Mês: setembro 2019

RELATO PESSOAL 047

A VIZINHA

A alguns anos (30 anos) eu morava em uma casa dos fundos de um pequeno condomínio, e a casa da frente era vazia, até que fiquei sabendo que ia passar a ter moradores. No início fiquei preocupado porque sabia que o sossego ia acabar, porém mal sabia que aconteceria uma coisa inesperada.

Para minha surpresa uma morena gata e muito sensual veio morar na casa da frente ela e sua filha pois era separada do marido. Até aí tudo bem, o problema é que na hora de lavar a roupa ela aparecia sem sutiã e blusinhas de alcinhas e um shortinho socado daqueles que você vê a poupinha da bunda.

Aquilo passou a ser uma tortura pra mim, não sou tarado ou coisa do tipo, mas aquela situação atiçou meus instintos. Toda vez que ela ia lavar a roupa estava cada vez mais sensual teve uma vez que ela estava com uma saia tão curta que quando abaixou, eu vi seu corpo delicioso com uma calcinha fio dental socadinha. Aliás as calcinhas dela que ficava no varal eram todas pequenininhas só a tirinha nunca tinha visto calcinhas tão pequenas como aquelas.

O tesão só aumentava, demorei para entender que ela nada mais era do que uma exibicionista que gostava de enlouquecer homens mas não fodia com qualquer um, apenas com tinha carro ou moto muito interesseira e no trabalho e diante da família dava uma de santinha pura e delicada. Como homem não conseguia segurar o tesão mas o fato é que ela nunca me deu uma chance para foder, só se exibia.

O tempo passou e pasmem ela se tornou evangélica isso mesmo evangélica, mas mesmo assim ainda mora na na mesma casa e eu não mais. Talvez não é tão safadinha como a alguns anos atrás mais ainda gosta de usar roupa coladinha decotinho e as vezes vira o corpão bem para o lado da minha frente, como se dissesse Igor olha que delicia. Eu não sei quando e nem como mas eu acredito que se um dia acontecesse com essa morena poderia ser uma das melhores transa da minha vida.

OU NÃO !

DIFÍCIL DE ACREDITAR, MAS É VERDADE.

PACIENTE 27919

Em casa decidimos tratar o sexo como coisa natural, somos um casal comum, eu sou recepcionista e meu esposo bancário, temos 2 filhos, uma menina e um menino, andamos nus em casa desde o início do casamento, aqui nos masturbamos quando sentimos vontade, seja assistindo tv ou qualquer outro momento, amamentei minhas crias até os 12 anos, adoro a sensação de chupar em meus peitos, até hoje quando tem pesadelo meu garoto vem mamar em mim, o pau dele fica duro, então sei que é prazeroso pra ele também, adoro que suguem meus mamilos, minha xota mela na hora, difícil era amamentar em público e disfarçar o gozo, em casa meu marido metia e me ajudava a gozar.

Aqui o sexo é natural, quando começou a crescer o mamilo da minha garota, era dolorido, então ensinei a massagear de leve, esquecer a dor e ficar em cada piscada na sua xoxinha cada vez que acariciar o mamilo, mostrei seu clitóris, ensinei a esfregar gostoso, e ensinei o orgasmo, lambo seu grelo até ele pulsar gozando com aquele gemidinho q ela dá até hoje, e é desaforada, se o apoio de comida vem fazer entrega, ela vai a porta pegar, peladinha, deixa os meninos loucos, e esperta, sabe q é só começar a bater siririca que o irmão já procura sua xaninha e fode gostoso, sempre tenho que dar bronca, pra não fazer sujeira, tem q engolir a gala toda, porra aqui em casa é na boca, garganta a baixo, a não ser quando meu menino come o cú do meu esposo, só nesse caso, mas tem que limpar qualquer respingo de porra.

Sou hiper sexual desde criança, quando bem pequena não sabia o que fazer, chegava a dar agonia o tesão e eu nem sabia o que era, esfrega a tanto a xota que machucava, até que descobri q meu poodle adorava me lamber, cresci gozando na boca do meu cachorro, na escola chamava os meninos no banheiro,

Chupada o pauzinho e esfrega a no grelinho até gozar, na volta, de ônibus, sempre tinha um coroa pra esfregar a rola em mim, até hoje se não gozo, fico tendo orgasmos espontâneos, difícil segurar o gemido do gozo forte na rua, então sempre fodo e me masturbo, adoro esfregar minha xota numa xotinha e foder num pau, adoro sair de metrô sem calcinha, bem de manhã.

Bem lotado e gozar na mão de algum estudante, meu sexo é tão forte que já pedi pra desconhecidos me foderem, tem vídeos meus em sites, das vezes que não aguentei e dei na rua e acabaram filmando, tem horas que minha xota pulsa tão forte que me falta o ar e é incontrolável minha mão na siriricas frenética, se um dia você tomar um ônibus e sentar ao lado de uma moça esfregando a boceta e os mamilos no banco do fundo, saiba que sou eu, saca o pau e me fode ali mesmo, deixem que filmem, eu vou gozar melado no seu pau, como tô gozando agora contando minha história.

Fiquei surpresa com o momento…

PACIENTE 25919-2

Quando eu tinha 18 anos, estava numa fase em que queria me encontrar em alguma religião, o que acabou não resultando em nada, pois até hoje não me vejo seguindo nenhuma religião, apesar de ter minha fé.

Nesse momento, eu fui á diversas igrejas, centros, templos, etc, de diversas religiões. Em uma das igrejas evangélicas que fui, tinha o pastor um homem casado, com um casal de filhos.

Não sei dizer por quanto tempo eu frequentei esta igreja, mas durou por uns dois ou três meses. Sempre conhecendo mais as pessoas, me aproximando mais, inclusive do pastor, que sempre era muito atencioso com todos e às vezes me dava carona até minha casa, pois a dele ficava no caminho.

Algumas poucas vezes, sua esposa e filhos não estava no carro, mas nunca houve uma aproximação além do normal, até um certo dia, em que eu estava usando uma saia, que quando sentava, ficava meio curta e dava para ver mais das minhas pernas.

Ele comentou sobre aquela ser uma roupa perigosa para os homens e eu, que nunca entendi muito bem esse papo, disse que a única responsável pelos seus pensamentos são as próprias pessoas. Ele acabou por concordar, mas reparei ele olhando para minhas pernas outras vezes.

Ele disse que ficava feliz por eu estar gostando da igreja e tocou rápido no meu joelho, quase como só para chamar minha atenção para o que ele falaria, e disse que estaria sempre disposto a ajudar no que eu precisasse e eu agradeci com um sorriso. Para descer do carro, ele me disse mais uma vez “olha, cuidado com essa saia”, e passou a mão pela borda dela de leve e tocando um pouco na minha perna. Eu me despedi, fingindo que nada estava acontecendo e entrei em casa.

Fiquei surpresa com o momento e mais ainda por perceber que nos dias seguintes passei a fantasiar com o pastor .

Se passaram mais cultos e nunca mais nos tratamos da mesma forma desde aquele dia. Sempre ficava um clima meio tenso, nos olhávamos mais vezes, mas conseguíamos disfarçar. Foi quando soube por uma amiga que morava na região que haviam histórias do pastor trair a esposa. Já sabendo que pastor não era tão inocente assim, minhas fantasias só pioraram.

Num dia, eu me ausentei do culto e fui para a sala de trás, onde fazia um pouco mais de silêncio, pois precisava conversar com uma amiga que estava passando por alguns problemas. Durante uma música, o pastor foi à sala para beber um pouco de água e me viu escorada na parede digitando no celular. Terminei de falar com minha amiga e estava prestes a voltar para o culto, quando ele me perguntou se estava tudo bem.

A música era meio longa, então deu tempo de contar o que estava acontecendo para ele e ele me disse umas belas palavras e me deu um abraço, mas com o abraço, me deu um beijo na bochecha. Eu, que já estava de olho nele desde o dia do carro, joguei charminho e lhe dei um selinho, mas logo me afastei para voltar ao culto.

No culto seguinte, meus pais não estariam em casa pela parte da noite e soube que a esposa e os filhos do pastor não iriam nesse dia, então vesti aquela mesma saia. Na volta para casa, ele lembrou do que aconteceu naquele dia e do selinho que dei nele, e perguntei se ele não tinha gostado, e ele disse que tinha gostado sim. Aproveitei e disse que estaria sozinha em casa e o convidei para entrar um pouco e me fazer um pouco de companhia, e relaxei um pouco as pernas deixando elas mais abertas.

Ele olhou e com um sorriso, passou a mão na minha perna, e concordou em ir até minha casa. Deixei minha mão na dele para que ele continuasse me acariciando e o senti seu carinho subir cada vez mais, e chegando em minha virilha, eu abri mais para ele e levantei a saia, deixando aparecer a minha calcinha.

Eu sabia que ele estava louco tendo que se concentrar em dirigir, mas suas mãos só saiam de mim quando ele precisava mudar a marcha. No sinal, ele me tocou por cima da calcinha e eu passei a mão por cima do seu pau também. Ele foi me tocando até chegarmos em minha casa.

O levei direto até meu quarto e ele me jogou na cama, tirando a camisa e me beijando. Ele chupou meu pescoço e desceu até chegar na minha bucetinha, levantando minha saia e retirando minha calcinha, chupando minhas pernas até chegar no meu grelinho, lambendo ele devagar e me deixando louca.

Eu gemi quando ele me chupou e ele sabia bem o que fazia. Eu retirei a minha blusa enquanto ele me chupava e já estava sem sutiã, então toquei meus seios, que estavam durinhos de tesão. Ele enfiou dois dedos em mim no meio de uma chupada e eu gemi mais alto. Ele continuou enfiando os dedos em mim e subiu para chupar meus peitos e me beijou.

Eu tirei o seu cinto e desbotoei a sua calça, ele deitou na cama e tirou a roupa, ficando nu com seu pau duro. Eu o chupei devagar e fui aumentando a intensidade, assim como ele fez comigo, e ele gemia baixinho. “Que boquinha gostosa”, ele disse. Eu o lambia e o chupava com vontade.

Ele abriu a carteira para pegar a camisinha que tinha guardada e começou a colocar no pau. Eu me ajeitei em cima dele e ele colocou o pau na entrada da minha buceta, e eu sentei nele devagar, rebolando nele e gemendo com a delícia daquele pau me fodendo.

Depois ele me botou de quatro e deu um tapa na minha bunda enquanto me comia. “Ai, isso, que gostoso!” Ele me fodeu mais rápido e eu gemia cada vez mais alto e segurava o lençol da cama com força. “Geme gostoso pra mim”.
Ele me deitou na cama e botei minhas pernas apoiadas nos seus ombros, e ele me fodeu com força, metendo pau inteiro dentro de mim. Ele me fez gozar e se abaixou para me beijar, enfiando devagar em mim, mas bem fundo, fazendo meu corpo tremer. “Ai, que delicia, pastor.”

Ele me virou na cama, me deixando deitada e chupou meus ombros, meu pescoço e minha orelha, e enfiou o pau na minha buceta de novo. “Gostosa.” Ele me fodeu devagar e foi aumentando, cada vez mais rápido e mais forte. “Goza na minha buceta, pastor! Goza pra mim”, eu pedi. Ele gemia perto do meu ouvido e aquilo era uma delícia. Senti ele apertar minha bunda e logo eu gozei e ele gozou logo em seguida.

Ele deitou do meu lado e me deu um beijo. “Você é uma delícia”, e eu ri. “Um dia a gente pode repetir?” “Com certeza”

Claro, transei com ele mais algumas vezes, mas fomos parando quando parei de frequentar a igreja.

Eu sussurrei no seu ouvido e ele me deu um tapa…

PACIENTE 25919

Como disse, na época eu tinha 17 anos, e o pastor Fabrício tinha 42.

Depois daquela noite, haviam se passado dois cultos sem eu me encontrar com ele de novo. Quando estávamos sozinhos, rolava uma mão boba, mas nada demais. Até que em uma noite, não seria ele a ministrar o culto e eu estava sentada quase perto dele, e levantei, olhando para ele, que estava com a esposa e os filhos e saindo do local para ir até os fundos da igreja, onde não tinha ninguém naquele horário.

Ele me viu e pouco depois, ele estava onde eu estava o esperando e eu lhe dei um beijo. Ele retribuiu, mas me afastou devagar dizendo que ali era muito perigoso, mas eu estava com muita vontade e não desisti, então ele me levou para uma área que seria como depósito e fechou a porta.

Ficamos no escuro e dava para ouvir o pastor falando. Nos beijamos com vontade, e ele me tocou por baixo da saia, me fazendo gemer e eu desabotoei sua calça e sua cueca, masturbando ele e deixando seu pau duro e me abaixei para chupá-lo. Ele se movia, fodendo a minha boca e me fez ficar em pé, se abaixando para chupar minha buceta, arredando minha calcinha para o lado.

O pastor continuava a pregar e aquilo deixava tudo tão excitante. Ele subiu me beijando e me botou de costas para ele e eu me apoiei na parede. Ele pegou a camisinha da carteira e começou a me comer. Eu queria gemer, mas não podia fazer barulho. Ele apertava meus peitos e me comia gostoso. Ele beijou meu pescoço e meu corpo inteiro se arrepiou.

Ele se sentou numa cadeira de plástico que tinha lá e eu sentei nele, de costas para ele. Era possível ver um pouco através de algumas frestas de luz que vinham do teto e ele não tirava os olhos da minha bunda quicando em cima dele. Ouvimos o som de uma música começando a tocar e as pessoas louvando, e nossa como era excitante.
Ele me levantou e me colocou de quatro em cima da cadeira e me comeu.

Eu forçava a garganta para não gemer e ele apertava a minha bunda enquanto me fodia com força. Não demorou muito para gozarmos e soltamos um gemido baixo quando gozamos. Ele saiu de dentro de mim e nos demos um beijo gostoso e cheio de tesão.

“Você me fode tão gostoso, pastor”,

Eu sussurrei no seu ouvido e ele me deu um tapa na bunda e mordeu meu lábio. Nos ajeitamos e voltamos em momentos diferentes para a igreja e sentei num lugar diferente também, no fundo da igreja.

A última vez ele rasgou minha calcinha…

PACIENTE 18919-3

Oi meu nome é Jaddy sou casada  e venho vivendo isso a um ano ele faz quase a mesma coisa só que é bem mais agressivo é sempre quando transamos o sexo fica tão intenso que ele perde a cabeça e fica com raiva sabe mais quando estamos fora da cama ele faz de tudo pra provar que me ama faz mesmo mas sempre tem algo que  faz agente transar como todos os casais e quando ele perde a cabeça ele me bate a última vez ele rasgou minha calcinha me deu chutes e socos fiquei uma semana sem poder fazer nada sentia muitas dores no corpo até hj ainda tenho dor e ontem agente transou de novo e ele deu um soco em mim muito forte que rasgou meu rosto foi perto do olho se fosse no olho teria perdido a visão tive que levar 7 pontos depois que ele viu que foi grave ele cuidou de mim e disse que foi minha culpa por ser gostosa quando agente briga eu não sei parar e ele acaba fazendo isso mais nos dois estávamos com tesão na hora da transa e ele me deu dinheiro para comprar remédio disse pra mim ir no médico levar os pontos e falou que me ama mais odeia quando acontece isso eu não sei se acredito nele ou não mais eu o amo e  não transamos muito é coisa de três em três meses ou mais mas quando transamos acontece isso isso acontece deis do começo do ano eu queria escrever isso e mandar pra vc pra ver se você me aconselha a fazer algo pois eu o amo não quero denunciar ele pois por incrível que pareça ele cuida muito bem de mim fora isso ele me trata como se fosse a melhor coisa da vida dele é isso me faz bem mais essas transas estão deixando eu muito debilitada não quero continuar com isso .

Estou com dúvida sobre meu relacionamento.

PACIENTE 18919-2

”Bom dia, Dr.  Estou com bastante dúvida sobre meu relacionamento. Fui casada há 20 anos (me casei cedo, com apenas 17), e me separei por motivo de pedofilia do meu ex-marido. Fiquei arrasada, com nojo dele. Mas ele era um ótimo marido. Fazia tudo que eu queria e sentia que ele me amava. Então, comecei a me relacionar com uma pessoa que conheci no trabalho. Não demorou muito e já fomos morar juntos (apesar de eu saber o histórico do passado, eu tentei viver o presente). Ele batia em todas as mulheres com quem viveu, não é carinhoso, é grosso, ignorante, impaciente, já me bateu de todas as maneiras no sexo e eu ADORO. Tenho que ir para o trabalho com o pescoço e as costas cobertas, mas gozo sé em me olhar toda rocha no espelho. Diz que não é para eu bater de frente com ele que não dá certo! Eu tenho dois filhos do primeiro casamento e ele não os aceita do jeito que eu queria. Ele sustenta um filho já maior de idade por pena e isso me deixa chateada. Se ele (o filho) queria casar, porque não se sustenta e vai trabalhar? Como ele tem que sustentar o filho, deixa de me dar as coisas que preciso. Eu estava trabalhando, mas fiquei desempregada. Ainda vou dar entrada no seguro desemprego. Ah, ele esconde dinheiro de mim!  Dr., me ajude por favor. Obrigada.”

Apanho muito…

PACIENTE 18919

Vou começar pelo começo da minha história com meu marido. Ele era professor de Jiu Jitsu do meu irmão (e posteriormente se tornou meu também), era recém separado e era um cara muito educado, gentil e atencioso. Durante alguns meses ele sempre me mandava mensagens perguntando coisas aleatórias, coisa de amigo e a qualquer sinal de investida dele eu cortava, pois achava que ele não tinha se separado. Na verdade ele já estava separado antes mesmo de começarmos a conversar, quando confirmei isso, aceitei as investidas e então saímos pela primeira vez. Desde então estamos juntos, já há 4 anos.
Eu era independente, alegre e fazia o que queria, trabalhava e ganhava muito bem, viajava, saía toda semana para jantar com minhas amigas, cabelo e corpo sempre em dia, amava me arrumar, morava com meus pais e fazia faculdade… isso tudo conjugado no passado, porque desde que comecei meu relacionamento isso gradativamente foi saindo da minha vida. Primeiro perdi meu emprego, depois fui me afastando das minhas amigas ao ponto de pouco falar com elas hoje em dia, faculdade abandonei, hoje dependo financeiramente dele para comprar até o xampu que lavo meu cabelo.
Quando estávamos namorando há 1 ano descobri que estava grávida, veio então meu primeiro filho, amor da minha vida, consequentemente toda vida materna, não durmo desde o final da minha primeira gravidez… há 6 meses nasceu minha segunda filha, com problemas graves de saúde e minha vida gira em função dos meus filhos 24h por dia. Eu me sinto cansada, mais psicológica do que fisicamente, meu marido parece muito compreensivo com isso.
Ele perdeu o pai muito cedo e foi criado pela mãe, que batia muito nele, ele afirma que era espancado e que não recebia qualquer tipo de carinho.
Durante o período em que ainda namorávamos há poucos meses, ele me chamou para ajudá-lo a tocar a academia dele e então eu assumi toda parte administrativa do lugar. A primeira vez que ele mostrou agressividade foi por algo bobo no trabalho, no momento da raiva disse que tinha vontade de me dar um soco na cara… nosso funcionário viu a cena, mas não falou nada. Eu apenas chorei e fiquei quieta. Depois desse episódio parece que tudo mudou…
Viemos morar juntos quando eu estava com 4 meses de gravidez do nosso primeiro filho, me tornei dona de casa e ainda trabalhava na academia. Uma das primeiras brigas que tivemos ele gritava muito e quebrou nossa máquina de lavar com um soco, desde então muita coisa foi quebrada em casa. Depois que nosso filho nasceu, um dia estávamos indo para a academia e ele começou a discutir… eu estava com nosso filho no colo, ele tinha acho que dias de vida, ele gritando e ameaçando me colocar pra fora do carro. A primeira agressão física aconteceu quando eu estava com poucos meses de gravidez da nossa filha, e estava com nosso filho, que tinha na época menos de 2 anos, no colo, dentro do carro. Ele se irritou e puxou meu cabelo querendo bater minha cabeça no painel do carro, depois disso me deu um soco no braço. Nosso filho começou a chorar e ele bateu forte na perna dele. No decorrer deste tempo, ele me agrediu fisicamente mais duas vezes, mas praticamente toda semana houve agressões verbais e humilhações. Na última agressão física, ele me deu um soco na perna que de tanta dor não consegui dormir naquela noite.
Sempre que ocorrem as discussões a vizinhança toda escuta, sinto muita vergonha de sair de casa… já aconteceu da minha mãe vir aqui para ver o que estava acontecendo, mas ele sempre baixa o tom de voz e coloca a culpa em mim. Todas as discussões e brigas são porque eu não ajo da maneira que ele quer, porque faço alguma coisa errada e ele começa a me acusar, de tão atordoada eu só consigo chorar, choro sempre muito e fico totalmente sem reação, fazendo com que ele se irrite ainda mais. Nosso filho está agindo como ele, e ele se irrita com o moleque quando ele grita. Quando ele vê que o pai começa a brigar comigo, manda parar porque a irmã está dormindo…
Sempre que terminamos de brigar, a conclusão é que a culpa é sempre minha. Eu que fiz algo errado, eu que gastei o dinheiro que não era para ser gasto, eu que não cuido dele, não dou atenção ou não sou carinhosa, eu que estou sempre com cara de triste, eu que choro, eu que não valorizo ele, não me coloco no seu lugar… e sabe o que é pior, ele me convence disso e me faz assumir a culpa das coisas. Apanho em todas as relações sexuais, ele me bate, me queima, me morde, me da soco nas costas e etc. E EU GOSTO, GOZO MAIS INTENSAMENTE E MUITO MAIS VEZES. GOZO MUITO, MUITO MESMO.
Não sei o que fazer, não sei se ele está realmente certo, se eu que faço as coisas que ele fala… mas pra ele eu sou a culpada até de ele me bater. Preciso de ajuda, estou sem saber o que fazer, com vontade de pegar meus filhos e sumir do mundo.

EM RESPOSTAS A PERGUNTAIS PESSOAIS.

RESOLVI RESPONDER POIS O NÚMERO DE LEITORAS E/OU “PACIENTES” CRESCEM ASSUSTADORAMENTE, MAS FAZEM AS MESMAS PERGUNTAS.

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PERGUNTAS:

  1. QUAL SUA FREQUÊNCIA SEXUAL ? (2951 PERGUNTAIS)
  2. COM QUE IDADE PERDEU A VIRGINDADE ? (3246 PERGUNTAIS)
  3. JÁ SE RELACIONOU COM HOMENS ? (1965 PERGUNTAIS)
  4. JÁ FEZ SWING ? (15434 PERGUNTAIS)
  5. JÁ SE RELACIONOU COM DUAS MULHERES NA MESMA HORA ? (14574 PERGUNTAIS)
  6. SE MASTURBA MUITO ? (15685 PERGUNTAIS)
  7. GOSTA DE FAZER SEXO ANAL ? (15324 PERGUNTAIS)
  8. QUE TIPO DE SEXO MAIS GOSTA ? (12456 PERGUNTAIS)
  9. QUANTAS VEZES VOCÊ GOZA ? ( 12452 PERGUNTAIS)
  10. ONDE GOSTA DE FAZER SEXO ? ( 24512 PERGUNTAIS)
  11.  JÁ FEZ SEXO SEM TER TESÃO ? (21547 PERGUNTAIS)
  12. ONDE MAIS GOSTA DE EJACULAR ? (5124 PERGUNTAIS)
  13. JÁ TEVE SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA SEXUAL ? (56213 PERGUNTAIS)
  14. NUM RELATO SEU AFIRMOU QUE ANOTA TUDO O QUE FAZ OU VIVE, ASSIM: QUANTAS VEZES FEZ SEXO.
  15. O QUE MAIS GOSTA DE GOZAR OU VELAS GOZAR ? (1245 PERGUNTAIS)

RESPOSTAS:

  1. Manhã tarde e noite se possível.
  2. Aos 16 anos
  3. Nunca.
  4. Humm, com duas mulheres que viviam juntas.
  5. Algumas vezes.
  6. Não sei definir a palavra “muito”.
  7. Se ela gostar e quiser, por que não ?
  8. O saudável, consensual e limpo.
  9. Quantas eu puder.
  10. Na cama
  11. Nunca
  12. Onde ela gostar e/ou pedir
  13. Muitas vezes
  14. 86.400
  15. SENTI-LA  gozar.

IGOR HUNSAKER

VIVI: UM SONHO, OU SERIA UM FILME, TALVEZ UM DELÍRIO, NÃO SEI, MAS FOI BOM, MUITO BOM.

PACIENTE 11919-2

Tudo começou em uma manhã quente de verão, eu havia recebido um convite para uma festa de aniversário, detalhe, em um barco, estava animada. Assim que acordei coloquei uma música bem alto astral, fui para o banho, passei meu esfoliante preferido em todo corpo, bronzeado. Escolhi um biquini lindo, branquinho, de amarrar, coloquei um chapéu, e canga amarrada na cintura. Prendi minha franja para cima, deixando alguns fios de cabelo soltos.  

Depois de pronta, coloquei óculos de sol, chaveei minha casa e chamei o Uber, em direção à marina. Beatriz era a aniversariante, uma amiga que eu havia conhecido a pouco tempo, mas já estava adorando! Chegando lá, fui direto dar os parabéns, o barco atracou e ela já foi estourando o espumante. 

Você já teve aquela sensação de que o dia havia nascido para você? Aquela energia boa, clima perfeito, música envolvente, autoestima nas nuvens?! Aquele dia estava exatamente assim, e eu queria vivê-lo. 

O barco já navegava em alto mar, e nós estávamos dançando, conversando e rindo, entre um grupo de amigos, quando de repente a música para de tocar, alguém havia desligado o som. Então ele se aproxima, senta com as pernas cruzadas, apoia o violão e começa a tocar um jazz. Que olhar, que voz. Eu havia parado no tempo por alguns bons segundos. 

A bebida estava muito gostosa, gelada e refrescante, em um dia quente. Tirei minha canga, que estava amarrada na cintura, sem parar de dançar, com a taça na mão, eu rodopiava e ria, curtindo a forma com que ele me olhava, um olhar de simpatia e desejo. Eu estava curiosa pra saber mais sobre ele, quem era aquele cantor misterioso?! Fui até a Bia, e perguntei quem era ele, discretamente. 

– Quem é gatinho que está tocando? 

– Ah, ele é meu primo, Léo. Você está interessada é? Espera aí, vou chamá-lo. 

Ela fez um sinal com a mão, para que fosse até nós. Provavelmente eu teria ficado um pouco tímida, se não fosse pela bebida. Mas não estava, na verdade nenhum pouco. Com um sorriso ele me cumprimentou, colocou a mão na minha cintura e deu um beijinho no rosto. 

– E então Léo, você vai tocar o dia todo? Venha se divertir um pouquinho com a gente. Disse Bia, servindo uma taça de bebida, em seguida foi ligando o som, alto. 

Algumas horas haviam passado, já estávamos bêbados, e eu, me sentindo cada vez mais envolvida. Dançávamos juntos, quando ele me beija, um beijo com desejo, de quem não aguentava mais esperar. Me aproximo do seu pescoço e beijo suavemente. Então sussurro no seu ouvido:

– Que tal um banho de mar?

– Você está louca, a água provavelmente está fria. Respondeu aos risos. 

– Dúvida?

Coloco minha taça em cima da caixa de bebida, solto o cabelo, e dou um salto, direto pra água. Bia não perdeu tempo, e foi logo em seguida, junto com o gatinho, que não resistiu. Ele pula, nada até mim e dá um beijo molhado, passando a mão por minhas coxas e subindo, até meus seios, duros e empinados de frio, coloca a mão por baixo do biquíni e começa a acariciá-los. Então sussurra no meu ouvido:

– Quero te levar daqui agora, te ter nua, só pra mim. 

Eu também queria, meu corpo todo desejava ser dele naquele instante. Então, pra minha surpresa, o JetSki que estava amarrado ao barco era dele. Aviso Bia que iria dar uma volta, pego minha canga e subimos. Aquela adrenalina me dava tesão. Ele acelera, até chegar numa parte mais deserta da praia. Estendi minha canga na areia úmida, deito, em seguida ele faz o mesmo. Nossos corpos estavam salgados, molhados e iluminados pelo sol. 

Ele fica em cima de mim, desamarra a cordinha do meu biquíni e começa a chupar o bico do meu peito, passa a língua devagar, babando neles, deixando minha buceta toda molhada. Em seguida tira a parte de baixo do biquíni, mas antes, faz gracinha, passando a língua pelo meu quadril, me olhando e apertando seu pau duro contra mim. 

– Quero beijar essa bucetinha salgada.

Ele diz, ao passo que vai se aproximando, devagar, passa os dedos por ela, lambuzados, vai até o clitóris e beija, delicadamente. Deslizando os dedos para dentro e para fora. A adrenalina, o sol, o sal, aquela língua molhada, seguro seus cabelos e comecei a contorcer o corpo todo, gozo, na boca dele, gemendo. Ele não parava, diminui a intensidade e ficou por ali, passando a língua no ponto mais sensível. Eu não parava de me contorcer, pedindo pra que ele parasse, mas era em vão.  

– O que você quer Sthefany? Perguntou, olhando pra mim.

– Quero que você me coma, quero seu pau todo dentro de mim. Sussurrei.  

Então ele para. Me dá um beijo quente, intenso, cheio de tesão. Me segura pelo cabelo e me coloca de quatro, mete ele todo, puxando meu cabelo para cima, a fim de que eu ficasse toda empinada, e quanto mais eu me empinava, mais forte suas bolas batiam no clitóris. Gozo de novo, desta vez de forma mais intensa, gemendo junto com ele. Que delícia! 

A essa altura os corpos já estavam cheios de areia, nos joelhos, cotovelos. Ficamos por ali alguns minutos, tomando um banho de mar e aproveitando a praia pra nos acariciar mais um pouco. O tempo passou rápido demais, e a festa no barco já havia acabado, mas acredite, a melhor festa foi em outro lugar.  

ACHO QUE ENLOUQUECI….

PACIENTE 11919

Mais tenho pensamentos, desejos e fetiches escondidos no fundo da minha mente, que só de pensar me causam arrepios e sensações indescritíveis. Recentemente tenho me interessado muito pela arte do sexo, e é sobre isso que venho falar com você.

Certo dia Estava em casa sentada em minha cama,com os pés descalços no gelado do cimento com uma roupa justa porém confortável, ainda posso lembrar da sensação de paz e tranquilidade que se apostava de mim naquele instante, que estava prestes há acabar.

Alguns minutos ali parada com pensamentos flutuando em minha mente que me levava há lugares distintos ouço meu telefone tocar, era meu ex chefe, surpresa e preocupada atendi a ligação, atendi já com os lábios molhados e ansiosa para ouvir sua voz.

Quando ouvi aquela voz grossa e firme no telefone, tive uma sensação prazerosa, mau sabia eu que aquilo iria me levar a um nível de êxtase que nunca tinha alcançado.

Na ligação ele perguntava como eu estava e o que estava fazendo, sempre fomos bem íntimos mais nunca ao ponto de nos envolver sexualmente, mas esse desejo era claro para os dois e para quem estava ao nosso redor, quando estávamos juntos o ambiente mudava e meu corpo automaticamente se encharcava de vontade e sentia que estava sendo desejada por ele, que deixava bem claro com suas conversas de duplo sentido, seu sorriso sarcástico e safado no seu rosto, mais enfim ele perguntou como estava e se teria compromisso aquela noite, disse que não então ele me convidou para sair e tomar alguma coisa. Era a oportunidade que eu queria e precisava, prontamente respondo que sim, e parecia que ele estava em minha frente, pude até ver aquele sorriso no canto da boca que disse “ótimo te pego as oito, não se atrase!!”

Sou uma morena de 1,67 de altura seios fartos, coxas grossas e um bumbum muito grande e empinado que o deixava louco, e eu sabia disso, então coloquei um vestido preto super justo e curto, que marcava minha silhueta perfeitamente, soltei meu cabelo preto e longo com uma maquiagem levemente sensual, e que ressaltava minha boca carnuda e olhos pequenos que quando ficavam fixos em seu olhar o exitava de forma absurda, um salto agulha vermelho que destacava o contorno dos meus tornozelos e erguia minha postura, um perfume marcante que faria ele jamais esquecer aquela noite.

Às oito em ponto estava na portaria do meu condomínio vejo ele chegar no seu argo branco ouvindo (two feeat), um sorriso automaticamente surge em meu rosto, vejo ele descer do carro com um terno preto alinhado, era um moreno de 1,80 olhos castanhos corpo forte e postura de um alfa que conduzia sua matilha, um perfume que tomou conta ao nosso redor, seu Rolex brilhava no pulso seu caminhar elegante me fez suspirar, e por alguns instantes fiquei hipnotizada em seus olhos, ele se aproximou me deu um beijo no rosto e sussurrou no meu ouvido “está deslumbrante” dei um sorriso no canto da boca meio envergonhada e disse “para você” então ele aperta minha cintura com a mão firme que estava quente, me levou até o carro e abriu a porta entrei e enquanto ele fechava a porta e ia para o lugar do motorista levantei levemente meu vestido, que já era curto deixando minha coxa amostra, pegamos a marginal sentido centro e conversamos sobre vários assuntos, sobre alguns amigos em comum e sobre o futuro, volta e meia ele colocava a mão na minha perna e olhava fixamente para minha boca, e isso já estava me estremecendo inteira.

Chegamos a um restaurante gourmet da Augusta, ele desce do carro e abre a porta, desço do carro com sua mão segurando a minha, prontamente, noto os olhares em volta que se direcionavam até mim, que o deixava com ego lá em cima por estar ao meu lado, entramos e sentamos o ambiente era sedutor e aconchegante ele pediu um vinho tinto do mais caro, e uma refeição leve comíamos e conversávamos sobre vários assuntos, “é prazeroso estar em sua companhia” ele disse, isso me deixou confiante e ainda mas louca para poder o tocar pois até aquele momento não tinha direcionado minha mão até seu corpo, nossa conexão era instantânea e ele sabia disso, entre um assunto e outro bebia o vinho extremamente saboroso e forte que já estava me deixando vermelha e quente, terminamos de comer e continuamos conversando, meus olhos já não se cotiam e entre uma palavra e outra ficavam fixos em sua boca que estava avermelhada, e instantaneamente mordia meus lábios imaginando milhares de coisas, na última vez que fiz isso ele interrompeu a conversa me olhou fixamente e disse: “vamos embora?” Respondi de imediato que sim ele pediu a conta e então fomos para o carro, já um pouco tonta mas mantendo a postura.

Entramos no carro e ao sair dali ele me perguntou: “para onde vamos?” Disse: me surpreenda. Aquilo era tudo que ele queria ouvir, chegamos a um condomínio enorme que impressionava pelo seu tamanho majestoso e imponente que me chamou atenção, ele entrou pela garagem desceu até o 3° subsolo e estacionou, ao desligar o carro olhou para mim “vamos” afirmei sim com a cabeça, então ele desceu e veio abrir a porta para mim como um perfeito cavalheiro, enquanto íamos em direção ao elevador, o único som que se ouvia no estacionamento a perder de vista eram o meu caminhar acompanhado da sua mão nas minhas costas na altura da cintura,

Ele chamou o elevador e enquanto esperávamos percebi que seu olhar percorria todo meu corpo que se esbaldava com as minhas curvas, entramos no elevador e subimos até o 22° andar, ele foi em direção a porta segurando em minha mão que estava suada, ele então me pergunta: “está nervosa?” Respondo: não, novamente ele ressalta “mas parece que sim” solto um sorriso e então ele abre a porta, meu olhos passeavam pela sala enorme, com uma decoração sofisticada e pouco iluminada com vista para a cidade, ele fecha a porta e fala “fique à vontade” então coloco minha bolsa em uma mesa que estava próxima a porta então ele me traz um copo com duas pedras de gelo e um uísque de 24 anos e diz “espero que goste” então provo o uísque que era forte ao beber e suave ao engolir: é forte e gostoso. Disse sem notar que tinha acabado de desencadear seus desejos mais sórdidos, ele sorriu e disse: “não é só o uísque” com uma pitada de sarcasmo em seu rosto.

Então ele me convida para me sentar, me direciono ao sofá imenso e escuro, me sento e observo ele vindo lentamente em minha direção, o ambiente escuro sobressaía seu corpo contra a luz do luar através daquela janela imensa, ele abriu o paletó e se sentou ao meu lado, passou a mão em meus cabelos e desceu até minha nuca e me levava em direção a sua boca molhada que mordia os lábios olhando em meus olhos, ele me beijou levemente e enquanto nos beijamos meu corpo acendia e se estremecia,

Um beijo quente que foi ficando mais intenso a cada movimento dos seus lábios, logo sem notar soltei o copo de uísque sobre o móvel que estava ao lado do sofá e lentamente fui colocando minha perna por cima dele, sentindo assim, suas mãos me puxando para que me sentasse em seu colo de frente para ele, nos beijamos em uma mistura de satisfação e prazer que não terminaria por ali. A cada movimento sentia que não seria mais uma noite de sexo baunilha, a cada beijo meu corpo involuntariamente se movimentava sobre ele, enquanto suas mãos passeavam sobre mim, senti que ele foi ficando exitado e senti o volume embaixo de mim que pulsava forte e firme, que me assustava e me exitava ao mesmo tempo, entre uma das pausas ele sussurrou em meu ouvido “me deixe te surpreender?” Afirmei que sim com a cabeça, ele se levantou e pegou seu copo de uísque, segurou em minha cintura e enquanto me apertava contra seu corpo me perguntou se eu sabia o que era submissão? Como eu já havia lido bastante sobre o assunto disse: Sim senhor. Abaixando minha cabeça e me colocando em sua frente, respondeu “ótimo. Então já sabe o que fazer”

Respondi: Ainda tenho dúvidas senhor!

“Então iremos esclarecer todas essas dúvidas.”

Aquilo me surpreendeu e me deixava ainda mais exitada, pois quando trabalhávamos juntos, nunca poderia imaginar que ele gostava de ser um Dono isso me surpreendeu, confesso que me senti realizada.

Ele então pegou em minha mão e me pediu para que eu caminhar até a janela, e assim eu obedeci meu mestre e sensualmente contra a luz fui até a janela e enquanto eu andava sentia seus olhos focados em mim “fique aí” em seguida respondi: Sim senhor.

Ele entrou em um corredor e demorou uns 15 minutos mais ou menos, olhando aquela vista incrível do seu apartamento imaginava milhares de coisas e possibilidades, a melhor forma de agir, e tentava me lembrar do que tinha aprendido com tudo o que tinha lido sobre submissão.

Logo que senti sua presença no ambiente continuei olhando a vista enquanto ele se aproximava de mim, trazia na mão três gravatas e me perguntou “lembra delas?” Olhei novamente e lembrei que tinha as dado de presente no seu aniversário do ano passado. “Sim senhor” respondi com um sorriso, ele então me virou de costas e me cobriu meus olhos.

“A partir de agora vc não poderá emitir nenhum som entendido?” Somente balanço a cabeça afirmando que sim, ele então pega em minha mão e me conduz a uma poltrona no meio da sala, me coloca atrás da poltrona e diz “deite-se sobre ela” e assim o fiz, ficando com as mãos pra frente, então ele pega meus braços e coloca sobre os apoios da poltrona, e amarra com as outras duas gravatas que estavam em suas mãos, então se afasta e liga um som ambiente, que de início tocava (Beyoncé-partition) que eu conhecia bem, já tinha imaginado diversas situações ouvindo essa mesma música, e aquilo me deixava louca sem saber o que iria acontecer, então escuto passos na sala e sinto sua presença, se aproximava lentamente, escutava também outro som que não conhecia o acompanhando, fiquei curiosa mais logo iria descobrir.

Senti um toque gelado sobre meus braços que veio acompanhado de um choque que me assustou me fazendo contrair o corpo, então foi subindo pelo meu braço e se estendendo pelas minhas costas, “vc vai ser uma boa menina?” Afirmei que sim com a cabeça, senti sua mão transando meu cabelo e dizendo “sua palavra de segurança será baunilha, vc sabe o que é uma palavra de segurança né?”

Novamente afirmei que sim “ótimo, Boa garota” “ouvi dizer que vc gosta de aventuras sua safada” disse ele com aquela voz firme, novamente afirmei que sim. “Te farei sentir a dor como nunca antes” sussurrou em meu ouvido enquanto passeava sua mão pela minha bunda, em seguida levantou meu vestido e percebeu que eu estava sem calcinha e toda molhada. “veio do jeitinho que seu dono gosta” exclamou com um tom de surpresa, afastou meus joelhos com a palmatória e imediatamente minha excitação desceu pela minha coxa, fiquei envergonhada então ele disse:”Boa menina já está do jeito que seu mestre gosta” acompanhado de uma palmada de leve com a palmatória na minha bunda que no começo doeu e depois ardia.

E então foi até minha frente “olhe para mim” olhei e vi seu corpo contra luz em uma mão o copo de uísque suado e pingando e no outro a palmatória de aproximadamente um metro, então ele colocou a palmatória sobre meus braços amarrados e o copo no assento da poltrona, meus olhos acompanhavam seus movimentos, então se afastou um pouco já tirando os sapatos, e enquanto se virava de frente pra mim tirava a gravata e jogava no chão lentamente, tirou seu paletó e jogou sobre o sofá, começou a tirar o relógio e abrir as mangas da camisa, a cada botão que ele abria da camisa me fazia sentir ansiedade de ter aquele corpo me tocando, tirou a camisa e o cinto, pegou a palmatória e o uísque,

Foi até o zíper das costas do meu vestido e começou a abrir e enquanto ele abria as gotas do suor do copo pingava nas minhas costas e me fazia ter espasmos a cada gota que caia, então depois de tirar meu vestido me dá outra palmada só que mais forte, e outra e outra e outra, cada vez mais intensa e sem poder emitir nenhum som, e a cada palmada um jato de prazer saia de mim, e escorria pelas minhas pernas, mesmo sentindo dor estava sentindo prazer, então ele veio a minha frente já despido e colocou seu pau na minha boca que estava babando de tesão, e eu querendo ser sua melhor Sub,

Chupei ele como nunca tinha chupado antes, e a cada engasgada acompanhada de uma falta de ar ouvia seu gemido de prazer, que acompanhava sua mão em meu cabelo, e as estocadas aumentando e indo cada vez mais fundo na minha garganta e estava tão grande que já quase não cabia na minha boca, “sua vadia gostosa, safada, que boquinha gostosa”,quanto tempo esperei por isso quantas vezes planejei esse momento sua gostosa fogosa” ouvindo ele dizer isso minha buceta contraia involuntariamente, e quando eu estava próximo de gozar ele parou, parecia que sabia que isso me dava prazer, foi até minhas costas com sua mão passeando sobre mim, passou sua mão na minha buceta que já estava inchada e gulosa pra sentir ele penetrando “filha da puta safada toda molhada para seu dono Boa garota,

Vou te deixar limpinha minha menina” e então ele se abaixou e começou a acariciar minha buceta com sua língua e acariciar meu cuzinho com seu dedo ele então colocou dois dedos dentro da minha bucetona rosa e tirou um pouco de mel e colocou no meu cuzinho que mordia seus dedos e a cada contração do meu cuzinho era uma linguada mas forte “você gosta né sua puta” exclamou ele, e foi ficando mais intenso,

Quando percebi ele já estava fazendo dupla penetração leve com seus dedos, minha buceta não parava de se contrair e pressionar, seus dedos entravam e saiam do meu corpo simultaneamente, estava quase gozado quando ele parou e se levantou puxou meu cabelo e disse “ainda não” meu corpo já estava tremendo e se contraindo então ele soltou meus braços, terminou de me dispir, e ainda com a venda me levou a um móvel baixo parecia um centro pediu para que eu deitasse de costas e assim o fiz, prendeu minha cintura a mesa meio erguida que me deixava totalmente exposta, prendeu meus braços aos pés da mesa e colocou sua gravata que usou no encontro para tampar minha boca, “sempre quis te foder assim” ele disse (em meio aquela música do two feeat que tocava no fundo) então ele veio e mais uma vez abriu minhas pernas e disse “fique assim quero olhar sua buceta escorrer mel Até pingar no chão”

Não demorou muito pra que isso acontecesse, ele chupava meus seios fartos como uma criança que ganha um doce, se deliciava e mordia levemente, beijava meu pescoço e mordia minha orelha, eu já estava próximo de ter um orgasmo quando ele mais uma vez cessou as carícias me deixando com gostinho de quero mais. Se levantou e saiu dali demorou alguns minutos até que ele voltasse, trazia com ele um vibrador e alguns grampos genitais, “não se mexa” colocou um grampo em cada mamilo que apertavam com uma pressão enorme dolorida mas prazerosa, e colocou dois grampos nos lábios da minha buceta deixando ela mais molhada ainda,

Colocou aquele consolo de pele macia e grosso no meu clitóris ligou na intensidade alta o susto foi tanto, que na mesma hora contrai meu corpo e minhas pernas se fecharam, “eu te dei permissão para isso?” Não, fiz um gesto com a cabeça.”Então será punida” a palmada com a palmatória foi forte no meu quadril, uma de cada lado, passada a ardência ele novamente ligou o vibrador e se aproximou de mim, senti ele massageando meu clitóris com o vibrador e logo comecei a escorrer mel, ele colocou o vibrador ligado na minha buceta,

Deu três estocadas de leve e desceu para meu cuzinho, começou a por bem devagar até colocar ele todo,”que cuzinho apertado, agora ele é só meu sua vadia” e começou a tirar e por cada vez com mais intensidade e mais fundo já estava perto de gozar quando senti ele colocando aquele pau enorme dentro de mim, que sensação indescritível aquilo me fez pirar, só conseguia pedir em meio aos sussurros:mais forte me foda mais forte, e ele apertava os grampos no meu mamilo, até que ele puxou de uma só vez os dois, e ali tive o primeiro dos vários orgasmos que viriam na sequência, meu corpo tremia embaixo daquele homem enorme, “isso safada goza para seu mestre,

Que bucetão gostoso” eu já estava delirando de prazer quando ele soltou meus pulsos, tirou os grampos e o vibrador, me levantou tirou a gravata da minha boca e me beijou, me pegou no colo e colocou novamente na poltrona só que sem amarras “pode tocar seu dono, é isso que vc quer?” Somente balançava a cabeça, coloquei minhas mãos sobre seu peitoral forte e desci até seus braços fortes e suados apertando os seus músculos enrijecidos pela força que havia feito a poucos minutos,”pode parar” tirei então minhas mãos dele “ajoelha, agora te dou permissão para me responder com palavras entendido?” Sim senhor “boa menina” se direcionou até o sofá e se sentou com as pernas abertas e seu pau ereto apontando para cima de frente a luz, que cena mais linda ver aquele pau enorme brilhando e saber que eu o tinha deixado assim me dava uma sensação de satisfação, “venha de quatro, como a cachorra que você é” assim o fiz me pus de quatro e fui em direção ao meu mestre como uma cachorra bem educada faz.”engole ele todo sem por as mãos e olhando pra mim” e assim cumpri a ordem do meu mestre, sentia o sabor da minha buceta em seu pau, sugando e cuspindo, engasgado e sorrindo, sem tirar os olhos dele que volta e meia, respirava pausadamente e repetia diversas vezes “minha vadia safada, sou seu dono a partir de agora vc fará tudo que eu mandar certo?”

Sim mestre, “sente-se aqui ao meu lado e esfregue sua buceta pra eu ver” assim eu obedeci, acariciava minha buceta e apertava meus seios engolindo os gemidos e sussurros “que buceta linda, vc é toda gostosa vou comer seu cuzinho enquanto vc massageia sua buceta bem aberta quero ver vc gozar pra mim” e assim obedeci, ele começou a enfiar aquele pau enorme no meu cuzinho e para disfarçar a dor eu massageava meu clitóris cada vez mais forte, foram 5 estocadas bem forte no meu cuzinho o suficiente para que mais uma vez tivesse um orgasmo, o mel escorria da minha buceta até seu pau “puta gostosa, safada vadia, cachorra, merece ser comida por um homem de verdade, essa buceta é demais para caras normais, esse corpo a partir de hoje é meu ouviu” sim mestre “repete” sim mestre a partir de hoje sou só sua, sua vadia, sua cachorra, essa puta é só sua “ainda bem que entendeu se não seria obrigado a te punir, você não que isso quer?” Não mestre “Boa garota”.

Nunca tivera passado por qualquer experiência parecida com aquela, ser dominada e humilhada daquela forma, me sentia a mulher mais desejada da terra, ter o privilégio de proporcionar prazer para aquele homem incrível, saber que ele estava gostando e me ordenando que fosse só dele, propriedade exclusiva e única dele a partir daquele momento serviria somente a ele, ele se levanta e pega o vibrador “chupa safada, deixa ele molhadinho” sem demora fiz o que ele mandava “vou te ajudar a gozar” colocou o vibrador na minha buceta e penetrou seu pau enorme no meu cuzinho, me senti totalmente preenchida por ele.

Depois de uns vinte minutos naquela posição ele se levanta e pega o meu cabelo “fica de quatro vadia” me abaixei de imediato e me fazia andar de quatro segurando em meu cabelo, demos alguns passos “empina essa bundona para mim” me inclinei tanto que achei que iria romper minha vértebra da coluna, “que linda” levei dois tapas secos com a Palma de sua mão um de cada lado, “jamais irá esquecer essa noite vou te fuder a noite toda” senti ele penetrando minha buceta de uma só vez, socando cada vez mais forte enquanto suas mãos quentes apertavam minha cintura “vou te dar leitinho safada vem mamar” me virei rápido e coloquei seu pau em minha boca e senti os jatos fortes e grossos de leitinho que ele me dava “ai que delícia puta gostosa, mama tudo vou matar sua sede” terminei de chupar, então ele se levantou pegou o copo de uísque e me pegou pela mão “vamos tomar um banho junto” Sim mestre, ele sorriu e me conduzia até seu quarto entramos, ele ligou a hidro e encheu de óleos “venha minha menina, vou cuidar de você” nos sentamos na banheira e ele me beijava e fazia carinho “gostou minha pretinha?” Sorri com vergonha e disse:

Sim, “podemos continuar?” Claro “ótimo” ficamos ali mais alguns minutos e então fomos para seu quarto, ele me sentou na sua cama e foi mexer em uma gaveta do canto do quarto, pegou duas algemas de couro me pegou pela mão e me levou até uma parede divisória do quarto feita de ferros retorcidos, “você confia em mim?” Sim mestre, acompanhado de um beijo suculento, ele me colocou algemada aquela parede com os braços erguidos “está machucando?” Puxei as algemas para baixo testando sua resistência,

Não mestre “ótimo” eu o observava passeando pelo quarto indo até a sala buscar a palmatória, “quero ver o que te deixa mas exitada, lembra da palavra de segurança?” Afirmo que sim “então fala” repeti:baunilha “isso mesmo” ele novamente vendou meus olhos “preste atenção em toda movimentação a sua volta, use seus outros sentidos agora certo?” Sim mestre, então lembro-me do cheiro no ambiente, de perfume amadeirado e vapor de chuveiro misturados, ele usa as pontas dos dedos passando lentamente por toda extensão do meu corpo, beijava meu pescoço e aproximava seu corpo quente e nu do meu que já estava arrepiada.

Ele então paga um chicote de montaria com a ponta de couro fino e passa sobre meus ombros, desce pelo meio dos meus seios chegando próximo a barriga da uma batida leve que me assusta, na mesma hora sinto minha buceta contrair, então ele continua descendo o chicote pelo meu corpo e chegando na área da virilha próximo ao meu clitóris ele da outra batida um pouco mais forte, que me faz contrair o corpo para traz, ele pega o meu pescoço com uma das mãos e aperta me fazendo sufocar “puta gostosa da porra vou socar meu pau bem fundo em você até você gozar no meu pau” isso me assustou mas não pedi para que ele parece porque mesmo assustada estava gostando daquela situação “vou te fazer gozar sem encostar em você” ele então soltou meu pescoço e saiu de perto, não demorou e voltou com alguma coisa, pegou uma cadeira e pôs em minha frente me ajudou a subir e assim que eu estava de joelhos sobre a cadeira senti que ele tinha tirado o assento da mesma, sentindo assim que estava equilibrada no contorno da cadeira,

Ele posicionou uma máquina e penetrou um consolo grosso e cheio de veias em mim, senti as engrenagens daquela máquina se movimentando e fazendo movimentos repetitivos que entravam e saiam de mim, “eu falei que vc iria gostar” e a cada penetrada meu corpo tremia e eu tinha certeza que ele se deliciava com aquela cena, depois de três orgasmos seguidos sem intervalos meu corpo já desfalecendo e sem forças ele desligou a máquina e tirou a cadeira segurou em meu queixo “está fraca? Vou te mostra que vc consegue mais” ele então colocou seu pau na minha buceta e começou a me fuder com força “você vai gozar mais uma vez para mim” e eu mal conseguia falar, ele mordia meu pescoço e ombros enquanto me preenchia com seu pau, o suor escorria pelo meu corpo me sentia totalmente vulnerável lembro-me do último e mais intenso orgasmo parecia que o prazer tivera tomado conta de mim, minhas pernas tremiam e meus braços já estavam cansados e doloridos, alguns segundos depois senti ele gozar na minha buceta, seu pau pulsava dentro de mim meu corpo se contraia, parecia que sabia o que fazer sem que eu desce nenhum comando, logo senti uma tontura e apaguei, horas depois acordei tomada banho e trocada deitada em sua cama, ele me esperava acordar para me servir o almoço, sim, ele disse que dormi quase dez horas ininterruptas “Espero ter correspondido às suas expectativas” respondi com um ar de zombaria: sim mestre.