Aquela noite prometia…

PACIENTE 61119

Tenho 42 anos, sou bem branca, olhos castanhos, corpo arredondados seios fartos. Há 20 anos me apaixonei pelo Patrick com quem me casei depois de 3 meses. Ele era intenso no sexo muito protetor me sentia segura e protegida.

Com o passar dos anos aquela proteção foi diminuindo e o interesse sexual já estava mais para frio do que aquele vulcão que éramos nós 10 primeiros anos de casados. O Patrick até que era trabalhador mais em relação ao nosso casamento deixava a desejar, antes era atencioso carinhoso hoje se tornou frio como se fosse um estranho.

A uma semana foi nosso aniversário de casamento comprei uma lingerie vermelha com rendas, linda para uma surpresa que estava a semanas preparando.

Ele me deixou no trabalho depois de cinco minutos sai com minha chefe sereis para uma estética ela me deu de presente um dia de folga salão com tudo que tinha direito.Depiladíssima apenas um risquinho de pelos em minha bucetinha, como se fosse um bigodinho , minha bundinha redonda parecia um pêssego de tão lisinha Imagina aquele corpo liso todo perfumado sem pelos e bem macio ,dava pra cair de boca na minha grutinha úmida que nenhum pelinho iria incomodar, fiz as unhas cabelo estava pronta.

Chegando em casa limpei tudo arrumei o quarto joguei pétalas de rosas sobre o lençol novo ,um jantar no forno todo pronto delicioso e suculento assim como eu.

Aquela noite prometia, deu meia-noite, uma da manhã e nada do Patrick, desesperada ligo pra todos os amigos ao tentar ligar pro Douglas seu melhor amigo e nada dele atender. Escuto alguém a bater forte na porta era ele! Meu marido? Não, não só o Douglas melhor amigo do meu marido.

O convidei para entrar ele estava nervoso e seu olhar era de apreensão.

Com certeza o Patrick estava enrascado, nem coragem de vir pra casa meu marido tev Douglas? Não Bianca assim ele falava gesticulando aquelas mãos enormes e fortes.

Teve que ir com a Gerente pra cidade vizinha, pois o escritório havia pegado fogo.

Uma lágrima escorreu dos meus olhos.

Uma mistura de raiva e desconfiança crescia em mim!

Se bem que já estás aqui Douglas você não me quer jantar?

Rapidamente ele disse que sim, pois ele sentia sua barra morta de fome.

Virei me e perguntei,o que?

Ai perdão; sim aceito estou varado de fome.

Apaguei as velas,soltei meus longos cabelos e dirigi me à mesa. Vamos jantar então só nos dois não jogarei fora tanta comida e vinho.

Nossa Bianca que delícia o que comemoram? Seu aniversário?

Não, não; aniversário de casamento 21 ano.

O espanto era grande no rosto daquele rapaz alto e de barba por fazer.

Fico aqui com meus botões imaginando o que ele imaginava mais àquela altura eu queria mais era jantar. Rimos muito ele contava piadas bobas entre uma garfada e outra e com a ajuda do vinho o desenrolar da noite era mais suave.

Ele logo alto pela bebida ria desmazeladamente. Lá fora a noite estava escura e logo a chuva começou a soar como pedrinhas sobre o telhado.

Lá fora, a noite estava escura e logo a chuva começou a soar como um riacho por sobre o telhado. A música no rádio era suave e convidativa.

Ele me dá suas mãos e me puxa pra dançar eu aceito, mas com um pedido que me deixe trocar de roupa.
Já que o roupão branco marcava a lingerie como que se quisesse ser vista.

Ele disse a luz está fraca não dá pra ver vamos dançar por favor deixa ao menos te fazer sorrir um pouco. Começamos a dançar uma música atrás da outra, aquando senti suas mãos percorrerem em minhas costas e parar em minha bunda. Nossa e agora o que eu faria.Mais aquilo me deixava louca.

O desejo me fazia encharcar entre as pernas e minhas mãos já se entrelaçam entre seus cabelos na base de sua nuca. Nós dois ali envolvidos naquela dança lenta já altos pelo vinho.

Sua boca encostava em meu pescoço e a falta de ar pelo tesão me fazia tremer.

Já passavam das uma da manhã quando aquela língua quente do amigo do meu marido percorria do meu ombros até meus ouvidos.

A chuva chicoteava minha janela que trepidavam como que se fora estourar.

Mais o que inundava era minha bucetinha que tão pronta estava para ser devorada por aquela boca quente e molhada. As mãos do Douglas exploravam minhas nádegas as abrindo enquanto me puxava para junto de si.
Nossa que delícia e que loucura sentir aquele pau roçando contra meu corpo como que o quisesse partir em dois.
Num movimento repentino ele levanta uma de minhas pernas e eu o enlaço entre minhas coxas.

Que delícia adrenalina a mil

Ele chupa minha orelha enfiando sua língua dentro de mim me alucinando.

Suas mãos apalpavam meus seios que duros denunciavam o, tesão que estava a mil. Eu gemia me retorcia no sofá.

Douglas, delícia eram essas as palavras que saiam de meus lábios sedentos por aquele homem.

Enquanto seus dedos fodiam num vai e vem aquela buceta que havia dono, mas que tinha sido abandonada.

Por ele viajar a uma reunião com a chefe. É chefe duvido amante sim. E eu estava indo à forra pagando na mesma moeda.

Douglas era tão grande quando o Patrick, ele era um moreno claro de seus 1,95 olhos bem pretos e um pau nossa! Enorme.

Ele rasgou minha calcinha com os dentes eram um animal faminto.

Eu ia ao delírio enquanto ele chupava minha bucetinha. Queria escapar daquela boca, mas aqueles braços me seguravam.

Douglas me puxou com força pelos cabelos enquanto levou minha cabeça de encontro com aquele cassete duro que mais parecia um mastro.

Chupei e chupei aquele pau até ele gozar tudo na minha cara. Eu babava naquele cassete, enquanto ele virava os olhos de prazer. Que loucura eu no meu sofá sendo devorada pelo amigo do meu marido.

Ele rugia como um Brutus,enquanto eu gemia insana frente aquela rola imensa que balançava em meu rosto.
Eu lambia chupava mordiscava a cabeça daquele pau que latejava de tão duro Nunca tinha visto em meus 42 anos um pau tão imenso quanto aquele e aquelas mãos tão grandes quanto, que seguravam com firmeza meus peitos grandes.

Aí delicia caralho eu já falava gemendo ao pé dos ouvidos do Douglas

Me fode como que se tivesse fome. Me come como se eu fosse a única.

Ele alucina me joga ao chão abre minhas pernas por cima de seus ombros e come meu cu enquanto seus dois dedos fodem minha buceta

Me contorço e choro de prazer com aqueles 23 cm de rola fodendo meu cu virgem.

Seus dedos dançavam dentro de minha buceta como não ficar louca numa dupla penetração.

Aquela cara dele de tarado me deixava despida e eu adorava como ele me olhava. Um olhar de fome de desespero.
Aquele instante não sabia o que sentia se era dor se prazer se loucura.

Ele a cada estocada que me dava tirava gemidos de prazer tão intenso que a casa tremia.

Ele me puxa pelos cabelos como um homem das cavernas e naquele momento eu alucino, logo ele tira aquele mastro e me fode com todo vigor eu tentava escapar, qual tô mais eu tentava tirar mais ele me puxava pela cintura.
Toma Bianca toma delícia vou te mostrar como se come uma buceta coisa que aquele vagabundo do Patrick nunca fez com você.

Aí ai, delícia me fode eu bagunceava exausta de prazer assim gozamos simultaneamente no chão de minha sala.
Já eram 6 da manhã e aquele foi o melhor aniversário de casamento de minha vida.

Tomei um banho, pois já estava toda satisfeita e alimentada pelo sexo daquele homem grande.

Quem poderia imaginar que o Douglas todo respeitoso era um homem delicioso.

Assim foi minha noite, sendo comida pelo amigo do meu marido no dia do nosso aniversário de casamento.

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