Mês: dezembro 2018

A energia da Satisfação Pessoal !

Minhas Santas, não se preocupem,  vocês não estão sentindo o mundo girar ou tremer aos seus pés…

Ou será que estão? Bem,  sabemos que o mundo não para de girar um só minuto e tantas vezes nos perguntamos se estamos vivendo de verdade ou apenas nos deixando levar…

E o que é viver? Viver é um fenômeno que acontece desde que o mundo foi criado por Deus, mas isso ocorre com todos voluntariamente e involuntariamente. Já a vontade de viver, depende de cada pessoa. Por isso, torne a sua existência vibrante, pura e colorida!

Ter a sede de viver, como se o amanhã não existisse, é uma das melhores coisas que se pode fazer. 

Ter a percepção dos momentos mais simples, porém os mais importantes da existência do ser humano como um sorriso, um olhar, umabraço ou até mesmo o silêncio dado a uma pessoa que precisa de apoio. 

Querer viver mesmo que tudo está dando errado, quando há um adoecimento grave e, o mais difícil, lutar pela vida quando a morte quer levar.

Tudo isso é ter vontade de viver é saber que estar vivo é um dos sinônimos de felicidade. 

Assim como as folhas morrem e caem no outono, para adubar o solo e torná-lo fértil na primavera, nós também temos um objetivo, um fundamento para prosseguir… A vida pulsa em todos os lugares…

Também tem o outro lado da vida onde me inspiro, neste momento, no texto que já publiquei inúmeras vezes, fazendo as dele, as minhas palavras:

Há momentos na vida em que sentimos tanto a falta de alguém que o que mais queremos é tirar esta pessoa de nossos sonho se abraçá-la. Sonhe com aquilo que você quiser. Seja o que você quer ser, porque você possui apenas uma vida e nela só se tem uma chance de fazer aquilo que se quer. Tenha felicidade bastante para fazê-la doce. Dificuldades para fazê-la forte. Tristeza para fazê-la humana. E esperança suficiente para fazê-la feliz. As pessoas mais felizes não têm as melhores coisas. Elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos. A felicidade aparece para aqueles que choram. Para aqueles que se machucam. Para aqueles que buscam e tentam sempre. E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas. O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido. Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erro se as decepções do passado. A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar duram uma eternidade. A vida não é de se brincar, porque um belo dia se morre.”

Então queridas, conjuguem sues verbos na primeira pessoa do singular… Cada uma sabe das dores e das delícias de se estarvivo, não é mesmo? Por isso, torne a sua existência repleta de cores vivas einebriantes!!

Hoje nosso ano termina com uma reflexão de vida, afinal cada um sabe o que mais lhe aflige… Portanto, sempre é tempo de mudar! 

“Mude… Mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.”

E para fechar com chave de ouro, o clipe original incrível da minha banda favorita que juntamente com Beyoncé, arrasa em um lugar repleto de magia! 

Para quem não é familiarizado com o inglês, assista agora a tradução da canção para você sentir toda a beleza da letra!

Até a próxima semana!!

JÁ ESTAMOS NA “PORTA” DE 2019…

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Na porta de 2019…

Tenho pensado muito nos meus sonhos nos últimos tempos, naquilo que desejo bem secretamente e fico imaginando se algum dia daria certo se eu realmente me arriscasse sair da zona de conforto.

Desde muito no o eu aceitei que felicidade era estar dentro das regras do jogo chamado vida. Você vai estudar, aprender a ter uma carreira, trabalhar por um período aproximado de três décadas – com sorte dentro de uma mesma empresa, casar, ter filhos, envelhecer, aproveitar um pouco da aposentadoria e por fim ao morrer terá completado todas as etapas com êxito.

Só que eu não contava que no meio do caminho essas regras não se aplicariam mais a quem eu sou. Não que eu seja uma pessoa infeliz, longe disso. Saber que tenho construído uma base forte de tranquilidade e segurança me faz sentir bem, mas não realizada.

Não é por acaso que histórias de pessoas que vivem suas superações e conseguem realizar os seus sonhos me fascinam. Me encantam ainda mais aqueles que eram assim como você e eu: médicos, donas de casas, vendedoras, professores, funcionários públicos. Pessoas que viviam bem dentro das regras do jogo, estavam felizes até descobrirem que é muito mais divertido viver além dos rótulos: nome, trabalho e estado civil.

Não julgo quem se enquadra no feijão com o arroz da vida, eu mesma nunca me incomodei em saber que vivia no morno. Mas tenho tido dias que quero o frio e em outros não aceito menos que um calor escaldante. O feijão com o arroz não me satisfaz mais, ando com fome.Fome de experiências, de aventuras, de novidades. Ando com fome de viver.

Minhas ambições não estão cabendo mais escondidas em caixas nos armários, acho que está na hora de tirar a poeira dos sonhos antigos, mandar a razão dormir e deixar meu coração me guiar, ele vai saber onde me levar. E te aconselho afazer o mesmo.

E para fazermos isso vai ser preciso ter coragem. Coragem não para correr atrás de uma vida feliz, mas de uma vida intensa, cheia de desapegos e preços a serem pagos. Para alcançar os sonhos é preciso ter sorte, mas mais do que isso é preciso ter peito, se atrever, ter audácia. É preciso saber se arriscar, cair e levantar. É saber expandir a zona de conforto até ela ficar do tamanho dos seus sonhos.

É preciso ter coragem para sair de um emprego que te atormenta sem ter outro em vista, deixar aquela relação que não te acrescenta em nada e você já sabe que não vai dar certo. Está na hora de ter coragem para sair da casa dos seus pais, para mudar de cidade, estado ou até quem sabe de país.

Então tenha coragem para aceitar um convite para fazer algo que nunca fez, mude o seu número da sorte, entre em um novo projeto com nenhuma garantia de que vá dar certo, mas que pode significar a mudança que você tanto queria para sua vida. Comece do zero quantas vezes for preciso, faça declarações de amor, deixe amizades de conveniência, mude seu prato favorito, suba no palco, compre passagens para lugares que nunca pensou em conhecer, corte e pinte o cabelo deforma radical, se reinvente e principalmente se liberte das regras do jogo.

BOA SORTE…

NÃO PARO DE ME MASTURBAR…

PACIENTE 201218-7

Comecei aos quatorze anos agora não consigo parar…

Meu nome é Carla (Nome fictício) tenho 20 anos, sou branquinha, tenho 1.60 de altura, sou gordinha. Vou relatar aqui minha primeira masturbação, eu costumava ficar na net vendo vídeos pornôs, ou no meu MSN vendo Homens batendo punheta, era quase todos os dias as mesmas coisas, e depois eu comecei ver vídeos de Mulheres se tocando e queria fazer o mesmo que elas, ai eu comecei se tocar e gozei pela primeira vez, e agora não paro de me masturbar, todo dia eu me toco de 2 a 7 vezes e sempre gozo gostoso.

Ao longo de muito tempo temas referentes à sexualidade das mulheres, como a masturbação feminina, foram considerados tabus pela sociedade.Com as conquistas feministas alcançadas por meio de luta e movimentação de diversas organizações que defendem os direitos da mulher, esse tipo de assunto tornou-se muito mais comum e aceito – tanto na literatura quanto em debates acadêmicos ou mesmo entre grupos de amigas.

A grande maioria das pessoas tem na masturbação algo saudável e totalmente recomendável. Geralmente é praticada com uma frequência normal, e não afeta a vida diária, sendo realizada com uma atividade prazerosa que serve para descarregar tensões. Nem todas as pessoas se encaixam nesse quadro, no entanto. Em alguns casos a masturbação pode chegar a tomar o controle da vida da pessoa, transformando-se em uma obsessão. Passam o dia e as horas desejando o momento de ficarem sozinhos. Mudam planos e rotinas afim de poder ter um momento de intimidade, e isso traz problemas.

Às vezes as dificuldades chegam por conta da frequência.Aumenta a quantidade de estimulação diária, podendo chegar a momentos em que o corpo se machuca e a masturbação causa dor. Em outros casos os problemas ocorrem por mudanças na rotina e alterações na vida diária. Por exemplo, a pessoa pode deixar de fazer atividade ou se ausentar muitas vezes no trabalho devido à necessidade de se masturbar.

A masturbação é um meio de descarregar tensões e obter prazer.Algumas pessoas a usam como forma de enfrentamento para reduzir a ansiedade e o estresse que sofrem em suas vidas. Por esse meio obtêm prazer e alcançam a desconexão que muitas vezes não são conseguidas por outros meios no dia a dia.

Os episódios de masturbação compulsiva costumam se acentuarem épocas difíceis, por exemplo, em crises pessoais, durante problemas conjugais, nascimento de filhos ou sobrecargas no trabalho. Essa dificuldade infelizmente agrava ainda mais os problemas que temos, fazendo com que entremos em um labirinto de onde se torna bastante difícil sair.

Hoje em dia falar desse tema segue sendo um tabu em determinados meios. Os problemas de masturbação compulsiva costumam existir em silêncio, e seja lá quem os sofre pode se sentir envergonhado e sozinho por não poder compartilhar sua experiência com outras pessoas.

Muitas vezes, com o fim de aliviar o mal-estar, algumas pessoas recorrem a remédios caseiros, conselhos de amigos ou práticas que não surtem nenhum efeito e podem até mesmo chegar a ser prejudiciais. Tentar frear o impulso e se dar conta de que ele não diminui pode gerar mais ansiedade e agravar o problema.

A masturbação é um hábito saudável e aconselhável, mas em algumas pessoas e perante algumas dificuldades da vida pode se converter em um problema diante do qual devemos pedir ajuda. Se os pensamentos sobre a masturbação te invadem constantemente, se a frequência te causa problemas físicos ou se sua vida é afetada e piorada por isso, é o momento de romper o silêncio e procurar um profissional qualificado em busca de ajuda.

A VIDA MUDA SEMPRE, PARA MELHOR OU PARA PIOR…

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De Advogada e Assessora Política para Meretriz…

De 2006 para cá, a americana Sammie Spades passou de uma promissora advogada para se tornar uma estrela do mundo pornô. Em 2006, Spades foi aceita como uma das estagiárias da então senadora Hillary Cliton, em seu escritório em Buffalo,nos Estados Unidos, quando frequentava uma escola técnica. O estágio foi pedido pela própria Spades durante um encontro com Hillary em um jantar em NovaYork.

No entanto, segundo o site ” TMZ”, Spades deixou a vida politica de lado para entrar no mundo do pornô devido a dificuldades financeiras. Spades disse ao “TMZ” que seu grande sonho era se tornar uma advogada e trabalhar no governo, mas depois que concluiu o estágio, a “necessidade financeira” ao brigou a abandonar o sonho.

“Não acho que Hillary ficaria muito feliz”, disse Spade ao ser questionada sobre o que a atual secretária de Estado americana pensaria da sua nova profissão. “Mas eu respeito muito a senhora Clinton”, disse a jovem ao“The Daily Mail”. Apesar de ter abandonado a carreira no Direito, Spades não reclama da atenção recebida com a nova profissão. “Vejam! Alguém me acha interessante hoje”, postou ela em seu perfil no Twitter ao comentar a matéria com sua história no TMZ.

Ele queria a minha irmã…

PACIENTE 191218-51

Olá, sou Aline. Estava em casa com o meu marido, quando chega minha irmã e nos chama para sair(minha irmã loura,seios médios, cintura fina e um quadril de dá em veja) como não somos muito de sair topamos (sou morena magra, seios pequenos e de um bumbum maravilhoso com marca de biquíni ) nos arrumamos e saímos. Pegamos um táxi e fomos em uma boate,com músicas ao vivo. Começamos a dança e bebemos um pouco,eu com vinho, meu marido com cerveja e minha irmã tudo que parecia, já sabendo que não ia dá certo pois a minha irmã estava de vistido curto,cada movimento dança bêbada se tornava erótico na visão dos homens e reparei que alguém não tirava o olho  (Meu marido ) então resolvi chama los para ir embora,como ela estava muito bêbada, ele teve que carrega-la,pegamos o táxi e voltamos para casa. Já em casa ,minha irmã sendo carregada até o quarto reparei meu marido as vezes passava a mão nos seios dela ,achando que eu não iria perceber (Uma vez ele me confessou ter um tesão por ela ) colocamos na cama e fomos para o nosso quarto,não deu tempo,ele me agarrou no corredor e fui colocada contra a parede de costa para ele,como estava de vestido foi fácil, levantou até a altura dos seios e abaixou a calcinha até o joelho,comecei  a ficar com tesão, sentir esfregando o pau na entrada da minha buceta totalmente melada só esperando eu pedi para me foder,me abraçou por trás,com as mãos deslisando pelo meu corpo,chegando em meu seios ,segurando eles com força e o pau roçando na entrada da minha buceta, deixando louca. Com toda aquela excitação as vezes dava  tapas de leves na minha Bunda e mordia minha nuca,”humm que delicia “se aproximou do meu ouvido e perguntou se poderia. Respondi:sim. Ele: Então teria uma condição. Respondi :qual. Ele:queria que alguém participasse. Naquele momento cheia de tesão respondi:sim,quem você quer. Ele :sua irmã. Empurrei ele,e ajeitei o vestido. Ele me olhou espantado  (Fiquei pensando no que ele disse,imaginei ela está bêbada e não vai lembrar) abracei e dei um beijo gostoso de língua e disse :aproveita. Fomos para o quarto, lá estava minha irmã dormindo,ele mexeu nela para ver se acordava e parecia  esta com o sono pesado. Então sentei na cama olhando para ele,vi que estava esperando eu começar, mas eu não iria transar com ela,foi quando puxei o vestido dela para cima deixando aparecer a calcinha branco de renda, depois abaixei as alças do vestido, onde os seios ficaram a mostra (lindos por sinal sem falar, por esta de calcinha de renda transparente dava para ver a xereca depilada,fiquei com tesão ). Meu marido por sua vez não perdeu tempo ,tirou a calcinha, abriu as pernas dela, começou a beija, lamber e enfiar a língua na buceta. Fiquei olhando para ver se ela acordava,e nada totalmente apagada. Só de olhar ele chupando minha irmã, sentia um tesão, passei a mão nos seios dela e com a outra mão me tocava já que a minha buceta estava muito molhada, fui com os lábios em direção dos seios e comecei a beijar,lamber e passando a língua entorno dos mamilos. Ele parou de lamber e puxou a pau para fora da calça e passou na boca dela,como não respondia ,puxou a minha cabeça e colocou na minha boca,chupe gostoso o pau dele, saindo da minha boca e foi para a buceta dela. Esfrego o pau na entrada e lentamente foi invadindo aquela buceta molhada,com movimentos lentos começou o foder minha irmã, olhei o corpo dela subindo e descendo na cama com o meu marido(senti um pouco de ciúme misturado com prazer, pois nunca iria imagina minha irmã fodendo com ele) enquanto ele fodia a buceta, fiquei em pé na cama e coloquei ele para chupar minha buceta, segurei a cabeça dele e disse: fode minha irmã fode. Virei de costa e ofereci meu bumbum para ele chupa ,começou a morde,lamber e enfiar a língua no meu cuzinho, fui ao delírio.Olhei para baixo, vi ela se mexer um pouco,mandei ele para é ficamos imóveis,era alarme falso,ele continuou. Meu marido queria o serviço completo,virou ela de bruso e vimos a bumbum lindo e com marca de biquini, deixando ele louco de tesão(qualquer homem adora marca de biquine o meu marido diz que causa ilusão de está de calcinha )ele abriu e meteu a língua como se fosse algo suculento,enquanto  estava fodendo aquele cuzinho com a língua,comecei a chupa o pau dele,que estava muito dura e sentir ele pulsando na minha boca como se fosse gozar, rapidamente encaixou a cabeça do pau na porta do cuzinho, e lentamente foi entrando com um pouco de dificuldade pois ela já havia me dito que nunca tinha feito por trás(e parece que ele vai ser o primeiro e nem sabe) fiquei mais perto para ver melhor, olhando desse ângulo, nossa que visão, o pau entrando e saindo do cuzinho da minha irmã. Fiquei com puro desejo de fode-la também,virei e deu a minha buceta para ele chupa, logo não aguentei, meu corpo tremia e gemi em silêncio,até que gozei loucamente em sua boca. Ele continuou com a conquista, perguntando se podia gozar dentro do cuzinho. Respondi: vai,goza  gostoso no cuzinho da minha irmã. Abri mais a bunda dela e segurei o pau dele, sentir ele gozar dentro,que sensação boa sentir o pau pulsando em movimentos rápidos e ele segurando para não gemer alto,até que gozar dentro dela,puxei o pau cheio de porra e comecei a chupá como se estivesse limpo,depois fui no bumbum dela fiz o mesmo, enfiei a língua e limpei tudo.Arrumamos ela de novo e tomamos um banho para relaxar e fomos dormir sem falar nada. No dia seguinte ficamos na sala e chega ela,perguntando: o que ouve? Sem entende respondi: você bebeu de mais. Ela: Estranho parece que fui estuprada. Respondi: porque está dizendo isso? Ela: estou sentindo uma ardência no meu bumbum. Olhando para o meu marido, lógico que desfaçamos . Ele disse: do jeito que você estava ontem, vai saber o que fez sozinha bêbada. Ela saiu e foi para o banheiro. Meu marido me agradeceu pela noite e logo perguntou quando iriamos repetir, respondi: na próxima quero o seu irmão sem esta bêbado. Me olhou e disse : vamos chama-lo para vim no próximo fim de semana. Fiquei ansiosa espero que chegue logo.

Ninguém precisa fazer sexo por amor. Você pode querer fazer sexo por tesão, por dinheiro, por curiosidade e até mesmo por piedade. Você escolhe. Mas aí é que está o ponto: você tem de escolher. Ninguém pode escolher por você. Em outras palavras, a razão pela qual você decide fazer sexo depende de você, mas você tem de querer fazer. Se não quiser e for forçada a fazer sexo, você foi estuprada. Simples assim.

Mas a coisa fica mais complicada quando começamos a analisar alguém bêbado,drogada, dormindo, em coma ou de alguma outra forma acometido de alguma doença que altere seu estado psíquico, deficiente mental ou menor de 14 anos. Para nossa lei, essas pessoas não têm capacidade de formularem suas próprias vontades. Se você resolver fazer sexo com qualquer uma dessas pessoas, você está cometendo um crime ainda mais grave: o estupro de vulnerável. Não importa se pessoa menor de 14 anos quis fazer sexo com você, se foi o deficiente mental quem tomou a iniciativa, ou se a pessoa bêbada em pleno carnaval é quem pulou em cima de você: você fez sexo com alguém vulnerável, ou seja, alguém que não pode decidir sobre sua própria vida sexual. Esse é um crime tão grave que a leio considera hediondo (a categoria de crimes mais graves que há no Brasil). Esses crimes não permitem responder o processo em liberdade ou livramento condicional, e apessoa sempre começa a cumprir sua pena em regime fechado, que é o mais severo(é a imagem que você tem do Carandiru).

PACIENTE 191218-35

Vivo uma situação super constrangedora em minha casa. Sou uma mulher bem resolvida, casada e tenho 27 anos.
No ano passado meus pais se separaram e por conta dessa separação, meu pai me pediu pra morar comigo e meu marido e eu, como filha mais velha, não achei jeito de negar.Ocorre, que há um mês e pouco, ocorreu uma situação extremamente constrangedora, pois, eu estava no meu quarto me trocando e, sem avisar, meu pai abriu a porta e me flagrou completamente nua. Foi uma situação muito chata; ele chegou a pedir desculpa, mas um detalhe me chamou a atenção, pois ele meio que fixou o olhar nas minhas partes íntimas por alguns instantes.
Não contei esse fato para meu marido, mesmo porque foi algo isolado e que achei que não haveria maior repercussão. Mas me enganei profundamente. 
Com o passar dos dias, passei a perceber certas atitudes dele, olhares que até então não existiam e o pior que isso. Percebi que todas as vezes que saio do banho, logo em seguida, ele entra no banheiro e mexe na minha calcinha que eu deixei no cesto de roupas sujas. Isso me intrigou a ponto de comprar e instalar uma minicâmera no banheiro. Instalei num lugar onde jamais meu pai ou meu marido pudessem avistá-la e não sei se agi certo, mas fiquei muito encanada com essa situação.
O que vi foi simplesmente algo que jamais imaginei fosse o meu pai fazer. Ele, simplesmente,cheira as minhas calcinhas e logo em seguida, agachado, começa a se masturbar e chega a gozar nelas sem o mínimo cuidado de lavá-las depois de fazer tudo isso.
No início, confesso que achei um absurdo, algo que não entrava na minha mente, mas não fiquei com raiva dele.
Sinceramente, não sei o que fazer. Se tenho uma conversa séria com ele ou se faço de conta que isso não acontece. O fato é que tenho receio da situação, pois tenho uma diarista que lava todas as nossas roupas de três em três dias e meu pai está manchando minhas calcinhas com o gozo dele. E pior que ele goza exatamente na região em que a calcinha cobre a vagina. Eu não tenho outra saída senão dizer a minha empregada que estou com corrimento, tanto que já falei isso para ela.Mas, fico pensando que uma hora ela pode desconfiar de algo.
É uma situação complicada, pois não sei se a melhor saída seria conversar com ele, mas, por outro lado, tenho receio de ofendê-lo, pois, tenho certeza que ele negaria tudo isso.
Para mim, é algo que jamais pensei vivenciar, pois cresci naquele padrão formatado em que tudo que foge da regra é errado e ele mesmo sempre impôs muitos limites a mim. Mas, hoje, percebo que ele está muito diferente. Além dessas atitudes, faz alguns comentários um pouco comprometedores, do tipo que eu tenho o corpo bonito e que tem vontade de comprar calcinhas para mim. Eu faço de desentendida, mas não sei até quando essa situação se arrastará.
Prefiro não falar nada ao meu marido, pois, creio que só pioraria a situação. Às vezes penso em fazer de conta que isso não acontece, mas estou sentindo as investidas dele e isso está mexendo comigo de certa forma.
Eu tenho uma superamiga que a considero mais que irmã e ela me diz que ele tem muita vontade deter algo comigo e como tem medo de tomar a iniciativa, achou essa solução para,ainda que indiretamente, sentir o cheiro da minha vagina. Não sei se realmente,o homem pensa dessa forma, quando está a fim e não vê possibilidade de algo concreto.
Essa minha amiga é louca. Me deu o conselho de ficar mais a vontade ao lado dele numa ocasião que meu marido não estivesse em casa. Eu fui uma idiota e acabei fazendo isso.Coloquei um shorts que eu tenho e que é bem atrevido. Simplesmente, ele ficou alucinado, não sabia onde olhar, mas não tomou qualquer iniciativa.
Igor, esse é um fato verídico e que gostaria muito de sua opinião como de homem.

O incesto emocional não tem a ver com sexo. Porém, é um tipo de interação que confunde os limites entre o pai e a filha de uma maneira psicologicamente inadequada e que tem consequências tão devastadoras quanto um abuso físico. Nem sempre é algo intencional. Muitos pais sequer se dão conta do que estão fazendo. Trata-se de um processo inconsciente. Para entender melhor do que se trata, vale conhecer quais são as situações mais recorrentes.

Por mais difícil que seja, e na maior parte das vezes o processo exige uma terapia, as pessoas precisam se esforçar para estabelecer limites saudáveis com os pais. Você tem que trabalhar para recuperar seu senso de identidade, afastando-se de se colocar no papel de mulher e voltar a ser filha em seu relacionamento com seu pai. E isso não é fácil. É um problema para ser tratado a longo prazo, e quase sempre em um processo terapêutico, até porque o incesto emocional é devastador devido à natureza indireta e encoberta do trauma, não afastando um possível estupro.  

Disse que eu o deixava louco…

PACIENTE 191218-24

Eu sou casada, ele também era. Tremia, suava frio, tinha taquicardia cada vez que ele se aproximava de mim. Fazia um mês que tínhamos começado a transar, mas o affair foi interrompido por uma viagem de negócios. Na volta, ele me visitou de surpresa no trabalho. Marcamos de nos ver num hotel aqui do Rio. Estávamos tomando um drinque perto da janela, olhando a paisagem lá fora, aquela excitação interna intensa dos apaixonados, e ele começou a tirar peça por peça da minha roupa. Disse que eu o deixava louco queimada de sol. Me beijou dos pés à cabeça. Então me colocou sentada no parapeito e se dedicou uns bons dez minutos ao melhor sexo oral que alguém já me fez. Transamos ali mesmo, em todas as posições possíveis. Sentia o gelado do vidro da janela e o quente do corpo dele ao mesmo tempo. Se fechar os olhos agora, consigo ver a cara dele chegando ao orgasmo.Eu gozei três vezes nessa noite. Uns dois meses depois terminamos. Estava ficando sério demais. Até hoje, cinco anos depois, fico arrepiada só de pensar.

Tornar-se amante de um homem casado não é uma situação na qual se necessita de uma estratégia de vida. Existem sempre “motivos justificáveis” para induzir alguém a embarcar em um caso. E não é amar. Caso não tenham estrutura para fazê-lo, então, tenha a certeza de não é sensato. Não cometa o engano de chamar tesão de amor.  Ter um caso com um homem casado não é um jogo. É um compromisso com sigo própria em um preço muito alto. As pessoas podem ser machucadas, e geralmente se machucam de uma forma ou de outra.

Já saí com mais de 5 mil homens…

PACIENTE 191218-16

Já saí com mais de 25 mil homens, pois fui garota de programa por cinco anos, mas o melhor sexo da minha vida não foi com um cliente: foi com um homem de 74 anos! O que Newton fazia com o corpo era bom, mas o que saía da boca dele e o que ele fazia com ela eram melhores ainda! Se ele tomou Viagra? Lógico! Mas ele tinha pegada e me virava de ponta cabeça. Isso me excitava porque normalmente sou eu quem sempre manda na cama. Não é porque os clientes pagavam que eu fazia o que queriam. Garota de programa faz o que quer entre quatro paredes e é por isso que os homens gostam tanto delas. No caso do Newton, posso dizer que ele teve o melhor de mim, em todas as posições que desejou e com total consentimento, tesão e prazer. A coisa que mais amávamos fazer era sexo anal. E como ele mandava bem. Membro ereto me penetrando devagar enquanto falava delícias ao pé do meu ouvido. Tenho saudade dele, que Deus o tenha.

Quanto a patologia das ideologias de gênero e congêneres que querem defender a legalização da prostituição???
Bem…
Eu não vejo a prostituição como um crime, e sim, como um dos maiores DESESPERO HUMANO, crime seria caracteriza-la como uma “profissão digna”…

Fui a um bar com dois amigos…

PACIENTE 191218-11

Fui a um bar com dois amigos com quem já havia ficado antes.Entre uma cerveja e outra, já flertando com ambos, um deles botou a mão na minha coxa e sentiu que eu estava sem calcinha. Precisa dizer que eles ficaram loucos? A insistência para sairmos dali era tanta que, quando dei por mim,estava dentro do carro de um deles, numa rua deserta, tendo o melhor sexo a três da minha vida (minha estreia na modalidade three some foi aos 16 anos). Me sentia poderosa porque tudo naquela transa dependia da minha vontade. Eles sentiam um tesão absurdo por mim. Quase enlouqueci quando um deles penetrou meu ânus enquanto o outro beijava meus seios. Foram quase duas horas de loucura total e orgasmos múltiplos. Tem como esquecer?

A expressão “ménage à trois” vem do francês e significa “família de três”, referindo-se à um relacionamento erótico, que engloba três pessoas. Muitas pessoas possuem certa curiosidade em saber mais sobre essa relação a três, mas têm vergonha de desenvolver o assunto ou não praticam por ter pouco conhecimento, pois isso envolve: tabus sobre o ménage à trois, questões religiosas e autoconhecimento. Pensar em fazer o ménage à trois é diferente de fazer, pois a mente apenas fantasia, e na prática, é preciso ter muita confiança para se envolver com duas pessoas ao mesmo tempo e desfrutar do momento, sem se sentir incomodada.

O JOGO DE XADREZ

Resultado de imagem para mulher e jogo de xadrez

Ouvi contar que outrora, quando a Pérsia
Tinha não sei qual guerra,
Quando a invasão ardia na Cidade
E as mulheres gritavam,
Dois jogadores de xadrez jogavam
O seu jogo contínuo. 
À sombra de ampla árvore fitavam
O tabuleiro antigo,
E, ao lado de cada um, esperando os seus
Momentos mais folgados,
Quando havia movido a pedra, e agora
Esperava o adversário.
Um púcaro com vinho refrescava
Sobriamente a sua sede.
Ardiam casas, saqueadas eram
As arcas e as paredes,
Violadas, as mulheres eram postas
Contra os muros caídos,
Traspassadas de lanças, as crianças
Eram sangue nas ruas…
Mas onde estavam, perto da cidade,
E longe do seu ruído,
Os jogadores de xadrez jogavam
O jogo de xadrez. 
Inda que nas mensagens do ermo vento
Lhes viessem os gritos,
E, ao refletir, soubessem desde a alma
Que por certo as mulheres
E as tenras filhas violadas eram
Nessa distância próxima,
Inda que, no momento que o pensavam,
Uma sombra ligeira
Lhes passasse na fronte alheada e vaga,
Breve seus olhos calmos
Volviam sua atenta confiança
Ao tabuleiro velho. 
Quando o rei de marfim está em perigo,
Que importa a carne e o osso
Das irmãs e das mães e das crianças?
Quando a torre não cobre
A retirada da rainha branca,
O saque pouco importa.
E quando a mão confiada leva o xeque
Ao rei do adversário,
Pouco pesa na alma que lá longe
Estejam morrendo filhos. 
Mesmo que, de repente, sobre o muro
Surja a sanhuda face
Dum guerreiro invasor, e breve deva
Em sangue ali cair
O jogador solene de xadrez,
O momento antes desse
(É ainda dado ao cálculo dum lance
Pra a efeito horas depois)
É ainda entregue ao jogo predileto
Dos grandes indiferentes. 
Caiam cidades, sofram povos, cesse
A liberdade e a vida.
Os haveres tranquilos e ativos
Ardem e que se arranquem,
Mas quando a guerra os jogos interrompa,
Esteja o rei sem xeque,
E o de marfim peão mais avançado
Pronto a comprar a torre.
Meus irmãos em amarmos Epicuro
E o entendermos mais
De acordo com nós-próprios que com ele,
Aprendamos na história
Dos calmos jogadores de xadrez
Como passar a vida.
Tudo o que é sério pouco nos importe,
O grave pouco pese,
O natural impulso dos instintos
Que ceda ao inútil gozo
(Sob a sombra tranquila do arvoredo)
De jogar um bom jogo.
O que levamos desta vida inútil
Tanto vale se é
A glória, a fama, o amor, a ciência, a vida,
Como se fosse apenas
A memória de um jogo bem jogado
E uma partida ganha
A um jogador melhor. 
A glória pesa como um fardo rico,
A fama como a febre,
O amor cansa, porque é a sério e busca,
A ciência nunca encontra,
E a vida passa e dói porque o conhece…
O jogo do xadrez
Prende a alma toda, mas, perdido, pouco
Pesa, pois não é nada
Ah! sob as sombras que sem querer nos amam,
Com um púcaro de vinho
Ao lado, e atentos só à inútil faina
Do jogo do xadrez
Mesmo que o jogo seja apenas sonho
E não haja parceiro,
Imitemos os persas desta história,
E, enquanto lá fora,
Ou perto ou longe, a guerra e a pátria e a vida
Chamam por nós, deixemos
Que em vão nos chamem, cada um de nós
Sob as sombras amigas
Sonhando, ele os parceiros, e o xadrez
A sua indiferença.

Fiquei pasma ao observar seu corpo…

PACIENTE 181218-12

Tenho 32 anos, sou casa da há 3 anos e sempre fui uma mulher muito fiel. Recentemente mudamos para o segundo andar de um prédio e nossa janela da cozinha dá de frente para o apartamento onde moram 2 estudantes. Um dos rapazes se chama Julio e deve ter uns 23 anos. Ficamos nos conhecendo quando ele me viu pela janela e perguntou se o som estava muito alto, falei que não me incomodava e até estava gostando daquela música, a partir daí nossos contatos junto a janela se tornaram constantes.Certa noite, lá pelos 2hs da madrugada, com insonia, fui ate a cozinha, percebia luz do apartamento dos rapazes acesa e para meu maior prazer,

Júlio estava na cozinha do jeitinho que veio ao mundo. Fiquei pasma ao observar seu corpo nu,sua bundinha parecia ter sido esculpida a canivete, ele tinha o corpo bronzeado e tinha marquinhas da sunga, seu pênis ainda mole era a coisa mais linda, seu saquinho formava junto com o seu membro a visão de parte do paraíso. Mantive aluz apagada para continuar o observando. Não sei o que deu em mim, de repente acendi a luz; Júlio tomou um baita susto e, ao olhar para mim, pareceu se sentir aliviado por não ser meu marido quem estava na cozinha, ele colocou as duas mãoes tampando seu pênis e isso o deixava lindo e a mim cheia de tesão. Fiquei envergonhada, ele me pediu desculpas e saiu. No dia seguinte, Júlio bateu no meu apartamento para pedir desculpas e me prometer que aquilo não ia mais acontecer, de sopetão falei: -Que pena!. Nós rimos, aí falei que eu achava que o que era bonito era pra se mostrar, ele me disse que então quando eu deveria andar nua também pela casa. Fiquei vermelha, minha vagina já estava toda molhada e minha perna estremecia, Júlio percebeu, se aproximou de mim e me roubou um beijo. Suas mãos passaram sobre meus peitinhos, desceram e de repente tocaram minha vagina encharcada que ele massageava como só ele sabia fazer,enquanto eu beijava sua boca linda. Gozei ali mesmo, ele me falou que queria fazer amor comigo. Lembrei que sou casada, mas depois de tudo que já tinha acontecido….

Na realidade eu estava louca de tesão por ele, minha bucetinha já estava nas mãos dele, literalmente. Eu o levei para a minha cama, ficamos os dois nus nos acariciando, Júlio de perto era mais lindo ainda. Mas não podia haver penetração pois estávamos sem camisinha, isso não diminuía o nosso tesão,Júlio era um expert em prazer, Eu fiz com ele algo que nunca tive coragem,chupei o seu pênis até que ele gozou na minha boca, com a boca cheia de esperma eu o beijei e dividimos aquele líquido maravilhoso, depois continuei a chupá-lo.

Tomamos banho juntos e no despedimos. Meu marido sempre se queixava que eu era por demais recatada em relação a sexo, de fato eu era uma dama na cama; por isso pensei em contar a ele o que tinha acontecido, mas eu não sabia qual sua reação seria.  No dia seguinte liguei para o Julio, fomos na mesma hora ao motel transamos lodo de manhã, naquele dia dormimos no motel, transamos 8 vezes. Julio com muito carinho e eu, cheia de tesão, me convenceu a fazer anal, foi maravilhoso, foi minha primeira traição e meu primeiro anal. Depois disso eu e Julio nos tornamos namorados, amantes e tudo mais. Meu casamento se tornou bem melhor sexualmente, me tornei bem mais liberal, sou uma mulher mais bonita, mais bem cuidada, me visto melhor com roupas mais joviais, porém descobri que não sou uma mulher recatada, adoro aventuras, sou uma verdadeira mulher liberal, mas agora sou feliz sexualmente.

O problema é que muitas de nossas relações ele filmou e publicou na internet…

RELATO PESSOAL 33.

16 DE MARÇO DE 1982

Olá amigos leitores, sem a menor dúvida, todos temos um lado informal, devasso, tarado,canalha, pervertido, etc., eu também tenho o meu, e vocês conhecerão um momento desses que vivi em 1982.

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Eu trabalhava numa clínica dentro de uma forma de “bairro fechado” como um condomínio.

Aonde tinha escolas, faculdades, hospitais, tudo perto, então por isso andavam diariamente muitas mulheres, professoras, médicas, enfermeiras, alunas, mãe de alunos, como a rua é pequena e não tem zona azul, muitas pessoas paravam o carro por ali, e quase sempre são as mesmas pessoas, cheguei até fazer amizades com algumas coma frequência que elas colocam o carro ali na rua. Uma vez ou outra aparece, uma pessoa diferente, um aluno novo, uma médica nova, ou até paciente também, como a rua é pequena, a procura pelas vagas eram grandes, então muitos chegam até mais cedo para colocarem o carro por ali, as vezes até eram guardadas alguma vaga a pedido de alguém ou até mesmo para alguém do condomínio.


linda morena, cabelos lisos, olhos verdes...

Numa sexta feira, umas 11 horas e a rua lotada de carros e sem vagas, havia uma vaga livre para qualquer pessoa poder para o carro, não demorou muito um carro branco,vidros escuros para ao lado da vaga, mas não estacionou, e ficou parado, sem entender o que o porquê, e sendo médico logo imaginei um mal súbito. Me aproximei, até que o vidro se abaixou e dentro do carro uma linda morena, cabelos lisos, olhos verdes, uma boca perfeita, e maquiagem leve, sentir o seu perfume de longe, adocicado, excitante, e então aquela linda mulher de aparelhos nos dentes que a deixava ainda mais sexy;

(Ela) – Oi Moço, bom dia, estou desesperada atrás de uma vaga, tenho uma paciente para atender agora no hospital, será que meu carro entra aqui?

(Eu) – Claro que entra meu anjo, pode vim que ajudo a você estacionar o carro.

(Ela) – Aí moço, você não quer estacionar? É que eu não sou muito boa nisso.

E seu aquele sorriso me deixou louco, ali o Cafajeste já estava louco excitado e nem tinha aí da visto o corpo daquela princesa, dei uma piscada a ela e pedi que descesse do carro, morena clara, calça preta de sarja , bem colocada parecendo uma legue, uma camisa branca e com uns seios médios, mas como estava sem bojo, dava para percebe que eram bem durinhos, salto alto, linda olhei ela em cima embaixo, ela claro que reparou mas notei que ficou sem graça, então parei o carro dela, ela pegou o jaleco branco, eu estava muito excitado, e de calça social,imagina o volume, ela deu uma olhada discreta, olhei nos olhos dela e dei aquele sorriso malicioso, ela também sorriu, pegou a chave do carro e se foi,toda gostosa, aquele bumbum gostoso, com aquela calça apertada e fio dental, que maravilha, que delícia.

As 17:00 horas a morena vem descendo a rua toda sorridente com o jaleco na mão.

(Ela) -Moço.

(Eu) – Igor, pode me chamar de Igor, prazer.

(Ela) -Muito obrigada Igor, muito mesmo, nem sei como agradecer.

(Eu) – Esse seu sorriso já vale pelo pagamento, não fiz nada de mais, faria todos os dias por você, por esse lindo sorriso.

E dei uma piscada a ela, mas dessa vez ela não ficou sem graça e falou;

(Ela) – Que bom, porque acho que vou ficar vindo durante um mês ou mais atender alguns clientes nesse horário, a Doutora que faz esse horário está de licença aí estou vindo no lugar dela.

(Eu) – Que maravilha, então se for verdade vou guarda essa vaga especialmente a você todos os dias.

(Ela) -Então pode guarda porque é sério, mas os horários as vezes nem sempre vão ser os mesmo, se puder guarda essa vaga para mim, porque já percebi que aqui é difícil.

(Eu) – Faz assim, marca meu número, e todos os dias antes que você venha me manda uma mensagem ou liga avisando, assim nos comunicamos, o que você acha?

(Ela) – Por mim tudo bem sem problemas pode me passar.

Então ela anotou e me deu um toque, meu celular chamou;

(Ela) – Esse é meu número tudo bem.

(Eu) – Só falta a Doutora me dizer o nome…

Ela então sorriu;

(Ela) – Pode me chamar de Mel.

Sorriu e se foi deixando seu perfume delicioso no ar.

Delícia de mulher, me enfeitiçou, coloquei na cabeça que ela seria minha, peguei o celular para guarda na agenda o número dela e claro que atualizei o whatsapp, então apareceu a foto daquela morena linda e gostosa com batom vermelho. Pensei em mandar uma mensagem a ela, mas aí seria invasivo de mais, mas também se eu não mandasse não seria um Cafajeste;

Por whatsapp;

(Eu) – Olá Doutora Mel, desculpe ser invasivo, mas tenho que agradecer por esse seu lindo sorriso e delicioso perfume que deixou aqui até agora. Beijos do Igor, e não me esquece de avisar amanhã cedo.

Ela leu mas não respondeu, pensei fiz merda. Depois de quase uma hora chega uma mensagem;

Porwhatsapp;

(Mel) – Oiee Igor, pode deixar que te aviso sim, e o seu perfume gostoso que se não me engano é o Pólo, também ficou marcado aqui no meu carro, espero que meu marido não entre nesse carro hoje..

Então mandei uma carinha a ela de assustado;

(Eu) – Nossa você é casada? Me desculpe não Vi aliança no seu dedo então achei que não teria problemas, mas foi mau aí, em te mandar essa mensagem meu anjo, só queria dizer mesmo que adorei seu perfume e o seu sorriso. Beijos

(Mel) – Fica tranquilo Igor, ele só vai chegar depois da meia noite, hoje é dia dele jogar futebol com os amigos e esquecer da esposa, não uso aliança por questão pessoal.

Bom se ela respondeu é porque ela deu brecha, se não ela falava OK, ótimo agora é só continuar.

Ainda por whatsaap…

(Eu) – Que bom, então acho que ganhei uma nova amiga, e ainda por cima linda e cheirosa.

(Mel) – E você? percebi sua aliança em sua mão, sua esposa não vai achar ruim de trocar mensagens com outra mulher?

(Eu) -Relaxa Mel, esse anel não é aliança.

(Mel) – Que bom.

E mandou um sorriso

(Eu) – Bom Mel, vou ser direto e reto contigo, você me deixou excitado, enfeitiçado, por esse perfume e seu sorriso lindo, sem falar na calça colada que você usava.

(Mel) -Nossa direto você hein, mas bem que percebi isso.

(Eu) – Eu sei que você percebeu por isso estou te falando, e agora essa foto de perfil com esse batom vermelho, você é uma tentação de mulher, ainda estou excitado.

(Mel) – Prova.

Quando ela falou isso fiquei louco, não achava que seria tão fácil assim, mas quando ela falou que o marido foi jogar bola e deixou ela sozinha em casa percebi sua carência. Fui no banheiro tirei umas fotos do Igor e mandei;

(Eu) – Olha o jeito que você me deixou Mel, de pau duro, me fala a cor do fio dental que você estava usando hoje por favor. 

(Ela) – Nossa que fotos deliciosas, que pau gostoso, grosso, adorei. Fio dental? Como sabe que eu estou de fio dental?

(Eu) – Sou homem, a primeira coisa quando você se virou foi olhar para esse bumbum gostoso, você de salto alto deixou seu bumbum gostoso de mais, todo empinadinha.

Passou quase uma hora, chega umas imagens, ela de fio dental branco na frente do espelho,que mulher é essa, que loucura, que delicia, gostosa é pouco para descrever.

(Mel) – Eu estou com essa aí, vou tomar banho agora seu lindo, depois a gente se fala OK.

(Eu) – Você acaba comigo mandando essas fotos, só te falo uma coisa, quando eu te pegar você não irá se arrepender de ter parado o carro aqui. Beijos e boa noite. Só uma pergunta você tem quantos anos? Desculpa a indelicadeza.

(Mel) – Que isso, não vai me achar velha hein, eu tenho 29 anos e você bebê?

(Eu) -Nossa, linda, nem parece, eu tenho 30.

(Mel) -Danado.

No outro dia (Sábado) ela me manda um áudio com uma voz doce e delicada;

(Mel) – Igor hoje vou chegar mais ou menos meio dia tudo bem? Consegue parar a vaga para mim?

(Eu) – Sua voz é doce como seu nome. Hoje é sábado gata, não é necessário porque aqui tranquilo,como não tem aula então pode vim de boa.

(Mel) – Tudo bem então, preciso te fala uma coisa.

(Eu) – Pode falar.

(Mel) – Que horas você sai daí?

(Eu) As 19.

(Mel) – OK então as 19 eu passo aí.

Xiii já viu que azedou o pé do frango e a morena já quer me cortar. Deu meio dia, uma hora e nada, e ela não apareceu, dito e feito a morena fugiu que droga. 19 horas saindo do hospital já vejo o carro dela parado em frente, ela abaixa o vidro e pede para eu entrar;

(Mel) – Oi tudo bem?

(Eu) – Tudo sim o que aconteceu? Vai me da um fora? Não precisava vim aqui para isso gata.

(Mel) – Me desculpa, passei do limites ontem, eu estava estressada com meu marido, falta de atenção, e acabei deixando mi levar e não deveríamos chegar naquele ponto,quero que apague as fotos por favor e desculpa.

(Eu) – É só isso? Se for fica tranquila que apago tudo todos os dias.

(Ela) – Sim, quero que me entenda ok.

(Eu) – Posso dar ao menos um beijo no seu rosto?

Ela faz que sim com a cabeça, e fui beijar seu rosto, mas aquele perfume me enlouquecia,peguei ela pelos cabelos e beijei sua boca, ela se solta e me da um tapa nacara;

(Eu) -Desculpa me descontrolei, esse perfume me enfeitiça.

Antes dela abri a boca eu saio do carro e fecho a porta, mas eu tinha certeza que ela iri ame procurar nem que fosse para acabar comigo. Dito e feito, não demora nem cinco minutos;

(Mel) – Seu Cafajeste, você é louco? Pirou? O que deu em você?

(Eu) -Primeiro, eu sei que você gostou, segundo, ali do seu lado, trancado naquele carro, sentido seu cheiro, com essa sua boca deliciosa e que boca hein, não teve como, valeu a pena levar o tapa na cara e experimentar essa sua boca.

Ela não respondeu e me bloqueou, aí já era, mas pelo menos um beijo eu roubei e um tapa eu levei.

Passou domingo, como era minha folga e certeza que ela também não iria, nem liguei o celular. Na segunda feira como todo dia de semana sempre cheio de carro, pensei comigo, aquela morena ainda vai passar aqui procurando por vaga, fui e guardeia mesma vaga, dito e feito, passou duas vezes na rua procurando vaga mas ela não parou lá, eu fui e tirei o cone e deixei a vaga aberta, na terceira ela veio parou e nem pediu ajuda, desceu do carro com seu jaleco na mão, dessa vez com uma calça jeans bem justa empinando aquele rabo gostoso e uma blusinha vermelha e se foi sem ao menos olhar para trás.

Deixei um bilhete no vidro do carro dela bem assim;

(Eu) – “Ao menos poderia agradecer pela vaga. Não se faz de difícil, eu sei que você sente o gosto da minha boca, e você linda e cheirosa como sempre”.

Ela aparece já umas 18 horas, pega o bilhete lê e entra no carro.

(Mel) – Primeiro muito obrigado pela vaga, segundo você se acha o tal né, se acha o gostoso, você é muito safado, cara de pau e Cafajeste isso sim. A parti de amanhã eu vou colocar o carro no estacionamento do hospital fica tranquilo.

(Eu) – Pode me xingar, eu gosto e fico ainda mais gamado por você, vou deixar essa vaga aqui todos os dias para você, e sei que vai parar aqui novamente, eu aceito levar outro tapa por um beijo gostoso seu.

Passou um tempo e percebo que ela não saiu dali com o carro, mas eu nem dei importância, sai do hospital, ela então da farol, eu mesmo assim contínuo andando, ela então vem abaixa o vidro e fala;

(Mel) – Vai me deixar falando sozinha?

(Eu) – Tem certeza que e para eu entrar no carro?

(Mel) -Entra logo.

Entrei ela subiu o vidro e antes de abri a boca puxo ela pelos cabelos novamente e a beijo, mas dessa vez ela cede e beijo muito, e que boca gostosa, passo a mão pelo seu corpo, pelo seios, puxo ela bem perto no ouvido segurando o cabelo dela e falo;

(Eu) – Sabia que você não iria conseguir ficar longe, você é uma delícia, que mulher gostosa, esse perfume, essa boca, essa bunda, esse corpo me enlouquece.

(Mel) – Você é muito safado, você que me agarrou seu Cafajeste, cachorro gostoso.

E me beija senta no meu colo gruda no meu cabelo e beija mais, morde minha orelha, agora sim a safada se transformou;

(Mel) -Aiaiai, vamos parar, não podemos fazer isso, sou casada, meu marido está em casa me esperando hoje.

(Eu) – Se você quiser é só falar e eu saio do carro, mas eu sei que você quer continuar, sei que você quer ir além e eu também quero, quero esse seu corpo todo, quero te chupa todinha, te possuir por inteira, quero te foder gostoso.

(Mel) – Assim você me mataaaa, aí que delícia, estou sentindo esse pau gostoso aqui embaixo no meu bumbum, pena que estou se calça jeans se não iria rebolar gostoso nesse pau seu cachorro.

(Eu) – É só tirar a calça ue.

(Mel) – Não hoje não da, meu marido está em casa já.

Então ela sai do meu colo, vê meu pau todo duro passa a mão e fala;

(Mel) – Ai que pau é esse menino???

Eu passo a mão no meio das pernas dela e falo e que boceta é essa morena, agarro ela novamente, abro a calça dela e enfio meu dedo naquele bocetinha que já estava toda ensopada;

(Eu) -Nossa, que delícia, está quente, melada, deve está uma delícia hummmm

Tiro o dedo e coloco na boca.

(Mel) –Aiiiii não, não para, assim eu não aguento, hoje não.

Ela novamente passa a mão no meu pau, eu tiro ele para fora da calça;

(Mel) – Você é louco, vamos parar por favor, hoje não. Nossa que pau é esse garoto?

Ela pega e começa a chupar gostoso, que delicia, que boca, que safada, nossaaa.;

(Eu) -Aiiii, isso, chupa esse pau, adorooooo, gostosa, me faz gozar gostoso.

(Mel) – Que pau gostoso, que pauuuuu hummm delícia

Então ela chupa, chupa;

(Eu) – Vou gozar, vou gozar.

Ela tira aboca;

(Eu) -Continua, começou agora termina, vai, vai gostosa isso, chupa esse pauhummmmmmmm delícia, que boca, ahhhhh delícia, estou gozando uiiii hummmm isso,engole tudinho, isso, hummmm caralhoooo.

Ela então engole tudo olha para mim;

(Mel) – Poxa, porque você fez isso, eu nunca deixei ninguém fazer isso comigo nem meu marido.

(Eu) – Então ele é um fraco, deve ser ruim de cama que só. E você vai se acostumando, que comigo você vai fazer tudo que não fez com ele. Beijei a sua boca, Fechei acalça e sai do carro.

(Eu) – Quero mais amanhã, quero todos os dias, até o último dia em que você ficar nesse hospital.

(Mel) – Eu também quero, você é muito gostoso, e o gosto da sua porra ainda está na minha boca, e agora vou ter que comprar uma bala para meu marido não desconfiar.

(Eu) – Não,eu quero que chegue em casa assim, e aquele marido  sinta esse gosto gostoso na sua boca, e outra sexta que é dia dele ir para o jogo com os amigos quero você de vestido, ou melhor mini vestido.

(Mel) – Você é louco né só pode

E foi assim todos os dias até chegar sexta feira, eu gozando na boquinha dela todos os dias, e todos os dias ela chegando com gostinho de porra na boca. Mas sexta feira ela não apareceu com o carro ali, estranhei mas também não mandei mensagem, não sabia se ela estaria com o marido, e passa o dia todo e ela não apareceu, mas ela estava online no whatsapp, até então;

(Mel) -Sentiu minha falta?

(Eu) – Claro que senti, até pensei que tivesse desistido.

(Ela) – Eu desistir? Nessa altura do campeonato? Jamais, quando você estiver saindo me avisa.

As 19 horas aviso ela, então ela aparece, eu entro no carro, e vejo aquela Dra. com um micro vestido vermelho que dava para ver sua calcinha vermelha também, não aguento, não resisto, puxo ela pelos cabelos, beijo ela e já meto a mão na quela boceta, que delícia já estava molhada, quase que rasgo aquele vestido dela ali mesmo, tiro o cinto dela, abro as perna dela tiro a calcinha de lado e ali mesmo na frente do meu trabalho começo a chupar aquela boceta toda ensopada;

(Mel) -Aiiii nossaaaa, que delícia, nem preciso pergunta de você gostou né seu cachorro, seu puto.

(Eu) -Loucuraa, você é uma mulher de ouro, como que aquele cara não te satisfaz, me fala? Delícia de boceta, hummmm cheirosa, gostosa e lisinha.

(Mel) – Depilei ela todinha para você, imaginei que gostava assim, porque você também é todo lisinho.

(Eu) – Sendo cheirosa, pode ser lisinha ou peludinha eu chupo, mordo e fodo do mesmo jeito.

Ela me olhou passou mordeu o canto da boca;

(Mel) E aí para onde vamos?

(Eu) – Pula para esse banco deixa eu dirigir.

(Mel) -Vamos para um motel?

(Eu) – Não, vamos fazer uma coisa que tenho certeza que esse mauricinho nunca deve ter feito contigo.

Então eu tomei a direção e levei ela numa rua ali perto, rua escura eu já conhecia, não passava quase ninguém na rua, era tranquila, cheia de árvores, parei o carro;

(Eu) -Desci.

(Mel) – você está louco? O que está fazendo?

(Eu) – Vamos, para de frescura, deixa de besteira e desce do carro.

Eu desci e fui e abri a porta e ela desceu. Levei ela na frente do carro, coloquei ela na frente do capô de costa para mim, levantei o vestido dela tirei a calcinha de la e guardei no bolso da calça;

(Mel) – Você está louco só pode, aqui na rua não você é louco?

Sem falar nada, começo a chupar a bocetinha dela por trás, já estava toda lambuzada, ficou mais ainda, fiz ela gozar na minha boca;

(Mel) -Aiiii caralho, seu puto, aqui não por favor, ahhh deliciaaaaaa vou gozar, hummmmmm nossa que delícia de língua hummmmmm. Delícia.

(Eu) – Agora me responde. Você já fez isso alguma vez Dra.?

(Mel) – Não, eu nunca fiz, na verdade depois que casei nunca nem fui ao motel, hummmmmm

Tiro a calça, e fico só de cueca box branca, abaixo a cueca, enfio meu pau na boceta dela, ela fica com as duas mão no carro, e eu com uma mão puxando o cabelo dela e a outra segurando na cintura, e enfiooooo tudo. Que boceta, que tesão, que mulher, ela estava tão melada que meu pau deslizou para dentro dela todinho.

(Eu) -Aiiii, que boceta gostosa, hummmmmm safada, sua putinha, era isso que você precisava, de um pau desse nessa sua boceta gostosa delícia. Hummmmmm

(Mel) – Ahh, Ahh, puta que pariu, que delícia, fode, fode esse pau, enfia tudo, Aiiii caralho que delícia de pau hummmmmm, nossa que gostosoooooo hummm, vai, vai isso, isso, assim eu gozo de novo seu safado seu puto Cafajeste. Quedeliciaaaaaa, meu macho gostoso uhhhhh

Soquei ali nela uns vinte minutos fiz ela gozar gostoso que chegou a se molhar toda;

(Mel) -Ahhhh porra, que isso, eu nunca gozei assim, nossa me molhei toda hummmm o que você está fazendo comigo, hein. Vamos sair daqui, é muito perigoso, pode aparecer alguém.

(Eu) – Eu estou te satisfazendo por completa. Não eu quero ficar aqui, vamos mete gostoso aqui, se aparecer alguém que se dane.

Como o capô do carro ainda estava quente, abri o porta malas sentei e mandei ela senta de costa para mim ali, e ela sentou gostoso, que delícia;

(Eu) -Delícia, está gostando do Cafajeste aqui está? Hummmm delícia

(Mel) -Estou adorando, está muito gostoso hummmmmm caralho você é gostoso de mais.

Depois de  já com o capô do carro frio, levei ela novamente;

(Eu) – Vem,agora quero seu cuzinho posso?

(Mel) – Não meu cuzinho não, só dei ele duas vezes e nem foi para meu marido, foi para meu primeiro namorado.

(Eu) – Eu já imaginei, te falei que seu marido é um frouxo, mas também percebi que você não é virgem do cuzinho quando estava te chupando e enfiei o dedinho o seu cuzinho, você gemeu e gostou.

(Mel) – Você é um puto isso sim.

Coloquei ela agora deitada no capô, levantei o vestido e chupei aquele cuzinho, lambuzei todo, enfiei um dedo, dois, ela aceitou e gemeu, cachorra safada, adora dar o cuzinho mas o marido nem deve saber que ela gosta disso, coloquei a cabecinha do meu pau e fui empurrando;

(Mel) – Aí devagar, seu pau é grosso, ahhh caralho meu cu, vai devagar, hummmmmm aiiiii.

Enfiei tudo e tampei a sua boca, ela chegou a empinar aquele rabo gostoso, fui colocando e tirando colocando e tirando;

(Eu) – Doutora safada, é isso você gosta, de dar esse rabo gostoso, todo apertadinho que tesão, vou encher esse cu de porra e você vai para casa assim, toda dolorida.

Ela começa a rebolar no meu pau freneticamente, tirei a mão da boca dela e meti;

(Mel) – Vai seu tarado então mostra que você é o cara e me fode, enfia no meu rabo, quero pau, enfia deliciaaa adoro dar o cu, confesso que fiquei com medo de doer depois de quase 10 anos sem dar ele para ninguém. Agora que foi vai, mete gostoso no meu cu porra, hummmmm que deliciaaa, aiii aiii ahhhhhhh CARALHOOOOOUIIIII, está doendo mas está gostoso de mais, ahhhhh.

Segurei firme na cintura dela, quando vejo uma luz numa casa acesa, e alguém puxando acortina para ver, mas ela não percebe, e eu nem aí contínuo metendo, puxo o cabelo e meto com força até gozar;

(Eu) – Aiiiicaralho que gostoso, hummmmm, estou gozando nesse cuzinho gostoso Dra.. Aiiiiiii delícia, quero que vá para casa assim, com o cu cheio de porra.

Tirei meu pau e escorreu tudo nas pernas dela;

(Mel) -Nossa, aiii, você acabou comigo, nossa que delícia, que foda gostosa.

(Eu) -Podemos ter isso sempre, é só você me querer, Dra..

(Mel) – Eu te querer como assim?

(Eu) – Hoje você vai chegar com o cuzinho cheio de porra na próxima sexta vai chegar com aboceta, quero que você transforma ele em um corno.

(Mel) – Você é louco só pode, kkkkkk. Mas eu gosto, eu topo, aliás temos apenas um mês para aproveitar.

(Eu) – Isso mesmo, apenas um mês, depois disso se você quiser vai ter que agendar um dia e horário. 

(Mel) – Igor você se acha, convencido de mais.

(Eu) – E você gosta que eu sei.

Ela tirou o vestido limpou as pernas, e a pessoa na janela olhando.

(Mel) – Cademinha calcinha? Preciso chegar em casa de calça né.

(Eu) – Calça e sem calcinha porque essa aqui é minha.

(Mel) – Para de loucura, me devolva.

(Eu) – Não, vamos embora.

Ela então vestiu a calça sem a calcinha, e fomos embora, ela me deixou no hospital, mas antes de eu descer, ainda dei uns beijos nela, e percebi que sua calça estava melada;

(Mel) – quero ver eu chegar em casa desse jeito, aiaiai e agora.

(Eu) – Se vira e toma cuidado gostosa.

Desci do carro e fui embora.

No sábado,ela chegou de legue, desceu do carro e me deu uma piscada, e foi rebolando,pegou e puxou a legue para cima, deu para ver aquele fio dental rosa naquele rabo gostoso.

(Eu) – Você quer ficar sem calcinha de novo hoje né?

(Mel) – Nunca mais, você é louco, só fiz para te provocar, ontem cheguei em casa o marido ainda não estava, fui tomar banho, ele chegou todo suado e entrou no banho comigo, viu minha calça jeans molhada e perguntou o que era, eu disse que era o tesão que eu estava por ele.

Ele veio me pegou de quatro, falou que minha boceta estava diferente, mais gostosa, mais molhada do que o normal, gozou rápido coitado, fomos para a cama e dormiu.

(Eu) -Hummmm que delícia, adoro isso, e aí vamos da uns beijos hoje?

(Mel) – Hoje é só uns beijos, porque o marido já vai está em casa esperando.

(Eu) – Esperando a esposa tarada com porra na boca, e na sexta na bocetinha, adorooo.

(Mel) – Seu tarado, você está me deixando louca por você, isso não pode acontecer.

(Eu) – Nem me fala isso, não pode mesmo hein, aqui é só um lance…

(Mel) – Eu sei bem seu safado. Gostoso.

Beijos até mais tarde.

E foi isso aí, ficamos assim um mês todo, de segunda a sábado, sendo que nas sextas feira com mais tempo nós aproveitávamos mais. 

Quando tudo terminou na reunião anual do hospital é ela descobriu que o “segurança” com quem teve um louco caso na verdade era um médico de outra especialidade que trabalhava no mesmo hospital.

NUNCA MAIS NOS ENVOLVEMOS.

RELATO PESSOAL 32

14 DE ABRIL DE 2003

Resultado de imagem para foto no banco do aeroporto
Há cerca de 20 anos, numa noite de domingo, resolvi fazer uma visita a uma ficante que morava em outro estado….
Fiz da seguinte forma…

Sabe o que é? Bateu saudade. Estou escrevendo esta mensagem sentado em um banco do aeroporto. Não, eu não quis te avisar antes, aliás não deu tempo. Para ser mais sincero, até deu, mas é que eu gosto tanto de te surpreender, mesmo que me custe algumas horas do dia. Eu queria ser o espelho do teu quarto agora, para poder refletir o ponto de exclamação que se formou no teu rosto. Prevejo me chamando de louco em pensamento, e eu adoro. Melhor, escreva isso, e me envie antes de eu entrar no avião.

Recebi, agora anseio ainda mais pelo pouso. Você não sabe o quanto isso me instiga, e eu não vejo a hora de dar de cara com o par de olhos castanhos mais sexy que os meus olhos já viram.

Ah! O porteiro que está de plantão hoje é o Alberto? Sim? Que ótimo, não precisarei parar para me apresentar. Seria uma tortura aguentar mais 3 minutos lá embaixo, enquanto você autoriza a minha subida.

Não estou levando muitas coisas na mala, só o que realmente nos interessa. Quando eu chegar aí, você vai saber.

Ok, o baby doll branco de rendinha que você usa aqui e que eu adoro está indo junto comigo, chamo suas lingeries de looks-relâmpago, pois não ficam muito tempo em seu corpo quando são apresentadas à mim. 

Caaalma, delícia! Não quero te provocar, até porque eu também estou quase lá, ou melhor, quase aí.

Deixe a porta destrancada, eu estou chegando. E mesmo depois do avião aterrissar, e eu já estiver em terras firmes, quero continuar nas nuvens nas próximas cinco horas. 

Pretendo fazer deste momento, uma noite de segunda-feira memorável. Você nunca mais odiará as próximas “segundas” que virão. Vai por mim. Eu também estou “indo”.

Quando eu chegar, me recepcione com um beijo daqueles. O resto? Deixa comigo, saberei muito bem o que fazer contigo. Enquanto isso, coloque aquele vinho na mesinha de centro, e a playlist do Tears for Fears  pronta para dar o play.

Lhe vejo…

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O que vejo não é apenas
o azul das águas que derramas
quando me elevo e em ti
caio. Vejo também o vento
modelando o teu dorso de gazela.
O que bebo em ti não é apenas
um vinho raro. São vinhas que me invadem
com suas raízes, joelhos e bocas;
vitrais perfumados onde se refletem
árvores que sobre ti 
declinam.

O sim…

Movida por fogo… debato com a razão… 

E no meio de uma vila antiga… de pequenos castelos… vemos meus grandes impulsos… Um vinho que suga… Uma ardência incontida… Deixe me com a Lua, minha melhor confidente… Ao melhor som… o do mar… os pensamentos já não vagam… flutuam… Codinomes surgem… cookies deletados… páginas viradas… Ligação inesperada… Movida por fogo… debato com a razão… O SIM implora por sim… Mas o Não se embriaga comigo… Conforto de um sacada… com desejos nada doces… A Dona das volúpias não se rendem mais como antes… E com picos sádicos tortura seu coração que ainda meio trouxa tenta me dar rasteiras… Propicio aos “SINS” que me dão afago… Cego a razão que anda me dominando com correntes fortes… Pseudônimos em uma boa literatura… Versos escritos com o clarão do Luar… A Dona das loucuras parece querer sedativos anti taras… E se lambuza de vinho lambendo as pontas dos dedos…  Ah essa mulher em chamas…. Tão propícia aos “SINS”… Deixa os pensamentos vorazes… Transpira e respira… Se inspira… Se toca… Peca … NÃO… Apenas diz SIM as suas vontades… Propícia aos “SINS” ela vê o sol desperta e inspira seus rabiscos numa incontida fúria que tem nome… sobrenome…gosto… tesão… Mente fértil, prazer, meu nome é Igor… Minha sede é por troca de saliva… Meu corpo é movido por palavrões em baixo tom ao pé do ouvido… arranhões sem ferimentos… mordidas infinitas… Propicia aos “SINS”…

Vinho… Êxtase…

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Sou teu vinho, teu êxtase
Meu cheiro de vinho 
Aveludado
Adocicado 
Meio amargo
Deslizam pelos seus seios avolumados
De Bacco deus do vinho sou o retrato
Seus seios há minha espera, esperam
Em desejos, sedentos, borbulhantes 
Exalando perfumes flambados
De buquês de orquídeas e lírios
Branco rosados.
Seus seios duas taças de vinho
Dançam a minha frente soltos
Sensuais libidinosos sedentos…
Minha boca faminta os acaricia
De gota em gota minha língua 
Devora em volúpia o sugo
Do vinho derramado
Nos seus seios vinho e carne 
Seus seios meu êxtase… 
Seus seios puros e sagrados.

VOCÊ…

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ESTE SÁBADO….

Assim nua, começo a pensar nas muitas palavras que te vou vestir. Louca assim te defini. Pegando na sua melhor lingerie e no copo de vinho, penso em todos os movimentos que a minha mão já percorreu o seu corpo. Penso em todos os cantos da sua pele que a minha boca já te sugou. A maneira como caminhas, desde a sala até à nossa cama. Os meus olhos deslizaram na sua pele. Vejo até os detalhes do seu corpo contraído debaixo do meu. Bêbeda imagino também, que isto possa fazer parte da realidade deste sonho de sábado que estou vivendo…

ANDEI PENSANDO…

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Alguma parte de mim, mesmo que bem instintivo, gosta de quem eu sou. Depois de muito tentar apaziguar a briga interna entre o sol em câncer e o vênus em leão que interfere diariamente na minha vida, eu decidi sempre me olhar no espelho e abrir as minhas próprias portas. Todo dia eu descubro uma coisa diferente, uma rachadura, uma mancha, uma goteira. Esses dias eu percebi que tenho duas pintas perfeitamente simétricas, uma em cada lado do meu rosto. Acabei aprendendo que não preciso gostar de cada espaçamento do meu corpo – inclusive, acho realmente estranho que meus testículos se separam por, literalmente, um centímetro de distância. Mas amo o fato de que todos esses defeitos são meus e só meus. A união de todos eles, a fórmula química que me transforma na única pessoa existente no mundo que possui exatamente essa sequência de predicados.
A luta pelo autoconhecimento não começou quando eu descobri a sexualidade, por exemplo – começou bem depois. Começou quando eu,com 18 anos de vida, tive que lutar para continuar vivo e mudar o mundo. Eu me prometi – sim, eu lembro disso – que, se eu vivesse, eu iria fazer o mundo valer a pena. E hoje eu valido cada conquista que eu fiz nesses anos que parecem séculos pra mim – será que, a medida que a gente cresce, o tempo passa mais rápido? Estranhamente, sim. Aqueles dez dias entre a vida e morte duraram mais que esses 40 anos que eu carrego nas costas e são eternidades quando comparados à meu futuro idoso e tedioso que eu espero ter assim que eu falar:”Pronto, eu fiz o que eu podia para tornar o mundo habitável”.
Nisso, entre uma risada e outra, uma perna bamba e choro livre, entendi que eu sou minha própria casa – provavelmente, daqui alguns anos, quando minha literatura tornar-se didática, alguém vai fazer uma apresentação de slides sobre mim e colocar nas características gerais que eu só falo clichês óbvios, mas importantes. Eu cuido de mim, escovo todos os dentes sempre depois do almoço, lavo o rosto, escolho a cueca e me deixo extremamente confortável para que eu possa descansar em mim mesmo sempre que o mundo lá fora fica pesado demais. No fim de tudo, eu me tenho. E isso basta de uma maneira absurda e inexplicável.
Ás vezes eu recebo visitas que me incomodam.Tiram os momentos mais livres, inundam o meu ouvido, deixa tudo fedendo e cheirando a desgosto – já escrevi sobre isso algumas vezes, e tudo bem quando isso acontece. Mas na maioria das vezes, recebo visitas incríveis que sempre trazem um tema de ideias que eu deixo pegando Sol na janela da mente. Eu amo ofato de que minha vida é um livro não aberto e assim eu posso ou não contar pra todo mundo que passa o que tá acontecendo aqui dentro, sem sentir que alguém vai me invadir a qualquer hora pois eu tenho as proteções necessárias para dizer: “Pera lá! Aqui não!”.
No fim, eu amo cada pedaço do meu corpo e cada parte da minha personalidade que faz com que todas as pessoas que, por algum motivo, vão se referir a mim em uma conversa de bar, digam: “Você conhece o Igor? Aquele lá, o louco e estranho”. Gosto da minha barriga que já absorveu tanta carne que cansou. Gosto do meu sangue que escorre palavras e dores, mas sabe a hora certa de estancar. Gosto dos meus olhos que se fecham acada sorriso, para guardar bem guardadinho aquela memória que me fez rir. Gosto da nudez e da arte que é servível em cada centímetro quadrado do meu corpo.Gosto do jeito que eu flerto e transo e amo e me apaixono comigo mesmo, a cada dia, de um jeito diferente e sempre falo: “Oi… você vem sempre aqui?”.
Sei que ainda preciso aprender a cuidar um pouco melhor de mim – eu não sei comer direito e muito menos sei a hora de parar de transar-, mas sei que tudo isso é um livro inteiro que preciso escrever para aprendera lidar com essa casa que ainda falta umas partes para serem cobertas de gesso.Sou simples, mas cheio de significado subjetivo que precisa de um dicionário próprio para entender cada vírgula, cada filosofia maldita que, vira e mexe,saem da minha boca durante uma discussão. Odeio isso e aquilo, mas, num geral,eu consigo me reconhecer no espelho.

Ontem…

Eu estava triste…

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Conversava na praia com uma amiga, alegre, voluntariosa, optimista… Ela insurgia-se com a minha tristeza, a minha dor… e perguntava-me se eu não via o lado belo das coisas, se a minha vida não tinha tantas coisas boas e bonitas?

 E eu tive dificuldade em dizer-lhe que tenho – sim tenho muita paz e amor e muita coisa boa na minha vida – mas igualmente tenho o seu contrário… e que as coisas para mim tem todas o mesmo peso, ou seja tudo tem os dois lados. A Rosa temes pinhos… a serpente tem veneno… o amor contem o ódio em germe, o prazer contem a dor… a noite esconde o dia e vice versa e a juventude contem a velhice como a árvore contem as raízes… e a vida a morte … Mas  como dizer-lhe que a beleza da vida para mim está nisto… no compreender que ela é mesmo feita de tudo isso e que podemos olhar do fundo da alma sem oscilar entre o bonito e o feio e sem nos deixarmos tocar por nada?

Vivo recebendo cantadas…

PACIENTE 131218-51

Meu nome é Michele, vivo no Japão, tenho 25 anos, 1,67m, nissei, casada e tenho 2 filhos… Sei que sou bonita e que chamo muito a atenção dos homens, ainda mais que adoro exibir meu corpinho em roupas curtas e justinhas. Meu marido morre de ciúmes, mas já disse a ele que não abro mão de me vestir como gosto. 

Vivo recebendo cantadas, inclusive de amigos do meu marido, mas nunca tinha caído em tentação, apesar de meu marido não me satisfazer sexualmente, por causa dos filhos e também por que casei virgem…, mas tudo aconteceu num dia como qualquer outro. Meu marido tinha saído para o serviço e eu estava só, com os meus afazeres domésticos. Meus dois filhos estavam passando férias na casa da avó. Tudo mudou quando fiquei com preguiça de cozinhar e pedi uma pizza por telefone para o almoço, num daqueles serviços de entrega rápida. O entregador chegou foi tão rápido que me pegou desprevenida com uma camisa fina que deixava transparecer meus seios redondos e um short de lycra branco bem agarradinho. Não pude disfarçar meu constrangimento, mas não deixei de reparar no volume debaixo do jeans daquele rapaz bronzeado e peludo… -São 2.500 ienes. -Espere que vou pegar o dinheiro. Mal dei as costa se ele me agarrou num instinto animal. Não pude me desvencilhar de suas garras. Ele foi logo arrancando meus shorts e querendo me penetrar com calcinha e tudo.Olhei para seu membro e vi que era enorme. Sempre me disseram que japonês tinha pinto pequeno, e realmente meu marido é bem pequeno, mas esse rapaz tinha uma tora de uns 20 cm, grossa e cheia de veias… Ele roçava loucamente seu pênis entre minhas pernas, me molhando toda. Depois rasgou violentamente minha calcinha e pressionou a cabeçorra vermelha em minha fenda já ensopada… Quando dei por mim, estava deitada e nem tentava mais me livrar dele. Queria ele dentro de mim. Não queria admitir que estava delicioso e que desejava aquele membro grosso dentro mim. Foi então que ele enfiou tudo de uma vez só. Parecia que ia me rasgar, mas gozei na hora, meu primeiro orgasmo em 5 anos de casamento… Senti sua vara batendo no fundo do meu útero e me contorcia de prazer, suas coxas duras batiam ferozmente nas minhas coxas quando comecei a gozar de novo. Foi um gozo devastador, como eu nunca tinha imaginado… Depois que gozei mais umas duas vezes seguidas, ele gozou litros de porra dentro de mim. e para o meu espanto seu pau não amoleceu, continuava uma rocha! Poucos segundos depois, ele me colocou de quatro e novamente cravou seu mastro em minha grutinha e começou com os movimentos que me enlouqueciam. Pude sentir seu esperma farto, escorrendo pelas minhas coxas, enquanto eu gozava alucinada. De repente, ele estava tentando colocar no meu cuzinho ainda virgem. Sua respiração estava tão forte que podia sentir nas minhas costas. -Não deu tempo de gritar duas vezes ele já estava me penetrando pelo traseiro. -Aii!! Ahh!!Choramingava num misto de dor e prazer em sentir aquele monte de carne avermelhado entrando, me rasgando toda. Me comeu com tanta força, que tive um estupendo orgasmo anal, que me fez desfalecer… Perdi a conta de quantas vezes aquele rapaz me fez gozar, Depois de mais de uma hora fodendo sem parar, ele finalmente ficou satisfeito depois que me fez engolir seus jatos de porra, que engoli agradecida, e me soltou. Ele se vestiu todo suado me deu o troco que nem conferi, deu um sorriso maroto e me deixou a pizza. Quando o meu marido voltou,o cheiro de sexo na casa já tinha passado. Tomei o cuidado de me lavar bem e à noite, quando começar fios a transar, fiquei morta de medo que ele percebesse a vagina mais alargada e no ferimento que aquele macho tinha deixado atrás. Para minha sorte ele não percebeu nada. Virei pizza-maníaca e sempre dou um jeito de me livrar das crianças. Meu marido até comentou que eu ando mais calma ultimamente, e não é para menos, agora tenho um macho de verdade para me satisfazer. Acho até que estou grávida dele, mas isso meu maridinho não precisa saber…

Quando vou à praia sem meu marido deixo o biquíni enfiado na minha bundinha o tempo todo..

PACIENTE 131218-21

Tenho 35 anos, sou casada com filhos, baixinha tipo mignon com 1,55m e uma bundinha arrebitada que meu marido não se cansa de elogiar e que gosto de exibir discretamente quando vou à praia, apesar de não usar biquíni fio dental, quando ando meu biquíni entra na minha bundinha e deixo que fique assim algum tempo, com a desculpa de conseguir um melhor bronzeado, tirando um pouco só de vez em quando, apesar de meu marido não reclamar, mas na realidade sei que estou sendo desejada pelos homens e isto me agrada e me deixa excitada.

Quando vou à praia sem meu marido deixo o biquíni enfiado na minha bundinha o tempo todo, já tendo recebido algumas cantadas, sem,contudo, ceder. Quando saio para fazer compras, principalmente sozinha, também coloco um pouco do meu exibicionismo em prática, usando vestidos curtos que realçam meu corpinho, me excitando em saber que estou sendo desejada. Apesar de meu comportamento ligeiramente exibicionista nunca cedi a nenhuma cantada.Moramos em uma casa confortável, porém o bairro tornou-se muito violento e resolvemos mudar para um apartamento, por ser mais seguro e prático. Meu marido correu alguns imóveis, levando-me apenas para ver os que lhe agradaram, ou, nos dias em que não podia ir, me fornecendo os endereços para que fosse visitá-los.Em um destes dias, ao chegar no terceiro imóvel, um prédio de porte que já se encontrava praticamente pronto, fui recebida pelo zelador, que se encontrava com as chaves do apartamento a ser visitado, situado no primeiro andar do prédio. Ao chegarmos no apartamento, entramos pela porta da sala e o zelador foi abrir as janelas e a varanda, para que pudesse sentir a excelente ventilação, o que provocou o fechamento da porta e consequente quebra da fechadura, nos deixando presos no apartamento. O zelador propôs que passássemos para o apartamento ao lado através da varanda, porém tenho verdadeiro terror de altura e disse que não conseguiria. Ele então passou para o outro apartamento e foi providenciar uma escada para que eu descesse. Colocada a escada senti que não conseguiria descer, no que o zelador se propôs a me ajudar. Não aceitei, pois estava com um vestido, que apesar de não muito curto, descendo uma escada deixaria minha bundinha à mostra. Depois de algum tempo, sem que outra solução fosse dada, resolvi aceitar a ajuda do zelador, que subiu pela escada até avaranda, fazendo uma espécie de concha com o corpo, onde eu desceria alojada e segura. Ao começar a descer, alojada entre os braços daquele estranho, senti sua excitação pois seu membro estava rígido, encostado na minha bundinha, e como movimento da descida ele esfregava seu membro em mim. Tamanho era meu medo que não esbocei nenhuma reação, descendo e deixando que ele alojasse seu membro cada vez mais. Quando estávamos quase no chão ele desceu mais rápido que eu, na intenção de me segurar pela cintura e me colocar no chão, mas sua real intenção era bem outra, pois descendo primeiro pôde vislumbrar minha bundinha, a esta altura com a calcinha enfiada pelos movimentos. Com visão total de minha bunda,segurou-me pela cintura com uma das mãos e com a outra apoiou a popa de minha bundinha, e assim fui descendo. Quando cheguei embaixo a mão que estava em minha bunda já não só apoiava, também fazia carícias. Desvencilhei-me e só então olhei para ele com ar de reprovação, sem, contudo, nada falar. Ele estava rindo e com o membro visivelmente duro, corei e fui embora, apesar de sua insistência para que fôssemos olhar outro apartamento. Ao chegar em casa passei o dia pensando no ocorrido, e me dei conta de que havia gostado da situação. Quando meu marido chegou perguntou-me minha opinião sobre os apartamentos, contei-lhe então o ocorrido, omitindo o assédio do zelador para evitar confusão, ele então insistiu para que eu fosse ver o apartamento no dia seguinte, protestei em vão pois ele disse que havia gostado do apartamento e queria minha opinião. Pedique ele me acompanhasse. Ele disse que poderia me deixar lá e me apanhar 20 ou 30 minutos depois, pois tinha marcado com alguns clientes às 08:00 horas, e assim foi. Pela manhã me surpreendi ao ver que estava me preparando como quem vai a um encontro, tendo colocado um vestidinho curto e solto, meio transparente, que deixava entrever a marca da minúscula calcinha branca, que com poucos movimentos já estava enfiada na minha bunda. Quando cheguei no prédio fui recebida pelo zelador com um largo sorriso, parecendo que já me esperava, disse que não haviam consertado a fechadura e que hoje iríamos a um apartamento no nono andar, de onde a vista era mais bonita. Já no elevador percebi que não tirava os olhos de mim, como quem quer me despir com os olhos.Quando chegamos ao apartamento contatei que haviam dois andaimes no corredor que dava acesso aos quartos, impedindo a passagem. O zelador disse que eram dos pintores e que teríamos que passar por cima pois só estava com a chave deste apartamento. Protestei, alegando que não conseguiria, tendo ele se oferecido para me ajudar. Sabia que ao passar por cima dos andaimes deixaria à mostra minha bundinha, porem mesmo assim topei. No primeiro andaime ele posicionou-se atrás de mim e empurrou-me, para que subisse, apoiando suas duas mãos em minha bunda,subi sem nada dizer a respeito. No segundo andaime, ao colocar as mãos na minha bundinha, a esta altura totalmente à mostra, não fez força para me empurrar,começando a apalpar e acariciar, protestei, dizendo que não fizesse aquilo pois era casada e meu marido deveria estar chegando para me apanhar, porem a esta altura já estava excitada e vencida, entregue às carícias do zelador, que já havia levantado meu vestido, segurando meus seios e encostando seu membro em minha bundinha, cedi e comecei a corresponder, rebolando levemente para sentir aquele pênis estranho se esfregando em mim. Sabia que a esta altura não havia mais como voltar atrás, iria trair meu marido. O zelador puxou meu vestido pela cabeça, me deixando só de calcinha, tirou também seu calção, me deixando ver seu membro duro, apontando para mim, pude avaliar que era maior e mais grosso que o de meu marido. Ele elogiou meu corpo, dizendo que não havia dormido pensando em mim, me entreguei e ele colocou-me de costas, com as mãos apoiadas no andaime, segurando meus seios e penetrando-me por trás. Disse-lhe que tínhamos que ser rápidos pois meu marido deveria estar chegando a qualquer momento. Ele movimentava-se como um louco, enfiando e tirando seu membro, me puxando ora pelos seios, ora pelos ombros, me deixando alucinada, perdi a conta das vez esque estava gozando com múltiplos orgasmos, quando tocou o celular em minha bolsa, e com ele ainda me penetrando atendi ofegante, era meu marido dizendo que se atrasaria uns 20 minutos, me perguntando porque estava ofegante.Disse-lhe que havia acabado de subir dois lances de escada e desliguei,continuando com aquela loucura até um gozo final e profundo, que me deixou molinha. Coloquei minha calcinha e o vestido, o esperma escorria por minhas pernas, e só então pulei o segundo andaime, ajudada pelo zelador que a esta altura já me bolinava descaramento, examinei os quartos e fiz menção de sair,tentando pular de volta os andaimes, quando fui segura pelo a esta altura abusado zelador, começando mais uma sessão de loucuras, protestei dizendo que não faria mais aquilo, em vão. Lá estava eu de novo entregue àquele estranho.Desta vês eu mesma tirei minhas roupas para que fôssemos mais rápidos, meu marido devia estar chegando. Ele disse que queria penetrar minha bundinha, não reclamei,pois, sabia que não adiantaria, relaxei para que a penetração ficasse mais gostosa. Ele pediu que eu passasse saliva em seu membro para facilitar a penetração, cuspi na mão para besuntá-lo, porem ele me puxou pela cabeça e me fez engolir seu membro, chupei seu membro que preenchia minha boca, deixando-o pronto para a penetração. Apoiei desta vez as mãos na janela e abri as pernas deixando minha bundinha a mercê do zelador que mais uma vez me penetrou,enfiando até encostar os ovos em minha bunda. Estava totalmente subjugada,sendo penetrada alucinadamente por aquele zelador quando meu marido chegou e buzinou me chamando. Desceu do carro e olhou para cima vendo meu rosto na janela, sem imaginar o que estava acontecendo naquele momento com sua esposa,que recebia aquele membro enorme na bundinha, gritei para ele e disse que já estava descendo, minha voz estava trêmula. Saí da janela e fiquei de quatro no chão, como uma cadela, para que o zelador terminasse de me comer, gozamos violentamente com meu marido lá embaixo me esperando. Me recompus rapidamente e descemos. Durante toda a descida no elevador ainda fui bolinada pelo zelador,que levantou meu vestido até o pescoço. A porta do elevador abriu no andar de garagem e eu estava praticamente nua, desci para o térreo pela escada,ajeitando meu vestido, o zelador me parou, levantou meu vestido e tirou minha calcinha, colocando no bolso. Protestei porem ele não me devolveu, fui encontrar meu marido com o esperma escorrendo pelas pernas e sem calcinha.Entrei logo no carro para que ele não percebesse e notei meus joelhos ligeiramente arranhados pela posição da última trepada, disse a meu marido que tinha levado uma queda. Deixou-me em casa, saí rapidamente do carro para que não percebesse que estava sem calcinhas. Não encontrei mais o zelador, mas tenho saudades das loucuras daquele dia.

Minha fantasia na verdade…

PACIENTE 131218-14

Meu casamento vai bem, tenho meus filhos, tenho 30 anos, 1,60 de altura, frequentadora das salas de Bate-Papo. Sérgio também é casado, tem filhos, 35 anos, 1,86 de altura. Bem já podem imaginar que minha aventura teve início em uma das salas de Bate-Papo… 

O relato que vou contar é para aquelas pessoas que assim como eu têm ou tiveram medo de realizar sua fantasia sexual. Minha fantasia na verdade era muito simples, queria saber como era transar com outro homem já que em toda minha vida só havia feito isso com meu marido. Conheci Sérgio, na verdade fui eu quem o abordou primeiro, então iniciamos uma conversa bem gostosa e é claro que também muito picante (ele sempre era mais ousado que eu). Nossa rotina foi esta durante algumas semanas, nos conhecemos no bate-papo depois por fotos, por fim nos encontramos em um parque da cidade. Estava muito nervosa com este encontro,afinal estava fazendo algo fora do meu cotidiano, jamais pensei que teria coragem de estar com outro homem. Nosso encontro foi rápido, nos beijamos várias vezes, conversamos e quando já estava quase na hora de irmos embora Sérgio levanta minha blusa e dá uma chupada em meu seio…nossa, fiquei sem fôlego, excitada e ao mesmo tempo assustada. Ele me pede para beijar seu pau sobre a calça, meio assustada fiz, e senti como ficou excitado. Continuamos a teclar nas salas de Bate-Papo e nosso excitamento já era tão grande  quando um outro encontro só que agora no motel, enfim iríamos colocar em prática tudo que escrevíamos um ao outro pela Net. Chegou o grande dia…Passei o dia todo nervosa e com medo. Pensei várias vezes em desistir, me perguntava onde estava com a cabeça, achei que estivesse louca, insana…o dia foi passando e as horas chegando. Tomei um demorado banho, me perfumei, vesti calcinha pequena preta e sutiã meia taça da mesma cor e usei um vestido (tudo sugestão de Sérgio). Nos encontramos em um local da cidade e de lá seguimos para o motel. Sérgio percebeu como eu estava visivelmente nervosa, cheguei a suar,mãos trêmulas, boca seca. No motel, fiquei perdida, não sabia o que fazer.Sérgio estava tranquilo, calmo, pegou o vinho e após abri-lo me serviu um copo o que para mim foi uma maravilha. Bebi aquele copo todinho enquanto Sérgio foi tomar banho. Tentei me acalmar mexendo em tudo quanto era botão naquele quarto de motel, mas em vão, não havia meios de me acalmar até que Sérgio sai do banheiro enrolado com uma toalha… estava sentada na cama, pegou em minhas mãos, seus olhos brilhavam, me pôs de pé, acariciou meus braços, minhas costas,me beijou. Lembro de seus beijos…hhuuummm começou com um beijo calmo de boas-vindas e depois passou a ser mais quente, mais exigente, suas mãos me apertavam, minhas mãos percorriam seu corpo, passei a mão em seu bumbum, suas coxas, senti sob a toalha como estava excitado, retirei a toalha e peguei em seu pau que latejava em minhas mãos, estava quente, muito duro. Uma das mãos apertava meu bumbum, depois meus seios e a outra ia desabotoando o vestido até que este caiu sobre meus pés foi aí que Sérgio ficou ainda mais tarado. Parou de me apertar para admirar minha lingerie meu corpo… pediu para que desse uma voltinha, vi seu olhar de satisfação, após isso empurrou meu sutiã de lado e começou a chupar meus seios, chupava tão bem que esqueci que ele era um estranho, ora chupava um, ora chupava outro, eu gemia e ele me chamava de”Putinha Gostosa” por fim tirou o sutiã. Deitou-me na beirada da cama, admirou meu corpo e foi tirando minha calcinha, abriu minhas pernas e começou uma deliciosa chupada. Chupou minha xaninha com muita vontade, pude sentir sua língua quente me invadindo, me lambendo, me comendo fazia com tanta maestria, fiquei muito excitada, ele percebeu porque disse que estava muito molhadinha. Enquanto era chupada seu dedo entrava e saia da minha xaninha gemia loucamente, minhas pernas ficaram trêmulas, puxei seus cabelos. Foi aí  que apertei o que eu mais queria então pedi para que me comesse, foi o que fez em seguida…após colocar a camisinha, ficou sentado na cama aproveitei sentei sobre sua vara que estava doidinha pra me comer. Fui sentindo sua vara entrando em mim, cada centímetro, senti como pulsava, isto foi me excitando mais e mais pude sentir como Sérgio me queria…sua vara entrava e saia de minha xaninha,ele chupava meus seios cada vez mais, sabia que isto me excitava muito. Eu rebolava em sua vara, ele segurava meu bumbum apertava e dizia que um dia ia querer comer ele também. Mudamos de posição, fiquei de quatro e Sérgio me admirou mais ainda, dizia sempre que eu era sua putinha gostosa. Senti novamente sua vara me invadir. Estava tão molhadinha, tão excitada, estava sendo devorada, comida por outro homem. Gemia de prazer e Sérgio judiava cada vez, ora só colocando a cabecinha e ora colocava aquela vara todinha dentro de mim. Gozamos bem gostoso, Sérgio me lambuzou todinha estávamos suados e ainda cheios de prazer e foi aí que disse a ele que queria lhe dar um presentinho…peguei seu pau com as mãos olhei pra ele e fui colocando todinho em minha boca, chupava a cabecinha, passava a língua em toda sua vara, enfiava todinho em minha boca, deixava entrar e sair, Sérgio gemia muito, estava muito excitado, sentia seu pau molhado, sentia seu sabor em minha boca. Enquanto chupava seu pau, puxava meus cabelos e fazia com que o engolisse mais e mais. Ele gozou bem gostoso e encheu minha boca com sua porra, continuei a chupá-lo e ouvia dizer que eu sabia chupar uma vara como ninguém que estava realizado. Depois disso tomamos um banho e fomos embora. Ainda nos falamos no bate-papo ejá nos encontramos outras vezes.

Eu não queria ir…

PACIENTE 131218-12

Olá. Meu nome não interessa, sou loira, 1,70 de altura, 55 quilos bem distribuídos e com tudo no lugar. Tenho. 34 anos, uma filhinha linda de 4 anos, fui casada por 10 anos, estou separada faz 6 meses. 

 O que vou contar aqui aconteceu realmente, há dois anos atrás. Meu marido me convidou para irmos a uma excursão do time de futebol da sua empresa a uma cidade há duas horas de distância de onde morávamos. Eu não queria ir, pois não gosto desses programas,ainda mais que ficaríamos dois dias acampados nesta cidade para que eles jogassem um torneio e eu detesto acampar. Como ele queria muito que eu e nossa filha, na época com dois anos, fossemos, dizendo que todos os seus colegas levariam as esposas e filhos, resolvi ir. Tudo correu muito bem enquanto estávamos lá, a não ser pelo acampamento e por meu marido ter machucado o joelho jogando bola. Quando vínhamos voltando, nosso ônibus estragou, eram 23 horas de domingo. Uma estrada escura e vazia. O motorista chamou outro ônibus que chegaria somente as três da manhã. 1 hora depois parou um ônibus da mesma empresa que vinha trazendo outra excursão, depois de muita conversa decidiram  que quem quisesse ir de pé, poderia subir. Quase todo mundo quis, eu e meu marido entramos primeiro, eu por ter uma criança no colo e ele por estar machucado. O motorista orientava-nos para que fossemos bem para o fundo do ônibus para que todos pudessem entrar. Quando chegávamos quase no fim do corredor, um homem de uns trinta anos, gentilmente levantou e me ofereceu seu lugar, eu agradeci e ofereci ao meu marido por causa do seu joelho e também porque ao lado tinha um velho dormindo e com cheiro de cachaça. Meu marido sentou, pegou nossa filha no colo e eu fique em pé com o ursinho dela na mão. O ônibus começou a encher e eu era arrastada para o fundo do ônibus e o motorista gritando para que fossemos bem para trás. Eu fui indo até o fundo e cheguei em um lugar onde tinha de um lado a parede do pequeno banheiro que avançava no corredor, atrás de mim o homem que me cedeu o lugar, de bermuda, sem camisa,era bem forte, da minha altura e muito simpático, e do outro lado um banco onde sentava um casal de velhos. O ônibus enchia e na minha frente duas mulheres gordas, de costas para mim, vieram chegando cada vez mais para trás até que eu encostei minha bunda no pau do homem atrás de mim, que por sua vez estava encostado no fundo do ônibus, fiquei envergonhada, tentei me esquivar, mas não tinha como, pois de um lado a parede do banheiro e do outro o banco dos velhinhos me impediam de fugir. Eu usava um pequeno short de lycra branco, uma calcinha também branca e uma blusa bem solta e curtinha, sem sutiã. O Ônibus começou a andar com a luz interna acesa, e eu toda sem jeito e muito nervosa,me sentia como se todo mundo no ônibus soubesse o que estava acontecendo, mas consegui em um momento de lucidez perceber que os velhinhos poderiam me ver,mas não viam a minha bunda e que já estavam de olhos fechados tentando dormir,a mulher a minha frente e quase colada em mim, reclamava da super. lotação coma outra a sua frente e ambas se mantinham de costa para mim. Alguns minutos depois aparataram-se as luzes do ônibus, ficando totalmente escuro, a não ser quando cruzávamos por outros carros e éramos iluminados rapidamente por seus faróis, o que raramente acontecia. Sentindo o volume daquele pau na minha bunda e pensando que tínhamos no mínimo uma hora de viajem, a minha aflição foi transformando-se em excitação. Apesar de nunca ter traído meu marido, eu sempre curtia quando passavam outros paus se esfregando em mim em metrôs, ônibus e elevadores lotados, mas tudo sempre acontecia muito rápido, mas ali ia demora re nós estávamos parados e bem encaixados. O Tempo passava e toda a minha atenção se concentrava má minha bunda e naquele volume. Percebi que o pau dele não estava para o lado, como geralmente os homens deixam, mas sim no meio e para baixo sobre o saco e que apesar do volume estava mole, então pensei que duro deveria ficar imenso, tive um calafrio ao pensar isso, e se endurecesse oque eu ia fazer? Não conseguindo tirar minha atenção daquele pau, meu tesão aumentava, eu já estava toda molhadinha e não conseguia mais controlar minha respiração, tinha medo que ele e a mulher a minha frente percebessem. Ficamos assim por mais alguns minutos quando aquilo que eu temia começou a acontecer,aquela coisa começou a crescer no meu rabinho, ia engrossando, se esticando e subindo, tomando conta do meio das minhas nádegas, forçando a entrada para o meio das minhas coxas ao mesmo tempo em que empurrava o meu shorts e a minha calcinha para dentro do meu preguinho. Meu corpo amoleceu, perdi o controle da minha respiração, cravava as unhas no ursinho da minha filha e suava por todos os poros sentindo aquele pau enorme e muito duro no meu rabo. Ficamos assim por uns cinco minutos, não conseguia mais me controlar, percebi que já estava instintivamente dando umas reboladinhas no pau dele, não demorou muito e sentias mãos dele na minha cintura me puxando para trás e apertando o pau na minha bunda. Eu enlouqueci, fechei os olhos, abri levemente as pernas, empinei bem abunda e me joguei para trás, sentia aquele pau enorme apertando minha bunda ena minha xota, seu peito cabeludo e forte encostar-se às minhas costas, os cabelos da suas pernas nas minhas, comecei a mexer a bunda descaradamente,forçando-a contra o seu caralho. Ele começou a beijar minha nuca, levantou suas mãos, por baixo da minha blusa até os meus seios e eu gozei gemendo bem baixinho. Ele se afastou, senti que abria sua bermuda, desci minha mão e agarrei aquele pau maravilhoso, estava muito duro, era grande e bem mais grosso que odo meu marido, apertei, alisei e acariciava seu saco. Louca de tesão e sem me preocupar mais com as mulheres a minha frente, me virei e comecei a beijar e lamber aquele homem. Agarrando seu pau fui descendo, lambendo seu peito, sua barriga, me ajoelhei e comecei a chupar e lamber o pau dele, lambia seu saco,sua virilha, seus pentelhos, sentindo seu cheiro de homem e suas mãos na minha cabeça. Demoradamente me deliciei com aquele mastro até que ele gozou enchendo minha boca, fazendo escorrer pelo meu queixo e meu pescoço, eu engolia o que podia e esfregava o resto no meu corpo, no meu rosto e nos meus seios. Subi, me agarrei no pescoço dele, encostei meu rosto no seu ombro e fiquei grudada dando beijinhos no seu pescoço enquanto sentia suas mãos alisando minhas costas e a minha bunda e o seu pau meio mole encostando na minha xota através dos meus shorts e da minha calcinha já ensopada. Ficamos assim por algum tempo. Percebi que a mulher que antes estava à minha frente tinha se afastado um pouco,provavelmente por ter percebido o que estava acontecendo, não a conhecia, sabia que era da nossa excursão, tive medo que ela contasse a alguém o que aconteceu e que mal marido ficasse sabendo, mas eu negaria, pois era só o que eu poderia fazer. Continuamos nos acariciando, ele me beijava e enfiava sua língua na minha boca, senti seu pau endurecendo de novo, me agarrou firme pela cintura eme colocou no seu lugar, de costas para o fundo do ônibus, ficando ele de costas para a mulher gorda. Achei o máximo, pois assim eu ficaria mais à vontade, voltei a agarra seu pau que já estava duro novamente, ele tentou enfiar a mão dentro do meu shorts por trás, mas não conseguiu, eu desamarrei-o na cintura e voltei a agarrar o seu pau, ele enfiou as duas mãos por dentro do shorts e da minha calcinha, se servindo da minha bundinha, alisava, apertava,chegando até a minha xana toda melada, depois enfiou um dedo no meu cuzinho, doía mas era muito bom, mexia o dedo lá dentro me deixando louca. Tirou as mão se baixou meus shorts e minha calcinha até o meio das minhas coxas, me virou de costa e meteu o pau no meio das minhas pernas, eu vibrava sentindo aquele caralho quente, duro e grosso nos lábios da minha buceta e nas minhas coxas totalmente lambuzadas, sentia seus pentelhos espetarem minha bunda. Empinei abunda, agarrei o pau dele e tentei bota-lo na entrada da minha xota, mas não consegui, fiquei na ponta dos pés, mas também não consegui, então em sussurros pedi a ele que me comesse, ele falou baixinho no meu ouvido que queria comer a minha bunda. Eu estremeci só de pensar em levar aquele pau no rabo. Não disse nada e tentei novamente colocá-lo na minha bucetinha e mais uma vez não consegui, tentei me virar para ajoelhar e chupar o pau dele de novo, mas ele me segurou firme, então quase chorando agarrei o pau dele, empinei a bunda e posicionei-o na entrada do meu cuzinho. Eu com as duas mãos no fundo do ônibuse segurando o ursinho da minha filha com a boca, comecei a rebolar sentindo aquela cabeça enorme na entrada da minha bunda, ele começou a forçar e eu rebolava lentamente, senti a portinha do meu cuzinho ameaçando se abrir, apesar da tesão tinha medo de ser penetrada por aquele pauzão, ele empurrava e eu instintivamente ia me encostando no fundo do ônibus, quando não tinha mais para onde fugir, fui subindo, subindo, até que fiquei na ponta dos pés, sentindo que meu cu já estava no máximo da sua resistência. Ele parou, não empurrava mais e nem me dava uma folga, eu suava por todo o corpo sentindo-o com uma mão na minha cintura e a outra segurando seu pau firmemente na entrada do meu cu. Coma cara colada no fundo do ônibus eu mordia o ursinho da minha filha para não gritar de tesão, de dor e de medo de não aguentar um pau tão grosso. Minhas pernas cansadas de ficar na ponta dos pés começaram a tremer, tentei agarrar o pau dele para tirar da entrada do meu rabinho, mas ele segurou minha mão, eu não tendo mais forças para me manter na ponta dos pés, comecei a descer, sentia meu cuzinho se abrindo, fazia mais um esforço, subia, minhas pernas doíam etremiam até que perdi o controle e desci, senti meu cuzinho se arregaçar e entrar aquela enorme cabaçona, num impulso involuntário, devido à dor daquela invasão, voltei à ponta dos pés, mas não consegui me manter, então desci elevei mais da metade daquele pau enorme no rabo. Eu via estrelas, meu corpo todo tremia, chorava de dor enquanto mordia o ursinho de pelúcia, sentia meu cu arregaçado demais, parecia que iria estourar, se rasgar, ele voltou a me bolinar os seios, enfiava um, dois, três dedos na minha xana ensopada, me mordia a nuca, mas não meteu mais o pau, esperando que meu cuzinho se acostumasse com aquela grossura. E realmente, aos poucos fui me acostumando coma dor, sentia minha bunda cheia e uma pressão no estomago, parecia que alguma coisa dentro de mim tentava empurrar aquele cacete para fora do meu cuzinho. A tesão voltou a ser maior que a dor, tirei o ursinho da boca e comecei a   até sentir seus pentelhos encostando na minha bunda e gozei como uma cadela, enquanto meu cuzinho latejava de dor e de prazer. Ele sentindo minha vibração começou um entra e sai, bem lento, eu quase morria de tesão quando ele tirava aquela coisa grossa e comprida, parando antes de sair a cabeça e voltava lentamente a rechear a minha bundinha, ficamos nessa por uns 20 minutos, as vezes ele parava e me segurava para que parasse de rebolar, talvez para não gozar ainda, meu cu ardia e latejava, mas eu estava adorando ser encravada, me entreguei totalmente, me esqueci das pessoas em volta, do meu marido, só de olhos fechados, com o rosto virado beijava e mordia  a boca e os lábios daquele homem gostoso, chupava sua língua, alisando seus braços, queria ficar o resto da minha vida ali com ele, com aquele pauzão grosso e comprido cravado no meu rabinho. Ele começou a me bombear mais rápido e com mais força, continuei a rebolar naquele cacete, apesar de sentir dor. De repente ele enterrou tudo com muita força, quase tirando meus pés do chão,senti seu pau vibrando, soltando diversos jatos de porra quente dentro da minha bunda enquanto apertava meus seios, gozei como nunca, chorava de tesão e lambia sua cara e beijava-o desesperadamente. Ficamos parados, ele atolado no meu cuzinho por mais um bom tempo. Antes do seu pau amolecer, ele começou a tira-lo lentamente de dentro de mim, tive a sensação de estar aliviando aquela pressão e com medo de que seu líquido saísse de dentro de mim escorrendo pelas minhas coxas, me preparei para levantar minha calcinha e meu shorts logo que seu pau saísse todo, quando eu iria ao banheiro me limpar para que meu marido não desconfiasse de nada. Senti quando saiu tudo, rapidamente levantei minha calcinha e o shorts, me virei para beijar a boca do meu amante quando senti que tinha alguma coisa dentro da minha calcinha, tomei um choque, passei por ele e entrei no banheiro, quando tentava baixar o shorts e a calcinha para sentar no vaso, me vi no espelho ao lado e quase morri. Eu tinha enchido minhas calcinhas feito uma criança, havia uma grande saliência marrom na minha bunda e cocô mole e porra começavam a escorrer pernas abaixo, continuava a sair coisas de dentro da minha bunda e eu não tinha nenhum controle sobre o meu cu. Tirei minha roupa, sentei no vaso e comecei a chorar desesperadamente, sem saber o quefazer sentia muita vergonha, pensava no meu marido, no homem que havia me comido, nas pessoas do ônibus, no que eu tinha feito. Sentada no vaso,  joguei minha calcinha na cestinha de lixo, meus shorts eu lavei na pequena pia ao lado, limpei o chão e as pernas e quando fui limpar minha bunda e passei o papel higiênico pelo meu cuzinho tive outro choque, estava enorme, era um buraco da grossura do pau que me enrabou. Me apavorei, achei que tinha estourado tudo, continuei limpando e chorando muito, vendo muito esperma e sangue junto com as fezes. Depois de estar tudo limpo continuei sentada,pensando no que eu tinha feito, tinha dado a bunda para um homem que eu nem conhecia, não tinha usado camisinha, estava com o cu arrombado, e a mulher que provavelmente percebeu o que aconteceu? Será que meu marido ficaria sabendo?Algum tempo depois, senti que o ônibus parou, fiquei nervosa, com o cu ardendo muito, vesti meus shorts ainda molhado e esperei mais um pouco. Abri a porta lentamente, vi o casal de velhos saindo no fim da fila no corredor, não vi meu marido nem o homem que me comeu, não sabia se ficava alegre ou triste por não vê-lo. Sai do ônibus, meu marido e minha filha, ambos com cara de sono, me esperavam sem desconfiar de nada. Olhei para os lados procurando aquele homem,mas não o vi. Peguei minha filha no colo, senti uma fisgada no cu quando fiz força e fomos embora como se nada tivesse acontecido. Passei uma semana com muita dor no cuzinho me automedicando para não ir ao médico. Nunca mais dei o cu e nem trai meu marido. Nunca mais vi aquele homem que me fez perder a cabeça eagir como uma vagabunda.

Melhor trilha que eu não fiz…

Só não pode dizer que não se lembra…

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Era um sábado bem quente de verão, dia lindo! Eu levantei da cama cheia de energia, radiante, tomei um banho gelado, lentamente, passando espuma em cada parte do meu corpo, que já estava totalmente bronzeado! Depois do banho, mandei uma mensagem para você Igor, com quem eu conversava havia algum tempo, convidei você para fazer uma trilha, então combinamos que você passaria na minha casa logo após o meio dia. Nós ainda não havíamos nos conhecido, mas acredito que assim como eu você também estava ansioso, principalmente porque já havíamos conversado sobre muita coisa, e sempre o provoquei, de forma sutil, sem deixar claro qual era minha intenção.  Coloquei um short curtinho e um top, com as costas bem á mostra, fiz questão de deixar meus cabelos soltos, passei protetor solar e depois um creme bem cheiroso.

Vaidosa como sempre!

Eu já estava pronta, quando ouvi um carro chegar, era você . Eu já estava com pensamentos maliciosos, mas quando ouvi a voz mais grossa, barba por fazer, fiquei ainda mais instigada. Quando nos vimos logo abrimos um sorriso, nos cumprimentamos, entrei no carro e fomos em direção à trilha, conversa leve, descontraída.  O caminho até lá foi um pouquinho longo, então decidi que não queria esperar até você tomar a iniciativa de ficar mais próximo de mim. Coloquei a mão na sua perna, de forma suave, fiz um leve carinho da perna até chegar perto da virilha e subi pela nuca, passando a mão cabelos, tudo de forma muito sutil, você  retribuiu, em silêncio.

De repente o céu começou a nublar, e quando chegamos no local da trilha já estava chovendo, saímos do carro, ainda esperançosos, mas a chuva só ficava mais intensa. Eu estava de costas pra você observando a chuva molhar o asfalto e adorando aquela sensação das gotinhas molhando meu rosto. Então você me segurou por trás, pela cintura, me puxou pra perto de você, colocou meus cabelos pro lado e beijou minha nuca lentamente. Me virei de frente pra você e beijei sua boca, deixando transparecer meu desejo de ter um pouco mais. Então, sussurrei no seu ouvido:

“Quero sentir seu corpo mais perto do meu!”.

Entramos no carro, com nossos corpos molhados, a chuva caia forte lá fora. Eu sentei no seu colo, de forma a ficar de frente pra você, e em quanto beijava sua boca rebolava lentamente, provocá-lo me deixava ainda mais excitada! Tirei sua camiseta, e beijei seu peito, fui descendo até chegar perto do botão do short, abri lentamente, beijei até a virilha, então simplesmente parei, e voltei a beijar sua boca, eu sabia que você já estava maluco. Então você sussurrou no meu ouvido, pedindo para que eu fosse para o banco de trás, assim eu fiz, me apoiei no banco, ficando de quatro pra você, com o bumbum bem empinado. Então você beija minhas costas e vai descendo até meu quadril, eu já estava toda molhada, quando você colocou dois dedos dentro de mim, enquanto beijava meu bumbum.

Suas mãos eram grandes, e me apertavam, me excitava, eu gemia me deliciando com os movimentos da sua língua com seus dedos, mas sinceramente, não via a hora de sentir você dentro de mim. Então você pediu “você está gostando?”, e eu respondi “eu quero você metendo em mim!”, você me segurou pela cintura com as duas mãos, me penetrou lentamente, e a medida com que os movimentos ficavam mais intensos meus gemidos ficavam mais altos. Enquanto você me penetrava eu tocava meu clitóris, quando senti seu dedo pressionando meu cuzinho, fazendo um leve “carinho”, então senti um êxtase se espalhar por todo meu corpo e disse: “Se você continuar assim, vou gozar!” Ele continuou, eu gozei e logo em seguida ele gozou também.  Vestimos nossas roupas, e você me levou para casa. Quando eu estava saindo disse á você : “essa foi a melhor trilha que eu não fiz” (risos).

CUIDE DE SUA SAÚDE …

Fazer sexo não só é espetacular, mas também é ridiculamente bom para sua saúde.

Resultado de imagem para SEXO GIFO sexo estimula o sistema imunológico, protege contra certos tipos de câncer, alivia o estresse, e ajuda a dormir melhor.

E graças a um novo

 estudo, também sabemos que ele protege você de ataques cardíacos,
Então, claramente, o sexo é uma atividade que só traz coisas boas e se mostra um dos melhores remédio da natureza.
Pesquisa
Para realizar o estudo, os pesquisadores acompanharam 1.165 homens com idades entre 40 e 70 anos durante uma média de 16 anos e analisaram seu histórico de saúde para entender a relação entre atividade sexual e saúde cardiovascular.
A pesquisa descobriu que os homens que tiveram mais sexo tiveram o menor risco de desenvolver doenças cardiovasculares
Aqueles que fizeram sexo duas a três vezes por semana foram 45% menos propensos a ter problemas cardíacos do que aqueles que só transavam uma vez por mês.
Este estudo é especialmente importante porque os pesquisadores consideraram fatores como saúde geral, pressão arterial e se os homens eram fumantes ou não, e os resultados ainda provaram que o sexo sozinho é um fator poderoso o suficiente para reduzir o risco de doenças cardíacas.

BONS LIVROS ERÓTICOS

Nestes romances, cenas de sexo pra lá de picantes e enredos bem construídos caminham juntos

Todos adoramos fazer sexo, é claro, mas não resistimos também a falar sobre, seja para compartilhar histórias picantes em uma roda de amigos, aprender uma dica ou duas, saber o que fazer ou não na hora H e como melhor agradar a parceira.

Gostamos também de vê-lo no cinema e séries de TV, além de ler sobre o assunto, seja em notícias, artigos, depoimentos ou livros. Quando uma narrativa é recheada de cenas explícitas, então, fica quase impossível resistir à leitura.

Neste quesito, a literatura já foi capaz de nos presentar com algumas ótimas (e polêmicas) obras. Muitas chegaram até mesmo a serem censuradas à época de sua publicação, vítimas de um moralismo implacável que faz questão de dar as caras até os dias atuais.

O pessoal do AreaH selecionou sete dos melhores romances eróticos já escritos para todo homem ler, reler e deixar a imaginação rolar soltar. Saiba quais são:

#1 – A Vida Sexual de Catherine M., de Catherine Millet

Em “A Vida Sexual de Catherine M.”, a autora Catherine Millet, fundadora e diretora da Art Press, uma das mais influentes revistas de artes na França, desnuda sua própria vida sexual, a qual tem início depois de perder sua virgindade aos 18 anos. Com riqueza de detalhes e sem pudor algum, Catherine descreve suas muitas aventuras sexuais com vários homens nos mais variados lugares, em sua incessante busca do sexo pelo sexo, sem qualquer tipo de sentimento além do prazer.

#2 – A Casa dos Budas Ditosos, de João Ubaldo Ribeiro

Para escrever sobre a Luxúria para a coleção de livros Plenos Pecados da Editora Objetiva – depois da Gula (Luis Fernando Veríssimo), da Ira (por José Roberto Torero) e da Inveja (Zuenir Ventura) -, foi convidado o escritor, jornalista, cronista, roteirista e professor brasileiro João Ubaldo Ribeiro. O resultado foi “A Casa dos Budas Ditosos”, um romance que narra a história de uma mulher de 68 anos, nascida na Bahia e residente no Rio de Janeiro, que narra sua vida de aventuras sexuais prazerosas e sem culpa.

#3 – O Amante De Lady Chatterley, de D. H. Lawrence

Último romance de D. H. Lawrence, “O Amante De Lady Chatterley” narra a história de Constance Chatterley, que poucos meses depois de seu casamento vê seu marido partir rumo à guerra. Ele volta paralisado da cintura para baixo e, devotado a seguir a carreira literária, se distancia da mulher. Constance então encontra companhia em Oliver Mellors, um ex-soldado que vive em isolamento. Impedido de ser publicado à época de seu lançamento, em 1928, pelas “palavras inapropriadas” e por tratar de sexo e traição de modo explícito, este romance é considerado hoje um clássico da literatura.

#4 – A Vênus das Peles, de Sacher-Masoch

Publicado originalmente em 1870, “A Vênus das Peles” é um dos maiores precursores do romances eróticos, narrando com detalhes a submissão sexual ao mesmo tempo dolorosa e prazerosa, daí o surgimento do termo “masoquismo”, cunhado em homenagem ao autor e consagrado posteriormente por Freud. Na obra, estão presentes temas que ainda hoje encontram as barreiras do tabu, como o sadismo, o fetichismo, o travestismo e até mesmo a homossexualidade – tudo muito bem trabalhado em uma narrativa cheia de sensualidade capaz de despertar a imaginação de qualquer leitor.

#5 – História do Olho, de Georges Bataille

A obra “História do Olho”, publicada em 1928, é o primeiro (e mais célebre) livro de Georges Bataille. Escrito sob o pseudônimo de Lord Auch, é até hoje considerado um dos maiores clássicos da literatura erótica do século passado. O livro acompanha as peripécias sexuais do jovem narrador e de sua amiga Simone. Sexo, violência e morte se misturam em uma narrativa surrealista, na qual sadismo, orgias, tortura e loucura são temas explorados de maneira bastante explícita pelo autor.

#6 – Delta de Vênus, de Anaïs Nin

A obra “Delta de Vênus”, escrita no início da década de 40 sob misteriosa encomenda, é um livro que reúne diversas histórias eróticas de autoria de Anaïs Nin. São contos sobre prostitutas que satisfazem os mais estranhos desejos de seus clientes, mulheres que se aventuram com desconhecidos para descobrir sua própria sexualidade, modelos e artistas que se envolvem num misto de culto ao sexo e muito mais. Mais do que contos eróticos que se passam num mundo europeu-aristocrático decadente, “Delta de Vênus” oferece ao leitor histórias de libertação e superação.

#7 – A História de O, de Pauline Réage

Escrito pela autora Anne Desclos sob o pseudônimo de Pauline Réage, “A História de O” é um dos romances mais cultuados da literatura erótica do século XX. Na história, uma mulher, chamada apenas de “O”, é uma mulher livre e independente, que é levada por seu amante René a um castelo situado em Roissy, perto de Paris, onde ela se torna escrava de René e outros homens. Ao ser publicado, o livro provocou fortes reações do público e da crítica por sua coragem em tratar o tema da submissão sexual feminina. Com um estilo literário cru e direto, “A História de O” recebeu o prêmio de literatura erótica Les Deux-Magots, em 1955.