PACIENTE 41120

Era final de setembro, já havia chegado a primavera, estava um pouco frio ainda, as restrições da pandemia estavam afrouxando um pouco. Sábado eu falava com algumas amigas e estávamos todas loucas para sair dançar, encontrar gente, mas Floripa ainda estava com as baladas fechadas. 

Estava me aborrecendo de ficar em casa, já não aguentava mais a rotina. Minhas clientes, tinham ido embora, minhas aulas em EAD eram um saco, a pandemia estava me deixando louca, não aguentava mais, e para variar tinha brigado com meu namorado, já faziam duas semanas, ele tinha sumido… 

Quando recebi o convite de um amigo da faculdade, para um passeio de lancha, topei na hora. Combinamos de sair bem cedo, queríamos aproveitar cada raio de sol. Cheguei na marina e encontrei meus amigos, Paula, uma morena alta pernas definidas, toda sorridente me deu beijo e me apresentou a Simone, uma loira de cabelo enrolado e sorriso meigo. Senti que o passeio de lancha seria maravilhoso.

Chegamos na lancha e fui apresentada para o Guto, que tinha um olhar profundo de um homem que bem conhecia o mar e do jeito que me olhou ele tão bem conhecia as garotas. Logo Guto nos apresentou seu filho, um rapaz sorridente de olhos bem acesos. O dia estava simplesmente incrível, ensolarado, uma brisa leve. Meu amigo preparava as bebidas, enquanto eu e as outras garotas escolhíamos a música, animadas para começar a festa. Seguimos com o barco até uma área mais afastada, abrigada e ancoramos. Ficamos ali ouvindo música e bebendo gin tônica. 

Minhas novas amigas já estavam tomando sol na proa, enquanto eu conversava com Guto e seu filho, simpáticos e charmosos, os dois. Me juntei às garotas, e entre risos e confidências, a Simone pediu para eu passar bronzeador nela, me aproximei um pouco mais, e comecei a deslizar as mãos naquele corpo tentador. Ficamos ali bebendo e logo descemos da proa para dançar. A energia estava muito gostosa e a cada minuto a festa esquentava um pouco mais, todo mundo ali envolvido com a música, rindo, contando histórias e tirando fotos.

Eu sou uma mulher mais quietinha, gosto de curtir e observar as coisas de longe, mas nesse dia quem estava sendo observada era eu. Simoni não parava de me encarar, fiquei confusa, será que tinha algo de errado com meu sorriso?! Deixei pra lá e continuei me divertindo, até que as garotas fizeram uma proposta. Vamos brincar? Quem acertar a mímica escolhe alguém pra dar um beijo. Pronto, todo mundo se beijando, era isso que ela queria? Eu amei, apesar de um pouco tímida ainda, nada que mais uma taça de gin não resolvesse (risinhos).

Não se passaram nem quinze minutos e todos já haviam levado bitoka, menos o filho do Guto. Então eu e as outras garotas demos um beijo quádruplo, que tal? Foi gostoso e divertido. Os outros caras ficaram lá olhando, talvez chateados, talvez excitados. A festa continuou até a metade da tarde, quando nosso capitão Guto disse que estava ventando muito e que iríamos embora. Confesso que me chateei, até saber que continuaríamos a festa na casa do Guto, que ficava ali mesmo pertinho da lagoa.

Chegamos, era uma mansão, piscina, campo de futebol, cães, deck, dava para quase se perder na casa dele. Pedro, meu amigo foi fazer fogo para o churrasco, Paula pegou uma toalha e se jogou perto do deck, na piscina, ela estava se amassando com o filho do Guto, não dava pra ver se eram duas pessoas ou uma naquela toalha. 

Simone me chamou pra procurar um banheiro na casa enorme, quando Guto indicou uma suíte no andar superior. Subimos a escada rindo, uma segurando a outra, um pouquinho alteradas pelo gin. Simone era tão linda, engraçada e envolvente, minha buceta já estava molhada, imaginando o que poderia acontecer pois já havia percebido no olhar dela, me queria também! 

Nos despimos e entramos no banho, nem ligamos o chuveiro e a Simone já estava me beijando, enquanto descia sua mão direto lá pra baixo. Ela estava quente, úmida, ansiosa pelos dedos arteiros da Simone, e ela sabia brincar, respirei fundo e também quis retribuir, ensaboando o corpo dela, beijando e provocando gemidos. Ficamos ali brincando e rindo, eu estava cheia de tesão! 

Acabamos o banho, sequei a Simone enquanto a beijava todinha. Iriamos acabar esta brincadeira na cama, saímos do banheiro enroladas numa toalha e entramos no quarto, quando levamos um susto. O Guto entrou e com cara de espanto até lamentou que já tínhamos acabado o banho, rimos. 

Ele disse que iria tomar banho também e foi para o banheiro, enquanto eu e a Simone ficamos na suite. A suíte era toda espelhada, parecia que tinha até seis mulheres no quarto, luzes coloridas e uma cama gigante, nos jogamos, ficamos ali se tocando. A Simone correu a mão em minhas curvas, enquanto me mordiscava o pescoço, eu estava arrepiada e gemendo baixinho, estávamos completamente envolvidas em nossas brincadeiras que nem vimos quando o Guto saiu do banho… 

Só me lembro que a Simone colocando o dedo nos lábios, pedindo silêncio e uma piroca dura chegando de mansinho na minha perna, me causando um arrepio intenso. O Guto foi até a porta que estava entreaberta e a trancou. Pronto, tínhamos um segredo e o Guto era nosso cúmplice agora, ele fechou a porta e ficou nos contemplando primeiro sem falar nada, quietinho. A Simone ficou de quatro e levantou a bunda para o Guto, eu imitei ela e ficamos nós duas com a bunda arrebitada e com a xota na cara dele, estávamos na cama e ele em pé, viril, imponente com aquele pau duro e gostoso.

Até hoje fico imaginando a cara dele. Eu gosto de xoxota e agora eu tinha à minha disposição. Primeiro ele botou uma mão na bunda da Simone e a outra na minha e depois começou a lamber a xoxota da Simone, fazendo ela gemia baixinho.Coloquei minha mão nas suas costas e a beijei, enquanto isso, senti uma língua quente, lambendo minha buceta sem pressa. Minha respiração estava ofegante, eu gemia e beijava a Simone enquanto ele beijava minha bucetinha. 

Fiquei por cima da Simone, e o Guto penetrou devagarinho gemendo junto com as duas safadinhas que ele estava comendo. Aproveitei e rebolei, pedindo por mais, “mete todo esse pau gostoso, vai, me come!”. Ele não parava, não parava de me foder, enquanto eu gritava, chegando aos êxtase e gozando como nunca havia gozado antes. Me joguei na cama e disse para ele:

– Agora come ela!

Agora eu estava embaixo e a Simone em cima de mim com a raba arrebitada, o Guto meteu o pau nela também, que gemia muito, e metia pra ele fosse mais devagar. Enquanto isso eu me deliciava com a cena, deitada embaixo da minha nova amiga, só queria vê-la delirando de prazer, então a beijava, na boca, no pescoço, peitos. Simone começou a gemer mais alto, me segurava na cabeceira da cama enquanto ele metia com força, chegando lá junto com ela, gritando: 

– Ai, Aiiiii, Aiiii, por fim riu, foi um gozo longo e engraçado.

Nos jogamos os três na cama, nem lembramos mais onde estávamos… tomamos uma ducha, nos vestimos e descemos, aos risos e elogios, para checar se ainda havia churrasco.


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