Mês: outubro 2019

SOU NINFOMANÍACA ?

PACIENTE 31.10.19

Sou casada e muito fogosa trepo com meu marido mas não gosto muito acho que apesar dele chupar minha buceta até eu gozar na boca dele e depois ele comer minha buceta eu não gosto , as vezes ele come de manhã quando sai e come outra vez quando chega ,gozo com ele pensando em outro me fudendo, ja tive um amante por 15 anos , outro por 1 mes e dei pro pica mucha do meu vizinho casado , adoro conversar com homens bonitos que conheço em sites faz tempo que estou em sites , conheci muitos homens , até uns que se diziam pastores veja minha conversa com o pastor:
Eu = Oi tudo bem
Ele = Tudo e você abençoada.
Eu = Quero dar pra você
Ele = Mulher você esta louca , sou pastor e vou te converter , pois você esta maluca.
Eu = Estou é louca pra dar pra você.
Ele = Sou casado e prego a palavra.
Eu = Sim eu sei , e mandei uma foto da bucetinha e outra peladinha.
Ele = Não tem juízo mulher , vá orar , para tirar esta pomba gira de você.
Eu = Mandei mais fotos pra ele,fotos da bucetinha gozando.
Ele = Mulher estou de cacete duro , quero chupar e comer sua buceta, chupar seu grelinho.
Eu = Sério e cade sua mulher ,
Ele = esta aqui mas quero fuder você todinha até o cuzinho.
O safado agora me chama de cachorra,de safada , gostosa , fala que minha bucetinha é dele , bate punheta pra mim , me enche de palavrões , casado mas viaja pregando e disse que vai vir em minha cidade me fuder .Adoro ver ele batendo punheta.
Estou com outros contatos , tem um cara viciado em mim , ele bate punheta falando minha morena gostosa quero chupar sua buceta seu grelo , passar a lingua em tudo , o cara bate cada punheta violenta , a porra esguicha longe , adoraria levar aquela porra na buceta ou na boca .

RELATO PESSOAL 105

AUDÁCIA E OUSADIA

Trabalhava em 1986 em um consultório e sempre recebia pedidos de acadêmicas para estágio, dessa vez quem tinha chamado era Alessandra, 20 anos, Loira, 1,50cm de altura, bundinha empinada e uns peitos bem volumosos.

Ela já era noiva, diria que se vestia muito bem, embora as roupas fossem apertadas nunca era demais.
Na entrevista tinha me dito que era uma pessoa religiosa e que a unica coisa que pedia era que repeitasse seus princípios.

Com certeza isso não seria problema, já havia recebido vários tipos de estagiárias. O problema na verdade foi quando ela saiu para almoçar e esqueceu o computador ligado e quando fui desligar e fechar me deparei com a tela escondida do navegador e fui espiar…
Alessandra estava lendo contos eróticos e os três abertos era sobre traição…

Ou seja a estagiaria tinha desejos secretos embora bem religiosa e recatada, toda comportada com noivo e pessoal da empresa, no fundo era uma pessoa normal, cheia de fantasias e desejos.

Decidi que dai em diante iria provocar esses desejos, bati uma foto da tela dela e fechei tudo.

Assim que chegou pedi pra dar um pulo aqui na sala

“Arruma e organiza pra mim os arquivos”

Assim que ela começou eu já estava de pau duro, só pela sensação do proibido.
Fui bem perto como era meio apertado passei por trás meio que encochando ela, bem devagar pra ela sentir o volume.

“Desculpe é que vou precisar daquela caixa ali no fundo”

Na volta segurei a cintura dela bem firme e quis uma roçada mais lenta e vigorosa.
Alessandra ficou um pouco vermelha mais não falou nada.

No dia seguinte pedi a mesma coisa só que dessa vez fui e voltei umas 3 vezes enconchando ela e na ultima deu pra sentir que ela estava gostando da brincadeira.
Já podia dar um passo a frente.

Falei pra ela que precisaria visitar um paciente e que precisaria que ela fosse junto, pois ela ficaria responsável por eles depois.

Assim que pegamos a BR comecei papo pra descontrair e deixar ela mais a vontade…

“Me conta uma coisa Alessandra você e seu noivo já vivem juntos?”

-“Não senhor, disse que sou religiosa e isso não é permitido até casarmos”
-“Desculpe a pergunta mas como então você sabe que é o que precisa entre quatro paredes”
-“Não entendi a pergunta”
“Simples, vocês já fazem sexo?”
-“não somente após o casamento”
– “Sério? nem oral?”
-“Não senhor, e se for pra continuar com esse tipo de conversa melhor voltarmos”
Esse era o problema estava decidido a testar ela…
“Não foi isso que pareceu quando te encochei lá na sala e fiz você sentir meu pau duro e grosso na sua bunda”
-“Não sei o que o senhor está falando”
“Nem foi o que vi, quando fui desligar o computador que você deixou ligado e com alguns contos eróticos abertos de traição”
-“Desculpa, as vezes leio só pra me aliviar, não era a intenção, ai que vergonha”

Nessa hora levo a mão até a bucetinha dela, subindo as mãos pelo vestido e encontro a xotinha toda babada.

“Sábia que debaixo dessa compostura de santa tinha um vulcão escondido”
-“Por favor para, não posso fazer isso, está errado”
“Não é o que seu corpo está dizendo”
No meio da estrada mesmo tiro pau pra fora, adoro exibir ele grande e grosso, só para sentir a reação alheia!!
Seguro a mão dela e levo até meu pau, que nessa hora além de latejando já estava com a cabecinha babada…
“brinca com ele vai, bate um punheta e depois chupa aqui mesmo”

Timidamente mas com desejo Alessandra brinca com ele e depois começa a chupar.
Que boquete gostoso, parecia que ela estava chupando um picolé, ela mamava com gosto, vontade tinha até esquecido o tipo de mulher que era.

Aquilo me deixou mais outo de tesão ainda.

Alessandra fez o serviço quase que perfeito que gozei na boca dela…,

Se recompomos e durante os próximos 15 min até chegar ao paciente ela não falou nada…..

Assim que voltamos ao consultório , já era hora do pessoal ir embora, de propósito cheguei 10 min atrasado..

Não tinha mais ninguém pedi pra Alessandra trazer a pasta com documentos e colocar em cima da mesa.

Assim que ela entra , tranco a porta…

“Agora minha vez de retribuir você”
-“Melhor não fazermos mais isso”
Seguro ela e levo até a mesa e a coloco sentada na mesa…

Levando o vestido, afasto a calcinha e começo a chupar aquela bucetinha cheirosa e molhada.

Alessandra logo geme e segura firme em minha cabeça pressionando contra a bucetinha….

Provavelmente era primeira vez que recebia uma chupada daquela…

Começo a brincar com os dedos na bucetinha dela agora, enfiar também no cuzinho…
Ela gemia e se contorcia toda…não demorou muito e Alessandra gozou…

Abri agora o vestido todo e fui mamar naquele peitão gostoso, chupando com vontade, mordendo os biquinho enquanto ela gemeia e se contorcia de tesão.

Já não aguentada de tesão meu pau estava latejando… mesmo assim coloquei ela agora sentada na cadeira e botei o pau bem no meio daquele peitão fazendo uma espanhola e levando até a sua boca …

Caralho estava louco de tesão Aquela menina noiva e religiosa, agora apenas suspirava de tesão e aproveitava o momento…

Não resisti mais, e deixei Alessandra de costas pra mim na cadeira e enfiei o pau na bucetinha dela de uma vez….
(Nessa hora deu merda,,, só vi o sangue escorrendo na cadeira, tive de jogar ela fora)
Alessandra estava com tanto tesão que nem se tocou e eu segurei com força na cintura e bombei forte até rasgar toda aquela bucetinha..
Metia com vontade enquanto ela gemia e urrava de tesão…

Ali gozou, dando aquela gemida… eu ainda queria mais, iria foder ela toda… bem nessa hora o noivo liga e disse que se atrasou e que estava indo direto pro shopping.

Ela disse que logo chegava.. resultado, iria terminar o serviço agora outro dia, na verdade outros dias…

Dei uma carona pra ela e fui para casa esperando o dia seguinte….

No dia seguinte a isso que a história ficou mais interessante…

Alessandra chegou toda fechada, desconfiada e com recato de sempre.

Deixei pra ver até onde ela iria com aquele jeitinho..

Passou a manhã toda evitando e sem falar nada…

Logo após almoço decidi começar a provocação… falei que era pra ela chegar uns meia hora antes, pois era ela quem iria abrir o consultório…

Só que já tinha entrado quando ela chegou, e pedi pra ela vim até a minha sala, pois precisava passar algumas coisas para ela.

Só que estava já com pau duro para fora brincando com ele, esperando ela entrar…

Assim que Ela entra já da de cara comigo NU bem devagar e exibindo meu pau grande e grosso pra ela..

“Dr. está louco? O que fizemos foi errado e uma loucura… não vou fazer mais isso!!”

Antes mesmo de Alessandra sair respondo…

“Tem razão foi uma loucura” Ainda continuo alisar o pau e percebo que ela ainda é a mesma de ontem, uma audaciosa retraída, esperando alguém pra fazer ela mulher de novo, pra comer ela com vontade até ficar toda gozada!!!

Assim que termino a frase, vou ao encontro dela, tranco a porta do escritório…

Enfio a mão por debaixo da saía,…

“Se foi um erro, porque essa bucetinha está encharcada?”

Desta vez nem espero uma reação…

Seguro Alessandra pelos cabelos, faço e ela agachar…

“Chupa minha cadelinha, mama gostoso esse membro, porque eu sei que desde ontem você não para de pensar nela”

Obedientemente ela chupa, hoje bem melhor que ontem, brinca com as bolas, chupa a cabeça do pau até ficar bem rosadinha, e depois engole até onde ela aguenta, Alessandra esta até esquecendo que esta fazendo isso no escritório e que em 30min todo mundo chega…

Seguro o pau e dou com ele na cara dela…

“esta vendo minha acadêmica, sabia que você tinha gostado, só precisava de um macho que te entendes-se, agora segura naquela mesa e empina essa bunda”

Que visão maravilhosa

Agora Alessandra já não se preocupava com nada, só queria ser bem fodida e gozar…
Assim que ela empina aquela bunda gostosa, me enfio naquele meio e dou uma chupada gostosa naquela bucetinha, que agora pingava de tanto tesão…

Não demorou e senti ela dar aquele gemido gostoso… agora era a hora,
Segurei firme naquela cintura e de uma só vez meti meu pau nela sem dó… que já entrava com mais facilidade do que ontem..

Agora Alessandra Gemia e mordia meu pau com aquela buceta faminta…

Passei a bombar forte ao ponto de as bolas baterem e o cheiro de sexo invadir o escritório todo… foi muito intenso Alessandra esta louca de tesão,
sem nenhuma vergonha ou medo…

Foi tão intenso que não deu outra, enchi a bucetinha dela de porra…
Sentei na poltrona que tinha no escritório

“Vem aqui minha acadêmica safada, chupa esse pau até ele fica limpinho e duro de novo”

Alessandra só olhou e veio… fez exatamente o que eu pedi…

“Foi um erro ainda? O que me diz?”

– Foi sim, mais acho que essa verdadeira mulher que existe dentro de mim, entre 4 paredes.

“Então vamos fazer melhor, liga pro teu noivo e diz que hoje vai atrasar uma meia hora pra você entregar tudo que precisa e liga agora, pois assim vai ficar com mais tesão e eu também”

Obedientemente agora ela ligou… e assim que ele atendeu passei a roçar o pau na cara dela, enquanto falava com ele… antes que termina-se a ligação ainda fiz ela dar uma chupada…. tirei o pau rapidamente pra que ele não percebe-se algo de estranho…

E Mudei de posição.. para sentir a bucetinha dela… pingava de tesão de novo, pelo jeito adorou o perigo, o proibido… no ponto em que estávamos, fodia ela toda de novo, mais já era hora de o pessoal chegar. Sai por uma porta dos fundos e disfarcei chegando uns 10min depois…

Agora eu só esperava o dia terminar pra acabar de vez com Alessandra!!!

Os ciclos da natureza são os ciclos da mulher.

A feminidade biológica é uma sequência de retornos circulares, que começa e acaba no mesmo ponto. A centralidade da mulher confere-lhe uma identidade estável. Ela não tem que tornar-se, basta-lhe ser. A sua centralidade é um grande obstáculo para o homem, cuja busca de identidade é bloqueada pela mulher. Ele tem que se transformar num ser independente, isto é, libertar-se do mundo. Se o não fizer acabará simplesmente por cair em direção ao vazio. A união com si mesmo é o canto da sereia que assombra constantemente a nossa imaginação. Onde existiu inicialmente felicidade agora existe uma luta. As recordações da vida anterior à traumática separação sensualidade feminina pode estar na origem das fantasias arcádicas acerca de uma cidade de ouro perdida. A ideia ocidental da história como movimento propulsor em direcção ao futuro, um desígnio progressivo ou providencial que atinge o seu apogeu na revelação de um Segundo Advento, é uma formulação preconceituosa. Não creio que alguma mulher pudesse ter concebido tal ideia, já que a mesma é uma estratégia de evasão em relação à própria natureza cíclica da mulher, na qual o homem sonha em ser aprisionado. A história evolutiva ou apocalíptica é uma espécie de lista de desejos masculinos que desemboca num final feliz, num fálico cume.

IGOR HUNSAKER.

RELATO PESSOAL 85.

Juliana

Já a tinha visto várias vezes na piscina do clube, apesar de ser muito simpática com seu sorriso nunca tínhamos tido oportunidade de falar um com o outro.
Seu nome é Juliana, uma morena de 1,73 kg, olhos castanhos e cabelos longos , uma beleza que parava todo clube. Estava sempre com um micro biquíni colado ao corpo, quando suava então aí que o sol delineava ainda mais suas curvas.

A aula de ioga começava às 19hs e geralmente tínhamos o costume de chegar meia hora antes para dar uma acalmada, para já ir relaxando, é um costume da maioria do pessoal.
Fazia questão de passar perto dela quando estava suada só para sentir seu cheiro.

Um belo dia pediu para ajudá-la a trocar uma nota de cinquenta e não perdi a grande oportunidade de começar uma agradável amizade.
No final do semestre houve uma grande festa no clube e combinamos de irmos juntos. Quando parei o carro embaixo do seu prédio me deu uma tremedeira, tinha que contrair fortemente os músculos das pernas para poder me controlar. Exatamente no horário marcado ela apareceu na portaria, não podia nem acreditar, estava com uma maquiagem e perfume bem suaves, com um vestido florido, bem cortado, combinando com um blaizer creme, tudo muito bem feminino. Com o efeito da maquiagem seus olhos pareciam que pulavam para fora do seu lindo rosto.
Se no clube sem nenhuma produção já era linda, imagina o que um simples retoque não era capaz de fazer.
Entrou no carro, trocamos beijinhos, quando lhe perguntei se íamos realmente à festa.

Se tá louco?
Não quero que ninguém nos veja juntos, senão vai ser a maior falação no clube!

Quero ficar com você, já tem muito tempo que espero este momento e hoje não perco esta oportunidade…
E trocamos um delicioso e demorado beijo.
Levei-a numa casa especializada em founde chamada “Au Challet”, na época era a melhor de Niterói, o que chamava a atenção do lugar era a decoração, sentíamos como se estivéssemos realmente num chalé suíço, super aconchegante, à meia luz.
Rimos muito das nossas histórias, o papo foi tão agradável que quando vimos as horas já tinham se passado.
Entramos no carro e ao chegar em minha casa nos atracamos de desejo, não podíamos esperar um só momento no restaurante, apesar de ser aconchegante o ambiente é formal para ficar trocando carícias, pulei para cima da Thaís, nos jogamos no sofá e entrelaçamos nossas pernas, nossas línguas e nossos corpos, sentia seu coração bater mais forte e sua respiração ficar ofegante.

Devido as janelas estarem fechados, rapidamente começamos a transpirar, então pude sentir finalmente, e bem de pertinho, aquele tão sonhado cheiro que roubava-lhe em nossa piscina do clube, o “salgadinho” do seu corpo contratava com o doce sabor de founde de chocolate que ainda estava em nossas bocas.
Quando percebemos já estávamos pelados nos esfregando, roçando, apertando, mordendo, chupando, lambendo.
O gostoso era que o suor dos nossos corpos faziam que um deslizasse pelo outro facilitando sensivelmente esta esfregação frenética.

Parecíamos dois loucos que não trepavam um tempão, só nos dois que sabíamos o tesão que vinha sendo acumulado um pelo outro, desde o início do semestre.
Num giro rápido Juliana inverteu seu corpo e colocou aquela deliciosa bucetinha em meu rosto, seu tesão era tanto que escorria pelas pernas sua lubrificação, estava totalmente encharcada.
Não perdi tempo e chupava-lhe do grelinho ao cuzinho, enfiando a linguona tarada por todos os buracos que passava. Ao mesmo tempo em que ela chupava meu pau, meu saco, minha barriga, minhas coxas.
Segurava-me ao máximo para não gozar, e retribuía todo o carinho que minha deliciosa amiga procurava me castigar.

Os vidros da janela já estavam totalmente embaçados, eu morava no condomínio Gilberto Salomão (o agito de Niterói, uma espécie de Centro Comercial com várias boates, barzinhos e restaurantes), nem nos preocupávamos com “a cortina aberta”, pessoas que entravam e saíam dos outros prédios, e até mesmo funcionário. Nossa concentração era totalmente voltada um para o outro, para nossos corpos, para o prazer total. Na posição de 69 Juliana foi deslizando seu corpo pelo meu até encaixar meu caralho em sua grutinha, estava por cima e ficava comandando a sacanagem (adoro mulheres ativas), roçava a cabeça no grelinho, escorregava para sua bucetinha, enfiava só um pouquinho, e de cócoras, toda vez que entrava um pouquinho, ficava contraindo seus músculos vaginais em meu pinto.

Pedia para ela enfiar tudo, para não me judiar, e a danada só alimentando nossos desejos. De repente, numa fração de milésimo de segundo, desmoronou seu corpo para junto do meu, enfiando tudo de uma só vez, fazendo sentir toda sua temperatura interior. Por mais lubrificada que já estivesse sentia o quanto era apertadinha, e agora, já lá dentro, seus músculos vaginais, involuntariamente, mascavam o meu caralho com uma maior volúpia. Devido ao declínio do sofá, quando se virou de frente para mim , passou a brincar de “escorregador”, como ela mesma chamava, que era o seguinte: subia seu corpo em direção ao meio peito até sentir que só a cabecinha estava encaixada na entradinha da sua xoxotinha, depois escorregando seu corpo pelo meu enquanto sentíamos nossos sexos se encaixando lá no fundo com o auxílio da própria gravidade.

Nesse “escorregador” seu grelo ia se esfregando em minha barriga e em meu púbis, meus pentelhos serviam como uma lixa que a estimulava ainda mais. A cada subida e decida os movimentos iam ficando mais fortes e mais rápidos. O sofá passou a balançar para frente a para trás seguindo e ajudando nossos movimentos e nosso prazer. Juliana entrou num estado de orgasmo pleno que cheguei a pensar que iria ter uma convulsão. Coloquei-a de quatro e fiquei esfregando meu cacete em seu cuzinho, ainda mais apertado, e ainda virgem (segundo ela). No início ficou meio constrangida e contraiu o “bichinho” ainda mais, numa forma de defesa, porém quando passou a sentir minha língua passando por ele e tentando entrar , passou a se masturbar e foi relaxando.

Encostei meu cacete ainda molhado pelo seu líquido vaginal, encostei a cabeça do meu pênis no seu cuzinho. Só de sentir a pressão , involuntariamente , foi cedendo… cedendo… bem devagarinho… com muito carinho… falando um monte de sacanagens em seu ouvidinho… mordendo sua nuca, para entrar bem gostoso e não nos machucar. Sua bundinha era a coisa mais linda do mundo, só quem já tinha visto malhando na academia sabia o que estava dizendo Juliana começou a falar um monte de coisa inelegíveis, as poucas palavras que entendi falava que não era para tirar que estava começando a ficar gostoso, sentia como se eu estivesse rasgando-a todinha, mas que estava gostoso, com certeza estava.

Apertava seus seios, conforme ela pedia, enquanto passei a chamá-la de gostosa, linda, magnífica e melhor que tive. A cada palavra minha seu tesão aumentava a compressão e relaxamento dos seus músculos ao redor do meu caralho, já inchado de tanto foder.
Ela gemia de prazer e também soltou seus fluidos saborosa ao gozar juntinho comigo. Apenas no dia seguinte pude verificar o quanto a sala e o tapete ficaram encharcados e manchados dos nossos orgasmos. Aos poucos nossos movimentos foram se acalmando até pararmos.

Como no início, agora numa situação inversa, voltei a sentir seu coração batendo forte e rapidamente, juntamente com sua respiração ofegante, ambos confundiam-se com os meus. O calor dos nossos corpos eram traspassados um ao outro como forma de energia… Foi uma noite inesquecível, daquelas que quando você acorda no dia seguinte parece que estava sonhando, não fosse o sabor daquela deliciosa morena que ainda estava em minha boca e em meu corpo… Segunda-feira no clube nos encontramos e nosso relacionamento foi como se nada houvesse acontecido, não fosse sua calcinha que roubei de recordação, até mesmo eu ficaria na dúvida se aquilo tudo não havia sido um delicioso sonho profundo…

AS SANTAS PASSEIAM NO INFERNO.

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AS SANTAS

AQUI NÃO ESCREVO CONTOS ERÓTICOS. AQUI RELATO A REALIDADE QUE OUÇO NO DIA A DIA, DE SANTAS QUE MORAM NO PARAÍSO MAS PASSEIAM FREQUENTEMENTE NO GRANDE E CALOROSO INFERNO.

Aquela SANTA toda cheia de regras e que se julga pura e santa, muitas vezes possui desejos mais intensos do que uma garota de programa.

Quando está sozinha se masturba, e imagina homens a penetrando com força e intensidade. Seria injusto colocar apenas na conta dos homens o fato que são safados pervertidos ou tarados.

Desejos de uma SANTA fluem em algumas mulheres, que você nem acredita, muitas delas são até evangélicas e acabam saindo para motéis com pastores, outras são funcionárias que saem com seus patrões etc.

São diversos casos que a gente vê no dia a dia. Portanto o fato de você gostar de nossos RELATOS muitas delas vão afirmar que você é pervertida, safada, ou tarada, mas as mesmas que falam isso são aquelas que vivem exibindo seus corpos secretamente para homens em redes sociais.

No mundo do sexo e desejos somos todos iguais, não podemos ser hipócritas nesse sentido.

Quando uma mulher se desperta para seus desejos, adora sexo anal, e uma boa transa regada de toda sacanagem, assim como os homens também gostam de uma putaria.

Sendo assim não tem nada a ver pessoas que julgam os outros mas por debaixo dos panos são piores dos que estão julgando.

Seja feliz e não atrase o lado de ninguém, perfeito só tem um, aqui todos nós estamos sujeitos a tudo. Mas se caso você descobrir um santo ou santa por aí, desconfie porque é propaganda enganosa.

IGOR HUNSAKER

MAIS UMA HISTORIA INACREDITÁVEL…

PACIENTE 161019.3

Essa história que vou contar é verdadeira vou preservar os nomes das pessoas, Ela uma mãe 38 anos sua filha 21 as duas sempre muito unidas uma dizia para outra somos mais que mãe e filha somos amigas. Até aí tudo bem mas a decorrer do relato se prepare para surpresas.

Sua filha uma morena linda muito gostosa que adora baladas, putaria, e funk, sempre saia a noite para namorar e foder gostoso a mãe sabia o pai também mas ambos não colocavam nenhuma barreira nisso muito pelo contrário sempre procuravam dar dinheiro para ela sair e ela virava a noite fora tranquilamente com a aprovação dos pais.

O problema é que essa moça não estava contente em ser puta ela tinha um fetiche de transformar a mãe em puta também.

Então ela comprava shortinhos curtos pra mãe e vivia arrumando namorados para que sua mãe traísse o pai dela pois essa era sua fantasia, ver sua mãe de quatro levando estocadas no cuzinho.

Depois de tanto atentar sua mãe, ela caiu na tentação é disse para filha trazer um dos amigos dela em casa quando estivesse sozinha, pois iria realizar o desejo da sua filha. A filha ficou exitada com a ideia é procurou um dos seus amigos marcando um encontro.

No dia escolhido sua mãe aguardava ansiosa, quando a filha chegou com amigo, era alto forte e pelo jeito bem dotado, foram para o quarto, a filha disse fica de quatro mamãe sua mãe ouvindo levantou o vestido enquanto o rapaz tirava toda a roupa.

A filha estourando de tesão dizia mete gostoso na minha mamãe mete, o rapaz começou a foder aquela bunda enorme com força a mãe gemia e dizia está gostando filha meu amor, enquanto isso a filha acariciava sua bucetinha que estava encharcada. O tesão era tanto que a mãe pediu para filha chegar mais perto e começou a chupar sua bucetinha molhada e a foda foi por longas horas do dia.

Depois dessa orgia a filha se sentiu realizada pedindo para mãe guardar esse segredinho. O que elas não imaginavam e que o pai tinha saído mais cedo do serviço e acompanhou toda aquela foda escondido.

No dia seguinte os escândalos estavam por toda vizinhança o marido expulsou a filha e a mãe de casa, que passaram a viver na casa de familiares a história se espalhou e foi parar na memória de todos que de vez em quando ainda lembram dessa orgia entre mãe e filha.

Da última vez que soube as duas estavam morando na casa de um familiar acho que era primo, provavelmente um sortudo ao que tudo indica sendo o dono da casa onde elas estão deve estar fodendo as duas facilmente já que a filha e a mãe se transformaram em putas assumidas, e andam semi nuas por todos os lados.

Com relação ao pai ficamos sabendo que ele saiu da cidade e ninguém mais o viu em lugar nenhum, como a casa onde morava era alugada ele sumiu de repente é nem pagou o mês de aluguel. A filha ensinou os prazeres do sexo para mãe a geração jovem já não é mais tão inocente quanto muitos pensam.

O bairro ficou com esse clássico da orgia para contar em rodas de conversas eróticas ou para apimentar o dia, ou seja mais atenção a sua filha pois ela pode te iniciar nas putarias sem nenhum remorso ou dor na consciência, como ela mesmo dizia eu quero é gozar.

O QUE ME FOI RELATADO HOJE (pela sogra)…

PACIENTE 161019.2

A SOGRA

A viagem de barco tinha inicio as 08:00 com regresso previsto as 18:00, esse dia passado no mar dava a vantagem de ver golfinhos que muitos deles acompanhavam o barco.

Dentro do barco havia bar aberto, mesas e cadeiras para tomarem uma refeição, no salão principal estava montado o equipamento para dois conjuntos de musica entreter os touristas na viagem, o Alberto e esposa só tiveram que fazer uma alteração na ultima hora nos bilhetes de viagem ao incluírem a sogra do Alberto.

Durante a viagem os cheiros da tinta do barco deram sinais de dor de cabeca no Alberto, esse, disse a esposa,”estou a sentir-me mal com o cheiro das tintas, vou deitar no beliche onde temos uma cama”, foi deitar e em pouco tempo a sogra sentiu-se mal com os balancos do barco, a filha disse, ”mae, quer deitar-se um pouco para melhorar a dor de cabeça”?

A mãe disse a filha, ”sim, sera melhor”, a filha levou a mãe ate onde estava o marido deitado dizendo,”amor, minha mãe esta sentindo alguma coisa, trouxe ela aqui para deitar um pouco”.

O marido fez lugar na cama para a sogra deitar-se, com os balancos do barco era ela ou o genro que se tocavam, o próprio caralho do Alberto sentia-se como numa festa a tocar forte no rabo dela, esse tocar forte acabou por doer ao Alberto pela falta de espaço na manobra.

Disfarçadamente o Alberto foi descendo as calcas ate aos joelhos e dando ao caralho mais espaço de manobra, o navio não parava de balançar e o caralho do Alberto não parava de mais pressão entre as pernas da sogra, era uma situação desagradável para o caralho que mais queria.

O Alberto aproveitou os balancos do barco e foi subido a saia da sogra ate ficar com o cu bem a vista e ao mesmo tempo descendo a calcinha ate aos joelhos, foi uma penetrava sem descanso com o caralho a entrar cada vez mais no anus da sogra.

A foda estava sendo maravilhosa, A PORTA DA CABINE ABRE-SE, era a esposa para saber se havia alguma melhora, o Alberto com o caralho todo dentro do anus da sogra, ficou na posição de congelado.

Alberto respondei a esposa que ainda tinha dor de cabeça, a mãe disse a filha, fico mais algum tempo ate melhorar, a esposa do Alberto ao fechar a porta da cabine viu uma cadeira e em cima da cadeira estava um cobertor, voltou a entrar, desdobrou o cobertor, aproximou-se muito calma e cobriu os dois dizendo, ”com esse cobertor vocês ficam mais agasalhados, ao mesmo tempo disse ao marido, coloca teu braco para abraçar a minha mãe e evitar os balancos do barco fazerem ela cair da cama”, o marido rapidamente abracou a sogra fazendo o caralho ainda mais entrar, a esposa saiu do beliche e sem demora alguma o genro com o caralho todo dentro do anus da sogra gozou forte no anus.

Que transa!

PACIENTE 161019

Já havia um tempo que estava de olho no meu vizinho. A gente apenas se cumprimentava, e vez ou outra trocávamos algumas palavras, mas eu estava sacando aquele olhar malicioso haviam alguns meses. Ele era alguns anos mais velho que eu, estava sempre de barba, e camiseta larga, óculos e coqueteleira de academia na mão. Nossas casas eram praticamente do lado uma da outra, então sempre nos víamos.

Era terça-feira um pouco nublada, e eu estava tomando meu café da tarde, como sempre fazia, lá fora, na mesinha do quintal. Então o correio chegou, trazendo algumas caixas de encomenda, eram 3 caixas enormes e pesadas, o moço descarregou as caixas e pedi que deixasse por ali.

Eu havia acabado de sair do banho, por isso ainda estava de roupão, cabelos molhados e rosto limpinho, apenas com um hidratante bem cheiroso. Terminei de tomar meu café e peguei meu livro, era uma leitura nova, pra faculdade.

O tempo passou e eu estava mergulhada na história, até ver meu vizinho chegando.

– Boa tarde Karla. E aí qual o livro de hoje? 

Nesse mesmo minuto, senti uns pingos de chuva na minha pele. Não demorou até os pingos aumentarem. Então eu lembrei das caixas, que não poderiam molhar.

– Olá, Bo, nenhum romance épico, apenas um livro de estudos. Respondi sorrindo.

Então ele viu minha preocupação pra recolher todas aquelas coisas e ofereceu ajuda. O que não foi nada mal, porque eram caixas enormes e pesadas. Abri o portão rapidamente para que ele entrasse, e num segundo pegou as três caixas de uma vez empilhando uma sobre a outra e colocou na área de casa. Eu recolhi as louças do café e algumas toalhas de banho do varal, sai correndo na expectativa de que não me molharia tanto, que engano.

Estávamos os dois, encharcados, rindo da situação. Ofereci uma toalha pra que ele se secasse e fui fazer outro café. Enquanto a água fervia peguei uma toalha e sequei levemente meu cabelo. Ele estava sentado na mesa, me olhando. Confesso que fiquei com um pouco de receio, afinal de contas, havia um estranho na minha casa. Um estranho gato, e gentil… Sentei do seu lado e servi nosso café aproveitei e ofereci alguns biscoitos.

Não demorou muito até meus pensamentos eróticos chegarem, no meio da conversa coloquei minha mão na sua perna, pra me aproximar, então ele me olhou, um pouco surpreso e me beijou, puxando meu roupão pelo ombro, deixando a mostra a parte mais sensível do meu corpo. Com a pele úmida, o cheiro do creme ficava ainda mais forte.

– Sabe, eu tinha vontade de te conhecer melhor, mas nunca imaginei que seria dessa maneira (risos). Obrigada pela ajuda.

Tirei sua camisa de devagar, olhando cada detalhe daquele peito, que tinha algumas pintinhas espalhadas. Fechei a porta da cozinha, peguei na sua mão e o levei até o sofá, sentei no colo e comecei a beijar aquela boca molhada e gostosa. Enquanto eu o beijava, tirou meu roupão rapidamente, e começou a passar aquelas mãos enormes na minha bunda, depois na minha bucetinha, por cima da calcinha, e eu não queria que ele parasse. Agarrou minha cintura e pediu pra que eu rebolasse no seu pau, eu não pensei duas vezes, desabotoei o cinto, tirei a calça delicadamente, deixando-o só de cueca. Então comecei a passear meu quadril sobre ele, com um pouco de pressão, devagar. Ele estava de olhos fechados, apenas curtindo a situação. E quando eu pensei que eu estava no controle, ele coloca de quatro no sofá, e faz pressão contra meu quadril, pra que eu empine a bunda. Eu estava ali totalmente vulnerável, louca pra ver ele gozar em mim.

Então ele começa a beijar minha bunda, lamber, ate chegar no meu cuzinho, deixa bem molhado, babado, e ao mesmo tempo que beija ele acaricia meu clitóris. Eu não excitava em gemer, estava quase gozando, quando pergunta:

– Posso meter meu pau aqui? Ao mesmo tempo em que acariciava com o dedo. 

– Mete! Mas vai devagar.

Eu adoro anal, mas faço raramente, só com quem me da muito tensão, e sabe o que está fazendo. E ele sabia! Lambi mais uma vez, deixando-o bem babado e colocou a pontinha…

– Calma, calma.

– Repete!

– Mete com calma no meu cuzinho. Devagar, isso, assim… que delicia!

Ele envolveu seu braço na minha cintura, e voltou a me tocar, ritmicamente, com os mesmos movimentos. Eu gemia alto e repetia a frase:

– Mete no meu cuzinho. Huuuum.

– Vou gozar Karla!

No momento em que ele disse essa frase, foi o limite do meu tesão, gozei, gozei intensamente. Minhas pernas haviam ficado molinhas. Confesso que aquele vizinho gentil havia me surpreendido. Que transa!

De repente ele abaixa e começa a me chupar….

PACIENTE 91019

Sempre tive vontade de contar minhas aventuras, e nunca tive coragem. Mas agora resolvi contar.

Sou morena, 1,60mt de altura, cabelos cacheados, olhos cor de mel, tenho peitos bem acesos e redondos, o meu bico do peito salta aso olhos quando não uso sutiã. Tenho uma bunda arrebitada e sou fogosa.

Certo dia, fui à uma consulta na Barra, e tive que ir de BRT.

Como era no ginecologista, coloquei um vestido, que era curto e deixava à mostra meus seios.

Quando consegui entrar no ônibus fui empurrada e era uma multidão que mal consegui me mexer.

Percebi que meu vestido ficou meio levantado e eu estava com o meu corpo encostado no braço de um homem de meia idade, com cabelos grisalhos e muito chamativo.

O seu braço não estava segurando nada e estava solto ao lado do corpo.

Percebi que sua mão estava na direção da minha xota e de repente ele mexeu a mão que estava encostada na minha calcinha.

Fiquei parada e não reagi, ele percebendo que eu não reagi, tornou a mexer os dedos encostando na minha calcinha.

Neste momento eu estava toda começado a ficar com tesão.

Foi então que seus dedos começaram a fazer movimentos na minha xota, onde o carinho me deixava louca.

Abri um pouco as pernas, e ele entendeu o que eu queria.

Ele então afastou um pouco a calcinha e começou a entrar com os dedos por dentro da calcinha.

Eu já estava louca de tesão, quando vi que tinha que descer.

Me ajeitei e falei: “Me dá licença que vou soltar.” ele respondeu: “Eu também vou soltar, vou na frente e abro o caminho para você””.

Gelei dos pés à cabeça, aquele homem gostoso iria soltar na mesma estação que eu.

Segui-o até a porta e ao descer ele me ajudou, agradeci e ele me perguntou para qual direção eu iria.

Respondi qual o condomínio que eu iria e ele respondeu informando que era o mesmo local do seu consultório.

Mas uma vez gelei, consultório. Significava que era médico. Será que era o mesmo que o meu.

Foi então que ele falou que era urologista e que como tinha deixado o carro na revisão sendo obrigado a pegar o ônibus.

Falei o andar que iria, ele então me convidou para visitar o seu consultório.

Como o meu tesão ainda estava bombando, e ainda faltava muito para minha consulta, aceitei.

Quando chegamos, ele disse que o expediente dele só começaria após o almoço, e que a manhã era toda minha.

Quase morri quando ele me disse isso.

Foi quando ao entrar no consultório dele, trancou a porta e me pegou pela cintura me dando um beijo de tirar o folego.

Quando vi, ele já estava com as mãos na minha bunda, apertando e beliscando, me deixando toda molinha.

Sua boca desceu pelo meu pescoço, e quando chegou no meu peito ele delicadamente colocou os meus seios para fora e começou a sugar os meu mamilos me fazendo urrar de tesão.

Suas mãos arrancaram minha calcinha e seus dedos começaram a percorrer minha xotinha, enfiando e tirando me deixando meladinha.

De repente ele abaixa e começa a me chupar, morder e enfiar a língua, me deixando em ponto de bala.

Abaixei sua calças e coloquei aquele mastro grosso e grande para fora, abocanhei e não conseguia para de chupar.
Quando ele estava quase no ponto para gozar, me levantou colocou de quatro e começou a penetrar na minha xota, entrando e saindo com um vai e vem desenfreado me levando a loucura.

Quando achei que ia gozar dentro de mim, ele então me disse que tinha uma surpresinha gostosa.
Antes de eu perguntar o que era, ele me fez a pergunta safada e gostosa: “Você prefere, grande e fino, grande e grosso ou grosso e pequeno?”

Eu já imaginando do que se tratava, falei quase sussurrando, grande e grosso.

Ele então abriu a gaveta da mesa que estava próximo de onde estávamos e tirou um enorme pênis de borracha, grande e grosso.

Olhei assustada e exclamei:”Uau, que maravilha!
Ele me disse com voz de safado:”Você agora vai saber o que gozar!”
Pegou uma camisinha colocou no pênis de borracha e disse vem fazer uma mamadinha para eu brincar com nosso brinquedinho.

Como eu estava sentada na cama do consultório, ele me fez deitar, colocou-se em pé na direção da minha boca, colocando o seu mastro na minha direção.

Abocanhei chupando e lambendo, enfiando na boca e tirando, enquanto isso ele começou a brincar enfiando e tirando o brinquedinho na minha xota.

De repente ele me tira da cama, me posiciona de costas, coloca uma perna em cima da cama, passa os dedos na minha xota, subindo do grelo para o meu cuzinho, molhando e enfiando com cuidado o dedo no meu cuzinho, melando tudo.

Foi então que ele falou, vou mostrar como se fode um cuzinho gostoso,
Dei um gemido e ele começou a penetrar aquele mastro enorme no meu cu. Comecei a gemer e a urrar, com a mistura de dor e tesão.

Foi aí que ele enfiou o brinquedinho na minha buceta, de lado e com força, me levando a loucura.
E fazia um vai e vem com força tanto na buceta como no cu. Que loucura. Gozamos mais de uma vez!
Até hoje quando vou ao médico, faço uma visitinha ao meu urologista que faz questão de me atender por último, dispensando a secretária, para eu ficar à vontade.

Ah já usei todos os tamanhos dos brinquedinhos rsss

RELATO “QUASE” PESSOAL 059.

IGOR, PUBLIQUE. SENÃO EU PUBLICAREI EM OUTRO SITE.

MAS, NÃO MUDE MEU TEXTO NEM APAGUE AS FOTOS, TANTO AS MINHAS QUANTO AS SUAS.

LEMBRA, NA SUA CASA.

Aquela sua mão gostosa e grande pegando e cobrindo todo o meu seio, enquanto a outra deslisava em meu clitóris me deixando louca, sentindo o bafo quente da sua respiração em meu pescoço e nossos quadris em uma dança suave/agressiva, cheia de tesão. Que rola deliciosa! Ahhh, essa rola que entrava e saía da minha bucetinha encharcada de tanta vontade de dar e receber prazer… mete mais essa rola gostosa, mete com vontade, me come gostoso” era tudo que eu pedia.

E foi assim, com essa lembrança que acordei, já molhada, louca para outra rodada. Olhei para o lado e lá estava você IGOR dormindo, com seus cabelos pretos bagunçados, com aquele rosto de relaxado… ah esses lábios… me emergi mais uma vez na noite anterior, quando chegamos na minha casa e eu estava de vestido preto e salto alto, e o VOCÊ estava de terno após voltarmos de um jantar de noivado que somos padrinhos. Mais uma vez o trouxe de volta para casa e essa relação de sexo, apenas, amigos, se alastra por quase um ano.

NESSA EU ESTAVA QUASE BÊBADA…

Assim que fechamos a porta, VOCÊ segurou a minha cintura e me puxou para perto, eu estava de costas e senti seu pau crescendo dentro da calça, VOCÊ puxou meu cabelo para o lado, suavemente começou a beijar meu pescoço enquanto sua mão deslizava pela minha coxa e minha buceta.

Aquela barba roçando, aquele cheiro… como não me excitar? VOCÊ então sussurrou no meu ouvido “eu vou te comer gostoso, de um jeito que você nunca foi comida, então VOCÊ me virou de frente e me beijou gostoso, cheio de desejo, fui pegar na SUA rola e VOCÊ jogou minhas mãos para trás e disse “hoje, agora, é apenas sobre você”. E então VOCÊ começou a beijar meu corpo, descendo devagar e me deixando arrepiada.

ESSA FOTO FOI NESSE DIA QUE RELATO.

Levantou meu vestido de leve enquanto beijava minha entre coxa e suavemente desceu minha calcinha. “Nossa, como vc esta molhada, olha isso gostosa.. que delícia! Não sei como vc consegue ficar tão lubrificada assim, é um tesão, puta que pariu”, disse enquanto passava a mão na minha buceta e enfiava o dedo gostoso lá fundo. Me puxou para o sofá, me jogou ali e foi a cozinha, voltando com um copo com pedra de gelo dentro “precisamos baixar um pouco esse folgo”, pegou uma pedra com a boca e foi suavemente deslizando-a pelo meu corpo; enquanto eu já estremecia de prazer, da sensação do toque da sua mão quente com o contrate do gelo em sua boca passado por todo meu corpo, até que então.

ESPERO QUE CONTINUE ASSIM…

Ainda com o gelo VOCÊ foi na minha buceta, deslizando vagarosamente pelo meu clitóris, grandes lábios, pequenos lábios e me puxou mais para frete e foi até perto do cu, jogou a pedra fora e esquentou a região brincando com a sua mão, até voltar com a boca que agora estava fervendo de vontade, e começou a me chupar de forma que nunca fui chupada antes, sua língua brincava com meu clitóris enquanto seus dedos brincavam lá dentro e se aproximavam algumas vezes do ânus. Nossa, como me excita quando VOCÊ brinca perto do meu cu… VOCÊ desceu essa língua gostosa para dentro da minha boceta e brincou ali entre chupadas, lambidas e dedadas e eu me contorcendo de prazer, prestes a gozar e sem poder tocar nele… quando VOCÊ percebeu que eu estava para gozar, VOCÊ simplesmente parou.

REALMENTE ESSE DIA FOI DIFERENTE…

Nesse momento em que estou relembrando de tudo da noite anterior, não consigo me segurar e começo a me tocar com VOCÊ dormindo ao meu lado.

PENSO NESSE DIA CONTINUAMENTE.

Olho mais um vez e VOCÊ continua dormindo feito pedra.

Continuo em meus pensamentos. VOCÊ olhou para mim e disse “ainda não gostosa”, me levantou, levou para a ilha da cozinha, me virou, levantou meu vestido, abriu o zíper e ali mesmo começou a me comer. Enquanto VOCÊ metia gostoso, eu estava em ectasia, gemendo gostoso, toda arrepiada.

“Tá gostoso minha menina?

Abre mais essa perna para mim, vai enquanto puxava meu cabelo e passava a barba deliciosa pelo meu pescoço. Segura gostosa, à noite hoje será longa, quero sentir você explodindo, me molhando todo”, e ali VOCÊ continuou metendo gostoso, com sua rola grossa, grande, e cheia de tesão.

SINTO SAUDADES DE NOSSOS MOMENTOS

Hmmm, como eu estou molhada. Ups, VOCÊ se mexeu. Olho para o lado e VOCÊ está com os olhos abertos sorrindo “lembrando de ontem à noite minha gostosa?” Olho para VOCÊ pegando fogo e não respondo, apenas puxo o edredom, desço, tiro aquela rola maravilhosa da cueca e começo a chupar, começando devagarzinho deslizando minha língua pela cabeça, e envelopando toda a rola com a minha boca, explorando cada centímetro dela com meus lábios e minha língua, entre uma chupada e outa VOCÊ começa a se contorcer de prazer e sinto um pouco do seu gosto na minha boca, paro de chupar e subo nessa rola gostosa e começo a cavalgar. VOCÊ está com seus olhos em brasa, um pouco desnorteado tentando entender de onde tudo isso, seguro seus pulsos levando suas mãos para cima da cabeça, e enquanto cavalgo em seu pau, apertando minha boceta nele enquanto subo e relaxando um pouco enquanto desço, beijo seu pescoço e sussurro gostoso “que noite, acordei cheia de vontade de sentir vc gozando dentro de mim”.

MARIA INÊS, VOCÊ SEMPRE FOI MUITO DOIDINHA…

PARA COMEÇAR A SEMANA…

TRANSAR NO CARRO.

Além da sensação de perigo, transar dentro do carro é super excitante e pode ser uma aventura prazerosa (apesar do espaço pequeno).

Acertar uma posição que seja confortável para os dois não é uma tarefa fácil – você pode bater a cabeça, se machucar no freio de mão ou ralar alguma parte do corpo. Separamos algumas dicas, para você estar preparado quando a necessidade bater e transar perfeitamente sobre quatro rodas:

– Preliminares



Que tal dar um amasso para esquentar? Comece as preliminares em um estacionamento, ou drive-in (cuidado com o carro em movimento). Uma mão aqui, outra lá na hora que o farol estiver fechado pode ser divertido.

– Masturbação

Ideal para quem tem carro automático, que não exige a troca de marcha com as mãos. A masturbação é uma ótima forma de esquentar – juntinhos ao mesmo tempo, em sincronia (tem coisa mais gostosa?)

– Sexo oral

Quem não gosta de dirigir recebendo sexo oral? Mas cuidado: o ato pode tirar a sua concentração e causar acidentes. Dê preferência para estradas desertas e mais curtas. 

– Local ideal

Você deve escolher um local seguro para não correr o risco de assalto, ou ser preso por atentado ao pudor. Pense em lugares no seu bairro e cidade que sejam tranquilos. Preferencial fazer essa aventura durante a noite. 

– Posições



Deite no banco de trás e deixe que a parceira sente em você. Aposte também na clássica posição em que você fica sentado no banco do motorista e ela vem por cima, de costas ou com os seios no volante. 

– Bumbum para a lua

Ela deita nua com o bumbum para cima, enquanto você dirige com uma das mãos e estimula sua parceira com a outra. Lembre-se de tomar cuidado com os acidentes!


– Bônus 

Aposte num percurso safadinho! Para os casais fetichistas e que curtem um exibicionismo, uma ótima ideia é contratar um motorista enquanto transa com ela no banco de trás. A ideia pode ser bastante excitante…