Mês: outubro 2016

AOS VERDADEIROS DEMÔNIOS… (Paciente 5962)

Este recado pode ser para você…

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Não vou me identificar para que meu pai não saiba dessa história. Quero evitar que sinta a enorme tristeza e indignação que as pessoas que gostam de mim sentiram quando contei o que me passou. Quero protegê-lo de todo o tipo de reação que essa história poderia desencadear nele.

Esse é também um relato a mais para que homens e mulheres possam entender melhor o que acontece na vida e na mente de uma pessoa que foi estuprada. É mais uma narrativa dos efeitos do machismo brasileiro.

QUANDO ACONTECEU

Voltando da minha festa de aniversário no ano de 2015, um amigo de faculdade me acompanhou até em casa num dia frio. O convidei para entrar, assim esperaria o taxi dentro de casa, quentinha. Foi uma gentileza a uma pessoa com quem convivi na faculdade por mais de 5 anos. Mas parece que ele entendeu o recado de outra forma. Estávamos bêbados, e eu tinha total confiança nele. Nessa noite ele me estuprou. Por muito tempo não me lembrei do que aconteceu naquela noite. Apenas sentia uma angústia difusa e inexplicada, que pude entender aproximadamente dois anos depois.

AO  “ESTUPRADOR”

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Ao meu estuprador (e a tantos outros potenciais estupradores),

Demorei pra me pronunciar, mas soube que você é papai e teve uma filha.

Espero, sinceramente que as mulheres da sua família estejam bem, saudáveis e felizes. De coração.

Não sei se você mudou ou se o que aconteceu comigo foi excepcional (tenho todos os indícios de que não). Espero que você não repita mais esse comportamento. Nunca mais. E lute contra ele adentro de si e dos espaços em que circula.

Caso você venha a sentir desejos e uma vontade visceral de possuir uma mulher, te peço que lembre da sua filha (uma irmã ou mulher que você ama muito).

Pense se você gostaria de vê-la sofrer e ter sua vida arrasada por alguns minutos de prazer egoísta de algum imbecil da faculdade dela. Pense na quantidade de dias, anos e meses, em que seus olhos não teriam brilho, e em quantos dos dias da sua vida o suicídio passaria por sua cabeça.

Pense no potencial de uma vida feliz e saudável, desperdiçado por uma ejaculação patética de alguns segundos, de alguém que se crê demasiado importante. Pense em como ela perderia a capacidade de abrir a porta a amigos, como ela perderia a capacidade de se deixar tocar por alguém que a ama e respeita, e como ela teria que abandonar vários projetos de futuro.

Pronto.

Você se colocou no lugar do meu pai, que algum dia deve ter jurado pra ele mesmo me proteger acima de todas as coisas, como você provavelmente pensa agora a respeito do seu bebê.

O que você sentiria vontade de fazer contra alguém que estupra a sua filha?

Eu quero que meu pai tenha uma velhice saudável e feliz.

É por mim e por ele que essa história se encerra aqui e eu não vou te denunciar.

Mas não vou te perdoar, nem perdoar quem provoca violência de gênero.

Serei implacável contra cada abuso, contra os micromachismos, contra as violências de gênero diárias que sofrem todas as mulheres.

Espero que sua filha seja assim com você.

Você ainda vai agradecer como nós, feministas, vamos entregar um mundo mais justo para os teus filhos.

Mundo podre que pessoas como você ajudaram a construir.

Canalha.

Com todo o desprezo do mundo,

Uma mulher que teve a vida revirada por sua culpa..

HUNSAKER.

 

 

A ESTATÍSTICA SURPREENDE ATÉ OS ESPECIALISTAS…

Nossa Unidade de relacionamento sexuais fez, recentemente, uma pesquisa com SANTAS usuárias de nossos serviços. O objetivo era saber o que elas mais gostavam de fazer na cama e se deparou com um resultado surpreendente: a maioria tinha vergonha de dizer ao seu parceiro os seus desejos sexuais mais íntimos. Para a felicidade geral dos casais, nossa Unidade divulgou o resultado das pesquisas.

São cinco desejos femininos inconfessáveis:

 Sexo oral

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Elas querem receber mais e sempre.

Mesmo entre aquelas que têm parceiros praticantes desta modalidade declaram que gostariam mais frequência e intimidade.

Segundo a pesquisa, a dificuldade das SANTAS está, muitas vezes, no fato de considerarem a vagina uma parte feia e de “cheiro pouco agradável”, segundo a maioria das respostas.

 

 Sexo em público

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Elas confessam que é muito excitante. Não necessariamente chegar às vias de fato, mas já seria mais do que suficiente um bom amasso no canto de um bar.

 

Dominação

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A grande maioria das mulheres reconheceu que ser dominadas é um desejo constante.

Mas sentem que os homens têm receio de exagerarem no contato físico e, principalmente, darem a impressão de que estão violentando-as.

Mas, ironicamente, é exatamente isso que elas declaram querer.

Claro, sem danos físicos.

Mas se mostraram muito interessadas em alguns brinquedinhos, tais como algemas e cordas para mobilizar pernas e braços.

 

 Submissão

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Sim, o contrário é também desejo delas.

Não confessam, normalmente, porque temem darem a impressão de ser excessivamente masculinas.

 

Apanhar

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Novamente, sem danos físicos e, principalmente, sem deixar marcas que possam comprometer seu aspecto visual.

Mas a grande maioria deseja muito levar uns tapas e até uns beliscões.

E não pedem isso aos seus parceiros porque consideram um pedido muito fútil.

IGOR HUNSAKER.

AS SANTAS DE HOJE COMANDAM A SEXUALIDADE…

Mais observadoras e exigentes, as mulheres de hoje

comandam a realização de suas fantasias sexuais.

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E, muitas vezes, parte delas a intenção de renovar-se no plano do sexo. “No início da paixão fazemos exceções no ritmo de nossas vidas no intuito de agradar e atrair a outra pessoa. É um tal de se produzir no capricho, de conversar com bom humor, de ser bom ouvinte. Depois de um tempo de convivência, cada um tende a voltar ao seu andamento normal, porém com um ‘novo anexo’. Muitas vezes, é nesta fase que começam as críticas e reclamações”.

Cabe, então, a habilidade para saber ser flexível e reinventar a rotina, principalmente a sexual, a fim de reacender o desejo e fazer com que os dois descarreguem a tensão e o estresse, um dos benefícios proporcionados pela vida sexual ativa e saudável.

O diálogo é imprescindível. “Agimos na vida amorosa como se a telepatia fizesse parte do repertório básico de habilidades humanas. Tentamos o tempo todo presumir o que o outro está pensando ou alimentamos a premissa de que os outros não só podem como têm a obrigação de saber exatamente o que temos em nossa mente.

Fuja das ‘viagens na maionese’, analise e converse”, explica.

Mulher e dois homens

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Foi assim, por intermédio de muitas conversas que Márcia* realizou a fantasia de transar com dois homens, sendo um deles o seu marido. “Tudo começou como uma grande brincadeira. Estávamos em um motel e no filme pornô que assistíamos uma mulher fazia sexo com dois homens. Meu marido entrou no clima e começou a me perguntar se eu queria fazer aquilo”, conta. A secretária confessa que a história começou meses antes de realizarem mesmo a fantasia. “Inúmeras vezes nós nos excitamos e usamos a imaginação antes de concretizar o ato em si. Combinamos os detalhes e contratamos um garoto de programa por um site, que eu mesma escolhi. Posso dizer que esse é um prazer incontrolável: ser desejada por dois homens ao mesmo tempo. Foi maravilhoso e marcante para os dois”, revela.

 

Duas mulheres e um homem

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Transar a três não é um fetiche só masculino, mas, sem dúvida, o maior para os homens é o sonho de transar com duas mulheres. É o que todo homem imagina como fantasia perfeita a ser realizada um dia. Para esquentar o casamento de mais de 15 anos, Sabrina*, uma morena auxiliar administrativa, resolveu atender ao desejo do companheiro. “De certa maneira, ele brinca dizendo que sou a melhor mulher do mundo e que arrumei um jeito de assegurar sua fidelidade, afinal, se ele tiver vontade de estar com outra mulher, diz que vai me contar”, explica a carioca. Ela afirma que eles só fizeram isso uma vez e nunca mais esqueceu a cara de felicidade do parceiro. “Foi muito bom para nós dois. Contratamos uma profissional do sexo, bebemos champanhe e nos entregamos pra valer. Acho que uma fantasia só vale a pena quando é vivida assim”, ensina.

 

Sexo virtual 

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Eles parecem ser de planetas diferentes. “Homens e mulheres entendem o relacionamento de maneiras distintas porque o amor e o desejo são comandados por áreas cerebrais diferentes. Se entendermos que nossos sentimentos são controlados por reações químicas, poderemos nos beneficiar”.

Depois de perceber o quão visual era seu homem, Catarina* resolveu agir. “Ele vivia espiando sites em que garotas faziam shows online e eu resolvi bancar uma stripper. Esperei uma viagem dele a trabalho, fui a um sex shop e comprei uma lingerie completa e brinquedinhos. Me hospedei em um motel, me preparei toda (make, cabelo, joias, lingerie e salto) e liguei o notebook. Conectamos e foi a primeira vez que fizemos sexo virtual. Ele nunca tinha me visto usando um vibrador. Ficou maluco, mas estava a mais de 3 mil quilômetros de distância. Entrou no clima e amou a performance. O melhor foi ele adiantar a volta para me ver logo”, diverte-se. Ela confessa que o namorado tinha certo receio de usar vibradores, e ela o convenceu dessa maneira, com uma surpresa à distância.

Policial

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Mas há quem goste de viver o frenesi intensamente. “Eu sempre sentia tesão por policiais, afinal homens imponentes e armados representavam uma força masculina que me enfeitiçava. Até que namorei um. Então combinamos que ele iria me salvar de um sequestro. Eu fiz direitinho o papel da ‘patricinha’, com medo e acuada, e ele o de herói. Foi inesquecível transar com ele vestindo uma roupa toda preta e com a arma perto.”, lembra Juliana*, uma jovem solteira, de 28 anos, que mora em São Paulo.

 

Fingir-se de prostituta

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Já para Adriane*, interpretar o papel de prostituta e servir ao noivo durante uma hora de sexo em que ele mandava foi uma fantasia que deixou os dois em êxtase. “Combinamos o local em que ele ia me pegar (na rua mesmo, na esquina de casa para não ficar muito perigoso). Entrei no carro e já vi os olhos dele brilhando. Me produzi completamente, até usei peruca e meia arrastão. Fomos para um motel e fizemos sexo como nunca antes. E ainda fiz questão que ele me pagasse no final, indo embora de táxi. Cheguei antes em casa, botei o pijama e o esperei como a donzela com quem ele vai se casar um dia. Ele pirou”, ri. A analista de sistemas diz que essa noite mudou a vida sexual dos dois para sempre. “Ele percebeu que pode ter diversas mulheres diferentes em uma só”, conclui ela.

Tem gosto para tudo. Tem gente que se excita apanhando, outros se aquecem dando tapinhas no bumbum. Alguns adoram ser amarrados. Também existem aqueles que amam comandar. Diálogo entre o casal, informação e bom senso nunca são demais para descobrir (e realizar) as fantasias secretas.

Uma noite de prazer intenso – como as descritas acima – exige, portanto, alguns cuidados por parte do casal. Conversar antes para combinar tudo e, principalmente, criar uma senha de segurança exclusiva dos dois é imprescindível. Escolham uma palavra nada a ver, como “amora”, para falarem ao outro quando se sentirem agredidos, machucados ou tenham qualquer outro mal-estar no meio da fantasia.

Assim, por mais que a imaginação os leve para longe da realidade, a segurança, o amor e o respeito vão prevalecer.

IGOR HUNSAKER.

 

RESPOSTAS A ALGUMAS PERGUNTAS DOS COMENTÁRIOS….

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Em respeito as perguntas (relevantes) quanto ao CAPÍTULO

MULHERE MUITO, MUITO ESPECIAIS …

01. O AUTOR É HOMEM OU MULHER ????

=> IGOR HUNSAKER é homem !

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Ao contrário do que a comentarista colocou, só um ser fora do corpo da mulher, pode sentir e entender como vocês mulheres DEMONSTRAM sentir.

Pois para poder fazer gerar tal sentimento de admiração é indispensável estar fora do corpo de mulher.

Em outras palavras :

PARA SE ADMIRAR UMA OBRA DE ARTE É NECESSÁRIO

ESTAR BEM PRÓXIMO DELA, CONTUDO,

DO LADO DE FORA !!!

02. QUAL O PADRÃO SEXUAL DO AUTOR ???

=> IGOR HUNSAKER NÃO É HOMOSSEXUAL !

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Vejo as mulheres como a mais linda e perfeita obra de arte. como um admirador de obras de arte desejo e admiro, a quase todas, de todas as formas, sonho em possuí-las sempre, contudo nunca penso em mudar um “tom de sua cor ou tamanho”, mantendo-a em seu estado original. 

Contudo mudar as molduras sem tocar nos quadros da um retoque pessoal a sua grandeza …

03. O AUTOR JÁ SE RELACIONOU COM ALGUMA DEFICIENTE

FÍSICA ?????

Sim, já tive relacionamento com três mulheres com

deficiência física.

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A. Mulher cega (sequela de acidente de carro), mora sozinha, trabalha num hospital como telefonista, possuía um cão labrador como guia. Mulher segura de si, linda, inteligente, etc…. 

Quanto a sexualidade a única dificuldade que tive foi que 

demorei (foi difícil) conquistar sua plena confiança!!!

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B. Mulher paraplégica (sequela de acidente de moto), mora sozinha, trabalha em um hospital como médica patologista, criativa, linda, segura, livre, etc….

Quanto a sexualidade a única dificuldade que tive foi de

convencê-la a mudar de cateter vesical para cistostomia,

o que de imediato nos libertou de todos os incômodos

permitindo o SEXO oral sem qualquer problema é/ou

incomodo.

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C. Mulher com o membro inferior esquerdo amputado (devido à tumor do osso femoral), mora sozinha, empresaria, linda, alegre, adora viajar, etc….

Quanto a sexualidade a grande dificuldade que tive foi

aprender a não tentar acariciar a perna esquerda…

IGOR HUNSAKER.

 

COMO O CÉU SE TRANSFORMA NUM INFERNO…

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O silêncio do quarto à meia-luz era roubado pouco a pouco pelos tórridos gemidos que jorravam dos lábios do casal enroscado no emaranhado de lençóis na cama.

As mãos dele, tão ávidas, percorriam as curvas da moça e apertavam sua carne macia. As dela se moviam nas costas do homem, suas unhas marcando a pele dele com arranhões de paixão.

Os corpos se moviam em sintonia, indiferentes a qual dos dois conduzia aquele tango horizontal. A sensualidade envolvia o cômodo como uma alma penada vagando no mundo.

O pudor fora posto para fora por um chute do pecado e desaparecera no ar.

Os sussurros arfantes e munidos de palavras ardentes eram depositados cuidadosamente no ouvido do parceiro, sorrisos maliciosos se formavam no canto da boca, mascarando a inocência há muito perdida.

O excesso regia os sentidos, era pedido mais de tudo e então os desejos se realizavam. Mais toques, mais desordem no caos sobre o colchão umedecido, mais suor, mais luxúria e mais outros vários pormenores que embalavam o ato não ensaiado.

Ao final de tudo, os corpos se descolavam, os olhares se escondiam e os pensamentos vagavam em outros lugares até retornar ao mesmo ponto de partida.

Depois do espetáculo encerrado e das palmas de aprovação expelidas, o silêncio voltou a pairar no local, esperando pacientemente por uma ruptura que não demorou a surgir.

– Você quer um café? – ela perguntou despretensiosamente, com a cabeça apoiada no braço, encarando o homem que mantinha o olhar fixo no teto.

– Eu aceitaria algo mais gelado – ele admitiu com um sorriso brincalhão.

– Que tal uma taça de vinho?

– Seria ótimo.

Ela libertou-se do lençol e cortou a escuridão até a porta, a silhueta de seu corpo desenhada no espaço onde o luar penetrava no ambiente.

Um corpo gracioso e provocante, uma mistura de moça boa e mulher fatal.

Na cozinha, ela apanhou duas taças e a garrafa de vinho branco na geladeira.

Antes de retornar ao quarto, olhou tudo ao redor, uma pia com pratos sujos, armários vazios e várias caixas espalhadas pelo chão.

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Aquela era a primeira noite dos dois na casa nova.

As paredes ainda cheiravam a tinta fresca, estavam nuas de quadros e virgens de marcas de sujeira. A estante na sala aguardava os porta-retratos que logo a usariam de pedestal.

Pouca coisa havia sido desencaixotada.

O homem surgiu no breu, silencioso sobre seus pés descalços e vestindo apenas o corpo suado.

– Achei que você tivesse se perdido no caminho de volta – ele brincou.

Ela caminhou até ele, entregou-lhe as taças e serviu o vinho.

O beijo que se seguiu foi gelado e levemente frisante.

– Promete que nunca vai me abandonar?

– ela perguntou olhando dentro dos olhos noturnos dele.

– Essa é a promessa mais fácil de cumprir – ele rebateu e a cozinha se tornou o palco de uma nova cena de amor.

Ela abriu os olhos e despejou as lágrimas que estavam presas.

Desprendeu-se do devaneio e encarou a fotografia que um dia fora um momento presente e logo em seguida fechou o álbum.

A casa estava escura, no vento forte a chuva desabou e os relâmpagos clarearam os cômodos vazios.

Quase tudo já havia sido encaixotado.

Todos os quadros retirados, toda a mobília desmontada e toda a saudade contraditoriamente imensa e no encaixe perfeito da palma da mão.

Ele cumprira a promessa fielmente até seu último suspiro e para ela, viver naquela casa sem sua presença seria um doloroso martírio, por isso ela decidira se mudar dali, exatamente no dia em que completava um ano da primeira mudança.

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O amor não escolhe qual história vai durar para sempre, ele eterniza o tempo efêmero que uma vida a dois possui…

IGOR HUNSAKER.

 

SENSUALIDADE, EROTISMO E PORNOGRAFIA..

Diferenças entre sensualidade, erotismo e pornografia.

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Sensualidade e pornografia são assuntos ligados a conceitos que podem variar de cultura para cultura.
Se fizermos uso de um dicionário termos para sensualidade:

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Propriedade do que é sensual / Inclinação pelos prazeres dos sentidos; amor das coisas ou qualidaes sensíveis / Luxúria; lubricidade; lascívia; libertinagem: viver na sensualidade.
Para pornografia temos:

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Tudo que se relaciona à devasidão sensual; obscenidade, licenciosidade; indecência / caráter imoralidade publicações , gravuras, pinturas, cenas, gestos, libidinagem.
E para erotismo temos:

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“Caráter daquilo que é erótico”. Sendo que erótica é: “Que se refere ao amor: as poesias eróticas de Catulo / Que se refere ao amor sexual; lubrico, lascívio.”
Nota-se que os conceitos oferecidos são passíveis de confusão. Mas que, sensualidade e erotismo têm algumas coisas em comum que os direferem de pornográfico. 

Diante disso, nossa insistência de que o conceito de sensualiade, erotismo e pornografia tem que ser observados diante de adaptações culturais e carece, em certas ocasiões, como nesse texto, de maior esclarecimento.
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Esses conceitos são complexos e de sentidos e significados múltiplos.

Demarcar o território do erotismo e da pornografia é uma tarefa arriscada.

Vou tentar mirar apenas nos fenômenos do erotismo e pornografia, já que incluir o amor e a sexualidade demandaria muito espaço.

Podemos dizer, em linhas gerais, que há alguns traços singulares entre o erotismo e a pornografia que nos possibilitam estabelecer uma diferenciação razoavelmente aceitável. Uma das diferenças mais comuns diz respeito ao “teor” mais nobre do erotismo, em contraposição com o caráter “vulgar” da pornografia. O que confere esse grau de nobreza ao erotismo é o fato dele não se vincular diretamente ao sexo, enquanto que a pornografia encontra no sexo e na sexualidade seu espaço privilegiado.

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Dessa forma, o erotismo estaria mais próximo do sexo implícito (portanto aceitável) e a pornografia do sexo obsceno, direto, explícito e comercializável.

Porém, distinções desta natureza podem nos conduzir a práticas preconceituosas!

Afinal de contas, erótico ou pornográfico, depende dos contextos histórico, cultural ou moral onde esses fenômenos estão inseridos.
Nestas palavras acreditamos que há traços singulares entre erotismo (sensualidade) e pornografia , sendo o primeiro ligado mais ao teor nobre enquanto a pornografia está mais próxima do vulgar.
Claro que de nada adiantará justificativas e fundamentações se a cultura não for levada em conta.

Assim, esse conceito que tentamos explicar é adaptado para nossa sociedade ocidental, um islâmico, por exemplo, teria uma outra interpretação.
O assunto não se esgota facilmente, nos livros podemos encontrar váris escritos que tratam do assunto, alguns deles serão abordados por nós aqui.

IGOR HUNSAKER.

SER ESPECIAL NUNCA, NUNCA AS IMPEDEM DE SEREM SANTAS…

Os cadeirantes, são todos iguais quando deixam a cadeira de roda ao lado da cama, e apesar de estarem no século 21, dois terços das pessoas não tem ideia do que realmente se passa por trás de  portas dos quartos.

De orgasmos à logística, aqui estão as 10 melhores ideias erradas sobre sexo e deficiência.

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1. Todo deficiente é assexuado.

Não intendo o porquê que as pessoas pensam que todo cadeirante não tem desejos sexuais, fazer sexo faz parte da natureza humana e assim como um andante fica triste, alegre, empolgado e exitado… o cadeirante também pode ficar, afinal, cadeirante também é gente mesmo que use uma cadeira de rodas pra se locomover, assim como os outros usam o carro.
Cadeirante pode ser hétero, gay, bi ou possivelmente confuso, assim como o resto da humanidade. Mas cadeirantes não são assexuados.

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2. Nós não podemos ser sexy.

A deficiência não faz alguém menos sexy, é triste que muita gente acha isso, mas é só por que nunca conheceram uma pessoa sexy com deficiência antes.
Ser sexy é ter atitude, saber falar com confiança e mostrar que se ama e se valoriza acima de tudo.
E na hora H, uma lingerie ou uma cueca bonita também ajuda bastante.
E para aqueles que ainda não conhecem algum(a) cadeirante sexy, abra os olhos! Converse, conheça de verdade um cadeirante, mas cuidado, você pode se apaixonar.

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3. Nós não gostamos de ser tocados, onde não podemos sentir.

Quem não gosta de um carinho? É claro que não estou falando do carinho do pai e da mãe, e sim, daquele carinho com ternura com desejo, na hora certa e no lugar certo.
É um equivoco pensar que um cadeirante não vai gostar de ser acariciado ou que não vai sentir ser tocado. Nem todos perderam a sensibilidade, e mesmo que perderam, eles têm o prazer de olhar.
Ao lidar com uma pessoa que usa cadeira de rodas. O mais leve toque pode ser uma grande fonte de prazer.
Vá em frente, use cada centímetro de nós.

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4. Se não sentimos, não gostamos de sexo.

O corpo humano é composto de profundas camadas que captam sensações e prazeres sexuais, os hormônios que são responsáveis por isso, e ninguém é “deficiente de hormônios”.
Mesmo que a pessoa perde a sensibilidade do corpo, existem muitas outras formas de conseguir o prazer e de fazer sexo.
Sexo é alegria, relaxamento, prazer, auto estima… sexo é recomendado á todos!

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5. Sexo faz-nos tristes.

O ideia boba de que o sexo nos faz tristes. As pessoas acham que o sexo vai fazer lembrar de nossas incapacidades em vez de nossas habilidades, ou que a falta de sensação que experimentamos durante o ato, seja algo desagradável de suportar.
Essas pessoas estão horrozamente enganadas, é durante o sexo que percebemos que somos iguais a todos, e que o essencial não é as performas das posição, mas sim a qualidade do sexo, quando os parceiros se entregam totalmente transmitindo a paixão daquele momento.

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6. Sexo com cadeirante, é sexo sem graça.

Podemos não ser ginastas na cama, mas temos muitos truques e acessórios para nos ajudar a obter o nosso e o seu “pico”.
 Na hora do sexo com um cadeirante, vale-e muito- a pena usar a criatividade, assim como tem que ser com qualquer outro andante.
Tá duvidando que tenha graça fazer sexo com um cadeirante? Então, faça pra ver…

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7. Homens de cadeiras não pode ter uma ereção (ou ser pai biológico).

Homens com deficiência pode ter problemas de ereção, mas isso não significa que eles não podem obter uma ereção. Viagra e uma série de outras drogas, abriram as portas para os homens com deficiência.
E se eles têm dinheiro suficiente, ter filhos através de uma extração de sêmen cirúrgica também é possível. Além disso, muitos homens ainda pode ejacular sendo não necessário a inseminação.

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8. Mulheres cadeirantes não podem ter bebê.

Não podemos dizer que mulheres cadeirantes podem ou não ter bebês, cada caso é um caso. Mas muitas cadeirantes já se tornaram facilmente mães, tendo casos de ser gravides de gêmeos.
A questão é, como se trata de uma vida, é sempre importante consultar médicos antes de querer ter um filho, sendo cadeirante ou não.
Mas é claro que é possível muitas mulheres cadeirantes ficarem grávidas, por isso também é recomendável o uso de preservativo

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9. Não podemos atingir o orgasmo.

Orgasmos são definitivamente possível para as pessoas com deficiência.
Profissionais da saúde, acreditam que sempre existe uma maneira do cadeirante chegar ao orgasmo. Assim como as demais pessoas, é importante tentar descobrir quais partes do corpo pode fazer chegar no auge e ir em busca de novas maneiras de procurar o prazer físico.
Existem também os orgasmos mentais, que são uma outra faceta do orgasmo, que muitas pessoas que usam cadeira de rodas utilizam, através da visual, do cheiro, das palavras.

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10. Na hora do sexo com um cadeirante, tem que tomar muito cuidado.

Esse pensamento provavelmente seja uns dos mais cometidos e ofensivos, muitas pessoas acham que o cadeirante é de vidro e que qualquer coisinha pode quebra-lo, e se tocar nele, ele(a) já sente dor. Gente, acorda! É claro que existem algumas limitações em uma pessoa com deficiência, mas a pessoa não é tão delicada assim não, é super importante antes mesmo de ter uma conclusão dessas, conversar com o cadeirante (caso você tenha interesse sexual com ele(a)), e na hora do “rali-rola” ir com calma nas primeiras vezes pra ver o que pode ou não ser feito.
Depois disso, é só aproveitar os momentos de pegação.

Mas nunca esqueçam da camisinha!

IGOR HUNSAKER.

 

Com jeitinho a gente se encaixa!

Como estou meio “atento” essa semana, aos pedidos e comentários, aí vai mais uma dica em respostas as…

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No sexo com cadeirante explico que é importante ter muitas espumas e travesseiros na cama, pois auxiliam na estabilidade e posições.

Na única posição tradicional um encosto triangular de espuma facilitará, no qual se encosta para que a parceira venha por cima. Essa posição é muito boa pois proporciona olhos nos olhos, muito contato e visão da penetração se a mulher se afasta.
Uma variação que gosto dessa posição é quando a mulher vira de costas para o parceiro, e ela fica praticamente de quatro. Além de estimular mais o pênis, forçando-o para baixo, essa posição permite carícias, apertões e outros, e uma bela visão. Para quem curtia a posição de quatro, é a mais próxima que conheço.

A outra dica é para melhorar o sexo oral, com auxílio de almofadas também, de forma que a mulher fique confortável e o homem faça menos esforço do que se estivesse deitado. Uma variação desta posição que sugiro é deitado mesmo, utilizando o triângulo por baixo do homem e um travesseiro embaixo da nadegas da mulher.

Ainda tem outra posição que funciona: a mulher deitada de bruços com as pernas esticadas, e o homem vira por cima dela, que abra as pernas para permitir a penetração. E um pouco mais trabalhosa e exige um pouco de esforço, mas funciona e é uma boa variação. Só não rola quando o homem é muito pesado, ou muito grande. Aí a mulher tem dois prazeres, quando goza e quando o cara sai de cima… 

O segundo dica é sobre posições para mulheres com lesão medular:

Também utilizando espumas e travesseiros, demonstra uma maior variedade de posições que a mulher pode adotar com conforto. Quando está por cima, consegue maior controle corporal e da penetração se apoiando na cabeceira da cama para puxar e empurrar o corpo. A força do parceiro ajuda, já que ele pode puxar e empurrar ela fazendo o famoso movimento de vai e vem. Em seguida fazer  subir no namorado e dar início à posição.

A posição seguinte é ela por baixo, e para facilitar a penetração, ela joga as pernas para trás esticadas. Dessa forma o parceiro tem mais liberdade de movimento, não precisa segurar as pernas dela abertas.

A importância dos travesseiros e espumas, e não esquecer  uma coisa interessante: a utilização de velcros para sustentar o corpo e minimizar o esforço. Creio que isso é especialmente importante para tetraplégicos.
Outra posição é uma variação da posição “cachorrinho”, utilizando as almofadas para apoiar o corpo.

 Quem gosta da posição é porque tem muita dor nas costas, considero essa a mais confortável para quem tem este tipo de problema.

A última posição é deitada sobre as espumas, com a perna para cima também, como na primeira posição.

Mais confortável do que a primeira porque deixa as costas arqueadas. Convenhamos que essa pobtura é bem flexível, o que ajuda na  hora do “malabarismo”.

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Outra dica fundamental é esvaziar a bexiga antes do sexo.

Como não temos controle, é possível algum  “vazamento”, e para isso é importante ter capas impermeáveis sob o lençol. Mas isso acho básico, todo cadeirante com lesão acaba passando por isso, então a capa deve fazer parte da rotina.
Cita também a influência do espasmo durante o sexo, que pode ajudar ou atrapalhar, depende da situação. Geralmente o espasmo estimula, pois é mais movimento, mas se atrapalhar o parceiro, basta tomar remédio anti-espasmo, ou segurar a perna até parar. Ele comenta também que a temperatura do corpo de quem tem lesão varia muito durante o sexo, ficando quente acima da lesão e frio abaixo dela. Fica embaixo do edredom que resolve!
Todas essas opções são excelente na cama, e há ainda as posições na cadeira de rodas.

Bem, agora cumpri uma “promessa de campanha”: fiz praticamente um mini kama sutra de cadeirante! Claro que tem mais, mas o importante mesmo é a criatividade e, claro, o bom humor!

Se já dá para dar risada durante o sexo quando a gente é “normal”, quando não temos controle do corpo, acontecem coisas hilárias…

Experimente!

IGOR HUNSAKER.

AS SANTAS “ESPECIAIS” …

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Um dos orgasmos mais marcantes que eu tive foi justamente depois da lesão”, diz Paola

“Não existe nenhuma informação de que o orgasmo seja atingido única e exclusivamente pela penetração.

Nem todos os cadeirantes, porém, sofreram lesão na coluna. Às vezes, o problema pode ser uma doença progressiva que afete a habilidade motora, sem prejudicar a sensibilidade. Em casos assim, ter uma vida sexual ativa também é possível, mesmo com o obstáculo da falta de locomoção.

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Ina: ‘nova primeira vez’ ainda no hospital
Assim como Ina,  outras precisaram se redescobrir sexualmente após um acidente que a deivaram tetraplégica ou paraplégicas . “Essa foi a minha maior preocupação quando recebi o diagnóstico: fiquei com medo de não ter uma vida sexual saudável, já que eu estava na cama, sem conseguir me mexer ou respirar direito”, relembra ela.
Ainda na UTI, Ina resolveu arriscar e acabou tendo sua “nova primeira vez” atrás das cortinas do hospital, com seu então namorado. “Foi muito bom porque eu vi que várias coisas estavam vivas em mim, desde o desejo até a lubrificação. A sensibilidade era diferente, mas não estava perdida”, diz.

Nesse ponto, ficou até melhor: depois do acidente, Ina alegs que os orgasmos se tornaram mais duradouros.

“O nosso corpo não é estático, não está congelado.

A cada dia descubro um lugar onde a sensibilidade aumentou”, explica.

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Ao contrário de  Ruth  teve as habilidades motoras e sensitivas comprometidas por conta de uma má formação arteriovenosa, que a impediu de caminhar sozinha aos 20 anos. Até então, Ruth não tinha se relacionado com ninguém.

“Eu tinha medo, achava que ninguém ia me querer.

Acabou rolando com meu ex-namorado e foi ótimo!

Hoje, entendo que e experimentar é a melhor coisa podemos fazer, para tirar qualquer dúvida”, acredita ela.

IGOR HUNSAKER.

SANTA DE OUTRO NINHO…

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Fato curioso, em conversar com uma amiga de trabalho sobre portadores de necessidades especiais ela me disse ter uma irmã cadeirante, dois anos mais nova que ela, que era linda gostava de cuidar, sempre estava maquiada, e com belas roupas, ja havia namorado alguns caras mas a deficiência dela fazia com que eles desistissem, e que ela sempre se recendia desse fato, que compartilhava os vibradores com ela as vezes, nessa hora eu ri. Ela disse pra não rir porque era serio, afinal deficientes também tem tesao, desejo e tudo mais que os “normais” sentem, a diferença é que estão sentados em uma cadeira.
Eu fiquei curioso e comecei a perguntar algumas coisas e também não sabia que minha colega e trabalho não era casada, e fui entrando em sua vida com minhas perguntas, ela não era de se jogar fora, teria seus 42 ou 43 anos, baixinha não mais que 1,65 o peso de acordo com a altura uns 55 kg, seios pequenos mas firmes, nunca havia olhado para ela com olhos de desejo e sempre imaginei que fosse casada, não sei de onde tirei essa ideia.
No meio de uma das perguntas ela me olhou e disse:
_ o negão tu quer me comer?
Mais uma vez eu ri muito, e mandei, comer vc e sua irmã, seria muito legal, quase tomei um tapa na cara mas foi aquele tapa de brincadeira e logo ela soltou uma gargalhada e disse vou falar com ela, vou mostrar uma foto sua pra ela e ver o que ela diz.
Dias depois estava saindo da escola, ja no estacionamento a prof se aproximou e mandou, o negão minha irmã gostou de você, quer mesmo nos duas, vai ser páreo duro pra você, podemos marcar.
Eu fiquei sem saber o que dizer , mas confirmei e disse sim com muita certeza, e ja comecei a dizer os dias que poderia e onde poderíamos ir, e detalhe não havia visto foto alguma da irmã dela apenas fiquei com a discrição que prof havia feito. Ficou marcado para o sábado a tarde eu iria na casa delas.
O restante da semana sempre que nos encontrávamos no corredor do colégio ela falava, “sábado heim negão”. Eu me excitava com isso.
No sábado com o endereço em mãos me mandei pra la, não foi difícil encontrar a casa, era exatamente como havia descrito, fui recebido pela irmã, cadeirante que nem tocou no assunto e realmente era muito linda olhos verdes mel, um batom rosa nos lábios super cheirosa cabelos bem cortados a pele linda unhas muito bem feitas uma cadeirante linda como a irmã havia me descrito.
Entrei na sala me sentei e ficamos papeando logo a irmã mais velha saiu la dos fundos, também bem vestida cheirosa gostosinha mas meu desejo era pela cadeirante mesmo, nao demorou muito para entrarmos no assunto sexual, ela precisou tomar uma latinha de cerveja para se soltar, eu não tomei nada sou sem vergonha mesmo, queria passar minhas mãos em seu seios eram lindos durinhos mas ela resistia, eu nem estava dando importância a irmã mais velha queria apenas a cadeirante mesmo, me encantou ao primeiro olhar de tanto insistir fomos ao quarto, eu a tirei da cadeira e a deitei na cama, primeiro tirei sua saia, e me deparei com uma calcinha minúscula de uma cor clara e transparente onde podia se ver os pentelhos da bucetinha e a raxa dela que ja estava ficando molhada, a blusa dela também foi retirada e revelou os seios maiores que os da irmã, e durinhos biquíni pretos e rijos eu não quiz saber de mais nada alem de chupar aquela buça, gostosa era muito cheirosa como aquela mulher se cuidava, a cada chupada era uma gemida diferente , ela me segurava pelos cabelos pela orelha me chamando de negão puto, chupa minha buceta bem gostoso, olha como esta melada eu ali de pau duro quase gozando, fui meter dentro dela ela me bloqueou, disse que sem camisinha nada feito, esticou as mãos e pegou uma ao lado da cama, com uma habilidade incrível encapou o meninão, e disse agora pode entrar bem gostoso.
Abri mais as pernas dela e penetrei a mocinha virava os olhos, agarrava nos lençóis, ou então me puxava pelos braços pra cima do corpo dela e soltava altos gemidos e quanto mais gemia mais eu gostava mais ficava excitado a irmã entrou no quarto ja nua também e ficou brincando com o vibra aos pés da cama, eu nem liguei pra ela, queria a cadeirante, que gostosura, bucetinha apertadinha, cheirosa carnuda e a dona um tesao enorme, alguns minutos depois eu estava quase gozando e falei a ela que iria gozar, então me pediu para gozar na boca da irmã dela. Tirei meu pau da buceta dela e dei pra irma chupar, ela retirou a camisinha me chupava e punhetava, até que gozei na boca dela. Ainda fiquei de pau duro, ela abriu as pernas e disse, agora é minha vez, entra aqui.
Pegou uma outra camisinha colocou no meninão e se sentou nele, ela fez todo o serviço sozinha e a irmãzinha brincando com o vibra, confesso que eu queria estar com ela e não deixa-la com o vibra, mas comi também ou melhor ela me comeu, rebolou pulou, foi para os lados e gozou deliciosamente, escorrendo liquido por meu pau, saiu de cima de mim retirou a camisinha, eu não queria que colocasse outra, mas não tinha coragem de pedir para não por, eu apenas me virei rapidamente e comecei a beijar a irmãzinha, e passar meu pau na porta da bucetinha dela e sem pedir licença entrei sem camisinha, quando entrei sentia as contrações da vagina dela parecia querer me sugar para dentro do útero e nem falou nada sobre a camisinha, ficamos assim por uns dez minutos eu estava realizando movimentos bem lentos entrando e saindo devagarinho, olhava nos braços dela e via que estava toda arrepiada de tesao e pronta para gozar, mas resolvi judiar dela, quando notei a respiração mudando e as contrações vaginais aumentando eu parava e ficava quietinho, por alguns instantes então recomeçava tudo lentamente, até que ela não estava aguentando mais e sai de dentro dela comecei a sugar a bucetinha até gozar em minha boca, como se fosse tudo combinado a irmãzona veio para cima de mim e pediu para meter de 4 com ela, não pensei duas vezes, de pau duro mandei ver na bucetinha dela, que se segurava nas grades da cama, derreteste meu pau saiu da bucetinha dela e aproveitei para entrar em um outro local, ja fui preparado para não acontecer mas aconteceu, como ja estava todo lambuzado entrou fácil no cuzinho dela, tenho um pau de 13cm de diâmetro não é pouca coisa, e ela não reclamou de nada, e logo estava gemendo alto tomei o vibra das mãos da irmãzinha e usava nela mesma, alternando buceta e cuzinho, preparando ela para o que viria gozei um monte dentro do cu da irmã, confesso que queria um copo de agua, um refrigerante e tomar um ar la fora, estava ficando com medo de não dar conta, mas ja havia feito as duas gozarem por duas vezes, não seria vergonha alguma pedir um tempo.
Não pedi, mas estava com o pau meia bomba, soquei ele na boca da irmãzinha e recebi uma labial estrelar, em menos de dois minutos estava com ele totalmente duro e querendo gozar, dei uma chupadinha na buceta dela e a virei na cama de costas para mim, peguei um travesseiro e coloquei em sua cintura primeiro entrei em sua buceta por traz, para me lubrificar depois de algumas estocadas estava vizinho e forcei a entrada no cuzinho dela, com jeitinho foi entrando primeiro a cabeça, depois o restante a prof se posicionou de uma maneira em que eu conseguia chupar sua xaninha e ela mesmo se tocava com os dedos, eu fazendo quase um malabarismo para ficar na posição, para comer o cu de uma e chupar a buceta da outra, mas tudo deu certo, a irmãzinha gemia alto e falava que estava quentinho. Não gozei dentro do cu dela, mas joguei o que restava de porra em mim em cima de suas costas, assim que gozei a prof veio chupar meu pau, eu ja estava exausto mas deixei meu pau na boca dela ela brincava com ele alegremente e não resisti gozei de novo. Me virei pro lado, ela se deitou em cima de mim, e a irmãzinha permaneceu na posição, do inicio de tudo até chegarmos a exaustão foram quase duas horas de sacanagem, a prof levou a irmãzinha para o banheiro tomaram banho juntas, depois eu fui ao banho e recebi uma gostosa visita a irmãzinha foi la me pagar um boquete e gozei no banheiro também.

Voltei la muitas vezes depois, e sempre era uma gostosa sacanagem.

Não me esqueço das contrações vaginais daquela mulher e nunca outra mulher me fez sentir novamente, uma pena perdemos o contato, depois que aconteceu um rolo com uma outra prof do colégio onde trabalho e as pessoas ficaram sabendo a Irma mais velha se afastou e não tivemos mais contatos sexuais.

HUNSAKER.

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Quando escrevo uma cena romântica, de sexo ou de paixão.

Então penso:

“seria muito legal se eu pudesse colocar aqui uma ou duas estrofes de uma música para realçar o clima”.

Em seguida, vem a dúvida sobre a legalidade da citação, depois o medo, e, por fim, a frustração com a legislação de direitos autorais.

Contudo, não é preciso chegar a tanto.

Em resumo, a legislação libera as menções de nomes, títulos e marcas, bem como as citações de pequenos trechos de outras obras (livros, músicas, dentre outros), com a devida referência à autoria e ao título da obra emprestada.

Assim…

Fiquem tranquilas, pois estes textos estão todos documentados previamente.

SÓ NÃO PLAGIEM  !

Comentários estão liberados (dentro das normas de segurança e bom senso).

Perguntas, serão respondidas claramente.

Críticas, algumas podem ser outras talvez, e outras claramente não seram  aceitas…

IGOR HUNSAKER.

SER SANTA…

 

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Você gostaria de ser mulher?

Lembro-me bem do impacto que esta pergunta teve, quando ao final de uma tarde com diversas adolescentes de 11 a 13 anos – Falando sobre menstruação, hormônios e emoções – uma das meninas lançou esta questão que tocou bem no fundo do meu ser. Segundos depois disso, parece que toda a minha jornada como Médico passou em frente dos meus olhos.

Eu sabia a resposta.

E eu mesmo parecia espantado com ela.

Mas ao invés de revelar a resposta, escolhi devolver a pergunta à menina, questionando o que ela achava que eu iria responder. Nos minutos que antecederam este momento, as garotas compartilharam as suas impressões sobre o assunto, suas experiências e as das suas mães, irmãs e amigas. O que eu ouvia era um festival de reclamações: “menstruar é muito ruim e incômodo”, “mulher trabalha fora e depois ainda também tem que fazer tudo em casa”, “mulher sofre com violência e desrespeito”, “as mudanças de humor nos deixam (e aos outros) loucas”, etc.

Também ouvi que existem muitas coisas divertidas em ser mulher, como o gosto por roupas, acessórios, maquiagem e esmaltes. Mas o que mais me marcou foi o fato de que muitas delas, se pudessem escolher, não seriam mulheres. Não me espantei. Eu entendia perfeitamente seus pontos de vista. Imagino sofrer muito com minha menstruação e seus rompantes de humor, sentir a recriminação pela forma de expressar e emoções e o desrespeito de colegas no ambiente de trabalho sobre suas capacidades, assim como testemunhar ao seu redor a violência verbal, física e sexual, além dos desafios enfrentados pelas mulheres que têm uma jornada dupla de trabalho.

NÃO ABRA MÃO DE SUA ESSÊNCIA FEMININA

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Em pleno século XXI, numa sociedade ocidental desenvolvida, não é normal ainda ter que passar por tudo isso, e ver a mulher ser resumida a um monte de coisas superficiais sobre aparência. Sei que muito cedo em vida decidem que se agir como mulher é massacrada – o que leva a um caminho de carreira em um ambiente bem masculino em que, por mais que se tente parecer casca grossa sempre de calças compridas, fica bem evidente que se está negando completamente a essência de mulher. O drama de profissional de sucesso no mundo corporativo um dia fica evidente: como ser feliz e realizada como mulher, em um ambiente e sociedade de valores basicamente masculinos? É uma típica situação “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”. Até que se da conta da terceira opção: “se enfrentar, o bicho some”.

Não tente mudar o status quo do trabalho e do mundo corporativo, nem criticar o que as mulheres fazem ou deixam de fazer sobre isso, ou vociferar sobre direito das minorias e as novas leis. Escolha usar os melhores acessórios que as mulheres já têm desde que nascem, e que parecem bem fora de moda nos dias de hoje: a capacidade de introspecção para avaliar sua situação, sua intuição para saber para onde devo ir, e sua habilidade de viver em comunidade e buscar e dar suporte umas às outras.

O LADO BOM DE SER MULHER

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O ponto de virada para todas vocês é quando participam de um programa de saúde da mulher, com uma coach holística. Neste momento aprendem sobre como alimentar seu corpo de mulher para harmonizar seus hormônios e seu ciclo menstrual e reverter condições como TPM, ovário policístico, acne, dificuldades com o peso e falta de energia. Também aprenda sobre como usar seus ciclos a seus favor nos relacionamentos, no trabalho e nas atividades físicas, além do impacto no corpo e mente das crenças limitantes herdadas da família e da sociedade na vossa percepção do feminino como frágil, menor, errado.

Assim então, com o apoio da terapia, poderá finalmente honrar e usar a energia feminina na sua vida com consciência. Perceba que a chave para ser plenamente mulher reside em convidar a sabedoria natural do corpo e das práticas tradicionais ancestrais femininas para vos apoiar a viver os desafios do mundo contemporâneo. É aí que reside a sua força, seu poder, sua assertividade.

Sinceramente acho que hoje em dia, para ser uma mulher moderna, de sucesso, com saúde e feliz, não se pode abrir mão desses preciosos tesouros. São eles que te ensinaram que menstruar é uma grande alegria, que as mudanças de humor são um instrumento útil, te fazendo saber que é você quem determina como anjo diante das circunstâncias da vida, e que tem uma capacidade de compaixão que jamais imaginava experimentar nesta existência. E ao mesmo tempo ainda deve se achar linda exatamente como és, e te divertir com flores cor-de-rosa, máscara para cílios e vestidos rodados.

A menina de quem falei no início respondeu que sim, que ela achava que eu sabia o que é ser mulher.

Eu perguntei porque ela achava isso, mesmo com todas as questões que conversamos antes.

Outra prontamente respondeu: “porque você ama as mulheres e está em contato intimo com as mesmas”.

Não há coisa mais feminina que saber verdades que vão muito além das palavras e da razão.

IGOR HUNSAKER.

A SANTA E SUA ANTIGA VIRGINDADE… (Paciente 5216)

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Sou a Sully, tenho 30 anos, 1,78 de altura sou negra genuína olhos café e cabelos cacheados até ao pescoço, ancas largas bunda empinada, seios fartos e cintura fina…este é o meu primeiro relato de como perdi minha virgindade, logo ai vai….

Tinha 16 era uma menina bem magrinha mas com seios fartos e uma bundinha bem empinadinha, vivia só com minha mãe que trabalhava muito e por isso eu passava a maior parte do tempo sozinha em casa ou com minha melhor amiga Zulay que era loira de olhos azuis com um corpo idêntico ao meu só que com os seios bem maiores (os rapazes nos chamavam as CPI cura para impotência)……eu era virgem ao contrário de Zulay que já era bem vivida e tinha um apetite muito especial por sexo. Zulay me contava as suas aventuras o que me deixava completamente excitada e estava sempre me incentivando para tirar a virgindade.

Nos dias em que a minha mãe não trabalhava ela recebia em casa o seu amigo Carlos que tinha uns 38 anos, alto loiro e muito bem constituído, e eu como ficava no quarto ao lado conseguia ouvir todos os gritos, gemidos que ela dava de prazer, e ele lhe chamando nomes o que me deixava louca e molhada pois eu já tinha fantasiado várias vezes em me envolver com Carlos coisa que a Zulay sabia porque eu já lhe tinha contado, e ela dizia sempre vai em frente sua mãe não precisa de saber. E eu sempre dando para trás. Certo dia estava eu com zulay em casa quando ouvimos a campainha tocar. Fui abrir e vi qe era o Carlos que tomou o maior espantado em me ver (estava com roupa de noite uma blusa bem lisa que deixava as pontas dos seios a marcadas com um calção bem curto) vi que ele ficou muito excitado e aquilo me excitou tambem….. 

-Sua mãe esta?…..

Não hoje é dia dela de fazer turno….. Ooooohhhh que saco e agora que faço!!!! Acho melhor ligar pra ela e dizer que esta aqui… Ai ele pegou no telefone e ligou para ela enquanto isso eu fui para o quarto contar também para Zulay…..-aproveita agarota tira logo o cabaço…. E eu não liguei… Ao entrar para sala notei que a minha mãe lhe tinha dito que só voltava para casa no dia seguinte para ele ir e voltar de manhã…. Mas ele me disse falei com sua mãe e ela disse para eu esperar e ai eu disse que estava tudo bem (nem sei bem porque, se calhar queria ver a onde isso ia dar) e virei para ir para quarto, mal lhe dei as costas dou de cara com zulay e sua maleta…- onde você vai?… Tenho que ir minha mãe me ligou e disse para voltar para casa. Mas a essa hora assim sem mais nem menos.. È ela é assim muda de ideia quando quer chau. Ai Zulay me pisca o olho e e fala bem baixinho aproveita muito!!!!! Zulay fechou porta e ficou um silencio entre mim e Carlos… Você me dá um copo de agua por favor… Claro!!! Mal me levantei senti o Carlos me agarrar com toda força por traz… Eu conseguia sentir a grossura do seu pênis na minha bunda e ele me apertando contra ele, sussurrando no meu ouvido…. Putinha até que enfim a sós, eu rezei por esse dia, gostosa vou te foder toda hoje. E eu comecei a me contorcer de prazer mas dizia para logo senão vou gritar me solta…. Ai ele pois a mão dentro de minha blusa apertou os seios, o mamilo, a outra foi parra dentro de meu calção direito na minha bocetinha…. E foi massageando o meu clitóris, ia beijando meu pescoço,,, eu fiquei fora de mim de tanta tesão, comecei a gemer a gemer a cada apertão, a cada beijo e mordida na orelha,,,, mas recuperei a razão e mais uma vez pedi que me soltasse. Empurrei ele e fugi para um canto da sala…. Vai em bora senão eu grito e acordo todo prédio… E ele vinha caminhando na minha direção dizendo… Você não ia gritar sabe porque, você é uma putinha como sua amiga, sim eu já comi ela e ela adorou e agora vou comer você até na porta dos fundos…..e foi tirando a camisa, desapertando o cinto, tirou a calça e depois a queda e saltou de lá um membro já duro e ereto de tanta tesão…. Ai fiquei espantada com o tamanho do pênis era enorme 20 cm… E definitivamente pensei que não queria aquilo dentro de mim me rasgando na primeira vez. Eu juro que se voce me toca eu quebro esse vazo na sua cabeça…. Ai é ??… E num movimento rápido ele me agarrou me tapou a boca me jogou no cadeirão e deitou-se em cima de mim.. Era 3 vezes maior do que eu e por isso me dominou com a maior facilidade, eu conseguia sentir o peso e o calor do corpo dele….. Ele me rasgou a roupa o calção com a outra mão me apertou os seios me mordeu os mamilos… E eu sempre me debatendo com toda força que tinha…… Agora cala a boca fica quietinha que eu vou entrar, e quanto mais você se debater mais vai doer fica quieta que o titio vai foder bem gostoso, e eu lutei lutei com toda força que tinha, mas de nada me valeu ele ajeitou o pênis na entrada de minha buceta e num movimento brusco me rompeu toda… Senti uma dor horrível. As pernas começaram a tremer, fiquei sem forças e parei de gritar e me debater… Já não sentia o corpo simplesmente comecei a lagrimar … Ele se dando conta daquilo tirou a mão de minha boca começou a me apertar os seios com as duas mãos a me beijar a fazer um entra sai e me chamando nomes… Putinha es mais gostosa que a tua mãe e a tua amiga juntas, ooohhhh!!!! Boceta gostosa, quentinha , a dor já tinha passado e sem me dar conta recuperei as forças mas ao invés de lutar prendi as pernas nele e comecei a sentir um tesão… Era tudo muito estranho comecei a apertar ele contra a minha buceta… Comecei a gemer e a pedir…. Põe mais fundo mais .. Gostoso, cachorro safado puto….. Putinha agora queres…. Vou te dar de tudo…. Aumentou ao ritmo, meus seios começaram a balançar e eu abri mais as pernas para entrar melhor massageei o clitóris e comecei a sentir um fogo que vinha das pernas e evadia o corpo todo e de repente…

  Haaaaaaaaaaaahhhhhhhhhh!!!!!

 Foi como se explodisse e tive o meu primeiro orgasmo naquilo ele foi mais fundo socou mais rápido e tive outro e outro orgasmo.. Ele levantou e disse dá a cara abre a bouca vou gozar eu abri e ele gozou nela. Engoli tudinho era uma delicia….. Caímos os dois para o lado, olhei para o cadeirão e vi um filete de sangue…. Ele sorriu e disse agora você é mulher… Hahahaah riu, isso fica entre nós querida…. Vestiu e foi embora,,, corri para o telefone pra contar para Zulay que adorou a história e quando fui dormir não parava de pensar no que tinha acontecido……….

HUNSAKER.

 

A IMPORTÂNCIA DAS PRELIMINARES PARA AS SANTAS…

 

As preliminares são muito importantes no prazer da mulher

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Uma relação sexual é como uma dança, um ritual de acasalamento. Nesse contexto, o conjunto de carícias realizadas antes do ato sexual em si, chamada de preliminares, funciona como um aquecimento, uma agradável incursão no universo erótico do outro, que pode começar com um beijo ou um olhar e sem lugar certo para chegar. Segundo o especialista, elas são fundamentais para o sexo. “Quando executadas em comum acordo e de bom grado, criam um padrão de harmonia no casal, além de preparar os corpos para o ato sexual”. Assim, de acordo com o especialista, esses carinhos acabam funcionando como um despertar para cada célula do corpo, um aviso ao que está prestes a acontecer.

Saiba por que as preliminares são tão importantes no prazer da mulher

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No entanto, a carência ou a reclamação em função da ausência de preliminares é quase uma unanimidade entre as mulheres. Para que as preliminares possam acontecer é necessário investir em si mesma e deixar isto bem claro para o companheiro. “As mulheres levam um tempo maior do que os homens para ficarem excitadas. Por isso, mesmo sem ter muita vontade no início, se permitam a troca de carícias, porque numa grande parte das vezes o desejo começa e aumenta na medida em que os carinhos esquentam”, diz o especialista. 
As preliminares podem acontecer em função do desejo criado antecipadamente ou podem ser o resultado de demonstrações de carinho e atração física. Seja qual for o caso, vale a pena se utilizar do conhecimento do parceiro para esquentar a relação. 

Cada indivíduo reage à sua maneira a cada um dos estímulos, mas em geral, o corpo humano oferece pontos mais suscetíveis à estimulação sexual do que outros, as chamadas zona erógena. Elas podem ser de dois tipos: partes do corpo que possuem grande número de neurotransmissores ou partes do corpo que despertem um imaginário erótico, causando excitação pelo que representam mais do que pela sensação que causam. Por isto é tão importante saber do que lhe dá prazer e descobrir com o seu parceiro como ele se sente.

Visto desta forma, as preliminares funcionam tanto como um momento para o conhecimento mútuo quanto para exploração de novas sensações. “Quanto mais carinho e carícias, mais intimidade, mais envolvimento, mais desejo, e mais o corpo responde a esses estímulos. Além disso, adiar a penetração ajuda a diminuir a ansiedade e o nervosismo, que são muito comuns em homens com problemas de ereção e de ejaculação rápida”, diz o especialista. 

Durante as preliminares o corpo todo está à disposição do imaginário erótico.

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É durante esse momento que os instintos e os sentidos devem ser provocados ao máximo para preparar o corpo biologicamente para a relação, como, por exemplo, através da produção e liberação dos hormônios. A testosterona, fundamental para o ato sexual tanto em homens como mulheres, é responsável pelo desejo. O estrógeno, hormônio feminino, se encarrega da lubrificação das mucosas e do relaxamento dos músculos vaginais. Outros, como a adrenalina e a noradrenalina são responsáveis pela sensação de êxtase e felicidade que mantém o casal unido em um mesmo objetivo do início ao fim da relação sexual: sentir e dar prazer.

Neste sentido, as preliminares funcionam como um termômetro medindo quanto e o que cada um espera daquele ato. É natural numa relação a dois que, eventualmente, um queira algo e outro não. 

Conceder tempo e dedicação às preliminares é também uma forma de um convencer o outro a entregar-se a um momento amoroso ou mais íntimo. É através dos toques e da estimulação dos sentidos que ambos podem se mostrar, ficando dispostos a se entregar ao prazer.

IGOR HUNSAKER.

AS PRELIMINARES DAS SANTAS….

Melhores preliminares …

As melhores preliminares dão prazer para prolongar o prazer, o que é uma ótima notícia quando se trata de sexo. Se você quer conhecer as melhores preliminares, veja quais delas você não deve deixar de fora da sua rotina sexual.

  1. Massagem erótica

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Se você nunca tentou uma massagem erótica, saiba que esta pode ser uma das melhores preliminares para o sexo. Isso porque ela atua de duas formas, relaxando a tensão do dia a dia, o que atua diretamente em uma melhora do desempenho sexual, e ainda ajuda a tornar a excitação maior.

Ao contrário de que muitas pessoas pensam, uma massagem erótica não é difícil de fazer e você não precisa ser um expert no assunto. Você só vai precisar de um óleo de massagem com um aroma agradável. Então, acaricie seu parceiro com as mãos de uma forma suave e com toque delicado, e não esqueça de surpreendê-lo utilizando também outras partes do corpo.

  1. Sexo oral

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O sexo oral é muito versátil, ele por si só é considerado um ato sexual e também como uma das melhores preliminares, mas para isso, as vezes não é preciso ir até o fim. Esta é uma unanimidade quando se trata de sexo, já que homens e mulheres gostam de receber sexo oral, um ato muito prazeroso capaz de elevar a excitação a níveis astronômicos.

Se você nunca tentou ou não faz sexo oral habitualmente, saiba que não há nada de errado em adicionar esta prática à sua vida sexual, já que você e seu parceiro ou parceira só tem a ganhar.

  1. Brinquedos sexuais

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Outra das melhores preliminares são aquelas utilizando brinquedos sexuais. Neste caso, você pode incluir uma infinidade de itens, como dedos, géis comestíveis, fantasias etc. Mas uma ótima forma de preliminares são aquelas utilizando jogos, como baralhos sensuais ou dados. Esta é uma forma divertida e excitante para experimentar o melhor sexo de sua vida.

  1. Filmes eróticos

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Uma das melhores preliminares que pode ajudar a aquecer o clima é assistir um vídeo pornô. Olhar algumas cenas explícitas de sexo pode fazer a sua imaginação e a de seu amor ir além. Ainda, é uma ótima forma de trazer uma novidade para a cama, já que vocês podem querer recriar as cenas vistas no filme.

Todo o ser humano usa todos os seus sentidos para o sexo, e só de ver as cenas quentes no vídeo, em pouco tempo, vocês estarão prontos para NOITE DE PRAZER.

IGOR HUNSAKER.

 

SANTA DE OUTRO NINHO E SEU SEXO PERFEITO…

Hoje, em nossa seção, vou falar sobre a melhor noite de sexo de uma Mulher! Uma SANTA DE OUTRO NINHO resolveu enviar para mim a descrição de umas das melhores noites de sexo que ela já teve. Em tempos que muitas acham que muitas mulheres desejam transar com outras mulheres, é muito bom saber que ainda existem Homens que são capazes de satisfazer plenamente uma Mulher na cama! Vamos ao relato desta SANTA que além de muito excitante, é um ótimo exemplo de como um Homem deve agir com as Mulheres.

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Olá SHD!!! O que vou lhe contar aqui é uma daquelas histórias da vida da gente que carregamos no coração para sempre!!!! Simplesmente foi o melhor sexo da minha vida!!!

Certa vez, vi que minha amiga e um amigo dela que não conhecia estavam conversando no Facebook (confesso que nessa história o Face ajudou e muito!). Minha amiga então falou que ele tinha visto minha foto e acabou se interessando. Demorou um tempinho, e começamos a conversar por MSN. As conversas se tornaram diárias!! Ele mora em São Paulo e eu no interior, mas toda sexta-feira precisava ir para São Paulo por conta de um curso. Em uma dessas minhas viagens, marcamos um encontro, afinal nos conhecíamos apenas por Internet! Foi quando me deparei por razões que não vem ao caso, na porta da casa dele (às vezes sou um pouco impulsiva mesmo). No começo foi estranho, pois estava na porta da casa de um cara que nem conhecia, enfim, dali fomos para um barzinho. Eu estava tão tímida, que não sabia o que conversar, como me comportar, que gestos faria, mas ele, como um bem educado que é, começou me deixar mais à vontade. Tomamos umas cervejas, e por incrível que pareça nosso assunto de quase toda a noite foi sexo. Em algumas horas ele, teoricamente, já sabia tudo de mim. Rolaram uns beijos, mas nada além disso, pois tinha uma prova no dia seguinte. Mas esses beijos só nos deixaram com uma vontade louca de nos encontrarmos de novo.
Nossas conversas por Internet ficaram diárias, intensas, picantes… não aguentava mais esperar! Tinha que experimentar aquela sensação que estava sentindo, era um tesão sem controle, indescritível e inexplicável!!! Ele não sabia, mas meu curso já tinha sido concluído na sexta-feira anterior, e falei que a próxima sexta iria para São Paulo pois seria o término do curso. Mentira. Minha vontade de vê-lo, de beijar aquela boca de novo, era grande, e sabíamos que no próximo encontro tudo iria rolar! Então, reservei um hotel em São Paulo e falei que depois do curso estaria lá. Nesse dia fui ao cabeleireiro, comprei um vestido, fiquei toda linda! Estava muito nervosa! De tão nervosa, minha pele até mudou de cor (risos)… Combinamos de nos encontrarmos no hotel mesmo, às 23h, depois do trabalho dele. Como demorou!!!!
Quando bateram na porta no quarto, gelei!!!! Era ele! E agora? Abri a porta, muito sem graça. Afinal era apenas nosso segundo encontro. Nos beijamos, um pouco tímida, mas foi tão gostoso quanto na primeira vez. Descemos, compramos umas cervejas e voltamos para o quarto. Começamos beber, a conversa estava rolando, ele com aquele jeito todo sem pudor, já tentava colocar a mão entre minhas coxas, eu até que relutava um pouco, mas estava adorando a sensação. Depois de umas cervejinhas, os beijos começaram.
Ai que delícia! Ele passava a mão no meu corpo, entre minhas coxas, nos meus seios, me comia com os olhos!!! Ele tirou meu vestido, minha calcinha e já começou me acariciar com a boca comigo por cima. De verdade, nunca tinha sentido sensação igual, o que foi aquilo! Quando me dei por mim, já estava gozando em sua boca. E ele não parou! Deitei e continuou com aquela boca gostosa, me acariciando! Nunca vi um homem gostar tanto de sexo oral. Eu via no rosto dele que estava fazendo com prazer, e isso me deixava mais excitada! Gozei de novo! Continuou com aquela boca deliciosa, agora, colocando o dedo, onde falam que seria o ponto feminino. Posso dizer que é maior e melhor orgasmo que já senti!!! Foi tão intenso que além do orgasmo ejaculei! Sim, agora sei que ejaculei ! Ele me olhou espantado, mas com cara de ter realizado um trabalho bem feito. Eu estava tão à vontade que acabamos fazendo sexo anal. Nunca havia deixado ninguém fazer. Não por pudor, mas acho que nunca ninguém soube fazer direito. Sei que a noite foi mais minha que dele. Gozei 6 deliciosas vezes! Lógico que também não deixei ele na mão!!! Gozou 2 vezes, sendo a segunda com sexo anal! Não senti nada, doeu, afinal era minha primeira vez, mas a sensação dele ter sentido prazer foi incrível!!!!
Não sei quanto tempo ficamos nessa loucura toda, mas posso falar que foi o melhor sexo da minha vida!!!! Nunca ninguém me fez sentir mulher como ele. Estamos nos encontrando, nos damos muito bem, combinamos muito. O fato de estarmos sempre trabalhando, na correria, nos faz ver pouco, mas quando nos encontramos, a química sempre está lá com a gente. Eu adoro ele, e ele sabe disso, e independente do futuro que nos reservar, quero que ele saiba que já marcou com o melhor sexo da minha vida e no meu coração para sempre!!!!!!!

 

HUNSAKER

 

AS SANTAS E SUAS PERDAS DE VIRGINDADE….

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Meninas revelam a primeira experiência sexual, as frustrações e alegrias na cama.

Pesquisas mostram que um entre cinco adolescentes transa antes dos 15 anos. Muitas vezes, com parceiro pouco íntimo
Três moram no Plano Piloto, duas dividem confidências em festas na Cidade Ocidental.

Todas escrevem diários.

Registraram em páginas coloridas, enfeitadas de recortes, fotos, códigos cifrados o dia e a hora em que perderam a virgindade.

Foram para a cama antes de dançar a valsa de debutantes.

Debutar é costume das antigas. As meninas de hoje não têm medo de levar um fora depois da transa. Começam no sexo pouco depois do primeiro beijo.

Transam por prazer, curtição.

Seja com o namorado, rolo ou conhecido da noite.

Em casa, no carro ou ao ar livre.

Aos 12, 13, 14 ou 15 anos.
Relatório com sete pesquisas divulgado este mês confirma: um em cada cinco jovens tem relações sexuais antes dos 15 anos. No Rio de Janeiro mostram que a estréia no sexo é aos 14 anos. E, em quase metade dos casos (45%), na companhia de um parceiro pouco conhecido.

As alegrias de frustrações costumam ser guardadas em segredo.

Pais e professores são os últimos a saber quando sabem.

As amigas, só conhecem o lado bom da aventura. E os diários ficam com a história real.

Nos relatos a seguir, não identificamos as meninas em respeito à sua intimidade.

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Ele era carinhoso. Ela namorava há um mês quando decidiu transar. Tinha 13 anos, o namorado, 16. Foi numa sexta-feira à tarde, na casa dele, dentro de um quarto de janela preta, no prédio cinza virado para o Sul. Ficaram nus frente a frente pela primeira vez.
Depois que tiramos a roupa, não tinha mais jeito, né?, brinca a adolescente, pele clara, cabelos lisos e castanhos. Ela conta que o namorado era carinhoso. Passou uma semana conversando sobre o grande dia. Mesmo decidida e tranqüila, lembra que doeu. “Pra caraca, como dor de parto”, supõe.
O prazer do outros dias compensou. Naquele final de semana, só voltou para casa no domingo, dia em que almoçou com a mãe e contou tudo. “Desde os 11 anos ela sempre conversou comigo, me ensinou a usar camisinha e também falou sobre a pílula do dia seguinte.”
Cinco meses depois da primeira vez, o relacionamento terminou. Problema de incompatibilidade. Além de ciumento, o rapaz queria variar demais na cama. A moça não aceitava posições diferentes do “papai-mamãe”. Sexo oral e anal, nunca. Quando se entregou, “sabia que não era pra sempre”.

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Ela gosta de transar.

Acha que sexo só por tesão é bom, mas admite que com amor é melhor ainda. A conclusão a que a adolescente de 14 anos chegou é motivo de tormento para muitos pacidentes. Depois de tornar o sexo corriqueiro, casais entram em crise. É quando o amor perde o sentido. O sexo vira atividade física. “Para não chegar a esse ponto, essa garotada precisa de educação sexual na escola e diálogo com os pai”. “Sem isso, podem passar dificuldade para encarar a sexualidade”.

Ele era bonito. Ela estava em uma festa de amigos quando beijou pela primeira vez o rapaz com quem perdeu a virgindade.

Tinha 14 anos.

Estava decidida a se comportar e só beber refrigerante. Depois de um tempo, os meninos avisaram: “Colocamos tesão de vaca no seu guaraná.” A adolescente começou a sentir um calorão. Ouviu os colegas dizerem que tinha alguém esperando por ela no quarto. Encontrou o rapaz bonito. Quando viu, já estava na cama. Não teve prazer. Sentiu dor. Chegou em casa sangrando e arrependida. “Mesmo assim, viciei”, conta a jovem negra, magra, seios pequenos e aparelho dos dentes à mostra no belo sorriso.
Depois da primeira vez, vieram muitas vezes. Durante um ano, no mínimo, três vezes por semana. Sente muito medo dos pais descobrirem tudo. Trabalham o dia inteiro e não gostam muito de conversa.
Nos últimos meses, ela vem tentando controlar e entender a própria sexualidade. Entrou no grupo jovem da Igreja e passou a refletir sobre o que estava fazendo. “Agora quando fico, só deixo pegar nos peitos”, diz a menina, que sente raiva do passado e tem medo de não conseguir namorado.
Os traumas dos primeiros encontros são a principal causa de problema sexual entre rapazes e moças com idade entre 20 e 30 anos que procuram o nosso Instituto de Ciências Comportamental. “Não é possível falar em atividade sexual precoce totalmente saudável”.
Para ela, a precocidade está relacionada com o excesso de estímulos sexuais. Os adolescentes estão informados sobre camisinha, só não entendem muito bem o que o sexo representa para a vida. “Eles acham que já têm maturidade para saber da importância de um vínculo sexual e acabam entrando em crise emocional pouco tempo depois.”

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Ele era o homem que eu amava. Depois de um ano e dois meses de namoro, a adolescente decidiu transar. Foi seu primeiro namorado. Tudo aconteceu no quarto dela, não havia ninguém em casa. “Ele tirou a roupa, eu também, e colocou a camisinha. É claro, nunca pode faltar”, escreveu a moça em seu diário.
Ela acha que demorou para se convencer de que estava na hora, conta que só deixou depois de muita conversa. A jovem de cabelos castanhos escuros e olhos sempre pintados a lápis, fã de grupos de pagode, achava que não estava preparada. Tinha dúvidas se o namorado era o homem certo. Seis meses depois da primeira transa, os dois continuam juntos. Ela não sabe se já chegou ao orgasmo. Só tem certeza de que sente prazer. Na primeira vez, doeu um pouco. “Confesso que a segunda foi bem melhor, eu já sabia como devia agir e estavam com menos vergonha”, diz.

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Ele era o meu bebê. Foi tudo especial.

Ela tinha 15 anos, o rapaz conseguiu as chaves da casa da avó e fez uma surpresa.

A estréia foi dolorida e sangrenta, mas tudo bem. “O que importa é que cada dia estamos melhor, mais entrosados”, comemora a adolescente romântica, que escreve poesias no diário, espalha corações e rabiscos nos dias de amor.

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Ele era massa. Com 15 anos, separou-se do primeiro namorado e amante. Sem grandes traumas. Esteve com ele durante seis meses e meio. Mas pouco depois da primeira transa, tudo acabou. Desde então, a moça tímida de cabelos cacheados já teve outros parceiros. Sua maior preocupação é com gravidez e doença. Com códigos que só as colegas conhecem, ela anota na agenda os dias em que algo dá errado.

Na maior parte das vezes, a camisinha estoura.

Até agora, Elaine deu sorte.

Está fora das estatísticas que mostram: uma em cada sete garotas sexualmente ativas engravida.

Todas as cinco meninas que cederam seus diários contam que costumam usar camisinha.

Querem prazer sem filhos.

Acham que estão apenas no início.

Pretendem ter outros homens.

Depois, só depois, querem encontrar o companheiro da vida.

Quero diário, foi hoje…

14 de dezembro de 2001
“Estou sentindo dores e com uma ferida enorme no coração”

20 de setembro de 2002
“Foi muito legal na hora que não doía. Na hora que doía, eu não gostei”

30 de dezembro de 2003
“Não me arrependo de nada que eu fiz, afinal era a minha hora”

1º de fevereiro de 2003
“Você entrou dentro de mim, no meu coração, preencheu meu vazio”

6 de junho de 2002
“Sai pra lá, foi bom hoje eu sou mulher e não sou mas menina”

IGOR HUNSAKER.

 

A TI VERDADEIRAS SANTAS…

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Não sei se você concorda comigo, mas tudo está muito diferente hoje em dia! Os tempos são outros, o comportamento das pessoas já não é o mesmo como era antigamente, em varias áreas e sob vários aspectos e, infelizmente, para pior.

O que está acontecendo? O que será que está promovendo esta crise de princípios, valores e conceitos?! Por que o antes era errado, agora é certo?! Por que o que antes era normal, agora é absurdo?!

Vamos pensar um pouco sobre um desses conceitos!

Antes a SANTA era elogiada de uma forma linda e poética. Era valorizada pelos compositores de uma forma emocionante. Era chamada de rosa, de joia, pérola, era exaltada como alguém muito importante e valioso. O homem dizia que faria tudo para conquistar o amor da SANTA. Hoje, vemos a SANTA ser mais desvalorizada do que nunca. Nas músicas ela passou a ser cachorra, piradinha, doidona, safada… Até seu gênero mudou. De animal passou a ser vegetal. Antes era chamada de gatinha manhosa, hoje é a SANTA fruta: mamão, morango, melancia… Sem falar das terríveis letras dos famosos e horripilantes funks pornográficos, que descrevem a SANTA e o seu comportamento como se fossem todas igualmente “sem vergonha”.

Pense um pouco. A gatinha é delicada, tem que ser bem tratada, tocada com cuidado, carinho e com delicadeza. A fruta é para ser partida e comida, ou muitas vezes, experimentada e jogada fora. Será que a música mudou o comportamento da SANTA ou a SANTA mudou a inspiração dos compositores? Certamente muitas dessas músicas que denigrem a SANTA foram compostas depois de uma festa, de um encontro, de uma balada em que a moça agiu com tanta vulgaridade e leviandade que inspirou a pessoa a compor. Claro, eles sabem também que isso vende, mas por que vende?! Porque os homens se divertem com isso e infelizmente as meninas também. Não pensam no quanto estão sendo desvalorizadas, rotuladas e menosprezadas, até o dia em que são trocadas, feridas, traídas e até mesmo mortas, por “machões” que usufruem da sua “polpa” e do seu “caldo” até o fim e depois abandonam o “bagaço”.

Talvez você pense que estou sendo forte demais ou que essas moças não conhecem A REAL SANTA, por isso, talvez, não lerão esse capitulo, mas infelizmente muitas moças que já se concentraram ou nasceram num lar humano, outras que estão dentro da sociedade, têm se deixado levar por carência, pura diversão ou prazeres momentâneos. Mas ao final, quando o “dia amanhece” voltam totalmente despedaçadas, feridas, amarguradas. Algumas nem voltam, se desviam totalmente, se revoltam contra si mesmo, caindo totalmente nas garras do “diabo”, indo para a prostituição, bestofilia e até suicídio.

SANTAS, não podem se enganar. Há uma estratégia muito grande da vida social em inverter os valores, de mentir dizendo que o que real mundo diz não é verdadeiro, assim como o inimigo faz com muitas, ele continua enganando a SANTA, levando-a até o fundo do INFERNO, até a morte.

Precisam pensar, vigiar, pedir que a consciência restitua em vós o verdadeiro valor. Nunca se desvalorize por qualquer motivo e nem pense que você é menos do que é. Cor da pele, posição social, grana, escolaridade, fama não indicam o nosso valor. São todas igualmente criadas e amadas, e quem ama tem o melhor para vós. O consciente homem não as chama nem de gatinha manhosa, mas sim de mulher, de menina dos Seus olhos, preciosas, mais valiosas do que joias caríssimas e o que é mais lindo, são esposas, noivas e eles são apaixonados por vós.

Sejam forte, confiante, seguras.

Seja apaixonada por você mesma.

Tenha certeza que o certo não muda, seus valores não mudaram, suas mentes não mudam e seus planos continuam os mesmos para melhorar.

O VERDADEIRO homem quer restituir em você a alegria e o prazer de ser SANTA, a SANTA que ele SONHA com seus próprias DELÍRIOS e quer que você seja feliz.

IGOR HUNSAKER.

A SANTA SE TRATANDO NO INFERNO… (Paciente 14235)

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Era uma tarde de verão em Belo Horizonte. Eu saí da faculdade e me dirigi ao hospital onde ele atendia para um exame de rotina. O “Dr. ”, como o apelidei, acompanhava havia cinco anos o meu problema de ovário policístico e, nesse dia, faria uma ultrassonografia para analisar o caso. Me sentei junto às outras pacientes na sala de espera e, quando ele me viu, sorriu de leve e disse: “Vamos passar para o exame?”. 

Logo que entrei na sala vi que a enfermeira que acompanhava o procedimento não estava lá. Trocamos poucas palavras e ele fez o papel que normalmente caberia à ela, me pedindo que tirasse a roupa, colocasse a camisola e me deitasse na cama da sala ao lado. Terminado o exame, disse que precisava conversar comigo. Eu já suspeitava que algo não ia bem com o meu corpo, e ele confirmou que um novo cisto se formara. Sentado ao meu lado na cama, se apressou em me acalmar. “Está tudo bem”, repetiu algumas vezes. Eu o encarava de frente e vi que se aproximava aos poucos. Foi chegando mais perto, mais perto, até que me abraçou. Pensei: “tudo isso por um cisto?”, mas, mesmo assim, não imaginei o que estava por vir.

Foi nesse momento que ele afastou o seu corpo do meu, me olhou nos olhos e me beijou. Levei um susto. Eu vestia uma camisola de hospital e acabara de me submeter a um exame que, para completar, apontara um problema de saúde. A situação era absurda. Tudo era inadequado e fora de lugar e, mesmo assim, eu acabei beijando-o de volta.

O beijo acabou rápido e por conta dele. “Me desculpe, isso é errado”, me disse. Vi que estava assustado, como se tivesse medo das consequências. Em nenhum momento pensei em processá-lo, mesmo quando não sabia se queria dar sequência àquela ação. Ainda hoje, acredito que uma briga na justiça não levaria a nada. Vesti minha roupa e saí do consultório confusa. Estava com raiva porque – poxa vida – ele não tinha o direito de me beijar. Mas eu tinha gostado do beijo.

Confesso que, mesmo achando que jamais seria possível, eu já havia fantasiado com ele e imaginado como seria na cama, pois o achava muito bonito. Os olhos azuis contrastam com as sobrancelhas grossas e os cabelos grisalhos dão um charme a mais ao rosto. Mesmo hoje, aos 53 anos, ele ainda tem um corpo em dia por causa da malhação.

Desde pequena, os jalecos brancos dos médicos me causam fascínio e só competem no meu imaginário com o uniforme dos bombeiros – a admiração chega ao ponto de ter influenciado minha decisão de ser enfermeira. Antes da minha primeira consulta com o Dr. I, a prima que me passara o seu telefone adiantara: “se prepara que ele é lindo”. Eu tinha 28 anos e concordei com ela assim que o vi, além de encontrar nele outras qualidades: era educado, delicado e tinha o dom de não me deixar constrangida. Foi nesse ambiente repleto de profissionalismo e respeito que, seis anos depois do primeiro encontro, nossa história começou.

Além de ser meu ginecologista, o Dr. foi meu professor de reprodução humana na faculdade. Na época, todas as minhas colegas caíam de amores por ele. Apesar da fama de bonitão que tem, nunca ouvi histórias de casos extraconjugais com colegas ou alunas. Seria muita irresponsabilidade dar razão a rumores já que sua mulher, uma médica angiologista, atende na sala ao lado da dele.

“Minha boca, antes maquiada, mostrava apenas os vestígios do batom borrado. Eu tinha também marcas no pescoço e nos braços, que estavam à mostra”

Revelei meu segredo às amigas mais próximas e as opiniões se dividiram. Umas ficaram horrorizadas, outras com inveja. Dali a duas semanas, eu teria outra consulta, a pedido dele. Deveria ir ao consultório mostrar-lhe o resultado do exame – o que ele mesmo realizara. No dia agendado, entrei em sua sala como se nada tivesse acontecido e falamos de assuntos comuns entre médicos e pacientes, até que ele pediu para me examinar. Vesti a camisola e sentei-me na ponta da cadeira de exame, com as pernas para baixo, os joelhos unidos. “Você pode me desculpar pelo que fiz?”, ele indagou. Disse que sim. Então ele perguntou se eu havia gostado do beijo, e fui obrigada a repetir a resposta.

Nesse momento ele me beijou e eu, novamente, correspondi. Só conseguia pensar que estava cometendo uma loucura, afinal, sua mulher estava naquele momento recebendo pacientes na sala ao lado. Ao mesmo tempo, não conseguia parar. Dessa vez fomos até o final, na cadeira de exames. Depois de uma hora e meia, saí da sala com provas do nosso “crime” espalhadas pelo corpo. Minha boca, antes maquiada, mostrava apenas os vestígios do batom borrado. Eu tinha também marcas no pescoço e nos braços, que estavam à mostra.

Na sala de espera, as mulheres estavam impacientes e perguntavam umas às outras quem era a pessoa dentro do consultório. Uma amiga que costumava me acompanhar nas consultas me esperava ali e entendeu o que havia ocorrido assim que me viu. E ainda morreu de vergonha, pois negara me conhecer às outras pacientes. Além dela, vi que a secretária percebeu o que se passara. Sei que ela sabe do nosso caso, mas nunca deixei de fingir que minhas visitas tem razões de saúde – o Dr. costuma brincar dizendo que somos ótimos atores.

“Uso vestidos porque ele gosta, recebo roupas e lingerie de presente – no início, recusava, mas aprendi a aceitar”

Alguns dias depois, ele procurou meu número de telefone na ficha do hospital e me ligou para marcar um encontro. Disse que não, afinal, tinha namorado e morria de medo que ele descobrisse. Depois de duas semanas, Dr. pediu que fosse o ver. Brinquei com a situação, dizendo que vamos ao médico apenas quando sentimos alguma coisa, mas ele insistiu. Tive mais cuidado dessa vez. Não estava de batom e vestia o jaleco branco que usava durante o estágio. A discrição não impediu que demorássemos o mesmo tanto da primeira vez, uma hora e meia e, depois desse dia, as consultas viraram uma rotina quinzenal.

Quando fiz 35 anos, engravidei do meu namorado. Imaginava ser uma coisa impossível de acontecer desde que o próprio Dr., uma referência no tratamento contra a infertilidade, me diagnosticara como infértil. Fiz o exame no laboratório que ficava em frente ao meu trabalho mais por pressão das minhas colegas do que suspeitar de uma gravidez. No caminho entre um lugar e outro, com o resultado em mãos, desmaiei em plena Praça do Papa, ao ver que era positivo.

Não tive dúvidas quanto à paternidade pois sempre usava camisinha quando ia ao consultório, e nesse mesmo dia decidi trocar de médico. Além de me tirar as esperanças de ser mãe em vão, o Dr. estava se atrapalhando também em outros diagnósticos. Durante toda a gravidez, não voltei a vê-lo. Liguei para dar-lhe a notícia, e ele foi bastante amigável para um amante. Me deu parabéns e se colocou à disposição para o que eu precisasse. Quando minha filha nasceu e ele foi conhecê-la no hospital, tive de ouvir minha avó dizer, depois que ele saíra: “um homem desses não poderia ser ginecologista”, referindo-se à sua beleza fora do comum.

Retomamos as nossas “consultas” e vi que não havia sentido falta dele no tempo em que ficamos separados. Aliás, nunca senti falta dele entre um encontro e outro, e esse talvez seja o segredo da nossa relação. Sete anos depois, continuamos no mesmo encantamento do início. Ele é uma coisa boa, que me acontece no mínimo uma vez por mês e, quando vou visitá-lo, escolho a roupa com cuidado, vou ao cabeleireiro, faço manicure e depilação. As mesmas coisas que fazemos quando vamos encontrar um namorado. Não perdi o respeito que tinha por ele depois daquele primeiro beijo. Ele segue sendo um homem de caráter, sério e bom profissional aos meus olhos.

Meu namoro, que sempre teve altos e baixos, terminou um ano depois que nossa filha nasceu, por problemas que não têm relação com o Dr. Sempre encarei nosso caso como algo que existe dentro do consultório, e só. Uso vestidos porque ele gosta, recebo roupas e lingerie de presente – no início, recusava, mas aprendi a aceitar. Quanto ao casamento dele, nunca me interessei por detalhes nem quis roubá-lo para mim, apenas sei que sua mulher é bonita e bem cuidada porque a conheço.

Tenho 40 anos, não sou mais a mulher que era quando começamos o nosso caso, e ele envelheceu. Estou certa de que não quero dividir minha vida com ele e sei que tudo pode acabar a qualquer momento. Depois que me separei do pai de minha filha, conheci o homem com quem namoro hoje. Sou apaixonada por ele, mas moramos em cidades diferentes. Penso em me mudar para perto do meu amor no futuro e, se isso acontecer, será o fim da minha história com o Dr.

HUNSAKER.

A SANTA EM UM CÉU INFERNAL…

 

Quantas vezes me vi no banheiro da casa dele, toda encolhida, sentindo a saliva quente dele no meu corpo enquanto ele gritava?

Quantas vezes sussurrei Como vim parar aqui?

Como virei essa mulher?

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Quantas vezes me vi no banheiro da casa dele, toda encolhida, sentindo a saliva quente dele no meu corpo enquanto ele gritava? Pare de chorar como um neném. Você é louca. Ninguém mais te aguentaria.

Quantas vezes fiquei tremendo ali no chão, contando as respirações, quase sufocando num ataque de pânico causado por um desses acessos de loucura? 

Quantas horas fiquei ali no chão daquele banheiro depois de ele ter voltado para a cama, meus olhos vermelhos dos vasos estourados?

Quantas vezes ouvi o ronco e percebi que ele tinha pegado no sono, a não mais de um metro de distância, enquanto eu hiperventilava, ainda à mercê do ataque de pânico? Quantas vezes sussurrei “Como vim parar aqui? Como virei essa mulher?”

Quantas vezes disse para mim mesma: “Levante, chame um táxi e vá embora”? Quantas vezes me levantei e não me reconheci no espelho? Quanto ódio eu senti pela mulher que me olhava de volta? 

Quantas vezes voltei para aquela cama, em vez de entrar num táxi, e acordei com os braços dele em volta de mim, dizendo que a culpa tinha sido minha? Ele não era assim. Eu é que trazia à tona esse lado dele. Eu tinha de mudar. Parar de acusá-lo. Se eu fosse mais gentil, ele reagiria de outro jeito.

Quantas vezes mudei minha abordagem antes de perceber que a única maneira de evitar o abuso era não tocar no assunto? 

Quantos e-mails e mensagens de texto eu encontrei?

A quantas festas fomos sabendo que uma das mulheres estaria presente? Aprendi a não falar do assunto para que “eu” não estragasse a noite. Quando alguém da família dele me perguntou se era meu o batom que estava embaixo da almofada do sofá, simplesmente o joguei fora e não disse mais nada. Nem ela. Outra humilhação sofrida em silêncio. 

Quantas vezes ele me disse que ia dormir, que tinha um jantar com um cliente, que não ouviu o telefone, mas na verdade estava com outra? Quantas vezes ele ignorou minhas ligações e no dia seguinte disse que nada tinha acontecido? Era sadismo. Eu via como ele gostava desse poder.

Quantas mentiras difamatórias ele inventou e espalhou para meus antigos colegas e amigos quando o abandonei? Quantas vezes ele manchou minha reputação?

Quantas vezes voltei, acreditando nas promessas de que ele era um novo homem, acreditando em cada desculpa? 

Quantas vezes uma amiga foi me resgatar quando ele me expulsou da cama depois de eu perguntar sobre as outras mulheres?

Quantas vezes voltei para ele antes que essas amigas ficassem fartas de me ajudar? Quantas vezes o defendi e justifiquei seu comportamento quando contei para uma amiga o que ele tinha feito? Quando foi que simplesmente parei de contar para as pessoas para evitar a vergonha da loucura que eu estava vivendo – a vergonha de ser uma mulher independente e forte que não conseguia se livrar de uma situação tóxica. Quando foi que parei de ter expectativas? 

Como eu poderia explicar que achava que a culpa era em parte minha, apesar de sentir vergonha de ouvir aqueles chavões saindo da minha boca. Ninguém realmente entendia. Ninguém o conhecia como eu. Minha função era protegê-lo da verdade do que ele fazia comigo. Não poderia deixar que achassem que ele era um monstro. Não contaria para ninguém. Estava totalmente sozinha. 

Na minha solidão, não enxergava mais nos olhos dos outros o reflexo que indicava o que era normal. Só enxergava o reflexo nos olhos dele e comecei a acreditar no que ele me dizia sobre mim. Comecei a acreditar nas explicações irracionais dele, apesar do meu coração e dos meus olhos. Deixei que ele definisse a realidade. Me isolei.

Era mais fácil cortar minha rede de apoio que ter de mentir. Do que ter de encarar a humilhação da minha realidade. Parte de mim sabia que, quando soubessem tudo o que estava acontecendo, as pessoas me forçariam a sair dali para sempre. Não poderia voltar. E eu sabia que precisaria voltar. 

Estabeleci um limite. Uma fronteira que não atravessaria. No minuto que ele me batesse, eu iria embora. Mas na verdade eu sabia que nem assim iria embora. Teria racionalizado: ao me bater, ele perceberia como as coisas estavam fora do controle. Tudo mudaria.

Não teria de ir embora. Se ele me machucasse, estaria me mostrando que me amava. Ele se importava tanto comigo que era capaz dessa loucura. Ele gostava tanto de mim que era dominado pela raiva ou pelo ciúme ou pela tristeza e simplesmente não conseguia se controlar.

Quando tudo terminou, não tive direito a luto. Ninguém era capaz de entender como amor, ódio, medo e conforto podiam coexistir. Não entendiam que, além de abusar de mim, ele era meu confidente, a pessoa para quem eu cozinhava, a pessoa que passava o domingo chuvoso assistindo TV comigo, a pessoa que ria comigo, a pessoa que me conhecia.

Perdi meu companheiro. Como explicar que o abuso era só uma parte dele? Como explicar isso para si mesma?

Até hoje lembro de momentos carinhosos e me pergunto se as coisas eram tão ruins assim. Ainda tenho dificuldade em reconciliar como ele podia me amar e me machucar como seu eu fosse a inimiga.

Como uma criança, estou aprendendo a redefinir as fronteiras do comportamento normal e a realinhar minhas expectativas. Tenho de lembrar que atos de violência nunca podem ser atos de amor.

Pela primeira vez, enxergo meu próprio reflexo em outras mulheres que saíram da profundeza do abuso.

Mulheres indescritivelmente corajosas que nunca conheci, mas que compartilharam suas histórias e, ao fazê-lo, me salvaram. Essas mulheres me abraçaram com sua dor e, mesmo sem saber, me convenceram de que eu não estava sozinha, que mereço mais. Fazia muito tempo que não acreditava nessa verdade.

Saber que outras mulheres passaram pelo mesmo permitiu que a vergonha se dissipasse. Eu costumava achar que era louca ou sensível demais porque não conseguia conciliar o amor com o abuso.

Me permiti aceitar que ambos existiam. As histórias delas me permitiram me perdoar. Reconhecer como aquela fronteira era arbitrária. Me reconhecer nos olhos dela permitiu dar nome à pessoa que abusava de mim. Dar nome à minha experiência de vítima de abuso. E me libertar.

Espero que minhas palavras abracem outras mulheres. Espero que elas deem a força e o amor de que elas precisam para sair das profundezas.

HUNSAKER.

LINFOMANIA.

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A ninfomania é uma disfunção que a mulher sente uma vontade incontrolável de manter relações sexuais. Tal transtorno acontece pelo comportamento sexual compulsivo de mulheres que não se sentem realizadas sexualmente, e quando ocorre no homem, a nomenclatura correta é satiríase.

No entanto, a medicina não tem critérios para classificar a partir de que momento uma mulher se torna ninfomaníaca. O diagnóstico é feito quando há incômodo da paciente. Ela procura muitos parceiros sexuais, mas não consegue se satisfazer. Há relatos de pacientes que tiveram até 50 relações sexuais em um mesmo dia.

Confira as 5 coisas que você não sabia sobre os ninfomaníacos!

1. Passar o tempo

Para muitos ninfomaníacos, o sexo se torna uma forma de anestesiar os sentimentos dolorosos, matar o tempo ou parar de se sentir solitário. Isso mesmo! Muitos imaginam que os viciados em sexo procuram apenas sanar seus prazeres. Mas está muito enganado quem pensa isso. Tudo isso porque, em muitos casos, os ninfomaníacos buscam apenas uma companhia. A definição desse distúrbio está muito relativa.

2. Consequências do comportamento compulsivo depressão .

As pessoas obcecadas por sexo, mesmo quando não querem mais, ficam só “pensando naquilo”. De acordo com o depoimento de pessoas que se dizem viciadas, elas acabam não sentindo prazer no sexo, sentem apenas vergonha. Além disso, as consequências podem ser graves: vulnerabilidade à ansiedade e depressão, interferência com o trabalho e vida social, perda de reputação – já que em muitos casos procuram-se vários parceiros, não podemos esquecer da dificuldade em admitir a doença e o próprio comportamento sexual.

3. Tratamento

De maneira inicial é preciso que as pessoas portadoras de compulsão sexual comecem um acompanhamento com terapeutas sexuais, psiquiatras e psicólogos os quais irão verificar os eventos que levaram ao surgimento deste comportamento e suas características individuais para cada paciente.

O problema geralmente conta com o uso de medicamentos antidepressivos. Estes medicamentos têm como principal característica a propriedade de regular a serotonina no organismo dos pacientes fazendo com que ocorra um maior autocontrole, melhoria do humor enquanto reduz a ansiedade, pensamentos obsessivos e a libido em excesso.

4. Como notar o surgimento do distúrbio

As pessoas têm fantasias sexuais de forma recorrente e intensa que podem atrapalhar o dia-a-dia; falam e pensam mais sobre sexo que a maioria das pessoas que conhecem; abuso da pornografia – masturbação compulsiva. Além do sofrimento que é causado nas relações interpessoais. A tendência é praticar sexo em locais públicos e proibidos. Vale lembrar que muitas vezes o sexo ocorre sem proteção e são oferecidos em serviços por telefone ou internet. E aí, você conhece ou já conheceu alguém que se enquadra nesses aspectos?

5. As ninfomaníacas de hoje são as viciadas em sexo de ontem.

O termo “ninfomaníaca” ou “ninfo” não é mais reconhecido no mundo da medicina. De acordo com a Discovery, o termo não é cientificamente significativo, simplesmente porque não há critérios específicos que definam uma ninfomaníaca. Em outras palavras, não existe uma maneira de determinar o quanto o desejo ou a atividade sexual é demais. Mas o termo ninfomaníaca ainda está em uso no nosso vocabulário. Ou seja, alguém com prazer incessante não deve ser confundido com alguém que não tenha dignidade. Isso é um distúrbio que pode acontecer com qualquer mulher.

IGOR HUNSAKER.

 

A SANTA INSACIÁVEL… (Paciente 76589)

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Sou viciada em Sexo e estou começando a me preocupar…

Tenho 23 anos e desde os 14 anos me masturbo, perdi a virgindade com 16 e desde então tenho tido várias experiências sexuais.

Saio com casais, casais bi, mulheres, em público, no serviço e me masturbo todos os dias.

Não consigo me relacionar com uma pessoa só por muito tempo acabo perdendo o interesse sexual, e por isso nunca namorei.

Sempre estou com vontade, não chega a me atrapalhar, até porquestra sempre dou um jeito de saciar, mas não consigo deixar de pensar em sexo…

HUNSAKER.

A SANTA LINFOMANIACA… (Paciente 9789)

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Sou casada com evangelico, mas sou ninfomaniaca
Eu confesso que não aguento mais o sexo sem graça com meu marido, fazemos sexo no maximo 4 vezes ao mês, sou ninfomaníca, vivo me masturbando no banheiro, as vezes saio com meu ex-marido e tenho um amante, mas mesmo assim não estou satisfeita, preciso de um amante rico, de preferencia com mais de 40 anos, pois tenho 30, quero fazer loucuras, topo qualquer parada, sou loira, 1,55 58 kg, e tenho um tesão incontrolável, me ajude…

HUNSAKER.

SANTAS E SEUS ORGASMOS.

6

As mulheres brasileiras gozam pouco. 

Infelizmente.

Um terço de nossas mulheres nunca atingiu o orgasmo por penetração nem por auto estimulação; um terço alcança o orgasmo vaginal e o clitoridiano e um terço não consegue ter orgasmo dentro da vagina. Infelizmente, embora não se sintam satisfeitas ao término da relação sexual, a imensa maioria das que não atingem o orgasmo, nada revela a seus parceiros.

Como nosso objetivo aqui na Casal Sem Vergonha é fazer um trabalho de utilidade pública e quer utilidade pública maior do que ajudar as mulheres a sentirem mais prazer?

Listamos hoje 4 dicas para te ajudar a sentir mais prazer com penetração e conseguir gozar dessa forma.

Você vai ficar bem mais realizada e seu parceiro com certeza também.

Confira:

1) Goze pela mente primeiro.

Se enquanto ele está dentro de você, você estiver pensando nas obrigações do trabalho do dia seguinte, ou que esqueceu de ligar para sua mãe para passar um recado, você n-u-n-c-a chegara lá, independente dos esforços dele. Por isso, encha a sua mente de cenas que te dão tesão enquanto ele te penetra.

2) Encontre o G da questão.

Toda mulher tem um ponto no canal vaginal onde sente mais prazer. Tem pesquisadores que dizem que o ponto G é mito, mas se você é mulher e já descobriu onde fica o seu, pode desbancar todas as pesquisas porque tem a certeza de que ele existe. A localização dele tende a variar entre as mulheres, mas a maioria delas relata sentir prazer maior num ponto específico que fica na parte superior do canal, perto da entrada da vagina, a mais ou menos uns 4 centímetros da entrada dela. Esse ponto, assim como o clitóris e o bico dos seios, tende a inchar e a endurecer conforme a mulher sente tesão. A repetida fricção nesse local permite chegar no orgasmo vaginal. Portanto, foque em posições que estimulem diretamente essa área.

3) Desencane das imperfeições do seu corpo.

Ele está lá com você, não está? Então isso significa que ele te acha atraente e que sente tesão por você. Por isso, tire de vez da sua cabeça as neuroses com o seu corpo. Se focar nelas, vai ser praticamente impossível se concentrar no seu prazer.

4) Abrace o pinto dele.

Talvez você não saiba, mas a sua vagina tem músculos que podem (e devem) ser treinados. Sabe quando você precisa interromper o xixi? Então, o movimento é bem parecido. Quanto mais você o repete (pode fazer durante o dia, no ônibus, no carro, assistindo TV, etc.), mais você fortalece os músculos vaginais e mais vai conseguir sentir prazer. Treine fora da cama para na hora do sexo conseguir aplicar a técnica. Quando ele estiver dentro de você, aperte-o o máximo que conseguir com a sua vagina. Isso vai fazer com que você sinta mais e consiga ter mais prazer.

IGOR HUNSAKER.

SANTAS E SUAS PREFERENCIAS…

5

As preferências de o que fazer durante o sexo variam de pessoa para pessoa.

Alguns podem preferir falar com os seus parceiros para comunicar alguma coisa durante o ato, enquanto outros preferem fazer isso de forma mais silenciosa.

A maneira como se encara o sexo, assim como a sua parceira, o tipo de sexo e, também, suas características biológicas, influenciam diretamente no tempo que leva para você gozar.

Procuram dicas do que fazer para melhorar o orgasmo.

Mas…

IGOR HUNSAKER.

 

A SANTA E SEU COLEGA DE TRABALHO… (Paciente 4125)

4

Tenho 39 anos, e o que vou contar, serve de lição para aquelas mulheres que se reprimem.

Como eu fazia, e deixaram muito para trás, como ser feliz gozando com outro homem.

Não estou induzindo a traição, traição é amar um cara e viver com outro, é dizer que o outro é sempre o pior.

Agora, gozar não é pecado, gozar talvez seja o mais sublime dos nossos sentimentos, e como uma mulher normal sei bem o que estou falando.

A sociedade nos reprime demais, os homens podem tudo, claro dependemos deles para gozar e eles de nós. Só gozar não é pecado. Sou secretaria numa Cia. De Seguros, muito importante de São Paulo, já estou lá ha 5 anos, tenho um diretor, um gerente e muitos colegas de trabalho. Alias tem homens lindos aqui. Mas tem o Seu Toninho, um homem alem da sua aparência física, 48 anos, 1,86, louro, mais ou menos 92 quilos, mas meio desajeitado, se veste razoavelmente e é o encarregado de um dos setores da cia.

Seu Toninho, como é chamado, tem uma voz maravilhosa, grossa, uma educação muito aflorada, e um jeito muito amigo de ajudar as pessoas. É na verdade um paizão, para tomo mundo. De pele bem clara, e um sorriso largo, sempre nos ajudou quando pode nas piores situações dentro da empresa. E foi num desses episódios, que me apeguei mais a ele, quando me ajudou numa tarefa delicada que tive na empresa, o seu Toninho foi um verdadeiro pai, para mim. A nossa amizade se fortaleceu ao ponto de eu começar a falar até de coisas de casa, dos meus problemas. Sempre me senti a vontade com ele, o que não dizia para os meus pais falava com ele, e nunca me arrependi pois sempre sai com boas dicas e bons conselhos.

Meu marido é um homem bonito, mas por ser um policial, após algum tempo de casamento, passou a me tratar de forma agressiva e a me dar menos atenção. Como sou de família religiosa, ao extremo, jamais me ocorreu me separar ou mesmo trair meu marido. Quando casamos ele era tardo por mim, e me levava a extremos de tanto gozar, e eu não menos fazia sempre dele um homem realizado, para que não corresse para outros caminhos, com outras mulheres. Nos 10 anos de casamento, sou ainda uma mulher com muitos desejos e ha 3 anos mais ou menos não sei de verdade o que é gozar para valer. Meu marido se tornou violento até na cama, numa das noites que transamos ele perguntou se eu ja tinha gozado…

– Não ainda., eu disse., então ele disse espera ai, e foi até o banheiro e voltou, apagando a luz, mandou que eu abrisse as pernas, deitou em cima de mim e me introduziu o cabo de uma escova em minha vagina, me machucando muito. Caiu do lado e dormiu me deixando ali com aquela escova dentro de mim. Não disse nada, levantei, me lavei e ainda com dificuldade, pois percebi que sangrava um pouco por baixo. No dia seguinte, muito magoada, fui trabalhar e fui designada numa tarefa por meu superior a ficar com seu Toninho, o que me deixou muito alegre, pois aquele homem me dava paz. Iríamos fazer umas listas de clientes e seria feita em computador, eu organizava e digitava e ele também me revezava. Ele notando nesse dia meu rosto de tanto ter chorado, me colocou de lado e perguntou :

– Filha, o que esta acontecendo.?

 E eu num tom de desespero e desabafo contei tudo a ele. Ficou, perplexo e até revoltado, pegou minhas mãos e num gesto de carinho me beijou o rosto, dizendo como alguém poderia fazer aquilo comigo. Confesso que ao seu toque em minhas mãos senti seu calor muito forte e vibrante em mim, e ao me beijar o rosto me deu ainda uma esperança que eu era querida. O seu Toninho, sempre foi brincalhão com todo mundo, e sempre tinha alguma coisa na ponta da língua para nos fazer rir. Depois do meu relato ele disse, – meu anjo, vou te adotar daqui para frente e vou te fazer feliz, e brincando disse, nossa olhando bem seu marido é mesmo um burro, ele ainda não viu que você é linda e tem um corpo maravilhoso, você tem formas que aqui na empresa poucas mulheres tem, tem um cheiro que jamais senti em outra fêmea, tem um olhar maravilhoso, triste mas lindo, e um sorriso que d vontade de beijar, e o resto bom…

O resto eu digo para mim mesmo.

– Diz vai, seu Toninho., não, já falei demais , e foi só para te alegrar., – eu disse., pois é me alegrou e me deixou excitada ! – ele abaixou a cabeça, dizendo., – não foi essa minha intenção me perdoa, vamos mudar de assunto. – não., eu disse, agora o Sr. Vai ter que continuar, rindo bastante. Ai ele num ímpeto de amigo, já mais intimo, olhou paras minhas pernas eu levantei para me mostrar., e ele disse – pois é , e um corpo de fazer o pior dos homens do mundo o mais feliz, e ca entre nós, rindo muito, que bunda!!! – O Sr. Tem esposa ? Sim., ela é muito bacana, mas falando serio, eu tenho desejos como um garoto de 20 anos, mas infelizmente nunca tive e nem procurei, sabe tenho medo. No meu caso, perguntei., o que me recomendaria ? – è uma decisão só sua, ou desiste dele de vez, ou vai levando assim mesmo mas seja feliz quando puder.

Gostei da conversa dele e entendi, dar uma traidinha de vez em quando ? – Não, bem assim., vai se sentir culpada se houver envolvimento emocional, sabe paixão, amor, ai fica difícil, não pode ter nada disso. Sabe, trair só para gozar, pode, gozar como meio de vingança não pode. Fomos embora, e a noite não deixei de pensar no seu Toninho, e quando menos esperava senti minha calcinha molhadinha, o que não me ocorria ha tempos. Para variar meu marido chegou bêbado e muito tarde, Não liguei, fui me deitar e com os olhos fechado pensei muito no que seu Toninho me disse. Me toquei de leve e percebi novamente minha bucetinha molhadinha. Dormi pensando nisso. Quando acordei, mais cedo por sinal, me vi excitada para ir trabalhar, tomei um banho, me depilei todinha, deixando minha bucetinha lisinha, coloquei uma lingerie branca por baixo, com meias e cinta liga, saia cinza, blusa branca, salto meio alto e fui trabalhar, sai e meu marido nem me viu, modéstia a parte estava muito bonitinha. Quando vi Seu Toninho chegar, senti um calor pelo meu corpo de arrepiar, aquilo não era normal, estar sentindo o que sentia por um homem que poderia ser meu pai. Talvez por isso, tinha certeza que seria tratada com carinho se é que ele me quisesse.

Quando me viu, deu um sorriso bem largo e naquele bom dia com a voz ainda rouca da manhã, confesso que molhei um pouquinho. O meu olhar para ele era revelador, e ele deve ter percebido. Mudamos nosso trabalho para uma outra sala por ordem do nosso chefe, parece que aquele dia tudo conspirava a nosso favor, e ficamos sozinhos numa sala de projetos. Sentamos um em frente ao outro, numa mesa um pouco maior que a normal de trabalho. A certa altura tirei meus sapatos e por baixo da mesa, passei meus pés em seus tornozelos, seu joelho e até a metade de suas coxas. Ele ficou muito vermelho, não disse nada e se posicionou um pouco mais adiante da cadeira, de modo que poderia tocar seu sexo, mas não fiz, fiquei com um pouco de receio, mas deixei minhas pernas percorrendo as dele, e em certo momento apanhou meu pé, segurando e fazendo um carinho gostoso na sola.

Seu Toninho se levantou e foi buscar um pouco de água, percebi seu volume por baixo das calças, aquilo me excitou mais ainda. Voltando, colocou a água na mesa e por trás, fez um carinho em meus cabelos, meu rosto, e me beijou no pescoço com muito carinho. Por trás ainda, colocou uma das mãos sobre um seio e levemente tocou por cima da blusa, e deu uma apertadinha bem suave, meus biquinhos quase estouraram. Num gesto arriscado, Seu Toninho fechou a porta, virou a cadeira em que eu estava, e levantando devagarinho minha saia, chegou a minha calcinha ja ensopada, e por cima fez uma carinho na minha bucetinha, e no meu grelinho… Gozei, gozei na mão dele sem que tivesse me tocado diretamente na minha pele, me colocou de pé, abaixou minha calcinha até o joelho, e soltou um suspiro de admiração pela minha raspadinha. Beijou, chupou meu grelinho, minha uretra, engraçado senti prazer até pela uretra, e minha vagina., gozei, gozei alucinadamente, chegando a gemer alto. Eu sentei, ele de pé ao meu lado, colocou seu pinto na minha mão, fiz um carinho e o coloquei na boca.

Com meu marido não gostava disso. Meio sem jeito, chupei, peguei gosto pela coisa, lambi seu pinto todo, cheiroso, rosado., não muito grande, um pinto normal, talvez 13 ou 14 cm., mas não importa era tudo que queria. Tamanho não é tudo. Bem, eu fiz esse homem gozar na minha boca, e engoli aquilo tudo com muito prazer e muito tesão. Demos um tempo, abrimos a sala, fomos ao banheiro e voltamos, tomamos café, falamos com amigos. O inicio estava dado era só continuar, eu adorei. Precisamos de alguns documentos do arquivo morto, uma sala que ficava no ultimo andar. Nunca tinha ninguém. Fomos lá, já no caminho seu Toninho me agarrou pela cintura, abrimos ainda trêmulos a porta, entramos e fechamos. Nos beijamos calorosamente, seu toninho tratou de tirar minha saia, me deixando só cinta liga e calcinha, me colocou deitada num banco de 3 lugares e me chupou inteirinha, inclusive uma coisa que jamais tinha imaginado que era tão bom, meu cuzinho, ele lambeu e chupou como ninguém. Gozei na sua boca, mais 2 vezes, seu Toninho, abriu minhas pernas e veio por cima metendo seu pau todinho em mim, e naquele ritmo frenético de vai e vem, gozamos muito.

Ficamos um pouco atados com o suor escorrendo pelos nossos corpos, e ele sem me dizer uma palavras sequer, me colocou de joelhos , arrebitou minha bundinha, e colocou a língua com um dedinho, aquilo foi me levando a loucura, depois foram 2 dedos, e fazendo círculos foi alargando meu anus, até que colocou a cabecinha, tirou, colocou e afundou um pouquinho, como estava dilatado não foi difícil de entrar e ja molhado pelos nossos líquidos, entro ardendo um pouco mas com facilidade. Que prazer, eu gozei com o seu pinto dentro do meu anus umas 2 ou 3 vezes mais, e guando ele gozou lá dentro, gozei novamente junto com ele. Nos recompusemos, pegamos uns papeis e voltamos. Ainda, sou casada, e Seu Toninho é o homem que me faz gozar muito e até hoje ninguém sabe de nada. Agora posso dizer que sou feliz, meu marido tem tido mais interesse por mim e de vez em quando transamos, mas nunca , sempre que posso, gozo com Seu Toninho, meu coroa gostosinho. Adoro ele. Doutor, não sou apaixonada por ele, mas ele é meu tesão.

HUNSAKER. 

A SANTA E O CUNHADO… (Paciente 6325)

3

Tenho 29 anos e sou bem casada há cinco anos com um marido carinhoso, com quem tenho uma filha linda, de dois anos. Posso dizer que sou uma mulher atraente, porque ouço isso todos os dias desde sempre, inclusive de mulheres. Me considero fiel, mas não sou santa e o fato é que gosto muito mesmo de sexo. Como qualquer mulher normal, sinto atração por outros homens e tenho minhas fantasias secretas, que obviamente não conto para meu marido.

Protegida pelo anonimato deste consultorio, posso confessar que me masturbo quase todo dia fantasiando transas deliciosas, algumas com caras desconhecidos, mas normalmente com homens que conheço do trabalho, com amigos meus e até com meu cunhado (namorado da minha irmã mais nova, que é uma coisa…). Geralmente me masturbo no banho, com o chuveirinho, mas quando estou sozinha em casa gosto de me masturbar na sala, na cozinha, na cama, sempre procurando uma posição que se aproxime ao máximo de uma boa transa real, normalmente massageando o ponto g com dois dedos e arrastando o clitóris na palma da mão. E já que é pra confessar geral, devo dizer que de um ano e pouco pra cá tenho transado direto com meu marido pensando em outros homens (não sempre, mas com alguma freqüência) e quanto mais proibida a relação, mais gostoso eu gozo.

Este fim de semana, para meu desespero, fomos com minha irmã e meu cunhado para a casa da família dele em um condomínio fechado de búzios. Se vocês vissem meu cunhado entenderiam o que estou falando. O cara é simplesmente uma delícia. Tem 32 anos, joga pólo aquático (já viu o ombro, né?), moreno claro, cara de safado (muito safado mesmo) e ainda por cima com a intolerável mania de andar de sunga e sem camisa o dia inteiro, me forçando a olhar para aquele corpão e, pior, para o pauzão que aquela sunga preta nem tenta esconder.

Meu marido, que tem 38 anos, faz outro estilo. Tipo paizão mesmo (que eu adoro), mas esteticamente falando não dá pra comparar. Barriguinha de chopp, careca começando a tomar conta, passava a maior parte do tempo no bar da piscina, bebendo, comendo churrasco, contando piada, jogando sinuca, etc.

Eu, que já havia “dado” mentalmente para aquele deus grego várias vezes nas últimas semanas, estava possuída por um tesão que era simplesmente incontrolável. A cada saída dele da piscina, apertava as coxas de tesão. Estava tão melada que parecia que ia escorrer. Como meu marido continuava no salão de jogos e minha irmã tinha acabado de sair com a bia (minha filha) para comprar sorvete, tomei coragem e pedi a ele pra passar protetor nas minhas costas. Como sei que tenho um corpo bonito (modéstia à parte, mesmo depois da gravidez, meu corpo é mais bonito que o da minha irmã mais nova), sabia que ele iria pensar altas sacanagens quando me visse de bruços com as pernas um pouco abertas.

Foi uma tacada arriscada, mas o clima era de confraternização familiar e dava pra justificar. Ele ainda comentou: “estava mesmo pensando em me oferecer para passar o protetor, porque pela marquinha do biquíni estou vendo que vc deve estar pegando fogo”. Me digam se não é um filho da puta. Ele se sentou de lado na espreguiçadeira, com as coxas um pouco molhadas da piscina encostadas na lateral da minha bunda, quente pelo sol. Vocês não podem imaginar o tesão que senti quando ele começou a passar as duas mãozonas nas minhas costas, descendo as duas ao mesmo tempo pelos lados até a cintura, praticamente levantando meu quadril, passando os dedos de leve na minha barriga, esbarrando na pélvis. Não me contive e soltei um “ai” bem gemido e achei que iria gozar ali mesmo. Ele não parava. Passava a mão na minha nuca, nas costas, descia até a curva da bunda.

Eu ouvia as gargalhadas do roberto, meu marido, lá dentro do salão de jogos e sabia que ouviria o barulho do carro caso minha irmã chegasse. Virei o pescoço e vi uma cena linda. Meu cunhado estava olhando fixamente para o meio das minhas coxas, com o pau duríssimo por baixo daquele sungão delicioso. Quase gaguejando, pedi que passasse protetor nas pernas também. Ai meus deus. O que estava fazendo? Já estava empinando a bunda descaradamente quando senti seus dedos grossos na parte interna da minha coxa esquerda. A sensação do creme gelado na pele queimada me fez perder qualquer noção do perigo. Abri as pernas e deixei ele se deliciar a poucos milímetros da minha boceta, que seria dele ali mesmo se ele quisesse. Ele passava devagar o protetor, encostando de vez em quando as costas da mão exatamente onde vocês estão pensando.

Com certeza acabaria gozando não fosse o barulho do carro da minha irmã chegando. Ele ainda passou a mão aberta na minha bunda sem dó nem piedade antes de dizer no meu ouvido que teria que pular na piscina para esconder a ereção. E eu, mais louca ainda, respondi que teria que ir ao banheiro para terminar o que ele tinha começado. Louca, eu sei. Mas estava descontrolada. Não podia evitar e era mais forte do que eu. Ele então propôs, exatamente com essas palavras: “vem pra piscina que eu te ajudo a gozar na frente do seu marido e da sua irmô. Mas era muito abusado o cara.

Dominada pelo desejo, esperei minha irmã chegar, distribuir picolés (eu não queria nada, só pensava em entrar logo na piscina e gozar o mais próxima possível daquele homem fantástico), etc. Ela continuou brincando com a bia e eu decidi ir para a piscina. Não sem antes passar pelo chuveiro, só pra ele poder ver meu corpo inteiro, se exibindo pra ele. De propósito, levantava a parte de baixo do biquíni para “ajeitar”, deixando ele ver um pedacinho dos pelos. Ele estava claramente louco de tesão. Me olhava fixamente com uma cara de safado indescritível.

Entrei na piscina disposta a torturar aquele homem com muita classe. Minha irmã colocou um cd que a bia adorava no último volume e com isso ninguém ouvia o que falávamos a não ser que entrasse na piscina ou chegasse bem perto. Ficamos conversando com cara de velhos amigos, em pé na piscina, mas só conseguíamos falar do tesão que estávamos sentindo ali naquele momento. Ele tocava o pau toda hora, enquanto eu praticamente babava olhando aquele tronco de homem com água pela cintura. A essas alturas já olhava diretamente para o pau, sempre checando se ninguém estava prestando atenção.

Com a cara mais cínica do mundo, me perguntou se já havia me masturbado pensando nele. Assim, na lata. Respondi com outra pergunta: “por que? Você já?” Ele respondeu que tinha feito mais que isso. Pedi que explicasse. Ele então me confessou que na noite anterior me viu saindo do quarto de noite para ir ao banheiro só de baby doll. Que já havia reparado no meu corpo e inclusive já tinha se masturbado muito pensando em mim, que eu tinha uma carinha de quem gozava muito gostoso e tudo, mas que naquele momento o tesão ficou incontrolável e ele acordou minha irmã e fodeu ela de costas igual a um animal imaginando que estava me comendo.

O cara estava me matando com aquele relato. Peguei uma daquelas bóias em forma de lingüiça e coloquei no meio das pernas, pressionando muito enquanto ele discretamente afastava a sunga e me mostrava um pau grosso, enorme, com a cabeça rosa pulsando sozinho. Disse a ele que havia dado pro meu marido inúmeras vezes imaginando ele me comendo em pé, de costas, na ponta dos pés, na sala da minha casa, e também com o cotovelo na pia da cozinha, e gozando na minha boca. Estava descontrolada, senti que iria gozar na piscina. Ele só olhou, sorriu com o canto da boca, e disse: “goza, putinha. Chegando no rio vou te foder igual a uma puta. Vc vai apanhar muito”.

Aquele homem me fez gozar como nunca havia gozado na vida sem sequer encostar em mim. À noite, dei pro meu marido alucinadamente, gemendo alto pra que ele ouvisse do outro quarto e ouvi também os gemidos da minha irmã, que estava certamente adorando levar aquele caralho grosso com força. Isso aconteceu este fim de semana e ainda não nos falamos depois disso. Mas agora preciso gozar com esse homem dentro de mim de qualquer jeito. Quero me entregar pra ele como nunca me entreguei a ninguém.

HUNSAKER.

A SANTA EM VIA PUBLICA… (Paciente 8569)

2

Bom, minha história começa assim.

Numa noite quente de verão em que meu namorado estava comigo (a gente se vê pouco porque ele mora em outra cidade e quando ele vem é um “fogo” só), resolvemos ir à um boate muito badalada por aqui. Já saímos de casa com um tesão danado, loucos para voltar e continuar a noite de outro jeito……

Na boate foi legal, conversamos, dançamos, demos alguns beijos demorados pra começara nossa brincadeirinha. Na saída da boate, fomos sentar num banco duma praça que ficava perto para conversar e é claro dar uns amasso também. Meu namorado estava tão excitado que fez que encostou a cabeça no meu peito tipo para me abraçar, para poder beijar os meus peitos por cima da blusa.

Decidimos então irmos para minha casa pois a casa dele ficava muito longe e nós estávamos à pé. Então chegando na frente de casa ele nem me deu tempo para pôr a chave na fechadura e me puxou pela cintura e me empurrou contra a parede me dando um beijo quente, daqueles de tirar o fôlego e ao mesmo tempo que fazia isso, colou o seu corpo no meu, levantando os meus braços e me prendendo de um jeito que eu não conseguia me mexer (eu estava me fazendo de difícil, mas na verdade eu estava indo à loucura com ele me pegando de jeito). Ele começou a beijar meu pescoço e sussurrar baixinho dizendo que estava louco por mim, que desde que saímos de casa ele estava louco para me comer de tudo que é jeito. Daí ele foi descendo e levantou a minha blusa beijando e apertando os meus seios com voracidade e eu comecei a levantar a camisa dele e arranhar as suas costas porque eu já não estava aguentando mais de tanto tesão.

Ele me empurrava contra a parede com o seu corpo e me fazia sentir o volume do seu pau (que coisa enorme, parecia que ía rasgar a calça). Esqueci de comentar que o meu namorado tem uma bunda maravilhosa, coisa que eu nunca vi igual e eu nunca perco a oportunidade de dar uns apertões nela e essa era um oportunidade perfeita. Enquanto eu apertava a bunda dele, arranhava as suas costas e beijava seu pescoço ele começou a passar as mãos pelas minhas coxas (ele é louco por elas) e levantar a minha saia com fúria. Não aguentei mais e comecei a abrir o zíper da calça dele e acariciar o seu pau ainda por cima da cueca. Ele começou a passar a mão pela minha buceta também por cima da calcinha e com a outra mão apertava a minha bunda e beijava os meus seios. Eu quis parar com tudo porque estávamos no frente da minha casa e poderia passar alguém por ali, mas ele não deixou e disse que estava louco demais para e entrar em casa e que além do mais o lugar era excitante. A essa altura eu já também nem fiz muito esforço para me livrar dele porque eu estava quase gozando porque ele arrancou a minha calcinha e começou a esfregar o meu grelinho com uma mão e com a outra enfiou dois dedos de uma vez na minha xota. Eu consegui, depois de muito esforço, abrir o cinto dele (sim porque eu não estava nem me coordenando mais) e tirei o pau dele para fora e comecei bater uma punheta gostosa que fez ele começar a gemer. Pedi que ele me avisasse quando estivesse prestes a gozar (a essa altura eu já tinha gozado) e ele me avisou.

Nisso ele me virou de costas, me encostou de novo na parece e penetrou aquele pau gostoso (grosso e grande, uma delícia…) na minha buceta enquanto beijava, lambia e mordiscava de leve o meu pescoço e com uma mão me masturbava e com a outra apertava meus seios chegando quase a machucar. Ele começou enfiando devagar e depois aumentando a velocidade do vaivém.

Eu não estava mais me controlando e comecei a a gemer morrendo de medo que passasse alguém por ali, ao contrário do meu namorado que não estava nem um pouco preocupado com isso. Com os meus gemidos ele ficou mais excitado ainda gozando horrores na minha buceta. Não fiquei satisfeita com a transa tendo que também cair de boa naquela vara deliciosa. Fiz um boquete digna de uma mestra no assunto, isso que foi a primeira vez que eu fiz. Comecei chupando as bolas dele, depois lambia toda a extensão do pau, por toda a circunferência deixando a cabeça para o final para deixar ele maluco. Quando cheguei na cabeça, lambi ao redor da glande bem demoradamente e comecei a chupar. Primeiro devagar, depois com mais força e não demorou muito para ele gozar na minha boca.

Ele achou que era injustiça só ele receber sexo oral e meio que em levantou para alcançar a minha boceta. Ele começou beijando a virilha e depois a parte de dentro das coxas, passando para os grandes lábios e enfiando a língua com tudo lá dentro. Depois disso começou a chupar e lamber o meu clitóris e eu quase desmaiei de tanto prazer. Nisso eu gozei pela terceira vez.

Com o trabalho lingual que meu namorado me fez, ele ficou com o pau duro de novo. Dessa vez ele me comeu de quatro. Não acredito até hoje que fizemos essas loucuras todas em frente à minha casa, mas são essas coisas perigosas que nos deixam mais excitados.

HUNSAKER.

A SANTA E O SERVENTE… (Paciente 213652)

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Acontece que sou loira descendente de pais germânicos em Niterói .
Na sexta feira, meus pais foram viajar e me deixaram em casa pois eu tinha que estudar para a prova de matemática na segunda.
Mas eu não estava sozinha na casa…
O jardineiro ficou fazendo uns trabalhos pro meu pai enquanto eles estavam fora (final de semana todo).
Logo que meus pais saíram notei que ele me olhava diferente, com um jeito estranho parecia que queria algo…
Entrei para dentro e comecei meus estudos no quarto, mas a matéria foi ficando chata…então decidi navegar na net, procurei imagens de animais para por de plano de fundo no meu notebook.
Digitei gatinho para ver se aparecia filhotes ou coisa assim, porém a página abriu com imagens de sexo foi quando me senti estranha, meu corpo se aqueceu e aquilo nunca tinha acontecido comigo antes…
Minha curiosidade foi crescendo mais e mais foi quando cliquei nas imagens e de click em click fui para numa página chamada retumbe ou coisa assim…
Assisti algumas cenas e percebi que minha calcinha havia ficado molhada…o calor foi aumentando e decidi abrir a janela para diminuir o calor…
Ao abrir a janela, avistei no quintal o jardineiro que percebendo que eu estava olhando tirou o pênis para fora fingindo que estava com vontade de fazer xixi…
não pude evitar de olhar como era grande, na verdade eu nunca tinha visto um homem ao vivo como ele (moreno, cabelo curto e olhos castanhos escuros).
Sai da janela rápido, a internet ainda estava lá e comecei a olhar as imagens e me tocar por debaixo da roupa. Meus seios estavam duros, e minha calcinha estava humida…meus dedos corriam por cima dela e eu sentia vontade de algo que ainda não sabia o que era… pequei o celular e comecei a esfregar entre as pernas sem parar foi quando ouvi uma batida na porta do quarto…
Era o jardineiro que entrava de supetão sem camisa e percebi um enorme volume entre as pernas…
Ele me pediu se eu poderia arrumar um copo de agua para ele com um olhar sacana…
Eu disse que poderia e meio envergonhada fui até a cozinha pegar agua e quando voltei ele estava na minha cama totalmente nu massageando seu pênis de mansinho.
Olhei para ele querendo xingar ou expulsar mas estava louca para fazer alguma coisa, me sentia uma vadia por aquilo, mas desejava tocar o corpo daquele homem….
Chequei perto com timidez, ele pegou o copo de agua e molhou o dedo dentro passando em seguida nos meus seios por cima da roupa… eu disse que não queria por que eu era muito nova para ele e quando virei para sair do quarto ele me abraçou por traz e me fez sentir seu pênis ereto e rígido pressionando meu bumbum.
Beijou meu pescoço tirou meu sutiã de leve e me jogou com força na cama se aproximando rápido e me fazendo sentir o gosto do seu pênis que ele empurrava na minha boca sem parar e com muita força.
Eu estava adorando e me tocava cada vez mais até que ele percebeu que eu de olhos fechados não aguentava mais de tesão e abriu de uma vez só minhas pernas e colocou devagarinho a cabeça do pênis… eu sentia dor e gemi por um instante, mas pedi que ele continuasse…
Ele então colocou tudo de uma vez só e bombeava seu pênis com tanta vontade que eu achei que ia morrer de prazer…
Em cima de mim e suado bombeando com força e enfiando os dedos por traz, me chupava os seios, eu gemia como nunca fiz na vida e ele enfiava fundo com vontade me chamava de vadia e pedia se eu queria mais…
Eu respondia que sim e quando me dei por mim ele enfiava cada vez mais forte até que eu gritei de tesão e prazer gozando forte nele, eu gritava e me contorcia de prazer…
Eu nem podia respirar de tanto tesão foi quando ele disse pra mim abraçar forte nele que ele ia gozar dentro de mim com força…
Eu ainda estava louca de prazer foi quando senti jatos fortes dentro de mim…
Entra e sai, entra e sai e escorricha pela minha bucetinha molhada, escorria pela virilha e coxa e molhava meu cuzinho… quase desmaiei nesse dia…
Hoje a noite ele disse que vem de novo e quer me comer por traz e vai me chupar também… disse que quer me comer com mais força…
Só de pensar já fico toda daquele jeito…

IGOR HUNSAKER.