PACIENTE 261020.1


Tenho um casamento legal, sempre fui safada, sacana, devassa e meu marido sempre soube, adora incentiva e as vezes participa das safadezas que sempre fiz com ou sem ele.

Gosto de me exibir , dançar , beber, usar roupas provocantes , escutar cantadas , provocar e de picas, amo, não dei sorte no casamento pelo tamanho do piruzinho do marido de 15 cm , sempre me satisfez desde do namoro mais não me sacia .
Gosto de pirocas de 21 , 22 , 23 , 24 até 25 cm, essas merecem tratamento especial, mais não desprezo as outras .

Um sábado à noite estamos em casa eu e maridinho e ele perguntou o q eu achava de irmos em um bar que existiu aqui na cidade onde tinha música ao vivo , jogos eletrônicos e mesas de sinuca , para beber , jogar sinuca q não tenho habilidade ( minha habilidade são com outros tacos e bolas) descontrair entre outras coisas.

Topei e achei legal pois a puta q tenho dentro de mim já me dominava.
Me arrumei , coloquei um vestidinho curto frente única ,com as costas nuas , com decote em V que valoriza meus seios e de eu bobear eles ficam a mostra e que amarra na nuca, coloquei uma calcinha que o vestido marcava e se percebia o tamanho dela, um tamanco salto 10 transparente, prendi o cabelo e pronto.

Cheguei na sala onde meu corninho estava me olhou e disse que eu estava uma puta, devassa, gostosa e q a noite prometia.

Chegamos ao bar que não estava cheio mais tinha bastante gente , muitos homens , poucas mulheres , nós e mais dois casais.
Ao entrar todos me olharam , o corninho apertou minha bunda e falou ao pé do meu ouvido “abalou todos babaram até as mulheres de raiva” , fiquei excitada e os biquinho dos seios ficaram de farol alto rãs , rimos e fomos entrando.

Música ao vivo alta tocando as mais variadas músicas.

Nos acomodamos em uma mesa ao fundo próxima as mesas de sinuca e fica na entrada do corredor q leva aos banheiros e bar, pedimos bebidas , meu marido foi de chope e eu caipivodka e ficamos bebendo , rindo, comentando sobre as pessoas q estavam lá e percebia que vários homens me olhavam com cara de tara , os sozinhos e os acompanhados , e eu adorando.

Meu marido pediu que eu levantasse e fosse até o balcão do bar que ficava distantes uns 20 metros de nossa mesa e pegasse uma senha para jogar sinuca, pois todas as mesas estavam ocupadas e quando você pega a mesa pode jogar por quanto tempo quiser ,das oito mesas apenas uma tinha um casal jogando, todas as outras ocupadas por homens , os que estavam jogando e outros que ficavam a volta olhando o jogo ou aguardando vez.

Bebi o restante da caipivodka , me levantei, ajustei o vestido e prendendo o cabelo em um coque de frente pra o corredor de acesso para o balcão do bar , reparei que todos me olhavam mal intencionados, dei um beijo no corninho eu fui.

A puta que me transformo nessas horas foi pensando em provocar , sentia todos os olhares pra mim e isso me deixava tesuda, com calor, os seios de farol alto, buceta latejando.
Em direção ao balcão andando naquele salto no estilo exibição rãs , escutei vários : Delicia, gostosa, safada, te como , te chupo , casa comigo entre outros; aqueles comentários , olhares de cobiça o ambiente fechado com música alta, falatório, barulho dos jogos eletrônicos , das bolas se batendo nas mesas de sinuca me deixavam mais excitada.

Chegando no balcão , me debrucei nele , o atendendo veio em minha direção olhando meu generoso decote, pedi mais uma caipirinha um chope pro corninho e a senha pra mesa de sinuca, outras pessoas faziam seus pedidos enquanto eu esperava a caipirinha ficar pronta, nisso chegam 3 caras , jovem , grandes , sarados, no balcão e ficou entre eles e fazem seus pedidos, me cumprimentam elogiam , me olham , babam e um deles aperta minha bunda , pressiona meu rego , e lentamente vai passando as mãos em minhas costas nuas até a nua e dá uma apertadinha no meu pescoço me arrepiei toda ele sentiu e ao pé do meu ouvido disse que me chupava toda, os farol viraram refletores, em minha direção vinha o atendente com meu pedido e olhou fixamente meu decote de faróis alto, isso tudo não levou 15 min.

De volta a mesa pelo corredor da morte, os mesmos olhares para mesma presa que desfilava rebolando em direção ao meu corninho que me olhava orgulhoso.
Sentei ficamos bebendo , conversando e rindo quanto o corninho perguntou se eu estava gostando?

Ao pé do ouvido dele falei baixinho que estava adorando , falei dos elogios que escutei , troquei um beijo suculento, falei do espaço q o cara do balcão fez ,por baixo da mesa peguei sua mão, enfiei entre minha pernas para ele sentir a buceta quente e melada , afastei a calcinha molhada de tesão, o beijei novamente e ele enfiou todo o dedo dentro de mim, prestes a gozar ele tirou o dedo e disse não e pra gozar no dedo e gargalhamos, notei que todos próximos assistiram à cena do beijo de novela.

Comentei com meu marido e mostrei o homem que apertara minha bunda, ele estava com os outros dois e um casal há umas 5 mesas da nossa.

Falei que ia ao banheiro pro meu corninho , peguei minha bolsa , me levantei , novamente , arrumei o vestido o cabelo , dessa vez fui pro lado oposto entrando no corredor que leva as banheiros que fica ao final, da entrada até o final onde ficam os banheiros e quase o dobro de distância da nossa mesa ao bar e estreito , lado a lado duas pessoas não passam e o caminho é um pouco escuro pois tem uma lâmpada pendurada num bocal no começo e outra lá no final onde havia um espelho e a bancada da pia.

Fui andando no final vi que tinham 3 portas, uma entre aberta que dizia ser deposito, a do banheiro dos homens e o das mulheres que avisava estar em reforma.

Sem alternativa entrei no dos homens que ao passar pela porta era divido em 3 , lavatório com pia e espelho, outra porta e tinha duas latrinas de inox e a última porta q estava fechada pois tinha alguém, tudo estava higienizado e cheirando bem , fiquei na parte do espelho , ajeitando o cabelo , apertando o vestido quando saiu a moça que estava usando a mesa de sinuca a nossa frente que me cumprimentou e disse q poderia usar o banheiro sem medo pois estava limpo o q já havia constado , e ofereceu a mesa para jogarmos com eles pois não iriam demorar , agradeci , e disse que iriamos sim , e ela foi embora.

Entrei na parte do vaso, levantei até a cintura tirei a calcinha úmida, coloquei na bolsa e fiquei sem, fiz xixi, me lavei na buchinha, passei um lenço e sequei a danada.

Acabando de me ajeitar pra sair , escutei dois homens conversando e rindo , notei que um estava na parte do espelho lavando as mãos e outro já estava na latrina fazendo xixi , com um pouco de bom senso fiquei pensando se saia ou não , só q àquela altura meu pensamento de puta entrou em ação , respirei fundo , abri a porta e sai , os dois se assustaram , me desculpei , e disse que já estava de saída , o q estava acabando de fazer xixi era o cara que apertou minha bunda , ali na minha frente moreno sarado, cara de segurança, e segurava uma piroca grande e de cabeça brilhante, me olhou e falou para outro chamando de Carlos e que não estava no balcão e era mais alto e forte que ele , aí amigão foi essa dona gostosa que te falei que estava lá no balcão do bar, e rindo falou que passou a mão no meu rabão e notou que eu usava calcinha de puta e o tal Carlos me comia com os olhos e riu maliciosamente pra mim .

Sorri sem graça num misto de tesão , vontade e medo , pedi licença pra passar , ao passar ele se virou ainda com o pau agora já duro pra fora , me puxou com força pelo pra braço, fiz uma cena , relutei , disse que ele estava misturando as coisas , que eu não era o que ele pensava , podia vir alguém ,meu marido , mandou o Carlos ficar na porta vigiando , ameacei gritar , então me voltou contra ele e me deu um arrocho de língua , larguei a bolsa no chão, envolvi meus braços em seu pescoço e retribui loucamente o beijo . cheia de tesão , sentidos me esfregando naquela piroca rígida , foi passando a língua na minha orelha, lambendo meu pescoço , foi descendo a língua, coloquei os seios pra fora e ele começou a chupar , palhetava sua piroca que minha mão não envolvia e ele foi passando as mãos em minhas coxas , bunda e costas enquanto o Carlos assistia e vigiava, num movimento rápido levantou meu vestido até a cintura e me descobriu sem calcinha , disse pro Carlos , sabia que essa dona é puta , e enfiou dois dedos na minha buceta encharcada num movimento de vai e vem frenético , enquanto me beijava , gozei gemendo e suando , segurando aquela piroca quando o Carlos avisou que vinha alguém , rapidamente paramos e nos arrumamos e sai deixando eles pra trás, no corredor apertado passei por um rapaz que mexeu comigo e nem liguei pq estava puta da vida por não gozar como gosto, quando isso aconteceu meu tesão aumenta 100 vezes até que eu seja saciada .

Voltei pra mesa com cara amarrada de chateada e ao sentei dessa vez numa cadeira do lado de fora da mesa que ficava voltada pro salão e corredor ,o corninho rindo sarcasticamente foi logo perguntado pq daquela cara que ele conhece, contei o ocorrido, tirei a calcinha da bolsa dei pra ele e mandei ele pedir outra caipivodka, com muita vodca , pq estava cheia de tesão e queira ficar alucinada e queria fuder e gozar muito aquela noite ele levantou e foi.
Fiquei na mesa emburrada, Carlos e o moreno q o nome não sabia e quase me comeu , passaram pela nossa mesa e Carlos baixinho disse que iria me fuder como eu merecia , respondi pra ele ir sonhando rindo.

Meu corninho voltou trazendo um balde de cerveja, um jarro de suco de limão e uma garrafadas pequenas de Absolut dizendo que era pra me acalmar, respondi que só se enfiasse a garrafa na buceta e rimos, começamos a beber e bebi um copo quase de uma vez de vodca com gotas de suco de limão pra ficar altinha .

A moça do casal da mesa de sinuca a nossa frente veio até nossa mesa e nos chamou pra jogar em dupla e aceitamos , confesso que esse tipo de taco e bolas não são o meu forte além de errar muito as jogadas por ser ruim de mira , isso sem contar a bebida , mesmo assim começamos jogar com o casal.

De proposito sem me posicionava de forma que quando era a minha vez de jogar mostrasse os seios através do decote, as coxas e bunda quando me inclinava, dependendo da inclinação poderiam até reparar que estava sem calcinha e isso só me deixava com mais tesão ainda.

Não demorou muito o casal se despediu, pois já eram mais de meia noite o bar já não estava tão cheio mais com movimento e ficamos na mesa onde continuamos a jogando, bebendo, rindo e eu me exibindo.

Não demorou para o moreno que se apresentou como Vagner e o Carlos virem em nossa mesa saber se podemos jogar em dupla , o corninho disse que sim e perguntou o que eu achava, disse que era melhor eles jogarem individualmente pois eu atrapalharia a diversão deles e do meu marido , Carlos insistiu dizendo que eu era a diversão deles e me ensinaria a jogar pois sabia que com taco eu era hábil , todos rimos , cedi , meu marido pegou mais cervejas no balde e preparou a quarta capivodica , formada as duplas, eu e Carlos e meu marido com Vagner, na minha vez de jogar o Carlos me abraçava por trás como se fosse me ensinar a dá uma tacada e se aproveitava, se curvava junto comigo na mesa , ora encostava o piroca que senti ser muito grande duro ora fala ao pé do meu ouvido , e eu safada provocante , ora me esfregava pressionando minha bunda contra ele ora apertava sua piroca por cima da calça , meu corninho assistia a tudo contente , o Vagner não tirava olhos de mim.

Na terceira partida disse que não queria jogar mais e assistiria da mesa eles jogarem , peguei meu copo me sentei no canto na mesa junto a parede , desfeita a dupla Carlos , a seguir sentou ao meu lado enquanto meu corninho jogava uma melhor de 5 com Vagner , sentada entre a parede e o Carlos que até parece uma parede , ele pegou minha mão e conduziu até o seu pau duro , segurei aquele mastro acariciando da bolas a cabeçona , minha mão não conseguia envolver aquilo, ele começou passando a mão em minha coxa , palmeou de mão cheia minha buceta , e foi dedilhando meu grelo e enfiando o dedo tão grande e grosso q parecia um pau e falou baixinho no meu ouvido que ia me arrombar , pelo tamanho não duvidei , olhei com cara de puta pra lambendo e mordendo os lábios e respondi “só vendo pra quer ” enquanto gozava rebolando em sua mão .

Tirei a mão dele soltei aquela pirocona , levantei , terminei de beber meu copo ,já zureta, perguntei pro corninho q estava jogando quantas partidas falavam, respondeu q duas , disse pra perder rápido q na volta queria ir embora direto, peguei a bolsa, passei pelo Carlos , esfregando minha bunda em sua cara e fui pro banheiro .

No banheiro , fiz xixi , lavei a danada, penteei o cabelo, retoquei a maquiagem , e saindo no corredor escuro deparei com Carlos q vinha pelo caminho escuro , sem perder tempo me abraçou me beijou , retribui , me enfiou onde era o tal deposito me colocou sentada sobre caixas ,abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta, enfiar a língua , chupar meu grelo enquanto rebolava em sua boca , quase gozando mandei ele parar , ele me desceu lentamente das caixas com meu corpo colado ao dele e pude sentir aquela pirocona roçar minha xota pedindo pra botar pra dentro , me abaixei no escuro do quartinho ficando agachada segurei sua piroca , e comecei lentamente a lamber das bolas a cabeça passando a língua a sua volta, beijava , lambia ,com uma da mãos punhetava , com a outra eu mexia no meu grelo e enfiava dois , tres dedos em minha buceta que pegava fogo e tentava abocanhar aquela piroca que só crescia, louca de tesão me levantei segurando aquela pica enorme , coloquei uma camisinha que tinha na bolsa e disse pra ele enfiar tudo , levantei , me curvei sobre algumas caixas ficando de 4 , abri as pernas com as duas mãos abri bem a bunda e mandei ele enfiar , Carlos posicionou aquela piroca cabeçuda na portinha , empinei mais a bunda e fui de encontro a ele sentindo a cabeçona que tinha dificuldade de entrar ,fui rebolando lentamente , forçando até que a cabeça entrou , com tesão , comecei a gemer , rebolar loucamente até q ele me pegou pela cintura me puxou com força , e a bombar louca de tesão , suava, gemia , rebolava, ele continuava socando , tirando e botando não vai e vem alucinante , gozei duas vezes , tirei seu pau , a camisinha e mamei Carlos até sentir aquela piroca tremendo prestes a gozar , Carlos não vai e vem na minha boca , disse que ia gozar , segurou minha cabeça com força e inundou minha boca com seu leite .

Me recompus e voltei pra mesa deixando ele , no salão meu corninho já me aguardava pronto pra partir , Vagner o moreno perguntou sobre o Carlos , disse q estava no banheiro , perguntou se eu iria deixa-lo na mão , respondi que sim e que um outro dia voltava, peguei meu corninho pelo braço e fomos pra casa.

One Reply to “PACIENTE 261020.1”

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