VIVI: UM SONHO, OU SERIA UM FILME, TALVEZ UM DELÍRIO, NÃO SEI, MAS FOI BOM, MUITO BOM.

PACIENTE 11919-2

Tudo começou em uma manhã quente de verão, eu havia recebido um convite para uma festa de aniversário, detalhe, em um barco, estava animada. Assim que acordei coloquei uma música bem alto astral, fui para o banho, passei meu esfoliante preferido em todo corpo, bronzeado. Escolhi um biquini lindo, branquinho, de amarrar, coloquei um chapéu, e canga amarrada na cintura. Prendi minha franja para cima, deixando alguns fios de cabelo soltos.  

Depois de pronta, coloquei óculos de sol, chaveei minha casa e chamei o Uber, em direção à marina. Beatriz era a aniversariante, uma amiga que eu havia conhecido a pouco tempo, mas já estava adorando! Chegando lá, fui direto dar os parabéns, o barco atracou e ela já foi estourando o espumante. 

Você já teve aquela sensação de que o dia havia nascido para você? Aquela energia boa, clima perfeito, música envolvente, autoestima nas nuvens?! Aquele dia estava exatamente assim, e eu queria vivê-lo. 

O barco já navegava em alto mar, e nós estávamos dançando, conversando e rindo, entre um grupo de amigos, quando de repente a música para de tocar, alguém havia desligado o som. Então ele se aproxima, senta com as pernas cruzadas, apoia o violão e começa a tocar um jazz. Que olhar, que voz. Eu havia parado no tempo por alguns bons segundos. 

A bebida estava muito gostosa, gelada e refrescante, em um dia quente. Tirei minha canga, que estava amarrada na cintura, sem parar de dançar, com a taça na mão, eu rodopiava e ria, curtindo a forma com que ele me olhava, um olhar de simpatia e desejo. Eu estava curiosa pra saber mais sobre ele, quem era aquele cantor misterioso?! Fui até a Bia, e perguntei quem era ele, discretamente. 

– Quem é gatinho que está tocando? 

– Ah, ele é meu primo, Léo. Você está interessada é? Espera aí, vou chamá-lo. 

Ela fez um sinal com a mão, para que fosse até nós. Provavelmente eu teria ficado um pouco tímida, se não fosse pela bebida. Mas não estava, na verdade nenhum pouco. Com um sorriso ele me cumprimentou, colocou a mão na minha cintura e deu um beijinho no rosto. 

– E então Léo, você vai tocar o dia todo? Venha se divertir um pouquinho com a gente. Disse Bia, servindo uma taça de bebida, em seguida foi ligando o som, alto. 

Algumas horas haviam passado, já estávamos bêbados, e eu, me sentindo cada vez mais envolvida. Dançávamos juntos, quando ele me beija, um beijo com desejo, de quem não aguentava mais esperar. Me aproximo do seu pescoço e beijo suavemente. Então sussurro no seu ouvido:

– Que tal um banho de mar?

– Você está louca, a água provavelmente está fria. Respondeu aos risos. 

– Dúvida?

Coloco minha taça em cima da caixa de bebida, solto o cabelo, e dou um salto, direto pra água. Bia não perdeu tempo, e foi logo em seguida, junto com o gatinho, que não resistiu. Ele pula, nada até mim e dá um beijo molhado, passando a mão por minhas coxas e subindo, até meus seios, duros e empinados de frio, coloca a mão por baixo do biquíni e começa a acariciá-los. Então sussurra no meu ouvido:

– Quero te levar daqui agora, te ter nua, só pra mim. 

Eu também queria, meu corpo todo desejava ser dele naquele instante. Então, pra minha surpresa, o JetSki que estava amarrado ao barco era dele. Aviso Bia que iria dar uma volta, pego minha canga e subimos. Aquela adrenalina me dava tesão. Ele acelera, até chegar numa parte mais deserta da praia. Estendi minha canga na areia úmida, deito, em seguida ele faz o mesmo. Nossos corpos estavam salgados, molhados e iluminados pelo sol. 

Ele fica em cima de mim, desamarra a cordinha do meu biquíni e começa a chupar o bico do meu peito, passa a língua devagar, babando neles, deixando minha buceta toda molhada. Em seguida tira a parte de baixo do biquíni, mas antes, faz gracinha, passando a língua pelo meu quadril, me olhando e apertando seu pau duro contra mim. 

– Quero beijar essa bucetinha salgada.

Ele diz, ao passo que vai se aproximando, devagar, passa os dedos por ela, lambuzados, vai até o clitóris e beija, delicadamente. Deslizando os dedos para dentro e para fora. A adrenalina, o sol, o sal, aquela língua molhada, seguro seus cabelos e comecei a contorcer o corpo todo, gozo, na boca dele, gemendo. Ele não parava, diminui a intensidade e ficou por ali, passando a língua no ponto mais sensível. Eu não parava de me contorcer, pedindo pra que ele parasse, mas era em vão.  

– O que você quer Sthefany? Perguntou, olhando pra mim.

– Quero que você me coma, quero seu pau todo dentro de mim. Sussurrei.  

Então ele para. Me dá um beijo quente, intenso, cheio de tesão. Me segura pelo cabelo e me coloca de quatro, mete ele todo, puxando meu cabelo para cima, a fim de que eu ficasse toda empinada, e quanto mais eu me empinava, mais forte suas bolas batiam no clitóris. Gozo de novo, desta vez de forma mais intensa, gemendo junto com ele. Que delícia! 

A essa altura os corpos já estavam cheios de areia, nos joelhos, cotovelos. Ficamos por ali alguns minutos, tomando um banho de mar e aproveitando a praia pra nos acariciar mais um pouco. O tempo passou rápido demais, e a festa no barco já havia acabado, mas acredite, a melhor festa foi em outro lugar.  

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