Afilhados nos divertem, alegram, fazem a gente rir, nos idolatram, são grandes amantes, nos ensinam o olhar de tesão!

PACIENTE 29620 C

CAPITULO III

Olá meu doutor, tudo joinha com você ? Hoje vou contar uma loucura que eu e meu afilhado fizemos em uma festa.

Eu tenho uma prima que é casada com um homem que tem bastante dinheiro, ele é fazendeiro e também tem outras ocupações, mas o carro chefe dele, o que realmente da dinheiro, são os gados, não vou entrar em muito detalhe porque pode ficar muito na cara para quem mora por aqui, mas eles tem uma casa bem na orla da Pampulha, quem conhece BH, sabe que por ali só tem casebre.

Nós fomos convidados para uma festa, um aniversário dela, segundo ela tem não teria muitas pessoas, só os mais próximos.

Apesar de ter muito dinheiro, as festas lá eram sempre churrascos, muita carne mesmo, e muita bebida, mas as festas não aconteciam na casa, eles tem um sitio em um condomínio fechado em Ribeirão das neves, no condomínio nossa fazenda, tinham em outros lugares também, mas ele gostava de fazer sempre nesse lugar, segundo ele, por ser o primeiro que comprou, era o seu xodó.

Ele tinha muita amizade com o meu marido, e com o Roberto, pai do meu afilhado, essas festas ninguém gostava de faltar, porque era muita fartura, então todo mundo aproveitava rsrs.

Durante a semana, fiquei planejando com a minha irmã em sair e comprar uma roupinha nova pra festa, marcamos de sair e nos encontrar, fomos ao shopping na quarta feira a noite e resolvemos o problema, marcamos salão para o sábado cedinho, a festa seria no sábado fim de tarde e iria virar a noite.

Na quinta, meu afilhado me mandou uma mensagem, perguntando se eu também iria, eu confirmei e perguntei se ele também iria dar o ar da graça rsrs, me falou que não estava muito afim de ir, mas já que tinha acabado de ficar sabendo que eu também iria, já estava animado, mas eu falei com ele, fica na sua menino, vai estar todo lá, não vai dá para você ficar de agarramento igual no Thermas, ele me falou, pra tudo se dá um jeito, você vai ver se eu não vou matar a minha vontade de você de novo, eu, mas se está com vontade e quer matar, é só falar, eu tô livrinha amanhã fim de tarde.

Na sexta ele foi me buscar de carro, eu como sempre deixo meu carro em algum estacionamento e vou no dele, transamos na rua mesmo, a gente adorava fazer essas loucuras, ir para uma rua menos movimentada, até porque ainda estava terminando o horário de pico quando ele me pegava, então sempre passava uma pessoa ou outra, que éra o que dava mais tesão, apesar do vidro do carro ser bem escuro.

Transamos gostado, e no final quando ele estava me levando de volta para o estácionamento, me falou, minha vontade da senhora ainda não passou, eu não sei o que acontece quando estamos juntos, mas não dá vontade de parar de transar, se eu pudesse te pegava na frente de todo mundo, a senhora é gostosa demais, é melhor do que todas essas garotas da minha idade que eu fico, não tem frescura, topa tudo, isso me deixa louco.

Pra ser sincera, eu me sinto quando ele fala essas coisas, e só dele falar assim, eu já fico foda molhada, é sério.

Mas eu falei, olha amanhã você vai ficar quieto, não vai tentar nada, ele, faz assim, se a senhora usar um daqueles vestidinhos que te deixa bem gostosa, marcando essa bunda delícia que você tem, é o sinal verde que vai me dá para tentar algo, agora se for de calca, ou short, fica difícil e não vou conseguir, você é quem vai me dizer se posso ou não tentar, é escolha sua, nisso chegamos no estacionamento, antes ele me deu um beijo bem gostoso, e voltou a me fazer um carinho em baixo.

Eu que já tinha comprado a minha roupa, que não era vestido, era um macacão vem levinho, ele me fez repensar, o que eu ia falar pra minha irmã ?

No sábado nós fomos no salão, arrumamos o cabelo e fizemos unha, não sei o que me deu, mas eu já comecei a inventar uma desculpa pra ela, que estava pensando em usar outra roupa, que desanimei do macacão, que tinha visto que o tempo seria bem quente durante a tarde e noite, pensava em uma roupa ainda mais leve, ela, uai mas o macacão já é bem levinho, na hora eu não rendi muito pra não me tirar de cabeça, só falei que talvez mudaria.

Eu estava prestes a fazer a maior loucura da minha vida, provocar meu afilhado em uma festa onde só tinha pessoas da família e ainda correr o risco de ser pega, e pra ser sincera, só de pensar nisso eu ficava molhada, ou melhor encharcada.

Eu pensava, tudo tem um limite, eu não posso fazer esse tipo de coisa, meus filhos, mae, pai, noras, primos, primas, tios, e o principal, meu marido, vão estar nessa festa.

Eu tomei o meu banho e peguei o meu macacão, fiquei sentada na cama uns 10 minutos com ele na mão, pensando o que fazer, me levantei, peguei ele e joguei na cama, entrei no closet e peguei um vestido que ainda não tinha usado, me produzi toda, ainda não acreditava que poderia acontecer alguma coisa, mas eu indo assim, estava dando o tal sinal verde para ele tentar alguma coisa comigo.

Fui o caminho todo sem conversar direito com o meu marido, minha cabeça estava a mil, minha bucetinha encharcada, eu me sentia a pior mulher do mundo, por estar querendo uma coisa dessas, mas eu queria, e não era pouco, queria saber até onde isso iria, mesmo correndo todo esse risco.

Eu suava frio, quanto mais a gente se aproximava do sítio, o coração disparava, ainda mais porque o meu marido quis sair mais tarde, provávelmente todos já estariam lá.

Chegamos na portaria, fomos liberados depois de uma consulta com os nomes, uma parte de mim tinha vontade de mandar meu marido dar meia volta e ir pra casa, mas a outra, o tesão, era ainda maior, a vontade era que fossem possivel de realizar essa ideia louca dele, que eu estava 100% dentro.

Chegamos no local, realmente grande parte das pessoas já estavam lá, e só tinham familiares mesmo, uma ou outra pessoa que eu não conhecia ainda, passamos comprimentando a todos, ainda não tinha visto o meu afilhado.

Logo depois, eu vi ele sentado, conversando com meus filhos, quando me viram, levantaram para me pedir a bença, ele ficou sentado, deu mais um gole no que estava bebendo, e deu um sorriso safado de canto de boca, lógico que por ter me reparado de vestido, deve ter pensando, ela tá querendo mesmo.

Comprimentei todo mundo, tive uma breve conversa com a minha nora, depois ele veio me abraçar falando, quanto tempo madrinha, saudades da senhora, tudo bem ? É lógico que eu entrei na conversa, respondi que sim, que ele tinha sumido depois da viagem, para ir lá em casa mais vezes, essas conversas boba de toda família rsss.

Eu não sou muito de beber, bem casualmente, mas nessas festas assim eu aproveito, muita cerveja, batida, cachaça boa da roça, vodka, tequila, todo esse tipo de bebida, e todo mundo acaba passando do ponto.

É sempre bom que você vai colocando o papo em dia com todo mundo, eu que não estava conseguindo ir muito na casa dos meus pais, primas que eu vejo uma ou duas vezes ao ano, cada hora eu estava em um canto de papo com alguém, e sempre que eu olhava pra ele, o safada estava me dando umas olhadas.

Gente eu fiquei a festa toda molhada, eu não sei o que acontece comigo, mas quando estou querendo sexo, eu fico doidinha, mais elétrica, mais faladeira.

Depois de tanto bater papo com as pessoas, já tinha passado de uma da madrugada, fui até meu filho, onde também estava meu afilhado, começamos a conversar, sobre a loja deles, a minha, futebol que eu também gostos, várias coisas.

Até que meu filho fala que vai ao banheiro, ficamos só nos, os dois já bem altos da bebida, ele me fala, a senhora tá uma delicia desse jeito, sabe que eu adoro te ver de vestido né, e você fazendo charme que não queria em, e vem assim, não duvido que tá encharcada aí embaixo né safada, te conheço.

Eu fazendo joguinho, só falava, claro que não, eu não tô querendo nada, você sabe que não tem como acontecer nada aqui, então eu estou tranquila, mas isso é claro que era apenas da boca pra fora, a vontade era de morder aquela boca gostosa, ir para qualquer canto e levantar o meu vestido pra ele, mas eu adorava fazer esse joguinho de negação, ainda mais porque sabia que dava mais tesão nele.

Então ele me fala, quem disse que não tem como ? Acha que é não cheguei mais cedo para dar uma conferida no lugar ? Pra tudo se dá um jeito, acha mesmo que não vou dar um jeito de te mandar pra casa com essa bucetinha gostosa cheia de leite ? Meu coração disparava quando ele falava essas coisas, o coração disparava e a bucetinha piscava, acho que nunca senti tanto tesão e tanta vontade por alguém igual eu sentia por ele, era sem lógica.

Dali em diante, ficamos sempre conversando com mais alguém por perto, sempre indo mais pra perto da casa, em um certo momento subimos para a varanda, ficamos conversando com uma prima minha, depois ela desceu e ficamos só nos dois.

Ele me disse, olha pega o corredor, vai naquela cozinha da parte de trás da casa, onde guardam as cervejas no freezer, tem a porta que dá para a outra varanda da parte de trás, não fica ninguém lá, eu tô a festa toda indo lá dar uma olhada, eu perguntei, mas você quer fazer na varanda, ao ar livre ? Tá doido menino ? Ele, lógico que não, deixa eu terminar de falar, você indo para a direita tem aquele galpão onde guardam umas ferramentas e materiais de limpeza do sítio, eu perguntei de novo, e você que quer ir lá pra dentro ? Ele, claro que eu quero, e eu sei que você também quer, você gosta de correr risco, veio assim só pra dar pra mim, eu vou pra lá agora, espera alguns minutinhos e vai atrás, me deixa esperando muito lá dentro que você vai ver o que eu vou fazer com você e saiu.

Eu esperei uns 5 minutinhos, quando ia sair, meu marido chegou, falando que eu tinha que conversar com o Silvano, um outro primo meu, que ele estava planejando uma viagem ótima pra ir e chamou a gente, ele queria me levar a todo custo, eu falei que iria depois, que estava esperando a Helen para terminar um assunto, nem pensei muito no que falar, foi a única coisa que me veio a cabeça, e ele insistindo, eu falei que iria ao banheiro e depois terminar o assunto com a Helen e eu já iria, ele aceitou e saiu.

Nisso eu disfarcei e entrei pra casa, sempre tem alguém dentro que comprimenta e pergunta como estou, eu respondo sem render muito, até que cheguei na cozinha, tinha só um amigo do dono da casa pegando uma cerveja, me comprimentou e saiu, sai para a varanda, não tinha ninguem, eu fui rápido, olhando pra trás o tempo todo para ver se não tinha ninguém olhando, não percebi ninguém, quando cheguei na porta eu bati, ele abriu, eu dei mais uma olhada se não tinha ninguém e entrei.

Ele já estava sem o short, me falou, eu não disse pra você não demorar ? Eu, mas meu marido me pegou na conversa, quando eu ia explicar o que aconteceu, ele me juntou e me prendeu na parede, me dei aquele beijo gostoso que só ele sabe dar, um beijo cheio de desejo e vontade, parecia que ele nunca tinha me pego antes, engolia minha lingua, mordia meu pescoço, foi descendo e mordia, chupava, lambia meu peito todinho, eu fiquei ainda mais encharcada do que já estava.

Mas a gente não podia demorar, ele me virou de costas pra ele, tirou a minha calcinha, coloquei meu rosto na parede e empinei todinha, olhei pra trás, ele estava só molhando aquela anaconda que eu adoro com saliva, enquanto eu fazia a mesma coisa na minha bucetinha pra ajudar a entrar melhor.

Ele então veio com tudo, colocou tudo de uma vez, sem aquela pausinha pra acostumar com o tamanho, eu senti ele todo dentro de mim, doeu é claro, mas o tesão era muito maior.

Ele não perdeu tempo e me puxou pelo cabelo e começou a socar, não começou forte, mas fez o que eu mais gosto, que é tirar quase ele todo até a cabecinha e depois meter ele todo bem forte.

Eu não podia gemer, ele colocou uma das mãos na minha boca, enquanto me segurou forte pela cintura, aí sim começou a socar bem forte e bem rapido.

Nossa eu não acreditava que estava fazendo isso, toda a minha família do lado de fora, e eu dando escondido dentro de um galpão, me sentia ainda mais puta fazendo isso.

E ele sabia disso, chegava na minha orelhinha, mordia e me chamava de cachorra, que nunca me viu tão molhada assim, que eu era sua puta safada, a mais vagabunda que ele já tinha comido, e que não iria deixar de me comer nunca, e que eu merecia todo o leitinho dele dentro de mim.

Eu já não aguentava mais, minhas pernas estavam bambinhas, eu mal conseguia ficar de pé, ele que tinha que me segurar pela cintura, se não eu ia pro chão fácil, e ele sempre falando, tá bambinha é puta, isso que é vontade de levar rola em, não está nem conseguindo ficar de pé, piranha.

Ele me virou de frente, encostou de novo na parede e me levantou segurando pelas pernas, eu cruzei as pernas atrás dele e o abracei, depois ele me segurou pela bunda, eu comecei a rebolar pra frente e pra trás enquanto ele metia gostoso, nos dois fazendo o mesmo movimento, foi gostoso demais.

Eu não aguentei segurar muito e gozei, mas gozei gostoso, apertando ele forte e mordendo o seu ombro, e claro que eu contrai muito a minha bucetinha, queria receber seu leitinho dentro de mim na mesma hora, e sei que nenhum homem consegue segurar quando aperto assim.

Ele pegou minha cabeça e colocou pra trás e encostou na parede, começou a me enforcar, nossa eu adoro isso, me segurando com epenas uma mao, e em com as suas segurando em seu ombro, ele começou a meter mais forte e mais fundo, não demorou muito e ele gozou, mas saiu foi muito leitinho dentro de mim, mesmo a gente transando no dia anterior, saiu muita porra daquela anaconda gostosa.

Ele me desceu, eu abri as pernas e não parava de sair leite, eu tinha esquecido de ir no banheiro pegar papel, caiu muito leitinho no chão, fora o que escorria pelas minhas pernas, eu tive que ir limpando com a mao, e ainda ouvia ele me falando, não desperdiça isso, coloca na boca que eu sei que você gosta, e eu fazia exatamente isso, tudo que descia pelas minhas pernas, eu pegava e colocava na boca, depois eu coloquei a calcinha de novo, mas sentia que ainda descia um pouco de leite nela.

Assim que me recompuz e arrumei meu cabelo mais ou menos, ele abriu um pouco a porta e olhou se não tinha ninguém, eu fui e sai na frente, entrei direto no banheiro, fui me limpar direito e arrumar meu cabelo melhor.

Depois eu voltei pra fresta como que nada tivesse acontecido, minha irmã pegou onde eu estava, falei que lá dentro conversando, ela falou que foi me procurar e não me achou, disse que estava andando lá por dentro e conversando.

Depois disso fui conversar com meu primo sobre a viagem que meu marido queria, deixamos tudo mais ou menos acertado, depois disso bebemos mais e colocamos mais o papo em dia com outras pessoas.

A madrugada passou, já estava quase amanhecendo, muitas pessoas já tinham ido dormir, outras continuavam bebendo, lá tinha alguns quartos, mas ele enchia os quartos de colchões, então o pessoal se espalhava pelos quartos e dormia, um quarto tinha poucas pessoas e outros mais cheios.

Meu marido disse que estava com sono e me perguntou se eu também não queria ir dormi, o sono também na tinha me dominado, ainda mais depois do que eu já tinha feito.

Minha nora e meu filho mais velho também falaram que iam com a gente, nisso o meu afilhado que estava por perto também falou que iria também, me deu uma olhada com cara de safado que eu não entendi.

Fui para o banheiro e troquei de roupa coloquei minha camisola, lógico que não era curta nem apertada, era mais larga, era bem comportada.

Tinha uns 10 colchões no chão do quarto, eu entrei e acendi a luz para ver onde iria deitar, meu marido já estava apagado, escornado em um dos colchões do meio, nem trocar de roupa ele trocou de tão bêbado que estava, meu filho e minha nora foram para o lado do meu marido só que ficaram no canto encostados na parede, meu afilhado veio e pulou um colchão depois do meu e deitou, e falou alto, vou pular um colchão depois da senhora e deitar porque fico mexendo muito na cama viu madrinha, não quero incomodar a senhora, nos quatro rimos, meu filho falou brincando, cuidado aí viu mãe, daqui a pouco esse daí tá rolando e espremendo a senhora em cima do pai, voltamos a rir, meu filho foi e levantou e apagou a luz, meu afilhado estava com aqueles shortinhos de dormir curtinhos, e sem camisa, mostrando aquele corpo gostoso dele todo definido.

Eu morria de sono mas não conseguia dormir, meu marido é lógico roncando muito, mas eu estava tensa pelo meu afilhado está ali deitado perto de mim, depois de um tempinho ouvi mais alguém roncando depois do meu marido, deveria ser meu filho, não demorou muito eu escutei meu afilhado rolando devagar na cama e se aproximando de mim, meu coração desparou, eu não acreditava que ele iria tentar alguma coisa ali.

Mais um tempinho depois ele rolou de novo, eu que estava deitada virada de frente pro meu marido, de costas pra ele, senti levantando coberta, eu arregalei os olhos meu coração estava a mil.

Ele então começou a alizar minhas pernas, eu coloquei a mão sobre a dele e segurei forte pra ele parar, ele deu um jeito de aproximar sua cabeça perto da minha e falou bem baixinho, fica quietinha minha puta, e me deu um cheiro no pescoço, confesso que eu arrepiei todinha, mas isso já era demais, com meu marido do meu lado, e meu filho no quarto.

Mas ele não parou, continuou a alizar a minha perna, depois foi pra minha bunda, apertava forte, passava pra minha cintura, até que chegou no meu peito, ficava massageando e apertando, eu não conseguia mais me segurar, era muito gostoso, a tensão, o perigo de ser pegos, era muito gostoso, eu não aguentei e empinei todinha pra ele.

Ele entendeu, senti que ele estava abaixando o short, senti passando aquela coisa dura, toda babada na minha bunda, eu coloquei a mão pra trás, e alisei devagarinho, comecei a bater uma pra ele bem devagarinho, ele colocou a minha calcinha de ladinho, eu levantei a perna só um pouquinho para ninguém desconfiar, apesar do quarto estar completamente escuro, vai queeee.

Empinei mais ainda a bunda, só que dessa vez eu que controlava a situação, estava com a mão em seu pau, comecei a esfregar na entradinha da minha buceta, já estava encharcada outra vez, colocava na entradinha e tirava, sentia seu pau pulsar na minha mão.

Coloquei de novo na entradinha, ele foi e fez um movimento pra frente, nisso entrou um pouco, me deu uma vontade imensa de gemer, mas me segurei muito pra não fazer isso.

Ele começou então um vai e vem bem devagarinho, daquele jeitinho que eu gosto, até quase sair a cabecinha e depois colocava tudo de novo, mas dessa vez bem devagar, sentir centímetro por centímetro entrando dentro de mim era perfeito.

Aquela vontade de pedir ele pra meter forte e não poder estava me matando, ele colocou as mãos na minha cintura e apertava muito forte, de uma maneira que ele nunca fez, acho que estava sentindo a mesma coisa que eu, aquela vontade de socar com tudo e não poder.

Eu apertava seu pau quando estava tudo dentro, ficava mastigando seu pau com minha bucetinha, ele ficou parado só sentindo, enquanto eu brincava com aquela anaconda dentro de mim.

Comecei a rebolar bem gostoso, bem devagarinho é claro, gente, eu comecei a tremer todinha, poucas vezes eu tremi tanto assim na hora de gozar, eu não conseguia me controlar, não tinha como parar de tremer, eu fiquei morrendo de medo do meu marido acordar nesse momento, ele me segurou pela cintura de novo, para tentar diminuir a tremedeira, o tesão era grande demais, a vontade era imensa, o perigo me fez ficar louca.

Eu contrai tanto a minha bucetinha, apertei tanto o seu pau dentro de mim, que ele gozou junto comigo, eu senti o seu pau pulsando dentro de mim, pulsando muito, eu adorava receber seu leitinho dentro de mim, não tinha coisa melhor do que isso.

Depois de gozar, ele ainda continuou com o pau dentro de mim, deixou até ir diminuindo e saindo sozinho, eu tive que voltar a calcinha pro lugar, porque mesmo ele tendo me comido mais cedo, ainda escorreu leitinho da minha bucetinha.

Depois disso eu dormi, apaguei com a bucetinha toda suja de leitinho do meu macho, acordei só no outro dia já tarde, todo mundo já tinha levantado, eu que acordo com qualquer barulhinho, apaguei, não vi ninguém saindo do quarto.

Eu levantei e fui tomar café ainda, nesse dia não aconteceu mais nada, mais nenhuma loucura, até porque nós fomos embora um pouco depois do almoço, mas foi a experiência mais gostosa que eu tive, a tensão, o tesão, o perigo, me deixou louca.

Espero que vocês tenham gostado, continuem votando se vocês gostaram, e comentem também, o que estão achando dos meus contos, beijinhos em todos vocês.

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