, ele não mandou Ricardo viajar, e alias há uns três meses Ricardo não saia do estado.

era aquela repentina chamada…

Liguei para a escola de manhã e disse que estava com um familiar passando mal e que não poderia dar aula naquela manhã, a direção da escola entendeu, sempre fui ótima funcionária, e então segui para o encontro. Subi e Pastor Alex logo disse para irmos para a piscina, pensei em falar com ele sobre meu problema, mas não tive coragem, quando estava com ele, eu pouco falava, encarnava bem o papel da submissa. Eu não imaginava tomar banho de piscina aquela manhã, e obviamente não trouxe biquíni, disse a ele, o que respondeu dizendo que podia tomar banho nua, me enchi de ódio quando ele disse que já tínhamos mais do que intimidade e então não seria problema. Tirei minha roupa com cuidado, pois era com ela que iria para a escola de tarde, se meu dono deixasse é claro.

Estava mais uma vez nua na frente dele, algo estava estranho naquele dia, ele tinha uma expressão de confiança e superioridade no rosto, eu não estava nenhum pouco a vontade naquele momento. Ele colocou uma espécie de colchão bem fino, porem bem largo sobre o piso, tirou o pijama e disse para eu deitar e sem muita cerimônia veio por cima, já estava com o pau duro e começou a roçar na minha xoxota, eu não estava pronta ainda e disse a ele, mas ele logo introduziu um dedo em mim, e me masturbou com a habilidade de sempre, eu notava ele ansioso, ao notar que estava começando a ficar lubrificada, ele sem demora me penetrou, senti um pouco de dor, mas logo passou, ele estava concentrado, eu sem muito estimulo, achou sua cadência e seguiu no mete e tira, estava muito excitado, talvez pela manhã, e bombava com muito vigor, com uns quinze minutos, o que eu mais temia aconteceu, ele gozou a cachoeira de porra de sempre, seu rosto era uma alegria só, derramou as últimas gotas de sua semente e tirou o pau de dentro de mim. Levantou-se e disse que eu estava liberada, corri para o banheiro para tentar tirar o máximo possível de esperma, após alguns minutos me vesti e fui pra escola com a cabeça a mil.

nos mudamos para outra cidade…

Nos encontramos em mais umas duas oportunidades, a magia e a química entre nós dois parecia não funcionar mais, então abruptamente cessaram nossos encontros, Ricardo andava nervoso ultimamente e depois de um tempo me disse que estava num esquema chefiado pelo Pastor Alex de desvio de dinheiro da igreja, nossa vida material ia cada vez melhor, eu estava muito abalada com aquilo tudo, chorei bastante, e ainda mais ao descobrir que toda a chantagem fora um blefe e que eu havia sido muito ingênua, nos mudamos para outra cidade não muito distante para abafar os escândalos que poderiam estar por vim, virei uma pessoa incrédula e que levava uma vida religiosa de aparência, depois de alguns meses recebi uma proposta para trabalhar em um grande colégio em outro estado, graças a um amigo, e desde então não tenho mais contato com Pastor Alex, levei um tempo para ter coragem de contar isso.

Hoje vivo bem, Ricardo voltou ao mudo empresarial, levamos uma vida confortável, estou grávida de seis meses, será nossa primeira filha, mas será minha segunda, Alessia tem quase três anos e me dá algum trabalho, digo minha, pois o pai dela vocês devem saber quem é.

HUNSAKER.

O INFERNO SE DISFARÇANDO DE SANTO… (Paciente 2593)

Assim que eu chego na igreja…

Uma amiga minha vivia me convidando para ir na igreja e eu achava aquilo um saco, porque ela sabia que meu negócio era outro. Gostava mesmo de sair, beber e dar gostoso no fim da noite. 
Um certo dia de tando a vadia insistir, eu decidi ir. 
Fui com uma roupa bem chamativa, porque eu adoro chamar atenção. 
Coloquei um short bem curtinha e uma blusinha mostrando a barriga. 
Assim que eu chego na igreja, o pastor logo me secou.
Ele não conseguia disfarçar o tesão que sentia ao ver minha pernas e meus seios fartos. 
Ele era uma delicia, tinha na faixa de 37 anos, moreno, alto, cabelo meio afro, uma cara de mau. Um tesão de homem. 
Ele passou o culto inteiro olhando pra mim.
Até minha amiga percebeu. 
E como eu também achei ele uma delicia, ficava olhando em direção ao pau dele. 
Quando acabou o culto, tratei de ir fazer amizade com o servo de deus. 
Cheguei me apresentando com um beijo no rosto.
Afinal, eu era do mundo, não precisava me comportar como uma crente. 
Ele me olhou com uma cara de quem estava louco para colocar o pau na minha bucetinha quente.
Aiii, foi que eu percebi que o filho da puta era casado, mas a vadia da mulher dele não tinha ido ao culto. 
Na hora de ir embora, minha amiga foi pelo caminho dela e eu fui pelo meu.
De repente, um carro começa a me acompanhar e para do meu lado.
Adivinha quem era? O PASTOR.
Ele me perguntou se eu queria carona, e é claro que eu aceitei. 
Assim que entrei no carro, ele já jogou uma piada \”Com esse short não da né?\”
Como eu já estava toda molhadinha pelo cara, eu falei \”Eu gosto muito dela, mas se você quiser eu tiro\” 
Foi o que bastou para o cara para o carro e começar a me beijar
O Pau dele estava duro feito uma rocha, estava marcadinho naquela calça social. 
Não aguentei, abaixei o banco dele, abrir o zipper e chupei aquela rola de generosa, CARALHOOO, que rola gostosa, deveria ter uns 22 centímetros. 
Chupei bem gostoso olhando para a cara dele. 
Ele gemia e pedia para eu não parar.
Chupei até ele gozar na minha boca.
Pulamos para o banco de trás, onde eu me deu um trato bem gostoso
Representou na linguinha, ele chupa como ninguém. 

melhor transa da minha vida…

Depois ele enfiou aquela rola gigante na minha buceta e eu gemi como uma vadia.
Foi sem duvidas a melhor transa da minha vida.
Depois desse dia, aceitei a Jesus e transo com esse pastor sempre que a vagabunda da mulher dele falta ao culto.

HUNSAKER. 

SANTA QUE DESCOBRIU QUE O INFERNO NÃO É TÃO LONGE….. (Paciente 1568)

e plenamente satisfeita….

 Então, estávamos os três ali no tapete, sem jeito, sem falar nada, sem entender o que tinha acontecido. Constrangimento pleno. Os dois já recompostos, só eu ainda estava estendida no tapete, acanhada, constrangida, mas… Muito Feliz, e plenamente satisfeita.

Sou casada há apenas dois meses. Casei aos 20 anos de idade, e meu marido e eu, talvez por isso, sempre fomos muito fogosos, mas contidos durante o namoro e noivado. Somos evangélicos (na época).

Casamos com tudo certinho, bonitinho e…, sempre soltávamos as nossas fantasias entre as quatro paredes da nossa casa. Ele sempre que me comia, ficava falando de outro participando, outro me fodendo junto com ele. E, estranhamente, como ele gozava! Como ele sempre gozava como um louco quando falava do outro me fodendo! Parecia uma forte fantasia dele. Eu nem precisaria me esforçar para as sacanagens com ele, porque normalmente já sinto muito prazer no sexo e também, eu confesso que sentia muita falta de mais sexo. Eu queria mais! Mas nunca falava das minhas carências, pois notava que meu marido sempre procurava fazer mais e melhor!

Sempre senti, talvez pela criação que tive; certo recato, mas a natureza… Ah! A natureza! Ela me fez quente, fervente! Extremamente tarada!

De uns dias pra cá, ele começou a dar mais vida às fantasias e aumentou a falação de putarias com a participação do outro na nossa cama, me comendo vorazmente, até com certa violência e ele vendo o outro me comer com volúpia. E quanto mais ele imaginava isso, mais gozava, mais explodia e mais fundo me penetrava. Eu adorava, mas não falava nada.

Eu estava adorando essa história, mesmo porque na fantasia dele, o outro fazia em mim o que o meu respeitoso maridinho, talvez por rígida educação religiosa, jamais ousou (e talvez jamais ouse) fazer, ou seja: comer meu cuzinho! E eu confesso, sempre tive a maior curiosidade em saber como é dar o cuzinho! Já li histórias sobre isso e me acendo toda! Mas, o recato me impedia de falar sobre este assunto.

Há dois dias, no entanto e apesar da barreira dele, no ardor dessa fantasia, meu marido perdeu um pouco o contido controle e seu dedo, na hora do gozo, do profundo gozo de ambos, puxando-me com tesuda força e invadiu meu rabinho. E foi fundo, confesso! Doeu, doeu bastante, mas eu queria, eu adorei, gozei muito mais e foi a nossa melhor foda naqueles dois meses!

Aquela metida de dedo me afogueou muito…

Falei pra ele que ele tinha metido o dedo no meu cuzinho na hora do gozo. O pobre ficou encabuladíssimo, pediu desculpas, disse que não fez de propósito, que não faria mais. Ficou muito perturbado mesmo com sua atitude. Eu disse que não tinha problema, que não doeu, que não me machucou e que até havia sido bom.

Gostei mesmo, mas não adiantou nada dizer explicar isso para ele! Ele ficou muito perturbado com sua ação e, chegou a pintar até um quadro de profunda depressão que apesar das minhas tentativas de dizer-lhe do meu prazer, que havia sido grande, ele, para poder se aliviar. Resolveu que teria de se aconselhar com o pastor da nossa igreja.

Pastor que, por sinal, sempre que tinha a oportunidade, me olha de uma forma muito esquisita. Dava-me arrepios até! E por quem sempre tive uma quedinha, diga-se também, afinal era uma verdade que eu não podia negar!

Sou magrinha, delicada, peitos lindos, durinhos e empinadinhos, que se destacam no meu corpo, muito cobiçados por esse pastor, eu sempre senti isso. Mas a principal atenção deste pastor era voltada para minha bundinha. Ela chama realmente a atenção de todos da comunidade, pois apesar de não ser muito volumosa, é de bom tamanho, porém muito chamativa e até cobiçada discretamente por outro amigo meu lá do trabalho. Ela era bem fornida, redondinha e arrebitadinha e, além disso, minha a minha bundinha, andava acesa!

Aquela metida de dedo me afogueou muito, a ponto de eu me masturbar de vez em quando pensando nisso e no pau do meu marido comendo meu rabinho!

O pastor tentou acalmar o André, meu marido, mas ele continuava perturbado. O pastor Ricardo foi até nos visitar para mostrar sua solidariedade pelo “pecado” do André. O André é que no dia estava esquisito! Deixei pra lá e servi um café com bolachinhas, toda solícita, mas, aqueles olhares do pastor começaram a me dar uma excitação incontrolável. O André, esquisito e “distraído”, meteu a mão entre minhas pernas e, “também sem querer” levantou minha saia, expondo-me, mas já deve ter sentido o calor que veio dali.

Instintivamente alisou minha boceta na frente do pastor. Eu acendi de vez e abri as pernas, deixei rolar. Percebi a jogada do meu esquisito maridinho! Minha calcinha já se mostrava toda molhada ao pastor. E eu, confesso de novo: naquela hora eu já tinha perdido o senso e deixado aflorar o enorme tesão que eu sentia pelo pastor há muito tempo!

Reparei logo no volume dele. Ele ficou de pau muito duro. Eu molhada, o André de pau duro também! Aí a maionese desandou. Três jovens com tesão! Levei minha mão para o pau do André ali mesmo, na sala e na frente do pastor.

Segurei, apertei, alisei e beijei André na boca, que já começou a alisar meus peitos. Gemi forte, me abri me ofereci. Era o que eu queria. Nessa hora, nós três, perdemos qualquer noção de respeito ao que quer que fosse.

Ajoelhei e tirei o pau do André e abocanhei, arreganhando minha bundinha para a visão do pastor, com a calcinha totalmente enfiada no rego. E chupava alucinada pela situação.

cho que uivei como uma cadela no cio…

Senti quando minha calcinha foi sendo afastada do meu reguinho e colocada de lado e uma deliciosa língua invadiu minha boceta. Comecei a gritar de prazer, chupar mais loucamente o pau do meu marido, e a cada linguada e dedada eu gritava mais, feito puta no cio. Disse pro André:

– Amor, ele tá me chupando a boceta e, com certeza vai foder-me, amor, você vai deixar? – e voltei a chupar o pau do André e a gritar com as chupadas diferentes na minha boceta. A língua do Ricardo subiu e chupou meu cuzinho. Arrepiei-me todinha e me arreganhei oferecida, acho que uivei como uma cadela no cio e de novo falei pro meu delicioso maridinho:

– Amor, ele tá lambendo minha boceta e meu cu, amor, aaaiii, puta que pariu, que coisa boa, você vai deixá-lo fazer tudo?

André se limitou a dizer com violência:

– Cala a boca, puta safada, e faça tudo que nós dois quisermos!

Essa violência dele, nova para mim, me acendeu mais ainda, se é que isso era possível.

Percebi mais claramente ainda que aquilo que estava acontecendo era tudo que o André queria: que eu fosse a puta dos dois e ele realizaria seu sonho. Chupei mais e descaradamente pedi ao Ricardo:

– Me fode agora, me fode toda na frente do corninho do meu marido, fode, é o que ele quer e eu muito mais, me fode, porra, fode de uma vez, caralho, enterra essa picona em mim. E só aí olhei a pica do Ricardo.

Confesso que fiquei um pouco assustada com o tamanho. O André tinha uma minipica, perto daquilo. Não resisti e disse para meu marido:

– André, olha o tamanho da rola dele, amor, olha bem, ele vai me arrombar, amor, é isso que você quer? Aaaiii, tô com vontade, amor, deixa ele me arrombar, deixa – falei cheia de charme e provocando mais ainda!

– Ele vai foder a uma puta e não você, não é minha esposa que está aqui neste momento, é nossa puta, ele vai foder a puta e vai fazer o que quiser. Continue de quatro, sua puta safada, e chupando seu outro macho, vai, vai, chupe, chupe.

Quanto mais ele falava que eu era puta, mais minha boceta se molhava, escorria e aqueles dedos, aquela língua estavam me enlouquecendo:

– Fode de uma vez, filho da puta, fode essa boceta, caralho! Por favor, fode, eu não aguento mais de tesão, fode, fode, quero experimentar essa sua pica diferente. Só conheço a do meu maridinho, me foda, meta isso tudo na sua égua!… – falei e me arreganhei. Senti minha calcinha sendo totalmente rasgada, arrancada de mim! Quase gozei de prazer!

E aquilo veio. A enorme cabeça começou a invadir minha boceta. Parei de chupar o André, arregalei os olhos para ele e:

meu marido nunca quis…

– Nosssaaaaa, amor, nosssaaaaa! Que coisa maravilhosa, tá entrando tudo, ele tá me rasgando, tô sentindo como nunca, amor, aaaiii, ele tá me arrombando, aaaiii, caralho, caralho, aaaiii que delícia, enfia, enfia, enfia – comecei a rebolar naquela pica invasora. E o filho da puta meteu tudo, tudo, até ao fim! Eu sentia os pelos do seu saco, macios, encostavam-se à minha bunda. Aquelas bolas dando lambadas nas minhas entrepernas e o seu pau avantajado entrando todo, eu nunca tinha sentido nada tão maravilhoso, quis ser puta de vez. E deixei rolar, segurando o gozo pra curtir aquilo com gosto e por mais tempo.

De vez em quando abocanhava o pau do meu marido e chupava, e ele me dava tapas na cara, me chamando de vadia, de cadela, de puta.

Aí veio a realização da fantasia do meu marido. O Ricardo tirou aquela jeba da minha boceta e começou a lambuzar meu cu. Eu olhei realmente preocupada (sou pequena, magrinha e aquela pica iria me atravessar!) e, com a vozinha bem tênue, falei pro Ricardo:

– Aí não, por favor, aí não, sou virgem do cu, meu marido nunca quis… Só o dedo uma vez ele meteu, não faça isso, não faça Issssooo… – eu gemia com as alisadas daquela rola no meu cu, mas ele ameaçava, mas metia na boceta, eu gritava, ele tirava, lambuzava mais meu cu, dava outra ameaçada e metia na boceta de novo, dava uns tapas na minha bunda e me mandava calar, alisava meu cu e deu uma cutucada.

– Ai, caralho, dói você pensa o quê, porra (falo muito palavrão quando estou metendo!), puta que pariu isso não, aaaiii, porra, aaaiii, puta que pariu você vai fazer isso messssmooooooo?! – ele meteu – vi estrelas, nunca senti tanta dor, mas o filho da puta atolou aquela enorme cabeça no meu cu.

Dei uns tapas nas coxas do meu marido e gemi de dor e prazer:

– Amor, tá doendo muito, doendo demais, pede pra ele parar, eu não vou aguentar, amorrrrrrrr – o filho da puta socou meia rola no meu cu agora – aaaaiiiiii, dói demais, não deixa fazer isso, amor…

 Doía pra caralho mesmo e eu chorava de dor, mas como eu estava gostando! Como aquilo era diferente! Como eu me sentia finalmente uma mulher completa.

meu marido me segurava pelos cabelos…

– Aiiiiiiiiiii, filho da puta, por que não come o cu da sua mãe, filho da puta, aaaiii, caralhoooooooo!…

 Ele meteu a rola toda, acho que uns 26 cm. Grosso como lata de refrigerante (meu marido não tem mais de 16, fino). Começou a socar devagar, o cu se acostumou com o invasor e aquilo foi ficando insuportavelmente maravilhoso, ele começou a socar, meu marido me segurava pelos cabelos, me fazendo manter sua pica na minha boca enquanto  o reverendo socava, socava e socava o seu pau no meu cu. Estava gostoso demais…

Comecei a revezar chupadas com gritos de prazer e falas de putaria:

– Fode, porra, fode a sua piranha, fode, me arromba, vai, porra, com força, fode, seja homem, fode essa égua, aaaiii caralho, fode, fode, mete fundo, mete tuuuddddoooooo, puta que pariu, fode, fode, enfia até as bolas, aiiiiiiiiiii, puta que pariu que coisa gostosa, quero mais, quero mais, quero maisssssssss, o que é isso? O que é isso, amor, aaaaiiiiii ele tá enchendo meu cu de poooorraaaaaaaaa, aaaiii também tô gozando, gozando, amor, aiiiiiiiiiii…

u caí no tapete da sala…

E os três, começamos a gozar incontrolavelmente, meu marido enchendo minha boca, eu bebendo tudo, gozaaaaando, gritando e sentindo porra e mais porra jorrando no meu cu.

Fomos, aos poucos, nos acalmando. Eu caí no tapete da sala, porra escorrendo do meu cu muito ardido, mas estava feliz, aquela picona tinha saído e estava amolecendo, ele se ajoelhou perto de mim, não aguentei e abocanhei e chupei as últimas gotas.

Estávamos os três ali no tapete, sem jeito, sem falar nada, sem entender o que tinha acontecido. Constrangimento pleno. Os dois já recompostos, só eu ainda estendida no tapete, acanhada, constrangida, mas… feliz! Satisfeita.

Irmão Ricardo pediu licença e se retirou sem dizer nada. O André limitou-se a perguntar se eu estava bem.

– Sim, amor, ardida, dolorida, mas nunca estive tão bem! Confesso que amei! Afina, pude fazer você feliz e realizar sua fantasia! Nossa fantasia…

E ele me disse:

– Sim, nossa!

HUNSAKER

SER SANTA NOS DIAS ATUAIS CONTINUA SER DIFÍCIL COMO NO PASSADO…

toda a afetividade que…

O patriarcado afastou a mulher de toda a interioridade, de toda a afetividade que não fosse relacionada com o homem e o filho.

O pai e o …filho!

A relação com as outras mulheres seria sempre um perigo para esse império do domínio do homem sobre a mulher.

Assim, além da divisão da mulher em duas – a eterna divisão da SANTA e da PUTA que continua a pairar sobre a cabeça de todas as mulheres, mesmo dizendo que não – criou-se a divisão entre a MÃE e a FILHA.

A diversão entre SANTA e PUTA…

A filha raramente tem mãe… ou sente na mãe esse afeto, esse amor, essa união, essa cumplicidade de mulheres, porque é na educação das meninas que as mulheres se tornam rivais e antagónicas e começa quase sempre com as mães (luta pela atenção do pai) … aí começa a raiva, a inveja, a luta psicológica por vencer a “outra” entre mulheres… por isso qualquer entendimento amoroso entre mulheres pode ser pejorativamente classificado de “homossexual” ou de anormal…

Ser uma mulher…

Mesmo entre irmãs a guerra é instalada ou pelo amor do pai ou mais tarde na luta por namorados, assim desde pequeninas… onde elas podem ver a negação da mulher no olhar do pai… o desprezo do pai pela mãe ou até a violência doméstica e por isso ela faz tudo para lhe agradar e ser diferente da mãe.

Ser uma mãe …

Ela sente-se culpada pois da mãe herdou a ideia/sentimento (ou complexo) de que tudo o que é da mulher em si, é sujo, é inferior, é insignificante e o seu amor-próprio é ridículo. Com as mães as meninas aprendem a ter nojo do sangue e da menstruação, do seu corpo e do seu sexo claro… porque isso é o que quase sempre as mães passam para elas…Medo e nojo. Medo e raiva. Medo e frustração. E assim elas estão cada vez mais longe de si como mulheres e tornam-se “as meninas do papa” ou as eternas meninas, submetidas e feitas para agradar aos homens.

São as Atenas, saidas da cabeça do Pai (Zeus, senhor do Olimpo onde as mulheres são engolidas como Métis)… as mulheres que negam a sua feminilidade essencial e se tornam ou mulheres fatais, lolitas ou executivas ou dominadoras ou bem sucedidas na vida…

Ser mãe e mulher…

Quanto às mães, é evidente que sempre houve e há grandes excepções…Há e houve grandes mulheres e Mães que conseguiram, apesar do peso da sua vida e das suas lutas, passar coragem e amor para as filhas, dar-lhes dignidade… ninguém põe em dúvida isso, mas a vvocês  interessadas em apontar os casos comuns e os mais dolorosos…

Assim, não é de estranhar que muitas mulheres sintam esse nojo ou repulsa pelas outras mulheres, mas esse é o nojo e a repulsa que tem de si mesmas pelo fato de serem mulheres e é em geral inconsciente. Passa por instintivo, mas é apenas uma defesa…

Ser mãe e SANTA…

Como nunca foram amadas pelas mães, elas não suportam esse sentimento vindo de outra mulher e isso reflete-se no espelho de outra mulher que lhe seja próxima, na amizade, por exemplo… e comumente ficam angustiadas pelo carinho dessa amiga, se ele for manifesto, independentemente de ser ou não um interesse sexual, mas é quase sempre interpretado como aberrante, a ternura entre mulheres.

Ser mãe e mulher sensual…

Repare como a amizade das mulheres em geral (e como se vê nos filmes) é tão exterior, tão fútil, tão brejeira, tão apenas a falar dos homens e nas experiências sexuais com eles e na competição e jogos em que apenas os homens são o foco e a intriga e a competição…

Que outros assuntos tratam as mulheres senão de homens e maneiras de os seduzir, ou ter filhos, etc?

Ensinar a ser SANTA e LINDA MULHER…

Casas e decorações, cosméticos, roupas, modas?

Não, elas não sabem de si mesmas, nem de si como Mulheres verdadeiras porque as mulheres se perderam delas mesmas e da sua alma…

As mulheres perderam a sua essência e não são cúmplices entre si nem da natureza MULHER…

IGOR HUNSAKER .

SANTAS CADE VOCÊS ???

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Porque tem a mulher de recorrer…

Onde está a verdadeira mulher?

A sua beleza natural e sem artifícios?

Porque sofre a mulher esse bombardeamento sistemático

sobre a sua dita feminilidade, a sua imagem?

Porque tem a mulher de recorrer

a todos esses artifícios de imagem e moda

para se sentir e “SER MULHER” ???

IGOR HUNSAKER.

AS SANTAS QUE PASSARAM POR OUTRO INFERNO…

Só existem dois dias no ano que nada pode ser feito.

Um se chama ontem e o outro se chama amanhã,

portanto hoje é o dia certo para AMAR, acreditar, fazer e

principalmente VIVER…

Igor Hunsaker.

Paciente 1524

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luto diariamente pela chance de viver…

Tenho 33 anos e aos 29 descobri a leucemia no início. Foi um choque para mim e para minha família, pois a doença estava bem agravada chegando a agudizar, e levando a um quadro bem delicado e crítico. Pensei que não iria sobreviver, pois nem as pernas sentia mais. Logo, fui internada com muita pressa para iniciar o primeiro ciclo de quimioterapia que foi um sucesso. Tive alta após 30 dias de internação que parecia mais uma década, fiz o segundo ciclo em alta hospitalar tendo que ir diariamente fazer as terríveis quimioterapia, onde ao termino não obtive reposta significativa sendo assim os médicos sugeriram o transplante. Graças a Deus, meu irmão foi 100 % compatível, tive várias complicações nesse período de transplante, mas no fim tudo deu certo, graças a minha família, a Deus, principalmente, e excelente equipe medica que me acompanhou e acompanha até hoje. Hoje lógico que tenho muitas restrições e limitações, mas estou viva e luto diariamente pela chance de viver que me foi dada. E sabe de uma coisa? A leucemia me mostrou uma forca e uma fé inabalável que me sustenta e não me fez desistir e nem desanimar. 

Paciente 452

Em dezembro do 2015, fui diagnosticada com LMC. Descobri por acaso, após um hemograma pedido pela nutricionista. Estava com 29.500 leucócitos e plaquetas 870.000. (Apesar que vinha sentindo dor na junção do quadril com o fêmur, do lado direito há um ano e o ortopedista achou que era coisa da idade, rsrs, tenho 46 anos). Não preciso nem dizer que meu mundo caiu após o diagnóstico. Dois meses tomando Hydrea, alupurinol e Aas, eu sentia dores ósseas e dor no baço. E depois da angústia do diagnóstico, veio a angústia da espera de 5,5 meses para ter o tratamento pelo HC de BH. Eu rezei demais pedindo a Deus que esse tratamento saísse!!! Os centros onco-hematológicos de BH estavam em greve por 2,5 meses. Comecei a tomar o Imatinibe e – para honra e glória de meu Deus – eu não tive nenhum efeito colateral com a medicação. A única é um pouco de inchaço nas pálpebras inferiores, que ao longo do dia vai melhorando. Faço dieta cetogênica, cortei todos alimentos industrializados da minha vida, todo glúten, lactose e o açúcar. Tive resposta hematológica com 20 dias e agora, depois de quase três meses, vou repetir o cariótipo para verificarmos se já tenho alguma resposta citogenética. Graças a Deus, levo uma vida normal. Trabalho 11 horas por dia. 

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fui privada de muitas coisas por causa da doença renal…

Paciente 854

Em 2009, três dias antes de me abaixar pra iniciar o transplante, meu namorado de 10 anos de namoro me largou, pois já estava com outra, mas ergui a cabeça e fui a cura da minha vida, tudo deu certo, logo após a retornar para casa conheci meu atual marido que me aceitou como estava, careca e usando mascara. Fazem 7 anos de transplante e 7 anos de casamento, agora eu conheci a verdadeira felicidade, por isso eu sempre digo: tenha fé em Deus e na vida, as vezes aparecem uns obstáculos mas erga a cabeça, pois para DEUS nada é impossível é só acreditar!!!

Paciente 9563

Foi um susto pois havia acabado de fazer um transplante e minha vida estava entrando nos eixos… Pois desde de pequena fui privada de muitas coisas por causa da doença renal… Foram 6 meses de quimioterapia… E hoje pra honra e Glória do Senhor estou curada, há 2 anos e 2meses fora de terapia e curada!

Paciente 3265

Em julho do ano passado descobri o linfoma, só fiquei sabendo que estava com a doença porque fiquei muito inchada, fui no médico e lá mesmo já fiquei internada 21 dias no hospital da minha cidade. Fiz a biopsia e depois de uns dias tive que fazer uma quimio de urgência, depois fui para São Paulo para fazer o tratamento lá, Deus só colocou pessoas maravilhosas para cuidar de mim.

Meu tratamento durou 10 meses, já fui praticamente liberada pela médica, não tomo mais remédio e acabou as químicos! 

Paciente 2584

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Mas eu garanto que a força e a fé que temos dentro de nós mesmos…

Descobri a leucemia dois dias após completar meus 15 anos. Hoje fazem quase três anos já, mas jamais vou esquecer o medo, a angústia e todo aquela sensação ruim que a gente passa ao receber uma noticia dessas.

Temos dias de sofrimento, dias que pensamos em desistir de tudo, dias que vemos nossos amigos podendo aproveitar a vida e nos damos conta que estamos ali, presos a uma doença. Mas eu garanto que a força e a fé que temos dentro de nós mesmos é capaz de transpor todas essas barreiras, e que sim, somos capazes de vencer esses monstros que nos parecem impossíveis. Fomos escolhidos, selecionados e esculpidos nas mãos de Deus, porque ele sabe a força que carregamos, e que no fim dessa luta só saímos mais guerreiros do que entramos! 

Paciente 8546

Fui diagnosticada com linfoma não hodking de altas células B em setembro de 2012. Fiquei 21 dias internada, para conclusão do diagnóstico e passei por 10 sessões de quimioterapia, 6 intravenosas e 4 intratecais. Foi um momento doloroso, meus cabelos caíram, tive muitas restrições na alimentação, mas seguindo todas as recomendações médicas, hj estou no controle e minhas consultas já são anuais. Meu desejo é que todos os pacientes que hj passam por esse tratamento, tenham a mesma fé e bênção que eu tive. Depois de saber que não havia nada da doença em meu organismo, descobri que estava grávida e meu filho hj tem 2 anos e três meses, com a graça de Deus! Meus cabelos cresceram, aquele cansaço e sensação de que eu nunca mais seria normal também. Sei que hoje sou uma nova pessoa, minha vida tem mais alegria e procuro ajudar a todos que passam por essa terrível doença também!

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mas sou uma guerreira , amo a vida…

Paciente 9563

Minha história começou em outubro de 2006 , quando tive 4 pneumonias, em seguida uma tosse e coceira que insistiam, emagreci 20 kilos em pouco tempo, nenhum médico descobria a razão, a coceira aumentou muito, aí começou as dores no corpo, juntamente com febre e uma sudorese daquelas de molhar a cama. Foram 11 meses em busca de ajuda, até que dia 17 de agosto de 2007, fui para o PS do Hospital Samaritano, tudo que mais queria era dormir, estava exausta , para minha grata surpresa encontrei um medico que o chamo de anjo, Dr XXX, que identificou que era algo mais grave, fui internada na hora, foram feitos vários exames. Dia 19 o diagnóstico Linfoma do Hodgkin, fiquei uma hora sozinha refletindo, havia perdido minha mãe para o câncer, mas sou uma guerreira , amo a vida, por querer continuar vivendo, fui a luta.

Dia 7 de setembro minha 1ª quimo, ainda internada, nem preciso dizer como passei mal, foram 28 dias de hospital.

Dia 25 de setembro converso com o médico, fico sabendo que era estádio 4B com células T, células raras, estava tudo tomado, inclusive a medula, somente o cérebro escapou, tratamento proposto duraria muito tempo, mas sem saber qual seria o final. Não me abati , ao contrário desafiei o medico, e disse que em 3 meses , dia 25 de dezembro estaria curada, pois minha FÉ , DEUS e minha mãe de onde esta , me dariam esse presente de Natal, A CURA.

Desse dia em diante coloquei na minha cabeça que não tinha nada grave, tratei o câncer como uma doença curável, todos os dias quando acordava eu agradecia a DEUS, por estar curada, levei a vida normal, fiz as quimioterapias, protocolo ABVD, acreditem em cada sessão, que durava umas 6 horas ou mais , eu mentalizava as gotas que entravam no meu portcarth , curando as células, passava muito mal, vomitava muito, os enjoos após eram fortes, ficava uma semana bem mal, mas segui em frente, quando completou a 6ª sessão , fiz exames, tomografias, para surpresa de todos eu estava curada, isso mesmo, CURADA, mas terminei as 12 sessões , de brinde tive uma parada respiratória após 20 dias a última quimioterapia, foi efeito colateral de um dos medicamentos do protocolo que causou, é raro acontecer , mas venci mais essa etapa, passado 15 dias de internação, onde fiquei no oxigênio, tomando doses altas de cortisona, aproveitei e fiz exame para ver a medula, acreditem estava curada, não precisei de transplante.

A Abrale entrou na minha vida desde o 1º dia que recebi a noticia, devo tudo a esta família , que me acolheu , ajudou com suas palestras, orientação, terapia individual e em grupo, apoio jurídico para fazer meu Petscan, enfim até hoje estou presente na Abrale , para divulgar esse trabalho feito com tanto carinho , que luta por nós .Ano passado encontrei o medico chefe da equipe que me tratou, ele me disse emocionado, Paula você é um milagre da medicina, um milagre de DEUS, sua FÉ, sua convicção lhe curou.

Acreditem no poder da mente, acreditem na cura, na vida, em DEUS.

Detalhe sempre que fui para quimio, estava arrumada, maquiada, pois a sobrancelha caiu inteira, meu cabelo não caiu totalmente, ficou bem curtinho, mas mesmo que tivesse caído, nada importava, só me importava continuar vivendo, pois amo a vida , os animais , a natureza.

Você que está lendo agora, está em tratamento, acredite por você que a cura esta na sua cabeça, faça todo tratamento, logo acaba e sua vida continua.

Obrigado à ABRALE, aos médicos , todos que estiveram do meu lado, eu VENCI, CUREI, sou muito feliz e grata por poder ajudar outras pessoas.

Paciente 9658

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Optei por escutar o médico e fazer o tratamento…

Sempre sonhei em ser “mãe”. Em 2013, 3 após acompanhar a luta da minha mãe contra um câncer de pâncreas e, infelizmente, seu falecimento, descobri que estava grávida. Entendi que Deus estava nos mostrando que a vida deve seguir, mesmo após a morte de alguém tão importante. Eu e meu noivo decidimos agilizar o casamento, uma vez que a data pré estabelecida seria Maio de 2014 e com a gravidez esta seria a provável data do parto. No meio da organização apareceu um “caroço” no meu queixo e meu pescoço começou a incomodar. Após tratar do caroço como “espinha” por mais de 1 mês veio o diagnóstico: Linfoma Não-Hodgkin. De cara falei com o meu médico e meu marido que não faria tratamento, sonhava em ser mãe e queria realizar este sonho, depois do parto veríamos como resolveríamos a situação. O médico disse que eu não tinha esta opção, ou fazia a quimioterapia ou morreria eu e o bebê. Optei por escutar o médico e fazer o tratamento. A certeza do diagnóstico chegou na segunda-feira, casei no civil na quarta e no sábado entrei na igreja, linda, feliz e com a barrinha apontando, realizei o sonho de casar com o homem da minha vida, meu companheiro em todos os momentos. Na segunda-feira seguinte estava na clínica fazendo quimioterapia. Fiz 6 ciclos, não enjoei, não senti muitos efeitos colaterais, tive o apoio do meu marido que não “arredou o pé” do meu lado, da minha família que lutou junto conosco, dos amigos que rezaram e mandaram energias positivas. Fiquei linda careca. 

Paciente 1245

Estou casada há cinco anos. Em outubro de 2011, tivemos nosso filho, Davi e tudo correu muito bem comigo.
Em março/12, fiz um exame de sangue de rotina porque minha ginecologista havia pedido e, pra minha surpresa, minhas plaquetas estavam altíssimas (1.200,00). Estranhei e marquei um hematologista. Fiz alguns exames, mas o médico não deu qualquer diagnóstico e me pediu mais exames. Resolvi ir a outro hematologista e em agosto/12, depois de um PCR p/ABL-bcr veio à resposta: eu tinha o cromossomo Philadelphia. Fiquei apavorada e minha consulta só aconteceria em uma semana. Só pensava no meu bebê que tinha dez meses! Pensava que não o veria crescer, que o meu fim estava perto. Na consulta, a médica confirmou o exame: eu tinha LMC (Leucemia Mielóide Crônica). 
Foi um choque, tive crises de choro por um bom tempo. Logo consegui uma vaga no HEMORIO, centro de referência e comecei a tomar o GLIVEC. Os primeiro meses foram ruins, pois o meu corpo reagiu mal ao remédio. Hoje, posso dizer que convivo bem com a LMC e com o GLIVEC. Já aprendi a não temê-los mais. Sei que uma longa vida me aguarda. Vida essa cheia de realizações ao lado do meu esposo e do meu filho. Sei que, graças ao avanço dos estudos sobre a LMC, eu posso levar uma vida normal e feliz! Espero que outros pacientes onco-hematológicos tenham a mesma esperança! Abraços a todos e estejamos firmes para vencermos mais e mais combates!

IGOR HUNSAKER.

FEMINISTA EU???? NÃO! APENAS UM HOMEM FASCINADO POR VOCÊS MULHERES….

significado superior do meu fascínio as mulheres….

Assim o significado superior do meu fascínio as mulheres,  não deve ser ligado apenas ao ato de sexo, e sim o de procurar entender a mulher, a integrar-me a elá interiormente (na alma e no espírito) na imagem humana completa, isto é, na imagem divina original. Este fascínio do Igor, torna-se incorporal numa relação, procuro incarnar-me, fixar-me e estabilizar-me nos momentos (nossos), de modo que nós dois nos unamos de forma divina…

Igor Hunsaker.

MEU DESEJO DE PAZ A VOCÊS SANTAS…

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Pela verdade, pelo riso, pela luz, pela beleza,

Pelas aves que voam no olhar de uma criança,

Pela limpeza do vento, pelos atos de pureza,

Pela alegria, pelo vinho, pela música, pela dança,

Pela branda melodia do rumor dos regatos,

Pelo fulgor do estio, pelo azul do claro dia,

Pelas flores que esmaltam os campos,

Pelo sossego dos pastos,

Pela exatidão das rosas,

Pela Sabedoria,

Pelas pérolas que gotejam dos olhos dos amantes,

Pelos prodígios que são verdadeiros nos sonhos,

Pelo amor,

Pela liberdade,

Pelas coisas radiantes,

Pelos aromas maduros de suaves outonos,

Pela futura manhã dos grandes transparentes,

Pelas entranhas maternas e fecundas da terra,

Pelas lágrimas das mães a quem nuvens sangrentas

Arrebatam os filhos para a torpeza da guerra,

Eu te conjuro ó paz, eu te invoco ó benigna,

Ó santa, ó talismã contra a indústria feroz.

Com tuas mãos que abatem as bandeiras da ira,

Com o teu desconjuro da bomba e do algoz,

Abre as portas da História,

Deixa passar a Vida!

IGOR HUNSAKER

MACHISTAS ! QUE HOMENS SÃO ESTES ????

violência em estado bruto…

A BARBÁRIE MACHISTA mantem todas as mulheres,

sacrificando algumas, sob a força

implacável e cega da violência em estado bruto…

Sob a influência do medo…

Medo de sofrer.

Diz-se muitas vezes que as mulheres

aceitam a sua condição,

embora nada as obrigue a fazê-lo.

NADA ??????

Igor Hunsaker

QUANTO AO NEO-FEMINISMO PURITANO…

neo-feminismo puritano…

O Islão e o neo-feminismo puritano (Católico e Protestante) têm em comum a “Psico-castração” com intuito de impedir o acesso à sexualidade, o que tem por consequência, uma certa forma de promoção à masturbação individual, opção de se resolver os sonhos na clandestinidade…

Igor Hunsaker.

SANTAS ACORDEM, ESTAMOS NO SECULO XXI…

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…enche o homem de pavor e de inveja…

A individualidade feminina, da qual o homem é intensamente consciente, mas com a qual ele é incapaz de relacionar-se, de compreender ou alcançar emocionalmente, o assusta, o perturba e enche-o de pavor e de inveja. Assim, ele nega a individualidade das mulheres, e se dispõe a definir todo mundo, ele ou ela, em termos de função ou de uso, assegurando logicamente para si as funções mais importantes – médico, presidente, cientista – a fim de dar-se uma identidade, se não uma individualidade, e convencer, a si mesmo e às mulheres (teve melhor êxito convencendo as mulheres) que a função feminina é conceber e criar os filhos e relaxar, confortar e elevar o ego do homem; que sua função é, em suma, tornar-se trocável por qualquer outra fêmea.

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Ele é o senhor…

O efeito da paternidade nos meninos, particularmente, é transformá-los em “Homens”, ou seja, desenvolver um duro sistema de defesa contra todas suas tendências à passividade, à bichice, e aos seus desejos de ser mulheres. Nenhum menino pode imitar sua mãe, ser como sua mãe, fundir-se como ela, o pai o proíbe. Ele é o senhor, ele se funde com ela; assim, ordena ao menino, às vezes diretamente e outras indiretamente, que não seja um mariquinhas, e aja como um “Homem”. O menino, que se caga nas calças com medo de seu pai, que – dizendo de outro modo – lhe “respeita”, obedece e chega a se tornar como o pai, esse modelo de “Virilidade”, o ideal HOMEM: o cretino heterossexual bem-comportado.

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é prepara-las para os homens…

O efeito da paternidade nas meninas é prepara-las para os homens: dependentes, passivas, domésticas, bestiais, inseguras, ávidas por aprovação e segurança, covardes, humildes, “respeitosas” das autoridades e dos homens, fechadas, carentes de reações, meio mortas, triviais, estúpidas, convencionais, insípidas e completamente desprezíveis. A Menina do pai, sempre tensa e temerosa, intranquila, sem capacidade analítica, sem objetividade, valoriza com medo (“respeito”) o pai e, consequentemente, os outros homens. Incapaz de descobrir o vazio por trás da fachada indiferente, aceita a definição machista do homem como ser superior, como mulher, e a definição da mulher, e de si mesma, como ser inferior, ou seja, para o homem, o que, graças ao pai ela realmente é…

Igor Hunsaker.

A SANTA E SUA LOUCA VIAGEM… (Paciente 1249…)

A loucura sempre acompanha o desejo;

o desejo vê em cada loucura um orgasmo…

Igor Hunsaker.

Tudo começo quando eu e meu namorado (agora ex) planejamos nossa viajem para o Paraná, combinamos que iriamos de ônibus no fim da tarde e assim foi, no dia combinado fomos até a rodoviária e entramos no ônibus, assim que saímos da rodoviária conversamos muito com trocas de carinhos e beijinhos aliais eramos namorados e eu ainda tinha meus 18 anos, ficamos conversando no ônibus até todos pegarem no sono, resolvi que também iria dormir, abaixei o meu banco e em seguida Eduardo abaixou o dele e colocou um cobertor fino em cima de nós, pois estava frio, fechei meus olhos para dormir quando percebo a mão de Eduardo levantando meu vestido indo em direção a minha boceta, fiquei surpresa na hora, mas sabia que Eduardo que teria a surpresa, quando Eduardo tocou seus dedos em minha boceta percebeu que eu estava sem calcinha, abri um pouco minhas pernas para seus dedos se aprofundarem em minha boceta.

fazendo movimentos de vai e vem…

Eduardo colocou seus dedos em meu grelinho fazendo com que eu gemesse bem baixinho pois os pouco passageiros que estavam no ônibus não poderiam acordar, Eduardo ao perceber que eu estava excitada começou a estimular meu grelinho me deixando molhada fazendo com que seus dedos se deslizassem até a entrada de minha boceta, Eduardo enfiou seus dois dedos bem fundo fazendo movimentos de vai e vem, naquele momento eu estava louca para colocar sua rola inteirinha em minha boca, mas não tinha como, pois não podíamos fazer movimentos bruscos, coloquei uma de minhas mãos em sua rola e comecei bater uma para ele, enquanto sentia seus dois dedos dentro de mim, já estava toda aberta para ele, um de meus pés já estava no corredor do ônibus, e seu pau estava duro querendo encontrar um lugar quente para entrar, podia sentir a cabeça de seu pau molhada de tanto tesão que Eduardo estava.

até seu pau entrar por inteiro em meu cuzinho…

Virei de lado colocando uma de minhas pernas em cima dele, ainda com a mão em seu pau, Eduardo aproveitou que naquela posição, minha bundinha estava bem abertinha e deslizou seus dedos até meu cuzinho, ele fazia que enfiaria seu dedo e voltava para a bucetinha, depois deslizava seu dedo até meu cuzinho, fez isso repetidas vezes até meu cuzinho ficar molhadinho, então ele colocou seu dedo dentro do meu cuzinho me fazendo vibrar, logo após se ajeitou colocando seu pau na entrada de minha boceta, aos poucos foi colocando para não fazer barulho, com seu dedo todo enfiado em meu cuzinho foi me puxando ao seu encontro até seu pau entrar por inteiro em meu cuzinho, Eduardo então começo a fazer movimento de vai e vem, enfiando e tirando seu pau de dentro da minha boceta, sentia sua rola me invadir por inteiro enquanto seu dedo entrava e saia de meu cuzinho.

Eu estava louca para gemer, gritar, dar meu cuzinho para Eduardo ali mesmo, mas isso não seria possível, Eduardo continuou a foder minha boceta com calma para não fazer barulho, a sensação de medo e prazer por ter meus dois buraquinhos sendo invadidos me deixavam louca, sentia meu corpo estremecer com o pau dele enquanto ele enchia minha boceta com sua porra, seus dedos já não se movimentavam no meu cuzinho mas permaneciam dentro do meu cuzinho, enquanto seu pau saia da minha boceta todo melado do seu gozo e do meu, Eduardo tirou seu dedo do meu cuzinho, em seguida colocou sua bermuda enquanto eu procurava uma forma de me limpar.

Nos ajeitamos nos acentos trocamos uns beijinhos e quando olhamos para um dos acentos que tinha logo atras do nosso só que do outro lado do corredor pudemos avistar um passageiro que não parava de nos olhar e movimentar suas mãos entre as pernas, acho que ele viu tudo e estava se masturbando não sei.

acho que ele viu tudo e estava se masturbando…

Logo após isso dormimos e só acordamos quando chegamos em nosso destino, que posso adiantar que foi uma viagem muito prazerosa.

HUNSAKER

A SANTA E SEUS PROBLEMAS “GENÉTICOS”….. (Paciente 14256)

Sim, minha força está na ousadia.

Não tenho medo nem de chuvas 

nem das ventanias,

pois eu também sou o imprevisto.

Igor Hunsaker.

 

Eu estava sentada no…

Eu tinha acabado de tomar um banho e fui à procura de um creme pra passar no meu corpo. Como não o encontrei, perguntei à minha filha Juliana se o tinha visto.

– Está no meu quarto, mãe! – ela gritou da sala.

Completamente nua, sem sequer uma toalha por cima do meu corpo, fui ao quarto dela e o creme estava lá, em cima da sua cama.

Minha boca se abriu de espanto e surpresa. Junto ao creme havia também um vibrador, de um tamanho relativamente grande. Nisso minha filha entrou no quarto correndo, de repente, como se tivesse se lembrado do que tinha deixado em cima da cama, mas já era tarde demais. O vibrador já estava na minha mão e eu o observava incrédula.

Eu sabia que minha filha, com seus 26 anos, já não era mais nenhuma inocente. Na verdade eu achava que ela estava até muito saidinha. Às vezes, lá em casa, eu via algumas esfregadas entre ela e os amigos que ela levava pra lá. Só que eu fingia nada reparar.

– Pra que é isso, Juliana? – eu perguntei, estupidamente, é claro.

– Ora, mãe! É um vibrador. Não me diga que você não sabe pra que serve um vibrador! – disse ela tentando disfarçar e começando a sorrir.

– Sim, Juliana! – disse eu mais envergonhada que ela – Eu sei o que é um vibrador!

– Você devia experimentar, mãe! – ela continuava rindo – Já faz um tempão que o pai faleceu e acho que você nunca mais experimentou nada. Deve estar com uma fogueira aí embaixo.

– Juliana!?!?!! – eu disse demonstrando uma certa irritação – Isso é jeito de falar com sua mãe??

É verdade, mãe! Você acha que não vejo como você fica olhando para os meus amigos quando eu trago eles aqui em casa?

Ela estava certa. Eu andava mesmo com muita vontade de fazer sexo. Nua e com aquele vibrador nas mãos eu senti minha buceta ficar muito úmida e minha excitação foi às alturas. Tudo que eu queria era que minha filha saísse logo do quarto para que eu pudesse enfiar aquele negócio todinho na minha xoxota. Minha filha me olhou por alguns segundos e pareceu adivinhar o que eu queria. 

– Me dá isso aqui!! – disse minha filha tirando o vibrador de minhas mãos – Vou enfiar ele na sua boceta e você vai ver como a sua vida nunca mais será a mesma.  

Ela nem me deu tempo de reagir. Com um empurrão ela me encostou no seu guarda-roupas e veio com o vibrador em direção ao meio das minha coxas. Sem pensar, abri minhas pernas, fechei meus olhos e permiti que ela o enfiasse bem fundo em mim, até o fim.

– Ohhhhhhhh!!! – gemi baixinho quando o vibrador entrou deslizando na minha boceta molhadinha e escorregadia.

Senti um prazer enorme e repentino. A minha filha estava sendo muito ousada, mas eu não tinha forças para pará-la. Mas a maior surpresa veio a seguir. Depois de enfiar o vibrador bem fundo, ela ligou o botão. Meu corpo todo tremeu e não pude me conter, gemendo alto de prazer.

– Eu não disse que você ia gostar, mãe? – disse ela, tirando o vibrador quase todo pra fora e depois enfiando bem fundo novamente. 

Minhas pernas tremiam de puro prazer quando ela deixou o vibrador funcionando bem enterrado na minha xoxota e começou a esfregar meu grelo com seus dedos. Pra mim foi o fim! Nessa hora eu percebi que esta completamente perdida. Me agarrei à minha filha e me abri toda, para que ela me desse o máximo prazer.

– Viu? Eu disse que você estava mesmo necessitada! – disse ela depois que me recuperei do orgasmo devastador que me atingiu.

– Juliana, não fale comigo assim! – pedi a ela – Estou me sentindo tão envergonhada.

– Envergonhada de quê, mãe? – ela disse – Olha, vou ligar pro Evandro pra ele vir pra cá. Esta experiência me deixou muito excitada também. Esta noite nós duas vamos gozar metendo com ele.

– Você ficou doida?!?!? – eu disse tentando escapar.

– Depois a gente vê se eu estou doida! – disse ela rindo e pegando o telefone. 

Eu já conhecia o Evandro. Ele era um dos amigos dela, com cerca de uns 40 anos e parecia ter bastante dinheiro, visto a quantidade de presentes que ele vivia trazendo pra minha filha. Eu sabia que ele estava comendo a Juliana. Nenhum homem fica dando presentes pra uma mulher sem levar nada em troca. O interessante é que muitas vezes eu já tinha surpreendido ele olhando para os meus seios. Se ele realmente viesse eu não sei se eu resistiria. Por isso, eu queria que ele não viesse. 

Eu queria fazer minha filha mudar de idéia, e a única coisa que me lembrei na hora foi:

– Não chame ele, Juliana! Não tomo remédio há muito tempo e tenho medo de engravidar.

– Só usar camisinha, mãe!

– Mesmo assim! Quero não, por favor! – tentei de tudo pra fazer ela desistir.

– Tudo bem então! Ele me fode e você participa com a gente. Aí eu não deixo ele te penetrar – disse ela rindo.

Vi que não tinha mesmo como eu escapar e acabei concordando.

Não demorou muito para que o Evandro aparecesse. Eu estava sentada no sofá da sala, conforme minha filha tinha me pedido, usando uma camisola transparente que mostrava bem meus seios (não usava nenhum sutiã) e minha calcinha. A campanhia tocou e ela foi abrir e demoraram um pouco antes de virem para a sala. 

Pelos sons de beijos e amassos eu pude imaginar que eles estavam se agarrando. Quando finalmente entraram na sala eu me levantei para cumprimentar o Evandro. Na hora percebi como ele ficou excitado ao me ver, correndo os olhos por todo o meu corpo, se deliciando com a visão das minhas pernas, coxas e barriga. Ele praticamente me comeu com seu olhar.  

Ele nunca tinha me visto só de camisola, e ainda por cima bem transparente, expondo todo o meu corpo para os seus olhos gulosos. A única peça que minha filha tinha me permitido vestir, além da camisola, foi uma minúscula calcinha preta. Quando ele se aproximou para beijar meu rosto, como sempre fazia, fui surpreendida. Ele procurou os meus lábios e os beijou, me deixando toda arrepiada.

– Sua filha que disse que você está muito necessitada de sexo! – disse ele roçando seu corpo no meu e deixando eu sentir um enorme pau duro contra as minhas coxas.

Não tive muito tempo pra pensar. Ele me agarrou de imediato e enfiou uma de suas mãos por baixo da minha camisola, procurando minha boceta, a qual ele massageou levemente, por cima da minha calcinha. Em seguida o sujeito atrevido puxou minha calcinha de lado e enfiou dois dedos na minha xoxota, que já estava molhadinha. Quase desmaiei de tanto prazer.

– Hummmmmm! – ele gemeu no meu ouvido – É tão fogosa quanto a filha. 

O Evandro não perdeu tempo. Em movimentos rápidos tirou minha camisola e minha calcinha e logo tirou sua roupa também, pedindo à minha filha que fizesse o mesmo.

– Vocês duas são muito gostosas mesmo!! – disse ele nos olhando, quando já estávamos todos nus.

Eu não estava à espera de ouvir um comentário daqueles naquela noite, mas confesso que gostei. Foi chulo mas gostei.

E gostei ainda mais quando senti as mãos dele nos meus seios, apalpando e apertando sem qualquer cerimônia. Ele apertava os meus seios e depois apertava os da minha filha. Ela parecia estar se deliciando com aquilo.

– Agora quero que vocês se abracem e se beijem! – disse ele me deixando completamente perturbada. Um click na minha cabeça quis me alertar que minha educação não permitia esse tipo de coisa. Mas já era tarde para lições de moral, e estávamos muito excitadas pra pensar nisso.  

Agora quero que vocês se abracem e se beijem!

Obedecemos a ele de imediato. Comecei a beijar a boca da minha filha enquanto as mãos dele nos acariciava as costas e descia por elas, indo até as nossas bundas e depois pressionava as nossas púbis contra as pernas dele. Que loucura! Eu estava cheia de tesão e tinha a certeza que minha filha também estava.

– Fiquem de joelhos! – pediu ele quase sussurrando.

Ficamos de joelhos no carpete, uma ao lado da outra e esperamos. Acho que ambas já sabíamos o que ia acontecer em seguida. 

Ele se sentou no sofá, massageando e batendo uma punheta com seu pau duro como uma barra de ferro, e pediu que nos aproximássemos.

– Quero provar essas bocas gulosas agora! Venham! – disse ele.

De imediato começamos a beijar a boca do Evandro e sua pica. Enquanto uma beijava sua boca a outra mamava gostoso no seu cacete.

– Deixa um pouco pra mim também! – disse eu ao perceber que a Juliana estava chupando o pau dele com muita vontade mesmo. Eu também queria sentir aquele pênis bem fundo na minha garganta. 

– Como são gostosas essas duas safadinhas! Chupem meu pau!!! Isso!! – ele falava enquanto eu e minha filha alternávamos nossas bocas em sua pica. Ele estava em um grau de excitação tão grande que não aguentou mais, me segurou firme pela cabeça e enfiou seu pau bem fundo na minha garganta. Senti as veias do seu pênis incharem e em segundos minha boca estava cheia de seu esperma, quentinho e gostoso. Eu tentei engolir tudo, mas um pouco saiu, escorrendo pelos meus lábios e descendo pelos meus seios.

Aquela cena mexeu com a minha filha e ela tomou o pau dele das minhas mãos e caiu de boca também, querendo engolir um pouco de sua porra. Ele estava em extase, gemendo desesperado.

Depois que ele gozou, nós duas nos sentamos ao lado dele no sofá e beijamos sua boca novamente, alternando as duas. Por vezes eu beijava a boca dele e rapidamente passava para a boca da minha filha, beijando-a demoradamente. Enquanto fazíamos isso as mãos do Evandro passeavam pelos nossos corpos, nos apertando e massageando por completas.

– Agora fiquem de joelhos novamente e esfreguem seus seios na minha pica! – disse ele depois de alguns minutos. Olhamos uma para a outra e começamos a rir. Eu achei o pedido estranho, já que eu nunca tinha esfregado meus seios em um pênis antes. Mas, vendo que minha filha o obedeceu de imediato, resolvi fazer o mesmo. Eu fui a primeira a segurar meus seios generosamente grandes e passá-los gentilmente em sua pica, vendo-a reagir e ficar bem dura novamente. Em seguida minha filha fez o mesmo, com seus seios não tão grandes como os meus, mas, mesmo assim, bem volumosos.

Depois de minutos o Evandro pediu que eu me sentasse no sofá, o que eu fiz, me arreganhando toda. Em seguida ele ficou de joelhos entre minhas pernas e começou a chupar minha buceta lentamente. Quando sua lingua tocou meu clitóris eu fui às nuvens. Fazia tanto tempo que um homem não me chupava daquele jeito.

– Ohhhhhhh!! Que dedo gostoso!!! – soltei um gemido quando ele enfiou um de seus dedos na minha xoxota molhadinha e continuou lambendo meu grelhinho, enquanto seu dedo atrevido entrava e saia de mim praticamente deslizando. 

Eu me rendi completamente. Se ele enfiasse o pau nesse momento em mim, eu não teria forças para evitá-lo. Mas ele não o fez e continuou me provocando. Um orgasmo bem gostoso estava se aproximando e comecei a gemer loucamente.

– Sua mãe está no ponto! Vamos ver se ela sabe gozar tão gostoso quanto você! – ele disse para a minha filha e os dois começaram a rir.

– Eu te garanto que ela vai gozar ainda mais gostoso! – minha filha respondeu.

Fiquei na expectativa pra ver o que ia acontecer em seguida. O Evandro se sentou no sofá novamente e me pediu para chupar seu pau. Sem achar nada especial naquilo, comecei a chupá-lo. Foi quando senti a minha filha se aproximar de mim por trás e passar seus dedos na minha xoxota, esfregando lentamente. Não acreditei no que estávamos fazendo. Era a primeira mulher que mexia na minha boceta em toda a minha vida. Mas minha excitação já estava alta novamente e não me importei.

Em uma noite de experiências novas, eu estava disposta a tudo. Mas a surpresa veio a seguir. Pela segunda vez naquele dia, minha filha enfiava o vibrador em mim enquanto esfregava meu clitóris, me dando um intenso prazer enquanto eu continuava a mamar na pica do Evandro. Logo ele se levantou e pediu que eu ficasse com a cabeça apoiada no sofá. De quatro e com a bunda bem empinada eu o senti atrás de mim e a mi

…soltei um grito e uma onda de prazer me atingiu.

nha filha se afastando um pouco. Pensei de imediato que ele fosse me foder, o que não estava combinado. 

Senti o Evandro segurar o vibrador e rodar ele dentro da minha boceta, sem tirar. A Juliana mudou de posição e segurou o vibrador novamente, enfiando e tirando ele de dentro de mim bem rápido, enquanto o Evandro esfregava meu clitóris com um de seus dedos.

– Ohhhhhhhh!!! Estou gozandoooooooo!!! – soltei um grito e uma onda de prazer me atingiu. Meus pêlos se arrepiaram todos e gozei como uma louca. Minha filha e o Evandro apenas sorriam, satisfeitos. Eu estava mesmo perdida nas mãos dos dois.

Depois que eu gozei eles continuaram brincando comigo. Minha filha enfiava o vibrador bem fundo enquanto o Evandro começava a beijar minha bunda e logo passou a lingua no meu cú, o que me fez soltar um gemido de prazer. De repente senti o dedo dele fazer movimentos circulares no meu ânus. Me tremi toda, adivinhando as intenções dele. E não me enganei. Enquanto minha filha enfiava o vibrador na minha xoxota, o
Evandro n
ão pensou duas vezes.

– Aiiiiiiii!!! Devagar!!! – gemi e soltei um gritinho quando ele forçou a cabeça de sua rôla e meu cuzinho cedeu, permitindo que ela passasse. 

Respirei fundo e me preparei para o pior. O Evandro segurou firme na minha cintura e empurrou, bem devagar. Senti sua pica ir abrindo meu rabo lentamente, até chegar bem fundo. Minha cabeça rodava por causa do tesão que eu estava sentindo. Enquanto a Juliana me penetrava com o vibrador e massageava meu grelo, o Evandro estava montado em mim, deslizando seu pênis no meu rabo, alternando entre metidas lentas e fortes e fundas.

– Meu deus!!! Que delícia!!! – eu disse entre os dentes, tamanha era a minha excitação. Eu nunca tinha levado no rabo e na boceta ao mesmo tempo, ainda que fosse com um vibrador.

– Ohhhhhh!! Vou gozarrrr!! Vou gozarrrr!!! – avisei os dois quando senti que um orgasmo me atingia. E foi tão intenso que não me aguentei mais em cima do sofá e escorreguei para o carpete, com o Evandro sempre em cima de mim, bombando meu rabo cada vez mais fundo, curtindo os meus gemidos de prazer.

– Seu cuzinho é muito mais gostoso que o da sua filha!! – disse o Evandro enquanto eu me co
ntorcia de prazer. Embora eu tenha considerado o coment
ário dele muito obsceno, eu fiquei cheia de vaidade e muito mais excitada.

O Evandro não dava descanso ao meu cú e bombava com muita vontade. Já pronta pra ter meu próximo orgasmo eu olhei para a minha filha, com receio que ela estivesse com ciúmes, mas ela estava era rindo, parecendo estar se divertindo muito.

– Fique embaixo da sua mãe, Juliana! Deixa ela chupar sua boceta enquanto eu estou comendo esse rabo gostoso! – disse o Evandro para a minha filha.

A Juliana não pensou duas vezes e enfiou uma perna de cada lado dos nossos corpo
s at
é que sua bocetinha ficou bem embaixo da minha boca.

Quando comecei a lamber a xoxotinha da Juliana eu tomei consciência do quanto eu estava pervertida. Culpa dos dois! Eu estava chupando o grelhinho da minha própria filha. Que loucura! Mas não me importei, meu tesão estava falando mais forte.

– Ohhhhhhh!!! Que rabo gostosooooo!! Estou gozandoooo!! – o Evandro gemeu como um animal e senti seus jatos de esperma bem quentinho no fundo do meu rabo. Fiquei inundada com sua pôrra gostosa. 

Naquela noite nós dormimos todos junto.

…o Evandro veio morar definitivamente em nossa casa.

Repetimos a experiências por várias vezes e algum tempo depois o Evandro veio morar definitivamente em nossa casa.

Oficialmente, ele era o meu marido.

Mas na realidade…

HUNSAKER.

 

 

 

DEFINIÇÕES DE CONCEITOS….

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A atual cultura heterossexual masculina…

Dizer que um homem é heterossexual implica que ele mantém relações sexuais exclusivamente com o sexo oposto, ou seja, mulheres. 

Tudo ou quase tudo que é próprio do amor, a maioria dos homens hétero reservam quase exclusivamente para outros homens. As pessoas que eles admiram; respeitam; adoram e veneram; honram; quem eles imitam, idolatram e com quem criam vínculos mais profundos; a quem estão dispostos a ensinar e com quem estão dispostos a aprender; aqueles cujo respeito, admiração, reconhecimento, honra, reverência e amor eles desejam: estes são, em sua maioria esmagadora, outros homens. Em suas relações com mulheres, o que é visto como respeito é gentileza, generosidade ou paternalismo; o que é visto como honra é a colocação da mulher em uma redoma.

Das mulheres estes homens querem devoção, servitude e sexo.

A atual cultura heterossexual masculina, é (na maioria das vezes) não homofóbica e sim homoafetiva; ela cultiva o amor pelos homens.

IGOR HUNSAKER

A SANTA E SEU VÍCIO….. (Paciente 8988)

E tão bom morrer de tesão!

Mas…

Continuar vivendo…

Igor Hunsaker

Letícia prometia a si mesma que nunca mais iria cair em tentação novamente.

…”nunca mais iria cair em tentação novamente.”

O seu vicio a tinha levado a trair seu marido. Na classe executiva viajava o homem que a induzira ao pecado, alimentando o vicio que ela tinha por jogos de azar.

– Letícia, vamos trocar seu bilhete pela classe executiva. É lógico que pagarei o que faltar… embora você esteja riquinha! – falou o homem ao seu lado.

– Não venha com escárnio, Fernando!! Já lhe paguei o que devia e muito mais até! – Letícia respondeu com ares de poucos amigos.

É verdade!! Essa bunda… esse cuzinho, aaah… não tem preço!

– Cala a boca, cretino! Espero que você cumpra sua palavra!

E assim, os dois embarcaram cada um em sua respectiva classe. Um dia antes, tanto Letícia quanto Fernando ficarem retidos em Punta Del Leste devido ao mau tempo. Todos os passageiros foram alojados no mais luxuoso hotel, onde havia um cassino.

Para encurtar uma longa história, Letícia era dessas pessoas que tem no sangue a febre de apostar. Embora tendo uma memória fotográfica, a inexperiência fez com que ela perdesse todo o dinheiro que tinha, além de ter empenhado as joias que trazia consigo.

Quando ela estava perto de empenhar a aliança, Fernando veio em seu socorro, mas exigindo que ela fizesse sexo anal com ele. Depois de alguns gritos de indignação e algumas lágrimas, Letícia cedeu.

E ali, pela primeira vez, ela teve um pênis sugado pela própria boca, engolido e saboreado esperma. Isso antes de ter o cuzinho deflorado. Do mesmo jeito que ela tinha febre por jogar, acabou descobrindo que tinha a mesma febre em ser sodomizada.

Ela ficou receosa que Fernando descobrisse isso. Assim, ela passou a hostilizá-lo, mesmo quando ele insistia em ser super cortês. “Quando eu chegar em Brasília, vou procurar uma Psicoga” – pensava a bela loira de arrebitados glúteos.

– Bem, dona Letícia, o sexo anal não é o problema. Mas sim, a compulsão por jogar. O seu marido pode facilitar nessa parte sexual e como a senhora mesmo experimentou, lhe alivia a vontade de sair jogando. 

…sexo anal não é o problema.

– O caso, doutora, é que… é que… eu só gozo com ele quando fazemos sexo natural. Até que ele me pede, com licença da palavra, o cuzinho, quase sempre. Mas… sinto que falta… que falta… “algo mais”! Então, eu fico mais nervosa ainda… e querendo jogar! 

– A senhora me disse que se descobriu “analmente” por si própria. Usando um consolo, não foi?

– Sim… sim.

– Então, este consolo deve ter o “algo mais” que…

– Não foi um consolo! Um homem me chantageou e me transformou numa viciada anal! – Letícia disse e caiu num choro desesperador.

A Psicologa observava como se aquilo fosse mais um caso rotineiro em sua profissão. Ele sabia que Letícia nunca seria curada, a não ser que seu rabinho fosse constantemente invadido por rolas que a fizesse delirar. 

…procedimentos que ela iria ter que seguir para se “curar”.

Mas ela não podia recomendar isso à jovem esposinha. Assim, enquanto o choro de Letícia ia amenizando, a Psicologa lhe disse um monte de termos técnicos e de procedimentos que ela iria ter que seguir para se “curar”.

– …sem ter que se submeter às torpezas desse homem canalha.

E assim, ela terminou a sessão, já contando com a baita grana que ela ia tirar da fogosa Letícia. Naquela mesma noite, o marido de Letícia, um desembargador do Supremo, oferecia um cocktail na cobertura que moravam, para comemorar um ano de casados. 

Gil, o marido de Letícia, estava radiante por seu sucesso profissional e por ter como esposa aquela bela criatura. Além do mais, Letícia parecia gostar de sexo anal.

– Fernando! Que bom que você veio! Venha conhecer minha esposa!

A esposinha de Gil deu um leve soluço e se olhos se arregalaram por uma fração de segundos. Com exceção de Fernando, que a estava encarando, ninguém notou esse súbito descontrole dela.

– Isto aqui é uma humilde lembrança para que vocês se lembrem sempre deste matrimônio. São frutas exóticas da Amazônia e das Ilhas do pacífico, cobertas com chocolate da Costa do Marfim! – disse o Fernando, entregando o presente ao marido de Letícia.

Enquanto o marido agradecia, Letícia segurou o embrulho com tanto cuidado que parecia que ele estava quentíssimo. Ela estava imaginando o que realmente tinha dentro daquela caixa.

– Vamos, querida! Abra, vamos experimentar uma dessas frutas exóticas! – disse seu esposo.

– Oh! Querido! Agora não. Ainda nem foi servido o jantar! – Letícia respondeu.

– Sra. Letícia, eu prometo que se a senhora saborear um só, se conseguir, não irá lhe estragar o apetite! – disse Fernando olhando-a fixamente nos olhos.

– Vamos, vamos Letícia! Pelo menos deixe eu experimentar um! – seu esposo insistiu.

Temendo o pior, Letícia abriu a decorada caixa e pra sua surpresa, vinte e quatro docinhos embrulhados com folhas de ouro, fizeram seus olhos brilharem. Ela pegou um e o entregou ao marido. Em seguida ela pegou outro e o ofereceu a Fernando.

Ele desembrulhou o doce e numa ousadia sem igual, o levou até os lábios da esposinha de Gil. Letícia olhou de esguelho para o marido enquanto mordia suavemente o docinho. O Gil se sentiu estranho, mas considerou que Fernando foi apenas excessivamente prestativo.

– Que sabor delicioso, meu amigo. Nunca saboreei algo assim. O que você achou, querida?

– Hum, hum… bom!

– Amigo Gil, permita que eu fale com sua senhora em particular, pois é um segredo de uma receita que ela poderá fazer com essas frutas e ficaria melhor se fosse uma surpresa pra você! – disse o Fernando.

Nunca saboreei algo assim.

– Está bem. Mas, não a prenda por muito tempo. O jantar será servido assim que ela determinar! – o Gil disse e se afastou, deixando os dois frente a frente. Letícia tinha os olhos baixos, com medo de encarar os penetrantes olhos azuis cobalto do macho que a sodomizou pela primeira vez.

– Eu senti muito… muitíssimo sua falta, Letícia! Já vim de casa com o pênis duro, sua safadinha! – disse o Fernando, olhando-a no fundo dos olhos.

– Por favor, Fernando!! Por favor! Aqui não!!! – Letícia implorou, completamente trêmula.

– Embaixo da primeira camada tem o presente que é só seu. Aconselho você a escondê-lo o mais breve possível. É uma réplica exata da minha tora que você tanto babou ao chupá-la!!

– Seu louco, filha da puta! Saia já daqui! Não adianta me chantagear, pois você não tem mais nenhuma prova contra mim! – Letícia disse demonstrando toda a sua raiva.

– Tenho estas duas notas do hotel. Uma está assinada por mim, quando pedi o jantar. E esta, quando você pediu, e assinou, que lhe trouxessem as fichas no meu quarto. E veja a hora!

Lágrimas vieram aos olhos de Letícia, dando um ar nebuloso ao cínico sorriso que Fernando tinha nos lábios. Neste momento, o Gil chamou pela esposa e veio se dirigindo atá eles. A Letícia fingiu que não escutou e saiu de repente, indo para o lavabo.

tinha nos lábios….

Uns dez minutos depois, quando ela voltou, ela viu as costas de seu marido, que conversava com o Fernando. O Gil sentiu a presença dela e, se virando, esbarrou na caixa de doces, fazendo ela escapar das mãos de Letícia. Todos os doces se espalharam pelo piso, não ficando um só dentro da caixa, mesmo na segunda camada.

O Fernando levou poucos segundos pra adivinhar o que houve. Ele e o Gil se abaixaram recolhendo os doces, enquanto a bela esposinha os observava em pé. Ela sabia que o Fernando já tinha adivinhado onde estava o consolo réplica.

Os três seguiram pro salão principal, onde estava o Buffet e que todos se serviriam à francesa. O Fernando notou que a Letícia preferia conversar em pé enquanto beliscava seu prato. E ele não tirou os olhos dela.

Chegou o momento que ela falou algo no ouvido do marido, ele balançou a cabeça e ela sumiu por uma porta. O Fernando se virou para a senhora a seu lado e comentou:

– Acho que vou pegar mais um pouco desse delicioso presunto Parma!

Após dizer isso ele conseguiu se esgueirar discretamente até a porta por onde a Letícia tinha entrado. À sua frente havia um corredor com duas portas de cada lado, provavelmente quartos de dormir, e uma porta em arco, belamente adornada, no fim do corredor.

O Fernando sabia que era pra lá que ele tinha que ir. Quando ele passou pela primeira porta, ela se abriu bruscamente. O Fernando imediatamente se voltou e adentrou ao quarto. Na penumbra, perto da janela, tendo a lua dando um ar espectral às belíssimas curvas cobertas pelo fino cetim, Letícia tinha os braços levantados acima da cabeça, como se estivesse rendida.

Fernando se aproximou e antes de abraçá-la, levantou seu vestido até acima da cintura. As alvas e avantajadas nádegas ficaram mais tentadoras devido ao jogo de luzes. Fernando as acariciou delicadamente, sabendo que em breve, seu descontrole as iria apertar com toda força.

– Tira a réplica e coloca o original! Rápidooooo!!! – Letícia disse, com o voz ofegante.

Fernando chegou mais para o lado e com uma das mãos acariciou suavemente o alvo bojo da magnifica bunda da esposa de Gil. Ela ainda estava com os braços apoiados na parede e com o empinamento da bunda, parecia maior ainda.

As carícias de Fernando se tornaram um pouco mais fortes e Letícia o encarava com os olhos semi-cerrados e a respiração ofegante.

– Por favor… seu cretino, por favor! Faça logo o que veio fazer… antes que meu marido perceba minha ausência demorada.

A mão que acariciava ternamente as nádegas foi um pouco mais para baixo, com as pontas dos dedos passando propositalmente por entre o rego que as separava. Quando ele encontrou o saco da réplica da própria rolona, Fernando lentamente a puxou para fora, até a metade.

Em seguida, ele a enfiou um pouco para dentro. A boca de Letícia formou um “O” e sua respiração ofegante mostrava que apesar da doce tortura, ela estava sentindo muito prazer. O consolo-réplica estava entrando e saindo menos lento agora.

O sorriso sardônico que Fernando estampava no rosto e seu olhar de satisfação deixava Letícia embebida naquela atmosfera de luxuria. O que aconteceria se seu marido aparecesse ali agora e a visse naquela posição, se entregando às caricias libidinosas que Fernando lhe fazia nas nádegas – pensou a safada esposinha de Gil.

– Fernando… Fernando… por favor! Eu… eu preciso… voltar pra festa! O Gil já deve… estar… estar procurando…por mim! Vamos, vamos! Não para… não para! Faz… faz mais… mais rápido! Mais rápido!

Em desespero, uma mão de Letícia atacou o zíper da calça de Fernando tentando sacar a torona pra fora. Ele, no entanto, passou para frente dela e a beijou, sem deixar de manipular o consolo pra dentro e pra fora do apertado cuzinho da esposinha de Gil.

Apesar da sofreguidão com que os corpos de ambos se esfregavam, Fernando conseguiu tirar sua rola pra fora das calças e, levantando uma das coxas dela até quase a altura do ombro, enfia o pau na xaninha da esposa de seu amigo, ao mesmo tempo em que a réplica da própria torona invadia com mais vigor o ânus da bela Letícia.

Os gritos de orgasmo da esposinha de Gil ecoaram dentro da boca de Fernando. O corpo dela estremeceu e se sacudia descontroladamente. Fernando sentiu a tenacidade com que sua rola era apertada, bem como em não conseguir o deslizamento do consolo embutido no cuzinho de Letícia.

Você tem que terminar o que começou!

Quase dez minutos depois, Letícia, com o rosto afogueado, entrou no salão. Pra sua surpresa, o marido estava conversando animadamente com seus convidados. Ela passou à sua frente e ele apenas lhe deu uma piscadela.

“Oh, meu querido maridinho! Se você tivesse visto o quanto sua esposinha é safada! Talvez isso tudo pudesse ser evitado se você soubesse como me comer o cuzinho! E eu não teria que me submeter ao canalha do teu amigo, que te faz meu corninho!”

Letícia estava perdida nestes pensamentos quando viu Fernando se dirigindo à porta de saída. Ela o alcançou, fechando a porta atrás de si.

– Você tem que terminar o que começou! Ou será que não consegue mais e manda uma réplica em teu lugar?

Quinze minutos depois, Letícia é premiada com um segundo orgasmo quando Fernando lhe invade o cuzinho com sua rola verdadeira, fazendo a possante Cherokee balançar na garagem do prédio onde ela morava.

HUNSAKER.

A SANTA RESOLVENDO OS SEUS PROBLEMAS… (Paciente 7688)

Tentar resolver os próprios defeitos

pode ser perigoso…

Nunca se sabe qual é o defeito

que sustenta nossa personalidade…

Igor Hunsaker.

Sou casada há três anos mas meu marido nunca se preocupou muito comigo e, mesmo depois de uma crise séria em nosso casamento, ele não se emendou. Ele insistia em continuar com sua vida de aventuras e boemia, e isso fez com que eu lhe pagasse com a mesma moeda.

…mas meu marido nunca….

Antes eu nunca dava bola para as piadinhas do diretor da empresa em que eu trabalhava. Porém, o tempo e as contrariedades fizeram com que eu mudasse de ideia. Aceitei ir, numa sexta-feira, à casa do tal diretor para “terminar uns trabalhos”, o que eu sabia não ser verdade.

Ao final do expediente, acompanhei o Dr. Orlando até o seu apartamento, em Boa Viagem. A sala era aconchegante e o sofá, de tão macio, fez com que meu corpo, ao me sentar, se afundasse em sua espuma.

Educado, o Dr. Orlando me serviu um drinque e, indo ao seu quarto, me pediu que eu o esperasse. Logo ele voltou vestindo apenas um roupão e trazia papéis que ele alegou serem documentos confidenciais. Então ele se sentou ao meu lado e começou a desfolhar os papéis.

Em dado momento, quando eu menos esperava, ele me agarrou e me beijou com desejo. Foi um beijo quente, molhado e longo. Enquanto isso, sua mão esperta entrou por dentro da minha saia e já massageava minha bocetinha por cima da minha calcinha.

Suas caricias me amoleceram toda a resistência de luta, e fui possuída ali mesmo, sobre o sofá. Meio sem jeito, ele gozou muito rapidamente. Gordo, sua barriga não permitiu uma penetração profunda e satisfatória. Sei que sai do seu apartamento envergonhada, nervosa e excitada.

“fui possuída ali mesmo…”

Tinha sido a primeira vez que outro homem tinha se aproveitado do meu corpo. Da segunda vez, em um motel, eu me entreguei sem qualquer oposição. O problema era a ejaculação precoce e sua barriga enorme que não lhe permitia me penetrar por inteiro e me fazer atingir o orgasmo.

Em uma terceira saída, eu própria procurei uma posição adequada para um relacionamento perfeito. Mas não adiantou nada. Mal ele entrava dentro de mim, ele já gozava, me deixando a ver navios. Nosso relacionamento, de três meses, não me proporcionou mais que três insignificantes orgasmos, conseguidos com muito suor e concentração.

A falta de amor do meu marido e a total incompetência do meu amante faziam de mim, a cada dia, uma mulher louca de tesão. Mas a natureza sempre traz soluções para os problemas e, certa vez, indo a casa do Dr. Orlando, não a encontrei. Quem abriu a porta foi seu sobrinho Cláudio, um rapaz forte e muito bonito.

Ele me convidou para entrar e me disse que seu tio ia voltar logo para casa e sugeriu que eu esperasse. Peguei uma revista de mulheres peladas que estava largada em uma mesinha e, sentada no sofá da sala, resolvi dar um tempo, lendo a seção de cartas.

Alguns minutos se passaram e o telefone tocou. Era o Dr. Orlando, me avisando que eu não o veria naquela noite, pois ele estava envolvido numa reunião com a alta cúpula da empresa. Chateada, me preparei para sair, mas na porta fui impedida pelo rapaz.

Ele, sem dizer uma palavra, apertou meu corpo contra o seu e fez com que eu sentisse, encostado na minha barriga, o volume descomunal do seu sexo. Assustada, eu quis me libertar, mas ele me arrastou até o quarto.

“gritei de dor quando seu membro…”

Tentei gritar quando ele me forçou a me deitar na cama, mas ele me tapou a boca. Com a outra mão ele tirou a minha calcinha, jogando-a longe. Logo ele soltou minha boca e desabotoou sua calça, libertando seu membro de dimensões avantajadas. Em seguida ele subiu meu vestido e com um dos joelhos empurrou minha coxa, forçando-me a abrir as pernas.

Eu gritei de dor quando seu membro duro e grosso me penetrou. A pica dele entrou rápido, alojando-se no mais profundo das minhas entranhas. Sem poder me conter, comecei a gemer numa antecipação do gozo e me deliciei com os movimentos firmes e profundos do seu vaivém.

Excitada ao máximo, eu o abracei, sentindo meu corpo se tremer todo de prazer. Balbuciei um “agora” quando senti meu corpo vibrar por inteiro num louco orgasmo que eu jamais havia sentido. Com o meu corpo eu o obriguei a acelerar os movimentos.

Uma derradeira convulsão e ele espirrou quente dentro de mim. O Cláudio se levantou e com um sorriso cínico me disse-me: “Foi bom.” À beira da cama ele tirou toda a sua roupa. Fascinada eu não tirava os olhos de seu membro potente, mesmo de cabeça baixa.

Ele, carinhosamente, se aproximou de mim e tirou o resto da minha roupa, fez elogios ao meu corpo e, tirando o meu sutiã, mamou feito uma criança em meus seios úmidos de desejo. Me deitei e já senti, entre minhas pernas, seu membro novamente ereto.

Submissa eu abri um pouco mais as coxas e lhe pedi que enfiasse mais devagar. Ele me atendeu e foi pondo devagarinho, num prazer indescritível. E então num profundo e louco abraço carnal, chegamos, juntos, novamente ao gozo total.

Eu tinha a sensação de viver um sonho, aquele homem, jovem sobre meu corpo. Pela hora, eu tinha que deixá-lo, mas um beijo delicioso apagou nossa despedia e entre os lençóis, molhados de nossos sucos, me deixei ficar. E a partir daí foi uma loucura.

“Gritei de prazer…”

O Cláudio chegou a me bater quando pensei em recusar o coito anal. Chorando, tive que me submeter dolorosamente à envergadura de seu pênis. Suas estocadas firmes rasgaram minhas carnes, mas também fizeram nascer em mim um tipo de gozo que eu jamais tinha experimentado.

Gritei de prazer quando senti ele derramar por aquele lado de mim seu leite quente e viscoso. Mais tarde fomos para o chuveiro e, com uma habilidade invejável, debaixo da água fria, ele fez com que eu gozasse duas vezes sob o poder de sua língua.

Depois, ele me fez sentar na banheira, com as pernas abertas, e enfiou a rola dentro de mim, de uma só vez. Urrei, chorei, apertei seu corpo e gozei loucamente. Eu queria que o tempo parasse naqueles momentos deliciosos.

Nos separamos. Já era tarde e seu tio Orlando estava para chegar. Enquanto o Cláudio permaneceu em Olinda eu não transei com o Dr. Orlando, e mantendo com ele, por causa do Cláudio, um relacionamento sem prazer, mas que me garante, todos os anos, no mês de janeiro.

HUNSAKER

 

A SANTA E O PADRASTO… (Paciente 6663)

Todo mundo é capaz de dominar um desejo,

exceto quem o sente…

Igor Hunsaker.

  

Tinha 19 anos, sou morena, tenho cabelos pretos e longos e, modéstia à parte, tenho um corpo muito lindo. Acho que isso que chamou a atenção do meu padrasto, que era uma pessoa muito legal e tratava minha mãe como uma rainha e eu como uma princesa. 

Morávamos em um apartamento de 2 quartos e sempre tive o meu quarto, pois sou filha única e minha mãe tinha uma loja e meu padrasto tinha uma agência de carros. Eu estudava à tarde. Minha mãe saia mais cedo de casa do que o meu padrasto e eu sempre tinha medo de dormir sozinha no meu quarto.

Sempre que minha mãe saia eu ia pro quarto dela e me enfiava na cama dela, junto com o meu padrasto. Ele me abraçava e dormiamos ali, juntinhos. Depois ele saia pra trabalhar e eu ficava na cama. Mas um belo dia, eu estava na cama com ele e acordei com uma coisa dura entre as minhas pernas.

Era a pica do meu padrasto. Na hora me assustei, pois nunca tinha acontecido aquilo comigo, já que ele sempre dormia de cueca. Mas, nesse dia, ele estava sem. De repente foi me dando uma coisa estranha, foi subindo um calor que não me aguentei e fui tomar um banho.

Voltei a dormir na cama com ele, mas meu fogo não apagou. Foi me dando vontade de aproveitar e foi o que eu fiz. Me deitei, coloquei minha bunda na direção da piroca dele e fui deixando, até que ele acordou e viu que sua piroca estava no meio da minha bunda.

Ele mexia o pau dele no meio das minhas nádegas e eu continuava ali, sem fazer nada. Teve uma hora que eu não aguentei e dei um gemido. Ele viu que eu estava gostando e foi aí que ele me virou de frente pra ele e perguntou se eu queria mesmo fazer aquilo com ele.

Como eu não respondi, ele me deu um beijo bem gostoso na minha boca e começou a chupar meus seios e me chamava de piranha, de puta. Meu deussss!!! Aquilo foi me dando coragem de reagir e peguei na piroca dele, que estava dura como um pedra.

Ele logo começou a chupar a minha buceta. Que chupada mais gostosa!! Logo tive meu primeiro orgasmo com ele. Aquela gozada me deu uma moleza e minha pernas ficaram bambas. Não demorou muito e meu padrasto botou a piroca na portinha da minha buceta e ficou passando, pra cima e pra baixo.

Soltei um gemidinho quando ele foi empurrando devagarinho, bem suave e logo senti meu cabaço se rompendo. O safado nem quis saber se eu tinha sentido dor ou não e já foi mexendo a rôla, bem devagar. Logo a dor foi passando e ele foi aumentando o rítimo e eu fui gostando. 

– Ohhhhhh!!! Mete gostosooooo!! Mete!! – fui gemendo cada vez mais alto e ele me colocou de quatro, puxou meus cabelos, deu tapas na minha bunda e eu já estava quase gozando quando ele disse que ia gozar e, não se aguentando mais, gozou dentro da minha buceta e eu também gozei como uma desesperada.

Era a coisa mais gostosa que eu já tinha feito na minha vida. Era muita porra. Fiquei com as pernas bambas novamente. Ele se jogou em cima de mim e dormimos ali juntos, como um lindo casal. Acordei com ele me beijando e dizendo que eu era a coisa mais maravilhosa que tinha acontecido na vida dele e que ele nunca tinha comido um cabaço na vida dele.

Não demorou muito e meu padrasto foi botando a piroca pra fora novamente e mandando eu chupar. Eu, com um pouco com nojo, fui colocando o pau dele na minha boquinha. Aquela rôla foi crescendo dentro da minha boca e fui chupando, chupando e ele logo gozou na minha boca. Eu cuspi e ele disse:

– Bia, vou te ensinar a beber leite como sua mãe bebe, sua safadinha!

Mas isso é uma outra história que eu te conto depois…

HUNSAKER.

ACHO QUE MUITAS NÃO ENTENDEM O QUE PENSO … Igor Hunsaker.

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Escrevi esse texto por acreditar que nele contenha todo o sentido e significado do que se espera de uma mulher que está solteira/sozinha e como a sociedade, configurada nesse modelo um pouco (demais) machista e patriarcal que vos reprime e vos objetifica…

É preciso ter coragem de estar sozinha também.

E sobre isso ninguém vos ensinou. Ninguém vai vos ensinar. Há uma normatividade rígida se impondo sobre a afetividade feminina, mas dessa vez não fala de castração. Simula liberação. Para que ela se efetive, é preciso produzir em massa uma ansiedade quanto ao sexo, um desespero por parceiros, uma incompletude que vos rouba de vosso protagonismo e vos aprisiona – sendo esse o mesmo mecanismo da sensação de insuficiência física produzida pela ditadura estética e da sensação de insuficiência emocional produzida pela cultura romântica.

A quem a insuficiência sexual está servindo?

A quem o patriarcado serve. Falar disso, embora seja claramente um questionamento sobre até que ponto vossos corpos e sentimentos são realmente e apenas vossos, fatalmente soará como moralismo. É assim que querem que vejamos.

Antes de tudo, devemos admitir que as meninas fazem sexo cada vez mais cedo e que isso reflete um problema grave de gênero, uma vez que não fazem por mero instinto, mas porque há toda uma cultura que prega a obrigatoriedade da vida sexual. Independentemente de a infância ser uma construção histórica, a sua abreviação contemporânea é um interesse mercadológico.

Elas fazem sexo para não se sentir socialmente inadequadas.Resultado de imagem para mulher sensual desenho

A quantidade de vídeos de revenge porn de adolescentes tomando as redes sociais, a quantidade de letras de música falando de “novinhas” e o investimento pesado da indústria e da mídia na erotização infantil demonstram que há toda uma legislação subjetiva determinando a hipersexualização da mulher desde muito cedo.

Tudo à nossa volta constrange, impele, coage para o sexo.

Mostrar-se sexualmente ativa, intensa e frequente é garantia de privilégios.

Ora, o patriarcado é sobre sermos coadjuvantes: dos processos políticos e de vossas vidas. À frente, sempre a figura masculina, determinando o vosso manuseio correto. Logo, não só os homens gozam de um conjunto de privilégios, é preciso também “conceder” aparentes benefícios às mulheres, incentivando a competição entre elas, para que elas acreditem que há alguma forma de premiação dentro desse sistema. E as mulheres são “premiadas” segundo diferentes critérios: submissão aos padrões de beleza, ajuste à moral e aos costumes (mulheres relacionáveis), disposição sexual e capacidade de proporcionar prazer ao homem (mulheres consumíveis)…
Na contemporaneidade líquida, os falsos privilégios femininos estão ligados especialmente ao consumo sexual, de modo que as mulheres precisam comprovar que são livres, donas de seus corpos e bem-resolvidas, mantendo uma aura de autonomia. Essa autonomia sexual precisa ser aparente, não pode representar, em hipótese alguma, uma ruptura com o patriarcado, ela é uma ficção de uso, uma licença. A apropriação da homoafetividade feminina como fetiche é um exemplo de como a liberdade sexual feminina é encarada como uma concessão. Essa autonomia também vende o produto feminino com uma garantia de blindagem emocional: a mulher bem resolvida dá menos trabalho, não precisa de tantos cuidados no trato, não se melindra com qualquer gestozinho agressivo, não demanda tanto desgaste na sua administração.

É interessante para o patriarcado que a vossa sexualidade seja estimulante, garantindo o entretenimento em longo prazo ou o descarte imediato, como todo bem de consumo. Quase vos esquecem de que existem para vós, quase vos condenam a bobas da corte.

Agora são máquinas de prazer.

Democratizam e afirmam, assim, o sexo como mercado: são todas profissionais de alguma maneira, eis o sonho machista realizado. O que não representa, de modo algum, a problematização da pornografia ou a libertação da mulher em situação de prostituição, ela permanece segregada e violável.Imagem relacionada

Esta claro como o patriarcado subverte os vossos processos e rouba a cena que juravam protagonizar.

Quantas outras causas pensam alavancar e correm esse mesmo risco? Ou já foram sequestradas e ainda não percebem? Diante de um sistema que corrompe e usurpa até mesmo a ideia de empoderamento por meio de uma sexualidade mais livre em prol do prazer masculino, o que parece definitivamente libertário? Respondo: o triunfo sobre essa ansiedade por parceiros e pela consagração sexual dentro do jogo de falsos privilégios dados à mulher. É no estado de solitude que essa solidão devastadora e insaciável perde a força. É quando tomam coragem de romper com a obrigatoriedade de um parceiro, com esse desespero por companhia e afirmação sexual que finalmente podem empregar a vossa energia em atividades diversas, que vos permitam tomar o mundo, que vos apresentem uma perspectiva de igualdade de gênero a respirar fora da guerra dos sexos. Ou o contrário: é quando empregam a vossa energia em atividades que vos façam tomar o mundo, que vos apresentem uma perspectiva de igualdade de gênero respirando fora da guerra dos sexos, que tomam coragem de romper com a obrigatoriedade de um parceiro, com esse desespero por companhia.

De qualquer modo, é preciso autoconhecimento.

A nossa intimidade sempre foi objeto de disputa e controle, nunca vos pertenceu.

Parece improvável que realmente você  venha a conhecer relações mais saudáveis e justas sem que haja uma retomada e reconhecimento dessa intimidade, para que nunca mais fique ao cálculo dos interesses culturais, sociais e econômicos traçados pela supremacia masculina. Precisam vos explorar mais, são um universo desconhecido para vós mesmas. Aprender a ficar só e a ser por inteiro, virando o tabuleiro da manipulação afetiva e sexual, pode ser um passo determinante para vos desintoxicar de séculos viciadas em submissão, competição e aprovação.

Se mesmo o vosso protagonismo em algumas questões pode ser uma ilusão de ótica, aprender a estar consigo e a preencher-se de companhias não sexuais (notem como a seriedade é imprescindível), de objetivos que vos obriguem a ir além de vós e que restaurem o óbvio – não são as vossas emoções, VOCÊS TEEN AS VOSSAS EMOÇÕES – podem ser os únicos passos concretos para a descolonização e autodeterminação femininas.

IGOR HUNSAKER.

A SANTA TOMOU CORAGEM… (Paciente 15742)

Renda-se, como eu me rendi.

Mergulhe no que você não conhece

como eu mergulhei.

Não se preocupe em entender,

viver ultrapassa

qualquer entendimento.

IGOR HUNSAKER.

 

Tenho 31 anos e 12 anos de casada.

Depois de ler vários desses RELATOS, me deu uma vontade louca de contar a mais gostosa experiência erótica que tive em minha vida.

Me casei bem novinha, meu marido foi meu primeiro e único homem. Eu nunca tinha tido nenhuma experiência sexual com outro homem, mas a curiosidade e a vontade sempre estavam presentes nos meus desejos.

Meu marido, depois que atingiu um cargo mais elevado no trabalho, ficou muito ausente, e para amenizar as noites de solidão, eu entrava em salas de bate papo, mas nunca levei nada a sério, era só brincadeira mesmo.

Até que um dia, numa sala de bate papo, respondi para um homem, o Gustavo (36 anos e recém separado). Foi paixão à primeira teclada! Descobrimos várias afinidades e muita coisa em comum, inclusive que ele morava em minha terra natal, e frequentava os mesmos lugares que eu frequentava quando eu era adolescente.

Logo na primeira vez que falei com ele na sala de bate papo, não resisti tanta afinidade e dei meu telefone, e nosso interesse um pelo outro aumentou mais ainda quando ouvimos a voz um do outro. 

Depois desse dia ele me ligava diariamente. Viramos confidentes. Eu falava para ele meus segredos íntimos, sobre nunca ter transado com outro homem, a vontade de saber como era, até a vontade que eu tinha de fazer sexo anal, mas que nunca tinha conseguido com meu marido.

Um belo dia, pela manhã, meu celular tocou, era o Gustavo.

– Cintia, viajei a noite toda para estar em sua cidade. Estou aqui hospedado no hotel tal… vem me ver! – ouvi ele dizer ao telefone.

Minhas pernas ficaram trêmulas, e eu não sabia se ria ou chorava. O nervosismo tomou conta do meu ser, e falei para ele que eu iria levar meus filhos para a escola e depois me encontraria com ele.

Minha cabeça entrou em parafuso, ao imaginar que eu iria encontrar com uma pessoa que nunca tinha visto na vida, em um quarto de hotel. Mas tomei coragem e fui.

Quando o elevador foi chegando ao andar que ele estava, meu corpo todo tremia, e eu mal conseguia raciocinar. Apertei a campainha. Ele abriu a porta, e vi um homem bonito, 1,70m ou mais de altura, uns 80kg, musculoso, olhos penetrantes. 

– Entra, Cintia!!! – ele disse, pegando na minha mão. 

Sentido o meu nervosismo, ele me deu um abraço bem apertado, e isso fez com que a tremedeira parasse. Em seguida conversamos um pouco e ele sempre dava um jeito pra eu andar um pouquinho pelo quarto, e logo senti seu olhar avaliando meu corpo, que modéstia a parte é muito gostosinho. 

Sou morena, 1,60m de altura, 55kg, cabelos longos, corpo malhado, seios fartos, bumbum empinado, marquinha de biquíni, e eu estava com um vestido bem justinho que dava para ver as curvas do meu corpo. Senti meu corpo se arrepiar com aquele olhar que me penetrava até a alma.

Ele me encostou na parede e me deu um longo beijo. Nossas línguas se encontraram e se acariciaram num beijo cheinho de desejo.

– Cintiaaaa… você não precisa fazer nada que não queira, meu amorrrr… – ele sussurrou no meu ouvido. 

– Eu quero fazer tudinho que sempre falamos pelo telefone… – eu sussurrei no ouvido dele.

Nesse momento ele me pegou no colo, me deitou na cama e ficou por um instante me admirando. Só o olhar dele já me encheu de tesão.

Depois de alguns minutos ele tirou sua camisa e vi aquele peito musculoso e peludinho. Que delícia!!!

Ele me beijou novamente, abriu meu vestido e delicadamente foi tirando minha roupa, e me deixou só de calcinha e sutiã.

Ele parava e me olhava como se eu fosse uma Deusa, parecia que ele não acreditava no que estava olhando. O desejo tomou conta da gente. Rapidamente tirei a calça dele, tirei a cueca e admirei aquele corpo gostoso na minha frente. Pedi para ele se deitar, beijei sua boca, fui descendo pelo pescoço, queria sentir o gostinho de cada pedacinho da sua pele.

Chupei seu peito e minha língua foi descendo pela barriga, pulei seu pênis e fui para as coxas, mordiscando, e ele gemia de tesão.

Lambi toda sua perna, a parte interna das coxas, sentia aquele corpo se contorcer de tanto tesão.

– Você quer que eu chupe seu pau, meu gostoso?? – perguntei sussurrando no ouvido dele.

– Simmmmm!!! Queroooooooooooo!!! – ele soltou um grito.

Peguei aquele pau maravilhoso e passei a língua em sua cabecinha. 

É assim que você quer? Me fala!! É assim? – eu perguntava enquanto dava beijinhos na cabeça da rola dele.

– Simmmmm, Cintiaaaaa!!! É assim mesmo que eu querooooo!! Não paraaaaa!! – ele falou gemendo. 

Eu molhava bem minha língua e continuei passando na cabecinha, sentindo cada pedacinho. Seu pau latejava em minhas mãos. Eu passava minha língua por todo o seu comprimento. Finalmente alinhei a cabecinha na boca e engoli seu pau inteirinho. Comecei um vai e vem alucinante, e ele delirava de tesão. 

Eu chupava com força aquele pau que tantas vezes imaginei me comendo. Eu chupava suas bolas, enquanto batia uma punheta para ele bem de levinho para ele não gozar. 

Quando ele estava quase enlouquecendo com minha boca, ele pediu para que eu me deitasse e retribuiu tudo que fiz. Meu deussssss!!! Primeiro ele contemplou meus seios fartos, segurou os dois e chupou meu biquinho durinho, de um lado e depois o outro.

Pedi para ele colocar seu pau entre meus seios e movimentei, num vai e vem bem gostoso. Depois ele foi descendo com a língua, passou pela minha barriga, enfiou no meu umbigo, até ir de encontro com minha xaninha. Delicadamente ele abriu os grandes lábios, e me presenteou com aquela língua maravilhosa, e me chupou como eu nunca havia sentido. 

Ele chupava meu grelinho e, enquanto isso, enfiava o dedo no meu buraquinho. Eu já não aguentava mais, queria sentir aquele pau me devorando. Implorei para ele me possuir.

Ele ficou em cima do meu corpo e me olhou dentro dos olhos.

– Isso é o que mais desejo em minha vida, Cintia… possuir você… sentir essa bucetinha gostosa… – ele falou, colocou o pau na portinha da minha bucetinha e numa estocada forte, me penetrou violentamente.

– Ahhhhhhhhhhhhh!!! – soltei um grito de tesão. Eu nunca tinha sido possuída daquela forma. Ele dava estocadas fortes na minha xaninha como se fosse entrar dentro do meu ser.

– Era assim que você sonhava em ser comida? Fale!! – ele metia bem gostoso e sussurrava no meu ouvido.

– Simmmmm… era assim mesmo!!! Enfia mais esse pau gostoso… enfia bem fundo e bem forte… mete, gostoso… meteeeee na minha bocetinhaaaaa… aiiii… aiiii – eu gritava descontrolada.

Às vezes ele parava de meter e me olhava, acariciava meu rosto e novamente enfiava aquele pau enorme com toda força e dava estocadas que me faziam delirar.

Gozei muito naquele pau, como nunca havia gozado em toda minha vida. Ele controlava o gozo, e ainda não havia gozado uma única vez, até que ele sussurrou no meu ouvido:

– Quero realizar seu desejo e comer esse cuzinho virgem!! 

Nossaaaaa!!! Nessa hora meu corpo gelou pois eu nunca tinha conseguido fazer sexo anal com meu marido, por mais que ele insistisse nunca tinha dado certo.

Aí o Gustavo me virou de quatro, abriu minha bunda e começou a lamber meu cuzinho. 

– Ohhhhhhh!! Que gostosoooooo, meu amor… que lingua gostosaaaa… aiiii… ahhhhhh – eu me contorcia de tesão. Logo ele enfiou lentamente um dedo, depois mais um, e foi comendo meu cuzinho com o dedo, e sussurrava coisas no meu ouvido para eu relaxar ainda mais. 

Ele então me virou de lado, passou KY e colocou o pau na entradinha do meu cuzinho virgem. Em seguida ele foi colocando bem lentamente, e comecei a sentir dor e me contraí.

– Calma, minha gostosa… não era isso que você queria? Levar no cuzinho bem gostoso? – ele falou bem baixinho no meu ouvido.

Ele foi colocando e a dor ia aumentando. Meu deussss!!! Tive vontade de parar, mas o tesão era maior que a dor, até que seu pau entrou por completo e me acostumei com aquele volume em meu cuzinho.

Logo ele começou um vai e vem alucinante no meu cuzinho, e estreou aquele lugarzinho com um jeito de profissional.

O Gustavo dava estocadas fortes no meu cuzinho e o tesão tomava conta do meu ser. Ele não estava aguentando de tanto tesão e logo gritou:

– Vou gozar no seu cuzinho, Cintia!!!! Quero encher seu cuzinho com a minha porra…

– Ohhhhhhhh!!! Goza… goza… vou gozar também… agoraaaaaaaaaaa!! – dei um gemido bem gostoso e meu corpo se arrepiou todinho. 

Ao mesmo tempo soltamos um grito de prazer, e gozamos juntos, um gozo único, maravilhoso, que eu nunca tinha sentido. Que delíciaaaaaa!!!

Pedi para ele não sair de dentro do meu cuzinho. Pedi para ele ficar abraçadinho ao meu corpo, até eu sentir seu pau amolecendo dentro de mim.

HUNSAKER.

A SANTA E O AMIGO DA ACADEMIA…. (Paciente 14639)

A vida é uma peça de teatro

que não permite ensaios.

Por isso, cante, chore, dance, ria

e viva intensamente,

antes que a cortina se feche

e a peça termine sem aplausos.

IGOR HUNSAKER.

Sou casada há 20 anos, e sempre respeitei os princípios básicos do casamento. Até que um dia, tudo foi por água abaixo. 

Nesse dia, meu marido acabava de sair para o trabalho, quando a campainha tocou. Fui atender pensando que meu marido havia esquecido alguma coisa e sem olhar pelo olho mágico, abri a porta e tomei o maior susto. Não era ele, e sim um amigo nosso da academia.

Ele se chamava Paulo, tinha 28 anos, modelo fotográfico, mais ou menos 1,85m de altura, moreno jambo, bonito e malhadíssimo. Ele estava com uma bermuda e camiseta regata e logo foi dizendo que só tinha ido tomar um café, pois iria pra academia malhar um pouco.

Eu estava com uma camisolinha de seda curta e decotada e tentei fechar a porta dizendo que precisava me trocar. Mas ele empurrou a porta dizendo que estava com pressa e que eu não precisava me importar. Ele entrou e eu insisti em querer me trocar, mas ele me pegou pelos ombros e me conduziu para a cozinha pedindo que eu fizesse logo o café, pois ele tinha que ir pra academia.

Eu estava tão nervosa que ao colocar o café no coador, derrubei tudo na pia e no chão. Me agachei pra limpar tudo e ele se pôs à minha frente pra me ajudar e vi que ele ficou admirando meus peitos totalmente à mostra, devido à posição que eu me encontrava.

Fiquei totalmente desconsertada com a situação e me levantei rapidamente, pus mais pó no coador, coloquei a água pra passar o café e quando pensei em me virar, me senti fortemente abraçada por trás pelos seus braços fortes e longos.

Tentei me esquivar, mas não consegui. Como sou baixinha e ele era muito alto, eu sentia seu pinto acima da minha bunda, duro, quente. Fiquei petrificada! Ele me abraçava fortemente contra seu corpo e suas mãos me apertavam os peitinhos, fazendo carícias nos meus mamilos, que a essa altura estavam durinhos de tanto tesão.

Perdi a noção das coisas, do casamento, da família, de tudo. Eu estava completamente entregue àquele homem! O Paulo passou a beijar carinhosamente meus cabelos e foi descendo para a minha orelha, enfiando sua língua quente, o que me deixou mais doida ainda.

Ele beijou e chupou minha nuca enquanto apertava meus seios totalmente duros. De repente ele me virou de frente pra ele e enfiou sua língua quente e grossa na minha boca. Minhas pernas tremiam enquanto suas mãos percorriam minhas costas até chegar na minha bunda.

O safado puxou minha calcinha, até ficar toda enterrada na minha bundinha, enquanto acariciava minha bunda e falava algumas besteiras no meu ouvido. Logo ele me ergueu, me colocou sentada na pia e enquanto ele me beijava, baixou as alças da minha camisola e começou a mamar meus peitos.

Eu já estava completamente perdida quando ele me puxou pra frente, tirou minha calcinha e caiu de boca na minha bucetinha toda molhada. Eu beijava seu peito todo quando ele tirou a bermuda e quase morri de medo quando vi o tamanho do pinto dele.

Meu deussss!! Era muito maior e mais grosso do que do meu marido e enquanto eu pensava, ele envergou aquele caralho na frente da minha buceta encharcada e começou a penetrar aquela cabeçona.

– Ohhhhh!!! Está me rasgando todaaaaa, Paulo!! – falei quando senti uma forte dor, mas que depois de entrar a cabeça, senti um enorme calor invadindo minhas entranhas.

Foi maravilhoso e quando me dei conta, ele já tinha enfiado tudo até sentir seu saco bater na minha bunda. Não sei como aguentei. Acho que foi porque eu estava molhada demais. O pau dele entrou rasgando, mas entrou tudo e passei a sentir um prazer imenso sentindo aquele enorme caralho dentro de mim.

Ele então me levantou e eu entrelacei minhas pernas na sua cintura, enquanto ele socava profundamente sua pica em mim. Gozei como uma louca e pedia mais, quando senti minha gruta sendo inundada pela sua porra intensa e quente.

– Meu deussss, Pauloooo!!! Você gozou dentro de mim?!? – falei e por um momento fiquei assustada, ao perceber que minha xoxota estava cheia de porra de outro homem.

Me levantei rapidamente e fui tomar um banho na suíte, enquanto ele foi para o banheiro social.

Quando sai do banho eu o encontrei deitado em minha cama, nu e com aquele pinto colossal completamente duro. Não resisti e abocanhei aquele enorme caralho. Não cabia tudo na minha boca mas ele conseguiu enfiar até a minha goela e quando ele estava pra gozar, ele tirou da minha boca, me virou de bruços e me deu um belo banho de língua.

Ele ia me lambendo da nuca até a buceta, passando pelo meu cuzinho, que já estava piscando de tanto tesão. De repente senti seu pinto tentando entrar no meu cuzinho, mas como eu não conseguia dar nem pro meu marido, que era a metade do tamanho dele, convenci de que seria impossível e ele acabou desistindo, pois ele tinha que ir pra academia.

Mas ele prometeu que iria voltar e arrombar meu cuzinho quase virgem. Mas não saiu antes de gozar na minha boca, me fazendo engolir tudinho, sem escorrer uma gota. Isso tudo ocorreu há um mês e nunca mais o vi, nem na academia. Às vezes imagino se ele está com medo do meu marido.

Meu marido por enquanto nada sabe, mas eu gostaria muito que o Paulo comesse meu cuzinho, que está piscando até hoje, com muita vontade de ser arrombado por um pênis bem grosso e duro.

HUNSAKER.