Mês: abril 2018

Respeito é reconhecer e admirar as diferenças do outro…

Uma das maiores frustrações do ser humano é gerada quando há uma obrigação de se encaixar em padrões que não funcionam . Na área dos relacionamentos, a nossa cultura, a sociedade e até a lei, dita que os relacionamentos monogâmicos devem ser o modelo seguido por todos. Mas tem gente que não se enquadra nesse modelo, por achar que o amor é um sentimento que não precisa ser limitado somente a uma pessoa – assim como amamos nossos pais, amigos, parentes, etc, ter uma relação de amor com somente uma pessoa parece ser algo injustificável. Por isso tem muitas pessoas que escolhem viver relacionamentos com uma abertura no qual os envolvidos têm a liberdade de se envolver com quantas pessoas tiverem vontade, sem que isso signifique que o amor por eles sentido seja de qualidade inferior .

Pode parecer loucura para vocês, mas a cada dia mais observo pessoas que decidiram viver modelos alternativos de relacionamentos, sempre em busca de sua felicidade e do que mais os completa. Não precisamos ir muito longe para encontrar alguém que tenha vivido um relacionamento fora dos moldes para obter um relato sincero de como é viver fora dos padrões .

Mas….

Antes de julgar, lembre-se que as pessoas têm direito de escolha individual e que o que é bom para você pode não ser bom para o outro.

Respeito é reconhecer e admirar as diferenças do outro.

“Senti o cheiro de seu perfume…”

SONHO OU PESADELO ???

Certo dia estava muito calor, fui ao mercado onde avistei de cara uma loirinha, cabelos longos, salto alto, saia rodada, e um corpo delicioso, não tive como não olhar muito menos encara-la. Entrei no mercado pensando naquela mulher, era muito linda continuei minhas compras e avistei de longe ela novamente, era visível os outros caras olhando para ela, mas minha decepção veio quando vi um outro cara abraçando ela, era seu marido.

Desanimei, e continuei minhas compras chegando na sessão de bebidas fui pegar uma cerveja e estava distraído quando vejo ao meu lado quem? Ela a loirinha de meus sonhos. Senti o cheiro de seu perfume, olhei em seus olhos como era linda, foi quando ela disse: Nossa como as cervejas estão caras! Respondi prontamente: verdade! Mas neste calor não tem como ficar sem nenhuma. Ganhei seu sorriso, onde ela respondeu tá calor demais, estou toda suada. Quando fui falar algo seu marido chegou quebrando o clima. Peguei minha cerveja e sai de lado, olhei para trás para ver aquele corpinho e reparei que ela ficou me encarando com certo sorriso malicioso achei que fosse bobeira.

Fui para o caixa pagar, cheguei ao carro estava carregando as compras, quando escuto uma voz doce, que grande seu carro! Sim era ela minha loirinha agradeci e perguntei cadê seu marido? Ela me disse que estava no carro esperando ela, que ela só tinha me vindo dar uma coisa. Nessa hora gelei, perguntei o que? Ela abriu a mão e me deu um papel com seu telefone, olha somos um casal liberal, fiquei louca de vontade de você, alto charmoso se estiver afim de algo sem compromisso e com sigilo me liga, sem dar tempo de dizer nada ela encostou a mão em meu rosto e me deu um selinho, se despedindo.

Ainda estava anestesiado e pensativo sobre a situação, já tinha ouvido falar de casal liberal, mas não acreditava que era verdade achava que nunca iria ver um.

Pois bem mandei whats para ela, onde conversamos e nos conhecemos melhor seu nome era Kelly, 24 aninhos casada há 3 anos com Mauro de 43 anos. Conversamos cerca de um mês para conseguir conciliar horário, em um sábado de manhã fui a casa deles, chegando lá subi até o apartamento onde fui recebido pela Kelly, que estava sozinha perguntei do marido ela disse que tinha ido resolver umas coisas.

Ela foi receptiva, estava apenas enrolada em um roupão, sentei no sofá ela perguntou se queria café disse que não, que o que eu queria era ela desde o dia do mercado ela respondeu que era toda minha então.

Puxei ela no meu colo, sentia o cheiro de mulher bem cuidada, beijei seu pescoço, sua boca, soltei o laço do roupão e por baixo não tinha nada, sua bocetinha estava tão molhada que seu liquido já tinha molhado minha perna.

Kelly se ajoelhou no chão, tirou minha calça e abocanhou minha pica dura e chupava gostoso, lambia, tentava encher sua boca com meu pau. Ficou como uma cadelinha de quatro mamando.

Foi minha vez de retribuir, deitei ela no sofá beijei seu corpo todo, pescoço, boca, ombro, peitinhos pequenos, barriga, virilha e bocetinha, toda depiladinha, rosada, suguei seu clitóris, lambi suave, até pegar um ritmo e ouvir ela em um gemido alto gozar, me pediu um beijo com gosto de sua bocetinha, me pediu para sentar no sofá de novo onde ela rapidamente veio por cima segurando em sua bunda redondinha ela se esfregava em meu pau, ela estava tão molhada que nesta brincadeira escorreguei para dentro dela, ela me deu um beijo e começou a rebolar, segurava firme em sua bunda e puxava de encontro a mim, ela era maravilhosa, como gostava de pau como cavalgava.

Ficamos assim uma meia hora, pedi para ela ficar de quatro encostei a cabecinha e senti ela engolir meu pau, com uma mão segurando seu cabelo e outra acariciando sua bunda, apertei e apertei muito, chamava ela de linda, princesa, e ela mandava eu foder, comer ela gostoso que ela ia me dar sempre daquele jeito, quanto mais eu metia mais ela gemia alto.

Deitei ela de frente para mim, abri suas pernas e meti, sentia meu pau entrar fundo dentro daquela bucetinha, foi quando ela anunciou o gozo no meu pau, senti sua bocetinha contrair mordendo meu pau, não parei de meter enquanto via a cara de prazer dos dois, para não perder o ritmo e socando ela gozou novamente. Estava com muito tesão, ela me beijava muito sua cara de excitada, me deixava louco aquela loirinha que alguns dias atrás eu só lambi com a testa estava metendo de verdade era minha naquele momento.

Voltei a meter nela,  entrei fundo chamava ela de tudo, era minha vez de esporrar sai de dentro da bucetinha dela ela veio de encontro com a boca, e soltei jatos de porra em sua garganta, sua cara e até seu cabelo acertei, quanta porra disse ela rimos.

Kelly disse que ia ao banho, me arrumei fiquei conversando com seu marido, que havia chegado, ele disse que era uma fantasia antiga esta mas nunca havia achado um cara que Kelly tivesse gostado, e quando ela me viu pediu que fosse eu o escolhido.

Agradeci a ele pela oportunidade e que eles ganharam um amigo.

Kelly saiu do banho e arrumou uma mesa com frutas e bebidas para nós.

Depois conversamos, demos risadas juntos.

Hoje fazem  meses deste sonho ou pesadelo que vivo…

“Fiquei parada, recuperando o fôlego…”

PACIENTE 1804.520

Marquei com minha amiga e quase que pontual ás 15:00 horas ela veio me pegar em casa para irmos visitar nosso amigo que foi operado essa semana. Chegamos na casa dele, conversamos um pouco e como já estava com visitas não demoramos e logo fomos dar uma caminhada no parque como havíamos combinado. Ameaçou chover, coisas de final de tarde aqui na região, resolvemos então nos recolher, passamos no mercado compramos algumas coisas para improvisar um café da tarde, e fomos para a casa dela.

Assuntos diversos o tempo todo, algumas indiretas e diretas, alguns olhares, já comuns entre nós. Entrei na casa dela, pedi licença, ela riu, dizendo que eu já era de casa. Falei sorrindo, “quer dizer que ate já posso abrir a geladeira sem pedir?”. Em meio a gargalhadas, ela foi ajeitando as coisas na cozinha e dizendo “você já pode muitas coisas…”. Emendei, “já posso escolher o canal da TV e invadir o quarto principal? agora?”. Ela simplesmente respondeu “pode”, perguntei, “pode o que? a TV ou o quarto?” Recebi como resposta, “os dois!”, e finalizei, “quero o quarto, vamos lá?” e fui puxando-a pela mão…
Saímos da cozinha, puxei seu braço contra o meu corpo, nos abraçando, virei, e demos um beijo suave, mas demorado. Ela foi tirando minha jaqueta e tirou a sua em seguida, colocou as duas em cima do sofá enquanto eu caminhava até o quarto. Ela me perguntou, “a sua bolsa…?!”. Eu paralisei, perdi o ar, virei pra ela, sorri e disse “pode deixar aí, saí de casa na pressa e… deixa ela aí!”. Ela sorriu de volta, vendo minha cara de sem graça, e continuou: “bom, você me deu coragem para comprar algo que eu sempre quis…”. Corei ainda mais na hora, mas abri um enorme sorriso, e a beijei, em meio a pedidos para me mostrar sua compra… Ela pegou no armário, tirei de sua mão, coloquei ao lado da cama, louca de tesão e voltei a beijar sua boca, cheia de desejo.

Fomos tirando nossos tênis, enquanto o beijo continuava e as mãos corriam pelo corpo, tirando nossas blusas. Nos aproximamos da cama, de pé, desci a boca para seu pescoço, passando pelos seus ombros, joguei seu cabelo de lado e continuei com os beijos, enquanto as mãos percorriam sua cintura, chegando até sua leggin, ameaçando tirá-la. A segurei pelo quadril, e a virei de costas para mim, continuei com os beijos, agora no ombro, de seu lado esquerdo. Abri um pouco suas pernas colocando uma das minhas entre elas, e fui fazendo com que seu corpo caísse na cama. Ela ficou apoiada nos cotovelos, aproveitei, e fui por cima dela, beijando parte de suas costas, e tirando sua leggin, ela levantou o quadril para facilitar, puxei mais seu quadril, e ajeitei suas pernas, fazendo com que ela ficasse quase de quatro. Desci as mãos por baixo dela, acariciando sua barriga, beijando seu quadril e tirando sua leggin bem devagar, enquanto beijava sua bunda e coxas. Tirei de uma vez sua calça, me ajoelhei por trás dela, passei meus braços pelas suas coxas, quase que a abraçando, e continuei a beijar sua bunda e seu quadril. Senti sua pele arrepiar, enquanto minhas mãos e minha boca a acariciava. Ela jogou o corpo na cama, se virando de frente pra mim, me puxando para beijar sua boca, e me convidando para um banho. Topei. Nos levantamos, ela pegou as toalhas no armário, enquanto eu tirava minha calça. Peguei de cima da cama sua “nova aquisição” e perguntei, “é a prova d` água? já testou?”. Ela riu, “é a prova d` água, mas ainda não testei!”. Tirei de dentro da embalagem e observei, uns 13cm, modelo de vibra tradicional, fino, parecia ter mais de uma velocidade, mais tarde descobri, três.

Fomos até o banheiro, no corredor. Jogou as toalhas sob o box e ligou o chuveiro, ajustando a temperatura, “água morna, por favor!”, eu pedi sorrindo. Ela se voltou para mim, me abraçando e me beijando. Tiramos nossos tops, e ela tirou minha calcinha, me empurrando contra a bancada na pia, abriu um pouco minhas pernas, ajeitei meu quadril, meio que sentando na beirada do balcão, com os braços apoiados para trás. Passou sua língua pela minha orelha, e foi descendo para o meu pescoço, me deixando ofegante, ainda antes de escorregar seus dedos entre minhas pernas. Me tirou um gemido, seguido de um suspiro dela, eu já estava encharcada. Joguei minha cabeça para trás e ela continuou com os beijos pelo meu pescoço. Enquanto uma de suas mãos provocava meu clitóris, a outra passeava pelas minhas costas, puxando meu corpo contra o dela. Quase sem ar, fechei minhas pernas, apertando sua mão entre elas, gemendo, e me levantei. De frente para ela, fui beijando sua boca, descendo rapidamente até seu pescoço, colo, chegando em seus seios, mordisquei um de seus mamilos, acariciei o outro com os dedos, e a boca foi até sua barriga, brincando com seu umbigo enquanto tirava sua calcinha. Fui com a língua até seu ventre e desci ainda mais, até entre suas pernas, com os braços em suas costas, fiz com que se arcasse um pouco para trás, e enfiei a língua entre suas pernas, sentindo sua umidade, e ouvindo um gemido. Subi novamente ate sua boca, e fomos para debaixo d` água.

Um beijo longo, calmo, mas cheio de desejo. Nossas mãos percorriam nossos corpos, que estavam colados. Me apoiei um pouco na parede, e a puxei quase para fora do chuveiro, deixando a água cair em suas costas enquanto beijava e acariciava seus seios. Ela esticou os braços, apoiando as mãos na parede, fiquei entre eles, enquanto beijava seu corpo. Dei leves mordidas em seus seios, e passei com as línguas em seus mamilos, puxando-os com os lábios cerrados. Passei com a língua por baixo deles, fazendo seus contornos, e repetindo os movimentos. Seus suspiros ficaram frequentes, assim como seu corpo inquieto. Desci a boca pela sua barriga, beijando cada parte, e acariciando suas costas com as mãos, cheguei com a boca em seu ventre, sentindo sua respiração ofegante, puxei seu corpo mais contra o meu, agarrando sua bunda, e fui com a língua entre suas pernas, afastando-as um pouco. Ela relaxou o corpo enquanto escorria na minha boca. Fiz movimentos devagar com a língua, provocando seu clitóris enquanto meus dedos a invadiam, abraçando suas coxas por trás. Um dedo entrou facilmente, tirando um gemido forte dela, enquanto rebolou devagar para se encaixar. Seu gosto e seu rebolado me tiraram do sério, coloquei mais um dedo dentro dela, repetindo o gemido e o movimento com o quadril. Manteve o apoio na parede só com um dos braços, e desceu com o outro para acariciar e puxar meu cabelo contra seu corpo, pedindo mais. Acelerei os movimentos com a língua, fazendo mais pressão, e intensifiquei as estocadas, não tirando os dedos, movimentando-os dentro dela. Ouvi seus gemidos aumentarem, seu corpo estremecer, e seu mel escorrer na minha boca. Sua respiração ficou ainda mais ofegante e senti seu corpo amolecer. Fui cessando os movimentos, devagar, até tirar os dedos de dentro dela, mais um vez, recebi uma “ajudinha” de seu quadril rebolando, e me levantei, enquanto a empurrava para debaixo d` água junto comigo. Nos abraçamos enquanto eu acariciava seu cabelo e beijava seu pescoço com os lábios.

Ela sorriu pra mim enquanto dizia “acho que preciso de um banho, gelado!” A Abracei mais forte contra meu corpo, olhei em seus olhos e falei, “ainda não…”. Abri o box, e peguei o novo amigo, ela ficou meio sem jeito, e riu. Voltei a abraçá-la, liguei, senti sua velocidade, e comecei a passar o vibra pelas suas costas. Ela riu, e senti seu corpo arrepiar, passou a beijar meus ombros, aumentei a velocidade, ela teve um arrepio assim que desci pelas suas costas e passei na sua bunda, entre suas nádegas, mordeu meu ombro, me tirando um suspiro, e sentindo meu corpo escorrer e amolecer. Me mantive firme, e escorreguei com ele para entre suas pernas, querendo quase penetrá-la, mas só provocando por enquanto. Seu corpo voltou a estremecer e a se movimentar conforme o ritmo das minhas mãos, querendo mais. Falei baixinho em seu ouvido “vem cá, se apoia como você estava antes.” Beijei seu rosto, nos aproximamos da parede e fui por trás dela, enquanto se apoiava na parede com os antebraços. Voltei a beijar suas costas, enquanto uma das mãos acariciava seus seios e a outra encontrava o meio de suas pernas, e voltava a provocá-la com o vibra. Ela rebolava, pedindo para ser penetrada, enquanto suspirava tencionada. Colei minhas pernas nas suas, para abrí-las, trazendo o vibra novamente para suas costas, ajeitando seu quadril, e a penetrando por trás, devagar, mas entrando de uma vez, já estava encharcada, senti a facilidade com que seu corpo o recebeu, e seu delicioso gemido. Fiz movimentos de entra e sai, acompanhando seu rebolado, e acariciava seus seios com a mão livre, meus lábios percorriam seus ombros. Senti seu corpo começar a estremecer, a ficar inquieto, peguei sua mão de apoio na parede, e desci junto da minha entre suas pernas, ela cessou a respiração. Entrelacei nossos dedos e comecei a acariciar seu clitóris, enquanto entrava e saia de dentro dela, movimentos rápidos, arrancando mais gemidos, e parando, fazendo bem devagar, quase saindo todo de dentro, e logo, invadindo mais uma vez. Percebi que ela estava bem à vontade, e tirei minha mão, deixando só a dela se tocando, ajeitei seu cabelo de lado, e coloquei a mão em seu rosto, virando contra o meu e dando um beijo, enquanto meus dedos melados seguravam seu rosto, próximo aos nossos lábios. Ela entendeu o recado, e logo chupou meu dedo, puxando-o de uma vez para dentro de sua boca, me tirando um gemido e me deixando sem ar. Comecei a brincar com os dedos em seus lábios enquanto acelerava os movimentos dentro dela. Não demorou e ela gozou novamente, estremecendo seu corpo, e se contraindo, gemeu, e cerrou os dentes, mordendo meu dedo que estava em seus lábios, abafando um gemido mais alto. Desliguei o vibra, e tirei devagar de dentro dela. Ela só disse, com uma voz cansada, “preciso deitar!”. Se virou contra mim, enquanto escorria a água do cabelo e me deu um beijo. Pegou a toalha e foi saindo, fiz o mesmo.

Ela se jogou na cama, sentei ao seu lado, e perguntei se queria algo da cozinha, eu precisava de pelo menos água Ela aceitou o mesmo. Fui até a cozinha, e voltei com dois copos, além das roupas que estavam no banheiro. Ela já estava sentada na cama, acho que um pouco recuperada. Entreguei sua água e me sentei ao seu lado. Ela me olhou, em meio aos goles de água, e falou “eu quero o mesmo, tem problema?” Quase engasguei, mas me contive, sorri, tentando disfarçar a quase surpresa, achei que já estava indo embora, e respondi sorrindo “claro que não!” Segurei seu rosto e demos um selinho. Acabamos com a água, ela pegou os copos e colocou no criado-mudo, dizendo “já que não tem problema, eu quero igual. vem cá!”. Me fez arregalar os olhos e puxar o ar, não conseguindo soltá-lo. Ela soltou as nossas toalhas e veio por cima de mim, beijando minha boca, e correndo ate os seios com a boca ávida. Arqueei meu corpo pra trás, e abri as pernas para ela se ajeitar seu corpo. Seguiu meus passos, e repetiu os mesmos movimentos que fiz em seus seios, me arrancando suspiros e gemidos. Deixou meu corpo completamente inquieto debaixo do dela. Minhas mãos agarravam o lençol, ela percebendo a inquietude, desceu a língua para minha barriga, parando em meu umbigo, e me olhando, nossos olhares se encontraram, não tirava o olho de seus movimentos. Voltou a abaixar a cabeça e desceu entre minhas pernas. Afastou elas ainda mais com as duas mãos, passou a língua pelas coxas, e encostou os lábios em meu clitóris, meu corpo vibrou, estremeceu, e gemi, de alivio, relaxando o corpo. Percorreu devagar, com a língua, meus grandes lábios, e clitóris, querendo me invadir, e me fazer escorrer ainda mais, conseguiu! Me provocou mais um pouco entre as pernas, com as mãos afastando minhas pernas, e subiu, até alcançar minha boca. Me falou baixinho no ouvido, “vira!”

Atendi seu pedido, e me virei de costas na cama. Ela pegou o vibra, e percorreu minhas costas com ele, fazendo meu quadril rebolar. Fiquei de quatro, e fui me aproximando devagar da parede, apoiando os braços, e erguendo o tronco, ” é assim que você quer?” perguntei. Ela não respondeu, senti sua respiração ofegante novamente, e seu corpo se aproximar do meu. Me abraçou em volto da cintura, puxando meu quadril de encontro ao seu corpo, colando toda em mim, sentindo seu calor e sua respiração perto do meu ouvido. Pegou novamente o vibra, me penetrando por trás, bem devagar, empinei meu quadril, e desci uma das mãos, dando uma ajeitada. Gemi, quando entrou, e voltei a me apoiar na parede, sua mão estava junto da minha. Segurei ela, e desci, entre minhas pernas. Me tocava, em meio aos seus dedos. Ela se movimentava lentamente dentro de mim, eu empurrava meu quadril contra seu corpo, e ela foi percebendo meu ritmo, devagar, mas fundo. Peguei sua mão, junto da minha, e trouxe até minha boca, chupando, lambendo, mordendo seus dedos, um a um. Ouvi um “ai…” sair da sua boca, que estava colada em meus ombros, e seus olhos curiosos me fitavam. Soltei sua mão, que ficou passeando pelos meus lábios, enquanto a minha desceu para meu clitóris, não queria mais segurar. Meu rebolado acelerou, assim como o ritmo da minha mão. Ela tirou os dedos da minha boca e voltou a se apoiar na parede, enquanto me penetrava mais rápido. Meu corpo estremeceu, não segurei mais os gemidos, e gozei, perdendo o ar, apoiando a cabeça na parede, deixando o corpo relaxar junto do dela.

Ela desligou o vibra, tirou devagar de dentro de mim, e se posicionou do meu lado. Fiquei parada, recuperando o fôlego, até me deitar, largando meu corpo na cama, ao seu lado. Fiquei deitada virada pra cima, e ela de lado, colocou seu braço em meu ventre, me acariciando. Sorri, olhei para ela, e demos um selinho. Ficamos mais um pouco deitadas, e sugeri comer alguma coisa, “ótima ideia” ela disse correndo para colocar uma roupa e se dirigindo até a cozinha. Peguei minhas roupas, e a segui.

Claro que eu topei o convite né…

PACIENTE 1804.421

Me chamo Marcela, tenho 22 anos e sempre fui muito safada e namoradeira desde novinha, meus namoros nunca duraram muito e eu sempre partia pra outra porque meu fraco é sexo e nunca consegui ficar mais de uma semana sem transar que eu ficava desesperada, subindo pelas paredes mesmo e na falta de um pau amigo eu tinha que me virar vendo filmes pornô e tocando uma siririca bem gostosa.

Quando eu vejo pornô sempre tenho preferência pelos filmes de homens mais velhos comendo garotas da minha idade, isso sempre me deixou louca e por mais que eu sempre namorasse caras da minha idade sempre fiquei curiosa pra pegar um coroa.

Na faculdade eu tenho um professor chamado Henrique, um cara de uns 45 anos, cabelos grisalhos, estilo nerd, com jeito bem tímido, todo sério e que é casado.

Eu sempre achei ele um tesão e notava os olhares safados que ele lançava para as alunas e um dia cismei com ele, cheguei até a me masturbar no banheiro da faculdade imaginando esse homem me fodendo.

A gente sempre trocava olhares safados também e um dia eu estava desesperada precisando de nota na matéria dele, acho que esqueci de contar que estudo direito e sou meio baladeira, então as vezes eu deixo de estudar pra curtir e eu na maior cara de pau fui ver o que dava pra fazer com minha nota ruim, mas ele foi bem curto e grosso dizendo que não poderia fazer nada por mim, que eu faltava muita aula e etc.

Fiquei possessa com aquilo e como sou cara de pau e bem safada eu fiquei imaginando algum plano de acabar com a arrogância do Henrique, então um dia fui pra aula vestida pra matar um, com uma blusinha de seda branca, uma sainha curta azul marinho que ficava bem justinha no meu bumbum arrebitado esculpido por 4 anos de academia e já vi os homens da minha sala ficarem loucos, só de saber o efeito que eu causo eu costumo ficar bem molhadinha de tesão.

O meu professor me olhou meio safado mas logo desviou o olhar, mas aquela noite ele não me escaparia e assim que acabou a aula fui para o estacionamento atrás dele e perguntei se não tinha nada que eu pudesse fazer para passar na matéria e meu professor perguntou se fingindo de desentendido o que eu estava querendo dizer com isso e eu disse que nada de mais, que só queria me livrar daquela matéria chata.

Então ele com cara de safado perguntou se eu não queria sair com ele na sexta depois da nossa aula pra um barzinho bem badalado aqui na cidade, mas disse que seria melhor eu ir no meu carro pra ninguém pensar besteira.

Claro que eu topei o convite né? e já fiquei molhada só de pensar na possibilidade dele dar em cima de mim e rolar algo, mas ao mesmo tempo fiquei muito nervosa porque nunca tinha trepado com um coroa.

Na sexta depois da aula segui o carro dele até o barzinho e lá estava rolando uma música ao vivo, pedimos tira-gosto e começamos a conversar sobre a faculdade e logo meu professor tava meio alegrinho pela bebida e ficou mais safadinho, perguntando seu eu tinha namorado e perguntou se eu já tinha me relacionado com um homem mais velho e perguntou o que eu acho disso.

Eu fiquei muito excitada e quanto mais a gente bebida mais a coisa ficava complicada então fui com ele para o carro e sem falar nada ele me tascou um beijo gostoso, enfiando a língua na minha boca, mordendo meus lábios, brincando com meus peitinhos durinhos enquanto me beijava e logo em seguida enfiando a mão por debaixo da minha saia até alcançar a minha calcinha ensopada de tesão por ele.

Eu também não fiquei para trás, coloquei a mão na calça social que ele usava e senti o pau dele duro como uma pedra e parecia ser enorme, fiquei bem nervosa com isso, e também com o fato de que toda hora alguém passava por ali e poderiam nós ver, então sugeri para o Henrique que a gente fosse pra outro lugar e ele me levou para um motel na saída da cidade.

Chegando lá ele já foi apressado tirando minhas roupas, chegou até a rasgar minha blusa um pouco e começou a apertar minha bunda e disse:

– Eu sempre senti o maior tesão por você sua puta, sempre notei você com sua cara de safada na minha aula e já bati altas punhetas pensando em você.
– Vou te mostrar o que é foder com um homem de verdade, vou comer sua buceta até você ficar toda assada.

E quanto mais ele falava mais eu ficava excitada e nervosa então ele tirou a camisa, tirou a calça e ficou de cueca branca com um baita volume grande querendo saltar e ele se aproximou da minha cara, fez eu beijar e lamber o pau dele por cima da cueca e colocou minha mão para eu masturbar ele por cima do tecido, então não aguentei muito tempo, coloquei pra fora e comecei a chupar com vontade, com urgência. Eu precisava sentir aquela rola pulsando na minha garganta e enquanto isso fazia carinho naquele sacão enorme dele que batia no meu queixo enquanto eu mamava meu professor.

Era uma delícia ouvir ele dizendo: – Tá gostando puta, chupa o pau do seu professor, chupa bem gostoso que eu vou dar uma gozada na sua boca já já.

Depois o Henrique me pegou pela cintura, me levou pra cama e começou a esfregar a cabeça da pica na entrada da minha buceta e no meu grelinho, me deixando louca e fazendo implorar pra ele me comer logo que eu já estava muito impaciente.

Ele então penetrou de uma vez só por cima de mim e me fez gemer gostoso feito uma puta de filme pornô enquanto ele dizia:

-Tá gostando do meu pau atolado na sua buceta sua puta?
Eu disse que sim, que adoro uma rola grossa metendo e nunca tinha trepado tão gostoso com alguém como tava sendo com ele.

Então ele disse que ia comer meu cu gostoso, me fez ficar de quatro e eu sofri pra dar pra esse homem, confesso que até desceram lágrimas de dor mas quanto mais eu pedia pra ele parar ele parece que ficava com mais tesão e metia mais forte no meu cu, que a essa altura já tava esfolado.

Ele metia e dizia que eu era uma vagabunda e que ele sabia como tratar garotas assim e que ia me lavar de porra e não demorou muito pra ele fazer isso. Ele botou a pica pra fora e jorrou porra pra cacete na minha cara inteira me deixando louca pra engolir aquela porra grossa todinha.

Depois de horas fodendo ele me levou de volta para o bar, peguei meu carro e fui pra casa, mas no outro dia recebi uma mensagem dele dizendo que eu era uma aluna esforçada e que iria dar um jeito na minha nota.

Eu já estou em outro período e não pego mais matéria com ele, mas até hoje quando encontro meu professor pelos corredores da faculdade eu faço de tudo para provocar ele e sempre que ele consegue dar uma desculpa em casa a gente saí para transar bem gostoso e assim foi como começou meu vício por homens mais velhos e se algum maduro se interessar por uma aventura sem compromisso é só entrar em contato comigo.

 

 

Estava totalmente paralisada…

PACIENTE 1804.408

Pra poder fazer minha faculdade de Arquitetura, ficou combinado que eu ia morar na casa do meu tio Vinícius irmão do meu pai, até que as coisas melhorassem e eu pudesse alugar alguma quitinete.Tio Vini era engenheiro civil, e mantinha fora da casa (no quintal) um escritório onde costumava fazer trabalhos extras à noite e nos finais de semana. Por eu necessitar fazer pesquisas e trabalhos meu tio me deu uma cópia da chave do escritório pra que eu pudesse usar o seu computador. Quase todos os dias na parte da manhã (só começava a estudar a tarde) e sozinha em casa, já que minha tia Maria também trabalhava fora, eu ia pro escritório. Mesmo não entendendo muito de computador acabei que descobri algumas pastas com vasto material pornográfico: Fotos e vídeos. Muitas fotos de sexo explicito e também muitos vídeos. Sempre que eu tinha tempo, escolhia um vídeo e ficava assistindo. Como já andava quase subindo pelas paredes, por falta de sexo com meu namorado que deixei na minha cidade, passei a me masturbar. Sempre usava saia sem calcinha. Enfiava o dedo na minha buceta e ficava socando até conseguir gozar. Certo dia acordei, e sem imaginar que meu tio estaria de folga no trabalho e que ele apenas tinha ido em algum lugar próximo de casa, foi pro escritório e por azar esqueci de trancar a porta pelo lado de dentro. Assistindo um vídeo com bastante putaria, logo foi me dando tesão e levantando um pouco a saia comecei a tocar uma siririca sem tirar os olhos do computador, onde um homem metia a pica na buceta de uma suposta adolescente. Mas, meu coração quase parou quando senti duas mãos apoiando sobre meus ombros… Só tive tempo de tirar minha mão do meio das minhas pernas.
– Tio??????
– Calma Sabrina… Está tudo bem!…
Estava totalmente paralisada, e ele foi descendo a alça da minha camiseta até que meus peitinhos (sem sutiã) ficaram aparecendo. Apalpou os dois e logo reclinou o corpo pra começar a chupar ao mesmo tempo que levava a mão pro meio das minhas pernas e começava a dedilhar na minha bucetinha.
– Não tio… Não…
– Só deixa eu te ajudar a chegar ao prazer… Deixa?
– Uuuuuhhhhh… Uuuuuhhhhh… Não posso tio… Não posso…
Ele ainda ficou um tempinho com seu dedo lá dentro da minha buceta, e tirou repentinamente.
– Quer que eu pare, é?…
– Não tio… Não… Estava gostoso… Continua…
Tio Vini trancou a porta, conferiu a cortina da janela e voltou tirando minha camiseta e em seguida minha saia, me deixando peladinha ali dentro do escritório. Comigo em pé e ele ajoelhado, me fez suspender uma das minhas pernas pra conseguir passar a língua na minha bucetinha que estava bastante molhadinha… Depois de me chamar de putinha ele me fez ficar de joelhos sobre a cadeira, com minha bunda virada pra ele, tirou sua bermuda ficando nu da cintura pra baixo e encostando seu pau duro deu uma estocada firme que só faltou entrar o seu saco na minha buceta.
– Aaaaiiii Tiiiioooooo… Aaaaaaaiiiii!!!!!
– Que bucetinha apertadinha a sua, hein Sabrina?
Foi só naquele momento é que fui perceber que meu namorado tinha um pau muito pequeno perto do cacetão do meu titio tarado.
– Cuidado tio… Cuidado pra não gozar dentro…
Mesmo com a cadeira balançando, tio Hugo deu várias socadas na minha buceta que rapidamente tive um orgasmo. Mandou que eu deitasse sobre a mesa, e com minhas pernas balançando no ar voltou a enfiar na minha buceta dando socadas fortes por vários minutos que tive mais um orgasmo antes dele tirar e gozar muito dentro de um cesto de lixo. Sentou na cadeira e me puxando pro seu colo mandou um beijo na minha boca me deixando totalmente sem ação.
– Nossa tio??!!!…
– Consegui de ajudar a ter o seu prazer?…
Imaginando que eu não poderia abrir mão daquele cacete gostoso do tio, eu mesmo lhe dei um beijo na boca.
– Ajudou muito tio… Adorei o que você fez comigo.
– Então, vai querer repetir?…
– Lógico… Mas vamos ter que tomar muito cuidado, né tio?…
– Pode deixar que vou dar um jeito.
No sábado a tarde, combinamos e sai de casa e fiquei esperando na porta de um cinema ele me pegar de carro. Foi a primeira vez que entrei em um motel, e a primeira vez de ficar deitada com um homem sem me preocupar em ser flagrada, como quando eu ficava na casa do meu namorado. Meu tio foi bastante carinhoso comigo: beijou-me muito, chupou meus peitinhos e o mais gostoso foi ele chupar minha buceta até me fazer ter um delicioso orgasmo. Eu que já tinha chupado o cacete do meu namorado, dei uma chupada caprichada na pica duro do meu tio que segurando minha cabeça me fez engolir todo o seu gozo… Pareceu ser muito mais gostoso do que a porra do meu namorado. Ficamos no motel por mais ou menos umas cinco horas, e ele me pegando de quatro sobre a cama meteu na minha buceta tão gostoso que tive mais dois orgasmos… Fiquei apaixonada pelo meu tio. Fui muitas vezes com meu tio no motel onde já até deixava ele meter na minha bundinha… Adorava. Mas, o melhor foi quando meu pai conseguiu alugar uma quitinete próxima a faculdade, onde tio Vinicius passou a me visitar pelo menos uma vez na semana.

 

Porém na verdade, eu o queria e queria muito…

PACIENTE 1804.310

Eu, Karita, tenho 22 anos, branquinha, 1,58m de altura, baixinha fogosa, 82 de busto e 92 de bunda, um corpo médio, cheio de curvas, bumbum empinado e com um belo par de coxas.

Havia um mês e 15 dias que eu e meu namorado não nos víamos, então me arrumei bem, estava linda e perfumada, saia de cintura alta até o joelho, sapato de bico fino e blusa social de botões.

Entrei no carro e ganhei um beijo molhado na boca e ele foi ao meu pescoço, enfiou a língua no meu ouvido e sentiu o meu cheiro, ou melhor o gosto do meu melzinho no pescoço. Ele ficou louco, me olhou nos olhos e eu vi a raiva, podia ver o que estava escrito na testa “ Me aguarde, você vai ver o seu quando chegar em casa”. Eu adoro isso, excitá-lo, fazê-lo perder o juízo em um lugar em que ele não pode fazer nada.

Enquanto ele dirigia tentou algumas vezes levantar minha saia, colocar a mão nas minhas pernas, no meu peito, mas eu fingia que não queria nada e tirava a mão dele só para deixa-lo mais louco de tesão.

Porém na verdade eu o queria e queria muito. Toda vez que ele tentava ficava torcendo para que conseguisse colocar a mão no lugar certo. Isso foi me deixando molhada.
Não esperamos chegar em casa, no elevador, eu comecei a abrir alguns botões da blusa, deixei a mostra o sutiã, deu pra ver que meu peito estava soltando de dentro dele. Não teve jeito, foi ali mesmo que ele passou a mão por debaixo da minha saia e ficou acariciando minha xaninha, eu estava encharcada de tanto tesão, quando tirou os dedos viu que eles estavam todo melados e chupo-os. ( No elevador, não tinha câmeras)
Entramos em casa, ele me virou contra a parede, levantou minha saia, me deu um tapa bem gostoso na bunda, ficou a marca da mão dele lá e me chupou,enfiou os dedos, lambeu meu cuzinho, eu não estava agüentando mais, minha pernas estavam moles.
Eu: Amor, para, ta bom, me coma.

Ele: Não era isso que você queria? não queria que ficasse louco pra de vontade pra te chupar? só vou parar quando eu cansar.
Ele estava lindamente excitado, me puxou pelo braço, me jogou no braço do sofá, para que eu ficasse de quatro pra ele e tirou minha calcinha. Botou o pau dele pra fora, roçou toda a xana.
– Eu: você não pode colocar sem camisinha.

Não adiantou nada falar, sem pena, enfiou todo o pau dele em mim de uma vez. Ao mesmo tempo que doeu, porque minha xaninha não via um pau a muito tempo, foi tão gostoso, eu gemi alto. Ele tapou minha boca:
-Gema baixo sua vadia gostosa

Começou a me fuder mais rápido e mais fundo, passava a mão no meu clitóris, eu gemia muito, já estava ficando seca, não aguentava mais, quando finalmente ele gozou. Ele foi pra cama todo melado e eu fui tomar banho. Devo ter demorado uns 10 min, eu já estava 100% recuperada, pronta para o 2º round.

Entrei no quarto, o encontrei do mesmo jeito. Abri o guarda roupa procurando camisinha e encontrei lubrificante KY. Era a minha vez de ganhar.
Subi na cama, fui até ele engatinhando e comecei a chupar aquele pau gostoso e grosso que ainda estava bem duro, mas sensível. Não quis saber, chupei sem pena, ele tentou me puxar pra fazer parar, continuei chupando até ver que ele não aguentava mais.

Sentei em cima dele e passando o pau dele por toda a xaninha, pelo grelinho, me masturbando, quando fiquei bem molhada, coloquei o lubrificante naquele pau duro e deitei em cima do meu macho. Era a vez do meu cuzinho

Fiquei esfregando a cabeça do pau no meu cuzinho e fiquei indo e voltando bem devagar forçando um pouquinho, até ficar bem relaxado e de repente entrou.
Meu namorado na hora estranhou, mas eu continuei, fiquei sentada em cima dele, com a pernas bem abertas para que pudesse ver o pau dele entrando e saindo. Comecei a cavalgar, estava muito gostoso, eu comecei a gemer, ele delirava com a cena. Ele abriu bem a minha bunda para atochar todo o pau dentro de mim, eu não deixei.
Continue bem devagar, queria deixar claro que era que mandava, ele estava ficando louco, queria me comer por inteira, as mãos se contorciam, eu permaneci naquele ritmo perturbador, bem lentamente. Até que eu não aguentei, sentei de vez naquele pau todo. Doeu, mas era gostoso. Aumentei o ritmo, eu queria gozar. Eu fiquei me masturbando enquanto aquele pau entrava e saia todo do meu cú.

Meu namorado não sabia o fazer, se apertava meu peito ou minha bunda. Eu rebolei muito em cima daquele pau, fazia entrar todo bem rápido, coloquei mais lubrificante, para ficar mais molhadinha. Depois de ver o estado de agonia do meu amorzinho, deixei ele ditar o ritmo, ele forçou para entrar mais ainda e devagar e profundo até que gozamos juntos.

Foi uma das melhores sensações que já senti na hora de uma boa metida gostosa.

AS FOTOS QUE RECEBI ESTA SEMANA…

COMBINAM…

QUAL O NOME DO “PATO” ???

NÃO ENTENDI O TEXTO….

QUE BOM QUE GOSTA DOS SITE… MANDE SUA HISTORIA.

CUIDADO…. ALGUNS “FUMOS” É CRIME…

GOSTEI… QUASE NÃO SE PERCEBE.

LEGAL…

ARRAIAL DO CABO….

MAGNIFICA…

O ÁLCOOL É UMA MERDA.

LINDA…

QUEM SABE UM DIA….

GOSTEI DA OUSADIA….

NOSSA….

GOSTEI.

ESTE FINAL DE SEMANA FOI QUENTE MESMO….

PRAIA DE SÃO FRANCISCO….

BUZIUS, MINHA CIDADE PREDILETA.

QUE LIBERDADE….

CABO FRIO, MAS QUENTE.

É COMPLICADO….

INTERESSANTE….

SENSUAL….

NADA COMO TOMAR UM BANHO….

QUE BOM….

ASSIM FICA MAIS FÁCIL…

QUAL A DUVIDA ??????

MASTURBAÇÃO INTERESSANTE….

PACIENTE 1804.351

MINHA EXPERIENCIA COM VOCÊ A MUITO TEMPO ATRÁS…

Meu nome é Jú, moro no rio de janeiro, sou uma mulher de 30 anos, branca, de cabelos loiros longos, seios médios, coxas e bundas grandes. Bem tratada, sempre com pés e mãos bem-feitas, sempre sou elogiada nas ruas, pois minha bunda realmente chama atenção. Meu marido é mais velho, tem 46 anos e estamos casados há 12 anos. Ele está em um projeto de um ano e meio em Macaé, retornando ao RJ toda sexta-feira à noite e voltando a Macaé no domingo à noite.

Sou uma mulher muito fogosa, porém sacanagem com meu marido só aos finais de semana não vem sendo suficiente para satisfazer toda minha necessidade. Para falar a verdade nos últimos anos nossa relação esfriou bastante e a idade parece estar pesando para ele.

Em um final de semana percebemos que ao usarmos a sauna Pedro se sentiu mal e comentou que depois resolveria. Uma terça feira dessas, estava com tesão aflorado e queria me exibir para posteriormente brincar com meu consolo. Coloquei um biquíni fio dental branca que foi totalmente engolida por minha bunda, um vestido vermelho na altura das coxas com tecido bem molinho e fui a portaria do condomínio verificar se o jornal havia chegado.

Lá chegando encontrei você, um homem moreno que apresenta as seguintes características: em torno de 60 anos, 1.80 cm de altura na faixa adequada do peso, sem bigode e cabelos grisalhos, que mora no condomínio, não é casado e é médico. Você me cumprimentou, todavia, reparei que deu uma secada na minha bunda.

Peguei o jornal e perguntei o que estava fazendo na portaria naquele dia e você me informou que estava tentando achar o endereço de uma pessoa que estava passando mal no condomínio. Brinquei com você e falei é bom que ganha salário de 2 cargos, ele sorriu e falou: quem me dera Jú, quem me dera e tornou a olhar minha bunda.

Você Igor era um senhor muito respeitador e religioso, todavia, naquele dia com a secada que você me deu surgiu a ideia de me exibir para o você. Ao voltar para casa lembrei-me do problema dos exames de meu marido, retirei minha tanga e retornei à portaria. Fui então até lá falar com você, que ainda estava lá, sobre os exames de meu marido que estavam todos tão alterados que o seu médico pediu para procurar um especialista urgente. Pois se permanecesse na sauna por mais de 20 minutos, poderia enfartar, você então perguntou se queria que desse uma olhada, confirmei que sim e você me informou que a tarde passaria para verificar.

Estava completamente molhada com a situação, eu peladinha debaixo daquele microvestido. Voltei para casa com a buceta babando pensando como fazer para enlouquecer o coroa. Depilei-me até a altura das coxas, deixei minha buceta com pelos bem aparadinhos. Coloquei “doura pelos” nas minhas coxas, braços e bunda, coloquei novamente minha tanguinha e fiquei me bronzeando.

Em seguida a campainha toca e ao atender percebi que você ficou desconcertado olhando para meu seio saindo nas laterais do biquíni. Até minha buceta que com o contraste da água com o branco do biquíni apresentava delicadamente minha rachadura e o contraste dos pelos aparados do meu capô de fusca. Pedi para entrar e fui à sua frente, descalça, expondo-me completamente para você e fui mostrar onde ficava a caixa com todos os exames ao lado da piscina.

Queria imaginar o que passava em sua cabeça ao ficar atrás de uma bunda tão carnuda e desnuda em sua frente. Apesar de ter a “certeza” que você não me cantaria, sabia que você poderia se excitar mesmo sendo religioso, mas casado. Falei com você que poderia ficar à vontade o levei a beira da piscina para que eu continuasse a tomar meu sol. Você agradeceu e reparei que você não conseguia parar de me comer com olhos.

Perguntei a você se queria beber uma cerveja e você falou que não, mas aceitaria uma água. Levantei coloquei meu chinelo de borracha que tem um salto que deixava minha bunda ainda mais empinada passei por você com um sorriso e fui buscar sua água. Dei a volta na cozinha para espiá-lo da janela da área, entre as cortinas e vi uma cena inacreditável, você atrás de mim com o pau duro. Era descomunal, muito grosso, parecia um recipiente de bom ar, com mais de 20 cm certamente, com veias grandes e uma cabeçorra brilhante que me deixou bamba. Nunca imaginei que aquele médico de mais de 60 anos poderia ter um mastro como aquele. Você excitado e verificava meu retorno na entrada da sala, peguei a garrafa e o copo e voltei a parte exterior da casa.

Quando voltei percebi que você se recompôs e estava realizando seu serviço normalmente, só não tinha como esconder um volume descomunal em sua calça. Fiquei meio zonza com a cena, pedi a você que interrompesse o serviço por um instante para beber sua água, fui andando em sua frente e abaixei meu corpo para colocar a garrafa e o copo na mesinha que fica ao lado da piscina e reparei que você deu uma ajeitada em seu caralho.

Após você terminar de ver todos os exames eu quis testar tudo isto pra ver se se era real. Ficamos conversando sobre muitas coisas, você ficou um pouco em pé e ajeitou novamente sua rola grossa na cueca, a sauna começou a esquentar e ficar com muito vapor, falei com você que poderíamos ligar a sauna a partir daquele momento.

Levantei para tomar uma ducha e como a sauna é pequena e estava bem enfumaçada passei por você e minha mão deu uma encostada no seu volume que estava mais quente que a sauna. Abri o chuveiro e a água caindo sobre meus seios deixando meus bicos bem duros e salientes. Percebi que você não tirava os olhos e falou caramba essa sauna esquenta muito, vou tomar uma ducha também e como a sauna era bem apertadinha e quando virei para aproveitei para roçar minha bunda em seu volume. Você então não se conteve botou o pau pra fora, me agarrou e esfregou com vontade em minha bunda.

Eu rebolei em seu pau e você gemeu que delicia Jú e foi apertando minha bunda puxando cada vez mais para o encontro.

Eu: “Seu puto pirocudo, pensa que eu não vi você por trás de mim?”

Você: “Jú, com uma bunda dessa não tem como não ficar assim. Perdi o controle e agora preciso resolver isso.”

Eu: “Não quero que me chame de Jú! Jú é só lá fora.”

Nisso você colocou seu pau entre minhas pernas e de tão grande chegou a passar de minhas pernas e eu comecei a massagear aquela cabeçorra enorme rebolando minha bunda de um lado para o outro em seu corpo enquanto você apertava meus seios e me beijava.

Você desceu já caindo de boca na minha bunda, colocou o biquíni de lado enfiando a língua com vontade, praticamente querendo arrombar meu cu com a língua. Já estava gemendo na sua língua, e você pediu para esperar, saiu desligou a sauna e quando retornou já me encontrou peladinha. Assim que virei, você viu minha bundona com aquela marquinha ficou louco tirou sua sunga colocando aquela vara pra fora, lambeu e deu uma molhadinha no meu cú, pediu para eu dar uma lambidinha em seu pau, aproveitei para dar uma lambida da cabeça até o saco, me virou, colocou a vara na portinha de meu cu lambuzado e foi empurrando devagar.

Quando a cabeça entrou você foi enfiando devagar, senti que minhas pregas não aguentariam. Quando meu cu engoliu tudo você ficou um tempo paradinho, observando minha marquinha e seu pau cravado em minha bunda. Sua rola dura estava totalmente atolada, a dor passou e o tesão tomou conta, você foi bombeando devagarzinho. Agarrando firme minha cintura, que aquilo era um sonho, que não queria acordar nunca. Você então começou a socar forte, eu já estava gozando quando senti um jato de porra no meu cu. Ouvi então quando você deu um urro de satisfação.

Você então foi falando:

– Deixa eu ser seu médico, deixa eu matar sua fome, só eu, sou um velho, mas dou conta do serviço.

A porra escorreu por minhas pernas e você começou a beijar e morder minha bunda.

Ainda na sauna, me recompondo da surra de pica que tinha levado fui tomar uma ducha e comentei.

Eu: Nossa, que loucura gente. Acho melhor o senhor ir agora.

Nisso o Dr. Igor veio, pegou um shampoo que deixo na sauna. Ele então jogou sobre meu cabelo e foi me ensaboando com suas mãos delicadas e me chupando.

Segurando minha enorme bunda, me chamando de gostosa, mordendo e beijando minha bunda. Você passou então a chupar meu grelinho. Gozei em sua língua e aquilo tudo me deixou tarada novamente. E quando pego naquela vara percebi que ela estava inacreditavelmente dura de novo.

Mamei aquele pau que quase não entrava em minha boca, lambia toda base e pedi para você sentar. Joguei shampoo na cabeçorra, apoiei as mãos em seu joelho e encaixei aquela tora na entrada da minha buceta. Fui largando meu corpo até minha buceta engolir todo aquele mastro. Você me segurando firme em minha cintura e eu subindo e descendo aquele bundão em sua pica.

Minha buceta estava completamente preenchida por sua pica, fiquei uns 10 minutos cavalgando. Quando você falou que iria gozar, saí de cima dele me ajoelhei e pedi porra. Você levantou e mandou um jato de porra na minha garganta, rosto, cabelo e peito.

Você me inundou de porra falando toma leite jujuzinha, toma gatinha, toma leite. Jujuzinha gatinha não pode ficar sem leitinho. Você me puxou para tomar um banho, chupando meu seio e me beijando. Você não deixava minha bunda em paz, me abraçava e enchia minha bunda de tapas. Você havia se viciado em minha bunda que já estava vermelha com as marcas de suas mãos.

Quando terminamos de tomar banho, falei que agora você tinha que ir. Coloquei novamente meu vestidinho vermelho sem nada por baixo e você sua roupa. Quando ia saindo ainda deu uma levantada em meu vestido, deu vários beijos e uma mordida na minha bundona. Me agarrando até a porta e com cara de pidão, pediu para voltar, que seria muito discreto. Você disse que não queria viver sem minha bunda, que estava a mais de 10 dias sem comer ninguém.

Me fiz de difícil, falei que pensaria e que assim que precisasse de algum “serviço” lhe avisaria. Voltei para casa saciada e perplexa com o que havia acontecido. Vi no espelho a marca de seus tapas e a mordida que havia dado. Ainda bem que no outro dia já havia saído. Já se passaram duas semanas e ainda não o vi novamente. Ontem (sábado) passamos por você (eu e meu marido) e surgiu essa conversa:

Dr. Igor: “Bom dia Pedro, bom dia Jú, tudo bem?”

Meu marido: “Tudo bem Dr.”, respondeu meu marido. A Jú falou que havia visto os meus exames. Obligado.

Você: “Ah foi sim Pedro.”

Meu marido: “E quanto fica?”

Você: “Nada não Pedro.”

Meu marido: “Próximo final de semana vá lá em casa faremos um churrasco”

Você: “Obrigado então, se precisar de alguma coisa é só falar.”

Meu marido mal sabia que o pagamento já tinha sido feito.

Meu marido comentou que esperava chegar com aquela idade com a disposição do Dr. Igor.

Pensei comigo mesmo que atualmente ele já não tem mais a disposição do Dr. Igor.

Acho que na próxima semana chamarei novamente Dr. Igor para um serviço extra…

OCORRIDO EM 1996….

Algum tempo atrás enquanto ainda trabalhava com empresa na área de planos de saúde, um serviço sempre envolvia atendimentos nas residências. Muitas vezes alguns em casa, (quase sempre mulheres).
Quem sempre ia comigo fazer os atendimentos era meu chefe, devido a confiança e como gostava de se achar por cima. Ele sempre gostava de falar de suas aventuras e como se dava bem, pois tinha esposa gostosa em casa e ainda comia a dos outros nas visitas de domiciliares.

O que sei que era verdade.
Meu chefe decidiu fazer instalações do sistema de atendimento na casa dele também, mais como ele teria outro serviço e achou a cliente gostosa, disse que iria fazer lá e só confiava em mim pra fazer serviço na casa dele.
Sei que ela é gostosa Igor, mais essa você vai ficar de fora, afinal eu sou o chefe.
Fiquei puto com aquilo de chefe e que eu teria de aceitar. Ele então me deu as chaves pois disse que a esposa ainda estaria dormindo quando eu fosse a sua casa.
Tranquilo vai lá chefe, vê o que consegue lá.
No dia seguinte fui fazer a instalação na casa dele.

Cheguei e como estava com as chaves fui entrando e para meu espanto me deparei com algo perfeito. A esposa do meu ”Chefe” dormindo só de calcinha na cama e com a parta de seu quarto meio aberta. Não resisti e até tirei uma foto amadora da gostosa. Logo comecei a trabalhar até que percebi ela acordando. Depois de alguns minutos Cris (esposa) veio até mim disse que estava indo para academia. Puta que pariu estava gostosa demais, deveria ter seus 30 anos, cabelo comprido e uma bunda que me deixou louco de tesão.
Ok sem problemas, o serviço aqui acho que vai dia todo.

Passados algumas horas ela já tinha voltado da academia e eu então fui até onde estava todo material e me deparo com Cristina só de calcinha. Já estava de pau duro de novo (pra ser pior moletom não esconde nada).
Derrubei uma chave caneta, ela fechou a porta e se trocou.
Mais depois de se trocar veio até mim e perguntou se queria um suco. Nessa hora ela percebeu como eu a vi… pois ela deu uma olhada na calça e viu todo volume. Ela disfarçou e foi até a cozinha.
Quando voltou decidi fazer tudo que André sempre fazia, investir nas pacientes. Tudo bem que isso poderia me custar o emprego… Mais como ele disse que estaria tentando comer outra cliente, achei que era uma boa hora para dar o troco.

“Cris, não entendi porque você está fazendo academia, você não precisa, está perfeita.
Ela riu e disse:
Obrigada, mas se não me cuidar vai que o André me troca por outra.
Que vontade deu de entregar ele, mais tudo bem não era isso que tinha em mente.
Duvido ele não é louco, uma mulher linda como você, só se for burro.
Desculpa Igor, mas vamos mudar de assunto, sabe que sou mulher de família, religiosa e não gosto disso.
Poderia até ser, mais ela ficou muito tempo tentando arrumar desculpas pra fixar olhando pro meu pau duro.
Me aproximei mais dela, peguei a mão dela e levei até meu pau, que estava latejando de tanto tesão.
Sente só como ele está, viu tamanho, talvez seja maior que o do André.
Ela então tirou a mão rapidinho.
Você está louco, não faz mais isso , se não vou contar para o André.

André já me tinha falado que já fazia mais de um mês que ele e a Cris não faziam nada. Ela estava com vontade eu sabia disso, então decidi insistir. Qualquer coisa eu entrava o André antes que ela ficasse brava demais.
Segurei ela nos braço puxei pra junto de mim pra fazer ela sentir minha pica fazendo pressão na bucetinha dela.
Não precisa ficar assim, eu vi como olhou pro meu pau, deixa te mostrar como se soltar um pouco. Se não gostar nunca mais nem piso aqui.
Tirei o pau para fora e coloquei na mão dela e ajudei ela a punhetar um pouco.
Sentiu com está latejando tudo por sua causa!
Tenho medo nunca fiz isso, mais estou com vontade, meio confusa, já faz um tempo que André não me procura.

Abaixo lentamente a blusa e começo a chupar aqueles peitos deliciosos. Ela começa a gemer a esquecer tudo que havia falado.
Tá gostando? Acho que quero chupar mais embaixo.
Não lá não posso, sempre achei errado.
Calma Cris, depois você diz. Mais deixa pelo menos uma vez prometo que vai gostar.
Fiz questão de passar um tempo chupando aquela buceta virgem de língua dar umas mordidas de leves.
Cris realmente nunca havia sido chupada e André nunca tentou porque ela gozou muito rápido.
Nossa Igor nunca senti isso André tentou algumas vezes mais nunca me forçou a fazer isso.
Agora minha vez, quero te ensinar como se deve chupar uma pau.

Logo ela já estava chupando como se fosse um sorvete com vontade.
Chupa as bolas também, e me olha passa língua na cabeça.
Perfeita já estava fazendo com muita vontade e prazer! Estava tão intenso que quase gozei antes de tudo acontecer.
Cris quero você louca de tesão, vamos para a cama.
Amarrei ela na cabeceira (bem de leve) entrei debaixo daquela buceta e passei a chupar gostoso. Passei então a enfiar um dedo no cuzinho, instintivamente ela começou a rebolar.
Nunca imaginei que isso era tão bom e esse dedos no cuzinhooo, ahhh.
Confesso que nesse momento ela descobriu que podia ser uma mulher de família, religiosa e tudo mais, mas mesmo assim poder sentir prazer.
Sai debaixo dela e passei a colocar o pau na porta da buceta e do cuzinho só pincelando. Ainda não queria meter, queria ela louca de vontade. Depois de brincar um pouco fui até a boca dela e disse que iria me aproveitar da situação.
Chupa bem gostoso safada, pois vou meter isso tudo na sua buceta.
Nessa hora olhou bem para mim e falou:

Mete seu filho da puta, come essa buceta com vontade que ela está precisando.
Não precisou falar de novo, soltei as mãos dela, deixei de quatro e passei a socar com vontade força. Sentia as bolas batendo em um ritmo forte e intenso, foi com tanta vontade e tesão que quase gozei. Então passei a brincar com os dedos dentro do cuzinho, aproveitando o tesão dela e aquela buceta toda melada.
Vou meter meu pau aqui agora.
Nãaaooo, aí não.
Antes dela dizer o segundo não já estava metendo
Só a cabecinha rsrs.
Fui devagar com jeito, queria que ela sentisse muito tesão, porque sabia que não iria fazer isso com Marido, mas iria me chamar outras vezes.
Está gostando, sente esse pau dentro de você.
Meti a mão na buceta dela, estava muito melada
Tô sim, isso é muito melhor do que eu imaginava.
Conforme ela sentia que ela estava relaxando eu intensificava, metia com mais vontade. Agora ela já não tinha mais nenhum problema, já aceitava tudo, só precisava uma coisa.
Cris, rebola gostoso, faz pressão nessa pica, esqueça tudo e seja bem puta para mim.
Seu cachorro, come essa puta vai, e como já vi em alguns videos. Bate na minha bunda, puxa cabelo, faz o que quiser.
Minha Puta gostosa, era tudo que queria ouvir vou encher você toda de porra.
Passei a dar tapa naquela bunda gostosa, puxar de leve o cabelo. Estávamos no auge do tesão, tudo era possível.
Vou gozar minha cadela, encher esse cuzinho de porra.

 

Nãaaaoooo!!!! Não!!!! Não!!!!! Não!!!!!!

Mas não pude conter….

SANTAS O VOSSO PERFIL ….

O perfil Sexual das SANTAS

Não são apenas os homens que possuem desejos sexuais mirabolantes e extravagantes.

As SANTAS também tem seus próprios fetiches e curtem, mesmo quando em pensamento, algum tipo de sacanagem.

A propósito, elas são experts em fantasiar situações apimentadas e têm sua cota de desejos sexuais para realizar.

Cerca de 79% das mulheres assumem abertamente que consomem produtos eróticos como livros, filmes e revistas, óleos, brinquedos e fantasias para apimentar a relação.

Então, antes de brincar de Christian Grey e Anastasia Steele (50 Tons), confira 8 curiosos e safadinhos fetiches femininos, que eles nem desconfiam passar pela cabeça delas.

PERFIL SEXUAL DAS SANTAS – PRIMEIRO CAPÍTULO

Strip-tease (92%)

O strip-tease é o maior desejo feminino.

Dançar pole dance, despindo-se ao ritmo de uma música sedutora, expor sua silhueta, rebolar e atiçar o desejo masculino são um dos grandes despertadores da libido feminina e eles adoram.

Toda SANTA adora ser desejada e ver seu homem babando por ela.

PERFIL SEXUAL DAS SANTAS – CAPÍTULO 02

Ser dominada (57%)

A ideia é aquele homem desejado pela SANTA levando ela para cama, de forma rápida, arrancando a roupa, beijando loucamente e de forma insaciável.

Isto nada tem a ver com violência, estupro ou atentado ao pudor.

Ao contrário, para se realizar este desejo a SANTA é quem dita as regras, mesmo na condição de submissa.

PERFIL SEXUAL DAS SANTAS – CAPÍTULO 03

Ménage a trois (12%)

Muitas SANTAS sonham em ter dois escravos sexuais ou mesmo “atletas” sexuais para usar e abusar.

A dupla penetração paira no ar da imaginação delas nesta hora.

Em outra instância, existe ainda a prática do ménage com outra mulher, seja observando seu homem se divertindo com a outra, ou mesmo elas se divertindo sendo observadas por ele.

PERFIL SEXUAL DAS SANTAS – CAPÍTULO 04

Ser a Dominadora (32%)

A melhor coisa que tem dentro desse desejo é a SANTA botar o homem (que se acha) de joelhos perante sua vontade.

Neste caso, homens que imploram ou que perdem o controle tornam-se muito excitantes.

Ser a chefe, a dona, a comandante ou a ditadora do prazer.

Vale amarrar o parceiro e castiga-lo por ser um menino levado.

Sentir o controle da situação através da devoção de seu parceiro.

PERFIL SEXUAL DAS SANTAS – CAPÍTULO 05.

Exibicionismo (68%)

Geralmente, a SANTA que aceita está muito segura com o seu corpo e com o seu parceiro.

É uma opção que sempre flutua na imaginação das SANTAS fazer parte de uma filmagem permitindo-se materializar muitas de suas fantasias.

Como a internet está cheia de exemplos que deram errado, importa o diálogo e o consentimento de ambos.

Muitas SANTAS tem ainda o desejo de serem fotografadas em posições e ou momentos sensuais.

Esta modalidade eleva a autoestima delas.

PERFIL SEXUAL DAS SANTAS – CAPÍTULO 06.

Uniformes de Trabalho  (28%)

Assim como alguns homens gostariam de ver as SANTAS vestidas de enfermeira, elas pensam o mesmo deles em um uniforme sexy.

Para elas, os uniformes e até os ternos, são bastante excitantes e atraentes.

Policiais, executivos, bombeiros, guerreiros.

Este desejo gira em torno do desejo de despir alguém de poder, status ou autoridade.

PERFIL SEXUAL DAS SANTAS – CAPÍTULO 07.

Lugares públicos (37%)

O risco e o frio na barriga ao se transar em lugares públicos são bastante motivadores para elas.

Transar dentro do carro, no elevador ou ainda no banheiro da casa de amigos e parentes, permite que elas superem as repressões sexuais históricas quebrando as regras e se divertindo muito.

PERFIL SEXUAL DAS SANTAS – Capítulo 08.

Sexo com estranhos (18%)

Há SANTAS que desejam o sexo com homens bonitos desconhecidos.

A proposta é simplesmente ter prazer e descobrir o que este “estranho” pode oferecer.

O desejo de fazer sexo com um desconhecido revela que, sem ter qualquer tipo de ligação com a pessoa, as SANTAS também podem ter prazer sexual.

Já descobriu qual o seu fetiche?

E o de sua parceria?

A oportunidade esta aí para apimentar a relação e experimentar novas fantasias que podem ganhar o gosto dos dois.

Permitam-se (se gostam) e bom divertimento!!

Só olho para você nem vejo a porta…

Imagem relacionada“(…) Enquanto estou dentro de você nem penso na porta

Só olho para você nem imagino abrir a porta, 

Porque não quero ver senão a você

Nem penso na porta.

De nada me serviria estar dentro de você

Pensando na porta e o outro lado…

Aquilo que não vejo.

Importo-me apenas com você em quem estou. 

Há beleza bastante em você aqui e não noutra parte qualquer.

Se há alguém além de você e do outro lada da porta, 

Esses que se preocupem com o que há para além de você na cama comigo(…)

PACIENTE 1804.321

Sou casada há seis anos. Quando nos casamos pensei que teria sido uma esposa perfeita. Estava, e na verdade ainda estou, profundamente apaixonada por meu marido. Se vocês estão se perguntando, como eu sou fisicamente. Bom só para ter uma ideia posso dizer que sou cerca de 1.70 cm de altura, meus cabelos são loiros, olhos castanhos, um nariz pequeno e empinado, lábios carnudos. De peito tenho uma terceira abundante e todo mundo fala que tenho uma bunda bonita. 

Tudo começou há uns cinco anos. Com meu marido as coisas estavam uma maravilha em todos os aspectos, tanto emocionais quanto físicos. Nosso relacionamento era lindo e especial e eu me sentia muito satisfeita com meu marido. Meu esposo disse-me que ele estava disposto a mudar de casa, porque ele achava que era hora de dar “grande passo” ou seja comprá-la, porque a gente morava em um apartamento alugado perto demais de seus pais.

Naquela noite não conseguia dormir, tão grande era a minha excitação e frenesi para procurar a casa dos meus sonhos. Fui tomar um banho e depois escolhi o que considerava ser a roupa apropriada para a ocasião. Eu não queria parecer uma dona de casa desesperada, nem uma mulher de carreira e como o clima estava bastante quente optei por algo mais leve. Uma T-shirt com decote em V e uma saia tubinho preta. Roupas íntimas combinada e meias auto-fixantes azuis (eu não suporto collant!) E saltos. Um vestígio de maquiagem para destacar os olhos, lábios brilhantes e embora para o lugar de encontro!

Cheguei na hora certa e na frente do portão, vi um homem alto e distinto com uma pasta na mão olhando ao redor. Aproximei-me dele e disse-lhe
“Bom dia, O senhor é o corretor da agência xxxx?
“Sim”, respondeu apertando minha mão.
“Bem! Eu sou Ms xxxx “disse, sorrindo e respondendo à sua saudação
“Eu vou lhe mostrar o apartamento”, o homem disse-me “depois dela”, acrescentou ele, mantendo o portão aberto.
Entrei pelo portão e o corretor avisou-me que infelizmente o elevador estava fora de serviço e a gente teria que subir três andares, pedindo desculpas pelo inconveniente.
“Não há problema”, eu disse, encaminhando-me em direção das escadas. Comecei subir com o corretor atrás de mim.
Enquanto eu subia os três andares tinha a sensação que seus olhos estavam fixando minha bunda.
Um pouco porque estando eu na frente dele, meu bumbum estava à altura dos seus olhos, um pouco porque eu andando tinha a tendência de rebolar, estava me sentindo observada e a coisa me deixava com um pouco de vergonha, mas não dei muita importância, até que a gente chegou na frente da porta do apartamento e o corretor abriu a porta, fazendo-me entrar.

O apartamento era melhor do que esperava vendo as fotos. O quarto era espaçoso e luminoso, com dois quartos igualmente grandes, um banheiro delicioso, muito bem cuidado, com um chuveiro e uma banheira de Hidromassagem. Realmente bonito.
Segui o corretor em várias salas, observando-as todas cuidadosamente e fazendo-lhe todas as perguntas que passaram por minha cabeça. Ele respondeu com calma e cortesia à todas minhas perguntas, me dando todas as explicações necessárias, enquanto estávamos na cozinha. Naquele momento, seu celular tocou e ele me disse de esperar por ele, educadamente, por um momento. Ele vai responder em outro quarto e me deixa sozinha, permitindo-me de dar uma olhada melhor à cozinha. Desde que estava mobilada, fui pega pela curiosidade de observar o conteúdo e a qualidade dos móveis, imaginando como seria morar ali.

Sem pensar, comecei a verificar tudo, abrindo e fechando praticamente todas as gavetas e as portas da cozinha, até que eu encontrei algo que atraiu incrivelmente minha curiosidade, uma porta com uma espécie de “gaveta escondida.” Tendo em conta que o agente ainda não havia retornado, sem pensar duas vezes, decidi abri-la. Mas para fazer isso, considerado que a roupa que tinha escolhido me impedia de me mover com facilidade, eu teve outra escolha que levantar a saia até o meio da coxa, a fim de chegar onde eu queria.

Enfiei-me dentro a porta do armário da cozinha, praticamente de quatro, com a cabeça dentro do armário e a bunda para cima. Tinha que fazer assim para chegar ao compartimento secreto e fui só quando cheguei a tocar na gaveta que me intrigou tanto que ouvi a voz do corretor de imóveis as minhas costas
“Senhora, tudo bem?”, me perguntou.

Como uma criança pega com as mãos no pote de biscoitos me afastei rapidamente. Eu toda envergonhada e virando a cabeça em direção dele, com o rosto vermelho, disse “sim, desculpe, eu estava apenas curiosa”. Naquele momento, eu nem percebi que estava ajoelhada na frente dele. Eu o vi me olhando de cima para baixo. Eu vi seu olhar fixo no decote da minha camisa, assistindo ao show que naquele momento eu estava involuntariamente oferecendo para ele, e que me fez corar de vergonha.

“Não Tem problema”, disse ele, sem tirar os olhos de meus seios.
Comecei a levantar-me e ele se aproximou, estendendo a mão, “Deixe que a ajudo”, disse.
Peguei sua mão e deixei que me ajudasse para me levantar, mas quando eu estava praticamente em pé, sem querer dei um passo em falso para a frente e cai nos braços dele. O corretor me segurou e por um segundo me abraçou, senti sua respiração no meu cabelo, meus seios pressionando contra seu peito e por um momento tive a sensação de sentir algo duro pressionando contra a minha barriga.

Afastei-me visivelmente constrangida e eu percebi que ele estava me olhando nos olhos, mas desta vez ele tinha um olhar completamente diferente do que antes.
Afastei-me dele. “Eu preciso ir ao banheiro, por favor”, falei.

Ele não pronunciou uma palavra. Fui para o banheiro, lavei o rosto e por um momento me olhei no espelho. Senti-me corar de vergonha pensando na situação absurda de que eu estava vivendo naquele momento, mas, ao mesmo tempo, pela primeira vez na minha vida eu gostei da idéia de provocar um homem desconhecido, pensando que nada nunca poderia acontecer com ele, e que a brincadeira logo acabaria.
Naquele momento eu ouvi o telefone tocando. Procurei-o na bolsa e respondi.
“Olá amor! Sim, a casa é bonita, espaçosa e luminosa. Sim, eu acho que nós estamos quase terminando, eu ainda tenho que ver algumas coisas e depois vou sair. Depois te ligo e conto tudo. Eu também te amo.”

Guardei o telefone celular na minha bolsa e encontrei-me de volta na frente do agente. Eu nem tinha percebido que ele tinha entrado no banheiro. Mais uma vez seus olhos no meu corpo. Novamente aquele olhar que estava me observando. Mais uma vez sinto aquele calor dentro de mim.
“A casa é muito linda”, eu disse ficando parada.
“Não só a casa”, disse ele olhando para mim.
Corei visivelmente ao ouvir essas palavras. “Nós ainda temos que falar da comissão”, disse ele.
Eu olhei para cima, encontrando seu olhar. “O senhor quer o três por cento, certo?”, Perguntei.
“Depende!”, Foi sua resposta.
“Depende do que?” Eu perguntei ingenuamente.
“Depende de você!” Foram suas palavras e enquanto falava, e o vi se aproximar de mim e parar a poucos centímetros do meu corpo.
“Eu não entendo”, disse cada vez mais envergonhada. Senti uma estranha sensação de calor que toma conta de mim e corei ainda mais quando percebi que entre as minhas coxas começava a sentir-me molhada e eu podia sentir meus mamilos empinados que mostraram-se contra o tecido da camisa.

“Que porra faz? Que intenções você tem? Como se atreve? “Eu gritei para ele, contorcendo-me e tentando me libertar das suas garras.
Ele não respondeu, apenas apoiou suas mãos nos meus ombros. Com força me empurrou para baixo. Eu tentei resistir, mas ele era definitivamente mais forte de mim e em alguns segundos fiquei agachada na frente dele. Com minha boca na altura do pau que estava aparecendo duro e grande abaixo das calças.

“Não se permita” eu disse, tentando mais uma vez de me libertar enquanto na verdade eu sentia uma sensação nova que estava se apossando de mim. Estava visivelmente animada e certamente não conseguia escondê-lo.
O homem na minha frente não falou nada. Ele apenas me olhava de cima ara baixo, como se fosse o dono da situação.
Calmamente soltou o cinto e desabotoou as calças, fazendo-as cair na metade das coxas, e dentro de um momento eu tinha diante dos meus olhos de um pau de carne duro como pedra.

“Agora, numa boa…”, ele sussurrou em um tom que parecia uma ordem.
“Você está louco!” Gritou contra ele, tentando de me libertar e foi nesse momento que eu senti sua mão na minha cabeça, os dedos no meu cabelo. Senti meu rosto empurrado em direção dele até que eu encontrei-me com a cabeça do seu cacete vermelha e inchada pressionada contra meus lábios.

“Chupa!” Ele falou com um sussurro quebrado pelo desejo.
“Mas que…” Tentei insultá-lo, enquanto apoiava minhas mãos sobre suas coxas para me afastar dele, mas eu não consegui terminar a frase que ele empurrou meu rosto contra ele e, ao mesmo tempo, a pélvis contra mim, de maneira que seu pau entrou tudo dentro da minha boca, grande, rígido, com a cabeça que tocava minha garganta, como se quisesse me sufocar.

Ele me agarrou pelo cabelo e começou a mover minha cabeça para frente e para atrás contra aquela vara de carne que estava violando minha boca. O safado estava me fodendo na boca, eu sentia aquele pau duro que entrava e saia esfregando apertado por meus lábios e por absurdo, me dei conta de que, em vez de subir em mim a raiva e a repulsa pelo que estava acontecendo comigo, eu me sentia mais e mais animada. Estava gostando de ser forçada a chupar aquele pau gostoso!

Meu marido, nunca tinha usado métodos tão rude comigo e eu sempre pensei que o homem deve ser galante mesmo na cama, mas, naquele momento, ter em frente este estranho que estava literalmente fodendo minha boca, sem restrição e sem pensar nas minhas necessidades ou nos meus desejos estava me fazendo derreter. Estava toda molhada pela excitação.

De repente, senti seu aperto em minha cabeça soltar. De repente, vi suas mãos levantando-se para tirar sua jaqueta.
“Uhmmmm simmm, você é fantástica!”, ouvi-o dizer.
“Chupa gostosa!”

Chupava aquele pedaço de carne com um prazer e uma energia inusuáis para mim. Sentia sua vara andar por meu paladar, deslizando sobre minha língua, minha xoxota abundantemente molhada, banhando completamente minha calcinha, meus mamilos tão duros de doer e me provocando pontadas de prazer, enquanto esfregavam contra meu sutiã ao ritmo da minha respiração.

De repente, perdi o controle completamente. Ouvi ele gemer enquanto trabalhava com os meus lábios em seu pau, eu o sentia cada vez mais duro na minha boca e era excitante para mim cada vez mais. Aumentei o ritmo dos meus movimentos, pegando com a mão suas bolas enchadas pelo prazer e começando a massageá-las, enquanto empurrava meu rosto na direção dele tentando engolir seu pau o máximo que pude, girando minha língua em torno de sua cabeça cada vez que entrava em minha boca.

Caralho! Sim Eu sentia suas palavras incoerentes para acompanhar o ritmo do meu boquete.

“Para, vou gozar!” Ele falou de repente. Afastei-me dele e olhei para ele de baixo para cima, com seu pau a poucos centímetros da minha boca. Percebi que estava ofegante pelo movimento de seu peito e por como ele manteve sua boca aberta em busca de ar.

Você é incrível, ele sussurrou. Ele estava prestes a afastar-se de mim, quando eu, sem nunca tirar os olhos dele, ainda massageando suas bolas enchadas, disse com um tom de voz que eu mesma não conhecia, nem parecia ser a minha:
Eu quero chupar sua alma. E dizer essas palavras de novo afundei meu rosto contra ele, massageando seu pau. Com a mão livre peguei seu pulso e levei sua mão na minha cabeça, fazendo-lhe entender que eu queria que fosse ele a ditar o ritmo.
O corretor, com a voz rompida pela emoção, disse: “Cachorra, você quer que foda sua boca?!”

Olhei em seus olhos a partir do fundo e eu só fiz um aceno com a cabeça. Ele não precisou ser dito duas vezes, agarrou minha cabeça com as duas mãos e começou a mover sua pélvis contra a minha boca em um ritmo frenético. Eu podia sentir sua cabeça tocar na parte de trás da garganta, senti que minha boca começava a doer, mas não queria parar.
Passaram mais alguns minutos e eu ouvi ele gemer como um touro, segurava minha cabeça com as duas mãos pressionado-a contra sua barriga, empurrando a cabeça do seu pau no fundo da minha garganta e de repente senti uma série interminável de jatos de porra quente inundar minha boca.
Continuei a acariciar suas bolas com uma mão e percebi que ele estava se esvaziando completamente em minha boca e a coisa quase estava me fazendo gozar. Eu engoli tudo, até a última gota de esperma enquanto ele respirava como um touro em busca de ar.
Ele tirou o pau da minha boca e com a língua terminei de limpar os resíduos de seu néctar.
Levantei-me e o vi guardar seu pau ainda duro nas cuecas e abotoar as calças. Quando estávamos, mais uma vez, cara a cara, ele me disse: “Você foi fantástica, o melhor boquete da minha vida.”
Naquele momento eu me sentia, estranhamente, uma puta. Me aproximei dele e esfregando de propósito minha bunda contra seu pau e sussurrando: “Amei este apartamento, mas eu quero vê-lo novamente. Talvez com mais tempo.”

Não lhe dei tempo para responder. Peguei minhas coisas e saí puxando a porta e deixando-o ali onde ele estava. No caminho de casa eu pensei em meu marido. Uma punhalada, como uma flecha, partiu do meu estômago e explodiu na minha barriga, fazendo-me molhar as calcinhas em pensar sobre o que tinha acontecido naquela tarde. Eu estava animada como nunca antes em toda a minha vida.

PACIENTE 1804.300


Já conversava com um amigo que vou chamar de Renato, já tinha um ano mais ou menos, conversava de vários assuntos, ele falava da noiva dele e eu de meu namorado e outros vários assuntos.

Uma certa noite, a conversa ficou um pouco picante, não me lembro o que falávamos até chegar no assunto sexo e por ai foi. Aquela conversa me deixou com muito tesão e como eu estava de férias tomei coragem de ir atrás do que eu queria.

Rodrigo estava de férias também, meu namorado trabalhando e a noiva dele também então chamei ele no whatsapp e perguntei se ele iria fazer algo, pois eu estaria passando perto de onde ele mora. Na hora ele disse que não faria nada, antes das 18:00 horas, combinamos, tomei aquele banho, coloquei uma calça legging uma blusinha, peguei minhas chaves e entrei no carro já louca para ficar com ele, minha intenção era só beijar aquele homem maduro e lindo.

Cheguei no local combinado, uma praça perto da casa dele, ele entrou em meu carro e começamos a conversar. Conversa vai e conversa vem até que eu o beijei. 

Beijamo-nos por uns dez minutos e ele beijava bem e me deixava com um fogo. Tudo ia subindo aquele calor até que passou uma pessoa perto do carro e nos assustamos então ele disse que seria melhor irmos para outro lugar para não correr risco de pessoas, nos reconhecerem.

Liguei o carro e saímos, entramos na radial leste e cheguei em frente um motel chamado SPA, ele falou para entrar lá mesmo e que poderíamos nos beijar mais tranquilo, fiquei com medo e acho que ele percebeu em meu rosto mas mesmo assim entramos.

Estacionei o carro, descemos e entramos no quarto, um quarto simples, mas bem limpinho e bem arrumadinho. Rodrigo se aproximou me segurou pela cintura e me puxou para encostar mais em seu corpo e começamos a nos beijar novamente, aquele beijo me fez até esquecer-se de onde eu estava, senti seu pau ficando duro dentro de sua calça mas ele me respeitava, suas mãos ficavam somente em minha cintura e as vezes escorregava para meu bumbum depois voltava.

Passei minha mão em seu pau por cima da calça senti ele super duro, mas não dava para saber o tamanho e com aquela curiosidade abri seu zíper e coloquei ele para fora, era grande, tinha uns 18 centímetros mais ou menos e grosso, comecei a punhetar.

Ele pegou em meus peitos e começou a apertar, acariciar colocou sua mão por baixo de minha blusinha e fui me empolgando, tirei sua camiseta e ele tirou minha blusinha, abriu meu sutiã e começou a chupar meus seios dando mordidinhas nos biquinhos, estava um tesão incontrolável.

Comecei a beijar seu peitoral e fui descendo para sua barriga, abri sua calça abaixando e deixando ele pelado. Então agarrei seu pau com o rosto perto e olhei para ele que pediu para dar um beijinho no seu pau e assim o fiz. O beijei bem no meio dele olhando para o safado que delirava de tesão, dei um beijo na cabecinha e não resisti, coloquei ele em minha boca. Eu chupava lentamente e comecei a acelerar deixando cheio de tesão, coloquei ele todinho dentro de minha boca sentindo ele encostar na minha garganta.

Me levantei ele me jogou na cama, arrancou minha calça e calcinha ferozmente, estava louco e eu doida para sentir ele em mim. Eu abri minhas pernas e ele caiu de boca em minha boceta, me chupou, me lambeu gozei em sua boca então empurrei ele na cama e subi em cima dele. Então coloquei aquele pau gostoso em minha bucetinha, fui colocando devagarinho entrava e doía por causa do tamanho mas estava gostoso quando entrou tudo comecei a rebolar em seu pau.

Ele ia a loucura então comecei a subir e descer, gozei na hora ele me chamava de gostosa. Ele me dava uns tapinhas em meu rosto e dizia que iria deixar uma marca pro corno do meu namorado. Isso me enchia de tesão e gozei novamente logo depois veio aquele liquido gostoso. Ele gozou dentro de minha boceta enchendo ela de porra quente.

Deitei ao seu lado sem folego e ficamos nos beijando, me levantei depois de um tempinho e fui tomar banho. Tomei um banho gostoso e ela então foi logo depois.

Fiquei deitada de lado coberta com lençol e comecei a pensar no que eu tinha feito. Eu pensei em meu namorado e fiquei triste com o que eu tinha feito até que ele saiu do chuveiro. Ele então se deitou atrás de mim e começou a me acariciar, eu estava arrependida e não queria mais nada. Porém ele era muito cavalheiro não forçou nada, ficou me acariciando e me elogiando.

Fazia um carinho gostoso que me deixava toda arrepiada, até que começamos a nos beijar deitados de conchinha. Senti seu pau esfregando em meu bumbum, já estava duro e pronto então abri um pouco minhas pernas. O safado começou a colocar em minha bucetinha vindo por trás. O caralho entrava só a cabecinha de repente entrava um pouco mais eu me masturbava enquanto ele fazia isso. Eu gozei na cabecinha de seu pau, então resolvi fazer algo que nunca tinha feito.

Peguei seu pau e coloquei na portinha de meu cu, olhei para ele e disse que nunca tinha feito. Então ele colocou uma camisinha e foi colocando bem devagarzinho com minha mão ajudando. Eu estava sentindo muita dor mas estava gostoso e ele não colocava tudo. Ele empurrava só um pouquinho e ficava no vai e vem só colocando um pedacinho.

Derrepente nos viramos, fiquei de quatro e ele foi colocando em meu cuzinho até colocar tudo. Na hora doeu muito mas vi o tesão que ele estava, ele urrava de tesão e eu gritava de dor. Ele começou a aumentar a velocidade indo bem rápido e senti aquele quentinho dentro de meu cuzinho. Ele tirou o pau, tirou a camisinha e ficou limpando e esfregando na porta do meu cuzinho. Eu me deitei sentindo muita dor e ele percebeu então ficou me acariciando, me beijando para fazer eu relaxar.

Tomamos um banho e fomos embora, deixei ele no metro patriarca e fui para casa relaxada mas com dor em meu cuzinho…

AS FOTOS DOS E-MAILS RECEBIDOS ESTA SEMANA….

FICOU LINDA, MARCELE….

SEU RELATO FICOU ESTRANHO FATIMA, RELEIA E QUEM SABE….

FICOU LINDA NA FOTO IVONE, BARRA DE MARICA NESTA ÉPOCA E DEMAIS…

CRISTINE, SEU NAMORADO SABE O QUE ME DISSE ?????

GOSTOU DESTE RELATO MARIA ??? HÁ CENTENAS DELES.

KARLA, FILHO PODE….

O QUE EU MAIS GOSTO EM VOCÊS ANA E IZABELLE É QUE NÃO É UMA BELEZA E SIM DUAS….

SE GOSTEI DA FOTO ANTERIOR BEATRIZ … IMAGINE AGORA O QUE SINTO.

LINDO BABY DOLL ROSANGELA….

AGORA POSSO ENTENDER O QUE TANTO ME DISSE (ESCREVEU) DEBORA…

OK… INEZ

VOCÊ CONSEGUIU ME CONVENCER LIETE…

PERFEITA LUIZA…

NÃO ENTENDI VERONICA… PODE ME EXPLICAR….

QUEM SABE UM DIA ROBERTA…

A MAQUIAGEM, COLAR, ACHO QUE COM O VESTIDO IRA FICAR MELHOR MARLENE…

 

MÃE E FILHA A TEORIA…

Sempre achei as relações entre mulheres um tanto ‘complicadinhas’. Não quero falar de maneira generalizada, mas de certa forma até a ciência generaliza para explicar, que o fato tem que se repetir para ser estudado.

Não entendo porque as mulheres ‘parecem’ que competem entre si. E ai, não é difícil se afirmar que mãe de filho é diferente de mãe de filha.

Eis que me caiu nas mãos um livro que devorei como se fosse uma fruta madura. Estou falando do livro: *Mães-filhas – Uma Relação a Três – Eliacheff, Caroline; Heinich, Nathalie.

O pano de fundo são as relações mães e filhas, que as autoras se utilizam da ficção, filmes ou romances franceses, como suporte das teorias abordadas.

O título do livro já revela que essa relação mãe-filha constitui uma demonstração clara de que a fórmula 1 + 1 só pode ser verdadeira, se e somente se, o resultado da operação for igual a 3. Uauh!!! Matematicamente isso é um absurdo! Mas, somente entenderemos essa fórmula se abandonamos o raciocínio cartesiano e nos permitirmos abrir nossa mente para o fato de que nas relações interpessoais não há precisão demonstrável, como 1 + 1 = 2. Partindo da premissa, que 1 + 1 = 3. Pergunta-se: Quem é esse terceiro? Resposta: O pai. Que se fará sempre representar como ausente, como excluído, como lugar, ou ainda esse terceiro poderá ser mãe.

De qualquer forma o que ficou claro, para mim, é que filho é a resultante de uma soma estranha. Pois na psique deste filho haverá sempre esta fórmula, que estará sempre estruturada, e os ‘lugares’ existirão ocupado ou não.

Nesta relação mãe-filha, segundo as autoras, é observada quatro tipos possíveis de estrutura:

1) Pai/filha – o excluído é a mãe.

2) Quando a posição de mulher está misturada com a mãe – o excluído é o lugar do outro na relação sexual.

3) Mãe/filha – o excluído é o pai.

4) Quando a mulher é mais mulher que mãe – o excluído é a filha.

Pude ver e constatar pela leitura que a relação mãe-filha está muito longe da versão romanceada que se tem atrelada em frases como: Mãe é mãe! Mãe não se engana! Amor de mãe não tem igual! E por ai vai. São frases superficiais, que não traduzem toda a densidade dessa relação.

Ao mesmo tempo essa relação será norteada pela vida toda. Adulta, a criança quando for mãe, usará as referências e identificações que foram a ela oportunizadas. É extremamente necessário que essa relação não seja fechada em si. Há de se especificar o lugar do terceiro que geralmente é o pai. Esse ‘pai’ poderá ser o pai biológico, poderá ser outra pessoa, inclusive do mesmo sexo no caso e uma relação homossexual. E esse lugar como é da ordem do inconsciente será nomeado pela filha (o). O que me permite inferir que só ao filho cabe sentir quem é seu pai. Pois o papel desse terceiro a quem chamamos de ‘pai’ é:

1) O de um separador.

2) Diferenciador – evitando a confusão das identidades

3) Mediador – impedindo a dominação de uma pessoa sobre a outra (mãe/filha; filha/mãe).

As histórias de mãe e filha são geralmente como umlooping, repetem-se de geração pra geração sem que se tome consciência de todo comportamento repetitivo. Uma postura muito difícil, pois para a filha além do apego ao objeto (a mãe), há uma identificação ao objeto investido de libido. A identificação para as mulheres: tem de se confrontar com a necessidade paradoxal de se separar da mãe e se identificar com ela.

Após minha leitura, constato que minhas observações em dizer que as relações entre as mulheres são complicadas, são de fato comprovadas partindo de tudo que foi exposto.

Os conflitos, numa relação não são em si mesmos negativos, desde que permitam fazer evoluir a relação, pensá-la, falá-la, em vez de sofrê-la ou idealizá-la.

*Sinopse: Como se operam a transmissão dos papéis e a construção das identidades, de geração em geração.
Talvez os homens não saibam, mas o tema sobre o qual a maioria das mulheres prefere conversar entre si não são eles, mas a mãe delas.
Com efeito, embora nem todas as mulheres se tornem mães e nem todas as mães tenham filhas, todas têm uma mãe. Indagar sobre a relação mãe-filha é portanto a sina comum a todas. É também a dos homens, implicados, quer queiram, quer não, nessa relação.
A partir de casos tomados da ficção ( romances e filmes), Caroline Eliacheff e Nathalie Heinich reconstituem o leque de todas as relações possíveis, mostrando como se operam a transmissão dos papéis e a construção das identidades, de geração a geração.

A RELAÇÃO A TRÊS

FOTO TIRADA DO FACEBOOK

Um relacionamento amoroso a três é possível? Para Klinger, Paula e Angélica sim! Eles até criaram uma página no Facebook, mostrando o dia a dia de um ” Casal de três’, ou “trisal” como eles gostam de chamar a relação entre 3 pessoas.

Esse ‘novo casal’ porque Paula era amiga da irmã de Klinger. Conheceram-se e começaram a namorar, foram morar juntos, até que Paula, por sua vez, conheceu Angélica, via internet e a levou para relação.

“Senti que elas tinham muitas coisas em comum e se gostavam muito e eu me senti bem”, comenta Klinger ao jornal Repórter MT. “Além disso, as duas são lindas”. Depois de tempo juntos, nenhum deles se vê fora do triângulo amoroso. O trio afirma que “é feliz” e que o relacionamento amoroso atípico “dá certo”. “Sim. É diferente sim. Para a gente é normal. Mas entendemos que pra sociedade como um todo não é”, completou Klinger ao jornal.

Eles fazem tudo junto. 

Na página deles no Facebook “Poliamor “Trisal” Angélica, Paulinha & Klinger”“, o trio faz questão de mistificar o tema e mostra que faz tudo junto: cinema, almoço com familiares, chope com amigos, sexo e conversas…
Os adeptos do poliamor afirmam que as relações são éticas e responsáveis e não têm nada a ver com traição. Além disso já existem pesquisadores estudando o assunto e legisladores mudando pactos sociais, para que casamentos deste tipo possam ser reconhecidos formalmente, assim como filhos que possam nascer nestes núcleos.

IZABELLE (S) FINAL

IGOR

Em um momento de pura lucidez percebi que tudo tinha que terminar…

Não que antes eu não fosse lúcido,

mas o nossos momentos me deixavam viver na fantasia,

seus olhares me faziam satisfeito e seus corpos e prazeres me levavam à loucura.

Pensei muito em nós três e vi

que tudo tinha que terminar

de uma forma clara e sem sequelas,

conseguindo atingir a maturidade de uma decisão.

E agora somos eu e vocês, “NORMAIS”..

IZABELLE FILHA

IZABELLE MÃE

IZABELLE (S) FASE IX

A PEDIDO DA FILHA

IZABELLE MÃE

  

A minha sogra era uma mulher linda. Depois de um certo tempo, sempre me chamou de amigo e tinha um “carinho” muito grande por mim. Andava em toda cidade, nos shoppings, clubes, etc. Me considerava como um “amigo” verdade.

Eu a filha dela, fizemos sexo loucamente, com muitas fantasias…

A minha casa atinha 2 quartos que ficavam na parte superior. Uma noite, depois de tomarmos muitas caipirinhas, resolvemos fuder no colchonete, na sala, no primeiro piso. Isso já passava da meia noite e a minha sogra já estava dormindo. Ficamos nús e ela começou a engolir minha pica e eu chupando a buceta dela… aí do nada, minha namorada me pediu para chamá-la pelo nome, eu não entendi nada… fiquei surpreso… e ela começou a me chamar de Igor … me chupa… tira o meu tesão… aí a minha namorada abriu o jogo para mim: disse que o sonho dela era ver eu fudendo a sua mãe … acabando com a abstinência dela por mim… ia ficar só olhando… logo vi que ela já havia falado da gente anteriormente.

IZABELE FILHA

Subimos ao quarto e abrimos a porta… a minha sogra estava só de camisola e calcinha… a minha namorada mandou que eu fizesse massagem no pescoço dela e eu comecei a fazer e ela não esboçou nenhuma reação… enquanto isso, a minha namorada estava em pé com a porta entreaberta se masturbando… aí eu fui arriando a camisola e massageando o pescoço, as costas e tirei a roupa toda deixando-a só de calcinha… retirei sua calcinha e comecei a chupar seu cuzinho, enfiando toda a minha língua e aí notei que ela se estremeceu toda, empinando a bundinha… não resisti e botei a pica pra fora, peguei um creme e enfiei a cabecinha devagarzinho… a mulher começou a gemer falando: enfia, enfia tudinho na sua sogra … eu forcei a entrada mas estava muito apertado… virei ela de lado e comecei a chupar sua bocetinha… aí ela acordou de vez e agarrando meu pescoço, me beijou longamente na boca me chamando de meu amor… que sempre teve muito tesão em mim desde cedo, mas que nunca teve coragem de se abrir… que tinha tocado muita siririca pensando em mim… e que eu era o homem que iria acabar com sua abstinência… eu meti na sua buceta com força e ela soltou um grito de dor e prazer… nisso, sua filha entra e diz que quer participar… enquanto eu metia a pica na bucetinha da sogra, ela chupava a buceta da filha que beijava a minha boca… nós três gozamos ao mesmo tempo e foi uma gritaria louca de nós três juntos… dali em diante, toda noite, sem excessão nós três fundíamos alucinadamente… eu, minha namorada e minha sogra…

IZABELLES (S) FASE VIII

O VÍDEO DO CELULAR.

Um dia viajei com minha namorada e sua mãe, eu levantei para beber água e percebi um estranho gemidinho bem fraco vindo do quarto onde estava minha sogra. Para minha sorte a porta estava com uma pequena abertura e pude vê-la se masturbando vendo um vídeo no celular. Pela posição da cama dela eu consegui ver parte do vídeo, e fiquei muito apavorado com aquilo. No vídeo eu estava fazendo sexo com a minha namorada, ou seja, com a filha dela. Fiquei gelado e imaginando como ela tinha conseguido gravar aquilo. Na hora fiquei sem reação alguma e com medo da filha dela ver aquilo e achar que eu era o culpado. Com aquilo na mente, voltei para o meu quarto e resolvi ficar quieto.