Mês: Maio 2017

AS MAIS POBRES SANTAS…

As mais…

As jovens que se acham as mais belas mulheres do mundo escondem-se nos mais belos “apartamentos” do mundo, com os homens mais ricos do mundo…
Mas onde se escondem os belos jovens?
Eles não têm suficiente “carisma”?
Mas essas jovens mulheres de efêmeros privilégios nunca terão filhos na sua maioria, e eventualmente acabarão por fazer botoxes, liftées, silicone, retalhadas logo que a sua beleza diminua com a inevitabilidade do tempo.
Onde estarão em velhas?
Vão-se esconder num “CEMITÉRIO DE ELEFANTES” para morrer no esquecimento?
A decadência social da evolução humana.

IGOR HUNSAKER

A SANTA E SUA TENTATIVA FRUSTRADA… (Paciente 9663)

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cio incontrolável…

Eu quando entro no cio, vários pensamentos sacanas tomam conta da minha cabeça. Deixo esses sonhos e pensamentos tomarem conta de mim, até molharem as minhas calcinhas. Passo as minhas mãos pelo meu corpo todo e brinco com os meus buraquinhos no banho imaginando ser objeto do desejo, e tau.
Na rua, quando percebo algum cara olhando pro meu bumbum chego a ficar excitada. Quase não me controlo.
Sábado passado eu estava na casa de uma amiga, a Lívia com outras quatro amigas, quando ela pediu uma pizza e apareceu por lá um moto boy negro, lindo de morrer! Enquanto ela foi pegar o dinheiro pra pagar a pizza e ele esperava na sala eu não tirei os olhos dele.
Quando ela voltou, pagou e ele foi embora me falou já sacando tudo: – Gostou, né gata?
Eu rindo respondi: – Nossa! Deu pra perceber, é? Minha amiga muita safada continuou: – O que? Achei que você fosse ficar de joelhos e comer o pau dele aqui mesmo na sala! Todas caíram na risada e uma outra ainda falou: – Dá bandeira não, neném, se não você vai acabar molhando a calcinha. Eu rindo também respondi: – Mais ainda…impossível! Já to toda encharcada.
E a Lívia falou para o meu espanto: – Ele tem namorada, cuidado viu?
Eu fiquei passada e perguntei: – Ué? Como é que você sabe. Ela então foi arrumando a mesa com as outras garotas e foi falando: – O nome dele é Edílson e já fomos colegas de escola. A hora que você vir o trabuco da criança vai sentir frio na barriga mesmo.

Ai, a Marta muito curiosa perguntou: – Jura? Já comeu, é? A Lívia ajeitando os talheres sem olhar pra gente disse: – Comi não, minha filha…fui comida de jeito! Tive uns rolos com ele nessa época. Na primeira vez que encarei esse negão, fiquei uma semana sem poder sentar direito. Ele é tarado por uma bunda! Todas nós rimos e ela continuou: – É sérião, vocês tão rindo, é? Parecia que eu tinha tido um filho! O negão tem uma tora no meio das pernas que vocês imaginam! Eu ainda falei: – Nossa! Que coincidência, não? Logo ele vir entregar a pizza!
E ela respondeu, para minha satisfação: – Que coincidência que nada! Ele é o único moto boy de lá. A pizzaria é pequena…mas a pizza é excelente! Vamos comer?
Bom, eu muito esperta tratei de anotar disfarçadamente o nome da pizzaria e o numero do telefone, enquanto a conversa rolava solta.
Como estava sozinha em casa, pois meus pais não ficam lá mesmo, porque como vocês já estão carecas de saber, minha mãe tem os cachos dela e some e o meu pai vive em Brasília trabalhando pra político…daí, já viu, né?
Tipo umas 11hs da noite eu cheguei em casa. Fui correndo para o telefone e liguei pra pizzaria, dei o meu endereço e tau e pedi se eles poderiam me mandar uma pizza a moda da casa na última entrega porque uns amigos iriam chegar de viajem na minha casa de madrugada.

O cara do outro lado do telefone riu e falou: – Olha, menina…a gente aqui não costuma fazer isso, mas, pelo seu endereço dá pra ver que é caminho do moto boy ir pra casa, então eu vou mandar. Nós fechamos daqui à uma hora mais ou menos e quando for depois da meia noite a pizza estará chegando, tudo bem assim? Respondi que estaria ótimo e agradeci. Ufa! A sorte estava a meu favor.
Fui pro meu quarto, tirei a roupa e vesti o shortinho mais curtinho e indecente que eu tinha, sem calcinha por baixo. Ele é tão apertado e cavado que fica bem enfiado na minha bundinha, uma blusinha fininha e quase transparente sem soutien que deixou meus mamilos aparecendo por baixo, com certeza eu devia estar vestida como uma verdadeira putinha. Liguei para o porteiro do prédio e avisei que um amigo ia me trazer uma pizza mais tarde e que era pra deixar subir, porque se dissesse que seria um moto boy o porteiro poderia encanar de o cara subir e demorar pra descer.

Sentei no sofá e liguei a tv colocando um vídeo pornô e fiquei esperando. Apesar de estar nervosa o meu desejo por causa do cio estava aforado e falando pra mim mesma que iria dar tudo certo! Se precisasse agiria como uma putinha safada, mas precisava sentir aquele colosso em mim. Ele tinha que apagar o meu fogo!
Quando ele chegou e eu mandei ele entrar falando que ia pegar o dinheiro, percebi seu olhar de cobiça na direção da minha bundinha e fui andando descalça, bem devagar na direção da estante da sala. Como eu tinha colocado de propósito a minha bolsa num lugar mais alto, fiquei na ponta dos pés para pegá-la arrebitando bem mais o meu bumbum.
Ele vendo a minha dificuldade perguntou se podia ajudar pegando ela pra mim. Como ele é bem mais alto do que eu deve ter mais ou menos 1,90m e eu tampinha do jeito que sou com os meus 1,62m me virei pra ele e disse que sim. Mas, quando me virei pra ele pra pedir pra deixar a pizza em cima da mesa e encostar a porta, desci meus olhos para sua mala e fiquei espantada me arrepiando de tesão, aquele homem forte, negro, cheirando a suor, vestindo aquela calça de moletom deixava eu perceber que ele tem uma geba enorme e grossa, um anormal, quase desmaiei de susto. A tora dele marcando por baixo da calça de moletom, já me mostrava que ele estava louco de tesão por minha causa.
Minhas mãos suavam frio, minhas coxas esquentaram, minha xaninha molhou na hora e o meu cuzinho se contraia de uma tal maneira que eu estava parecendo uma puta bem perva mesmo, me senti completamente estranha. Apesar na louca vontade de ser possuída por aquele cara ali, dentro do apartamento eu tentava me controlar o máximo para não parecer mais sem vergonha do que eu já estava parecendo pra ele. Afinal de contas, eu tenho a minha alta estima, né?
Bom, ele chegou atrás de mim com aquela rola enorme por baixo da calça e eu sai da frente dele pra deixar ele pegar a minha bolsa só que quando eu fui chegar para o lado senti que ele deu uma encostada na minha bundinha de propósito e como eu estava saindo da frente dele. meu bumbum esfregou naquela tora e naquela hora, juro! Minha xaninha babou de tanto tezão.

MAS NADA ACONTECEU…

HUNSAKER

SANTA COM UM PERFIL MASOQUISTA… (Paciente 7448)

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Olá meu nome é Flavia e vou contar um pequeno relato, o dia que ele mete no cuzinho.

Não sei o tamanho exato do pênis do meu namorado, mas é grande — do tamanho apropriado. De largura mediana, nem muito fino, nem muito grosso. Lindo. Minha bunda, minhas entranhas, depois de anos de trabalho na barra de balé, estava sendo trabalhada. O pau dele, minha bunda, libertando-se. Divino.

Quando ele me penetra eu deixo sair a tensão, milímetro por milímetro, puxando, apertando, segurando. Sou viciada em resistência física extrema, uma maratona de intensidade libertadora. Solto meus músculos, meus tendões, minha carne, minha raiva, meu ego, minhas regras, meus censores, meus pais, minhas células, minha vida. Ao mesmo tempo puxo, sugo e o trago para dentro. Abrindo e sugando, uma coisa só.

Quando ele mete no cuzinho. Sexo anal gostoso com o namorado!

Bem-aventurada, aprendi, ao ser sodomizada, que esta é uma experiência de eternidade num instante de tempo real. A sodomia é o ato sexual de confiança final. Quero dizer, você realmente pode se machucar — se resistir. Mas se deixar o medo para trás, literalmente ultrapassando-o, ah, que felicidade se encontra do outro lado das convenções. A paz que se encontra além da dor. Ir além da dor é a chave. Uma vez absorvida, ela é neutralizada e permite a transformação. O prazer em si é uma mera absolvição temporária, uma distração sutil, uma anestesia enquanto se está a caminho de algo maior, mais profundo, mais embaixo. A eternidade fica muito, muito além do prazer. E além da dor. A borda do meu cu é o horizonte da sexualidade, a fronteira além da qual não há escapatória.

Não para mim, pelo menos.

HUNSAKER.

SANTA TENDO PRAZER E DOR… (Paciente 1563)

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mas dou muito…

Dói só de lembrar já doí, ele me pegou na faculdade como faz sempre, fica numa esquina esperando e eu disfarço e entro no carro dele e ele já segue direto para o motel, no caminho me mostrou um frasco de gel e disse hoje essa bundona vai ter o que ela merece, arrepiei todinha, disse que não mas já chegamos nos atracamos num beijo louco.

Ele caiu de boca na minha bucetinha e logo me pos de quatro e passou a dar um trato na minha bunda enfiava a linguá no meu cuzinho fui a loucura, depois meteu um dedinho e logo untou com creme, que ele tinha levado e passou a colocar dois dedos, estava delicioso ate que senti o cabeção na entrada, deu um soquinho e a cabeça passou. Comecei a chorar muito ele disse que aguentou muito tempo e que agora meu rabo teria o que ele merece, deitou em cima de mim lambendo minhas lagimas e empurrou toda aquela jeba, parecia que me rasgava ao meio, enfiava e tirava ate que ele tirou tudo e derramou o creme que ele levou no buraco.

Que com certeza estava enorme no meu cu e enterrou tudo de novo, como esse homem sabe comer um cu, começou a saraivada de rola eu chorava muito e ele disse: “quando você ia la em casa com aquele shortinho de lycra eu vivia na punheta agora vou gozar dentro desse cuzinho maravilhoso” e depois ele bombou ate que urrou e encheu meu cu de porra, deitou em cima de mim ficou dizendo palavras bonitas que me amava, e o pau não saia e nem amolecida, de repente começou a bombar de novo devagarinho ai foi muito gostoso e acabei gozando e ele bombou com força e gozou de novo deu duas no meu cu.

Agora ele esta comendo direto meu rabo que ele disse que e lindo…

HUNSAKER.

A SANTA DESCOBRINDO O CÉU…. (Paciente 1524)

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agora gozei…

Quando perdi a minha virgindade, não doeu muito, não sangrou, mas eu tb não gozei… Na verdade, não gozei com aquele namorado e nem com o outro depois dele… E eu só transava com namorados, não tinha essa de transar por aí comigo não… Era super recatada!

Bom, depois do fim do meu segundo namoro, eu já estava com uns 20 anos, a vida seguiu e tal… Eu tinha um amigo, o Jean, bem mais velho que eu, tínhamos nos conhecido no aniversário de uma amiga em comum, ele era amigo do irmão da amiga (que confusão, mas é assim). Jean e eu ficamos muito amigos, nada rolou entre a gente. Apesar dele ser bonitão, eu não me sentia atraída por ele. Apresentei ele pra várias amigas e ele até ficou com uma delas, mas acabaram não transando.

Como nenhum de nós tinha compromisso (nem namorados nem ficantes nem nada), nos acostumamos a sair os dois sempre aos sábados, pra barzinhos. Nunca fomos pra balada, só barzinho. Assim, quando as minhas amigas combinavam de ir pra balada no sábado, eu ia pra um barzinho com o Jean e depois as encontrava no local e ele ia embora. Viramos quase irmãozinhos, falávamos de tudo, inclusive relacionamentos anteriores e o que esperávamos dos próximos, papo normal…

Um sábado desses, eu não ia sair com as gurias, mas ia me encontrar com o Jean. Coloquei uma roupa qualquer, íamos num butecão, nada de especial, só beber como sempre e jogar conversa fora… Eu de calça jeans, uma blusinha, sandália de salto, e ele de bermuda de sarja bege, camiseta polo e tênis, ou seja, os dois super normais e nada enfeitados, éramos como dois caras um pro outro! 

Papo vai, papo vem, cerveja vai, cerveja vem, o papo descambou pra sexo. Já tínhamos falado no assunto antes, mas dessa vez o papo ficou bem mais profundo. Jean começou a contar detalhes de como ele comia as gurias e aquilo me deu um tesãozinho, sim… Eu estava há muito tempo sem sexo e era normal me excitar, mas não deixei que ele notasse, afinal, éramos amigões. Aí ele começou a contar da maneira que uma das meninas gozava e eu prestando atenção, o corpo bem próximo da mesa, super interessada, e ele muito empolgado. Quando ele terminou a história, eu disse sem pensar, me encostando na cadeira: “Eu nunca gozei!”. Aquilo saiu num tom meio triste, quase um desabafo… Aí foi a vez de Jean se aproximar da mesa e disse espantadíssimo: “Nunca gozou? Nunca nunquinha? Ah, assim não pode! Assim não pode ficar!”.Eu ri, tentei disfarçar, me toquei do que eu tinha dito e tentei argumentar que não tinha problema, que a maioria das mulheres não gozam mesmo, que um dia eu ia achar algum namorado que ia me ajudar e tal. Ele se levantou, sentou do meu lado e disse, olhando nos meus olhos: “Eu vou te ajudar! Tu tá perdendo a melhor parte da foda!”. Fiquei muito sem jeito!! Nunca tínhamos nos beijado e ele táva dizendo que ia me ajudar a gozar? Pra gozar não tinha que transar? Ai meu Deus do céu! O que eu fui falar! Falei de tudo que era jeito que não, que não precisava, que eu estava bem, que logo apareceira alguém e que eu ia pedir ajuda e tal… Nada adiantou. Jean pegou a minha mão, pagou a conta e se levantou! “Vamos agora pro motel!”. Como assim? A gente nem tinha se beijado! Que situação difícil! Mas fui com ele pro carro. Entrando no carro falei pra ele me deixar em casa, que não queria ir no motel, ainda mais com ele, não tinha cabimento. Não houve conversa, ele estava decidido a me ensinar a gozar! Era tudo muito estranho pra mim… Eu não fazia sexo casual…

Chegamos ao motel, descemos do carro, entramos no quarto, e eu sem nem conseguir olhar na cara do Jean. Jean me colocou sentada na cama e disse: “Olha só, a gente vai transar, mas o meu objetivo é que tu goze! E eu vou saber se tu tiver fingindo!”. Só consegui responder “Ok!”. Eu estava roxa de vergonha. Jean ligou pra portaria, mandou trazer muita cerveja e a gente começou a papear, como se estivéssemos no bar, sentados numa mesinha que tinha no quarto. Quando ele viu que eu havia esquecido o assunto e já estava meio altinha, ele veio mais pro meu lado e me beijou o pescoço… Já vou avisando que é meu ponto fraco… Tem um ponto do meu pescoço que é beijar e eu amoleço… e foi bem ali que ele beijou. Depois beijou minha boca, um beijo demorado, molhado, enquanto com uma mão segurava a minha nuca e com a outra apalpava meu seio. Não resisti, afinal, eu estava ali pra aprender, não é? Relaxei e deixei rolar…

Jean se levantou, pegou minha mão e foi caminhando em direção à cama. me deixou de pé e sentou. Devagar ele tirou as minhas sandálias, abriu as minhas calças, baixou, e tocou a minha bucetinha já molhada por cima da calcinha. Soltei mais um gemidinho e olhei pra ver o que ele estava fazendo, recebi um olhar muito gostoso de volta! Aquilo foi me dando tesão, eu estava entregue, já! Jean sabia realmente dar prazer a uma mulher. Ele levantou, tirou minha blusa, meu sutien e disse pra eu deitar. Deitei e fiquei esperando por ele. Rapidamente ele ficou nu. Pela primeira vez eu estava reparando no corpo do Jean. Era um homem forte, não era musculoso, mas não era magro demais… Tinha o corpo naturalmente delineado e o pau já estava duro. Era um pau grande, cabeçudo, cheio de veias e o saco bem cheio, volumoso. Fiz mensão de me levantar pra chupar aquele pau, mas ele me empurrou de volta, abriu as minhas pernas, se posicionou no meio delas e tocou minha bucetinha com a boca por cima da calcinha. Gemi, delirei e fechei as pernas. Jean afastou de novo as pernas, arredou a calcinha pro lado e deu uma lambidona na bucetinha molhada que foi de baixo até o grelo. Nossa, gemi mais alto e me contorci. Jean repetiu a linguada, de baixo até o clitoris e ali parou, mamou o grelo um pouco, me arrancando muitos gemidos e parou. Nessa altura eu queria mais, queria a boca dele ali, me chupando sem parar. Olhei pra ele e ele sorriu, e tirou a minha calcinha. Pronto, eu estava ali, peladinha, arreganhada, pronta pra o que desse e viesse…

Jean então voltou a me chupar, lamber, a língua era ora dura, ora mais relaxada, e eu gemia muito, mexia meus quadris, involutariamente e ele me incentivava dizendo: “Isso, rebola, te solta… Que delícia!”. Isso me deixava louquinha, quando mais ele falava, mais eu gostava e mais me entregava. Quando ele disse: “Que buceta gostosa!” senti meu corpo tremer e fechei as pernas rápido e então senti Jean me puxar, abrir as minhas pernas de novo e dizer: “Não fecha, quando sentir isso é porque tá quase gozando! Vai, goza a hora que quiser, quero chupar tudinho!”. Nossa… Eu táva ficando louca, ele lambia, chupava e agora enfiou um dedo no buraco da buceta, bombando ele pra dentro… Comecei a sentir o corpo tremer de novo, mas lembrei o que ele disse e me deixei ali, experimentando aquilo tudo, aproveitando aquela língua deliciosa e o dedo dele me fodendo… Quando de repente senti um calor maior, uma contração involuntária, uma tremura, um amolecimento e formigamento e Jean anunciou: “Tesuda! Tu tá gozando! Queria que tu sentisse isso, tua buceta tá apertando meu dedo! Que lindo!”.Eu não acreditava! “Eu gozei!! Eu gozei!! Que delíca!!” eu disse entre risos altos! Jean não parou de socar o dedo na xaninha, apenas diminuiu o rítmo. Quis me levantar e ele disse pra eu ficar ali, só curtindo. Obedeci. Então, ele me levantou, se deitou e disse pra fazermos um 69! Adorei a idéia! Fiquei em cima, e ele em baixo, e comecei a chupar ele. Nessa altura eu nem ligava mais que éramos amigos, que ele estava me vendo nua, nem me lembrava mais disso. Queria era ser fodida, queria gozar de novo! Mamei aquela vara com toda vontade do mundo, recebendo do Jean recompensas por chupar direito, até que ele, com a boca toda no meu grelo passou a acariciar a portinha do meu cu! Nunca haviam sequer se aproximado dessa área! Na hora achei estranho, meio que diminui o ritmo da chupada nele e ele disse: “Relaxa, não vou enfiar nada, só vou acariciar…”. Relaxei, deixei ele ali, fazendo o que quisesse e voltei a chupar, punhetar e lamber o pau dele. Então ele abraçou minhas ancas com os dois braços e ficou sugando meu clitóris, passando a língua e socando o pau na minha boca, que delícia! Comecei a sentir “as coisas” de novo e gozei! Gozei, gemi, gritei, esfreguei a buceta na cara dele e ele ria! Satisfeito! Ficamos ali, até eu me recuperar e ele dizendo que era lindo ver minha xoxota piscar. Voltamos a sentar na mesinha, os dois pelados, eu mole e ele de pau duro ainda. Aí perguntei: “Tu não gozou! Quer que eu chupe até tu gozar?”. Quanta inocência, eu achei que tinha parado por aí! Ele me respondeu: “Não, sem stress, daqui a pouco eu gozo, quero gozar na tua bucetinha!”. Meu Deus!! Não parou por aí? Mal tinha começado, e mal sabia eu! Olhei no relógio e já fazia bem umas duas horas que estávamos ali. Bebemos mais umas cervejas, conversamos, ele me contou que achou lindo me ver gozar, que estava adorando me comer e que na verdade, já tinha imaginado como eu seira na cama! Nossa, aquilo me pegou de surpresa… Porque eu nunca tinha imaginado como ele seria… Mas ok… Bebemos e ele foi deitar, com a maior cara de safado me chamou, e eu fui!

ficamos nos beijando, um de frente pro outro, senti que o pau dele começou a endurecer de novo e comecei a punhetar, acariciar as bolas, passar a unha devagarinho, ele gemia e começou a passar a mão na minha xaninha. Meu clitóris táva super sensível, cada vez que ele passava o dedo dava choquinhos e eu comentei com ele, e ele me disse que era normal, que na verdade, ia ser bem mais fácil eu gozar com ele assim e que eu tinha mais que aproveitar e gozar quantas vezes eu tivesse vontade. E foi o que eu fiz, gozei no dedo dele, antes dele me penetrar, que delícia! Estava amando essa função de gozar, mas vi que estava começando a perder as forças… Aí ele me disse: “Agora vem a lição do gozo avançada, quero te fazer gozar sem estimular o clitoris, só te fudendo a buceta!”. Me virou e veio por cima, arregaçou as minhas pernas, colocou a camisinha e apontou pra entradinha da xota. Deu uma paradinha, me olhou nos olhos e foi metendo a cabecinha bem devagar, eu gemi, o pau dele era bem cabeçudo, fechei os olhos e ele começou a colocar a geba toda pra dentro. Gemi, balancei o quadril e ele disse: “Que bucetinha gostosa! Aceitou todo meu cacete e tá bem abraçadinha nele!”. Eu adoro que falem durante o sexo! Senti que a minha bucetinha deu uma piscadinha de leve, como que agradecendo o elogio! Aí começou a ginástica do Jean, me virou de tudo que foi lado e nada de eu gozar… Eu ficava no quase, mas não conseguia gozar… estava muito bom, uma delícia, um tesão, mas nada… Aí eu disse: “Não tem problema, pode gozar… Eu já gozei bastante!”, mas ele não me deu ouvidos, queria que eu gozasse no pau dele… demos uma parada, recuperamos o fôlego, bebemos mais uma cerveja e voltamos… Parecia que ele tinha assumido uma “missão impossível” e não sossegaria até ter cumprido por completo! E assim foi… Eu por cima, eu por baixo, de lado, frango assado, até que ele me colocou de 4… E aí começou a bombar devagar primeiro, depois mais forte e mais forte até que eu achei que ele ia entrar com bola e tudo e eu finalmente comecei a “sentir as coisas”… Comecei a gritar, gemer, pedir pra não parar e ele incentivando: “Vai, te solta, que delíciaaaa tá começando a apertar, assimmmm”… e eu GOZEEEIIII!!!! Gozei e perdi as forças, caí na cama, e ele continuou bombando pica pra dentro e eu gozando! Gozando sem parar, até que ele urrou! Socou o pau bem no fundo e gozou, gritando, rindo, apertando a minha bunda e eu rindo, e meu corpo contraindo, gozei de novo só por ele estar ali dentro, e de novo quando ele tirou a pica de dentro, e de novo porque lembrei da foda… Até que, sem forças, meu corpo começou a relaxar e ele me deu um beijo nas costas, outro na bunda.

Depois que me acalmei, a respiração voltou ao normal olhei pra ele, que estava com um sorriso de vitória nos lábios e me perguntou: “E aí? Quer mais?” e eu: “Não!! Pelo amor de Deus! Não aguento mais!”. Ele disse: “Então tu gozou demais mesmo! E é assim que tu tem que exigir que façam pra ti de agora por diante. Não aceita qualquer coisa…”. Eu ri, fomos tomar banho, nos arrumamos e ele foi me deixar em casa…

No caminho ele me disse que o último orgasmo que eu tive, que veio um, depois outro, depois outro, tinha sido poliorgasmo e que isso deixou ele muito feliz.

Voltamos a nos ver como normalmente, transamos mais algumas vezes e ele se tornou meu primeiro P.A. (Pau Amigo). Gozei muito com ele por algum tempo, até que conheci um outro cara…

HUNSAKER

A QUEM POSSA ENTENDER…

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Sim, chamar-lhe-ei poetisa.

A homenagem que evidencia o seu gênio poético feminino

com o prêmio de lhe masturbar

o astro exposto numa poesia

podendo feminilizar o mundo

com sua magia e claridade lunar.

vem, lira divina,

e me responda;

encontra, tu mesma,

tua própria voz

de

sua casa “vermelha”,

vinde a mim, ó Musa

de meus textos…

IGOR HUNSAKER.

BEM, TENHO QUE DEFENDER TAMBÉM OS HOMENS, PELO MENOS ALGUNS….

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Ouvi de minha amiga Consuelo uma queixa que me pareceu incongruente: “Lembra do Carlos? Dispensei. Ele era insuportavelmente grosseiro depois do orgasmo”. “Como assim?”, perguntei. “Vocês homens tornam-se incivilizados depois que conseguem seu orgasmo. Sobem na árvore, grunhindo para si mesmos, incapazes de dividir. “Dividir. Quantas vezes já ouvi esta palavra sair em estocadas da boca de uma mulher. Di-vi-dir. Em suma, o pobre Carlos, o fiel e dedicado Carlos, depois do orgasmo, quis assistir futebol. Nem um beijo, nem uma palavra de amor. Apenas o som frio e oco do controle remoto. Adeus, Carlos, você não quis di-vi-dir o “depois” do orgasmo.

Consuelo não é exatamente uma feminista, e a queixa, embora intelectualizada, me pareceu cheia de razão. É verdade, depois do sexo somos incivilizados: sofremos de fastio. Todos nós, homens, sofremos do fastio pós-coito. Mas por alguma razão sempre à espreita, talvez o terror antimachismo ou a política de boa vizinhança, temos de fingir que não. Disse firme para Consuelo: “Já não bastam as preliminares extensíssimas que vocês nos exigem, querem agora que fiquemos depois fazendo onda também…” Não sei se foi a palavra onda, mas o fato é que ouvi de Consuelo a seguinte frase: “Você é narcisista e egocêntrico”.

As mulheres são mesmo assim, sinceras. Nós é que somos os eternos mentirosos. E pagamos por isso. Mentimos (ou ao menos omitimos) que queremos ficar ao lado delas depois de totalmente saciados, quando, na verdade, queremos ligar a TV e ver os gols da rodada ou ir à cozinha comer um pedaço de pizza fria. Talvez seja hora de falarmos com a franqueza peculiar ao sexo frágil. Elas nos pedem que compreendamos seu tempo sexual. Nós compreendemos. Elas nos pedem que olhemos seu interior. Nós olhamos. Elas nos pedem que dividamos com elas a preocupação com a gravidez. Nós dividimos. Quero viver meu fastio pós-coito, meu pessoal e intransferível pós-coito, em paz. É meu singelo pedido.

Para nós, homens, parece nonsense o bailado feminino depois da cópula. Não entendemos como elas conseguem permanecer passarinhando ao nosso redor, esfregando seus pezinhos frios na nossa canela e beijando nossa orelha, se não há nenhum motivo gritante para isso. Já não cumprimos nossa missão, passo a passo – caprichamos nas preliminares, olhamos por dentro delas, usamos devidamente a camisinha contra gravidez e doenças? Elas já não estão coradas e felizes? Que mais esperam de nós, depois de tamanha explosão de energia? Não entendo. Há entre um orgasmo e outro um breve momento de indiferença gloriosa. É breve, mas existe. Depois do sexo, estamos fartos, cheios até a boca, boiando no torpor de nossos egos inflados e hormônios sedados, orgulhosos de nós mesmos e completamente indiferentes a ela – ou a tudo. Olhei para Consuelo e pedi: “Clemência! É que, depois do sexo, não precisamos de mais nada”. Consuelo fuzilou-me: “Vocês só nos dizem coisas doces para nos usar. Depois do prazer, não servimos nem para conversar”.

E isso não é ótimo? É como nos sentimos também – usados -, só que não julgamos isso negativo. Consuelo me cansa com a mania persecutória comum a todas as mulheres deste século. Pago por todos os homens opressores da história da humanidade – e quem sou eu? Um oprimido, um homem que não pode viver seu fastio pós-coito sem sustos, porque sabe que um quarto de hora mais tarde estará de novo no alto da montanha-russa da testosterona, prestes a implorar de joelhos que a amada o encha de beijos e ouça as perversões que guardou para ela. Quem é o usado aqui?

Calei-me. Não disse a Consuelo uma imagem que Toni, um amigo em comum, me deu certa vez sobre o momento depois do orgasmo. “Sabe”, ele me disse, “quando você encosta os dois pés na beirada da piscina para dar impulso e ganhar distância? Tenho vontade de fazer isso… na cama”. Ele não disse na cama, ele disse o nome da namorada dele. E completou: “Com todo respeito”. Toni ansiava por ganhar espaço, solidão, estar só com sua total – e fugaz – alforria do desejo. Sexo é prisão. Doce prisão. Se há alguém escravo numa relação de sexo, somos nós, os homens. O desejo nos acorrenta às mulheres; o momento pós-coito nos liberta. Nos sentimos livres, por alguns momentos, daquela angústia permanente que é nosso desejo ancestral de copular com todas as mulheres do mundo, distribuir nossos espermatozóides e proliferar nossas sementes sobre a terra.

É uma centelha de paz justa, merecida, neste universo tão caótico. E não há razão nenhuma para que sintamos culpa pelo fastio diante da nudez irada e tagarela da mulher que acabamos de satisfazer sexualmente e agora insiste numa conversa sem sentido.

IGOR HUNSAKER.

A SANTA E SUA DIVERSÃO… (Paciente 1643)

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Eu confesso que me masturbo desde dos meus 11 anos.

Foi quando estava assistindo malhação e falava sobre esse assunto, fiquei curiosa e fui pesquisar sobre. A parti dai fui vendo fotos e vídeos pornográficos e comecei a me tocar, com o passar do tempo fui largando os vídeos e fotos de mulheres nuas.

 Esqueci de falar que sou mulher e hoje tenho 27 anos, minha paixão era ver as mulheres porque para mim o único homem que eu queria olhar e ter desejo é o meu futuro marido, mas uma vez ou outra eu via uns vídeos de casais. Depois de um tempo parei de me masturbar, pensei que tinha acabado, mas voltou tudo novamente, porém, agora eu aprendi a me tocar sem pensar em alguém e sem precisar de imagens e algo do tipo, para ficar exitada. Mas, tenho uma dúvida muito grande, mesmo eu não pensando em alguém será que continua sendo pecado??

Hoje tenho 3 cargos na igreja e quero receber o batismo com o Espirito Santo, e isso esta me atrapalhando porque quero viver para Deus em todo tempo, pensar nele, fazer tudo para ele. No entanto, mesmo fazendo isso não deixo de orar, posso esta me sentindo suja, mas mesmo com vergonha dobro os meus joelhos e peço perdão a quem tem que ouvir a minha voz. Eu amo esse Deus e não quero magoa-lo mais.

Ultimamente tenho tido pensamentos eróticos, penso que meu marido (não sou casada e nem namoro e graças a Deus sou virgem) vem e me faz caricias, me toca, me escuta me beija e fazemos sexo oral, e fico muito exitada. Tenho medo desses pensamentos porque quando casar quero que seja assim, e se não for, logo desde já estou pedindo o Senhor Deus que me conceda um esposo assim, para que eu possa satisfaze-lo como esposa e ele me satisfazer como marido. Tenho medo de que ele seja ignorante, aponto de pensar que sexo é só pra reprodução. Ainda no contexto, sei o que devo fazer para parar, porém preciso confessar pra alguém por que dói de mais, é muio fácil escrever que é pecado, quero ver sair dele, passar por ele, entre outros. Sei que Deus tem uma obra na minha vida e vou fazer o possível para que Ele cumpra. Sinto que, o que estou passando é para eu me achegar mais a Ele, e sinto também que, vou contar essa experiencia em rede nacional para ajudar muitos jovens que passam pela mesma situação.

Mesmo sendo um assunto tabu, colocarei o meu rosto na frente, Se Deus Permitir, e ajudarei a muitos com o meu testemunho para a Glória de Deus. Todavia, talvez eu não consiga sair disso por conta da sensação prazerosa. Toda vez que estou estressada o preocupada me masturbo, eu queria encontrar outra maneira de extravasar, mas não da porque não tenho muitos amigos, estou de férias e fico só em casa e isso não contribui. Dá para perceber que me conheço bem e sei onde estou e pra onde estou indo, só que preciso da ajuda de você!!!!!!!!!!

Bom, já estou me sentindo aliviada por contar e peço a você que está me ouvindo, não deixe de torcer por pessoas como eu que sofremos com esse mal.

HUNSAKER.

A SANTA ESPECIALIZADA NO INFERNO…. (Paciente 2583)

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Eu confesso que,  sua uma mulher inteira, sei que sou gostosa e que nas reuniões dos pastores em que vão as esposas, recebo cantadas de quase todos eles.
Vou nessas reuniões de saia um pouco acima do joelho e no máximo de curta possível, mas dificilmente coloco calcinha por baixo… vou peladinha…
Às vezes, sento-me diante de alguém em reuniões e finjo que estou distraída e deixo minhas pernas irem abrindo devagarinho para mostrar minha buceta.
Sou depiladinha… adoro mostrar a buceta para os homens e o melhor, meu marido que é pastor pede para mim mostrar tudo… quando chegamos em casa ele me devora…
Nos encontros da igreja a gente vai para os hotéis fazenda… e lá as coisas acontecem.. já dentro dos ônibus a gente disfarça e troca de casais…
No hotel meu marido já faz de uma maneira para que a gente fique em andares diferentes ou bem afastados… mas o casal ou dupla de homens que vai me comer ficam ao lado do nosso apartamento. Eu saio do meu apartamento e vou transar e meu marido pede: “Quero essa buceta enxarcada de porra… ” Chegando no apartamento ele me chupa e engole a porra dos outros machos que eu meti…

Meu marido ama me ver sendo comida por outros homens… Claro que a gente faz tudo isso fora da igreja… nos encontros a gente evita… inclusive, os machos que me comem vão também para o hotel, mas não entram nos cultos nem estão no meio da igreja… mas sabem que meu marido é pastor e eu sou evangélica consagrada…

Adoro meter, adora dar a buceta, adoro dar o cú, chupo feito uma bezerra, engulo tudo e dou um tempo para mais porra se formar no pau gostoso… enquanto isso eu sento no pau e gozo feito uma cabrita… adoro…

Doutor,  se você que gosta de uma buceta, veja a minha… se acha que é gostosa, me envie emails … eu e meu marido vamos ver, amar e entrar em contato….

Você tem certeza que quer ver minha buceta?
Você tem certeza que quer ver uma foto minha, branquinha aguentando um cacete de num negro delicioso?

Você tem certeza que quer ver meu cuzinho levando pica? Todas essas fotos eu tenho e adoro mostrar, mostro mesmo porque eu amo mostrar meu corpo nú para quem gosta.

Meu marido é branquinho como eu, mas ele gosta de me ver gemendo num cacete grande… e eu mais ainda.

Pode estar me ouvindo e não acreditar…

Então tente doutor.

HUNSAKER

A SANTA E SUA INICIAÇÃO PARA O INFERNO… (Paciente 1414)

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Eu confesso que minha primeira relação carnal foi com meu pastor onde congrego.
Quando eu tinha 17 anos uma irmã da igreja me mostrou umas fotos de mulheres fazendo sexo anal. Ela me confessou que adorava fazer sexo anal mas que não tinha tido relação vaginal.
Fiquei em choque e muito irritada com o que me mostrara porque aquilo era muito obsceno para ser mostrado na igreja. Aí a irmã me disse que aquilo não era nada, dentro da igreja acontece muita coisa que ninguém fica sabendo, pastores fazendo orgias, pastores fazendo sexo com mulheres casadas e jovens de ambos os sexos, e que ela havia participado algumas vezes.
Voltei para casa e fiquei pensando nas fotos, aquelas mulheres com cara de que estava gostando daquilo. Comecei a sentir um calor vindo da vagina, passei a mão por baixo da saia por cima da calcinha e senti que minha vagina estava lubrificada, senti um arrepio gostoso quando toquei na vagina.
Me subiu um desejo de fazer sexo anal igual as mulheres da foto. Deitei na cama, tirei a calcinha e senti escorrendo algo pela coxa. Passei a mão na vagina e senti algo muito gostoso e intenção, um prazer que nunca tinha sentido antes. Passei um pouco do lubrificante que saia da vagina e espalhei no dedo e no anus, e comecei a enfiar um dedo vagarosamente. O dedo entrou gostoso, acho que nao senti dor por causa do lubrificante. Fique fazendo movimento de entra e sai, estava ficando cada vez mais gostoso. Fiquei de quatro, empinei a bunda e enfiei novamente, eu estava sentindo um prazer muito gostoso e sentia mais lubrificante escorrendo pela coxa.
Depois de algum tempo, passei mais lubrificante que saia da minha vagina e passei em dois dedos e no anus e enfiei os dedos. No começo doei um pouquinho, mas o prazer era tão grande que fique no entra e sai, o prazer aumentou mais e estava ficando incontornável.
Infelizmente quando eu estava no algo do prazer, escutei a porta da sala abrir e tive que parar. Eu estava com as pernas bambas, o fogo de prazer dominava meu corpo.
Esse foi meu primeiro sexo anal.

HUNSAKER.

APENAS UMA RESPOSTA …

Uma SANTA me perguntou se é muito difícil escrever…

Respondi : não é não…

Escrever é apenas…

Afirmar, distinguir, elevar, quebrar os nós, desatar o afeto preso, romper o medo, inquirir, cuidar do pensamento, nada propor que não tenha sido antes um risco assumido e vivido pelo próprio rosto no texto. Criar lugares vibrantes a que se possa ascender pelo ritmo, criar na linguagem comum lugares de abrigo, refúgios de uma inexpugnável beleza, reconhecer-se nobre no partilha da palavra pública, sentir o dom da troca com outro ser vivo da espécie terrestre. 

Apenas isto…

IGOR HUNSAKER .

UM DIA…

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Um dia haveria

em que acordaria

neste vazio

de Ti

na ausência

de saudade

ou sombra

de uma vã

esperança…

Um dia haveria

em que nasceria

num novo dia

abençoado

pela chuva

pelo vento

e iluminado

pelo sol.

Um dia haveria

em que acordaria

nesta certeza

de lhe ter

toda em

todo o tempo

unicamente

para mim…

UM DIA

Apenas…

UM 

me deixaria satisfeito !

IGOR HUNSAKER.

 

AS SANTAS E SEUS SEGREDOS…

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Em todas as SANTAS há historias secretas cujo segredo é guardado até à morte delas.

E são guardadas, mesmo nos momentos mais sinceros, quando se abrem se espoem, todos os momentos dolosoros, num lance de angústia, em face dos amigos mais queridos – porque as palavras que as poderiam traduzir seriam ridículas, mesquinhas, incompreensíveis ao mais perspicaz.

Estas coisas são materialmente impossíveis de serem ditas.

A própria Natureza as encerrou – não permitindo que a garganta humana pudesse arranjar sons para as exprimir – apenas sons para as caricaturar.

E como essas ideias-entranha são as coisas que mais estimamos, falta-nos sempre a coragem de as caricaturar.

Daqui os «isolados» que todos nós, os homens, somos.

Duas almas que se compreendam inteiramente, que se conheçam, que saibam mutuamente tudo quanto nelas vive – não existem.

Nem poderiam existir.

No dia em que se compreendessem totalmente…

– ó ideal dos amorosos! –

Eu tenho a certeza que se fundiriam numa só.

E os corpos morreriam.

IGOR HUNSAKER.

A IRMÃ DA SANTA… (Paciente 2513)

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Meu nome é K., tenho 21 anos.

Minha confissão é longa porque tenho guardado isso dentro de mim há anos. É sobre minha irmã e seu marido, e o que tenho sentido.

Ela é casada com um homem de 34 anos. Quando começaram a namorar eu tinha 13 e ele 26, foi quando ele começou a frequentar a casa dos meus pais. Desde sempre tive atração por ele, procurava disfarçar mas sempre pensei em nós dois fazendo sexo, é algo que alimento. Sempre usei a figura dele para me masturbar, mesmo sabendo que não ia rolar nunca.

Teve um réveillon que passei na casa deles, no segundo ano depois de casados (não são bem casados, passaram a morar juntos). Eu tinha 16 para 17 anos. Fui ao banheiro na manhã do dia 1 de janeiro e meio sem querer vi uma cueca usada dele num tambor de roupas, acho que tirada no dia anterior. Vocês não tem ideia do tipo de coisas que fiz com aquela cueca… Nunca me imaginei tão devassa, tirei a roupa toda e fiquei uns 40 minutos me enlouquecendo, lambendo o tecido, e passando o cheiro dele no meu corpo todo, esfregando o forro da cueca na minha calcinha e nas minhas partes íntimas. Foi uma verdadeira orgia solitária, tive vontade de roubar a cueca pra continuar em casa, na minha cama a noite, mas a pus de volta no tambor, morrendo de medo de alguém notar meu cheiro ou as marcas de “umidade” nela . Outra poucas vezes que estive lá, cheguei a procurar no tambor de roupas, mas não tive sorte.

Bom, sempre tive esse fogo secreto enorme por ele, mas ele nunca tinha dado sinal de interesse. Não que eu seja feia (ao contrário, sou mais bonita e sempre fui mais assediada do que minha irmã, não preciso mentir aqui), o problema é que quando ele me conheceu, eu era quase criança. Mas nos últimos meses notei uma diferença nele. Eles vem quase todo final de semana em casa, e percebi que quando tinha chance, ele me olhava como se estivesse “manjando” minha região genital e minhas pernas, principalmente quando eu usava shorts, não sei como minha mãe ou minha irmã não notaram!!

Juro que não dei mole antes, mas agora é como se minha fantasia estivesse virando realidade. Foi como se tivesse colocado fogo em mim, penso nele todo dia, imagino ele chegando e eu sozinha em casa, o que nunca acontece, aí levando ele pro meu quarto e fazendo tudo tudo com ele… ou ele me deixando nua bem depressa e me usando na sala mesmo. Tenho sonhos eróticos, penso nele o dia todo, mas não é romântico como estar apaixonada: penso só em sexo, me submeter e ser usada e abusada em segredo, nas situações mais loucas e perigosas, tipo no meu quarto com meus pais na sala, ou fazendo sexo oral pra ele disfarçadamente.

Apesar do medo, a vontade de me insinuar ficou incontrolável. Tenho escolhido as roupas que visto no sábado e domingo para ficar gostosa, como shorts e saias mostrando as pernas, ou blusas com decote um pouco mais generoso (mas sem exagerar ou daria na vista). Evito até usar calcinha quando posso pensando em facilitar um possível sexo rápido. Estou ficando cada vez mais oferecida e ele está correspondendo, me devorando com os olhos, outro dia pensei que ele ia passar mal de tanto que exibi minhas pernas cruzadas no sofá, deve ter visto algo mais que minhas pernas…. Só falta um de nós tomar a iniciativa, mas meu coração parece que vai fugir pela garganta quando penso nisso, o medo me domina!!

Do jeito que as coisas andam, não vai demorar nada até eu trair minha irmã, e sendo sincera, não me sinto nem um pouco mal por isso. A ideia de ser a vadia secreta do meu cunhado é tão gostosa, e além disso, se fizermos tudo direito ela nunca vai saber. Só quero que ele tome a iniciativa logo, não aguento mais de vontade de ser dele.

HUNSAKER.

A SANTA E SUA COMPULSÃO… (Paciente 15427)

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Há alguns meses me envolvi numa burla em um famoso sites de encontros em que eu marcava o dia, ia mas me escondia e ficava olhando o pobre coitado…

De inicio foi necessidade, tive desejos inesperados e no desespero me voltei para o “sexo rápido”, em menos de 3 dias já tinha os amantes para satisfazer o que queria, mas em vez de parar continuei…

Mais pela adrenalina, pela satisfação de ver um tipo de homem diferente entrar no meu corpo…

Nem gozava, só gostava de os ter lá…

Depois vinha outro..

HUNSAKER.

A SANTA SE PROFISSIONALIZANDO NO INFERNO… (Paciente 15214)

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Minha história com sexo não foi sempre bem-resolvida.

Quando eu tinha 27 anos, namorei um ano com um cara de 29. Transei com ele na primeira noite e ele me disse, meses depois, que cogitou não me namorar por causa disso. Lembro de ter respondido “gato, se você tivesse feito isso, eu que não te cogitaria como homem pra mim”. Bom, fingi todas as vezes em que transávamos. Acho que eu via o sexo como uma coisa para o outro, uma questão de performance. Entrei na faculdade e, com o tempo e as conversas com amigas e a terapia, fui percebendo o crime que era fingir – um crime contra mim. Vi o quanto eu estava me privando do prazer de verdade. Eu não tinha o menor contato comigo mesma, não sabia identificar as sensações do meu corpo. Uma vez, oito anos atrás, um amigo falou uma frase que me marcou muito durante um papo sobre sexo com a galera: “você goza com a sua própria boceta”. Na época, não entendi o que ele quis dizer. A busca pelo meu orgasmo foi gradativa, não teve um marco. Um dia rolou com um ex-namorado, estávamos muito apaixonados, e foi muito poderoso. No começo do ano passado, estava super apaixonada por um cara com quem o sexo era algo muito legal e me levava a orgasmos cósmicos. Dividíamos as nossas fantasias, não tínhamos ciúmes de transar com outras pessoas etc. Uma vez, eu contei pra ele que tinha o fetiche de ser paga para transar… de me prostituir por uma noite. Fomos para um motel, trepamos loucamente, ele pagou e depois dormimos de conchinha.

Um dia eu estava na Vila Madalena com as amigas, num bar que sempre vou para beber na calçada. À uma da manhã, o bar fechou e elas queriam ir embora. Eu estava bêbada e queria continuar bebendo e conversando. Resolvi ficar sozinha, dei uma andada para ver se encontrava alguém… não encontrei e pensei “que merda, devia ter ido também”. Sentei numa esquina para tomar uma cerveja, meio abandonada, quando decidi ir para casa. Peguei um táxi na rua. O motorista era um tiozão argentino. Uns 55 ou 60 anos, grisalho. Conversamos normal, foi me dando vontade! Eu estava numa fase de viver outras experiências… eu já tinha feito ménage, beijado mulher etc. Eu vestia um micro-short nesse dia e, com essa cara de menina, era a perfeita Lolita. Não me lembro muito bem como, mas comecei a me insinuar no meio do papo. Não foi uma coisa planejada, foi acontecendo. Quando ele parou em frente à casa dos meus pais, eu tava com a perna entre os dois bancos… Ele colocou a mão na minha perna, depois dentro do meu short e foi indo. A gente começou a se pegar e eu falei “vamos para algum lugar”. Eu tava bêbada, mas sabia que meus pais estavam do outro lado do muro. Aí a gente foi para um drive-in na Vital Brasil, uma região pré-Raposo Tavares e todos motéis.

Eu não me lembro nem o nome dele, não sabia se era casado ou tinha filhos. No caminho, perguntei se ele tinha camisinha e ele disse que não. Então o fiz parar numa farmácia ou não teria conversa. Eu não queria nem que ele me beijasse… Eu queria um pinto e ele tinha um. Não queria me relacionar. Em geral, é o inverso que acontece, né? Eles que querem só isso da gente. Transamos por quase uma hora, foi ótimo, mas eu queria ter o controle para não virar putaria demais. A situação impôs um nível de adrenalina para que eu ficasse ligada porque envolvia riscos. Eu tava com um desconhecido, né? O pinto dele era gigante, não brochou, me comeu delícia. Acho que não tive orgasmo, mas eu amei ter feito. Quando a gente estava na porta da minha casa, antes do drive in, cheguei a dar 20 reais pela corrida. Aí, no final do sexo, eu perguntei quanto ele iria me pagar. Falei sério! Ele ficou chocado, acho que imaginou que tinha sido escolhido… Ele disse que não era nada disso e eu pedi, pelo menos, meus vinte contos de volta. No mínimo, a gente sai no zero a zero.

Ele me levou para casa e ficava passando a mão no meu rosto, dizendo “ai, linda”… E eu tava tipo “sai, cara, não é isso”. Quando cheguei, estava meio apavorada, me achando uma louca e preocupada porque ele sabe onde eu moro. Eu falava pra ele “eu nunca fiz isso antes, foi a primeira vez, não me procura mais, isso nunca aconteceu”. Ele falou que tudo bem e jamais reapareceu. Passei várias semanas abrindo o portão de casa e com medo de ele estar ali. Acho que até hoje ele deve bater punheta pensando em mim. Deve rolar no mundo dos taxistas essas lendas e ninguém acredita, né? Ou acham que aconteceu com uma velha gorda… Contei para a minha melhor amiga, meio com medo de me julgarem, e ela disse: “para de contar que eu tô ficando excitada”. Eu não me senti culpada nem que tivesse feito algo errado. Mas eu sentia que eu devia ter me sentido assim, entende? E não, eu só pensava que o corpo é meu e faço com ele o que me der vontade.

Depois da primeira, contei a história para outras amigas. E elas também conheciam casos de outras pessoas que fizeram o mesmo – se não com o taxista, com o mecânico etc. O que me chamava atenção é que elas perguntavam se eu tinha usado camisinha – mas só porque ele era taxista. Ninguém me pergunta isso se eu pego um cara na balada. Qual a diferença entre eles? Isso não é preconceito? Não tô nem aí se acham um absurdo o que eu fiz. Eu me senti com tanta posse de mim mesma, ninguém tem nada a ver com isso. Eu me vi no lugar que sempre é ocupado pelos homens. Ele com aquela cara de “você só quer me comer?” e era exatamente isso que eu queria. Só isso. Eu queria usá-lo, mas de uma maneira consensual. Continuo frequentando o mesmo bar, não sei se ele é taxista daquele ponto. Por um tempo, fiquei com receio de reencontrá-lo. Eu ia negar até a morte e dizer que ele estava me confundindo com outra pessoa. Porque, de fato, eu não era aquela lá.

HUNSAKER.

A SANTA PACEANDO DE CARRO NOVO… (Paciente 15689)

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Uns dois meses atrás, numa daquelas festinhas do trabalho conheci um irmão de um colega e fique caidinha por ele. Vou chamá-lo de Mauricio.

Mauricio tem 22 anos (eu tenho 26) é loiro, olhos claros e corpo atlético e do tipo garotão e logo quando o conheci achei que ia rolar algo mas naquela noite só um selinho na ora da despedida. Passaram-se algumas semanas e como não tive notícias acabei esquecendo dele até que numa noite ele apareceu para dar carona ao irmão que estava sem carro naquele dia.

Novamente olhei pra ele cheia de desejo e desta vez ele retribuiu com um olhar tão sacana que me senti comida ali mesmo no corredor da faculdade. Ele então me convidou para sair no dia seguinte que seria sexta-feira e topei na hora. Além de querer muito aquele gato eu estava sem transar há quase um mês e já subindo pelas paredes.

No dia seguinte cheguei em casa do trabalho, tomei um banho de princesa, me perfumei toda e coloquei um vestidinho de parar o trânsito.

Por volta das 21 horas ele chegou. Estava um gato, e cheiroso como todo homem deve ser. Mal entrei no carro ele já me elogiou dizendo que eu estava maravilhosa. Fiquei super feliz e pensei comigo: essa noite promete e saímos sem rumo. Demos algumas voltas e decidimos ir até São Paulo num bar que ele disse conhecer e que era muito agradável.

No caminho colocou a mão na minha perna e começou a acariciar a parte de dentro da minha coxa me deixando arrepiada de tesão com aquela mão quente e gostosa. Retribui me aproximando dele e também colocando minha mão nas pernas grossas dele que suspirou quando eu me aproximei ainda mais e dei um beijo no seu pescoço.

Ele então subiu pela minha coxa até chegar na minha calcinha que já estava molhada e foi tentando colocar minha calcinha de lado até conseguir e começou a dedilhar minha bucetinha sedenta.

Gemi alto no ouvido dele e fui direto no zíper da sua calça e num segundo estava com aquela tora quente e grossa na minha mão.

Estávamos numa avenida movimentada mas não me importei e até fiquei mais excitada de quem sabe alguém estivesse nos vendo.

Aquele cheiro de homem me deixou com tanto tesão que não resisti e cai de boca naquele pinto gostoso. Comecei lambendo a cabeça e fui fazendo uma longa descida e depois tentei enfiar tudo na minha boca mas não cabia. Continuei chupando gostoso enquanto ele enfiava um e depois dois dedos na minha buceta.

Confesso que adoro chupar e, modéstia a parte, chupo como nenhuma outra.

Chupei tanto e tão gostoso que o pau do Mauricio começou a crescer ainda mais na minha boca e pressenti que o leitinho estava perto. Não tive medo e como adoro isso deixei ele gozar gostoso na minha boca. Ele tremia tanto que pensei que fosse bater o carro.

Mesmo depois dele gozar continuei chupando e qual foi minha surpresa quando ele continuou duro na minha boca. Continuei naquele vai e vem quando percebi que o carro parou. Levantei assustada e ele me tranquilizou dizendo que estávamos numa rua deserta e que ele já conhecia e não via perigo nisso e que queria me comer ali mesmo.

Não pensei duas vezes, levantei meu vestido e montei no colo dele enfiando tudo de uma só vez. Fiquei fora de mim com aquele pau gostoso, quente e melado entrando e saindo de mim.

Ele era realmente muito bom de cama, ou melhor, de carro. Sabia como me deixar louca. Enquanto eu cavalga ele ajudava no movimento colocando as duas mãos na minha bundinha e ao mesmo tempo chupava meus peitos sem parar. Ficamos naquele vai e vem por um longo tempo até que ele começou a penetrar meu cuzinho com seus dedos compridos. Dei um gritinho rouco e gozei. Aquele foi o sinal verde pra ele que me pediu com muito carinho: gatinha deixa eu comer o seu cuzinho?

Claro que não resisti e aceitei na hora. Ele então me colocou de costas pra ele desta vez e eu fui sentando bem devagar naquele pinto gostoso. Nunca tinha dado a bundinha para alguém com aquele tamanha de pinto mas não fiquei com medo e continuei.

Quando comecei a rebolar no pau dele ele começou a me xingar de putinha, vadia e dizer que nunca havia comido um rabinho tão gostoso como o meu. Aquele “elogio” me fez ficar ainda mais safada e comecei a rebolar como nunca naquele pau gostoso.

Gozei novamente e não demorou muito senti jatos de porra na minha bundinha. Fiquei ali sentada naquele cacete ate que ele ficasse mole. Voltei para o banco do passageiro me arrumei e como já não tínhamos forças para mais nada ele me levou pra casa me prometendo que repetiríamos a dose.

HUNSAKER.

A QUEM POSSA ENTENDER…

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Que se FODA as “consciências virtuais”, não somos maquinais.

Que se FODA a transcendência disfarçada de evolução.

Que se FODA a “não-dualidade” que remove convenientemente todo o desconforto do campo unificado …

Que se FODA a “iluminação” sem integridade.

Que se FODAM os desapegados modelos patriarcais que se apresentam como a via real para o “Reino” de Reis – e os ou Reinos de Rainhas?

Que se FODA a “Nova Terra” descrita por dissociativos e desencarnados anuladores da dor consciente…

Que se FODA a “indústria” dos cosméticos e/ou energéticos.

Que se FODA a espiritualidade que ignora o que esta a acontecer em frente aos nossos próprios olhos.

Que se FODAM as celebridades que estão a cagar para a humanidade.

Que se FODA o guru que se imagina realizado.

Que se FODA o movimento da “Nove Escravatura” ( Nova Era) e a sua trilha de mentiras.  

 Que se FODAM todas as versões de pseudo espiritualidade que não SERVEM a humanidade.

Que se FODAM os carniceiros históricos.

Que se FODA a sangrenta mentira social.

Acolham a realidade – antes que seja estupidamente tarde.

IGOR HUNSAKER.

A SANTA APAIXONADA… ( Paciente 25123)

Sou uma pessoa muito expansiva…

 Sou uma pessoa muito expansiva, brincalhona e acho que por isso sempre fui muito assediada no trabalho, mas nunca levei nada a sério sempre achava um jeito de fugir das cantadas. Já mim ofereceram vários presentes (jóias, perfumes, sapatos, dinheiro etc), mas nunca aceitei pra falar a verdade a única coisa que aceitei foi uma correntinha de ouro e um perfume porque era meu aniversário, tirando esses dois sempre recusei. Em uma dessas mudanças de chefia chegaram dois novos colegas para trabalhar junto comigo, os dois eram casados e logo um deles mim chamou a atenção. Meu coração quis mim dizer algo mas eu não estava querendo aceitar. Relutei muito, mas, um dia tomei uma decisão “quero este homem pra mim”. Comecei então a assediá-lo como se fosse uma brincadeira e ele não dava muito assunto pra mim não,até que um dia partiu um elogio da parte dele sobre algo que eu estava usando, daí pensei… é agora ou nunca, aproveitei a oportunidade e comecei a falar bobagens com ele todos os dias pelo MSN (fizemos um só pra nós). Ás vezes tínhamos que fazer alguma coisa juntos aí eu aproveitava para mim insinuar pra ele, ele ficava com o cacete bem duro aí eu alisava, apertava, ele tirava ele pra fora pra mim enlouquecer de desejo. Eu sempre ficava excita (bem molhadinha) mim tocava pra ele ver e ele ficava louco. Descobri um belo dia que estava gostando dele de verdade que a brincadeira havia terminado (pensei comigo… isso vai passar), mas a cada dia que eu o via aquilo dentro de mim foi crescendo… crescendo até que um dia descobri que eu o amava com todas as forças da minha alma.

beijava seu pescoço…

Aí veio a triste realidade que quase mim matou em uma de nossas conversas ele disse que era apenas “tesão”queria morrer naquele momento, chorei de soluçar. Fiquei muito triste e pensei comigo mesma que já era hora de sair fora mas o sentimento era mais forte do que eu. Comecei a falar muitas bobagens com ele, beijava seu pescoço, falava ao pé do seu ouvido e ele ficava todo excitado, mostrava minha “buceta” toda molhadinha pra ele louca pra enfiar seu pau durinho nela e ele sempre arredio saía fora. Pensei em desistir porque não agüentava mais vê-lo e não ser correspondida, decidi conversar com o chefe maior pra sair daquele setor (ainda bem que ele não aceitou) porque não dava pra conviver mais com ele sabendo que ele não queria nada comigo. Foram várias tentativas para mim afastar dele mas tudo era em vão, ele estava tomando conta de mim por inteiro. Um dia á noite depois de chorar muito decidi continuar tentando (mendigando o seu amor) e pensei comigo mesma… quem ele pensa que é com tantos homens aos meus pés e ele mim esnobando… vou mostrar pra ele que quando quero ninguém escapa de mim. Todos os dias era a mesma coisa,eu querendo transar com ele esfregava minha buceta molhadinha nele e ele saindo fora, tinha dia que dava vontade de mata-lo de tanta raiva que eu ficava por ele mim desprezar. Os dias foram passando, ou melhor, os anos se passaram e comecei a perceber algo diferente (ele estava mais á vontade com comigo) e um belo dia ele fez a coisa que eu espera há muito tempo… mim deu beijo na boca, foi o dia mais feliz da minha vida. Fui embora toda feliz porque sabia que ia ser diferente daí pra frente. Depois de muitas tentativas ele quis ficar comigo… transamos alí mesmo na sala, empinei minha bunda pra ele e ele meteu o pau dele durinho todinho dentro de mim, queria gritar de prazer foi mágico sentir aquele membro todinho na minha buceta molhadinha. Daí pra frente tudo mudou sempre que dava nós transávamos no chão, na cadeira em qualquer lugar (ô homem gostoso), adoro quando ele chupa minha buceta (a boca dele é mágica) mim faz delirar de prazer. Eu também adoro colocar aquele pau bem duro na minha boca enfiá-lo até pegar na garganta e chupá-lo como ninguém nunca chupou (e nem vai conseguir eu tenho meus truques).

aquele sorrisinho safado…

Comecei a mim abrir pra ele e dizer o quanto eu o amava mas ele não levava muito a sério e esse amor foi aumentado… aumentando… A ponto de querer fazer qualquer coisa só pra estar com ele. Mas a minha maior tristeza ainda era saber que ele não mi amava. Comecei a não importar muito com isso e deixei rolar… os dias se passaram e ele sempre dava um jeitinho da gente ficar juntos. Um belo dia (e que dia) fui á casa dele buscar um computador (a esposa dele estava trabalhando) ele mim convidou pra entrar com aquele jeitinho de safado e eu não pensei duas vezes, aceitei o convite e ele logo mim puxou pro quarto deles e fizemos amor na cama deles (que loucura) foi tudo muito rápido, mas naquele dia fui a mulher mais feliz deste mundo, gozei como nunca. No outro dia quando cheguei no trabalho ele olhou pra mim e deu aquele sorrisinho safado. Eu dizia sempre que o meu sentimento por ele era AMOR, mas, ele sempre duvidava até que mim afastei dele por uns dias e quando retornei ele mim disse que descobriu que estava mim amando. No primeiro momento não acreditei… Mas vim embora saltitante de felicidade.

Em uma outra ocasião fui á casa dele novamente, aí fizemos amor no outro quarto foi maravilhoso, cavalguei em cima dele como uma louca (até deixei marcas no tórax dele) mas ainda tem a sala, a cozinha, o sofá, o banheiro… aos poucos vou fazer amor com ele na casa inteira. Agora estou segura que ele mi AMA, mas a triste realidade é que não conseguimos ficar juntos mais, até pra dar um beijinho nele tá difícil e isso tá mim enlouquecendo não estou agüentando mais mim segurar é muito AMOR escondido aqui dentro de mim.

“VIDA” saiba que sem você minha vida não tem sentido e esta incerteza de talvez nos separarmos mim sufoca. Se você soubesse o quanto minhas noites são longas sem você… Se eu soubesse descrever o quanto você é importante pra mim…. mas tenho certeza que já provei que te amo. Estou ansiosa pra ficarmos a sós, sem medo, sem pressa. Vou tentar te fazer o homem mais feliz deste mundo quando este dia chegar.

HUNSAKER.

CORAGEM E OUSADIA…

Característica ou particularidade de quem é ousado…

Quem possui valentia ou coragem;

Arrojo ou coragem;

Toma suas decisões com segurança e coragem…

ou…

Falta de prudência;

Realiza sem reflexão;

Imprudência ou temeridade:

ou…

Atrevimento injustificado;

excesso de petulância;

audácia…

ou

 Que demonstra informalidade

ou intimidade;

quem não faz cerimonia:

nunca lhe foi dado tal ousadia…

E…

Ação de teor libidinoso;

ato depravado…

O que é Ousadia…

Não sabem definir ???

DESCUBRAM POR SI MESMO !!!

IGOR HUNSAKER

SER LINDA FASE FINAL (por enquanto…)

Final

SER LINDA…

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Acho que a missão da mulher é assombrar, espantar, chamar toda a atenção…

Se a mulher não espanta não pode ser linda…

Na realidade, não é só a mulher, todos os seres humanos têm que deslumbrar os seus semelhantes para serem um “acontecimento”.

Temos que ser um acontecimento uns para os outros…

Então a pessoa tem que fazer o possível para deslumbrar o seu semelhante, para que a vida seja um motivo de deslumbramento.

Se chamam a isso de sedução…Imagem relacionada

Cumpri aquilo que pretendia, com todo este capitulo (o qual chamei “SER LINDA”)…

Talvez tenha sido um pouco forçoso 

Mas, consegui faze-las entender o que é para mim, SER LINDA !!! 

IGOR HUNSAKER.

SER LINDA FASE SETE…

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Pense “quase” que exclusivamente em você… Resultado de imagem para selfie NUA

As celebridades são as principais culpadas para que não nos sintamos naturalmente bonitas, pois estamos Resultado de imagem para selfie NUAacostumadas a vê-las magras, glamorosas com as suas maquiagens pesadas, cílios postiços, unhas profissionalmente arrumadas e impecavelmente bem vestidas. No entanto, quando chega a hora de tirarem tudo isso, elas se revelam tão normais quanto nós, com celulite, espinhas e olheiras.

Por essa razão um dos piores inimigos na hora de se sentir naturalmente linda é você própria, quando acredita que precisa de todos esses extras para ser bela e ou que tem de ser igual a determinada celebridade para ser considerada bonita.

Deixe de parte essa mentalidade e acredite que a verdadeira beleza vem de dentro e que cada pessoa é bonita à sua maneira!

IGOR HUNSAKER!

SER LINDA FASE SEIS…

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ATIVIDADES FÍSICA…Resultado de imagem para ACADEMIA NUA

Muitas mulheres que se sentem mal com seu corpo não praticam nenhum exercício físico, quando essa é uma das soluções para melhorar a aparência!

Além de contribuir para perder peso e tonificar os músculos, está comprovado que a prática de exercício físico promove o aumento da autoestima e da confiança pessoal, sendo estas razões para que você o pratique de forma a se sentir naturalmente linda.Resultado de imagem para ACADEMIA NUA

Se informe junto da academia mais próxima quais as modalidades em que se pode inscrever, ou pondere realizar alguns exercícios simples em casa, como aeróbica e pular corda.

Se tiver amigas que estejam dispostas a se juntar a si nestas atividades, melhor ainda, pois você se sentirá mais motivada!

IGOR HUNSAKER.

SER LINDA FASE CINCO…

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ALIMENTAÇÃOResultado de imagem para ALMOÇANDO NUA

O que comemos se reflete em nosso corpo, isso é certo.

Por essa razão, se você seguir uma alimentação cuidada, preferindo pratos saudáveis a comidas rápidas, isso terá um impacto benéfico em si, promovendo seu bem estar e sua beleza natural.Imagem relacionada

Procure comer saudável todos os dias, reduzindo a quantidade de carne vermelha e aumentando o consumo de legumes e vegetais.

Procure receitas saudáveis que lhe agradem e planeje seu cardápio semanal, para ter a certeza que segue essa dieta com rigor.

De forma a compensar a ausência de algumas vitaminas e minerais que não obtém através da alimentação, pondere a toma de suplementos alimentares naturais.Imagem relacionada

Não menospreze o que bebe e prefira o chá a qualquer outro tipo de bebida (além da água), pois este líquido possui inúmeros benefícios para nosso organismo, que se irão refletir em sua beleza natural! No entanto não se deixe enganar pelo chá gelado de compra, pois ele contém níveis demasiado altos de açúcar.

IGOR HUNSAKER.

SER LINDA FASE QUATRO…

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Hábitos simples…

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Você pode se sentir naturalmente bonita se dedicar algum do seu tempo a cuidar de si, pois existem práticas simples que promovem a beleza da pele e cabelos de forma muito natural!

Para conseguir uma pele rejuvenescida e iluminada, basta que, diariamente, você realize uma limpeza de rosto, aplique creme hidratante e fator de proteção solar tanto no rosto como no corpo.

Semanalmente ou quinzenalmente será benéfico que esfolie a pele com esfoliantes naturais e realize máscaras nutritivas ou purificadoras, sendo que as mais populares são as de argila.Resultado de imagem para PELOS PUBIANOS LINDOS

Para a saúde do cabelo, você deverá cuidar dele tendo em conta as suas necessidades, preferir shampoos sem sal, ir no cabeleireiro para cortar as pontas duplas sempre que necessário, não exagerar no uso da chapinha e seguir dicas básicas de cuidado capilar.Resultado de imagem para PELOS PERNA LINDOS

Uma outra solução mais ou menos natural passa comer flutas e o cabelo se tornarão mais forte e que promovem o seu crescimento, ao mesmo tempo que melhoram a saúde de suas unhas.

IGOR HUNSAKER.

SER LINDA FASE TRÊS…

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“Mente sã, corpo são…”

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MENTE SÃ…

Você sabe que é naqueles momentos em que vive mais estressada que surgem as malditas espinhas, que as olheiras e os papos se acentuam e revelam seu ar cansado e sua pele, de uma forma geral, perde luminosidade.

Nesses momentos você recorre à maquiagem para esconder ou disfarçar esses sinais, porém a melhor solução é evitá-los, se dedicando a hábitos saudáveis que a façam se sentir melhor.

Imagem relacionadaCORPO SÃO…

Alguns deles passam por dormir mais e melhor, beber mais água, meditar, apreciar o lado bom da vida, rir muito e se preocupar menos com coisas sem importância.

Resultado de imagem para YOGA NUAMENTE E CORPO, SINÔNIMO: SER LINDA.

Ao fazer isso você notará que sua beleza natural melhora!

IGOR HUNSAKER