Mês: julho 2017

A MULHER MAIS SENSUAL QUE TIVE CHANCE DE CONHECER…

Resultado de imagem para michelle pfeiffer filmes FEITIÇO DE AKILLA GIFMichelle Pfeiffer começou sua carreira na TV, depois passou para o cinema, conquistando alguns prêmios importantes pela sua brilhante atuação, nos filmes de Brian de Palma, Tim Burton, Martin Scorsese e Steven Spielberg. Ela contracenou com Al Pacino, Daniel Day-Lewis, Bruce Willis e Robert de Niro, conquistando também um lugar entre as estrelas na calçada da fama.

Resultado de imagem para michelle pfeiffer filmes FEITIÇO DE AKILLA GIF

PRECISAMOS DE VOCÊS…

Resultado de imagem para MULHER GIFSão as mulheres individuais, conscientes, que devem guiar o nosso caminho.
Isso é muito difícil para nós os homens tão perigosamente expostos, nesta era, à possessão pelo intelecto, pela tecnologia, ou por sua fragilidade inferior desintegrada , descobrir o sentido de eros sem essa mediação de mulheres verdadeiras que não apenas vivem essas coisas instintivamente, mas “sabem que sabem fazer” e melhor do que nós…

IGOR HUNSAKER.

Paciente 13652…

Vem Dr. que te quero
Do jeito que me queres.
Vem saciar tua fome
Teu desejo escondido
Vem quero sentir o teu gosto
Teu cheiro…
Vem quero me enroscar em teu corpo
Matar tua sede de tesão.
Vem que estou querendo sentir
Tua boca
Teu beijo
Tua língua em meu corpo.
É tesão
É loucura
É paixão
Mas é neste emaranhado
De sentimentos
Que me perco neste momento…
Tu me fazes sentir o gosto do pecado
O desejo alucinado
Neste desejo de estar na tua frente…

O DESESPERO… (Paciente 2325)

Uma “SANTA” me ligou desesperada.

Estava a caminho de um encontro, não qualquer encontro, mas o primeiro, com grande potencial erótico-sexual… e ai percebeu que estava com a calcinha rasgada!! Eu do outro lado da linha, hilario  mas solidária com a situação, gritei: – Como?? Rasgada?? Calcinha rasgada pensei que era jogada fora! – Tudo bem, pode ser aquela de estimação… Vai que alguém goste, tenha algum fetiche, sei lá, mas num primeiro encontro não é politicamente-erótico acho eu. Ela no trânsito, querendo que eu desse uma solução rápida… Falei: – Passa numa loja, sei lá, num sex shop e compra uma. – Você conhece alguma por aqui? Não conseguia me lembrar de nenhuma loja que vendesse lingerie na região em que ela estava. Ela aflita: – Já estou atrasada!!

Pensei – Sempre estão…

Este episódio me remete ao filme “O Diário de Bridget Jones”, mais especificamente a duas cenas muito divertidas, quando a protagonista (Renée Zellweger) na hora H, na cama com o sedutor Hugh Grant e em outra com Colin Firth (o advogado sério e bonzinho) descobre que está usando uma calcinha nada sexy. A moça interrompe imediatamente o ato – brinca que parece calça de vovó – e corre em busca de uma mais “apropriada” para o momento. Vemos um arsenal de calcinhas de todas as cores e modelos saltarem de sua gaveta para a tela.

É nisso, que vocês mulheres (também) deveriam pensar: Na lingerie do primeiro encontro!! Claro, nesse momento, querem estar com A CALCINHA e tem que ser “aquela”, que vai  deixar mais sexy, insinuante e sensual. A calcinha que provoca, brinca, que incita e excita. A calcinha que umedece a fantasia. O cara nem imagina a mão de obra que dá, as horas gastas em frente ao espelho, observando de todos os ângulos, provando qual fica melhor. E, tudo bem que será tirada, arrancada e ficaram pouco tempo com ela, essa é a idéia!

Voltando a minha amiga que esperava com urgência a minha ajuda:

– TIRA, vai sem calcinha, quase berrei ao telefone.

Por isso, uma mulher moderna, prevenida “preparada” tem sempre “aquela” calcinha na bolsa. Sempre devem dar uma olhada no seu arsenal e…

Ah!

Quanto a minha amiga, ligou horas depois, encontrou um sex shop, vestiu uma vermelho-tesão e deu….

Deu tudo certo!

Igor Hunsaker!meu ip

CRIS… (Paciente 147512)

(Cris)

Frio na barriga.

Ansiedade, já não era mais capaz de descrever o que eu sentia naquele momento. Eu já havia decorado o endereço do hotel que ele havia falado, e agora já estava á um minuto parada em frente à porta do quarto. Sim, o quarto era aquele, nº 608. Respirei fundo, e entrei.

(EU)

30 dias antes…

– Uhmmm, interessante, e pelo jeito dividimos o mesmo hobbie… divide um belo blog com uma amiga e tem uma escrita incrivelmente excitante.

Depois de algumas visitas àquele blog, trocas de elogios e comentários, recebi um e-mail muito receptivo e carinhoso. Ela sabia encaixar muito bem suas palavras e o melhor, era natural, não escondia suas fraquezas e qualidades, e diferente de mim não trazia consigo uma máscara.

Começamos a trocar diversos e-mails e nela resolvi confiar e então tirei a máscara do Igor, e a ela apresentei a pessoa além do personagem. Era impressionante a sintonia, certo dia nós trocamos telefone, e no meio da uma noite sem um prévio aviso decidi ligar.

– Alô.

– Cris?

– Sim quem está falando?

– Dante – Houve um breve silêncio e m seguida ouvi sua respiração profunda –

Nossa, eu nunca me senti tão excitada em segundos, adorei sua voz.

– Como você esta vestida?

– Como está muito quente estou só de calcinha, pequena de renda…

Naquela noite fantasiamos por horas e gozamos inúmeras vezes; era algo extraordinário, a sensação era tão boa quanto há um sexo de real.  E naquela mesma intensidade seguimos nos falando quase todos os dias, conversas sempre repleta de fantasias e provocações, assim foi até o dia em que decidimos nos encontrar.

(Cris)

O quarto estava cuidadosamente preparado. Pouca mobília. Em destaque, a enorme cama, com uma grande caixa vermelha em cima dela, e uma poltrona grande, e aconchegante.

No chão, por todo ele, encontravam-se delicadas pétalas de rosas, que inebriavam o ambiente com seu delicioso perfume. Tirei minhas sandálias, para que eu pudesse senti-las em meus pés. Peguei uma do chão, para sentir sua textura aveludada, e macia.

Caminhei pelo quarto, observando cada detalhe, pela janela aberta entrava uma brisa suave, que balançava o tecido fino do meu vestido.

(EU)

Aquele hotel e o quarto haviam sido escolhidos estrategicamente, pois especificamente a janela do quarto 608 deixava uma visão privilegiada para meu apartamento do outro lado da Av. Pio XII. O Dono daquele hotel tornou-se um grande amigo com o passar dos anos, e por isto não foi difícil descobrir a numeração daquele quarto como também prepará-lo para a minha doce Cris. 

Do meu apartamento já pude presenciar belas cenas de amor, assim como brigas, reconciliações ou encontros proibidos, mas nenhuma destas cenas eram mais belas do que ela. Lá estava Cris, junto da janela do quarto 608, sentindo a brisa do vento tocar sua pele.

(Cris)

Fui ver o que havia na caixa, ao abrir, vi, entre papéis de seda, uma linda lingerie vermelha, com detalhes em preto. Era composta por um espartilho em rendas, com um belo decote, cinta-liga, e meias. Ao lado da caixa, tinha uma garrafa de um bom vinho, que já havíamos comentado.
Tirei o meu vestido, sentindo o tecido deslizar pelo meu corpo, e minha calcinha. Peguei uma taça em cima da mesa, me servi do vinho, e fui para a banheira. Água na temperatura ideal, com um delicioso aroma.

(EU)

A espreita da janela do meu apartamento eu me deliciava com tamanha sensualidade de Cris ao tirar o seu vestido, seus belos e delicados seios prontos para serem tocados, acariciados me fizeram conseguir senti-los e minha boca.

Completamente nu eu terminava de me secar enquanto a via naquele quarto e meu cacete já completamente enrijecido era um retrato de como ela mexia com minha sexualidade. Foi então que o mundo pareceu rodar em câmera lenta quando ela começou a tirar sua calcinha, seu sexo me fez arder de tesão.

Em seguida ela serviu-se com o vinho que comprei especialmente para a ocasião e dirigiu-se para outro em direção à banheira hidromassagem.

(Cris)

E então, me lembrei de como tudo começou.

Lembrei-me de quando visitei aquele site, pela primeira vez. Comecei a ler aquelas palavras excitantes, naqueles textos deliciosos. Logo, se tornou essencial a minha visita ali. Lembrei-me de como iniciamos uma conversa gostosa, e insinuante.

(EU)

As batidas do coração ficaram mais intensas assim que atravessei a Av. PIO XII e adentrei àquele hotel. Na recepção fui recebido pelo meu amigo que logo veio me abraçar e ao pé do ouvido me dizia que tudo foi feito conforme eu havia pedido.

Acenei com a cabeça a ele de forma positiva e segui em direção ao quarto.

(Cris)

Logo, começamos a conversar por telefone. Aquela voz! Ah, aquela voz, que me arrepiava por inteira. Lembrei-me da primeira vez que gozei pra ele. Ouvindo suas palavras safadas no meu ouvido. Gemendo baixinho, imaginando ele, em cada cena.

Eu queria mais. Precisava dele. Ele. Igor. Ele que habitava meus sonhos, sonhos estes que já não acontecia somente quando eu dormia, ele que me despertava os desejos mais íntimos, minhas fantasias mais secretas.

E agora eu estava ali, naquele perfumado quarto de hotel, sentindo uma excitação crescente, esperando por ele. O homem que fazia meu corpo incendiar.

(EU)

“Esta acontecendo!”, mal poderia acreditar que bastava mais um passo para estar de frente para àquela mulher que a tanto desejava.

“608”.

Olhei por alguns segundos àquele número depois levei a mão ao trinco da porta, e cuidadosamente comecei a girá-lo, não queria assustá-la.

(Cris)

Depois de um tempo, saí do banho, e fui me preparar para ele. A lingerie ficou perfeita em meu corpo, optei por usar as sandálias, o salto dá um charme especial nas meias. Deixei meus cabelos soltos.

E então, um movimento no trinco da porta.

Virei-me, com o coração aos saltos, então, a porta se abriu, e ele adentrou.

(Cris)

Aproximou-se de mim, e então, eu senti aquele perfume.  De aroma intrigante e excitante.  Olhou-me nos olhos, e sorriu. Pegou minha mão, e depositou um beijo de leve, sem tirar os olhos dos meus. Senti uma corrente elétrica percorrer meu corpo.

– Oi Cris. Finalmente.

– Oi, eu disse sorrindo.

Dante olhou meu corpo com ar de aprovação, deu a volta, e parou atrás de mim.

(EU)

Ela estava incrivelmente sexy usando aquela lingerie. Eu ficaria por horas somente admirando aquele corpo, mas o perfume que exalava de corpo parecia despertar meus instintos mais primitivos, me fazia desejar penetrá-la com força, vontade e muito tesão, mas sabia exatamente o que a excitava, sabia que o com equilíbrio entre a sedução e a liberação destes instintos primitivos eu poderia levá-la ao êxtase.

(Cris)

Senti seus olhos em mim e sua respiração bem próxima. Ele afastou meu cabelo, e disse bem próximo a minha orelha:

– Vejo que a lingerie lhe caiu muito bem.

Ele passou a mão pelo meu cabelo, descendo pelo meu ombro, pegou na minha cintura, e me virou de frente para ele.

Passou a mão delicadamente pelo meu rosto, chegando à minha nuca, devagar, se aproximou, e me beijou.

(EU)

Sua boca, nossas línguas entrelaçadas me deixavam cada vez mais louco por aquela mulher. Minhas mãos percorriam suas costas, enquanto nos beijávamos trazia seu corpo junto do meu fazendo-a sentir minha ereção.

E aquela boca… eu não conseguia parar de beijá-la.

(Cris)

Aquele beijo que eu tanto desejei. Um beijo quente, envolvente, eu sentia uma mão firme na minha nuca, e a outra percorrendo meu corpo, apertando minha bunda, pressionando meu corpo contra o dele, e me deixando molhada.

Eu sentia a ereção dele nas minhas coxas, deslizei minha mão pelas costas, e passei por cima daquele volume crescente sob a calça, e obtive um suspiro de satisfação.

Com uma mão, ele abriu o zíper frontal do espartilho, e começou a acariciar meu seio, enquanto beijava meu pescoço. Suspirei quando senti seu polegar no meu mamilo enriquecido.

Logo senti sua língua no outro, brincando, e colocando todo o meu seio dentro da boca. Alternou entre eles, me fazendo gemer.

Voltou a beijar minha boca, e deslizou a mão, colocando dentro da minha calcinha, sorriu ao notar o quanto eu estava molhada. Gemi baixinho, quando senti seus dedos ali.

(EU)

Enquanto a beijava comecei a massagear seu grelinho e naquele momento sentia suas mãos apertarem forte meu braço, seu semblante era o retrato mais perfeito do mais puro e intenso prazer. Penetrei-a com dois dedos fazendo-a soltar um forte gemido e me abraçar forte. Fiquei um tempo com meus dedos dentro dela enquanto a beijava devagar, mas de forma ousa e extremamente provocante.

 

Tirando meus dedos de seu sexo, segurei firme seu rosto a beijando com volúpia e levando-a aos poucos em direção a cama.

(Cris)

Ele me deitou na cama e lentamente tirou minha calcinha, me deixando apenas de meias e sandálias. Meu corpo queimava, e pedia por ele.

(Cris)

Tirou a camisa e me olhando nos olhos, se posicionou entre minhas pernas. Sorriu, e de uma só vez, passou a língua pela minha buceta, chegando ao clitóris. Eu quase gozei nessa primeira carícia.

Seu ritmo era devagar, ele me chupava, me lambia, de forma intensa. Eu gemia alto, e me contorcia, passando as mãos pelos seus cabelos, arranhando, e segurando o lençol.

(EU)

O sabor de seu sexo em minha boca me enlouquecia, abrindo-a levava minha língua até o fundo, chupava-a com muito tesão fazendo-a contorcer, sugava todo àquele néctar deixando seu sexo todo em minha boca.

(Cris)

Sem tirar a boca, ele colocou um dedo dentro de mim, e começou a fazer movimentos de vai-e-vem. Com isso, explodi num orgasmo intenso, gemendo muito. Passado os espasmos do meu corpo, ele me beijou de forma doce.

(EU)

Aquele beijo estava recheado de prazer, o sabor do seu orgasmo. Por um instante lembrei daquelas conversas ao telefone onde volta e meia dizia a ela que faria gozar em minha boca.

(Cris)

Levantando-se, serviu-se de vinho e parou ao lado da cama, me olhando.

Observei aquele homem por alguns segundos. Extremamente sexy; sem camisa, de calça jeans, me olhando nos olhos com a taça na mão. Era incrível a nossa sintonia. As palavras não eram necessárias.

(EU)

Olhando-a nos olhos apreciava cada detalhe do seu corpo, sem pressa, o sabor do seu prazer ainda encontrava-se em meus lábios. As próximas 48hs dentro daquele quarto, foram intensas e repletas paixão, sexo, fetiches e carinho.
Jamais me esquecei de tudo o que aconteceu no quarto 608.

Igor Humsaker.

 

PACIENTE 1532

Vem, me envolve com teu cheiro
e me ensina a matar a sede
de te querer.

Expulsa de mim todos os medos
Descobre com teu “membro” meus segredos
Extasia minha alma de prazer…

A PERFEITA SINFONIA…

Imagem relacionada

Como hei-de segurar a minha alma para que não toque na tua?

Como hei-de elevá-la acima de ti, até outras coisas?

Ah, como gostaria de levá-la até um sítio perdido na escuridão até um

lugar estranho e silencioso que não se agita, quando o teu coração

treme.

Pois o que nos toca, a ti e a mim, isso nos une, como um arco de

violino que de duas cordas solta uma só nota.

A que instrumento estamos atados?

E que violinista nos tem em suas mãos?

Oh, doce canção de nossa sinfonia perfeita…

Igor Hunsaker.

QUE PENA…

PORQUE SUMISTE ???

É no meu cálice que bebes ávidamente
Que bebes aos desamores que sofre
Que bebes à busca por uma saída
Que bebes às desventuras que vive.
Pois o meu cálice dá-lhe alegria
Dá-me prazer e gozo e euforia
Cura-te a alma, cura qualquer dor.
Faça-te, em mim, o que quiser, mas faça
Pois é somente nesta sua taça
Que bebes, e lembes, e sugo o meu licor!

IGOR HUNSAKER.

Já que não atendes meus telefonemas… Optei por publicar o que lhe quero dizer vendo suas fotos. Quem sabe essa seja a única forma que consiga lhe mostrar o que sinto…

Aguá no fogo, uma massa de almoço, você comida

Você na cama de bruços, rabo pra cima fodida

Deixa-se ver de longe janela, dia lindo, vulva ardida . Irracional foi os gritos da puta xingando e lambida

Agora de bunda ao sol na cama esporrada na ida

Pois na volta foi só trepada e a fome ainda revivida

Você é tudo o que se vê no foto, sendo absorvida

Vivendo sobre os preceitos da ancia resolvida

Mas hoje você é fresca como mulher e menina cedida

Mesmo na exibição tem na boca batom é ungida

Pela seda da pela desde que se une enquanto fundida

No mesmo ato de ser e estar de bem com a vida

Liberta e espasmodicamente seu útero, você sente unida

Não relaxa nem um instante no cio perene se olha úmida

Masturba-se, enquanto me olha aflita grita, “ sou puta”

Meu gozo gratificante em ti frutifica…

IGOR HUNSAKER.

LEMBRANÇAS DE VOCÊ…

Tenho tentado lhe reencontrar a muito tempo.

Existe muitas Claudia.

Optei por publicar o que lhe quero dizer e suas fotos.

Quem sabe dessa forma consigo lhe encontrar…

Pare e somente sinta minha boca

Que te quer assim aberta saborear

Como se fosse a única buceta viva

Com carinho sugar até secar

Deixa eu degustar teu sabor impar

Abre-te  sinta dentro a língua e boca

Deliciar-me de forma magica saborear

Sinta os sentidos serem perdidos viva

Engulo cada gota do orgasmo vou secar

Em silencio só meu gemer e acaricia

Deixa meu ser saber-te agora minha

Buceta cheia de néctar explode orgasmo

Vem eu vim com a boca deflorar teu interior

E com a língua trazer e revelar acariciar

Seja plena em par boca buceta minha

Vulva linda, lábios vaginais solto e orgasmo

Que em ti liquefaz e assim buceta/boca interior

Quero hoje somente lhe dar orgasmos múltiplos

Com a boca fazendo da vulva irmã e imã

Abre-te toda vadia que eu sou sedente de mel

Que derrete e trás grunhidos  safados e apelidos

Arreganha, sem pudor na minha boca sabores múltiplos

Meus lábios os teus grudo num beijos na irmã e imã

Quero focar naquilo que me delicio beijo e bebo mel

Sei podes tu falar sou puto, safado, sei chupar com apelidos…

IGOR HUNSAKER.

ADOREI O SEU E-MAIL…

Quando li seu e-mail (abaixo) fiquei lisonjeado…

Vendo suas Fotos me tornei extremamente excitado…

Tão excitado que acabei publicando algumas delas..

Não fique brava comigo.

Sabe que uma mulher madura, 42 anos. Me separei muito cedo e depois disto conheci muitos homens, mas você, é o máximo! Você adora chupar minha buceta e, principalmente, o grelo (aquilo que alguns homens não sabem o que é e onde fica). Nossa transa dura horas e você se esbalda com a boca na minha bucetinha, mais precisamente, no meu grelinho. Esta semana depois de meter bastante, gozar varias vezes, resolvi fazer uma foto da minha xoxota. Notei uma diferença incrível quando ela esta “em repouso” e após ser muito fodida. Fica inchada, grelo duro e melada de gozo. Você adora meter os dedos nela e colocar na boca e por vezes colocar na minha pra eu também lambesse. Sentir seus dentes no meu grelo, mordiscar bem devagar… Eu ficaria a noite toda sentindo você mamando no meu grelo! Num determinado momento começou a chupar com mais força, me falou: -“Goza na minha boca gatinha, goza!”. Você enfiou dois dedos na minha buceta junto com a língua e eu gozei feito uma cachorrinha no cio, gozei naqueles dedos deliciosos seus! Gozei como nunca tinha gozado ainda. E penso que com este jeitinho, o melhor ainda está por vir.

IGOR HUNSAKER.

QUANDO OLHO SUA FOTO…

Quando olho esta sua foto me membro perfeitamente o que me disse aquela noite…

Não quero lhe expor, publicando sua foto e sim mostrar aos outros o prazer que me causou…

Igor sonhei com voce…

Sonhei que minha roupa,
Era arrancada lentamente;
E que em minha boca,
Algo duro, gostoso e quente
Se alojava.
Eu sugava, lambia e gostava!
Sonhando continuei;
Quando senti mãos que me tocava,
Me abria, penetrava…
Gozei!
Um gozo intenso…melado…
Que pena acordei!
Sem você do meu lado.
Só me resta agora,
Fechar os olhos e sonhar;
E como sempre, sozinha,
Dar outra gozada;
Agora, acordada!
Depois quem sabe, dormir;
E na madrugada,
Sonhar com você,
Outra vez

IGOR HUNSAKER

ME PERMITA…

Tenho tentado lhe encontrar a muito tempo. Existe muitas Fabiana. Optei por publicar  suas fotos. Quem sabe dessa forma consigo lhe encontrar…

permita

que eu sinta 

tua falta 

e deixe-me 

ter saudades de você… 

permita, 

que eu tenha 

vontade de te ver… 

permita 

que eu faça 

qualquer loucura 

para tê-la… 

permita, 

que eu diga 

que te adoro, 

diga, 

que te QUERO!

IGOR HUNSAKER 

QUERO LHE REENCONTRAR…

Tenho tentado lhe encontrar a muito tempo.

Existe muitas Bruna.

Optei por publicar sua história e suas fotos.

Quem sabe dessa forma consigo lhe encontrar…

Você é uma mulher que se livrou da obrigação de querer se fazer bonita ou aceitável raspando os pelos da sua buceta…

Dói, inflama, coça ao nascer e é apenas um fetiche de alguns homens em as querem ver como meninas, adolescentes impúberes, e não como mulheres.
Dispensou alguns intolerantes e me encontrou, um homem bom de cama e que adora morder e chupar sua pentelheira. Encontrou um macho de uma forma compatível ! O meu avo dizia que quem chupa uma manga com fiapos jamais vai querer comer maçã… Falava com tanta certeza que um dia resolvi “conferir”, gostei tanto que ficamos juntos por um bom tempo.

Depois a via de vez em quando, e sei que de certas coisas a gente não faz propaganda, pois senão muita gente pode dispensar salada de fruta por uma manguinha..

IGOR HUNSAKER.

 

NÃO SEI COMO FALAR…

Tenho tentado lhe encontrar a muito tempo.

Existe muitas Mayumi.

Optei por publicar sua história e suas fotos.

Quem sabe dessa forma consigo lhe encontrar…

Se chama Mayumi, sansei, tinha 32 anos, morava em Santana – Zona Norte de SP. Era casada há oito anos com Takashi, também sansei, que lhe deu dois filhos lindos. Apesar da idade eu a acho gostosa (coxas grossas e seios pequenos mas durinhos). Deve ser a genética, porque não “malharva”, fazia apenas um pouco de esteira quando podia. Sua vida mudou completamente quando, ao chegar em casa após o trabalho, seu marido estava lhe esperando com uma “bomba” – Amor, fui demitido. Estava arrasado! Isso mesmo, assim como milhões de brasileiros, Takashi havia perdido o emprego. Pensei comigo “fodeu”! Havíamos feito a viagem dos seus sonhos para o Japão e tinham prestação da moto e do carro para pagar, escola dos meninos e zero de economias, não sabiam como faríamos para pagar nossas dividas. Sabia que só com o salário que ganhava não teríamos recursos para manter o padrão de vida que levávam. A salvação estava na tão prometida promoção para um cargo de gerência administrativa, com o dobro do seu salário e mais as comissões! Dois meses se passaram Takashi não arrumava emprego e para piorar, entrou em depressão começou a beber todas as noites. O Sexo que já era raro agora então! Na sua casa nem dinheiro e nem foda! Foi quando resolveu marcar uma conversa com Doutor Geraldo, o dono da clinica, para tentar acelerar sua promoção, pedir que ele desse o cargo que estava vago a certo tempo. -Doutor Geraldo preciso conversar em particular com o senhor. -Já te chamo Mayumi. Neste dia, apesar de ser conservadora, resolvi usar todas as suas armas inclusive seu corpão – Seios, bunda e nas coxas que sabia que eu “apreciava”, pois, eu sempre dava “secadas e encaradas” e fazia elogios lhe chamando de “Carol Nakamura”. Foi trabalhar com um vestido preto que deixava bem marcada sua pequena calcinha e sua bunda, sem contar o decote generoso e sem sutiã, que as vezes pela temperatura do ar condicionado deixavam os biquinhos dos seus seios durinhos. Quando entrou na sala, eu estava ao telefone. Aproveitou debrucou na janela deixando o que tinha de melhor – sua bunda empinadinha para eu apreciar. Meus olhares lhe devoravam, fazendo com que ela parecesse estar completamente nua em sua frente. – Senta Mayumi. O que aconteceu para você? – Doutor Geraldo durante todos esses anos que trabalho aqui sempre fui uma funcionária “que vesti a camisa da clinica”. Sei que o cargo de gerência esta vago e sei que tenho competência para assumir essa função. – Mayumi, esse assunto é longo, precisamos conversar com calma. O melhor é deixarmos para após o expediente quando estaremos tranquilos… – Claro doutor Geraldo volto às 19 h. ok? Eu lhe acompanhei até a porta da sala e percebi um volume na parte da frente da minha calça. Estava de pau duro!  Como combinado voltou à minha sala no horário marcado. Eu abriu a porta, lhe segui com os olhos ate ela sentar e tranquei a porta! – Vamos sentar ali no sofá, ficaremos mais à vontade para conversarmos! – Claro. (ela já tinha entendido as minhas intenções!) – Mayumi, acho que você tem todas as qualidades para o cargo e tem também outros atributos que eu admiro… – Obrigada. Fico lisonjeada e nem sei o que falar. Eu fui chegando perto, coloquei a mão nas suas pernas e tentei lhe beijar. – Doutor Geraldo, por favor, não… Sou casada e nunca tive relações fora do casamento, nunca trai meu marido. – Mayumi também não sou casado, mas sempre tive muito tesão por você! Desde o momento em que você entrou aqui na clinica… – Eu também te acho muito atraente (achava de verdade)… Mas isso vai nos causar problemas, mais ainda dos que já tenho! Resolveu abrir o jogo e contar o que se passava na sua casa. Na situação delicada que estávam passando a demissão e depressão do meu marido. – Poxa, que chato! Sinto muito… Mas agora que assumirá a gerência, além de ganhar mais, ficaremos mais próximos . Ficou feliz e emocionada com a resposta positiva! Eu lhe abracei e lhe beijei… Não resistiu a minha boca! Coloquei minhas mãos em minhas coxas… Fui subindo com minhas mãos abaixei a alça do seu vestido e comecei a chupar o bico do seu peitinho! Você é mais gostosa do que eu imaginava. Tinha a vontade de conhecer intimamente uma japonesinha! E pare de me chamar de doutor! Levantei seu vestido e acariciei e enfiei os dedos na sua buceta que já estava muito melada (ela não via um sexo já fazia um bom tempo). Ela desabotoou a minha calça e enfiei a rola grande e dura em minha boca ! Estava com muito tesão. Abriu bem suas pernas e sentia meus dedos tocando seu grilo e lhe penetrando com força. A peguei no colo e a coloquei em cima da minha mesa de trabalho. Tirei sua calcinha e chupei sua buceta. Por um momento falou no seu marido que me esperava em casa, enquanto ela estava ali dando pro seu chefe, sendo chupada e dando sua xoxota para garantir sua promoção. Eu fodo gostoso sei tocar no ponto certo, fazendo com que ela amolecesse, fugindo da razão para dar lugar ao tesão. Lhe puxei para a ponta da mesa, coloquei a cabeça do pau na sua bucetinha (ela dizia que o meu pau era muito maior que o do meu marido, muito mais grosso!) disse que não aguentaria levar minha vara toda. – Que pau grande! Coloqui devagar porque “ela” disse nunca sentiu uma rola desse tamanho! Você sabe que sou casada com um japonês rsrs Eu “quase” obedeci. Coloquei a cabeça devagar e empurrei a rola com força para dentro. Sentiu uma dorzinha, mas depois fui relaxando e se deliciando com minha pica entrando e saindo, rasgando e esfolando sua bucetinha. – Gostosa, sinta no meu pau japonesinha… Você será minha amante, minha “Carol Nakamura” e vamos nos divertir muito! Isso lhe deixava louca, nunca tinha acontecido antes, não aguentou e gozou. Neste momento seu telefone tocou. Sabia que era seu marido preocupado e ansioso querendo noticias sobre a promoção. Mal sabia ele! – Quer atender? – Não, melhor não… Eu a coloquei de quatro abri minha bundinha e com a língua ia molhando e lubrificando a entrada do seu cuzinho. Ela sabia o que eu queria e deixou: comi seu rabinho seminovo (seu marido pouco usou). Fui enfiando o pau enriquessido. Sentiu dor e prazer ao mesmo tempo. Quando entrou tudo eu passei a massagear a sua bucetinha num movimento de vai e vem. Gozou pelo cu, nunca tinha acontecido isso! Eu também explodi num gozo fantástico. Nunca vi tanta porra junta!! Estava mole, desfalecida. Já era tarde e ela queria ir embora contar as novidades (não todas claro) para o maridão!

IGOR HUNSAKER

OPTEI POR PUBLICAR SUA HISTÓRIA…

Tenho tentado lhe encontrar a muito tempo.

Existe muitas Márcia Cristina.

Optei por publicar sua história e suas fotos.

Quem sabe dessa forma consigo lhe encontrar…

Quando fui seu vizinho fiquei surpreso por você ter confessado que queria que sua buceta fosse chupada e fodida todos os dias. Mas seu marido ficava no bar com os amigos e eu transando com você em sua casa, sua cama… Você era muito gostosa só que não tinha a coragem de sair de casa me encontrando por ai dando pra mim de todas as forma que queria transar.

Sua bucetinha e seu cuzinho ficavam em brasas, aí você me usava (o vizinho) como seu vibrador e gozava muito imaginando um ator de televisão lhe chupando e metendo sua vara bem grande e grossa no seu cu… Bombando bem forte, minhas bolas batendo no seu grilo hummm… Às vezes invadia a minha casa – ela sentada em cima do meu pau fodendo gostoso, eu apertando com uma mão sua bunda, enquanto com a outra puxando seus cabelos, massageando seus seios e lhe beijando gostoso.

Estou pegando fogo, louco para foder de novo contigo e querendo comer o seu cuzinho… Mas estou morando em outra cidade. Se você estivesse aqui comigo, eu cheio de tesão…

O que faríamos ?

Comente aqui para mim que retorno para você e quem sabe…

SANTA, TENHO TENTADO…

Tenho tentado lhe encontrar a muito tempo.

Existe muitas Fabiana.

Optei por publicar sua história e suas fotos.

Quem sabe dessa forma consigo lhe encontrar…

Ela se chama Fabiana, é de Belo Horizonte, tinha 38 anos, morena, cabelos compridos, seios grandes, coxas grossas, lábios carnudos, 1.74, 62 kg. Quero contar este momento, que não deve ser igual à de tantas pessoas. Ela sempre traiu seu marido mesmo antes de se casar. Se casou porque sua mãe sempre lhe quis ver casada e estava namorando comigo. A verdade é que nunca foi mulher de um homem só, não gosta de se prender e de limitar, gosta de transas descomprometidas e descomplicadas.

Desde sempre trai o seu marido e duvido que ele não saiba, pois está na sua cara quando não quer transar. Além do que, quando fode com ele, é sempre um mamãe e papai sem tesão. Não ira separar dele, atualmente vivem juntos e tem uma filha. Trai o seu marido com vários homens, ele um coroa que lhe da tudo que quer, mas adora varios e marcar encontros com outros homens pela internet. Já conheceu homens muito diferentes…

Ela não procura amor, procura sexo, desejo, transas loucas que lhe deixa doidinha!

IGOR HUNSAKER

UM DIA…

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Um dia haverá

em que acordarei

neste vazio

de Ti

na ausência

de saudade

ou sombra

de uma vã

esperança…

Um dia haverá

em que nascerá

num novo dia

abençoado

pela chuva

pelo vento

e iluminado

pelo sol…

Um dia haverá

em que acordarei

nesta certeza

de estar satisfeito

COM A VIDA

Apesar de tudo…

IGOR HUNSAKER.

CONFESSANDO SEM RESTRIÇÃO…

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Vem meu “Dono” foder gostoso,
Invade-me a boceta com teu pau
Dá-me o prazer intenso do teu gozo
Que eu gemo e grito e urro o bem que sinto

Vem, meu “Sr.”
Dá-me teu mastro, deixa que eu o lamba
Enfia-o todinho no meu cu
Até que eu fique inebriada e bamba

Esfrega teu pau em minha cara
Enfia este cacete em minha boca
Mata-me a sede antes que dela eu morra

Sacia com tesão a minha tara
Dá-me teu leite antes que eu fique louca
Enche-me a boca inteira com tua porra!

Igor Hunsaker

SE REVELANDO…

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Amo tua respiração em minha nuca,
Teus dentes mordiscando meus ouvidos,
Dou, então, a ti, os meus gemidos,

Adoro quando beijas o meu corpo,
Amo quando externas teus anseios,
Dou, então, a ti, os meus seios

Deliro quando dá-me tua língua,
E lambes cada ponto, cada arrepio,
Dou, então, a ti, minha boceta.

Amo quando invades meus segredos
E violas o meu corpo nu.

IGOR HUNSAKER

AO CHEGAR…

transando-na-janela

Abro a porta;

me empurras decidido;

Arrancas minha roupa;

e com tua boca sufoca meu gemido.

A avidez da tua língua demonstra tua sede;

A força do teu corpo me prende à parede;

Com uma mão tocas meu sexo;

com a outra minha boca;

Tua língua em meus mamilos me deixa louca!

Levantas minhas pernas;

penetra-me com loucura;

Enquanto em minha boca, teu beijo é só ternura…

A mistura perfeita, na medida ideal;

Do amor do homem com o cio do animal;

È o êxtase completo de um orgasmo sem igual!

Igor Hunsaker

A SANTA QUE CHEGOU EM CASA SEM A CAUSINHA… (Paciente 8524)

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Começo esse relato dizendo que sou uma mulher casada e feliz, e essa é apenas uma pequena introdução de uma estória que rendeu e rende problemas até hoje, não é uma estória aborrecida, mas realmente tem momento em que preferia não ter vivido a mesma. Me chamo Dolores e essa é minha estória.

Como disse anteriormente sou casada com um homem que amo, respeito e necessito. Sou dona de casa, não tenho corpo de modelo, ao contrário tenho alguns quilos a mais, não muito, mas estou acima de meu peso. Em meus quarenta anos de vida, tive dois filhos sendo a mais velha atualmente com dezenove anos e o mais novo com dezoito. Meu marido é um homem muito quente, tanto que me procura várias vezes na semana e sempre estou disposta a deitar com ele e termos uma relação da qual desfruto enormemente. Mantemos relação pelo menos durante três ou quatro dias na semana. As vezes estou cansada de minha rotina diária, mas sou uma mulher submissa, a típica dona de casa que aprendeu a atender os caprichos do marido e cujos desejos são ordens a não serem discutidas. Sou sua esposa e aceito suas propostas sem discutir, afinal de contas fui criada de forma que a mulher deve se submeter a seu marido e a seus caprichos, não tendo que questionar as ordens emanadas dele, pois é o homem e o provedor da casa. Sempre aceitei que os homens têm a força e a ferramenta para subjugar as mulheres. Nós somos aquelas que somos abertas e os homens aqueles que nos abrem. Essa foi minha criação e a forma que sempre enxerguei o mundo dos homens e mulheres.

Algumas pessoas vão me criticar por isso, mas eu cresci assim e para mim, agora, é muito difícil mudar, reaprender as coisas da modernidade. Fui criada para ser esposa, mãe e submissa ao marido.

Durante vinte e dois anos de casada e até o ano passado, somente uma vez tinha sido infiel a meu esposo e já haviam passado quase vinte anos desse ocorrido. Eu trabalhava como atendente em uma clínica, antes de me formar enfermeira. Mas essa é outra estória que retomarei em breve.

No ano passado voltei a enganar meu marido e dessa vez ele ficou sabendo e bem, recebi a primeira surra de minha vida. Não posso aceitar que um homem agrida a uma mulher, mas compreendi seus sentimentos. Um homem como ele, um macho alfa, dominante, deve ter-se sentido muito mal ao descobrir que sua esposa voltava da rua após ser duramente trepada e metida.

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Era inicio de primavera no ano de 2006 quando em uma manhã sem qualquer motivo, a não ser uma ação diabólica, vi minha vida ser virada de cabeça para baixo, após ir no sacolão do bairro onde resido para fazer uma compra, como havia feito, centenas de vezes antes.

Pelo menos três vezes por semana e as vezes todos os dias, eu comprava no mesmo verdureiro. O dono era um senhor maduro que sempre tinha um comentário de duplo sentido que faz as mulheres sorrirem. Essa manhã foi diferente. Seus comentários tinham muito sentido para mim, pois me faziam molhar a xoxota e a calcinha evidentemente, fazia meus mamilos ficarem eriçados. Eu olhava para o volume entre suas pernas e percebia que ele estava excitado comigo.

Esse dia ele aproveitou-se que não havia outras clientes na loja e começou a dizer coisas que realmente me faziam corar, dizia o quanto eu era agradável, bonita, sensual, sempre sem dizer diretamente nada, mas eu sabia perfeitamente o que ele dizia. Por exemplo ele dizia que haviam mulheres que mexiam com a cabeça dos homens apenas por andarem na rua. Que essas mulheres eram capazes de fazer qualquer um perder a cabeça, todas elas. Ou dizia que o tesouro escondido sempre era mais aprazível e impressionante. Dentre outras baboseiras.

Mas esse dia simplesmente ele me perguntou se eu já havia provado sua banana? E me mostrou uma banana enorme e grossa, bem grande mesmo.

Não sei porque respondi que ela deveria estar dura pois ainda não estava madura. E disse isso olhando para o formidável volume que ele tinha entre as pernas e que estava estufando sua calça.

Comecei então a pedir as verduras e legumes que precisava: Berinjelas, batatas, quiabo, beterraba, abobora e cenouras! Ele me respondeu que as cenouras tinham acabado de chegar e que ele ainda não tivera tempo de as desembalar, mas que a tarde já estaria na banca. Se eu poderia voltar dentro de uma hora que já as teria desencaixotado.

– Eu lhe respondi que sim, voltaria depois para buscar as cenouras.

Fiz outras compras, retornando ao verdureiro por volta do meio dia e meia, ele já estava fechando a loja, pois somente funciona pela manhã e estava sozinho.

– Vim buscar as cenouras, lhe disse parando à porta.

– Ah sim, claro, me respondeu. Contudo se a senhora não se importar terá que esperar alguns minutos enquanto vou buscar? Contudo talvez seja melhor que a senhora mesmo escolha as que queira, disse abrindo a porta e me convidando para entrar na loja.Imagem relacionada

Assim fomos nós dois até os fundos da loja, onde estava o estoque. Ele vinha atrás de mim, quase encostando em meu corpo, eu sentia sua respiração e isso mexeu comigo, sentia que estava ficando acalorada e excitada com aquela situação, minha xoxota começou a umedecer e minha calcinha também.

Chegamos a uma espécie de galpão onde haviam diversas caixas de verduras, frutas, legumes, em um canto, havia um colchão encostado na parede, com um lençol enrolado sobre ele. Olhei curiosa para aquela peça. Ele percebeu meu assombro e me disse:

– Às vezes a mercadoria chega bem cedo e tenho que dormir aqui para recebe-las e também para descansar antes de voltar para casa. Também algumas damas se sentam nele para esperar o produto. Começamos a rir desse comentário e eu perguntei.

– E são muitas as damas que o fazem?

– Algumas!

Respondeu de forma misteriosa e maliciosa.

– Aqui estão as cenouras, me disse mostrando-me uma caixa que acabara de abrir. Escolha as que preferi.

Eu me aproximei da caixa que estava no chão e quando me inclinei para escolher algumas, o senti. Era seu cacete duro apoiado em meu traseiro, bem no rego de minha bunda, mostrando-me um caminho do qual eu não poderia mais voltar.

Fiquei quieta, não disse nada. Ele me apertava mais e dizia:

– E essa cenoura? O que você acha dela?

Continuei calada, mas sorria baixinho.

Ele então levantou meu vestido até deixar a mostra minha calcinha. Se inclinou sobre minhas costas e me disse baixinho no ouvido:

– Você gosta dessa fruta que quero lhe dar?

– Sim, respondi com voz rouca.

0 verdureiro, que se chama José, começou então a me empurrar para o lado do colchão, sempre segurando minha cintura e roçando o cacete em meu traseiro, dizendo que iria me arrebentar, acabar comigo com aquele enorme cacete que tinha e que eu sentia, dizendo ainda que eu iria receber o que estava procurando.

Me deixei conduzir. Somente pensava que esse homem grande e pauzudo iria meter em mim e alguns minutos. A única coisa que me preocupava é que estava usando uma calcinha velha e que inclusive poderia estar furada, mas nunca pensei que poderia acontecer o que estava ocorrendo nesse instante.

Ele quase me carregava no ar, suas mãos acariciavam meu corpo como um possesso. Eu continuava sentindo seu palpitante cacete bem no rego de minha bunda, pressionando minhas carnes, sua glande quente empurrava o tecido como se quisesse entrar através dele.

Era um homem rude no trato com uma mulher e a mim não estranhei, pois, a maioria dos homens me trata assim. Não era indelicado, mas era bruto, tosco, um homem das cavernas e não um cavalheiro. Uma mulher submissa gosta também de se sentir dominada, de sentir o membro duro do homem mostrando que a deseja e o que a fará sentir. A dureza de seu cacete era seu cartão de visita e mostrava claramente quem era o dono da situação, quem era o macho alfa e quem era a fêmea naquela relação. Ele não abria muito espaço para doçura, mas a intensidade das sensações era incrível e eu estava tão molhada que não queria esperar mais para sentir ele dentro de mim.

Ele mordia minha orelha, lambia meu pescoço, deslizando a língua lentamente numa caricia. Dizia baixinho que eu iria voltar para casa cheia de porra e satisfeita e até mesmo cansada. Me mostrou o colchão, disse que eu iria morde-lo, que eu iria me fartar, seria amada até ficar sem folego, exausta e dolorida.

Eu não respondia nada. Somente me deixava conduzir e tratava de assimilar que depois de muitos anos, outro homem que não era meu marido iria meter em mim. Isso me dava medo, sabia que meu marido era muito macho, ciumento e possessivo e que eu seria duramente castigada se ele viesse a tomar conhecimento disso. Mas eu não me importei naquele momento. Estava muito excitada e desejando esse verdureiro pauzudo e bruto, que me dominava nesse momento, me tratando como uma dona de casa qualquer que abriria bem as pernas para recebe-lo e que gritaria sob seu corpo e submetida a seu enorme membro.

Ele então abaixou minha calcinha de um puxão, passou então sua mão grossa de trabalhador por toda a racha de minha bunda, de cima até embaixo, detendo-se em minha vagina, cujos lábios abriu com seu dedo maior pois percebeu que eu já estava encharcada. Eu apenas gemi e abri um pouco mais as pernas. Ele então me virou e meteu a língua dentro de minha boca, num beijo possessivo e molhado, chupava-me a língua e eu sentia como se a língua dele pudesse chegar até minha garganta. Em seguida ele me segurou pelos ombros e me empurrou para baixo, até que eu me ajoelhei no chão de frente para ele. Em seguida ele começou a esfregar meu rosto no volume de seu ainda escondido membro. Eu senti em meu rosto a forma e a dureza daquele membro, me parecia grande e grosso como eu imaginava quando olhei para entre suas pernas pela manhã.

– Você quer isso, vadia?

Eu não respondi, mas me deixei levar, afinal de contas estava excitada e submissa como deveria estar. Ele então abriu o zíper da calça e seu cacete saltou de dentro, era grande, era grossa e era cabeçuda, me segurou pelos lados do rosto, elevou meu rosto de modo que pudesse olhar para ele e me disse:

– Vou fazer você engolir e chupar esse cacete até se fartar.

Então ele baixou a posição de meu rosto até ficar defronte ao seu cacete e me puxou contra seu ventre. A cabeça daquele cacete apontava para minha boca e eu entreabri a mesma para receber aquele troço de carne dura e palpitante. A glande começou a pressionar meus lábios e segui abrindo a boca até conseguir que aquele chapéu entrasse e deslizasse boca adentro em direção à minha garganta. Era muito grande e era muito grosso aquele pau duro, muito duro, apontando para sua barriga. Eu chupava e lambia aquele cacete, babando-o com minha saliva. Eu estava em êxtase com aquele membro dentro da boca. Sentia minha vagina cada vez mais molhada e escorrendo meus fluidos pelas coxas, porque a calcinha, já não tinha condição de absorver mais nada. Eu queria aquilo, estava gostando daquilo, do que estava acontecendo e me sentia uma mulher desejada e que seria com certeza complacida por aquele rude homem.Post Image #4

Ele metia em minha boca como se estivesse fazendo-o em minha xoxota e assim fiquei chupando aquele pau por muito tempo, ele não tinha pressa e conseguia segurar sua excitação impedindo-se de gozar em minha boca. Eu já estava com a boca cansada de tanto chupar, quando ele puxou o cacete de dentro e então segurando-o com uma das mãos, bateu com o mesmo em meu rosto, aquele pau duro e inchado, cabeçudo, batia em minha face, em meu nariz, em todo meu rosto. Sentia aquele falo poderoso e via como da fenda na sua glande deslizava gotas de seu próprio liquido pre-seminal, seu lubrificante natural, misturado com minha saliva o que deixava aquele quadro completamente babado.

Em seguida ele me puxou de novo para cima e novamente me beijou, enfiando a língua dentro de minha boca, digladiando com a minha e sem demonstrar qualquer reparo no fato de eu a instantes estar chupando-o, gostei daquela atitude, pois meu marido me mandava lavar a boca depois de o chupar, para somente então voltar a beijar minha boca. Percebi que aquele homem não tinha nojo de mim e nem da caricia que eu acabara de fazer no mesmo, ao contrário agradecia com beijos e caricias, aumentando ainda mais meu grau de excitação.

Ele me segurou pelas nádegas e disse que me partiria ao meio, disse que iria enfiar todo seu grande e grosso cacete em meu ânus e que o abriria para sempre, que nunca mais o esqueceria quando estivesse fazendo amor com outro homem.

– Você vai sentir um verdadeiro cacete arrombando sua argola, esse seu delicioso anel de couro.

Então ele me virou de costas para ele. Senti seu pau duro bem no rego de minha bunda e ele roçando aquela peça de nervos em mim. Eu me preparei para receber aquilo tudo em minhas profundidades.

Depois ele puxou meu rosto para trás e voltou a me beijar. Eu me ajeitava elevando os pés para que seu cacete entrasse no vão de minhas pernas, eu já queria sentir aquele membro percorrendo minhas carnes. Com uma das mãos ele conduziu o cacete e colocou a cabeça bem na entrada na buceta, eu arrebitei o mais que podia o traseiro e então com um movimento de quadril ele começou a entrar dentro de mim, senti minhas carnes sendo abertas, esticadas. Era um descomunal volume que me penetrava. Abri a boca para me ajudar a respirar porque a pressão era muito grande e apesar de minha natural lubrificação, da lubrificação dele e de minha saliva deixada no corpo de seu cacete, ainda assim a penetração era justa, apertada, parecia que eu estava sendo desvirginada novamente, era muito maior e mais grosso que o de meu marido.

Senti um grande alivio quando seu ventre se apoiou em meu traseiro, eu sabia que tinha sido totalmente penetrada, mas então ele começou a bombear. Entrava e saia, seu pau puxava a aba de minha xoxota para fora e depois empurrava de novo para dentro. Estirando minhas carnes. Sentia que meu clitóris era pressionado pelos pequenos lábios da vagina sendo puxados e isso aumentava ainda mais o grau de minha excitação. A minha única saída foi começar a gemer e quase gritar o prazer que estava recebendo, sentia minhas carnes cada vez mais molhadas, escorrendo fluidos perna abaixo, coxa abaixo. Suas mãos em meus quadris apoiavam e davam sustentação aos seus embates, ao seu ir e vir dentro de mim. Em segundo não consegui me conter e gritei o prazer, ele me estava fazendo gozar e gozar de uma forma tão intensa que perdi o equilíbrio, a sustentação das pernas e cai de quatro no chão, ao lado do colchão. Quando senti que caia e que seu cacete saia de dentro de mim, foi uma tristeza, como se tivesse sido abandonada.

Esse foi o único momento em que ele foi delicado comigo, pois me ajudou a me posicionar sobre o colchão e voltou então a entrar por trás dentro de mim e continuar martelando seu falo em minhas entranhas. Penetrava-me profundamente, sentia a cabeça de seu cacete pressionando o colo de meu útero, empurrando minhas carnes para dentro e depois as puxando para fora, achei que ficaria totalmente arregaçada e machucada com aquele colosso.

Mas além daquele pedaço estrondoso de carne ele tinha outras ideias, me segurou pelos cabelos me mantendo bem penetrada e lubrificando um dedo o enfiou em minha bunda. Ele começou então a enfiar e tirar o dedo de dentro de mim, laceando, alargando meu ânus, depois ele enfiou um segundo dedo, doeu, pois não sou acostumada a dar a bunda, meu marido me comeu algumas vezes, mas não é sua preferência.

Enquanto procurava alargar meu buraco traseiro, ele não parava de me penetrar e me acariciar, levando-me a ter diversos orgasmos sucessivos, um atrás do outro, cada um mais intenso que o outro. Eu estava nas nuvens sentindo um enorme prazer, sendo amada, sendo subjugada e sabendo que aquele homem estava desfrutando de mim, tanto quanto eu desfrutava dele.

Enquanto ele metia e me acariciava ele também me ofendia, chama-me de puta de vadia, de mulher fácil e principalmente de submissa.

Eu lhe respondi que não era puta, que era casada e que nunca havia traído meu marido antes. Ele então me deu um sonoro tapa na bunda cujos dedos ficaram marcados em minha pele.

– Eu sabia que deveria ter avançado sobre você antes. Há anos pensava nesse momento, mas nunca percebi que seria tão fácil, você parecia ser inatingível, sequer conversava, chegava pegava o que queria pagava e ia embora. Eu olhava você caminhando e ficava excitado, mas não podia pôr a perder uma cliente por causa de apenas uma tentação. Mas quando comecei a conversar e você me respondeu, fui tomando confiança e sabia que era apenas uma questão de tempo, que você seria subjugada por meu cacete e eu te arrombaria com ele.Post Image #5

As palavras serviram apenas para me excitar mais ainda e eu gemia e rebolava debaixo daquele verdureiro de pinto grande e grosso que estava me abrindo toda. Meus gritinhos de prazer eram sonorizados a cada bombeada que ele dava, seu cacete era implacável dentro de mim. E ele dizia:

– Toma puta, goza gostoso, goza de novo com esse macho que está te perfurando.

Eu sentia seu cacete pulsando dentro de mim. Eu apertava os músculos internos da vagina para sentir tudo que me era possível e desfrutar daquele homem rude, mas que estava me levando a sentir sensações que eu tinha certeza jamais esqueceria em toda a minha vida. Estava maravilhada em ser submetida a ele, em sentir sua masculinidade dentro de mim, em sentir minhas carnes macias sendo abertas, minha intimidade violada.

Ele me ofendia, me chamada de puta, de vadia. Eu não me sentia ofendida, ao contrário tinha aquelas palavras como um elogio, pois ele estava tendo prazer comigo e eu tendo com ele. Gozávamos cada vez mais intensamente. Eu sentia que estava aberta, arregaçada com aquele enorme cacete me abrindo as carnes mais delicadas e sensíveis de meu corpo.

– Vou te mandar para casa totalmente aberta e arreganhada. Seu marido vai poder enfiar a mão dentro de você, porque se enfiar o pinto, não vai sentir nada, pois duvido que o cacete dele seja maior e mais grosso que o meu.

Ele dizia essas palavras e em meu intimo sabia que não estava mentindo. Meu marido era bem-dotado, mas esse homem era um verdadeiro cavalo, parecia um garanhão puro sangue e seu cacete era simplesmente fantástico de grosso e grande.

Eu tentava ignorar, sentia-me trespassada cada golpe de sua glande contra o colo de meu útero apenas ampliava as suas palavras, eu sabia que nunca esqueceria esse cacete e estava gozando tudo que podia, aproveitando, pois não tinha nem ideia de como chegaria em casa. Ele não parava de meter, entrava e saia de dentro de mim como se estivesse possuído, suas penetradas eram fortes e fundas, ele estava me mostrando como um verdadeiro macho alfa trata sua fêmea.

De repente ele me deitou de costas no colchão, sua boca começou a me lamber o rosto, beijava meus lábios e lambia meu pescoço e minha orelha, arrepiando-me. Deitou em cima de mim e me penetrou novamente, deu dois fortes empurrões, cavalgando-me, enfiando até o fundo e minha vagina e então ele tirou tudo para fora.

Eu olhava seu cacete duro entre nossos corpos, olhava minha xoxota toda aberta e escancarada. Então ele me ordenou que abrisse o máximo possível a perna e levasse os joelhos ao peito e com as mãos que abrisse bem a bunda.

Ele iria me comer analmente. A princípio desesperei, não sabia se iria conseguir receber aquele cacete dentro de meu ânus. Ele iria arregaçar meu traseiro e eu não podia fazer nada para impedi-lo, ele iria romper meu cu. Tinha medo, estava com medo, sabia que iria doer, ele iria me marcar como uma vaca de sua propriedade, meu marido poderia descobrir. Seria muito difícil receber tamanho aparato em meu traseiro, mas ele estava decidido e eu iria tentar, com todas as forças e ganas eu iria tentar. Eu tinha a necessidade de que este verdureiro pintudo me dera o merecido castigo, por me excitar e molhar as calcinhas pensando em seu cacete grande e cabeçudo. Ele passou o cacete pela racha de minha bunda, espalhando os fluidos por toda a extensão, mas centrando em meu ânus. Ele espalhava os fluidos que seu cacete havia arrancado de dentro de mim e que misturado à sua própria lubrificação, permitira que seu cacete entrasse e saísse de minha xoxota. Eu sentia os fluidos escorrer por minhas coxas tamanha a excitação que sentia. Mesmo assim ele deu uma cusparada em meu rabo, misturando saliva àquele coquetel baboso.

Uma de suas mãos segurou minha cintura e a outra a base do cacete. Ele então apoiou a glande bem na entrada de meu ânus e começou a pressionar, pensei que ele iria me separar em duas, pois quando senti a cabeça dilatando o buraco de meu ânus, pensei que não aguentaria, queimava e doía muito, então, seu cacete duro, implacável e quente, começou a trespassar-me.

Eu rogava que ele me libertasse, que ele parasse de enfiar, de empurrar, era um gemido, um ganido e não palavras. Um lamento profundo, contudo, eu me deixava penetrar e tratava de relaxar e abrir o máximo que podia meu ânus. Eu já tinha dado a bunda, mas nunca para um cacete como aquele. Nada tão grande havia andado por ali. Quando ele começou a bombear eu já chorava de dor, minha bunda queimava como se estivesse em carne viva, então, momentos depois a dor começou a diminuir, comecei a sentir seu cacete deslizando para dentro e para fora, ao mesmo tempo que ele dizia palavras diferentes em meus ouvidos, dizia que eu era corajosa, que estava de parabéns, que havia sido valente naquele momento e que ele estava satisfeito comigo. Sua mão acariciava meu traseiro enquanto eu sentia seu peso em minhas costas. Comecei a sentir prazer e a me sentir protegida, saber que um homem poderoso como ele, capaz de encher cada parte de meu corpo com seu cacete, tinha momentos de delicadeza e de atenção. Ele exigia, mas sabia tratar bem uma mulher.

Quando por fim ele terminou comigo, eu estava toda dolorida, tinha esperma escorrendo de meu ânus e de minha vagina, estava sem calcinha e assim me dirigi para casa, ainda lembrando dos carinhos e do prazer proporcionado pelo verdureiro.

Quando cheguei em casa, me esperava o desastre. Meu marido havia chegado mais cedo do que o costume, pois a fábrica havia encerrado mais cedo o expediente. Ao olhar para mim e eu abaixar o olhar, no mesmo instante ele percebeu que eu tinha dado para outro homem, tinha deitado com outro macho.

Ele então me ensinou como responder por meus atos e que devemos estar preparados para isso. Ele me deu uma surra que me deixou toda marcada, com enormes vergões nas coxas, na bunda e nas costas. Ele usou um cinto de couro para isso.

Depois me levou para o banheiro e me obrigou a tomar um belo banho. Pensei que iria me abandonar, que meu casamento estava acabado. Mas não sei porque não fez isso, ao contrário, me jogou na cama e fez amor comigo de uma forma intensa, carinhosa, mostrou-me quem era meu esposo e preciso confessar que vibrei em seus braços, evidentemente não tanto e nem com a intensidade que havia conseguido com meu verdureiro.

HUNSAKER

A SANTA RELATANDO SUA NOVA FORMA DE EXPERIENCIA… (Paciente 3571)

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Meu nome é Jéssica e sou professora. Tenho 37 anos e casei-me aos 22 anos com Mauro, “o bonzinho”. Já eu, de boazinha, não tenho nada. Tenho gênio forte: sou possessiva, voluntariosa, orgulhosa e, dizem, mandona.

Sou uma morena – modéstia à merda! – bonitona e bem carnuda, no estilo “cavala” como pode ser comprovado por quem se interessar em ver as minhas fotos (mais sobre isso abaixo). Se não sou boazinha, sou, ao menos, boazuda… rsrsrs

Meu marido confirma esta minha afirmação: sempre diz que tenho um corpão delicioso e que sou muita coisa para um homem só aproveitar. Diz também que são tantas as delicias que ofereço que ele acha que não é justo somente um homem (ele) poder usufruir do meu corpo.

(fatos que não o deixam mentir: sou vaidosa, cheirosa, macia e lisinha – sim! eu posso e me cuido! me cuido muito e bem: não dispenso sessões de estética; de massagens; e de novidades em tratamentos – gosto de sexo anal – único jeito de conseguir a minha submissão – meu boquete é bem guloso e tenho poucos pelos, naturalmente ralinhos…rsrsrs)

Temos um bom casamento: confortável, estável, solidário e afetuoso. 💑

Estamos casados há 15 anos e faz uns 5 ou 6 anos que ele começou a fazer esse tipo de comentário. No começo parecia ser somente um tipo de elogio em forma de gracejo bobo que eu ouvia envaidecida e orgulhosa. Mas, conforme o tempo foi passando, percebi que o disco nunca mudava…

Hummm…. 🤔

Comecei a me preocupar com este comportamento, quando ele começou a falar essas coisas para outros homens; normalmente colegas de trabalho, vizinhos, recém-conhecidos e até estranhos.

Hummmmmmmmmmmmmmm…. 🤔😒

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Teve uma vez, na praia; estávamos em um quiosque, bebendo umas cervejinhas no fim de tarde, quando dois salva-vidas saradaços surgiram, pedindo para usar o banheiro. Meu marido, que já estava meio alto, não desviava o olhar da dupla e ficou visivelmente incomodado e irrequieto; se remexendo muito, gesticulando e falando alto, procurando chamar a atenção. Tanto fez que um dos rapazes veio em nossa direção e perguntou, para mim, se estava tudo bem.

Eu não sabia o que responder, mas Mauro, ligeiro, respondeu por mim, dizendo que estava tudo bem comigo… apenas ele é que estava com problemas, pois, afirmava, não sabia se conseguiria, sozinho, dar conta do mulherão (eu) que tinha ao seu lado e que talvez precisasse de ajuda…

Os salva-vidas riram amarelo, embaraçados, balançaram a cabeça e foram embora. E eu, fiquei sem saber onde enfiar a cara..😐

Depois dessa situação, comecei a desconfiar de seus elogios. Comecei a achar que talvez fosse verdade mesmo o que ele dizia. Será que ele queria mesmo compartilhar sua mulher?

Além disso, notei que, durante o nosso dia-a-dia, assim do nada, em muitos momentos, ele parava e me olhava fixamente, tentando falar algo, mas ficava mudo, temeroso de minha reação. Eu mandava na lata um “Que foi? Fala! Desembucha, homem!”, mas não adiantava. Ele saia de perto, calado. 😞

Parecia estar em conflito interno; criando coragem para me propor algo cuja ideia ele sabia que não me agradaria por questões morais.

E estava certo. Sempre fui contrária ao adultério, ao casamento aberto ou puladas de cerca. Eu recriminava intimamente as pessoas *CASADAS* que tinham este comportamento e o pensamento de me entregar à um outro homem me causava repulsa e indignação. Não admitia, em hipótese nenhuma, trepar com outro homem e MUITO MENOS que meu marido transasse com outra mulher. Um pensamento antiquado e conservador, eu sei. Já disse: sou possessiva! 👊

E assim a vida seguia..

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Foi seguindo… até o dia, há pouco menos de um ano, que uma amiga me indicou uma consulta contigo, me mandando pelo zap, à todo momento, o relato de alguma história que me parecia igual a minha “ser muito interessante…”

Eram sempre confissões e relatos envolvendo cornos mansos, chifradeiras e comedores.

Claro que entendi o que ele estava fazendo. Mesmo assim, comecei a ler estes textos, meio sem vontade. Não conseguia aceitar e encarar com normalidade estes depoimentos. Acreditava que eram ou mentiras ou fantasias de gente perturbada, com graves problemas psicológicos. 🤥

Para comprovar essa minha tese e ter argumentos para fazer o Mauro desistir dessa obsessão maluca, comecei a pesquisar o assunto. Li aqui e em outros sites, um sem número de relatos e depoimentos. Assisti à vídeos de terapeutas sobre o assunto e vi filmes pornôs com este tema. Entrei em grupos relacionados no face e conversei com mulheres e homens.

Dizem que o ateu é o melhor crente potencial, pois para poder negar o divino com racionalidade é necessário estudar a religião em profundidade e ao entendê-la, sempre há a possibilidade de conversão, muitas vezes fanatizando a pessoa…

Deve ser verdade, já que, aos poucos, essas ideias foram entrando e entranhando em meus pensamentos e acabaram mudando a minha mentalidade. Pois é… igreja, totalitaristas e ditadores estão certos: ler textos “proibidos” pode ser uma atividade muita perigosa, pois tem o poder de transformar as pessoas…. ✊

O fato é que quanto mais me aprofundava, mais compreendia. Acabei gostando e me interessando cada vez mais por esta forma de sexualidade… quando dei por mim, estava viciada nestas confissões. Hoje, sempre dou uma passada aqui na Casa dos Contos para ver as novidades.

Enfim… de tanto ler essas histórias de cornos, de comedores e das chifradeiras eu comecei a me acostumar com a ideia, relativizando as questões morais e, finalmente, mudando completamente a minha opinião inicial. Perdi o pudor e parei de julgar o comportamento alheio. Comecei a me divertir, compartilhando e comentando os casos mais interessantes com meu marido, dizendo o que eu achava de uma determinada história e o que faria se estivesse no lugar da protagonista.Imagem relacionada

E meu marido – cada vez mais assanhado – perdeu o autocontrole; assumiu seus desejos e anda cada vez mais impossível: ele quer, cada vez mais, ver minha buceta arregaçada por outro pau que não seja o dele (palavras dele).

Foi no início deste mês, pela primeira vez, que comecei a pensar com seriedade no assunto e percebi que me excitava muito com a ideia.

Isso aconteceu quando li dois relatos detalhados, aqui. O primeiro foi de um casal swinger (Lídia e Ricardo) e o outro de uma mulher bastante desinibida (SandrinhaJapa). Esta ganhou a minha admiração. Seu relato é muito…hã… como direi? Excitante? Safado? Sensual? Feminino ao extremo? 😈

Sei lá… sei que vale a pena lê-los. É uma pena não conseguir postar os links aqui (pesquise em meus favoritos). Confira vc mesmo e depois diga sua opinião:

Leitura é um prazer para mim. Gosto, portanto, de textos bem escritos e estes dois me chamaram a atenção. Fiquei impressionada com a clareza das palavras de ambos. Me pareceram verídicos.

SandrinhaJapa se mostra em detalhes em seu perfil no site de putaria que ela menciona em seu relato e Lídia e Ricardo, tocam na ferida, pois – é sabido – os anos costumam desgastar os relacionamentos e o sexo perde muito do encanto e do tesão que havia no início. ☹

Quando reli, no mesmo dia, estas duas histórias, senti muito tesão e vontade de fazer algo parecido. Pensei bem no assunto e resolvi conversar à sério com o meu marido. Resumindo: disse que a partir daquele momento eu iria iniciar a realização do desejo dele em ser corno. 🐏

Sem acreditar no que ouvia, ele foi arregalando os olhos e, enquanto conversávamos para estabelecer regras e definir limites, eu notei que ele foi ficando com o pau duro. Aquela conversa também me deixava molhadinha e acabamos trepando ali mesmo, no sofá da sala, em plena quinta-feira…

Pode parecer algo meio bobo – diria até que “inocente” – esse lance de se empolgar com o fato de transar na sala, numa quinta-feira… mas a verdade é que havia muitos anos que seguíamos uma rotina sexual tôsca e sem-graça, onde sexo era feito apenas aos domingos à noite e somente no quarto. Quase sempre dentro de um roteiro já estabelecido: poucas falas e nenhuma criatividade. A ação toda consistia de:

Pegadas rápidas nos seios/pinto-> beijos ralos na boca-> chupadas e lambidas apressadas-> penetração-> gozo-> dormir. 💤

Tempo total: menos de 15min. 😶

Dessa vez tinha sido diferente: foi uma transa lenta, profunda, apaixonada, surpreendente, de-li-ci-o-sa, cheia de sacanagem falada, com idas e vindas de mãos e bocas, troca de posições e muita imaginação! Eu tive um raríssimo orgasmo múltiplo e Mauro conseguiu gozar duas vezes!!!

E, olha, nem tínhamos feito nada demais. Só conversamos. Aquilo, para mim, fortaleceu a minha resolução e me abriu os olhos: nosso relacionamento sexual estava fraco, sonolento e amortecido. Pouco sal e nenhuma pimenta. Parecido com um carro velho. Precisávamos, com urgência, reformar o carro, adicionar aditivos e retificar o motor… rsrsrs 👅

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Como disse, isso foi na quinta. Na sexta, Mauro chegou do trabalho todo carinhoso e atencioso e me levou para jantar. Conversamos muito sobre tudo o que estava acontecendo. Tanto ele como eu fomos francos e sinceros, nos expondo sem restrições e firmemente decididos a nos compreender/aceitar/tolerar nossas idiossincrasias mutuamente. Ao final, havíamos estabelecido uma espécie de pacto de zêlo e cumplicidade e isso nos aproximou mais. Foi um jantar memorável: denso, revelador e bastante agradável. 👏

Na volta, entrando em casa, Mauro me surpreendeu: havia arrumado, antes de sairmos e sem que eu tivesse visto, as almofadas e edredons no chão da sala, sobre o tapete, formando uma espécie de tatame macio. Olhei para seu rosto, curiosa, e ele, sem falar nada, me agarrou com delicadeza e beijou meus ombros, meu colo, meu pescoço… quando chegou em minha boca, apaixonado, soltou o fecho de meu vestido, que caiu aos meus pés. Fiquei só de calcinha, que logo foi tirada também. Eu estava descalça e totalmente nua.

Ele me deitou, de bruços, neste tatame improvisado, apagou a luz, acendeu algumas velas e colocou uma música suave.

Eu aguardava, de olhos fechados, na expectativa do que iria acontecer, quando sinto a ponta de seus dedos deslizando, bem de leve, pela minha coluna, para cima e para baixo, desenhando “Ss” e “8s” imaginários. Foi como se eu tivesse levado um pequeno choque que me arrepiou o corpo todo.

Logo depois sinto algo escorrendo pelas minhas costas. Ele havia tirado, não sei de onde, um óleo aromático. Derramou um pouco e iniciou uma massagem firme. Era uma sensação muito erótica e sensual. Ele acariciava e massageava, ao mesmo tempo, minha bunda e minhas costas. Subia até o pescoço e depois descia, lentamente, até a batata das pernas. Uma hora, cuidou somente da minha bunda e ficou um bom tempo alisando o meu reguinho, sem relar em meu cuzinho, que começava a piscar… Depois ele me virou e se concentrou em meus seios, minhas axilas, minha barriga, meus pés, minhas coxas e quando achei que ele iria se dedicar à minha bucetinha que também implorava por carinho ele me coloca novamente de bruços e eu sinto todo o seu peso. Ele havia tirado suas roupas e estava nu também. E deslizava seu corpo todo lambuzado pelo meu corpo. Foi um carinho delicioso que poderia durar para sempre.

Poderia mas não durou. Minutos depois sinto seu pau, duríssimo, encaixando no rego da minha bunda, com a cabeça apontando para a portinha do meu cuzinho. Ele deu uma cutucadinha e eu me ajeitei para encaixar melhor. Meu cuzinho voltou a piscar e como a cabecinha do pau estava colada nele, era como seu estivesse dando beijinhos-de-cu nele. Estávamos lambuzados de óleo e eu sabia que se ele tentasse comer o meu cu, seria uma penetração fácil e prazerosa, pois estava tudo lisinho. Fazia um bom tempo que eu não dava o cu e eu gostei da ideia. Na verdade eu queria engoli-lo. Queria senti-lo dentro de mim. Dentro do meu cu. Inteiro. Completo. Agora. Empinei a bunda, relaxei, me abri e pedi: “Bota tudo!”Imagem relacionada

E ele pôs. Forçou um pouco e metade da cabeça entrou. Gemi arrepiada. Ele forçou novamente e a cabeça entrou por completo. Fiquei parada, imóvel, esperando o resto. Ele foi metendo bem devagarinho e fui sentindo aquele pau tão conhecido me preenchendo com suavidade e vigor. Sentia, milímetro por milímetro, a penetração, forçando com maciez, até o momento que seu saco encostou na entrada da minha buceta que não parava de molhar-se. Joguei a bunda para trás, para confirmar. Estava tudo dentro. Dentro de mim. Dentro do meu cu. Não ficou nem um tiquinho de pau pra fora. Sorri com orgulho. Eu era novamente uma MULHER safada, tesuda e gulosa.

Passado esse devaneio, senti sua mão me masturbando, acariciando meu grelinho. Estava bom, mas tirei-a. Queria tentar gozar somente pelo cuzinho.

Sexo anal é muito poderoso, quando bem feito. Pedi para ele ficar paradinho para que eu pudesse saborear as sensações todas. Estava delicioso. A submissão da minha posição de quatro, a sensação gostosa de estar preenchida… a dorzinha que sumia aos poucos e dava lugar à um prazer crescente e muito forte. As sacanagens que ele sussurrava ao meu ouvido… tudo isso me deixava louca de tesão: eu sentia uma necessidade incontrolável de gozar! PRECISAVA gozar!!!

Decidi tomar no cu com vontade: rebolava e jogava com força a minha bunda para frente e para trás e ele entendeu que era hora de se mexer também. Começamos um vai-vém lento que foi aumentando de velocidade aos poucos. Cada vez mais rápido, intenso e profundo. Eu comecei a alucinar e a gritar de tesão. Gritar mesmo! Era algo animal, descontrolado. Foi quando veio, para mim, sem aviso, um orgasmo repentino e muito, muito intenso. Muito forte. Muito prazeroso.

Extenuada, relaxei o corpo e caí para frente, sem fôlego, morta. Mauro não havia gozado e continuou dentro e em cima de mim, esperando que eu me recompusesse para podermos continuar. Estava bom, mas continuei parada, sem forças, sem conseguir me mexer. Aos poucos o pau de Mauro foi encolhendo por causa da falta de atividade e acabou escapando. Me senti mal por ele e busquei recobrar minhas forças. Quando elas vieram, levantei-me e o arrastei ao banheiro.

Tomamos banho juntos – outra coisa que não fazíamos há muitos anos – e eu, completamente refeita, aproveitei a oportunidade para tentar algo novo. Ajoelhei-me e chupei seu pau no chuveiro, que estava meio-bomba, facinho de engolir. Botei ele inteiro na boca e antes que endurecesse aos poucos, por completo, resolvi testar minha intenção: apliquei-lhe, de surpresa, um fio-terra. Foi só meter meio dedinho que o pau dele instantaneamente explodiu em minha boca, sem aviso, tocando imediatamente a minha garganta e chegando a me causar ânsia…

Hummmmm… 🤔 — O safadinho nunca havia me dito que gostava de carinho no cu…

Chupei mais um pouco, agora com todo o dedo atolado em seu rabo. Ele gemia muito e o pau dele não parava de babar. Parei antes que ele gozasse. Não era hora ainda. Saímos e fomos para a cama. Nos abraçamos e fui por cima, metendo seu pinto em minha buceta que reclamava atenção, fazia tempo. Fiquei assim, subindo e descendo poucos minutos, porque Mauro me rolou e veio por cima, no clássico papai-e-mamãe. Foi novamente diferente e muito intenso. Eu sentia paixão por Mauro e também sentia a paixão dele por mim, como nos tempos de namoro. Dessa vez foi uma foda no estilo “amorzinho”: suave, com muito dengo e carinho, juras de amor, palavras carinhosas e muito, muito beijo na boca. Gozamos juntos no papai-e-mamãe. Mauro desabou para o lado e eu me aninhei em seus braços e dormi feliz. 😍

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No dia seguinte, sábado, começamos os preparativos para essa etapa de nossa vida sexual: arrumamos a decoração do quarto e da sala, caprichei no penteado, fiz uma maquiagem suave e selecionei as melhores lingeries que tenho. Iniciamos uma sessão fotográfica caseira, onde tiramos várias fotos (pena que não haja maneira de postar aqui). Começamos no quarto e depois fomos para a sala. Ríamos o tempo todo e eu ia fazendo caras, bocas e poses, pondo e tirando as roupas e deixando ele fotografar à vontade a minha bunda, meus peitos e minha bucetinha. Enquanto ele fotografava, imaginávamos em voz alta, qual a reação que a foto, com aquela cara/boca/pose, iria causar em quem a visse.

Isso despertou, em mim, um sentimento exibicionista muito gostoso. Mauro me incentivava a posar, afirmando o quanto eu era linda, bonita e gostosa e eu estava me divertindo; me entregando e me sentindo bem putinha… admirada, reparei que aquilo tudo me agradava bastante e que também me excitava. Acho que o maior tesão que sentimos é quando somos desejadas por alguém. E sentir o Mauro me desejando e, com a ajuda dele, imaginar um bando de outros homens me desejando também, me atiçava e me assanhava mais e mais, fazendo com que eu me exibisse sem pudor, alimentando todo um ciclo de exibição-desejo-tesão-exibição… 🔄

Lá pelas tantas, estávamos com tanto tesão que ele disse que precisava parar a sessão de fotos, pois seu pau estava estourando… e quis me chupar. Nem deu tempo para eu esboçar alguma reação. Ele aproveitou que eu estava deitada, posando, de pernas abertas, e caiu de boca na minha buceta. Bastou ele tocar a língua no meu grelinho que eu já comecei a gemer alto e encharcar o rosto dele…

Ele, sentindo o meu enorme tesão, lambuzou dois dedos no melzinho que jorrava da minha bucetinha e começou a enfiar eles no meu cuzinho (adorei!) ao mesmo tempo em que me lambia e chupava com gosto. Gozei em instantes, feito louca, gemendo alto, com muita intensidade por loooongos segundos. Mesmo não tendo sido um orgasmo múltiplo, eu acho que gozei mais gostoso até que a gozada de quinta-feira. Certamente toda essa movimentação sexual recente estava alterando minha taxa hormonal, despertando minha libido e me deixando muito receptiva ao sexo. Minha cabeça mudou e meu corpo reagiu. Obrigada, mãe-natureza! 🙆

Na minha vez, sentei-o no sofá, ajoelhei-me aos seus pés e fiz nele um poderoso boquete: forte, com muita pressão e bem babadinho. Ele pegou a câmera novamente e fotografou tudo, pedindo para que eu o olhasse nos olhos, sem tirar o pau dele da boca. Fiz o que ele pediu, caprichando na cara de safada.

Quando senti sua pica latejar em minha boca, segurei-a com força, com as duas mãos, punhetando devagar e aumentei a pressão dos meus lábios e da sucção. Ao mesmo tempo, com a pontinha da língua, comecei a penetrar o buraquinho do pau. Percebi claramente a cabeça inchando e prendi minha respiração. Veio uma esporrada violenta! Quando ele gozou, quase não dei conta… jatos fortes intermináveis. Parecia sair litros de porra. Eu quase sufoquei. Mas segurei o engasgo e não deixei cair nenhuma gotinha: engoli tudinho! Mauro berrava e tremia todo o corpo.

Após o último tremelique pós-orgasmo de Mauro, ele tirou o pau de minha boca e veio me beijar, dizendo que queria sentir o gosto da sua porra em minha boca. Foi a primeira vez que ele fez isso e eu adorei me sentir aceita e safadinha. Nos beijamos com força, com ele chupando muito a minha língua… o danadinho queria mesmo porra! Se soubesse antes, não teria engolido tudo: guardaria um pouquinho pra ele… 😉

Depois deitamos de lado, agarradinhos, e relaxamos numa sonequinha bem suave. Quando a leseira passou, escolhemos as melhores fotos, fizemos nosso cadastro no mesmo site indicado pelo casal Lídia e Ricardo e pela SandrinhaJapa e criamos nosso perfil.

Eu estava louquinha para saber a opinião dos outros e ler os comentários safados que tinha certeza que fariam.

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E, claro, antes de dormir, à noite, fodemos de novo, falando ao ouvido um do outro, que sacanagens iríamos fazer, quando escolhêssemos outro homem para me foder com gosto. Meu maridinho, futuro corninho, estava agradecido pela minha nova atitude e muito animado: já falava abertamente o que queria fazer, o que queria que eu fizesse e o que o macho escolhido deveria fazer comigo. Parecia um diretor de filmes pornô… rsrsrs 🤣

E eu, que havia largado mão, de vez, dos meus receios e bloqueios morais, estava curtindo muito tudo aquilo, deixando a minha imaginação se transformar em fantasias e estas em desejos. Quando dei por mim, notei que QUERIA MUITO ser fodida por vários outros machos, bem na frente do meu corninho. Queria me sentir a mesma devassa-putinha-sem-vergonha que a SandrinhaJapa provavelmente deve se sentir, tendo ao lado o cuidado, a aprovação, o incentivo e o apoio do marido. 💞

Ficamos uma semana passeando pelo site, visitando perfis e participando de vários grupos, esquecidos do facebook e até daqui da Casa dos Contos. Fizemos contato com muitos casais que haviam passado por processo semelhante e que nos deram dicas e indicações valiosas. Há até uma espécie de ranqueamento informal dos melhores machos – aqueles que não furam, não mentem e que cumprem o combinado e também uma lista negra formada pelos moleques e caras-sem-noção. Muito bom. 

Quando escolhemos o nosso primeiro comedor, trocamos alguns recados pelo sistema de mensagens internas do site, confirmamos com outros casais se o sujeito era gente boa e só aí telefonamos. Hoje estamos os três em contato constante, via zap. Meu primeiro “outro homem” é um negro café-com-leite-escuro, com 1,80m-83k, 20cm de rola, simpático e bonito.

A nossa estreia será neste final de semana, em um motel 5 estrelas. Planejamos um jantar romântico a dois (eu e Mauro), com uma esticada à um barzinho, onde JP (nosso comedor) deve nos encontrar. De lá seguimos para o motel. Meu futuro corninho afirmou que irá fotografar e filmar tudo.

Estamos ansiosos e torcendo para que dê tudo certo. Segunda-feira eu volto aqui e conto como foi.

HUNSAKER

A SANA RELATANDO UMA SAUDADE… (Paciente 1592)

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Por problemas de saúde nós ficamos sem nos ver por quase 1 mês, pode não parecer muito mais estamos acostumados a transar ao menos 4 vezes por semana, eu já estava subindo pelas paredes, no domingo ele já estava melhor e resolveu aparecer aqui em casa, eu bem esperta tomei um banho deixei minha xaninha raspadinha do jeitinho que ele gosta, passei um creme no corpo me produzi toda, fui até o armário procurar um vestidinho azul que ele ama, mas não achei, então coloquei uma blusinha preta e um shortinho jeas, nem percebi mas a blusa deixou meus seios (que são bem grandes e apetitosos) bem a mostra, ele chegou brincou com o nosso filho e rapidamente veio com uma brincadeirinha de que estava com sono, deitou no meu colo em cima dos meus seios e me olhou com carinha de safado, não demorou muito tempo dei um dinheiro a minha irmã e pedi pra ela levar meu filho até o mercado pra tomar um sorvete, assim que eles saíram fomos para o quarto.

Resultado de imagem para buceta molhadaEu sou uma loirinha de 1,60 seios grandes, coxas grossas e bunda apetitosa, sei como satisfazer meu namorado, quase sempre eu começo a exitá-lo fazendo aquela chupeta gostosa, mais dessa vez ele que iniciou a safadeza, deitamos na cama e ele com cara de safado guloso me disse: “Me dá de mamar gatinha”, eu ri, exitei um pouco mais logo botei os melões pra fora e ele começou a mamá-los deliciosamente, eu gemia baixinho de tesão e tentando provocá-lo pedia pra morder o biquinho, pra enfiar tudo na boca, depois que ele mamou bastante, eu perguntei:” matou a fome bebezinho?”,ele me olhou e disse: “ainda não mamãe”,começou a alisar minha barriga e desabotoou meu short , desceu a mão por dentro da minha calcinha e se deparou com minha xana raspadinha ele começou a bobinar meu grelhinho, eu me contorcia de tesão, ele começou a passear os 5 dedos pela fenda enquanto eu gemia de tesão, adoro quando ele mete os dedos em mim,amo levar dedadas,pedi no pé do seu ouvidinho:”Mete o dedinho mete que eu gosto”,ele Socava os dedos dois,depois 4 depois tentava enfiar os 5,eu já estava louca por pica,e ele queria me deixar mais louca,perguntei pra ele louca pra ouvir a resposta: “Já decidiu o que vc quer comer amor?”….Ele sorrindo com cara de quem queria me estuprar: “Já quero comer a sua bocetinha ensopada”,eu fiquei louca de tesão tirei a calça dele e virei,porque sei que ele adora me comer de lado,ele meteu sem cerimônia,o pau dele deslizou rapidinho pro fundo da minha caverna quente,ele metia devagarzinho,acelerava e quando eu começava a gemer ele parava e bolinava meu grelo,eu olhava pra ele e repetia “Vc ta me deixando louca.”,ele mexia o dedo mais rápido,eu implorava pra ele meter a rola em mim,ele só olhava e dizia “então enlouquece então”…não aguentei fiz cara de putona olhei pra ele e disse:”Soca fundo e forte essa torra e goza bem gostoso!!!”,nessa hora o tesão subiu a cabeça dele e ele estocava como se fosse um cavalo comendo uma égua no cio,ele gemia como um animal,e cada vez mais rápido e mais rápido metia a rola em mim,eu alucinada gozava inconscientemente e desejava que aquele animal que possuía meu namorado nunca parasse de me foder,comecei a exitá-lo,ordenando:”Goza,Goza safado,me enche de porra vaaaaaaaaaai,gozaaaaaaaaaaaa,mete,mete Hum,ai goza amor goza!”,em um gemido de fúria ele me encheu de porra quente,nossa eu sentia aquele quentinho gostoso,me invadir por completo,desfalecemos na cama,ensopando o lençol de esperma,nos recompomos e fomos assistir tv,apesar de ser muito bom de cama é raro treparmos 2 vezes seguidas no mesmo dia,mas nesse domingo a coisa mudou.

Imagem relacionadaCerca das 8 da noite nosso filho dormiu,fomos para meu quarto e trancamos a porta,ele ligou o celular pra tocar umas músicas e ficamos ali deitados,sempre provoco ele na intenção de conseguir exitá-lo,comecei beijando seu pescoço tirei sua blusa e fiquei acariciando suas costas lambendo seus mamilos,desci e apertei seu pau para constatar que ele já estava pronto pra outro foda gostoso,ele começou a me alisar e ordenou:” Tira essa calça” arranquei a calça e a calcinha deixando minha perseguida a mostra,ele estava cansado mais eu queria ser chupada,levei minha boceta até seu rosto e quase sentando na cara dele fiz ele me lamber e me chupar,as vezes o tesão me descontrolava e eu quase o sufocava com a boceta,ele começou a me empurrar para baixo e me fez sentar no seu cacete grosso,sentei,o problema é que não consigo cavalgar por muito tempo,logo estava esgotada,numa tentativa de acertar uma posição boa para os dois ele ficou deitado de lado,e eu no meio das pernas dele fui penetrada,ele segurava na perna de fora e me puxava fudendo minha boceta eu gemia descontroladamente,nem lembrava que poderia acordar meus pais e meu filho acabando com a nossa farra,ele metia,metia e eu gemia no ouvido dele falando e provocando….”Hum,Hum,ai me fode toda,ai,hum,hum,hum…que pau gostoso,ai mete fundo amor tira pra fora e soca sem dó,ai,ai…amor arromba meu cúzinho hoje,vai quero dar o cu…hum,hum,hum” disse isso no êxtase do instante nem sei porque,ele me olhou diminuiu as estocadas e disse:” Pede pra eu comer seu cu pede danada”,eu olhava ele enquanto recebia pica na boceta e dizia:” Hum comeu meu cu! Come meu cu,me fode de quatro por trás!’ ele não atendeu meu pedido,parou de meter na minha bocetinha e me colocou num frango assado,agachou e…lambei meu cúzinho,babou bastante nele e começou a introduzir um dedo,depois dois quando vi já levava 4 dedos no cu,quando ele viu que estava bem arrombadinho cuspiu na cabeçorra e posicionou no meu cu,ele meteu a cabeça e aquela dor apareceu,mais depois que a cabeça passa o resto é só tesão,meteu gostoso,parecia novamente possuído por um animal,o cavalo e sua égua,ele gemia,urrava,e eu nem forças tinha mais,ele anunciou o gozo e ensopou meu rabo de porra…nossaaaaaaaa,que tesão,ele deitou exausto e eu também…ele me olhou e disse “Gatinha assim você me mata”….

Não se ele morrer morro junto porque não existe ninguém que trepe tão gostoso como ele….

HUNSAKER.