Após o carnaval…

PACIENTE 24620

Nunca fui de trair, até então, mas os fatos acabaram me levando a isso bem naturalmente…

Agora que voltei ao consultório, resolvi dar sequência no que rolou após a viagem, afinal cada história dá um relato novo .

Ainda em 2005, quando eu tinha 17 anos e namorava o Rodrigo… assim como o meu nome, vou usar nomes fictícios dos envolvidos… Rodrigo era mais velho, com 21 na época, e sempre saíamos com uma turma bem grande.

Após o carnaval, o Rodrigo descobriu da minha traição na viagem de carnaval com o Renato…que era um “ficante” de uma amiga nossa, e não era da turma… Mas a principio ele apenas descobriu do beijo que rolou numa balada, e achando que foi só isso, me perdoou…pois ele era um galinha nato…

Passado alguns meses, já na época das festas juninas, voltamos a ter mais brigas, sempre no meio da turma e com o Rodrigo bêbado. Muitas vezes até ia embora com a minha amiga Mirela e o namorado dela Anderson…melhor amigo do Rodrigo.

Mirela também não era uma santa, e eu sempre testemunhava as puladas de cerca que ela dava…e ela fazia coisas que na época até eu me assustava… Ela saia com um amigo dos meninos, que não andava na turma, o Silvio. Silvio era um playboyzinho, tinha 21 anos, não trabalhava, tinha carrão da moda, vivia nas madrugadas sempre na presença do Rodrigo (xará do meu namorado), mais conhecido como “Cicinho”, por ser parecido com o jogador na época, ele tinha 20.

Silvio já havia transado com várias amigas da Mirela, algumas até eu conhecia mas descobria depois quando ela me contava. Mirela não ligava, pois do amante ela só queria sexo e zueira na madrugada. Quando brigava com o Rodrigo eu acabava indo nessas farras, mas sempre ficava na minha, deixando a Mirela doida de raiva, pois ela queria que eu saísse dando também, e acabou acontecendo.

Certa noite, estávamos nós 4 na casa do Anderson, ele e o Rodrigo alegaram que já era tarde e que no dia seguinte iam acordar cedo, achamos estranho mas tudo bem, eu e meu namorado levamos a Mirela em casa. Eu já sabia que dali a Mirela ia se encontrar com o Silvio e o Cicinho, e me chamou. Acabei topando, pois andava desconfiada que os nossos namorados iam aprontar.

O Silvio pediu para o Cicinho buscar a Mirela de moto em casa, e no caminho viu nossos namorados num bar numa avenida movimentada, e com um umas mulheres. A Mirela me ligou contando e disse que assim que chegasse na casa do Silvio, o Cicinho ia me buscar. Chegando na casa do Silvio, eles me contaram o que viram e pela descrição já sabia até quem era as piriguetes que estavam com eles no bar. Fiquei com um ódio e os meninos fazendo minha cabeça (percebi isso depois). Começamos a beber no apartamento do Silvio, muito grande por sinal, e quando vejo algo estranho, a Mirela beijando o Cicinho. Quando ela estava indo com ele pra um quarto, que eu não sabia se era do Silvio ou de visitas, chamei a Mirela de canto e perguntei se ela não era ficante do Silvio. Ela disse que entre eles não haviam compromissos e cada hora um fazia o que bem queria. Fiquei de boca aberta, parecia uma mulher liberal falando que era de todos.

Passou alguns minutos e começamos a escutar na sala os gemidos da Mirela, eu já tava meio altinha pela bebida e o Silvio foi até a porta do quarto pedir pra eles diminuírem o barulho. Comecei a achar graça da situação, conversando com o Silvio acabei me soltando, falando da minha vida, da raiva que estava do meu namorado, de tudo. Silvio levantou do sofá que estava, apagou a luz e sentou ao meu lado, não tinha reparado na maldade que vinha dele naquele momento. Ele foi fazendo minha cabeça, falando que eu era linda, que o Rodrigo era trouxa em me deixar tão carente. Fui entrando na onda da conversa, afinal Silvio era lindo, bombadinho, olhos verdes, cabelos castanhos, um príncipe. Ele sabia o que tava fazendo.

Quando eu estava falando das brigas com meu namorado, Silvio me interrompeu com um beijo, e que beijão. Eu correspondi na hora. Entre um beijo e outro, Silvio já foi apalpando minha bunda e me puxou para o colo dele, tirando minha blusa. Ele afastou meu sutiã pro lado e começou a mamar meus seios, que são pequenos mas bem durinhos. Ele dava umas sugadas fortes que eu ficava louca de tesão, já nem ligava mais se ia ficar com marca. Comecei a rebolar no colo dele, roçando naquele pau que já sentia que estava uma pedra. Ele pediu pra irmos para o quarto dele, fui seguindo ele. Chegando no quarto ele foi pegar as camisinhas no armário, nisso já tirei meu shorts e sutiã, ficando só de calcinha.

Silvio tirou a camisa e a bermuda, estava sem cueca por baixo, foi quando vi seu enorme pau. Tive poucos homens até então, mas tinha feito muita coisa no sexo, mas nunca vi um pau grande como o do Silvio. A Mirela comentava que ela a deixava toda bamba, mas achava que era só modo de falar.

Peguei aquele pau com as 2 mãos e comecei a fazer um vai e vem, e fui acelerando aquela punheta gostosa. Silvio me interrompeu, achei que ia pedir pra eu chupar, mas ele me ensinou algo que eu nunca tinha feito, a chupar as bolas dele. Silvio ia explicando como gostava e eu ia sugando suas bolas de modo alternado, achei muito gostoso aquele movimento com as bolas dele na minha boca, enquanto acariciava suas coxas e seu bumbum, tudo lisinho. Enquanto eu sugava suas bolas, Silvio segurava meu rabo de cavalo com uma mão e a outra batia uma punheta numa velocidade, que o barulhinho já me deixava molhada, imaginando o vai e vem daquele pau na minha xana. Ele então pediu pra eu abocanhar aquele pau, que estava pulsando e babando. Não hesitei e cai de boca, comecei tentando enfiar tudo na boca, até a garganta, e me engasgava. Silvio pediu pra eu ir devagar e lamber a cabeça, ele esticava a pele do pau e pedia pra lamber o buraquinho na ponta. Eu estava adorando chupar o Silvio, já estávamos nessa pegada há um bom tempo quando escuto a Mirela bater na porta. Ela me chamou rindo e perguntando se eu queria ir embora, pois ela já estava indo. Eu disse que ia ficar e que o Silvio me deixava em casa depois. Mirela me chamou de safada e foi embora com o Cicinho. Nisso voltei a mamar o Silvio, aquele pau parecia que ficava mais duro. Silvio já tinha uma fama de comedor pelo que a Mirela me contava, muitas da turma já foram pra cama dele. Silvio me deitou na cama e arrancou minha calcinha e deu um belo banho de língua na minha xana. Era uma delicia o que ele fazia com a língua, depois começou a enfiar um dedo e a língua junto, passou para 2 dedos, eu urrava de tesão, quando vi já estava com 3 dedos enfiados. Silvio parou, apagou a luz, me ajeitou na cama me deixando de frente pra ele, abriu minhas pernas e se posicionou em frente. Como o quarto estava escuro, só via o vulto dele colocando a camisinha, que era muito cheirosa, devia ser de aromas. Silvio deitou sobre mim e me deu mais um beijo, depois se posicionou de joelhos de frente a mim no meio das minhas pernas e começou a colocar aquele pau na minha xana. Eu estava toda molhada, o que facilitou a entrada, e assim ele começou aquele vai e vem acelerado. As estocadas que ele dava eram uma delícia, eu gemia e gemia alto, as pernas uma hora pro alto e outra hora travando as costas do Silvio, que não parava. Minha xana até fazia barulho com a pressão do pau, Silvio parecia uma maquina e não parava. Sem tirar o pau da minha xana, Silvio deitou ao meu lado, me virando e levantando uma das minhas pernas e começou a bombar de ladinho, atrás de mim, eu passava a mão na minha xana e sentia aquele mastro fazendo vai e vem. Silvio parou e pediu pra eu ir por cima. Comecei a cavalgar e fui no meu ritmo, eu quicava tanto que a cama fazia barulho, essa é minha posição favorita, pois sou magra mas tenho uma bunda grande. Paramos pra trocar de posição e quando fui ficar de 4, Silvio me fala que a camisinha estourou. Fiquei assustada na hora, pois não tomo anticoncepcional, mas disse ao Silvio que saindo dali tomava uma pílula do dia seguinte. Camisinha nova no pau, lá vem Silvio pra me pegar de 4. Ele demorou pra enfiar e notei que estava com as mão nas minhas 2 nádegas afastando pra ensaiar enfiar no meu rabo, fiquei quietinha e fui jogando o corpo pra frente. Silvio então voltou a focar minha xana e me trouxe pra perto dele e enfiou. Ele dava umas bombadas que eu via estrelas, sabia que ia passar o dia seguinte praticamente bamba. Após longas estocadas sinto o Silvio encher a camisinha dentro da minha xana. Ele me deu um beijo e deitou na cama. Pedi pra tomar um banho, ele me deu uma toalha e fui. Quando volto pro quarto, vejo o horário e tomo um susto, faltavam menos de 1 hora pra eu sair lá de casa para o serviço. Pedi pro Silvio me levar em casa e o safado não quis, me pagou um taxi. Nem perdi tempo e fui embora. Cheguei em casa, tomei outro banho, escutei um mooonte do meu pai, e fui pro trabalho, passei numa farmácia e tomei a pílula. Quando dei uma relaxada no serviço, comecei a me sentir bamba, mas que pau é esse. A noite nem quis transar com meu namorado. Depois disso tive outro encontro com o Silvio, que darei detalhes num próximo relato.

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