RELATO PESSOAL 85.

Juliana

Já a tinha visto várias vezes na piscina do clube, apesar de ser muito simpática com seu sorriso nunca tínhamos tido oportunidade de falar um com o outro.
Seu nome é Juliana, uma morena de 1,73 kg, olhos castanhos e cabelos longos , uma beleza que parava todo clube. Estava sempre com um micro biquíni colado ao corpo, quando suava então aí que o sol delineava ainda mais suas curvas.

A aula de ioga começava às 19hs e geralmente tínhamos o costume de chegar meia hora antes para dar uma acalmada, para já ir relaxando, é um costume da maioria do pessoal.
Fazia questão de passar perto dela quando estava suada só para sentir seu cheiro.

Um belo dia pediu para ajudá-la a trocar uma nota de cinquenta e não perdi a grande oportunidade de começar uma agradável amizade.
No final do semestre houve uma grande festa no clube e combinamos de irmos juntos. Quando parei o carro embaixo do seu prédio me deu uma tremedeira, tinha que contrair fortemente os músculos das pernas para poder me controlar. Exatamente no horário marcado ela apareceu na portaria, não podia nem acreditar, estava com uma maquiagem e perfume bem suaves, com um vestido florido, bem cortado, combinando com um blaizer creme, tudo muito bem feminino. Com o efeito da maquiagem seus olhos pareciam que pulavam para fora do seu lindo rosto.
Se no clube sem nenhuma produção já era linda, imagina o que um simples retoque não era capaz de fazer.
Entrou no carro, trocamos beijinhos, quando lhe perguntei se íamos realmente à festa.

Se tá louco?
Não quero que ninguém nos veja juntos, senão vai ser a maior falação no clube!

Quero ficar com você, já tem muito tempo que espero este momento e hoje não perco esta oportunidade…
E trocamos um delicioso e demorado beijo.
Levei-a numa casa especializada em founde chamada “Au Challet”, na época era a melhor de Niterói, o que chamava a atenção do lugar era a decoração, sentíamos como se estivéssemos realmente num chalé suíço, super aconchegante, à meia luz.
Rimos muito das nossas histórias, o papo foi tão agradável que quando vimos as horas já tinham se passado.
Entramos no carro e ao chegar em minha casa nos atracamos de desejo, não podíamos esperar um só momento no restaurante, apesar de ser aconchegante o ambiente é formal para ficar trocando carícias, pulei para cima da Thaís, nos jogamos no sofá e entrelaçamos nossas pernas, nossas línguas e nossos corpos, sentia seu coração bater mais forte e sua respiração ficar ofegante.

Devido as janelas estarem fechados, rapidamente começamos a transpirar, então pude sentir finalmente, e bem de pertinho, aquele tão sonhado cheiro que roubava-lhe em nossa piscina do clube, o “salgadinho” do seu corpo contratava com o doce sabor de founde de chocolate que ainda estava em nossas bocas.
Quando percebemos já estávamos pelados nos esfregando, roçando, apertando, mordendo, chupando, lambendo.
O gostoso era que o suor dos nossos corpos faziam que um deslizasse pelo outro facilitando sensivelmente esta esfregação frenética.

Parecíamos dois loucos que não trepavam um tempão, só nos dois que sabíamos o tesão que vinha sendo acumulado um pelo outro, desde o início do semestre.
Num giro rápido Juliana inverteu seu corpo e colocou aquela deliciosa bucetinha em meu rosto, seu tesão era tanto que escorria pelas pernas sua lubrificação, estava totalmente encharcada.
Não perdi tempo e chupava-lhe do grelinho ao cuzinho, enfiando a linguona tarada por todos os buracos que passava. Ao mesmo tempo em que ela chupava meu pau, meu saco, minha barriga, minhas coxas.
Segurava-me ao máximo para não gozar, e retribuía todo o carinho que minha deliciosa amiga procurava me castigar.

Os vidros da janela já estavam totalmente embaçados, eu morava no condomínio Gilberto Salomão (o agito de Niterói, uma espécie de Centro Comercial com várias boates, barzinhos e restaurantes), nem nos preocupávamos com “a cortina aberta”, pessoas que entravam e saíam dos outros prédios, e até mesmo funcionário. Nossa concentração era totalmente voltada um para o outro, para nossos corpos, para o prazer total. Na posição de 69 Juliana foi deslizando seu corpo pelo meu até encaixar meu caralho em sua grutinha, estava por cima e ficava comandando a sacanagem (adoro mulheres ativas), roçava a cabeça no grelinho, escorregava para sua bucetinha, enfiava só um pouquinho, e de cócoras, toda vez que entrava um pouquinho, ficava contraindo seus músculos vaginais em meu pinto.

Pedia para ela enfiar tudo, para não me judiar, e a danada só alimentando nossos desejos. De repente, numa fração de milésimo de segundo, desmoronou seu corpo para junto do meu, enfiando tudo de uma só vez, fazendo sentir toda sua temperatura interior. Por mais lubrificada que já estivesse sentia o quanto era apertadinha, e agora, já lá dentro, seus músculos vaginais, involuntariamente, mascavam o meu caralho com uma maior volúpia. Devido ao declínio do sofá, quando se virou de frente para mim , passou a brincar de “escorregador”, como ela mesma chamava, que era o seguinte: subia seu corpo em direção ao meio peito até sentir que só a cabecinha estava encaixada na entradinha da sua xoxotinha, depois escorregando seu corpo pelo meu enquanto sentíamos nossos sexos se encaixando lá no fundo com o auxílio da própria gravidade.

Nesse “escorregador” seu grelo ia se esfregando em minha barriga e em meu púbis, meus pentelhos serviam como uma lixa que a estimulava ainda mais. A cada subida e decida os movimentos iam ficando mais fortes e mais rápidos. O sofá passou a balançar para frente a para trás seguindo e ajudando nossos movimentos e nosso prazer. Juliana entrou num estado de orgasmo pleno que cheguei a pensar que iria ter uma convulsão. Coloquei-a de quatro e fiquei esfregando meu cacete em seu cuzinho, ainda mais apertado, e ainda virgem (segundo ela). No início ficou meio constrangida e contraiu o “bichinho” ainda mais, numa forma de defesa, porém quando passou a sentir minha língua passando por ele e tentando entrar , passou a se masturbar e foi relaxando.

Encostei meu cacete ainda molhado pelo seu líquido vaginal, encostei a cabeça do meu pênis no seu cuzinho. Só de sentir a pressão , involuntariamente , foi cedendo… cedendo… bem devagarinho… com muito carinho… falando um monte de sacanagens em seu ouvidinho… mordendo sua nuca, para entrar bem gostoso e não nos machucar. Sua bundinha era a coisa mais linda do mundo, só quem já tinha visto malhando na academia sabia o que estava dizendo Juliana começou a falar um monte de coisa inelegíveis, as poucas palavras que entendi falava que não era para tirar que estava começando a ficar gostoso, sentia como se eu estivesse rasgando-a todinha, mas que estava gostoso, com certeza estava.

Apertava seus seios, conforme ela pedia, enquanto passei a chamá-la de gostosa, linda, magnífica e melhor que tive. A cada palavra minha seu tesão aumentava a compressão e relaxamento dos seus músculos ao redor do meu caralho, já inchado de tanto foder.
Ela gemia de prazer e também soltou seus fluidos saborosa ao gozar juntinho comigo. Apenas no dia seguinte pude verificar o quanto a sala e o tapete ficaram encharcados e manchados dos nossos orgasmos. Aos poucos nossos movimentos foram se acalmando até pararmos.

Como no início, agora numa situação inversa, voltei a sentir seu coração batendo forte e rapidamente, juntamente com sua respiração ofegante, ambos confundiam-se com os meus. O calor dos nossos corpos eram traspassados um ao outro como forma de energia… Foi uma noite inesquecível, daquelas que quando você acorda no dia seguinte parece que estava sonhando, não fosse o sabor daquela deliciosa morena que ainda estava em minha boca e em meu corpo… Segunda-feira no clube nos encontramos e nosso relacionamento foi como se nada houvesse acontecido, não fosse sua calcinha que roubei de recordação, até mesmo eu ficaria na dúvida se aquilo tudo não havia sido um delicioso sonho profundo…

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