Apesar de todo joguinho que ela fazia…

PACIENTE 181219

Era uma manhã quente de sábado, acordei, e assim que abri os olhos já me levantei da cama, abrindo a cortina e em seguida janela, que iluminou o quarto inteiro com a luz dourada e brilhante. 

O plano era dar um passeio de jet entre amigos, e como já não acordar animada? Fiz um café, forte e minha tapioca, coloquei o biquíni e fui até a casa do Carlos, um amigo das antigas, no caminho, pegamos Bia. 

Dirigimos até a marina, som alto no carro. Bia era maluquinha, gostava de provocar quem quer que fosse, e eu, mal a conhecia, mas já estava curtindo, sempre alegre, pra cima, envolvente. Eu sabia o que queria naquele dia, e nos anteriores também, mas naquele sábado, o tesão só aumentou, queria beijar, mordiscar, fazer carinhos, e muito mais, você deve imaginar né?! 

Apesar de todo joguinho que ela fazia, entre elogios e provocações, e depois logo mudava de assunto ou se afastava, eu sabia que ela também queria. Eu percebi a forma como olhou pra minha boca quando tomei um gole da cerveja na nossa última jantinha entre amigos.

Carlos já havia percebido um clima diferente entre nós duas, e até perguntou se rolaria beijo triplo (risos).

Depois de pegarmos o jet, o clima ficou ainda mais descontraído, e a cada minuto a brisa aumentava um pouco, fazendo do mar mais agitado, assim ficaria ainda mais emocionante. 

Carlos sentou na frente, eu atrás e Bia por último. Ele era aventureiro demais, e queria mesmo ouvir nós duas gritando, a cada manobra que fazia. Bia segurava forte na minha cintura, e fazia questão de com uma das mãos, segurar na minha perna. 

O vento nos cabelos e aquele clima estavam perfeitos, mas eu queria mesmo é que as coisas ali esquentasse. Beijo triplo? Nao sei. Por mim até rolaria, na brincadeira, mas Bia, apesar do jeitinho provocante, era tímida. 

Quando chegamos perto da costa norte, Carlos fez uma manobra violenta pra esquerda, e nós duas caímos na água sem mal ver o que aconteceu, engolimos água, mas mesmo assim não parávamos de rir. Ele tinha nos pegado de surpresa. 

Ficamos por ali, curtindo o mar por alguns minutos. E na hora de subir no jet pedi pra Bia sentasse no meio, assim eu ficaria atrás, e teria total controle, mas não queria forçar nada, só fazê-la ver que seria melhor do que ela poderia imaginar. 

Sentei atrás dela, encaixando meu quadril no seu bumbum. Carlos percebeu a intenção, mas não dizia uma palavra, ficava na sua, apenas na expectativa de participar do jogo. Depois de sentar atrás dela, comecei afastando os cabelos da nuca, delicadamente, deixando ali livre, ela demonstrou prazer, deitando a cabeça para trás com os olhos fechados. Não tinha como ela não gostar. Estava no tempo certo, clima envolvente, leve. 

O passeio estava no fim, chegando na marina fomos direto tomar um banho, nos duas. Fomos para o banheiro feminino, e Carlos para o masculino (pra minha surpresa), pensei que ele fosse no mesmo banheiro com a gente. Que bom, vi ali uma forma para que Bia se sentisse mais à vontade para fazer o que quisesse, sem medo. Desamarrei a parte de cima do meu biquíni, liguei a ducha e peguei o sabonete, não a convidei, deixei que ela fosse até mim, que tomasse atitude. 

Funcionou, ela se aproximou brincando com o fato de estarmos quase peladas com a porta aberta. Mas não demorou até demonstrar o tesão que estava sentindo. Pedi que ela ficasse de costas, pra eu pudesse passar sabonete, ela me olhou e se virou empinando a bunda. Então passei a espuma e comecei a massagear, apertando forte seus ombros e a nuca, depois diminui a intensidade. 

Logo ela se virou de frente pra mim, e foi se aproximando da minha boca, fiquei parada. Ela deu uma mordidinha de leve, dizendo: 

– Quero você, mas nada de beijo triplo (risos).

Deu um beijo intenso, cheio de desejo, e foi descendo a mão com o sabonete pelos meus seios, passando a mão pelos bicos, depois segurou com mais força, enxaguou e beijou de leve. 

Carlos poderia aparecer a qualquer momento, e eu não queria que ele soubesse, nem que se juntasse a nós, estava perfeito daquele jeito. Segurei a Bia pela cintura, trazendo pra bem pertinho, encostando a buceta na minha coxa. Então beijei seu pescoço e dei leves mordidinhas, lambidas na pontinha dos seios, descendo até o bumbum, redondinho, bronzeado. Passei até a bucetinha, que estava escorrendo de tão excitada. Bia estava totalmente entregue, de olhos fechados e pernas abertas. Então coloquei dois dedos pra dentro, enquanto outro fazia um leve carinho no cuzinho dela, que gemeu alto, não pude relaxar, por isso tapei sua boca com uma das mãos. 

Fiquei naquele movimento de vai e volta, mantendo o mesmo ritmo, e beijando seus pescoço. Sabia que ela estava quase gozando, pois ela se contraia inteira, depois relaxava. Os gemidos foram ficando mais intensos, minha mão mais lambuzada, e eu me deliciei com a cena, quase gozei junto só de olhar.

Ela quis retribuir, apesar de nunca ter ficado com uma garota antes, sabia como fazer, como chupar. Se ajoelhou bem na minha frente, pediu que eu apoiasse a perna nela e começou a lamber meu clitóris, com a boca toda babada ela enfiava a língua na minha bunda, depois voltava pra buceta. Que aflição, ela ia e voltava quando eu estava prestes a delirar. Foi quando ela meteu um dos dedos no meu cuzinho, enquanto me chupava, explodi de tesão nessa hora. Gozei segurando ela pelos cabelos, queria tê-la mais, numa cama, no chão, queria ela inteira. 

Tudo aconteceu muito rápido ali no banheiro, mas prometemos segredo, ninguém saberia. Encontramos Carlos já no carro, e fomos embora, com as bucetas ainda molhadas, as pernas moles, rindo da situação.

Será que Carlos desconfiou de algo?

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