AS "SANTAS"

São mulheres vivendo os seus sonhos. Muitas acreditam em fadas, gnomos, príncipes, princesas e amores de outro mundo. Não. Elas não são loucas, nem doidas e nem pirada. Elas simplesmente desejam viver com prazer.

A SANTA DESCOBRINDO O CÉU…. (Paciente 1524)

A SANTA DESCOBRINDO O CÉU…. (Paciente 1524)

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agora gozei…

Quando perdi a minha virgindade, não doeu muito, não sangrou, mas eu tb não gozei… Na verdade, não gozei com aquele namorado e nem com o outro depois dele… E eu só transava com namorados, não tinha essa de transar por aí comigo não… Era super recatada!

Bom, depois do fim do meu segundo namoro, eu já estava com uns 20 anos, a vida seguiu e tal… Eu tinha um amigo, o Jean, bem mais velho que eu, tínhamos nos conhecido no aniversário de uma amiga em comum, ele era amigo do irmão da amiga (que confusão, mas é assim). Jean e eu ficamos muito amigos, nada rolou entre a gente. Apesar dele ser bonitão, eu não me sentia atraída por ele. Apresentei ele pra várias amigas e ele até ficou com uma delas, mas acabaram não transando.

Como nenhum de nós tinha compromisso (nem namorados nem ficantes nem nada), nos acostumamos a sair os dois sempre aos sábados, pra barzinhos. Nunca fomos pra balada, só barzinho. Assim, quando as minhas amigas combinavam de ir pra balada no sábado, eu ia pra um barzinho com o Jean e depois as encontrava no local e ele ia embora. Viramos quase irmãozinhos, falávamos de tudo, inclusive relacionamentos anteriores e o que esperávamos dos próximos, papo normal…

Um sábado desses, eu não ia sair com as gurias, mas ia me encontrar com o Jean. Coloquei uma roupa qualquer, íamos num butecão, nada de especial, só beber como sempre e jogar conversa fora… Eu de calça jeans, uma blusinha, sandália de salto, e ele de bermuda de sarja bege, camiseta polo e tênis, ou seja, os dois super normais e nada enfeitados, éramos como dois caras um pro outro! 

Papo vai, papo vem, cerveja vai, cerveja vem, o papo descambou pra sexo. Já tínhamos falado no assunto antes, mas dessa vez o papo ficou bem mais profundo. Jean começou a contar detalhes de como ele comia as gurias e aquilo me deu um tesãozinho, sim… Eu estava há muito tempo sem sexo e era normal me excitar, mas não deixei que ele notasse, afinal, éramos amigões. Aí ele começou a contar da maneira que uma das meninas gozava e eu prestando atenção, o corpo bem próximo da mesa, super interessada, e ele muito empolgado. Quando ele terminou a história, eu disse sem pensar, me encostando na cadeira: “Eu nunca gozei!”. Aquilo saiu num tom meio triste, quase um desabafo… Aí foi a vez de Jean se aproximar da mesa e disse espantadíssimo: “Nunca gozou? Nunca nunquinha? Ah, assim não pode! Assim não pode ficar!”.Eu ri, tentei disfarçar, me toquei do que eu tinha dito e tentei argumentar que não tinha problema, que a maioria das mulheres não gozam mesmo, que um dia eu ia achar algum namorado que ia me ajudar e tal. Ele se levantou, sentou do meu lado e disse, olhando nos meus olhos: “Eu vou te ajudar! Tu tá perdendo a melhor parte da foda!”. Fiquei muito sem jeito!! Nunca tínhamos nos beijado e ele táva dizendo que ia me ajudar a gozar? Pra gozar não tinha que transar? Ai meu Deus do céu! O que eu fui falar! Falei de tudo que era jeito que não, que não precisava, que eu estava bem, que logo apareceira alguém e que eu ia pedir ajuda e tal… Nada adiantou. Jean pegou a minha mão, pagou a conta e se levantou! “Vamos agora pro motel!”. Como assim? A gente nem tinha se beijado! Que situação difícil! Mas fui com ele pro carro. Entrando no carro falei pra ele me deixar em casa, que não queria ir no motel, ainda mais com ele, não tinha cabimento. Não houve conversa, ele estava decidido a me ensinar a gozar! Era tudo muito estranho pra mim… Eu não fazia sexo casual…

Chegamos ao motel, descemos do carro, entramos no quarto, e eu sem nem conseguir olhar na cara do Jean. Jean me colocou sentada na cama e disse: “Olha só, a gente vai transar, mas o meu objetivo é que tu goze! E eu vou saber se tu tiver fingindo!”. Só consegui responder “Ok!”. Eu estava roxa de vergonha. Jean ligou pra portaria, mandou trazer muita cerveja e a gente começou a papear, como se estivéssemos no bar, sentados numa mesinha que tinha no quarto. Quando ele viu que eu havia esquecido o assunto e já estava meio altinha, ele veio mais pro meu lado e me beijou o pescoço… Já vou avisando que é meu ponto fraco… Tem um ponto do meu pescoço que é beijar e eu amoleço… e foi bem ali que ele beijou. Depois beijou minha boca, um beijo demorado, molhado, enquanto com uma mão segurava a minha nuca e com a outra apalpava meu seio. Não resisti, afinal, eu estava ali pra aprender, não é? Relaxei e deixei rolar…

Jean se levantou, pegou minha mão e foi caminhando em direção à cama. me deixou de pé e sentou. Devagar ele tirou as minhas sandálias, abriu as minhas calças, baixou, e tocou a minha bucetinha já molhada por cima da calcinha. Soltei mais um gemidinho e olhei pra ver o que ele estava fazendo, recebi um olhar muito gostoso de volta! Aquilo foi me dando tesão, eu estava entregue, já! Jean sabia realmente dar prazer a uma mulher. Ele levantou, tirou minha blusa, meu sutien e disse pra eu deitar. Deitei e fiquei esperando por ele. Rapidamente ele ficou nu. Pela primeira vez eu estava reparando no corpo do Jean. Era um homem forte, não era musculoso, mas não era magro demais… Tinha o corpo naturalmente delineado e o pau já estava duro. Era um pau grande, cabeçudo, cheio de veias e o saco bem cheio, volumoso. Fiz mensão de me levantar pra chupar aquele pau, mas ele me empurrou de volta, abriu as minhas pernas, se posicionou no meio delas e tocou minha bucetinha com a boca por cima da calcinha. Gemi, delirei e fechei as pernas. Jean afastou de novo as pernas, arredou a calcinha pro lado e deu uma lambidona na bucetinha molhada que foi de baixo até o grelo. Nossa, gemi mais alto e me contorci. Jean repetiu a linguada, de baixo até o clitoris e ali parou, mamou o grelo um pouco, me arrancando muitos gemidos e parou. Nessa altura eu queria mais, queria a boca dele ali, me chupando sem parar. Olhei pra ele e ele sorriu, e tirou a minha calcinha. Pronto, eu estava ali, peladinha, arreganhada, pronta pra o que desse e viesse…

Jean então voltou a me chupar, lamber, a língua era ora dura, ora mais relaxada, e eu gemia muito, mexia meus quadris, involutariamente e ele me incentivava dizendo: “Isso, rebola, te solta… Que delícia!”. Isso me deixava louquinha, quando mais ele falava, mais eu gostava e mais me entregava. Quando ele disse: “Que buceta gostosa!” senti meu corpo tremer e fechei as pernas rápido e então senti Jean me puxar, abrir as minhas pernas de novo e dizer: “Não fecha, quando sentir isso é porque tá quase gozando! Vai, goza a hora que quiser, quero chupar tudinho!”. Nossa… Eu táva ficando louca, ele lambia, chupava e agora enfiou um dedo no buraco da buceta, bombando ele pra dentro… Comecei a sentir o corpo tremer de novo, mas lembrei o que ele disse e me deixei ali, experimentando aquilo tudo, aproveitando aquela língua deliciosa e o dedo dele me fodendo… Quando de repente senti um calor maior, uma contração involuntária, uma tremura, um amolecimento e formigamento e Jean anunciou: “Tesuda! Tu tá gozando! Queria que tu sentisse isso, tua buceta tá apertando meu dedo! Que lindo!”.Eu não acreditava! “Eu gozei!! Eu gozei!! Que delíca!!” eu disse entre risos altos! Jean não parou de socar o dedo na xaninha, apenas diminuiu o rítmo. Quis me levantar e ele disse pra eu ficar ali, só curtindo. Obedeci. Então, ele me levantou, se deitou e disse pra fazermos um 69! Adorei a idéia! Fiquei em cima, e ele em baixo, e comecei a chupar ele. Nessa altura eu nem ligava mais que éramos amigos, que ele estava me vendo nua, nem me lembrava mais disso. Queria era ser fodida, queria gozar de novo! Mamei aquela vara com toda vontade do mundo, recebendo do Jean recompensas por chupar direito, até que ele, com a boca toda no meu grelo passou a acariciar a portinha do meu cu! Nunca haviam sequer se aproximado dessa área! Na hora achei estranho, meio que diminui o ritmo da chupada nele e ele disse: “Relaxa, não vou enfiar nada, só vou acariciar…”. Relaxei, deixei ele ali, fazendo o que quisesse e voltei a chupar, punhetar e lamber o pau dele. Então ele abraçou minhas ancas com os dois braços e ficou sugando meu clitóris, passando a língua e socando o pau na minha boca, que delícia! Comecei a sentir “as coisas” de novo e gozei! Gozei, gemi, gritei, esfreguei a buceta na cara dele e ele ria! Satisfeito! Ficamos ali, até eu me recuperar e ele dizendo que era lindo ver minha xoxota piscar. Voltamos a sentar na mesinha, os dois pelados, eu mole e ele de pau duro ainda. Aí perguntei: “Tu não gozou! Quer que eu chupe até tu gozar?”. Quanta inocência, eu achei que tinha parado por aí! Ele me respondeu: “Não, sem stress, daqui a pouco eu gozo, quero gozar na tua bucetinha!”. Meu Deus!! Não parou por aí? Mal tinha começado, e mal sabia eu! Olhei no relógio e já fazia bem umas duas horas que estávamos ali. Bebemos mais umas cervejas, conversamos, ele me contou que achou lindo me ver gozar, que estava adorando me comer e que na verdade, já tinha imaginado como eu seira na cama! Nossa, aquilo me pegou de surpresa… Porque eu nunca tinha imaginado como ele seria… Mas ok… Bebemos e ele foi deitar, com a maior cara de safado me chamou, e eu fui!

ficamos nos beijando, um de frente pro outro, senti que o pau dele começou a endurecer de novo e comecei a punhetar, acariciar as bolas, passar a unha devagarinho, ele gemia e começou a passar a mão na minha xaninha. Meu clitóris táva super sensível, cada vez que ele passava o dedo dava choquinhos e eu comentei com ele, e ele me disse que era normal, que na verdade, ia ser bem mais fácil eu gozar com ele assim e que eu tinha mais que aproveitar e gozar quantas vezes eu tivesse vontade. E foi o que eu fiz, gozei no dedo dele, antes dele me penetrar, que delícia! Estava amando essa função de gozar, mas vi que estava começando a perder as forças… Aí ele me disse: “Agora vem a lição do gozo avançada, quero te fazer gozar sem estimular o clitoris, só te fudendo a buceta!”. Me virou e veio por cima, arregaçou as minhas pernas, colocou a camisinha e apontou pra entradinha da xota. Deu uma paradinha, me olhou nos olhos e foi metendo a cabecinha bem devagar, eu gemi, o pau dele era bem cabeçudo, fechei os olhos e ele começou a colocar a geba toda pra dentro. Gemi, balancei o quadril e ele disse: “Que bucetinha gostosa! Aceitou todo meu cacete e tá bem abraçadinha nele!”. Eu adoro que falem durante o sexo! Senti que a minha bucetinha deu uma piscadinha de leve, como que agradecendo o elogio! Aí começou a ginástica do Jean, me virou de tudo que foi lado e nada de eu gozar… Eu ficava no quase, mas não conseguia gozar… estava muito bom, uma delícia, um tesão, mas nada… Aí eu disse: “Não tem problema, pode gozar… Eu já gozei bastante!”, mas ele não me deu ouvidos, queria que eu gozasse no pau dele… demos uma parada, recuperamos o fôlego, bebemos mais uma cerveja e voltamos… Parecia que ele tinha assumido uma “missão impossível” e não sossegaria até ter cumprido por completo! E assim foi… Eu por cima, eu por baixo, de lado, frango assado, até que ele me colocou de 4… E aí começou a bombar devagar primeiro, depois mais forte e mais forte até que eu achei que ele ia entrar com bola e tudo e eu finalmente comecei a “sentir as coisas”… Comecei a gritar, gemer, pedir pra não parar e ele incentivando: “Vai, te solta, que delíciaaaa tá começando a apertar, assimmmm”… e eu GOZEEEIIII!!!! Gozei e perdi as forças, caí na cama, e ele continuou bombando pica pra dentro e eu gozando! Gozando sem parar, até que ele urrou! Socou o pau bem no fundo e gozou, gritando, rindo, apertando a minha bunda e eu rindo, e meu corpo contraindo, gozei de novo só por ele estar ali dentro, e de novo quando ele tirou a pica de dentro, e de novo porque lembrei da foda… Até que, sem forças, meu corpo começou a relaxar e ele me deu um beijo nas costas, outro na bunda.

Depois que me acalmei, a respiração voltou ao normal olhei pra ele, que estava com um sorriso de vitória nos lábios e me perguntou: “E aí? Quer mais?” e eu: “Não!! Pelo amor de Deus! Não aguento mais!”. Ele disse: “Então tu gozou demais mesmo! E é assim que tu tem que exigir que façam pra ti de agora por diante. Não aceita qualquer coisa…”. Eu ri, fomos tomar banho, nos arrumamos e ele foi me deixar em casa…

No caminho ele me disse que o último orgasmo que eu tive, que veio um, depois outro, depois outro, tinha sido poliorgasmo e que isso deixou ele muito feliz.

Voltamos a nos ver como normalmente, transamos mais algumas vezes e ele se tornou meu primeiro P.A. (Pau Amigo). Gozei muito com ele por algum tempo, até que conheci um outro cara…

HUNSAKER

hunsaker

Sou o que sou. Sou incoerente por vezes, sou sonhador sempre, temo o desconhecido sem contudo deixar de arriscar, tenho planos e projetos, construí e ví cair em minha frente castelos. Como um anjo voei aos céus mas longínquos, e como um cometa caí. A queda me machucou, contudo me fez mais forte. Sou falho e impreciso. Simplesmente indefinível, enfim sou apenas um IGOR mas, o IGOR HUNSAKER.