Mês: novembro 2018

À VOCÊS SANTAS !

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Hoje não estamos falando de meninas ou garotas, hoje estamos falando sobre mulheres. Isso mesmo. Mulher feita, vivida, surrada de experiências e histórias. Sobre mulheres de verdade. Daquele tipo que tem uma bagagem enorme nas costas. Do tipo que sorri usando um blazer no escritório ou segura um estetoscópio na faculdade ainda lutando por uma carreira de sucesso. Buscando reconhecimento, estabilidade seja ela profissional ou emocional. Mulheres que são alicerces da própria vida. Apenas mulheres.

Chega uma fase da vida que quase tudo cansa. Papo vago cansa, noitadas de balada cansa, aquele vestido no armário cansa, as pessoas do trabalho cansam e até a família algumas vezes cansa. Principalmente quando você chega aos trinta anos ou um pouco mais. Se for solteira então… Antes, a visão de uma mulher nessa idade já era estar com o emprego dos sonhos, carreira feita, formada, casada e de brinde já com um filho ou dois. Estereotipadamente falando, porque é claro que nem sempre é assim a menos que você seja uma personagem de filme americano. A realidade é um pouco diferente em algumas vezes.

Mas independente de que carreira ou cargo uma mulher de trinta anos ocupe, ela já é mulher. Independente das experiências de vida, ela já é mulher. Independente de quantos caras ela já foi para cama, ela já é mulher. Mulher que demora um tempo a mais no chuveiro cuidando da pele, pensando na vida. Mulher que briga mais vezes com o espelho e que reclama das roupas que tem. Mulher que se chateia com a balança e começa a se preocupar com coisas como a idade, cremes rejuvenescedores e sapatos com salto mais baixo. No histórico de pesquisas começaram a entrar comidas mais saudáveis, sucos milagrosos e decoração para a sala de estar.

Ela pensa em viajar, casar e ter filhos. Arranjar alguém decente que queira dividir as cobertas e Netflix mas ao mesmo tempo pensa em ser independente e não ter ninguém para dar satisfação dai fica nesse meio fio nem lá, nem cá. Pensa em evitar gorduras e calorias para prevenir estrias ou celulites ou sei la mais o que, ao mesmo tempo pensa que queria uma taça de sorvete bem agora. Ouve músicas olhando pela janela do vagão ou começa a ler mais livros, inclusive lembra que tem que trocar as lentes do óculos. Pensa em repaginar a vida, começar algo novo mas no final de semana se encontra no sofá e com a parceira almofada. Andar de meias e calcinha pela casa acaba sendo um roupa natural do cotidiano. Fazer o que?!

Se sentir sozinha já não é mais tão ruim e crises existências sem motivo algum é uma coisa normal. Combinar roupas com o sapato é essencial e colares que quebram essas duas combinações é um detalhe e tanto. Cabeleireiro entra na lista de despesas com prioridade assim como fazer as unhas em casa porque não quer sair para ir na manicure. Isso faz alguma lógica? Para ela sim, assim como as músicas do Djavan. 

As coisas pequenas acabam tendo uma importância maior que tudo e as que eram importantes antes, hoje já não são tão mais assim. Dores de cabeça e dores nas pernas começam a ser mais frequentes. Mas, com seus trinta anos a mulher já conheceu seu corpo e isso traz uma certa segurança e insegurança também. Elas sabem qual a melhor cor de cabelo combina, por exemplo, e qual estilo as favorece, qual maquiagem ressalta o que tem de melhor e isso acaba as deixando mais seguras. Aprendem a se valorizar mais e saber seus reais detalhes.

Por fim, uma mulher de trinta anos tem que se lembrar que ela tem uma vida apenas e esta não é um ensaio geral. Tem que entender que é preciso aceitar as mudanças em seu corpo e na mente enquanto você amadurece. Esquecer os estereótipos que a sociedade impõe sobre a idade, sobre o tempo e principalmente sobre ser mulher aos trinta. Não se preocupem com o envelhecimento, preocupem-se com o tédio. Inspire-se pelo menos uma vez ao dia. Use sapatos confortáveis mais do que sapatos que chamam atenção e machucam seus pés, ninguém esta olhando para as bolhas dentro deles. Não encha sua vida com coisas e pessoas inúteis. Tenha filhos quando quiser tê-los, não existe um tempo certo para isso acontecer. Nunca, jamais vá para cama com raiva de si mesma ou de outra pessoa (Isso sim da rugas). Aos 30 anos você se torna mulher, saiba apreciar sua beleza. Não perca tempo se preocupando com coisas que não pode mudar; mude as que puder. Seja gentil com você mesma. Você não deve considerar o que não está sob seu controle. Se alguma coisa faz você se sentir mal, tire-a de sua vida. Seja feliz, enfim. Sorria e as pessoas em volta vão sorrir com você. A energia dos 30 é contagiante e sua luz vai ser sempre sua luz. Jamais apague essa vela que há dentro de você.

Ah, e você é linda!

NUMA “SANTA” SE TOCA COMO SE TOCA NUMA FLOR NA BEIRA DA ESTRADA…

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É um toque suave… Tão suave, quase que passa despercebido. Mas, para ela não. Ela sente aquele toque como se fosse o mais sentido de todo o mundo. Como se fosse o mais expressivo de todo o mundo. Como se todo o mundo estivesse ali, naquele tão simples toque. Como se ele tocasse num piano, ao de leve, sem pressas nem pesado.

E ela quer prolongar essa sensação. Ai! Como ela quer prolongá-lo. Como se nada mais importasse sem ser aquele gesto, aquele gesto que, para si, traz o melhor sentimento: o de proteção. Ela fecha os olhos, por breves segundos, como se, assim, pudesse gravar ainda melhor aquele momento na sua mente, pois ela sabe que ele a acompanhará por todo o sempre. E o sempre parece tão longínquo. Tão longínquo, mas, agora, com razão para ser vivido. Como se todo esse tempo que lhe resta, ganhasse um novo propósito: o de relembrar aquele toque. Aquele toque que provém daquela mão que já está no seu coração. 

Ela nunca tinha tido essa experiência. Essa experiência de ser tocada daquela forma tão descontraída, como se fosse natural alguém lhe fazer aquilo. Como se fosse normal. E ela não está habituada a ser normal. Ela não está habituada sequer a ser olhada de forma normal, quanto mais alguém a se predispôr a tocá-la desta forma. 

E ela quer sorrir-lhe, como ela lhe quer sorrir… Ela quer mostrar como ela ficou feliz por sentir aquele toque quente dos seus dedos. Ela quer dizer-lhe obrigada por isso. Por ele ter tido a coragem de se aproximar. De se aninhar ao seu lado. De olhar para ela com atenção e de a ter tocado. Ela quer mesmo mostrar-lhe que ele lhe deu o melhor da sua vida. Porém, tristemente, não o consegue fazer. Ela não consegue exprimir como se sente lisonjeada, nem que ele esteja com ela alguns segundos.

Mas ela não consegue. Ela tenta, tenta parecer diferente, mão é capaz.

E, aí, fica a olhá-lo fixamente, com a sua cor triste e aspeto desajeitado, começando a encher-se de

vergonha por não conseguir ser viçosa como todas as outras. Porém, ela sabe que isso não é algo que acontece em segundos. Isso só acontece se se nasce com essas cores maravilhosas. É esse não é o caso dela… Nunca o foi.

De repente, ele levanta-se e deixa-a estar, assim, na beira da estrada, onde ela sempre tinha estado. Ele vai-se embora e ela fica ali, apenas e só, a observá-lo. A agradecer a quem quer que seja por lhe ter dado a oportunidade de ser tocada daquela forma. De alguém lhe ter tocado nas pétalas. Assim… Tão simples, carinhoso e tão belo. Algo que ela nunca tinha conhecido, já que nunca ninguém a tinha olhado daquela forma tão especial. É ali, na beira daquela estrada que ela vai continuar, sozinha e sem cor, à espera do fim, lembrando vezes sem conta aquele toque quente e sentido.

Todos nós somos capazes de viver…

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Creio que a sabedoria popular está quase sempre certa e, isso, tem uma razão de ser: as dificuldades que sinto, já foram sentidas por outros. Quanto à frase que se ouve por aí – O Complicado não É viver, mas sim Saber Viver – esta não poderia estar mais certa.

Todos nós somos capazes de viver: o coração bate, respiramos e cumprimos a nossas necessidades básicas para mantermos esse tal coração a bater. No entanto, saber viver não é assim tão linear. Saber viver implica saber relacionarmo-nos com o outro, conseguir estar no mesmo espaço que o outro, conviver com o amor, o desamor, a alegria e a desilusão. Enfim, com todos os sentimentos que o ser humano é capaz de produzir. Isso, sim, é complicado.

Seria menos complicado se fôssemos abençoados apenas com coisas boas. Isso sim. Seria extraordinário. No entanto, e por alguma razão, a falta de solidariedade, de altruísmo, de amor próprio, mas também pelo outro, e de solidariedade torna tudo diferente desse sonho. Aliás, são muitas vezes mais fortes do que aquilo que nos faz feliz. E quando assim é, como se sabe viver? Como se sabe viver quando estamos sempre a levar “pancada”? Quando estamos, permanentemente, a ser desacreditados, a sermos espezinhados, a sermos ultrapassados, a sermos atirados para o lado como se fôssemos lixo?

Quem se sente como um plástico descartável, mais vezes do que aquelas que se poderia imaginar, como se encontra a coragem necessária para viver essa vida? Será que se tem coragem suficiente para encarar essa realidade de sermos usados e quando já não fazemos falta somos encostados?

Penso que é muito difícil conseguir saber viver assim. Estamos programados para sorrir, para sentir aquele borbulhar dentro de nós que nos impele a fazer algo de maior. No fundo, creio que estamos formatados para sermos felizes. Mas, se assim for, porque é que as pessoas só pensam o contrário? Será que não percebem que a estupidez que irradiam é prejudicial para os outros que estão à sua volta?

Custa-me aceitar que alguém me queira pisar. Tal como se faz a um inseto… Custa-me acreditar que alguém seja capaz, e se sinta bem com isso, em pôr-me um pé em cima, impregnando toda a sua força para que tenha a certeza de que me esborracha contra o chão, para depois, tendo a certeza de que morri, possam seguir o seu caminho como se nada fosse. Será que somos meros insetos? Se assim for, os insetos serão capazes de saber viver? 

Porque raio o ser humano se considera no direito de se julgar mais importante que outro. Não somos todos iguais? Não vivemos todos da mesma maneira? Não temos todos nós o coração a bater? Não respiramos da mesma maneira? Não temos todos nós de suprimir as nossas necessidades básicas? Se somos todos iguais no ato de viver, porque raio alguns se sentem superiores pela ocupação que têm, pela sua família ou condição social? Porque se sentem superiores? Não são eles iguais a um mero empregado, a um pobre ou a um sem abrigo?

O segredo em saber viver está na consciência de cada um. Na certeza de que todos somos seres humanos e que todos querem o mesmo: serem felizes. Se assim for, saber viver implica saber que ninguém é mais do que ninguém. Se assim fosse, todos seríamos capazes de chegar a essa tal felicidade, porque todos teríamos rumado para esse caminho, em conjunto, sem falsidades, sem espezinhar, sem deitar um de nós para o lixo.

A noite durmo nos braços do meu marido….

PACIENTE 291118-9

Sou casada.
Como toda dona de casa, tenho a difícil tarefa de esticar o dinheiro até o final do mês. Estão faço economia na alimentação.

Tenho 41 anos, mulata clara, estatura média, um rabão bem montado, peitões fartos e pernas grossas.

Quinzenalmente vou no Armazém de Sr. Joaquim, um homem branco, charmoso, de rola média e grossa, que me fornece: cereais, enlatados, carnes, massas e produtos de limpeza.

Ele separa tudo e me aguarda. Passo na porta ele me avista e me segue.

Entramos numa casa que oferece encontros. O quarto pequeno, me viro para ele e o mesmo me puxa, mete a mão na camiseta, estou sem soutean.

Ele fecha os olhos e puxa as alças para os braços, os peitões aparecem. Ele vai com a barba crescida arranhando os bisões dos seios, amo e me êxito.

Agora chupa e aperta fico gemendo de tesão, e chupa com força murmurando:
–    Ainda te tiro do seu marido, égua fogosa.

Desce as mãos para a saia rodada e levanta, cerra os lábios e diz:
–    Tire a calcinha e me chupe.
Tiro-a e deixo ele cheirando a peça.

Me abaixo, abro a calça e a cueca e tiro a rola rosada e quase dura. Chupo o homem maduro de uns 60 anos, mas de rola firme, me xinga e cheira minha calcinha.

Chupo a rola toda, lambo e cheiro toda, vou abocanhando e está dura.

Em pé me seguro na cama, me viro de costas levanto e prendo a saia na cintura e levanto a perna e ele mete, mete… gosto soca, soca… xinga e por trás aperta os peitões.

Sinto esse homem me arranhando as costas, tenho tesão e me come … come … come e gozo ele urra e goza.

Me lavo com sabão e água, me visto e saímos.
Chego depois dele no Armazém. Um menino me ajuda a levar as compras num táxi.

É o mesmo de sempre.
Um rapaz de 23 anos, mulato de lábios grossos, alto corpulento e com um sorriso de matar.

Vou atrás, abro as pernas e mostro a calcinha, a mesma, mas tiro-a e deixo no banco, ele ri. Vamos para uma Fábrica desativada, guardada por um senhor.

Entramos ele me segurando na cintura. Tira minha camiseta e mama fartamente com a bocarra de lábios grossos me olhando. Me êxito e gemo como cabrita no cio, desce a mão para a” priquita” e fica apertando e chupando os mamões.

Me solta e desço atrás da rola. Abro a calça e puxo junto com a cueca e ela salta. Chupo um “monumento de pica” grande achocolatada e grossa lambo toda de cima a baixo e baixo a cima. Ele geme, geme e ela cresce e se estica toda, pronta.

Levanto a saia e me seguro numa escrivaninha velha e me escancaro com a bundona de costas para ele. Vem e… enfiiia tudo no cú e… deliro, deliro com a entrada, ele vai metendo e comendo suo de prazer e ele soca com solavanco fortes no cuzinho… grito o velho ver tudo… seguimos e gozo e ele tira e enfia a tudo e goza.

Me limpo com papel higiênico que está na escrivaninha. Me visto e na saída dar um trocado ao homem e saímos.

Para na minha porta descarrega tudo ele se vai e eu entro.

Difícil vida na economia das contas da casa.

A noite durmo nos braços do meu marido.

 

Fiquei vendo ele punhetar e nada de gozar…

PACIENTE 291118-8

Sou fazendeira.
Morena de 41 anos.

A fazenda herdei do marido, crio gados e cavalos de raça. Toda manhã acordo cedo e vou a cachoeira tomar banho e volto para o café.

Ontem estava chegando perto da cachoeira quando vi um empregado novinho moreno tomando banho.
Estava com a rola fora do short. A “bichona” é imensa me espantei com o “exemplar”.
Ele punhetava a “bichona” e murmurava:

–    Lane gostosa me chupe toda, isso, assim, agora vou meter no seu rabão, cachorra gostosa se esfrega nos cavalos, falta pica de macho.

Fiquei vendo ele punhetar e nada de gozar. Resolvi fazer barulho, ele se assustou pegou as roupas e fugiu.

Entrei na cachoeira. Normalmente uso um maiô, mas resolvi tomar nua. O corpo doía de tesão.

Voltei para casa e mandei chamar o capataz.
Ele veio, fomos ao depósito ele já sabe. Abriu e tirou minha blusa estilo sertaneja e o soutean.

Mamou mamou e fechei os olhos e ele me mordendo como eu gosto… urrei com as sugadas… lambia lambia e eu pensava no outro.

Tirou minha calça e calcinha até os joelhos se abaixou e me chupou me enverguei no seu rosto e ele me comeu com a língua, gozei.
Me escancarei nos sacos de ração e ele meteu meteu e gozou. Eu não consegui.

Nos arrumamos e vim pra casa.
Tomei banho fiz uma ducha na xoxota e passei creme no corpo e vesti uma calcinha de laços nos lados. Sem soutean vesti uma blusa branca e uma saia de roda.

Entrei na caminhonete e fui atrás do cabra. Ele estava olhando o gado junto com outro. Me aproximei e disse:

–    Preciso ir na cidade comprar um medicamentos para o gado e alimentos para a casa. Você venha comigo.

Ele entrou na frente e saímos. Deve ter uns 22 anos, troncudo, de olhos castanhos e dentes branco lindo e me desejando.

Numa parte afastada mas, ainda na fazenda digo:
–    Então quer me comer?

Ele pulou do banco e disse:
–    Quem disse isso pra senhora?

Falei:
–    Eu sou é verdade?

Ele:
–    Falar a verdade, eu acho a senhora linda, uma potranca com todo respeito, mas sou um peão.

Parei o carro e perguntei:
–    Gozou hoje na minha intenção?

Ele empalideceu, e disse:
–    Tentei e não consegui.

Abri dois botões da blusa e os seios apareceram. Os olhos dele brilharam.
Eu disse:
–    Chupe tô querendo dá de mamar a você meu potrinho.

O homem meteu a cara dentro da blusa e alcançou um e chupou chupou, o outro doía querendo.
Gritei:
–    Quero ser comida por você já, te vi hoje na cachoeira.

Ele tirou o resto da blusa e segurou um seio apertando e mamou fartamente no outro… dava gofada… mordia mordia… chupava os bições e gozei.

Foi para a saia levantou e disse:
–    Posso ser despedido, mas a madame é uma senhora potranca.
–    Uma cachorra do jeito que gosto, carnuda, dura, com peitões.

Deslaçou a calcinha e disse:
–    Puta que pariu, nunca tive uma igual, carnuda, rosinha, lisinha pronta pra chupar, de primeira.

Eu a essa altura estava sem sentido. Baixei os bancos e ele veio me escancarou e experimentou com a ponta da língua, me deu calafrio, chupou chupou e urrei ele olhava e chupava chupava …me contorcia… chupava e lambia… gemi e gozei.

Ele disse:
–    Gala gostosa do seu gozo, puta vida nunca imaginei comer a mulher dos meus sonhos.

Voltou a chupar e eu arquejando de desejo por um menino quer me quer.

Me sentei e terei a rola da calça sem cueca, uma jamanta… dura pronta e meti a língua ela esticada, comprida difícil de engulir, chupei e mamei na cabeça, ele me tirou bruscamente.

Disse:
–    Tô pronto senão gozo.

Desci da caminhonete e em pé me segurei no banco e ele veio.

Meteeeeeu senti um prazer imenso… tirou e meteeeu… e tirou gritei urrando e ele me comendo … cadenciado… fortemente… comia a buceta faminta… pica gulosa me invadindo tudo… comia e gozei.

Ele continuava me comendo… tirando e metendo e gozou. 
Os vestígios escorriam nas minhas pernas espalhei no corpo todo.

Descansamos nus dentro da caminhonete com as portas abertas.

Ele disse:
–    Nunca imaginei comer a mulher mais bonita que conheço, que já bati várias punhetas na intenção.

Sorrio e o beijei.

Ele veio para cima e chupar nos peitões gulosamente …

Eu…
Morena, gostosa, corpão violão, rabuda e peituda de 41 anos e proprietária de uma fazenda produtiva de gado. 
Ele…
Moreno de 22 anos, troncudo, lindo e proprietário de uma pica ajamantada.

Tivemos uma primeira transa e me tomou de paixão, menino novo e fissurado em mim. Resolvi viver o tesão que me comia.

Implantei duas coisas primeiro ter um homem dormindo na casa, são três cada dia um, por segurança e o segundo ser ele ser meu Guarda-costas.

Pela manhã acordo cedo, tomo um leite fresco e vou a Cachoeira e ele me acompanha.

Já perto da Cachoeira tem uma árvore, tiro o roupão e nua, ele morde meus bicões, fecho os olhos e deixo ele me chupar com a mão na xereca cheirando.

Diz no meu ouvido:
–    Puta xota do cheiro de mijo da porra.
Se abaixa e cheira fico ofegante doida pra dar.
Diz:
–    Mijadinha é gostosa e me deixa louco.

Atola a boca na xereca e gemo nua encostada na árvore e ele comendo suo, não quero gozar agora, corro para a Cachoeira.

Entro e fico mais sensual molhada e nua, ele vem e me olha admirado.

Diz:
–    Você é a mulher que me da tesão todo como toda hora.
Dou risadas dobradas e jogo água nele.

Ele tira tudo e entra, lindo com a rola já imensa e fico tomada de desejo e o agarro mordendo a boca e seguro a rola. Querooo.

Sério com feição de desejo me chupa nos peitões e bolina a xana e me viro de costas num canto da Cachoeira que sempre ficamos.

Vêm e me alisa toda na bunda, nas costas e no aperto do seios, tremo de desejo.

Murmura no meu ouvido:
–    Não quero te ver com ninguém, tenho ciúmes de tudo.
–    Você é minha mulher de comer esse corpão fogoso na minha rola.

Me segura pela cintura e me escancaro e mete, dura, firme e quente… mete mete… urro e tira quero e soca soca… me invade e gozooo. Ele ainda firme e mete acelerando e goza e vai tirando…

Me abaixo e” limpo” ele toda na boca.

A tarde vamos na cidade comprar uns produtos agrícolas, umas coisas de Supermercado. Entramos na Caminhonete e sigo para nosso cantinho num lugar afastado com Mata e encosto.

Ele já vem me beijando e termina de tirar minha blusa e agora o soutean.

Digo no ouvido:
–    Mor eles estão doloridos de você maltratar.
Ele olhar e fica mimando, beijando e alisando. Me êxito.

Peço:
–    Chupe chupe mate meu desejo.
Chupa e dói… mama e dói… suga e dói… morde e dói gozo de dor.
Mamo na rola fora da calça sem cueca. Ele fica quase pronto e chupo chupo e goza na minha boca.

Vamos para casa.
Hoje é dia dele dormir aqui, ele vem para meu quarto só de pijama curto fica muito sensual.

O espero de camisola apertada e de péssima qualidade, pronta para o abate.

Pulo no seu braço e ele me coloca em pé na cama, solta o cordão da parte dos seios da camisola.

Abocanha os seios com cuidado e alisa o outro gemi dizendo:
–    Você é o homem da minha vida, me faz mulher sempre.
–    Quer casar comigo?

Responde me chupando:
–    Sim, quero tomar conta de minha mulher e apagar esse fogo.

Digo:
–    Sim amor quero ser sua sem escondidos.

Me escancara as pernas e mete a cabeça na xota e chupa … mais fundo… e me chupa a xana… língua crespa me invadindo… cerrando a vulva… como pode ser tão grande me invadindo… gosto e gozo.

Quero um 69 com meu noivo… ela tá quase pronta …fico na ponta lambendo…saí gosminha e fico cheirando…cheiro de macho e ele sabe que vai gozar e me posiciona de quatro.

Rasga a camisola atrás urro fica apenas na frente e a bundona fica exposta e coloca o travesseiro e vem…vem e encaixa na xereca … cavalga cavalga e gemo…enfica toda e gozo.

Ele que celebrar o” noivado ” coloca creme e vai para o cú, grito …dói e vai devagar e querooo… ele vai apagando o fogo e gozamos.

Estamos casados e eu grávida.

E gozo…ele continua… estou em brasa … agora cadenciado… acelerado… e ele goza. 

PACIENTE 291118-7

Sou casada com um homem profissional liberal, quanto a mim sou administradora de empresas. Estamos casados há 21 anos e temos uma filha de 20 anos cursando Faculdade. 
Nossa vida sexual está muito apagada, sem uma apimentada de estímulo. Eu sinto falta, mas ele não parece se incomodar. 
Sou do tipo gostosona… seios fartos… bundão… pernão e bocarra… Quando ando pareço que estou prestes a gozar tamanho é o rebolado. Tenho 48 anos e cabelos crespos, mas, escovado.
Numa reunião de empresas sobre gestão de pessoas, vi um homem em torno de 45 a 50 anos bem cuidado. Nossos olhares se encontram, no intervalo do almoço passa por mim e me cumprimenta, esboço um sorriso. Ele vai até o banheiro, na volta senta do meu lado.
A reunião reinicia e sempre nos olhando. Ao termino me oferece carona, argumento que vou atrapalha-lo, diz que não. 
Vou ao banheiro e me arrumo, escovo os dentes e passo batom, desabotoou um pouco a blusa e tiro o blazer.
Me despeço de alguns colegas e saímos discretos.
No carro me pergunta se quer comer algo. Aceito e paramos num lugar bem reservado. Sentamos juntos, roça na minha perna e a mão sem querer. Ousada cola a mão na coxa e estremeço, retiro. Após o término saímos.
O carro está estacionado num local deserto, mas tem vigia. Quando entramos não liga o carro e diz.
– Você além de inteligente e competente me atrai com seu encanto, pena que é casada.
– Podemos nos ver mais vezes? Não quero te perde de vista.
Digo que sim. Se vira e me beija, deixo, há muito estou querendo algo que me leve a loucura. Ele comenta.
– Sua blusa me acaba querendo ver o que está dentro, e num gesto lento de ousadia abre o resto, cheira meu pescoço e desce, beija os seios por cima. Não oponho resistência e ousadamente desabotoa meu soutean afasta e mordica de leve meus seios… beija suave… chupa só os bicos… estremeço e volta a me beijar. Diz.
– Um pecado deixar uma mulher assim sem carinho. Enche os olhos de lágrimas. 
Volta para os seios… beija… mordica… suga estremeço no banco. Confessa.
– Dormiria mamando todo dia nesses seios durinho bom de chupar. Estou desconcertada.
Suspende minha saia e ver minha calcinha. Abre o zíper da própria calça e tira da cueca. Salta grosso agarro… suave… lateja… faço movimentos de masturbação… se agiganta e engulo minha saliva. Diz.
– Quero você agora. 
Volto a realidade e digo que já é tarde e que quero ir embora. Concorda e nos arrumamos, gravamos os números dos meus celulares e saímos.
Diz que quer me ver no dia seguinte e digo que me ligue para confirmar. Fico na esquina perto de casa.
Chego arrumo as coisas e tomo banho para dormir. Espero o marido para fazer amor, mas ele está cansado…

Dormi e acordei algumas vezes pensando nele…
Acordei e fiz as coisas de rotina e fui me arrumar. No banho penso nele me tocando. Hummmm.
Ficamos de nos encontrar hoje, uma terça-feira, sondo em casa o clima vejo que é possível. Meu marido vai viajar ver uma encomenda em outra cidade e minha filha vai dormir na casa de uma colega, tem prova. 
Aviso que chegarei tarde, mas o celular vai estar ligado. Preparo uma bolsa com artigos de higiene, calcinha e lingerie. 
Confirmo que posso no final da tarde. Mas peço ao chefe para sair às 15:00 ele libera. Ele consegue também uma meia folga.
Vou ao centro da cidade no calçadão e nos encontramos. Vamos para um m
Motel num bairro um pouco afastado. No caminho vai me beijando e apertando os seios e coxas. Fico nas nuvens. Quando chegamos peço para ir ao banheiro. Tomo um banho rápido, escovo os dentes e hidrato a pele. Coloco a camisola da foto que anexo e escolho uma calcinha curtíssima, brilho nos lábios e escovo o cabelo. 
Saio e sou puro pecado, fica sem fala e se aproxima. Me arrebata e diz.
– Quero casar com você. Sorrio e digo que já sou.
A mão corre solta e estremeço a cada toque. Aperta meus seios ainda na camisola e num gesto o desnuda e chupa… salto tamanha é a tesão. Murmura.
– Quem não tem competência de ter uma mulher assim perde fácil, fácil. 
Desata o laço da camisola e “eles” se apresentam… em pé… firme. Ele olha e chupa um e aperta o outro. Tenta tirar a camisola, mas não deixo.
Volta a me beijar e tira a calcinha até as coxas e bolina a xana… aperto as pernas, mas não é obstáculo força com a mão… abre os lábios e sente meu mel nas mãos e leva a boca. Deliro.
Me solta e tira a calçam, pois, a camisa já tinha tirado. Diz.
– Quero te amar, fazer amor, não sou bruto. Balanço a cabeça. 
– Por que te quero tanto desde que te vi? Acabo me apaixonando.
Me beija forte e desce para os peitos tenta tirar a camisola e consinto. Puxa a calcinha e escorrega. 
Me olha me rodando e me apalpa toda. Alisa meu bundão. Fala.
– Que colchão macio e durinho. Me orgulho. 
– Te quero para lhe fazer mulher e me saciar de desejo. 
– Aprecio uma mulher madura… plena… tem o viço do desejo… desabrochada… 
Me leva para a cama e abre minhas pernas, chupa o grelo duro, levando o bumbum de tesão e vai chupando e me mimando com palavras e gozo … lambe… enxuga com a boca meu mel. 
Se posiciona para um 69 e nos chupamos, uma rola cheirosa … macia… depilada… engulo toda e ele para de me chupar e urra. Volta a penetrar com a língua minha xana não vai a vem e gozo.
Ele está preparado, se posiciona e me penetra sem camisinha … vai fundo… diz palavras carinhosas e picantes. Acelera e diz que vai gozar e me espera e gozamos.
Passamos a tarde juntos…
Entre beijos e chamegos…
Mas a realidade nos espera e por último chupa meus seios e diz que é só dele. 
Quando nos despedimos diz que quer me ver muitas vezes.

sou realizada foi uma tarde de sonho.
Fui pra casa sem vontade, mas os deveres de esposa me aguardavam. Chegando não tinha minha família. Descansei e levei minha roupa. Fiz café, cortei um pedaço de torta e alguns biscoitos e comi. 
Liguei a TV e vi as notícias, quase tudo sobre crise financeira. Vou tomar banho, sinto cheiro dele e recordo. Passo a mão nos seios e sinto sua presença, sigo para a vulva e ela está inchada… excitada e com esperma. 
Entro no chuveiro, mas não molho o cabelo, deixo a água escorrer abundantemente. Penso no que fiz. Me ensaboou e volta ao banho. Saio e me enxugo, visto a camisola.
Me deito e pegou o celular e mando mensagens, ele retorna com mensagens românticas. 
Desligo e coloco para carregar. Assisto um pouco da programação dos programas fechados. Acabo dormindo.
Acordo no meio da noite e vejo meu marido dormindo. Olho para ele e sinto remorso.
No outro dia acordo cedo, cuido do café e me arrumo para ir trabalhar. Uso uma calcinha de bolinha branca que mal cabe meu rabão.
No trabalho, mando mensagens no WhatsApp e ele retorna. Marcamos para nos ver no horário do almoço.
Nos vemos numa lanchonete perto do meu trabalho. Me seduz para irmos num motel perto bem simples, diz que precisa me chupar, mamar quer leitinho, aceito.
Quando chegamos tira logo minha roupa e se farta nos meus peitões… suga e beija. Fico louca com tanto erotismo. Me diz.
– Quero todo dia tem de chupar… mamar nos seus seios que são só meus. As horas passam e me beija fico mole. Desce para minha xotota, primeiro beija… depois lambe e depois chupa, não aguento e gozo.
Tira a calça e me diz que temos de fazer amor, pois está com vontade de me dar o néctar, chupo um pouco e está pronto. 
– Não quero que seja de mais ninguém, você é minha.
Se posiciona e introduz o mastro rígido na buceta molhada. Vai metendo com delicadeza e dizendo.
– É minha essa gruta doce acre, apertadinha e molhadinha. Ninguém pode tocar.
Gemo, e concordo com ele, é forte a carga de emoção e gozamos. Deixa-a amolecer dentro, quero ficar com o suco do amor.
Nos vestimos sem banho, o esperma escorre pelas bucetas e chega na calcinha que troquei agora é branca e vai até as coxas o néctar. 
Vou para o trabalho mole e sem atitude para as providências da tarde.

Ah!!!
Estou literalmente apaixonada pelo meu amante.
Temos tórridos encontros que podem ser nas mornas manhãs ou nas quentes tardes ou ainda noites de labaredas.
Ele me leva nas nuvens, trocamos mensagens o dia todo com fotos ou áudio picantes.
O sexo e a paixão nos move sempre… mas tem carinho também. 
Teve um dia que resolvemos aplacar o desejo do sexo quase o dia todo. Com encontros curtos, mas de forte pegadas no sexo.
O plano era fazemos sexo desde cedo até a noite.
Foi assim.
Arrumei uma necessaire com calcinhas, sabonete, creme dental e souteans.
Sai de casa às 6:30 alegando que iria mais cedo pois talvez fosse necessário ir na matriz que fica na outra cidade.
Nos encontramos num parque da cidade e rumamos para um motel próximo. Ainda no caminho abro a blusa e desbotou o soutean e o tiro, jogando-o no seu colo. Ele me pega e cheira amooo quando ele faz isso.
Entramos no Motel e antes de entrar me exprime na porta do carro me beija na boca e cheira o pescoço e esmaga um dos seios gemo. Tira a blusa já aberta e coloca no capuz do carro e … chupa meus peitões duros e … chupa, chupa, chupa e tenho um gozo suave…
Melhor entrar, lá dentro fazemos 69 pois o tempo é curto. 
Tiramos às roupas rapidamente.
Me coloca na cama e… sopra minha xoxota e fala bem perto.
– Minha gostosa e deliciosa buceta, meu doce café da manhã. 
Já estou molhadinha e me contraio, ele inicia a chupa… toma-a gulosamente e enfia a língua toda fazendo a” limpeza” do gozo, sou arrebatada e gemo, ele me leva a loucura… me arreganho mais e gemo e grito.
– Chupe tudo meu amor… te quero me amando todo… ele morde… urro… chupa puxando… e gozo.
Eu começo abrindo bem a boca e a coloco sua pica quase toda na boca e fecho rápido… ele tem um susto e chupo do jeito que ele gosta… vou babando e chupando… passando a língua… e chupando ele todo…
Aceleramos e gozamos juntos.
Nos arrumamos e saímos rápido para o trabalho. 
Durante o expediente vou ao banheiro e self na xana e mando pra ele, ele manda a rola dele.
No almoço, nos encontramos no centro da cidade e vamos para um Motel próximo de carro.
A minha fantasia é chegar quase nua no Motel, ele não sabe. Tiro o soutean e a calcinha e jogo no banco detrás. Passo a mão na xoxota e levo na sua boca ele lambe tudo. Tiro a rola da calça e cueca e chupo, ele pressiona minha cabeça e chupo… chupo todo… fica duro.
Chegamos.
Ainda na garagem, nos beijamos com fúria… e vou tirando a blusa e colo no carro.
Ele os olha, fica admirando e diz.
– Se pudesse ficaria com eles na boca toda hora.
E aperta os dois malvado, eles se atiçam e bolina os bicos querendo desmancha-los… dói… mas, não desmancha… chupa chupa chupa chupa e gemo digo.
– Morda meu cachorro, morda me deixe doída. 
Ele morde, morde e dou gritinhos e gozo.
Tiro a calcinha, estou completamente n-u-a na garagem, ele se afasta e cintila de desejo. Se despe, nu.
Me abaixo e chupo, tomo-o como se fosse corneta e chupo a cabeça e lambo vou tirando a mão, ele está duro completamente brinco de não me encontrar e só engulo o pênis ereto. 
Ele me levanta e se curva pra frente, suspende minha perna e coloca na sua cintura … e… introduz… tenho sobressalto… soca, soca… grito… tira e me leva pra dentro. 
Me joga na cama de quatro e enfiiia choro… mete, mete, mete…murmura.
– Minha cachorinha deliciosa…
– Minha bucetinha apertada…
– Minha mulher…
E gozo…ele continua… estou em brasa … agora cadenciado… acelerado… e ele goza. 
Me segura e nos beijamos. 
Tomo banho rápido e comemos algo simples e vamos embora. 
Trabalhamos a tarde sem mensagens, afinal temos que produzir.
No final do expediente, manda mensagem.
– Meu jantar te espero na porta do shopping. 
Me pega e vamos para o mesmo Motel. No caminho não o provoco, quero tudo lá mesmo.
Entro no banheiro, lavo a vulva e visto uma camisola preta que mal cobre os seios e totalmente transparente.
Volto e ele fica doido, digo.
– Quero você pelado e duro.
Ele sorri e diz.
– Tarefa fácil. 
Assim o faz e se aproxima… tenta tirar a camisola e não deixo… tenta me chupar e não deixo.
– Quero que rasgue, mas sem tirar.
Ele sorri e me agarra e beija com fome e diz.
– Vou rasgar e ela e sua buceta gostosa já. Digo.
– Antes quero que mame nos peitões, você está magrinho precisa de leite. 
Ele rasga a parte dos seios e suga suga suga suga e grito.
– Bezerrinho esfomeado mame mame meu botão.
Chupa chupa… morde morde… suga suga… lambe lambe…gemo gozando.
Ele rasga o resto e fica quase nada da camisola no corpo e me derruba na cama e enfia com tudo e sinto dor por causa do meio dia. Digo
– Seja macho e coma… coma … coma com tudo estou em brasa com seus selfes dessa rola, quero ela me arando o cabaço todinha.
Ele me como de uma posição e depois me coloca de quatro e come come come come gozo… tira e enfia a lâmina e me corta a xoxota toda doída e inchada… vai vai vai… urro… choramingo… ele penetra com força… gozo… ele cadencia e … mete … mete e goza.

– Quero você como minha mulher, resolva sua vida…

Ele chegou no domingo e fui busca-lo na Rodoviária….

PACIENTE 291118-6

Sou comerciante do ramo de moda praia. 
Meu sobrinho passou para a Faculdade no Curso de Administração na Federal e minha irmã que mora em outro estado me pediu para que meu sobrinho viesse morar comigo por um ano, no próximo ele iria para uma República.

Me falou por telefone que as despesas dele ela mandaria. Aceitei sem muito entusiasmo.

Moro só e não tenho costume de ter alguém comigo, ele iria mudar a minha rotina. Mas enfim!

Ele chegou no domingo e fui busca-lo na Rodoviária. Me surpreendi, um rapaz de 26 anos, mulato claro como nossa família, alto, sorriso largo, calmo pouco malhado e resolvido com suas malas.

Me beijou na face e fomos para o carro. Me contou as novidades da família e coisas do seu dia a dia. Me disse que sua mãe recomendou para trabalhar na loja quando estivesse de folga.

Chegamos e o encaminhei para seu quarto. Minha casa e confortável fica numa Vila de casa e mais seguro. Tem três quarto e dependência completa onde coloco as mercadorias.

Tenho 41 anos, formada em Designer de Modas, mulata clara, gostosa, bunda grande, seios fartos, estatura média, pernas e coxas grossas e cabelos abaixo do ombro.

Nós três primeiros dias, quase não nós encontramos, por conta da minha correria e das saídas dele para resolver a matrícula.

Na quinta-feira por força do hábito, saí de toalha na sala, e o encontro, fiquei sem graça e ele me olhou me despindo. Senti vergonha e saí rápido, me troquei e voltei a sala. Ele estava tomando café, eu nem sentei e tomei um gole de café com leite e fui escovar os dentes, passar batom e perfume.

Vim pelo caminho pensando que tenho quer ter mais cuidado. Não ofereci carona porque ele vista para outra região.

Na sexta à tarde, cansada só queria casa e cama. Arrumei o estoque, fechei a loja e fui para casa. Quando cheguei, tive uma surpresa, ele arrumou a mesa e tinha feito um jantar. Fiquei muda.
Disse:
– Nossa que surpresa agradável, mas não precisava ter trabalho.
Ele:
– É para comemorar minha matrícula e me colocar à disposição da sua loja. Tenho aulas à tarde. Posso ajudar pela manhã e à noite.
Disse: 
– Você veio para estudar e fico satisfeita se cumprir com suas tarefas. Vou tomar banho.
Ele:
– Te espero.

Tomei banho completo molhando o cabelo, passei sabonete e creme corporal. Vesti um short branco quase curto e sexy, uma blusa estampada e sandália dourada.

Quando entrei me olhou, invadi o ambiente com o perfume floral.
Ele disse:
– Vai sair? Está tão linda!
Disse:
– Não, não.
Ele: 
–   Então sou sortudo.

Me fiz de desentendida. Jantamos e lavei os pratos e ele guardou. Reclamei do cansaço.
Ele falou:
– Se quiser posso fazer uma massagem.
Olhei para ele sem graça.
Ele justificou:
– Aprendi num curso e faço muito bem.
Disse:
– Está bem.

Me deitei no sofá e ele massageou minhas costas. Movimentos suaves e relaxantes.
Ele falou:
– Se quiser posso fazer todos os dias.
Falei:
– Realmente, você tem mãos de fada, ou melhor de príncipe.
Ele retrucou:
– Sei encantar uma mulher.

Dei um pulo do sofá e disse:
– Vamos dá uma volta?
Ele:
–   Se quiser vamos.

Peguei a chave do carro e saímos. Fui mostrando algumas coisas interessantes. De repente colocou a mão na minha perna, tremi.
Falei:
– Diego sou sua tia esqueceu?
Ele:
– Tia é, mas também uma linda mulher, que venho desejando a semana toda.
Parei o carro e ele me beijou. Fiquei sem ação e excitada, afinal estava sem ninguém.
Rua escura e ele afagou meus seios e gelei. Ele se curvou e baixou minha blusa que quase sai e chupou meus seios.
Dizendo:
– Too louco sem dormir por sua causa. E agora com esses bicos acessos parecem dois faróis.
Me desencilhou da blusa pois estava sem solte-a, e segura os dois e chupava mordendo. Voltei a realidade e me arrumei e saímos.

Chegamos em casa. Descemos e ele me segurou pela cintura e abraçou. Entramos.
Dentro me beijou, não resisti e me entreguei.

Tirou minha blusa e se inclinou e chupou meus seios, “eles” adoraram aquela boca ávida… gemi… mordia e lambia… o tesão me invadiu a alma… gozei.

Voltei a realidade e entrei no quarto.
Passei a noite pensando nele.

Sou tenho 41 anos e meu sobrinho 26, ele com intensão de mim “pegar “e eu de “deixar”.
Passei a noite pensando nele, uma “tora “de mulato… de lábios grosso… boca grande… másculo … alto… pernas grossas… bunda empinada… com uma pica enorme…, mas não vi só sentiiii.

Me levantei, tomei banho e vim para o café e ele já estava fazendo exercícios. Dei bom dia, ele respondeu e disse que o café estava pronto.

Me sentei à mesa e veio. Conversei que não era certo que era sua tia, uma mulher mais velha e que se a família soubesse eu seria execrada.

Ele disse todos sabem que ele sente atração por mulheres mais velhas e que já teve dois envolvimentos os quais amou muito. Só não deu certo porque tinham filhos e ele queria fazer carreira acadêmica.

Eu disse: 
– Então façamos o seguinte, temos uma semana pela frente, arranje uma picante para namorar, para acalmar o fogo do sexo. E veremos como fica essa atração e que no próximo sábado voltaríamos a conversar. 
Ele concordou.

A moça que faz a faxina chegou. O convidei para ir à praia, ele aceitou. Tirei um biquíni novo da coleção amarelo e coloquei, me olhei no espelho estava de matar e vesti a saída de praia e fomos.

Chegando no local, tirei a saída e ele me olhava, amei seu desejo. Pedi para passar óleo de bronzear, ele passou e me estendia na toalha.
Ele disse:
– Vou caminhar e tomar um banho.
Eu apenas balancei a cabeça que sim.
Ele se foi.

Mais ou menos duas horas depois ele voltou, vermelho… suado… lindo…
Disse com uma voz branda:
– A praia é linda e limpa. A água morna, mas linda mesmo é você e deve ser morna … quente… suave… apetitosa… uma delícia de “mergulhar”.

Eu me desconcertei e estremeci.
Disse:
– Vamos? Ainda vou ao Salão.
Ele concordou.
Nos arrumamos, entramos no carro e viemos.

Tomei banho, almocei rápido e fui ao Salão. Fiz depilação, as unhas, e escovei os cabelos. Voltei e ele estava dormindo, acho que o sol o enfadou.

Quando acordou propus comer uma pizza num bar da praia. Ele aceitou na hora. Tomei banho, creme emoliente e perfume. Vesti uma calcinha branca minúscula com fecho nos lados, coloquei um vestido branco de costas nua e sandália salmon alta.

Quando sai do quarto, ele quase caiu de costas. Sorri no íntimo. Pegamos o carro e fomos. Ficamos num Bar de muitas garotas e mulherada lindas. Eu o olhava disfarçadamente e ele olhava as mais velhas, mas de forma geral.

Comemos camarão com legumes e arroz. Eu bebi refrigerante e ele uma cerveja. Ficou animado, dividimos a conta.
No carro, ele segurou meu rosto e me beijou com uma certa força, correspondi e ele apertou meus seios. Me soltei e ele me olhou.

Disse:
– Vai ficar me atiçando com esse corpão na minha frente, toda douradinha de peitão convidativo e bundão apetitoso, vai?
Puxou minha blusa e os peitões saem, cintilante com as marcas do bronzeado… duros… oferecidos… prontos…
Continuou:
– Too com a porra da pica doendo de tesão em você, com fogo de comer esse porra da sua xoxota.

Eu sentia a mesma coisa, um fogo naquele macho proibido… Deus de ébano.
E avançou nos seios, mordeu e chupou…gemi queria.
Eu disse:
– Melhor ir pra casa.
Ele:
– Vou procurar um lugar para morar senão enlouqueço, too afim de você, não é só para comer, é também para viver um romance.
Gelei.

Me aproximei dele e o beijei ele me puxou e tirou os peitões da blusa e chupou, chupou… mordeu, mordeu… mamou nos bicos… gemi. Puxou minha calcinha.
Falei no ouvido dele:
– Vamos pra casa fazer amor?
Balançava a cabeça que sim.
Fomos e chegamos.

Sentada no carro puxou o vestido.
Eu brincando disse.
– Me pegue lá fora.
Saímos do carro e ele me alcançou, tirou o vestido todo. Se afastou e me viu sensual ofegante e quase entregue, fechou os olhos e disse.
– Não vou deixar você pra nenhum homem, agora é minha.

Avançou nos peitões… mamou, mamou… sugou, sugou… lambeu, lambeu… eu berrava e urrava… ele mordia, mordia os bicos… doía queria gemia… ele enlouquecido me segurava pela bundona. Me apertando na sua rola…chupava puxando…gozei

Se desvincular dele e abri a porta, me alcançou. Puxou minha calcinha e passou a mão.
Disse:
– Sabia que era peladinha, macia. Nunca tive uma mulher assim. Quero-a na minha boca e na minha pica.

Me senti orgulhosa… desejada… amada. Me enlacei nos seus braços e me beijando o conduzi para meu quarto… minha cama. 
Ele se camisa, me abaixei e tirei junto calça e cueca. Ela pulou amarronzada… dura… saltando… grande… grossa… uma tora.

Ele murmurou:
– Quero “minha xoxota “na minha cara, sentir seu cheiro… gosto… e fudela toda na língua… 
Estremeço.

Ele se deitou, eu por cima e me escancarei na sua boca… na primeira respiração dele já estremeci… quente… cheira… lambe… gemo… me puxa e mete a língua… gozo… lambe… suga… grito…
Eu começo… chupando…lambendo… ele geme… abocanho toda toda… geme… chupo… cheirosa… pelada…e.

Me puxa me colocando de quatro e enfiou, estremeci, um tesão a flor da pele… vai enfiando… vou gemendo… ele diz… gostosa… apertadinha… lubrificada… minha minha… cachorrinha… gemo…ele minha priquitinha… minha mulher de cama e mesa… grito… gozo.

Ele continua… acelera… cadenciado…mulher de 400 talheres… madura… gostosa e mete, mete…tira e enfiiia e acelera e goza.
Beijo sua boca…

Tenho 41 anos, gostoso tipo cavalona, bunda grande boa de comer, peitões siliconados, bom de chupar e uma xoxota gostosa de ser chupada e fudida.

Ele 26 anos mulato da boca grande, boa de morde, pica grossa delícia para chupar… e um homem todo grande para me comer.

Trepamos o domingo quase todo, mas saímos para ir à praia e fazer as refeições.

Na segunda-feira fomos para a loja, apresentei-o às duas moças e um rapaz que trabalham comigo. Elas ficaram zoando-o, mas ele não se incomodou.

Na metade do expediente pela manhã, faço sinal e vamos para uma sala pequena de materiais. Entramos e fecho a porta colo nele. Me beija e tira minha blusa, me livra do soutean.

E… mama… gozo de primeira… chupa meus peitões doloridos… abro sua calça e puxo para baixo com a cueca, ele ainda agarrado nos peitões.
Eu seguro a pica grossa e grande que me arromba, está dura.
Digo rosnando:
–   Mor, não quer comer a minha bucetinha, agora não? Estou doida pra dá.
Balança a cabeça que sim. Tiro minha calça e a calcinha e sugo toda bronzeada.

Ele me olha e urra com minha sensualidade, segurando a pica, coloco um seio na sua boca dos lábios grossos para não fazer barulho. Ele chupa.

Rápido me acocoro e chupo sua pica, lambo e engulo. Me levanto e de costas me empino toda me segurando no armário e com a perna no banquinho.

Ele se aproxima, e enfia… me chamam… digo que já vou… enfia… me come… urro… com ela me arrebentando as entranhas da xota inchada … gozo… e ele goza.

Nós arrumamos sem fazer a higiene, não tem papel.
A tarde ele vai para a Faculdade e eu fico no trabalho.

A noite em casa, já na cama no meio da trepada.
Digo:
– Mor quero dar o cuzinho, apertado agora.
Ele sorri pois ama meu cuzinho.

Ele chupa a xoxota… lambe toda e me fode com a língua… a sensação é de uma pica menor, mas de pica… morde… eu gosto… gozo.

Me coloco de quatro na beirada da cama em cima das almofadas e enfia no cuzinho… grito… ele me arroba com a marra da rolona… mete, mete… choramingo… tira… enfiiia e gozo… continua… cadenciado e goza.
Enxuga meu cu e fica acariciando para acalmar o estrago.
Dormimos.

Todos os dias trepamos.

Estamos namorando, e somos ciumentos. Alguns já descobriram e acham normal.

Trepamos em casa… no trabalho… e nos Motéis.

Certo dia eu estava numa reunião…

PACIENTE 271118-7


Sou casada por mais de 20 anos com um homem honesto e companheiro. Ele trabalha como profissional libera. Eu sou administradora de empresa.
Formamos um casal harmonioso. Temos uma filha de 20 anos.
Com o tempo o casamento se desgasta e sinto falta de um estímulo sexual. Nossa vida na cama é morna uma rotina sem fim.
Certo dia estava numa reunião com vários representantes de empresas do ramo de gestão de gerência.
Um homem de 45 a 50 anos me chama atenção, nosso olhar se cruza, faíscas… magnetismo… fica fascinada, sempre nos olhamos.
Tenho 48 anos, altura média, seios fartos e duros. Bunda grande de chamar atenção e cintura fina. Boca grande e carnuda, cabelos nos ombros.
Resolvo testar minha sedução, nada a perder ele passa por mim após o almoço, me cumprimenta, esboço um sorriso.
Vai ao banheiro e na volta senta do meu lado, comenta sobre a reunião e coisas de trabalho.
Terminado o turno do dia, me olha e pergunta se quero carona, digo que sim. Vou ao banheiro, me ajeito, escovo os dentes e passo água na vagina.
Saímos, pergunta se não quero comer alguma coisa, digo que sim. Lanchamos num local perto da avenida marginal. Ele me como com os olhos.
Provoco, deixo a saia subir e um botão da blusa aberto de propósito. Jogo os cabelos para trás e sempre com o olhar insinuante e respiração ofegante.
Terminamos e vamos para o carro. Me diz.
– Está me provocando? Eu gosto de jogo de sedução. Suspiro.
– Se gostas eu também, amo me queimar?
Me beija mordendo a boca, e coloca a mão embaixo da saia, chega a calcinha, abro a perna e aperta minha xana. Digo.
– Hoje não posso, está tarde, pode ser amanhã? Diz que sim.
Anoto seu telefone para acertarmos tudo. Desci perto de casa e vou andando.
Chego em casa, penso nele. Vou cuidar das coisas…
Quando vou dormir procuro meu marido mas está cansado…

Toda mulher na faixa dos cinquenta anos…

PACIENTE 281118-6

Toda mulher na faixa dos cinquenta anos, mesmo que tenha um casamento estável, uma vida resolvida, tem, no seu íntimo, fantasias sexuais inconfessáveis ao marido. A probabilidade de ele não aceitar é muito grande. Então a solução é ou curtir em silêncio, ou realiza-la, mesmo que seja uma única vez, para experimentar.
A minha, por exemplo, foi a de experimentar sexo a três, com outro casal. A minha curiosidade era a de experimentar saborear e ser saboreada por outra mulher. O outro homem seria mero coadjuvante, “nosso instrumento complementar”. Tenho a impressão que meu marido até talvez pudesse aceitar outra mulher no meio de nós, por que sexo com duas mulheres é a fantasia preferida de todos os homens. Mas eu acho que não conseguiria conter os meus ciúmes assistindo ele transar com outra mulher na minha frente. Melhor então sonhar…
Conheci Márcia num desses cursos de culinária para confeitarias. Ambas somos donas de casas de chá e servimos deliciosos docinhos, bolos, tortas aos nossos clientes. O curso tinha a duração de quinze dias, com cinco horas diárias, metade pela manhã, metade à tarde, com intervalo de uma hora para o almoço. Já no primeiro dia viramos companheiras de refeição num restaurante aconchegante próximo ao local do curso. Conversávamos amenidades sobre filhos, negócios, maridos, cada uma querendo especular sobre a vida da outra. Nada demais, a curiosidade feminina é assim mesmo. Lá pelo terceiro ou quarto dia, nossos assuntos, invariavelmente, derivaram para o sexo e, timidamente, acabei confessando a minha fantasia a ela. Para minha surpresa ela também me contou que tinha a mesma fantasia e os mesmos receios de ciúmes para com o marido. Foi mais além : admitiu ter um caso com um empresário, dono de restaurante, também casado e que discretamente se encontravam nas tardes do meio de semana, para extravasar sua libido nas luxuosas suítes de motel. Eram nesses momentos com o homem que ela chamava de “namorante”, meio namorado, meio amante, que ela liberava todo o tesão reprimido pela relação conservadora com o marido depois de um casamento de mais de vinte anos. Não se sentia traindo o marido por que encarava o sexo de maneira natural. Sexo com o tal namorante era muito diferente do sexo que praticava com o marido. Em casa, o normal de todos os casais. Fora de casa, uma loucura indefinível, uma adrenalina total. Nunca tinha passado pela minha cabeça transar com outro homem, por que fatalmente a minha educação me faria me sentir culpada de traição, mas, da forma como Marcia me falava, tudo parecia natural, sendo admissível eu repensar meus conceitos. Cada vez mais curiosa fui perguntando sobre detalhes desse relacionamento proibido que Marcia vinha tendo com o outro homem da sua vida. Provou a mim que era possível amar a duas pessoas ao mesmo tempo: as formas de amor a marido e a amante eram completamente diferentes. E tinha absoluta certeza de que aquele outro homem que ela amava não era um cafajeste mas a amava também e era absolutamente fiel a ela.
A cada dia em que almoçávamos juntas, Marcia ia me contando cada vez mais detalhes das transas dela, mas sem revelar particularidades ou intimidades deles. E Marcia me contou que ele também tinha a mesma fantasia de transar a três, com outra mulher e que chegaram a postar anúncios em sites de relacionamento. Os critérios de escolha, definidos em comum acordo eram: A mulher deveria ser casada, madura, na mesma faixa de idade, preferencialmente inexperiente e que curtisse a mesma fantasia. Beleza nem seria fundamental, por que a idade já prejudica um pouco a parte física, mas nem por isso aceitariam mulheres descuidadas ou com excesso de peso e dariam preferência a alguém com as mesmas atribuições físicas da Marcia. Não poderia ser conhecida, nem profissional do sexo. E que, até então, as poucas mulheres que mantiveram contato, não interessaram aos dois. Me passou o nome do site e o apelido que usavam no perfil para que eu o lesse.
Na semana seguinte, durante o almoço contei para Marcia que eu entrado no site e visto o perfil que achei interessante pois era mais rico em detalhes e reunia praticamente tudo o que imaginara para minha fantasia. Numa auto análise percebi que eu reunia todos os requisitos que eles procuravam e se não fossem os meus medos reprimidos e a minha absoluta falta de coragem, até eu me candidataria a participar. Ela me sorriu maliciosamente e começou a me entrevistar sobre outros detalhes mais, digamos, reservados, como fetiches, o que gostaria de fazer, o que esperava que acontecesse, etc., ao mesmo tempo que me revelava sobre o tratamento que recebia do seu cúmplice. Fiquei curiosa em saber mais sobre o homem que a fazia feliz em paralelo mas ela, discreta, só me revelava atitudes e algumas características físicas dele.
No penúltimo dia do curso ela abriu o jogo: Contou que no dia anterior tinha se encontrado com o namorado e trocado idéias sobre mim e inclusive mostrado o meu facebook para ele que, surpreso, disse que me conhecia e ao meu marido, que pelo menos uma vez a cada quinze dias, frequentavam o restaurante dele, mas que nunca sequer eu tinha “dado bandeira” das minhas possíveis intenções e até duvidou que eu estivesse interessada. Quando, por insistência minha, Marcia me contou quem era eu também me surpreendi, pois nunca imaginei que aquele homem cortês e atencioso pudesse ter um caso com uma outra mulher que não fosse sua esposa. E eu nunca o tinha avaliado com outros olhos maliciosos. Marcia acrescentou que ele tinha recebido muito bem a idéia e que, se eu tivesse mesmo o interesse de levar adiante a minha fantasia, ele me aceitaria com alegria. Fiquei constrangida com a revelação ao mesmo tempo em que pensava em como iria chegar no restaurante com o meu marido e casais de amigos com ele sabendo das minhas intimidades.
Encerrado o curso, eu e Marcia passamos a trocar mensagens pelo telefone, e quando queríamos um pouco mais de discrição, falávamos ao telefone ou eu a visitava na sua casa de chá e vice versa. Nossas conversas foram amadurecendo até o dia em que eu falei que estava decidida a experimentar. Meu primeiro passo foi ir ao restaurante dele com algumas amigas, dessa vez sem maridos por perto. Claro que ele, discreto, ficou na dele. De cara, pedi um coquetel de morango com dose dupla de sakê, para me desinibir. Tomei a iniciativa e perguntei sobre a Marcia, se estava tudo bem com ela, se ele a tinha visto recentemente, etc. e etc.. Como se eu não soubesse dela: tinha avisado a ela que iria no restaurante aquela noite para avaliar o possível “novo” integrante secreto do meu casamento. E a cada instante eu levantava da mesa para ir ao banheiro, só para me aproximar dele quando estava no balcão. Não tinha condições de engatar uma conversa mais longa. Quando percebi que ele saiu para fora para fumar seu cigarrinho eu, que nem fumo, saí também com o mesmo pretexto. Pedi a ele que me oferecesse um cigarro e entabolamos uma conversa mais interessante, depois que eu disse a ele algumas coisas que a Marcia me contava sobre os dois. Ele respondeu que sabia de tudo mas achava que o meu interesse poderia ser fogo de palha e me disse que, para um relacionamento dessa natureza era preciso muita consciência, pois não haveria volta. E que seria preciso existir muita cumplicidade e envolvimento e, claro, discrição e absoluto para não correr riscos de magoar as famílias de cada um. E que o sexo jamais poderia ser encarado como libertinagem, mas como consequência de um relacionamento entre pessoas que se gostam. Apenas falei a ele que gostaria de levar adiante a fantasia e que tinha vindo ao restaurante apenas para amadurecer a idéia, embora não imaginasse como seria na prática.
A partir de então começamos a nos encontrar os três mais frequentemente, ora na minha confeitaria, ora na dela e em outras casas de chá, onde aquela dupla de cumplices ia me doutrinando aos poucos. Gradativamente fui me integrando naquele mundo secreto deles e entrando em sintonia e sincronia com eles, aprendendo coisas peculiares que jamais poderiam ser compartilhada com os maridos e a esposa dele. Ele tinha um modo insinuante para explanar as suas preferências e Marcia ajudava. Falava sobre depilações, lingeries, brinquedinhos, vibradores e acessórios e palavras de sacanagem para a hora da transa e muitas vezes ilustrava as suas idéias enviando mensagens, textos e vídeos eróticos e sugestivos. Ministravam o ensino em doses homeopáticas naturalmente, para não me constranger e não me espantar deles, o que evidenciava o interesse deles em me agregar.
Essa lavagem cerebral durou uns três a quatro meses quando ele sugeriu o primeiro encontro. Criativo, ofereceria uma festa intima para comemorar nossos aniversários de cinquenta anos, já que a diferença de data era de apenas dois dias. Marcia aniversariava em 21 de abril e eu no dia 23. Escolhemos a quarta feira, dia 22. Confesso que na medida em que o dia se aproximava a expectativa me deixava cada vez mais nervosa e varias vezes eu cheguei a pensar em desistir. Mas, enfim, chegou o grande dia. Pela manhã, fui ao salão de beleza para uma atualização completa em mim, caprichando na depilação. Não sei como mas resolvi ousar e aceitei a sugestão da depiladora: um recorte com um coraçãozinho no púbis. Se meu marido notasse a diferença do costumeiro eu diria a ele que inventei para agradá-lo. Já tinha a desculpa pronta para a minha ausência ao trabalho naquela tarde: iria me inscrever num curso e, à noite, eu diria que o curso não interessou. Me impressionei comigo mesmo em inventar pretextos, criar situações e preparar mentiras para justificar uma idéia maluca que resolvi levar adiante. Sandálias de salto, vestidinho curto de costas nuas, sem sutiã pra não aparecer as alças e uma tanguinha de tule finíssimo na cor roxa, escondendo somente o necessário, um cheirinho doce atrás das orelhas, e lá fui eu ao estacionamento do parque onde havíamos combinado nos encontrar. Ele já estava lá e ao reconhecer o meu carro, estacionou ao lado, desceu do carro e cavalheirescamente abriu a minha porta, estendendo a mão para que eu descesse. Ele tinha uma forma cativante para me cumprimentar: Enquanto dava um beijinho na face direita, com as costas de dois dedos da mão direita me fazia um carinho na face esquerda. Isso é irresistível para uma mulher e o pior é que ele sabia muito bem disso. Márcia chegou dois minutos depois de mim. O cavalheirismo dedicado a ela foi igual ao meu com a diferença do beijo, na boca, pois, afinal, eram “namorantes” já há três anos. Quem sabe eu merecesse o tratamento de igualdade com a Márcia? Embarcamos no carro dele e rumamos para um motel classe A nas proximidades, onde ele escolheu a suíte mais fina. Eu já tinha ido a motéis com o meu marido mas, não sei se pela novidade ou pelo clima que reinava, fiquei extasiada com o ambiente. Era o meu último dia com quarenta e nove anos e o primeiro dos cinquenta da Márcia. Ele abraçou as duas ao mesmo tempo e um beijo suave na boca de cada uma. Explicou que tinha preparado uma festa surpresa para comemorar nossos aniversários e a maior surpresa foi quando ele tirou do bolso duas faixas de pano preto que serviriam de venda para nossos olhos enquanto preparava a montagem da nossa festinha. Pediu que sentássemos uma ao lado da outra na borda da cama e, para esquentar um pouco o ambiente, sugeriu que aproveitássemos para, com as mãos, nos conhecêssemos um pouco mais, uma a outra. Em silencio ele se movimentava pela suíte, e por duas vezes eu ouvi a porta do carro dele se fechar em sinal de que ele fora buscar algo lá. Senti ele colocar algo nos meus pulsos e nos tornozelos e imediatamente pensei que fossem algemas mas ele, se antecipando, disse que não me preocupasse, pois não era nada que nós pudéssemos pensar pra pior. Colocou algo parecido como aneis de borracha nos meus dedos e percebi que fez o mesmo com Marcia, que já confiava muito nele nada falou. Enquanto ele nos preparava para a festa, eu e Marcia começamos a nos tatear numa troca de carícias pelos braços, como a que explorarmos uma a outra. Reconheço que a venda nos olhos foi útil para evitar constrangimentos. Sentíamos a pele arrepiada uma da outra pela nova experiência que estávamos vivendo. Imagino que ele estava assistindo em silêncio nossas explorações mutuas. Encostamos nossas faces e pudemos sentir o cheiro uma da outra. Estávamos tão próximas e senti a mão suave dele no meu rosto fazendo com que eu e ela trocássemos nosso primeiro beijo, por sinal, delicioso e excitante, provocando em mim uma sensação nunca experimentada que me fez sentir úmida no meio das pernas. Aproveitou-se para nos beijar uma e outra até que experimentei o primeiro beijo triplo da minha vida. A essas alturas já estávamos deitados lado a lado com ele no meio e senti que ele já havia se despido parcialmente, ficando só de cuecas. Corri a mão pelo seu corpo e senti que Marcia fazia o mesmo, descendo pela barriga e, por cima do tecido fino da cueca, senti o pau dele enrijecido, duro como pedra. Márcia foi mais objetiva e enfiou a mão elástico adentro, abracando o pau dele com as mãos e, claro, completei o serviço removendo a cueca dele pernas abaixo. Estávamos ainda vestidas e ele, delicadamente abriu o zíper lateral do meu vestido e me ajudando a me libertar das roupas, fazendo o mesmo com Marcia. Ao remover as vendas dos olhos não houve constrangimento por estarmos seminuas ao lado de um homem completamente nu. Pensei que eu estava sendo muito ousada com aquela tanguinha roxa, mas mudei de idéia ao ver o que Marcia vestia: Uma faixa de renda branca com duas correntinhas prateadas que desciam pelas virilhas dela e se uniam na parte traseira para formar o fio dental. A buceta dela toda a mostra, toda depilada em baixo e, no púbis, um chumacinho de pelos ralos. Eu sabia que existiam calcinhas abertas na frente, mas assim nunca tinha visto. O ambiente estava escurecido, sobre a mesa estavam alguns docinhos e salgadinhos e um pequeno bolo com duas velas brancas acesas indicando os nossos cinquenta anos. Balões coloridos colados no teto e chapeuzinhos de festa completavam a decoração. Nos nossos braços aquelas pulseirinhas de neon colorido e pisca-piscas dos anéis nos enfeitavam. Bolinhas piscando estavam espalhadas por todo o ambiente, dentro de copos e taças. O espumante sobre a mesa nos enfeitava junto com três taças. Nos abraçamos a ele que nos encorajou a mais um beijo triplo. Era um movimento alucinante de línguas nas três bocas ávidas. Enquanto nos beijávamos senti a mão esquerda dele sobre o tecido da calcinha, e, pela lateral os dedos procurando minha buceta. Com a direita ele fazia o mesmo na buceta da Marcia. Notei que ela facilitava o manuseio dele, levantando a perna direita sobre ele. Fiz o mesmo e ele pode sentir, pela primeira vez a umidade que brotava de dentro de mim. Esfregava meu grelinho e percebi que os dedos da Marcia estavam junto ao dele e se alternavam em me bolinar e enfiar o dedo em mim. Eu me sentia aprendiz, embora soubesse que para eles também era a sua primeira experiência. Viramos os corpos e nos debruçamos na barriga dele e, sem descolar nossas bocas alcançamos o pau dele e compartilhamos com nossas línguas. Na posição que estávamos, oferecemos nossas bucetas a ele que as masturbava e chupava alternadamente. A excitação era tanta que comecei a sentir tremores pelo corpo inteiro anunciando que o gozo estava próximo. Eles perceberam e passaram a se dedicar a mim. Senti a boca da Marcia engolir meu grelinho enquanto ele enfiava dois dedos buceta adentro. Ainda por cima me incentivavam com palavras safadas do tipo “Goza gostoso, minha putinha” “Pede pra eu fazer você gozar” e eu pedia, quase implorava. Não houve como segurar. Gozei abundantemente nas bocas e mãos daqueles dois safados. Enquanto eu relaxava eles continuaram com a sacanagem deles. Marcia subiu sobre ele e ordenou: “Mete teu pau nessa buceta que é tua” “Quero teu pau inteirinho pra mim”. Não foi por muito tempo que relaxei. Ao ver aquela cena dos dois fodendo, não iria deixar de participar. Me esgueirei pela cama de modo a assistir, pelo ângulo das pernas deles, o pau dele entrar e sair naquela buceta. Descobri que existe uma diferença significativa em assistir a uma cena dessas num vídeo pornô ou assim, de pertinho, ao vivo e a cores: A segunda opção provoca uma excitação indefinível. Estendi minha mão para acariciar aqueles sexos unidos, direcionando o pau dele na buceta dela como se fosse escorregar pra fora. Ele fez Marcia gozar e ela se estendeu ao lado dele. Mas a principal fantasia de Marcia ainda estava por se realizar: ela queria ver o macho dela fodendo a buceta de outra mulher, no caso, a minha. Me fez sentar-se de costas para ele, arreganhar as pernas deixando a buceta escancarada, e encaminhou o pau dele pra esfregar no meu grelinho e depois coloca-lo para dentro de mim. Era a primeira vez que eu recebia um pau estranho em mim, mas gostei. Era um pau suave, de tamanho normal, que me penetrava. Comecei a subir até a pontinha daquele pau, quase saindo e descer engolindo inteiro. Marcia assistindo bem de perto delirava e aproximando o rosto, começou a lamber nós dois, provocando uma sensação indescritível em mim que me fez gozar pela segunda vez. Ele continuava incólume, ereto. Quando perguntei se não ia ejacular, me disse que isso era apenas um detalhe e que ele conhecia as técnicas do sexo tântrico e sentia prazer sem ejacular. Nunca tinha ouvido falar disso mas o certo é que aquele homem sabia foder uma mulher, dar muito prazer a ela, no caso elas, as duas. Relaxamos os três, um pouco, na banheira de hidromassagem, onde praticamos algumas brincadeiras na agua, trocando beijos e mexendo com o pau dele.
Resolvemos sair da banheira e ele com duas toalhas nos secou delicadamente, oferecendo os dois roupões disponíveis no motel. Ele enrolou-se numa toalha e eu ficava excitada só de pensar que por sobre ela, lá estava um pau prontinho para entrar em ação. Vestiu o chapeuzinho de papelão e cantou parabéns a você para nós duas, ainda decoradas com os enfeites de festa, estourou o espumante oferecendo as taças para nós que brindamos com os braços entrelaçados. Levamos o bolo de chantilly para a cama nos pratinhos plásticos que ele também havia providenciado junto com garfinhos. Sentamos na cama para saborear o bolo quando ele lambuzou os dedos no chantilly e lambuzou os nossos seios para em seguida lambê-los. Fez o mesmo com nossas bucetas, a esta altura já deitadas na cama e chupou deliciosamente. Não podíamos ficar em desvantagem: enchemos nossos dedos com o chantilly e recobrimos o pau dele inteiro e, as duas juntas, chupamos e lambemos o pau dele inteirinho, nada deixando de resíduo. Para remover o melado do açúcar resolvemos tomar uma ducha, os três juntos. No banheiro começou a bolinação entre nós três e em seguida voltamos a nos estirar na cama.. As melhores surpresas ainda estavam para acontecer. Marcia apareceu com uma pochete que virou sobre a cama, dali surgindo uma parafernália de acessórios para incrementar a transa. Vários tubinhos de cremes lubrificantes, spray estimulantes, géis que esquentam e que provocam geladinhos, dois anéis penianos com ranhuras, outros dois com vibrador bullet, duas capas penianas cheias de bolinhas de silicone e dois vibradores, um, mais fino, com uns 15 cm de comprimento e outro, em formato de pênis bem grosso com uns 30 cm de comprimento. Nosso homem se encarregou de nos lubrificar com os cremes e borrifar o spray direto nos nossos grelinhos, massageando-os e senti um calor subindo em mim. Marcia colocou um anel peniano em forma de estrelinha, o outro com o vibrador ligado. Peguei no pau dele para sentir a vibração e admito que era contagiante. Marcia ligou o vibrador mais fino e mandou que eu abrisse as pernas e esfregou na porta da minha buceta em movimentos circulares, e ensaiava penetrações rasas só para me excitar mais; ligou o outro maior e esfregava na própria buceta e me convidando a assistir, o enfiou inteiro nela, fazendo com que entrasse e saísse em movimentos simulados de uma foda. Tomei o vibrador menor da mão dela e o enfiei em mim, causando uma sensação indescritível por dentro de mim. Marcia pediu que eu a fodesse com o vibrador e ao mesmo tempo ela me foderia também. Trocamos as mãos e cada uma fodia a buceta da outra. Nós duas, lado a lado, nos fodendo e nos beijando, formávamos uma cena altamente sensual. Eu queria experimentar o grandão e quando ela enfiou em mim, ele me preencheu inteira e soltei um grito de tesão, mas pedi que ela o enterrasse até o fim. Obvio que não demorou muito para gozarmos juntinhas. Ele, na nossa frente, assistindo a cena, alisava seu pau. Ver um homem batendo punheta na nossa frente é altamente excitante. Foi quando ele vestiu a capa cheia de bolinhas e se intrometeu no meio de nós. Abri bem as pernas para recebe-lo em mim e ele introduziu aquele pau inteiro em mim e me fodeu gostosamente. A buceta de Marcia, bem aberta e lubrificada, esperava que ele a fodesse também. Fodia as duas mulheres, ora uma ora outra. Podíamos sentir o vibradorzinho do anel roçando do nosso grelinho. Subi por cima dele e Marcia sentou-se de frente pra mim com a buceta ao alcance da boca dele enquanto se debruçava para alcançar o pau dele fodendo a minha buceta. Estávamos elétricos de tesão e ela, arrebitando a bunda para cima, pediu a ele que enfiasse o vibrador menor inteiro no cu dela. Eu podia ver que ela rebolava freneticamente, gemia, gritava, urrava, pedindo que fodesse o cu “da sua puta”. Marcia tinha deixado de lado aquela aparência doce, de voz delicada, para se transformar numa puta insaciável, devassa, vadia por completo. E foi assim com essa imagem que vi Marcia se estrebuchar de gozo. Cheguei a pensar que eu nunca poderia ser tão puta quanto ela. Cheguei a ter inveja dela. Saimos de cima dele, removemos a capa de bolinhas e juntas passamos ao trabalho de, enfim, fazê-lo gozar de verdade. Chupamos, lambemos, manipulamos aquele pau que se ia avermelhando cada vez mais. Quando percebemos que ele estava com tremores pelo corpo inteiro intensificamos os movimentos vigorosos até que ele, não se aguentando mais, liberou a porra quentinha em jatos fortes que espirraram pelos nossos rostos. Durante uns vinte a trinta segundos ele ficou ejaculando à nossa frente. Marcia abocanhou o pau dele para sorver o que vertia. Eu, que nunca tinha experimentado nem a do meu marido, lambi na barriga e nos testículos dele e afastei a boca de Marcia para colher um pouco pra mim. Marcia lambia os beiços deixando escorrer esperma pelos lábios e me oferecendo a boca para que eu o degustasse também. Toda aquela tarde indiscutivelmente foi incrível. Nunca imaginei que pudesse ser assim tão gratificante. E o mais importante é que ao chegar em casa não me senti culpada por nada do que vivi com uma mulher e outro homem que não o meu marido. Aprendi com eles a viver como puta num mundo exclusivo de putaria.
Depois dessa minha estréia triunfal, prometi a mim mesma que iria tentar repetir pelo menos uma vez por mês e, claro, sempre com eles. Continuo frequentando o restaurante dele com toda a discrição por que meu marido sempre me acompanha e ele faz de conta que mal me conhece, mesmo que discretamente, deixe escapar um sorriso malicioso pra me provocar. Minhas visitas ao restaurante servem como senha para um novo encontro a três conforme eu e Marcia já havíamos combinado. De abril até agora já transamos sete vezes e hoje já não sou mais mera coadjuvante mas também uma protagonista como eles. Sou amante dele e da Marcia. A Márcia é amante dele e minha. E ele, amante gostoso de nós duas. E ele brinca conosco dizendo que existe coisa muito melhor que uma buceta… e completa: DUAS !!! Com toda a razão.

E ele, obediente estava deliciosos tapas, ela gemia, se contorcia de prazer.

Os corpos que já se conheciam se entregavam, as bocas se devoraram num beijo ardente, os lábios tenros, carnudos e ávidos em explorar a delicada boca dela, que entregue se agarrava a ele. As mãos, grandes, fortes e calejadas acariciavam, com a costumeira força tão desejada por ela. Se despiram numa dança rápida, jogou a sofá, buscou os seios, deslizou os lábios rapidamente, chegando ao seu sexo, ela arqueva em êxtase, a língua lisa sobre seu clitóris a levava a extrema loucura, os dedos penetravam a vagina sem cerimônia, encontrando o ponto g, pressionava, chupava, lambia, se deliciava com os gosto doce da sua buceta. Os dedos ágeis, foram em busca do objeto de desejo, o ânus, o cu que ele tanto deseja meter, sem medo, sem pena…dedilhou com destreza enquanto a língua explorava-lhe a bct, ela, entregue, se deliciava. Naquele instante ele era pra ela. A buceta, babava e lubrifiva, aproveitando se ele a beijou, ela sentia seu gosto, inebriados. Meteu com força, arrancando um grito de prazer, ela sentia aquele membro que, louco de tesão, pulsava, duro lhe invadia , ela pedia mais:
– mete gostoso! Mete com força.
Ele metia fundo, metia tudo sem dó, sem culpa!
– Bate, bate!
Ela pedia
E ele, obediente estava deliciosos tapas, ela gemia, se contorcia de prazer.
Não satisfeito, era o cu Que ele queria, ela ele, seu desejo. E o fez, lubrificado com o gozo dela, metia. A dor invadia, misturada com tesão e prazer, e sob os óculos, olhos lânguidos e assustados. Era dor? Era prazer? Aquilo o deixara louco e sem dó ele continuava metendo, até explodir num louco e alucinante gozo.

Encheu o rabo dela de porra!

Extasiado caiu de lado.

Era hora de acordar daquele insano sonho!

Sentir a tua face quente em meu corpo…

 

Amo-te profundamente, plenamente, incessantemente, inequivocamente… Tanto como se te conseguisse ver na minha frente. Tanto como se conseguisse sentir a tua mão quente na minha face, os teus dedos a acariciar a minha pele.

Amo esse teu sorriso leve e sincero. Amo essa tua sensibilidade. A certeza de que a tua cabeça virará ao encontro daquele som que te desperta algo de diferente. A forma única como colocas o teu corpo quando estás a fazer aquilo de que mais gostas. Amo quando cantas baixinho ou quando bates com os dedos na mesa ao ritmo daquela canção que tanto adoras.

Amo a maneira como confias em mim e me deixas estar contigo. Nu. Sem nada a esconder. Amo quando me deixas entrar nesse teu mundo desnudo e aí ficar a admirar-te. Amo que me faças sentir que sou parte de ti, em todos os gestos, em todas as palavras.

Amo os teus pensamentos mais recônditos, os teus sentimentos mais escondidos. Amo os teus traumas, aquilo que te fez ser o que és.

Amo que sejas imperfeita. Que tenhas defeitos. Que sejas teimosa e impulsiva. Amo que faças aquilo que sentes. No momento, assim, sem questionar como vai ser o amanhã. Amo essa tua imprevisibilidade, sabes? Amo que me mostres que tudo é possível. Que a dor fica connosco, mas que, de alguma forma, conseguimos encontrar aquilo que precisamos para que possamos conviver com ela.

Sabes que mais?
Amo tudo em ti. Amo a paixão que colocas em todo o caminho que constróis para chegar ao teu objetivo. Amo as tuas metas, ou melhor, amo o fato de as escolheres. De não ficares parado à espera de que algo aconteça. Mas também amo quando te deixas ir. Amo essa tua perspicácia de perceber quando são as melhores horas para te deixares ir, ou quando são os momentos certos para tu fazeres valer a tua vontade.

Amo quando defendes algo, sabes? Esse teu ar decidido de quem não vai aceitar um não. Essa tua expressão de quem sabe que vai cair inúmeras vezes, mas que todas essas quedas só te farão erguer de novo e fazer com que sigas em frente.

Também te amo quando choras. Quando te vejo caída no meio do chão vazio da sala, agarrado aquelas memórias que sempre te perturbam. Amo poder ajoelhar-me à tua frente, amo colocar a minha mão na tua cara e dizer-te que não estás só. Eu também amo essa tua solidão. Essa tua solidão contigo próprio e o fato de não teres medo de estares contigo mesmo.

Porém, eu sei que tu tens medos. E é também por eles que te amo. Uma mulher sem medo não é uma mulher. E eu sei que tu os tens, mesmo que não mo digas. Amo poder perceber quando tens medo. Só assim posso encostar a minha cabeça ao teu ombro, na tentativa de, em silêncio, mas com este simples gesto, te dizer que vais dominar esses medos. Vais dominar esses medos e ser melhor, nessa batalha infinita conosco próprios em querermos ser fiéis ao que nos propusemos nesse contrato com a vida.

Amo a tua voz. Essa tua voz que chega a todas as partes ínfimas do meu ser. Esse teu tom grave, distinto de todos aqueles que alguma vez ouvi. Essa tua voz serena, mas cheia de emoção. Essa tua voz sublime que desperta em mim qualquer coisa de indescritível. Amo essa voz que me descobre por completo, amo essa voz que me remexe por dentro. Amo essa voz que me faz sentir.

Amo-te.
Amo-te e sinto-te como nunca amei e senti.
Sim.
Sinto-te. Sinto-te, meu amor, aqui, sentado, de caneta na mão, enquanto escrevo este texto na esperança de um dia você poder ler por completo. E aí, sim, dizer-te ao ouvido que te amo, como eu te amo e como esperei por ti todos estes anos. E, eu sei, que a partir desse momento, tudo fará sentido. Todo o sofrimento e toda a angústia que senti. Tudo fará sentido, porque, sabes que sempre estarás comigo. Estarás comigo e eu poderei dizer-te, sempre que quiser, como eu te amo.

Ai, Aline, se for o que eu tô pensando, dou a maior força…

PACIENTE 271118-62

Minha amiga ia se casar e me convidou para ser madrinha. Fiquei toda feliz e emocionada, pois é minha melhor amiga e ela tinha sido madrinha no meu casamento. Sou nova, tenho 22 anos e já tenho um filho. Sou filha de família religiosa, e pela pressão de todos acabei casando com meu primeiro namorado. Ela tinha sido a única a me dizer para esperar um pouco mais, pois teria muito a viver ainda, mas ficou do meu lado sempre. Depois de ler alguns relatos, descobri que realmente ainda tenho muito a aprender, mas o que me fez começar a ler contos foi justamente o que ocorreu no casamento dessa minha amiga.
Faltava apenas uma hora para o casamento e por ser uma cidade pequena, a lista de convidados era praticamente toda a população da cidade, o que fez com que o casamento fosse o evento mais badalado. A igreja já estava cheia com todos os convidados e faltando apenas a noiva e eu. Nós estávamos no salão terminando de aprontar o cabelo dela com o Gilson, o cabeleireiro. Ele é um cara muito bom de lábia e não tem jeito nenhum de gay, mas leva a fama de ser entre os homens, como sempre, mas entre as mulheres todas sabiam que ele era um cara gostoso e que estava sempre pronto para um corte de cabelo extra… rsrsrs Bem, ele estava, como sempre, se insinuando para a minha amiga, dizendo que tinha a fantasia de fazer sexo com uma mulher vestida de noiva, sendo quase direto, tentando apenas fingir que estava brincando, pois não sabia qual seria a minha reação, já que eu estava ali e levava (e infelizmente ainda levo) a fama de santinha, por causa da minha família. Minha amiga estava começando a acompanhar as brincadeiras do Gilson e nós ríamos a cada comentário, até que em um certo momento em que ele precisou sair para pegar um secador em outra sala, minha amiga me chamou para perto dela e disse: – “Rita, tô quase fazendo uma loucura…” – “Ai, Aline, se for o que eu tô pensando, dou a maior força…” – “Então faz uma coisa pra mim… Avisa na igreja que eu vou demorar um pouco… Inventa que o meu cabelo está demorando pra ficar no lugar… Fica com a chave do salão e não deixa ninguém entrar aqui. Só você vai poder entrar. Faz isso pra mim?” Eu, como boa amiga, fiz, já sabendo que ela iria aprontar das boas. Faltavam apenas 1 hora para o casamento dela e ela ia pular a cerca. Apesar de levar a fama de santinha, o que ela me pediu mexeu comigo e eu fiquei nervosa e ansiosa ao mesmo tempo. Eu, claro, topei ajudá-la. Ela era minha melhor amiga e eu não podia recusar um pedido dela, muito menos logo antes de se casar. Gilson já estava retornando e então eu pisquei para o Gilson e falei: – “Olha, eu vou indo para a igreja, para avisar que o cabelo dela vai demorar um pouco, então vão com calma, tá? Gilson pescou na mesma hora o que eu estava fazendo e mal me virei para descer a escada e percebi que ele estava erguendo a cadeira dela ao máximo e já colocando a mão por baixo do vestido dela. Fiquei excitada com aquela cena e tratei logo de sair, mas quando estava prestes a sair do salão, ao invés de ir para a igreja, batia porta dando a entender que eu tinha saído do salão, mas voltei, bem devagarzinho, para ver o que ia acontecer.
Fui subindo os degraus da escada bem de mansinho e quando finalmente já tinha alguma visão, quase dei um suspiro alto de excitação. A cadeira dela tinha sido erguida até o máximo e ela estava com as pernas escancaradas sobre o móvel do espelho, enquanto o Gilson estava sentado no apoio dos pés e chupava a bucetinha da minha amiga por baixo do vestido. Pelo reflexo pude ver que ela estava toda lisinha, totalmente depilada, e sua bucetinha estava bem rosada. Ela tinha os braços erguidos para trás do apoio da cabeça, mantinha os olhos cerrados e a boca semi-aberta, gemendo e respirando forte. Nem consegui perceber quanto tempo aquilo durou, pois fiquei muito excitada com aquela visão e eu mesma já estava encharcada de tesão. Cheguei a pensar que ela ia passar mal, de tanto que ela gemia de gozo. Gilson parou de chupá-la e desceu a cadeira até o chão, então ergueu ainda mais o vestido dela, arrancou a calcinha dela, tirou a roupa dele e subiu nela, penetrando-a de uma só vez. Aline ficou maluca com a penetração. Ela se debatia na cadeira, socava as costas do Gilson, arranhava ele todo, e gritava para ele meter com força: – “Ai… Gostoso… Mete… Me fode… É minha última vez solteira… Me faz gozar gostoso…” Eu estava tão excitada quando ela gritou aquelas frases que nem me preocupei com a possibilidade de alguém ter ouvido do lado de fora. Depois de muito socar dentro da bucetinha da minha amiga, ele saiu e retirou o preservativo cheio de gozo e ela, excitada, se ajoelhou e sugou e chupou o pau dele inteirinho, deixando-o limpinho. Eu fiquei louca com aquilo, mas tratei de voltar para a igreja, para não ser flagrada ali por eles, e para dar o comunicado que eu deveria ter dado quase uma hora atrás. Sim, eles estavam há quase 40 minutos transando e isso significava que faltavam apenas 20 minutos para o casamento começar… Cheguei na porta, fui até o altar, avisei o noivo e aos demais da família que estavam esperando por ela e voltei para o salão, para fingir que tinha ido chamá-la e tentar ajudar no que precisassem para terminar de arrumar a noiva. O único problema foi que quando abri a porta, fui subindo a escada novamente, mas desta vez sem sigilo e com o barulho dos meus passos, Aline gritou lá de dentro: – “Rita, ainda estou ocupada… Preciso de mais tempo…” Percebi que sua fala estava esquisita e então, quando terminei de subir as escadas entendei o porque. Aline estava ajoelhada na cadeira de lavar o cabelo e o Gilson metia nela por trás. Vi a bunda nua do Gilson se mexendo para a frente e para trás, metendo com força na minha amiga e ela, gemendo, virou o que pôde do rosto para trás e falou: – “Amiga, essa é a minha última transa de solteira, então vou demorar mais um pouco… Está muuuuuuito gostoso e só vou parar quando não agüentar mais… Volta lá e diz que vai demorar mais um pouco…” 

Eu fiquei estática com a cena e pude perceber que novamente fiquei logo molhadinha de tesão. Como eles estavam de costas para mim, não perceberam minha reação, e por não me verem, mesmo depois de tudo, permaneci ali, olhando, me excitando, me imaginando numa situação dessas. Aquilo foi demais para mim e, como não fazia sexo já a mais de uma semana, gozei sem nem precisar me tocar. E gozei de uma forma gostosa, prazerosa, diferente. Eu queria tudo aquilo pára mim também. Eu também queria gozar daquele jeito, ser fodida daquele jeito… Fiquei mais um tempinho olhando tudo, mesmo depois de gozar, mas quando percebi que o Gilson ia gozar novamente, resolvi fingir novamente que tinha saído e ficar olhando mais daquela transa louca.
Quando me posicionei na escada onde tinha ficado antes, percebi que não tinha a mesma visão que tinha antes, então tentei me aproximar mais e ainda ficar escondida. Para isso, acabei ficando quase agachada atrás da cadeira que eles tinham usado para transar, ficando assim muito próximo deles e até mesmo podendo ser descoberta ali. Depois que o Gilson gozou, Aline novamente foi chupá-lo e fiquei impressionada com o tamanho do pau dele. Era maior e mais grosso que o do meu marido e a Aline fazia caras e bocas chupando ele todinho. E aquela chupada pareceu dar novo sinal de vida para o Gilson que levantou a Aline do chão e fez ela se sentar sobre ele. Ele ficou na cadeira de lavar o cabelo, que já é meio reclinada, e a Aline, de pé nos assentos dos lados, foi se abaixando e encaixando sua bucetinha inchada naquele pau duro. Gilson a segurava e ela segurava o vestido e se abaixava devagar, até encaixar e então começar a pular na cadeira, fazendo com que o pau do Gilson fosse fundo nela. Ela gemia, se contorcia, gritava que não ia querer parar nunca mais… Nossa, eu não parava de me molhar de excitação. Queria estar no lugar dela. Queria ser eu sendo devorada. Queria sentir tudo aquilo que ela estava sentindo e que eu nunca tive a oportunidade. E de repente me lembrei novamente de que precisava voltar para a igreja, antes que alguém resolvesse aparecer. Voltei correndo para avisar que ainda ia demorar mais um pouco, pois o cabelo dela não estava ficando de jeito nenhum no lugar e inventei que ela estava ficando um pouco nervosa por causa disso e por isso estavam demorando ainda mais. Isso já eram 2 horas e 40 minutos de atraso. A sogra logo disse que eu voltasse pra lá e só retornasse com a noiva, pra não deixá-la sozinha caso precisasse de alguma coisa. E mal ela sabia de que ela estava tendo tudo aquilo que precisava…
Quando voltei, mal fechei a porta e já conseguia ouvir os gemidos dela. Ela estava irreconhecível! Quando olhei para cima vi que ela estava apoiada na grade da escada, levando novamente por trás. Imaginei que ela fosse ficar com a bucetinha esfolada e até fiz um comentário assim que os vi: – “Minha nossa! Quanto fôlego! Assim ela não vai conseguir dar na lua de mel!” Mas o Gilson riu e junto com ele, Aline, e pude ver um sorriso torto no meio daquela cara de gozo, e ela disse: -“Pode ficar tranqüila, amiga… Estou descansando a bucetinha agora… Tô inaugurando um novo playground…” E então o Gilson gargalhou e eu fiquei sem entender direito o que ela quis dizer por uns segundos. Ela estava dando o cuzinho! Eu mal podia acreditar! Além de toda a situação, de eu estar presenciando eles treparem praticamente na minha frente, de ter sido conivente com tudo, de ter ajudado e incitado ela a fazer o que eu não pude fazer, ela ainda estava dando o cuzinho virgem! Como fiquei? Ensopada! Tenho certeza de que se tirasse minha calcinha naquele momento e torcesse ela, seria capaz de encher um copo! Rsrsrs E de onde eu estava, com a visão que eu tinha, pela curiosidade tratei de olhar mais atentamente, para enxergar a penetração. Aline estava com o vestido erguido e segurado pelo apoio do cotovelo na grade e, apesar de não conseguir ver a penetração no cuzinho, pude ver que sua bocetinha estava muito vermelha, de tanto ter sido abusada. Fiquei ali, plantada, vendo tudo, que ainda demorou mais alguns minutos até que o Gilson finalmente deu a última gozada. Quando ele saiu de dentro dela, a Aline quase tombou no chão de tão mole que ficou por toda a transa. Subi as escadas para ajudá-la e quando peguei a calcinha para vestir a Aline, senti o quanto ela estava molhada. Imaginei que minha calcinha estava justamente como a dela, provavelmente muito pior. Ajudei Aline a sentar na cadeira e quando fui vestir a calcinha nela, não consegui deixar de olhar para o cuzinho dela, que estava aberto e molhado. Ele tinha gozado dentro dela! Aline percebeu que eu exitei terminar de vesti-la e então falou: – “Tá vendo como ficou? O corno vai ter uma surpresa e tanto… Vou levar a porra do Gilson todinha dentro do meu cu pra lua de mel…” Nossa, quase cai pra trás quando ela disse aquilo… Gilson então voltou e brincou comigo: – “Rita, agora você vai me ajudar a terminar o cabelo da Aline e depois a gente dá uma ajeitada no seu, o que você acha?” Fiquei vermelha de vergonha. Ele e a Aline riram alto. Logo trataram de começar a realmente arrumar o cabelo dela e eu, ainda vermelha, fiquei por perto ouvindo toda a conversa sobre o que aconteceu e promessas de que precisariam arrumar o cabelo mais vezes, e que eu precisava realmente dar uma ajeitada pra ver como poderia ficar melhor…

não to conseguindo mais disfarçar…

PACIENTE 271118-36

Seguindo os conselhos de algumas mensagens do site, resolvi ser mais incisiva nas minhas ações para ver o que acontece frente minha situação com neto, mas o problema é que não to conseguindo mais disfarçar.

Ontem pela manhã eu fiz a mesma coisa, e deixei uma calcinha usada no banheiro antes dele tomar banho, quando ele saiu do banho notei que ela estava do mesmo jeito das outras vezes, toda úmida de porra, ao ver aquilo novamente mais uma vez fiquei totalmente balançada, não me aguentei, tranquei a porta e comecei a sentir o cheiro daquela porra, estava completamente extasiada mais uma vez com aquele homem dentro da minha casa, e então inconscientemente me peguei tocando minha buceta, só conseguia pensar nele em várias situações comigo, então que resolvi ser louca, já estava pronta para trabalhar mas tirei o sutiã e como minha blusa era um pouco transparente as aureolas dos meus peitos ficaram um pouco a mostra, sempre achei os meus seios uma das partes mais bonitas do meu corpo apesar de ser magra eles eram bem fartos e redondinhos.

Fui em direção a cozinha com a calcinha usada na mão e meus peitos completamente duros denunciando meu tesao, em direção da máquina de lavar eu fui e coloquei a calcinha dei uma leve cheirada nela antes, e ele pode observar, na hora em que me virei ele ficou vermelho na hora, não sei o que ele estava pensando, mas certamente causou reações nele.

Pela noite, cheguei completamente cansada e exausta do trabalho, tomei banho, jantei e fui ver minha novela, pouco tempo depois ele chegou e me pediu pra sentar comigo, sentou no sofá e me fez um carinho no rosto e me disse pra deitar a cabeça no colo dele pra descansar, deitei bem no meio das pernas dele me encostando no seu abdômen, ficamos praticamente como um casal, eu estava com meu shortinho curto rosa de sempre, a polpa da bunda sempre ficava a mostra, mais uma vez estava sem sutiã pra ficar mais à vontade, até que na novela surgiu uma cena de pregação, imediatamente sentir algo crescer nas minhas costas, e caralho que susto, foi instantâneo, o volume encostou nas minhas costas de uma maneira violenta, ele estava com uma bermuda de tecido bem fino o que ajudava bastante, não teve outra eu tinha que aproveitar aquele momento, sacana como sou disse pra ele deitar porque estava desconfortável, e então ficamos deitados de concha no sofá e como ele é relativamente pequeno ficamos bem colados um no outro.

Aquele membro continuava duro encostando em mim, só suspirava me controlando para não fazer nenhuma besteira, o suspiro quente do meu neto no meu pescoço só aumentava o meu desejo, empinei um pouco a bunda e sentir um polvo mais daquele membro, minha bunda magrinha mal quase dar conta daquele negócio grande encostando, meu neto de repente colocou a mão na cintura e bem devagar comecei a fazer um movimento de sobe e desce naquele membro eu já não sabia mais o que  ele estava achando aquilo, eu não olhei para ele, só estava de olhos fechados de costas e naquele movimento pra cima e pra baixo próximo a ele, até que sentir a pegada dele na minha cintura ficar mais forte, mas de repente chegou meu marido chamando na porta de casa , pulamos na hora de sustos e paramos, quando voltei do portão ele já não estava mais na sala e tinha ido para seu quarto.

Agora estou aqui pela manhã deitada na minha cama, ao lado do meu marido, descrevendo esse acontecido e completamente cheia de tesao, sinto o meu escorrer até a calcinha, preciso me aliviar e saber qual será meu próximo passo.

sensações me fazem sentir novas sensações…

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Hoje me peguei lembrando da manhã de sábado. Ainda posso sentir sua mão percorrendo o meu corpo, como uma pianista dedilhando as teclas do piano com suavidade e desejo. Posso sentir também a sensação da tua respiração ofegante na busca do êxtase ou só mesmo sentir tua boca em mim.

O mais engraçado de tudo é que as sensações me fazem sentir novas sensações… Ah, você não imagina tudo o que passa pela minha cabeça, até que ponto podemos chegar. Mas quem me vê com esses semblantes aqui sérios, sentado em frente ao computador escrevendo nem imagina tudo isso se passando em minha cabeça, e ela só tem um desejo…

A dia vai andando e em breve estaremos no nosso ninho de novo, e novas sensações, novas lembranças.

 

Nossa respiração começou a ficar mais ofegante…

PACIENTE 271118-25

Já fazia algum tempo que não nos encontrávamos, aquele dia parece que estava pressentindo algo, mesmo porque ele havia dito que viria na minha casa, mais como não tinha chego até umas noves horas deduzi que não aparecesse mais, então tomei um banho, vesti meu vestido novo com um decote saliente que deixava à mostra meu busto e fui ao mercado fazer compras. Na volta pra casa me deparo com ele sentado na minha sala conversando com meu filho à minha espera. – Já estava de saída, me disse ele. Então lhe disse para ficar e almoçar conosco, já que estivera me esperando desde então. Preparei o almoço, arrumei a mesa enquanto conversávamos. Almoçamos e meu filho precisou sair, então ficamos sós, tirei a louça da mesa e quando fui guardar algo na geladeira, ele, que estava sentado no braço do sofá próximo a ela, agarrou meu pulso me puxando de encontro a si, ainda tentei me afastar empurrando-o pelos ombros, então me pediu para ficar ali um pouquinho pois estava com saudades do meu corpo e meu cheiro. Quando o abracei pelo pescoço sentindo o cheiro do seu cabelo ainda úmido do banho e sentindo seus lábios e sua respiração entre meus seios, foi crescendo uma excitação e um desejo que pensei ter esquecido, pelo tempo que ficamos sem nos vermos. Nossa respiração começou a ficar mais ofegante, seus braços entrelaçados na minha cintura, suas mãos trêmulas acariciando minhas costas e seus lábios roçando meus seios me levou a entrelaçar meus dedos nos cachos do seu cabelo loiro. Suas mãos foram descendo lentamente pela minha cintura, quadril, coxas, até chegar à altura do meu vestido, colocando assim suas mãos por baixo dele acariciando minhas coxas, bunda, até alcançar minha minúscula calcinha preta, enfiando a mão dentro dela fazendo com que deslizasse pelas minhas pernas até alcançar o chão, então entreabri minha pernas e ele com o dedo indicador foi descendo pelo rego, passando pelo meu cuzinho, brincando na sua entrada que já estava piscando doido pra receber seu dedo nele. Brincou um pouco mais ali, depois desceu lentamente até minha buceta que já estava encharcada de tesão, com dois dedos enfiou todinho dentro dela, fazendo contorno em sua extremidade enquanto que com a outra mão afastava o decote do meu vestido e engolia todinho o bico dos meus seios, hora um, hora outro, sugando, mordicando, lambendo. Até que ele se desequilibrou caiu de costas no sofá, se endireitou sentando recostado no encosto e me puxando para seu colo, quando quis me penetrar naquela posição não o deixei, me ajoelhando em frente dele e tomando seu pau ereto, pulsante na minha boca dando uma chupada daquelas que fez com que ele quase tivesse uma convulsão. Então me levantei, sempre olhando nos olhos dele, adorando ver aquele tesão todo estampado no seu rosto, sentei no colo dele, com as pernas entreabertas e fui encaixando seu pau na entrada da minha buceta e descendo devagarzinho, sentindo o pau dele entrando e enterrando todinho dentro dela, então comecei a rebolar, subir e descer enquanto nos beijávamos ferozmente, de repente ele deu uma jogada de cabeça pra trás, uma empinada de quadril e um urro, então senti sua porra invadindo minha buceta, não aguentando mais também gozei nos lambuzando tudinho de leitinho morno, desci de seu colo e me ajoelhei novamente a sua frente e chupei gostoso naquele pau todo lambuzado deixando-o sequinho novamente. Levantamo-nos, nos recompondo e ele foi embora com a promessa de repetirmos muitas vezes mais, como fazíamos antigamente.

Passei a mão na minha bucetinha e estava escorrendo…

PACIENTE 271118-01

Eu e meu marido fazemos parte do CTG (Centro de tradições gaúchas) de nossa cidade, dançamos aquelas danças típicas e estávamos treinando para uma apresentação para um encontro regional que aconteceria em outra cidade, estava muito animada para ir, quase não viajamos. Estávamos dançando muito bem, mas faltando uma semana, meu marido quebrou o pé jogando bola e vi que não iríamos nem no encontro e nem dançar, fiquei muito chateada, mas não tinha o que fazer. Informamos a nossa desistência e no outro dia, um dos participantes, o Carlos, veio em nossa casa e perguntou se eu gostaria de participar do encontro, mas dançando com outro homem, chamava-se João, ele tinha se mudado para um cidade vizinha e era viúvo e já faz parte do CTG há anos. Fiquei feliz com o convite mas não pude demonstrar, deu até um frio na barriga, mas deixei meu marido responder, ele me olhou e falou “por mim não tem problema, você pode ir, treinou bastante e seria uma pena não participar”, na hora não aceitei, ainda mais indo sozinha para outra cidade, mas ele insistiu e o nosso amigo falou que ficaríamos todos em um mesmo hotel. Ele nos pediu também se eu poderia ir mais algumas vezes no CTG para treinar um pouco com ele, aceitei e combinamos o horário.

Chegando lá, estava o Carlos me esperando, disse que ele tinha ido ao banheiro e logo viria, quando vejo com quem iria dançar, quase caí de costas, era um senhor mulato, de bigode, tinha quase 2 metros, um pouco de barriga, por volta de 50 anos e braços e pernas musculosos, nada torneado, mas bem forte, tinha o cabelo grisalho e dentes super brancos, era muito bem cuidado, acho que não disfarcei o meu susto, ele me cumprimentou e disse que estava muito feliz de poder participar e falou que desde quando sua esposa faleceu ele não participava mais destes encontros por não ter par. Quando fomos dançar, logo nos entrosamos, dançava muito bem, era muito simpático. Ele olhava rapidamente para meu corpo, estava com um vestido típico que mostra minha cintura fina e o volume dos meus seios. Durante a dança, tinha alguns contatos na área da cintura dele e um dos movimentos, senti o volume do seu pênis, tomei um enorme susto e isso aconteceu mais duas vezes, não tinha como evitar, disfarcei e mostrei naturalidade, afinal ele não devia estar perto de uma mulher já faz tempo. Quando cheguei em casa, meu marido me perguntou como foi e como ele era, expliquei mais ou menos e falei que ocorreu tudo bem e que faria mais um ensaio antes da viagem. No outro ensaio, de forma “quase” inconsciente, me arrumei de forma melhor, passei um pouco mais de maquiagem, passei um perfume melhor, quando ele viu, me elogiou mas bem respeitosamente, ao dançarmos, ele estava mais a vontade e já me abraçava mais, isso fazia com que eu sentisse mais o seu pênis, parecia mais duro e cada vez ficava mais, terminando o ensaio, ele me agradeceu novamente e estava muito feliz, fazia tempo que ele não se sentia assim e perguntei sobre a sua esposa, ele me falou que era muito felizes juntos e faz 3 anos que ela tinha morrido e faz um mês que ele não tem mais depressões, disse que ficou muito mal e que é muito triste viver sozinho ainda mais na idade em que está, fiquei com muita pena dele e tentei consolá-lo dizendo que ele ainda está novo e logo achará outra pessoa, nos despedimos e dei um beijo no rosto dele e ele me deu outro, senti um arrepio por causa do bigode.

No dia da viagem, preparei minha mala com as roupas e lingeries que havia comprado para usar com meu marido, fazia tempo que não viajávamos, tinha feito as unhas e cabelo, iríamos de ônibus até lá, tivemos que sentar juntos, já todos eram casais, tivemos que agüentar, mas levamos numa boa. No caminho, conversamos bastante, tinha horas que o via olhando para os meus seios, minha camisa deixava transparecer o sutiã, estava com uma saia até o joelho e cruzei minhas pernas e ela levantou até quase a metade das coxas, ficar perto de outro homem, outro cheiro e ainda sendo cobiçada, me deixava excitada, mas me continha, lembrava dos tempos de solteira que pouco aproveitei, só ficava arrumando os cabelos, coisa que mulher faz quando está se mostrando, uma hora dei uma olhada na região do pênis dele, estava estufada, depois de um tempo ele até foi no banheiro do ônibus, acho que foi ajeitá-lo. Chegando no hotel, fomos para os quartos, estávamos no mesmo corredor, o meu quarto era de casal, só deixamos a mala e já fomos para a festa, antes fui ao banheiro, vi que minha calcinha estava molhada, coloquei a roupa típica, dei uma retocada no perfume e maquiagem e fui pra festa.

Na festa, tudo estava ótimo, tiramos fotos, dançamos e bebi vinho com a mulheres do grupo, alguns homens me paqueravam inclusive o sr. João, trocávamos alguns olhares, ele me com grande desejo, veio até mim e me chamou para dançar, já estava meio alcoolizada e aceitei, quando começamos, ele elogiou a minha beleza e que meu marido é um homem de sorte, durante a dança, ele encostou seu pênis em mim, estava muito duro, acho que quis ver minha reação, como não fiz nada, ele continuou e me apertava mais, falou que estava muito feliz de estar ali, ainda mais com um mulher tão bela, eu agradeci, ele falou que senti muita falta de sua esposa, nisso ele passou o pau bem na região de minha vagina, cheguei a olhar diferente pra ele, acabou a música e falei que iria voltar para a mesa com a mulheres, ele agradeceu a dança e disse que gostaria de conversar comigo mais tarde, acabei fazendo um sim com a cabeça, mas sem entender muito o que ele queria.

No final da festa, estávamos indo para o hotel e ele se sentou ao meu lado no ônibus, fomos conversando normalmente, ele estava bem animado, eu estava um pouco alcoolizada, chegando no hotel, todos foram para seus quartos, o Sr. João foi no bar do hotel, eu fui para o meu quarto e logo ouvi bater na porta, ao atender era ele, todo sorridente, com uma garrafa de vinho na mão e perguntou se eu o acompanharia, falei que não e que já tinha tomado muito, ele ficou bem triste na hora, me deu um aperto no coração e falei que tomaria, mas só uma tacinha, ele voltou a se animar, ele se sentou na mesa, colocou o vinho na taça e encheu bastante, começamos a conversar e ele me contava as histórias engraçadas, quando estava no final da garrafa, ele tomou toda a taça dele e veio em minha direção, eu estava sentada na beira da cama, sentou-se ao meu lado, pegou a taça da minha mão, no fundo sabia o que iria acontecer, mas sob efeito do álcool, deixei rolar, ele pegou na minha mão, falou como sentia falta de uma mulher, olhei para o seu pau e estava duro, ele viu que olhei, sem soltar minha mão, ele foi com a outra mão atrás do meu pescoço e viu que não reagi, estava dura de tanto nervoso, me puxou e me beijou na boca, correspondi e dei dois beijos com língua, mas desviei e falei “Sr. João, não, sou casada”, ele começou a chupar e lamber meu pescoço e com o bigode, me dava arrepios, ele pegou minha mão e levou até seu pau e falou no meu ouvido “olha como você me deixou, não vou contar pra ninguém, me faz um carinho, faz muito tempo que não tenho uma mulher e você é linda demais”, ele abriu o zíper e soltou a calça e puxou o pau pra fora, pegou minha mão e fez segurar, gelei na hora, ele pegou meu pescoço e falou “olha como meu pau está, faz um carinho nele”, ele voltou a chupar meu pescoço agora com mais força, eu olhava o pau dele, era bem grande, era quase o dobro do meu marido, ele puxou meu queixo para beijá-lo, nos beijamos agora com mais gosto, ele tirou a mão do pescoço e pegou no meu seio esquerdo e falei “isso não”, ele não soltou e falou “mostra os seios pra mim, você me viu olhando pra eles o dia inteiro, faz tempo que não vejo um seio e os seus devem ser lindos, mostra vai”, ele foi com a mão e desabotoou um botão da minha camisa, eu soltei seu pau e com as duas mãos comecei a abrir minha camisa, ele começou a se masturbar e me olhar me despindo, ele estava babando de tesão, abri toda camisa e fui com as mãos nas costas e soltei o sutiã, ele estava tremendo de ansiedade, quando os mostrei, nem meu marido tinha ficado tão excitado de ver meus seios na primeira vez, ele me abraçou e caiu de boca nos meus seios, ele alternava entre os meus seios, chupava com vontade, seu bigode me excitava mais ainda, ele pegou minha mão e colocou no seu pau novamente me fazendo masturbá-lo, sabia que era errado o que estava fazendo, mas vendo aquele baita negão sugando com vontade meus seios e aquele pau enorme na mão, era tesão demais, ele tirou toda sua camisa e tirou a minha também, agora ele se ajoelhou na minha frente e voltou a sugar meus seios e também a me beijar, falava no meu ouvido “gostosa, você é minha agora”, depois de um tempo assim, ele foi com as mãos por debaixo da minha saia, levantando meu vestido e alisando minhas coxas, nem tinha como impeli-lo, ele falou no meu ouvido “deixa eu dar uns beijos aqui?”, e pôs na mão na minha vagina por cima da calcinha, dei uma gemidinhos, ele abriu minhas pernas, eu deitei na cama, puxou minha calcinha de lado e enfiou sua língua com tudo dentro de mim, gemi na hora, tentava não gemer alto para que ninguém me ouvisse no hotel, mas a chupada dele era ótima, nunca tinha sido chupada assim, ele parou e falou de um jeito autoritário “quero ver você tirar a calcinha e a saia também” ainda deitada, levantei minhas pernas e retirei a calcinha e depois a saia, ele falou “gostosa, agora abre as pernas para a chupada”, ele voltou a me chupar agora com mais vontade, nesse meio tempo acontece algo inesperado, o meu celular toca, gelei na hora, falei para o Sr. João parar, me viro na cama e me estico para pegar o celular que estava no criado mudo, vejo que é meu marido e falo para o Sr. João ficar quieto, ele faz um sim com a cabeça e olha pra minha bunda, devo ter ficado com as pernas meio abertas e de bunda pra cima, fica minha bucetinha a mostra, antes de atender o telefone, o Sr João se deita em cima de mim e coloca seu pau na entrada da minha bucetinha e me segura e fala no meu ouvido, “abri as pernas e deixa eu enfiar, vai falar com o maridinho com minha pica dentro de você”, eu abri um pouco e senti ele enfiando tudo, aquilo deve ter ido lá no útero, ele mandou arrumar meu cabelo pro lado e liberei meu pescoço, ele deitou sobre mim, agarrou meus seios e falou no meu ouvido “agora atende o maridinho”, atendi tentando segurar os gemidos, falei que estava dormindo, meu marido se desculpou e disse que estava com saudade e queria conversar um pouco, disse que não tinha problema, mas mal sabia ele que estava sendo comida por um negão desconhecido, o Sr. João metia devagar e gemia baixinho meu ouvido, ele mordia e lambia minha nuca, estava morrendo de vontade de gemer, meu marido contando como foi o seu dia e eu tentando prestar atenção, uma hora ele perguntou que barulho era aquele, falei que era a televisão, mas tinha sido uma chupada que o Sr. João tinha dado no meu pescoço, quando eu tinha que falar, falava pausadamente para não gemer, até que na hora de me despedir, o Sr. João fala no meu ouvido “fala pra ele que está com saudade dele que eu gozo dentro de você”, fiz um não com a cabeça e ele falou “fala gostosa, me deixa gozar em você enquanto fala com o corno”, não sei o que me deu na hora e falei “amor, estou morrendo de saudade”, nesta hora senti o Sr. João me agarrando mais forte e começa a gozar dentro, ele geme baixo mas muito, eu escutando meu marido falar que sente muita saudade minha, coloco a mão na boca pra não escapar um gemido, o pau do sr. João estava na porta do meu útero, pulsando e soltando vários esguichos de esperma, acho que fazia tempo que ele não transava, desliguei logo o telefone e olhei para Sr. João que ainda gemia e falei “o que o senhor fez comigo, que loucura, gozou em mim”, ele pegou meu rosto e me beijou na boca e falou “você gostou, não foi? quis sentir minha gozada dentro de você”, ficou ainda me beijando e alisando meus seios até o pau amolecer dentro de mim, ele saiu de cima de mim, senti escorrer algo de dentro de mim, ele deitou ao meu lado e ficou me observando, falei pra ele ir embora, ele se levantou e se vestiu rápido e falou “quero meu beijo de boa noite”, veio até mim e dei-lhe um beijo na boca, falou no meu ouvido “adorei a trepada, está linda com o pescoço vermelho das minhas chupadas e minha sementinha escorrendo de dentro de você, fez um pocinha no colchão, não se limpe não, boa noite gostosa”, ele se virou e saiu do quarto. Passei a mão na minha bucetinha e estava escorrendo esperma, olhei o colchão e tinha mesmo uma poça, comecei a passar a mão na minha bucetinha melada e deu vontade de me masturbar, lembrando o que tinha feito, me masturbei com gosto, passava a mão nos meus seios e sentia a baba do Sr. João, olhava pra eles e estavam vermelhos de chupada, logo atingi o orgasmo, minha mão ficou molhada de esperma, me levantei e fui no banheiro, foi escorrendo esperma pelas minhas pernas, no banheiro me vi pelo espelho, estava mesmo com o pescoço vermelho e os seios também, formou um riozinho de esperma descendo minhas pernas, imaginei tirando um selfie e mandando a foto pro meu marido e dizendo “estou morrendo de saudade”, ri sozinha, me limpei com papel higiênico e fui dormir.

No outro dia, iríamos para a festa as 10:00hs, lá pelas oito, ele me ligou no quarto e falou “bom dia gostosa, deixa a porta aberta e vai tomar um banho que eu estou indo aí”, desligou o telefone, pensei, já estou na lama, abri a porta e fui tomar banho, escutei ele entrando e trancando a porta, ele falou pra vir só de toalha, quando cheguei no quarto, ele estava nu na cama e alisando seu enorme pau, me deu bom dia e mandou me aproximar, sentei ao seu lado, ele tinha tomado banho também, falou “quase não dormi a noite, foi demais pra mim ontem e agora quero de novo”, puxou meu pescoço e nos beijamos, pedi a ele que não contasse a ninguém, falei que era casada e que amo meu marido, ele sorriu e falou “se for boazinha, não contarei, agora levanta e tira a toalha”, fiz o que ele pediu e falou ” seu corpo é lindo demais, olha que seios, olha a bucetinha toda depiladinha”, ele se sentou na beirada da cama e me puxou, chupou meus seios, aí foi descendo e beijando minha barriga e foi até minha bucetinha, me chupou em pé, quase caía de tanto tesão, ele parou de me chupar e puxou minha cabeça para beijá-lo, senti o gosto da minha vagina, falou no meu ouvido “ajoelha e me chupa”, fiz pouca chupeta na vida, mas ali naquela situação, me ajoelhei, arrumei meus cabelos, segurei seu pau e comecei a chupar, ele gemia e elogiava a chupeta e falou “chupa meu saco”, fiz o que ele mandou e o chupava novamente, ele me mandou parar e se sentou na cama e falou “vem, senta aqui”, eu me posicionei e fui sentando naquele pau enorme, hoje tinha entrado mais fácil, comecei a cavalgar devagar e ele falou “dá suas tetas aqui pra eu chupar”, eu cavalgando e ele mandando ver nos meus seios, parecia que ele não via um há anos, eu sentava nele até o pau bater no meu útero, comecei a gozar, quando terminou ele falou “deita que nem ontem”, ele colocou uns travesseiros e deitei em cima e ficou meu bumbum pra cima, ele ficou um tempo me olhando e falou “olha que visão, agora eu acabo com você”, ele foi pra cima de mim e me penetrou rapidamente, me abraçou segurando meus seios e começou a bombar, a cama fazia um pouco de barulho, ele nos meus ouvidos falava “sua vagabunda, gozou ontem enquanto falava com seu maridinho, gostava de sentir meu pau duro roçando em você, gostava de me ver olhando seus seios, agora toma rola”, ele mordia meu pescoço e acelerou e começou a urrar, senti um jato dentro de mim, seu pau dava fortes pulsadas e seu gozo foi farto, ele ficou no meu ouvido urrando e me chamando de gostosa, ele demorou mais pra sair de cima de mim, quando saiu, falou pra eu ficar na posição ainda, como meu bumbum estava pra cima, não tinha vazado nada ainda, ele olhou de perto e abriu meus grandes lábios e falou “olha, está cheinha, vamos mandar uma foto pro seu marido?”, eu dei risada e falei “nossa, ele me mata”, ele foi com a boca bem na bochecha da bunda, perto da vagina e começou a me chupar forte, deixou uma marca de chupada ali bem grande, ele falou “você irá me fazer um favor, não irá se limpar, vou colocar um calcinha em você e vai andar pela festa e voltar para o seu maridinho com minha porra em você”, ele pegou uma calcinha na minha mala e colocou em mim, me mandou levantar e me vestir, senti descer um rio de dentro de mim, meus seios estavam colando, quando me vesti ele, estava com uma saia longa, me mandou levantar pois queria olhar a calcinha, ele a abaixou e viu a calcinha encharcada de esperma, falou “isso, vai voltar assim pro maridinho, dá pra ele lamber hoje”, estava confusa e ele se vestiu e saiu do quarto. Fui acabar de me arrumar, tirei um pouco o excesso de esperma que saia de mim e fui tomar café no hotel, depois fomos para a festa e depois do almoço fomos embora, no caminho de volta, ele dormiu quase inteiro, na chegada, ele falou que me levava até minha casa, no caminho, ele foi até um lugar deserto e falou “quero ver como está a bucetinha?”, estava nervosa e levantei o vestido rápido e mostrei, estava ensopada e cheirando esperma, ele tirou o pau pra fora e falou “chupa rapidinho”, pra acabar logo com aquilo, olhei em volta, não tinha ninguém, abaixei e comecei a chupá-lo, a cabeça do pau estava bem melada, só ouvia ele dizendo “isso minha prenda, você foi um presente de Deus pra mim, me chupa bem gostoso”, eu chupava rápido e ele segurou meu pescoço e começou a gozar na minha boca, como ele gozava, quando terminou, abri a porta do carro e cuspi tudo pra fora, ele deu partida no carro e foi saindo, limpei minha boca com a saia, estava meio brava, ele falou “olha, me desculpe, mas uma mulher linda dessa não posso dispensar fácil, quando terei outra”, falei “você é novo e bonito, logo achará outra mulher”, ele falou “porque não me mostra os seios pela ultima vez?”, era uma estradinha, sorri e falei “rapidinho hein, seu tarado”, abri a camisa e abaixei o sutiã, ele apalpou com as mãos e falou “vou vê-los de novo?”, falei “vamos ver, mas deixa que eu te ligo, não quero que venha atrás”, ele concordou e me deixou em casa, desci rápido com minha mala, me despedi dele com um beijo no rosto e ele falou rapidamente “gostaria de ver você beijando a boca dele agora?”, sai sorrindo e entrei em casa, meu marido estava no sofá assistindo teve e fui até ele e me deu um selinho, segurei seu rosto e dei mais beijos na boca, nos abraçamos e conversamos um pouco e ele falou que queria sexo, falei que iria tomar banho e que me esperasse na cama, transamos rápido e comigo por cima, não sei se ele percebeu como eu estava molhada, seu pau entrava fácil, beije-o muito, mas não atingi o orgasmo, só ele, fingi um pouco, não era a mesma coisa, nosso sexo já tinha perdido a graça. Depois disso, me encontrava pelo menos uma vez por semana no o Sr. João, me comia sempre sem camisinha e ás vezes até duas vezes de uma vez, voltava gozada pra junto do meu maridinho.

Minimalista….

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Há uma onda forte de minimalismo no ar. Mas nem todas as pessoas oscilam juntas e talvez algumas delas nem saibam o que é minimalismo na sua essência. O estilo clean surgiu no design inicialmente na Escola Bauhaus, uma escola alemã de design que ficou aberta de 1919 a 1933 e tinha como lema “a forma segue a função”, sendo a precursora do conhecido e aclamado “Less is more” (menos é mais).

Já que a moda e o design andam parelhos, é claro que o minimalismo ganhou as passarelas. E não somente pelo design, mas principalmente pela função, o grande rompante do minimalismo. E assim seguimos tentando cada vez mais diminuir nossos excessos, nossas peças de roupa nas prateleiras do guarda-roupa  e ganhando tempo no dia-a-dia agitado de trabalho e lazer.

Nós já conversamos aqui sobre guarda-roupa cápsula, um conceito bem vanguardista que as pessoas têm levado a sério, no qual você seleciona suas melhores peças, aquelas de melhor qualidade e que combinem entre si. E assim passa seus dias: combinando as mesmas roupas e adquirindo apenas o que é realmente necessário (o conceito diz que se uma peça entra, outra deve sair). Há diversos documentários sobre o assunto, que tem se tornado uma chance de adaptar alguns processos mais complicados para as pessoas, como armazenamento de bens materiais, excesso de comida, entre outros.

Ser minimalista não basta apenas na aparência, afinal é preciso seguir com seus conceitos. De nada adianta você querer encher o closet de novas peças todas as estações e se intitular um minimalista. Você precisa realmente desprender-se de diversos valores excessivos. E isso não inclui a estética ou design, e sim o exagero.

Se você parar para pensar, você utiliza quantas roupas do seu armário? Aquelas que estão sempre mais aparentes? Aquelas que você prefere? Você organiza seus looks com calma e sabe o que tem disponível? Respondendo algumas questões você pode chegar a uma boa análise do seu estilo e adotar ou não a tendência minimalista. Não é preciso usar apenas preto, branco e cinza. Dá pra ser colorido também, e ainda minimalista. Dá pra ter muito estilo e ainda minimalista!

Fazendo amor com o mar…

Acordei hoje e fiz mais uma vez, cotidianamente o meu café preto com pouco açúcar. Mas decidi que não irei tomar café por no mínimo 45 dias, estou com gastrite. Depois de ir ao banheiro e lavar o rosto fiquei observando o reflexo do espelho por alguns minutos.

Fiquei parado que nem besta em frente ao espelho. Vi que minha barba cresceu de novo. Que tem um pelo novo fugindo do desenho que eu faço. Vi que minha calvície não está tão visível depois que aparei o cabelo. Meu nariz continua igual. Minha boca também. Mas… Quando olhei nos meus olhos me assustei. Olhei para bem dentro de mim. Vi as mudanças que aconteceram e senti vontade de pôr fogo no que restou sem mudança nenhuma. Muita coisa aconteceu muito rápido nos últimos meses. Voltando no tempo ainda lembro da última conversa que tive com meu espirito dizendo que eu só queria ser feliz e que iria mudar. Que seria outra pessoa, esquecer a ira e abraçar a calmaria. Hoje, é como se eu estivesse preso no trânsito, mas minha mente está com os pés na areia fazendo amor com o mar. 

Eu disse que tinha adorado e que por isso eu o amava ainda mais pois ele, mais do que ninguém conhece meus segredos…

PACIENTE 221118-7

Há quem ache nosso relacionamento um tanto quanto estranho, outros podem até recriminar, mas a cumplicidade que existe entre a gente poucos casais têm.
Jorge, sabendo do meu desejo de conhecer seu irmão não perdeu tempo na primeira oportunidade que teve e armou para que nos conhecêssemos.
Me pegou após às 18:00hs no meu trabalho, como havíamos combinado e fomos para casa de um amigo. Como esse amigo tinha que trabalhar, pois trabalhava à noite, disse para ficarmos à vontade em sua casa. Assim que ele saiu, Jorge me disse que ia na lanchonete em frente compras cervejas até que eu tomasse um banho. Quando voltou eu já estava só de toalha sentada no sofá a sua espera. Chegou, tirou a camiseta e o shorts, ficando só de cueca, serviu um copo de cerveja para mim e um para ele e sentou em uma cadeira em minha frente. Ergui minhas pernas no seu colo e enquanto conversávamos, tomando cerveja ele foi acariciando minhas coxas até chegar na minha buceta já molhadinha e brincou com ela me deixando cada vez mais excitada. Nisso seu celular tocou, ele atendeu, conversou e desligou dizendo ser o irmão que estava vindo buscar algo que estava em seu carro. Quando ele se levantou para vestir sua roupa, me ajoelhei na sua frente, baixei sua cueca liberando aquele cacete duro e grosso deliciosamente teso só aguardando minha boca que não perdeu tempo abanando-o todinho, chupando, sugando, lambendo e beijando. Antes que ele perdesse o controle por completo e seu irmão chegasse. pediu pra que eu entrasse no banheiro, fingisse tomar banho até ele atender o irmão. Em protesto acabei concordando e fiz o que me pediu.
Passado algum tempo ouvi umas batidas na porta do banheiro e uma voz estranha me avisando que meu celular estava tocando. Abri a porta e me deparei sem mais nem menos com meu “cunhado”, peguei meu celular que a essa altura já tinha parado de tocar, então me voltei e perguntei onde estava o Jorge. O cunhado então se apresentou, dizendo se chamar Carlos, irmão de Jorge, se desculpando pelo irmão dizendo que ele teve que sair mais que retornava. Nisso meu celular voltou a tocar e quando atendi era o Jorge dizendo que estava do lado de fora da casa, que não ia entrar e que eu aproveitasse a chance de conhecer o irmão já que eu ansiava por isso. Quando desliguei disse a Carlos que, já que tínhamos que esperar então que aproveitássemos pra nos conhecermos. Servi um copo de cerveja para ele e um outro para mim, voltei a me sentar no sofá onde estivera antes, ergui minhas pernas em cima da cadeira onde Jorge estivera sentado e Carlos sentou-se em uma cadeira ao meu lado, quase em minha frente. Conversa vai conversa vem, comecei a provoca-lo, entreabrindo as pernas deixando minhas coxas amostra a ponto de ele perceber que eu não usada nada mais além daquela toalha enrolado a minha volta. Quando ele percebeu meu intensão também entrou no jogo me elogiando, dizendo que o irmão era um sortudo por ter uma mulher gostosa como eu…essas coisas que todo homem diz pra conquistar uma mulher. Até que perguntou se eu estava afim de dar o troco no irmão já que ele tinha me deixado naquela situação, disse a ele que sim, pois era isso que ele merecia. Então Carlos começou a acariciar minhas coxas que se abriram mais ainda com seu toque. Se levantou da cadeira em que estava e se sentou na minha frente onde Jorge estivera antes, continuou acariciando até chegar nela que já estava encharcada pela excitação que o Jorge provocara e agora com as caricias dele. Brincou um tempo com ela com as mãos, até que me puxou mais para frente quase me deitando no sofá, se ajoelhando na minha frente colocando minhas pernas em seus ombros e caiu de boca nela, chupando, sugando, mordicando meu clitóris, hora brincando com ela com a língua, hora me lambendo todinha, me fudendo com ela, me levando ao delírio, até gozar em sua boca, então ele se levantou, tirou sua roupa, chegou bem pertinho, erguendo minhas pernas, abrindo-as e me arreganhando todinha pra ele, ficou brincando com seu cacete na entrada da minha buceta até eu não aguentar mais e implorar pra ser fudida, invadida, e ele de pronto me atendeu, me fudendo, estocando, enterrando seu cacete na minha buceta, latejante e lambuzada de tesão. Me mandou ficar de costas, ajoelhada no sofá de bunda bem arrebitada para ele, e ele socou deliciosamente na minha buceta, enterrando seu cacete todinho nela até eu sentir ele encostar no meu útero, me perguntando se queria que o irmão estivesse ali com a gente. Disse que sim, que queria ele ali na minha frente agora pra chupar seu cacete enquanto era fudida pelo irmão. Então ele pegou o celular, ligou para o irmão, pedindo pra ele entrar. Como Jorge se recusou, passou o celular pra mim, pedindo que convencesse o irmão a entrar. Enquanto eu implorava para o Jorge entrar, Carlos ficava alucinado, me fudendo, socando mais e mais, até gozar gostoso nas minhas costas, enquanto isso Jorge se recusava a entrar dizendo que a festa era nossa e ele se satisfazia só de saber que eu estava me satisfazendo. Então Carlos pediu para que me virasse ficando de frente e ajoelhada pra ele, pedindo para eu chupar seu cacete sentindo o próprio gosto da minha buceta, eu não perdi tempo e abocanhei aquele cacete ainda não totalmente mole e o engoli todinho, sugando, chupando, lambendo, sentindo meu próprio gosto misturado com o dele. Então me levantei, fui até a janela, abri uma fresta nela vendo o Jorge encostado no carro, o chamei e ele veio ao meu encontro na janela, perguntando o que tinha achado da surpresa dele, e eu disse que tinha adorado e que por isso eu o amava ainda mais pois ele, mais do que ninguém conhece meus segredos, desejos e vontades…. 

A visão dele nu embaixo do chuveiro me deixou mais excitada….

PACIENTE 221118-5

 Hoje sai com o Jorge de novo, para mim estava sendo um dia especial pois havia recebido uma promoção no meu trabalho e estava muito feliz.
Quando contei a ele, me disse que isso era motivo para uma comemoração.
Fomos direto para o motel, chegamos, nos abraçamos, beijamos, tiramos a roupa e fomos para o banheiro, afinal tínhamos trabalhado o dia todo e nada mais justo que tomarmos um banho primeiro.
A visão dele nu embaixo do chuveiro me deixou mais excitada do que já estava e fui logo para junto dele, ele pegou o sabonete e começou a me ensaboar, me abraçando por traz, beijando minha nuca e acariciando minha xana, passei a mão para traz e comecei a massagear seu cacete que já estava teso, rebolando devagar, esfregando minha bunda nele, até que ele não resistiu mais, me curvando, me deixando quase que de quatro e me penetrou de uma só vez, soltei um gritinho de prazer e passei a rebolar com mais velocidade, e gemendo como uma louca gozei, com a água do chuveiro escorrendo pelas minhas costas se misturando com meu gozo.
Terminamos de nos lavar e vamos para o quarto, deitei na cama e ele pegou duas latas de cerveja e deitou também, começamos a conversar e tomar cerveja, até que ele começou a acariciar minha xana de novo, dizendo que adora sentir o calor dela, brincando com seus lábios e clitóris intumescido, deixando-a molhadinha, então  se abaixou, colocando sua cabeça entre minhas pernas, que quando sentiu seus cabelos encaracolados roçando suas coxas se abriu feito uma flor e minha xana já molhadinha recebeu sua boca gostosa que sugou, chupou, mordicou, invadiu ela todinha me fazendo gozar de novo, então levantou a cabeça, ergueu minhas pernas bem para o alto e enquanto me fudia me beijou na boca onde senti meu próprio gosto na sua. O calor de cada um se confundia incendiando o ar ao redor. Deitou-se de costas e eu subi em cima dele, cavalgando gostoso enquanto ele sugava meus seios, ora um, ora outro. Então me virou de quatro, fez com que eu ficasse na beirada da cama, onde fiquei com a bunda bem arrebitada e arreganhada pra ele, aquela visão deixou-o atordoado e me invadiu com uma ganância como se estive com medo que eu saísse correndo e, quanto mais me fudia, mais eu me arreganhava pra ele, gemendo, gritando, urrando, pedindo mais e mais. Ele, para me atormentar mais, ora me fudia na xana, ora no meu rabinho, se prolongando o mais que pode até gozarmos juntos e cairmos exaustos e satisfeitos na cama, nos beijamos, namoramos mais um pouco, tomamos banho e ele me levou pra casa, onde tive um sono delicioso, sentindo o cheiro dele empregando na minha pele o resto da noite….

…me pegaria na rodoviária e me levaria ao hotel…

PACIENTE 221118-3

Na época trabalhava em uma empresa onde minha função me obrigava a ter alguns contatos com pessoas de fora. E em um desse meus contatos acabei por conhecer o Adriano…A princípio nossa relação foi só profissional, mais como tínhamos contato tbm pelo msn, passamos a conversar fora do nosso trabalho e automaticamente sobre outros assuntos não relacionados a trabalho, falando sobre nossas vidas, famílias e nossos interesses em comum. E como vocês devem imaginar isso acabou não prestando…rs.
Acabamos nos envolvendo. Mas ficamos algum tempo ainda só nos papos quentes na internet e nos olhares e toques quando ele vinha pra cá a trabalho, até então não havíamos chegado aos finalmente.
Nesse período eu ainda estava fazendo minha faculdade e deu certo de aparecer um congresso da faculdade em Maringá. Nossa turma resolveu alugar um ônibus para nos levar e ficaríamos nos alojamentos da faculdade de lá, por três dias e três noites. Quando falei pra ele sobre isso ele de pronto já mudou meus planos, acabei indo de ônibus particular e ficando hospedada em um hotel próximo a faculdade, que ele havia feito reserva assim que soube que eu iria.
Tínhamos combinado que ele me pegaria na rodoviária e me levaria ao hotel, mais como o ônibus atrasou ele não pode ficar me esperando e tive que pegar um taxi. Cheguei ao hotel exausta, tomei um banho, descansei um pouco, mais como tinha que ir a faculdade para a abertura do congresso, acabei me arrumando e descendo. Ele já sabia de todo meu roteiro durante os dias que eu ficaria lá. Então quando saí da faculdade para voltar ao hotel ele estava me esperando. Não perdemos tempo e fomos direto para o hotel, afinal estávamos esperando por isso desde a hora que soubemos desse congresso.
Chegamos, pegamos a chave e subimos para o quarto, mas nos contendo até chegarmos lá. Abrimos a porta e assim que estávamos na nossa reservazinha, ele me agarrou por traz tascando-me um beijo na minha nuca onde me arrepiei todinha, e com as mãos já foi acariciando meu seios por baixo da blusa, minha barriga, descendo até minha xana já molhadinha implorando por ele. Fomos nos dirigindo a cama nos agarrando, beijando e arrancando nossa roupa deixando-as espalhadas pela entrada do quarto. Quando chegamos na cama estávamos só de calcinha e cueca. Então me sentei na cama e ele ficou em pé na minha frente…o tesão era tamanho que a cabeça do seu pau estava saindo da cueca por cima, eu fiquei passando o polegar na abertura e espalhando o melado que escorria dele, e perguntei com voz de menina dengosa:
– Adriano, deixa eu matar meu desejo? Quero muito esse pau na minha boca!!
Não me respondeu, apenas segurou minha cabeça e tentou meter em minha boca, eu não deixei, primeiro tirei sua cueca, deixando-o todo nu, surgiu um pau duro e melado na minha frente, ficando a poucos centímetros do meu rosto, em seguida passei a lamber suas coxas de baixo pra cima metendo a língua entre suas virilhas até que coloquei suas bolas na boca…
nossa!! Que delícia!!
O calor daquela boquinha pequena e molhada engolindo seu saco quase o fez gozar, seu pau pulsava e seus quadris faziam movimentos inconscientes de vai-e-vem como se já fudesse minha buceta. Ficou assim um bom tempo, e depois segui lambendo do saco até a cabecinha, engolindo por completo, chupei, chupei, chupei e tirei da boca deixando um fio de baba da ponta de minha língua até a cabeça do pau, e falando que estava louca de saudades daquele gostinho: (gosto de macho) que me enlouquecia nos meus sonhos eróticos. Segurou minha cabeça e passou a bombar e fuder minha boca feito louco, segurei o pau com uma mão e sugar com muita força! Se sentiu metendo numa buceta virgem tamanha era a pressão q seu pau sofria naquela boca gulosa… dois minutos nesse movimento e um jato de porra grossa enchia minha boca, ele estava gozando! Seus olhos reviraram, suas pernas enrijeceram, tentou tirar seu pau de dentro pra gozar o que faltava no meu rosto, mas ao invés disso, fiz uma coisa que nunca tinha feito antes, engoli seu pau até o talo, fiz ele sumir todinho dentro da boca encostando os lábios nos seus pelos pubianos, sentia a cabeça do pau descer e encostar na minha garganta, segurei sua bunda com as duas mãos não permitindo tirar seu pau de dentro da minha boca!! Acho que nunca gozou como naquele momento!! Chegou a gritar de tanto tesão, e seus movimentos de estocadas fortes foram diminuindo, diminuindo, e quando parou, fui tirando o pau de dentro da boca e lambendo como se quisesse prosseguir uma nova chupada, caiu deitado na cama com as pernas duras quase dando câimbras, esperou se recuperar um pouco e foi ao banheiro, quando voltou eu estava dormindo deitada na cama, afinal estava exausta da viajem, revelando um volume enorme embaixo da bela calcinha rendada, dourada e de lacinho que eu usava, seu pau voltou a ficar duro, se aproximou e aquele cheiro de sexo que exalava do meu corpo o deixou muito mais louco, passou a acariciar minha xoxota por cima da calcinha e viu que aquele volume todo era de uma buceta carnuda de pelos ralos, lisinhos e bem aparados, com lábios grandes e pela calcinha encharcada pode comprovar o tesao que eu senti quando o chupava… se colocou sobre mim e passou a acariciar meus seios, os bicos estavam durinhos como facas afiadas, não resistiu e resolveu chupar ! chupou, chupou, chupou muito, e viu os bicos duros cada vez mais duros…e desceu chupando tudo no caminho da xoxotinha até chegar no umbigo, se concentrou ali, metendo a língua e fazendo movimentos circulares, esperando q eu acordasse, como se já não estivesse…rs, e compartilhasse do tesao que era só seu! Consegui me controlar por um tempo e o único sinal de vida que eu mandava eram arrepios pelo corpo…
Resolveu descer até minha xaninha alagada, e passou a morder e lamber minha buceta por cima da calcinha, aquele cheirinho de buceta melada o enlouquecia, puxou a calcinha de lado e um fio de baba da buceta foi junto com a calcinha… louco de tesão, caiu de boca e chupou e lambeu o quanto pode… penetrava sua língua fundo na xoxota e sentia as contrações na sua língua, e o gosto delicioso daquela bucetinha apertadinha… chupava os lábios da buceta com força e sentia o clitóris enrijecer-se na sua boca, nesse momento meu corpo se contorcia e eu erguia os quadris como se quisesse ser penetrada pela língua… com o pau já muito duro , resolveu ir mais fundo naquela delicia que estava babando de tesão! Se ajeitou na cama, pôs minhas pernas nos seus ombros e vi seu pau se enterrando e sumindo na minha buceta … o barulho de melado que fazia o deixava pirado!! Passou a bombar com grande velocidade, como um cachorro quando trepa numa cadela… o suor escorria, meus seios balançavam, o barulhinho de melado, ele chegava a tirar e botar o pau inteirinho dentro mim, metia com muita vontade e até com uma certa violência… aí sussurrei baixinho:
– too gozandoooooo!
Meu corpo se arrepiou e minha buceta contraiu com força seu pau, o tesão era imenso pra ele parar naquele momento!
GOZEI!!! Gozei muito, e com muita força!! Gozou tbm me vendo morder os lábios e chupar a própria língua!! Gozei em espasmos fortes, longos, gozou também tudo dentro mim!! Bem no fundo da minha xoxota! Seus quadris prosseguiam bombando inconscientes depois de tanto gozo, a cabeça da pica doía…caiu sobre mim exausto e molhado de suor, seus braços me enlaçaram e meus bicos do peito ainda duros se contraíram contra os seus…
Adormecemos assim..
No dia seguinte pela manhã o despertei,  repetindo a chupada que havia feito horas atrás.
Me desejou um bom dia, mas o interrompi dizendo:
– cala a boca! O único som que quero ouvir de sua boca são seus gemidos!!
Nossa ! o tesão voltou a florar!!
Fiquei ajoelhada na cama com o rosto pra parede e a bunda bem empinada, quando estava posicionando pra enterrar de novo seu pau na minha xoxota, peguei seu pau e comecei a pincelar o buraquinho do cu!
Voltou com força a enterrar na xoxota, me fazendo e consequentemente lhe fazendo também melar junto, baixou e chupou com tesão meu cuzinho, tentava penetra-lo com a língua, mas era muito apertado pra isso… levantou e atendeu meus pedidos pra que me fizesse mulher. Começou a forçar, mas a cabeça grande do seu pau dificultava, aí falou pra eu parar de tentar sugar seu pau com o cu e fazer o contrário, tentar expelir!! Ai sim senti a cabeça enterrando dilatando meu cu… meu corpo tremia e eu xingava de desgraçado e que estava me rasgando em duas bandas…
Mas finalmente e pau entrou até a metade e começou a movimentar não vai e vem e cada vez mais lubrificado, a dor que eu e que ele também sentia passou a ser prazer, só prazer!!
Segurou meus peitinhos e passei a bombar com força e rapidez e eu pedindo pra que ele gozasse, que eu não estava aguentando de dor!! Ele via sangue no seu pau e resolveu parar!! Eu me voltei pra ele e disse:.
– se vc parar agora eu mato vc!! Me fode porra!! Rasga meu cuzinhooooooo!!!
Ouvindo isso, ele enterrou o Máximo que pode e começou a gozar com estocadas fortes, gozou muito!!
Ficamos grudados como cachorros depois da trepada…, algum tempo depois foi tirando o pau de dentro e vi escorrer porra e sangue entre
minhas pernas… se sentou na cama e eu entre suas pernas… ficamos abraçados um tempo… conversamos um pouco e depois fomos tomar banho…
E depois  que tomamos café ele se vestiu, veio até mim me beijando com muita tesão, como se não estivéssemos acabado de ter uma noite de sexo. Terminei de me arrumar também pois precisava ir a faculdade porque tinha palestra o dia todo. Me deixou na porta da faculdade, voltou meio dia pra almoçarmos juntos e o resto dos meus dias lá foram de muito prazer…que não consigo me esquecer até hoje….
Depois disso curtimos mais algum tempo, mais como tudo o que é bom dura pouco, tudo ficou só na lembrança.

…locais para onde “fugimos” com frequência…

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De tempos em tempos, precisamos “pular fora”, ver nossa própria realidade com algum distanciamento, de forma aberta e não julgadora.

Para isso, precisamos recorrer a lugares que transformamos em “Santuários”: locais para onde “fugimos” com frequência, onde marcamos um encontro íntimo conosco para nos perceber, para nos ouvir, enquanto desaceleramos nossas imagens de modo a ver e sentir com maior compreensão.

Um Santuário pode ser um templo religioso, ou um local em sua casa, ao ar livre, em meio à natureza, ou junto a uma multidão barulhenta ao redor. Não importa: você sabe quais são os lugares que o colocam em frequência diferenciada, como se a opção “câmera lenta” fosse acionada e tudo fosse percebido com grande nitidez. Fará toda diferença a você e às suas escolhas, de vida e carreira.

LEMBRE-SE: CONSCIÊNCIA TRANSFORMA A REALIDADE!

Eu estive pronto para te deliciar com um café da manhã digno de orgasmos.

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Se eu sinto saudade? É claro que eu sinto. Acabei me tornando um baú de histórias, mas trato aqui não de amor, carinho ou melancolia, e sim de falta de estima por quem te quis bem. É nessa parte da história que o passado me ensinou que, para cada um, a palavra “amor” tem uma intensidade e uma definição. O passado me ensinou que ser emocionalmente inteligente não significa que não vou sofrer, mas que sei dos riscos que corro. E pode crer, corremos muitos.

Eu estive pronto para te deliciar com um café da manhã digno de orgasmos. Múltiplos. Estive pronto para por uma aliança de ouro – mesmo que vagabunda – no seu dedo bonito, você sempre teve mãos bonitas. Estive pronto para te namorar de segunda a sexta e no final de semana te reconquistar por mais uma semana. O amor esta nos momentos, e o sexo é somente a recompensa desse gostar. Estive pronto para querer noites que não terminassem também e como recompensa te deixo dormir no cantinho da cama – aquele que encosta na parede, meu recanto predileto.

A felicidade esta no caminho e não no destino. Aproveitamos a viagem, é o máximo que conseguimos. Mas, fico pensando se as coisas tivessem seguido seu fluxo normal sem nos lamentarmos agora. Como seria a história? Uma pena não ter um próximo capitulo.

Abri um vinho, senti sua falta. Tomei um gole. De gole em gole me embebedei de lembranças. Percebi que isso era errado mas porque você abriu o meu vinho da vida se não iria tomá-lo por inteiro? Deixasse outra pessoa, que soubesse a responsabilidade de abrir um vinho desses, degustá-lo.

Se eu sinto saudade? É claro que sinto, mas hoje ela faz parte do meu caminho e não do meu destino.

…uma odalisca dançando no ar.

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Sentado no sofá com minha velha xícara de café e a fumaça desenhando uma odalisca dançando no ar. A cortina da janela meio aberta, meio fechada. Abrindo espaço para o fecho de luz que invadia sem permissão a sala de estar. E os pequenos, quase minúsculos átomos visíveis de poeira passando por esse fecho sincronizadamente com a brisa quase imperceptível do ambiente. É quase palpável com as mãos nuas, mas ao simples movimento a sincronia de luz, poeira e brisa leve se desmancham em um susto desordenado. E sentado no sofá com minha velha xícara, há uma mente literalmente bloqueada e criativamente estéril.

Algumas coisas são assim, ás vezes parece uma ordem aleatória acontecendo mas na realidade, uma realidade fora da curva essa ordem aleatória na verdade tem um padrão e um porque. Mas nós, na incansável ânsia de participar de tudo para querer o controle passamos a mão por cima do fecho de luz e criamos a verdadeira desordem e tudo se torna caos. Por isso eu digo: Deixa ela sofrer. Deixa ela sofrer. Deixa ela sofrer para aprender a ser particular, a ser única. Aprender a crescer. Aprender a ser.

Pessoas normais como eu e você, são charmosas. E sabe por quê? Porque, cotidianamente, temos que trabalhar pequenas particularidades para nos destacar numa sociedade cega e reservista. Nós somos nus e pelados, mesmo usando roupas. E um dia, um dia quando estiver sentado no sofá com minha velha xícara de café…

Você será fumaça, você será fecho de luz, você será os pequenos, quase minúsculos átomos visíveis de poeira.

Você será ordem no meu caos.

Dentro daquele sorriso, puta merda, aquele sorriso!

Ela era pesada, muito pesada. Tinha o peso do mundo inteiro sobre os ombros. Como amar uma garota assim? Mas olha esse sorriso, puta merda, olha esse sorriso. Ela consegue qualquer coisa de mim com isso. Eu achei que nós tínhamos todo o tempo do mundo e esse foi o problema. Tivemos tempo, mas não soubemos lidar com o mundo. O mundo um do outro.

Tardes de sábado sempre me fazem pensar de você. A cortina desenhando sombras nas suas coxas grossas deitadas naquela cama de solteiro. Pizza de sexta a noite na mesa da sala de jantar. Alguma música indie falando sobre livros e saudades. A praia e o doce novembro. Cenas que se enquadrariam nas frases de Caio F. Mas a cama ficou vazia, o lugar na mesa agora é o sofá surrado, o vinho demora para acabar, as séries estão paradas, a cabeceira da cama está vazia sem seus livros e minha escova de dente nunca ficou tão deslocada quanto agora. 

E no domingo esta tudo bem de novo. Domingo tem cara de domingo, tem lembrança de domingo. Cheiro de domingo. No domingo penso na segunda e se vou encontrar alguém com cheiro de felicidade. Sabe? Alguém que me faça abrir os olhos em qualquer dia da semana e eu pense que é aquele sábado. Me sentisse como naquele sábado. Dentro daquele sorriso, puta merda, aquele sorriso!

A INSONIA DA FELICIDADE…

São cinco da manhã e eu não consigo dormir. E não são preocupações, fantasmas ou as contas do mês que me fizeram perder o sono. Foi o silêncio. Sim, o silêncio das paredes desse quarto, dessa casa e dessa vida sem ouvir o som da sua gargalhada. Sabe, se as palavras fossem balas todos seríamos assassinos. Mas se você tivesse ficado um pouco mais, tivesse confiado um pouco mais… Agora estaríamos nus, acordando juntos talvez. Eu tentaria levantar e você se aninharia no meu peito me impedindo de qualquer tentativa de sair da cama. 

Reflexos da noite passada seria ver o bico do seu seio ouriçado encostado na minha barriga enquanto seus cabelos compridos estão jogados entre o meu peito e meu braço. Seu quadril nu, virado pra cima enquanto sua perna busca refugio nas minhas. Seria ver a luz do dia invadir o quarto sem permissão por estar a janela aberta em consequência do calor pós sexo incrível de ontem a noite. E no fim, conseguir sair da cama quase que como uma missão impossível sem te acordar mas ainda sim querendo muito ficar horas ali olhando aquela cena. Fazer seu café e a temperatura ideal do leite e a quantidade perfeita de manteiga no pão. Te acordar com uma palavra boa. Ver o sorriso simples com o desenho bonito dos seus lábios.

Quando um abraço apertado se encaixa é como se o mundo parasse, é como se a vida acabasse. Porque naquelas momentos meu amor, fomos instantes. E eu nunca penso se amanhã eu vou estar feliz ou não. Mas, o que importa na realidade, é que no meu agora eu estou puramente feliz e na moral? Obrigado por você ser o motivo de tamanha felicidade.