Mês: junho 2019

Como era minha primeira vez, não sabia muito bem o que esperar…

PACIENTE 28619-5

Nem contei pra vocês a minha última grande aventura online! Foi há uns seis meses, quando eu descobri a existência do Chatroulette. Vocês conhecem? É um site que arruma pessoas pra você conversar via vídeo e voz na internet, de maneira totalmente aleatória. Eu fiquei fascinada com as possibilidades quando me contaram e não perdi tempo, acessei no mesmo dia.

Como era minha primeira vez, não sabia muito bem o que esperar, peguei um chardonnay gelado e sentei na frente do notebook toda arrumadinha, com cabelos soltos, caindo pelos ombros, mas sem tapar meu generoso decote, claro. Ou vocês achavam mesmo que eu perderia a chance de me exibir para um completo desconhecido?

Primeiro apareceu um menino de 12 anos, melhor não. Cliquei em next. Apareceram duas amigas, meio novinhas também. Até poderia ser, mas fiquei tentada a ver o que mais o Chatroulette me proporcionaria. Next. Apareceu um rapaz moreno, nariz grande, boca fina, olhar curioso. Me deu oi em inglês e eu respondi perguntando de onde ele era. Era francês e se chamava Luc. Tinha 35 anos e, como eu, entrou no site pelo mesmo motivo: curiosidade de principiante.

Conversamos um pouco e fiquei sabendo que ele era vendedor de uma indústria farmacêutica, que apesar de ser francês estava em um hotel em Londres e que estava frio demais pra sair, ainda mais sozinho. Eu contei pra ele que estava em casa, morava sozinha e era escritora.  Ele ficou interessado e me perguntou mais sobre o assunto. 

´Mas nada impede de você ter um vídeo de making of feito especialmente pra você…´. Foram palavrinhas mágicas pro francês. Eu me levantei, peguei o controle remoto, liguei o som e o CD do Portishead começou a tocar. Já não ouvia mais o que ele dizia, só prestava atenção à imagem para ter certeza de que estava enquadrada. Eu estava com um vestidinho azul, bem à vontade. Curto, justo nos seios e rodado. Ele conseguia me ver quase inteira, da cabeça aos tornozelos.

Comecei a dançar, mexendo meus quadris devagar, sentindo a música, alisando meu corpo por cima da roupa. Virei de costas pro notebook e passei as mãos no meu bumbum enquanto o empinava, por cima do vestido e o puxando de vez em quando, mostrando uma nádega vez ou outra. Voltei pra perto do computador, aproximei meus seios da câmera enquanto os apertava e apalpava com as minhas mãos pequenas, que mal dão conta de segurá-los inteiros. Nessa hora pude ver que ele já estava se tocando, se enquadrando de modo que eu podia ver que ele estava duro de tesão.

Filmando só da cintura pra cima baixei um ombro do vestido, depois baixei o outro, sem mostrar os seios virei de costas devagar, dei três passos, olhei pra trás e levei o vestido até os tornozelos, apontando meu bumbum pra câmera e mostrando minha calcinha preta fio dental. Levantei devagar, passando a mão pela parte de trás da coxa, alisando minha bunda, rebolando ao som da música. Eu agora estava só de calcinha e aproveitei que quem comandava o show era eu, pra fazer um mistério antes de mostrar os seios. Brinquei com a calcinha, apertei meu bumbum, mostrei ao francês a ginga que a mulher brasileira tem.

Virei de frente e fui mais perto, pra que ele pudesse ver em detalhes meus seios, meu mamilo rosado, a forma como ele se molda à mão. Apertei meus biquinhos e encarei o Luc. Mesmo estando em outro continente, eu sentia a energia sexual fluindo entre nós dois. Estava já muito excitada com aquele desconhecido se masturbando pra mim. Me afastei do computador, brinquei um pouco com os elásticos da calcinha, fazendo ela roçar no meu clitóris, me dando um aperitivo do que logo me proporcionaria. Nessa hora me dei conta de que se eu queria continuar meu show mas me divertir muito também, ia precisar ficar mais confortável. ´Luc, vem comigo´. Peguei o notebook no colo e levei até o sofá que fica ao lado. Mirei a câmera pra cima de modo que ele me visse tirando a calcinha de perto.

Estava nua e toda molhadinha. Me toquei e fiquei arrepiada. Ele me olhava com atenção, enquanto eu via que seu pinto pulsava. Coloquei um pé no sofá e nessa hora ele pode me ver todinha. Eu estava toda depilada e ele tinha visão de cada dobrinha minha. Comecei a me massagear devagar, com um dedo, passando de leve por cima do clitóris. Eu gosto de começar devagarinho e ir aumentando a intensidade aos poucos, até pegar um dos meus vibradores e urrar de tesão. Mas dessa vez eu decidi que seríamos só eu e Luc. 

Deitei no sofá e abaixei a tela do notebook, assim era como se ele estivesse deitado entre as minhas pernas. Brinquei com um dedinho, dois, coloquei um dentro, depois dois… Estava muito molhada e minha mão deslizava pra dentro e pra fora tranquilamente. Coloquei o terceiro dedo e aí a intensidade do meu movimento era maior. Vi que nessa hora o Luc também começou a caprichar mais nos movimentos dele também. Eu gemia alto enquanto minha mão entrava, saía e pressionava meu ponto G. Quando senti que estava quase gozando, mantive o dedo indicador dentro, pressionando, e com o polegar estimulei meu clitóris.

Foi tiro e queda, gritei de tesão. Fiquei tão fora do ar que chutei o notebook pra fora do sofá. A notícia boa é que o tapete é fofo e não aconteceu nada com o computador. A má é que nesse acidente, o Internet Explorer fechou e eu nunca mais vi o Luc…

Eu, sinceramente, nem lembro se provei a calça ou não.

PACIENTE 28619-4

Estava precisando fazer umas comprinhas e, como meus amigos não têm o horário de trabalho flexível como o meu, me aventurei sozinha no shopping. Dei umas voltas até encontrar algo de interessante em uma vitrine dessas lojas de departamentos mais chique. Entrei e estava olhando as araras quando algo me chamou a atenção.

Era uma cabeleira ruiva alaranjada, visivelmente natural. Escorrido até o meio das costas, seguido de uma cinturinha e um bumbum empinado, lindo, delicioso, em um corpo esguio. Me peguei imaginando como ele deveria ser por debaixo daquele jeans apertado enquanto alisava uma blusa de cetim. Voltei a mim quando ela estava virando na minha direção. Melhor disfarçar, Sté. Continuei andando pelas araras, mas agora prestando mais atenção onde aquela deusa de pele de mármore ia do que nas roupas em si.

Não demorou muito pra ela perceber que eu a estava devorando com os olhos e, por incrível que pareça, ela passou a demonstrar interesse por mim. Trocamos alguns olhares, aqueles olhos castanhos amendoados e grandes… Cheguei a ver até um sorrisinho em seus lábios finos rosados. De repente fui abordada por uma vendedora que quis saber o que eu buscava. Disse que não sabia, ela realmente me pegou desprevenida e, quando procurei de novo aquela pin-up moderna, ela havia sumido de vista. Bom, já que estava na loja, peguei o meu número da calça que havia gostado e fui para o provador.

Ao entrar no corredor do provador, a cabeleira ruiva, acompanhada dos olhos amendoados e todo o resto daquele rosto de anjo, apareceram por detrás de uma cortina. Ela sorriu e perguntou meio sem jeito: ´Oi, você pode fechar o zíper do vestido pra mim?´ e afastou a cortina pra me mostrar suas costas nuas dentro de um vestido florido de cores suaves totalmente aberto até a cintura. Fiquei sem ar e sussurrei um ´Sim, claro!´. Larguei a calça no chão e fui até ela. Não resisti e peguei o zíper de maneira que meu dedo roçasse pelas costas dela, observando as suas curvas e sua nuca exposta, cheirosa. Subi devagar o feixe, me deleitando com as faíscas que saíam da minha pele ao sentir como ela era sedosa e quente. Percebi que ela ficou arrepiada com meu toque. 

´Pronto, fechado´, e sorri. Ela se olhou no espelho, respirou fundo e virou de frente pra mim, que estava atônita como ela tinha ficado maravilhosa, como os seios dela, nem grande nem pequenos, estavam lindos no bojo do vestido. Ela fez uma cara sapeca e perguntou ´O que você acha? Ficou bom?´. ´Lindo!´. ´Obrigada… Eu me chamo Gabriela´ e estendeu a mão pra mim. ´Prazer, Gabriela, sou Mara´. ´Bacana! Escuta, você topa tomar um café… Quer dizer, depois que você provar sua calça?´. Por dois segundos eu esqueci completamente de onde estava e do porque estava ali, aí caiu minha ficha. ´Ah! Sim, claro, vamos sim. Vou provar rapidinho…´ e já ia saindo (correndo, ansiosa), mas um novo pedido dela me impediu: ´Você abre o vestido pra mim antes?´. Mas é claro! Abro, tiro e faço qualquer coisa que você quiser, eu pensei. Mas só abri o vestido, aproveitando pra tocar mais um pouco a pele aveludada da Gabi… Ela agradeceu com um sorriso e fechou a cortina me dizendo pra encontrar com ela no caixa.

Eu, sinceramente, nem lembro se provei a calça ou não. Quando vi estava ao lado dela no caixa, esperando ela passar o cartão. Fomos num café no shopping mesmo. Fiquei hipnotizada por tudo que a Gabi me contava, mas principalmente, por como ela se movia, sorria, passava a mão no cabelo e por como ela discretamente me tocava sempre que podia. Eu também não pude perder a minha chance de tocar no cabelo dela, na mão, no joelho. Eu não tinha ideia do que iria acontecer depois do café, só sentia que tinha que aproveitar aquela visão o máximo que podia. Quando terminamos o café, estávamos tão envolvidas uma pela outra que ir pra casa dela soou tão natural quanto pagar a conta.

Ela morava perto do shopping, mas fomos no meu carro porque eu previa que a visita iria demorar mais do que o estacionamento permitiria. Entramos no apartamento dela, lindo, arejado, cheio de flores, com um sofazão branco na sala e ela perguntou se eu queria algo. Eu disse que não, parada em pé no meio da sala. Ela ficou séria e se aproximou, tocou meu rosto com os dedos finos e nos beijamos docemente. Ela tinha um gostinho doce na boca, mesmo depois do café, e o cheiro dela me deixou tonta. Nossos corpos se aproximaram e minhas mãos começaram a tocar nela, primeiro por cima da roupa e depois por baixo da blusa. Ela continuava sem sutiã… Enquanto isso, a Gabi me pegava pela nuca com uma mão e com a outra puxava meu vestido pra cima. Foi só sentir a mão dela apertando o meu bumbum que meu instinto animal despertou. Ofegante, me soltei dela, arranquei meu vestido fora e em seguida a blusa dela e a calça jeans. Meu deus, como ela era perfeita. Toda branquinha, os mamilos rosados naqueles seios que cabiam quase inteiros na minha mão, a cinturinha exposta e a calcinha de renda branca completava a visão.

Beijei e apertei os seios dela enquanto ela tirava meu sutiã e depois nos agarramos no sofá. Nossos corpos colados, quentes, macios, se entrelaçando. Deitei por cima da Gabi e comecei beijando sua boca, depois o pescoço, o seio direito, o esquerdo, a barriga, até chegar na calcinha. Ela gemia baixinho, um sussurro de prazer. Brinquei com meus dedos no elástico da calcinha dela e depois fui tirando devagarzinho. Ela roçou as pernas em mim e abriu devagar. Eu vi seus pelos pubianos, os poucos que estavam lá, todos ruivinhos também. Fiquei encantada e beijei muito ao redor deles. Não tive medo de lamber ela todinha e a cada gemido alto dela, eu ficava com mais vontade de dar todo o prazer do mundo à Gabi. Coloquei meus dedos dentro dela e senti seu corpo se contorcer de prazer. Eu beijando entre suas pernas e ela me devorando com os olhos. Vi seus olhos revirando e ela gritar de prazer quando gozou na minha boca. 

E aí foi a vez dela me deixar louca. A Gabi me fez sentar na beirada do sofá e se ajoelhou na minha frente. Primeiro deu longos beijos nos meus seios, apalpando-os com vontade e beliscando o mamilo que não recebia suas chupadas gulosas. Depois desceu e eu pude sentir sua boca quente me beijando com vontade. Seus dedos me penetrando, enquanto sentia sua língua me percorrer. Olhar ela ali, disposta a me dar todo o prazer que eu podia sentir me fazia ficar mais louca ainda de tesão. Como era gostosa! Deliciosa! Quente! Peguei ela com força pelos cabelos e quase tive uma convulsão durante o orgasmo.

Depois dessa sessão de beijos, deitamos agarradinhas, nos beijamos muito na boca enquanto nossos dedos brincavam uma na outra. Ficamos horas sentindo o calor de nossos corpos… Fui embora a noite, depois de muitas ligações perdidas do melhor amigo gay pra ir jantar. Com a Gabi, combinei de nos ligarmos em breve pra fazer compras e tomar outro café.

Agradeci com um sorriso, beijei seus lábios finos e fui embora relaxada e feliz.

PACIENTE 28619-3

Era o típico caso de ´acordei com o pé esquerdo´. Primeiro, pra que tanta chuva, senhor do céu? Era o próprio dilúvio acontecendo. Acordei atrasada, não consegui tomar da café da manhã direito, fui tomar banho e escorreguei no box, só pra começar. Depois, com dor na lombar pelo quase-tombo, tive que abrir o portão de casa no braço porque a chuva causou algum tipo de curto-circuito nele. Pra continuar com pouca zica, lógico que por causa da chuva o trânsito estava infernal, não tinha lugar pra estacionar e eu cheguei mais de meia hora atrasada na reunião com a editora.

Saí do encontro esgotada e ainda não era nem meio-dia. Alguma coisa precisaria ser feita para:

1) fazer minhas costas pararem de doer;
2) relaxar.

Meu humor estava tão ruim que decidi passar numa farmácia e comprar tudo o que o farmacêutico achasse conveniente para o meu caso. Por azar (agora acho mais que foi sorte), um imbecil havia me prendido na vaga onde estacionei. Não tinha jeito de tirar o carro de lá! Entrei bufando no primeiro lugar que vi e, vejam só!, era um Day Spa. 

O recepcionista, um rapaz magro e alto de uns 24 anos, pele branca e olhos verdes, me disse sorrindo: olá, posso ajudá-la?. Foi um choque de realidade aquela simpatia toda perto do meu drama pessoal. Eu estava começando a formular o que diria a ele quando entrou na recepção um homem alto, forte, com as feições orientais e mãos grandes, vestido todo de branco. Na hora, meu alerta acendeu: ´ele pode resolver meu problema´.

Ele entrou atrás do balcão e foi olhar no caderno à frente do recepcionista. Eu me aproximei, tentando não olhar fixamente os bíceps do homem de branco, e comecei: ´Oi… Eu queria saber se tem algum horário pra fazer uma massagem…´ e aí o telefone tocou. O gatão de branco sorriu, com dentes branquíssimos, pro recepcionista enquanto o rapaz prosseguiu: ´Que tipo? A senhora já conhece nosso Day Spa?´. Comecei a explicar que havia dado um mau jeito durante o banho quando o samurai que pedi a Deus voltou. ´Eu posso atender você, era a cliente de agora dizendo que está presa no trânsito…´, disse ele, enquanto saía de trás do balcão sorrindo pra mim e apontando para o corredor.

Fui flutuando até a sala (na medida do possível pro meu corpinho temporariamente danificado). Senti que ele me media com os olhos enquanto dizia pra eu entrar na terceira porta à direita. Era uma sala comum de massagem. Uma maca, tudo muito branco, decoração em tons pastéis, cheirinho de lavanda, um balcão, um cabideiro. Ele me deixou sozinha na sala, dizendo pra eu ficar a vontade e deitar na maca de bruços, que ele já voltava.

Bom, ficar a vontade é um termo bem amplo e eu decidi que iria testar o limite do aceitável. Tirei a jaqueta, o par de botas, a blusinha, a legging, as meias e deitei na maca só de calcinha preta rendada. Com o máximo do meu pudor, tapei só o bumbum com a toalha que havia em cima do balcão. Pareceu ensaiado, pois foi só eu encaixar a cabeça no buraco da maca que ele entrou.

Ouvi que ele abriu a portal, demorou um pouco pra fazer qualquer movimento e, em seguida, a fechou de súbito. Vi seus passos excitantes se aproximando da maca enquanto soltava um suspiro profundo. ´Bom… é… onde você, digo, a senhora disse que estava com dor mesmo?´, ele perguntou com a voz um pouco trêmula. ´Bem aqui nessa região´, eu respondi apontando pra área um pouco acima da minha bunda, e continuei ´mas se você puder massagear todo o resto também, eu agradeço. Estou tendo um dia péssimo…´. ´Sim, claro. Como é seu nome pra eu colocar aqui na ficha?´, ´Stephany, com ph e y´, ´Certo, Stephany, meu nome é Márcio… Você prefere que seja forte ou fraco? Digo, a massagem forte ou fraca?´. ´Pode me apertar com vontade, Márcio´. Ele soltou um ok animado e senti suas mãos quentes, grandes e fortes apertando meu pé direito.  

 Ele começou apertando a planta do pés de maneira firme e forte, com as mãos levemente oleosas. Eu comecei a ficar toda mole. Ele massageou meus dedinhos do pé e meu tornozelo antes de ir para o outro pé. Senti a mão dele ficando mais quente à medida que ele me massageava. Da minha parte, não pude evitar ansiar pelo toque dele em outras partes do meu corpo. Depois de devidamente massageados os pés, ele subiu suas atenções para as panturrilhas e coxas. Seus primeiros movimentos nas minhas pernas foram uma delícia. Me apalpando com vontade, fazendo movimento circulares, pra cima e pra baixo, no limite da toalha. Eu respirava mais fundo cada vez que suas mãos se aproximavam da dobra do meu bumbum. Que mãos que esse homem tinha! Quando achei que era a vez do bumbumzinho, ele veio me massagear os ombros.

Eu via seus pés pelo buraco da maca e sentia as mãos dele apertando meus ombros, meu pescoço, depois os ombros de novo e mais para os meios das costas. Estava muito gostoso e tive uma vontade louca de retribuir apertando ele também. Fiquei em dúvida e, enquanto pensava se devia ou não, retraí as mãos e ele parou: ´Está tudo bem, Stephany? Dói em algum outro lugar?´. ´Não, Marcio, tá ótimo…´, respondi quase num suspiro. Ele, então, começou a massagear meu couro cabeludo. Fui aos céus! Sentir aquelas mãos grandes no meu crânio, massageando, mexendo nos meus cabelos, foi hipnótico. Fiquei toda arrepiada, da cabeça aos pés, e dei uma geminidinha baixa, mas tive certeza de que ele ouviu pelos movimentos que ele passou a fazer depois disso. 

Ele saiu da ponta da maca e veio parar ao meu lado, na altura onde estava a minha dor. Minha mão estava apertando a beirada da mesa e, ao mesmo tempo que senti aos mãos quentes dele apalpando a região que doía, algo tocou meus dedos. Era o tecido da calça dele, roçando na minha mão. Ele deu leves apertadas na minha lombar, perguntando onde doía e eu mal conseguia me concentrar no que ele estava fazendo em mim quando sentia que ele aproximava ainda mais a sua virilha da minha mão. Respondi com gemidos mais ou menos fortes às perguntas dele e abri minha mão, com a palma pra cima, tentando decifrar o que ele faria com ela ali, pronta pra receber o que ele quisesse colocar nela. 

Márcio colocou as pernas ao redor da minha mão e eu peguei nas suas bolas. Pude sentir que ele já estava um pouco duro, mas continuou me massageando da mesma maneira, mesmo quando eu comecei a massageá-lo também. Com a outra mão livre, puxei a toalha pro chão e ele pode ver meu bumbum, apenas com a calcinha fio dental preta, todinho pra ele. A massagem que eu estava recebendo foi interrompida por alguns poucos segundos e recomeçou nas minhas nádegas. Eu, agora, buscava fazer o meu melhor por cima da calça dele, sem sair da posição que estava.

Depois de apertar meu bumbum com as mãos, foi a vez da boca dele me massagear. Ele beijou delicadamente uma nádega, depois a outra. Passou a língua por uma dobrinha, depois a outra. Eu ofegava alto, aguardando ansiosamente por cada novo beijo dele. A língua dele passou a percorrer mais embaixo, tentando alcançar a virilha. Eu abri levemente a perna, ele puxou o fio da minha calcinha pro lado e colocou sua língua o mais fundo que conseguiu. Dei um gemido forte e ele disse ´shhhhh! não se mexa!´ ao mesmo tempo que parou a massagem. Achei que a sessão acabaria ali, mas ouvi barulho da chave sendo virada na fechadura. 

Senti a respiração dele no meio das minhas coxas de novo, se aproximando do bumbum e não consegui evitar de empiná-lo um pouquinho enquanto ele tirava a minha calcinha. Nessa hora eu já não sentia mais dor nenhuma, só queria sentir ele me lambendo toda com a sua língua macia. Ele entendeu minha linguagem corporal e caiu de boca em mim, com vontade. Sua língua me penetrava, me lambia de cima abaixo, de um lado ao outro. Suas mãos me apertavam e me puxavam em direção à boca. Ficar em cima da maca parada começou a ficar muito difícil e, antes que eu conseguisse mudar de posição, como um ninja, senti-o me penetrando gostoso.

Fiquei de quatro na maca enquanto ele encaixava perfeitamente em mim. Eu estava muito molhada e ele deslizava pra dentro e pra fora, lentamente, com calma. Olhei pra trás enquanto ele me penetrava e vi que ele também estava de joelhos na maca. Ele sorriu e me deu um tapinha na bunda quando meteu mais forte. E de novo mais forte, e de novo. Eu queria gemer alto, gritar, mas só gemia baixinho e me mordia enquanto ele colocava tudo dentro. A maca começou a balançar muito e, com apenas um braço, ele me pegou pela cintura e me puxou pra beirada. Deitei de frente pra ele, com as pernas em seus ombros e ele as abraçou enquanto continuava me penetrando com firmeza. Nem muito rápido, nem muito devagar. 

Nessa posição, olhei nos olhos puxados dele, belisquei um dos meus seios com uma mão e coloquei a outra entre as minhas pernas, me masturbando enquanto ele metia. Eu me sentia muito molhada, estava excitada demais e não demorei muito pra ter os meus segundos inconscientes durante o orgasmo. Fechei os olhos e minhas pernas começaram a tremer. Ele me sentiu gozando, meu corpo tenso pelo gozo e começou a penetrar mais forte e mais rápido. Eu o encarava enquanto ele fazia movimentos mais intensos, rápidos, firmes, fortes, sempre entrando mais e mais, até gozar. Quando terminou, ele estava todo vestido, suado, apenas com as calças abaixadas e as mãos apoiadas ao lado do meu corpo. Ele se endireitou, me olhou e sorriu enquanto se arrumava. 

Eu sentei na beira da maca e falei: ´Muito relaxante essa sessão, Márcio. Parabéns! Estou me sentindo ótima!´. Ele soltou uma risada gostosa e respondeu: ´Não conta pra ninguém, porque esse tipo é exclusividade pra você, Stephany…´

Agradeci com um sorriso e comecei a me vestir também. Ele ficou quieto, encostado no balcão, observando eu colocar minhas roupas. Quando terminei, ele me entregou a ficha: ´Você sabe que se eu não cobrar o recepcionista vai ficar muito desconfiado, né?´. ´Sei, sim´, respondi. ´Mas ó, pega meu cartão e me liga, que eu te faço uma massagem mais especial ainda, a domicílio´. Agradeci com um sorriso, beijei seus lábios finos e fui embora relaxada e feliz. 

Sim, levei bolo da minha amiga…

PACIENTE 28619-2

Combinei de ir ao cinema com a Gabi pra depois jantarmos “uma coisinha gostosa” e eu fui toda faceira pro shopping. Nem sei qual filme ela tinha escolhido pra gente ver, comprei os ingressos pra sessão das 16h, como ela havia me dito, e fiquei esperando a ruiva mais gostosa do pedaço. Estava lá uma hora antes, ansiosa pelo encontro, e me sentei em um café logo em frente ao cinema. Pedi um expresso e, enquanto começava a minha espera, fui olhar meu celular. Tinham três chamadas não atendidas e uma mensagem de texto da Gabi avisando que não poderia me encontrar por causa de uns imprevistos. 

Fiquei chateada e comecei a olhar ao redor, pensando no que eu faria. Foi aí que eu reparei no rapaz sentado na mesa em frente. Ele tinha a pele morena e os cabelos negros e lisos, curtos. Devia ter ascendência indígena. Estava mexendo no smartphone e pude perceber seus dedos fortes. Pude ainda ver que ele era um típico gordinho delícia, com pés grandes. Não que eu acredite nessa besteira, mas atiçou minha imaginação. Foi só aí que ele desgrudou os olhos da telinha do celular e me encarou. Eu sorri, assumindo que, sim, era culpada por estar tarando ele em pleno café do shopping. Ele sorriu de lado, cúmplice do meu assanhamento.

Desviei o olhar pra ver se tinha mais alguém reparando em nós, e estavam todos entretidos demais com suas vidas. Voltei meus olhos pros olhos castanhos dele, que continuavam a me observar. Fiz sinal com a mão pra ele se juntar a mim. Ele deu uma risadinha safada e levantou, vindo em minha direção. Pude vê-lo melhor. Calça jeans, tênis, camiseta. Devia ter 1,75cm e era realmente um gordinho delícia. Daqueles que exalam charme pelo amor à cervejinha com os amigos. O rosto largo e a boca carnuda davam todo o toque especial ao restante do corpo.

“Oi, tá sozinha?”, ele chegou perguntando.

“Sim, levei bolo da minha amiga… Senta comigo. Meu nome é Stephany e o seu?”, estendendo a mão pra ele.

Ele apertou de volta, puxou a cadeira, sentou e só aí respondeu: “Ronaldo. Sou o Ronaldo. Que pena sua amiga, hein. Vocês iam fazer o que? Umas comprinhas?”.

Ri por dentro de como a pergunta ingênua dele tinha um duplo sentido quando se tratava da Gabi.

“A gente ía no cinema, mas ela não vai poder vir…”, falei fazendo carinha de cachorro sem dono.

“Nossa, que pena… Que filme vocês iam assistir?”, ele perguntou.

Eu estendi os ingressos pra ele, “esse”, já com o plano todo pronto na minha cabeça.

“Poxa, você já tinha até comprado pra ela…”, ele disse.

“Pois é, uma pena. Você não é a fim de ver comigo?”, convidei. Ele pareceu pensativo, mas aceitou.

Conversamos um pouco sobre amenidades. Ele estava de bobeira, tinha ido ao shopping comprar presente para uma sobrinha. Falamos sobre ser tios, mesmo eu não tendo nenhum sobrinho de sangue, ser tia dos filhos das amigas é quase a mesma coisa. Ele achou engraçadinho o meu jeito despachado e meio piadista. Eu achei ele todo engraçadinho também. Tava rolando um clima, um flerte gostoso e de repente já estava na hora da sessão. Ele nos comprou uma pipoca e eu comprei uma água com gás. Entramos na sessão, quase vazia e fomos até as cadeiras mais no fundo da sala. Ele sentou do meu lado direito e trocamos mais algumas frases até começar o filme.

As luzes apagaram por completo. Ronaldo colocou um braço ao redor do meu ombro e, com o outro, encaixou a pipoca entre as pernas, comendo ocasionalmente. Achei providencial ele ter colocado a pipoca justo ali, coladinho na virilha. Peguei pipoca uma vez, duas, três… Na quarta vez, ops, acabei pegando em outro lugar. Olhei pra ele com cara de quem tinha aprontado, mas não tirei a mão de lá e ele colocou a pipoca na outra poltrona. Uma das mãos continuou no meu ombro e a outra me ajudou a abrir a calça dele. Quando enfiei a mão por dentro da cueca e o peguei, ele já estava duro. Masturbei o Ronaldo com toda a minha técnica, apertando o suficiente, com movimentos vigorosos pra cima e pra baixo. Ele recostou a cabeça na poltrona e deu umas ofegadas gostosas. Depois de algum tempo, quando saiu do transe, ele tirou a mão do meu ombro e a colocou por baixo do meu vestido, indo até o fundo.

Eu abri levemente a perna, ele afastou minha calcinha pro lado e com seus dedos grossos massageou meu clitóris suavemente. Ficamos nos tocando, um estimulando o outro e a intensidade aumentando proporcionalmente. Quanto mais forte eu batia pra ele, com mais vigor ele me masturbava e me penetrava com os dedos.

Sentia ele tão duro e pulsante na minha mão que não pude resistir a cair de boca nele. Escorreguei pela cadeira até ficar de joelhos no chão e fui assim abaixada até a sua frente. Puxei a calça e a cueca um pouco pra baixo e comecei a beijar sua barriga, depois mais pra baixo, quase na virilha. Dei um beijo molhado na cabecinha, antes de colocá-lo quase inteiro na minha boca. Ele era bem dotado e eu estava com uma vontade louca de engolir ele inteiro. Alternei chupadas mais leves com algumas bem gulosas e eu podia ver a cara de satisfação dele nas cenas mais iluminadas do filme.

Com uma das mãos, massageava as bolas dele e com a outra fazia movimentos circulares enquanto o chupava. Sentia ele ficando mais e mais duro dentro da minha boca, enquanto eu o lambia e chupava. De repente, sua mão me pegou pela nuca, coloquei ele todo na minha boca e senti seu jorro quente na minha garganta. Engoli todo o gozo e continuei indo e voltando com minha boca molhada, até ele relaxar por completo. Voltei pra minha cadeira e passei a fingir interesse no filme, esperando ele voltar para a realidade.

Não demorou nem 10 minutos pra eu sentir a mão dele deslizando novamente pelo meu joelho, coxa, virilha, clitóris. Quando ele chegou lá, eu já estava de pernas abertas na cadeira, ansiosa pelo toque quente e firme dele. Sentia que estava inchadinha e os dedos dele me massageando e penetrando me deixavam cada vez mais louca de vontade de sentar em cima dele ali mesmo. Comecei a ficar molhada demais e achei melhor tirar a calcinha de uma vez. Ele aguardou e voltou a enfiar seus dedos em mim. Três de uma vez. Eu estava me contorcendo na cadeira, praticamente sentando em cima da mão dele. 

Foi nessa hora que vi que ele também estava se tocando e não resisti. Sentei no colo dele, virada de frente pra telona. Estava passando um dia lindo de praia no filme e toda aquela luz me iluminava enquanto eu cavalgava no Ronaldo dentro da sessão de cinema. Sentir aquilo tudo entrando e saindo de mim me fez perder a razão. Era uma sensação deliciosa sentir ele me penetrando tão molhada. Nem percebi quando um lanterninha do cinema chegou ao nosso lado. Tudo o que eu me lembro foi do Ronaldo me tirando de cima dele e o cara ralhando com a gente aos sussuros berrados, nos mandando sair já. Peguei minha bolsa, dei tchau pro Ronaldo ali mesmo e fui embora correndo pra casa. Sem calcinha.

Mas eu agora não sou mais uma menininha…

PACIENTE 28619

Desde que eu vim pra Floripa, pra fazer a quinta serie, eu e minha melhor amiga Denise criamos uma tradição: sentar num banquinho da Beira Mar pra ver a corrida dos milicos. Lá no sul a gente chamava de brigadianos, mas a De me ensinou desde o começo que em Floripa eram os milicos. Qualquer que seja o nome, aquela onda homens bronzeados, músculos, lindos me dava arrepios desde sempre. A gente acordava cedo, colocava uma roupinha de jogging, sentava num banquinho e esperava “a banda passar”. A coisa toda era muito inocente, mas a gente morria de suspirar.

Depois eu fui morar fora, a ´tradição´ se perdeu, mas a lembrança vai ser sempre viva na minha memória.

Agora, anos depois, já adulta, formada, de volta a essa cidade que eu amo tanto, resolvi dar uma corridinha na Beira Mar outro dia de manhã. Juro que sem nenhuma intenção – JURO!!! Apesar de morar na praia, tinha uma reunião com um editor novo no centro da cidade cedinho. Depois tinha um almoço também no centro. Resolvi então levar uma roupinha pra correr nesse meio tempo.

Qual não foi a minha surpresa quando descobri que o horário deles mudou: estavam correndo às 10 da manhã. Quando, de longe, eu senti a vibração do peso de toda aquela testosterona no chão, tirei o i-pod depressa pra escutar e apertei os olhinhos pra enxergar. Lá vinham eles todos correndo num ritmo perfeito, aquela massa de homens fantásticos. Não tive como não me emocionar.

Mas eu agora não sou mais uma menininha, não ia sentar no banco e esperar. Resolvi empinar o peito e passar no meio deles, no sentido oposto. Sentindo todos aqueles olhares gananciosos em cima de mim, inebriada por aquele cheiro delicioso de suor com testosterona, preciso confessar que me senti tonta. E uma coisa (quase) inédita aconteceu: perdi o rebolado! Quando eu voltei daquele semi-transe induzido me dei conta que tinha tropeçado, torcido o pé e tava quase caindo.

Obviamente, aquele era o lugar perfeito pra quase cair: ao mesmo tempo em que senti a fisgada no tornozelo e a perda do equilíbrio, senti um sem número de mãos fortes me amparando. Meu Deus, que delícia!!! Quase desmaiei de novo, só pela diversão. O sargento – ou quem quer que fosse que estava no comando – autorizou então que dois deles parassem com os exercícios matinais pra ´me socorrer´.

Não sei se eles eram os mais bonitos, eles me pareciam todos lindos, mas eram duas estátuas gregas – com o perdão do clichê. Me colocaram sentada num banquinho – ah, se esses banquinhos falassem – e examinaram meu tornozelo cuidadosamente, muito calados. A cada toque de uma das mãos eu tinha um mini orgasmo. Eles me perguntavam se tava doendo, apertavam aqui e ali, comentavam que tava muito inchado, mas eu juro por Jah nos céus Rastafari que não conseguia sentir nada além de arrepios pelo meu corpo todo (em uma certa parte sobretudo) e o meu coração batendo tão forte que dava pra medir meus batimentos nas pontas dos cabelos. 

Como o quartel, ou brigada, não consegui me ater ao nome, ficava do outro lado da rua, resolveram me levar pra lá – o médico deles me examinaria. Eu fui andando (não que eles não tivessem oferecido pra me levar no colo, mas eu honestamente não ia perder a oportunidade de me segurar nos dois) e atravessamos a avenida assim, abraçadinhos. 

Na hora de me deixar no consultório do médico do exército, quando tive que me soltar daqueles dois fabulosos monumentos, quase chorei. Mas eles disseram que eu seria bem cuidada, que estaria em boas mãos. E assim eu pensei que terminaria meu relato – sem presente de Natal, me lembrando da Cássia Eller: “por ser uma menina má”. 

A minha desolação terminou no exato instante que a porta se abriu e a criatura mais surrealmente linda da biosfera surgiu diante dos meus olhos. Eu não sei se o exército brasileiro faz algum tipo de pré-seleção, mas a impressão que eu tive foi que qualquer ser que parecesse remotamente humano não estaria ali. E aquela coisa fantástica toda abre um sorriso desconcertante e pergunta: 

–  Machucou o pezinho?

Achei que ia desmaiar – juro! Então ele vem, me ajuda a levantar, passa meu braço ao redor do pescoço dele e me carrega até o consultório. 

Lindo, alto, charmoso, prestativo, provavelmente inteligente… não pude resistir. Enquanto ele fechava a porta ficamos de frente um pro outro, muito, muito perto – posição completamente não intencional. Mas aquilo foi demais pra mim. Eu já tava morrendo de tesão há horas, era muita informação. Não resisti, aproximei o meu rosto do dele um pouco mais, mas não beijei. Fiquei parada ali por um segundo, com o rosto grudado no dele, respiração ofegante. Foi a deixa dele. 

Ninguém conseguiu pensar em ética, Hipócrates, amor à pátria – nada disso. Falando por mim, eu não conseguia sequer pensar; só sentir. Sentia aquelas mãos habilidosas, mas ao mesmo tempo fortes – afinal, ele é, acima de tudo, um soldado – subindo pelas minhas costas, pela minha nuca, puxando o meu cabelo enquanto chupava os meus lábios com forca. A boca carnuda ia descendo pelo meu pescoço, me lambendo, me mordendo, me tirando do sério… eu entrei num transe tão profundo que quando percebi estava completamente nua em cima da maca, enquanto ele examinava cada pedacinho de mim. Eu saía do meu corpo e voltava. Ele também. De repente eu percebia que ele tava dentro de mim… tão dentro de mim que eu chegava a não saber onde eu terminava e ele começava. Cada vez que ele saía me dava vontade de implorar pra ele entrar de novo. Todo perfeito. Manhã perfeita. Corrida perfeita. Sexo celestial. 

Coloquei a roupinha justinha e ele me acompanhou até a rua, onde um táxi esperava – nada de dirigir por uma semana.

Enquanto a gente caminhava pelo jardim do quartel em direção à rua, subia – de volta do jogging – a tropa. Eles me olhavam de canto do olho, morrendo de vontade de virar a cabeça, mas afinal de contas eu estava acompanhada do sargento. 

Não consegui ir à reunião. Não porque não pudesse dirigir; não tinha condições psicológicas – nem vontade – de fazer mais nada naquele dia. Já em casa, abri uma garrafa de Proseco, sentei numa poltrona e passei o resto do dia com o olhar perdido no horizonte: deitada eternamente em berço esplendido, ao som do mar e à luz do céu profundo.

SER SANTA.

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Uma mulher só é santa quando o seu homem à olhar no rosto só ver um anjo

Porem…

Ao tela na cama,

Sentir as maiores tentações que só um demônios pode provocar…

Igor Hunsaker

Não tive dúvida, nem perdi tempo.

PACIENTE 21619-3

Mini férias no Vale Nevado. Nada como tirar uns dias de férias do meu dolce far niente aqui no paraíso ao sul do Brasil pra fazer coisas divertidas em outro lugar. Viajei sozinha, como quase sempre. Meus amigos têm que trabalhar, não podem simplesmente sair por ai subindo a Cordilheira dos Andes pra fazer snowboard e tomar drinks rodeados pela neve.

Viagem pra fazer esporte é uma coisa que eu adoro! E dessa vez pensei em fazer uma coisa diferente: passar 1 semana isolada na montanha, fazendo snow, lendo, escrevendo e bebendo. Nada de socializar muito com ninguém, nada de sexo, nada do de sempre.

Mas é engraçado como eu tenho o dom de enganar a mim mesma. Ou acho que tenho. Sei lá. Só sei que o plano foi por água abaixo na subida de Santiago pro Vale. Fon! Contratei um motorista pra me levar até a montanha. Nunca pensei, no entanto, que ele ia ser a cara do Marcelo Rios! E isso pra mim significa o universo conspirando pra me dizer que essa história de ficar vendo e ouvindo a grama crescer é muito legal nos livros do Walt Whitman. E eu to muito mais pra Jack Kerouac… Ahhh, escritora de putaria de banca de revista, eu sei, eu sei, mas não tem ninguém!

Anyway, mãos à obra! Mas como? O Marcelo – não sei se o nome dele era esse, não lembro, mas pra registro fica Marcelo – era super sério, super profissional, não dava brecha pra nada. Me perguntou sobre o Brasil, sobre a morte da bezerra, não tem ninguém, mas nada de relevante. Era como se ele não me enxergasse. Ao contrario da esmagadora maioria dos seres, eu não me sinto atraída por gente que não me dá bola. Eu gosto mesmo é de babação de ovo. Mas nesse caso tive que abrir uma exceção: ele era a cara do Marcelo Rios! Macacos me mordam! 

Comecei pelo caminho óbvio: perguntando da família, se era casado, blá blá blá… Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, escrúpulo faz parte do meu vocabulário. Solteiro. Livre, desimpedido, na flor da idade e a cara do tenista mais delicioso que já habitou as quadras de Grand Slam. Não há como se perder uma oportunidade dessas! 

Mas deus é mais e rolou um ligeiro engarrafamento – carros tendo que parar pra colocar correntes nos pneus. Não tive dúvida, nem perdi tempo. Pulei pro banco da frente e comecei a puxar conversa. Ele, entre surpreso e feliz, preferiu ficar feliz! Tirei um Montes Alfa da bolsa – não sabia se ia precisar no caminho – um saca-rolhas, abri e ofereci um gole. Ele recusou, é evidente. Comecei a tomar no bico (achei que carregar taças na bolsa era meio over), sem cerimônia alguma. Ele riu e continuamos conversando sobre frivolidades, sobre o Chile, a morte da bezerra e outros assuntos igualmente interessantes. E eu continuei tomando.

O ponto de inflexão acontece quando eu, sem intenção alguma, derramo vinho por todo o meu decote. Comecei a tentar limpar meu decote, completamente sem sucesso, mas já aproveitando a situação pra lamber os dedos, puxar a blusa mais pra baixo e toda aquela coisa básica pra fazer o ´Marcelinho´ pensar em tudo que ele queria fazer comigo, mas ainda não tinha se permitido. E é neste solene momento que ele pega um pacotinho de lencinhos e vem me ajudar a limpar. Eu empino os seios pra ele passar um lencinho no meu decote enquanto chupo a ponta do indicador direito. 

A essas alturas ele não acredita muito no que ta acontecendo e fica ali me limpando, meio de boca aberta, com cara de quem não tem idéia do que se passa. Então ta, a Sté explica: abaixo o rosto pra olhar pro decote, deixando o meu nariz colado no dele, enquanto começo a respirar um pouco mais forte, quase ofegante. A essas alturas ele entende a mensagem e a coisa evolui com uma rapidez impensável se comparada ao começo da historinha. Pouco tempo depois, constato que o ´Marcelo´ não era nada de extraordinário, mas era habilidoso com as mãos e aplicadíssimo no quesito entusiasmo.

O mais relevante disso tudo foi o cenário surreal, completamente branquinho de neve com mil carros à frente e atrás, mas sobretudo um terceiro elemento: o charmosíssimo motorista do Land Hover imediatamente a nossa frente. Sozinho no carro, eu percebi quando me sentei no colo, de costas pro ´Marcelo´, que ele observava a tudo atentamente pelo retrovisor. Não consegui ver se havia algum outro tipo de movimentação da parte dele, mas adoro um voyer. Me excita muito ser observada!

Seguimos viagem até o topo da montanha. Ele se despediu de mim com quase lágrimas nos olhos e combinamos que ele me pegaria em 5 dias, na volta para Santiago. Ao fazer o check in, percebi que o hóspede ao meu lado era o motorista da Land Hover. E ele, e evidente, não tinha dúvidas de quem era eu. E não tirava os olhos de mim. Me apresentei e, mais do que qualquer coisa, prestei muita atenção pra saber em que quarto ele ficaria hospedado. Ao lado do meu – o universo conspira!

Já na pista, fiz amizade com uma canadense descendente de japoneses lindinha, a Yume, instrutora de esqui e snowboard. Ela com um aluno atrapalhado, eu comecei a aproveitar as dicas. Quando voltamos pro hotel, resolvemos tomar um Pisco Sauer no café e continuar a conversa. Além de linda e muito interessante (fala japonês, inglês, espanhol e francês) ela se mostrou cabeça aberta o bastante pra que eu tomasse a liberdade de fazer um convite um tanto quanto ousado: ir para o meu quarto tomar a outra garrafa de Montes Alfa (sou viciada nesse vinho!) que eu tinha trazido.  Ela aceitou com mais naturalidade do que eu esperava – excelente!

Já na sacadinha do meu quarto, cercadas pela lindíssima paisagem nevada à luz do pôr-do-sol, ela começou a me contar sobre as aventuras dela ao redor do mundo, sempre envolvendo muita neve, esportes radicais e pessoas interessantes. Nesse momento, eu percebo uma sutil movimentação na sacada ao lado. Oba!!! Ele fica ali bem quietinho, tentando não ser muito notado, mas observando o tempo todo. Voyer profissional, lógico!

Embaladinha pelo calor do vinho, começo a tirar o excesso de roupas. A Yumi, muito mais acostumada a temperaturas extremas, pede licença e fica só de regatinha e calcinha. Vou no embalo dela, espiando nosso adorável voyer com o canto do olho. Ele continua observando. A essa altura eu percebo que ela já notou que ele ta ali. E também gosta da idéia. Minha vez de contar minhas estripulias mundo afora. A gente morre de rir, abre outra garrafa e continua ali – agora menos geladas, mas ainda com os biquinhos dos seios arrepiados. Ele continua observando, quieto. Ela vem pra perto de mim, toca no meu cabelo, barabim barabom, e me tasca um beijão. Eu não perco tempo e arranco a regatinha dela. Ela tem seios pequenos, um corpinho infantil, em contraste com o meu corpão de brasileira, cheia de curvas: a-do-ro! 

Arranco a calcinha de menininha (bem diferente da minha) e brinco com o corpinho dela, que apesar de tanto frio ásta bem quentinho! Ele continua ao lado, só observando, sem nem se mexer. Eu uso a língua, os dedos, o nariz, o cabelo…  Tiro a calcinha e faço uma massagem tailandesa naquele corpinho branquinho, delicado. Ela retribui. Me coloca sentada na mesa e mostra como sabe usar os dedinhos e a língua ao mesmo tempo.

Ela não para de falar no quanto eu sou gostosa enquanto me cobre de mordidas e escorrega os dedinhos pra dentro do meu corpo. Joga vinho nos meus seios e suga com vontade, quase me machucando. Eu olho pra ele e percebo que ele morde os lábios. Ela olha pra ele, sorri, e morde os meus. Hora de usar os dedinhos mutuamente. Nos beijamos, mordemos, lambemos, enquanto os dedinhos entram, saem, brincam pra lá e pra cá durante um tempão.

Extasiadas, vestimos nossos casacos por cima dos corpos nus e continuamos bebendo e conversando. O 007 sai de cena. Em seguida, o telefone toca. Mas se eu contasse o que acontece depois, a história ficaria muito longa… E possivelmente forte demais pra ser enviada ao meu Dr.. 

Sr. Depressão.

PACIENTE 21619-2

Estive em São Paulo semana passada pra uma reunião com um editor novo (amigo velho) e ele acabou me colocando na maior roubada! Me fez sair pra jantar com um amigo dele recém separado, deprimidíssimo! As pessoas têm mania de achar que eu sou fácil porque gosto de sexo. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, em absoluto. Sou muito exigente, por sinal!

Mas como era um favor pra um amigo – que poderia vir a ser a minha polpuda fonte de renda pelos próximos 6 meses – achei que poderia ser rude recusar. Agora, jantar! Perguntei se não podia levar o Sr. Depressão pra um lugar mais animado, um barzinho onde se pudesse tomar um trago pra ajudar a descer uma conversa que tinha tudo pra ser indigesta… mas não, ele queria sair pra jantar! Ai, saco que eu não tenho.

Tudo bem, tudo em nome da amizade e do bom humor! Vamos levar o amigo pra jantar. Lá pelo meio da entrada eu já não pensava em outra coisa senão suicídio. Ideias como morder o copo e começar a sangrar não saiam da minha cabeça. Tudo pra sair daquele restaurante maldito.

De repente, eis que tudo muda! Aparece um casal de amigos dele. Ele parece gostar muito dos dois, se anima – não tenho dúvidas: chamo os dois pra sentar com a gente na mesma hora. Depois de 2 minutos percebo porque ele gostava tanto do amigo – era tão chato quanto ou ainda pior. Assuntos como tentar descobrir se os cogumelos na salada eram Porccini ou Shitake eram dos mais interessantes – ainda que fossem obviamente Shitake.

Enquanto isso, do outro lado da mesa, a mulher parecia tão entediada quanto eu. Linda, morena de pele e cabelos, lábios carnudos, ar meio blasé. Uns peitinhos pontudos, não muito grandes, mas que pareciam querer furar a regata branca. Sabe quando a gente tá com muita fome, olha pra alguém e só consegue ver um frango assado, que nem desenho animado? Eu olhava pra ela e só conseguia ver 4 letrinhas estampadas na testa: S – E – X – O. Simplesmente deliciosa! Nem me lembrava mais dos dois patetas discutindo a respeito de como tinha morrido a bezerra.

Foi então que eu percebi que o olhar dela pra mim era ainda mais óbvio que o meu pra ela. Assim que os nossos olhos se encontraram [quando a luz dos olhos meus e a luz dos olhos teus resolvem se encontrar…] ela dá a viradinha de olho mais sexy que eu já vi na vida e aponta pro banheiro. Não conto tempo. Peço licença e me levanto. Convido-a pra vir comigo – ai como é bom ser mulher, ninguém suspeita! – e ela me segue calmamente.

Entramos no banheiro, as duas muito disfarçadas, eu já colocando a mão na bolsa a procura do batom que eu normalmente não uso, nem retoco. Ela entra atrás de mim e tranca a porta. Me olha com uma cara de onça faminta e vem andando na minha direção. Parecia um puma, andando com a sensualidade peculiar aos felinos, atrás da presa fácil.

Achei que ela fosse ficar calada, acho que ainda não tinha ouvido a voz dela, mas ela chega bem perto de mim e, de uma distância suficientemente curta pra que eu sentisse o hálito delicioso, fala: ´talvez as pessoas tenham percebido. Não consegui tirar os olhos da tua bunda deliciosa até aqui.´

Como geralmente sou eu quem adota essa postura mais agressiva, fiquei meio sem ação por um momento. Mas só por um momento! Continuei de olho aberto, olhando bem dentro dos olhos dela. Olhos cor de mel, meio amarelados. Até nisso ela parecia uma gata. Nos beijamos violentamente como se uma quisesse roubar a alma da outra. Não resisti em partir pras carícias ao mesmo tempo. Belisquei o bico dos seios durinhos por cima da regata com forca. Ela soltou um gemido e se afastou. Arrancou a regata do corpo e jogou no chão.

Depois voou na minha camisa, arrebentando todos os botões e eu não conseguia me importar. Os lábios carnudos nos meus seios eram extremamente macios e eu não tive escolha senão me encostar na pia e deixar que ela tomasse as rédeas. Com habilidade e força inimagináveis ela me levantou e me colocou sentada na pia ao mesmo tempo em que levantava a minha saia e arrancava a minha calcinha. Muita informação!!! Ela dominava a arte do cunilinguis como ninguém. Pensei que fosse desmaiar.

Em seguida foi a minha vez de agir. Coloquei as duas mãos dela apoiadas na pia e fiquei atrás, olhando pros peitinhos empinadinhos dela no espelho. Ela jogou a cabeça pra trás e fechou os olhos enquanto eu descia beijando, lambendo, mordendo cada centímetro da pele macia, com cheiro de pitanga. Simplesmente deliciosa! Ela todinha.

Nos recompomos e tentamos sair do banheiro como se nada tivesse acontecido. Amarrei a camisa tentando disfarçar que não tinha mais um botão sequer. Arrumamos os cabelos uma da outra com carinho e saímos.

Mas acho que quando a gente se diverte perde um pouco a noção do tempo. Ao voltar pra mesa fomos informadas de que os dois cavalheiros haviam pagado a conta e se retirado. Não achei a atitude das mais educadas, mas adorei! Pegamos um táxi e fomos pro hotel. 

Eu olhei em seus olhos e respondi que era um prazer…

PACIENTE 21619-1

Por que alguns homens insistem em achar que somos apenas “coisas bonitas” para desfilar por aí? Homem pavão é sinônimo de falta de cérebro, (e/ou) ridículo “membro”, ou pior: péssimo desempenho! Daqueles que nem uma bela chupada pode proporcionar. Sabe?

Já passei pela regra três e não sou obrigada (ninguém é!) a brincar com “João bobo”. Nunca tive vocação para isso! Vou escrever hoje sobre a noite de ontem… Agora são 16h20, acabei de chegar em casa e meus cabelos ainda estão lambuzados, minha vagina não para de escorrer.

Hoje o meu prazer é simplesmente relatar como a noite pode ser aprazível se você̂ tiver uma boa perspectiva das coisas e usar a sua experiência ao seu favor. Ontem à noite recebi uma ligação de um tal de Jeremias, ele disse ser amigo de um amigo meu e viu umas fotos minhas no WhatsApp dele (imagino o tipo de foto, sou ótima com “nudes”, tenho muitos ângulos interessantes).

Enfim, ele, todo animado, me convidou para jantar e disse que me buscava em 30 minutos. Como sou amante de novas experiências, não pude recusar. Eu já estava pronta para sair, então acendi um cigarro e peguei um copo de Scotch para passar o tempo. Adoro imaginar a fisionomia de um homem a partir de sua voz – e ele tem uma bela voz! Pensei em ombros largos e mãos enormes.

Meu celular tocou e lá estava ele, em minha porta. Um Porsche conversível maravilhoso roncava e, de lá de dentro, sai um homem “coroa”. Apresentável, mas não bonito. Sorrindo, abriu a porta para mim e começou a falar dele mesmo. Ele parecia estar ligado no 220, falava muito. Eu, sentada ali ao lado, só observava.

Lá fora a cidade parecia bem mais interessante. Ele falava enquanto dirigia e colocava a mão em minha perna. Fui com um vestidinho azul bem curto, sandálias de salto alto, cabelos soltos, pouca maquiagem e perfume Chanel #5. Meu cheiro, minhas pernas e minha boca convidavam qualquer um a me tocar.

Mas, para minha surpresa, começou a saga. Ele me levou a vários restaurantes, me expondo como uma boneca, como uma pele rara. Os amigos, também acima dos 50, babando só de me olhar. Como lobos, me engoliam com olhos. A cada vez que eu ia ao banheiro ouvia um gemido na mesa. Ao menos isso me divertia. Entediada, fiquei mais uma vez só observando. Às vezes é melhor ser reservada, ficar quieta e deixar que as coisas aconteçam. A visão se amplia.

Depois de piadinhas do tipo “Olha como minha mulher é linda! Minha mulher é linda!”, ou “Essa aí é no mínimo 200 mil!”, pensei: com certeza esse alinha à falta de cérebro, nada de desempenho e já vi que, se eu pagar para ver, vai sair um João bobo pulando para fora do zíper apertado. A barriga dele é bem protuberante; não que isso fosse um problema, mas dentro do contexto não me excitava. Porque me meto nessas roubadas, eu não sei.

Em meio às minhas reflexões sou atingida por aqueles lábios secos, língua sem direção e ausência de sinestesia. Vi que a noite ia ser hard core! Os amigos dele olhando sem entender, e o pavão fazendo o seu show. Naquele momento olhei ao meu redor e foi como se uma nuvem cinza caísse pesada em minha cabeça. Sabe aquele dia que você simplesmente respira e se excita? Pois é, o pior da vida é a vontade de dar, sem ninguém apto a receber.

Foi quando eu recebi um WhatsApp do Orlando, me convidando para uns drinks na casa dele com uns amigos. Eu adoro amigos homens, eles sempre me salvam pelo gongo. Acabar a noite daquela maneira seria um pecado! Me levantei para ir ao banheiro e simplesmente não voltei! Peguei um táxi e fui para a casa do Orlando.

O meu celular na bolsa começou a explodir de tocar e, com clique, sem mais perturbações.  Bloqueado! I’m so sorry! Em 10 minutos chego ao apartamento do Orlando e uma moça loira, linda, de vestido branco, uma espécie de uniforme, abre a porta com um sorriso. Na ampla sala estavam seis homens sentados à mesa, bebendo e jogando cartas. Quando me viram, os olhos de todos acompanharam os meus passos como se fossem ímãs me atraindo. Eu caminhava em direção a eles não como uma presa indefesa, mas com o olhar de curiosa caçadora. Eles olhavam para os meus pés e, a medida em que eu me aproximava, os olhares passavam por minhas coxas torneadas, cintura, até me encararem nos olhos.

Orlando se levantou, passou a mão no meu pescoço tirando os meus cabelos da nuca, e disse no meu ouvido, baixinho: “Que bom que você veio.” Eu me arrepiei na hora. Orlando é alto, moreno, olhos azuis, barba e cabelos pretos. Ele por si só já é um prato cheio! Os outros cinco, Chico, Lino, Alencar, Bruno e Ricardo, se levantaram para me cumprimentar e minha calcinha ficou molhada. Eu comecei a sorrir e me sentei à mesa.

A loira que abriu a porta era responsável pelos drinks. Ela me trouxe uma taça com uma espécie de um branco leitoso que já fez minha imaginação ir longe. Ela se abaixou e disse no meu ouvido: “Meu nome é Carol, espero que goste. Mas me diga se sua preferência for outra.”

Eu olhei em seus olhos e respondi que era um prazer conhecê-la. Enquanto eu me apresentava, discretamente toquei com a mão direita em seu tornozelo e fui subindo pela sua pele vestida de uma fina meia-calça branca, até a parte de dentro de sua coxa, onde termina a meia e começa a pele nua. Ela se arrepiou e sorriu.

Os rapazes, então, começaram a me explicar o jogo.

“Stephany, uma pessoa joga a primeira carta e, em sentido horário, as outras precisam jogar uma carta com valor maior para vencer. Quem vencer a jogada ganha um prêmio. Você pode escolher o que quiser da mesa… que alguém tire uma peça de roupa, ou fale algo, ou faça algo… Topa?”

Nesse momento, eu já estava subindo pelas paredes! Respondi com calma, mas com a pele pegando fogo, que sim.

Primeira rodada, eu jogo um 9 de espadas para matar um 6, achei apropriado. Mas, infelizmente, não foi o bastante para ganhar. Ricardo levou a rodada e disse, com um sorriso: “Já que a noite está tão quente, eu quero que o Bruno se ajoelhe e tire a calcinha da Stephany com os dentes. Você não pode ajudar, Stephany, e o Bruno não pode usar as mãos.”

Me levantei, já suando, molhada, coração batendo tão forte que parecia estar latejando em minha buceta. Bruno se ajoelhou no chão, eu me levantei e parei de pernas abertas em sua frente.

A mesa nos observava e Carol comia um grande e suculento morango logo ali na minha frente. Meu vestido era rodadinho, o que facilitou bem para a cabeça do Bruno entrar ali debaixo. Ele se esfregava em minhas coxas. Os rapazes diziam: “É só a calcinha, Bruno! Concentre-se!”

E, de repente, eu senti o toque da sua barba com mais força. A sua língua úmida passando por cima do tecido fino da minha calcinha, cheirando feito um cachorro a minha buceta. Ele subiu lambendo a minha virilha e puxou com os dentes a lateral da minha calcinha. Os rapazes me encaravam e eu me segurava para não pegar firme aquela cabeça e mostrar o que eu queria.

Bruno, com muita destreza, levou minha calcinha até os meus joelhos e eu levantei a perna direita, dando uma longa visão aos rapazes – e ajudando o Bruno a terminar o seu trabalho, é claro. Nesse momento eu já estava escorrendo.

Segunda rodada, eu tinha duas cartas pequenas na mão e resolvi jogar uma, já que perder não era um problema, mas uma graça divina! Joguei um “Ás” e desta vez quem ganhou foi o Orlando. “Stephany, eu quero que você diga para nós a seguinte frase: ‘Eu sou uma delicinha gostosa e quero engolir um pau grande e duro esta noite.’

O Orlando tem o dom de adivinhar os meus pensamentos e, por isso, o considero um amigo. Ele é uma pessoa boa e gosta de me fazer o bem. Tomei um longo gole do drink, o que fez a Carol se mover e se voltar para sua alquimia. Repeti cada palavra abrindo bem a boca permitindo a visão da minha língua salivante. “Eu sou uma delicinha gostosa”, falei bem devagar, “e quero engolir um PAU GRANDE E DURO ESTA NOITE.” Aiii, notei que todos na mesa estavam de pau duro nesse momento. Parece que estou ganhando o jogo!

Terceira jogada. Eu tenho que escolher. Ou eu ganho com a minha maior carta, ou perco com o 3, que também tenho nas mãos. Decido, jogo o meu Rei e pergunto se a Carol está participando do jogo.

Orlando diz: “Você aceita, Carol?”

E ela responde com seus olhinhos apertados e lábios sinuosos: “O que você deseja, Stephany?”

“Eu quero que você tire o seu vestidinho e se deite na mesa. Eu quero beber o próximo drink na sua pele.”

Todos se calaram. Ela tirou o vestido branco e revelou uma lingerie de renda branquinha por cima da sua pele de anjo. A calcinha era mínima, meias finas, sutiã apertado e seios volumosos. Ela se aproximou e me entregou um drink de um vermelho encorpado. Ela subiu na mesa e se deitou como se estivesse se dando em um sacrifício sádico. Eu me levantei e subi na mesa. Fiquei de pé com as pernas bem abertas admirando aquela ninfa deliciosa que estava esperando ser sugada. Os homens excitados nos observavam.

Me abaixo devagar e começo a derramar o drink vermelho sobre os seus seios e lamber por entre eles. Enfio o meu rosto em seus peitos com tanta vontade, até conseguir lamber o seu biquinho. Que delicia de biquinho!

Lino diz de forma sarcástica: “Beba Stephany. Ela fez um drink grande, pode dar belas goladas.”

Eu derramei mais um pouco da bebida em sua barriga e ela se arrepiava e se contorcia. Fui ficando com cada vez mais sede e aquela pele branca encharcada começava a me deixar descontrolada. Ergui a enorme taça e derramei toda a bebida em sua calcinha. Comecei a beija-la desesperadamente.

Alencar se levantou e começou a se masturbar. Lino disse: “Tire a calcinha dela Stephany, eu quero te ver chupando gostoso!”

Eu obedeci e a Carol gemia com tanto tesão, que eu não suportava meu desejo. Chico também se levantou e tirou o meu vestido enquanto eu não me cansava de lamber aquela bucetinha rosa.

Em segundos, estávamos as duas nuas, de salto alto, em cima da mesa, lambuzadas de drink, e os rapazes pelados de pau duro nos acariciando. Alencar beijava a boca de Carol, Chico enfiava seus dedos em minha buceta molhada… O que não me dava outra alternativa a não ser começar um movimento para frente e para trás.

Sentando e levantando, enquanto chupo a bucetinha peladinha de Carol. Nem um pelo, toda lisinha e gostosa. Orlando vai até o balcão e pega polpas de frutas e passa pelo nosso corpo.

Começamos a nos lamber e a nos comer. Um pau grande e grosso me surpreende por trás. Carol gira na mesa e começa a me chupar enquanto sou comida gentilmente por aquele tronco! Ricardo lambuza o seu pau com polpa de manga e o coloca em minha boca.

Aiiiii… hummm, que delícia! As sensações se misturavam. Os nossos sons ecoavam. A batida de quadris, os sons das chupadas e os gemidos de prazer. Era fruta para todo lado. Meu olhar ficou turvo e eu só sentia a nossa dança, que se misturava e se tornava única. Juntos e separados, nós simplesmente sentíamos os gostos, os cheiros e os sabores de cada um. Sem nomes, apenas corpo.

As frutas se espalhavam e lambuzavam de aromas as nossas peles cheias de gozo. Alimentávamos uns aos outros na mesa e no chão. Bebíamos rios de desejo. Me senti ser penetrada diversas vezes, por diversos pênis diferentes. Isso me dava prazer. Eu chupava um a um e tinha os belos peitos rosados de Carol.

Hum… e aquela bucetinha. Ai, que pele delicada! Que perfume! Estávamos todos com muita sede e muito, muito gozo. Passamos a madrugada nos experimentando e, no que me pareceu um cessar, um fim, adormecemos juntos no chão.

Acordei  de um sono leve e profundo. O meu corpo estava liberto, solto e extasiado. Me levantei, passei pela ducha e, sem falar uma palavra, saí. O silêncio era macio.

Nunca fui boa com jogos, mas achei essa uma excelente jogada.

Resolvi lhe escrever é lhe confessar a minha aventura,

HOJE É DIA DOS NAMORADOS…

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NÃO TENHO COMO ESQUECER ESTA FOTO…

Não tenho muita dificuldade em escrever sobre hoje….

Eu me pergunto o porque de não ter te conhecido antes, pelo menos um tempo suficiente pra poder te convencer de que teu lugar é ao meu lado, assim te levaria comigo pra onde quer que eu fosse.

Eu te levaria agora mesmo comigo, mas nossas metas não são as mesmas, nossos rumos são outro.

Se eu te conhecesse antes, nós teríamos criado objetivos, sonhos.

Sonhos que fariam com que crescêssemos juntos.

Pego-me sonhando acordada com um futuro lindo contigo.

As vezes esqueço que não posso chorar, mas é inevitável.

Desde o inicio eu sabia o desfecho dessa história, mas não parecia realidade, e só percebemos o tamanho do problema quando o coração apertou.

O coração chorou.

Queria aproveitar estes últimos instantes sorrindo ao teu lado, olhando pro mar, e me perdendo em teus beijos, mas tudo o que consigo nesse momento é chorar.

Eu não posso chorar!

Não agora que ainda te tenho, mesmo que por pouco, perto de mim.

Precisamos ser fortes e sorrir.

Sorrir por todos os momentos bons que passamos juntos, e por podermos nos conhecer.

Aprendi contigo, dei gargalhadas, e até senti ciúmes tolos.

Eu só tinha medo de te perder.

Quero que saiba que vou te levar pra sempre comigo, em meu coração.

Vou lembrar do teu cheiro, do teu sorriso, do teu cabelo, da tua voz, e sentirei a maior saudade que tu possa imaginar.

SE ALGUM DIA NOS SEPARARMOS.

PACIENTE 12.6.19-2

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Naquela semana já estava tudo combinado. Eu e minha prima iríamos para a cidade vizinha, ela queria conhecer um boy com quem estava conversando pelo WhatsApp há algum tempo, iríamos em uma festa, claro que não fiquei de fora.

Na sexta-feira à noite pegamos o ônibus na nossa cidade, interior do Paraná, foram quase duas horas na estrada. Chegando lá, o boy nos buscou na rodoviária, ele era cantor sertanejo, lindinho, todo cheiroso. Fomos para a casa dele, já estávamos atrasadas, então entramos juntas no banheiro, tomamos banho, ficamos bem gatas, vestidinho, salto alto, batom, do jeitinho que a gente gosta hahaha. Minha prima é loira, cabelão comprido, tem os olhos azuis.

Chegando na festa, já haviam algumas pessoas amigas do “boy”, uns novinhos, um cara mais velho, barba, cheiroso, sorriso, simpático do jeitinho que eu gosto. Tinham mais duas garotas também, gatas!

Fomos pro nosso camarote, eu e minha prima já fomos pedindo um drink. Dançamos todas, não perdíamos uma, tocava de tudo, e eu amo dançar, como vocês já sabem. Conversamos com todo mundo, dançamos bebemos. Eu já estava bem doidinha, conversando com o barbudo gato, a cada música que a gente dançava ele colocava mais, e se aproximava pra sentir o cheiro do meu pescoço, que delícia!

Fim de festa, todo mundo bêbado, resolvi fazer uma proposta, chamei minha prima, o boy dela e o barbudo pra irmos em um motel. Eles toparam (sem dúvida). No carro, eu e o gatinho barbudo sentamos no banco de trás, e ali começou a putaria, eu fiquei com tesão só de dançar naquela festa. Ele começou a me dar uns beijos mais molhados, me cheirava, pegava no meu cabelo, beijava meu pescoço, eu já estava toda molhada. No banco da frente, minha prima já estava chupando o pau do boy (risos).

Chegando no motel, pedimos um vinho, colocamos uma música e entramos na banheira, conversamos um pouquinho, então eles pediram pra que eu e minha prima nos beijássemos, nós estávamos nos divertindo, demos um selinho, de leve. Então eu sentei na beira da banheira e fiquei observando minha prima chupar o boy. Atrás de mim senti o gatinho, ele começou a beijar minha costas, e foi descendo, ficou de frente pra mim, beijou entre minhas coxas, dava mordidinhas de leve, até chegar na minha bucetinha, ele beijava, me olhava, lambia meu clitóris, colocava um dedo, dois, dava umas lambidinhas de leve (lá naquele lugarzinho que você está pensando). Eu gozei tão gostoso, mas tão gostoso, que fiquei com ainda mais tesão pra sentir aquele pau delícia dentro de mim. Minha prima e o boy já estavam na cama, metendo freneticamente, ela de quatro e ele segurando o cabelo dela.

Eu e o gatinho ficamos na banheira, eu comecei a chupar aquele pau gostoso, comecei nas bolas e fui subindo, segurando com força, e dando uns beijinhos de leve, até chegar na cabecinha, onde dei uma lambidinha bem molhada, olhando para cara dele, com um ar de safadinha. Até ele segurar meus cabelos e começar a comandar os movimentos.

Coloquei a camisinha e comecei a sentar no pau dele, rebolava e provocava com a bunda empinadinha, a respiração dele ia aumentando. Então envolvendo a mão em volta da minha cintura ele começou a tocar no meu clitóris, eu gemia mais alto e sentava com força. Ele me coloca de quatro na beira da banheira e mete devagarinho, vai aumentando, enquanto segura meus seios, encaixava de um jeito, que ficava cada vez mais gostoso, quando eu menos esperava, ele tirou a camisinha e gozou no meu bumbum, gemendo, e me segurando com força.

Por fim, já era de manhã, motel todo molhado, vestimos nossas roupas, pegamos nossas coisas e fomos embora, rindo da situação. 

VINHOS…

Sobre vinho

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O frio chegou e com ele a temporada de vinhos. Nada melhor do que relaxar com uma taça após um dia de trabalho, jantar especial ou happy hour. Uma das bebidas mais antigas da humanidade, a sua história é fascinante e cheia de curiosidades. Confira os 5 fatos sobre vinho e saiba mais sobre esse néctar dos deuses: 

1 – A cor fala sobre a sua origem

Os tons claros vêm de lugares com climas frios, possuem um sabor mais leve e menos exuberante. Os com tonalidade escura e brancos amarelos vêm de regiões com climas quentes. 2 – 6.000 anos no oriente médioAs videiras mais antigas foram encontradas na Geórgia datando 7000-5000 a.C. Acredita-se que a bebida fermentou e as leveduras entraram em contato com uvas armazenadas, transformando o açúcar das uvas em álcool. 

3 – Vinho não engorda 

Ao contrário da cerveja, as calorias do vinho não são metabolizadas da mesma forma que as gorduras, proteínas ou carboidratos. Ou seja, não é necessário se preocupar com a temida barriguinha. 

4 – Mulheres se embriagam mais

Esse fato não se deve à proporção de estrutura corporal. As mulheres possuem um teor maior de gordura do que os homens, o antioxidante se espalha menos, elevando a concentração de álcool no sangue. 

5 – Nomes indicam sua variação

Vinhos não europeus possuem o nome da uva: Cabernet Sauvignon da Califórnia. Vinhos europeus geralmente tem o nome de sua origem – Bordeaux, produzido em Bordeaux são feitos de: Merlot, Cabernet Franc, Petit Verdot e Cabernet Sauvignon.

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SQUIRT.

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Você certamente já ouviu falar em Squirt

 O termo em inglês pode ser traduzido como esguichar – usado para quando a mulher solta uma grande quantidade de líquido na hora do orgasmo. Apesar de muitos acreditarem que só acontece em filmes pornográficos, a verdade é que algumas podem alcançar esse clímax. Confira curiosidades sobre o assunto:

Afinal, o que é Squirt?
Produzido pela glândula sneke (que fica muito próxima da vagina e uretra), o fluido não deve ser confundido com lubrificação. O estímulo pode acontecer através da penetração ou estimulação clitoriana – para maiores resultados de esguicho.

Toda mulher pode ter?
Nem todas. Segundo uma pesquisa, apenas 6% já vivenciaram a experiência e aproximadamente 60% tiveram ejaculação vaginal. Algumas podem ter vivenciado a experiência sem saber, sendo apenas uma liberação de fluidos durante a masturbação ou ato sexual.

É a mesma coisa que orgasmo?
Após diversas análises científicas ficou comprovado que não! É possível acontecer um, sem necessariamente ocorrer o outro. Podemos diferenciar através da quantidade de fluido – um mais líquido liberado pela uretra, e outro mais viscoso que passa pela vagina.

Então é urina?
Apesar de ser composto pelas mesmas substâncias, o líquido é transparente e não tem cheiro. Acontece que ele é produzido por uma glândula muito próxima, por isso possui os mesmos componentes. Ou seja, pode ficar tranquilo!

É possível controlar?
Não! O Squirt é um ato involuntário, sendo impossível evitar que ele ocorra. Ele é um fenômeno natural do corpo feminino, podendo acontecer em situações de extremo relaxamento e prazer.

Gostou? Para quem quiser ter essa experiência, é necessário estimular simultaneamente a bexiga, vagina e clitóris.

Já presenciei alguma vez !!

IGOR 

Eu tinha vários compromissos no shopping na tarde daquele dia.

PACIENTE 12.6.19

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Era uma tarde de quinta-feira, mês de junho. O dia havia começado frio e nublado, mas aos poucos foi ficando ensolarado. Eu havia saído de casa de manhã, estava de saia, meia calça preta fina, botas de couro e salto alto, por cima, um casaco vermelho com botões dourados.

Eu tinha vários compromissos no shopping na tarde daquele dia. Estava na correria, caminhar apressado, salto alto e uma pequena mala. Os raios de sol deixavam meu cabelo mais claro, e o rosto mais iluminado. Estava focada na minha cliente que teria que encontrar, já estava atrasada. De repente ouço alguém:

– Ei, moça, espere um minutinho.

Parei, era comigo. Um cara alto, de barba, cabelos castanho claro, e um sorriso muito charmoso, reparei da pintinha que ele tinha no rosto. E também que o zíper da calça estava aberto (risos).

– Desculpa, mas não pude deixar de notar sua beleza, te achei muito charmosa.

– Obrigada. Também não pude deixar de notar, que seu zíper está aberto rsrs.

Ele brincou com a situação, rimos.

Agradeci o elogio e disse que precisava ir. Então trocamos telefone. Ele era um homem corajoso, engraçado e parecia ser interessante.

Chegando em casa, recebo uma mensagem: “quer assistir um filme comigo?”, eu já estava longe do shopping, então não rolou, foi isso que respondi pra ele. Começamos um papo interessante por mensagem, tínhamos muitas coisas em comum.

Marcamos um encontro na mesma semana, ele me buscaria em casa. Eu estava esperando na calçada, quando ele chega em um carro desses com teto solar sabe? Lindo por sinal. Eu estava bem arrumada como sempre, parecia uma princesinha perigosa hahaha. O carro era baixo, então na hora de entrar praticamente “cai” dentro dele. Nós rimos. Então ele pegou na minha mão, fez um toque suave com a dele, subindo até meu ombro, e deu um beijinho suave.

– Você é linda!

No caminho, começamos a conversar sobre nosso trabalho, sexualidade e conquista, era legal trocar ideias com ele. Que não parava de me olhar nos olhos, dizia que estava enfeitiçado pelo meu cheiro. E eu, estava adorando.

Chegamos em um barzinho bacana da cidade, tinham algumas mesas de madeira na parte externa, um pouco rústico, a cor da luz era um verde suave e tinham várias árvores e plantas. Foi lá que sentamos, em um cantinho mais reservado. Havia uma banda, tocando pop rock.

Depois de algum tempo, chegamos a um ponto da conversa onde estávamos falando abertamente sobre sexo, posições, fetiches, enfim, pura sacanagem, mas de uma forma leve e descontraída. Eu já havia notado que ele estava morrendo de tesão, sua respiração havia mudado, e a forma como me olhava também. Ficamos calados por alguns segundos, e eu lanço a pergunta:

– Se estivéssemos só nós dois aqui, agora, o que você faria?

Ele me olhou surpreso, deu um sorrisinho safado, e disse:

– Começaria beijando seus seios, que já imagino serem lindos, desceria até seu quadril, daria leves beijinhos. Depois iria te colocar de quatro em cima dessa mesa e te chuparia inteira!

Uau, eu senti um arrepio de tesão, imaginei todas cenas. Ele colocou a mão por baixo do meu vestido, na parte de dentro das minhas coxas, e perguntou:

– E você, o que faria comigo sereia?

Cheguei mais perto do seu ouvido e falei baixinho:

– Ficaria de frente pra você, aqui mesmo, depois eu iria ajoelhar, e colocar seu pau todinho na minha boca, quando estivesse quase gozando eu sentaria nele, de costas pra você, subia e descia bem devagar.

Depois da frase, dei um beijinho na orelha, de leve. Aquilo era loucura, nós dois já estamos extasiados. Então, a banda parou de tocar, era quase hora de fechar.

Ele me olhou e disse:

– Vamos embora?!

Pegou na minha mão e saímos de lá. No caminho, dentro do carro, começo a passar de leve minhas unhas por cima da calça, vem pertinho do zíper. Seu pau estava duro e quente, já podia sentir o tamanho. Tirei meu cinto, e me aproximo do seu pescoço, beijo, sentindo sua barba no meu rosto. Então, ele começa a abrir a calça. E eu digo:

– Ainda não garotinho. 

Eu adorava aquela brincadeira, queria deixar ele mais maluco! Quando chegando perto de um mirante ele pára o carro, tira o cinto e me dá um beijo molhado, vai colocando as mãos dentro da minha calcinha e deslizando os dedos pra dentro da minha bucetinha molhada.

Eu estava preocupada com a situação, alguém podia nos ver ali, mas o tesão falava mais alto, eu queria muito. Então peço pra que ele tire as calças. E sento no seu colo, ali mesmo, no banco do motorista. Era o encaixe perfeito, minha bucetinha deslizava, e ia ficando cada vez mais molhada, ainda mais depois dele fazer um carinho lá atrás.

Eu posso lembrar exatamente da cara dele me olhando sentada, que delícia! Eu já estava quase lá, quando ele segura meus cabelos e me dá um beijo, com ainda mais vontade e desejo. E é nessa hora que eu gozei, gemendo de prazer. Se alguém viu, ouviu? Não sabemos. Mas foi maravilhoso. E a volta pra casa, cheia de carícias, música alta e vento no rosto.

Acho que esse encontro merece um replay.

Concorda IGOR?

Certo dia eu estava limpando algumas prateleiras…

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PACIENTE 10.6.19-1

Cezar era um cara alto. Estava sempre de barba, com um olhar misterioso e um sorrisinho safado. No meu trabalho de vez em quando, eu o atendia como todos os outros simpática, mas por dentro queria mesmo era tirar aquela camisa, e ouvir gemidos e sussurros da boca dele.

Certo dia eu estava limpando algumas prateleiras empoeiradas e como algumas eram altas, precisei subir em um banquinho. Tirei os livros e coloquei embaixo do braço. Estava distraída, limpando e ouvindo a música que tocava, um jazz, desses bem lentos, mais alegres, eu mexia minha cintura conforme o ritmo da música, adoro aquele ritmo!

De repente, sinto uma mão na minha cintura.

– “Oi! Não pude deixar de te notar dançando.”

Aquele jeito dele, de aparecer e sumir discretamente, sempre sério e educado ao mesmo tempo, me fazia delirar. Achei estranho o fato dele ter segurado minha cintura, afinal não tínhamos nenhuma intimidade. Gostei, e já queria sentir ele pegando mais forte.

– “Olá! Você me assustou. “

Ele se ofereceu para me ajudar com os livros e eu aceitei.

– “E então, você já tem planos para amanhã? Quero tomar um vinho em sua companhia.”
– “Adoraria.”
– “Ok. Então nos encontramos às 20:00 no Café Bistrô.”

Sai do trabalho e fui direto pra casa, tomei um banho rápido, passei meu hidratante, soltei os cabelos e coloquei uma calcinha preta de renda transparente, porém discreta. Eu já sabia o que queria.

Conversamos muito, bebemos algumas taças de vinho, ele já não tinha aquele ar tão sério. Sabia conversar, era muito inteligente e isso me deixava com ainda mais tesão.

Já era tarde. Ele se sentou do meu lado, e disse:

– “Sabe Stefany, eu sempre te observava ali. Simpática, alegre e queria te conhecer um pouco melhor.”

Ele colocou minha franja atrás da orelha, observou minhas mãos, às segurou, se aproximou da minha boca e beijou, suavemente.

Ele sabia como tratar uma mulher. Agradeci o elogio. Cheguei perto do seu pescoço e senti o cheiro dele delicadamente, me aproximei do seu ouvido e falei baixinho de um modo bem sutil:

– “Vamos sair daqui, quero você!”

Quando cheguei em casa, abri a porta e o convidei para entrar. Deixei a luz apagada. Segurei na sua mão, e o levei até a poltrona da sala. Pedi para que ele se sentasse. Ele o faz, calado.

– “ Posso me sentar no seu colo?” – Perguntei com uma voz de safada.
– 
“Claro” – Respondeu ele prontamente.

Ele ficou olhando pra mim, ainda sério. Beijei primeiro sua nuca, subi até a orelha, lentamente, sem pressa. Segurei seu rosto, e trouxe até minha boca. Beijei-o, lentamente. Eu ouvia claramente sua respiração, que já estava ofegante. Ele estava morrendo de tesão (e eu também).

Tirei a camisa dele, desabotoando lentamente e olhando-o fixamente nos olhos. Levantei e pedi pra que tirasse a calça. Ajoelhei, ficando no meio de suas pernas abertas. Beijei suas coxas suavemente, fazendo com que ele sentisse minha respiração. Subi até a altura do seu pau, que já estava todo molhado.

Segurei na base, com vontade. Olhei pra ele e passei minha língua de leve. Em seguida tirei da gaveta do lado, um óleo, ele me encarou com um olhar curioso. Eu nunca havia usado aquele óleo, apesar de ele já estar à um tempo na gaveta, então também estava curiosa pra experimentar.

Coloquei algumas gotas na cabecinha e espalhei com as mãos, ansiosa pra provar. O sabor era de morango. Senti minha língua quente (que delícia!). Eu estava tão excitada, com tanta vontade que já estava toda molhada, chegava a ser visível.

Segurei o pau dele com uma mão, chupando-o enquanto o masturbava ao mesmo tempo. Com a outra mão, me tocava. Quanto mais ele gemia mais gostoso ficava. Chupei ele todinho, da cabeça até a base. Depois fui aumentando o ritmo, quando ouvi ele dizer:

– “Vou gozar!”

E aproveitei para gozar junto, gemendo, e me deliciando com a cena.

O sorriso estampado em seu rosto deixava claro que ele estava em êxtase. E eu me encontrava na mesma situação. Passamos o restante daquela noite juntos, entre conversas e sacanagens.

Quando o dia raiou, ele voltou para sua casa pois precisava se arrumar para o trabalho.

Será que voltarei a vê-lo? 

Hummm…

Não sei se é desejo, poesia ou surrealismo, mas penso que pertence muito às nossas realidade.

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Sabes o que falta no meu sexo?

Uns lábios.. uma língua a brincar com o buraquinho na ponta da cabeça…. brinca faz desaparecer esta cabeça rosada nos teus lábios vermelhos chupa-me, chupa-me mais, imagina que eu sou a vida e engole-me como se fosse o melhor manjar de olhos fechados navego entre as tuas pernas, mergulho em ti, abrindo esse sexo, saboreando o teu corpo feito liquido de prazer tremem as minhas pernas, o mundo todo! falta-me o ar e o coração pára!

Corro na tua garganta nadando numa piscina com o teu sabor no beijo sem fim fica a mistura dos sabores dos nossos sexos engulo os teus lábios, trocamos línguas, morremos nos braços um do outro, damos a respiração que falta, moldamos o corpo um do outro, como escultores, artistas de corpos cheios de vida tudo recomeça, tu no meu colo, envolvendo o meu sexo com o teu corpo deixei o mundo preto para melhor te sentir, faltam-me palavras como faltou o ar e tudo voltou a tremer quando nos separamos, cada um para seu lado não te esqueço, o teu sabor na minha boca, o teu cheiro nas minhas narinas, tu em mim, levo-te na mente.

Eu sempre respeitei o meu marido, mas ultimamente…

Paciente 7619-2

Olá, me chamo Valquíria, tenho 34 anos, sou empresária no ramo de construções, casada, com filhos e tenho muitas histórias reais, fascinantes e muito gostosas vividas com o amor da minha vida que foi meu namorado e atualmente é meu amante e gostaria de compartilhá-las com você.

Conheci o Erick ainda na adolescência, começamos a namorar e depois de um tempo de relacionamento, perdi minha virgindade. Namoramos por 7 anos, mas acabamos nos separando. Me formei Letras e gestão empresarial. Fui morar no interior para trabalhar como professora, conheci o meu marido, me casei e tive dois filhos.

Junto com meu marido, hoje tocamos uma construtora. Erick tem parentes nessa cidade e veio também trabalhar como professor, já que ele era formado em física. Mas cada um seguiu o seu próprio rumo . Depois de um tempo, sua família se envolveu na política local e em algumas eleições, ele se tornou vereador, depois, se formou em direito e agora é o vice-prefeito da cidade.

Durante a campanha eleitoral, reatamos o contato e isso acendeu em nós o fogo da paixão, mas nada saía do plano das mensagens que começamos a trocar pelo Whatsapp. Eu sempre respeitei o meu marido, mas ultimamente nosso casamento estava insuportável. Vivíamos juntos por conveniência.

Erick também é casado, tem um filho, continua muito atraente. É moreno, alto, está mais forte do que antes e um sorriso lindo. Eu havia engordado um pouco, mas comecei a malhar e cuidar da aparência. Sou branca, estatura mediana, olhos castanhos, cabelos negros e ondulados, lábios carnudos, seios médios, quase pequenos, porém firmes, coxas grossas, bumbum médio e cintura fina. Não me achava atraente, mas agora descobri que sou sim e muito sensual.

Eu estava doida para dar pra ele, pois o amava ainda e tínhamos um tesão incontrolável pelo outro, mas ficávamos apenas nas mensagens e chamadas de vídeo. Posso detalhar isso em um outro momento.

Finalmente o encontro

A cidade estava completando aniversário e havia uma grande festa, com cantores nacionais e locais. Havia muita gente próximo ao palco e Erick estaria lá, logicamente! Me arrumei para ir com minha família assistir às apresentações. Já tinha descartado qualquer possibilidade de ficarmos naquela noite, já que ele estaria totalmente envolvido no evento e a mulher dele estaria com ele e e eu com minha família. Mas me arrumei, coloquei um vestido vermelho bem justo, que valorizava totalmente o meu corpo, sandálias de saltos médios, maquiagem leve, destaquei meus lábios carnudos com um batom vermelho escuro.

Chegamos. Fiz questão de me posicionar em frente ao palco assim que o avistei. Ele me viu. Tentou disfarçar, mas de vez em quando nos olhávamos e disfarçávamos. Eu fiquei louca de tesão por ele, mas não havia nenhuma possibilidade de matar essa vontade. Para minha surpresa e satisfação, depois de uns minutos, recebi uma mensagem. Era dele:

– Você está muito gostosa.

Sem pensar, respondi:

– Quer me provar agora?
– Quem me dera, é perigoso. Como vamos sair daqui?

Eu dei corda nele e o desafiei.

– nem parece que você quer. Inventa alguma coisa e vem me encontrar no primeiro ramal do início da cidade em 10 minutos. Agora ou nunca!

Pronto. Eu o vi cochichar no ouvido da esposa e do prefeito e descer do palco. Eu disse à minha família que iria no escritório pegar um remédio que tinha esquecido lá. Entrei no carro e fui ao encontro do meu amor e amante. Estava tremendo, minhas mãos quase não sossegavam no volante. Atravessei a cidade e parei no local combinado. Tinha apenas alguns minutos. Estava suando frio e muito excitada.

Logo ele chegou e estacionou atrás. Liguei o carro e dobrei para a estrada de chão. Paramos num campinho de futebol. Estava muito escuro. Saímos do carro, mal nos cumprimentamos e fomos nós agarrando e nos beijando loucamente.

Ele levantou meu vestido e se abaixou, me beijando todinha. Afastou minha calcinha de renda e chupou entre as minhas pernas. Que delícia de homem! Que língua! colocou os dedos na minha buceta molhadinha alternando com a língua. Delirei. Comecei a gemer como uma gata no cio.

– Está gostando, minha putinha? Ele me olhava. Depois daquela sessão de oral, ele me cedeu a vez:

Eu abaixei, abri o ziper da calça dele. O pau estava duro como ferro. Coloquei a cabeça vermelha e latejante na boca e chupei com muita vontade. Ele gemia e falava obscenidades.

– Engole meu cacete, puta safada que veio dar pra mim aqui no meio do mato.
– Mata a saudade do teu macho, sua vagabunda! Dava tapinhas na minha cara e puxava meus cabelos num rabo de cavalo.

Eu o chupei muito, coloquei o pau dele o máximo que pode na boca até me engasgar e sair lágrimas dos meus olhos. Ele gemia de satisfação e isso me dava muito prazer.

Depois pedi que ele me fodesse a buceta, pois não aguentava mais.

Ele arrancou minha calcinha, me virou de costas e enfiou o pau na minha buceta dando estocadas fortes. Fodiamos em pé, ali naquela estradinha escura com o risco de alguém nos pegar. Seria o escândalo do século. Mas não me importava nem um pouco.

Estava quase gozando naquela pica deliciosa. Tirei da minha buceta e coloquei de novo na boca para sentir o meu gosto nele. Depois fomos para o carro dele e sentei em cima do cacete duro de frente. Tirei o vestido e ele chupava meus peitinhos com uma certa violência e nos beijávamos, enquanto minha buceta afundava no cacete dele. Fiquei de costas no banco reclinado e ele meteu bem gostoso. Gozamos quase junto.

Ele encheu minha buceta de porra. Ficamos grudados por um minuto inteiro, e ele me beijando nos ombros e nas costas. Quando ele tirou o pau de dentro de mim, nos damos conta da loucura insana que acabávamos de cometer. Nós despedimos e entramos em nossos carros para voltar. Eu fui na frente, mas parei numa avenida para retocar a maquiagem e me recompor.

Eu o vi passar por mim. Dentro da minha buceta estava aquele líquido quente e gostoso dele, seu DNA, seu cheiro de macho gostoso. Liguei a camera do celular e comecei a filmar: afastei a calcinha e mergulhei meus dedos na minha gruta, tirando um pouco daquele leite gostoso. Chupei os dedos, sentindo o gosto dele em mim. Registrei tudo.

Quando cheguei no local das festas, ele estava subindo no palco. Sentou ao lado da mulher e ficou meio pensativo. Eu com a cara mais cínica, sentei com minha família e tentei prestar atenção às coisas e tirar os olhos dele. Quando terminou a apresentação, fomos para casa. Entrei no Whats e ele estava on line. Enviei o vídeo com a legenda:

– Você é mesmo uma delícia!

Ele respondeu:

– Sua puta safada. Da próxima vez, vou te foder até pedir para parar.
– Aguardo ansiosamente – eu respondi cheia de ousadia.
– Você vai ver. Quero te arregaçar no meu cacete. Vou fazer você engolir toda minha porra e te deixar toda ardida.
– Hummm.

Fazia mais de uma década que tínhamos terminado nosso relacionamento e ele continuava muito gostoso no sexo. Meu tesão por ele só fez aumentar. Tivemos muitos outros encontros depois desse. Cada um mais maravilhoso do que o outro. Eu o amo muito e estou aproveitando essa oportunidade com muito prazer, é claro.

Estava precisando muito de dinheiro…

PACIENTE 7619

Estava precisando de dinheiro e me cadastrei em um site para acompanhes sexuais. Nunca tinha passado pela cabeça usar o sexo para ganhar dinheiro, mas pensei “por que não?” Claro, tive receio, mas decidi tentar. Alguns dias depois, recebi uma proposta.

Roberto (nome fictício), 48 anos, casado. Um homem grande, não era malhado, mas sua postura chamava atenção. Marcamos um dia, me produzi toda e ele me levou para um motel. No caminho, me contou que estava passando por uma crise no relacionamento e a esposa não queria transar com ele há dois meses. Eu disse safada que resolveria esse problema e para ele não se preocupar.

Ainda no carro, coloquei uma perna para cima do banco e comecei a tocar devagar na minha buceta. Ele já me olhava louco e com uma mão tocou no meu grelo, mas logo teve que parar para dirigir melhor. Eu massageei o seu pau por cima da calça até chegarmos no motel. Ele respirava fundo e as vezes apertava a minha perna.

“Já gostei de você, bem danadinha.”

Fomos para o quarto reservado e ele já foi tirando a camisa, sentando na cama. Fiz sinal para ele esperar e fui tirando a roupa bem devagar, bem pertinho dele. Deixei a minha bunda perto do seu rosto e me abaixei. Ele mordeu minhas nadegas e as apertou, então tirou a única peça que restava em mim: minha calcinha.

Sentei no seu colo e o beijei. Ele apertava a minha bunda e seu beijo era feroz. Toquei o seu pau que já estava duro e o botei para fora da calça, vendo pela primeira vez o quão grande ele era. Não consegui esconder a minha surpresa e ele percebeu.

Me ajoelhei na sua frente e ele tirou a calça e a cueca e botou uma camisinha. Lambi toda a sua extensão antes de o colocar na boca. Era longo e grosso, já pensava no estrago que ia fazer com a minha buceta. Eu mamei com gosto naquele pau, como a verdadeira puta que eu tinha sido contratada para ser. Ele forçava a minha cabeça contra o seu pau e às vezes eu engasgava.

“Que boca gostosa.”

Ele disse gemendo e jogando a cabeça para trás.

Ele me deu um beijo e me jogou na cama, abrindo as minhas pernas e caindo de boca na minha bucetinha. Ele parecia desesperado, como se estivesse faminto por buceta. Ele me lambeu e me chupou com tanta vontade que me fez querer ter ele me chupando a noite inteira.

“Ai que delícia, Rô!

Deixa sua puta molhada, vai.” Ele enfiou dois dedos em mim e me viu gemer.

Ele deu um tapa na minha buceta e a chupou com força. Ele fechou as minhas pernas e as levantou um pouco, para deixar meu cuzinho visível, lambendo ele enquanto tocava meu grelo. Ele fez um caminho com a língua várias vezes entre meu cu e meu grelo e eu estava adorando aquilo.

“Me fode, Rô!

Mete esse pauzão gostoso em mim.”

Ele me colocou de lado e enfiou em mim. Ele o colocou devagar e o deixou parado por um tempo enquanto se ajeitava, mas quando começou a enfiar em mim, não teve dó.

“Pqp que buceta gostosa.”

Eu estava sentindo um pouco de dor por causa do tamanho do seu pau, mas era justamente aquele tamanho todo que me excitava. “Vai gostoso, fode comigo.”

Ele me deitou e ficou em cima de mim, enfiando em mim com força. Seus gemidos eram quase guturais. Ele apertou meus peitos com força e eu vi que ele estava quase gozando de tesão.

“Goza pra mim, vai.”

Ele deitou o corpo em cima do meu e continuou a me foder, e eu comecei a sussurrar no seu ouvido entre gemidos

“Vai gostoso.

Goza pra sua putinha. Tô louca com esse seu pau gostoso. Me fode até gozar, vai.” Eu mordi a sua orelha enquanto gemia e ele gozou.

Ele deitou do meu lado e nos beijamos. Ele apertava a minha bunda e eu fiquei em cima dele. Rebolei em cima dele para estimular o pau de novo e ele observava tudo com admiração. “Safada gostosa.”

Eu sentei na boca dele para ele me chupar. “Chupa a buceta da sua puta. Isso, gostoso.” Dei uma olhada para trás e vi que seu pau já estava duro de novo e o toquei. “Que delícia seu pau duro assim.”

Eu saí de cima dele e ele trocou a camisinha. Ele me puxou para sentar no pau dele e eu comecei devagar. Eu queria conseguir enfiar tudo dentro de mim. Eu sentava cada vez mais fundo até que consegui enfiar o pau inteiro na buceta, soltando um gemido alto e rebolei devagar, tremendo um pouco. Ele soltou um palavrão e não tirava os olhos da minha buceta quicando no pau dele e tocou meu grelo. Eu já estava louca de tesão com aquele pau e ele tocando meu grelo pra mim foi o ápice. Comecei a gemer como a vadia que eu era. “Goza no meu pau, sua puta gostosa. Goza no meu pau.” Eu continuei quicando nele até gozar. E deixei meu corpo cair em cima do dele e em uma tortura, ele continuou enfiando em mim, enquanto meu corpo tremia em cima do dele. “Safada”, ele me deu um tapa na bunda. “Gostosa”, outro tapa. “Puta”, outro tapa.

Ele me botou de 4 e já começou a enfiar em mim. Eu estava com o rosto deitado na cama, ficando bem empinada pra ele. Senti ele cuspir no meu cuzinho e ele passou um dedo por cima dele. Ele tinha me contratado pra anal também e eu sabia que a hora estava chegando. Ele enfiou a ponta do dedão no meu cu enquanto continuava fodendo a minha buceta e eu gemi alto.

Ele me fodeu com força e mexia o dedão no meu cu, me deixando doida.

Ele saiu de dentro de mim e foi lamber o meu cu. “Rô, se precisar, eu trouxe lubrificante na bolsa.” Ele levantou para pegar e voltou poucos segundos depois, mas voltou ainda para continuar o beijo grego e de novo fazia caminhos entre meu cu e meu grelo. “Fico louca quando você faz isso”

Ele abriu o lubrificante e começou a passar. Ele enfiou primeiro a cabeça do pau e gemeu “puta merda, que cuzinho apertado” e foi estocando em mim devagar e cada vez entrando mais. Ele soltava alguns palavrões enquanto gemia. Eu sabia que meu cu era apertadinho, eu quase não fazia anal. Então ter aquele pau em mim era doloroso, mas também prazeroso. Ele jogou mais lubrificante. Eu gemia e apertava os lençóis com força. “Fode meu cu, vai. Me fode gostoso. Me deixa toda arregaçada.”

Ele me fodeu mais forte e mais rápido. Comecei a tocar meu grelo e fui à loucura com aquela sensação.
Ele me dava tapas na bunda e tirou o pau para ver meu cu ficando aberto, voltando a foder ele. Ele me deitou inteira na cama e fechou minhas pernas, deixando o cu ainda mais apertado. “Caralho, que gostoso, minha putinha. Você geme tão gostoso quando eu te fodo.” Eu ainda conseguia tocar meu grelo e pouco depois eu gozei. Ele enlouqueceu comigo gozando e me fodeu mais rápido. “Goza, gostoso, goza.”

Eu achei que ele fosse gozar no meu cu, mas me surpreendi quando ele saiu de mim, me virou na cama, tirou a camisinha e gozou na minha barriga.

“Eu precisava te ver assim, toda gozada.”

Ele me deu um beijo e se deitou ao meu lado.

Tomamos um banho e ele me fodeu no banho de novo. Ele me fodeu na cama outra vez depois. Eu já estava com as pernas bambas. “Eu podia passar a noite inteira te fodendo e não ia cansar.”

Ele perguntou se eu estaria livre na próxima semana e eu disse que sim. E depois disso, ele contratou diversas vezes.