PACIENTE 261020.2

Fomos eu e meu corninho para uma festa num clube em um sábado a noite, dessas festas onde se cobra um valor e a bebida e comida são liberados.

Me arrumei toda, vestido justo no corpo até a altura dos joelhos, com um decote em V que destacavam bem o volume dos meus seios na frente e as costas nua até a altura da cintura, coloquei uma calcinha bem pequena, salto alto e perfumada fiquei pronta. O corninho incentivador me olhou e disse ” vestida para matar ” e fomos embora. Chegamos ao clube, a festa era num salão, e as mesas com lugares para 8 pessoas tinham vários conhecidos na festa, estavam arrumadas nas laterais do salão para que no meio ficasse espaço para dançar.

Meu corninho nunca gostou muito de dançar, mais não se importava que eu dançasse com outras pessoas enquanto ele ficava bebendo e as vezes bêbado. Nos acomodamos em uma mesa no fundo do salão onde já tinha uma família de uma amiga nossa , estava o tio q era chamado de baixinho, a esposa , filha, genro, e 2 garotos filhos do casal .Sentamos , cumprimentamos e fomos nos servindo, comecei tomando vinho , e ficamos em uma conversa descontraída com os outros ocupantes da mesa, uma taça após a outra e eu já estava sentido calor não salão refrigerado, o tio baixinho , que deveria ter uns 60 e poucos anos não tirava os olhos do meu generoso decote. A música tocava sem parar, em determinado momento, ele respeitosamente, perguntou para o meu corninho se ele deixaria que eu dançasse com ele, ele prontamente liberou e fomos dançar no salão já cheio. Corpo colado na dança eu com 1,70 de altura e salto 10, o tio baixinho ficava com o rosto na altura dos meus seios.

Dançamos mais de 5 músicas colados e durante a dança ele sempre nos conduzia para o lado oposto de onde era a nossa mesa. Com sede falei que iria parar para beliscar algo e beber. E voltamos para a mesa. Bebi mais umas 3 ou 4 taças de vinho e o tio baixinho perguntou se dançaria de novo, eu já um pouco zuretinha me levantei e voltamos para o salão. Dessa vez logo na primeira música o tio baixinho já foi nos conduzindo por outro lado do salão e colado mais ao meu corpo q da outra vez , me elogiava , dizendo que eu era um mulherão , que meu marido tinha sorte, que já tinha me visto no clube com as crianças , na piscina, na sauna, e conforme dança vamos mais ele me apertava , passava as mãos nas minhas costas aparentes pelo decote , e começou a passar a mão na minha bunda por cima do vestido e sentiu o tamanho da minha calcinha e em determinado momento enfiou a cara entre os meus seios , passou a língua entre eles o que fez com que o biquinhos endurecessem na hora , eu já alterada pelo vinho fui deixando , sorriu maliciosamente pra mim, esfregou a vara duríssima na minha perna, pegou minha mão e passou por cima da calça dele pra e constatei que tinha mais vara que altura e disse que eu deveria ser um fodão , e que todos no clube diziam que eu era gostosa etc… eu já excitadíssima quis voltar pra mesa.

Lá chegando à família dele se preparava para ir embora, ele perguntou para mim e meu maridinho se nos importávamos que ele ficasse conosco e se podíamos dar carona quando fossemos para ele. Não vimos problemas e concordamos. A família se despediu e foram embora, ficando eu, meu corninho que já enrolava a língua e o tio baixinho. Fiquei sentada na mesa no meio dos dois. Papo vai papo vem, mais uma ou duas taças e meu marido falou que iria ao banheiro lá de fora do salão pois os do salão estavam em reforma. Ao sair ele disse para o tio baixinho não sair de perto de mim, rimos e ele foi. na mesa sozinha com o tio baixinho bebendo e beliscando uma azeitona caiu entre as minha pernas e o tio baixinho imediatamente enfiou a mão entre as minhas pernas para pegar a azeitona e palmeou minha xota sentindo o calor que eu estava , cheguei a suspirar ao sentir a mão dele. Logo depois ele pegou minha mão por baixo da mesa e a conduziu até seu pau que já estava pra fora da calça e duro como uma pedra, relutei em segurar mais o tesão foi mais forte, segurei aquela vara dura e grande e comecei a apertar , alisar , punhetar, ele de imediato enfiou sua mão entre as minha pernas e enfiou um dedo todo de uma vez na minha xota já melada que delicia , coloquei minha perna por cima da dele para ficar mais aberta e ele enfiou um , dois , três dedos e dedilhava meu grelo , seu pau crescia cada vez mais em minha mão , nossa mesa no canto estratégico e mais escuro fazia com q os outros não vissem o que acontecia por baixo da toalha. No retorno do corninho, ao avistar meu marido ele tirou a mão da minha xota, só que eu não larguei aquela pica. Meu marido se sentou, pediu outra bebida, falou que para ir ao banheiro era melhor ir lá no da sauna um pouco distante do salão que estava vazio. Não demorou muito e eu disse que precisava ir ao banheiro, o corninho disse para que fosse no da sauna que seria mais rápido. Fui pensando na excitação que estava e cheia de tesão. Entrei pela sala de repouso da sauna, passei pela sala de massagem e finalmente entrei no banheiro e fiz xixi, me lavei e de repente escuto uma voz ao lado de fora perguntando “dona Vivi a senhora está bem? ” Ao abrir a porta me deparei com o tio baixinho que já foi me agarrando , me beijando , lambendo meu pescoço , minha língua, pedi pra parar que poderia chegar alguém , ele rapidamente me enfiou na sala de massagem, começou a me beijar e eu retribui ao beijo , foi lambendo meu pescoço , orelha , colocou meus seios que já pulavam do vestidos pra fora, abaixou meu vestido até a cintura e ficou chupando ora um ora outro, sentei na mesa de massagem e ele foi passando a língua pela minha barriga e descendo até a minha xota em chamas, coloquei a calcinha pro lado e o baixinho enfiou a língua toda dentro da minha buceta que latejava, lambia, enfiava 1, 2, 3 dedos e chupava meu grelo, gozei , gozei , gozei, me colocou de costas me lambeu da nuca até a minha bunda onde enfiou a cara e ora enfia a língua no meu cu ora na xota , gozei novamente .

O baixinho trocou de lugar comigo , sentou na mesa de massagens e cai de boca naquela piroca grande dura e latejante, comecei beijando e lambendo a cabeçona vermelha , fui lambendo da cabeça as bolas das bolas a cabeça , até que abocanhei até a metade pois era grande , punhetava e mamava , até que aquela piroca começou a tremer e eu fiquei punhetando , lambendo e chupando aquela cabeçona até que ela jorrou leite Ouvi barulho de outras pessoas indo ao banheiro me recompus e saímos de lá. Ao retornar a nossa mesa, o corninho já bebum, indagou que demorei, disse que encontrei amigas e fiquei conversando, o q o baixinho confirmou pois falou que viu tudo da fila do banheiro. Já deveriam ser duas da manhã quando o corninho disse para irmos embora pois tinha que levar o baixinho para casa. Nos levantamos os três e fomos embora, deixar o tio baixinho e seguimos para casa.

Foi uma festa maravilhosa!

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