Mês: novembro 2019

EM RESPOSTA A UM LEITOR….

SEXO ASTRAL O QUE VOCÊ ACHA ?

RELATO DE UM LEITOR.

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“Boa noite pessoal, hj a tarde aconteceu comigo simplesmente a experiencia mais atonita que ja tive projetado. Tenho uma amiga mto intima e especial, que me ajuda nas questoes da vida a mto tempo, e eu ajudo a ela, temos uma relação ótima de amizade, porem amizade apenas, sendo mto profunda, conversamos sobre tudo, incluindo sexo, e costumamos a ser mto carinhosos um com o outro, mais para por aí, tenho os meus casos e ela os dela. Sempre de sabado costumo almoçar na casa dela, e ficamos batendo papo, bate um sono, acabamos indo cochilar na cama. Não sei porque, mais trata-se de uma casa de um pessoal muito positivo, espirituoso e legal, todos meus amigos, a família toda, e naquele lar eu encontro um ambiente de ótimas energias, e visito-os toda vez que me sinto mal, naquele quarto eu me sinto muito relachado e acolhido, um ambiente muito propicio para relachar. E foi na tarde deste sabado que aconteceu. Após cochilar a tarde, o telefone tocou eu acordei, como alguem ja havia atendido, entao, voltei a relachar, e senti logo um ev lento e gostoso, fui curtindo a sensação, e entao dei o impulso para sair, como sempre faço. Acontece que, ao invez de sair, fui puchado para cima do corpo da minha amiga, ou foi isto que aconteceu ou eu saí por tras(estava de costas para ela) e caí em cima dela, nao sei se fui atraído ou se saltei sem querer para cima dela o fato é que tivemos uma relação sexual astral! Gente! Nao da pra descrever, realmente nao tem nada parecido no mundo carnal. Começou com uma dança pelo espaço das duas aureas e terminou em suspiros ofegantes e vozes/gemidos indistintos, são as unicas coisas que eu consigo explicar em palavras, o resto só sentindo mesmo. Acontece que, após isto caí em inconciencia e mais tarde acordei com o dia já indo embora, parei uns 10 minutos pra pensar no que aconteceu, e foi lugo acordar ela, para que não ficassemos sem sono durante a noite, pois fazia tempo que alí estavamos cochilando, e tambem para contar, pois ela sabe das minhas experiencias fora do corpo e sempre a mantenho atualizada com as minhas aventuras. Surpreendente! Primeiro antes de tudo perguntei se ela tinha sonhado, ela disse que sim, mais logo percebi na voz dela que estava preocupada com a minha curiosidade. Eu perguntei o que, e ela disse q sonhou com nós dois, fazendo alguma coisa que ela nao queria dizer o que, eu logo de cara disse: “voce sonhou com sexo? Nós dois fazendo sexo?”, tamanha era a certeza que eu tinha. Ela confirmou que sim, e que foi intenso. Eu entao contei tudo a ela, e logo corremos para a internet para pesquisar, lembro me do você igor publicar algo em algum audio sobre acoplamento aurico e fiquei curioso, ainda estou desvendando o tema, mais gostaria de compartilhar esta experiencia e saber a opinião e colher informações com vcs caros colegas. Muito grato e grande abraço”!

OS COMENTÁRIOS QUE MERECERAM PUBLICAÇÃO

Olá Jeferson, Interessante sua experiência, eu já vi alguns relatos parecidos, na verdade relatam que não há “conjução carnal” como no físico, mas uma troca intensa de energias e as pessoas acabam se sentindo como se fossem parte um do outro.Rapaz, você deve amar essa moça heim, vão ter que casar, pois ela parece gostar de você também Paz e luz

Dizem que os melhores relacionamentos são grandes amizades que acabam virando namoro.

Pois é Isaraelmrm, eu pensava diferente disso, achava que quando você se torna muito amigo de uma pessoa fica dificil você gostar dela de outra forma.Mas eu estava errado, eu tenho uma amiga que eu já conhecia há uns 8 anos, hoje em dia completamos 10 anos de amizade e logo 2 anos de namoro.E na minha opinião não há nada melhor do que você namorar uma pessoa que você conhece e que te conhece há tanto tempo, a amizade se transformou numa bela história de amor.É assim mesmo que começa, com uma boa amizade.Paz e luz

olá amigos!! obrigado pelas opiniões e informações, estou gostando muito, mais existem mil outras coisas a considerar-mos, aqui esta apenas exposta a superfície de nossa relação, tem algumas coisas complicadas no meio de tudo isto…………………., ambos estamos em uma fase muito fértil da nossas vidas amorosas e liberdade sexual, uma fase boa, ao contrário de antigamente, concordamos que temos neste momento que viver isto, e gostamos de viver isto, do outro lado, acho que perdi muito tempo sofrendo por amor e não me imagino enfiado em outra relação tão cedo, mesmo sendo com uma pessoa que eu admiro tanto e que joga muita luz na minha vida, ela também esteve comprometida por bastante tempo e esta meio traumatizada com isto. bom, temos 22(ela) e 25(eu) anos e acho que ainda é muito cedo para qualquer coisa, mesmo depois de 6 anos de amizade muito próxima. mais se alguém perguntar podemos sim, dizer que nos amamos, porque nos amamos sim, mais não na esfera carnal. passamos por alguns momentos que poderiam vir a desencadear este tipo de relação, mais sempre nos contemos. a algum tempo atrás até percebi algum tipo de conexão energética com ela, as vezes conversando pelo MSN ou telefone, nos ocorria o mesmo pensamento e escrevíamos a mesma frase juntos e enviava-mos um para o outro. mais de uma vez isto aconteceu.bom pessoal, e é isto aí……………gostaria de mais comentários dos colegas; abraços e boas energias a todos!

pessoal! aqui no tópico da nossa amiga Nayra, podemos ver uma coisa mto parecida com o que aconteceu com a minha amiga, como ela nao estava preparada, viu tudo como se fosse um sonho, assim como o priminho dela neste tópico!: impressionante não? ele se lembra de tudo como um sonho, assim como a minha amiga, já eu como estou habituado e treinado, encarei o acontecido como um fenómeno astral puro e concreto. mais uma vez abraços a todos!

jefersonlucio, eu tenho quase q certeza q vc saiu de costas, pois já ocorreu o mesmo comigo! Só q abruptamente, chegando a doer um pouco! E na minha opinião, vcs ainda tem muito o q viver! Digo escolhas importantes, vcs deveriam praticar no físico, sem medos e saber se é realmente isso q vcs querem! Pq amor não acaba com amizades! E em todo caso, não esqueça daquele velho ditado “Conversando agente se entende!” Um abraço e muita Luz!!!

Olá Jeferson, Como vai? Este é um tema interessante e que desperta muita curiosidade pois as sensações sentidas são sem palavras… Já fiz sexo no astral muitas vezes, pois o meu namorado viaja bastante e mesmo estando longe nos mantemos “muito próximos” um do outro. A grande questão é mesmo a sensação destas energias que são tão intensas, tão intensas… e tão prazerosas que muitas vezes fico chocada com a existência de energias tão “indescritíveis”, e como você disse em nada assemelha-se ao mundo carnal, eu diria o mesmo e em absolutamente nada… E sendo um relação de um sentimento muito bonito este que vocês dois possuem não poderia ser diferente, independentemente de estarem namorando ou não. Eu tenho a sensação de perceber todas as energias daquele momento e são lindas. Muito bom também é sentir estas energias estando acordado e em qualquer lugar, dá uma sensação de bem estar fenomenal. Um grande abraço iluminado, Sandra

Plano Astral se Pratica Sexo

Dessa forma nunca aconteceu comigo, mas teve um que foi assim: Eu estava em um quarto pequeno, de cor azul, não havia janelas e só uma porta. Até onde me lembro, estava deitado na cama com duas mulheres lindas e na hora do “vamos ver”, sabe quem aparece querendo participar? Meu pai, e detalhe, já têm dois anos que ele morreu. Eu só sei chamei minha mãe (ela está viva) para tirá-lo do quarto e levá-lo embora. Depois disso não me lembro de mais nada, acordei rebentado, sugado, sem energia. Isso aconteceu pouco antes de conhecer e estudar projeção consciente. Paz e Luz!

Muito interessante seu relato, nos prova mais uma vez a veracidade do Astral. Eu tenho bastante esse negócio de mandar msg iguais no mns etc com pessoas que são mais ligadas a mim. é impressionante. hehe..

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Oi amigo Jeferson. Eu tenho uma relação com uma amiga…parecida com a sua. Mas é um pouco contrária. E a conheço a pouco mais de 1 ano. E não sei pq, tenho muita facilidade de gostar das pessoas(nao sei c isso é bom ou ruim). E com o tempo de nossa amizade fui me interessando por ela cada vez mais. Até que por uma incompatibilidade de horários e aumento na lista de afazeres passamos a nos desencontrar. Nisso parei de pensar nela como uma futura namorada, e a amizade ficou até meio enfraquecida. Agora nos encontramos todos os dias, e eu a tenho como uma grande amiga, mesmo quanda ela está chata num dia ruim. Agora minha dúvida a vc amigo Jeferson e a outros visitantes deste post: Vc acha que existem pessoas que devem limitar seus sentimentos por questões relacionadas ao espírito??

SEGREDOS SOBRE SEXO QUE SANTAS ME CONTARAM NO CONSULTÓRIO…

“Meu namorado é maravilhoso, mas às vezes tenho vontade de pegar o irmão mais velho dele. Eu não sei explicar, mas parece que o irmão dele exala virilidade”.

“Eu namorava com um garoto e nossa relação estava caindo na rotina. Mandei uma lista pra ele dessas de coisas para inovar no sexo já perguntando se ele toparia algo. Minha intenção era chamar mais uma mulher para um ménage com a gente, mas para minha surpresa ele odiou a ideia. Tempos depois ele decidiu que daquela lista de inovações eu poderia escolher qualquer coisa que não envolvesse terceiros. Escolhi fio terra e ele topou. Não tinha a menor ideia de como fazer isso, mas foi delicioso e estranhamente me deu muitos orgasmos. Eu nunca imaginei”.

“Em 2008 tive a chance única de transar com um guri supergostoso que tava indo embora do Brasil. Fomos pro motel bem antes do voo dele, mas na hora rolou a prova da Daiane dos Santos nas Olimpíadas e a gente quis muito assistir, no motel mesmo. Não transamos, pois não deu tempo, e ela ainda perdeu”.

“Peguei um cara mais velho na boate (uns 35 anos), fomos pro motel e tivemos uma baita noite. Dois dias depois chego no novo estágio em um escritório de advocacia e descubro que o dito-cujo seria meu chefe pelo próximo ano. Foi super gente boa e seguiu com as formalidades, apesar da situação levemente constrangedora. Porém, passamos umas duas semanas sem olhar pra cara um do outro”.

“Acho sexo anal mais prazeroso e infelizmente o meu marido não gosta. Tive que comprar um dildo pra me divertir sozinha enquanto ele trabalha”.

“Eu sempre achei que o sexo seria algo normal, mas percebi que fico muito excitada se o cara começar a conversar comigo. Mas tem vezes que estamos no ato e falando das compras que fizemos no mês .”

“Eu e minha namorada começamos a ficar no 3° ano, e sabe né, aquele fogo todo de começo de relacionamento. Como a gente ficava na escola o dia todo, até de noite, a gente sempre se pegava (e se dedava) no vestiário, que era meio afastado das salas e ninguém ia lá a noite. Somos duas meninas, então fica mais fácil ainda porque usamos o mesmo banheiro. Teve um dia que ela me dedou no meio da aula de Biologia, por meio de um furo que ela fez no bolso da minha calça de moletom, hahsuaha. Eu fiquei lá, com cara de tacho disfarçando o que tava acontecendo, e foi incrível. Até hoje ninguém sabe do que aconteceu, só a gente (e agora vocês)”.

“Eu e a minha ex fizemos sexo em uma praça pública. Na verdade, fizemos em vários lugares nesse mesmo dia ao longo do caminho até a minha casa. Não que a gente não tenha cama, mas porque gostávamos da sensação de alguém ver. Quase fomo pegas uma vez em uma rua deserta. Terminamos e eu sinto falta disso. Precisava até desabafar sobre, obrigada”.

“Fico muito feliz quando o cara não é dotado, não entendo mesmo essa fixação com pau grande quando na verdade até machuca e impossibilita algumas posições. <3 paus medianos”.

“Sou mulher e transei com dois amigos ao mesmo tempo. Foi muito bom receber um beijo grego e sexo oral ao mesmo tempo”.

“Eu estava lá com meu melhor amigo, aí ele começou a sugerir coisas, a gente ficou e depois rolou. Até aí, ok. Mas a gente tava na casa de uma outra amiga e do nada ela entrou e ficou lá de boa. Eu e ele ficamos mega confusos, quando de repente ela me beijou e quando menos percebemos estávamos os três lá. Até hoje nenhum comentou nem conversou sobre isso”.

“Perdi a virgindade com o ex, mas não sangrou. Fiquei uns dois anos com ele depois disso. Quando fui transar com meu atual namorado, ele tava sentindo uma certa resistência na hora de colocar, até perguntou se eu era virgem e eu disse ‘óbvio que não’. Ele conseguiu enfiar e eu senti alguma coisa arrebentando lá dentro. Chego em casa e eis que tem uma carninha pendurada pra fora da periquita. Fui na emergência do hospital desesperada achando que era DST e a médica disse que era um pedaço do meu hímen que tinha ficado pra trás e agora saído pra fora, mas que não tinha problema. Expliquei pro boy morta de vergonha o que tinha rolado e fizemos de novo. De repente, ele parou e disse que tinha muito sangue, e tinha mesmo, tipo ‘Carrie, a Estranha”. No final das contas, tive que fazer uma mini cirurgia pra tirar o pedaço de hímen pendurado porque ficava pingando sangue sem parar. A médica amputou e me mostrou, parecia um pedacinho de shimeji. Até hoje não consigo comer sushi com minhas amigas sem morrer de rir do shimeji”.

“Fiz ménage com dois amigos homens da faculdade, eu tava muito bêbada e lembro pouco do que rolou. Mas eu lembro perfeitamente quando o Gustavo (nome trocado, sabe como é) resolveu chupar o Augusto sem ele perceber (eu tava no meio impedindo a visão dele). O Gustavo finge demência até hoje sobre isso (não entendo essa dificuldade em aceitar bissexualidade) e o Augusto ficou chocado quando eu falei pra ele isso. Porém, ainda somos bons amigos, nunca mais transei com o Gustavo, só com o Augusto”.

“Acho que nunca vou ter coragem de contar isso para ninguém além de vocês e das pessoas que vão ler essa história. Estava tendo um sonho erótico naqueles períodos do mês em que a libido tá alta (TPM). Só que não chaveio meu quarto e tava um pouco frio esse dia. Eis que sinto alguém me cobrindo e acordo de bruços fazendo movimento de vai e vem com a pélvis. Sem raciocinar direito por causa do sono eu disse ‘mãe vc tá me cobrindo?’ e ela respondeu ‘sim, tá frio’ e saiu do quarto. Certeza que ela pensou que eu estava acordada me masturbando, sendo que eu tava dormindo sem nenhum controle do meu corpo e nem toquei na minha vagina!”.

“Uma vez eu e minha namorada estávamos assistindo um filme no cinema, que estava horrível e então começamos a nos pegar. Quando vimos, já estávamos transando na cadeira do cinema mesmo. Até que de repente chegou o lanterninha sem a gente perceber, morri de vergonha pensando que ele ia xingar e mandar a gente embora, mas no final ele só solta um ‘será que vocês poderiam fazer menos barulho por favor?’. Morri de vergonha e nunca contei essa história pra ninguém”.

“Eu e minha namorada já transamos algumas vezes na escola lindas e plenas. De preferência, as preliminares acontecem no meio da aula! Certa vez a professora de Português reparou a cena maravilhosa e falou ‘acho que você não está prestando atenção na aula por estar mais preocupada com a sua mão onde ela está no momento’. Todo mundo ficou sem entender nada, tirei a mão de lá e não sabíamos onde enfiar a cara”.

“Sou uma mulher bissexual e perdi as contas de quantas vezes transei com prostitutas. Tive ótimas experiências, não me arrependo. Achava mais fácil do que o jogo da conquista, nunca fui boa com mulheres nesse sentido. Isso aconteceu em uma época sem Tinder, talvez hoje fosse diferente”.

“Eu saía com um moço e certo dia conversamos sobre gostar de gatos. Até ai, tudo bem. Quando tivemos nossa primeira vez, na hora do famigerado boquete ele soltou: ‘Mia pro teu gatinho!’. Eu parei, fingi que não ouvi e continue a chupar. Ele soltou um “tu quer que eu mie pra ti?”. E eu continuei em silêncio, com a esperança dele parar. E aí ele miou. Muitas vezes. Foi a experiência mais bizarra da minha vida, nada jamais vai se comparar”.

“Uma vez conheci um cara no Tinder, depois de uns dias conversando, chamei ele para minha casa. Logo de cara não achei ele tão atraente, mas resolvi ir adiante porque estava com tesão. O sexo estava horrível e eu já estava sem saco para continuar, quando DO NADA, minha gata brota no meu quarto e pula para minha cama e vai direto para as bolas do cara (eu estava de quatro e ele atrás, ou seja, a gente não viu ela chegando). Ele gritava de dor na minha cama enquanto segurava as bolas arranhadas. Depois disso eu pedi para que ele fosse embora e nunca mais nos falamos”.

“Faltei aula para ir na casa do namorado, ele estava sozinho. Até aí tudo bem. O problema é que eu gosto de provocar. Comecei fazendo uma massagem bem relaxante e excitante nele, mas me empolguei nas provocações e quando me dei conta parecia a rainha da putaria. Dava pra ver que ele tava com muito tesão e queria MUITO transar. Entretanto fui coesiva em não deixar ele tirar uma peça de roupa minha e fazer coisas como sussurrar no ouvido dele. Resultado: tava quase cedendo a vontade de me despir, mas o boy não tinha mais energia para me comer, trágico”.

“Uma vez transei na cama da minha mãe depois da escola com um menino que morava perto de casa. Tudo no período de duas horas entre eu chegar do colégio e minha mãe chegar em casa. Ele foi embora, eu arrumei tudo extremamente rápido. Quando ela chegou me perguntou o que eu tinha feito o dia inteiro, não aguentei e ri. Ela achou que eu tava rindo por que não tinha feito nada e me deu uma bronca. Foi a primeira vez que fiquei feliz por tomar escurraço por não ter estudado”.

“No carnaval de 2014, fiz um trabalhei como freelancer e conheci uma galera bem bacana. Ficamos todos muito amigos e acabei ficando com um dos meninos. Ele era maravilhoso, gente boa, um amor. Mas estávamos numa rotina muito louca de trabalho e a gente nunca conseguia tempo pra transar. Quando o Carnaval passou, combinamos de sair para transar, afinal, já estamos loucos de vontade. Antes de ir para os finalmentes, passamos num bar e bebemos um pouco. Estávamos num esquema quase escravo de trabalho e bem cansados, então, na hora H, eu simplesmente apaguei no meio da transa. Quando acordei, já era dia e ficou um clima superestranho. Uma semana se passou e voltamos a nos falar. Resolvemos tentar novamente e, no dia seguinte, refizemos o mesmo trajeto: fomos beber para, finalmente, transar loucamente. Adivinhem? Mais uma vez, eu dormi, dessa vez, ainda nas preliminares. O rapaz não era chato, era ótimo, tinha pegada e estava super a fim. Sério, não sei o que me deu! Até hoje, quando a gente se encontra, a gente sorri um pra o outro da nossa piada interna da não-transa”.

“Meu namorado tem uma tara por me ver enrolada em papel celofane. Sim, aquele transparente furtacor que faz barulho, as vezes eu me enrolo pra satisfazer a tara, mas é raro por ser muito ridículo, me sinto um chocolate vagabundo”.

“Eu sempre tive vontade de transar com alguém assistindo mas não sabia como pedir isso pro meu namorado. Acontece que eu morava no segundo do andar de um prédio e a janela do meu quarto dava quase de frente pra sacada do prédio da frente. Nesse prédio morava um senhor que às vezes passa o dia na sacada. Certa vez eu e meu namorado estávamos em casa numa tarde e vi que o senhor estava sentado na sacada. Não hesitei em começar alguma coisa com a janela aberta mesmo, pra me sentir vigiada. Na real, nem sei se o senhor viu alguma coisa, mas pelo menos foi emocionante pra mim. Claro que poderia ser melhor, com alguém mais perto da gente, mas já valeu a pena”.

“Conheci um rapaz amigo de um amigo e me apaixonei por ele. Mas ele era comprometido e eu também. Mantivemos a amizade, sempre jogando indiretas e esperando uma oportunidade quando os dois estivessem solteiros. Eis que surgiu essa oportunidade quando fizemos intercâmbio ao mesmo tempo e um grupo de amigos em comum nos chamou para uma viagem para o Marrocos, com direito a passar a noite no deserto do Saara! Foi o que bastou: observar as estrelas cadentes nas dunas, sem ninguém por perto, aquele ventinho gelado e um bom vinho de 2 euros. Não tivemos dúvidas! Esticamos um turbante na areia, ele deitou em cima de mim e quando começou eu vi uma estrela cadente e gritei: ‘olha!!, uma estrela cadente enor….’. Não deu tempo de terminar… ela EXPLODIU!!! Foi uma experiência única, unir um rolo de dez anos com sexo no Saara e uma estrela cadente explodindo ao mesmo tempo!!! Zerei a vida!!!”

“Eu sinto um pequeno fogo quando esfrego o meu pé direito com a escova. Um dia fui ficar com o boy e ele fez massagem nesse mesmo pé. Quando eu fui no banheiro minha calcinha estava encharcada e eu não tinha nenhuma outra ali. O boy entrou e perguntou o que estava acontecendo. Eu não sabia o que dizer, então só agarrei ele. Nunca fingi tanto orgasmo em toda a minha vida, quase pedi a massagem no meio da transa”.

Teve um ano que eu, uma amiga e um ex-namorado fomos passar o ano novo em uma cidade diferente de onde morávamos. Chegamos lá dia 31, passamos o dia todo bebendo. À noite nos arrumamos para ir ver a queima de fogos e estávamos todos bem loucos e minha amiga sugeriu fazermos sexo a três. Ano novo e passamos a virada fazendo um sexo espetacular no quarto do hotel. Nem preciso dizer que passamos o resto do feriado transando que nem loucos os três. Por incrível que pareça, fortaleceu nossa amizade e muito. Essa amiga e eu inclusive já fizemos sexo a três com outros caras”.

“Na época da faculdade eu era bem louca, tinha um superdesejo de tirar a virgindade de algum cara, acabei conhecendo um virgem e ele ficou apaixonadinho por mim. Eu era doida pra dar pra um carinha da minha turma, maaas ia pegar o virgem para realizar meu sonho. Um belo dia estava rolando uma festa e eu morava numa casa de estudante do lado. Bem, o virgem tava lá e o meu colega também. O virgem querendo ficar de casal e eu, entre uma ida ao bar e outra, de olho no meu colega que estava super a fim. Decidi enrolar o virgem, que era presa fácil e tava na minha, e ir para os finalmente naquela noite com o meu colega que eu tinha um supertesão. Em dado momento, disse que ia pra casa e o virgem, que era um fofo, foi lá me deixar. Nisso, eu já tinha combinado com o meu colega dele ir pra minha casa. O virgem me deixa em casa e quando ele estava saindo cruza com o meu colega, até aí tudo bem. Como as minhas colegas estavam transando no quarto, fui para a cozinha da casa, que era exatamente do lado do meu quarto. Meu colega chegou e quando fui ver já estávamos transando loucamente. Segundo relatos eu estava fazendo muito barulho. O virgem acabou voltando uns cinco minutos depois pra entregar meu batom que tinha ficado no bolso da calça dele e ele só percebeu porque pediram pra ele mostrar o RG quando voltou pro rolê. Aí guiado pelo barulho e curiosidade, me pegou no flagra e saiu puto. Até hoje não realizei meu sonho, mas transei gostoso com o meu colega”.

“Eu só gozo depois de soltar pum, dificilmente consigo sem soltar um pum. Não sei qual meu problema, mas sou assim kkkk Ou seja, nunca gozo acompanhada. Ps: já não sou transuda, se souberem disso nunca mais transarei PROCESSO VCS HEEM!?!?!?!???”.

“Minha primeira relação sexual com uma mulher foi num ménage a trois com um casal de amigos (mulher e homem). Preciso confessar que chupar uma mulher é realmente uma coisa maravilhosa, mas pena que eu tava chapada demais pra fazer direito”.

“Eu tinha saído de uma festa com a crush e nós resolvemos parar em algum canto pra dar uns amassos. Acabamos na frente de uma farmácia perto de uma rua muito famosa da minha cidade. Beijo vai, beijo vem, fomos pra o banco de trás e ela tirou a roupa. Eu estava super pronta quando um anjo mandou eu olhar pra fora do carro, só vi as sirenes do carro da polícia parado bem atrás da gente. Mais rápida do que qualquer outro momento da minha vida, pulei para o banco do motorista e acelerei. A crush nem sabia o que tava acontecendo. E assim nós duas tivemos que fugir da polícia: peladas, excitadas e assustadas. Rimos muito depois. Transamos em outra rua ;)”.

“Meu namorado é maravilhoso, mas às vezes tenho vontade de pegar o irmão mais velho dele. Eu não sei explicar, mas parece que o irmão dele exala virilidade e safadeza, isso desperta meu lado cachorra. Mas sigo firme e fiel”.

“Eu morava numa república, cheguei em casa com um carinha que conheci na balada e fomos pro quarto. Mas a gente estava tão bêbados, que acabamos dormindo no meio do ato. Minha colega de quarto chegou com os dois dormindo peladões e o pau dele descansando dentro da minha princesinha”.

“Uma vez estava em uma noite bem louca na casa de um dos amigos do crush. Fiquei com o crush e uma amiga dele e quase rolou um ménage, mas eu acabei não querendo. Eis que uma hora estávamos eu e o crush transando no sofá da sala e enquanto ele me fazia oral, um dos amigos dele chegou e começou a me beijar e rolar umas carícias mais. Detalhe: esse amigo tava minutos antes transando com uma outra guria. Na volta pra casa ficou um clima meio estranho depois que todo mundo pegou todo mundo”.

“Estava acontecendo um campeonato da escola, e todos, LITERALMENTE TODOS estavam na quadra. Eu e minhas amigas estávamos indo assistir ao jogo, mas acabei esquecendo um caderno na sala de aula. Voltei pra buscar e nisso um menino que eu ficava me viu e perguntou se eu não ia assistir ao jogo. Eu disse que só tinha esquecido um caderno e já ia voltar. Acabamos ficando na sala pra conversar. Quando vi lá estava eu deitada na mesa do professor, transando com o tal garoto. Nunca contei isso pra ninguém, e espero que esse menino não leia esse depoimento também”.

LEIA O MEU DIÁRIO PARA ME ENTENDER…

PACIENTE 211119

Olá, primeiramente vou me apresentar, me chamo Victoria, mas todos me chamam de “Vic”, tenho 18 anos, finalizando o ensino médio no turno da tarde. Não tenho um corpão, como os meninos dizem, pois sou magrinha, seios pequenos porem bem pontudos, estatura baixa, cabelos longos, minhas perninhas são fininhas… Uma coisa confessa, tenho uma bucetinha linda bem rosada (vou criar coragem e postar minha florzinha para vcs em breve). Tenho uma irmã  que é o oposto de mim, essa sim tem um corpão, tenho até inveja às vezes, nessa idade e com os seios maiores que o meu, bem mais alta e com mais corpo que eu.

Atualmente moro com minha mãe, irmã, avó e meu padrasto gato… Há 8 anos minha mãe conheceu meu padrasto e há cinco ele veio morar conosco. Caio é seu nome, tem 36 anos mesma idade de minha mãe, é advogado. Após minha mãe se separar de meu pai, quando eu ainda era bem menor, eu minha irmã nos apegamos muito ao Caio, pois sempre nos tratou muito bem. Eu e minha irmã chamamos Caio carinhosamente de “Tio”.

As historias que vou relatar aqui no MEU DIÁRIO DE PACIENTE são basicamente minhas sobre ele, desde quando ele veio morar conosco, eu ainda com 12 anos, já era bem sacaninha e adorava provocar os meninos na escola, adorava pegar os coleguinhas no recreio e sair beijando, rsrsrs. E nessa época comecei a ouvir os gemidos e urros a noite tanto de minha mãe como do meu padrasto, e assim ai escondida ficar brechando os dois transando pela abertura da porta ou buraco da fechadura , com o tempo aquilo virou um vicio e me masturbava vendo aquilo e desejando aquele pau lindo do Caio em minha bucetinha que na época tinha somente alguns pelinhos.

E assim os anos foram se passando, meu corpo se desenvolvendo, não muito rsrsrs, ai comecei as minhas provocações, sempre andando de pijama pela casa sem calcinha nem sutiã, deixando meus peitinhos pontudos quase sempre a mostra, fazendo questão de me esbarrar e esfregar no meu padrasto, mas também sempre levando bronca de minha mãe e avó, para eu me vestir melhor…kkk… Eu percebia que Caio já não tive aquele olhar tão inocente sobre mim.

Assim há uns dois anos atrás peguei pesado com ele, minhas provocações eram intensas de deixar o cacete do Caio latejando de tesão, porem todas essas historias postarei aqui nesse site periodicamente. Alias foi pesquisando no notebook dele que encontrei essa pagina, onde ele esta lendo contos sobre “incesto”. Adorei a pagina, li vários contos ótimos e decide revelar as minhas aventuras aqui também. Assim para você criei o “DIARIO DA PACIENTE.”

Ao amanhecer.

Meu padrasto Caio, sempre foi o primeiro da casa a acordar bem cedo, as 5:30 já estava levantado e tinha a rotina de fazer o café da manhã e lá pelas 6:00 ir no quarto acorda minha irmã para ir à escola, eu sempre estudei no turno da tarde e minha irmã no turno matutino. Pois bem, sabendo disso e já com minhas provocações na cabeça resolvia dormir de pijama, porem na madrugada o retirava e ficava nuazinha e sempre que meu padrasto ia chamar minha irmã ele me flagrava na cama assim, hora estava com os seios descobertos, outra dia eu estava totalmente descoberta e nuazinha ou apenas coberta em parte pelo lençol, enfim, eu sabia daquilo e me excitava muito saber que ele ficava me admirando e sempre ia lá comigo, pegava o edredom e cobria meu corpo, até que no inicio ele apenas fazia isso, porem com o passar do tempo tudo mudou, ele não se conteve em apenas olhar, começou a me tocar e me alisar sempre com cuidado para não ser pego, e eu sempre fingindo que estava num sono profundo, rsrsrsrs.

Certo dia, fiz o de sempre, fomos dormir e ao deitar me despir, pela manhã Caio ao levantar no seu horário normal, vai a cozinha assim me desperto e depois oque ele faz é ir ao meu quarto… Ele não ligou a luz como de costume, mas esteva com a tela do celular iluminando. Eu estava deitada de bumbum pra cima, nuazinha como de costume e então senti sua mão alisando meu bumbum vagarosamente, aquilo me deixou arrepiada, sua mão sedosa me deixou meladinha, ele foi enfiando os dedos entre meu bumbum, procurando abrir meu cuzinho, eu estava me esforçando ao máximo pra não demonstrar que estava acordada e assim assusta-lo.

Ele então com os dedinhos abriu bem meu bumbum e passou a língua bem no meu buraquinho, com aquilo fui ao céu, minha buceta chorava de tesão. Não resisti e empinei ainda mais meu bumbum, assim ele passou dois dedinhos sobre minha buceta e sentiu eles completamente meladinhos. Acho que ele ouviu algum barulho e rapidamente saiu do quarto e então eu me cobri e fui terminar o que começou, me masturbei loucamente pensando naquilo que acabava de acontece, estava desejando meu padrasto naquela hora, na minha cama, todo dentro de mim.

Uma semana depois aconteceu a mesma coisa, porem nessa noite eu estava dormindo de peito pra cima, meu padrasto veio e começou a alisar minha bucetinha que eu fazia questão de deixar bem lisinha. Ele abriu minhas pernas vagarosamente, com uma das mãos abriu também minha florzinha e passou a lambê-la lentamente num ritmo tão gostoso que eu comecei a me contorcer toda, assim ele se assustou e saiu do quarto, e eu novamente fui me masturbar…

Claro que isso não acontece com frequência, acho que meu padrasto tem um desejo enorme em me foder, porem tem medo de ser pego, ou de eu falar algo a minha mãe. Porem eu mesma já não estou aguentando de vontade de dar para meu padrasto e só pra ele.

Temos o costume de sempre ir ao clube ao mesmo uma vez no mês, as vamos somente para almoçar, vou contar agora a primeira vez que provoquei meu padrasto na piscina, nesse dia minha tanto minha mãe e irmã estavam menstruada e não poderiam tomar banho na piscina. Eu já saia de casa vestida no biquíni, apenas com uma bermudinha e a parte de cima a mostra do biquíni, chegando no clube convidei minha irmã para dar uma volta e tirar fotos, coisa que nos duas adoramos, depois do rolê, fui pra piscina e como minha irmã não queria entrar pedi que ela chamasse meu padrasto para me acompanhar, é muito chato ficar sozinha em piscina.

A piscina é um pouco afastada da área social do clube, e em pouco tempo depois lá vem meu padrasto, vestindo uma sunga branca com detalhes vermelhos do lado e um belo volume na frente rsrsrs… Na minha cabeça já tinha planejado em brincar com ele, queria passar entre as pernas dele e ele entre as minhas por baixo d’água. Ele veio, deu um mergulho e depois sentou-se a borda da piscina, fui andando em direção a ele o encarando e ele também em mim, cheguei mais perto e fiquei apoiada e suas pernas, no meio dele, de frente para aquele cacete desejado por mim, fitei o olho na sua cueca, ele pegou em meu queixo, levantou minha cabeça e perguntou:

– O que esta olhando filha?

Fiquei sem resposta, me afastei e dei um mergulho, depois o chamei para me levar na parte mais funda da piscina. Fomos e depois apostamos quem chegava na outra borda primeiro, ele com certeza ganhou a aposta, nisso peço pra ele abrir bem as pernas que eu iria mergulhar e passar entre ela. Ele abriu, dei um mergulho, com os olhos aberto dentro dagua, tento passar entre suas pernas, na primeira tentativa fui de proposito com o rosto bem certo com seu cacete, bati com a boca nele, ele num susto recuou, rsrsrs soltamos um riso, e ele disse que eu tinha falhado na tentativa, assim pedi outra chance. Na segunda vez fiz certinho, mas não resisti e acabei levando uma das mãos no pau do padrasto que naquela altura estava bem rígido. Ele fingiu não ter acontecido nada.

Chegou a vez dele passar entre minhas pernas, ele safadamente passou lentamente por entre minhas pernas e com a cabeça ficou esfregando minha buceta, acabei que me contorci de prazer com aquilo prendendo sua cabeça por uns instantes entre minhas pernas, até que ele passou por completo. Por pouco minha irmã nos flagra, ele veio trazer o protetor solar e o óleo bronzeador que nossa mãe mandou.

Me entregou e depois retornou pra mesa. Saímos da piscina e pedi que Caio passasse em mim, primeiro ele passou nas minhas costas, eu aproveitei e fui encostando meu bumbum dando toques sutis em seu cacete, em instantes senti algo rígido, dei uma olhadinha para baixo e vejo o cacete dele bem ereto dentro da sunga, fiz que não vi, ele então terminou e pediu pra eu retribuir e passar na costa dele também, o que fiz com muito gosto. Depois passei pelo peito dele, na barriga, olhava para sunga e lá estava aquela mostra de pica rígida e eu louquinha pra cair de boca nela.

Depois de um tempo fomos almoçar, passando o almoço retornei pra piscina junto com ele. Peguei uma cadeira de praia e fui pegar sol, deitei de bumbum pra cima e pedi pra ele passar óleo bronzeador nas minhas pernas e costas. Ele me pegava de um jeito muito gostoso, alisando carinhosamente meu corpo, tipo uma massagem tântrica. Abri bem as pernas, seus toques sutis e voluntários ou não com seus dedinhos próximo da minha buceta me deixava em êxtase. Pedi pra ele passar no bumbum também, aquilo estava me deixando de louca de tesão.

Olho para o lado e vejo ele agachado e como seu cacete esta bem destacado dentro da sunga, tento alcança-lo involuntariamente, mas meus braços curtos não alcança. Nisso minha mãe chega e interrompe minha deliciosa sessão de massagem… Ela o chamou para dançar, ele hesitou-se em levantar naquele momento pois obviamente seu cacete duro lhe entregaria. Passaram uns minutinhos conversando e foram pra pista de dança. E ele novamente me deixou só no gostinho, eu completamente meladinha e com vontade de gozar gostoso.

Nem sempre dava pra atiçar meu padrasto no clube, mas eu não perdia nenhuma oportunidade.

Todos os sábados tenho uma obrigação em casa que é dar banho nos nossos cachorros, que são 3 ao total. Como é cansativo só pra uma pessoa eu sempre peço ajuda ao meu padrasto Caio. Lá pelas 10 da manhã começamos a lavar os cães.

Eu pra provocar sempre estou vestida ainda com minha roupa de dormir, ou seja, um babydool com blusinha e shortinho de seda soltinhos ao corpo que deixa meus seios amostra quando me abaixo e também minha xaninha aparente que estou agachada esfregando os pêlos dos cachorros.

Meu padrasto em casa só veste uma bermuda de seda, que logicamente me deixa excitada vendo o movimento de seu pênis balançando quando circula pela casa, ele não usa cueca em casa.

Pois bem voltando para o banho dos cães, Caio me ajuda sempre, alias parte dele a iniciativa cedo em dar banhos neles, mas o trabalho dele é só segurar o cão e a mangueira de agua. A esfregação é comigo. Certo sábado,enquanto estávamos no banho dos cães, minha mãe e avó precisavam ir ao supermercado, ficando em casa eu, minha irmã e meu padrasto.

Nessa hora aproveitei e fiquei bem sacaninha me mostrando para Caio, deixava a alça da blusa cair, ficando assim meus seios a mostra, ou me agachava em sua frente e abria bem as pernas, deixando os lábios da minha bucetinha rosa a mostra, em certo momento quando peço para ele jogar agua nos cachorros olho para cima e vejo ele segurando seu pau ereto dentro da bermuda, tentando disfarçar puxando ele de ladinho, mas não tinha como esconder, pois sua bermuda muito fina não ajudava. Eu para não deixa-lo constrangido tentava disfarçar que via aquilo.

Finalizamos o banho nos cães e pedi pra ele me jogar agua pela mangueira, pois iria aproveitar e tomar meu banho ali mesmo. Fui buscar o sabonete e retornei, Caio colocou a mangueira jorrando agua na minha cabeça, eu vestida fiquei com a roupa todinha colada em meu corpo, meus seios pontudinhos e excitados estavam bem aparentes, comecei a me ensaboar, primeiro meus braços, pernas, barriga, vez ou outra deixava meus seios a mostra.

Pedi que ele ensaboasse minha costa, ele então levantou minha blusa na parte de tras e passou a me esfregar, naquele momento meu padrasto estado todo molhado também, hora para sua bermuda e vejo coladinha no corpo e sua pica se destacando bem durinha, esbarro minha mão nela, sempre com leves toques, a cada toque seu volume aumentava ainda mais.

Cheguei meu corpo junto ao dele, no primeiro instante ele também fez o mesmo, mas sentido seu cacete roçar entre meu bumbum e a estremecida de corpo que me sucedeu ele afastou-se um pouco e começou a ser molhar também.

Senti minha bucetinha meladinha, enfiei minha mão dentro do meu shortinho e comecei a acariciar fingindo que estava apenas ensaboando ela. Já estava em ponto de gozo quando meu padrasto pediu para eu finalizar meu banho no banheiro eu então fui ao banheiro correndo e acabei finalizando meu gozo lá dentro… Meu padrasto com certeza sabia que eu estava louquinha naquele momento por isso me mandou finalizar o banho dentro de casa…

Esse meu dever de casa de todo sábado eu não reclamo nem um pouco, só não gosto de arrumar a casa kkkk.

Hoje venho relatar um fato recente, não estou conseguindo segurar isso só pra mim, ocorreu acerca de dois dias, infelizmente minha avó está com idade avançada e saúde frágil, assim ela veio a adoecer e precisou ficar internada por cerca de dois dias e uma noite. Era noite de terça-feira, minha mãe teve que dormir como acompanhante no hospital com minha avó, apesar do momento triste, não me contive e deixei meu lado filhinha putinha florescer e acabei despertando mais tesão no meu padrasto.

Neste dia cheguei da aula por volta das 7:00 da noite, minha irmã estava sozinha em casa, meu padrasto tinha ido no hospital levar alguma coisa pra minha mãe, então fui tomar meu banho, como minha pepeka estava meio peludinha resolvi me depilar, me contive para não me masturbar, deixei minha bucetinha lisinha… Terminei o banho, vesti minha camisolinha, sem calcinha, livre, leve e solta. Ligo pra mãe e pergunto sobre minha avó, ela me informa que está melhorando e que no outro dia já estaria em casa a tarde. Depois mamãe disse que ela não iria dormir em casa, pois ficaria no hospital, informou também que o Caio iria levar pizza para nós jantarmos e que era pra termos cuidado, pois iriamos dormir só nós na casa.

Falei pra mamãe não se preocupar que cuidaria bem de minha irmã, “pra não dizer que seria do meu padrasto”rsrrs… Por volta das nove da noite Caio chegou, eu e minha estávamos no quarto estudando, ele nos chama pra comer a pizza que trouxe, após isso ele tomou seu banho, vestiu sua bermudinha de seda e foi pra sala assistir tv. Eu e minha irmã voltamos pro quarto, já ia dar umas 10:30 da noite, e minha irmã ainda não tinha ido dormir, ai a convidei pra irmos pra sala fazer companhia para Caio. Chegamos à sala, na TV estava passando uma reprise de uma serie. Caio estava no sofá com seu notebook no colo, com certeza estava lendo algum conto erótico ou assistindo algum vídeo pornô, pois ao nos ver tratou logo de fecha-lo.

O nosso sofá é daqueles que vira cama, assim minha irmã pediu que ele montasse a cama, assim o fez e ficamos nos três deitados nele, minha irmã estava entre nós, resolvi buscar um edredom, pois já se fazia um frio gostoso, deu pra cobrir nós três. Estiquei meu braço sobre a minha irmã e alcancei a cabeça de meu padrasto e comecei a fazer cafune nela. De mesma forma ele esticou seu braço e passou a fazer carinhos na minha cabeça e cabelos, ficamos lá assistindo até o final do programa. Nisso minha irmã já havia pegado no sono, porem estava bem no meio de nós.

Eu a chamo para irmos dormir, porem ela esta num sono pesado, meu padrasto então levanta-se e a leva pelos braços até sua cama, nisso falo que minha irmã é bem folgada, ele apenas sorri, a camisola que minha irmã esta vestida deixa um dos seus seios amostra quando ele a pega pelos braços, vejo que ele não tirou o olho daquele seio pontiagudo, desce os olhos um pouco e vejo um volume a mais na sua bermuda, com certeza o safadinho estava excitado com aquilo.

Os acompanho até o quarto para certifica que ele não vá fazer nada na minha irmãzinha que eu queira que seja feito somente em mim. Ele a põe na cama, a cobre e pergunta se eu posso ajuda-lo a montar o sofá ou se ainda iria assistir alguma coisa.

Então retorno pra sala e me jogo no sofá-cama, pego o controle e seleciono um filme de ação na Netflix, ele retorna da cozinha e deita-se bem ao meu lado, pergunta algo sobre o filme que respondo somente com a cabeça, ele pega o edredom e o joga por cima da gente, eu aproximo meu corpo junto ao dele, ele estica o braço e coloca minha cabeça sobre ele, me envolvendo chegando a ficar com as mãos próximo aos meus seios, eu o abraço e digo que se caso eu dormisse que ele me carregasse no braços pra minha cama, assim como fez com minha irmã.

Depois de alguns minutos movimento minha perna, jogando-a sobre a dele e fico com o joelho tocando seu cacete, deu pra sentir que ele estava bem duro, sentia sua respiração ofegante, seu coração bater mais acelerado.

Caio parecia está com medo ou receio de fazer algo a mais, também não quis provocar muito, pois saberia que se avançasse não teria mais volta, teria que ceder minha bucetinha a ele naquele dia. Assim fiquei só curtindo o calor de seu corpo, e peguei no sono de verdade, se ele me tocou, me acariciou, eu verdadeiramente não senti.

Já ia dar 01:00 da manhã quando Caio me chama, acordo e percebo que seu cacete ainda esta duro feito pedra, pois estava com o joelho ainda sobre ele, então peço que ele me carregue pra cama. Eu o agarro pelo pescoço e ele me pega pelos braços, e me leva pra cama, mas não para minha cama, o safadinho me levou pro seu quarto e me deitou na sua cama, eu percebi onde estava porem não falei nada, fingi que ainda estava adormecida. Empinei um pouco o bumbum fazendo com que minha camisola levantasse um pouco e deixasse meu bumbum a mostra, eu estava apenas com um dos olhos meio abertos e vi que ele ficou estático ao me ver toda provocante.

Ele põe a mão dentro de sua bermuda e saca seu cacete pra fora, inicia a fazer movimentos de uma punheta, ai eu faço um movimento e me viro de bruços, ele para a punhetinha e me cobre e vai ao banheiro, assim que ele entra no banheiro eu toco na minha bucetinha e sinto ela meladinha, tou louca pra gozar,

Caio demora no banheiro, eu acho que ele esta batendo uma punheta lá, pois não escuto barulho algum, assim eu começo a me tocar também e gozo rapidamente, depois de um tempo ele retorna e deita-se ao meu lado porem com o corpo afastado, e eu aos pouquinhos vou me aproximando dele, eu estava deitado de ladinho e ele me abraça, ficamos grudadinhos de conchinha, seu membro roçava meu bumbum, aquilo estava me deixando louca de tesão, ai escutamos barulho vindo da cozinha,

Eu aproveito e me levanto, vou até a cozinha e vejo que minha irmã tinha adentrado no banheiro, aproveitei resolvi voltar pro meu quarto, pois sabia que retornasse pro quarto de minha mãe a coisa ia se complicar. Minha irmã retorna ao quarto e pergunta onde eu estava, fico com o coração na mão, respondo que estava na sala sozinha e acordei quando ela tinha se levantado e ido ao banheiro. Acho que a convenci, desligamos as luzes e fomos dormir, fiquei ainda pensando o que poderia acontecer se continuasse naquele quarto.

No dia seguinte, Caio fez sua rotina normal, acordou cedo, foi ao nosso quarto chamar minha irmã pra ir a aula, foi até a mim e meu um beijo na testa me desejando bom dia, eu apenas retornei a dormir. Nesses dias pra cá Caio vem me tratando como nada tivesse acontecido, porem com um trato mias carinhoso. Eu sinto que nós não vamos resistir esse tesão um por outro por muito tempo, mas vou fazer o possível.

Poucas vezes Caio vem almoçar em casa e ao retornar para o escritório ele aproveita e me dá carona pra escola, assim sempre puxo alguma conversa boba com ele, e como eu sou daquelas pessoas gesticulam tocando na pessoa, eu sempre estou pondo a mão onde não devo, principalmente nas suas coxas, e vejo que a cada toque o volume de calça aumenta, e sempre me despeço dele dando um beijinho na sua bochecha e também em seus lábios pois vários vezes ele de proposito vira o rosto e nossos lábios acabam se tocando, certa vez uma colega minha viu essa cena e ficou surpresa, perguntou se eu fazia isso sempre com meu padrasto em ficar dando beijoca nele, não respondi nada apenas sorri.

Outras tipos de provocações rotineiras que faço são aos fins de semana quando Caio está mais tempo em casa, pelas manhãs de sábado eu já relatei o que faço agora na parte da tarde ele tira um tempinho pra fazer revisão nas tarefas da escola de minha irmã e eu aproveito e peço que ele também me tire algumas duvidas. Eu como sempre vestida bem soltinha, deixo meus peitinhos a mostra quando estou debruçada sobre a escrivaninha ou na mesa de estudo, ele não desgruda os olhos é claro.

Certa vez pedi que ele me ajudasse a montar um slide no PC, ele ficou em pé atrás de mim, eu sentada na cadeira e ele com seu rosto quase colado ao meu me indicando onde seriam os atalhos e as formatações, seu hálito cheiroso no meu ouvido me arrepiava, os pêlos do meus braços estavam ouriçados, ele percebeu isso e começou a falar mais lentamente e sensual próximo ao meu ouvido, meus mamilos ficaram pontiagudos naquele momento, ele veio um pouco mais de lado e seu cacete ereto ficou roçando no meu ombro, eu sentindo-o apenas fazia pressão com o corpo, pressionando meu ombro em seu cacete. Esse dia mamãe entrou no quarto e tentamos disfarçar o que acontecia.

Aos domingos, quando não saímos em família para o clube associado, Mamãe e Caio preferem fazer um churrasco em casa mesmo e convidam alguns casais, ou são convidados para irem a algum churrasco. Eu sinceramente não gosto muito de carne vermelha, como mais frango e peixe, assim Caio sempre assa uns pedacinhos de frango especialmente pra mim.

Gosto de ir ao supermercado com ele pois ele faz minhas vontades e sempre compra minha guloseimas rsrsrs. Um sábado já a noite, ele me convida a ir ao supermercado comprar material para o churrasco de domingo, me visto com uma bermudinha branca curta e uma blusinha solta e uma jaqueta jeans, não estava usando sutiã.

O supermercado onde iriamos não fica próximo de casa, resolvemos ir na Biz 125 da Mamãe, subo nela e Caio da um arranque que me assusto e o abraço forte, assim vamos ao supermercado eu abraçada nele fazia pequenos carinhos em sua barriguinha, desço mais a mão e me apoio em suas coxas e a cada arrancada mais forte que ele dava meu corpo ia pra trás e eu me apoiava apertando forte sua cintura. Chegamos ao supermercado, fizemos as compras, na volta me oferecia a traze-lo, apesar de ainda não ter CNH, eu já sei dirigir tanto moto como carro, claro que foi meu padrasto que me ensinou.

Então vim pilotando. Não coube todas as sacolas no bagageiro e uma ele veio trazendo na mão. Sorrindo, falei a ele que poderia me abraçar se quisesse, coisa que ele fez no mesmo instante, me abraçou forte logo de primeira, ao longo da viagem ele se apoio com uma das mãos no suporte juntamente coma sacola que levava e com a outra mão ele põe sobre minha coxa e começa a alisa-la, meu shortinho curto estava deixando visível minha pele toda excitada com aquele carinho.

Paro no sinal vermelho, e ao sair dou uma arrancada que faz com que sua mão, em um ato de se segurar, aberta minha buceta por cima da bermuda, ele então pede desculpa por aquilo, eu apenas afirmo com a cabeça, mas ele não tira a mão de minha coxa, somente o faz quando já estávamos no portão de casa. Sempre que fazíamos essas saídas de moto fazia questão de aproveitar e deixa-lo um pouco excitado.

Quando tem alguma festa de aniversario de meus amigos, sempre peço que para ele me buscar, mas em quase todas minha irmã me acompanha, porem teve uma festa em questão que ela não pode ir, e na volta lá pelas 02:00 da manhã liguei para mãe pedindo que Caio viesse me buscar, na hora damos carona também para mais duas amigas minha, que moravam a caminho de casa.

Eu estava no banco da frente, vestida de numa minissaia, tinha bebido um pouco confesso, estava largada no assento do banco, minha minissaia já estava bem levantada deixando a mostra minha calcinha e ele não parava de olhar, as vezes puxado um pouco ela para cobrir, mas não adiantava ela voltava a subir, então desisti e fiquei assim mesmo, com minha calcinha amostra. Ela fez uma curva bem fechada fazendo com que eu me jogasse quase que em cima dele, nisso apoiei a mão em sua perna, e de lá não tirei, ele estava de bermuda e camisa regata, ele olhou pra mim e soltou uma risada sacana, queria poder alisar aquele cacete mais já estávamos quase na porta de casa. Antes de entrar em casa o abracei forte e agradeci por ter ido me buscar e dei um beijinho em sua boca desejando boa noite.

Logo após tomei meu banho e fui ao meu quarto, lembrei-me que havia esquecido a calcinha no banheiro, retornei, mas meu padrasto já tinha entrado, ouvi apenas o chuveiro jorrando agua, depois de quase dez minutos ele sai do banheiro, como ainda não havia pegado no sono, entrei no banheiro e ao pegar minha calcinha percebi que o fundo dela estava todo seu de esperma do meu padrasto, estava com um cheiro forte, o sacana do meu padrasto tinha gozado nela, pensando em mim foder, aquilo me deixou excitada, levei a calcinha comigo e debaixo da coberta me masturbei deliciosamente antes de cair num sono profundo.

Melissa e eu somos amigas desde os 10 anos de idade, somo vizinhas, até ano passado estudávamos juntas na mesma escola, esse ano ela foi matriculada noutro colégio, mas continuamos indo juntas, pois estudamos a tarde também. Melissa já possui um namorado, até gatinho, ela perdeu a virgindade com ele a pouco tempo, essa historia ainda vou relatar aqui caso queira.

Melissa é morena, não muito alta, cabelos cacheados, como ela se bronzeia bastante, tem uma marquinha sexy de bronze que enlouquece qualquer homem, seu bumbum enorme é seu cartão de visita, possui lábios carnudos, realmente ela é uma morena de parar o transito. Os pais de Melissa são negros, sua mãe Mel é uma morena estilo rainha de bateria e seu pai, Ricardo, já mais velho, mais também é bonito. Melissa tem um irmãozinho de 10 anos, Junior.

Já tínhamos uns 12 anos e nós ainda brincávamos de boneca, e também nessa idade dos 11 aos 14, dormíamos uma na casa da outra. Tínhamos essa liberdade entre nossa família. E foi com uns 11 anos, após vermos os pais de Melissa transarem na sala, fomos pro quarto e acabamos masturbando uma a outra, foi nossa primeira experiência juntas. Melissa abriu suas pernas e pediu para eu mexer na sua borboletinha, quando toquei ela, já estava toda meladinha, o que me deixou também melada, depois foi a vez dela bolinar minha xoxotinha. Mexíamos de qualquer jeito sem a experiência que temos hoje, mas foi bom pra primeira vez. Depois nos viciamos nisso, caracas!!! gostoso demais…

O tempo foi passando, e Melissa como é mais extrovertida, começou a namorar as escondidas logo cedo, já com 12 quase 13 anos, ai já era os meninos que ela deixava bolinar sua bucetinha, porem só foi perder mesmo sua virgindade com esse namorado atual.

Ela se incomodava por eu não querer namorar ninguém da escola e sempre me questionava o porquê? Eu sempre dizia que minha prioridade era os estudos, ainda não tinha falado pra ela das minhas provocações e a excitação que tenho por meu padrasto, só foi no dia seguinte, depois da noite em que quase fazemos uma loucura no seu quarto que me abri pra amiga.

Melissa se espantou depois que relatei tudo que vinha acontecendo esses anos, ela até me confessou que achava meio estranho mesmo os olhares do Tio Caio (assim que o chamava) para Valeria e em mim, ela como amiga pediu pra parar com isso, pois sabia que minha mãe o ama muito e caso ela venha a descobrir algo ela iria surtar. Falei pra Melissa que já estava pensando em parar com isso, apesar de está adorando todo aquele clima de sedução e tesão, isso poderia mesmo arruinar nossa família.

Depois dessa conversa, Melissa me confidenciou que meu padrasto uma vez deu-lhe uma cantada, e que só não tinha dito nada antes por receio. Melissa contou que há uns 2 meses atrás estava saindo de casa na mesma hora que meu padrasto, então ele perguntou pra onde ela iria e ofereceu uma carona, Melissa aceitou pois teria mesmo que ir ao centro e retornar rápido e a carona iria lhe adiantar bastante. Melissa disse que estava vestida num vestidinho coladinho na cor preta, não muito curto, mas quando sentava-se teria que ter cuidado senão ele a entregava..

Já no meio do caminho, após conversarem sobre os pais de Melissa, Tio Caio, talvez propositalmente, fica com a mão na marcha e como Melissa estava com a dela também próxima a marcha, com os dedos Tio Caio tocou levemente sua mão, fazendo com que Melissa sentisse um arrepio contou ela. Mas ela sentiu-se desconfortável com aquilo, e afastou sua mão, mais a frente Tio Caio perguntou se Melissa já tinha terminado o namoro, ela disse que não e que estavam bem…

Ele perguntou se Melissa saberia se eu ou a Valeria já tinha um namoradinho escondido por ai, Melissa então responde que se elas tivessem eles estavam bem escondidos, pois ela mesma não saberia. Nisso os dois sorriram bastante, já estava chegando no local que Melissa iria ficar e Tio Caio fala que foi bom ter conversado com ela, que se qualquer dia poderiam conversar mais um pouco, ao parar o carro Tio Caio coloca a mão sobre as coxa de Melissa e dar um aperto que a deixa arrepia e se despedi com um beijo na bochecha de Melissa, ela diz que ficou paralisada com aquilo naquele momento, mais depois passou o dia pensando no Tio Caio, ao ouvir isso dela fiquei até com uma pontinha de ciúme.

Depois dessa carona meu padrasto ainda enviou algumas mensagens pra Melissa, mas ela disse que por consideração a nossa família, a amizade que tinha com minha mãe, ignorou as investidas do Tio Caio. Fiquei aliviada ao escutar isso, pois eu sinceramente não tinha como competir com uma mulher linda daquela, rsrsrs.

Agora estou nesse dilema cruel, nessa semana quase transo com meu padrasto, vejo que ele está cada vez mais atraído e tudo isso por culpa minha, porem estou adorando e isso me excita muito. E agora meu médico querido o que eu faço?

Como já tinha dito anteriormente, minha irmã e linda é novinha, vou chama-la de Valéria, mas quem vê, pensa que já tem uns 16 anos, devido já ter um corpo bem desenvolvido, seios grandes, alta, cabelos cacheados, uma xoxotinha linda que ela deixa sempre lisinha, um baita mulherão, puxou para minha mãe.

Valéria é apaixonada por desenhos japoneses, os tais Animes, ela vai a eventos fantasiada das personagens desses desenhos, quase sempre vestida de menininha colegial, tipo saia curta com dobrinhas, sapatilha, meia até acima do joelho e blusinha, eu pessoalmente acho ela linda e sexy e penso que meu padrasto também, pois ele faz questão de comprar tudo que ela pede e também a leva a acompanha aos eventos que acontecem aqui na cidade. Eu as vezes a acompanho também, mas não sou muito fã, não era, pra falar bem até pouco tempo atrás.

A pouco mais de dois meses, fui pra escola porem passei ruim devido está com cólica. No período da tarde Valeria e minha avó ficam sozinhas em casa, minha avó fica no seu quarto vendo tv e fazendo crochê e a Valeria vai pro nosso quarto na parte de cima e fica no computador, minha avó nem se preocupa.

Pois bem, nessa tarde, cheguei em casa por volta das 3:00 hrs, como estava com dores, entrei triste, sem fazer barulho, deixei a mochila no sofá , fui até minha avó, informei o subi para nosso quarto, ao abrir a porta devagar me deparo com Valéria, estava de costa pra porta, estava vestida na saia colegial, com as pernas abertas em cima da escrivaninha acariciando sua bucetinha, ela não percebeu minha presença, quando olho pra tela do computador vejo uns desenhos japoneses de sacanagem, pra ser sincera bem excitantes mesmo, umas picas enormes, xoxotinhas meladinhas, confesso que até eu senti vontade de bater uma siririca, vou caminhando lentamente na direção da Valéria, quando chego pertinho dela dou um tapinha no seu ombro e digo:

– Te peguei Valeria!!!

– Ahhhh!!!!!!!! Sua merda!!! Grita ela, ao mesmo instante em que levanta e começa a esbravejar, acho muita graça de tudo aquilo o que a deixa mais puta ainda.

Falei pra ela se acalmar, que não iria contar pra ninguém, também disse que isso era normal e que eu comecei a me masturbar com 11 anos junto com a Melissa. Então pedi que ela me mostrasse mais sobre aqueles desenhos japoneses. Só ai ela se acalmou, vestiu sua calcinha que estava no chão e começou a me falar sobre os Hentai… Essa parte eu gostei e vendo e lendo todos aqueles desenhos acabamos nos excitando e acabamos batendo uma siririca juntas… Passamos a nos masturbar durante algumas madrugadas vendo os Hentais, até a noite que nossa mãe nos pegou de surpresa.

Não eram todos os dias que fazíamos isso, mais umas duas ou três vezes da semana. Valeria que acordava e me chamava para assistir, como já dormíamos sem calcinha, ligávamos o computador e como nossa tela era grande dava pra assistirmos de nossa cama mesmo, então cada uma ficava na sua e relaxava lá mesmo, quando escutávamos algum barulho,

Valeria só puxava o cabo do computador da tomada que ficava próximo de sua cama, mas certa madrugada, acho que estávamos tão concentrada que ouvimos quando nossa mãe adentrou no quarto e nós pegou no flagra. Logico que ficamos morta de vergonha, mamãe falou horrores, mas não fez escândalo, acho que ela também não queria que nosso padrasto soubesse daquele fato. Mas meu padrasto estava ao lado da porta escutando tudo… Depois disso mamãe passou a desligar a internet as 11 da noite.

Sábado, 25/05/2019, 09:00 da manhã acordo, olho para cama de minha irmã, ela continua dormindo, levando-me, visto minha camisola e vou ao banheiro, passo em frente ao quarto de meus pais, e a porta esta entre aberta, observo que tem alguém deitado ainda, acho estranho pois mesmo aos sábados meus pais levantam cedo.

Entro no banheiro e faço apenas xixi, me sinto aliviada, enxugo minha buceta, dou uma olhada no espelho da pia, pareço um monstro, cabelos espalhados, olhos e rosto inchados, então jogo uma água nos rosto e escovo os dentes.

Saio e banheiro e entro silenciosa e curiosa no quarto de minha mãe, vou até a cama, não sabia ainda quem estava deitado, pois estava com o corpo todo coberto, o quarto estava num frio bem gostoso. Puxo uma ponta do lençol na parte dos pés e vi que quem estava deitado era meu padrasto.

Alguma coisa aconteceu pra ele está deitado até essa hora, levanto mais um pouco o lençol e vejo seu bumbum, meu padrasto está nu, deitado de bruços, dou a volta no colchão e chego mais próximo dele, sento me na borda do colchão e puxo a parte do lençol que cobre seu rosto, ele estava dormindo e ainda não tinha sentido minha presença, passo a mão no seu rosto e cabelos, senti um calor a mais, ele estava febril, comecei a fazer cafune na sua cabeça, foi quando ele veio acordando aos poucos, abriu os olhos e verificou que era eu, deu um sorriso pra mim e eu desejei Bom dia!

Ele disse que hoje o dia tinha começado muito bem com meu cafuné, pena que estava com muita febre e calafrios, falou que minha mãe mais cedo tinha lhe dado um remédio e que acabou dormindo novamente. Então perguntei:

– Tio quer colinho da filhinha?

– Com certeza me fará bem melhor! Respondeu Caio.

– Então deixa eu me sentar aqui e você coloca sua cabeça aqui nas pernas! Falei

Ai sentei no colchão com as costas apoiadas na cabeceira da cama, peguei o travesseiro e coloquei nas minhas pernas, pedi que deitasse com a cabeça nele, porem ele puxou o travesseiro e jogou longe da cama e deitou-se ainda de bruços apoiando a cabeça sobre minha coxa, abraçando minhas pernas com um dos seus braços. Nisso ele liga a tv e peço que ele procure um filme bom pra assistirmos, começamos a assistir, ele começa a alisar meus joelhos e canela, eu fico só fazendo cafuné em sua cabeça. Já estávamos a quase meia hora nisso quando mamãe entra no quarto e até se surpreende com aquela cena e diz:

– Bom dia filha, que milagre foi esse, você aqui! Seu tio esta dodói a tarefa de dar banhos nos cachorros é só sua hoje! Diz ela.

– Pois é mamãe, ele me disse que acordou dodói e já tinha me dado a ordem de banhar os cães, deixa só acabar esse filme tá! Respondi como se não estivesse fazendo nada demais.

– Ta bom filha!!! Vou ter que ir no supermercado, acorde e chame sua irmã para te ajudar, sua avó está deitada lá em baixo, tchau!!!

Mamãe vai até meu padrasto, verifica como anda a febre, dar um beijo nele e sai. Escuto o portão se fechando, minha irmã ainda estava dormindo. Aquela posição já estava desconfortável e tento me ajeitar, Caio levanta um pouco a cabeça me dando espaço pra me acomodar, quando ele retorna com a cabeça para minha coxa ele enfia o rosto no meio de minhas pernas, sinto seu nariz fuçar minha buceta, parecia um cão no cio cheirando a xoxota de uma cadela. Nisso ele diz:

– Esse cheiro de xixi matinal é bem gostoso!

Fico sem ação e não consigo dar uma resposta a ele, apenas pego novamente o outro travesseiro e coloco nas minhas pernas, mas ele retira e encosta sua cabeça de novo no meu colo, mas agora ele vira-se e fica de peito pra cima, eu jogo meus braços sobre seu peito e começo a arranha-lo por cima do lençol, ele então puxa o lençol e cobre meus braços a deixando minha mão no contato direto com seu peito meio cabeludo, assim fico acariciando-o levemente!

Noto pelo lençol que uma das suas mãos esta em seu pênis, vejo uma alteração anormal naquela parte, apesar do quarto está meio escuro, somente com as luzes da imagem da tv, deu pra perceber que ele estava tocando seu pênis. Aquilo já me deixou excitada, como minha outra mão tento coloca-la entre minha pernas, tio Caio levanta o pouco cabeça e assim consigo alcançar com os dedos minha bucetinha, depois ele retorna com a cabeça no colo. Seu cacete faz o lençol ficar pontiagudo naquela parte, eu olho para o rosto dele e vejo que está de olhos fechados, começo a alisar seu peito com mais prazer, vejo que ele lentamente faz movimentos em seu cacete, eu tento iniciar uma caricia na minha pepeka também, levanto um pouco o lençol, mais tá escuro não consigo ver seu cacete.

Olhava novamente para seu rosto, fico desejando sua boca que estava entre aberta, seguro um lado do seu rosto, inclino meu corpo na tentativa de beijar sua boca, quando estávamos a poucos centímetros do nosso beijo, escuto minha irmã chamar pelo meu nome, eu grito respondendo que estava no quarto de nossa mãe, meu tio vira novamente de bruços no esforço em esconder seu cacete duro,

Valeria acabava de levantar, entra no quarto e se joga na cama, dar um abraço no Caio e deseja bom dia a ele, ela pergunta o que estávamos assistindo e decide assistir também, ela com seu jeitinho inocente, que de nada tem de inocente, puxa o lençol um pouco e também percebe que nosso tio estava nú, e fica abraçada nele nas costas, o que me deixou enciumada. A sacana ainda ficou tirando casquinha dele também.

Bom para nosso padrasto Caio que ganhou cafuné das duas afilhadas. O filme acabou e ele nos mandou fazer as tarefas que nossa mãe passou, e que depois poderiam retornar. Eu e Valeria descemos e fomos fazer nossas tarefas, meia hora depois nossa mãe chega.

Sábado- 25/05/19 – 12:30 – Hora do almoço, Eu e Valeria já tínhamos feitas nossas missões, tomamos nosso banho e fomos almoçar, Caio desce também já tomado banho vestido na sua bermuda sunga canção, com aquele cacete balançando pra lá e pra cá. No almoço mamãe nos convida a ir ao shopping com ela, pois teria que comprar um presente pra uma amiga que faria uma festinha no casa dela no domingo. Meu padrasto disse que iria ficar em casa descansando. Após o almoço meus pais vão pro quarto, Valeria acompanha minha avó ao quarto e eu mando uma mensagem pra Melissa, queria saber por onde estava e convida-la a ir conosco no shopping, ela estava em casa ai resolvo dar um pulinho lá, fico lá por volta de meia hora, retorno pra casa.

Sábado – 25/05/19 – 13:45 hrs – Entro em casa, Vou até o quarto de minha avó, Valeria esta na cama e minha avó na rede, ambas estão dormindo, então subo pro meu quarto, quando passo na frente do quarto de minha mãe escuto uns gemidos leves, mas são gemidos masculinos, tento abri a maçanete, mas a porta esta trancada, ouço Caio falando excitando:

– Isso amor, chupa meu cacete bem gostoso, seu papai ta com muita gala guardada!!! Chupa meu culhão também!!! Dizia Caio

– Vou engolir tudinho amor!!! Respondia minha mãe

-Ahhh amor, isso vai, chupa, chupa, chupa!!! Ai, ai, ai amor, na cabecinha não, isso é tortura, chupa vai!!!

– Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii caraaaalho, vou gozar sua putaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!! Engoli tudo sua cachorraaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!Meu Deus do céu! Ao escutar aquilo, melei toda minha calcinha, minha vontade era de entrar naquele quarto e dividir aquele cacete com minha mãe. Caracas, fui correndo pro banheiro, abri o chuveiro, tirei minha bermuda e sentei no vaso sanitário, abri minhas pernas e apoiei meus pés no alto da parede ficando toda aberta e comecei a tocar uma siririca, gozei horrores imaginando como era aquela cena no quarto, que delicia foi aquela gozada, tomei meu banho pra esfriar aquele fogo e deitei-me e adormeci, só acordei quando minha me chama pra irmos ao shopping umas 15:30 hrs.

Isso foi o que de melhor aconteceu no meu sábado, bem excitante… Doutor confesso que estou com medo que essa relação com meu padrasto possa ir mais adiante e eu acabar cedendo as provocações do meu padrasto também, pois depois de hoje e do que aconteceu na noite de terça-feira, eu percebi que se eu continuar agindo com essas provocações, acabaremos fazendo loucura, então nos próximos dias vou tentar me afastar dele e ver qual vai ser reação dele.

Vou contar hoje o que aconteceu no domingo dia 26/05.

Como tinha dito na ultima pagina do meu diário tentaria me afastado um pouco do meu padrasto e não o provoca-lo, pois bem assim o fiz, depois do ultimo sábado dia 25/05/2019, um dia bem provocante por sinal, vi que a coisa tava esquentando demais, meu padrasto já não tinha todo aquele medo que quando no começo.

No domingo minha mãe foi no aniversario de sua amiga, seria um almoço, mas ele não foi pois estava se sentindo ruim ainda, eu pensei duas vezes em ir ou não com ela também, mas sei que se eu ficasse em casa naquele domingo sozinho com ele novamente a coisa não ia prestar, então resolvi acompanhar minha mãe e irmã, nossa avó também foi. Já sabíamos que lá possuía uma piscina e nossa mãe pediu que levássemos biquíni caso quiséssemos, então eu e Valeria levamos.

Chegamos lá era meio dia em ponto, a casa estava cheia, falamos com a aniversariante e logo avistei uma colega minha e fui cumprimenta-la, Vanessa também estava acompanhando seus pais. Estudei com Vanessa ano passado, fazíamos vários trabalhos escolares juntas, perguntei se ela estava com biquíni, disse que sim, só não tinha colocado antes, pois não queria ir sozinha pra piscina, então convido minha irmã também e fomos nos vestir, a aniversariante indica um quarto do seu filho no final do corredor da casa, pra nós se trocarmos. Entramos no quarto e trancamos a porta.

Como a Valeria estava de saia, ela só desceu a calcinha e vestiu a parte de baixo rápido, a parte de cima ela já veio vestida por baixo da blusa, então rápido ela sai do quarto e acaba deixando a porta destrancada, eu e Vanessa esquecemos de trancar novamente, minutos depois entra no quarto seu filho Jean e pega nós duas nuas, soltamos um grito de susto, e ele também, ficou por instante parado e admirando nos duas, depois deu dois passos pra trás e pedindo desculpas saiu e fechou a porta. Eu e Vanessa nos olhamos e começamos a rir. Nós trocamos rápidos e saímos. Ao sair damos de cara com Jean que estava no corredor nos aguardando a sair.

Jean era bem branco, loirinho, tinha 18 anos, já estava cursando o 1º ano de engenharia, ao passarmos por ele no corredor ele disse que já faria companhia a nós na piscina. Vanessa olha pra trás e disse que ele seria bem vindo. Chegamos à piscina e a Valeria já estava lá dentro, tinha vários casais naquele almoço com crianças menores, adolescentes eram somente nós mesma,

Vanessa que tinha um corpo um pouco mais forte que eu atrai olhares de alguns marmanjos. Nos duas entramos na piscina, que já tinha Valeria e mais três crianças. Passado alguns minutos surgi Jean, vestido numa bela sunga, seu corpo era bem atlético, músculos dos braços definidos, barriga tanquinho, naquele corpo só faltava mesmo um solzinho, Jean estava muito branquinho… Ele vem trazendo um na protetor solar, senta-se na beira da piscina bem próximo a nós e fala:

– Qual princesa pode passar esse protetor em mim?

– Eu, eu, eu!!! diz Vanessa toda eufórica.

Confesso que tive vontade de passar tirar uma casquinha no corpo do Jean, mas ela foi mais rápida que eu rsrsrsrs. Vanessa também senta a beira da piscina e passa o protetor nas costas, bustos e do garoto, no rosto ele já tinha passado.

Enturmamo-nos e conversamos bastantes nós quatro, rimos do flagra logo cedo, perguntamos se ele chegou a ver algo mais, ele disse que só viu duas bundas lindas, a gargalhada foi geral. O sorriso do Jean é lindo, suas palavras envolvem a pessoa, sua conversa é agradável, tanto nós como Vanessa estávamos encantadas. Numa certa hora a mãe de Jean o chama para almoçar então ele se despede de nós, então fazemos um charminho, falando:

-Ahhhhhhhhhhhhh não vai, fica mais um pouco!!! Falávamos juntas.

Jean apenas sorri e segue até sua mãe. Logo depois mamãe também nos chama pra almoçar.

Vanessa e eu cochichamos:

-Vic, acho que o Jean está afim de nós duas!!!

– Que nada Vanessa, eu reparei que ele ficou olhando mais pra ti, vc já até tirou uma casquinha dele.

– Eu aproveitei mesmo, rsrsrsrs!!!! Falou Vanessa.

Mamãe minutos depois também nós chama pra almoçar. Nós três nos servimos e fomos sentar junto à mesa que Jean estava. Senti uma afinidade entre Vanessa e Jean, acho que ela já ganhou ele. Apos o almoço Jean deu uma sumida, eu e as meninas ficamos fazendo o desjejum próxima na mesa que minha mãe estava. Ouvi ela comentar que no próximo sábado nós estaríamos para o sitio da minha tia Carla, irmã de minha mãe, no interior do Estado iria ser um festão a comemoração do aniversario da minha tia, fiquei encucado quando escutei que meu padrasto não iria. Uma das amigas da minha mãe que estava na roda de conversa, questionei o porquê dele não ir, então a mãe do Jean diz:

-Já sei muito bem o porquê? Disse ela.

-Ahhh, essa é uma longa historia amiga!!! Falou minha mãe.

Aquilo me deixou curiosa, e fiquei lá naquela roda de conversa, ligada em tudo, até aquele momento não sabia de nenhuma história que impedia Caio de ir na casa de minha tia Carla, ai me veio a cabeça que nesses 5 anos que Caio vive conosco ele nunca tinha ido na casa da titia conosco, sempre quando Eu ou a Valeria questionava a ele ou a mamãe eles inventavam uma desculpa.

Então vejo que mamãe senta mais próxima dessa amiga curiosa e começa a falar baixinho com ela, então chego com minha cadeira mais próxima delas e fingi que estava mexendo no celular e escuto toda a historia. Resumindo, meu padrasto fodeu com minha tia Carla logo no começo do namoro dele com minha mãe e acabou que meu tio Paulo os pegou nos flagra e foi um pega-pra-capar, caso de policia mesmo, escutei tudo e o que ouvi vai render uma pagina especial no meu diário que postarei depois.

Passei quase uma hora escutando aquela conversa e quando me dei conta, olhei para os lados e não a Valeria nem a Vanessa na piscina, levantei e fui a caça deles, perguntei a um garotinho próximo se ela tinha visto as meninas e ele disse que estavam jogando PS4 no quarto do primo dele. Ops, fui correndo pra lá, tinha outro garotinho próximo a porta do quarto, que quando me viu indo ao quarto gritou o nome do Jean, chego na porta do quarto e sinto que ali estava rolando alguma coisa, Valeria estava sentada uma cadeira jogando PS4, enquanto Jean e Vanessa estavam sentados na cama logo atrás da Valeria, mas os dois estavam com rostos suados rsrsrs… Jean com um travesseiro sobre o colo com certeza estava de cacete duro, me fiz de lesa e fingi não ter percebido nada, eu fui falar com a Valeria, Jean inventa uma desculpa de pegar refrigerante pra nós, quando ele sai vou correndo até Vanessa e pergunto se eles estavam se pegando:

– Ai amiga, estávamos só nos beijando, ele me deitou aqui na cama e começou a aperta meu bumbum, mais não deixei suas mãos bobas me bolinar, tua irmã ta ai tambem!!!

– Você é uma doida isso sim!!! Disse eu.

– Doido é ele, que colocou esse muleque ai na porta também e prometeu dar R$ 10,00 pra ele ficar vigiando, toda vez que viesse alguém era pra ele gritar o nome do Jean!!! Rsrsrsrs!!! A tua irmã ta tão entretida no vídeo game que nem notou nada. Amiga!!! Vc chegou bem na hora que tava alisando o pau do Jean por cima da bermuda, você viu que ele estava com travesseiro no colo?

– Eu percebi isso sim!!! Kkkkkk

Nessa hora Jean retorna com o refrigerante e ficamos conversando besteiras, nos adicionamos no facebook e instagran, já ia dar umas 4 da tarde quando mamãe nós chama pra irmos embora. Assim nós despedimos, os pais de Vanessa parece que não iriam no momento, seu pai ainda estava numa boa rodada de cerveja e baralho numa boa empolgação.

Chegamos em casa as 17:00 hrs. Os pais da Melissa e o Caio estavam sentados e conversando, na frente da casa da Mel, onde tem uma arvore com uma sombra maravilhosa. Todos nós descemos do carro e fomos lá com eles. Minha avó mandou a Valeria buscar duas cadeiras pra elas, eu perguntei pra Tia onde estava a Melissa e o Junior, o Tio Ricardo respondeu que o Junior estava na sala brincando vídeo game e a Melissa na cozinha fazendo um trabalho da escola com seu namorado. Então eu e minha irmã fomos até eles. Na sala estava o Junior brincando e Valeria se juntou a ele, eu segui pra cozinha em busca da Melissa, vejo os livros e cadernos na mesa, mas nada deles, dou meia volta e vou até o quarto da Melissa, empurro a porta devagar e vejo o Felipe e Melissa deitados na cama se pegando e beijando, ele meio que por cima dela com a mão dentro da calcinha, fazendo um siririca nela, fecho a porta e bato ela com força e vou pra sala, de repente aparece os dois na sala todos assustados e eu cai na gargalhada juntos com eles. Fomos a cozinha nós cinco e fizemos um lanche. Depois Felipe se despediu disse que tinha que ir a missa com a mãe e que depois passaria na casa da Mel, eu e Melissa fomos pro quarto fofocar, isso já se passada das 6:00 da noite de domingo, quando recebo uma mensagem da Vanessa:

– Vic, vc nem imagina o que aconteceu depois que vc foi embora!!!

-Vixe…já até imagino amiga!!!

-Depois que vcs saíram, o pai do Jean pediu que ele comprasse mais cerveja, então ele me convidou a ir junto com ele.

– E ai? Vc foi?

– Fui sim hora, ele até pediu pro meu pai, perguntou se eu poderia ir junto, ele autorizou e fomos!!!

-que bom, e dps?

-Dps entramos no seu carro, aquele vermelho que ele ganhou ao entrar na faculdade!!!

– Sim, eu vi ele parado na frente, um Renegade?

– Isso mesmo, esse ai, entrei no carro, ele estava só de bermuda, andamos algumas quadras, e numa rua deserta, como estavam quase todas daquele bairro, ele parou o carro embaixo de uma arvore, e começamos a nos beijar, seu cacete tava durão tá!!! Ele colocou o pau pra fora da bermuda e pediu pra eu chupar.

– E ai chupou amiga?

– Claro né amigo, o cacete lindo com uma cabeça vermelhona daquela, impossível resistir!!!– E ai, conta?

– Ahhh fiquei chupando ela, estava toda babada, enquanto ele ficava com a mão, bolinando na minha bunda e meu cuzinho. Eu estava louca pra sentar naquele cacete amiga!!! Vc não imagina o quanto!!!

– então vc deu pra ele?

– Poxa!!! Ainda não, os pais deles ligaram, perguntando se tínhamos ido na fabrica, então tivemos que dar uma pausa, ai fomos comprar a cerveja e no caminho eu ia alisando seu cacete e ele mexendo na minha buceta, na volta ele não aguentando mais eu alisando, pediu pra eu bater uma punheta pra ele, paramos próximo de sua casa e começou a esfolar sua rola, quando ele sentiu que ia gozar, pegou na cabeça e fez eu cair de boca na sua pica engolindo toda sua gala!!! Caracas amiga foi muito louco aquilo!!!

– e depois Vanessa?

– Poxa amiga quando chegamos na casa, adivinha que já estava?

– Vixe, bem a namorada dele né?

-Isso mesmo, vc lembra que ele falou que quando ela estava fazendo uma prova de um concurso hoje, e depois ela iria pra lá, mas ele não sabia a hora?

-Lembro disso sim!!!

-Pois é, quando essa garota me viu descer do carro, acho que a vontade dela era se pendurar no meu pescoço…kkkk

-E vc, o que fez?

-Fiz nada amiga, vim ficar com minha mãe aqui na mesa e o Jean entrou pro quarto com a namorada, estão lá!!!

-E vc ainda tá ai?

-Ahh já viu, meu pai quando pega pra beber, não quer mais parar!!!

– mas bom que o domingo valeu a pena né amiga?

– Isso, hoje foi um dia incrível!!! Bjs Vic, acho que minha mãe já ta convencendo meu pai de ir, qualquer coisa me liga, manda msg, vc some pow!!!

– vou ligar sim Vanessa, pode deixar, bjs!!!

– uauu, VIC, eu que achava que era a mais putinha!!! Vanessa tá colocando a gente no bolso – disse Melissa que estava lendo a conversa junto comigo.

-pois é amiga, mas vc não fica atrás, ou pensa que eu não vi tu hoje aqui no quarto com o Felipe…kkkkkk

-Sua puta velha!!! Kkkkkkkkkkkkk.

Assim já estava escuro quando volta pra casa, Valeria ainda ficou brincando com Junior, nossos pais continuavam lá sentados na frente da casa, entrei e subi para o quarto, estava me despindo para ir ao banheiro, já iria tirar a calcinha que estava toda sujinha de tanta excitação do domingo, sinto um ranger da porta que não estava fechada. Era meu padrasto, tomei um susto na hora, peguei a toalha e me cobri, ele timidamente fala:

-Desculpa filha, não queria te incomodar, só queria saber como foi seu dia?

-Foi bom Tio! Agora vou tomar banho, pois estou suada, depois conversamos, tá bom!

Fui ríspida com meu padrasto, como disse queria colocar um limite nisso, apesar de que fui eu que comecei com essa putaria. Assim o fiz durante essa semana, não o provoquei, nem criei qualquer situação provocante. Amanhã iremos pra casa da minha Tia Carla, num sitio em outra cidade, ele não irá e o motivo eu contarei a vcs, todos detalhes por trás dessa historia de traições, rivalidades entre irmãs, incesto entre primos, tudo que rolou logo no começo do namoro dele com minha mãe.

Bjs Doutor, bom final de semana e continue lendo meu diário….

RELATO PESSOAL 141

MEU ANIVERSARIO DE 30 ANOS

NARRADO POR MÁRCIA.

Era sábado à noite, aniversário do meu gatinho, VOCÊ IGOR. Passei horas me arrumando e acabei chegando um pouquinho atrasada pra festa, a família já estava toda reunida, entrei pelo portão da frente, sem interfonar, já estava aberto. Quando coloquei os pés na porta, me olharam com cara de surpresa, afinal de contas, eram quase 2 horas de atraso.

Fiquei um pouco chateada, mas foi questão de meia hora pra me redimir com o boy e os outros convidados (familiares no caso), nada como um bom sorriso e um rosto simpático, não era nada demais. 
Pelo menos o tempo de atraso valeu a pena, e era visível. Escolhi minha roupa à dedo, calmamente, tomando o cuidado pra que ficasse sexy e elegante ao mesmo tempo, afinal, queria passar uma “boa impressão” para sua família, mas também, deixá-lo babando. Vesti uma calça branca, flare, dessas com a barra mais aberta, sabe? Ela deixou meu quadril desenhado e dava impressão de mulher mais alta. Pra completar, salto médio e uma blusinha despojada.  
As horas haviam passado, e apesar de IGOR ainda estar um pouquinho chateado, o ritmo da festa e da música estavam tão envolventes que fizeram com que ele cedesse e parasse de se afastar de mim. A família começou a ir embora aos poucos, a maioria saiu à francesa. Então restaram apenas os amigos, foi aí que o clima, começou a esquentar. Minhas amigas são sempre muito animadas, e adoram deixar as coisas mais agitadas, então sabia que topariam. 
Peguei alguns biquínis, e levei para a área da piscina, onde a festa de verdade estava rolando, chamei todos para a água. A temperatura não estava lá uma das mais tropicais, então, claro que nem todos entraram, isso fez com que grupo ficasse menor e ainda mais próximo. Fui a primeira a pular na piscina, encorajando o pessoal, foi divertido, mas tudo ficou melhor quando Bia começou a dançar no pole dance, ela havia feito alguns meses de aula, até que dançava bem. Percebi que IGOR estava adorando o showzinho. Se fiquei com ciúme? Claro que não, adorava vê-lo excitado, e eu também estava. 
Bia era uma amiga nova que acabei convidando, ela tinha uma personalidade forte, parecida com a minha, não perdi a oportunidade, e me juntei na dança. Já havia percebido que ela me olhava, mas só tive certeza quando ela me pediu pra mostrar o caminho do banheiro. Levei ela até o banheiro do quarto, então me pediu um beijo, claro que beijei, ela era linda, sexy e divertida, me chamava a atenção. Nos beijávamos delicadamente, enquanto eu acariciava os ombros dela com a ponta dos dedos, e quando Bia estava prestes a desamarrar meu biquíni, eu disse: 
– Quero Igor aqui com a gente, adoraria ver ele te fazer gemer.  
Ela me olhou surpresa, ficou calada durante alguns segundos. 
– Não sei, nunca meti no meio de nenhum casal. Isso não iria prestar.  
Depois de ouvir isso, me senti desafiada em provar o contrário. Comecei a beijá-la, inteira, passei a língua no bico dos seios, depois chupei com um pouco mais de força, e quando coloquei minha mão na bucetinha, percebi que estava toda molhada, quase implorando por minha boca ali.  

– Topa? Sussurrei no ouvido.  
– Topo, já posso imaginar esse quarto em chamas (risos).

Antes que eu pudesse levantar da cama para chamar você a porta abriu, que frio na barriga, nos pegou de surpresa. Seminuas em cima da cama dele, que ainda não fazia ideia da situação. Mas que entendeu logo de cara. Foi tirando os shorts e veio pra cima, com a camisa branca desabotoada, extremamente faminto.  

A forma como ele lambia a buceta dela, era como ele fazia com a minha, ela gemia, apertava meus seios e recostava a cabeça contra a cama, empinando ainda mais a bunda, era visível, estava quase gozando, então pedi pra que Igor parasse de chupar metesse, com força. E ela gritou, gemeu ainda mais alto, quando eu comecei chupa-la ao mesmo tempo em que ele metia. Que trio perfeito!  
Ela colocou os dois dedos do meio dentro da minha buceta, e o outro, no meu cuzinho. Que loucura, nunca me imaginei naquela situação, totalmente entregue a uma pessoa do mesmo sexo, e ainda mais estranho, com meu ficante.
Igor estava extasiado com a situação, olhava pra nós duas, querendo dar prazer para ambas, mas não podia, não daquela forma. Então fiquei de quatro, ao lado de Bia, empinei a bunda e pedi pra que me comesse, foi o que ele fez, e muito bem, gemendo junto, escorrendo de suor. Com uma das mãos começou a tocar Bia, que já estava explodindo de prazer. 

– Isso. Grita gostosa! Vou gozar! Disse Igor.

Terminamos por ali? Não. As carícias continuaram até amanhecer e certamente todos os nossos amigos já haviam ido embora. Mas naquele momento não importava, a conexão era tão grande que naquele momento só queríamos mais um pouco, mais tesão, mais orgasmos e mais paixão.  

Ótimo aniversário Igor!  

Suas mãos passaram sobre meus peitinhos….

PACIENTE 141119

Meu nome é Marina, tenho 32 anos, sou casada há 3 anos e sempre fui uma mulher muito fiel.

Recentemente mudamos para o segundo andar de um predinho e nossa janela da cozinha dá de frente para o apartamento onde moram 2 estudantes.

Um dos rapazes se chama Julio e deve ter uns 23 anos. Ficamos nos conhecendo quando ele me viu pela janela e perguntou se o som estava muito alto, falei que não me incomodava e até estava gostando daquela música, a partir daí nossos contatos junto a janela se tornaram constantes.

Certa noite, lá pelos 2hs da madrugada, com insonia, fui ate a cozinha, percebi a luz do apartamento dos rapazes acesa e para meu maior prazer, Júlio estava na cozinha do jeitinho que veio ao mundo. Fiquei pasma ao observar seu corpo nu, sua bundinha parecia ter sido esculpida a canivete, ele tinha o corpo bronzeado e tinha marquinhas da sunga, seu pênis ainda mole era a coisa mais linda, seu saquinho formava junto com o seu membro a visão de parte do paraíso. Mantive a luz apagada para continuar o observando. Não sei o que deu em mim, de repente acendi a luz; Júlio tomou um baita susto e, ao olhar para mim, pareceu se sentir aliviado por não ser meu marido quem estava na cozinha, ele colocou as duas mãoes tampando seu pênis e isso o deixava lindo e a mim cheia de tesão. Fiquei envergonhada, ele me pediu desculpas e saiu.
No dia seguinte, Júlio bateu no meu apartamento para pedir desculpas e me prometer que aquilo não ia mais acontecer, de sopetão falei: -Que pena!. Nós rimos, aí falei que eu achava que o que era bonito era pra se mostrar, ele me disse que então quando eu deveria andar nua também pela casa. Fiquei vermelha, minha vagina já estava toda molhada e minha perna estremecia, Júlio percebeu, se aproximou de mim e me roubou um beijo. Suas mãos passaram sobre meus peitinhos, desceram e de repente tocaram minha vagina enxarcada que ele massageava como só ele sabia fazer, enquanto eu beijava sua boca linda. Gozei ali mesmo, ele me falou que queria fazer amor comigo. Lembrei que sou casada, mas depois de tudo que já tinha acontecido….Na realidade eu estava louca de tesão por ele, minha bucetinha já estava nas mãos dele, literalmente. Eu o levei para a minha cama, ficamos os dois nus nos acariciando, Júlio de perto era mais lindo ainda.

Mas não podia haver penetração pois estávamos sem camisinha, isso não diminuía o nosso tesão, Júlio era um expert em prazer, Eu fiz com ele algo que nunca tive coragem, chupei o seu pênis até que ele gozou na minha boca, com a boca cheia de esperma eu o beijei e dividimos aquele líquido maravilhoso, depois continuei a chupá-lo. Tomamos banho juntos e no despedimos.

Meu marido sempre se queixava que eu era por demais recatada em relação a sexo, de fato eu era uma dama na cama; por isso resolvi contar a ele o que tinha acontecido, sabia que sua reação seria positiva. Ele ficou super interessado e eme incentivou a, usando camisinha, transar com Júlio que ele achava que seria bom pra nossa vida sexual que eu tivesse um amante, de fato nessa noite transamos que nem loucos.
No dia seguinte liguei para o Julio, fomos na mesma hora ao motel transamos lodo de manhã, naquele dia dormimos no motel, transamos 8 vezes. Julio com muito carinho e eu, cheia de tesão, me convenceu a fazer anal, foi maravilhoso, foi minha primeira traição e meu primeiro anal.

Depois disso eu e Julio nos tornamos namorados, amantes e tudo mais.

Meu casamento se tornou bem melhor sexualmente, me tornei bem mais liberal, sou uma mulher mais bonita, mais bem cuidada, me visto melhor com roupas mais joviais, porém descobri que não sou uma mulher recatada, adoro aventuras, sou uma verdadeira putinha, mas assim é que sou feliz sexualmente.

Ele não havia me dado certeza se iria…

PACIENTE 141119

Meu aniversario se aproximava e como faço aniversário no dia 14 de junho , dia dos namorados e excepcionalmente nesse ano copa do mundo, resolvi comemorar na véspera em um bar de rock ao som da minha banda favorita.

Convidei alguns amigos, os mais próximos, mas o Vinícius era meu convidado especial, pra mim o mais aguardado da noite. Estávamos saindo a quase dois meses e nossa química era incrível, ficávamos horas trocando mensagens e fotos pelo facebook nos provocando, íamos á loucura de tanto tesão.

Ele não havia me dado certeza se iria, e essa incerteza só aumentava mais o meu desejo, e em uma de nossas conversas me disse que caso fosse me comeria no banheiro do bar. Fiquei louca , incrível, parecia que lia meus pensamentos, afinal sempre tive vontade de transar em um lugar público e ele também. Enfim eis que chega o dia do meu niver e ele apareceu no bar de surpresa, nossos olhares diziam tudo que queríamos.

Eu fui pronta pra ação né, mini saia, salto alto, lingerie provocante, ficamos grudados o tempo todo durante o show e a cada amasso, beijo, mordidinha de orelha o tesão só aumentava. Depois de algumas caipiroscas, eu já estava molhadinha e podia sentir o volume daquele p…duro e enorme louco pra pular fora da calça, subimos então pro andar de cima do bar onde ficava o banheiro feminino e depois de “sondar o terreno” vi que o caminho estava livre pra gente.

Entramos em um dos box do banheiro e no qual percebemos, a porta não trancava, a sensação de sermos pegos a qualquer momento só aumentava nossa adrenalina. Comecei então a chupar aquele p…enorme e delicioso, colocando ele todinho na minha boca deixando-o louquinho, ele adora quando eu faço isso. Depois foi a minha vez de sentir a sua boca me chupando loucamente e o Vinícius usa aquela língua como ninguém, me deixando de pernas bambas. Eis que começa intervalo do show, o banheiro começa a encher, podíamos ouvir as vozes da mulherada entrando no banheiro então sentei nele com vontade, delícia sentar naquele p… gostoso e ouvi-lo dizendo com aquela cara de safado que iria encher a minha xaninha apertadinha com seu gozo. Tinhamos que conter nossos gemidos de prazer e ao mesmo tempo segurar a porta pra que ninguém a abrisse, aquele meu sobe e desce foi se intensificando, sentia seu p…pulsando dentro de mim, até não aguentarmos mais de tanto prazer e gozamos juntinhos. Sentia seu gozo jorrando dentro de mim, Vinícius adora gozar dentro de mim .Depois de tanto prazer o difícil foi sair de dentro do banheiro sem sermos vistos, era só risada mas a adrenalina e o tesão que sentimos fez tudo valer a pena …aahh e como fez!!!

Não contei esse fato para meu marido….

PACIENTE 131119

Vivo uma situação super constrangedora em minha casa. Sou uma mulher bem resolvida, casada e tenho 27 anos.
No inicio do ano (início de 2.019), meus pais se separaram e por conta dessa separação, meu pai me pediu pra morar comigo e meu marido e eu, como filha mais velha, não achei jeito de negar. Ocorre, que há um mês e pouco, ocorreu uma situação extremamente constrangedora, pois, eu estava no meu quarto me trocando e, sem avisar, meu pai abriu a porta e me flagrou completamente nua. Foi uma situação muito chata; ele chegou a pedir desculpa, mas um detalhe me chamou a atenção, pois ele meio que fixou o olhar nas minhas partes íntimas por alguns instantes.
Não contei esse fato para meu marido, mesmo porque foi algo isolado e que achei que não haveria maior repercussão. Mas me enganei profundamente.
Com o passar dos dias, passei a perceber certas atitudes dele, olhares que até então não existiam e o pior que isso. Percebi que todas as vezes que saio do banho, logo em seguida, ele entra no banheiro e mexe na minha calcinha que eu deixei no cesto de roupas sujas. Isso me intrigou a ponto de comprar e instalar uma mini câmera no banheiro. Instalei num lugar onde jamais meu pai ou meu marido pudessem avistá-la e não sei se agi certo, mas fiquei muito encanada com essa situação.
O que vi foi simplesmente algo que jamais imaginei fosse o meu pai fazer. Ele, simplesmente, cheira as minhas calcinhas e logo em seguida, agachado, começa a se masturbar e chega a gozar nelas sem o mínimo cuidado de lavá-las depois de fazer tudo isso.
No início, confesso que achei um absurdo, algo que não entrava na minha mente, mas não fiquei com raiva dele.
Sinceramente, não sei o que fazer. Se tenho uma conversa séria com ele ou se faço de conta que isso não acontece. O fato é que tenho receio da situação, pois tenho uma diarista que lava todas as nossas roupas de três em três dias e meu pai está manchando minhas calcinhas com o gozo dele. E pior que ele goza exatamente na região em que a calcinha cobre a vagina. Eu não tenho outra saída senão dizer a minha empregada que estou com corrimento, tanto que já falei isso para ela. Mas, fico pensando que uma hora ela pode desconfiar de algo.
É uma situação complicada, pois não sei se a melhor saída seria conversar com ele, mas, por outro lado, tenho receio de ofendê-lo, pois, tenho certeza que ele negaria tudo isso.
Para mim, é algo que jamais pensei vivenciar, pois cresci naquele padrão formatado em que tudo que foge da regra é errado e ele mesmo sempre impôs muitos limites a mim. Mas, hoje, percebo que ele está muito diferente. Além dessas atitudes, faz alguns comentários um pouco comprometedores, do tipo que eu tenho o corpo bonito e que tem vontade de comprar calcinhas para mim. Eu faço de desentendida, mas não sei até quando essa situação se arrastará.
Prefiro não falar nada ao meu marido, pois, creio que só pioraria a situação. Às vezes penso em fazer de conta que isso não acontece, mas estou sentindo as investidas dele e isso está mexendo comigo de certa forma.
Eu tenho uma super amiga que a considero mais que irmã e ela me diz que ele tem muita vontade de ter algo comigo e como tem medo de tomar a iniciativa, achou essa solução para, ainda que indiretamente, sentir o cheiro da minha vagina. Não sei se realmente, o homem pensa dessa forma, quando está a fim e não vê possibilidade de algo concreto.
Essa minha amiga é louca. Me deu o conselho de ficar mais a vontade ao lado dele numa ocasião que meu marido não estivesse em casa. Eu fui uma idiota e acabei fazendo isso. Coloquei um shorts que eu tenho e que é bem atrevido. Simplesmente, ele ficou alucinado, não sabia onde olhar, mas não tomou qualquer iniciativa.
Igor, esse é um fato verídico e que gostaria muito de sua opinião, podendo ser tanto de Medico como de homem.

RELATO PESSOAL 132

Então um dia estava eu e ela sozinhos…..

Sempre fui muito exibicionista dizia ela adoro quando os homens me comem com os olhos isso me exita, fico molhadinha e corro para o banheiro bater aquela siririca gostosa.

Gosto de usar mini saia de oncinha coladinha, blusas apertadas para tornear os meus peitos e um salto alto. Se você quiser posso ficar peladinha pra você mas não pode contar pra ninguém dizia minha colega de trabalho (Psicologa da sala ao lado), claro que não vou contar, tudo que eu mais quero é te ver toda nua.

Então tá bom disse ela, deixa estarmos sozinhos um dia que eu te procuro, não vejo a hora disse eu. Então um dia estava eu e ela sozinhos ela me chamou e disse é hoje vem até aqui na minha sala, sim já estou indo.

Sentei no sofá e ela começou a se exibir, dançava sorrindo e balançando o seu bumbunzinho só pra mim, aos poucos foi tirando peça por peça seus seios deliciosos, barriguinha linda e com uma calcinha fio dental cós alto preta que delícia toda enfiada no seu bumbunzinho.

Tirei meu pau pra fora e comecei a me punhetar vendo ela toda peladinha na minha frente, antes de gozar, tirei minha roupa arrebitei sua bunda, e coloquei meu pau naquele rabo que estava fervendo comecei a meter com vontade até arrancar seus gritinhos de aí aí que gritinho gostoso ela tinha adorava ouvir.

Quando percebi que ia gozar pedi pra ela abri a boca e enchi tudo com minha ejaculada gozei muito.

Nos beijamos e eu fui para minha sala, que colega! Porque algumas mulheres não sabem satisfazer seus melhores desejos, são reguladas, e brocham na hora H, mas ela não sempre estava dando um jeitinho de me ficar feliz. Eu queria muito estar mais com ela, mas as circunstâncias da vida parecia nos afastar, de alguma forma.

Porém eu ainda penso nela, e desejo que um dia ela seja mais presente não só como amiga mas como mulher. Eu sei que esse dia nunca ira chegar. Mas podemos sonhar.

Eu sei que talvez um dia ela possa estar lendo esse relato, afinal quem sabe, e um dia poderemos renovar o passado, então minha amiga se isso acontecer saiba que eu adorei ter ficado com você.

Tudo aconteceu por volta das 9 da manhã e estou muito confusa.

PACIENTE 131119.2

Entrei aqui para relatar que fui violentada hoje cedo pelo pai do meu noivo. Meu nome é Jéssica, tenho 18 anos e 3 meses e meu noivo chama-se Leonardo, 21. O meu sogro chama-se Roberto e é um senhor de 54 anos.

Tudo aconteceu por volta das 9 da manhã e estou muito confusa. Estou com muito medo dos meus pais descobrirem e também do meu noivo. O meu pai pode fazer alguma besteira com ele e o meu noivo, nem imagino como reagiria e nem sei se acreditaria em mim.

Eu fui até a casa do meu sogro, que fica em um sítio, para falar com meu noivo (moram apenas os dois lá) mas ele não estava. Meu sogro me deixou entrar e disse que meu noivo tinha ido até à cidade para resolver um assunto. Fiquei lá conversando com meu sogro quando do nada ele me agarrou e começou a tentar me beijar à força.

Como a casa é muito afastada de qualquer outra residência por mais que eu gritasse ninguém me ouvia. Eu sou uma garota pequena e meu sogro é um homem forte e grande e assim conseguiu me dominar facilmente. Tentei ficar calma e conversar com ele para que não fizesse aquilo porque eu ia casar com seu filho e também porque era virgem e seria o filho dele o meu primeiro homem.

Sem se preocupar com o que eu disse, meu sogro falou que ao saber que eu ainda era virgem, aquilo o deixou com muito mais tesão ainda. Disse também que não entendia como o filho dele ainda não tinha me “estreado”. Nisso eu já estava ficando cansada de tanto lutar contra ele e foi ficando mais fácil dele tirar toda a minha roupa. Ele também tirou sua roupa e me jogou em cima da cama.

Ficou por cima de mim e eu tentei ainda, com toda as forças que me restavam, se esquivar daquele homem enorme em cima de mim. Mas tudo foi em vão. Ele começou a penetrar em mim e a dor foi ficando cada vez mais forte.

Implorei mais uma vez para que ele parasse mas a cada vez que eu implorava ele sentia ainda mais vontade de penetrar em mim. A essa altura minha forças já estavam se esvaindo e eu não conseguia mais lutar.

Tive que me entregar. Ele penetrou em mim, gritei e ele tapou minha boca com sua própria boca. Nisso eu fui tentando mudar meu pensamento para outro lugar, para tentar amenizar o que estava acontecendo mas, não posso mentir, por mais que eu tentasse desviar o foco, eu sabia que ele estava ali me violentando.

Ele sussurrava palavras e frases que muitas delas nem entendi mas algumas delas eram “putinha safada”, gostosinha do papai”, “vc é minha”, “negue que vc está gostando”, “sei que vc está gostando”, “vou te fazer gozar gostoso junto comigo”, “tou te fazendo mulher”, “vc acaba de perder a inocência pro papai aqui”, “que bucetinha quentinha e maravilhosa vc tem” e outras que nem lembro.

Aquilo me fez derramar algumas lágrimas pelos cantos dos olhos e quando ele viu disse “Vc está chorando de prazer, não é putinha gostosa e safada?”. Nesse momento eu nem lutava mais contra o que ele estava fazendo e comecei a sentir uma sensação estranha.

De repente eu comecei a gemer bem alto e ele disse: “Não te disse que vc ia gozar gostoso junto comigo?”. “Espera só um pouquinho que também vou gozar”, continuou ele. Então ele solta um urro tão alto e começou a dizer que estava gozando. Ele gozou e por mais que eu tenha tentado resistir, também gozei como ele disse. O que mais me dói é que ele percebeu que eu gozei com ele.

Eu queria ter escondido dele. Depois que ele me encheu com seu esperma disse para eu vir embora para casa e que jamais contasse para alguém. Não vou contar até porque não quero causar transtorno para o meu noivo, que amo muito, mas sei que meu sogro vai querer continuar me comendo.

Enquanto eu escrevia este relato recebi uma ligação do meu sogro perguntando como eu estava. Eu disse que estou muito brava com ele.

Ele disse que a raiva vai passar e que vai querer me comer de novo na próxima semana. Não sei o que faço. Gostaria que você Dr. ao ler este relato me desse alguma sugestão. Obrigada conto com você.

Então se você quer fazer o vizinho te comer…

PACIENTE 131119.3

Júlia sempre quis sair com o vizinho, mas ele não esboçava nenhuma reação mesmo ela se vestindo como uma putinha toda sensual parece que ele nem ligava. Júlia estava disposta a fazer o vizinho te dominar por inteira até sentir múltiplos orgasmos, mas como fazer isso se ele nem ligava pra ela apesar das suas investidas.

Conversou com suas amigas mais próximas o que deveria fazer para que aquele vizinho ao qual tanto amava a levasse para cama.

Suas amigas disseram, primeiro você tem que ser uma amiga dele, tem que fazer com que ele confie em você, sempre que ele te contar um segredo não fale pra ninguém e também procure sempre sorrir quando estiver conversando com ele, sem esquecer claro de se vestir bem sensualmente, mas sempre faça isso quando ele estiver sozinho em casa.

Aproveite o dia que ele estiver sozinho para provoca-lo usando suas roupas mais sensuais, e o deixando exitado, quando perceber que ele estiver olhando sorria e faça carinha de safada isso é como se dissesse vem mete comigo. Júlia anotou as dicas e quando percebeu que seu vizinho estava sozinho em casa, vestiu um vestidinho bem curtinho sem calcinha, e foi estender roupas no varal.

Ao abaixar para pegar suas roupas exibia sua bucetinha raspadinha uma delícia, logo seu vizinho começou admira-la, percebendo que ele olhava deu sorrisinhos e fez carinha de safada. Não demorou muito e seu vizinho puxou assunto, bom dia disse ele.

Júlia respondeu bom dia, sem nenhuma vergonha disse gostou do que viu? O vizinho admirado com a atitude dela disse sim amei. Júlia disse eu sei guardar segredo não precisa ter medo, pois seu vizinho era casado.

O cara disse ufa ainda bem faz tempo que quero te foder mas tinha medo de você contar para minha esposa, mas se você é uma amiga fiel tudo bem, você quer,

Júlia diz claro a muito tempo desejo isso mas você nem ligava. O vizinho disse ligava sim o problema era que eu tinha medo de você me achar um tarado ou contar pra minha esposa então fingia que nem ligava, mas bati várias punhetas pensando em você.

Os dois entraram na casa de Júlia e começaram a transar, e até hoje se encontram, são unha e carne, de uma amizade assim que a gente vive correndo atrás. Então se você quer fazer o vizinho te comer segue as dicas e tiro e queda meus amores.

RELATO PESSOAL 145.

AOS MEUS 20 ANOS…

IRENE

Irene na época devia ter por volta de 40, 42 anos, viúva, a pouco mudara para o apartamento ao lado. Mãe de um casal, o rapaz mais velho e a garota com seus 16 anos, foi também um caso que tivemos. Digo tivemos porque envolveu a mãe com a qual eu já transava então.

No princípio não lhe dei muita bola, não aparentava nada demais como mulher, sempre conversava sobre assuntos sérios, tinha posições conservadoras com as quais meus pais concordavam.

Mas o tempo foi passando, mais de ano que morava ao lado e aos poucos aquela loira falsa, de rosto arredondado, peitos nem tão chamativos e bunda pequena, foi se mostrando mais aberta do que imaginava. Não era sempre, mas fui percebendo um duplo sentido no que falava, havia indiretas não para mim, mas para outros com os quais ela convivia.

Não sei se sentia falta do marido ou se apenas demonstrava que nem tão conservadora assim era. Só que continuava com suas posições recriminando as atitudes modernas dos jovens de então – o que era estranho, mas era assim que era Irene. Duas mulheres de opiniões contrárias vivendo num só corpo.

Pelo menos era visão que passei a ter depois de um tempo.

Por essa época descobri que Irene tinha uma habilidade para cortar cabelos, minha mãe passou a cortar com ela, era cômodo, fácil, não demorou muito e ela se ofereceu para o corte dos cabelos masculinos.

– Não é minha praia, mas se quiserem, também faço.

Aceitamos, não era tão habilidosa quanto os profissionais, demorava mais que o normal, mas a facilidade de mal sair de casa para uma coisa assim fez com que os homens da minha família passassem a utilizar dos seus serviços.

Foi então que comecei a perceber e desejar aquela quarentona. Havia minha namorada, mas ali as coisas no assunto sexo eram mais complicadas, devido a educação conservadora de Fátima havia pouco ou quase nada além de alguns amassos dentro do carro.

Tinha uma vontade reprimida e uma mulher que em determinados momentos pronunciava frases de duplo sentido, cheias de possibilidades. Não era casada, não parecia gostosa – não despertava um desejo forte, um tesão. Porém acendeu-se uma chama de ver o que ela faria na cama.

Ficou nisso uns tempos, claro não tinha coragem de chegar numa mulher assim, ainda que tenha começado a me masturbar pensando nela, haviam outras, mas ela foi ocupando espaço no mundo solitário e pervertido dos meus instintos.

Imagino que o mesmo se dê com as mulheres, ou não?

Numa sexta-feira quando ia ao encontro de Fátima, ao abrir a porta do apartamento dou de cara com dona Irene. Estava num vestido azul vivo que lhe definia o corpo, pela primeira vez lhe vi as pernas torneadas. Era tipo de mulher que se transforma completamente mesmo sem um banho de loja. Bastou arrumar o penteado e usar uma roupa mais chamativa, ficou interessante porque não sensual.

– Oi!

– Olá

– Vai para onde? Vai encontrar com a namorada?

– Sim, vamos a um cinema.

Vamos descendo escadas nessa conversa social. Desço admirando seu jeito ainda que com cuidado para não dar na cara. Quando ela me pergunta se…

– …importa de me deixar no meio do caminho, vai para o Boa Vista, não é?

– Sim, porque?

– Estou atrasada, fiquei sem carro o Beto (filho dela) foi para a faculdade.

– Sem problema levo a senhora.

Dirijo prestando atenção ao trânsito e também nas coxas de Irene, ainda que na escuridão do carro eu mais imaginava do que lhe via as pernas. Certa hora ao passar a marchar a mão vai de encontro as coxas… Foi sem querer juro, ou não? Fato é que vejo no seu rosto um sorriso de quem entendeu um recado.

Ao parar num sinal, fico com a mão sobre o câmbio e foi então que sem dizer uma palavra ela coloca a mão sobre a minha. Meu coração dispara, não esperava tal reação assim tão descarada, ainda mais quando ia encontrar Fátima. Sorrimos, cruzamos os dedos sobre o câmbio até o momento que o sinal verde aparece, não faltava muito para chegar na rua onde dona Irene ia ficar.

Paro o carro, ela abre a porta:

– Obrigada IGOR.

– As ordens.

Ela olha de relance e me beija a face. Não dizemos nada, o gesto dizia tudo.

Com ela nem sempre era possível uma conversa sem testemunhas, por isso ficamos sem falar ou mostrar o que queriamos. Pouco nos vimos também. Porém…

Dias depois surge a oportunidade, coincidência ou não, lá estava ela a sair de casa e eu também só que agora ia ver um filme, era início da noite de um sábado. Estava brigado com Fátima por isso saia sozinho. Mais uma vez chamativa Irene, usava um conjunto vermelho vivo, justo, como o do outro dia.

– Saindo?

– Vou num cinema.

– Vai com a namorada?

– Vou sozinho.

– Brigaram?

Balanço a cabeça e ela sorri.

– Quer carona dona Irene?

Ainda falava assim com ela.

– Quero estou de novo sem carro, me deixa no caminho?

Penso antes de falar vem à memória a noite no carro. Tento controlar o carinho que passei a ter por ela, sinto um agito no meio das minhas pernas, sem meu controle.

– Com certeza.

Dirijo tentando não dar na cara, falo de outros assuntos, mas ela insiste em falar do meu relacionamento com Fátima, da sorte por tê-la como namorada. Que preciso ser cuidadoso com a dignidade e a decência da garota. Vou ouvindo aquilo dirigindo para o local que ela me indicou e quando chego achando que a conversa acabava ali, sou surpreendido por uma pergunta inesperada:

– Vai mesmo ao cinema? Certeza?

– Sim, porque?

– Não prefere uma companhia a ficar sozinho uma sala de cinema?

– Sim, mas briguei com ela não vou chama-la, hoje não.

– Então…

Fala se ajeitando no banco do carro…

– …então porque não me convida?

– Onde, onde a senhora quer ir?

Abro a porta, Irene entra com um olhar curioso.

– Faz tempo que não venho aqui. Vim quando meu marido era vivo.

– Vinha muito com ele?

– Quem disse que era só com ele?

Ela ri do que fala, faz um trejeito meio sacana com a cabeça e senta na cama redonda cruzando as pernas, admirei as pernas agora são os joelhos que se destacam.

– Me serve uma bebida. Vê se tem vodka.

Examino e encontro uma garrafa, encho um copo.

– Põe gelo, pena que não tem limão.

Entrego ela bebe num gole metade do copo.

– Toma também. É bom pra relaxar.

Ela se recosta colocando os cotovelos sobre a cama.

– Tira meus sapatos por favor.

Ajoelho a sua frente, seguro o tornozelo e tiro um sapato. Ela passa o dedão e o peito do pé no meu rosto, sinto meu pinto adquirir vida.

– Serve mais, quero uma noite louca, não quero lembrar de nada.

Busco a garrafa completo o que falta… ela bebe quase tudo… Bebo do mesmo copo o pouco que resta. Seus olhos estão cada vez mais brilhantes e a protuberância na minha cintura não se esconde mais.

Sacana ela estende a mão e aperta a elevação no meio das minhas pernas.

– Gosto assim, lindo… ver um homem assim. Ainda mais você.

Desce a mão pela coxa.

– Vem… tira minha calcinha.

Ajoelho fico de frente, ela ainda apoiada na cama pelos cotovelos, a saia justa atrapalha, mas ela ajuda puxando a roupa para que as mãos possam entrar e conhecer a carne macia das suas coxas, abre mais e as mãos vão se afundando nesse mundo novo que são suas pernas.

Chego a calcinha percebo pelo toque que é rendada e mínima. Aperto sua cintura com as duas mãos, ela solta um leve gemido, um esgar…

– Você, você não pode fazer isso com ela…

Faço cara de quem não entende.

– Fátima…, com ela você não pode.

Percorro com a palma da mão a extensão da calcinha, chego aos pelos sinto alguns perceptíveis ao tato, misturados com o tecido rendado e o calor que começa a brotar…

– Ela é virgem não é?

– Sim.

– Você precisa respeitar…

…sua fala é chorosa, arrastada, isso dá mais tesão. Sinto o pau crescer mais dentro das calças incomoda, mas isso aumenta a vontade.

– Os homens precisam, a gente sabe, mas não com quem se vai casar, viu?

Desço a mão entre suas pernas passeio os dedos num fio grosso que vai ficando a calcinha rendada preta de Irene, sinto a úmida que brota.

– Porque?

– Porque a mulher, a menina deve se preservar para o casamento.

– As coisas mudaram, os tempos são outros.

– Mas não pode! Precisa respeitar ela, precisa… Aahhnn!!…

Afasto o fio da calcinha e começo a enfiar meus dedos no meio da xana da minha vizinha antiquada, abusado vou tateando sua intimidade.

– Aahh!!… respeitar ooos pais da moça.

– Não transamos, mas já rolou um clima.

– Tocou? Bolinou a menina?

Faço um sim e meus dedos se lambuzam na buceta molhada e quente de Irene.

– Não pode.

– E como faz então?

– Faz com outra, tem tantas…

Ela puxa definitivamente a saia até a cintura, deita por completo na cama seus olhos estão no teto espelhado do quarto, removo a calcinha preta.

– Você pode escolher… tem tantas dispostas por aí…

Habilidosa ela vira o suficiente para abrir o zíper. Puxo com força a saia, exponho dona Irene, é bela a visão do seu corpo nu. Admiro sua buceta, escondo os dedos nos seus pelos, ela empina o corpo…

– Não gosto de fazer com qualquer uma, prefiro… prefiro conhecer a pessoa. Ainda mais nos tempos de hoje, essas doenças todas… a Aids.

Ela ri, sua mão encontra a minha no meio da buceta, entrelaçamos os dedos junto com seus pelos, ela me guia em direção a entrada da xana carnuda.

– Assim não sobram tantas…

– Pois é e como faço? Preciso encontrar quem me ajude.

– Quem sabe alguém mais discreta que saiba ‘aliviar’ um homem.

Meus dedos se afundam, a buceta molhada facilita minha ação começo a massagear por dentro, conhecendo seu íntimo. Sua mão busca a minha que agora lhe aperta a cintura.

– Aannnhh!!! Aannhh!!

Ela tampa a boca com a outra mão, para abafar o gemido, enfio dois dedos e faço um movimento de vem cá massageando na busca do seu prazer. Ela ergue as pernas abertas, fica com os joelhos na altura do meu peito, depois cruza nas minhas costas, me abraça com as pernas.

Seu gemer aumenta.

– Uunnhhh!! Uuunnnnhhh!!!

As mãos se fecham agarrando o cetim do lençol da cama.

– Me come, por favor não faz isso comigo, me come.

Ela ri, ela chora… balança a cabeça como louca ainda segurando o lençol.

– Me fode, Aannhh…, antes que eu…

Paro, em desespero abaixo como posso as calças e entro… enfio tudo, todo no fundo dessa louca – mexo o corpo com força estocando dona Irene.

– Uunnhhhhh!!!…. Uuunnhhhh!!!…. UUUuuunnnhhhh!!!

Geme alto, grita alto…

– Seu fudido gostoso, safado é isso que precisa, faz comigo só comigo….

Melhoro minha posição e seguro Irene pelas ancas, metade do seu corpo está no ar, nossos corpos se trombam, fazendo um barulho surdo… seco… rítmico…

– AAAnnhh!!! AAAAnnnhhhh!!! AAAnnnhhhh!!!

Espirro, ejaculo, goozzzo dentro da buceta, doce.. quente dessa mulher recatada.

– Seu puto, não me esperou… gozou antes de mim…

Deito de lado e vejo que ela trabalha com os dedos frenéticos que abrem e entram nas peles e pelos da xana – bate… bate desavergonhadamente a siririca na minha frente, me olhando nos olhos.

Seus movimentos vão ficando frenéticos, loucos – ela geme, funga, chama:

– Me beija… me chupa…

Fala isso chorosa, faço enfio minha língua e sinto o tesão e a tensão que ela está falta muito pouco, parece que vai explodir como um vulcão… seus dedos loucos trabalham a xota, a xana – ela uuurrraa, beeerrrra, xiinngga dentro da minha boca…

Descolamos…,

Deita sua cabeça no meu ombro respirando ofegante… suada… molhada…

– Faz tempo que não faço assim.

– Nunca fiz assim.

– Quando precisar me chama, quem sabe de vez em quando a gente se encontra, e assim você preserva a Fátima.

Não sei porque tanta preocupação com Fá, mas com certeza com ela não faria isso, não agora, concordo com a cabeça.

– Ai, nossa…

Se ajeita sentando na cama.

– …preciso de um banho.

Ainda fizemos mais uma vez naquela noite, o tempo voa mais que o esperado, mas a partir dali dona Irene, quer dizer Irene se tornou uma fonte de ‘alivio’ pra mim. Acho que fui o mesmo pra ela.

Isso não mudou o comportamento e as falas dessa devassa recatada que era Irene a vizinha.

Aquela noite prometia…

PACIENTE 61119

Tenho 42 anos, sou bem branca, olhos castanhos, corpo arredondados seios fartos. Há 20 anos me apaixonei pelo Patrick com quem me casei depois de 3 meses. Ele era intenso no sexo muito protetor me sentia segura e protegida.

Com o passar dos anos aquela proteção foi diminuindo e o interesse sexual já estava mais para frio do que aquele vulcão que éramos nós 10 primeiros anos de casados. O Patrick até que era trabalhador mais em relação ao nosso casamento deixava a desejar, antes era atencioso carinhoso hoje se tornou frio como se fosse um estranho.

A uma semana foi nosso aniversário de casamento comprei uma lingerie vermelha com rendas, linda para uma surpresa que estava a semanas preparando.

Ele me deixou no trabalho depois de cinco minutos sai com minha chefe sereis para uma estética ela me deu de presente um dia de folga salão com tudo que tinha direito.Depiladíssima apenas um risquinho de pelos em minha bucetinha, como se fosse um bigodinho , minha bundinha redonda parecia um pêssego de tão lisinha Imagina aquele corpo liso todo perfumado sem pelos e bem macio ,dava pra cair de boca na minha grutinha úmida que nenhum pelinho iria incomodar, fiz as unhas cabelo estava pronta.

Chegando em casa limpei tudo arrumei o quarto joguei pétalas de rosas sobre o lençol novo ,um jantar no forno todo pronto delicioso e suculento assim como eu.

Aquela noite prometia, deu meia-noite, uma da manhã e nada do Patrick, desesperada ligo pra todos os amigos ao tentar ligar pro Douglas seu melhor amigo e nada dele atender. Escuto alguém a bater forte na porta era ele! Meu marido? Não, não só o Douglas melhor amigo do meu marido.

O convidei para entrar ele estava nervoso e seu olhar era de apreensão.

Com certeza o Patrick estava enrascado, nem coragem de vir pra casa meu marido tev Douglas? Não Bianca assim ele falava gesticulando aquelas mãos enormes e fortes.

Teve que ir com a Gerente pra cidade vizinha, pois o escritório havia pegado fogo.

Uma lágrima escorreu dos meus olhos.

Uma mistura de raiva e desconfiança crescia em mim!

Se bem que já estás aqui Douglas você não me quer jantar?

Rapidamente ele disse que sim, pois ele sentia sua barra morta de fome.

Virei me e perguntei,o que?

Ai perdão; sim aceito estou varado de fome.

Apaguei as velas,soltei meus longos cabelos e dirigi me à mesa. Vamos jantar então só nos dois não jogarei fora tanta comida e vinho.

Nossa Bianca que delícia o que comemoram? Seu aniversário?

Não, não; aniversário de casamento 21 ano.

O espanto era grande no rosto daquele rapaz alto e de barba por fazer.

Fico aqui com meus botões imaginando o que ele imaginava mais àquela altura eu queria mais era jantar. Rimos muito ele contava piadas bobas entre uma garfada e outra e com a ajuda do vinho o desenrolar da noite era mais suave.

Ele logo alto pela bebida ria desmazeladamente. Lá fora a noite estava escura e logo a chuva começou a soar como pedrinhas sobre o telhado.

Lá fora, a noite estava escura e logo a chuva começou a soar como um riacho por sobre o telhado. A música no rádio era suave e convidativa.

Ele me dá suas mãos e me puxa pra dançar eu aceito, mas com um pedido que me deixe trocar de roupa.
Já que o roupão branco marcava a lingerie como que se quisesse ser vista.

Ele disse a luz está fraca não dá pra ver vamos dançar por favor deixa ao menos te fazer sorrir um pouco. Começamos a dançar uma música atrás da outra, aquando senti suas mãos percorrerem em minhas costas e parar em minha bunda. Nossa e agora o que eu faria.Mais aquilo me deixava louca.

O desejo me fazia encharcar entre as pernas e minhas mãos já se entrelaçam entre seus cabelos na base de sua nuca. Nós dois ali envolvidos naquela dança lenta já altos pelo vinho.

Sua boca encostava em meu pescoço e a falta de ar pelo tesão me fazia tremer.

Já passavam das uma da manhã quando aquela língua quente do amigo do meu marido percorria do meu ombros até meus ouvidos.

A chuva chicoteava minha janela que trepidavam como que se fora estourar.

Mais o que inundava era minha bucetinha que tão pronta estava para ser devorada por aquela boca quente e molhada. As mãos do Douglas exploravam minhas nádegas as abrindo enquanto me puxava para junto de si.
Nossa que delícia e que loucura sentir aquele pau roçando contra meu corpo como que o quisesse partir em dois.
Num movimento repentino ele levanta uma de minhas pernas e eu o enlaço entre minhas coxas.

Que delícia adrenalina a mil

Ele chupa minha orelha enfiando sua língua dentro de mim me alucinando.

Suas mãos apalpavam meus seios que duros denunciavam o, tesão que estava a mil. Eu gemia me retorcia no sofá.

Douglas, delícia eram essas as palavras que saiam de meus lábios sedentos por aquele homem.

Enquanto seus dedos fodiam num vai e vem aquela buceta que havia dono, mas que tinha sido abandonada.

Por ele viajar a uma reunião com a chefe. É chefe duvido amante sim. E eu estava indo à forra pagando na mesma moeda.

Douglas era tão grande quando o Patrick, ele era um moreno claro de seus 1,95 olhos bem pretos e um pau nossa! Enorme.

Ele rasgou minha calcinha com os dentes eram um animal faminto.

Eu ia ao delírio enquanto ele chupava minha bucetinha. Queria escapar daquela boca, mas aqueles braços me seguravam.

Douglas me puxou com força pelos cabelos enquanto levou minha cabeça de encontro com aquele cassete duro que mais parecia um mastro.

Chupei e chupei aquele pau até ele gozar tudo na minha cara. Eu babava naquele cassete, enquanto ele virava os olhos de prazer. Que loucura eu no meu sofá sendo devorada pelo amigo do meu marido.

Ele rugia como um Brutus,enquanto eu gemia insana frente aquela rola imensa que balançava em meu rosto.
Eu lambia chupava mordiscava a cabeça daquele pau que latejava de tão duro Nunca tinha visto em meus 42 anos um pau tão imenso quanto aquele e aquelas mãos tão grandes quanto, que seguravam com firmeza meus peitos grandes.

Aí delicia caralho eu já falava gemendo ao pé dos ouvidos do Douglas

Me fode como que se tivesse fome. Me come como se eu fosse a única.

Ele alucina me joga ao chão abre minhas pernas por cima de seus ombros e come meu cu enquanto seus dois dedos fodem minha buceta

Me contorço e choro de prazer com aqueles 23 cm de rola fodendo meu cu virgem.

Seus dedos dançavam dentro de minha buceta como não ficar louca numa dupla penetração.

Aquela cara dele de tarado me deixava despida e eu adorava como ele me olhava. Um olhar de fome de desespero.
Aquele instante não sabia o que sentia se era dor se prazer se loucura.

Ele a cada estocada que me dava tirava gemidos de prazer tão intenso que a casa tremia.

Ele me puxa pelos cabelos como um homem das cavernas e naquele momento eu alucino, logo ele tira aquele mastro e me fode com todo vigor eu tentava escapar, qual tô mais eu tentava tirar mais ele me puxava pela cintura.
Toma Bianca toma delícia vou te mostrar como se come uma buceta coisa que aquele vagabundo do Patrick nunca fez com você.

Aí ai, delícia me fode eu bagunceava exausta de prazer assim gozamos simultaneamente no chão de minha sala.
Já eram 6 da manhã e aquele foi o melhor aniversário de casamento de minha vida.

Tomei um banho, pois já estava toda satisfeita e alimentada pelo sexo daquele homem grande.

Quem poderia imaginar que o Douglas todo respeitoso era um homem delicioso.

Assim foi minha noite, sendo comida pelo amigo do meu marido no dia do nosso aniversário de casamento.