AS "SANTAS"

São mulheres vivendo os seus sonhos. Muitas acreditam em fadas, gnomos, príncipes, princesas e amores de outro mundo. Não. Elas não são loucas, nem doidas e nem pirada. Elas simplesmente desejam viver com prazer.

NÃO SEI COMO FALAR…

NÃO SEI COMO FALAR…

Tenho tentado lhe encontrar a muito tempo.

Existe muitas Mayumi.

Optei por publicar sua história e suas fotos.

Quem sabe dessa forma consigo lhe encontrar…

Se chama Mayumi, sansei, tinha 32 anos, morava em Santana – Zona Norte de SP. Era casada há oito anos com Takashi, também sansei, que lhe deu dois filhos lindos. Apesar da idade eu a acho gostosa (coxas grossas e seios pequenos mas durinhos). Deve ser a genética, porque não “malharva”, fazia apenas um pouco de esteira quando podia. Sua vida mudou completamente quando, ao chegar em casa após o trabalho, seu marido estava lhe esperando com uma “bomba” – Amor, fui demitido. Estava arrasado! Isso mesmo, assim como milhões de brasileiros, Takashi havia perdido o emprego. Pensei comigo “fodeu”! Havíamos feito a viagem dos seus sonhos para o Japão e tinham prestação da moto e do carro para pagar, escola dos meninos e zero de economias, não sabiam como faríamos para pagar nossas dividas. Sabia que só com o salário que ganhava não teríamos recursos para manter o padrão de vida que levávam. A salvação estava na tão prometida promoção para um cargo de gerência administrativa, com o dobro do seu salário e mais as comissões! Dois meses se passaram Takashi não arrumava emprego e para piorar, entrou em depressão começou a beber todas as noites. O Sexo que já era raro agora então! Na sua casa nem dinheiro e nem foda! Foi quando resolveu marcar uma conversa com Doutor Geraldo, o dono da clinica, para tentar acelerar sua promoção, pedir que ele desse o cargo que estava vago a certo tempo. -Doutor Geraldo preciso conversar em particular com o senhor. -Já te chamo Mayumi. Neste dia, apesar de ser conservadora, resolvi usar todas as suas armas inclusive seu corpão – Seios, bunda e nas coxas que sabia que eu “apreciava”, pois, eu sempre dava “secadas e encaradas” e fazia elogios lhe chamando de “Carol Nakamura”. Foi trabalhar com um vestido preto que deixava bem marcada sua pequena calcinha e sua bunda, sem contar o decote generoso e sem sutiã, que as vezes pela temperatura do ar condicionado deixavam os biquinhos dos seus seios durinhos. Quando entrou na sala, eu estava ao telefone. Aproveitou debrucou na janela deixando o que tinha de melhor – sua bunda empinadinha para eu apreciar. Meus olhares lhe devoravam, fazendo com que ela parecesse estar completamente nua em sua frente. – Senta Mayumi. O que aconteceu para você? – Doutor Geraldo durante todos esses anos que trabalho aqui sempre fui uma funcionária “que vesti a camisa da clinica”. Sei que o cargo de gerência esta vago e sei que tenho competência para assumir essa função. – Mayumi, esse assunto é longo, precisamos conversar com calma. O melhor é deixarmos para após o expediente quando estaremos tranquilos… – Claro doutor Geraldo volto às 19 h. ok? Eu lhe acompanhei até a porta da sala e percebi um volume na parte da frente da minha calça. Estava de pau duro!  Como combinado voltou à minha sala no horário marcado. Eu abriu a porta, lhe segui com os olhos ate ela sentar e tranquei a porta! – Vamos sentar ali no sofá, ficaremos mais à vontade para conversarmos! – Claro. (ela já tinha entendido as minhas intenções!) – Mayumi, acho que você tem todas as qualidades para o cargo e tem também outros atributos que eu admiro… – Obrigada. Fico lisonjeada e nem sei o que falar. Eu fui chegando perto, coloquei a mão nas suas pernas e tentei lhe beijar. – Doutor Geraldo, por favor, não… Sou casada e nunca tive relações fora do casamento, nunca trai meu marido. – Mayumi também não sou casado, mas sempre tive muito tesão por você! Desde o momento em que você entrou aqui na clinica… – Eu também te acho muito atraente (achava de verdade)… Mas isso vai nos causar problemas, mais ainda dos que já tenho! Resolveu abrir o jogo e contar o que se passava na sua casa. Na situação delicada que estávam passando a demissão e depressão do meu marido. – Poxa, que chato! Sinto muito… Mas agora que assumirá a gerência, além de ganhar mais, ficaremos mais próximos . Ficou feliz e emocionada com a resposta positiva! Eu lhe abracei e lhe beijei… Não resistiu a minha boca! Coloquei minhas mãos em minhas coxas… Fui subindo com minhas mãos abaixei a alça do seu vestido e comecei a chupar o bico do seu peitinho! Você é mais gostosa do que eu imaginava. Tinha a vontade de conhecer intimamente uma japonesinha! E pare de me chamar de doutor! Levantei seu vestido e acariciei e enfiei os dedos na sua buceta que já estava muito melada (ela não via um sexo já fazia um bom tempo). Ela desabotoou a minha calça e enfiei a rola grande e dura em minha boca ! Estava com muito tesão. Abriu bem suas pernas e sentia meus dedos tocando seu grilo e lhe penetrando com força. A peguei no colo e a coloquei em cima da minha mesa de trabalho. Tirei sua calcinha e chupei sua buceta. Por um momento falou no seu marido que me esperava em casa, enquanto ela estava ali dando pro seu chefe, sendo chupada e dando sua xoxota para garantir sua promoção. Eu fodo gostoso sei tocar no ponto certo, fazendo com que ela amolecesse, fugindo da razão para dar lugar ao tesão. Lhe puxei para a ponta da mesa, coloquei a cabeça do pau na sua bucetinha (ela dizia que o meu pau era muito maior que o do meu marido, muito mais grosso!) disse que não aguentaria levar minha vara toda. – Que pau grande! Coloqui devagar porque “ela” disse nunca sentiu uma rola desse tamanho! Você sabe que sou casada com um japonês rsrs Eu “quase” obedeci. Coloquei a cabeça devagar e empurrei a rola com força para dentro. Sentiu uma dorzinha, mas depois fui relaxando e se deliciando com minha pica entrando e saindo, rasgando e esfolando sua bucetinha. – Gostosa, sinta no meu pau japonesinha… Você será minha amante, minha “Carol Nakamura” e vamos nos divertir muito! Isso lhe deixava louca, nunca tinha acontecido antes, não aguentou e gozou. Neste momento seu telefone tocou. Sabia que era seu marido preocupado e ansioso querendo noticias sobre a promoção. Mal sabia ele! – Quer atender? – Não, melhor não… Eu a coloquei de quatro abri minha bundinha e com a língua ia molhando e lubrificando a entrada do seu cuzinho. Ela sabia o que eu queria e deixou: comi seu rabinho seminovo (seu marido pouco usou). Fui enfiando o pau enriquessido. Sentiu dor e prazer ao mesmo tempo. Quando entrou tudo eu passei a massagear a sua bucetinha num movimento de vai e vem. Gozou pelo cu, nunca tinha acontecido isso! Eu também explodi num gozo fantástico. Nunca vi tanta porra junta!! Estava mole, desfalecida. Já era tarde e ela queria ir embora contar as novidades (não todas claro) para o maridão!

IGOR HUNSAKER

hunsaker

Sou o que sou. Sou incoerente por vezes, sou sonhador sempre, temo o desconhecido sem contudo deixar de arriscar, tenho planos e projetos, construí e ví cair em minha frente castelos. Como um anjo voei aos céus mas longínquos, e como um cometa caí. A queda me machucou, contudo me fez mais forte. Sou falho e impreciso. Simplesmente indefinível, enfim sou apenas um IGOR mas, o IGOR HUNSAKER.