Mês: maio 2018

Fotografa-las nuas é mentir…

“Na vida as coisas não são exatas; fotografa-las nuas é mentir, visto que só as vemos numa névoa de desejo. Não é verdade que os livros nos tentem; e tão pouco os acontecimentos o conseguem, visto que apenas nos tentam quando chegou a nossa vez, quando chegou a nossa hora em que nos teria tentado. Não é verdade que umas quantas verdades precisões brutais possam informar sobre o amor; não é verdade que seja fácil reconhecer, na simples descrição de um gesto, a emoção que ele depois produzirá em nós.”

Tenho um caso aqui, faço sexo ali…

PACIENTE 300518-01

Olá, sou a Mary, tenho 46 anos, estou separada a 12 anos, mas aproveitei e aproveito muito a vida, sempre tenho um caso aqui, faço sexo ali. Assim levo a vida.
Vou relatar o que aconteceu em 2015, a história é verídica. Como sabem sou caminhoneira, levo a vida solitária nas viagens.
Naquela época eu trabalhava puxando paletes para uma fábrica de cimento, as vezes pegava cargas de cimento.
Era sexta-feira, eu havia chegado depois do almoço para descarregar os paletes e iria carregar cimento, por azar haviam cerca de 10 caminhões na minha frente, o jeito era esperar, fui informada que eu carregaria na noite de domingo e sairia na madrugada de segunda-feira. O resto do dia passou e ao cair a noite fui tomar banho e em seguida jantar no restaurante, procurei não me misturar, logo depois fui dormir.
No outro dia acordei bem cedo, como não podia ir a lugar nenhum decidi fazer uma faxina na cabine, limpei tudo. A hora avançou lentamente, pouco antes do meio dia encostou um bitrem, desci e fui me sentar no banco, o rapaz da carreta bitrem desceu, foi entregar o pedido e quando retornou foi direto na caixa de bóia, começou a preparar almoço, notei que esse sairia na terça-feira(rsrs). Eu observei tudo atentamente, ele quando me notou por educação me chamou, perguntou se o caminhão era meu, respondi que sim, mas carregaria no domingo, ele ficou maravilhado por uma mulher viajar sozinha, nos apresentamos, ele era conhecido como Tigrão, tinha 40 anos e era casado, conversamos e ele todo simpático me convidou pro almoço, comemos e depois do almoço cada um foi pra sua cabine.
A tarde anunciou uma tempestade que chegaria a noite, aproveitamos para conversar mais, eu comecei a gostar dele, o safado me secava, olhava meus seios e disfarçava. Antes do anoitecer decidi em mente ficar com ele, mas não tinha coragem suficiente pra falar, ele foi legal ao me oferecer o almoço, tomei coragem e como uma adolescente decidi falar, com medo, mas descobri que sua esposa viajava junto, na hora que ele fez a comida ela dormia e ele só desceu porque falou que iria se banhar, mas me deu brecha ao dizer que ficaria comigo. Fomos atrás do caminhão dele e demos um beijo.
A chuva se anunciou mais cedo, cada um fugiu pra dentro de seu caminhão, aquela noite seria terrível, fechei as cortinas e fiquei deitada na cama pensando nele, imaginando seu cacete, eu tocava siririca e gozava pensando nele. No domingo bem cedo, acordei com falas dele e da esposa, ambos tomavam café, eu sondava pela fresta da cortina, quando ela entrou, eu desci, ele me chamou pra trás da carreta, demos alguns beijos, ele disse que ela estava irritada por ficar parada, foi tomar calmante pra dormir, naquele momento senti calor e pensei que deveríamos …

aproveitar e fazer sexo. Trocamos mais beijos, um havia gostado do outro, ele fechou a caixa e foi conferir se a esposa dormiu, convidei ele pra subir na cabine, com a cortina fechada, tranquei as portas, começamos a nos agarrar, o pau dele estava estourando a cueca de tão duro que estava, ele me beijava, nesse momento eu estava molhadinha (rsrs). Ele tirou minha roupa, me jogou na cama e chupou minha buceta, parecia que ele beijava minha buceta, metia a boca e a língua, eu fiquei louca, delirei de tesão, ele lambeu meu cuzinho, nessa hora ele piscava, eu queria sentir o pau dele. Fiquei de quatro na cama, ele foi penetrando na minha buceta, eu tentava não gemer, mas era muito tesão, ele foi colocando pouco a pouco até entrar tudo, ao sentir tudo, ele me deu beijos na nuca e soprou no meu ouvido que iria fazer sexo, eu extremessi e bambeou as pernas(rsrs), ele timidamente começou a meter, fazendo o vai e vem, foi aumentando, prazo de 2 minutos estava o maior bate coxa, eu sussurrava e gemia, ele metia gostoso, meus peitos balançavam rapido, começamos a cansar e ficar muito suados, paramos um pouco, ele caiu sobre mim, afastou minhas pernas e meteu novamente, sussurrando no meu ouvido me chamando de gostosa, gordinha delicia, eu ficava a 1000, o rapaz metia com vontade, não demorou muito ele gozou na minha buceta, gritava quando saiu o leitinho enchendo minha buceta.
Estavamos suados, ele saiu de cima, sentamos e trocamos mais beijos, cai de boca no pau dele, chupava, enfiava tudo até entrar na garganta, deixei o pau dele todo babado, sentei com o cuzinho aberto naquele cacete, sem camisinha mesmo, comecei a cavalgar e rebolar, ele se deliciava comendo meu cuzinho, um tempo depois ele gozou no meu cuzinho, foi uma delicia sentir o jato de porra, ao retirar o pau, fiz forças pra sair o leitinho do meu cuzinho, ele aproveitou e deu mais uma penetrada na minha buceta, seu pau já estava amolecendo, cavalguei no pau dele, sentia entrar e sair, confesso que sinto tesão quando vejo minha buceta engolindo um pau inteirinho (rsrs). Eu pulava, gemia, eu estava a ponto de explodir de tesão. Logo entrei em orgasmo, ele se deliciou e gozou mais um jato, nesse momento eu vi estrelas, suspirei fundo e gritei. Nos sentamos na cama, demos mais alguns beijos, ele vestiu a roupa, mas como brinde dei minha calcinha pra ele e ele deu a cueca. O lençol estava molhado de suor, a cabine com um cheiro insuportável de sexo. Ele desceu, eu fiquei ali nua e deitada, feliz da vida.
O domingo passou rapido, a noite fui carregar, para me despedir demos o último beijo. Nunca mais o vi, mas sabia que o fizemos foi inesquecível.

Tudo o que pensamos…

Resultado de imagem para sentimento sexual gifTudo o que pensamos com criatividade e inspiração, tudo que acalentamos, que desejamos, que gostamos, toda a paixão, desejo e sexualidade, tudo o que nos impele à união, à coesão social, à comunhão e à proximidade humana, todas as alianças e fusões, e também todos os impulsos de absorver, destruir, reproduzir e duplicar, pertencem ao arquétipo universal do sentimento. 

Entretanto, o meio social moderno, com seu amor pelas abstrações, prefere usar a linguagem racional e espiritualmente insensibilizante dos “instintos”, “impulsos” e “padrões de comportamento”, palavras que não geram imagens na imaginação, nem provocam lampejos de reconhecimento na alma… No entanto, os judeus, e todas as culturas antigas, percebiam essas energias não como abstrações destituídas de alma, mas sim como forças espiritualmente vitais, forças ou energias que estão exercendo continuamente influências poderosas sobre nossos processos sentimentais diretos ou indiretos…

Estava em casa, sozinha….

PACIENTE 290518-21

Estava em casa, sozinha. Meu marido tinha viajado a negócios, ficaria uma semana fora. 
Pensava o que poderia fazer, quando o telefone tocou. Era um antigo caso meu, que havia se mudado de nossa cidade. 
Ele me avisava que tinha chegado, iria embora no dia seguinte. Perguntou se poderíamos nos ver. 
– Nos ver? Apenas nos ver?
– Minha querida, eu vim apenas pensando nisso…afinal, você se casou, não sei o que seu marido sabe de nós… ele sabe de alguma coisa?
– Claro que sabe! Eu não escondo nada dele, te falei isso…
– Eu achei que era brincadeira sua…
– Não…é verdade…ele sabe de tudo, mas não se preocupe, ele viajou e ficará uma semana fora.
– Uma semana? Puxa…que pena…e eu só tenho um dia…
– Está esperando o que, então? Venha logo, moro no mesmo lugar…
– Estou indo… 
Ele demorou uns 40 minutos, foi o tempo que tive para tomar um banho e ficar bem perfumada. 
Tocou a campainha. Fui atender, vestida apenas com um shortinho minúsculo e uma camiseta. Por baixo, nada…para que, não é mesmo? Sabia que ele iria tirar tudo… 
Aí ele entrou, eu o abracei, beijei e ainda fiz aquela cara de safadinha e moleca; que eu sabia que ele adorava… Ele nem esperou eu fechar a porta: me agarrou, beijou, deu mordidinhas nas minhas orelhas; quando eu disse que estava sem nada por baixo do short e da camiseta, ele ficou de pau duro na hora; passou as mãos nas minhas pernas, enfiou a mão dentro do short, acariciou meu bumbum; pôs a mão em minha xaninha e fez massagens com os dois dedos. 
Ia me beijando, tirando minha camiseta e meu short, me carregou no colo e me pos nas almofadas. Começou a tirar sua roupa e eu o ajudei, pois estava faminta. E foi ali, nas almofadas que ele me comeu a primeira vez – foi uma delícia! Não precisou de preliminares, eu já estava com tesão suficiente para receber seu mastro dentro de mim. 
Depois fiquei a fazer carinhos nele, sentei em seu colo; seu pau não amolecia totalmente, e com meus beijos, chupadas e lambidas ele ia ficando do jeito que eu adoro…
Olhava para ele com uma cara de safada. 
– Tá gostando? 
Ele nem respondia… 
Beijei, lambei, chupei e ainda o lambuzei de sorvete. As chupadas ficaram mais gostosas ainda. Ele também fez o mesmo comigo, me lambuzou toda, beijou, lambeu meu corpo todinho. Demorou-se nos meus seios – ele sabia que eu tenho uma sensibilidade total neles. Me virou, passou sorvete em meu bumbum, lambeu e mordeu ele todo…sua língua procurou meu cuzinho, sabendo como eu gostava daquilo… 
Depois da língua, foi a vez de seu pau procurar meu buraquinho de trás. Entrou tudo e ele começou a bombar dentro de mim, me arrancando gritos de prazer. Tive de morder as almofadas para que os vizinhos não ouvissem…. 
Gozamos como loucos e caímos extenuados.
Depois ficamos deitados no sofá, vendo filmes, tomamos um vinho para esquentar. Peguei uma coberta e joguei por cima de nossos corpos nus e ficamos abraçadinhos, conversando um pouco sobre nossas vidas. Minha cara de safadinha era retribuída com beijos gostosos em meu corpo, com as mãos deles percorrendo todo o meu ser… 
Levantei-me. 
– Aonde vc vai,querida? Linda, safadinha, delícia, gostosa….
– Vou ali e já volto, me espera, tá? 
Dei-lhe alguns beijos e fui lá dentro, no banheiro. Enchi a banheira com água bem quentinha; joguei sais, óleos aromáticos, pétalas de rosas e desliguei a torneira. E pus música ambiente Voltei para sala com uma cara de safadinha que denunciava meus planos… dando aqueles sorrisos bem largos e cabelos soltos de leoa, pronta para atacar! Ao som da música, e com as cortinas fechadas, na penumbra, fiz uma dança bem sensual e isso bastou para ver que o cacete dele ia endurecendo de tanto tesão e que ele estava louco para me agarrar.Dancei sensualmente em cima da poltrona; aí pedi para ele me carregar no colo e me levar lá para dentro. 
Ele não pensou nem um minuto: me agarrou, beijou, carregou-me para dentro no colo; nem conseguimos chegar no meu quarto, nos agarramos no corredor, transamos em pé mesmo ali no corredor. Ele me encostou na parede e me penetrou a xotinha, por trás; foi um fogo só! Nos beijamos enlouquecidamente, nos abraçamos, mãos subindo e descendo; ele me beijando toda, fazendo carinhos; eu também nele; punha suas mãos em meus seios e ele os beijava, lambia e chupava; e eu segurando e acariciando seu membro com a aquela cara de safada, também chupei, beijei e lambi. 
– Me coma, me devore; sou toda sua! 
Ele colocou a camisinha e enfiava ele todinho na minha xaninha; bombava muitas vezes; eu gemia de tanto prazer; e ele dava mordidinhas no meu pescoço, nuca, orelhas e ficava com um tesão enorme. 
Pedi que me levasse para o quarto; estava escuro e tudo arrumado para aquela noite que eu queria inesquecível. Fomos tomar um banho. Entramos na banheira que estava quentinha; ele me ensaboou todinha, cada parte de meu corpinho. Estava sentada em seu colo, e claro, seu cacete cada vez mais duro; enquanto isso eu fazia carinhos nele, beijava-o; depois pedi que chupasse e beijasse meus seios. Ele se masturbava segurando seu membro e aí eu fazia carinhos na minha xaninha e nos meus seios, essa masturbação mútua nos deixava cada vez mais enlouquecidos, gozamos juntos de tanto prazer. 
Depois nos lavamos, nos enxugamos, enrolamos nos roupões bem macios e fomos para o quarto; Tirei o roupão, vesti minha calcinha e a camisolinha curta de cetim e ele ficara só de cueca ; me deitei na cama de costas e pedi que ele fizesse massagens em mim. Ele começou pelos pés, depois subiu e fez nas pernas, mas ia me beijando também; eu estava toda arrepiada e excitada; depois no bumbum, passou as mãos safadinhas, tirou minha camisola, foi para as costas, nuca, orelhas. Aí, nem acabou direito, ele já tomara as rédeas; me beijava, esfregava-se em mim; roçava seu cacete na xaninha que estava molhadinha; aí pedi que enfiasse ele nela; ele pegou a camisinha e me penetrou, já tinha perdido a conta de quantas vezes gozara naquele dia… 
Aí exaustos de tanto transarmos, ficamos abraçadinhos descansando, e dormimos. Pena que no dia seguinte ele iria embora… podia ter ficado a semana toda, não acha …?

Ciúmes…você ????

PACIENTE 290518-07

Meu marido é tarado por mim e adora me ver sempre bem vestida e com roupas que realcem meu corpo. Tenho um corpo muito bem feito, com uma bundinha redondinha e firme, seios pequeninos e durinhos. Todos dizem que sou muito Bonita e gostosa. Já escutei essas palavras muitas vezes, bem baixinho quando os homens passam por mim na rua ou em shopping. Meu Toni adora dizer que sou muito gostosa.
Quando vamos sair, ele quer que eu sempre coloque calças bem justas, que realcem minha bundinha redondinha e blusas que mostrem meus seios durinhos, de guriazinha, pois ele acha que são as partes que mais os homens adoram olhar em uma mulher, quando elas estão na rua.
Faço isto porque também adoro ser desejada por ele e também, porque não dizer, por outros. Isto me excita e me deixa louca para fuder com ele, quando voltamos. 
Naquele dia em que passeávamos no shoping. Toni gostava de me deixar ir sozinha, na frente e ele ia atrás, a alguns metros, só para ver quantos e como os homens me comiam com os olhos. Ele adorava fazer isto. Aquilo o excitava demais!!! Dizia que ficava com “ciúmes de mim”.
Naquela noite, fomos cedo para nossa cama bem grande e ninho de nossas fantasias sexuais.
Ele já me esperou na saída de meu banho…Estava com uma tanguinha preta e um baby doll branco, transparente…
Quando ele me viu, abraçou-me e logo senti seu pau subir igual um ferro, colando-se de encontro à minha bucetinha… 
– Amorzinho, como tu estás linda e gostosa!!!! Nossa que corpinho lindo e perfumado…eu te quero!!!
Logo no abraçamos e começamos a nos beijar com furor e nossas mãos trabalhando pelas partes erógenas de nossos corpos. Ele adorava passar as mãos em minhas costas e, principalmente nas dobrinhas firmes de minha bundinha…aquela parte deixava-o duro e seu pau enfiava-se com rigidez de encontro à minha bucetinha…
– Amorzinho, hoje tu me deixaste louco de ciúmes lá no shopping!
– Ué, mas como se não falei e nem olhei para nenhum homem!!! Falei.
– Ah é!!! E aqueles vários homens, jovens e até uns coroas que passavam por ti e chegavam a se voltar para olhar esta bundinha redondinha e gostosa, tu não sentiste?
– Eu não, não ficava olhando para trás!
– É, mas muitos deles vinham caminhando e te encaravam diretamente nos olhos. Duvido que não tenhas dado alguma olhadinha para algum daqueles, principalmente aquele que estava com uma camisa vermelho, polo. Ele te encarou e se voltou para te comer com os olhos…. Vais me dizer que não viste? Ele foi tão incisivo no olhar…
– Claro que não vi amor…Eu só olho para ti!
– Deixa de ser mentirosa! Fala para mim, tu sentiste o olhar dele, não foi? Deixa de bobagens amorzinho, estamos só nós dois aqui…fala a verdade, tu viste ele te olhar?
– Ai amor, eu não olho para nenhum macho! Eu te amo!
– Mas amorzinho, que mal tem de dizer que olhaste… tenho certeza que não deixaste de olhar para ele, pois era um cara bonitão, forte, com músculos e um corpo de dar inveja a qualquer outro. Fala a verdade tu sentiste o olhar dele! Que mal tem em dizer que viu?
– Bem…tu sabes que és tu que amo e desejo…sou vaidosa e adoro ser admirada! Sim… eu… senti ele me olhando já de longe… ele tinha um olhar forte, penetrante… não consegui deixar de ver e de sentir seu olhar …ele me olhou de cima abaixo… 
Falei lembrando daquele jovem lindo. Aquilo me deixava altamente orgulhosa, pois mesmo sendo casada e com tantas guriazinhas em volta, o cara foi olhar justamente para mim… para o meu corpo…
– Sim… eu vi, pois estava a uns cinco metros atrás de ti…o que foi que ele falou quando passou por ti?
– Nada…
– Negativo, ele falou… eu vi nos lábios dele!!
– Bem… não vais ficar brabo…mas ele falou o seguinte: 
– Que mulher linda!! Vamos conversar? Eu fiquei vermelha na hora, pois o cara foi muito ousado!
– Ousado que nada. Ele tem é um baita bom gosto e sabe escolher e ver uma mulher boazuda e gostosa… Pois foi justamente esse cara que mais me deixou com ciúmes!!!
– Ciúmes…você? Falei rindo
– Sim, fiquei com um ciúme louco de ti… sente aqui meu pau como ele está louco de ciúme daquele macho que queria te pegar, que te desejou!!!
Peguei seu pau e fiquei impressionada com a dureza…não parecia de carne…estava um ferro de tão duro…
– Nossa amorzinho, é assim que sentes ciúme de mim?
– Sim minha mulherzinha gostosa… essas cenas de ciúmes me excitam e me deixam tarado por este teu corpinho!!! Fico louco de desejos e meu pau fica louco para te fuder … te fazer ficar louquinha por ele… te fazer gozar pensando que um cara bonitão ficou te desejando e louco para te pegar… de falar contigo e querer te levar para um lugar onde só vocês dois poderiam fazer coisas gostosas…Essas fantasias me excitam demais e me deixam cada vez mais apaixonado e tarado por ti!!!! Meu amorzinho, minha mulherzinha gostosa… boazuda… que corpinho lindo e gostoso que tu tens…sente tua bundinha com essas dobrinhas redondinhas e duras…elas são um afrodisíaco para os homens e para mim…eu te desejo e quero enfiar este pau férreo nesta bucetinha apertadinha…
– Nossa amor que jeito estranho de sentires ciúmes!!! Mas eu adoro que tu fiques assim… loucão por mim e louco para me fuder…vem amor…eu também fiquei muito louca para sentir este pau entrando em minha bucetinha molhadinha…vem…enfia tudo…com força…eu quero fazer este pau gozar dentro de minha buceta…
Toni veio por cima de mim e meio bruto enfiou seu pau em minha buceta, numa estocada certeira…entrou tudo…delirei de prazer…adoro sentir aquele pau férreo pulsando dentro de minha buceta… ela é apertadinha e parece que foi feita para encaixar aquele pau, bem justinho… Ele mede 19 cm e tem uma base grossa…
Ele entrava e saia de minha buceta com uma velocidade incrível…sentia um prazer tão intenso que logo estava quase gozando com suas estocadas duras e fortes…Ele sentiu minha respiração acelerada e parou seus movimentos, ficando cravado até o fundo de meu útero…minha buceta apertava aquele pau…ele se dilatava dentro de mim e nossos movimentos internos eram muito gostosos…dava um prazer imenso…
– Já imaginaste amor se aquele boy estivesse aqui, agora, no meu lugar, com aquele pau férreo e grande que deve ter… enfiado dentro desta bucetinha apertadinha….acho que tu irias adorar!!!
– Claro que não amor…eu te amo e não faria isto…
– Mas amorzinho, se tu estivesses em lugar, sozinha, longe de mim e ele surgisse em tua frente… tu não aceitarias ir com ele para um motel?
– Eu não amor…Dessa vez já falei um pouco insegura se não iria…
– Mas amorzinho, imagina se ele estivesse aqui, no meu lugar, com aquele pau duro e grande enfiado nesta bucetinha apertadinha e gostosa….tenho certeza que tu irias adorar e gozaria igual a uma putinha…fala a verdade, tu não irias gozar…ai amor…libera teus pensamentos…essa fantasia é muito boa para nós, principalmente para mim, pois isto me deixa cada vez mais tarado e louco por esta bucetinha gostosa…
Toni começou a me fuder novamente…Meu gozo estava vindo…comecei a lembrar do jovem e de repente, senti um prazer maior dentro de minha bucetinha…joguei-me mais forte de encontro àquele pau e acompanhei seus movimentos, em sentido contrário, para que ele entrasse o mais fundo possível e amassasse meu clitóris… Então falei, quase gritando de tanto prazer:
– Sim amor… eu adoraria fuder com aquele cara… ele deve ser muito gostoso… deve ter um pau bem duro e grande… minha bucetinha ficaria louca se pudesse foder com ele… aiiiii…. asssimmmm amorzinho…. mais forteee…. me fode… ai que pau gostoso… eu te amo…. eu te desejo meu ciumento adorado….enfia tudo amor….
– Marcela querida…ai que prazer louco estou sentindo…imagina que eu agora seja ele…sente como ele está louco por esta buceta incendiada…eu te amo minha gostosa…minha boazuda…eu te adoro e te libero para realizar esta fantasia….ai amor eu vou gozar…aiiiiiii….hummmm….amor, te amo!!!!!
– Ai querido…eu também estou gozando…ai amor….assimmmm…mais forte….hummmm…que prazer doído….que pau gostoso….aiiiiiii…
Colamos nossos corpos e gozamos até a última gota daquele pau férreo…ficamos um tempo abraçados, com nossas respirações aceleradas….foi demais aquele foda com meu marido “ciumento”””….ADOREI!!!
Caímos para o lado e adormecemos…
Ficamos uns 30 minutos desmaiados. Então ele me abraçou e seu pau novamente acordou e logo ficou duro…Ele veio por cima de mim e enfiou-se todinho em minha bucetinha que ainda estava cheia de seu líquido…
– Amor, aquilo que te falei no “desespero”, é verdade… há muito tempo que tenho esta fantasia de te ver sendo fodida por um jovem…quando fores naquele Congresso, lá no Nordeste, se tiveres a oportunidade, eu te libero…podes realizar esta fantasia…depois, se quiseres, conta-me como foi….mas o simples fato de te imaginar fodendo com outro, quando estiveres lá, irá me deixar muito tarado por ti…
_ Ai amor…tu és doído…é claro que não farei isto….eu te amo!!
– Para fazer isto não necessitas deixar de me amar…Eu estou te liberando e não significa que não te amo!! Pelo contrário, sinto que meu amor por ti aumenta cada vez mais, principalmente quando imagino essa coisa gostosa… Acho que isto irá reforçar nossa relação e esta bucetinha e este pau irão ficar mais ferozes, um para com o outro!
Fiquei pensando em suas palavras… Mas logo aquele pau começou a entrar e sair de minha buceta e um novo orgasmo, fortíssimo nos envolveu, fazendo com que nossos beijos e juras fossem muito gostosos.
Resolvi que iria atender à grande fantasia de meu maridinho. Na primeira oportunidade ele seria premiado com um belo par de chifres. Seria o meu “corninho ciumento”.
Chegou o dia do Congresso. Foi em Maceió, Cidade linda que conheço muito bem, pois já estive mais de uma vez lá. A maioria do pessoal ficou no hotel onde me hospedei. Era um hotel chic e que tinha todas as mordomias que se pode imaginar, desde que se pague sua alta diária. Toni me deu de presente os dias que iria ficar lá.
Na primeira noite deu para ver que havia muitos jovens e alguns coroas de no máximo 50 anos. Peguei uma mesa no fundo para poder observar os “caçadores”. Notei que quando passei pelo meios deles todos me olharam e alguns comentaram entre eles algo que devia ser sobre minha pessoa. Possivelmente sobre meu corpo que estava bem modelado numa saia justa e uma blusa também justa. Umas três mesas da minha notei que havia um cara bem feito de corpo, um olhar penetrante. Devia praticar ginástica em academia pois dava para ver seus braços musculosos e um tórax bem forte. Não passou muito tempo e notei que seus olhares não saiam de cima de mim… Comecei a gostar do modo discreto como me olhava. 
Quando terminamos o jantar a maioria saiu para o bar que havia ao lado. Ele permaneceu no local. De repente vi que se levantou e veio em minha direção.
– Olá! Desculpe-me perguntar, mas você deve ser do Sul!
– Olá! Sim sou de lá. Mas como sabes?
– Bem, isto é fácil de descobrir, cabelos e olhos claros, pele branquinha e o modo que falaste com o garçom deu para ver. Eu também sou de lá. Vi você quando chegamos aqui, ao descermos do avião.
– Mas que legal, então terei um conterrâneo para poder conversar. Sente-se!
– Mas que bom poder estar com uma mulher tão linda e pelo que deu para observar, muito admirada por todos esses machos que estavam aqui no restaurante. Vi como todos te olharam com admiração e também os comentários que fizeram.
– Ah é! E o que eles comentaram? Perguntei interessada.
– Bem, vou falar o que ouvi quando cheguei atrás de ti. “- Nossa, mas que mulherão!” “- Mas que mulher gostosa! Será que está sozinha?!” – “- Que boazuda gostosa!”
– Bah, mas esses caras são muito gentis. E você o que pensou sobre mim?
– Vou ser sincero. Concordo com todos os elogios que falaram e acrescento que és muito linda. 
– Mas que gentileza! Falei com meu ego lá em cima.
– Não é gentileza. Você é tudo isto e mais alguma coisa. Para mim é um privilégio poder estar conversando com a mulher mais linda do Congresso.
Olhei com mais atenção para ele e vi que tinha mãos grandes, olhos azuis e alguns cabelos que começavam aparecer brancos. Devia ter menos de 50 anos.
– Obrigada pelos elogios! Como você se chama?
– Pietro. Sou italiano.
– Sou a Marcela e sou descendente de espanhóis.
– Sangue quente. Italiano também tem sangue quente.
– Você gosta de dançar? Aqui ao lado tem uma boate do hotel e as músicas são boas para dançar.
– Adoro dançar! Meu marido é que não gosta muito.
– Casada? Desculpe-me se estou sendo ousado…
– Não tem problema. Vamos lá dançar um pouco… Falei
Pietro enlaçou seus braços em minha cintura e puxou-me de encontro ao seu corpo másculo. Senti que seus braços eram fortes… Achei gostoso ficar colada naquele corpo… Dançamos bem devagar e lá pelas tantas ele deu um beijo de leve em minha orelha. Aquilo foi como uma descarga elétrica que acendeu o estopim que estava pronto para pegar fogo… Senti que minha bucetinha começou a ficar molhadinha…
De repente comecei a sentir ele beijando meu pescoço… O lugar era de penumbra e os casais em volta estavam preocupados cada um com o seu par, sem se importar para o que acontecia no lado… Arrepiei-me todinha e comecei a gostar daqueles carinhos ousados e que estavam me deixando molhadinha de desejos por aquele homenzarrão.
– Que sorte a minha poder estar aqui contigo… Estou gostando muito de poder dançara coladinho no teu corpo…
– Não esqueça que sou casada!!! Falei sem desgrudar-me daquele abraço… De repente comecei a sentir seu pau ficar duro… Em segundos ele estava com um pedaço de ferro enfiado no meio de minhas coxas, cutucando bem em cima de minha bucetinha…
– Marcela… que coisa gostosa estou sentindo aqui colado em teu corpo lindo… sente? Não consegui me controlar… Você é muito linda, gostosa… Teu corpo deixa qualquer um assim, louco, tarado… Eu te desejo e gostaria de ir para um lugar onde pudéssemos ficar só nós dois…
– Pietro, eu também não aguentei… Como diz o meu Toni… Sou muito tarada por sexo e ao sentir teu corpo colado no meu, confesso que fiquei louca para estar contigo… Vamos nos encontrar no meu apartamento daqui a uma hora. Vamos sair separados para não darmos motivos a ninguém… Falei já LOUCA PARA ESTAR COM AQUELE MACHO EM MINHA CAMA.
– Ai que bom Marcela, estou tarado por ti…. ficarei aguardando essa hora com muita ansiedade. 
Subi para meu apartamento para tomar um banho e vestir uma camisola especial para esperar aquele super macho… Devia ter um pau férreo e enorme pelas cutucadas que levei.
Após o banho, vesti uma tanguinha ínfima e uma camisola preta… Fiquei linda e gostosa…
No horário marcado ele bateu de leve na porta. Fui correndo abri-la. Ao me ver seus olhos brilharam de admiração e logo me puxou de encontro ao seu corpo, colando sua boca na minha, beijando-me com loucura… Sua língua entrava na minha boca e também correspondi com furor àquela investida gostosa dele…
– Marcela, que linda que estás com esta roupa! TE QUERO E TE DESEJO COM TODAS AS MINHAS FORÇAS!!!! ESTOU LOUCO PARA PODER TE BEIJAR TODINHA E TE DEIXAR LOUQUINHA DE PRAZER…
Ele pegou-me no colo e conduziu-me direto para a cama. Antes de deitarmos tirou toda minha roupa, deixando-me nuazinha na sua frente. Não tive vergonha! Também fiz o mesmo com ele e quando tirei sua bermuda saltou ante meus olhos um enorme e grosso pau… Devia ter uns 20 cm… Arrei aquela tora e senti o quanto era duro e forte…
Não perdemos tempo, pois ambos estávamos loucos para nos acariciar e dar ao outro todo o prazer do mundo.
Pietro começou me beijando com furor, desceu para meus seios de guriazinha e em seguida sua língua caiu sobre meu clitóris avantajado… Minha bucetinha estava molhadinha e louco por carinhos de um macho… Não precisou nem um minuto para que aquela língua me fizesse explodir num orgasmo fortíssimo…
– AIIII PIETRO… QUE LÍNGUA GOSTOSA…. ESTOU GOZANDO MUITO FORTE…. MAIS MEU HOMEM GOSTOSO… BEIJA MINHA BUCETA QUE QUERO GOZAR MUITO… ASSSIIIIMMM MEU HOMEM…. AIIII QUE COISA GOSTOSA PODER SENTIR TUA LÍNGUA PASSAR SOBRE MEU CLITÓRIS… ISTO ME FAZ BEM…. ME FAZ GOZAR LOUCAMENTE…. AIIII Pietro, não aguento mais de desejo de sentir esse barra de ferro enfiada na minha bucetinha…. Vem meu homem, enfia esse pau férreo até o fundo dela… quero que me faças gozar com esse pau enorme…
Ele também estava louco, tarado… Posicionou-se no meio de minhas pernas e colocou aquela 
cabeçorra na entrada de minha buceta e deu uma estocada… gritei:
– Para Pietro… espera um pouco… tu és muito grande… minha bucetinha é de guriazinha… é apertadinha… deixa eu acostumar com o tamanho desse pau….
Aos poucos fui ficando lubrificada e aquele pau foi entrando devagar… Dilatava minha bucetinha… Foi enfiando devagar…. Comecei a gozar antes dele enfiar tudo
O GOZO FOI TÃO FORTE QUE NÃO ME AGUENTEI E JOGUEI-ME DE ENCONTRO AQUELA TORA…. ENTROU TODINHA… 
– Ai Pietro, como tu és gostoso… que pau! Enfia tudo amor e me faz delirar de prazer…
Ele começou a entrar e sair com uma velocidade incrível… De repente comecei a me espichar novamente, atingindo um orgasmo como nunca havia sentido antes…. Nossa, que pau gostoso… Como ele sabia fuder uma buceta e deixá-la doida…
Ficamos fudendo até de madrugada… Ele era insaciável… Eu também…. Logo, gozamos igual a dois amantes que se entenderam na primeira vista e que souberam aproveitar a oportunidade que estavam tendo… Longe de marido e mulher, fizemos de tudo para satisfazer nossos desejos de sexo… Que macho gostoso arrumei para me fazer ficar doida para fuder…

FOTOS QUE NOS FORAM ENVIADAS ESTA SEMANA…

ACHO QUE ATÉ EU APOSTARIA NO SEXO FEMININO…

CORAGEM E OUSADIA….

GOSTEI MUITO ….

LINDA…

GOSTEI DO SORRISO…

AGORA VEJO SEU ROSTO… MAIS LINDA AINDA.

BEM…

TIRANDO OU COLOCANDO ????

LINDA FOTO DE OUTONO…

LINDA….

AMBULÂNCIA DE CAUSAR ACIDENTE….

GOSTEI DOS TEXTOS… E ACREDITO NELES…

IMAGINO QUE TRABALHO VOCÊ DE AOS SEUS COLEGAS….

QUAL MESMO O HOTEL EM QUE VOCÊ ESTAVA ?????

GOSTEI….

ACREDITO….

VIU O FÃ LA EM BAIXO ????

LINDA…

REPUBLICA DE ESTUDANTE….

LINDA….

PERFEITA !!!!

LINDOS OLHOS….

LINDAS….

OK…

Mulher de que eu chamo de SANTA…

Essa Mulher de que eu chamo de SANTA  não é certamente a mulher perdida de si mesma, submetida às instituições e dominada pelos homens como um objeto de uso pessoal e social que nada tem a ver com a Mulher Divina ou a Musa, a Mulher do inicio da nossa História …

Não, a mulher de que eu chamo de SANTA não é apenas um corpo objeto de um sexo! 

Essa mulher nada tem a ver com a mulher moderna, perdida da sua origem e essência, é hoje uma espécie de apátrida sem sentimentos ou consciência própria. 

Esta mulher de hoje que vive em função do seu corpo e da sua sexualidade não se sabe nem se conhece como uma verdadeira Mulher.

Não, eu não nego a sexualidade da mulher como algo poderosíssimo em um corpo magnífico, e seus sentidos … mas a mulher é muito mais do que um corpo! 

Será que eu estou a dizer uma blasfémia…?

OU SERÁ QUE NÃO VEJO COMO ESSA MULHER SE PERDEU?

 

Eu nunca tinha visto minha mãe com tanto fogo…

PACIENTE 240518-09

Meu pai era do tipo ciumento e vivia controlando minha mãe. Sempre que ela colocava uma roupa mais ousada, ele já dizia que ela estava procurando homem. Às vezes, até acusava ela de ter amante. Tudo porque ela gostava de frequentar a academia e manter um corpo sarado, mais por questão de saúde do que por vaidade.

Mas ela ficava muito sensual dentro de uma malha de ginástica, mesmo tendo 42 anos. Acho que era isso que meu pai tinha ciúmes, enquanto ele mesmo não se cuidava e tinha uma barriga de chopp.

Minha mãe era uma mulher muito atraente, loira e dona de um corpo escultural, coxas bem torneadas, bunda firminha e bem redondinha e arrebitada. Seus seios eram médios e ainda firmes e ela era bem simpática com todos. E isso acabava mexendo com a libido dos homens.

Nós costumávamos caminhar juntas todas as tardes pelas ruas. Quase sempre, ao passar perto dos homens, nós duas ouvíamos palavras de elogios, tipo “lindas”, “gostosas”, “tesão”. Enfim, palavras que deixam qualquer mulher em alto astral e de bem com a vida.

Minha mãe me disse que, quando tinham poucos anos de casados, o meu pai até gostava de saber dos elogios que ela ouvia. Mesmo depois de duas gravidez, minha mãe continuou se cuidando, e os elogios continuaram. Aí meu pai começou a sentir ciúmes. Depois dos filhos crescidos, ele não queria deixar mais ela sair sozinha na rua. Ele achava que ela o estava traindo e, aí começaram as brigas do casal.

Eu tinha muita dó da minha mãe, que sofria com aquele ciúme doentio. Mas eu confiava na minha mãe e sabia que ela nunca tinha traído meu pai nem em pensamento. Ela vivia pra ele. Muitas vezes tentei convencê-lo de que a minha mãe era fiel a ele, mas não conseguia fazê-lo me ouvir e eu o achava muito inseguro.
Depois de uma discussão às vésperas do carnaval, meu pai, que costumava pescar nesses feriados, tinha combinado com uns amigos e foi, levando meu irmão mais velho junto. Eles iriam passar os três dias. Minha mãe estava cabisbaixa e triste por que iria ficar sozinha. Fui perguntar pra ela o motivo e ela reclamou que meu pai só sabia ofendê-la e acusá-la de traição.
E, pra piorar, ele saia com os amigos quando queria, que ele reclamava mas ele mesmo não saía mais com ela, não dava atenção e não passeava mais. Ela continuou desabafando e, como éramos bem abertas uma com a outra, ela complementou que sexo era só de vez em quando, que já fazia quase um mês que ele não a procurava.
Ao ver a minha mãe naquela situação eu tive uma brilhante ideia. Era sexta-feira, primeiro dia de carnaval e eu tinha marcado com uns amigos pra ir a um baile numa sociedade. Perguntei se ela queria ir comigo e ela me falou que iria atrapalhar, afinal, éramos jovens e ela já era coroa. No final falou que não iria.

Mas eu insisti e falei pra ela que ela não era velha coisa nenhuma, que ainda estava enxuta e tinha que aproveitar. Incentivei ela a ir e se divertir, afinal era carnaval. Ela acabou gostando da ideia após pensar um pouco.
– Vou me trocar de roupa então! – ela me falou e foi toda contente para o seu quarto.

– Não, mãe! Assim parece que você vai à igreja e não a um baile de carnaval! Tem que usar uma roupa mais adequada. Vamos! Vou ajudá-la a se aprontar! – falei quando minha mãe retornou e percebi que a roupa dela estava sóbria demais para o meu gosto.

Fui até o quarto dela, abri o guarda-roupas, mas não achei nada sexy. Resolvi que ela iria usar minhas roupas, porque temos mais ou menos o mesmo corpo.
Levei ela pro meu quarto e resolvi montar um visual ousado. Pequei uma mini-saia e uma blusa curta de malha.
– Veste isso aqui que vai ficar muito melhor! – eu disse a ela.

– Você ficou louca, Lúcia?!? Eu nunca vou vestir um negócio desses! Olha a minha idade! – ela relutou comigo para não vestir. Depois ela concordou.
Mas ela achou a mini-saia muito curta e não quis usar. Então peguei outra saia um pouco mais comprida, mas ainda ficava acima do joelho, mostrando parcialmente as coxas. Ela quis trocar.
– Mãe, é um baile de carnaval. Você não pode ir vestida que nem freira! – disse eu.
Ela acabou concordando com meu argumento. Dei uma ultima olhada no visual dela e peguei uma tanguinha fio dental e falei pra ela trocar.
– Não, Lúcia!! Não gosto de usar isso!! – ela falou rindo.
Então fui até a gaveta dela e peguei a calcinha menor que ela tinha. Ela tinha uma calcinha vermelha tipo biquíni asa delta, com rendas na barra, que ficou muito bem.
Mas eu ainda não estava satisfeita e queria deixá-la bem vamp.
– Tira o sutiã pra você bem sexy, mãe! – falei e ela não queria de jeito nenhum ir sem sutiã. Falei que queria ela parecendo uma irmã mais velha e não minha mãe, e ela acabou concordando.
Depois de muito trabalho, ela estava pronta. E do jeito que eu a produzi, ela ficou gatíssima, linda e maravilhosa.
– Lúcia, do jeito que seu pai é ciumento, se ele me ver assim ele me mata! – ela falou sorrindo.
– Mata nada, mãe! Ele vai é adorar ver a gata que ele tem em casa. – falei isso, já que eu precisava melhorar a sua alto estima, e falei pra ela que no baile eu iria apresentá-la como uma prima mais velha.
Pegamos um táxi e logo chegamos ao clube. Avistei dois amigos, que vieram nos cumprimentar e eu apresentei a minha mãe à eles.
– Essa é minha prima Suzana! – apresentei minha mãe a eles e trocamos beijinhos e abraços.
– Lúcia! Essa sua prima é uma gata! – um de meus amigos falou.
– Com todo o respeito! Além de gata é muito gostosa! Ela é tão bonita quanto você, Lúcia! – disse meu outro amigo, cheio de insinuações. Depois disso ele não se desgrudou mais dela durante a noite toda.
Claro que a minha mãe ficou orgulhosa com o elogio. Então eles nos convidaram para nos sentar em sua mesa. Aceitamos e nos sentamos e eles se sentaram um de cada lado de nós duas. A mamãe estava nervosa e ficava puxando a saia, para tampar as pernas, que estavam parcialmente à mostra. Ela só relaxou depois de tomar umas cervejinhas.
A música rolava solta e estávamos todos animados.
– Vamos dançar pessoal! – O Marcos disse e já me puxou pela mão e falou ao seu amigo – Eu danço com a Lúcia e você dança com a Suzana.
Saímos dançando, eu com o Marcos e a minha mãe com o Pedro.
Depois de várias músicas e várias voltas pelo salão, notei que a minha mãe e o Pedro não estavam mais dançando. Olhei para o lado e não os encontrei no salão. Mas fiquei na minha. Eu e o Marcos acabamos indo pra um cantinho escuro, onde ficamos num amasso muito gostoso.
Ele me beijava e acariciava meus seios e passava a mão nas minha coxas. Eu já estava queimando de desejos quando a minha mãe de repente apareceu. Notei que ela estava com a respiração ofegante e muito assustada. Ela me chamou para irmos ao banheiro. Entramos e ela já foi dizendo:
– Lúcia, pra não te atrapalhar eu vou pegar um taxi e vou pra casa!
– Por que, mãe? – perguntei curiosa.
– Esse seu amigo me meu o maior amasso! Ufaa!! Estou com as pernas mole! Preciso sair daqui agora.
– O que aconteceu? – perguntei à minha mãe.
– Ele me convidou para irmos dar uma volta lá fora, e fomos andando devagar e conversando, com ele segurando a minha mão. Quando chegamos numa pracinha ele me encostou no tronco de uma arvore e me beijou. Eu não devia mas acabei deixando. Depois de me beijar ele enfiou a mão nessa mini-blusa que você me deu e tirou meus seios pra fora! – minha mãe me disse, ainda trêmula.
– Lúcia, ele chupou meus seios, eu sem saber o que fazer fiquei imóvel. Então ele abaixou a minha calcinha e tentou me masturbar! Que loucura! Deixei ele lá e saí correndo. Tô apavorada! Por isso é melhor eu ir pra casa. – minha mãe completou.
Com toda a calma dei uma risada.
– Mãe, isso é normal, afinal, estamos num baile de carnaval e as pessoas vem pra se divertir! Mas me diga, uma coisa, você gostou?
– Sim, Lúcia! Foi gostosto sim. Fiquei excitada! Mas sou casada! Se seu pai descobre ele me mata. Eu quero ir embora senão seu amigo vai tentar de novo! – ela falou meio se jeito.
– Calma, mãe! Ainda é muito cedo! – eu disse a ela.
– Lúcia, é melhor eu ir! Você pode ficar! – ela disse toda apavorada – Se ele quiser me levar lá de novo, não sei o que fazer!
– Mãe, deixa de ser boba! Vai e se divirta, faz o que tiver vontade. Prometo que não vou dizer nada ao papai! Não é ele que vive desconfiado de você? Quem sabe depois deste carnaval ele tenha razão! Aproveita então que ele está fora e faça o que você tiver vontade. Você merece uma noite de felicidade e eu vou te apoiar!
– É, você tá certa filha! Hoje eu vou aproveitar tudo o que tenho direito!
– É isso ai, mãe! Quer dizer, é isso aí prima! – falei sorrindo – Vamos voltar pro salão que os rapazes estão nos esperando e eu quero beijar muito ainda.
Voltamos pro salão, tomamos mais algumas cervejas, voltamos a dançar. Logo percebi que o Pedro dava altos amassos na minha mãe e ela já estava toda alegre.
Era madrugada quando eles nos perguntaram se queríamos ir embora. Acho que minha mãe tinha pedido pra ir. Como eles estavam num carro só, então fomos todos juntos. Eu estava no banco da frente com o Marcos e mamãe estava no banco de trás com o Pedro, que ali mesmo começou a dar o maior amasso nela.
– Lúcia, essa sua prima é uma loucura! – o safado me falou.
Eu não podia dizer que era minha mãe. Logo o tarado enfiou a mão dentro da calcinha dela. Como ela estava um pouco bêbada, ela nem se deu conta do que estava acontecendo. O Marcos, vendo aquela cena não falou nada, se dirigiu ao motel mais próximo. Eu não podia falar nada, pois achei que a minha mãe iria ficar só nos abraços e beijos com o Pedro, mas agora ela teria que dar a buceta pra ele. E eu fui a culpada quando falei pra que ela se divertisse. 
Chegamos ao motel e, como era carnaval, estava lotado. Só tinha um quarto para os quatro. Minha mãe já estava sem calcinha por baixo da saia e eu ainda de mini-saia e top que, ao entrar no quarto foi retirada rapidamente pelo Marcos. Foi só entrar e continuar o que já tinha começado no salão de baile. Minha mãe, que estava meio bêbada se soltou.
Eu nunca tinha visto minha mãe com tanto fogo. Olhei pro lado e já vi ela agachada fazendo o maior boquete pro Pedro, como se fosse uma bezerra faminta por leite. Isso me deixou muito excitada e de imediato eu fiz um sessenta e nove com o Marcos. Meu deus!!! Como eu estava taradinha!! Nem percebi o que estava acontecendo ao meu lado, com a minha mãe sendo comida pelo Pedro.
Ela rebolava, gemia, e às vezes urrava de tanto tesão. Percebi que ela tinha multi orgasmos, porque gozava sem parar no cacete do Pedro, enquanto eu estava sendo fodida pelo Marcos. Era uma foda muito gostosa, mas nada se comparava com a minha mãe. Que eu saiba, ela nunca tinha dado pra outro a não ser meu pai. Ela estava no país das maravilhas com aquela tora enfiada dentro dela.
Confesso que eu estava excitada ao ver minha mãe também sendo comida por outro. Que coisa isso da cabeça da gente! Não me aguentei de tanto tesão e gozei logo.
Em seguida o Pedro queria comer o cuzinho da mamãe, que estava regulando, dizendo que não, que era vulgar demais, etc.
Então, eu, como se não tivesse percebendo que ela estava regulando, me coloquei de quatro e falei pro Marcos.
– Vem, Marcos!!! Me come por trás, meu macho safado!! Vemmmmm!! – falei e ele não perdeu tempo. O tarado enfiou a vara no meu cuzinho, que já estava acostumado a levar pica.
Na verdade eu até gostava de sexo anal. Aliás, ao contrário de muitas mulheres, eu sempre gozava quando era penetrada por trás. Então, a mamãe, me vendo sendo enrabada, acabou cedendo o cuzinho pro Pedro. Até então eu não tinha percebido o tamanho da tora do Pedro. Meu deussss!!! Coitada da minha mãe, que nunca tinha dado o cuzinho e iria ter sua primeira vez bem dolorida.
Mas fazia parte do pacote, todo homem é tarado por um cuzinho. Então eu e mamãe passamos a ser enrabadas ao mesmo tempo. Percebi que o Pedro prensou ela embaixo dele contra a cama e começou a enfiar aquela tora nela. Ela, por sua vez, travou os dentes e deixou rolar. Não demorou muito e o corpo dela se acostumou com aquela vara.
– Fode, meu macho gostosoooo!! Fode esse cuzinho apertadinhooo!! – fiquei espantada ao perceber que minha mãe gritava como uma verdadeira puta.
Minha buceta chegava até a espumar de tanto que eu gozava vendo a minha mãe ao meu lado, gozando e sendo enrabada e bem dentro do espirito de carnaval. Em pouco tempo ninguém era de ninguém. Estávamos nos divertindo e gozando, levando pica em todos os nossos buracos, ora na boca, ora no cú, ora na buceta. Quando não estávamos fodendo ou sendo enrabadas, estávamos chupando.
Foi um troca-troca como eu nunca havia feito antes. Nem sozinha, ainda mais numa suruba com a minha própria mãe, que ficava olhando o cacete dos dois entrarem no meu cuzinho um por vez. Quando o Pedro socou o cacete no cú da minha mãe pela segunda vez, ela já não reclamou como da primeira vez e rebolou freneticamente, não sei se de dor ou de prazer, e gritava se deliciando e participando da farra.
Ela só caiu em si quando estávamos os quatros na banheira e ela sentada no cacete do Marcos e eu no do Pedro, cavalgando. Só então ela percebeu que estávamos com os parceiros trocados. Tomamos um banho e logo fomos pra cama de novo.
– Caramba, Lúcia!!! Essa sua prima é muito gostosa!! Além de fogosa. Você promete trazer ela de novo pra gente sair outras vezes? – O Pedro me falou cheio de gracinhas.
– Aproveita bem hoje porque não sei se ela poderá vir outro dia!! – eu falei rindo – Eu não contei, mas ela é casada e o marido é muito ciumento!
Quando falei que ela era casada, parece que ele ficou com mais tesão, e pegou minha mãe de novo, a jogou na cama e deu outra foda. Em seguida ele se deitou e minha mãe foi por cima.
– Ahhhhhhh!!! Que gostosooooooo!! – minha mãe disse quando ela colocou aquele cacete enorme na porta do seu cuzinho e sentou em cima. Quando a rôla dele atingiu o fundo do cú dela e ficou só as bolas pra fora, ela começou a rebolar novamente até que ele gozou de novo. Depois foi a vez do Marcos pegar a minha mãe e dar um chá de rôla nela. Minha mãe estava adorando aquela suruba e eu só olhando de fora.
– Lúcia!! Você é uma delícia, mas sua prima é muito gostosa também. Que cuzinho mais apertadinho e gostoso de comer! Fundo, apertado, quentinho!! Hummmmm!! – o Marcos falou metendo sem dó no rabinho da minha mãe. 
– Também pudera, Marcos! Ela nunca deu ele antes. – respondi.
Metemos muito e, como já estávamos todos meio bêbados e com sono, adormecemos na mesma cama.
No dia seguinte, quando acordamos, começamos tudo de novo. Pau na boceta, pau no cú, pau na boca. Foi uma delicia!! O pior foi que a minha mãe, agora sóbria, estava adorando.
Ela queria continuar a festinha por tudo. Coitado do meu pai. De tão ciumento e de tanto destratar ela e falar tanto que ela era uma biscate, ela agora tinha se tornado minha companheira de balada. E agora ele tem uma biscate dentro de casa, porque, vou dar o maior apoio pra ela.

Só então percebi a tonta que fui…

PACIENTE 240518-04

Tudo começou quando meu marido foi para os Estados Unidos trabalhar como auxiliar de um correspondente de uma rede de televisão. A proposta inicial era de ficar por dois anos, e achamos que não valeria a pena nos mudarmos pra lá, pois dois anos passam rápidos, e além do mais, eu detesto frio.
Assim, combinamos de eu ficar e ele viria a cada seis meses. Passaram-se dois meses e eu já não aguentava de tanta vontade de dar uma trepada, o que me levou a me masturbar muitas vezes. Não muito satisfeita, acabei comprando um vibrador em forma de pênis, de uma amiga que vendia acessórios de sex shop. E esse brinquedo me levou a ter muitos orgasmos.
Mas eu ainda não estava satisfeita. Eu sentia falta do abraços, de carinho, de algo mais quente, uma pica de verdade invadindo minha buceta. Eu já tinha levado muitas cantadas, tanto no meu trabalho, como nas ruas, e eu sempre respondia com um sorriso, sem dar muita importância.
Eu levava mais na brincadeira mesmo. Depois de três meses de secura, resolvi aceitar o convite de um colega de trabalho para jantarmos. O nome dele era Paulo. Combinamos tudo, em casa me arrumei toda, me maquiei, me perfumei, coloquei a melhor roupa e a calcinha mais sexy que eu tinha. Me vesti como se fosse a um casamento.

Na hora marcada ele me apanhou em casa e fomos a um restaurante, jantamos e após sairmos, ele me abraçou, me beijou, e antes que ele pudesse falar alguma coisa eu disse:
– Me leva pro motel e me come bem gostoso que tô precisando!!! Fode minha buceta, fode o meu cu, quero a sua pica e a sua porra dentro de mim!!!
No quarto do motel ele me beijou mais uma vez. E que beijo mais gostoso!! Que boca mais macia!! E eu retribui e aproveitei cada momento daquele beijo quente e sensual. Ele começou a me despir lentamente, tirando cada peça e apreciando cada pedacinho do meu corpo.
Então ele se ajoelhou e tirou minha calcinha, já ensopada com meu líquido e impregnada com meu cheiro. Fiquei mais excitada ainda quando ele levou minha calcinha ao nariz e ficou se deliciando por alguns segundos. Que loucura!!!
Me deitei na cama e ele veio sobre mim. Ele logo começou acariciando e beijando meus seios, depois foi descendo, descendo, até encontrar minha buceta já encharcada e começou a percorrê-la com sua língua quente e grossa. Só aí eu já tive meu primeiro orgasmo.
Que delícia!!! E ele continuou com aquela língua tocando meu grelo e penetrando minha buceta, e se lambuzando no meu gozo. Em seguida ele me beijou de novo e me disse:

– Sente um pouco o seu cheiro e prova um pouco do seu mel!!!

Nunca imaginei que fosse tão gostoso sentir o cheiro e o gosto da minha própria buceta. Aproveitei bastante aquele momento. Depois de alguns minutos ele se levantou e começou a tirar sua roupa. Fiquei maravilhada com aquele belo exemplar de homem, com aquela bela pica grande e grossa, já babando de vontade de me foder.

Ele veio sobre mim, na posição papai-e-mamãe mesmo, me penetrando com aquela pica majestosa. Parecia que eu estava sonhando. Travei minhas pernas na sua cintura e fui deixando ele me penetrar, enquanto o meu prazer ia aumentando cada vez mais.
– Uaiiiii!! Uuuuiiiii! Que iiiiiiiisso? Nunca imaginei que você tivesse uma buceta tão gostosa, Mayara!! – ele disse, dando estocadas bem no fundo da minha xoxotinha.

Eu não queria que ele gozasse na minha buceta, mas logo nas primeiras bombadas eu fui esquecendo de tudo e passei a desejar aquele homem cada vez mais.
– Aaaaiiii, Paulooooooo! Aaaaiiii! Mete! Mete! Mais! Maaaaiiiiiiiis!…
Não aguentei segurar mais e tive um delirante e explosivo orgasmo, que me fez urrar de tanto prazer, sem me importar se ele ia acabar gozando dentro de mim.
– Meu deusssss, Pauloooo!! Tô gozando!!! Mais rápido…. vai… Maaaaaaaiiiiis ráaaaaaapido!
Ele aumentou a força das socadas e logo depois senti sua pica aumentar de tamanho e a sua porra quente jorrar dentro da minha buceta. Que loucuraaaa!!! Ficamos na mesma posição por alguns minutos, enquanto eu sentia seu pau ainda pulsando dentro de mim.
Refeitos do cansaço fomos para o banho. Depois voltamos pra cama, onde ficamos conversando e nos acariciando, até aquela pica maravilhosa dar sinal de vida novamente. Comecei a chupar aquele pau gostoso com minha boca macia e minha língua quente percorrendo toda a sua extensão.
Meus lábios faziam um movimento de sobe e desce, e eu engolia aquela vara até a metade. Não demorou e a pica dele ficou duríssima como uma pedra. Me sentei sobre ele e deixei minha buceta engolir aquela vara novamente. Fui fazendo movimentos de sobe e desce, até deixá-lo bem lubrificado.
Depois de alguns minutos eu tirei o pau dele da minha buceta e pus na entrada do meu cuzinho. Fui relaxando a musculatura e deixando aquela pica ir escorregando para dentro, enquanto meu cuzinho ia tratando de engolir tudo, até eu sentir minhas nádegas encostar em suas coxas.
Não era uma posição desconfortante pra mim, pois eu já estava acostumada a cavalgar o pau do meu marido muitas vazes.
– Oooooh, Paulooooo!!! Aiiiiii! Hummmmmmm! Aaaaaaahhhhh! Que pau gostoso!! – eu falava, deixando a puta que estava dentro de mim aparecer.
– Mete com bastante força!!! Arrebenta meu cu… vai! Vaaaiiiii! Aaaaiii!
Aaaaiii!… – eu gemia de prazer e meu amigo passou a me foder com vontade, a ponto de quase me jogar pra fora da cama, com a força com que ele metia no meu cu.
– É assim que você quer, é? Toma! Toma!… – ele falava e enfiava cada vez mais fundo no meu rabinho.
– Aaai! Aaai!… Meu deusssssss….que gostosoooooo!!! Iiiiisssso… deliciaaaaaa…. caaaaralho!!! Aaaah! Aaaah! Solta essa poooorra! Vou gozar! Vooouuuuuu goooooooozaaaarrrrrrrrr!!!! – falei e meu corpo começou a se tremer todo.
Eu gozava e ele continuava socando forte.
– Ohhhhhh!!! Mete gostoso… vaiiiiiiiiiiiiii… me fode gostoso, arregaça meu cu…. me arromba, vaiiiii… – eu falava e sentia aquele violento orgasmo chegando.
Deitei meu corpo sobre seu peito e ele começou a socar de baixo pra cima, enquanto eu urrava como uma puta que estava gozando. Em segundos ele inundou meu cu de porra, a ponto de me deixar anestesiada. Fiquei com o seu pau atolado no meu cu até sentir ele diminuindo de tamanho.
Depois de um tempo tomamos banho, nos vestimos e ele me deixou em casa. Aquela foi, sem dúvida, a melhor trepada do minha vida, o que me fez repetir a dose por mais algumas vezes.
O tempo foi passando e minha menstruação parou de descer. Comecei a sentir enjoos e vômitos, o que me fez desconfiar de uma possível gravidez. Só então percebi a tonta que fui. Em todas as minhas trepadas com o Paulo, os preservativos estavam lá, na cabeceira da cama do motel, e eu só lembrava deles quando eu sentia o pau dele esporrar bem gostoso no fundo da minha bocetinha.
Acabei comprando um teste de farmácia, que acabou comprovando o fato. Aí bateu o desespero e o medo. Faltando pouco mais de um mês pro meu marido chegar e eu naquela situação. Como explicar pro meu marido uma gravidez de outro homem? Eu não queria provocar um aborto, pois eu não achava direito nem justo tirar a vida de um inocente.
Então resolvi que a única saída era assumir as consequências, e arcar com as responsabilidades. Passados alguns dias meu marido me ligou dizendo que não daria pra voltar nos seis meses combinados, e que iria ficar por mais dois meses.
Passados os oito meses, ele voltou pra passar duas semanas comigo. Eu já estava no quinto mês de gravidez e não tinha mais como esconder a barriga, o que não adiantaria nada, pois mais tarde ele iria saber mesmo. No trabalho todos queriam saber quem era o pai do meu filho, mas eu nunca disse quem era.
Meu amigo me propôs assumir a mim e ao nosso filho, mas eu não podia simplesmente fugir da situação. Eu tinha que aguardar um desfecho. Enfim chegou o dia, meu marido tinha chegado. Eu não fui buscá-lo no aeroporto. Preferi ficar em casa.
Coloquei uma calça de malha e uma blusinha curta, deixando minha barriga de cinco meses à mostra. Quando vi o táxi encostando, abri a porta e fiquei a uns três metros, de frente pra porta e esperando pelo pior. Quando ele chegou na porta e me viu, ele deixou cair no chão a mala e como que em choque, ficou me olhando.
Meu coração disparou e eu suava frio. Eu estava petrificada, esperando o desfecho daquilo. Ele deu alguns passos e chegou até mim, passou a mão direita sobre toda a extensão da minha barriga e perguntou:
– De quem é?
– De um amigo meu! – respondi gelada e tremendo.
– Menino ou menina? – ele perguntou mais uma vez, ainda com a mão na minha barriga. 
– Menina.
Ele ergueu a cabeça e me olhou bem nos olhos por alguns segundos, como que lendo todos os meus pensamentos e minha alma. Em seguida ele me abraçou forte e ficamos assim por um bom tempo.
Depois ele me deu um beijo na boca e foi pro nosso quarto. Fiquei mais aliviada, mas ao mesmo tempo temerosa, sem saber se aquele gesto era um ato de perdão ou não.
Depois de uma meia hora, após tomar banho e trocar de roupa, ele veio em minha direção, me pegou pelas mãos e me levou até o sofá, onde nos sentamos. Ele passou a mão mais uma vez na minha barriga, depois a beijou e me disse:
– Eu nunca tive coragem pra te dizer, Mayara!  Eu sou estéril e sempre quis ter filhos… Pequei por não ter te dito isso. Eu queria que tudo tivesse acontecido de comum acordo entre nós dois. De agora em diante vamos tocar nossas vidas sem esconder nada um do outro. Vamos viver e realizar nossas fantasias a dois. Eu tenho certeza que temos muitas coisas pra viver e muitas fantasias pra realizarmos.
– Te admiro pela sua coragem, de ter um filho de outro na barriga, e ter me esperado e não fugido da responsabilidade. – meu marido continuou falando – Te amo a vou te amar cada vez mais! A você e a essa filha que a partir de agora considero também como minha.
Eu confesso que eu sentia muito medo e pavor, mas o desfecho foi pra mim até surpreendente e feliz.

Essa é a minha história, que não termina aqui…

JOGOS SEXUAIS

Joguem um jogo de tabuleiro (damas, por exemplo) ou cartas (canastra, pife).

Quem vencer a partida tem direito a realização de um desejo sexual ou mesmo a submissão do parceiro (a) por uma noite.

Se preferir, que tal uma melhor de 3 para aumentar a competição?

No fim quem ganha manda, quem perde obedece.

Essa brincadeira sexual também serve para os apaixonados em vídeo games.

Proponha jogar uma partida a dois e estabeleça as regras.

À VOCÊS HOMENS…

Falar sobre gênero é falar de um assunto que está em alta e tem rendido discussões calorosas e muitas vezes exageradas. A liberdade de gênero cada vez mais é aceita e também criticada, afinal esta tal liberdade acaba ultrapassando limites nos quais algumas pessoas não aceitam. Ou melhor, não conseguem aceitar por fatores culturais.

A concordância sobre o assunto gênero é delicada. Eu transito (e bem) entre os gêneros. Nunca tive preconceito, pelo contrário, sempre tive contato com mulheres héteros e também lésbica . Nunca forcei nenhuma situação de aceitação, apenas acho que o respeito e a igualdade devem estar em primeiro lugar. Vejo que as mulheres se preocupam demasiadamente na hora de escolher suas roupas para que estas estejam de acordo com o seu gênero escolhido. E vale lembrar que existe uma diferença entre gênero e sexo: gênero é aquele que você se identifica psicologicamente, sexo é o seu corpo fisiológico, sua anatomia (homem e mulher).

Quando faço compras, me preocupo em escolher roupas que não duvidem da minha escolha “homem hétero”. Mas nem todos os homens são assim. Alguns simplesmente não se importam. Gostam de moda, de tendências atuais, consomem o que tiver de mais novo. E nem se preocupam com o que as pessoas vão pensar. Eu admiro estes homens, todos deveriam ser assim, originais e seguirem suas vontades. É uma pena ver que alguém deixa de usar algo que goste, que se identifica por causa disso, por destoar do seu gênero escolhido, que grande bobagem!

Normalmente, quando eu estou escrevendo para vocês, penso em trazer roupas e tendências de acordo com o público-alvo. E pode ser que muitos homens ainda acreditem que a moda masculina não precise de tanta ênfase, de tanto destaque. Basta uma calça, uma camisa e um sapato. Ledo engano! A moda masculina sempre teve renome, sempre teve berço.

A moda já trabalha com essa questão da liberdade de gêneros há muito tempo. Talvez sempre tenha dado ênfase a isto. Caso você não saiba, os reis franceses da Idade Média, como o Rei Luís XIV eram adoradores da moda e de roupas extravagantes. Usavam maquiagens, perucas e salto alto. Era normal. E ninguém falava de gênero. Hoje, dependendo da roupa que um homem usar, ele é julgado no ato, até mesmo dentro de casa.

No século XX é que os homens começaram a achar que os homens não deveriam ter cuidados excessivos com sua estética (além da corporal) e foram criando este estigma, de machões que não podem cuidar dos seus trajes com muito esmero que são criticados. Onde está a verdade nisso? Sempre esteve na moda se vestir bem, andar com roupas limpas, passadas, com sapatos engraxados, cabelos e barba feita. Qual a parte que foi perdida, após a década de 1950, que dizia que o homem não se cuidar era algo que contasse para seu gênero?

Meninos! Não deixem de usar e consumir moda de bom gosto por causa desse assunto. Arrumem-se bem, andem cheirosos, cuidem do visual. Pensem que as mulheres gostam de homens que se cuidem. É muito machismo achar que somente as mulheres devem se cuidar. Os homens também devem! Acreditem em mim. Acordem para isto!

Só a própria palavra nos induz à rejeição dela…

Imagem relacionadaPara além dos princípios que movem a energia e o universo

o que é um estado de negatividade?

O que é o luto e a dor da traição e a morte ou a depressão

como experiência comum e normal de vida

que nos projeta em estados ditos não positivos?

E o que é o positivismo

e a ideia de que é superior ao lado negativo das coisas?

Só a própria palavra nos induz à rejeição dela…

Porque é a tristeza inferior à alegria?

A paz sobre esta Terra

não pode ser a supressão das forças opostas,

mas a sua conciliação no interesse de um fim comum:

a vida indestrutível!!!

SUGESTÃO DE HOJE: PRESENTEIE O SEU HOMEM….

 As melhores cachaças do Brasil

A cachaça faz parte da cultura brasileira, e não é à toa. Quem não gosta de tomar cachacinha de qualidade? Você pode até não saber disso, mas esse destilado está tão intrínseco em nossa cultura que tem até um dia nacional, 13 de setembro.

Como você já deve ter notado em sites especializados ou até mesmo nas prateleiras dos supermercados, o preço de uma boa cachaça subiu consideravelmente nos últimos anos, e isso se deve ao fato de ela estar ganhando cada vez mais status de “bebida chique”, e para muitas pessoas passou a substituir até o vinho com queijo.

Outro fato curioso é que a cachaça deixou de ser rotulada como uma bebida voltada para o público masculino, uma vez que tem conquistado cada vez mais o paladar do público feminino. As mulheres tem apreciado cada vez mais a bebida, que já conta inclusive com versões pensadas para as mulheres, mas este é assunto para outro post.

Pensando nisso, lhe ofereço a lista das 5 cachaças que você não pode deixar de provar:

5º – Cachaça Armazém Vieira – Ônix

É um prazer abrir essa lista com uma cachaça fabricada em Florianópolis, a poucos quilômetros do escritório do Bella da Semana. Sem dúvida ela ocupa uma posição especial entre minhas favoritas. A madeira usada como base para os barris que armazenam todas as cachaças do Armazém Vieira é a Ariribá Grápia. Esse destilado tem processos de fermentação e destilação tradicionais do século XVIII, graduação alcoólica de 40% e seu tempo de envelhecimento é de 16 anos. 

Conteúdo: 750 ml

Preço: R$350,00 ~ R$500,00

4º –  Cachaça Anísio Santiago – A Lenda

Anísio Santiago, criador da Cachaça Havana, que foi morto em 2002, e ganhou uma Cachaça em sua homenagem. Anísio foi uma verdadeira lenda entre cachaceiros. Muita gente confunde a Cachaça Havana com A Lenda, mas ambas são diferentes, como você pode notar no rótulo e no sabor. Essa cachaça possui graduação alcoólica de 47%. 

Conteúdo: 600 ml

Preço: R$350,00 ~ R$500,00

3º –  Cachaça Havana

Alguns especialistas arriscam dizer que esta é cachaça mais formosa do Brasil, e sem dúvidas ela faz parte do seleto grupo de precursores da valorização da cachaça artesanal no mundo. Produzida em Salinas, Minas Gerais, em uma fazenda de mesmo nome, esta cachaça foi responsável por levar a Minas o título de Capital Brasileira da Cachaça. Envelhecida durante 12 anos em barris feitos de bálsamo, essa cachaça possui um sabor muito peculiar e especial. Também possui graduação alcoólica de 47%.

Conteúdo: 600 ml

Preço: R$450,00 ~ 600,00

2º – Cachaça Vale Verde – Edição presente – 12 Anos

Essa marca é reconhecida internacionalmente por seus destilados, e não é atoa que ocupa as duas primeiras colocações em nosso pódio. Envelhecida por 12 anos em barril de carvalho, essa cachaça conta com 40% de graduação alcoólica e foi eleita a melhor cachaça do Brasil em 2014 segundo Ranking Cúpula da Cachaça. 

Conteúdo: 700 ml

Preço: R$599,00 ~ R$1.049,00

1º – Cachaça Vale Verde – Edição Especial – 18 Anos

Para fechar essa seleção com chave de ouro, uma das Cachaças mais premiadas do Brasil. A Vale Verde edição especial é envelhecida em barril de carvalho durante 18 anos. Possui graduação alcoólica de 40% e é o destilado mais valioso produzido pela Vale Verde. 

Conteúdo: 700ml

Preço: R$2.500,00 ~ R$3.704,00

Ele mora com a mãe em outra cidade, mas nas férias…

PACIENTE 220518-15

Meu nome é Kate. Sou loira, gostosa e meu principal atributo é um rabo delicioso. Sou casada há 10 anos com um homem 15 anos mais velho que eu, o Stefan. Tenho 45 anos e ele 60. Ele tem um filho do primeiro casamento chamado Antonio (que eu chamo carinhosamente de meu bebê e que me chama de mamãezinha) que tem 19 anos. Ele mora com a mãe em outra cidade, mas nas férias passa algum tempo conosco aqui. É um menino ótimo, bonito, que gosta de esportes, de conversar, em suma ótima companhia.

No começo do relacionamento o sexo entre Stefan e eu era fantástico. Trepávamos todo dia, fazíamos de tudo e gozávamos aos montes. Noites, madrugadas, manhãs e tardes épicas. Nos últimos 5 anos o sexo foi esfriando. Foi ficando menos frequente, menos intenso, menos gostoso. Cada dia menos. Da minha parte, o tesão, a vontade, a necessidade não diminuíram. Mas da parte dele, a coisa foi esfriando até chegar onde estamos. Eu tentei conversar, propor que ele fizesse exames, tomasse Viagra. Tentei de tudo, sem sucesso. Agora as trepadas são semanais, rápidas e eu raramente gozo gostoso. Às vezes, me bate um desespero no final. Eu me descabelo toda e berro com ele que quero mais, que quero pica, que quero gozar!

Sei que sou acomodada, mas apesar de tudo amo meu marido. Ele é um homem bom, gentil, cavalheiro e um grande amigo, mas… Já pensei em arrumar um amante, mas de novo, sou acomodada. Mas tenho respeito pelo meu marido e sei que se ele descobrisse, iria morrer. Por isso, venho tentando resolver com brinquedos, com a mão… Mas a frustração é imensa! Mas acabei me enrolando com meu enteado…

Numa das vezes que a trepada não deu certo, não reparei que a porta não estava totalmente fechada. No auge do desespero por não ter gozado, eu berrava que queria gozar, que queria um caralho duro, apertava o pau do Stefan e dizia endurece poooooorrraaaa! Chupava e nada. De repente, eu ouvi um rangido de porta, olhei e vi uma sombra se afastar: Antonio estava ouvindo atrás da porta! Entretanto, ao invés de me preocupar, aquilo estranhamente me excitou. Exagerei mais ainda na minha atitude para que o Antonio ouvisse tudo. E com detalhes.

Mas como daquele mato não saía nada mesmo… Eu estava excitadíssima com a possibilidade de que o Antonio me espreitasse que me desejasse. Senti minha xoxota molhada. No banho toquei uma siririca deliciosa. No auge do meu tesão (e da minha inconsequência…) resolvi provocar o rapaz para ver até onde a coisa ia. Saí do banho e coloquei um shortinho de lycra rosa, com uma calcinha fio-dental por baixo. Coloquei uma camisa de pano amarrada na cintura, frouxa e sem sutiã. Encontrei Antonio na sala e chamei-o para conversar na cozinha enquanto eu preparava a janta. Quando bateu os olhos em mim, eles brilharam de desejo. Me olhava de cima para baixo, babando. Na cozinha, eu podia sentir os olhos dele cravados na minha bunda. Numa das vezes que me virei, dei de cara com ele apertando do pau duríssimo.

Neste dia, a provocação terminou ali, mas pouco a pouco fui provocando mais. Meus shorts cada vez mais arrochados, minissaias curtas e transparentes. Calcinhas micros e sutiã aposentado. Quando o maridão não estava em casa, íamos para piscina e meus biquínis eram cada vez mais micros. Até que viraram fios dentais e os peitos saltando para fora da cortininha. Antonio estava sempre alucinado, de pau-duro, seu quarto cheirando a porra. Mas por mais que ele me desejasse, não iria dar o primeiro passo. E o que tinha começado como apenas uma brincadeira para mim, tinha se tornado uma obsessão. Eu sonhava com ele, me masturbava pensando nele, quando ele não estava em casa, eu cheirava suas cuecas sujas e esfregava na minha xoxota. Era uma loucura, mas eu desejava o Antonio intensamente.

A oportunidade surgiu quando meu marido viajou a negócios por uma semana para os EUA. Assim que ele viajou, chamei meu enteado para a piscina. Coloquei um fio dental que desaparecia no meu reguinho. Levei uma sunga para ele do meu marido e falei que era para ele usar ao invés de bermudão. Quando ele chegou na piscina, o caralho estufava a sunga. Senti minha buceta encharcar… Servi uma cerveja para a gente relaxar. Na água começamos uma brincadeira de jogar águas um no noutro. Isto em breve, virou uma brincadeira adolescente de um agarrar o outro. Antonio, muito mais forte do que eu, me dominou rapidamente por trás e ao me abraçar, senti a pica dura encaixar na minha bunda. Forcei o rabo para trás e ele forçou mais.

Chamei-o para tomar cerveja e ele saiu da água com a pica estufada. Olhando descaradamente para a pica comecei a perguntar sobre namoradas, relacionamentos, mulheres e experiências. Muito constrangido pelas perguntas, ele se esquivava. Mas a pica não abaixava. Fui direto na lata e perguntei se ele era virgem. Ele abaixou a cabeça e apenas balançou confirmando. Ele meio que gaguejando foi dizendo que era muito tímido, que tinha sido criado pela mãe e que não sabia o que fazer ou como se relacionar com meninas. Eu já bem alta e louca de tesão (a pica não abaixava, apesar da vergonha) perguntei se pelo menos tinha pegado, beijado muitas meninas. Ele disse que poucas, parecia que ia se encolhendo, fui chegando perto e perguntei, quantas, ele disse três. Cada vez mais perto, falei, como isto é possível? Coloquei uma mão por trás dele, puxei o rosto dele para mim e taquei um tremendo beijo. Que não terminava.

Quando terminou perguntei, gostou? Ele já mais animado, disse, muito! Eu falei: você não precisa aprender muito mais, mas temos a semana toda para praticar. E continuamos a nos beijar sem parar. O resto do dia, aonde eu ia, Antonio ia atrás e queria me beijar. Eu também queria muito, mas queria mais… Mas não podia/queria ir muito rápido, queria saborear devagar. Tomei um banho, coloquei um baby doll rendado preto bem curtinho, toquei uma siririca deliciosa e dormi um sono fantástico.

Na manhã seguinte, acordei antes do Antonio e fui para a cozinha preparar o café. Daqui a pouco ele chegou, me abraçou por trás, beijou meu pescoço, me enlaçou pela cintura e encaixou a piroca dura no meu rabinho. E se esfregou gostoso! Subiu as mãos e pegou nos peitinhos, me arrepiei toda, deixei só um pouquinho e tirei as mãos, falei, isto não pode. Ele fez beicinho, mas não insistiu (ainda…). Me virou de frente, me beijando, segurou apertando minha bunda e voltou a me beijar. E de novo segurou meus peitos. Desta vez eu deixei, enlouquecida. Ele abriu o baby doll e mamou neles, maravilhoooooso! O caralho roçava no meu grelo, me levando à loucura. Pegou na minha mão e colocou no caralho, eu apertei, quente, duro, delicioso. Mas logo soltei e me afastei:

– Meu bebê, não podemos fazer isso, não é certo, eu disse. Seu pai é um ótimo homem, não merece isso.
– Eu sei disso, mas você está me enlouquecendo de tesão! E eu ouvi você aos berros dizendo que você queria uma pica, queria gozar, queria um caralho duro! Mamaezinha, é isto que eu quero te dar, um caralho duro, fazer você gozar! E apertou o caralho estufado no short.

Eu sabia que ele estava certo. Ainda por cima eu tinha o seduzido, mas faltava um último clic para me entregar ao Antonio. Tirei a calcinha – branca, rendada – e entreguei para o meu bebê. Ele me olhava totalmente surpreso, e ao mesmo tempo não conseguia desviar o olhar da minha bucetinha. Eu falei:
– Meu bebê, vou trabalhar, mas deixo este presentinho para você se divertir. Faça bom proveito, mas vou querer de volta…

Não falei mais nada, deixei ele na cozinha e fui me arrumar para o trabalho. Mas meu dia no trabalho foi totalmente improdutivo, não conseguia pensar em mais nada a não ser no Antonio. Minha buceta encharcava e encharcava minha calcinha. Sai mais cedo do trabalho, tomei um banho de banheira, passei creme no corpo, escolhi um perfume matador. Vesti um baby doll de oncinha, com a calcinha enfiada no rabo fazendo par. Claro, e um salto alto fundamental. Desta noite não passava, eu ia devorar o meu bebê!

Pouco depois o Antonio chegou, me viu gostosa para caralho (modéstia…) e me deu um beijo de tirar o fôlego. E falou:
– Que gata tesuda, você é a mãezinha mais gostosa do mundo!
– E você, aproveitou o meu presente bebê, cadê ele? Vai buscar.

Antonio ficou um pouquinho vermelho, mas foi lá dentro e veio com a calcinha na mão. Ela estava ensopada de porra. Pingando. Me entregou com uma cara de safado. Eu peguei, cheirei e olhando para ele, esfreguei a calcinha cheia de porra na buceta. E falei:
– Tira o caralho para fora, me dá ele aqui que eu quero beber este leitinho fresco!
O que eu vi, era muito melhor do que eu esperava, aquele caralho no meu parquinho ia ser muita diversão! Era grande, grosso, cabeçudo, cheio de veias pulsando. Botei na boca e mamei, lambi, punhetei, engoli as bolas, lambi debaixo do saco, engoli novamente. Meu bebê gemia, as duas mãos na minha cabeça seguindo a mamada. Mas eu estava no comando, quando o bebê acelerava o movimento para gozar logo, eu diminuía o ritmo, se ele se acalmava, eu acelerava. Meu bebê iria gozar muito comigo, mas a mamaezinha mandava… Quando eu achei que já tinha judiado muito dele, deixei o gozo vir. E como veio, muita porra, escorrendo da boca, pingando nos peitos, me esfreguei na rola, o rosto inteiramente gozado, o peito e o baby doll ensopados.

– Maezinha, você me matou de gozar! Quero comer sua buceta!
Eu puxei ele para mim e tasquei um chupão, ele correspondeu beijando minha boca cheia de porra, fiz ele mamar o resto que estava nos peitos. Mandei ele esperar e fui no quarto, peguei um consolo grosso, um pote de creme facial e voltei. Eu queria não ter mais limites, ser puta completa, correr atrás do tempo perdido. Entreguei o consolo para o bebê e falei:
– Calma bebê, você vai comer minha buceta, mas antes quero que você rasgue meu cu com essa rola deliciosa.

Os olhos dele brilharam, só nos sonhos (e nas punhetas…) ele podia imaginar isto acontecendo. Sentei no sofá, abri as pernas e falei para ele enfiar o consolo na buceta. Ele pincelou na entrada e foi enfiando devagar, tirando e botando, até entrar tudo. Ele lambuzou o pau de creme, a entrada do meu cu, enfiou dois dedos, laceou um pouco e mandou eu me virar e abrir o rabo. Botou a cabeça na porta e foi empurrando, o cogumelo era grande e o cu estava sem uso há muito tempo, eu pedi para ele ir devagar, ele ia e voltava, doía muito, mas eu queria ele todo no meu cu. Passou a cabeça, uma deliiiicia, ele foi empurrando a pica, me rasgando, eu berrava que que estava doendo, mas berrava:
– Soca seu puto! Soca forte! Me rasga o cu! Abusa do sua maezinha puta! Bate na minha bunda até ela ficar roxa, me segura pelos cabelos feito uma égua!

Eu estava enlouquecida, no paraíso, com o consolo na buceta e o machinho fudendo meu cu em poucos minutos o primeiro gozo veio forte pra cacete, eu tremia e quase desmaiei, meu bebê se assustou um pouco.
– Parou por quê? Mete, soca, rasga! Me fode como macho, fode meu cu que o corno do seu paizinho não dá mais conta! Eu quero gozar mais, quero que você me mate de gozar!
Depois de mais não sei quantos gozos, suada, usada, gasta, mas no paraíso, meu bebê despejou seu leitinho todo no meu cu, aos berros, me batendo na bunda, me xingando de vadia, piranha, puta…

A pica foi saindo, a porra escorrendo, eu peguei o que pude, bebi, me lambuzei.
– Meu bebê, eu preciso de um banho, você me lava todinha?
Meu machinho me pegou no colo, me levou para o banheiro, tirou meu baby doll, me lavou todinha, massageou meus cabelos, me beijou. Eu não sabia se estava acordada ou sonhava… Ele dedilhou bem lentamente meu grelinho enquanto me beijava, língua na orelha (me enlouquece), chupando os peitinhos, me encostei na parece do chuveiro, senti que ia gozar de novo, ele me segurou, o gozo veio diferente, devagar, lento, em meio aos beijos, meu bebê me amparando… Antonio me enxugou, me pegou no colo e me levou para a cama, abriu minhas pernas e me chupou gostoso. Confesso que não tinha quase mais forças de tanto gozar, mas não podia negar a bucetinha ao meu bebê… Ele chupou mais um pouco e pediu:

– Maezinha, quero puder sua buceta!
– Vem meu bebê, mas vem devagar que a mamaezinha está arrasada, você acabou com ela…
Meu bebê pincelou a pica na portinha do buceta e meteu, entrou fácil, deslizando, me preenchendo, me fazendo vibrar! Me colocou no colo, segurou minha bunda, meteu e tirou gentilmente, beijou minha boca, beijou, mordeu meus mamilos, minha buceta preenchida com uma pica poderosa. Mesmo sem forças, senti que o gozo vinha, falei no ouvido do bebê:
– Mete gostoso, vamos gozar juntos, me beija!
O gozo veio vindo, a pica inchando dentro da buceta, eu gemia, chorava, pedia para ele não parar. Meu bebê arfava, anunciou seu gozo, o meu veio junto, num gozo longo, delicioso, intenso, acho que o melhor que já tive na vida!

Meu bebê é tudo o que eu precisava…

Um dia ia rolar um acampamento da igreja…

PACIENTE 220518-09

 Me chamo Ariel, tenho 22 anos e sempre fui bastante recatada. Frequento a igreja desde sempre com minha família e aqui em casa até hoje sexo é um tabu muito grande. Meus pais me prepararam pra fazer sexo somente quando me casasse.

Eu namorava um rapaz da igreja, chamado Túlio, ele era respeitador comigo, educado, meus pais adoraram ele desde o começo, por isso a gente namorava, mas o máximo que rolava era uma mão boba, um beijinho xoxo e mesmo assim eu ficava com muito tesão. Já sentia o potencial de ser piranha.

Um dia ia rolar um acampamento da igreja, eu tinha 18 anos nessa época e fui conversar com minhas colegas, todas nós bem empolgadas pra curtir o feriadão no acampamento. Meu namorado também tava animado, mas até então eu nem sabia porque. Eu me arrepiava toda pensando em como seria gostoso ficar a vontade com ele, mas eu tinha certeza que não ia rolar sexo.

Quando cheguei em casa arrumei minhas coisas e o Túlio foi me buscar de carro. No acampamento, de um lado ficavam as meninas, do outro os meninos. A gente foi logo se organizar e na primeira noite meu namorado me mandou uma mensagem, dizendo que tava louco pra me ver. No acampamento era lindo, tinha um rio por perto com cachoeira, tinha algumas árvores, era tudo ótimo. Fizemos uma fogueira e ficamos cantando músicas comuns da igreja.

Enquanto nossos amigos curtiram bastante e já se preparavam para dormir para os eventos do outro dia, eu e o Túlio estávmos nos olhando de um jeito bem safado. Ele marcou comigo ali perto quando todo mundo tivesse dormindo, e por volta de meia noite fomos dar uma volta pelos matos, tava bem escuro, mas dava pra gente enxergar numa boa.

Eu tava bem nervosa, pela primeira vez a gente ia ficar sozinhos de verdade, fomos pra um local longe perto do rio e ele disse que tava louco pra me beijar. Nunca vi meu namorado tão ousado desse jeito, mas ele se aproximou, me beijou na boca e me deixou toda arrepiada e minha buceta bem molhadinha.

Me senti suja fazendo isso, me deu vontade de orar e pedir perdão pelos meus pecados, mas o tesão tava grande demais, ele começou a beijar meu pescoço, passar a língua. Eu me arrepiava e soltei um gemido meio tímida, o que deixou ele louco de tesão e senti ele se aproximar e pegar minha cintura e me puxar para perto dele, mas eu disse que aquilo era errado e me afastei.

Minha respiração tava bem pesada, eu senti algo escorregando entre minhas pernas de tanto tesão que eu tava. Ele ficou de pau duro, pude ver o volume enorme marcando ali na calça dele e ele se desculpou mas disse que não aguentava mais 1 ano de namoro sem rolar nada, e que não sabia porque tanta frescura se a gente ia casar logo.

Ele voltou a me pegar pela cintura, me beijou e eu deixei, na verdade eu queria muito, fiquei com um tesão louco, ele levantou meu vestido e começou a passar a mão pelo meu corpo, me deixando mais molhadinha ainda. Ele criou coragem, tocou na minha buceta e disse:

– Nunca pensei que você era tão safadinha. Caramba! Sua bucetinha tá tão molhada.
Eu morria de vergonha quando ele falava essas coisas pra mim, mas eu confesso que gostava muito. Ele então perguntou se eu já tinha me tocado quando estava sozinha, eu disse que nunca, o que era verdade. Eu encostei mais perto dele, o safado me sentou numas pedras grandes que tinham lá e afastou minhas pernas.

Nessa hora já pensei que ele fosse me comer e gelei, eu era virgem, tinha medo demais de doer, todo mundo comentava que era bem ruim. Eu tava quase correndo de medo, mas senti sua mão afastar minha calcinha e seus dedos brincarem com meu grelinho gostoso. Nossa, nunca tinha sentido algo tão gostoso como isso, ele fazia movimentos circulares, eu comecei a gemer baixinho e ele mordia minha orelha, beijava meu pescoço, me deixava louca.

Meu clítoris tava bem durinho, eu nem sabia que isso era possível, para vocês verem como eu era inocente rs. O Túlio não parava, ele disse que minha buceta era muito gostosa e sabia que era tão gostosa quanto ele pensou e que eu provavelmente era bem apertadinha.

-Humm, que bucetinha gostosa amor, você tá toda molhadinha, eu já não tô aguentando mais de tanto tesão. – Ele disse isso e eu instintivamente abri mais minhas pernas. Ele então disse que tinha curiosidade de saber como era o gosto, se ajoelhou e começou a me chupar. Com certeza meu namorado não era mais virgem, ele sabia muito bem o que fazer.

Ele lambia minha buceta, passava a língua nas minhas dobras, eu me sentia envergonhada de gemer igual uma puta e ficar tão ensopada daquele jeito. Ele passou a língua no meu grelinho e pela primeira vez senti uma coisa bem estranha, meu corpo todo tremeu, minhas pernas, minha respiração acelerou, senti uma onda de prazer gigantesca e depois relaxei. Ele me contou depois que foi meu primeiro orgasmo.

Ele então com uma voz doce disse:
– Amor, foi gostoso né? ninguém precisa ficar sabendo, a gente vai casar e é bom que daqui pra lá você já vai ter aprendido muita coisa. Eu queria que você fizesse o mesmo comigo, coloca meu pau nessa sua boquinha linda?

Eu fiz carinha de nojo mas fui mesmo assim, peguei no pau duro dele meio desajeitada, comecei a pagar um boquete pra ele, mordi seu pau mas ele foi me orientando e continuei chupando, empurrando tudo na boca. Parecia quando eu tava chupando um picolé, mas era bem quentinho.
Ele começou colocando bem devagar na minha boca, mas depois começou a urrar e segurava minha cabeça, enfiando tudo com força num vai e vem bem rápido que me fazia engasgar, mas ele não parava e depois de umas estocadas na minha boca ele gozou e encheu de porra.

Eu fiquei impressionada com a quantidade de gozo que ele jorrou do pau e ele ainda mandou eu engolir tudinho. Fiquei com nojinho mas engoli aquela porra grossa inteirinha para agradar ao meu macho. Em seguida ele me puxou pra sentar no colo dele, trocamos beijos safados peladinhos e eu morrendo de medo de alguém aparecer ficava num misto de tesão e nervosismo.

Ele me puxou mais pra perto, aumentou o contato e senti seu pau endurecendo de novo quando encostou no meu clítoris. Meu namorado ficou louco, disse que tinha planejado tanto isso, tirou uma camisinha do bolso e colocou na pica. Então ele me tirou do seu colo, me deitou ali na grama e mandou eu levantar uma perninha e deixar a outra abaixada, assim ia doer menos quando ele metesse.

– Fica relaxadinha, tá amor? eu prometo que vou fazer bem devagar e gostoso.
Quando senti ele brincando com a cabeça da pica na minha entradinha, fiquei doida, mesmo com medo não aguentei e implorei pra ele colocar logo, era muita tortura. Ele foi encaixando aos poucos, eu segurei seu ombro com força, arranhei ele inteirinho e segurei o grito quando ele enfiou tudo dentro.

Ele ficou parado, beijou meu pescoço, minha orelha e disse no meu ouvido:
– Vou começar a meter, tá? relaxa essa bucetinha gostosa pra mim.

Eu ainda ficava tímida quando ele falava putaria, mas eu tava adorando, pra ser sincera. Fiz o que ele mandou, tentei relaxar e ele começou a meter. Não era a dor absurda que pensei que ia sentir, mas ardia, parecia que o pau dele ia me rasgar, mesmo assim abri mais as pernas, ele continuou metendo enquanto com uma mão me masturbava.

– Hummm, que bucetinha gostosa amor, toda molhadinha e apertada, você tá adorando meu pau aí dentro né?
Eu só conseguia responder com gemidos, ele começou a meter mais rápido, chupava meus peitos e me masturbava. Logo ele não aguentou e gozou de novo. Foi uma delícia. Fiquei toda assada, foi difícil sentar tranquilamente no dia seguinte, mas minha primeira vez foi mais gostosa do que eu imaginei.

FOTOS RECEBIDAS ESTA SEMANA….

ANNA

KATY E VERA

RAPHAELLY

MARIA INACIA

ADOREI A CRIATIVIDADE….

PAMELA

BARBARA

GABRIELLA

MARIA EDUARDA

MARIA EDUARDA

NIVIA

BEATRIZ

DESPEDIDA DE SOLTEIRO

NATALIA

LIETH… SE RESPONDER AS PERGUNTAS PUBLICO SUA HISTORIA,.

CONCEIÇÃO

EDUARDA

SUELI

INEZ

ILZA

BIA

JULIA

DEBORA

FABIOLA

NATALIA

RITA

TATIANA

Como passei de ano…

PACIENTE 220518-02

Meu nome é Gaby, tenho 24 aninhos, sou morena (pinto o cabelo, na realidade meu cabelo é castanho claro), corpo e rosto muito lindos. Meu noivo se chama Beto e é um ano mais velho. Vou contar como passei de ano fazendo boquete para o professor taradão!Fazendo boquete pro professor

O que vou contar aqui aconteceu no final de 2013, ano em que deveria me formar. Eu estudava em uma faculdade particular aqui onde moro e naquele ano fiquei enrolada com uma série de coisas que me atrapalharam um pouco. Primeiro o término do meu namoro anterior, de longa data, com um rapaz mais velho (33 anos), que me deixou arrasada. Depois o reencontro com o grande amor da minha vida, o Beto, que havia ido estudar fora do país e acabou voltando justamente na mesma época em que terminei com meu namorado.

Juntando isso ao fato de que eu participava da comissão de formatura e um outro problema pessoal que não vou relatar aqui, acabei indo mal em uma matéria em específico, faltou 0.8 pontos na média para que eu passasse direto. Nunca na minha vida eu havia pego um exame… O problema maior é que, pra ajudar, o Beto havia comprado passagens pra uma viagem que eu não queria perder de jeito nenhum, justamente na semana de exames.

Pedi ao professor se eu não poderia compensar a nota fazendo trabalhos, pedi revisão das provas que havia feito e nada! Não consegui atingir a média com as revisões e ele não me deixou complementar a nota com algum trabalho… Expliquei da viagem… Não adiantou…

Bom…O professor, que vou chamar aqui de Carlos, tinha uma queda por mim desde o primeiro ano. Resolvi explorar esse ponto fraco dele, rs, como golpe final… Fui com uma mini-saia, calcinha fio dental e com um decote sem sutien até a sala dele… Vi que ele ficou super-excitado, mas mesmo assim não rolou nota nenhuma… Eu já estava desesperada!!

Houve uma aula entre a última prova e o exame, onde a metade da sala já não compareceu… No meio dessa aula ele falou que quem precisasse de pouca nota, menos que 1 ponto na média, deveria pensar sobre o quanto realmente queria passar… Nesse ponto comecei a entendê-lo… Ele ‘maquiou’ o discurso dizendo que para o sonho de se formar não há limites e que deveríamos correr atrás de nossos sonhos.

Nessa época eu já estava com o Beto por 4 meses e, por causa do nosso tempo juntos antes e nossa química, ele já havia me pedido em casamento… Então eu já estava noiva. Jamais pensaria em trair o Beto. Mesmo assim fui até a sala do professor depois da aula, algumas amigas me viram indo até lá, a roupa era um pouco mais ousada do que no dia anterior, então os comentários rolaram soltos… Chegando lá, ele me perguntou onde estava meu celular, tirei da bolsa e mostrei pra ele, que pegou e o desligou. Ele disse:

– Você faria o que pra passar direto?

Respondi:

– Qualquer coisa professor, um trabalho, sei lá, tenho uma viagem marcada com meu noivo para as datas do exame e nessa altura fica impossível negar…

– Certo, qualquer coisa… Tenho um trabalho pra você.

– Ah, que bom professor! Realmente agradeço muito.

– Vou ser bem sincero pra você, quero que você me faça gozar.

– O que?? Isso é um absurdo…

– Você se vestiu dessa forma em nossas duas últimas conversas. Você nunca vinha assim pra aula antes. Isso quer dizer que você também quer alguma coisa. Você já esperava uma proposta destas. Você é quem deveria estar envergonhada aqui.

Fiquei em silêncio, não sabia o que fazer, não conseguia olhar pra ele… Ele continuou:

– Olha, você não precisa transar comigo… A gente vai até o estacionamento, você me bate uma punheta, pode fazer um boquete se quiser que aconteça mais rápido… Ou podemos transar… Depende de você. São essas 3 opções ou o exame final.

– Professor… Eu não…

– Não sabe fazer boquete? Com essa boca linda? É isso o que você tem pra me dizer?

Eu já estava abalada…

– Sei, sei sim… Claro.

– Claro que sabe. Lembro de você no seu primeiro ano. Vi você pagando um boquete pro seu namorado no estacionamento da faculdade… Nunca comentei, claro, mas sempre soube que esse dia iria chegar…

Minha nossa, quando ele disse isso meu coração gelou… Meu ex, o Thiago, fazia faculdade na mesma instituição que eu. Era normal antes ou depois da aula eu saciar ele no estacionamento. Sempre fazia um boquete, pelo menos uma vez por semana acho. As vezes, quando sentíamos que dava, até transávamos dentro do carro. O estacionamento é muito, muito grande. Nunca imaginei que alguém tivesse visto algo, muito menos um professor, ainda mais me reconhecido…

– Bom, você tem até sexta-feira pra me dar uma resposta.

– Sexta-feira? Amanhã?

– Isso…

Sai de lá transtornada. Liguei meu celular. Mandei uma mensagem para o Beto e falei que queria conversar com ele. Estávamos juntos a pouco tempo e ele era muito, mas muito sincero comigo, éramos muito abertos um com o outro, sempre contamos tudo, experiências anteriores, fantasias, qualquer coisa de caráter não sexual… Tudo. Cheguei em frente a casa dele (que estava morando temporariamente com os pais nessa época).

Conversamos um pouco, disse que os resultados das outras disciplinas tinham sido bons, só estava com um exame e tal. E ele me apoiando, dizendo que não tinha problema, cancelaríamos a viagem e etc. Até que abri o jogo:

– O professor Carlos me pediu um favor, Beto… Ele me aprova direto se eu fizer algo pra ele.

– Poxa! Que bom Gaby, qual o prazo?

– Amanhã…

– Nossa, já? Vamos começar, é um trabalho? Posso te ajudar, não manjo desses assuntos mas se você escrever eu reviso o texto e a formatação e…

– Beto… Ele me pediu outro tipo de favor.

Nisso o Beto ficou vermelho.

– Como assim Gaby?

– Ele quer que eu bata uma pra ele, no estacionamento…

– Bata uma?

– É amor, ele quer que eu faça ele gozar. Ele falou que posso fazer isso batendo uma punheta pra ele, fazendo um boquete ou transando com ele.

Nesse ponto comecei a chorar. Não queria perder a viagem, falei isso pra ele… Que não queria fazer nada disso, mas não queria perder a viagem, não haveria outra oportunidade tão cedo… Seria nossas únicas férias em algum tempo e nesse momento tínhamos comprado as passagens, com um dinheiro que perderíamos boa parte caso não fossemos. Chorei muito. Falei que iria fazer o exame, que pra considerar essa ideia eu estava ficando louca, que não faria isso.

Ele ficou em silêncio durante um bom tempo e depois me acalmou, disse que ia dar tudo certo. Nos despedimos e ele entrou. Cheguei em casa e o whats indicou uma mensagem do Beto, pedindo se poderia me ligar. Respondi que sim. Ele me ligou e disse que havia pensado e topava que eu fizesse o que fosse necessário pra evitar o exame. Mas que era pra eu ter certeza de que o professor Carlos não me forçaria a nada além da punheta e que eu tivesse certeza que ele me aprovaria após isso.

Conversamos um pouco, eu estava relutante, mas ele me acalmou. Ele falou que tinha uma condição: Que eu fosse com o carro dele no dia seguinte, uma minivan Spin, e que ele pudesse ficar na última fileira de bancos, ouvindo, caso o professor resolvesse tentar alguma gracinha ele interromperia.

Achei a ideia meio louca, mas topei. No dia seguinte escolhi um lugar estratégico no estacionamento, o Beto ficou no carro. Eu fui até a sala do professor, outras pessoas da minha turma estava ‘chorando nota’, não pareciam ter recebido a mesma proposta que eu. Fui atendida preferencialmente, o que deixou alguns colegas furiosos, entre eles algumas amigas…

Entrei na sala do Carlos e falei que topava. Ele disse que tinha certeza que eu toparia. Para me aprovar, lançaria uma nota como correção de nota anterior na minha primeira prova, de modo a completar a média 7. Falei que eu precisava de uma garantia que ele faria isso e ele, pra minha surpresa, lançou a nota no sistema ali mesmo. Dizendo que confiava que eu fosse fazer o serviço direito.

Saímos da sala sentido ao estacionamento, as pessoas que aguardavam ficaram observando. No caminho pro estacionamento mandei uma mensagem avisando o Beto e recebi uma da minha melhor amiga, simplesmente um “Sua puta.” Confesso que ser chamada de puta, numa situação daquelas, me deixou molhada.

Logo estávamos no carro, entramos e ele olhou sob o painel, espelho e etc, provavelmente procurando se não haviam câmeras. Me pediu o celular e desligou. Me perguntou se eu estava bem, eu disse que estava nervosa.

– Se acalma Gaby, você é uma excelente aluna, tenho certeza que não terá problema com essa tarefa.

Abriu as calças e tirou o pau. Era grande, não muito grosso, mas bem grande. Tentei tirar minha aliança, ele me impediu, disse que queria que eu pegasse no pau dele com a aliança no dedo, que dava tesão saber que eu o masturbava com a aliança do meu noivo no dedo e depois chegaria em casa, pro meu noivo, usando ela.

Exitei um pouco mas comecei uma punheta. Ritmo lento, depois acelerado. O pau do Carlos pulsava na minha mão. Vi um pouquinho de porra começando a aparecer, passei o dedo, reduzi o ritmo, a posição não ajudava muito.

– Vamos ficar a noite toda nisso se continuar assim Gaby.

Tirei minha blusinha, estava sem sutien. Falei que ele poderia pegar nos meus peitos.

Continuei a punheta, 5 minutos e nada… Ele suspirava, o pau pulsava, mas nada de gozar!

– Gaby… Tenho que voltar pra minha sala daqui a pouco, estão me esperando e isso pode dar rolo… Se eu não gozar vou entrar com pedido pra corrigir sua nota…

Lembrei da mensagem no celular, a Claudia havia me mandado “Sua puta”… Por algum motivo me esqueci do Beto na última fileira de bancos.

Desci minha cabeça, comecei a beijar a cabeça do pau do professor. Lambia, beijava, mas não chupava. Continuava a punheta enquanto fazia isso.

– Isso sua puta, beija a cabecinha beija…

Não aguentava mais, não era mais uma questão de fazê-lo gozar rápido, era tesão. Comecei a chupar a cabecinha, logo estava chupando o pau do Carlos em toda sua extensão, batia em meu rosto, mamava a rola com vontade. Abri a porta, desci do carro e dei a volta pela frente, abri a porta dele e comecei a mamá-lo ali, olhando em seus olhos, ele suspirava e ia a loucura, eu lambia e sugava as bolas.

Eu fazia movimentos circulares com a língua na cabeça daquele pau enorme, enquanto ajoelhada me masturbava com a calcinha pro lado. O Carlos me pediu pra entrar no carro novamente, que alguém podia ver a gente… Nesse momento lembrei do Beto… Ali atrás, ouvindo tudo… Fiquei congelada… Mas sabia que não poderia parar agora.

Entrei novamente no carro e continuei sugando aquele pau. Descia tudo o que conseguia naquele pau, tentava sugá-lo com a garganta, sempre fui boa em engolir um pau, mas aquele era maior do que os que já havia chupado, e a posição não ajudava, mas ainda assim, foi quase tudo.

Fazendo boquete pro professor!

Punhetava o mastro enquanto mamava na cabecinha, de repente ele anunciou que gozaria. Aparentemente ele não sabia se poderia ou não gozar na minha boca. Ficou um pouco desesperado do que fazer. Eu continuei mamando, acelerei os movimentos e recebi todos os jatos de porra quente em minha boca. Ele gemia, urrava e inundava minha boca. Sua porra tinha um gosto bom, levemente adocicado. Engoli um bom tanto e quando levantei a cabeça deixei um pouco de porra cair em meus seios, pra deixar ele maluco.

Ele disse que havia sido sensacional… A melhor mamada da vida dele. Fechou as calças e se levantou, comentou que suas pernas tremiam e foi embora. Fiquei ali, sentada, pensando na loucura que havia feito… Ouvi a porta de trás abrir e vi o Beto, que veio e sentou do meu lado. Ficou me olhando ali, com os peitos escorrendo porra, assim como minha boca.

Ele colocou a mão na minha perna e disse que me amava. Eu pedi desculpas pelo que havia feito e ele me disse que, não era necessário pedir desculpas e confessou que estava com tesão. Olhei pra calça dele, o pau dele marcava a calça, querendo saltar. Não perdi tempo e tirei ele pra fora e comecei a chupá-lo. Ele começou a forçar minha cabeça contra o pau em movimentos muito rápidos, como se estivesse realmente fodendo minha boca.

Mamei um pouco e logo ele gozou, era muita porra, acho que ele realmente estava explodindo de tesão… Fomos embora, ele me deixou em casa e deu um beijo de boa noite, mesmo sem eu ter ido no banheiro após chupar o Carlos… Beto disse que me amava e que não era pra eu me preocupar com o que havia acontecido…

Minhas amigas demoraram a voltar a falar comigo, pra elas eu estava traindo o grande amor da minha vida sem que ele soubesse… De qualquer forma, elas não entenderiam.

Enfim…

…com tédio grande e decidi entrar na internet…

PACIENTE 170518-12

Estava em casa com tédio grande e decidi entrar na internet para ver o que tinha de bom. Até que do nada no face um amigo meu de muitos anos e conversas secretas falou comigo.

Fiquei um pouco surpresa pelo o tempo que agente não conversava, quando começamos a nos falar, veio logo na minha mente as nossas conversas, eram ótimas e excitantes.

Como sempre ele jogava algumas verde e dava algumas indiretas, já pude perceber que ele não tinha perdido o jeito e queria relembrar os velhos tempos. Ele logo me perguntou se agente ainda era amigos como antes, agente nunca teve nada mas… era como se tivesse acontecido algo, porque cada conversa eram coisas novas e eu sempre acabava louca. Aquilo me deixou com a buceta molhadinha de tesão.

Voltamos aos assuntos de antes um fazendo perguntas ao outro, um joguinho que ele chamava de “Perguntas e Respostas”, até que chegou uma pergunta…

Ele: Eu posso saber como você esta vestida ai?
Eu: Só de calcinha.

Não me aguentei e comecei a tocar uma siririca gostosa imaginando aquele homem comigo.

Quando falei isso acho que aticei ele, ele falou logo que queria estar ao meu lado. Logo como eu estava no tédio e só em casa, disse brincado, “Eu estou só em casa, vem pra cá!”. Como para mim era brincadeira, ele falou que ia sair que a mãe dele chegou, até ai tudo bem. Não morávamos muito longe cerca de 15 minutos a pé.

Eu ainda no face quando eu menos esperava alguém chama, quando eu sai era ele. Fiquei muito surpresa e como fazia tempo que não nos víamos, ele tava alto, bonito, parrudo…

Eu: Ola! (meio desnorteada, sem saber o que seria.)

Ele: Oi! Vim aqui você não me chamou, mais pensei que eu ia ser recepcionado com você daquela forma…

Eu: Noossa! Você sempre enrolava agora você foi direto.

Ele: Você mesmo dizia isso, por isso mudei.

Convidei para entrar, ele sentou no sofá, e eu fui desligar o notebook. Quando voltei ele estava assistindo tv e eu só de vestido, ele logo me perguntou se eu estava afim de aprontar ou se era só brincadeira. Antes de responder sentei logo no colo dele, beijei ele forte e ele correspondeu me pegando de jeito. comecei a rebolar no colo dele e já senti uma coisa ficando dura e subindo.

Eu já estava louca a ponto de explodir, até que ele tirou meu vestido e começou a dar beijinhos no meu corpo. Ele desceu para os seios começou a lamber e dar mordidinhas de leve no bico. Deitamos no chão eu por baixo e ele por cima, ainda me beijando, foi descendo pelo meu corpo tirou minha calcinha. Ele então começou a lamber minha bucetinha, ela já estava molhada e quando ele começou só faltava explodir de tanto tesão. Ele me deixou tão louca que já estava perto de ter um orgasmo.

Ele se despiu e fizemos um 69 não durou muito e logo gozei, coloquei ele sentado no sofá e fiquei de joelhos e chupando até ele gozar, depois ele me puxou, sentei no colo dele dessa vez sem roupa e começamos no sexo, tava pulando tanto nele que tava fazendo barulho, eu gemendo alto…

Paramos ele se levantou, comigo no colo, nunca tinha feito isso antes, ele comigo no colo e em pé. Ele então começou a mim empurrar pra cima e subindo e descendo, era tão bom que tava arranhando as costa dele. Não passou muito tempo eu gozei de novo, ele parou fomos para a mesa. Ele dizia que estava realizado pois estava fodendo a mulher que ele tanto sonhou.

Ele me colou sentada nela e começou a meter, cada vez mais forte e rápido. Confesso que eu nunca tinha feito um amor tão gostoso como estava esse, continuamos e ele gozou. Perguntou se podíamos ir pra cama, chegamos lá ele me colocou de 4 e começou a puxar meu cabelo e empurrar fundo.

Ele parecia incansável cada vez metendo mais forte em min. Sentia seu pau grande invadindo minha buceta com metidas fortes e bem rápidas. Eu já não estava mais aguentando pois minha buceta estava ardendo toda esfolada. O chamei para irmos para o banheiro onde lá terminaríamos nossa transa. O safado continuou me fodendo até que anunciou seu gozo gostoso. Não pensei duas vez e cai de joelhos na sua frente para tomar um banho de porra quente. Com toda certeza essa foi a melhor transa da minha vida.

…só não me lembro do Santo…

PACIENTE 170518-09

Era Festa de julho só não me lembro do Santo, mas sei que estava muito frio e pra eu sair eu tive que escolher uma meia calça preta e minissaia numa minúscula calcinha e bota, estava usando uma blusinha de gola alta de manga comprida e uma jaqueta por cima.

Tudo combinava e me sentia muito bem com meu corpo e sabia que chamaria a atenção dos Homens e mesmo com o frio que fazia tinha certeza que ia me dar bem na noite.

Sentado à mesa havia um conhecido e do seu lado uma cadeira vazia e ali mesmo me sentei e como estava muito frio e ventava muito ele se aproveitou e colocou seu cachecol sobre meu ombro e me abraçou e eu sem maldade nenhuma cheguei mais perto dele pra me esquentar e assim ficamos boa parte da Festa.

As horas iam passando e nós tomando vinho quente quentão e as vezes uma cerveja e bebia junto com ele e sempre abraçados sem desgrudar da mesa.

A Festa acontecendo até que foi diminuindo a quantidade de pessoas e o pessoal começou a fechar as barracas e nossos amigos foram indo embora 1 após outro e nós queríamos tomar mais alguma coisa, mas na cidade não tinha mais nada aberto exatamente devido a Festa.

Nisso meu amigo, me convidou a ir num posto de gasolina que talvez a lanchonete deles estariam abertos mas ele sabia que era quase impossível deles ainda estarem abertos mas mesmo assim fui com ele pois sabia que talvez rolaria alguma coisa entre a gente só estava esperando ele ser mais direto, em alguns momentos da Festa ele me abraçava por trás e discretamente passava a mão na minha bunda ou me abraçava forte dando pra sentir um pouco seu pau mas era uma coisa muito sutil.

Peguei meu carro e fomos pra lanchonete e só confirmamos o que já era certo, a lanchonete estava fechada.

Ele me chamou pra ir até a casa dele que era próximo dali com o pretexto de pegar uma blusa e eu aceitei.

Durante o percurso ele foi se insinuando pra mim de uma forma leve e calma, mas com objetivo, que eu era uma mulher sexy,que poderia ser bom pra nós dois,que eu tinha as pernas lindas, que meu perfume era gostoso e combinava comigo e falou até da minha calcinha que era minúscula mas mesmo assim ela marcava minha saia dando um tesão só de pensar.

Confesso que fiquei com tesão e chegando na casa dele era uma casa simples e tinha um enorme muro na frente e ao entrar uma pequena varanda pra chegar na casa e ali eu fiquei esperando ele.

Assim ele entrou rapidamente dentro da casa, mas quando ele saiu ao invés da blusa ele veio com um cobertor embrulhado no corpo e chegou perto de mim e me cobriu junto dele.

Percebi que ele estava excitado devido ao volume na sua calça e isso me deixou em alerta e ele me empurrou até o murinho da varanda e me beijou ardentemente e eu retribui e o meu tesão aumentou no mesmo momento.

Ele percebeu meu entusiasmo e perdeu o medo e foi logo me beijando e subindo minha minissaia até a cintura e por de baixo da minha blusinha retirou meu sutiã e acariciava meus seios com vontade.

Dava pra perceber que seu pau estava muito duro e eu o acariciava mesmo por cima da calça. Ele sentou no murinho da escada e me colocou no meio das suas pernas e passava a mão na minha bocetinha ainda com a calcinha e a meia calça e ele queria me tocar.

Forçando e fazendo o movimento de vai e vem percebi minha meia calça tinha desfiado toda e falei pra ele e na mesma hora ele colocou a mão pra confirmar e aproveitou e abriu um buraco enorme e começou a me tocar ainda assim sobre a calcinha me deixando mais loca ainda e com o tesão nas alturas.

Eu ainda não tinha visto seu pau e minha curiosidade só aumentava junto com meu tesão e assim eu abri sua calça e coloquei seu pau pra fora e como já previa ele era grande próximo de uns 20 cm e não muito grosso mas era grande e eu estava loca pra ter ele dentro de mim.

Gostei muito de ver toda aquela ereção, pois todo aquele tesão era pra mim e por mim e sabia que tinha um grande potencial de ser uma transa boa e nós dois estávamos com muito tesão.

Eu me afastei dele fui abaixando a meia e a calcinha até o meu joelho e na subida comecei a acariciar o pau duríssimo dele.

Ele estava na minha frente e seu pau duríssimo apontava pra cima e a cabeça toda melada de tesão, acariciei e com minha boca envolvi ela e comecei a chupar devagar e pude sentir latejar as veias do seu pau e isso me levou a ter vontade de chupar com força e assim comecei a chupar mais forte e tentei coloca-lo todo dentro da minha boca,mas não consegui apenas um pouco mais da metade e apesar de seu pau ser grande não atrapalhava e sua grossura era confortável preenchendo bem gostoso minha boca deixando espaço pra minha língua percorrer todo seu pau.

Com uma mão eu segurava firme na base do seu pau e com a boca descia chupando até minha mão fazendo um vai e vem gostoso e ele quase gozou e eu parei e logo em seguida comecei de novo deixando ele louco de tesão.

Percebi que ele estava gostando então recomecei tudo de novo foi quando ele me segurou pelo cabelo e forçou seu pau pra entrar tudo na minha boca e pude sentir sua cabeça tampando minha garganta dando um pouco de ânsia, mas ele não parou e assim colocando e tirando freneticamente e literalmente comendo minha boca senti que seu pau ficou mais duro e gostoso e nesse ritmo ele começou a gozar primeiro veio um jato de porra forte e em seguida mais 1 enchendo toda minha boca e depois outro jarro maior e mais denso e quente e não consegui segurar dentro da minha boca e soltei um pouco aquela porra toda e comecei a passar a língua em todo seu pau deixando ele gozar gostoso e segurando meu cabelo ele se contorcia levando minha cabeça junto e gemia muito e as vezes me chamava de gostosa e me dava muito tesão ver ele gozando.

Quando ele terminou eu suguei toda sua porra deixando seu pau limpinho e ele me olhava sorrindo e dizia que eu era muito foda chupando mais ainda queria me comer gostoso e era isso que eu também queria, pois estava louca de vontade de sentir seu pau na minha bocetinha.

Entramos na casa e fui ao banheiro lavar meu rosto, pois estava todo sujo de porra e ao sair ele estava na varanda embrulhado na coberta e fui até ele.

Ele me cobriu e ficou atrás de mim e começamos a conversar e ele elogiava o meu corpo e minha performance com a boca e eu falei do tamanho do seu pau e que era muito gostoso e grande e queria ele logo dentro de mim.

Nisso ele levantou minha minissaia e abaixou minha meia calça e calcinha até o meu joelho e começou a me tocar fazendo movimentos circulares na minha bocetinha e as vezes enfiava o dedo todinho dentro e como não sou de ferro acabei gozando no seu dedo dentro da minha boceta.

Eu estava Super excitada e na verdade tentei varias vezes fazer com que ele parasse de me tocar e me comer logo, cheguei até a implorar pra ele me comer, mas ele não atendia e continuou até eu gozar. Falava pra ele que queria o pau dele dentro de mim e elogiei muito o tamanho dele deixando seu ego nas alturas.

Ele me colocou de costas pra ele e passou a mão na minha bunda apertando com força e foi me inclinando quase de 4 e senti que a cabeça do seu pau estava pra entrar na minha bocetinha já toda molhada e ele pra me judiar só colocou a cabeça do seu enorme pau e ficou brincando com ele fazendo leves movimentos e insinuando que ia colocar ele todo e eu já estava quase gozando eu empinei mais a bunda e dei uma rebolada indicando que era pra ele colocar tudo e percebendo isso colocou a cabeça e foi abrindo caminho e seu pau era mais grosso do que eu pensava e preenchia toda minha boceta e entrou até o fundo e pude sentir seu pau todo e era muito gostoso e teve um leve incomodo me fazendo gemer mais alto mas era de prazer não de dor e ele preocupado achando que tinha me machucado tirou o pau levemente e me perguntou se estava tudo bem e se podia continuar .

Eu como uma louca e cheia de tesão queria mais e mais e só empinei a bunda pra ele e falei pra colocar tudo de novo até o fundo e que continuasse me fodendo por completo e seu pau deslizou fácil até o fundo me deixando extasiada com seus movimentos fortes e assim não consegui mais controlar meu tesão e sentindo minhas pernas tremulas e meus sentidos sumiram fazendo só pensar naquele enorme pau dentro de mim eu gozei deliciosamente tendo um orgasmo e deixando meu corpo desfalecer sobre seu pau duro.

Ele percebeu que eu tinha gozado muito e quis aproveitar da situação e meter mais fundo seu pau pois acho que pra ele era questão de honra colocar tudo sem dó e me debruçou na muretinha da escada me colocando praticamente de 4, mas minhas pernas não abriam muito devido a minha meia calça e a calcinha estarem nos joelhos e ele queria me comer com força e assim ele começou mas logo parou e se levantou e foi me levando pra dentro da casa me colocando sentada no sofá.

Nisso ele retirou minhas botas com calma e depois a meia calça e a calcinha e me beijou da cintura até minha boca deixando somente com a blusinha mas com os peitos pra fora e me virou de costas me colocando de 4 pra ele do jeito que ele queria e dessa vez sem brincadeira enfiou seu pau com tudo me levando a loucura pois pude sentir todo aquele pau preenchendo minha boceta e seus movimentos rápidos e precisos me fizeram gemer muito de prazer e rapidamente ele parou e me deitou no sofá veio por cima de mim mordendo e chupando meus seios e penetrando fundo e forte parecendo que estava com raiva e eu com as pernas bem abertas e levando todo aquele pau dentro de mim pude gozar novamente.

Ele percebeu que tinha gozado e diminuiu o ritmo foi quando eu aproveitei e pedi para mudarmos de posição e pedi pra ele se sentar no sofá e ele ainda com seu pau apontado pra cima eu posicionei na minha boceta e comecei um sobe e desce gostoso em cima do seu pau e ele chupava forte e mordia meus seios e isso quase me acabou, pois sem perceber estava gozando de novo no seu pau.

Ele sorriu e me tirou de cima do seu pau e disse que era a vez dele gozar e me colocou de 4 no sofá abrindo bem minhas pernas e apertando forte meus peitos colocou seu pau com tudo até o fundo e metia com força e rápido e até que não aguentou mais e gemendo gozou gostoso no fundo da minha bocetinha e eu sentindo todo seu entusiasmo por mim e sentindo sua porra quente invadindo minha boceta aproveitei o momento e gozei novamente indo a exaustão.

Ele ficou alguns segundos ainda com seu pau dentro da boceta até que se levantou e me beijou satisfeito com um sorriso enorme no rosto e eu peguei minha roupa e fui ao banheiro me lavar e me arrumar e em seguida ele também foi.

Ficamos ali conversando um pouco até que resolvi ir embora, ao sair ele me acompanhou até meu carro, pois já estava de madrugada e muito frio e tinha parado o vento e a serração cobria a cidade e assim segui pra minha casa bem de vagar.

Fui pra minha casa refazendo tudo que tinha acontecido e ao chegar fui ao banheiro, pois ainda sentia sua porra dento de mim e ao me lavar me deu um tesão e fui rapidamente pro quarto e na minha cama com as pernas abertas e pensando naquele pau que tinha acabado de me comer eu me toquei chegando a um orgasmo rapidinho e só assim consegui dormir tranquilamente naquela noite de muito frio.

Depois desse dia ficamos grandes amigos de transa e sempre que podíamos ele me saciava com seu pau delicioso. 

Oral… com pelo, ou sem…?? 

PACIENTE 170518-05

Atualmente o sexo oral quer masculino quer feminino já faz parte da vida quotidiana de muitos casais, embora essas, não assumam que o fazem.

Também sabemos que, a higiene é a base fundamental para que este ato corra na perfeição, que, sendo feito com vontade e carinho, é delicioso, talvez das melhores coisas que o sexo tem. Como mulher, acho muito mais higiênico se retirar quase todos os pelos.

Já tenho lido e ouvido dizer que, um pouco de penugem/pelo, torna a mulher mais sexy, concordo e não concordo… depende desse pouco que a mulher tiver, falando por mim, uma crista pequenina chega, gosto que a pessoa/companheiro, se sinta bem quando se lambuza em mim sem que tenha de estar com receios de ficar com algum pelo preso na boca.

Já ao contrário, os homens não costumam tirar os pelos, pelo menos os mais velhos, ou seja,  os meia idade, deviam tirar, torna o pênis maior, e o oral torna-se muito mais gostoso e apelativo

Já me aconteceu ter que estar a cuspir pentelhos, é desagradável, mas são ideias… penso que um homem sem nada também fica bem, e é muito mais higiênico e até parece maior, digo, não sei…

Agora digam-me, uma mulher ou um homem sem pelos  a estorvar, não se torna o oral muito mais gostoso? Não goza muito mais do prazer?

Confesso, o material que tenho em casa, um dia tirou apenas em  volta uns pelitos, foi um deus nos acuda de comichão… trabalho mal feito.

Quando te encostas te sinto ferver….

PACIENTE 170518-02

Imagem relacionadaSinto meu corpo carente do teu

Quando te encostas e te sinto ferver,

Gosto que me penetres com delicadeza

E que gemas tanto quanto eu,

Sinto teu mastro hirto pulsante

Numa intensa e desejada rotação,

Sinto no meu corpo a safadeza

Capaz de provocar, levar-te ao delírio

Assim voluptuosa, intensa excitação

Sinto que me queres, como eu te quero,

Sinto que nos perdemos nas palavras

Sentes meu ninho em volúpia escaldante

Que te oferece o carinho e o prazer

Quero-te furioso, dentro de mim, a explodir

Com a safadeza de homem viril

Que me oferece o amor e o seu elixir

Porque nos perdemos num luxuriante

Momento de sexo que eu tanto venero.

A REAL SEXUALIDADE FEMININA….

Resultado de imagem para sensualidadeEsta disponível: todas as leitoras podem enviar

para este site uma(s) fotografia(s)

(não e necessário que seja NUA),

em que mostre a sua sensualidade

ou a sua ideia de sensualidade.

Assim como suas sugestões

em melhorar o nosso objetivo :

A REAL SEXUALIDADE FEMININA.

FOTOS RECEBIDAS ESTA SEMANA….

DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

DE JOINVILLE

DE SÃO GONÇALO

DE NITEROI

DE NOVA FRIBURGO

DE SALVADOR

DE SÃO PAULO

DE ITABORAI

DE DENVER

DA BARRA DA TIJUCA

DE SÃO LUIZ

DE BALTIMORE

DE NITEROI

DE FLORIANOPOLIS

DE RIBEIRÃO PRETO

DE ALAGOAS

DE NITEROI

DE SÃO GONÇALO

DE BARCELONA

DE SÃO PAULO

DE UBERLANDIA

DE RIO GRANDE

DE SÃO PAULO

DE FLORIANOPOLIS

DE BLUMENAL

DE RIO DE JANEIRO

DE BELO HORIZONTE

DE CABO FRIO

DE PRAGA

DE NITEROI

DE DUBLIN

DE TALLINN

DE EDIMBURGO

DE TEREZOPOLIS

DE PARIZ

 

Não via a hora de voltar para o quarto…

PACIENTE 150518-147

Tenho 29 anos, me casei com 24 anos com um bom partido, bonito, gostoso e bem empregado. Logo seu emprego foi o que me pregou uma peça. Ou ele trazia serviço pra casa, ou tinha que viajar a serviço. Sempre parceira dele, as vezes viajava com ele para fazer companhia, para poder transar com ele e para ele não procurar outras mulheres para transar. Tinha vez que tinha que me satisfazer sozinha, mesmo tendo viajado com ele. Até ai tudo bem, muitas mulheres e homens se satisfazem sozinhos. Comecei a sentir falta de um pau de verdade, viajamos para uma cidade paradisíaca, esperei ele chegar a tardinha, preparadinha pra receber muita rola dele, que tínhamos combinado no dia anterior. Depois que jantamos e ele foi tomar banho, esperei ele toda empolgada na cama, ele pediu desculpa e em seguida virou para o lado e dormiu cansado e nu. Com meus dedos arranquei vários gozos da minha buceta, olhando seu pau gostoso adormecido. Acordei sozinha na cama, fui tomar um banho pra acordar, ele já tinha ido visitar uns clientes. Depois de ler seu bilhete me desejando bom dia e dizendo que voltaria entre 19 ou 20 horas, para eu aproveitar o dia na piscina porque hoje ia fazer calor. Lá pelas 10h, peguei minhas coisas fui para a piscina do hotel. Não havia quase ninguém, apenas duas mulheres deitadas ao sol, do outro lado da piscina e um casal de uns 50 anos brincando e cuidando de uma netinha, que fiquei perto. Em um determinado tempo, notei aquele senhor me comendo com os olhos, sem chamar a atenção da sua mulher que estava cuidando da neta. Então direcionei minha bunda para ele, e passava óleo na bunda, escondida atrás dos óculos escuros, via ele me secando. Não via a hora de voltar para o quarto e me masturbar. Fui ao chuveirinho da rua para me refrescar e talvez aliviar o desejo de sexo. Passei por eles e o coroa só faltava babar me olhando. Resolvi esperar meu maridinho chegar para transar com ele. Mas a tarde encontrei o coroa novamente no corredor do hotel, com um sorriso estampado quando me viu. Ele perguntou se estava sozinha de férias. Com segundas intenções, disse que era casada e meu marido estava em outra cidade a serviço. Ele fez um elogio, dizendo que uma princesinha só podia ser casada. Agradeci e fui saindo, ele permanecia parado olhando para mina bunda, antes de entrar no meu apartamento, ele me deu um tchauzinho. Fiquei pensando em me entregar a ele, mas era muito difícil pra eu trair meu marido. Esta noite nós transamos, mas não foi o suficiente e ao amanhecer meu marido já estava na estrada para sua última visita. Sabia que tinha que me virar sem meu marido. Fiquei de olhares para o coroa, que percebeu meu interesse e me fez companhia até meu andar. Quando fomos nos separar para lados diferentes ele pediu para eu mostrar onde era meu apartamento. Depois de abrir a porta, fiz o convite para ele entrar e beber alguma coisa. Ele simplesmente esperou eu me virar de costas para me agarrar massageando meus peitos. Senti minha bucetinha implorar por um pau naquela hora. Meu vestido foi ao chão, me deixando só de calcinha. Me entreguei aquele macho, que me queria desde quando me viu. Logo estava sentindo o vigor daquele coroa me levando ao prazer máximo, esquecendo do meu marido por algum momento. Utilizo das viagens dele para me satisfazer com outros homens desconhecidos.