Mês: fevereiro 2017

O OUTRO LADO DA FESTA….

Mulheres que sofreram assédio sexual no

Carnaval

Passadas de mão, beijos à força, frases de cunho sexual e investidas sem consentimento até hoje são comuns no Carnaval.

De acordo com um levantamento de leitoras, 491 mulheres (82,8%), de um total de 593 participantes, afirmam já ter sofrido assédio sexual nesta época do ano.

Entre os dias 9 de janeiro e 3 de fevereiro de 2017, a pesquisa ouviu leitoras de todo o Brasil, que enviaram relatos de cidades como Recife (PE), Belo Horizonte (MG), Salvador (BH) e Florianópolis (SC).

82,8% das mulheres já sofreram assédio no Carnaval
Abaixo, selecionei nove depoimentos anônimos enviados pelas leitoras com denúncias de assédio no Carnaval.

Confira os relatos:

Distrito Federal

“Uma semi-desconhecida me salvou. Ela me conhecia de vista e me viu sentada num canto alcoolizada, depois viu um cara que era totalmente desconhecido me carregando dali. Daí ela estranhou e foi lá perguntar e ele disse que eramos amigos e ele estaria me levando pra casa. Ela disse: “Poxa, que bom, tinha me perdido dela, ia dormir na casa dela, vou junto”. Só que o cara disse que não rolava. Ela insistiu nisso e ele acabou indo embora. Depois ela me descreveu a figura e de fato NUNCA tinha visto o sujeito.”

Santa Catarina

“Uma amiga estava ficando com um cara no carnaval de rua… e eu acabei beijando um amigo dele que estava junto… porém eles quiseram passar no apartamento para pegar mais bebida e esse foi o contexto ideal para uma ficada de carnaval se transformar num assédio grave, mais explicitamente, um estupro. Na época, eu não tive consciência de que fora um estupro, só percebi uns dois anos depois quando, conversando com amigas, me dei conta de que o cara tinha me forçado a ir para o quarto e a transar com ele, sendo que eu tinha dito que não queria. Além disso, eu pedi várias vezes para parar e tentei fugir dele, mas ele me segurou e me obrigou a continuar.”

Rio de Janeiro

“A primeira vez foi quando criança, eu tinha no máximo 11 anos, estava em Araruama, meus pais andavam atrás de mim pois eles diziam que era necessário para que não me perdessem de vista. Pois bem, estava tudo normal quando um homem passando ao nosso lado colocou a mão por dentro da minha blusa e colocou o pouquinho de peito que eu tinha pra fora. Foi uma ação rápida e ninguém viu. Me calei e me arrumei rapidamente. Senti vergonha de mim e nojo. Até hoje ninguém sabe disso.”

 Rio de Janeiro

“Estávamos, minha amiga e eu, curtindo o Carnaval em Cabo Frio, há uns 10 anos. Passamos por um grupo de homens que nos jogou para dentro da roda e disse que tínhamos que beija-los. Eu disse que não os beijaria e ele falou: quem não beijar, toma porrada. Minha amiga e eu abaixamos a cabeça e tentamos nos proteger com o braços. Levamos tapas e socos.”

Pernambuco

“O ocorrido aconteceu no Galo da Madrugada (um ”bloco” tradicional aqui de Recife), na qual por um momento eu e minha mãe estávamos indo procurar algum banheiro químico. Quando estávamos voltando, estava vindo um trio elétrico com um monte de gente, então o local onde eu estava ficou bastante apertado, até que apareceu um cara por trás de mim e ficou roçando a sua genitália ereta em mim e quando ele fiz isso eu me afastei, mas ele chegava mais perto de mim e continuava o ato. Eu então brava (pela terceira tentativa falha dele não me respeitar enquanto eu me afastava), olhei para ele com um olhar de repúdio e só assim ele parou de se roçar em mim (neste momento o local que eu estava já estava mais frouxo). Isso durou uns 30 segundos no máximo.”

Rio de Janeiro

“Um rapaz me pegou no colo colocando as maos pelo meu bumbum, passando a mão em mim. Pedi para me colocar no chão, mas so o fez quando joguei cerveja nele. Ele e os amigos vieram pra cima do meu irmão, que estava comigo, e de mim. Meu irmão caiu no chão, levou um chute no rosto, eu levei uma banda e cai puxando o rapaz que estava montando no meu irmão. Conseguimos levantar e corremos. Fui xingada por todos os palavrões possíveis. Foi horrível!”

Minas Gerais

“Já sofri vários, mas o mais forte na minha memória foi quando tinha 11 anos. Fui passar o carnaval com a família em Passa Quatro. A noite andando na rua com umas amigas, um cara esticou o braço e tentou tocar meus peitos falando “ah se eu fosse novinho pra aproveitar tudo isso”, desviei e continuei andando morrendo de vergonha. É o primeiro assédio de que tenho memória. 11 anos!!!!!”

 São Paulo

“Eu estava ficando com um cara, sem muita vontade. Minha amiga estava ficando com um amigo dele, então, acabou acontecendo. Estava beijando ele e estávamos conversando e quando vi, ele abriu a calça e pôs o pênis para fora. Na hora, eu não entendi e acho que de nervoso, ri, pensando numa brincadeira sem graça e disse pra ele “guardar isso”. Ele riu, malicioso, pegou o pênis com a mão e me disse “vai, só uma chupadinha!” Aquilo me embrulhou o estômago e ainda me sentindo meio culpada, me afastei dele. Culpada de que, não sei. Ai, gritei a minha amiga que a esperaria na parte iluminada dá rua. No outro dia, que fomos de novo pra esse lugar é encontramos essa turma, esse cara nem se aproximou. Tudo isso deve ter acontecido em 2012 ou 2013 e por alguns dias, ficava com medo de chegar perto de homens.”

 Amazonas

“Aqui no Amazonas tem o festival folclórico voltado para o Boi-Bumbá, que acontece normalmente no meio do ano, na cidade de Parintins. Só que existem outros eventos voltados pra isso na capital, Manaus, um deles acontece no período do carnaval e se chama CarnaBoi.
Eu frequentei o CarnaBoi por alguns anos. No último que fui, aconteceu o episódio que vou relatar. Eu tava com alguns amigos, saí pra comprar cerveja numa banca com dois deles. Na ida pra lá um moço me segurou pelo braço e disse: “Ei. Quer que eu te leve pro meu carro?”. No susto, eu só puxei o braço e continuei andando. Meus amigos olharam e perguntaram se tava tudo bem.
Na volta, meus amigos iam na frente, esse mesmo moço me puxou pela cintura e disse que tava doído pra me “comer”, eu empurrei ele, então ele me puxou pela camisa e disse que eu ia pro carro dele, querendo ou não. Eu consegui me soltar e cheguei até os meus amigos.
Na hora que parei ao lado deles, eu fui arrastada pelo cabelo. Eu tinha o cabelo comprido, até o fim das costas, e foi a primeira coisa que esse moço achou. Eu caí no chão e ele me arrastou. Meus amigos bateram nele, foi uma confusão.
Ele me soltou e eu nunca mais fui pra evento nenhum de carnaval. Ele não conseguiu me levar pro carro, mas eu fico pensando: e se eu tivesse ido comprar cerveja sozinha”

IGOR HUNSAKER 

AOS HOMENS…

 Abordar mulheres no Carnaval…

Se você está solteiro até agora, esse é o momento perfeito para partir para a conquista.
Afinal, como manda o figurino, no Carnaval todo mundo está mais propenso à sedução e, é claro, a muito beijo na boca.
Você não pode deixar essa chance escapar, então prepare-se e siga o passo-a-passo que eu preparei para te ensinar como abordar mulheres no Carnaval e se dar bem com as mais gatas!

Passo a passo 

=> A escolha

No Carnaval tem muita gente fantasiada, fica mais difícil escolher a mulher que deseja abordar antes de olhar com bastante atenção.
Se o Carnaval for de clube ou numa balada, dê umas voltas pelo salão olhando distraidamente para os lados como quem procura um amigo.
Se for Carnaval de rua, posicione-se estrategicamente e observe quem passa, quando a gata surgir você entra na folia.
Mas lembre-se: não se aproxime imediatamente, não caminhe em sua direção sem “aquecer” a conquista antes. 

=> Ganhando pontos com a primeira impressão

O Carnaval funciona como uma balada, só que em velocidade muito mais rápida.
Acontece que a festa é tão esperada o ano inteiro que parece que todo mundo quer curtir tudo ao máximo para aproveitar o feriado com toda a diversão que ele garante.
Portanto, empenhe-se para causar uma boa impressão, isso irá ajuda-lo a manter o foco na conquista.

Mas como fazer isso?

Primeiramente defina o alvo, ou seja, a gata que você quer conquistar.
Feito isso, observe-a um instante: ela está sozinha, com uma amiga ou vários amigos?

Está ou não fantasiada?

Ela está dançando ou não?

Bebendo bebida alcoólica ou não?

Tudo isso pode ser informação para sua investida, então é válido acompanhar.

Explico:

Se ela estiver em um grupo de amigas, por exemplo, seu desempenho na abordagem terá que passar pelo julgamento de todas inevitavelmente.
Então a sugestão é chamar a atenção da gata para fora do grupo e aí fazer sua abordagem.
Depois dessa análise prévia, pense na abordagem em si.

Se ela o vir antes, mantenha o olhar fixo e sorria de leve.

Se ela sustentar o olhar é por que se interessou. Se ela não continuar olhando para você mas mexer no cabelo, falar mais alto ou dar uma risada mais chamativa, é um sinal de que percebeu você e ainda não tem certeza se quer ou não.

Ela está esperando seu próximo passo!

=> A abordagem

Sob hipótese alguma chegue na gata com uma cantada pronta. Não vai funcionar!
Você pode usar a abordagem tradicional – oi, tudo bem? –, mas diga isso olhando firme nos olhos dela, e enquanto aguarda sua resposta olhe para a sua boca, para depois voltar aos olhos.
Pode também usar o humor para ganhar de pronto a simpatia da garota – mas lembre-se: seja sutilmente engraçado e não um comediante, caso contrário irá cair rapidinho na temida Friendzone.

Quem sabe a abordagem tímida – um pouco de hesitação no olhar e na voz, mas deixando claro que mesmo sendo muito tímido você tem atitude – isso você mostra com o toque.

Por fim, a tentativa da conquista pelo contato – você chega muito perto, mantendo o contato visual, segura-a pelo braço (firme, porém com leveza) e ao falar com ela, incline-se em direção ao ouvido, sussurrando algum elogio.
Mas seja qual for sua abordagem favorita, a regra no carnaval é: seja direto, sem ser grosseiro. Por isso, aproveite o clima para fazer elogios mais ousados.

=> Como tirar vantagem do Carnaval

Esse é um dos feriados mais usados para a sedução no ano inteiro.

É o famoso “ninguém é de ninguém” que vai adiantar bastante o seu lado se você não tem muito jeito com as abordagens.

Importante aqui é ter o Fator Alfa, ou seja, seja confiante e sinta-se sexy.

Olhe para ela com segurança e com certo atrevimento, deixando claro que se depender de você vai rolar tudo.

Mas corra, pois o Carnaval está aí!

IGOR HUNSAKER

CARNAVAL E AS PSEUDO-SANTAS…

Não é novidade para ninguém que o Brasil está em alta no exterior…

Porém, mesmo quando o país não gozava de tanto prestígio internacional, uma festa sempre chamou atenção dos outros países do mundo: o Carnaval. Milhares de estrangeiros, das mais diversas nacionalidades, costumam invadir o Brasil nessa época para usufruir da grande alegria que essa festa oferece. E, com os franceses, não é diferente.
Havia tempo que os amigos Benoît e Julien planejavam aproveitar os festejos carnavalescos no Brasil. Finalmente, neste ano, tudo deu certo. Escolheram Olinda e chegaram a essa bela cidade histórica pernambucana logo cedinho, no sábado de Carnaval.
Logicamente a intenção desses dois amigos não era só aproveitar a festa; tampouco era só conhecer a cidade, o país, as praias. Como muitos estrangeiros, principalmente homens, os dois franceses queriam conferir de perto, o mais perto possível, toda a beleza da mulher brasileira e, claro, desfrutá-la devidamente. Enfim, vieram atrás de todos os prazeres possíveis, sobretudo os da carne; e, para esse conjunto de propósito, o Carnaval parecia ser a ocasião mais adequada.
A respeito da beleza da mulher brasileira, queriam conhecer o seu artigo corporal mais famoso no mundo: “Le gros cul”, ou a grande bunda, no português bem claro. As francesas são lindas, sensuais; gozam de boa forma, mas falta-lhes esse importante atributo; esse poderoso estimulador do apetite sexual. Queriam deslizar suas mãos por uma verdadeira bunda, a brasileira; a melhor do planeta, segundo gostavam de frisar seus amigos que já estiveram por aqui. Descansaram na manhã de sábado, mas logo à tarde caíram na gandaia. Contagiados pelo envolvente som do frevo, maracatu e outros ritmos, ganharam as ruas de Olinda e correram animados atrás dos blocos, sempre atentos ao público feminino ao redor. Opções não faltavam. Mulheres lindas estavam para todos os lados. Sobravam corpos bem desenhados, exalando sensualidade nos movimentos. A grande quantidade até atrapalhava a escolha. Ficaram atônitos.
A mulher brasileira é, de fato, diferenciada. Tem uma ginga, um molejo, um movimento de corpo distinto das demais. Ela tem mais domínio sobre o corpo; faz dele o que bem entende. E quando ela agita os quadris, então…! Ah, perturbador! Tal remelexo é instigante, inebriante. Impossível não sonhar com o efeito de toda essa desenvoltura corporal dedicada ao sexo. Imagina potentes e largos quadris rebolando sobre o membro e o apertando!

E a forma perfeita das bundas!

Quantas lindas bundas!

Há belos exemplares em todos os cantos. Basta mudar o campo de visão para ver duas grandes bandas, redondas e firmes, balançando sensualmente ao caminhar. Se é excitante até para quem é acostumado, imagina para quem só raramente vê algo semelhante. Em Olinda, ao menos no Carnaval deste ano, a beleza da mulher brasileira estava muito bem representada. Havia fartura de belas mulheres e belas bundas, remexendo freneticamente ao compasso das músicas. Que espetáculo!
Estavam andando desvairados no meio de tanta beleza, quando Julien avistou ao longe uma morena inacreditavelmente deslumbrante. Era uma morena cor de canela; daquela cor que só achamos por essas terras. Lindos cabelos cacheados, alta, pernas fortes, ancas largas, cintura delgada e uma bunda enorme. Essas duas redondezas, em especial, chamaram a sua atenção. Nunca tinha visto bunda tão bonita. Os peitos pareciam ser de silicone; preferia naturais, mas isso não importava. Era essa! Comunicou a descoberta ao amigo, apontou a bela morena, mas ela estava relativamente distante, e Benoît, por ser um pouco míope, não pôde apreciar a contento todos esses deliciosos detalhes. Julien deixou seu amigo para trás e saiu em busca da escolhida.
Julien se mostrou um pouco tímido de início, pois a beldade era bem alta, algo em torno de 1,80m, pelos seus cálculos; e como era baixo, ficou inseguro por um momento. Mas era Carnaval; viera de muito longe; as piores respostas seriam um não ou uma atitude indiferente. Se nada tinha a perder, por que não arriscar? Aproximou-se. Tentou trocar algumas palavras, mas seu português era nulo; assim como o francês da pretendida. Tentaram se comunicar em inglês, mas o de ambos era bem rudimentar. Percebendo que a comunicação não avançava, Julian apontou para si e falou seu nome. Jéssica entendeu e informou o seu. Trocaram olhares amistosos, sorrisos receptivos; sinais de que o interesse era mútuo.
Como não sobrassem muitas atitudes, Julien avançou ao ouvido da bela e proferiu sensualmente o único elogio que lembrara em português: “Você é muito bonita!” Jéssica deu uma boa risada. Era um riso tanto por aprovar a iniciativa do gringo como por achar graça da pronúncia canhestra do nosso idioma executada pelo francês. A ousadia e o esforço de Julien sensibilizaram-na, e ela deixou transparecer mais interesse. O francês, que de bobo não tem nada, captou as intenções dela e partiu para o beijo. Todavia, Jéssica o recusou. Falou algumas palavras no ouvido de Julien. Inutilmente. Tentou passar o recado com o seu inglês básico, Julien entendeu menos ainda. Por fim, ela recorreu à linguagem universal dos sinais: apontou para o quadril e balançou negativamente os dedos e a cabeça.
Julien, fingindo aceitar a restrição, apenas dizia: “pas de problème, pas de problème!”. Na sua mente, contudo, já elaborara o prosaico – e nada original – plano de convencimento: algumas boas doses de álcool, e, mais tarde, ela cederia o que, agora, estava negando. Jéssica só entendeu o final da sentença: “problème”, que se assemelha na pronúncia ao nosso “problema.” Como Julien reagia com sorrisos compreensivos e não se afastou dela, Jéssica interpretou que ele aceitara sua condição e traduziu o que ouvira como “sem problema, sem problema,” o que estava certo. Com tudo acordado, não restou opção a não ser entregarem-se aos beijos, que foram distribuídos, de parte a parte, lautamente.
A essa altura, Benoît tinha ficado bem para trás. E, apesar de sucessivas abordagens, ainda não tinha conseguido nada. Até que ele avistou, na calçada, uma belíssima morena, parada, como se estivesse pensando na vida ou esperando alguém, envolvida com seu copo de caipirinha. Não tinha visto a de Julien direito, mas estava certo de que essa mulher superava a que seu amigo fisgara. Já que estava corajoso por conta do efeito da bebida, ousou uma investida mais direta. Ela, que igualmente estava sob forte influência do álcool, não ofereceu muita resistência; e logo ambos estavam aos beijos bem ardentes.
Julien, que fora atender às urgências fisiológicas impostas pelas cervejas e que demorara a encontrar local para aliviar sua bexiga, quando voltou ao ponto em que deixara Jéssica, flagrou-a aos beijos e carícias efusivos com Benoît, seu amigo. “O que é isso?! O que está acontecendo?!” Indagou Julien em francês. Benoît, que ignorava as circunstâncias, quis saber por que o amigo pedia explicação. “Ela é minha garota! Ela é minha garota!” respondeu Julien. Benoît, então, retrucou que não sabia que a morena estava com ele. Jéssica, desconfortável no meio daquela discórdia, tentou acalmar os ânimos e intermediar o conflito.
Percebendo que não passava de um mal entendido, os dois amigos se acalmaram. Mas ainda existia um impasse: quem ficaria com Jéssica? Ela, atinando que os contendores eram conhecidos, maliciosamente, começou a dar beijinhos em ambos, indicando um possível compartilhamento de suas graças. Benoît aceitou facilmente, mas Julien resistiu. Após alguma insistência de Jéssica, esse começou a ceder. E Benoît, em tom descontraído, soltou, em português, uma sentença apaziguadora que aprendera: “É Carnaval!” Enfim, Julien aceitou a nova composição, e os três seguiram a folia abraçados. Cada amigo se posicionou num dos lados de Jéssica; e, cada qual na sua vez, com muita harmonia, dava e recebia beijos da tão caridosa morena.
Assim que os amigos ficaram sozinhos, ao Jéssica ir ao banheiro, Julien comentou a curiosa atitude da bela de informar que não cederia a qualquer pedido sexual. Benoît, aos risos, afirmou que, para ele, ela fizera os mesmos gestos: apontava para o quadril e dizia não com os dedos e com a cabeça. Ambos riram novamente ao comunicarem o plano de convencê-la com a ajuda do álcool.
A noite avançou, e os três estavam totalmente inflamados. O álcool já cumprira o seu papel de desinibi-los ao máximo. Decidiram procurar um lugar mais reservado para satisfazerem o desejo lascivo que se apoderara deles com toda intensidade. Dirigiram-se para o apartamento que os dois franceses tinham alugado para passar a temporada. Parecia que os amigos tinham razão: a bebida faria Jéssica mudar de idéia.Sem perda de tempo, rumaram logo para o quarto. Peças de roupa ficavam pelo caminho. Por exigência de Jéssica, talvez por um resquício de timidez, as luzes foram apagadas. Faltava tirar apenas a calça e as roupas íntimas da morena, Benoît e Julien já estavam pelados. Os dois amigos juntos se ocuparam em tirar essas últimas peças, sempre acariciando o enorme traseiro de Jéssica. E só a essa região eles se dedicavam; nem tocavam na frente. Disputavam às cotovelas a primazia pelas carícias naquelas majestosas redondezas. Eram realmente lindas. Duras, empinadas, brilhantes. A pele que as revestia era sedosa. Indescritíveis eram as sensações ao acariciá-la. Os dois brigavam com vigor pela honra de ser o primeiro a se enterrar na pequena cova guarnecida pelas duas gigantescas semiesferas de sólida carne.
Vendo que os dois não chegariam a um acordo, Jéssica cobrou uma decisão. Julien alegou tê-la visto primeiro, por isso deveria ser o agraciado. O argumento pareceu justo a Benoît, que permitiu o privilégio ao amigo; depois trocariam de posto. Julien tratou de tomar o seu lugar naquele precioso recanto. Deitou-se na cama e conduziu o quadril de Jéssica para repousar em seu membro. Benoît, em seguida, mergulhou para se afundar na cavidade dianteira, quando sentiu um prolongamento estranho e perguntou admirado ao amigo.
– Julien, você tem certeza que está bem acomodado aí?!
– Absoluta. E nunca com tanta hospitalidade. Respondeu o amigo.
– Pois, se o meu está em minha mão, a quem pertence esse outro obelisco?
Então Benoît atinou com o fato. Jéssica não era totalmente uma mulher, faltava algo. Aliás, sobrava. Revoltado, ele começou a esbravejar como um louco e gritava em francês:

“Ela é homem, ela é homem.”

 

Jéssica, admirada com a reação de surpresa do gringo, notou que ele não entendera os seus gestos quando se conheceram e relembrou: “Eu avisei, eu avisei.” Julien, que já estava em êxtase com o prazer que desfrutava, não ligou a mínima para a discussão; quer dizer, incomodou-se um pouco, porque, na confusão, Jéssica se movimentara e o fizera perder o tão confortável ajuste. Mexeu-se um pouco para retomar a anterior posição e disse ao amigo: “Calma, não faça drama!” E completou com a tal sentença apaziguadora, gritando com alegria: “É carnavallll!” Essa última frase dita em português. Jéssica, em tom bem maroto, acompanhou Julien: “Isso….É Carnaval!” Benoît, durante um tempo, olhou pensativo aquele quadro, deu as costas e, da única maneira que lhe sobrara, encaixou-se naquele arranjo.

Afinal de contas…

É Carnaval!

HUNSAKER

CARNAVAL E GRAVIDEZ…

Existe uma crença de que as mulheres brasileiras fiquem grávidas em taxas mais elevadas durante o carnaval. Na verdade, essa informação está correta.

Segundo um estudo, o número de mulheres grávidas no Brasil está ficando estável a cada ano. De acordo com o IBGE, as mulheres estão deixando para engravidar depois dos 30 anos.

As festas de Carnaval influencia no número de grapidez  no Brasil. A ocorrência de gravidez se mantém praticamente aumentada periodo do carnaval. Segundo um estudo da Universidade, a ideia da promiscuidade no período do Carnaval não é um mito.

De acordo com a pesquisa, há mais abortos ou DST na população logo apois o carnaval. O pico de partos no país é registrado em maio, o que significa que as mulheres engravidam mais no mês de agosto do ano anterior e não em fevereiro.

Em contrapartida, há sim um aumento de 30% na venda de preservativos durante os dias de festa, e um aumento de 15% na venda de testes de gravidez depois do carnaval, o que significa que as mulheres fiquem realmente grávidas nesse período.

Voltando ao estudo da Universidade, o número de abortos no Brasil é muito maior em abril. De acordo com o estudo, no carnaval as mulheres transam mais, mas não deixam as crianças nascerem….

IGOR HUNSAKER.

A SANTA ENGRAVIDANDO NO INFERNO… (Paciente 6574)

Namorei um rapaz por 3 anos e meio mas no Carnaval o trai…

Um mês depois, contei a verdade e ele terminou tudo. Eu estava desesperada, liguei para o rapaz que eu havia beijado e ele me deu apoio. Naquele mesmo dia ele disse que gostaria de sair comigo, carente e desesperada eu aceitei. Durante o carnaval desse ano (uma semana após o término), passamos a noite juntos e transamos (com proteção) e eu fui pega pela margem de erro e agora não acredito em métodos contraceptivos.
Acontece que todo mundo, amigos, familiares meus (principalmente mãe e irmãos) e pessoas próximas acham que eu sou uma vagabunda sem vergonha por ter traído um rapaz tão bom.  E lá pelo dia sete de abril descobri que estava grávida. Falei com o pai da criança e decidimos que o melhor, principalmente pra mim, seria abortar, afinal eu tenho vinte anos e a barra que estou passando é pesada demais. Compramos um remédio abortivo, mas enquanto a mercadoria não chegava optamos por ficar com a criança, ainda não contei a minha família da minha gravidez e sei que ninguém irá me apoiar (com exceção do meu irmão gêmeo).
Estou com muito medo das pessoas, do meu ex (que ainda é uma pessoa que eu amo muito e não quer me ver nunca mais), mas principalmente do que minha família ira dizer.
Trabalho e estudo, e estou pensando em largar tudo isso e ir embora pra outro lugar mesmo sabendo que passarei muita dificuldade financeira e psicológica, mas acredito que ainda será mais fácil do que viver aqui onde todos não param de me apontar dedos e me julgar (já faz mais de dois meses desde o término e ainda continuam) e quem sofre muito com isso é a minha mãe que está muito envergonhada de mim. Ninguém além de mim e o agora meu namorado (o pai achou melhor a gente começar um relacionamento :)) sabe do neném. Ele me dá todo apoio, é um grande homem muito querido e inteligente, me ajuda em tudo que pode, é meu amigo acima de tudo, só que eu sinceramente não sei o que fazer da minha vida, estou com medo de estar entrando em depressão, se passam um milhão de coisas na minha cabeça e essas coisas estão me machucando muito.

HUNSAKER.

EM RESPOSTA A ALGUMAS PERGUNTAS… UM CARNAVAL MEU.

O Carnaval está  aí, e uma boa parte do povo que curte a folia só pensa em…
…Sexo!
Isso me lembra muito um Carnaval onde conheci uma mulher gatíssima em uma casa de veraneio na Costa Verde do Rio de Janeiro.
Imagine o que seria um relato de Carnaval que até mesmo maiores de idade se proíbem de viver… Consegue saber do que se trata? Não? Então a história a seguir vou mostrar.
Na minha adolescência, nos carnavais, eu costumava frequentar a casa de um amigo do meu pai. Muita gente ia para aquela casa, que era enorme… Em um determinado ano, nós contamos 63 pessoas alojadas simultaneamente naquele casarão, que ainda estava em construção.
Aquela gente toda se espremia dentro daquela casa enorme de dois andares, com 6 suítes, as paredes sem o reboco, um quintal gigante, quilômetros de varanda, a fachada ainda inacabada, só no tijolo mesmo, as portas improvisadas com a madeira dos andaimes…
…E em um ano (não me lembro qual), tinha a Paula.
Ela era bem magra, um pouco alta, formosa, os olhos castanhos, o cabelo ondulado. Tinha os lábios finos, a pele morena clara e algumas sardas nas bochechas. Era espevitada, alegre, no auge dos seus 24 ou 25 anos e com um espírito carnavalesco bem aflorado.
Essencialmente, ela estava ali pro que der e vier. Ou seja: pra quem chegasse, ela viria e daria. Trocava olhares maliciosos e indiretas provocantes com quase qualquer um. Fazia parecer que era brincadeira, ainda que queria que entendessem que ela falava sério. Era notável.
O azar da Paula foi ter se enturmado justamente comigo.
Eu me explico: normalmente, tenho que ter um porquê pra tudo. Era bem devagar com mulheres e preferia a conexão com a natureza ao invés das músicas baianas fajutas com suas coreografias cheias de gestos apontando para os genitais e os caprichos de casos superficiais de Carnaval. Pra mim, onde havia carne “de graça”, havia desgraça.
Cansei de contar a quantidade de vezes em que dispensei o que é agradável aos olhos porque sabia que não alimentaria minha alma. Não porque eu fosse “santo”, mas sim porque eu era muito tímido e muito, muito, muito idealista mesmo.
A primeira coisa que notei por trás de todos aqueles adereços da Paula foi que ela tinha nas suas entrelinhas um leve “quê” de mal alimentada, de triste, de abatida.
Numa noite – talvez no Domingo de Carnaval, talvez na Segunda – fomos para a praia: eu, a Paula e o Ricardo – um amigo que eu já conhecia desde a infância, companheiro de muitas outras furadas carnavalescas.
Era quase meia-noite, mas ainda estávamos com as roupas de banho, como se costuma fazer quando se está numa praia quente o dia inteiro, num verão do Rio. Na areia, havia um quiosque envelhecido que já estava fechado. Lembrava um velho de barbas longas. Era feito de madeira escura e palha ressecada, com uma mesa grande e rústica de madeira, com bancos longos, fincados no chão, colocados para o lado que fica a água.
O bloco de carnaval já havia passado por lá, raptando feito um Flautista de Hamlim as pessoas agitadas, deixando para trás muita sujeira, latinhas de cerveja e poças da água que refrescara o povo. Portanto só havia uma frágil iluminação dos novos refletores erguidos bem alto, projetando a sombra do quiosque sobre a mesa em que estávamos. A Lua estava ausente. Havia uma brisa fria, os sons monótonos das ondas e o farfalhar da palha junto com o nhec-nhec dos bancos e da mesa de madeira, que reclamavam. Pisando descalços sobre aquela areia brevemente gelada, só nós três: eu, a Paula e o Ricardo.
Por trás do chuá das ondas, a música soava lá longe, com seu ritmo envolvente. Pela distância, sabíamos que o volume era muito alto. Dava pra perceber que muitas das pessoas que decidissem ficar mais próximas daquelas caixas de som acordariam com seus ouvidos zumbindo no dia seguinte. À distância, dava pra notar um tumulto de gente perto do trio elétrico e eu me perguntava: “pra quê?”
Conversávamos na tal mesa no meio da penumbra, e uma atmosfera bem mais íntima se formou entre nós três. Podíamos falar baixo, e ainda assim nos ouvíamos perfeitamente. Fora o som das ondas, das músicas ao longe, da madeira e da palha, não havia mais nenhum outro ruído naquele lugar.
Após alguns minutos de conversa jogada fora, a Paula inventou de sambar com o restinho de som que se podia ouvir lá na outra ponta da praia. Ela levantou e ficou parada… Depois começou um pouco tímida, apenas insinuando o ritmo… Depois se sentiu mais confortável para se empolgar um pouco mais. Não muito, mas apenas o suficiente para pararmos de falar e olharmos a Paula, notando finalmente o que ela estava fazendo.
Percebemos, naquele momento, o quanto ela queria chamar nossa atenção. Éramos dois homens e uma mulher em uma praia deserta num Carnaval. Ela estava apenas de shortinho jeans e a parte de cima do biquini vermelho, com um sorriso leve no rosto. Era bonita de se ver e muito desejável. A partir dali, aquela cena tinha tudo para se tornar um verdadeiro conto de carnaval proibido para menores.
Mas foi aí que, pra sorte da Paula, o imprevisto aconteceu.
Provavelmente refletindo sobre o que tinha percebido daquela mulher durante toda a temporada até então… No meio do silêncio que se fez, onde só restaram as insinuações da Paula… O Ricardo, que estava um pouco aéreo por causa de algum drinque que havia bebido… Sem dó nem piedade, com uma expressão imóvel e séria… Uma voz mansa e reta… Olhos semicerrados e alguma dose de cuidado, compaixão e confronto, lançou:
“Pra que você tá fazendo isso com a sua vida?”
Sim, ele fez. Leia novamente.
Muitos vão dizer que aquela foi a coisa mais idiota que se pode fazer com uma mulher daquelas, naquelas circunstâncias, em um Carnaval. Acontece que estas são as pessoas com uma visão de curto prazo, que mal podem esperar para terem seu próximo orgasmo e estão desesperadas para não perderem nenhuma chance disso acontecer em uma aventura casual.
Sinceramente, estas são pessoas com quem eu não tenho muitas afinidades. A verdade é que naquele instante eu senti muito orgulho de ser amigo do Ricardo, porque aquela pergunta foi feita no momento certo, no lugar certo, pra pessoa certa. Hoje, como um coach, eu vejo atônito:
Foi a pergunta perfeita!
O mais esquisito é que o Ricardo não era, exatamente, um santo. Muito pelo contrário: ele costumava ser um verdadeiro “putão” nessas horas. É extremamente inteligente e talentoso, mas não era dado a moralismos. Não sei o que deu nele naquele momento. Só sei que deu muito certo.
O que se seguiu foi um misto da Paula ficar sem graça com uma série de confissões trocadas entre os três. Ela pediu desculpas e, sem ter onde enfiar a cara de tanta vergonha e medo de ser exposta, sentou-se novamente em um dos bancos fincados na areia.
O assunto se dirigiu para o desejo de se ter um relacionamentos de verdade: com amizade, companheirismo e vínculo duradouros. Falamos sobre a influência da folia carnavalesca, que destrói um pouco mais dessa noção saudável a cada ano que passa e deixa as pessoas cada vez mais inseguras, ciumentas e não confiáveis.
Falamos sobre como é infinitamente mais sublime fazer amor com quem a gente ama e conhece de verdade. Falamos sobre o tipo de pessoa com quem se sonha casar. Sobre como é divino ter acesso a prazeres muito mais intensos ainda, quando temos essa pessoa nossa, em uma entrega total em todos os sentidos, dos dois lados.
E a Paula, finalmente, confessou que estava se sentindo muito só, que queria um namorado, que sentia muitas saudades de uma pessoa com quem havia terminado um relacionamento há poucos meses.
Ou seja: até então, fazendo como a massa faz no Carnaval, em sua busca por “atrair um macho”, sem perceber, ela estava tentando “tapar o Sol com a peneira”.
É interessante, porque no fundo, no fundo, o que pessoas como a Paula querem mesmo é ser chamadas de “amor da minha vida”. Sexo num Carnaval, para elas, é apenas a superfície de um desejo muito mais amplo e profundo de receber, além do sexo, muito carinho e atenção. É uma solução ilusória, falsa, para uma aspiração bem mais nobre e permanente.
Posso estar errado, mas penso que todas as pessoas têm uma vontade íntima de pertencer de verdade a alguém que saiba recebê-las. O problema acontece quando tentamos alcançar esse pertencimento perdendo o respeito por nós mesmos a ponto de nos entregarmos a qualquer um, por nada.
Sexo, fantasias, jogos eróticos e prazeres intensos não são proibidos. Violar a si mesmo e aos nossos próprios valores: é aí que mora o perigo.
Esse era o caso daquela garota. Depois daquela conversa, a Paula mudou sua atitude completamente. Não estava mais “pra jogo”. Durante o resto do Carnaval, tornou-se alguém completamente diferente. Estava ali para fazer novos amigos, pra caminhar, pra aproveitar o mar. Estava tomando o feriado para refletir sobre si mesma, sobre o seu relacionamento antigo, sobre como solucionar sua solidão. Estava junto de si mesma, procurando se entender mais.
Sim, ela também foi pra folia! Sim, ela dançou bastante, em blocos. Mas, agora, suas expectativas eram outras, e isso trouxe cores totalmente novas. Ela estava presente para si. Agora ela dançava porque amava música, não porque queria ser comida com os olhos.
A Paula foi de “quero ter orgasmos com o primeiro que aparecer pra esquecer meus problemas” para “quero resolver minha vida e liberar toda essa energia sexual loucamente em mil aventuras de múltiplos orgasmos apenas com o homem que eu amar de verdade e que fizer por me merecer”. Com isso, ficou muito mais autêntica e transparente – o que teve o efeito de deixá-la mais atraente, muito mais bonita e interessante ainda.
Seu rosto estava iluminado. Ela não era mais um “pedaço de carne com as medidas exatamente desejáveis”, mas sim um ser humano em um momento consciente. Bom de se conversar, de se estar perto. Tudo por causa de uma pergunta perfeita: executada na hora certa, no lugar certo, com a pessoa certa.
Alguns dias depois, o Carnaval terminou.
E eu nunca mais soube da Paula.
Eu adoraria ter sido o agente “estopim” daquela mudança. Esse é o tipo de pergunta que eu gostaria muito de ter feito! Mas, dessa vez, estou falando apenas sobre o que testemunhei, não sobre o que fiz.
Não é possível ressaltar por completo o poder que existe no ato de se refletir a partir de perguntas que, ainda que simples como estas, quando feitas no momento certo e da maneira certa, sejam capazes de transportar as pessoas na hora para horizontes mais felizes, plenos e transformados.
Agora, esqueça a Paula, por um momento… Porque a sua vida pode não ter nada a ver com a vida que ela levava naquele instante… Mas certamente muitas de suas maiores transformações estão à sua espera, aguardando para que você tome consciência de que precisa delas.
A questão é: você quer esperar o acaso lhe entregar de bandeja as lições, ou quer adiantá-las?
Pense sobre si mesmo e onde você se encontra hoje em sua vida. Qual é o seu destino? O quanto você está impedido de conseguir o que quer, neste momento? Você quer acelerar o seu caminho? Deseja, também, encontrar mais plenitude nos seus dias? Se você quer refletir em um nível muito profundo, capaz de trazer você de volta à sua essência verdadeira, é importante entender mais sobre si próprio.
Uma das ferramentas cruciais para lidar com seu desenvolvimento próprio é a compreensão mais aprofundada das suas emoções. Se você está pronto para entender se é capaz de transformar as suas, então você pode aprender mais na ferramenta de autoavaliação

IGOR HUNSAKER.

A SANTA NA SAUNA DE SEU INFERNO … (Paciente 7583)

Esse é o relato de algo que rolou no carnaval desse ano. Eu e meu marido sempre viajamos no carnaval desde que a gente namorava. Esse ano a gente não viajou. Fiquei muito chateada porque a viagem foi cancelada muito perto do dia de viajar. O jeito ia ser curtir o feriado na cidade mesmo o que é uma pena porque aqui fica bem chato no carnaval. Pelo menos eu ia ter a piscina do prédio só pra mim. Passei o sábado e o domingo na piscina com meu marido e alguns amigos que vieram nos visitar. Mas na segunda meu marido teve que trabalhar. A gente folgou la no trabalho então eu podia curtir uma piscininha. A piscina do prédio fica nos fundos e a parte do prédio que da para a piscina é os corredores n os apartamentos. Tem dois prédios perto e notei que não tinha ninguém na piscina em nenhum deles. Ai aproveitei para fazer algo que meu marido reprova. Topless. Desamarrei a parte de cima do bikini e fiquei la deitada com o som ligado.
De repente escutei um som de mergulho. Abri os olhos e era um vizinho do andar de cima. Vou chamar ele de martini porque de vez em quando eu via ele usando uma camisa da bebida martini. Ele tem a pele clara e cabelo escuro liso, é bem magro. Não me incomodei com a presença dele porque o conheço desde que ele chegou no prédio há uns 2 anos. Fazia um ano que a gente conversava bastante sempre que se encontrava então eu podia considerar um amigo. Dei um bom dia simpático e continuei tomando banho de sol de topless mesmo. Quando chegou perto do meio dia resolvi dar um mergulho. Pulei na piscina. Ele tava do lado de fora e pulou também na mesma hora que eu e veio nadando ate mim. Começamos a conversar. Subi um pouco meu corpo e fiquei apoiada na borda só pra ficar com os peitos expostos e notei que ele ficava o tempo todo se contando pra não olhar pra baixo mas não conseguia e sempre dava uma boa olhada. Entramos nos motivos de que ficamos em casa no carnaval. Eu dei os meus, ele explicou que nunca viaja no feriado. Deu a hora do almoço e começamos a falar um pouco de comida e ele sugeriu pedir algo para comermos ali mesmo. Concordei, ele telefonou e fez o pedido. Explicou que pagou pelo celular mesmo. Continuamos conversando. A comida chegou e fomos pra uma das mesas do deck da piscina. Eu de topless ainda lógico. Comemos comida chinesa e depois voltamos pra piscina. Ficamos o resto da tarde lá eu só vesti a parte de cima do bikini quando fomos embora ja no fim da tarde.
A noite nos falamos por chat e a conversa foi chegando no tema da piscina. Ai o martini perguntou se ele tinha sido indelicado comigo. Eu disse que não e ele pediu desculpas e disse que tava difícil evitar de olhar pra baixo. Aí fui mais direta e disse que notei que ele ficava olhando pros meus peitos e que não se preocupasse porque se eu tava de topless sabia que homens iriam olhar e ele era meu amigo la no condomínio eu não me importava confiava nele.
A terça de carnaval começou muito bem porque fui a praia com meu marido e na volta demos uma bem gostosa antes do almoço. Só que depois meu marido dormiu. Fui ao corredor e vi que martini tava na piscina. Desci e, de propósito, fui vestindo um bikini que a parte de cima é muito difícil de desabotoar. Desci pra piscina quando cheguei la dei boa tarde e pedi ao martini pra me ajudar. Virei de costas puxei o cabelo pra frente e pedi pra ele desabotoar o bikini. Ele desabotoou e eu virei de frente pra ele e agradeci enquanto tirava a parte de cima. Ele vidrou os olhos nos meus seios e agradeceu meio nervoso. Soltei no chão e fui dar um mergulho. Quando saí da piscina ele tava deitado numa cadeira e notei que estava de pau duro. Ele tava de sunga, no outro dia ele tava de bermuda. E quando ele viu que eu tava olhando pra ele pegou a bermuda e pôs assim em cima do corpo. Fui pra cadeira do lado dele e quando passei por ele puxei a bermuda disse que daquele jeito ia molhar. Deitei na cadeira do lado e ficamos conversando. No finzinho da conversa quando tava anoitecendo dei uma provocada. Começamos a falar de relacionamento e quando o martini falou de ex namoradas eu comentei que achava que ele fosse gay. Notei que ele ficou meio ofendido, mas não se exaltou. Disse que não era, eu disse que não interessava se ele era ou não , apenas pensei que fosse e isso não faria diferença. Anoiteceu e fui embora.
Na quarta de cinzas não fiz topless porque meu marido ficou comigo na piscina de manhã. O martini apareceu por la mas subiu rápido. So que a tarde meu marido trabalhou e eu não . Mas não estava afim de ir pra piscina estava meio de saco cheio ja e fiquei pensando o que fazer. Eu estava de bobeira em casa só de calcinha e sutiã. A campainha tocou e era o martini. Olhei pelo olho magico. Pedi pra ele esperar, vesti um short e um top e quando abri disse “desculpa a demora, eu tava nua”. Ele perguntou se eu ia pra piscina e eu disse q não, tava de saco cheio. Ele disse “que pena, tava adorando conversar com você la”. Chamei ele pra entrar e ficarmos conversando lá ele aceitou entrou e ficamos papeando. Nossa conversa foi até de noite e não teve nada demais só os olhares dele principalmente pro meu bumbum quando eu me levantava. Meu marido chegou. Eles se cumprimentaram e o martini foi embora. Eu e o meu marido chegamos a discutir um pouquinho porque ele obviamente ficou chateado com a situação mas foi só darmos umas gostosas que ele aliviou.
Na quinta de manhã eu já ia trabalhar. Acordei cedinho por volta das 5 da manhã e fui malhar na academia do prédio. Depois de malhar fui pra piscina porque sabia que não ia ter ninguém . Tirei a roupa da academia e pulei na água. To la na boa relaxada apoiada na borda e escutei um mergulho. Quando me virei era martini que tinha pulado na piscina. Dei um sorriso enquanto ele vinha nadando até mim. De repente quando ele chega puxa minha cabeça e me beija na boca com tudo. Eu correspondi ao beijo, ficamos la nos beijando e nos atracamos. O pau dele tava duro e rolou um super sarro embaixo d’água mesmo. Ele me virou de costas pra borda, eu empinei o bumbum e ele ficou se esfregando. Depois dessa brincadeira em um local totalmente impróprio ele me chamou pra ir pro apartamento dele. Eu não quis e chamei ele pra sauna. Eu entrei primeiro e liguei a sauna e ele subiu foi buscar camisinha. Quando ele voltou eu ja estava toda suada só esperando ele. Ele chegou com algumas camisinhas mas eu sabia que só ia dar pra usar uma. Chegou e ja veio me agarrando. Pôs a camisinha e me encostou na parede. Eu não queria foder nos bancos de madeira da sauna porque ja quebrei um uma vez. Como sou baixinha ele me levantou e eu fiquei subindo e descendo no pau dele. A sauna não pode trancar e isso me deixou um pouco mais excitado. Ele gozou. Depois sentamos no chão e demos uma sentados. Ele gozou de novo. A última foi a melhor pra mim porque ele deixou no chão. O pau dele não queria levantar e eu chupei bem gostoso. Depois virei de costas pra ele e sentei no pau dele. Fiquei de cócoras subindo e descendo no pau dele enquanto me masturbava. Eu gozei primeiro mas ele pediu e eu continuei subindo e descendo subindo e descendo ate que ele gozou de novo. Por insistências dele deixamos as 3 camisinhas gozadas la. Eu sai da sauna primeiro e fui pra casa me arrumar pra ir pro trabalho. Não sei quanto tempo ele demorou mas quando voltei do trabalho fui dar um mergulho rápido por causa do calor e passei na sauna as camisinhas ainda estavam la no chão.
HUNSAKER

A SANTA CURTINDO O CARNAVAL NO INFERNO “TURÍSTICO”… (Paciente 5636)

Fui com uma amiga minha que mora no Sul, mas que alugou um apartamento na praia de Copacabana para passar o carnaval. Não me lembro ao certo qual foi o nome do bloco, mas fui em um dos muitos que rolam na praia de Ipanema durante o dia.
Eram umas 11 da manhã, passamos no mercado e compramos uma garrafa de Vodka e uns energéticos para colocar na mochila e beber durante os blocos, já que não curtimos muito cerveja. Preparamos tudo, e partimos para praia de Ipanema. Chegando lá, já tinha um bloco rolando com muita gente bonita e música boa. Já encostamos em um lugar, e ficamos ali paradinhas bebendo, e observando o pessoal na putaria.
Já havia combinado com a minha amiga de nesse dia, a gente só podia pegar gringos, para dar uma variada. Assim que paramos, a todo o momento chegava um ou outro para conversar. Uns tentavam agarrar, outros tentavam no papo, mas até aquele momento, nenhum gringo. Resolvemos ir pro meio da muvuca. Chegamos no meio da galera e ficamos lá, dançando e curtindo. Não demorou muito para cada uma pegar alguém, como os gringos não apareciam, resolvemos pegar o que tinha por ali mesmo, e mudamos a regra. Alguns beijos gostosos, alguns ruins, algumas passadas de mão e algumas apalpadas excitantes ali no meio mesmo. Impressionante como as pessoas não percebem o que rola a sua volta no carnaval.
Nesse dia, estava calor. Fui com uma blusa preta bem decotada, um short jeans curtinho e um tênis All Star. Minha amiga foi parecida, uma blusa branca decotada, um short preto e tênis. Como já disse no outro conto, sou loira, baixinha, magra, malhada de academia. Peitos médios para grandes, bumbum médio e pernas grossas, mas nada musculoso. Minha amiga era morena, mais alta do que eu, olhos azuis, com peitos enormes e magrinha e branquinha, típica gaúcha. Por onde a gente passava, a gente chamava atenção. Minha amiga tinha o mesmo pensamento, se ela queria ficar, fazer putaria, transar, ela fazia e não estava nem ai para o que os outros iriam pensar. Combinávamos muito nesse sentido.
Num desses beijos no meio da galera, olho para o lado e vejo minha amiga “Jú” no maior amasso com um moreno. Ela estava beijando ele, de costas, com as mãos viradas para trás, apalpando seu pênis, e ele colocando a mão dentro do short dela, de encontro com a sua xaninha, massageando bastante. Aquilo me excitou na hora, que safada ela estava ali no meio. Cheguei do lado dela, puxei o moreno e dei um beijão nele. Ficamos as duas ali por um bom tempo revesando aquela boca gostosa. Enquanto uma beijava, a outra apalpava o pau dele que já estava duro que nem pedra. Por mim, eu daria para ele ali mesmo, mas não tinha como. Ainda tinha muito carnaval pela frente, nos despedimos, demos nomes e telefones falsos, e partimos para outro bloco do outro lado da praia a procura de gringos.
O outro bloco tinha menos gente, mas também tinha mais gringo. Aqueles mais brancos que areia, loiros e vermelhos. Paramos no nosso canto e continuamos a beber. Depois de pouco tempo chegaram dois gringos. Dois americanos, loiros de olhos claros, lindos. Um ficou conversando com a minha amiga, era Alto, magro e parecia ser o mais engraçado dos dois. O que ficou conversando comigo era mais baixo, mais forte e cheio de tatuagem e estava sem camisa, fiquei louca por ele. Eles nos disseram que estavam passando o carnaval no rio e que estavam em um hotel ali na praia de Ipanema. Papo vem, papo vai, cada uma pegou seu gringo. Ficamos de casal no canto do bloco conversando e dando muito beijo na boca. Os dois eram meio travados, não tentavam muita coisa e pareciam estar bem sóbrios, então tive a idéia de beber tequila para ver se os gringos se soltavam um pouco mais. Tomamos uns 4 shoots cada um e ficamos rapidamente no brilho.
Depois da tequila, eles ficaram um pouco mais soltos e já arriscavam umas apalpadas no bumbum e uns beijos na orelha, o que me deixou animada. Falava sempre no ouvido dele para ele ficar bem a vontade. Ele pareceu perceber o que eu estava dizendo e intensificou os beijos e as apalpadas, falando besteiras no meu ouvido. Já estava no final da tarde e os blocos tinham acabado, então eles nos convidaram para irmos ao seu apartamento para continuarmos a festa, e nós prontamente, aceitamos.
Chegamos no hotel dos gringos e pegamos o elevador. Já no elevador os amassos ficaram mais quentes. Lambidas no decote, apalpadas no pau, gemidos altos… Chegamos no quarto deles e eles abriram a geladeira e pegaram um espumante, e disseram que o quarto tinha uma hidro bem espaçosa, fomos direto para lá. As duas estavam sem biquíni, então entramos de calcinha e com a blusa que estávamos usando, e os dois de bermudinha. Enquanto bebíamos, resolvemos começar a brincar. Resolvi provocar os gringos, e puxei minha amiga e dei um beijo nela, enquanto os dois olhavam de queixo caído. As vezes durante o beijo eu observava eles, e percebi que os dois já batiam uma por baixo da água, o que me excitou muito. Tirei a blusa da minha amiga e deixei seus peitos a mostra, e ela fez o mesmo comigo. Agora estavam as duas apenas de calcinha, dando um beijo bem molhando. As duas apalpando os seios e apertando, tudo para deixar os gringos bem excitados, e estava dando certo. Abaixei um pouco e comecei a lamber o peito da minha amiga, que gemia gostoso encarando os gringos. Quando a gente percebeu os dois já estava sem a bermuda e se masturbando sentados na borda da banheira. A brincadeira com a minha amiga estava ótima, mas o que eu queria mesmo era o gringo.
Paramos de nos beijar, e fomos de encontro aos gringos. Minha amiga levantou um pouco e foi dar um beijo no dela, e eu já fui de encontro ao pau do meu gringo. Fiquei de quatro na banheira, e comecei a punhetar o pau dele, que estava pulsando. Minha amiga logo começou a fazer o mesmo. Os dois gemiam feito loucos, pareciam que nunca tinham feito sexo oral na vida. Estava uma delícia. Os dois tinham pênis bonitos, depilados e grossos. Enquanto eu me concentrava no saco do gringo, lambando bem gostoso e dando mordidinhas de leve, minha amiga já fazia um boquete arrumado. Eu queria levar o meu gringo ao limite, e estava conseguindo. Quando cai de boca no pau dele, ele já estava prestes a gozar, mas conseguiu segurar. Ficamos ali um bom tempo chupando aquelas rolas. Modéstia parte, eu faço um boquete sensacional. Faço porque gosto, e acho que por isso fica tão gostoso. Amo o cheiro, a textura, o gosto… Isso deixava o gringo louco de tesão.
Já estava na hora deles começarem a fazer algo por nós, então paramos de chupar, e resolvemos inverter as posições. Agora as duas estavam sentadas na borda, e os dois estavam dentro da banheira. Minha amiga já tinha tirado a calcinha a muito tempo, e eu nem tinha percebido, e o gringo dela caiu de boca na hora. A minha ainda estava ali. O gringo me puxou pela cintura e tirou rapidamente a minha calcinha que além de molhada por causa da água, estava molhada também de tesão. Minha bucetinha estava depiladinha, e a da minha amiga estava com o famoso bigodinho do Hitler, porém, bem depilada. A minha amiga parecia estar aproveitando aquela posição, gemia alto, porém eu não estava curtindo muito, o meu gringo não parecia muito bem o que fazer, então levantei, e chamei ele para ir para dentro do quarto, para deitarmos na cama, enquanto minha amiga ficou por lá.
Nos secamos e caímos na cama. O gringo não tinha muita atitude, deitou na cama e ficou me olhando esperando que eu sentasse logo em cima dele. Já estava cheia de tesão e sem muita paciência, então fui logo para cima dele sem muita cerimônia. Virei de costas para ele, ajeitei seu pau e comecei a rebolar. Sei como rebolar em cima de um pau, e o gringo aproveitou aquilo. Pedi para ele dar uns tapas no meu bumbum enquanto eu rebolava e sentava. Ele começou a se empolgar e a bater mais forte, do jeito que eu queria. Minha bunda já devia estar bem vermelha de tanto que ele batia. Depois de um tempo rebolando em cima dele, ele me colocou de lado na cama, abriu minha pernas e começou a meter com raiva. Eu estava adorando. Comecei a ouvir gemidos mais altos da minha amiga, e imaginei que naquele momento, ela também já estava dando para o gringo dela na banheira.
O vai e vem estava muito gostoso, uma delicia, se o gringo não sabia como chupar, ele sabia como meter. Gozei muito com o pau dele dentro de mim e não tive nem tempo para me recuperar. Minha bucetinha pulsava depois que eu gozei, e ele me colocou de bruços na cama, apertou bem a minha bunda, encheu de tapa e voltou a meter na minha xaninha. Intensificou os tapas e agora puxava o meu cabelo, eu estava entregue. Pelo jeito que eu gemia alto, ele com certeza pensou que eu fosse prostituta, mas eu não estava nem ai, apenas rebolava, e deixava ele meter.
Depois de tempo deitada de bruços, ele me puxou e me colocou de quatro e começou a me foder naquela posição, que eu particularmente, amo. Ficou um bom tempo me comento de quatro. A idéia de ter alguém ali do lado fodendo, e eu ouvindo, também me deixava bem excitada, acabei gozando de novo com o pau dele dentro. Já escorria o melzinho quando ele percebeu e resolveu gozar também. Tirou o pau da minha bucetinha e começou a punhetar até gozar na minha bunda toda. Ele demorou para gozar, mas quando gozou, gozou litros e me deixou bem melecada. Na mesma hora que terminou de gozar, caiu pro lado da cama morto, e eu fui tomar banho.
Quando cheguei no banheiro vi minha amiga toda arreganhada levando no cuzinho, ela não sentia tanta dor como eu, então fazia anal sem problemas. Elas gemia e se masturbava enquanto ele socava na bunda dela. O gringo assim que me viu me chamou para participar, mas eu fiquei ali só observando. O cheiro de sexo estava uma delícia naquele banheiro, amo esse cheiro. Fiquei ali no boxer, tomando meu banho enquanto eu me tocava vendo os dois transando bem pertinho de mim. Apertava meus seios e esfragava meu cuzinho observando aquele anal. Minha amiga, assim como eu, agia como uma profissional do sexo, e levava o cara a loucura. Os dois acabaram gozando juntos, o que foi lindo de se ver, os dois ali tremendo e gemendo alto. Minha amiga voltou para a banheira e ficou ali, parada, sem se mexer, completamente acabada, e o outro gringo veio para o ducha onde eu estava, me olhando com cara de tarado. Já entrou me agarrando, mas eu disse para ele que não iria transar com ele porque não agüentava mais, e minha xaninha já estava doendo, mas que daria uma banho nele. Ele sem ter muitas opções, aceitou. E dei um belo banho nele, ensaboando sua pau enquanto ele dava beijos em meus seios. Sempre gostei de fazer boquete até o cara gozar, e como o meu gringo tinha gozando no meu bumbum, perguntei para o gringo da minha amiga se ele ainda agüentava gozar mais um pouco, ele sorriu e disse que sim. Então ajoelhei na ducha, e comecei a chupar com força, fazendo muita pressão, apertando bastante o pau dele enquanto eu acariciava as suas bolas. Levantei seu pau todo, e suas bolas e comecei a lamber o finalzinho do saco dele, enquanto punhetava seu pênis. Quando o pau dele começou a pulsar muito, coloquei rapidamente tudo na boca e levei aquele jato gostoso na gargante. Não foi muito, mas foi o suficiente para me satisfazer.
Minha amiga, exausta, terminou de tomar seu banho e nos despedimos do gringo dela, já que o meu já parecia estar dormindo faz tempo. Demos um beijinho nele, trocamos telefone. Durante todo o carnaval, não nos encontramos mais. Mas esse dia vai ficar para sempre na minha memória.

HUNSAKER

A SANTA INDO AO INFERNO COM OS SEGURANÇAS… (Paciente 98254)


Meu marido, como sempre, trabalhou no carnaval deste ano de novo e depois de muita reclamação minha ele concordou que os seguranças me levassem aos bailes daqui do Rio.
Mas claro que aqueles armários não iriam de terno atrás de mim.
Foram de bermuda e camiseta.
Já foi uma delícia logo de cara ver aqueles homens gigantes vestidos daquele jeito que eu nunca tinha visto.
Não são do tipo musculosão, malhadão não…. são normais, só que grandões….gostosos mesmo….rs
Conseguimos (com o “prestígio” das carteiras federais deles) subir pros camarotes.
Bem….era convidada a toda hora pra ficar num deles, mas quando viam os “meninos” muitos desistiam.
Mas num deles conseguimos entrar.
Parecia um ambiente familiar mas estava fervendo lá dentro, e logo fui sendo empurrada naquela confusão até um canto do camarote sendo separada dos gigantes, mas ainda sob as suas vistas.
Os meninos do camarote parece que perceberam a dificuldade da minha situação com os seguranças, e demonstraram a todo custo querer apenas me divertir (e como…rs), cheios de “boas intenções”.
Só que na “boa intenção” de me levar mais pra frente do camarote pra poder olhar o salão lá embaixo acabei, mesmo vigiada à distância (e eu acenava pra eles mostrando que estava tudo bem) podendo curtir um pouquinho essa fantasia que me enche de tezão até hoje, e que nunca mais consegui realizar.
Fiquei na minha ali sambando por um tempão como se nada estivesse acontecendo de anormal enquanto sentia os homens do camarote se revezarem atrás de mim se deliciando com a minha bundinha me sarrando gostosamente.
Podia sentir as picas duras através dos shorts e sungas que eles usavam.
Com tesão e jeitinho eles se encaixavam direitinho nas minhas nádegas e repentinamente eram retirados por algum colega que tomava seu lugar atrás de mim.
E era uma festa.
Sabendo que eu estava gostando e que não iria fazer nada para impedi-los eles me alisavam sem parar, enfiavam os dedos por dentro do meu shortinho (estava sem calcinha pra não marcar) , um festival de dedadas na xaninha e na bundinha….uma delícia.
Quando um deles percebeu o quanto eu estava totalmente entregue com aquela excitação toda, ele foi mais longe.
Não se conteve em enfiar os dedinhos e decidiu enfiar o “dedâo”.
Na hora virei pra ele pra dizer que não, mas ele foi mais rápido falando que já vinha do banheiro com camisinha, e que sabia que eu queria muito sentir uma pica dura e quente dentro de mim.
Realmente eu estava meladinha, então olhei pra baixo e confirmei….estava usando camisinha mesmo, e tinha um pau delicioso.
Não podia beija-lo, nem dar bandeira….os gigantes continuavam por ali, e apesar de estarem doidinhos com as gatinhas do camarote ainda prestavam muita atenção em mim.
Então, lembrei de uma outra situação que vivi numa boate e decidi deixar rolar, afinal, qualquer coisinha eu daria um grito e seria prontamente atendida pelos gigantes que estavam bem pertinho a uns 4 ou 5 metros de mim.
Me virei pra frente de novo e continuei a sambar como se nada estivesse acontecendo.
Ele era mesmo muito esperto e só fez me puxar um pouco para trás dizendo que era pra sair da vista dos fotógrafos que ficam embaixo dos camarotes pra se servirem das meninas que gostam de se exibir pras câmeras.
Então acabamos indo mais ainda pro canto do camarote, e aí acabei me assustando com medo de perder de vista os seguranças, afinal, dessa maneira estaria praticamente nas mãos dos meus novos “colegas”.
Só conseguia ver as cabeças dos gigantes encobertas pelas de outras pessoas, e tentei ficar nas pontinhas dos pés pra enxergar melhor, e acho que meu novo encoxador de camisinha e pica em riste entendeu que foi pra facilitar as coisas pra ele.
Muito rápido e certeiro ele que já estava com um dedo dentro do meu cuzinho acabou de puxar meu shortinho de lado e enfiou aquele pau todinho de uma só vez dentro da minha xaninha….certamente facilitado por toda a excitação de tantas encoxadas que já havia levado por ali.
Que sensação deliciosa….deslizou gostoso pra dentro de mim….indo lá no fundinho mesmo (era comprido ele), facilitado pela minha posição eu estava empinadinha tentando ver onde estavam os gigantes.
Um dos gigantes até me achou de longe nesse exato momento e me olhou preocupado.
Acenei pra ele saber que estava tudo bem (na verdade ótimo, delicioso mesmo) e ele sossegou por lá mesmo se posicionando pra me enxergar melhor.
Até hoje não sei se ele percebeu o que acontecia e deixou rolar ou se não percebeu nada mesmo.
Só sei que fiquei ali curtindo aquela delícia de pica entrando e saindo da minha xaninha.
Meu novo amigo então me abraçou pela cintura enquanto eu levantava os braços e rebolava sambando, mexendo aquele pauzão gostoso dentro de mim.
Delícia…não sei se pela foda ou se pela situação, mas eu estava adorando aquilo tudo, tanto que fiquei frustrada porque ele gozou rápido e tirou saindo imediatamente de trás de mim, mas nem bem ele saiu e eu já fui sentindo outra mão puxando meu shortinho de novo e roçando a pica na minha xaninha encharcada e dizendo com uma vozinha gostosa no meu ouvido que não precisava me preocupar que ele também já estava com camisinha.
Apenas fiz que sim com a cabeça e coloquei a mão pra trás pra confirmar a informação, então, encaixei ele direitinho e empinei a bundinha já enfiando um pedacinho do pau dele na xaninha.
Esse também entrou deslizando até o fundo, só que levantou os braços junto comigo me segurando pelas mãos e falando no meu ouvido….”samba no meu pau que nem você fez com ele….vou gozar gostoso assim….”.
Rebolei ainda mais no pau desse, mesmo porque ele continuava falando sacanagens no meu ouvido, dizendo como eu era gostosa, como eu rebolava gostoso na pica dele, que eu era uma puta e que adorava um piroca…coisas assim.
Pena é que assim como seu amigo anterior ele também gozou rapidinho, mas pelo menos com ele consegui gozar, fraquinho, mas gozei.
A coisa teve continuidade e em sua saída ele acabou dando lugar a outro amigo ainda mais ousado do que os dois anteriores que abaixou meu shortinho até o meio das coxas prendendo minhas pernas juntas me permitindo apenas sambar no mesmo lugar, ou seja, só rebolar mesmo.
Senti sua pica procurando a entrada e coloquei a mão pra trás me certificando que este também estava usando camisinha, e mais solta pelo tezão e pela certeza de que envolta por quase uma dezena de homens ali naquele cantinho mas ainda assim às vistas dos seguranças ninguém mais iria conseguir perceber o que estava acontecendo, cheguei até a me curvar um pouco pra empinar bem a bunda pra ele meter sua pica dentro de mim.
Mais um que entrou gostoso, mas esse ficou me puxando pelas ancas.
Sentia seu corpo batendo forte contra o meu enquanto seu pau que não era tão comprido mas bem mais grosso que os dos seus amigos anteriores se enterrava dentro de mim.
Parecia até que eu podia sentir o contorno das veias daquela pica poderosa pela minha mucosa vaginal.
Esse certamente era o mais gostoso dos três, até porque demorou mais pra gozar ouvindo a reclamação dos outros amigos em volta de nós…rs…e me fez gozar mais duas vezes naquela noite doida que estava acontecendo na minha vida de Senhora casada.
Assim foi por longo tempo onde todos os 9 carinhas ali em volta me comeram….alguns até 2 vezes.
Teve um até que me encostou na parede do camarote de frente pra ele e segurou minhas mãos com os braços levantados prendendo-as à parede enquanto metia gostoso sua pica em mim e me olhava nos olhos dizendo….”olha bem puta, olha bem pro macho que tá te comendo, sua vagabunda safada”…
E era tão delicioso sentir aquela pica entrando e saindo e roçando bem em cima do meu grelinho que me esqueci completamente dos gigantes que me acompanhavam e olhei por cima do ombro do meu macho gostoso podendo ver os dois gigantes se dando bem com umas gatas do camarote.
Relaxei e me concentrei na transa que estava realmente deliciosa …resultado…gozei de novo, e juntinho com ele. Deve ter sido a minha décima gozada da noite….rs….já estava ficando exausta.
Mas o melhor da noite ainda estava por vir.
O último e mais delicioso de todos os 9 carinhas, se aproveitando do meu estado (eu já estava molinha de tanto gozar….eles tinham que me segurar pra eu não descer….rs) estava me comendo de costas pra ele e de repente tirou sua pica da xaninha e foi enfiando devagar pra dentro do cuzinho que ele tanto bolinou enquanto me comia a xaninha.
Achando que já tinha conseguido gozar tudo que era possível numa única noite percebi logo meu ledo engano e comecei a sentir aquela agonia gostosinha que precede ao orgasmo outra vez.
Ele sentiu que meu gozo estava vindo (talvez pelos meus gemidos) e acelerou as enfiadas que se tornaram ainda mais profundas devido ao estado de relaxamento do meu cuzinho por causa do gozo.
Gozei gostoso demais com ele socando na minha bundinha e pendurada no pescoço de outro a minha frente que me bolinava o grelinho e me dava um beijo molhado, tesudo, gostoso.
Ele continuou metendo forte e enfiava a língua no meu ouvido enquanto eu beijava seu amigo despreocupadamente.
A essa altura eu já nem ligava mais pros seguranças….só queria mesmo era saber de servir meus deliciosos e muito carinhosos homens enquanto eles me faziam quase desfalecer de tanto gozar.
Depois deste, outros dois repetiram a sua ação e ocuparam seu lugar artás de mim e principalmente dentro da minha bundinha que diziam ser deliciosa.
Esses também gozaram no meu cuzinho.
Finalmente saciados arrumaram uma cadeira e me fizeram sentar por algum tempo.
Perceberam que eu estava terrivelmente cansada, acabada mesmo por tudo que havia acontecido e pelos tantos e sucessivos orgasmos que acabara de ter com essa loucura de carnaval.
Depois de descansar um pouco mas ainda acabada, saí de lá chamando os gigantes que me levaram de volta pra casa.
Sequer consegui dirigir meu carro que foi levado por um dos seguranças enquanto eu ia praticamente desmaiada no banco de trás.
Preocupado ele perguntou se eu estava me sentindo bem.
Respondi que nunca tinha me sentido tão bem assim na minha vida, e que devia estar realmente precisando me divertir, extravasar.
Cheguei em casa, tomei um banho e fui direto pra cama onde dormi até às quatro da tarde do dia seguinte.
Acordei, comi (estava mortinha de fome) e comecei a me preparar pra mais um baile de carnaval, mas não saí de casa antes de telefonar pra um número que encontrei dentro do meu shortinho na noite anterior e que pertencia a um dos meus “mais novos amigos”, que me disse onde ele e seus amigos estariam naquela nova noite de carnaval.
E assim foi por todas as outras noites no mesmo lugar, no mesmo camarote em todos os bailes de carnaval.
Fiquei até triste quando o carnaval acabou.
Meu “amigo” quis continuar me vendo, saindo comigo mas expliquei a ele quem eu era e das dificuldades de conseguirmos nos ver depois daquilo tudo.
Ele entendeu, e nos falamos até hoje pelo telefone.
Ele já disse que seus amigos estão marcando de passar o carnaval do ano que vem juntos de novo….
porque será ?
E quanto a mim…
Bem….estou esperando o próximo carnaval chegar.
HUNSAKER

OS RELATOS SÃO REAIS ?????

Sim, acreditem ou não, eles são reais.

Há  provas – nem tanto – solicitem isso as pacientes (nos comentários), elas permitiram a divulgação de seu relato e podem responder.

Acredito que todos os relatos aqui postados poderão convencer até os mais grandes céticos.

Por quê você não acreditar em algo tão óbvio quanto isso?

É algo que está aconhecendo em todos os lugares, mas felizmente, por ser momentos de uma intimidade é pessoal e intransferível.

Porém, nem todos querem acreditar nas verdades…

IGOR HUNSAKER.

A SANTA ABANDONADA NO CARNAVAL…. (Paciente 12312)

Era carnaval.

Eu tinha acabado de chegar da igreja com o meu pai, isso lá pelas nove horas, e queria ir para a praça do meu bairro que pegava fogo nos dias de folia. Eu tinha marcado de me encontrar com o meu namorado, mas meu pai nunca me deixaria ir, um por que era carnaval e outra porque ele não gostava que ele não gostava do meu namorado e me deixava sair com ele o mínimo possível. Porém, como meus pais eram separados e eu já havia descoberto como me aproveitar disso, falei com ele que ia para a casa da minha mãe para ajudá-la a cuidar da minha irmã que tinha alguns meses de vida, então ele me deixou sair.
Pois bem. Antes de partir, tomei banho, fiz uma depilação total, e vesti uma calcinha fio dental branca. Por cima, um vestido branco longo pro meu pai não desconfiar, então fui direto para a praça. Andei alguns quarteirões e cheguei lá, não foi difícil encontrar meu namorado, afinal, ainda era cedo e não estava tão cheio. Mas para minha decepção, ele estava com sua fantasia de bate bola – que eu odiava – e junto com um amigo dele, o Rafael.
Nos beijamos, cumprimentei o Rafael e ficamos ali de bobeira, eu doida pra dar e ele nada. Meia hora depois chegaram mais uns dez bate-bolas e ele saiu com eles, e ainda falou que ia demorar e pediu pro amigo dele me levar em casa.
Eu fiquei puta da vida e o Rafael viu isso. Ele perguntou se eu queria beber alguma coisa e eu aceitei, então fomos a uma barraca e compramos um caipy fruta. Tomamos, logo depois ele me disse que eu era bonita, que estava bem arrumada e que se fosse ele não me deixaria dando sopa por aí. Eu ri e disse que meu namorado era um babaca, então ele falou “Bom, aqui ta ficando muito cheio e pra ser sincero não vejo muita graça nesse carnaval que só toca funk”. Eu concordei, então ele continuou “Meus pais viajaram, quer passar a noite lá em casa? Podemos ver o desfile das escolas de samba”.
Ver desfile uma ova, ele queria me comer mesmo e eu sabia disso, então aceitei já de más – ou seriam boas – intenções. Fomos até a casa dele, que não era longe dali, ele abriu a porta com uma chave e me convidou para entrar. Ligou a televisão no desfile, foi até a geladeira e pegou uma garrafa de vinho e começamos a beber.
Pouco tempo depois já estávamos altos, como éramos novinhos não agüentávamos beber nada, sabe como é. Ele falou que estava com calor e que ia tirar a blusa, então eu consenti. Eu nunca tinha prestado atenção, mas até que ele era gatinho, branco, uns 1,80m, musculoso mas sem exagero. Eu acho que ele percebeu como eu o olhava e ficou mais ousado: “ainda to com calor, vou tirar a bermuda”, e tirou, ficando apenas com uma boxer branca, e eu conseguia ver bem o contorno do seu pau, que era bem grande apesar de ainda estar mole.
“Você também ta com calor e suando, porque não fica mais a vontade também?” eu respondi que não tinha como porque eu estava de vestido, então ele foi mais direto “Se estiver de calcinha não tem problema, eu to quase pelado também e estou deixando você me ver”.
Resolvi cair nessa conversa furada e tirei o vestido. Como eu estava sem sutiã, fiquei tampando meus seios com as mãos, embora seus olhos estivessem mais vidrados lá na minha calcinha, ou melhor, no que ela quase não cobria…
Nesse momento, pude ver o pau dele endurecendo, mas fingi não perceber. Na Tv, uma passista desfilava de top less, então ele me falou “Aquela mulher ali mostra os peitinhos por Brasil todo e você não quer mostrar os seus só pra mim?” eu recusei, mas ele insistiu mais um pouco e acabei tirando as mãos, mostrando eles todinhos. Ele sorriu e disse “Como retribuição vou te mostrar uma coisa” ele tirou a cueca e me mostrou seu pau, grande e grosso, cabeça bem rosadinha. Como eu sou uma mulher mais visual do que a maioria, minha boca encheu d’água na hora, e sem pudor nenhum peguei nele. “Posso?”, perguntei, e ele falou em meio a um gemido “claro”.
Eu fiquei punhetando ele, enquanto ele acariciava os meus seios. Meus mamilos ficaram durinhos conforme ele os manipulava, até que ele me pediu pra chupá-lo, e como eu adoro um pau bem duro na minha boca, fui com tudo. Comecei lambendo ele todo, do saco até a cabeça, enfim o abocanhei. Chupei, sugava e passava a língua ao redor da cabeça com ele dentro da minha boca, até que o senti pulsando. Eu já curtia engolir porra naquela época, mas existia o risco dele amolecer e não voltar mais e se eu terminasse a noite sem levar uma boa pirocada na buceta eu ia sair dali e dar pro primeiro que encontrasse na rua, então tirei da boca.
Ele me arrastou pro quarto dos pais dele e me jogou em uma cama de casal. Eu caí de quatro, então ele arrancou minha calcinha quase rasgando, e deu uns tapas na minha bunda. Eu nunca tinha tomado tapas na cama, mas pra mim foi uma sensação diferente que me fez ficar toda arrepiada e minha buceta encharcada. Ele apenas comentou “Lisinha e molhada, vou fuder ela todinha” e fez o prometido. Enfiou o pau devagar, mas até entrar todo. Eu gemi como louca, enquanto ele bombava cada vez mais forte, puxava meus cabelos e me chamava de vadia. Seu pau começou a inchar dentro de mim e sabia que ele ia gozar, então rebolei como uma putinha, até ele gozar muito dentro da minha buceta. Ficamos deitados um tempo, depois ele perguntou “Você toma pílula?”, eu respondi “Você tinha que ter perguntado isso antes né? Tomo sim”. Como eu ainda não tinha gozado comecei a me masturbar e ele curtiu ver, no final deu até uma lambidinha no meu grelinho – ele era jovem e ainda não fazia muito bem, mas foi gostoso mesmo assim – e gozei pra caramba.
Transamos mais uma vez de noite, com direito a gozada na minha boca, e outra de manhã, embaixo do chuveiro e com pau na buceta e dedo no cuzinho. Eu preferi voltar sozinha pela manhã, pra não provocar suspeitas. Pra minha mãe eu dormi na casa do meu pai, pro meu pai eu dormi na casa da minha mãe e pro meu namorado eu fui levada intacta pra casa pelo seu melhor amigo, mas o que só nós sabemos é que passei a noite sendo bem fudida por ele.

HUNSAKER.

SANTA QUE NÃO DISTINGUE O CÉU DO INFERNO… (Paciente 43534)

Adorei aquele carnaval inesquecível, que passei com meu marido e o amigo dele.
Meu nome é Ana, tenho 43 anos, 1,73 de altura, branca, olhos e cabelos castanhos, nariz bem afilado, lábios finos, e um corpinho que modesta a parte, é lindo. Sou muito ativa sexualmente falando, adoro sexo, e por ter um casamento aberto, não me reprimo quando o assunto é fazer sexo. Tenho um amante fixo que convive muito bem com minha família e é sempre muito bem recebido por meu marido e filhos quando vem aqui em casa.
Sou casada com o Renato há 24 anos, ele é o cara mais legal que conheço, nos somos liberais desde que namorávamos, confesso que no inicio eu era meio ciumenta, mas, como as aventuras do meu marido sempre foram muito poucas fora do casamento, com o tempo fui parando de ter ciúmes. Eu pelo contrario sempre tive muitos homens em minha vida. Como era casada nunca me deixei envolver muito, claro que isso em teoria é uma coisa, e na prática é outra completamente diferente. Sou mulher e sensível como todas as mulheres e já aconteceu eu me apaixonar, e até pensar em me separar do meu marido por amor a outro homem, mas, com o tempo vi que amava mesmo era meu marido e que o tal cara era mais uma ilusão, e a parti dai mudei muito o meu modo de pensar. Por isso tive diversos amantes e hoje sei diferencia amante de marido, de companheiro de vida.
O Roberto é um cara bonito, tem 45 anos, 1,81 de altura, branco, cabelos e olhos castanhos, com traços finos e bonitos.
Meu relato começa quando, era véspera de carnaval, às 19 horas, meu marido Renato chega ansioso do serviço e fala:
Ele – Tenho uma surpresa muito boa pra você.
Sorriu e mostrou dois convites de um famoso baile de carnaval aqui no Rio de Janeiro. Achei péssima ideia e já fui logo falando:
Eu – Você sabe muito bem que detesto bailes de carnaval. O carnaval é uma festa horrorosa pra mim, por esse motivo, sempre evitei sair de casa nos dias de carnaval, e você sabe muito bem disso.
Eu – Esses bailes só servem pra levar dedada no toba e na buceta, e ainda tem umas pessoas suadas encostando-se na gente, é um fedor de sovaco pra todo lado, e ainda tem aqueles que levantam os braços, e vem com o sovaco na cara da gente.
Péssima ideia! Não vou pra baile de carnaval nenhum! Tenho outros planos para o carnaval.
Meu marido muito paciente falou:
Ele – Deixa disso amorzinho? Vamos nos divertir no baile. É a oportunidade de conhecer pessoas novas. Gente bonita, e quem sabe, um cara que te empolgue. Estou te achando tão tristinha ultimamente. Pensa no assunto, pode ser legal.
Apesar de está satisfeita com meu novo amante fixo, (o Jorge), falei pro meu marido que ia pensar no assunto.
Eu estava com o Jorge há apenas seis meses, e não me interessava muito por novas aventuras, ele me satisfazia plenamente em todos os sentidos.
Meu marido se tornou muito amigo dele, e desde o inicio do nosso relacionamento, deu a maior força pro nosso romance da certo.
Conheci o Jorge em uma festa no clube que somos sócios. Era aniversario da Mônica, (minha melhor amiga), e consegui reservar uma churrasqueira pra fazer a festa de aniversario.
Ela tinha me dito na época, que o primo Jorge iria está na festa. Já havíamos conversado muito sobre ele em nossos bate-papos. Ela me falava maravilhas sobre o cara, dizia que quando adolescente dava quase todos os dias pra ele, e que só não dava mais porque ele era muito ligado a família e podia da problemas. Dizia que o cara tinha uma piroca mágica, e era o melhor amante que ela já tinha experimentado. Dizia que, apesar de casado com uma mulher muito ciumenta, tinha os seus casinhos por fora, e que se eu quisesse, seria mais uma putinha na ponta da vara do bonitão. Meu marido, que estava ali próximo a nós quando se deu essa conversa, e já estava acostumado com as maluquices que a Mônica falava, sorriu e falou:
Aninha é muito tarada, (tem sangue quente), e se esse cara for mesmo tudo isso que você está falando, com toda certeza ela vai querer provar do bonitão.
Nós duas sorrimos muito da cornice do meu marido.
Mônica sempre soube que éramos liberais, e que meu marido é meu mansinho, mas, ela é discreta, e por isso conto tudo que acontece em minha vida intima pra ela e ela faz o mesmo comigo. Sei até quando foi a primeira vez que botou um chifre no marido. Atualmente ela tem uma amante chamada Telma, é uma mulher linda, loira de olhos azuis, toda perfeita, até eu que não sou muito chegada em mulher, queria pegar a Telma.
Eu e a Mônica já transamos umas cinco ou seis vezes, mas, não sou muito fã de chupar buceta, sempre preferi chupar pau, ou seja, eu gosto mesmo é de homem. A Mônica é mais chegada a uma buceta, todas as vezes que transamos, a inciativa foi dela, e de vez em quando, ela fica querendo transar comigo, (ela parece um tarada), toda vez que estamos sozinhas no meu quarto, ela tenta me beijar, as vezes deixo, (confesso que adoro beija-la), mas, só faço isso só de vez em quando.
Não posso dizer que não gosto, principalmente de ser chupada, (mulher chupa melhor que homem), mas, só topo transar com a Monica quando estou muito doida pra transar e não estou com muita alternativa masculina na hora da vontade.
Meu marido sabe que já transei com ela, ele acha legal transarmos, mas, ele sabe que gosto mesmo é de pica.
No dia da festa de aniversario da minha amiga, eu tinha passado mal à noite anterior, (coisinhas de mulher, mas, não era menstruação), e estava meio desinteressada em ficar com alguém, pensava até em ir embora pra casa, fiquei assim até o momento que o Jorge chegou à festa. Já era umas 10h00min da manhã, e fiquei toda ligada no cara, mas, não fui a única, notei que a mulherada toda ficou de olho nele.
Era um “cara” muito gostoso! Era bonito, mas, não era modelo de beleza, em alguns aspectos era até meio feio, o que me fez ficar mais interessada do que estava.
O cara era alto, forte, moreno claro, com uma pele dourada de sol. Cara de macho dominador, safado, cafajeste, de homem que adora fazer a mulher sofrer de prazer na pica dele, e pedir, e até implorar, pra fazer ela gozar logo, pois, não aguenta mais de tanta vontade de gozar na rolona do safado. Cara de quem coloca a mulher de quatro e mete na buceta, batendo na bunda, até ficar vermelha. Cara de quem deixa a mulher arriada de cansaço, mais pedindo mais pica.
Claro que dei a maior bola pra ele, não só eu, como pelo menos umas cinco outras mulheres, mas, a maioria estava com o marido, e pelo jeito, o único marido liberal era o meu. Só de olhar o sujeito, já me senti umedecida entre as pernas.
Poucos minutos que ele havia chegado, já estávamos conversando animadamente, falávamos coisas picantes e até já trocávamos beijinhos no rosto como velhos amigos, e claro que antes da festa acabar, já tinha aceitado o convite dele pra ir ao motel da uma trepadinha.
Jorge – Aninha, você é muito gostosa. O que você acha de sairmos dessa festa chata e irmos pra um lugar mais reservado.
Eu – Em outras palavras, você quer me levar para um motel e me comer.
Jorge – acho que você captou minha mensagem.
Sorri e falei: Claro que topo, estou morrendo de tesão.
Eu e ele contratamos sair do clube de fininho, pois, a festa ainda não havia acabado e quanto menos pessoas desconfiasse das nossas intenções, melhor seria, mas, pro meu marido eu tinha que contar, nunca escondemos nada um do outro.
Cheguei pertinho e falei em seu ouvido: Amor, vou da uma voltinha com o Jorge, e devo chegar tarde em casa. Ele sorriu, sabendo onde eu pretendia ir com o bonitão, me deu um beijo na boca e falou: Vou embora também, é melhor sairmos juntos pro estacionamento pra não da na vista dos curiosos.
Beijei gostoso na boca dele, como que agradecendo a permissão dele e concordei em sairmos os três juntos.
Depois de recolher as poucas coisas que trouxemos, despedimo-nos dos que conhecíamos, e saímos rumo ao estacionamento. No caminho o Jorge e meu marido foram conversando amenidades, (pareciam velhos amigos). Quando chegamos ao estacionamento, dei um beijo de língua,
bem gostoso no marido e disse em seu ouvido, que chegaria tarde e que ele não se preocupasse, pois, estaria em boas mãos.
Entrei no carro do Jorge e fomos direto para o motel. No caminho até o motel, o safado foi com a mão na dentro da minha calcinha o percurso inteiro, ele dedilhava meu clitóris tão gostoso que estava com medo de gozar a primeira vez lá no carro mesmo. Podia ter tirado a mão dele de dentro da minha calcinha, mas, eu estava tão doida pra dá pra ele, que deixei sem reclamar.
O cara deu um show de rola, nunca vi um homem meter tão gostoso como o Jorge mete. Deixou-me morta de cansaço de tanta pica que levei, mas, sem duvida nenhuma, foi uma das melhores trepadas que dei em toda minha vida.
O Jorge tem uma pegada maravilhosa, dei até o cuzinho pra ele, (coisa que não gosto), mas, um cara daqueles, a mulher faz até coisas que não gostam para satisfazê-lo. Ela quer ter a garantia que vai transar com ele muitas vezes.
Ficamos até tarde no motel, depois ele me deixou na porta de casa. Era mais ou menos meia noite.
No percurso ele foi novamente com a mão dentro da minha calcinha dedilhando meu clitóris.
Ele é tão cara de pau, que quando chegamos na porta da minha casa, ele ainda cumprimentou o meu marido com um aperto de mãos e um tá entregue a nossa princesinha.
Meu marido sorriu da descontração o Jorge, e me perguntou se eu tinha falado pra ele que nós éramos liberais.
Sorri e falei: Não falei nada, mas, claro que ele desconfiou que você sabia, ele já deve ter comido mulher de outros corninhos.
Caímos na gargalhada e nos abraçamos.
Cansada e ardida, com uma dorzinha gostosa na xota, sentia quando andava os lábios da pepeca encostados um no outro de tão inchados que eles estavam.
Meu marido estava sonolento, voltou para o sofá pra assisti o programa de televisão que estava assistindo quando cheguei.
Dei um beijo gostoso na boca do meu corninho, e pra provoca-lo, enfiei minha língua bem fundo na boca dele, querias que ele sentisse o gostinho de pica que ainda estava na minha boca. Depois do beijo perguntei:
Sentiu o gostinho de pica na minha boca corninho?
Não senti nada, mas, sua boca está muito quente!
Eu sorri e falei: Deve ser de tanto chupar pica, estou até com o céu da boca doendo de tanta cabeça de rola que bateu no céu da minha boca. Caímos na gargalhada e ele perguntou já com a mão na minha xota:
E ai, o que você acha de irmos pro nosso quarto e você me contar como foi sua trepadinha com o moreno? Quero detalhes!
Eu empolgada falei: Amor, o cara é tudo de bom! Quero meter com ele de novo, o que você acha do gostoso ser meu amante fixo?
Você mal conhece o cara, será que não está sendo meio precipitada essa paixão? Amanhã você pode se decepcionar com ele. Não é melhor vocês se conhecerem, depois você resolve se quer ele como amante fixo, ou não, o que você acha?
Claro amor, você tem razão, não é porque o cara tem o pau mais gostoso que já provei, que vou me precipitar querendo ele como amante fixo.
Você falou a mesma coisa do Rogério, depois de dois meses juntos, você já não aguentava nem olhar pra cara dele.
Outra vez você tem razão, mas, é que ele é tão gostoso! Dei até a bundinha pra ele, e você sabe que não sou muito fã de sexo anal, mas, o cara mete muito bem, sabe como comer um cuzinho como ninguém, só uma mulher saberia o que senti na ponta da vara do Jorge.
Subimos abraçadinhos os degraus da escada, já no corredor, ouvimos sons de gemidos vindos do quarto da minha filha, claro que minha filha e filho estavam transando.
Eles transavam desde de os dezoito anos, (eles não são irmãos sanguíneos, são primos, ele é filho da minha irmã que morreu em acidente de automóvel, mas, ele vive conosco desde os três meses de vida, me chama de mãe e meu marido de pai).
Quando descobrimos que ele estava comendo a irmã, (ou prima), meu marido conversou com eles calmamente e falou que sabia de tudo, o garoto ficou sem graça e pediu desculpas pro pai, meu marido o tranquilizou e pediu pra não acontecer mais, disse que era errado, e apesar de não serem irmãos de sangue, eles tinham sido criados como irmãos, e aquilo que eles estavam fazendo não era certo.
Eles prometeram que não fariam mais sexo, porém, ele sempre dava um jeitinho de sair na madrugada direto pro quarto dele, e como minha filha é meio escandalosa na hora da transa, eu e meu marido ouvíamos do nosso quarto, os gemidos da minha filha, e por mais que falávamos, e até discutimos, não adiantava, os dois transavam escondidos, por isso, resolvemos deixa-los transarem a vontade, mas, claro que a orientei sobre sexo, e fui ao ginecologista com ela e ele passou pílula anticoncepcional pra ela tomar. Falei pra ela não permitir jamais que o parceiro meta nela sem camisinha.
Sei que ela usa o anticoncepcional regularmente, mas, camisinha, eu sei que ele não usa quando o parceiro é o irmão.
Ela me confidenciou isso em uma de nossas conversas: Disse que pararam de usar logo no começo, pois, na maioria das vezes não tinham disponível na hora da transa, ou queriam sentir melhor o contato de pele um do outro, mas, ela me garantiu que com o namorado usava sempre, e o irmão também usava quando transava com outra mulher.
Disse que a relação melhorou muito, tornando-se muito mais prazerosa depois que parou de usar a camisinha, e isso a fez procurar mais ele na hora do sexo, do que o namorado.
Além do irmão, ela namora com o Pedro, com quem transa quase todos os dias aqui em casa no quarto dela. Eu e meu marido adoramos o Pedro, ele é um menino muito bacana e inteligente. Trabalha, ganha bem, e faz faculdade de direito.
Ela me contou que o Pedro sabe do caso dela com o irmão e aprova, o que me deixa muito feliz, detesto mentiras, e saber que ela não mente para namorado é muito bom.
Não existi esse negocio de ciúmes entre meu filho e filha. Ele tem diversas namoradas que transam com ele aqui em casa, e até passam a noite. Eu e meu marido achamos tudo muito normal. Elas são maiores de idade, e podem fazer o que quiser no que se refere a sexo.
Ele não tem namorada fixa, mas, é bonito, tem facilidade de arrumar namoradas, por isso come todas que lhe interessa. Acho que a única namorada fixa dele é a irmã.
Ele também encara com normalidade ela ter namorado. Os dois são conscientes que a relação amorosa entre eles é só sexo, e que um dia, os dois iram se casar com outros parceiros, e provavelmente não vão mais ter um relacionamento, a não ser que a futura esposa do meu filho concorde com o relacionamento deles como o Pedro concorda.
Voltando a história do titulo do conto.
No baile de carnaval, começamos a beber e depois de tomar algumas cervejas, fiquei meio altinha e resolvi dança um pouquinho com o Renato, ficamos no salão dançando abraçadinhos, foi quando notei que meu marido estava sorrindo pra um cara nas proximidades, olhei pra ele e perguntei quem era, ele me beijou e disse que tinha avistado um amigo do tempo de faculdade, olhei de novo pro cara e não reconheci, e perguntei quem era o bonitão, ele sorriu e falou que o nome dele era Roberto.
O cara se aproximou de nós e sorrindo apertou a mão do meu marido e depois o abraçou carinhosamente. O Roberto o apresentou e nos beijamos na bocheche em comprimento. Ficamos os três conversando no meio do salão e meu marido o convidou pra ir pra nossa mesa, ele aceitou e ficamos conversando, ele ao meu lado, e meu marido ao lado dele. Pedi pro meu marido me levar até o banheiro, estava doida pra fazer xixi, e em baile de carnaval, como já disse, basta à mulher passar no meio de multidão, pra levar dedada na bunda, e como detesto esses caras que fazem isso, meu marido foi junto comigo ao banheiro.
Já na porta de um dos banheiros, na fila que se formou, eu disse pro meu marido, que o amigo dele tinha passado a mão na minha buceta por baixo da mesa, mentira, só queria deixar meu marido com tesão, e ele ficou, o pau dele começou a ficar duro por baixo da calça, e foi logo perguntando detalhes, e dizendo que não percebeu nada. Falei que ele tinha colocado a mão discretamente embaixo da minha saia e que tinha ficado brincando com meu clitóris por alguns minutos, ele sorriu nervosamente e perguntou: Você não está de calcinha, safadinha? Respondi: Quem já se viu vestir calcinha para vir em baile de carnaval? Ele sorriu e falou: você é mesmo muito putinha amor, acho que é por isso que te amo tanto!
Fui ao banheiro e não pude fechar a porta, o banheiro estava muito fedorento, fiz xixi com a porta aberta, tinha um monte de mulher e homem também atrás de mim, tinha um cara na fila que era o próximo depois de mim, ele ficou encarando minha buceta, quando procurei a melhor posição pra fazer xixi. Notei que o pau dele começou a ficar duro, sorrindo, perguntei se ele nunca tinha visto uma buceta na vida, ele me olhando nos olhos falou: Fazendo xixi é a primeira vez, (é muito bonitinho mulher fazendo xixi), sorri, enxuguei a xota com um pedaço de papel higiênico, baixei a saia, que estava na altura da minha cintura, e sai, quando virei à cabeça pra trás, vi que ele também não fechou a porta do banheiro, parei pra ver aquele pauzão grosso que o cara tinha, ele sem vergonha nenhuma, apontou a rolona, grossa e grande pro vaso e fez xixi pra todo mundo ver, parecia que queria deixar a mulherada de água na boca, eu pelo menos fiquei.
Meu marido sorriu muito e falou: Aposto que até o final do baile, você vai mamar aquela rolona, sorri e falei: Aquela eu não sei, mas, a do seu amigo com certeza eu vou mamar.
Voltamos pra mesa, e já dava bola pro cara descaradamente, meu marido só ficava rindo e me chamando de putinha no ouvido. Tomei coragem e chamei o Roberto pra dança. Ele ficou olhando pra cara do meu marido, e o Renato, (meu marido), fez sinal que tudo bem.
Saímos pra pista de dança e fui logo abraçando e apertado o cara, depois de sentir o volume da pica dele nas minhas pernas, desci a mão até o pau dele e fiquei apertando a tora por cima da bermuda, o pauzão estava completamente duro, e fazia um grande volume na bermuda.
Meu marido só olhando o que nós estávamos fazendo, nós não, eu, o cara só me abraçava nervoso com a presença do meu marido na mesa, não pegava em nada, resolvi tomar uma atitude mais audaciosa, meti a mão na bermuda larga que ele estava usando, peguei o pauzão e fiquei punhetando devagar dentro da bermuda. O bom de bailes de carnaval, é que a gente punheta um cara no meio do salão e ninguém tá nem ai, a coisa é muito largada, mas, se uma mulher sai sozinha pro salão, todo cara quer dedar a bunda dela, é uma merda!
Depois da dança, vi que o nosso amigo ficou meio sem graça na mesa e meu marido tranquilizou ele dizendo que eu era meio louquinha mesmo, e que ele não precisava ficar encabulado, que no carnaval valia tudo.
Fui de novo ao banheiro e meu marido foi comigo pra evitar os encoxadores, mas, no meio do caminho o cara que estava na fila da outra vez e que tinha um pauzão enorme, me pegou pelo braço e falou no meu ouvido, te encontro no canto do salão e apontou com o dedo, meu marido encostou a boca no meu ouvido, (por causa da musica) e falou alto: O que ele falou pra você?
Sorri pra ele e falei: Ele pediu pra eu chupar o pau dele lá no canto do salão. Meu marido me olhou assustado e perguntou se eu iria topar chupar o pau do cara, eu sorrindo perguntei:
Você deixa amorzinho? Deixa sua mulherzinha chupar o pau do caralhudo, aquele pauzão dele me deixou molhadinha. Ele espantado, falou:
Faça como quiser minha querida, hoje a noite é sua. Dei um beijo bem molhado na boca dele, depois fui fazer xixi no banheiro fedorento, e mijei com a porta aberta de novo, era impossível fechar a porta com aquele fedor, e como tanto homens como mulheres estavam usando os mesmos banheiros, outra vez mostrei a buceta pra caras que estavam lá, quando terminei, enxuguei a xota com papel higiênico, e fui até o canto do salão procurar o pauzudo. Lá tinha uns três casais se pegando, pra valer, mão naquilo e aquilo na mão. Uma mulher estava punhetando o pau do parceiro ostensivamente, e ninguém estava nem ai.
Encontrei o cara, que já chegou me beijando, e me chamando de linda, (a boca dele tinha gosto de cerveja azeda e ele beijava mal pra caralho), mas, não estava interessada nos beijos do sujeito, queria era mamar aquele pau enorme. Fui tirando o pau pra fora da bermuda, punhetei pra ficar mais duro e vesti uma camisinha nele, depois caindo de boca, os pelos da virilha estavam fedendo a xixi, mas, o pau era grosso e grande, e eu cheia de tesão, abocanhei a rolôna e mamei gostoso
O pauzão estava muito duro e delicioso de chupar, mamei por uns dez minutos, e com todo o tesão que sentia, a única coisa que temia, era as câmeras das emissoras de televisão que cobrem o carnaval nos clubes. Em poucos minutos o cara gozou dentro da camisinha e parei de chupar.
Voltei pra nossa mesa e meu marido e o amigo conversavam animadamente, meu marido sorrindo, perguntou se eu não queria ir embora. Já eram três horas da manhã e o Roberto iria dormir conosco, “não podia acreditar”, meu marido já tinha contratado um ménage com o cara, claro que topei, depois de chupar aquela piroca azeda de xixi, estava maluca pra sentir um pauzão dentro de mim, e o tal Roberto além de bonito, tinha um pauzão lindo, mas, antes de ir embora, sentei ao lado do Roberto e ficamos nos beijando, que diferença da boca do cara do banheiro pra boca do Roberto, a boca do Roberto cheirava a uísque doze anos, e a do cara a cerveja azeda, a língua do Roberto passeava gostoso dentro da minha boca, a do cara era meio nojenta.
Peguei no pau dele por cima da bermuda, e fiquei sentindo a grossura e o tamanho com a mão, vi que tinha uma cabeça mais grossa que o resto do pau. Adoro pau cabeçudo!
Ele terminou de tomar o uísque e fomos embora pra minha casa, ele nos acompanhando com o carro dele.
Chegando a nossa casa, subimos pro quarto e fomos os três pra suíte tomar banho. No banho, onde só rolou uns dedinhos na xoxota, beijo na boca e punhetinha no pau do convidado. Meu marido só ficou olhando eu ensaboar o Roberto e ele me ensaboar, ele demorando na limpeza do anelzinho, massageando gostoso o local.
Vesti uma calcinha e fui à cozinha beber água. Quando passei pelo quarto da minha filha, ouvi gemidos característicos de sexo, não sei por que, abri a porta, e vi o que esperava ver, minha filha de quatro e o irmão metendo rola na buceta dela. Ele olhou pra mim e sorriu, não parando o que estava fazendo, ela virou a cabeça pro meu lado e me olhou sorrindo. Eu não sabia o que dizer, respirei fundo e falei:
Não faça muito barulho meninos, eu e o pai de vocês estamos com uma visita no quarto.
Minha filha sorrindo falou: que sorte da senhora, qualquer dia também pretendo dá pra dois, deve ser muito gostoso duas picas dentro da gente.
Em nenhum momento o menino parou de socar e eu vendo aquela rolona entrando e saindo de dentro dela e confesso que fiquei com mais tesão ainda.
Voltei da cozinha e encontrei o Roberto comendo a bunda do meu marido, me posicionei na frente do Renato e fiquei beijando sua boca. Depois de alguns minutos, o Roberto gozou gostoso dentro do Renato.
Já tinha visto meu marido gozar dando a bundinha. Eu mesma já fiz ele gozar usando uma cinta pênis, mas, nunca vi ele gemer tanto dando a bunda.
Depois deitamos na cama e o Roberto sentou-se entre nós dois e ficamos os dois chupando o pau dele.
Ainda dei pro Roberto três vezes no final de noite, e meu o Renato deu mais uma vez.
Dormi pesadamente e no outro dia de manhã, acordei e não vi ninguém ao meu lado, ouvi gemidos na minha suíte do quarto, e pensei: Essa putinha do meu marido já está dando pro nosso amigo Roberto, o puto gosta mais de rola do que eu. Fui até a suíte, e pra minha surpresa, quem estava entrando na rola, não era meu marido, era o Roberto, ele também gemia muito gostoso, parecia que estava adorando o pauzão do meu marido, com certeza não era a primeira rola que ele levava na bunda.
Acho até que no tempo de faculdade eles se pegavam.
Meu marido já tinha me dito que tinha transado com alguns amigos de faculdade, e o Roberto devia ser um deles.
O Roberto agiu normalmente quando cheguei à porta da suíte e vi o Renato comendo a bunda dele, sorri e fui até o Roberto e beijei gostoso a boca dele, peguei o pau dele e fiquei punhetando enquanto meu marido socava na bunda dele.
Tomamos café e depois o Roberto foi embora prometendo ligar pra repetirmos a brincadeira. Faz dois anos que isso aconteceu e nunca mais vi o Roberto, mas, acho que meu marido transa com ele até hoje, e quando pergunto ele sorri e desconversa.
Nunca me preocupei com o fato do meu marido dá a bundinha, ele é quase uma amiga pra mim, inclusive conversamos sobre moda, novela das oito, ele pinta minhas unhas, penteia meus cabelos, (sabe até fazer chapinha), depila minha bunda, xota e axilas, mas, amante é diferente. Não gosto de amantes delicados, amantes tem que ser viril macho de verdade, não que meu marido não seja macho de verdade, mas, o Jorge é macho alfa, pegador, bruto, arregaçador de buceta.

O Jorge é homem pro meu prazer, meu marido é meu companheiro do dia a dia, o pai dos meus filhos.

HUNSAKER

CARNAVAL…

 

O carnaval é uma festa de origem egipcia.

Entre os egípcios havia as festas de Ísis e do boi Ápis; entre os hebreus, a festa da carne (profana e amaldiçoada); entre os gregos, as bacanais; em Roma, as lupercais, as saturnais.

Festins, músicas estridentes, danças, disfarces e licenciosidade formavam o fundo destes regozijos.

Pelo seu lado, os gauleses tinham festas análogas, especialmente a grande festa do inverno a que é marcada pelo adeus à carne que a partir dela se fazia um grande período de abstinência e jejum, como o seu próprio nome em latim “carnis levale” o indica.

Para a sua preparação havia uma grande concentração de festejos populares. Cada lugar e região brincava a seu modo, geralmente de uma forma propositadamente extravagante, de acordo com seus costumes.

Pensa-se que terá tido a sua origem na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C, através da qual os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses.

Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C..
É um período de festas regidas pelo ano lunar (calendário Hebraico) 40 dias antes da Páscoa, por isto muda a cada ano, no cristianismo da Idade Média chamam de Quaresma.

O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XX.

A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo.

Cidades como Nice, Santa Cruz de Tenerife, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspiraram no Carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas.

Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de escolas de sambapara outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsinque.

O Carnaval do Rio está atualmente no Guinness Book como o maior Carnaval do mundo, com um número estimado de 2,5 milhões de pessoas por dia nos blocos de rua da cidade.

 

Em 1995, o Guinness Book declarou o Galo da Madrugada, da cidade do Recife, como o maior bloco de carnaval do mundo.

QUANTO A ORGIAS…?????

IGOR HUNSAKER .

 

A SANTA SE FANTASIANDO DE PUTA… (Paciente 44356)

Oi Dr., carnaval tá chegando e eu não poderia deixar de contar como foi o meu primeiro carnaval depois que me assumi uma verdadeira hotwife.
Já fazia alguns meses desde minha primeira chifrada, e já havia transado com muitos homens diferentes mas tava mesmo com vontade de aprontar pesado, fazer uma coisa que me transformasse de vez em uma puta e nada melhor do que o carnaval pra fazer isso.Escolhemos novamente uma praia no litoral de Saquarema, pois é bem longe de nossa cidade e tem umas casas dentro da mata que são verdadeiros paraísos. Alugamos uma casa perfeita, discreta, com um muro alto e uma piscina, convidei 1 amiga solteira pra me ajuda nas aventuras rsrs, meu marido, completamente corno, estava mais ansioso do que eu, minha amiga só pensava em tomar cerveja e conhecer as lindas praias, e eu queria muita rola, estava desesperada por sexo, queria aproveitar ao máximo.
Chegamos no sábado de manhã, meu marido dirigiu a madrugada inteira e ficou em casa dormindo então fomos a praia reforçar as marquinhas e paquerar um pouco, a praia estava muito cheia mas muito gostosa, levamos algumas cantadas e rolou alguns olhares, mas nada além disso, soubemos que iria ter um palco armado na praia vizinha e então combinamos de ir lá a noite aprontar, ainda mais na praia sempre quis ficar com vários homens desconhecidos e a praia era o lugar certo.
chegamos em casa e meu marido estava dormindo bêbado na beira da piscina pelo vermelhão passou um bom tempo no sol, ou seja, sem condições de sair com a gente, melhor ainda .
Vestimos micro-saias compradas especialmente para a ocasião, estava uma puta perfeita, minha amiga também, o plano seria ficar com o máximo de homens possível . Chegamos por volta da meia noite, fomos pra o meio da multidão em frente o palco, ficamos dançando e procurando macho, até que os primeiros atrevidinhos começaram a nos encoxar, era uns 5 caras com jeito de turistas, queria curtir mais um pouco a festa, mas confesso que tava morrendo de tezão. Perguntei pra minha amiga se rolava, ela perguntou qual, “eu quero todos, você me ajuda?” Ela riu e disse, vamo nessa, ninguém conhece a gente mesmo…
Ela agarrou um e começou a beijar, o outro agarrou ela por traz e ficou roçando o pau na bunda dela, eu estava no meio dos 3 e tive um pouco de medo, mas resolvi curtir o momento tb, empinei o bumbum pro que estava a traz de mim, e puxei um e comecei a beija-lo peguei no pau do outro e segurei firme….” vamo sair daqui, vamo comer essas putas lá perto das pedras…” falou o que estava me encoxando. “Tu tem dinheiro aí?” perguntou o outro que estava com a minha amiga “sei lá elas nem falaram quanto é pra dar pros 5”
-Cem reais pra cada!!! (minha amiga olhou pra mim assustada)
-Demorô, mas vamo disfarçando pra não chamar muita atenção.
Minha amiga me puxou de lado ” você tá doida, acabamos de chegar, e ainda fazer programa, e o pior, por 100 reais pra dar pra esses monte de cara… Nem pensei no valor, queria dar e ser puta, nem sei quanto seria um programa desse tipo, mas eu ia dar nem que fosse de graça. Quando chegamos perto de um muro 2 dos rapazes estavam escondidos nos esperando, fomos até eles, puxaram o dinheiro e botaram o pau pra fora das bermudas, minha busseta estava louca de vontade… Minha amiga não se conteve, se ajoelhou e começou a mamar, eu fiz o mesmo, mas com a mão dentro da calcinha rsrs, logo chegaram os outros 3 e se juntaram a brincadeira, tiraram os cacetes pra fora e botaram em nossas bocas, é uma coisa muito gostosa chupar 2 paus, mas queria logo que alguém enfiasse o cacete em mim, olhei pro lado minha amiga já tava tomando rola, e com um pau na boca e eu então mandei um dos 3 comer minha busseta, um deles colocou a camisinha e enfiou gostoso, deu 3 socadas fortes e encheu a camisinha ficaram zoando o coitado, fiquei com dó, mandei os 2 que eu estava chupando fazerem um revezamento na minha busseta e mandei o rapaz sentar na areia, fiquei de 4 com a bunda empinada pros 2 amigos e chupando o pau do rapaz, estava do jeito que sempre quis, sempre sonhei em participar de algo assim, saia na cintura, calcinha no bolso e muitos homens pra mim. Um dos que estavam com a minha amiga resolveu me comer também e logo na primeira cravada senti uma certa habilidade no rapaz, uma pegada muito gostosa, não tive duvidas, gozei gostoso na vara dele, nessa hora já tinha se formado uma fila traz de nós com exceção do carinha que gozou rapidinho que estava recebendo um delicioso boquete, perdi a conta de quantas gozadas eu dei, pediram nossos cuzinhos, mas melhor não arriscar, mesmo com muita vontade voltamos pra festa e dançamos até umas 3 da manhã.
No fim da festa ficamos com mais 2 carinhas mas nada de mais, apenas beijos safados com gosto de pau e uma boa chupada quando foram nos levar em casa, pediram pra entrar, mas achei melhor não, mas minha amiga estava muito afim de transar com o cara, realmente eles eram muito gostosos, pra que resistir, é carnaval, foda-se !!!
Entramos de fininho, falei que tinha um casal na casa e não podíamos acorda-los as luzes da piscina estavam acesas, fui lá dentro conferir meu marido e estava dormindo destruído pela ressaca. Quando voltei pra piscina, estavam todos peladosminha amiga de joelhos chupando os 2, quando ela me viu se levantou e tentou se desculpar por chupar o meu macho, não sei se foi o álcool, ou o tezão que me deu, mas eu calei sua boca com um beijo, de língua, sentindo o gosto dos cacetes, ele ficaram loucos, tirei a roupa rapidamente, e comecei a chupar os 2 junto com ela, revezando entre os paus e a sua boca, nunca havia beijado outra mulher mas tava uma delícia, vestimos as camisinhas e pulamos na piscina, o mais velho me pegou por traz e socou fundo, o outro fez o mesmo na minha colega, eu não parava de beijar sua boca, eles ficavam trocando de bussetas e nos fazendo delirar com as socadas, mas de repente eles agiram de má fé, simultaneamente nos enrabaram, só percebi que a amiga estava passando pelo mesmo pela cara de dor que ela fez,
-Entrou tudo? Perguntei.
-Até o saco, mas ta uma delicia.
-Também to levando na bunda, ta muito gostoso.
-quero ver essas bundas tomando rola lá fora. Quem já deu o cuzinho em um banco de balcão sebe o quanto é gostoso, o pau entra certinho e vai lá no fundo, e eles continuaram o revezamento até a hora que tiveram outra ideia pervertida,Vamo fazer uma dp nessas vagabundas?
-Vocês aguentam?
– Eu quero. Falei sem hesitar, na adolescência já havia feito algumas vezes, e não ia perder essa oportunidade mas minha amiga não teve coragem.
Mandei o mais novo deitar e sentei na vara dele que sumiu dentro de mim, empinei o bumbum e chamei o outro mais experiente, que também atolou tudo sem dó, foi um passeio nas nuvens, fiquei fora de mim, fiquei em transe, minha amiga sem acreditar no que estava vendo, o vai e vem intenso foi de mais pro cara que tava no cuzinho, ele tirou a camisinha e lavou minha bunda, o outro saiu de baixo e fez o mesmo, ficamos pelados bebendo cerveja até o dia amanhecer, depois foram embora. Os dias seguintes foram um pouco menos movimentados, mas rolou muita coisa gostosa, minha amiga foi uma parceira incrível, e o carnaval se tornou inesquecível.

HUNSAKER 

SANTA E SUA TENTAÇÃO NO CARNAVAL… (Paciente 55526)

Sou casada há dois anos, e por morar em uma região de Minas Gerais conhecida pelas festividades de carnaval, pela cidade ser histórica e receber inúmeras turistas oriundos de todo país, e mesmo turistas estrangeiros, após o casamento, alguns parentes reúnem para passar o feriado prolongado em minha casa. Tentando ser bons anfitriões, acomodamos todos do jeito que dá, ainda que a casa seja bem espaçosa e grande, herdada dos pais de meu esposo. Por ser morena, com traços característicos da mulata brasileira, tenho um metro e setenta, cabelos anelados longos, pernas grossas e torneadas, seios médios e bunda grande e empinada, sempre atrai atenção dos homens, e terminei casada com um bom homem, honesto, trabalhador, bom marido, dedicado e carinhoso. Que para minha surpresa, nunca ficou enciumado por gostar de vestir roupas decotadas, calças justas, bermudas e biquinis, por vezes, percebia que sentia orgulho de estar ao meu lado, por estar acompanhada de uma mulher que atraia os olhares masculinos e a inveja e ironia feminina.
Nesse carnaval, fui informada que receberíamos menos parentes, devido a crise, na verdade, porque alguns haviam escolhido ir passar o feriado no carnaval. Como mencionei, haveria menos pessoas hospedadas, não haveria casa cheia, apenas uma prima, e três amigas, e o namorado de uma delas iriam ficar hospedadas em minha residência. Com essa informação, e acreditando ser desnecessário ficar para ajudar como sempre fez, meu esposo reunidos com alguns amigos foi pescar em uma represa famosa.
Assim, fiquei como anfitriã, meus hóspedes chegaram na sexta feira a noite, e acomodei todos em seus aposentos, minha prima, com quem fui criada, e que agora morava na capital, trabalhando e estudando na área da saúde. Fisicamente, somos bem parecidas fisicamente, apenas sobressaio por ser mais alta, e Camila por ter olhos claros. Saímos na sexta, com conivência de meu esposo, que por ter que viajar na madrugada preferiu ficar em casa e terminar de preparar os apetrechos para acampar no meio do mato, longe do burburinho da cidade, que havia sido invadida por gente bonita e animada. Em meio a multidão, atrás do bloco, da bateria e das bandas de fanfarra, fui aproveitando, dançando e bebendo, sendo por vezes bolinada e incomodada por homens insistentes, mas que não atraia minha atenção, mesmo porque o que estavam oferecendo tinha em casa a minha espera. Chegamos em casa, quase cinco da manhã, meu esposo já havia viajado, e em meio a algazarra remanescente da rua, fui para o banho, cansada, apenas querendo tomar um banho e ir dormir.
Camila, as amigas e o namorado de Andrezza, uma loura vistosa e sorridente, ficaram conversando animadamente na cozinha, esperando um lanche ficar pronto para irem descansar também. Depois do banho, fui para o quarto, e dormi profundamente até a manhã seguinte, quando fui despertada pelo meu gato de estimação, que tentava incansavelmente fazer com que acordasse para que pudesse ser alimentado. Sem hesitar, sai do quarto apenas de calcinha, e fui até a cozinha, e deparei com Eduardo, tomando água, parado diante da janela, olhando para fora, em direção à um conjunto de montanhas, onde sabia existir cachoeiras e lagoas, propícias para banho, e que imaginei estarem sendo visitadas por inúmeros turistas que estavam na cidade naquele fim de semana. Como não havia sido vista, sai de fininho e voltei para o quarto, tomei um banho e vesti uma roupa leve, principalmente porque iria ter que preparar o café da manhã e almoço. Aos poucos, as garotas foram acordando, e vieram ajudar, ficando um ambiente animado, e entre risadas, com as garotas, durante uma conversa, Andrezza animada, apanhou o aparelho celular, e mostrou uma fotografia de Edu de sunga, era uma sunga branca, que realçava na pele morena dele, e mesmo saindo da água, percebi que o volume formado sob o tecido era apreciável, por ser volumoso, segundo as garotas, atiçada e provocada, sem ter que provar, confirmei que do meu esposo possuia menos volume mas era maior em extensão, foi quando começamos a gargalhar e fomos surpreendidas por Edu, que chegou, indagando:
– Que algazarra é essa?
– O assunto parece interessante, posso saber?
Confesso que fiquei encabulada, mas Andrezza, desconversou, beijando o namorado, e indo com ele para a sala. Começamos a rir novamente, e voltamos aos afazeres. Após o almoço, estavamos conversando e decidimos ir fazer um passeio, indo em direção as cachoeiras, que pelo horário deveriam estar sendo menos visitadas naquele horário. Escolhi um biquini na gaveta, sem qualquer intenção, vesti e cobri com uma bermuda e uma blusinha curta, minha prima e suas amigas, fizeram o mesmo e na companhia de Edu, fomos para as cachoeiras, ao desembarcar próximo de uma trilha, e escolhemos ir para um conjunto de cachoeiras mais afastadas, ao chegarmos, minhas amigas começaram a tirar a roupa, e fiquei meio sem jeito, mas fui incentivada por Andrezza, que elogiou meu corpo, ressaltando que possuia a bunda mais bonita entre todas. Fiquei lisonjeada, e sem graça, quando Edu, atestando o elogio rindo, disse:
– Nenhum homem resiste a uma bunda dessas, não é?
Confesso que senti meu rosto corar, mas animadamente, minha prima, entrou na água, incentivando todos a entrar. Edu, mergulhou em seguida, e entramos todos na água, que estava fria, aliviando o calor daquele sábado, preparando nossos corpos para o que estava por vir naquele fim de semana. Fui deitar na beira da lagoa, acompanhada por minha prima, e conversavamos, quando Andrezza e Eduardo, do outro lado, começaram a namorar, sem intimidar com o olhar de todas nós, nada ousado, apenas beijos e abraços mais ardentes, por vezes, quando Edu abraçava Andrezza por trás, beijando o pescoço dela, percebia que ficava esfregando os quadris na bunda dela, ou talvez tivesse imaginando, embora em determinado momento, Camila, disse:
– Porque vocês não param com isso.
– Há moças de família aqui, sabia?
Rimos muito, mas fiquei de boca seca, quando Edu ao sair da água, revelou o que a lagoa escondia, estava bem equipado, aquele volume formado sob a sunga parecia um tronco, grosso e volumoso, e provocando, Camila disse:
– E agora isso, quer parar de ficar tentando a gente, Edu?
Eduardo começou a rir, e Andrezza, abraçando o namorado, como quem quisesse mostrar que aquele partido tinha dona, disse:
– Pode tentar sim, mas vocês não podem tocar.
– Esse brinquedo é todo meu.
Fiquei desconcertada, mas Camila começou a rir, e terminamos todas gargalhando a vontade durante longos minutos. Mas desde esse momento, comecei a reparar em Edu, por vezes, ficava encabulada por ser flagrada observando o namorado de Andrezza, e Camila havia percebido isso, e comentou:
– Prima, está medindo com os olhos?
– Desse jeito, Andrezza vai ficar irritada.
Comecei a evitar Eduardo, e durante a noite, em meio a folia, quando podia, como estivesse provocando, começou a investir, por vezes, intencionalmente é claro, roçava aquele músculo em minha bunda, enquanto caminhavamos em meio a multidão, que não incomodava mas fui ficando excitada com a brincadeira, e um pouco embriagada, em determinado momento, longe de Camila e de Andrezza, retribui a provocação, esfregando os seios nas costas de Edu, que virando subitamente, segurou em meus braços, e disse:
– Sei o que você quer.
– E poderia dar se quiser.
Fiquei desconcertada, e alegando mal estar, fui para casa, após despedir de Camila e suas amigas, e entregar a chave reserva para que pudessem entrar sem precisar ser acordada. Na verdade, queria evitar encontrar Edu, no estado emocional que estava, principalmente porque estava acostumada a transar toda noite com meu marido, e devido aquela situação, estava ficando cada vez mais excitada, e para piorar, sem que pudesse satisfazer minha vontade de ter um falo enterrado entre minhas pernas. Fui para o banho, após chegar em casa, para aliviar o cansaço e o tesão, aproveitei para usar o chuveirinho, enquanto masturbava pensando em meu esposo, mas era tentada pela sombra de Edu, com aquele membro volumoso a frequentar minha imaginação. Não resisti muito tempo, sendo acometida por um orgasmo que nunca havia sentido, vendo o rosto do meu marido, mas assombrada pelo falo de Eduardo a roçar entre minhas coxas. Fui deitar, vendo televisão, e estava quase adormecendo quando recebi uma ligação no aparelho celular. Era uma ligação de Camila, e imaginando que poderia ter acontecido alguma coisa, atendi, e a voz do outro lado, disse:
– Está sozinha, querida?
Senti um arrepio, ouvir aquela voz ecoar em meu ouvido, fez com que todo meu corpo fosse acometido por um arrepio avassalador. Desliguei o telefone, sem responder nada, e recostei na cabeceira da cama, como estivesse acuada, tentando esconder de alguma coisa ou alguém. Na verdade, descobri que queria esconder o desejo que estava sentindo, motivada pela curiosidade e tesão, e mesmo que não tivesse tido apenas meu esposo como homem antes de casar, agora casada, nunca havia cogitado a possibilidade até aquela noite.
Havia encerrado a ligação, mas por manter o aparelho ligado, foram inúmeras antes que resolvesse atender novamente, um pouco incomodada, mas completamente ansiosa, pelo que estava por vir, por tudo que poderia acontecer a partir daquele momento. Atendi, fingindo voz de sono, e Eduardo, indagou:
– Está melhor?
– Sim, porque?
– Ficamos preocupados.
– Porque o aparelho celular dela está com você?
– Porque você não iria atender uma ligação minha, não é?
– Não, não iria atender mesmo.
– Imaginei isso.
– E Camila, onde está?
– Estão no trio eletrico, foram convidadas para subir.
– E você não quis?
– Não. Estou cansado, e quero ir dormir.
– Vai deixar as meninas sozinhas?
– Não são mais adolescentes, irão se virar sozinhas.
Desligamos o telefone, e imaginei que Eduardo estivesse apenas cogitando a possibilidade de voltar para casa, quando ouvi a campainha, em seguida uma ligação no aparelho celular, e Eduardo disse:
– Abre o portão para mim.
Nesse momento, suspirei profundamente, levantei da cama, e fui até a cozinha, para abrir o portão eletrônico, estava vestida com um shortinho justo e curtinho, sem calcinha e um sutiã branco. Apanhei uma maça na geladeira e estava cortando em pedaços, quando fui surpreendida por Eduardo, que aproximou silenciosamente, e espalmou minha bunda, de um jeito que nenhum homem havia feito, senti um arrepio, e ao virar para ele, parar repreender pela ousadia, Eduardo avançou sobre mim, começou a beijar minha boca e pescoço, acariciando meus seios com firmeza. Senti a mão dele deslizar em meu corpo indo parar dentro do shortinho, estremeci quando introduziu dois dedos de uma vez, constatando que estava completamente molhada, úmida e sequiosa. De repente, estava deitada sobre a mesa, com as pernas afastadas, e ainda sobre o short, Edu esfregava a boca e lábios entre minhas coxas, e olhando para mim, disse:
– Você quer muito isso, não é?
Fechei os olhos, e não consigo lembrar o que respondi, na verdade, não lembro de haver consentido, mas Eduardo, começou a chupar sobre o tecido, sentia a respiração dele atravessar a lingerie, e fui ficando inquieta sobre a mesa, e murmurei:
– E se alguém chegar?
– Se as meninas chegarem da folia?
Eduardo sorriu, levantou e começou a tirar meu short, em seguida, abriu meu sutiã, e abocanhou meus seios, esfregando aquele volume entre minhas pernas, sentia aquele latejar sob a bermuda dele, que magistralmente concentrava as caricias nos mamilos intumescidos, mordiscava e lambia, sugava e cobria meus seios médios com a boca ávida e quente. Colocou a mão entre minhas coxas, e introduzia dois dedos, remexia lentamente, masturbando cadenciadamente, fazendo meu corpo estremecer cada vez mais com as carícias e carinhos mais ousados que podia fazer. De repente, fiquei deitada sobre a mesa, e Eduardo, dando a volta, abriu o zíper e abaixou a bermuda até os tornozelos, para em seguida, empunhar aquele falo robusto e volumoso, que começou a roçar em meus lábios, e segurando em meu queixo, disse:
– Agora chupa, quero ver esse cacete caber na sua boca.
Hesitei, ainda que aprecie fazer um boquete, talvez pela situação, mas apertando meus seios com a outra mão, Eduardo, com voz firme ordenou:
– Vai chupar por vontade própria?
– Ou vou ter que enfiar esse cacete em sua boca de uma vez?
Estremeci, senti engasgar com um choro que não pude começar, porque sem poder negar, comecei a lamber a glande robusta, que reluzia a medida que deslizava a língua pela pele rosada, que ficava cada vez mais cintilante. Virei de bruços sobre a mesa, e continuei aquele boquete, por vezes tentava colocar todo membro na boca, mas devido ao volume e envergadura, sentia ser engasgada com aquele colosso musculoso. Senti a mão de Eduardo espalmar minha bunda, e para provocar, apertava e massageava, roçando a ponta dos dedos entre minhas nádegas e dizia:
– Estou louco para comer esse rabo, Carol.
– Com essa bunda você para a avenida.
Comecei a sugar a glande, aproveitava para envolver o falo com a mão e masturbar aquele musculo que ficava cada vez mais rigido e volumoso. Poderia comparar aquele falo ao personagem do ” Hulk ” que cresce a medida que fica nervoso, e assustei quando desvencilhou de mim, e rodeando a mesa, Eduardo começou a lamber e beijar minha bunda, roçou a ponta da língua entre minhas nádegas, para em seguida, iniciar uma felação cadenciada, introduzia a lingua em meu sexo, substituindo por dois dedos para masturbar elevando minha excitação ao nível do insuportável. Estava completamente excitada, ao ponto de estremecer toda apenas com a respiração quente dele, seguida de uma felação ousada e ardente, mordiscava o clitoris levemente, pressionando com os lábios, acariciava minhas coxas e pernas e olhando para mim, intensificou a felação, sugava avidamente, introduzia a língua em movimentos continuos até que não aguentando mais, em espasmos sucessivos, meu corpo foi acometido por um orgasmo que ecoou em meus lábios como um grito. Confesso, que caso houvesse alguém em casa, teria acordados todos, mas Eduardo olhando para mim, sentou em uma cadeira, e disse:
– Agora é minha vez, Carol.
De repente, estava sentada no colo dele, que empunhando o membro, roçava nos grandes lábios, sugando meus seios e mordiscando meus mamilos intumescidos. E colocando a mão em minha nuca, disse:
– Senta agora, safada.
Senti a glande roçar meu sexo, e fui sentando, sentindo um ardor dolorido, que fez com que sentisse um suor frio escorrer em minha pele, estava tentando montar inteiramente naquele músculo, mas parecia estar sendo dilacerada, completamente preenchida por aquele músculo nervoso e febril, remexia e rebolava, apoiada na ponta dos pés, tentando ajustar meu corpo ao corpo dele, que segurando em meus quadris, puxava meu corpo para frente e para trás. De repente, fui surpreendida quando Eduardo, fez um movimento com os quadris, e senti ser empalada naquele músculo, gemi alto, gritei sentindo lágrimas escorrendo em meu rosto, mas começou a cavalgar, rebolando cada vez mais rapido, remexendo para frente e para trás, sentindo cada centímetro indo e vindo, preenchendo meu sexo, que parecia entorpecido. Eduardo, começou a beijar meus seios, mnha boca com volúpia, espalmando minha bunda quando parava para ajustar sobre o colo dele. Sem soltar meu corpo, fui deitada sobre a mesa novamente, de pernas abertas, e segura pelas coxas grossas, Eduardo começou a dar estocadas firmes, vigorosas e sucessivas, e dizia:
– Gosta assim, safada?
– Vou foder essa buceta com vontade.
– Você é uma putinha casada, muito gostosa, Carol.
Eduardo verbalizava, aumentando o ritmo e vigor das estocadas, algumas mais rápidas e profundas que todo meu corpo estremecia, algumas mais lentas e cadenciadas, até que não aguentei e não conseguindo resistir senti espasmos acometer meu corpo, tendo um orgasmo intenso no membro dele, que sentindo a umidade e temperatura aumentar, intensificou as investidas, dando estocadas mais vigorosas, até que empunhando o músculo rigido, gozou em meus seios e barriga, para em seguida, segurando meus quadris virar meu corpo sobre a mesa, e retomar as estocadas, dando vigorosas investidas, agora mais firmes e fortes como quisesse punir por haver provocado seu tesão. Apertando minha bunda, massageava e espalmava sucessivamente, e antes deitada terminei de quatro apoiada na cadeira, e Eduardo segurou firme em meus quadris, e recomeçou as investidas, dando estocadas vigorosas e prolongadas, podia sentir o púbis bater em minha bunda, e apreciando isso, gemi dizendo:
– Isso safado, mete com força agora.
– Não para, fode minha bucetinha.
– Me esfola toda com esse cacete gostoso.
– Não para.
– Que pica gostosa essa sua, safado.
– Arromba minha bucetinha.
Comecei a gemer alto, parecia uma alegoria em meio a multidão, agarrada a cabeceira da cadeira, e transtornada pelo tesão, pedi:
– Vai Edu, agora mete no meu rabo.
– Aproveita e arromba meu cuzinho, safado.
– Faz o que quiser, mete com força.
Eduardo, não ficou surpreso, pelo contrário, parecia saber o que aconteceria, e afastando as nádegas, lubrificou meu ânus, com algo frio e oleoso, que nunca descobri o que foi, e segurando em meus ombros, murmurou em meu ouvido, dizendo:
– Vou esfolar seu rabo, Carol.
– Vou comer essa bunda gostosa agora.
– Não fala, safado.
– Faz logo, mete esse cacete no meu cuzinho.
– Mete com força, atola esse cacete todo no meu rabo, safado.
Estremeci ao sentir os músculos contrair sobre os dois dedos da mãos dele, e gemi alto contorcendo toda quando começou a penetrar, fazendo a glande robusta avançar lentamente, retocedia para aliviar a tensão e retomava a investida, surpreendi quando senti o púbis dele roçar em minha bunda, e apertando meus seios, murmurar em meu ouvido, dizendo:
– Isso sim, é que é um rabo de respeito.
– Não imaginei que iria aguentar, Carol.
– Agora, vamos ver quanto tempo vai resistir.
Acariciava meus seios com as mãos alternadamente, remexendo aquele musculo entre minhas nádegas, dando estocadas firmes e sucessivas, comecei a ficar transtornada, estremecia e comecei a masturbar, acariciando com a ponta dos dedos o sexo pulsante e úmido, até não aguentar e explodir em um orgasmo intenso, e ruidoso, pedindo:
– Isso safado, fode meu rabo.
– Mete esse cacete todo no meu cuzinho.
– Me fode, seu puto tarado.
– Me fode com força.
Introduziu dois dedos em meu sexo, e começou a masturbar, dando estocadas firmes e sucessivas, sentia o púbis bater em minha bunda, e apertando meu corpo contra a pele dele, senti o gozo ser injetada em meu ânus, um gozo caudaloso e viscoso, que fez com que Eduardo, aproveitasse aquela lubrificação e começasse a dar estocadas mais firmes e vigorosas, até que explodi em um gozo que fez todo meu corpo estremecer e desfalecer completamente.
Descobri na manhã seguinte que havia desmaiado, e fui levada para cama, e que Eduardo voltou para a folia naquela madrugada, indo encontrar minha prima e suas amigas. Alegando mal estar e indisposição, não participei de nenhuma atividade naquele dia, mesmo porque com certeza, alguém poderia deduzir que minha indisposição estava relacionada a transa da noite anterior. Não repetimos aquele encontro, mesmo porque fiquei ardida e dolorida durante todo feriado, mas descobri por intermédio de Camila, em uma confidência, que algo parecido havia acontecido com ela, mas devido a dimensão do falo de Eduardo, desmaiou durante a transa, e outra coisa, aproveitando outras oportunidades, Eduardo teria feito isso outras vezes, devido a curiosidade das amigas de Andrezza a namorada, com quem estava relacionando há três anos, ainda que suspeitasse das inúmeras traições dele. No fim do feriado, despedimos prometendo que iriamos reunir novamente para farrear na cidade, reforcei o convite à todos, inclusive à Andrezza.
No retorno do meu esposo, da pescaria, evitei durante alguns dias transar com ele, alegando haver ficado assada por haver ido nadar na cachoeira e ficar sentada muito tempo nas pedras. Meu esposo pareceu compreender, até propos que fossemos ao médico para consultar e fazer uso de algum medicamento, mas alegando estar melhor, consegui convencer a esquecer a idéia, e assim, agora tudo que quero é esperar pelo próximo ano, quando iremos aproveitar novamente, o melhor carnaval da região, aquele que faz você acreditar mesmo, que esse sim, é o melhor espetáculo da terra.

HUNSAKER.

 

SANTAS NÃO TENHAM DÚVIDAS, VIVAM POIS ISTO É ESPECIAL….

Nada é mais especial do que o exercício pleno do amor,

do que a vivência diária desse sentimento natural em todas as suas múltiplas formas.

Cada manifestação, mesmo que tímida desse sentimento maior,

traduz a verdadeira essência da vida: amar!

Então viva todos os seus amores de uma forma especial,

porque especial é…
Saber que ele(a) esta sempre por perto.

Especial é…
Perceber seu olhar cúmplice do dele(a).

Especial é…
Caminhar ao seu lado tendo as mãos entrelaçadas.

Especial é…
Me contagiar com a sua gargalhada.

Especial é…
Dar ao outro o melhor de cada um de vós.

Especial é…
Concluir que só vale a pena com ele(a).

Especial é…
Ter a vontade adivinhada.

Especial é…
Sentir o seu perfume depois do sêxodo.

Especial é…
O calor do seu corpo colado no dele.

Especial é…
Contemplar sua imagem e sentir o desejo.

Especial é…
Calar sua voz ao sabor de um beijo.

Especial é…
Voltar depois da distancia com o amor renovado.

Especial é…
Receber um forte abraço inesperado.

Especial é…
Se sentir livre para estar presa a elê(a).

Especial é…
Prover de afeto a vossa rotina.

Especial é…
Ser presenteado com a sua FOTO.

Especial é…
Fazer bonito o amor de cada dia.

Especial é…
Entender as diferenças.

Especial é…
Plantar a amizade em terra fértil.

Especial é…
Descobrir que a felicidade é um dom natural.

Especial é…
Saber que pra ele você é muito, muito especial.

IGOR HUNSAKER

SANTA, SE VOCÊ QUER NÃO PENSE FASSA, SE NÃO QUER NEM TENTE…

NEM TENTAR É MUITO PIOR QUE O NÃO FAZER…

Dias atrás eu estava revendo um dos episódios da série Star Wars, e uma cena me chamou a atenção. Luke Skywalker vai para um planeta desconhecido em busca de treinamento Jedi com o Mestre Yoda. Em determinado momento, o mestre Yoda pede que ele levante um objeto utilizando apenas o poder da mente, Lucky então responde – Vou tentar! E o mestre Yoda diz…

Ou você faz ou não faz, não tente!

Uma criança quando começa a andar costuma cair centenas de vezes. Ela cai, levanta, cai de novo, e assim vai, sem hesitar. Ela não hesita porque não possui os “freios” que nós adultos desenvolvemos no decorrer de nossas vidas. E quais são esses freios? Podemos considerar alguns como o medo, a dúvida, a procrastinação, a incerteza, entre outros.  Justamente por não duvidar de que é capaz de andar, ela persiste e começa a dar os primeiros passos. No início, se apoiando nos móveis, na parede, na perna dos pais, mas jamais duvida se vai conseguir ou não.  Ela simplesmente anda.
Aquilo que realmente queremos, acontece quando acreditamos que vai acontecer! Uma pessoa que não tenha deficiências físicas não fica se perguntando de manhã ao acordar, “Será que eu vou andar hoje?” É claro que não! E por que ela não diz isso? Porque á repetiu isso milhares de vezes. Seu cérebro já registrou cada movimento e sabe o que fazer para dar um passo, e depois o outro, e mais outro.

O que você acha que pensa Usain Bolt, considerado o homem mais rápido da atualidade, pouco antes da largada para a disputa dos 100 metros rasos? Será que ele está pensando se vai conseguir correr? Será que ele está pensando nas contas que tem para pagar? Ou será que ele está preocupado com o público gritando nas arquibancadas? Acredito que ele só consegue enxergar uma coisa: A linha de chegada. Não existe nada entre ele e a chegada, para ele, não há dúvida de que vai chegar.
Um velho ditado diz que “saber e não fazer é igual a não saber”.Muitos deixam de realizar coisas maravilhosas em suas vidas porque dizem “vou tentar”.
Entenda que ou você faz ou não faz. Ao dizer vou tentar, está comunicando a si mesmo que tem dúvida de sua capacidade. A dúvida é a pior inimiga de quem quer alcançar o sucesso. Ouço muitas pessoas dizendo: “Estou tentando perder peso”, “estou tentando ganhar mais dinheiro”, “estou tentando ser diferente.” Eu digo a você pare de tentar e simplesmente faça!!!
Assim como o, premiadíssimo slogan da Nike diz: “Just do it”. Apenas faça! Faça o que tem que ser feito! Se você quer fazer dieta, faça. Não espere a próxima segunda-feira. Se você quer mudar seu comportamento, mude. Se você quer ser mais produtivo, seja. Acredite que você é capaz de fazer acontecer. É claro que você não será o melhor do mundo quando começar uma nova atividade, mas precisa começar.  Já dizia o filósofo Friedrich Nietzsche: “Primeiro é preciso aprender a engatinhar e andar para depois aprender a voar”. Se você ainda não é bom naquilo que deseja, não se prive de começar. Movimente-se, inicie e repita a ação quantas vezes forem necessárias. A excelência só é alcançada com muita repetição.
O verdadeiro campeão sabe que precisa sonhar à noite e fazer de dia.  Motive-se a entrar em ação e siga em frente. Depois de um tempo, sem mesmo perceber, você realizará coisas que nem imaginava. Todos os dias você pode dar um passo em direção àquilo que mais deseja.

IGOR HUNSAKER .

SANTAS, NÃO TENHAM DÚVIDAS DO QUE AINDA NÃO ACONTECEU…

As velhas regras de como ser homem são chatissimas: Homem não chora, homem não sofre por amor, não tem medo nem da morte. Homem também não geme. Nunca. Homem come, fode, mete, faz a mulher gemer, gritar, urrar, perder a força, até os sentidos, mas não geme. Só respira. Cerra os dentes e puxa o ar pelas narinas bem abertas, às vezes até espreme o olho, mas não deixa escapar vibrações vocais.

Todo som emanado do corpo masculino não deve ser ouvido a mais de um palmo de distância da sua origem. Existe o medo de gemer e soar inadequado, inadequado como “um guaxinim sendo masturbado”, como alguém me disse certa vez, ou simplesmente medo de parecer feminino. Talvez passe pela cabeça do moço que essa transgressão deve desagradar a parceira. Digo “a parceira” porque resulta que o medo de quebrar essa e outras regras do antiquado “manual de como ser macho” afeta mais os héteros, afinal o que se assumiram homoafetivos já decidiram que sua vida não seria regida por tal lei.

Com o medo de soar estranho, esses homens se esquecem que o esforço para reprimir o ar interno de sair vibrando pelas laringes, pode causar expressões muito mais inadequadas e monstruosas que um sussurro animalesco.  
Gemidos são sinal de paixão, não em seu significado moderno e amoroso, mas da paixão que vem do latim, passado particípio de sofrer. Na gramática, quem sofre a ação não costuma ser o agente dela, e sofrer o prazer deixaria o homem na voz passiva, posição esta que, segundo o enfadonho manual, não deveria jamais ser ocupada por machos de respeito.

Assim como no sexo, na língua portuguesa, a cada novo acordo ortográfico, alguns ficam perdidos sem saber como aplicar os acentos graves e agudos. Mesmo quando a mudança resulta a apenas na eliminação de regras engessadas, se encarregando de acabar com as consoantes mudas, uns tradicionalistas decidem ignorar o novo. Julgam ser uma troca vulgar. Outros hesitam porque ainda não sabem ao certo qual das regras é mais bem aceita por hora. Mas, aos poucos, nos adaptamos às mudanças.
Tamanha é a energia gasta por alguns para suprimir os grunhidos, que arrancá-los é a prova de que o sujeito foi levado ao descontrole e, então, o gemido se converte em medalha de honra ao mérito para a extratora.
Por sorte, vivemos em meio a essa transição de intransitivo para transitivo. No começo talvez os sussurros serão indiretos, tímidos e depois se tornarão cada vez mais diretos, usando adjuntos apenas para determinar intensidades, modos e lugares.
É parte dessa mudança que homens se permitam expressar mais, e mais verdadeiramente, sentimentos como o medo, o amor ou o prazer. Muito mais próprio do homem natural (e gutural) que esconder os gemidos em função de uma pose social, é deixar-se levar pelo ritmo da transa, sem vergonha, emitindo todo e qualquer som que sair pulmão à fora.
Gemer nunca deve ser obrigação, de nenhum dos lados. Mas quando os sons afloram no peito, permiti-los significa ceder o controle. É deixar que a parceira te cause sofrimentos sórdidos, mundanos e deliciosos, e é admitir a cada respiração o quanto isso mexe com seu corpo inteiro.
Sussurrar, urrar, gritar, ou pedir baixinho, mas sem esconder vontades, é um ato sincero de permitir-se inteiro.

IGOR HUNSAKER.

SANTAS E SUAS DÚVIDAS FAZER OU NÃO FAZER …

TER PRAZER OU QUASE …

Muitos homens julgam como fáceis ou vagabundas as mulheres que transam no primeiro encontro.

Eu não sou um deles.

Ao contrário, penso que temos de ser bem maduros para realmente nos entregar na primeira noite – não apenas beijar, esfregar ou penetrar corpos.

Gosto muito de transar na primeira noite.

Não me sinto confortável em passar vários encontros apenas beijando, como se eu fosse um adolescente.

Sinto que o amor pode ser bem mais explorado quando estamos completamente nus, quando suamos e nos acabamos juntos.

Quando o toque é desmedido e a massagem irrestrita.

Então, para que esperar pela segunda noite?

Se eu sei que é bom e você sabe também, por que não agora?

 Podemos fazer amor logo no primeiro encontro, respirar o outro, fazer carinho.

A construção da relação não fica atropelada quando o sexo acontece logo de cara.

O tecer de um sonho compartilhado segue seu caminho, com ou sem sexo, com ou sem toque.

Acho que o mesmo vale para a famosa one-night stand: quem disse que uma relação de apenas uma noite tem de ser só feita de sexo?

Por que não uma one-night stand de amor, como se ambos fossem enamorados há anos?

Tocar o outro como se já o conhecesse, mas sem o conhecer de fato, é uma das experiências mais gostosas que podemos ter.

E vocês?

O que pensam e sentem sobre isso?

Como foram suas experiências com sexo logo de cara, na primeira ou segunda noite?

IGOR HUNSAKER.