Mês: janeiro 2017

ALGUMAS SANTAS NÃO SE DEIXAM ROUBAR… SERÁ ?

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Semana passada adentrei na intimidade de uma paciente. E fiquei surpreso em saber que ela ainda pratica algo tão antigo quanto o casamento moderno.

Ela é gerente de uma rede de loja da cidade. A cidade é pequena, assim, a rede de loja também é pequena, todavia, é ela a gerente de lá, e ela confessou:

– Quando eu preciso, eu roubo dinheiro na carteira de meu marido.

– É mesmo? E desde quando?

– Desde sempre! Mamãe fazia assim com papai. Eu faço também com ele. O dinheiro que tá na carteira é dele. Eu sou mulher dele, também é meu! – Justificou-se

Este comportamento, é comum neste nosso mundo,  cercado de tecnologias, cheio de mulheres inteligentes, independentes, bem sucedidas.

Sei que muitas colegas, leitoras e amigas pensarem que não, e recriminar tal ação. Mas, é assim que acontece.

Outra curiosidade que descobri conversando com ela, é a maneira “antiga” como ela trata o marido. Certamente, também herança do comportamento da mãe .

– Eu vasculho tudo dele. Carteira, Face, MSN, bilhete no bolso, marca de batom.

Ela faz marcação forte e direta sobre ele.

– Homem é assim mesmo. E mulher também. Se eu pego “neguinha” rodeando ele, eu rodo a baiana, e até deixo ele de castigo. Faço “beicin“ de choro!

É curioso como “cada um é cada um” neste mundo. Ela age assim. Vez em quando vai passar uns dias na casa da mãe. Faz teatro. Demonstra irritação. Faz “briga”, …  faz tudo para manter o relacionamento. Age de forma emocional, passional, racional para chegar ao lugar onde estava.

As vezes é sério. As vezes encenação. As vezes usa a verdade, noutros casos, mente. Usa tudo que é lícito e ilícito. É democrática e ditadora. Mas, faz tudo para manter o marido dentro do seu cercado, e evitar a entrada de outra nos seus domínios.

– Sai pará lá, que este marido é meu!

São mulheres que foram ensinadas a ser responsáveis por seus maridos. Se eles lhes são infiéis, elas se irritam, e correm para fechar as brechas e acabar com os motivos que facilitaram a escapulida, e ou eliminar as razões que ele teve para ir atrás da sirigaita.  Por outro lado, se são elas quem vem atrás do homem dela, ai a coisa fica feio para aquela que pensou que poderia aproveitar-se dele, bem como, pensou que poderia engana-la tomando-lhe o marido.

– Mulher descarada eu pego pelo cabelo. Se não for assim, eu perco meu marido.

Este sentimento de posse, esta nomenclatura “meu marido” é levado a sério, e defendido de forma agressiva, e também passional, com todos os cuidados que mulheres do tempo de minha mãe tinham.

Elas defende o seu direito de esposa como um traficante defende a boca de fumo.

O mundo mudou.

As ciências evoluíram, mas, o relacionamento homem e mulher em muitos aspectos, em muitas regiões, muitas famílias, não mudou, e percebo, que nunca acabará.

IGOR HUNSAKER.

A SANTA ASSALTANDO A IRMÃ… (Paciente 1596)

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Sera que tenho distúrbio?

Tenho uma irma e tenho dois sobrinhos que agora são meus enteados…

Bom o casamento dela nunca foi la essas coisas…

Meu marido que na verdade era o meu cunhado chegava em casa e ela nem ai…

E homem você sabe é terrível…

E eu não sei se fiz certo mais não consegui evitar…

Fiquei com ele muitas vezes, eu sei que fiz errado mais fazer oque o tesão falou mais alto…

E resultado, ele largo ela e esta comigo agora…

E diz ele que se sente muito feliz…

As vezes eu me sinto mal…

Mas na maioria das vezes me sinto realizada porque faço ele feliz, e alem disso sou bem nova tenho só 29 anos e ele 39, minha irma e minha família não conversam mais comigo…

Mas fazer o que ninguém mandou ela ser sonsa e esquecer do marido!!!

Sera que eu sou normal?

Se eu fosse sua irma você me perdoaria ?

Eu amo minha irma mas e não obriguei ele a ficar comigo…

Ele gostou e estava carente , fazer o que ??

HUNSAKER

SANTA MEXENDO NO “PORQUINHO” DO MARIDO… (Paciente 12374)

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Há alguns anos, digo desde 2005 venho roubando dinheiro do cofre de meu esposo, no começo roubava para manter uma relação com um amante que durou 3 anos, e depois que tudo terminou com esse amante, continuei a roubá-lo mas dessas vezes para meu luxo, roupa, sapato, celular, e etc…

Temos 20 anos de casados eu trabalho, temos 2 filhos 17 e 12 anos.

Hoje ele resolveu me pressionar pois sei que ele já percebia que o roubava, eu não neguei confessei que sim…

Então ele quer a separação, sei que ele tem toda razão, mas quero deixar aqui e o que me incomoda é porquê tantos anos ele resolveu me pressionar agora, sei que não tenho esse direito estou errada mas também sei que ele me ama muito, mas confiança é a base do casamento que é questão de tempo para ele ir embora ou me mandar embora…

Como devo agir tomo eu essa decisão de ir embora logo ou aguardo que ele resolva tudo?

HUNSAKER

SANTA ROUBANDO O MERCADO… (Paciente 25862)

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Conheci o FULANO quando fui trabalhar como caixa no mercadinho da cidade. Ele era casado e tinha um filho dois anos mais novo do que eu. Nessa época, eu só olhava pra ele como patrão, até porque a mulher dele trabalhava comigo e era minha amiga.

Um ano depois, chegaram as minhas férias. Eu tinha terminado um noivado de cinco anos. Quando estava fazendo aula na auto-escola, acabei encontrando o FULANO na rua. Até então, a gente só se encontrava no trabalho. Nesse dia, ele me chamou pra tomar uma cerveja. Aceitei.

Foi bem legal. Durante a conversa, ele disse que tinha terminado o casamento. Começamos a nos aproximar, e notei que ele começou a me olhar de um jeito diferente, com mais carinho… Não teve jeito: começamos a sair, e logo estávamos namorando.

Dois meses depois, engravidei.

Ixi, foi uma confusão danada! Como moro numa cidade pequena, o pessoal logo começou a falar… Diziam que eu tinha roubado o marido da outra, que eu era isso e aquilo. Logo descobri que quem estava falando mal de mim pelos cantos era ela, a ex!

Ah, isso eu não agüentei! Eu já tinha saído do mercadinho pra não criar mais confusão com ela. Mas a mulher gostava de uma intriguinha. Eu sabia que ela estava me chamando de vagabunda e colocando todo mundo contra mim. Ela até mandava recado dizendo que se eu passasse na frente dela, ia ter briga.

Dei um corretivo nela como vingança

Esperei bastante, até o dia em que a encontrei no bar com um amigo e o meu marido. Sim, porque agora o FULANO era meu marido! Eu estava morando com ele, grávida de dois meses do nosso primeiro filho. Quando vi aquela cena, não deu: o sangue subiu à cabeça. Peguei um copo de cerveja, joguei na cara dela e parti pra cima. Dei uns safanões mesmo! Ela merecia, estava me provocando demais…

Foi meu marido que me tirou de cima dela: eu estava dando uns tapas pra valer! Juntou gente, a cidade toda comentando o bafafá, e eu nem liguei. Agora a gente não se fala mais, mas pelo menos ela parou com essa história de dizer que eu não presto! Não tenho culpa se o FULANO está mais feliz com a funcionária do que com a patroa!

Depois da separação, ele deixou o mercadinho pra ela e abriu outro pra nós.

Não sou mais caixa, mas cuido de tudo.

É até uma piada nossa.

Quando brigamos, ele diz: “Olha o vidão que você tem hoje…”.

Mesmo com a diferença de idade — 23 anos — somos um casal que se dá bem, no trabalho e em casa.

HUNSAKER.

SER MÃE (engravidar)… A MAIOR INVEJA DE MUITOS HOMEM !!!

MÃE E FILHA

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ESPELHAM-SE EM SUAS MÃES?

TÊM EM SUAS MÃES MODELOS?

Eu considero ter a mãe como modelo um comportamento totalmente saudável e demonstra que há bom vínculo entre mãe e filha. Vejo que um modo eficaz de aprendizado seria cópia de comportamentos. Acho interessante que as mães saibam que quando querem que suas filhas façam algo elas podem fazer primeiro – costuma ser uma forma mais eficiente do que mandar que faça alguma coisa.

COMO ESTIMULAR A FILHA A EXERCER SUA AUTENTICIDADE?

Não há receita pronta, talvez ensinar o gosto pelo risco ou, demonstrar à filha que treinamos algum estilo pessoal repetindo o que viu na mãe mas que só percebemos o que realmente cabe em nossa personalidade quando experimentamos coisas novas e aí decidimos o que tem a ver conosco.

DESDE QUAL IDADE NA QUAL A MÃE DEVE ESTIMULAR QUE A FILHA DESENVOLVA SUA PRÓPRIA PERSONALIDADE?

Não acredito que haja uma idade para iniciar, talvez desde sempre. Respeitando o ritmo dela, percebendo quando ela demonstra algum interesse para incentivar que explore estas novidades. Permitindo que se relacione saudavelmente com outras pessoas e as use como referencia também. Não sendo possessiva nem controladora.

HÁ FILHAS QUE FAZEM O OPOSTO DA MÃE EM TUDO?

Os filhos costumam ter seus pais como referencia seja para fazer igual ou o oposto. Quando se opõem talvez estejam demonstrando que não aprovam algo nesta mãe. Pode estar desaprovando algo diretamente relacionado ao comportamento ao qual se opõe ou pode estar reprovando outra atitude, aparentemente sem relação, mas encontrou esta forma de se expressar. Pode ser um jeito de dizer “não gosto de algumas coisas em você e quero que preste atenção em mim, pois tenho muito a dizer só não estou conseguindo fazer de forma direta”.

QUANDO A MENINA TEM COMO MODELO ALGUÉM QUE A MÃE NÃO GOSTA?

Não há resposta pronta que se encaixe em todas as famílias. Talvez a mãe deva ser mais forte que esta pessoa quanto a passar informações e valores. As crianças costumam se interessar por modelos que tenham uma mensagem emocionalmente forte, o problema é que às vezes esta mensagem é negativa.

Em casos mais difíceis um psicólogo pode ajudar através da orientação de pais.

IGOR HUNSAKER

A SANTA E A FILHA DE “OUTRO MUNDO”……(Paciente 6779)

TER UMA FILHA LÉSBICA…

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Você nunca quis que eu fosse lésbica.

Você nunca quis que eu fosse Advogada .

Você nunca quis que eu fosse gorda.

Você nunca quis que eu morasse longe.

Você nunca quis que eu tivesse cabelo colorido e curtinho.

E veja só você no que foi que eu me tornei: naquilo que você não queria.

E isso não foi escrito com ironia, mãe.

Eu sou subversiva por natureza, percebe?

Não faço de propósito, é que eu acredito em mim dessa forma, só assim me sinto bem, forte suficiente pra vencer toda essa muralha de desafios que eu tenho pela frente.

HUNSAKER.

A SANTA LEVANDO A FILHA AO INFERNO…(Paciente 5578)

 

Meu marido Ramón é professor de literatura viajou por uma semana. Foi participar de um congresso em Salvador. Ficamos eu, Márcia e minha filha Larissa em casa. Ambas estávamos de férias e não tínhamos muita coisa para fazer, a não ser cuidar da casa, assistir TV, e brincar de alguma coisa ou outra.

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Tenho 45 anos. Sou casada há 16 com Ramón, que tem 44. Tivemos uma filha linda antes de nos casarmos, mas não casamos só por isso. Foi porque nos amamos mesmo. Larissa hoje tem 21 anos e está uma mocinha linda. Ela não tem namorado mas já não é virgem. Transou com o primeiro namoradinho dela, há dois anos. Nós falamos sobre sexo abertamente, e isso é ótimo para nossa relação. Ela me conta tudo que se passa na vida dela. Ou pelo menos, bastante. Também acho que falando abertamente, é mais fácil para dar conselhos e ajudar a evitar problemas. Larissa é realmente uma menina graciosa, que chama atenção dos garotos. É o que podemos chamar de uma patricinha. Adora se vestir bem e com roupas de grife. Tem vários tamanquinhos, sandálias, tênis, saias, mini-saias, vestidos, blusinhas, tops, casaquinhos, jóias, enfim, toda sorte de roupas da moda. Mas também é uma garota inteligente. Sempre tirou notas boas na escola e fala muito bem. Ela me puxou muito, fisicamente. É baixinha como eu, 1,57, bem magrinha, apesar de ter um físico mais enxuto, afinal ela já malha há 1 ano. Tem os pés e as mãozinhas bem delicadas, é loira, de olhos verdes. Não é ainda uma mulher formada, mas já tem os trejeitos. Tem os dentinhos perfeitos (também, o que se gasta com dentista nessa casa…)e cabelos longos, que não corta há 3 anos. Bem lisinhos e cuidados até excessivamente.

Ela é muito parecida comigo. Mas eu não sou tão magrinha. As marcas da idade já começam a aparecer. Tenho o bumbum maior do que o dela e também meus cabelos são mais curtos. Sou mais alta, tenho 1,60. A nossa principal diferença é em relação ao modo de vestir. Nunca fui muito de vestir roupa de marca. Fui hippie nos anos 80 e vestia roupas “natureba”, saiões, camisetas, sandálias. Hoje já me visto melhor, até por causa das exigências profissionais. Sou jornalista e trabalho na TV de nossa cidade (São Gonçalo, RJ). Abuso do salto alto, uso muita meia calça e saias comportadas, assim como as blusas e palitozinhos.

Não vou falar muito sobre meu marido. Ele é um sujeito normal, que não chama muito a atenção. Tem, 1,80, moreno, não muito magro, tem uma barriguinha, cabelo curtinho, e tem um belo sorriso. Nosso casamento sempre foi ótimo. Com crises, é claro. Mas qual casamento não enfrenta crises? Nunca nos traímos, pelo menos eu não o fiz. E tenho certeza que ele também não.

No entanto, já há algum tempo faltava alguma coisa no casamento. E depois de pensar muito, cheguei a conclusão que era sexo. Fazíamos sexo sempre. No início era uma loucura. Nossa vida sexual era intensa. Até que não mudou muito. Mas principalmente para ele. Para mim mudou. Mudou porque caiu na mesmice. Sabe, transar com uma pessoa só por 16 anos me enjoou. Não estou dizendo que isso é regra. Estou dizendo que aconteceu comigo. Ramón é bom de cama, têm fôlego, mas eu passei a ter vontade de experimentar algo diferente.

Há cinco anos, comecei a trabalhar na filial da TV Globo aqui. E um dos jornalistas que trabalham conosco sempre me chamou a atenção. Guilherme é um homem muito bonito, bem alto (1,87), moreno, sempre bem penteado e com uma voz impressionantemente grave. Não é malhado, mas tem o corpo e os braços fortes. Tem 29 anos, e um talento incrível. Quando eu cheguei ele estava saindo da faculdade. Nem sei como ele ainda trabalha aqui.

Sempre tivemos uma relação profissional e ficamos amigos. Nunca pensei em nada demais com ele. Só que ele se separou de sua namorada há algum tempo. O pessoal do jornalismo sempre sai junto para bares, pizzarias e churrascarias. Claro que eu sempre saí com meu marido junto. Raramente fui sozinha para esses encontros. Mas todos ficamos mais próximos e conheci um pouco da vida de Guilherme.

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Não vou entrar muito em detalhes de como eu comecei a trair o meu marido. Mas já faz mais ou menos 5 meses que venho transando com Guilherme. Não é o homem perfeito para mim. Meu marido para mim é mais homem do que ele, não fosse por causa do sexo. Ele é bem melhor que meu marido na cama. Mais agressivo, me faz me sentir mais mulher. É dominador e tem um fôlego impressionante. Já cheguei a gozar 10 vezes, com ele. Sempre me chamou a atenção o tamanho do pau dele. Quando fui pela primeira vez para a cama com ele, até eu ver o tamanho da ferramenta, eu não tinha certeza de que queria fazer aquilo, apesar do envolvimento crescente. Só que quando vi aquele pinto, fiquei louca e decidida. Queria sentir aquilo. Uma coisa diferente. Um homem novo, uma pica grande e grossa. Era realmente impressionante. Só disfarçava porque usava terno, no jornalismo. Aquele cacete me fez muito feliz nesses 5 meses. É cumprido, quando eu medi, a régua que tinha em mãos não deu. São 27cm. A grossura é uma coisa louca também. O mais importante, sempre achei que foi a grossura, mas ver aquela pica imensa já me dava tesão. É um pouco torto para a esquerda e nunca aponta pra cima. Sempre pra frente. Tem uma cabeça roxeada e também enorme, um pouco mais grossa que o corpo. Bem.. É uma loucura.

Como disse, meu marido viajou por uma semana. Achei que essa seria uma ótima oportunidade para dar pro Guilherme aqui em casa, mesmo. Minha filha sempre ia para a casa de amigas, à noite, então não haveria problema. Nos dois primeiros dias, tudo ocorreu normalmente. Guilherme veio para cá, preparei até janta pra ele, e ele me deu a habitual surra de pica que costumava me dar. Depois eu limpava tudo, inclusive a enorme quantidade de esperma que ficava por todos os lados, porque ele gozava muito, também, e minha filha vinha de volta pra casa.

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Só que no terceiro dia, Larissa veio para casa mais cedo. Eu já tinha acabado de dar para o Guilherme, felizmente. Então ela não viu nada. Eu estava na sala com ele, abraçada, mas como a casa é grande, deu pra ouvir o barulho da porta batendo e disfarçar. Ela chegou e me viu com ele. Nos cumprimentou mas não falou nada demais. Ambos já estávamos vestidos, então ela não percebeu nada. Depois eu pedi para Guilherme ir embora e ele foi. Já eram umas 20hs. Minha filha me chamou no quarto dela e perguntou: “Mamãe, quem era ele?” Ah, um colega de serviço. Ele veio porque tinha ficado de me dar umas matérias”. Só que ela me chamou de mentirosa e me mostrou uma camisinha usada que estava no chão do quarto e um jato de esperma, no chinelinho dela. . Eu havia me esquecido disso. Era a primeira vez que dava para Guilherme no quarto de Larissa. Limpei o resto todo mas esqueci de lá. Então ela disse: “Você não tem vergonha na cara? Está traindo papai?” Eu disse que precisávamos conversar e ela começou a chorar. Não é fácil para uma filha ver isso acontecendo. Então eu disse que precisávamos conversar. Peguei um copo d’água na cozinha e trouxe para ela se acalmar. Eu tenho muito crédito com minha filha. Ela confia e gosta muito de mim. Senão não me escutaria como escutou.

Eu expliquei pra ela tudo o que aconteceu. Contei toda a verdade. Que ainda amava o Ramón, mas que o Guilherme era melhor na cama. Que eu tinha certas necessidades e que queria experimentar coisas novas. Também admiti que errei, porque traí a confiança de Ramón. Ela entendeu. Mas ficou um dia sem falar comigo. Achei que ia ser para sempre, mas acabou que no outro dia (Já era o quinto dia de viagem de Ramón), ela veio falar comigo, me pediu desculpas por ter me xingado e apesar de estar zangada por ter traído papai, ela não poderia ficar brigada com a mãe. Combinamos de não falar nada a Ramón, porque eu prometi a ela que nunca mais iria traí-lo novamente. Foi só uma coisa física, passageira e nunca aconteceria de novo. Ela concordou. Seira melhor, afinal, o casamento não terminaria. O fim do casamento dos pais é um impacto muito grande para uma mocinha.

Bem.. Passamos um dia normal, após isso, apesar de eu ainda estar um pouco constrangida. Almoçamos juntas, conversamos e rimos bastante. Mais à noite, então, estava preparando algumas matérias no meu quarto quando minha filha chegou e disse que queria me perguntar uma coisa. Eu disse: “Claro minha filha”. “Mas, é uma coisa diferente, não fica com raiva de mim”. “Anda logo, pergunte!!!!” “Tá bomMamãe, porque a camisinha daquele homem era tão grande? Naquela hora que eu peguei, eu achei diferente, olhei pra ver e era maior que meu ante-braço”. Eu gelei, mas como era muito sincera com minha filha, respondi. “Ahm.. Er… É que o pênis do Guilherme é muito grande, Larissa, ele tem que comprar camisinhas especiais, porque as normais rasgam facilmente”. Ela ficou meio abobada, mas continuou me perguntando. “Mas daquele tamanho, mamãe?” “Sim, Larissa”. “Mas não dói?” “Doeu um pouquinho no início, mas depois que acostuma, é muito melhor. Um pênis grande pode provocar muito mais orgasmos nas mulheres”. Ela não era boba, então sabia do que eu estava falando. Senti que ficou um pouco desconcertada. Então conversamos bastante sobre o assunto. Tamanho do pau. Eu disse a ela que sempre achei que tamanho não importava, mas que depois que experimentei, não consegui mais largar. Ela contou dos namorados que teve, que foram normais. Mas tudo sem baixarias, de forma até um pouco formal. Fomos dormir mais cedo naquele dia.

No Sexto dia, logo pela manhã, Guilherme ligou pra cá e Larissa atendeu. Eu senti que ela tremeu quando ele disse quem era. Foi aí que percebi o quanto excitada ela estava com isso. Não podia acreditar. Minha filha estava afim do meu amante. Combinei de sair com o Guilherme, mas não disse para a Larissa. Só que ela ouviu tudo e me perguntou se eu não ia cumprir o trato. Tive que ligar e desmarcar tudo, afinal minha filha era mais importante que meu amante. Só que pela tarde minha filha me contou que tinha ficado muito curiosa com aquela história toda. E perguntou para mim se não poderia ver de perto o pinto do Guilherme. Discutimos feio. Falei que ela não podia se meter nisso e que não era certo, mas eu não tinha moral nenhuma para falar, afinal quem fez alguma coisa errada foi eu. Depois acabamos conversando de forma normal de novo, e apesar de eu me negar, pensei que não teria nenhum problema satisfazendo essa curiosidade da minha filha.

Remarquei com o Guilherme e chamei para ele vir à casa de noite. Contei tudo pra ele. Ele ficou um pouco atordoado, mas é claro que se interessou. Afinal não é todo dia que ele encontra uma moça jovem e bonita como minha filha e tem oportunidade de mostrar o pintão pra ela. Ele chegou na hora combinada e nós estávamos esperando. Não vestimos nada de muito especial. Ela como sempre. Com uma calça jeans, modelo pescador, tamanquinho de tira transparente e top. Eu de vestido verde, leve, florido e sandálias. Foi um pouco constrangedor quando ele chegou.

Estava de calça jeans pela primeira vez em nossos encontros e percebi porque ele não a usava muito ficava certinha a marca do pau dele, caído pro lado esquerdo. Minha filha não reparou. Nós três fizemos um lanche que eu preparei e conversamos um pouco. Os três estávamos um pouco nervosos. Então minha filha me deu um toque e um olhar como que me pedindo para ver. Então eu falei para os Guilherme, com minha filha do lado: “Olha, Guilherme, eu já te falei mais cedo, que queria que você fizesse aquilo, para minha filha ver. Mas que fique claro que é um pedido de amiga e não de amante. E que nada mais vai acontecer.” Larissa ficou vermelhíssima de vergonha, mas Guilherme perguntou: “Vai ser aqui mesmo, agora?” Eu disse: “Sim, pode ser” Larissa sentou no sofá e do outro lado, no outro sofá, ele levantou. Também estava com um pouco de vergonha, mas aposto que estava adorando. Ele baixou a calça e ficou só de cueca, e já deu pra ver a marca, enorme, do pinto que já estava duro. Depois ele baixou a cueca, rapidamente e saltou pra fora aquela cobra. Estava a ponto de bala. Tão dura que apontou pra cima (foi a primeira vez que eu vi). Minha filha deu um gritinho e pôs as mãozinhas na boca, de perplexidade.

Depois de um tempo olhando, ela perguntou fez algumas perguntas pro Guilherme. Perguntou se não incomodava, como ele fazia para se vestir. E se incomodava as meninas. Ele disse que não incomodaria se fosse uma menina como ela. Eu o repreendi duramente, mas ela adorou. Ela estava adorando ver aquele pau imenso ali na frente dela.

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Guilherme ficou completamente nu, só com a camisa. Só que eu chamei ele pra dentro e disse pra parar com aquilo. Mas brinquei e disse: “Você impressionou a Larissa, hem?” Ele disse: “Eu tenho certeza que ela quer experimentar. E eu também to doido pra sentir aquelas maos lindas neles. Você deixa?” Nós discutimos de novo e eu disse que era um absurdo, mas ele jogou sujo. Disse que contaria tudo ao meu marido e que tinha como provar que estava me comendo. “Você não seria capaz de fazer isso, vai me sacanear, agora?”.”Que que tem eu comer sua filha? Pode participar também. Depois eu vou embora e a gente termina se você quiser, para não te criar problemas”.

Então eu voltei pra sala com ele, que estava nu e aquele pintão balançando. Minha filha só olhava para ele, estupefata. Eu deixei os dois sozinhos na sala e fiquei espiando de longe. Eles ficaram. Começaram a se amaçar e ela já estava tocando o pau dele. Ficava ainda mais enorme comparado com as mãozinhas da minha filha. Eu estava determinada a impedí-la, pois achava que ia machucar Larissa. Afinal ela não estava tão acostumada a dar.

Quando ela levou ele para o quarto e fechou a porta, eu fui atrás , entrei e disse: “Filha, se isso tem mesmo que acontecer, vou te ajudar, pois não quero você machucada”. Então começamos a transar os três, em cima da cama da minha filha, com a foto do Ramón em cima da mesa de cabeceira. Comecei a chupar o pau do Guilherme com vontade, e comecei, meio que sem querer a ensinar a ela como fazia. Eu chupava a cabeça e largava o pau que balançava e batia na minha cara. “É assim que se faz, olha, tem que abocanhar a cabeça e ir usando a língua”. Chupei, chupei e disse: “Agora é sua vez”. A cabeça mal cabia na boca de Larissa, mas ela conseguiu. Ficava um pouco sem jeito, pois não tinha prática, mas Guilherme segurava sua cabeça, mexia nos seus longos cabelos. Ele então se levantou e começou a tirar a roupa dela. O top saiu rapidamente. Ele chupou os seios da minha filha, que são bem grandes, diferente de mim. Acho que puxou a avó. Eu tirei minha roupa também e me posicionei com as pernas abertas pra ele me comer primeiro. E disse: “Minha filha, olha como faz”. Ele meteu com facilidade, pois minha boceta já tinha se acostumado. Me comeu com força, fazendo a cama balançar, e me chamando de Marcinha Putinha. Minha filha morreu de rir. Entrelacei as pernas nas costas dele, arranhei sua bunda, gritei de loucura, e ele me comia com fúria. A piroca dele dava estocadas no meu útero. Minha filha olhando espantada.

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Ele saiu e disse: “Quero comer a putinha agora”. “Guilherme, deixa ela ficar por cima, porque não está acostumada”. Ele ficou sentado na cama, com a pica enorme apontando para o alto, e minha filha ficou de joelhos, com a bocetinha posicionada em cima. Eu ajudei a segurá-la e falei pra ela controlar, pra quando sentir dor ela parar, segurando na cabeceira da cama. O corpinho franzinho de Larissa parecia ainda mais frágil tentando sentar naquela rola enorme. Ela tremia toda. A bundinha suava. Ela não tinha tirado as jóias. Estava com uma pulseirinha e uma correntinha no tornozelo. Ela calça 35 e os pezinhos dela ficaram minúsculos perto dos pés enormes de Guilherme. Mas ela continuou forçando pra baixo. Entrou um pouquinho da cabeça, ela sentiu dor e pediu pra parar. Depois começou de novo. Já tinha entrado a cabeça toda e Guilherme fez uma puta sacanagem. Pegou ela pelo ombro e enterrou a pica até ela bater lá no útero da minha filha. Ela tremeu de dor, mas tenho certeza que gozou na hora, porque ficou meio bamba e saiu um líquido da sua boceta. Eu xinguei ele de filho da puta e mandei ele parar mas ela gritou: “Não, mãe!!!”

Ela perdeu totalmente o controle. Ele pegou ela pela cintura e fez ela cavalgar, às vezes lentamente, às vezes com força. Lógico que o pinto não entrava todo, mas deu remorço ver os lábios da vagina da minha filha totalmente esgarçados pra dar espaço pro cacete gigantesco. Ele encaixou ela na pica e facilmente mudou de posição, sem tirar. Comeu ela de papai e mamãe, e eu olhando tudo, toda hora perguntando se estava doendo. Ela gemia baixinho, dando uns gritinhos histéricos de vez em quando. Depois ela me disse que gozou duas vezes fazendo papai e mamãe. Um pouco depois ele virou-a de lado e comeu devagarinho a buceta de Larissa, tudo isso sem tirar. As pernas da minha filha tremiam de tesão. E confesso que estava morrendo de excitação eu também.

Então eu disse: “E pra mamãe, não tem mais”? Ele tirou a pica da minha filha na mesma hora e me agarrou. Me comeu de um jeito que nunca tinha me comido antes. Me jogou contra a parede, arrebitou a minha bunda e me comeu daquele jeito, de quatro. Eu gozei facilmente. Larissa enquanto isso estava atrás olhando e acariciando a bunda dele, que se contraia, a cada estocada. A cada hora ele se alternava. Comia Larissa, depois me jogava na cama e me esfolava.

Até que com uma hora, comendo as duas, ele resolveu comer o meu cú. Já tínhamos feito algumas vezes, e me acostumei. Mas ele não comeu a bunda da minha filha porque eu não deixe. Se dependesse dele, ela estava fodida. Ela viu o quanto doeu e resolveu não insistir. A vantagem do anal é que dá pra engolir o pau quase todo. Ela disse que ficou excitadíssima vendo o Guilherme comer minha bunda e ver o pau dele todo sumindo dentro de mim. Ele me comeu de todos os jeitos e não gozou. Eu e Larissa já tínhamos gozado várias vezes.

Era impressionante a potência do Guilherme. Nesse tempo todo, já eram umas 11 da noite, ele não perdeu a ereção nem um minuto. Nós perguntamos se ele não queria gozar, mas ele disse que não fazia questão. Ficamos um pouco deitados, mas fomos pro banho. Ensinei a minha filha como relaxar, pra melhorar um pouco o inchaço na buceta, depois de dar pra um pinto daquele tamanho. Rimos, comentamos do tamanho, do que ele fez. Foi uma situação diferente, mas divertida com minha filha. Ela disse: “Você tinha razão, tamanho faz diferença mesmo”. E rimos muito.

Depois voltamos e guilherme ainda estava peladão. Ele adorava mostrar aquela cobra imensa que tinha. Fomos fazer um lanche na cozinha. E sempre ele pelado. Larissa fazia brincadeiras sobre o tamanho daquela vara. Ele então também brincava, mandava ela parar de comer e mandar ela chupar um pouco. Coitadinha. Mal cabia nas suas mãos e boquinha. Mas ela chupava. Então ele teve uma idéia, enquanto estávamos comendo sorvete. Ele pegou a taça da minha filha e começou a se masturbar em cima dela. Ficamos excitadíssimas. Era uma coisa que nunca imaginamos. Comer sorvete com molho de porra. Ele estremeceu e gozou um jato forte na cara da minha filha, que estava próxima, mas depois se controlou e conseguiu gozar em cima do sorvete. Aos poucos foi se formando aquele creme espesso em cima do sorvete. Larissa estava espantada com a textura e a quantidade de esperma que saia. Ela morreu de rir. Depois que ele foi embora, que vimos que a mesa estava cheia de porra.

Nós comemos e sorvete enquanto ele nos chamava de vaquinhas gulosas. Nós comemos vagarosamente o sorvete, saboreando aquele gosto diferente da porra. Nos divertimos muito e morremos de rir. Depois ele finalmente vestiu a roupa e após uns beijinhos, foi embora. Falando que ligaria depois. Eu e minha filha combinamos que não íamos fazer mais aquilo. Afinal apesar de ter sido bom foi errado.

Só que ninguém é boba de desperdiçar uma pica daquela. E apesar de não termos dados juntas de novo. Ambas experimentamos ser comidas por aquele monstro mais algumas vezes.

Foi assim que traí meu marido.

E foi assim que meu amante comeu minha filha.

HUNSAKER.

UMA OPINIÃO DE QUEM NÃO TEM FILHA, MAS ANSEIA INTENSAMENTE TER…

Leia o desabafo de uma mãe desesperada que não consegue se entender com a filha adolescente. Esse é um conflito muito comum entre mãe e filha, e sempre é acompanhado de muita dor e sofrimento.

Neste e-mail vai o meu desabafo e meu pedido de ajuda, pois não tem sido fácil a relação com minha filha.

mulher-tristeTenho 40 anos, sou casada há 20 e tenho dois filhos, uma filha de 15 anos e um filho de 18. O meu filho já está na faculdade e trabalhando, minha relação com ele é normal. Ele é um menino amoroso e dedicado ao trabalho e aos estudos.

Meu maior problema se resume na relação difícil e descontrolada que tenho com minha filha. Simplesmente nós duas não conseguimos nos entender e eu já não sei o que fazer.

Se não fosse meu marido eu já teria mandado ela morar sozinha ou com os avós, vontade não me faltou.

Ela quer ter vida própria, não me escuta, não faz o que eu peço, não tem responsabilidade alguma, é muito respondona e rebelde. Além disso, não quer me obedecer e eu exijo obediência.

Ela é desorganizada, não posso contar com sua ajuda para nada.mae-e-filha-adolescente-discutindo

Eu fico me sentindo usada, explorada. Estou muito cansada desse tipo de conflito. Nunca tenho paz. Não passa um dia sem algum desentendimento.

Já tentei muitas estratégias. Não falar com ela. Deixar ela fazer tudo o que quiser sem cobranças. Mas nada disso melhora nossa relação.

Quero educá-la e mostrar a ela suas responsabilidades, que ela precisa colaborar, se esforçar nos estudos, ajudar nos afazeres domésticos. Tudo em vão.

Eu tive muitas dificuldades com minha mãe e não gostaria que isso se repetisse com minha filha.  Quero uma relação saudável com ela. Quero ser amiga, conselheira, companheira, mas ela não permite isso. Sinto que cada vez ela se afasta mais de mim.

Eu não gostaria que minha filha sofresse a ausência da mãe como eu sofri em relação a minha mãe.

Minha mãe foi sempre muito egoísta. Pensava somente nela. Nunca foi minha amiga. Só exigia coisas de mim e fazia cobranças. Nunca me senti amada pela minha mãe. Sempre desejei que ela cuidasse de mim.

Atualmente, raramente a vejo. Não tenho mais aquela necessidade de estar com ela. Ela não me faz falta. Quero viver longe dela. Não tenho boas lembranças da minha mãe.

Mas tudo o que eu quero é ser uma boa mãe para minha filha, demonstrar todo o meu amor a ela. Porém, sinto que isso está cada vez mais distante de acontecer.

Me ajude a me aproximar de minha filha e construir uma relação de amizade com ela, pois já não sei o que fazer, me sinto muito frustrada”. (L.J.S.)

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Querida leitora, quero manifestar minha solidariedade a você nesse desabafo angustiante. Entendo sua dificuldade em se relacionar com sua filha e o quanto isso a tem feito sofrer.

Em seu relato você afirma que há um abismo entre mãe e filha, que as distancia e dificulta o diálogo.

Por outro lado, você também menciona sua incapacidade de se relacionar com sua própria mãe, dizendo até que não quer conviver com ela.

Sabe, desde o nascimento da menina, a trajetória mãe e filha é permeada por sentimentos e emoções complexas. É um misto de amor e ódio, disputas, expectativas, alegrias, cumplicidade, frustrações, ciúmes, mágoas, culpas, ressentimentos, poder, que vão se modificando ao longo do tempo.

Existem relações bem resolvidas entre mãe e filha, isso é possível. Mas o fato é, que há muitos casos de conflitos extremos, onde a convivência parece ser impossível.

Muitos desses conflitos têm origem na relação frustrante que a mãe construiu com sua própria mãe, e agora, tenta compensar com a filha, algo que gostaria de ter tido e não teve.

Isso faz com que a mãe fique refém de suas próprias carências e não consiga dar à filha aquilo que ela necessita. O resultado disso são as cobranças, insatisfações e frustrações na relação mal construída com a filha. A verdade é que ninguém dá aquilo que não tem.

A mãe inconscientemente acaba projetando na filha o tipo de relacionamento que manteve com a mãe e não será capaz de destinar à filha aquilo que não recebeu. O que infelizmente pode desencadear um círculo vicioso por gerações.

No íntimo, a mãe procura reviver a relação com sua mãe, agora no relacionamento com a filha. Como a filha tem sua própria individualidade o confronto começa.

Todo esse fardo emocional associado aos rompantes juvenis, acaba que por minar a construção de uma convivência saudável.

A mãe, ao gestar, projeta na filha, sonhos, expectativas, fantasias, impondo a ela, incumbências e encargos, que pesam nos ombros da criança e mais tarde na adolescente. Tirar essa carga da filha é uma questão de consciência da mãe.

Há também os desentendimentos entre pai e mãe que muitas vezes acabam por despejar suas frustrações nos filhos.

Quanto à filha adolescente, ela está se descobrindo nessa fase, buscando sua própria identidade. É um momento de muitas dúvidas e angústias.

Adolescente tristeA adolescente quer experimentar por si mesma. Ela tem seus desejos e expectativas. Quer tomar suas decisões, pois está construindo seu próprio mundo. A menina quer ser ouvida e respeitada por suas próprias opiniões. Ela quer ter seu espaço e ser reconhecida como alguém que pode decidir.

Entretanto, a mãe ainda a vê como sua menininha e acha que sabe o que é melhor para ela e como ela deve ser. Com isso, tenta impor sua vontade, pois a filha é só uma criança e deve obedecer.

Vejo muitas mães em conflito com a filha dizer: enquanto ela estiver sob a minha responsabilidade vai ser como eu quero!

Quando a individualidade não é respeitada a tendência é rebeldia, afronta, baixa autoestima, e ela passa a fazer qualquer coisa que a mãe não aprovaria.

Com interesses tão antagônicos são inevitáveis os conflitos de interesses. Se a mãe não tiver maturidade suficiente para contornar a situação, a convivência torna-se desastrosa.

Agora, também é verdade que os filhos nutrem muitas expectativas em relação aos pais e uma tendência a considerar mais as falhas do que os acertos. Essa tendência faz com que eles tenham dificuldades em reconhecer todo o bem que os pais fizeram e ainda fazem.

Pois bem, mãe angustiada, apresentei todas essas informações, porque, possivelmente, suas dificuldades em se relacionar com sua filha possui raízes bem mais profundas.

Você escreve de maneira muito clara, como foi e é, o seu convívio com sua própria mãe.

Eu entendo que você queira ser uma excelente mãe para sua filha e queira, sinceramente, se entender com ela.

Perceba que, para que isso aconteça, você terá que resgatar a filha que foi com relação à sua mãe. Pois assim, você entenderá a real situação que abala sua convivência com sua filha.

Negar a existência da mãe não é assim tão simples!

Como era a relação entre você e sua mãe? Como é a sua convivência com sua filha?

Há alguma semelhança?

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Uma vez consciente das suas limitações e carências, terá condições de lançar um novo olhar para sua filha.

Você é um espelho para ela!

Minha sugestão é que você busque no seu interior os motivos que te afastaram de sua mãe. Analise com cuidado quais as atitudes dela que feriram você a ponto de não querer vê-la.

Será que há alguma semelhança na história com sua filha? Uma boa terapia poderá ajudá-la muito nessa tarefa.

IGOR HUNSAKER.

A SANTA SEM CONTROLE … (Paciente 9983)

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Eu confesso que sou casada.

Dizem que sou atraente de rosto e que ainda sou gostosa.

Temos uma filha que se casou recentemente e veio morar conosco.

Ela e meu marido saem para trabalhar cedo, enquanto que meu genro trabalha à tarde. 
Comecei a observar que meu genro entrava no banheiro e levava um tempão para sair, sempre com um livro na mão. Achei estranho que fosse ler no banheiro e na primeira oportunidade que tive, entrei em seu quarto e procurei saber que livro era aquele. 
Quando o abri, uma surpresa. Dentro dele, estava meu retrato de biquíni. Não falei nada, mas passei a notar que ele sempre me olhava e sempre procurava estar nos lugares em que eu estava.
Percebi que eu estava gostando que ele me olhasse, observando minhas pernas e de um modo geral todo o meu corpo. Aquilo estava me excitando. Sem saber bem porque, eu passei a me arrumar, vestindo shorts curtinhos e roupas decotadas.
Certo dia, eu saia para a piscina do prédio, vestindo um roupão de seda sobre meu biquíni. Ele estava em casa à vontade, vestindo um short e uma camiseta. Criei oportunidade para que nos despedíssemos com um abraço. Quando isso aconteceu senti sua reação, ao se formar um volume dentro de seu calção, volume que ficou encostado entre minhas pernas. Naquele momento eu me molhei todinha e tive a convicção que eu estava me sentindo atraída pelo meu genro.
No dia seguinte, pedi que ele me ajudasse a trocar a lâmpada de meu quarto. Eu estava pronta para sair para a piscina, vestida do mesmo jeito que no dia anterior e ele também. Subi na escada para trocar a lâmpada, enquanto ele em baixo me dava apoio. Quando olhava para cima, ele me via por baixo do roupão, o que me deixava mais excitada ainda. Ele me apoiou, segurando minhas coxas. Quando desci, virei e ficamos frente a frente. Meu roupão se abriu e foi o suficiente para que, sem que pensássemos em nada, ele me abraçasse, me beijasse e caíssemos na cama que estava ao nosso lado. 
Daí em diante não houve mais controle. Ele me levou ao orgasmo e também gozou dentro de mim, sem que estivesse usando camisinha.
Agora estou morrendo de medo de ficar grávida, além do desconcerto de ter transado com o marido de minha filha.
Minha cabeça está a mil e não se o que faço, nem o que falo e como devo me comportar. Fico numa insegurança completa quando estou ao lado de minha filha e do meu marido.
Meu genro continua me olhando descaradamente e tenho certeza que, se continuarmos na mesma situação, tudo vai se repetir, o que não pode acontecer.

HUNSAKER.

SANTAS E AS FILHAS NO MESMO MUNDO….

 

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Nem sempre estarão prontas para viverem uma mudança dessas na vida, mas o amor que podem sentir por esse presente a quem chamarão de FILHA, tornara a vossa mentalidade mais madura.

Sera tempos de dúvidas e incertezas que apertara o vosso coração.

Serão momentos de receios sobre se iram ter o necessário para cuidar da vossa postura diante da FILHA.

Mas ser mãe hoje em dia é um ato de coragem e quando isso acontece jamais se pode arrepender…

APENAS NÃO CONFUNDAM, OU MISTUREM MÃE COM “AMIGUINHA”…

PODE SER CATASTRÓFICO.

HUNSAKER.

A SANTA NÃO RESISTINDO…. (Paciente 1123)

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No final do ano nós tiramos férias e viajamos para Fortaleza, lá eu participei de um concurso e o prêmio era um carro zero quilometro, por incrível que pareça eu fui premiada, quando chegou a notícia eu teria cinco dias uteis para retirar o prêmio, caso contrário perderia a chance, acontece que o meu marido tinha viajado para a Alemanha e só voltaria uma semana depois a minha filha não poderia me acompanhar, ela estava no último mês de gravides e não poderia fazer uma viaje muito longa.
Só me restava fazer a viaje com o meu genro era o único que estava disponível, minha filha me incentivou a fazer a viaje com ele, então partimos no outro dia de manhã, fomos de avião e chegamos lá no final da tarde e o carro já estava liberado, mas resolvemos pegar a estrada de volta só no outro dia de manhã, então fomos procurar um hotel para passarmos a noite e o meu genro pediu um quarto de casal, quando eu quis recusar ele me disse calma minha sogrinha querida e só para economizar.
Realmente como nós íamos voltar de carro, nós íamos gastar muita grana durante a viagem de volta, então eu concordei e aceitei dormir com ele na mesma cama, mas durante a noite o meu genro, começou a me dar uns aperto, alisou a minha bunda e apalpou os meus seios, como o meu marido estava viajando, eu estava muito carente de sexo, então eu aceitei os seus carinhos meu genro me deu um beijo no pescoço, que me deixou sem forças para reagir.
Mas eu não estava muito afim de reagir contra ele, meu genro aproveitou se da minha fraqueza, quando ele me deu um beijo na boca, eu me entreguei de vez ele tirou os meus seios pra fora e começou a chupar os biquinhos dos meus seios que já estavam durinhos, com toda a delicadeza ele tirou a minha calcinha e começou a chupar a minha buceta, eu me contorcia de tanto tesão porque a sua língua dava voltas dentro da minha boceta e de vez em quando ele passava a língua no meu clitóris.
Aquilo estava tão gostoso que eu acabei gozando na boca do meu genro, que parou de chupar e socou o pau na minha boceta, enquanto ele socava o pau na minha boceta ele me dava beijos de língua e chupava os meus seios, eu retribuía os seus beijos rebolava de tanto tesão e gemia de prazer, meu genro socava o pau na minha boceta com muito amor e carinho, que eu gozei de novo e o meu genro gozou logo em seguida, foi uma gozada deliciosa e gostosa, depois ele me deu um banho bem gostoso, com direito a uma penetrada no cuzinho, depois fomos dormir e só acordamos no outro dia.
O meu genro é um homem bonito e gostoso, eu já tinha olhado pra ele com segundas intensões, mesmo antes dele se casar com a minha filha, mas nunca pensei que seria tão fácil como foi, no dia seguinte nós acordamos e pegamos a estrada, que deveria demorar uns dois dias de viaje, já correndo na estrada o meu genro olhava pra mim e ria e todas as vezes que ele ia mudar a marcha do carro, ele colocava a mão na minha perna e apertava.
Eu já estava sentindo um calor no corpo inteiro, era algo diferente que eu estava sentindo pelo meu genro, mas na verdade era tesão mesmo, no finalzinho da tarde quando já estava escurecendo, nós resolvemos parar em uma pousada na beira da estrada para dormir, meu genro pediu um quarto de casal, eu já estava respirando fundo e estava sentindo a mesma sensação, que senti no dia da minha lua de mel, primeiro fomos tomar banho.
Meu genro entrou no banheiro comigo e já começou a me apertar, aquele pau duro esfregando nas minhas coxas, eu não resisti me abaixei e abocanhei aquele pau duro e gostoso, comecei a chupar e chupava com tesão, meu genro gemia e se contorcia, quando eu parei de chupar o seu pau e me levantei, meu genro me deu vários beijos na boca, chupou os meus seios e alisou a minha buceta, meu tesão já estava fervendo.
Foi quando ele me virou de costa pra ele e colocou o pau na minha boceta, eu dei uma dobradinha no corpo e ele socou o pau inteirinho na minha boceta e ficou fazendo um vai vem bem gostoso, ele aproveitou a agua que estava caindo do chuveiro bem em cima da minha bunda e socou o pau no meu cuzinho, só doeu um pouquinho porque ele tinha o pau muito grosso, mas depois parou de doer e eu sentia um prazer enorme quando ele gozou.
Terminamos o banho e fomos jantar, tomamos uma garrafa de vinho para comemorar e como não tinha mais nada para fazer, voltamos para o quarto meu genro já começou a me acariciar, sua mão foi entrando por baixo do meu vestido e começou a apertar a minha bunda, tirou a minha calcinha e falou que queria comer a minha bundinha, eu falei de novo você acabou de me comer no banheiro, ele rio e falou quem manda você ser tão gostosa assim e ter uma bunda que é um tesão.
Como ele tinha só vinte e seis anos o seu tesão estava fervendo seu pau ficava duro o dia inteiro, eu estava adorando pois já fazia muito tempo que eu não metia e não gozava tanto como eu estava metendo e gozando, enquanto eu tirei o meu vestido ele já estava deitado na cama, eu olhei pra quele pau duro apontado pro teto pedindo para ser chupado, eu subi em cima dele e coloquei a minha boceta na sua boca e abocanhei aquele pau delicioso, que encaixou certinho na minha boca.
Sua língua penetro na minha boceta e começou a dar voltas dentro dela, eu comecei a rebolar e a chupar o seu pau como uma louca, minha mente voltou aos meus tempos de adolescente, quando o meu irmão me comia e chupava a minha boceta a minha adolescência foi uma maravilha, eu gozava todos os dias e isso estava acontecendo de novo, depois de mais de trinta anos, só sei que gozei duas vezes de tão gostoso que estava e de repente eu senti a minha boca cheia de porra quentinha.
Acabei engolindo toda aquela porra que estava uma delícia, quentinha meia salgada e com um leve gosto de limão, depois meu genro me colocou de quatro e socou o pau na minha boceta, ele socava com gosto e com muito tesão, seu pau batia no meu útero eu estava delirando, depois ele tirou o pau da minha boceta e socou com tudo no meu cuzinho, eu sentia o seu saco batendo na minha boceta, parecia que ele queria entrar na boceta.
Eu gemia e rebolava meu genro socava o pau no meu cu e apertava os bicos dos meus seios, ele deixou o meu cu tão largo que eu nem sentia mais dor, aquilo entrava e saia no meu cu e me deixava cada vez mais louca de tesão e de paixão, eu estava apaixonada pelo meu genro gosto e comedor, mas mais gostoso foi a gozada que ele deu dentro do me cuzinho, que delicia sentir aquela porra quente dentro do cu, depois fomos dormir para seguir viaje no outro dia.
Como nós dormimos pelados depois da ultima foda, eu acordei de manhã com uma coisa me cutucando, quando eu me despertei vi que era o pau do meu genro, que estava cutucando o meu cuzinho, eu só arrebitei a bunda e falei vai meu gostoso, come o cu da sogrinha come soca tudo e goza bem gostoso, meu genro deitou se em cima de mim e socou o pau inteirinho no meu cuzinho, ele tirava e socava de novo só pra ficar olhando o seu pau entrando no meu cu.
Foi mais de quinze minutos socando o pau no meu cuzinho, quando eu pensei que ele ia gozar ele me virou de frente, socou o pau na minha boceta e começou a me beijar a minha boca estava inteirinha dentro da boca dele, sua língua enrolava se na minha seu pau socado no fundo da minha boceta, eu comecei a rebolar, ele começou a socar o pau na boceta e foi aumentando o ritmo, sua respiração ficou ofegante e ele gozou dentro da minha boceta.
Depois de descansar um pouco fomos tomar banho e por incrível que pareça, eu tomei no cu de novo em baixo do chuveiro, meu genro estava louco maluco tardo pelo meu cu, eu ainda perguntei você não come o cu da sua mulher, ele rio e falou eu como sim e ela gosta, mas o seu cu é muito mais gostoso do que o cu dela, agora eu sei que o seu cu é gostoso e eu quero comer ele todos os dias, comecei a rir e falei todos os dia não vai dar não, mas de vez em quando eu também quero.
Terminamos o banho e saímos, pegamos a estrada e viemos embora, depois de mais de seis horas de viagem, chegamos a nossa região e antes de entrarmos na cidade, meu genro entro com o carro em um motel na beira da estrada, eu comecei a rir e perguntei o que você vai fazer, ele também começou a rir e falou, faz tempo que eu não como o seu cu e já estou com vontade de comer esse cuzinho gostoso.
Entramos no quarto e eu já fui tirando o meu vestido e ficando de quatro, ele também já estava pelado e de pau duro, primeiro ele pediu pra mim dar uma chupadinha, eu abocanhei e chupei com gosto, depois ele veio por trás de mim e socou na minha bucetinha, deu várias socadas bem fundas e depois socou no meu cuzinho e socou, socou até gozar encheu o meu cu de porra ai eu falei, bom essa foi a última vez que você comeu o meu cu né.
Ele rio e falou hoje foi porque a noite eu vou comer o cu da sua filha e amanhã eu vou comer o seu de novo, colocamos a roupa e saímos quando chegamos em casa foi aquela festa, minha filha abraçou e beijou o seu marido como uma louca, eu fiquei com o maior ciúmes ao ver ela abraçando o meu homem gostosão, hoje nós vivemos numa boa ela dividi o marido comigo sem saber, mas não sou eu que vou contar…

EU SOU SUA MÃE…

HUNSAKER.

SER SANTA E SER MÃE….

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Aprendera que ser mãe é vencer todos os preconceitos e obstáculos, que quando se pega a filha nos braços o mundo pára, os medo crescem e a vontade de chorar é incontrolável, mas não é um choro qualquer, é um choro de MUITA FELICIDADE, você de repente se torna a coisa mais importante pra alguém  e o amor?

É uma coisa de outro mundo, você começa a dar valor a pequenas coisinhas, gestos e sorrisos. Você sabe que tem um ser que te amará para sempre, não importando ser você é gorda, magra, alta, baixa , ele simplesmente te amará e ponto… VOCÊ AMA INCONDICIONALMENTE e os problemas que surgem já não são importantes, não fazem sentido algum está ali, você fecha os olhos e os ouvidos para qualquer coisa que venha ser negativo para o bem de sua filha.

Esse elo entre mãe e filha é mais forte que tudo, ser mãe é se eternizar!

O que não tem explicação, o que não tem palavras, o que não há códigos e fórmulas que se explique, o que não se mede, o que não tem como definir… esse é o amor de mãe!!

Se você quer conquistar tudo na vida, se você que ter o mundo, se você quer ser realizada pra sempre??

IGOR HUNSAKER.

MEU COMENTÁRIO AOS RELATOS ANTERIORES (TRAIÇÃO)…..

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Minha maneira de ver os relatos que acabei de publicar (abaixo deste)…

Caro leitor, o amor faz tudo isso e muito mais!

Se você vive um casamento desgastado, e, aí, fica difícil ser desejada e desejar.

O fato de conquistar um homem bem mais “atlético” também ajuda a mulher a se sentir mais linda.

O “novo”, que não faz parte da rotina ou é ocasional porque não convive com os nossos defeitos, pode ser mais saboroso.

Mas o investimento e a motivação com o diferente podem ter sido estimulados por um conflito anterior que não foi resolvido na situação certa — o seu casamento.

E, neste conflito, as duas partes têm participação. 

Vocês mesmos dizem que um novo relacionamento tem pouca chance de ir adiante e que seu marido pode até desconfiar da sua alegria.

Lembrem-se de que os homens têm aceito cada vez menos a “pulada de cerca” das parceiras e acabam se separando.

Alguns até permanecem ao lado da esposa, mas podem perdoar ou se vingar.

A logica de quem trai é procura fora o que não tem em casa, tem sentido, mas o ponto principal é que quem trai procura em outra pessoa o que não está conseguindo resolver dentro de casa. 

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Avalie bem a diferença entre traição sexual e

sentimental: amor e tesão.

Muitos casais alegam viver melhor e mais intensamente depois de saberem como se sentiriam sem o outro.

É como valorizar depois da perda, com a consciência de que existe ainda uma oportunidade para não perder.

A traição sexual pode trazer sim, benefícios, pois abre a chance de voltar a conversar, mas a traição sentimental é muito mais difícil de ser superada.

IGOR HUNSAKER.

AS SANTAS E SUAS “CONCORRENTES”…

PACIENTE 2582

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O meu sexto sentido me avisou que algo de estranho estava acontecendo… 
Meu marido disse que ia passar o fim de semana sozinho na chácara. Explicou que queria pensar na vida… Eu o encorajei. Ele andava nervoso e nunca dizia o motivo. Depois de algumas horas, liguei para saber se ele tinha feito uma boa viagem. Ele disse para eu não me preocupar.

Não sei por quê, mas naquele momento meu sexto sentido ligou um alarme.

Liguei para o responsável pela piscina da chácara.

Meu marido está aí sozinho?” O homem se calou.

“Ou você diz ou eu vou até aí conferir.

Insisti até conseguir a verdade: meu marido estava aos beijos e abraços com uma mulher, à beira da piscina.

Peguei emprestado o carro de um casal de amigos, deixei meus filhos na madrinha e dirigi rumo à chácara. Eu estava num estado de choque tão grande que nem chorava. Ao chegar, vi uma fulana fechando o portão. Meu sangue ferveu, mas me segurei: não queria escândalo no meio da rua. Os dois saíram de carro e passaram por mim ? eu estava disfarçada, com óculos escuros e boné.

Reconheci o perfume que ficava nas roupas dele

Peguei a chave reserva com o cara da piscina e me escondi atrás de uma fonte. Passei três horas ali, até eles voltarem. Assim que saíram do carro, reconheci o cheiro do perfume que sentia nas roupas do meu marido. Os dois entraram carregando sacolas de supermercado, numa alegria que há muito tempo eu não via em nossa casa.

Corri pra dentro e disparei:

Vim ajudar você a pensar na vida, mas pelo jeito você já tem companhia, não é, meu bem?”.

Toda a minha fúria veio à tona. Olhei pra fulana e disparei:

“Você é muito feia!”.

A mulher correu para os fundos da casa, acho que ficou com medo de apanhar ? eu não chegaria a tanto, claro.

Falei um monte para os dois sem encostar um dedo neles.

Depois, coloquei os dois para fora da chácara.

Prefiro batalhar a viver uma mentira

Ele foi meu primeiro amor, e descobrir a traição foi bem traumático. Na época eu ganhava muito mais do que ele. Minha primeira providência foi separar as contas bancárias.

Aos 39 anos tive de reconstruir a vida.

Percebi que fazia muito pelos outros e não investia em mim. Decidi recomeçar do zero.

Deixei um cargo de responsabilidade numa concessionária para ser mais independente. Fiz cursos de massagem, depilação, manicure e, hoje, estou me dedicando a um curso de cabeleireira. Resolvi fazer o que gosto.

Preferi uma vida de batalha a viver na mentira.

Nunca pensei em vingança, todos têm o direito de buscar a felicidade.

O único erro dele foi quebrar o trato que fizemos quando nos conhecemos:

Se um dia o amor acabar, vamos resolver juntos, sem mentiras”.

Eu teria feito diferente, mas cada um é um.

 

 

PACIENTE 1478

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Gente preciso desabafar, peguei meu “namorido” que moro a mais de um ano com outra transando na nossa, na nossa casa, estávamos juntos a mais de quatro anos.

Estou com nojo do apartamento, da cama, de tudo, não penso em perdoar, só choro, não como, não quero mais fazer nada a não ser ficar deitada e chorando.

A imagem parece um filme na minha cabeça repete e repete e repete diversas vezes, se eu tento cochilar eu sonho com aquela cena, é horrível e o pior eu descobri que depois de eu ter pego eles, ele teve coragem de levar a mulher para o motel do lado de nossa casa e viram eles entrando no motel de mãos dadas!!!

Sou nova tenho apenas 35 anos, sei que tenho muito o que aprender, não é primeira vez que sou traída, meu ex já me largou grávida e eu perdi.

Ele também é novo tem apenas 31 anos, mas nada justifica isso, nada!!!

HUNSAKER!

 

AS SANTAS E SEUS HOMENS “SURREAIS”….

PACIENTE 16456

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Hoje meu emprego acabou antes da hora e era para ir ao shopping mas optei por ir para casa mais cedo e não é que peguei meu marido com outro homem na cama?

Ele diz que foi a primeira vez e um erro mas eu não acredito.

Ele diz que só queria experimentar a sexualidade dele e eu até compreendo mas e que tal perguntar-me primeiro ou avisar-me?

Estou a pensar seriamente no divórcio, não mereço isto.

PACIENTE 14527

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Estou arrasada, eu trabalho a noite, um dia sim e outro não. Quarta feira, me levantei sentido um pouco mal, mas ainda sim fui trabalhar. Enquanto as horas foram passando eu comecei a passar muito mau, minha chefe me liberou, peguei um taxi e fui pra casa.

Eu cheguei por volta das 2 da manhã.

Eu entrei em silêncio para não acordar meu marido. Quando entrei no banheiro vi que estava muito molhado, parecia que tinha acabado de ser usado, achei um pouco estranho, mas eu não tinha força pra raciocinar, pois eu estava sentindo muita dor no corpo. Fui na cozinha preparei um chá, e fui em direção ao quarto.

Já na sala escuto pequenos sussurros.

A porta do quarto estava fechada, então comecei a ouvir por trás da porta gemidos.

Meu coração começou a disparar e eu comecei a tremer.

Eu abri a porta bem devagar, para poder presenciar o que estava acontecendo.

Quando acendi a luz, eu vi em cima da minha cama meu marido de quatro e um homem bem mais forte em cima dele.

Eles tomaram um susto, e eu quase desmaiei, eu não tive reação.

Eu sai do quarto e fui pro banheiro chorar.

Ele começou a bater na porta querendo conversar. Eu mande ele sair, se ele não saísse eu sairia. Mas eu acabei ligando para minha irmã, ela e o marido dela foram lá pra casa me buscar.

Eu contei para eles e eles ficaram perplexos, pois meu marido sempre foi muito mulherengo e muito machão.

Mas enfim aquela cena nojenta agora ficou presa em minha mente.

Hoje entrei com o pedido de divórcio pois eu fiquei com nojo dele.

 

IGOR HUNSAKER.

 

 

AS SANTAS E SEUS PODERES NO MEIO POLITICO…

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O presente capitulo visa a contribuir para o processo de reflexão sobre o papel das mulheres junto a duas modalidades de instituições políticas: os movimentos sociais e os partidos.

O termo “mulheres” aqui utilizado transpõe o sentido de mero agrupamento feminino e adquire a dimensão de coletividade política, ciente de sua condição social historicamente construída – excluída, discriminada, oprimida -, que vem sendo transformada ao longo dos tempos.

No início do novo século, ainda discute-se as possibilidades e as vias de superação das desigualdades de gênero (entre homens e mulheres – entre o masculino e o feminino) e de construção da cidadania das mulheres, colocando-se como aliados os partidos políticos e os movimentos sociais.

POREM POSSO DEIXAR DE UMA FORMA BEM CLARA…

AS MULHERES COM SUA INTELIGENCIA, BELEZA E CHARME CONSEGUEM POSSUIR UM PODER IMENSURAVELMENTE MAIOR EM QUALQUER CARGO POLITICO…

Mais ou menos…

IGOR HUNSAKER.

 

AS SANTAS NO MEIO SEXUALMENTE CORRUPTO…

UMA FORMA DIFERENTE DE SE TRABALHAR…

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Políticos gostam de holofotes, de aparecer.

Nem sempre.

Também atuam por trás das cortinas, no escuro, debaixo dos lençóis.

Em casas noturnas, flats, apartamentos funcionais e até no local de trabalho.

Pagando por isso, claro.

Como fazem homens em geral, independentemente da atividade profissional, dirão.

E especialmente quando têm dinheiro e poder.

Por que deputados e senadores seriam diferentes?

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O problema é que o negócio da prostituição corre solto nos prédios do Congresso Nacional.

Em corredores, gabinetes e às vezes no plenário, garotas insinuantes se oferecem, são agenciadas por cafetões de terno e gravata e cortejadas aberta ou discretamente por algumas de Suas Excelências.

Não há liturgia do poder que resista.

O mais grave é que algumas são pagas com o dinheiro público, contratadas por parlamentares para “trabalhar” em seus gabinetes.

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Mas nos gabinetes não trabalham, naturalmente.

Passam todos os dias pelo Congresso só para bater o ponto e receber horas extras.

As tarefas que executam são fora do expediente.

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IGOR HUNSAKER.

A SANTA E A SUA PLATAFORMA POLÍTICA… (Paciente 14215)

Políticos e belas assessoras…

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O nome dela é… não importa…

  Ela não revela os principais contatos nem de que partidos são, mas trabalha em Brasília e prefere fazer mistério quando indagada.

Eu não preciso caçar político para ter as informações e ganhar o meu salário como assessora.

Seu programa não custa na hora, independente de quem seja o cliente.

Eu gosto deste meu trabalho, mas eu gosto mesmo! Não trocaria por nada!”.

A advogada e professora universitária, de 34 anos, que largou as carreiras promissoras para virar “assessora de políticos”, revela ainda em seu currículo que é culta, não tem filhos e atuou 11 anos na área jurídica.

 “sou inteligente e falo três idiomas. Amo beijos ardentes, fazer e receber sexo oral. Adoro anal e gozo fazendo! Sou gaúcha, cinéfila e estudante autodidata de Psicanálise” .

Ela revela ainda que já foi casada e que a vida dela em sua profissão não pode ser um livro aberto.

Não advogo mais e a carteira da OAB está aqui só pra demonstrar a naturalidade e, também o fato de eu ser inscrita no quadro do Rio Grande do Sul.  Lá só advoguei e lecionei”.

Hoje assessoro politico, e o meu objetivo é obter informações relevantes para seu patrão, quem assessoro e recebo o meu salário. Outros recebimentos são apenas “LUCRO“.

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HUNSAKER.

A ESSÊNCIA DE UMA SANTA É MAIS FORTE EM SUAS LÁGRIMAS…

 

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A essência de menina permanece em todas as mulheres
A essência de uma rosa é o perfume de sua pele
A essência das estrelas é o brilho de seus olhos
A essência dos riachos é seu suor quando se cansa de tudo
A essência do temporal é como suas lágrimas de desespero
A essência do arco-íris é seu sorriso
A Mãe Natureza abençoa seu ventre
A essência da independência cresce em cada geração, no fundo de cada coração
A essência da Primavera é sua vaidade
A essência do Inverno surge quando ela sente saudade
A essência do medo congela seu tempo mas…
A essência de uma Fada conduz sua alma
A essência de toda Magia é sua alegria
A essência do Bem e do Mal a faz brincar de imortal
A Mãe Natureza também é feminina. Mulheres… 
A essência das ondas demonstra sua força
A essência das bonecas ainda reflete seus gestos
A essência do passado determina seus passos
A essência do vento, para sempre, é como seu ego
A essência do fogo, as dificuldades… o jogo
A essência do tempo a faz vencer
A sociedade a faz querer crescer, querer ver
A essência dos homens alimenta a veia por justiça
A essência do voo das borboletas é o desabrochar de sua sensualidade
A essência da sensibilidade de um pintor é a interpretação de suas curvas
A essência das batalhas significa seus dias de honra e glória
A essência das mais suaves notas é como a melodia de sua voz
A essência das montanhas é sua grandeza interior
A essência das perdas traz seus dias de luta
A essência do Mundo a modificou; a fez amar, chorar, odiar, sorrir, desfilar… a fez tudo, e um menino se encantou
A essência das raízes mais profundas é o equilíbrio e a virtude de sua mente
A essência da verdade é a prova que não importa a idade
A essência da idade enriquece seu charme
A essência do Universo é sua principal qualidade: o Mistério.
O Mistério de ser e sentir mil coisas e manter-se única na conduta de representar os estímulos DE SER QUEM ÉS…

IGOR HUNSAKER.

AS SANTAS SE IMPORTAM DE NOS SUSTENTAR ???????????????

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PERGUNTA: O normal não seria as pessoas dividirem as despesas?

EU: Normal é um conceito onde confirmamos um aspecto que não é considerado patológico, inadequado ou algo discrepante da realidade. Nesta situação diríamos que é incomum, mais pra inusitado. Aliás o mais comum é o inverso. Quando estamos nos deparando com o avanço da independência financeira da mulher, claro que esta afirmativa sofre uma transformação. Os papéis de provedores tendem também a sofrer uma transformação. Ainda não chegamos a normalidade desta situação onde o homem é sustentado pela mulher. São casos isolados, muita vezes camuflados.

PERGUNTA: A mulher hoje em dia (mesmo que mais tolerado na sociedade) também se sente mal quando é totalmente sustentada pelo o parceiro? Como o senhor enxerga essas questões?

EU: A mulher, em um primeiro momento (que pode durar meses a anos) até pode suportar mas isso começa a incomodá-la. A sensação é que este homem tem algo distorcido em relação a ela, ele ser um homem fraco, não ter uma admiração por ele etc. Há casos onde ela está sexualmente dependente. Aí poderíamos encontrar algum tipo de patologia do vínculo, ou até desta mulher, ou de caráter deste homem, ou os dois.

PERGUNTA: Existe um perfil desse homem que é sustentado pela mulher que, além de sustentado, não pode se quer ser lembrado disso. Para os amigos o dinheiro é dele. Um exemplo: a mulher dá o dinheiro antes para que na hora de pagar a conta do restaurante ele saque a carteira e pague. Ele não aceita que ela dê um cheque porque vai aparecer o nome dela, só aceita dinheiro. A mulher faz de tudo para mantê-lo no falso papel de provedor e não melindrar o parceiro.

EU: Estamos aí em uma situação que o mais leve desajuste, um pode denunciar o outro. O ataque dela será sobre a condição em que ela além de sustentá-lo, é obrigada a mentir. Ele de estar sendo diminuído por ela. Mesmo que isso não esteja ocorrendo, está reprimido em cada um. Temos na maioria destes casos ma situação de sequestro emocional que estou tentando explicar.

PERGUNTA: Como o sr. vê um homem com esse comportamento? Ele sofre de alguma “patologia”, psicologicamente falando? Como o sr. o analisa?

EU: Este homem pode estar regredido emocionalmente. Não consegue crescer ao não ter uma independência e confirmação de suas capacidades, habilidades. Até pode ter um distúrbio de caráter, onde está sendo, ou aceitando uma condição onde explora ou está sendo impelido a ser explorado, como é o caso de sua sexualidade.

PERGUNTA: Já que ele tem tanta vergonha de mostrar que é sustentado, então porque não vai trabalhar? Não é um paradoxo?

EU: Nem sempre conhecer, ou se conscientizar de um conflito, torna a situação tão fácil de ser transformada. Há uma série de conflitos a serem resolvidos para que a capacidade de cada um floreça, liberte esta pessoa de crenças e mitos que têm em relação a suas incapacidades. No caso de homens que têm o seu desenvolvimento psicológico atingido, traumatizado, podem desenvolver estas situações. 

PERGUNTA: Porque essas mulheres demoram tanto a perceber que estão sendo exploradas?

EU: Como falei, elas também podem estar envolvidas em essa exploração, na medida em que há um papel complementar neste vínculo afetivo. Elas também precisam deste parceiro pelas suas necessidades, carências ou dependência. Mesmo se conscientizando do fato, estão impossibilitadas de resolvê-lo só com uma conscientização. Precisam resolver outros temas ligados a suas condições como mulher. Quando é uma questão de tempo de percepção, devem procurar quais são suas dificuldades de admitir o que já ocorria.

PERGUNTA: O sr. tem algum conselho ou dica para as mulheres evitarem esse tipo de relacionamento?

EU: Se perceberem e localizarem suas fragilidades no que diz respeito a procura de um companheiro. Ao menor sinal de invasão emocional traz a tona muitas dessa situações.

PERGUNTA: Como o sr. as analisa? Elas podem estar vulneráveis, por que?

EU: Nem sempre as mulheres estão tranquilas e satisfeitas nas atividades profissionais ou sociais. Sentem-se isoladas, solitárias ou impossibilitadas de mudar de parceiro afetivo. Preferem continuar o que já existe, a buscar uma nova oportunidade de se relacionar com um homem diferente do que a elas se apresenta. Não querem se afastar e acreditam que ele pode mudar, mesmo que nada indique que isso poderá acontecer nesse específico relacionamento.

IGOR HUNSAKER.

AS SANTAS AMANDO E SUSTENTANDO SEUS HOMENS… ????

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As mulheres e os homens sem dinheiro…

Tem um bocado de coisas na relação entre homens e mulheres que estão mal paradas.

Na segunda metade do século 20 esses papeis foram chacoalhados. O mundo dos meu avós, que nasceram no Entre Guerras, não era muito diferente do mundo de seus antepassados, mesmo os mais longínquos, em qualquer lugar do planeta. Evoluíam as roupas, a indústria, o entretenimento, a ciência ao redor. Mas os papeis, até ali, se mantinham mais ou menos os mesmos desde quando os núcleos familiares deixaram de ser regidos pelo matriarcado tribal para serem regulados pelo patriarcalismo – um sistema que permitia uma passagem mais conveniente da riqueza acumulada pelos homens – herança – de geração a geração. (Aprendi isso com Engels!)

O homem trabalhava fora, provia, era o chefe da família, tinha reconhecimento social pelo seu trabalho. A mulher trabalhava em casa, e obtinha reconhecimento social pelo modo como cuidava do marido e da família, da comida, das roupas e do lar. O homem era um guerreiro nômade – espelhando seus espermatozoides, loucos para pular a cerca. A mulher era uma rainha sedentária – e era obrigada ao recato que se exigia de sua própria libido.

Aí vieram os anos 60, a pílula, a revolução nos costumes, as reinvindicações feministas, a queimação de sutiãs, a ralação de esfíncteres os mais variados, e o mundo jamais seria o mesmo. A geração dos meus pais foi a da precursora disso. Com os anos 70 vieram alguns exageros. Nos anos 80, houve um certo retrocesso, especialmente com o advento de flagelos como a Aids, o mullet e o glitter rock. A geração Y reequilibrou as coisas e voltou a curtir a vida com mais leveza nos anos 90. E de 2000 para cá, já que trocamos de século e de milênio, parece que estamos vivendo a pós modernidade das relações entre os gêneros.

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No entanto, restam muitas dúvidas.

Se as mulheres já são maioria no mercado de trabalho, faz sentido o homem ainda pagar a conta do restaurante sozinho?

Dividir o repasto tudo bem mas o motel jamais?

Por quê?

Só o homem se diverte lá dentro?

E mesmo que isso fosse verdade, financiar sozinho a sessão de sexo não aludiria de certa forma a uma compra unilateral daquele momento de prazer, e, portanto, à prostituição do outro?

Ainda faz sentido se falar em chefe de família, se referindo sempre ao homem, quando as mulheres participam ativamente do orçamento familiar e muitas vezes sustentam a casa?

Nessa perspectiva, abrir a porta para a companheira seria ainda um sinal de cavalheirismo ou isso já está prestes a se tornar um gesto de subserviência a quem paga as contas?

Enfim, as coisas andam confusas.

Eis o que me parece ser um fio condutor que perpassa isso tudo, desde há muito tempo: mulher não gosta de homem sem dinheiro. Ponto. Isso está nas reclamações musicais que Leo Jaime e Lulu Santos compuseram, do cara duro que não pega ninguém simplesmente por ser duro. Isso está nos filmes de high school do John Hughes, nos épicos bíblicos, nas condutas das princesas dos contos de fada, nas madames de alta classe, nas ligações perigosas que se estabeleciam nas cortes imperiais, nos votos que as mães de classe média fazem ainda hoje para suas filhas, nas escolhas afetivas que as meninas estão fazendo nesse exato momento.

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Mulher não gosta de homem sem dinheiro porque ele não pode sustentá-la.

Mas também, muito mais, porque ela não concebe a ideia de sustentá-lo. Homem sem dinheiro não tem utilidade.

Homem pobre, sem poder aquisitivo, não é homem.

Eis a vida como ela é.

Função de homem ainda é prover.

Então homem tem que ter grana.

É assim que ele se prova e chama a atenção.

Homem não precisa ser bonito – tem que ganhar bem, ter um carro legal.

A potência financeira de um homem é muito mais importante, ao olhar feminino, do que a sua potência sexual.

Isso é o que se espera do gênero masculino.

Isso é o que faz de um cara um bom ou um péssimo partido: o tanto de dinheiro que ele tem capacidade de arrebanhar para o próprio bolso e para as algibeiras da família.

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Em contrapartida, a função das mulheres ainda é ser atraente. Mulher tem que oferecer, antes que tudo, uma boa matriz para reprodução dos genes da família – e para a linhagem do procriador. Isso é o que se espera do gênero feminino – a capacidade de virar mãe e de dar um prole saudável e bonita ao seu marido. Ela pode ser inteligente, justa, brilhante, legal, articulada, instruída, viajada e lida – tudo isso é secundário. E não pode, inclusive, atrapalhar seu valor central, que ainda está em ser sexy, bem apessoada, doce e dócil. Isso é o que fará dela uma fêmea desejada ao invés de uma “tia encalhada” – para nominar um dos piores pesadelos femininos: não ser escolhida por homem algum ou ser rejeitada pelo conjunto dos homens.

Fico imaginando o quanto tudo isso pode ser ofensivo para aquelas mulheres que batalham desde cedo, e que decidiram não abrir mão da sua independência, quando olham para o lado e veem outras mulheres, às vezes dentro de suas próprias famílias, lhes olhando de volta e sugerindo, talvez sem enunciar palavra, que troquem esse plano de autonomia por um marido rico, que suas vidas seriam mais fáceis ao invés de investir numa carreira investissem num bom casamento.

Talvez tudo isso aconteça por uma conduta amorosa ainda determinada por critérios atávicos na escolha dos melhores genes no sexo oposto para procriação. Talvez aí esteja a explicação para esse obsoletismo inacreditável com o qual ainda convivemos à larga. A alternativa a essa teoria seria acreditar que tudo é apenas um acordo de conveniências selado num bordel entre homens dispostos a comprar e mulheres prontas para vender. Ser “bem casada”, nessa acepção, é simplesmente conseguir ser vendida para o homem certo – escravas núbias, 2 000 anos antes de Cristo, deviam torcer pela mesma coisa quando eram ofertadas em praça pública (muitas vezes pelos próprios pais, diga-se). O que transformaria a sagrada instituição do matrimônio, na imensa maioria dos casos, e desde sempre, numa grande troca de favores com cheiro de cabaré. E quanto mais tradicional a união, mais intenso o odor…

De um jeito ou de outro, é seguro reconhecer que apesar de termos feito tudo o que fizemos, ainda somos os mesmos e vivemos muito parecidamente como nossos tetravós da Idade Média.

Infelizmente.

IGOR HUNSAKER.

AS SANTAS SEM AS MENTIRAS E/OU OMISSÕES VIVERIAM APENAS NO INFERNO !

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 O que é mais digno, omitir ou mentir?

    Todo ser humano mente, faz parte da sua natureza, porém, omitir a verdade, ou, aquilo que se acha que é a verdade, já não é tão frequente assim…

  A Mentira é quase nossa segunda pele para sobreviver neste mundo, o mundo dos espertos.

Venhamos e convenhamos, a máscara da mentira se torna a verdade imposta pela sociedade neurótica em nome da sobrevivência, “a lei da selva”, então, vence o mais forte, vence o mais dissimulado, vence o mais superficial, o mais aparente.

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Mentira é a pílula ou o placebo que tomamos todos os dias para mantermos socialmente aceitos pelos “Alters” – outros, que nos julgam, avaliam, medem nosso jeito “diferente de Ser”, afirmando e questionando:

“Quem ele pensa que é?”

Ah!!!

Sou o oposto de você, sou tão mentiroso quanto você, sou seu concorrente.

IGOR HUNSAKER.

 Mentir é a forma mais clara de descobrir

uma verdade…

Grito aos quatro ventos que eu quero honestidade e sinceridade acima de tudo. 

É o que eu peço para as pessoas que me rodeiam, e me sinto seguro quando sei que estão me dizendo a verdade sobre qualquer assunto que eu apresentar, até mesmo os mais banais.

Mentir para mim não serveria de nada…

O que acontece é que, às vezes, é a mim que falta sinceridade ou, pelo menos, é assim que eu penso em um primeiro momento. O que eu tento explicar, em outras palavras, é que ter sido sincero comigo mesmo quando na realidade não era foi muito mais difícil para mim do que engolir uma mentira alheia.

“Que sentir-se valente fale uma mentira,
quer sentir-sr covarde fale a verdade…”

Menti para mim mesmo porque acreditei que seria mais fácil …

Sempre tinha acreditado que as pessoas mentiam para mim por covardia, porque todos sabemos que ser sincero é muito mais complicado. Também sabemos que na hora de dizer não ou falar uma dura verdade, entram em jogo muitos fatores que podem ser escondidos com a mentira.

No entanto, a experiência me ensinou que mentir para os outros talvez possa ser um ato de covardia (entendendo que não se pode generalizar); mas, mentir para si mesmo é um ato que faz o medo escorrer por todos os poros do nosso corpo.

Aquele que mente muitas vezes para si mesmo pode ter um problema de outra índole, mas quem mente para si mesmo em momentos pontuais provavelmente está ocultando uma verdade que lhe dá medo, e não sabe ou não quer saber. Neste tipo de situações, eu menti para mim mesmo porque acreditei que seria mais fácil seguir em frente.

A verdade é da mente e não se pode contradizê-lo

Ou melhor: não se pode seguir em frente desta forma porque as mentiras, em qualquer caso, nos levam a becos sem saída, a decepções, a sofrimento e a rompimentos (com nós mesmos ou com os outros).

Na verdade, entendi que a minha cabeça podia ocultar o que quisesse e que ela podia seguir em frente por si só, mas nunca poderia avançar por inteiro. Ela não podia enganar a minha mente: ele não podia avançar se não prestassem atenção nele. Nada podia contradizê-lo e, ao mentir para mim mesmo, só estava negando a sua verdade.

“Gosto de gente capaz de entender que o maior erro do ser humano é tentar tirar da cabeça aquilo que não sai do coração”.

Percebi então que na luta entre o coração e a razão, quando se tratava de mim mesma, o coração sempre venceria: mentir para mim mesma me fez ver que eu não estava sendo sincera e que tinha que sê-lo. Talvez tenha percebido tarde demais, como costuma acontecer cada vez que nos sentimos meio perdidos, mas fazer isso me permitiu começar a ser feliz.

Olhe para você e velha a verdade na sua face…

Para conseguir fazer isso, tive que me atrever a me olhar por dentro, superar todos os meus monstros e enfrentar o que não queria me ouvir dizer em voz alta. Deixei de mentir para mim mesma quando eu fantasiava demais com qualquer coisa, deixei de mentir para mim mesma quando me apaixonava e não queria, quando pensava que havia superado algo e na realidade não era assim…

“Você merece o melhor do melhor porque você é uma daquelas poucas pessoas que, neste mísero mundo, segue sendo honesta consigo mesma, e isso é a única coisa que realmente conta”. 

Conforme eu ia crescendo, aprendi uma coisa que eu aplico e aconselho sempre que posso: que neste mundo tão cheio de nostalgias e cada vez mais frio, olhar para a nossa felicidade é uma exigência moral.

Tenho que me permitir ser feliz sempre que eu puder, porque motivos para não ser feliz existem sempre. Tenho que gravar sempre que eu duvidar de algo que me traz bem-estar, se não faz mal a ninguém, não posso negá-lo nunca.

Tenho que me dar essa oportunidade sempre que for possível: mentir para mim é sempre uma opção que não leva a nada além de descobrir uma verdade. 

Já temos mentiras suficientes.

IGOR HUNSAKER

As histórias que aconteceram com a prima, da amiga, da menina, que trabalha com meu irmão….

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Na verdade, ninguém tem coragem de assumir, mas…

DENTRO DE UM CONSULTÓRIO MÉDICO

NÃO HÁ PORQUE MENTIR OU TER VERGONHA DE DIZER !!!

ALGUMAS DESTA SEMANA…

“Estava “batendo uma para” um ficante, até que percebi que seu pênis era muito torto e fiquei tentando deixá-lo reto. Além de ter machucado, ele não sabia onde enfiar a cara”. 

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“Fui para um motel pela primeira vez com um ficante, quando entramos na hidromassagem, eu TIVE UMA CONVULSÃO; cortou totalmente o clima, pois o bofe achou que eu tivesse morrido”.

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“Fui transar de quatro pela primeira vez com meu namorado, mas não aguentei o tranco e cai de queixo na cama. Resultado: tive que sair correndo para o hospital para dar pontos no meu queixo”.

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“Conheci na balada um FICANTE super gato e fomos para a sua casa transar. Quando fui chupada nos mamilos, saiu leite na sua boca, ele então descobriu que eu tinha tido filho há alguns meses”.

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“O moço estava todo empolgado na hora H e acabou “escapando”, só que ele não percebeu e acabou finalizando o assunto empolgado com o colchão. Não tive coragem de contar na hora, não sabia se acabava com a graça dele ou se deixava ele feliz terminar com o colchão”. 

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“Imagina um cara lindo, gostoso e gente boa; durante um ano sonhei em fazer sexo com ele, até que a tão esperada hora chegou. Fomos para a casa dele, e quando ele tirou a roupa, ele tinha o menor pênis do mundo. Foi horrível, principalmente a cara de espanto que não consegui disfarçar”.

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“Passei a maior vergonha da minha vida quando dormi pela primeira vez na casa do ficante e fiz xixi na cama durante a noite (ENURESE PAROXÍSTICA NOTURNA)”.

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“Eu estava transando com meu ficante e seu pênis escapou e entrou com tudo em meu ânus  (proposital ou não), comecei a chorar e espernear de dor. Me senti péssima”.

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“Eu era muito apaixonada pelo meu chefe e lutei para chamar a atenção dele. Quando fomos ter a primeira noite, ele resolveu morder em vez de beijar lá embaixo. Senti tanta dor, que acabou a noite e o encanto”.

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“Uma vez estava tão excitada que minha vagina fez barulhos engraçados como se fossem gases, fiquei com vontade de morrer”.

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“Tenho um pouco de estrias nas costas, ate aí, tudo bem. O problema foi quando fui transar com meu ficante e ele parou tudo, super bravo, para me perguntar quem havia me arranhado”.

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“Sabe aquele amigo colorido? Pois estávamos há meses sem sair até que marcamos um motel. Ele estava bem empolgado e, ao sair da cama, escorregou e bateu com o saco na quina. Rimos muito e eu vi a cara de dor dele. O sexo ficou para a semana seguinte”. 

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“E lá estava eu, transando com um gringo; como o pau estava muito morno, resolvi ficar de quatro. O menino ficou olhando para mim – naquela posição – sem saber o que fazer. Oi? “

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“Eu estava fazendo sexo oral no ficante, até que de repente ele gozou sem avisar e eu vomitei na sequência em sima dele“.

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“Estava transando com um ficante, até que me deu uma câimbra muito forte na virilha e tive que parar – e ainda fiquei me contorcendo na cama durante muito tempo, e ele não acreditou”.

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“E quando você está fazendo sexo oral no ficante, e involuntariamente meu chiclete prendeu nos pelos do pênis dele?” 

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IGOR HUNSAKER.

AS SANTAS E OS FICANTES…

NÃO QUER UM RELACIONAMENTO FICANTE ?????

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Não tenha pressa…

A primeira regra de evitar os ficantes é não se precipitar.

Querer que após poucos encontros a relação se firme não é o caminho certo, as pessoas precisam se conhecer bem antes encarar algo mais sério, principalmente quando se trata do universo masculino onde esse tipo de relacionamento assusta e acaba afugentando o gato.

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Não seja egoísta…

Às vezes precisamos ceder, entender que nem sempre é possível fazer apenas os tipos de programas que você gosta.

Pode parecer besteira, mas homens gostam de mulheres companheiras, que os acompanham no domingão para assistir ao futebol, que vão a acampamentos, até mesmo aquela pescaria que para você é a coisa mais chata do mundo, ele irá se sentir especial caso você resolva acompanha-lo e marcará alguns pontos na caminhada de como conquistar definitivamente o seu ficante.

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Evite cenas de ciúmes desnecessárias

Isso é um erro gravíssimo na arte de como conquistar de vez o seu ficante, até o momento vocês ainda não tem nenhum relacionamento firmado, e bancar a ciumenta enlouquecida não vai ajudar em nada em sua conquista e vai acabar o colocando para correr.

Se agir desta maneira sendo uma ficante, imagina como namorada.

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Mostre que você se preocupa com o gato…

São pequenos gestos que fazem toda diferença na arte de como conquistar de vez o seu ficante, pergunte a ele sobre o seu dia, mostre que ele é especial, seja agradável com os amigos dele, mostre que você pode ser além de tudo uma pessoa que ele possa contar a qualquer momento.

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Cuidado com o excesso de ligações…

Ficar ligando para o gato várias vezes ao dia além de incomodar, pode deixa-lo irritado e te achar um pouco possessiva, evite fazer com que ele se sinta sufocado.

 

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Seja carinhosa

Quando estiverem juntos, demonstre seu carinho, homens adoram receber carinho (mesmo que se façam de durões), e isso vai deixar ainda mais fácil a arte de como conquistar de vez o seu ficante.

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Demonstre interesse em algo mais sério

Lógico que não precisa ser explicita quanto a isso, mas dê sinais de que você deseja que o relacionamento se transforme em algo mais sério.

Afinal, ele não tem bola de cristal para adivinhar suas intenções.

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Não fale de relacionamentos antigos…

Homens odeiam saber do passado das mulheres, esse tipo de assunto só vai gerar estresses desnecessários.

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Não finja ser o que não é …

Demonstrar ser alguém que não é algo gravíssimo na arte de como conquistar alguém, mais cedo ou mais tarde as máscaras caem e isso pode por tudo a perder.

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Não tenha medo de sexo no primeiro encontro…

Existe um dogma machista de que se a mulher transa no primeiro encontro é porque ela é “vadia”.

SE O SEU FICANTE PENSA DESTA FORMA…

FUJA DELE…

POIS ELE NÃO É UM “GATO” E SIM UM RATO !

Pois a cama e a melhor e real forma de se conhecerem melhor.

IGOR HUNSAKER.