Mês: abril 2019

Filhos na escola, cartão de credito bloqueado, cheque especial estourado e com cobrador já batendo a porta decidi ir á luta…

PACIENTE 250419-03

Meu marido era Engº metalúrgico e bem renumerado.

Meu marido era Engº metalúrgico e bem renumerado, mas em 2014 de uma hora para outra perde o emprego, não consegue mais nada além de bico, acabou o seguro desemprego, os bicos não cobriam as despesas da casa, dois filhos na escola e os escambais, cartão de credito bloqueado, cheque especial estourado e com cobrador já batendo a porta decidi ir á luta, mas eu somente dona de casa, sem experiência e pouco estudo arrumei uma faxina semanal para dar uma força no sustento da casa.

Um dia na casa da patroa vi em cima da mesa um jornal aberto na pagina de anuncio e dizia: precisa-se de mulher para cuidar de idoso uma vez por semana das 8:00 as 20:00 horas e que saiba dirigir carro cambio automático, isto eu sabia, pois meu marido no tempo de vacas gordas tinha um e aprendi a dirigir nele, pensei, tenho uma faxinas nas quintas feiras e se coincidir com o dia que não tenho a dita vai dar certo.

Peguei o telefone e liguei, atendeu uma voz masculina e pelo tom era uma pessoa idosa, marcou entrevista para o dia seguinte as 13 horas, compareci, era um condomínio de luxo e com uma segurança redobrada, o guarda me anunciou e mandou subir, apertei a campainha uma voz disse: – a porta esta aberta pode entrar, entrei e dei na sala, no sofá sentado e ainda de pijama apesar que já passar das 13:00 estava um senhor de 81 anos, barba por fazer, cabelo desarrumado, parecia um maltrapilho e foi me dizendo que era diplomata aposentado, serviu em muitos países, ultimamente estava numa cidade da Europa, cidade onde ainda tem uma filha única morando e é adida de embaixada, mas ele preferiu voltar ao Brasil depois de tantos anos ausente e aqui curtir um pouco de que não curtiu por estar fora.

Bem objetivo foi perguntando: Você é casada. Disse: sim. Melhor falou ele, pois não quero complicação e com a concordância do seu marido não fico com a consciência pesada, não quero que se ofenda na minha proposta, não vou te forçar a nada, você e seu marido é que decidem.

Preciso de uma mulher uma vez por semana, toda sexta feira e no horário dito no anuncio para comigo ir comigo ao banco, almoçar, jantar, visitar meus amigos, ao medico, ao cinema, passear, ir a teatro e se ficar mais tarde um pouco pago extra, etc.. e também sexo, pago R$ 500,00 por dia ou R$2.000,00 por mês e com todo direito trabalhista.

Na hora que falou sexo gelei, não esperava uma proposta desta, pediu para eu entrar numa sala escritório e sentar numa cadeira para refletir antes de fazer algo impensável, vi nele boa índole, mesmo porque era um ancião, comecei a pensar que aquilo era impossível, meu marido iria me matar, apesar de que eu com 46 anos ainda preservava, um corpão, uma bela bunda que já levou muita cantada, não bonita de rosto, mas também na sirvo para feia e meu marido sempre se orgulhou de mim, mesmo nas cantadas que ele presenciava ficava calado e dizia que lhe dava uma tesão quando presenciava algum assedio para comigo, principalmente quando a olhada era minha bundona.

Fiquei uns 20 minutos matutando o que fazer, não podia perder este salario e decidi contar a meu marido e notar sua reação, mesmo porque não fiz nada errado, sai da sala e o velho estava ressonando no sofá, aproveitei, peguei o celular, bati uma foto dele e em seguida o acordei, falei que iria falar com meu marido e ele falou: – é bom, assim fico mais tranquilo.

Chegando em casa contei para meu marido, ele não acreditou, lhe mostrei a foto e bravo mandou o velho a merda, mas a noite na cama depois de uma gostosa trepada ele se vira para mim e diz: – tu tem coragem de sair com um velho daquele?

Sei lá disse: – na pindaiba que nos estamos R$ 2.000,00 ajudaria muito, mesmo porque aquele velho não fode mais, o máximo é uma chupada e ai só uma linguada que mal faz.

Ai ele diz: é mesmo né, que mal pode fazer, se tu quiseres, pois o velho pela foto esta caindo os pedaços, mas pede R$ 3.000,00, diz que eu disse só por R$ 3.000,00.continua depois da publicidade

No outro dia telefonei-lhe e fiz a proposta, topou e me mandou ir toda sexta feira, como fazia faxina nas quinta, encaixou.

Apresentei-me na sexta vindoura, ele estava bem pronto numa fatiota bem alinhada, cabelo penteado, barba feita, perfumado mais da conta, era outro, um gato, não parecia ter a idade que dizia e já saímos de carro, fomos numa loja de roupa, me comprou vários vestidos, cada um mais bonito que o outro, joias, sapatos, calcinhas sexi, cremes e perfumes, mas eu não podia levar para casa, ficava na casa dele e usava só quando estivesse com ele, ah! E comprou um vestido de seda tipo tubinho bem curto que era para eu usar só dentro de sua casa.

Depois de almoçar e vários outros afazeres, já no fim da tarde chegamos de volta a seu apt., tomei um bom banho com direito até uma higiene anal com a mangueirinha do chuveiro, pois poderia ter uma chupada anal também, coloquei uma das calcinha sexi, me perfumei e vesti o dito vestido curto, sai e na sala me agachei para pegar uma caixa que estava no chão, apareceu minha calcinha, o velho ficou louco, me mandou repetir, entrou no banheiro, também tomou banho demorado e voltou já me agarrando e me beijando com volúpia, me levou para a cama, tirou minha roupa, e começou a mamar, nisto vai descendo até minha xana, e começou a chupar, o velho chupava muito bem, muito melhor que meu marido, até me colocou de quatro e por trás chupava minha boceta e enfia a língua no meu cu, aquilo me levava a lua e voltava de tanta tesão, e durante uns 40 minutos entre arreto e as bem dada chupadas gozei duas vezes, era gostoso demais, daqui a pouco notei ele de pau duro, mais duro mesmo, arregalei os olhos, ele notou que me surpreendi e ele falou o que eu e meu marido nem tínhamos pensado: – para que serve o viagra?

Eu não tinha mais como recuar, enterrou aquele pau duro na minha boceta, boceta esta que só tinha sentido um pau na vida, a do meu marido, copulava com maestria, depois de um bom tempo fodendo tirou, me mandou virar, colocou um travesseiro na minha barriga, passou lubrificante no pau e na entrada do meu cu, começou arretando, senti por bom tempo a cabeça de seu pau entrar e sair e minhas pregas cedendo, nisso enterrou tudo, senti, pois era mais grosso do que o meu marido, doeu, mas foi por poucos minutos e já comecei a sentir prazer, levando no cu me masturbava e gozei, em seguida ele deu um urro e gozou também..

Meu marido nunca o quis conhecer pessoalmente e nem o ver, toda sexta feira quando chegava em minha casa, nem sempre eu conseguia, mas tentava dar uma desculpa para meu marido não querer, pois ficava toda esfolada de tanto o velho me foder e isto foi durante dois anos e um pouco.

Sua filha e netas vinham do exterior de vez em quanto lhe visitar e sempre diziam para eu cuidar bem dele que eu não iria me arrepender.

Num domingo de inverno muito frio e ainda pela manhã bem cedo sua filha me telefona dizendo: – a poucas horas atrás, chamado pelo vizinho de frente, meu pai foi levado pelo SAMU ao hospital tal, por favor vai la e me de noticias, fui o mais rápido que pude e quando lá cheguei já tinha falecido, infarto agudo do miocárdio, acho que de tanto foder com efeito do viagra, mas ao menos morreu feliz.

Aberto o testamento ele deixa o carro Mercedes do ano e o apartamento para mim e mais R$ 1.185.000,00 que estava na poupança, sua filha não contestou, o apt. vendi fácil por ser de barbada, R$ 3.000.000,00, como também a Mercedes por 220.000,00. Eu e meu marido ficamos ricos, já montamos um negocio próprio e vai muito bem, graças a dois anos dando o cu e a boceta para o diplomata e o bom era que eu gostava.

Meu marido nem sonha o que o anoso fazia, até hoje pensa que ele só chupava, mais um dia quando nós dois bem idosos quero lhe contar o quanto pau esta boceta e este cu, que ele tanto adora levou do velho, e o pior para meu marido, era que eu adorava foder com aquele senhor bonito, bem arrumado, cheiroso e como estava sempre com tesão aflorada dos dois lados, me parecia que as sexta feira nunca chegava.

Minha primeira experiência no Tinder.

PACIENTE 250419-02

Eu sou a Jeniffer tenho 33 anos e vou contar como foi minha primeira experiência no Tinder

Eu baixei o app sem muita expectativa. Entre muitas conversas uma pessoa em especial me chamou atenção.

Conversamos por um momento e vimos que tínhamos algumas coisas em comum, eu sugeri a ele ir a um boteco que ficava bem perto do meu trabalho e ele aceitou.

Ele não era da minha cidade, estava por lá a trabalho e isso já me instigou bastante a curiosidade de ir ao encontro dele. Então fomos…

O cara era meu número, alto, sorriso largo, ombro fortes. Eu adorei aquele homem!!!

Tomamos umas cervejas e conversamos sobre tudo… até que uma hora ele se aproximou e perguntou porque nós ainda não estávamos nos beijando.

Eu disse que não sabia então começamos a nos beijar, nos beijamos e as coisas esquentaram finalmente vem o convite

“Vamos passar esse resto de noite juntos?!”

Como eu ia dizer não, se eu já estava louca de tesão por ele?! Então conversamos e fomos pro hotel dele…

Lá a gente começou a se explorar… ele foi tirando a minha roupa e me beijando, e parem pra boca e língua incríveis daquele homem… Minha bucetinha tava bem molhada, encharcada… dizendo ele tinha, udai ele começa a lamber o meu cuzinho delícia, dizendo ele tinha um gosto mt bom… aí eu pediu pra chupar. Começou com o pau dele ainda não tava mt duro, mas fui chupando e chupando e ele foi crescendo na minha boca. Primeiro me assustei

Que rola enorme!! Já queria ela toda dentro de mim, comecei a chupar aquele cacete delicioso com toda a minha vontade, levava a minha língua por toda aquela rola enorme e grossa, beijava e chupava as bolas como deslisavas a minha língua e olhava pra ele pra ver se ele tava tão louco de tesão quanto eu tava. Até que ele se virou e nós fizemos um 69 memorável. Ele me chupou de cima a baixo, quanto mais ele chupava, mais fundo eu levava aquela rola na minha boca. Que me fez delirar e gozar umas três vezes…

Depois de tudo isso ele coloca uma camisinha naquela rola enorme e me come com força, ele por cima e começou de vagar pra eu não sofrer muito, mas depois ele me senta naquele pau duro e ao mesmo tempo que doía, dava muito tesão.

Depois ele me colocou de quatro, porque eu pedi bem cachorra, ele tava com medo de me machucar mas meteu tudo, puxou meu cabelo pra beijar minha boca que tava só o pau dele, assim como eu senti o gosto da minha boceta na cara toda dele.

Eu dei tanto e ele era tão gostoso que eu não queria parar de receber aquela rola em mim. Aquele pau duro e grosso me maltratava de tão grande que era. Eu gostava de olhar a cara dele com muito tesão e pedia pra ele meter fundo e dar uns tapas na minha bunda, enquanto minha boceta apertava e massageava aquela rola. Ele delirava de tesão, aí ele começou a brincar com meu cu mas eu preferi não deixar ele seguir porque aquela rola não é pra dar o cu de qualquer jeito não, segue nas bombadas na minha buceta até que veio aquele gozo foda dele!! E eu olhei pra ele com uma cara bem safada de quem queria mais… ele enfiou toda a rola gigante dele em mim, ao mesmo tempo que eu adorei eu senti muita dor. Depois daquela gozada maravilhosa dele, eu me rendi!!

Então a gente conversou mais alguma coisa e dormiu. De manhã ele não dispensou outra foda…

Sou casada a 3 anos.

PACIENTE 250419-01

Tenho 35, sou casada a 3 anos, sou branca das pernas grossas e bumbum arrebitado…

Um belo dia estava conversando com uma amiga do trabalho , conversa vai conversa vem, chegamos a um ponto na conversa que ela começou a falar besteiras dizendo que já tinha falado com o ex namorado dela pra sair …

– ela o namora e um outro homem ele ñ topou então ela sugeriu uma outra mulher …

Aquelas conversas me deixarão muito lubrificada, com um tesão danado. Fui pra casa, chegando em casa me masturbei até gozar gostoso. Na noite fui dormir pensando em como seria uma mulher me chutando ,dei pro meu marido gostoso mais confesso que imaginava a língua da minha amiga me chutando .no dia seguinte começamos a conversa de novo sobre o mesmo assunto , e eu disse o pra ela que meu desejo era transar ,com 2 homens nunca sonha pensado em outra mulher ..

Então ela me falou :

– não ,eu tenho que te confessa que ñ paro de pensar na nossa conversa e imaginar eu te chutando …

Mais uma vez fiquei toda molhada ,e disse a ela que também pensei muito mais só toparia com um homem, que nos duas não ia rolar .ela disse uma pena doida pra passar minha língua em você.continua depois da publicidade

É isso me exitava muito ,mais não falei nada fui tomar meu banho como de costume ,quando sai do banheiro e fui pro vestiário ,logo ela bateu na porta com a desculpa de pega algo .eu estava me arrumando ela falou -abaixa a calca pra eu ver sua xoxota,eu sem pensar abaixei um pouco e ela gritou abaixa essa porra logo e começou a mamar nos meus seios grandes e durinhos, mamava tão gostoso que eu já estava toda meladinha, então ela foi baixando ate chegar na minha bucetinha, quando ela viu que estava toda meladinha, falou:

– que delícia, que buceta linda toda meladinha do jeito que eu gosto, vou chupar e ela bem gostoso.

chupou tão gostoso que não resisti, gozeeeeeeeeeeeeiiiii muito gooooooostoooooooso.

E confesso que To doida pra uma próxima vez

Pra eu poder retribuir a chupada tão gostosa que ela me deu.

Meu marido tem um tio muito legal….

PACIENTE 180419-02

Todo ano, a família do meu marido inventa de fazer uma festa pra reunir todos os parentes ausentes, que moram longe. Nessas ocasiões, alugam uma chácara ou sítio grande, com piscinas e muito lazer pra todos se divertirem e ficarem o máximo de tempo juntos, mesmo porque esse tempo dura no máximo , um fim de semana.

Nesse ano, alugaram um sítio muito grande, com umas 8 suítes dentro e uma suíte separada da casa sede. Eu, meu marido e meu filho ficamos nessa suíte fora da sede, porque chegamos por último no sítio e não tinha mais lugar dentro da sede.

Meu marido tem um tio muito legal que se parece muito com ele, fisicamente. É bonito e mega charmoso, já com 50 anos. A esposa dele também tem essa idade, mas aparenta ser bem mais velha que ele. Inclusive, nem tem o mesmo ânimo e alegria desse tio gato. Ela sabe que ele é cobiçado e morre de ciúmes. Moreno de cabelos lisos, já ficando grisalhos. Pele morena igual de índio, com traços finos, corpo falso magro.

A gente se dá muito bem, porque ele me conheceu criança, bem antes de eu ser esposa do sobrinho dele. Hoje, tenho meus 36 anos, com filho, mas corpo bem cuidado, loira de cabelos longos , olhos verdes e adoro festas, como ele. A gente sempre dança forrós em todas as festas em que nos encontramos. No início, meu marido também tinha ciúmes, mas eu não dava trela e isso passava.

Pois bem, esse sítio é 20 minutos da cidade onde moro , em estrada de chão. Por esse motivo, as pessoas acabam demorando mais de meia hora, por causa dos buracos na estrada .

O dia foi tão animado, com muita piscina, forró e cervejada, que bebemos a cerveja levada pro final de semana todo, e ao cair da tarde, o pessoal resolveu ir na cidade comprar mais. Eu fiquei, porque bebi além da conta e também porque tinham duas crianças dormindo no meu quarto. Como os maridos estavam salientes, todas as esposas resolveram acompanhá-los nas compras na cidade. Achei que estava só no sítio. Achei.

Tomei um banho rápido, pra tirar o suor e água da piscina, me sequei e como presumi que o pessoal iria demorar, no mínimo, uma hora e meia pra voltar, só me enrolei na toalha e deitei na outra cama de solteiro que tinha dentro da suíte, porque as crianças estavam dormindo na cama de casal,e eu não queria acordá-los. Eu tava muito cansada e meio zuada ainda, por causa da cerveja em excesso. Coloquei meu celular pra despertar em uma hora, pra dar tempo de eu me vestir e encostei a porta. Tava começando a escurecer, e o quarto já estava na penumbra.

De repente, no escuro, senti uma mão me tocando na perna, e falando baixinho : “ Laís…tá acordada?”. Pensei que era o tarado do meu marido, porque pela sombra, parecia ser ele. Resolvi fingir que estava dormindo enquanto a maldade começou a passar pela minha cabeça. Ele subiu a mão até minhas costas, sussurrou meu nome de novo, e eu virei com a barriga pra cima, abaixei a toalha até a cintura, e coloquei a mão dele nos meus seios. Ele não mexeu a mão. Apenas ouvi um “sua louca”. Falei baixinho : “ Vamos aproveitar que estamos sozinhos e as crianças estão dormindo…só uma rapidinha!?”. Ele continuou estático. Pensei que ele tava assustado com a surpresa, e decidi ousar mais. Peguei a mão dele e coloquei na minha bucetinha, pra ele ver que eu já estava molhadinha. Ainda bem que fiz isso, porque o start foi instantâneo. Ele sussurrou : “ Eu posso te comer agora ?”. Me arrepiei. Ele mexeu no meu grelo, esfregou com delicadeza, e de repente, senti a língua dele invadindo toda a minha buceta. Uau. Ele lambia, sugava, enfiava a língua dentro dos grandes lábios, descia até o meu cuzinho, voltava no grelo, sugava devagar, esfregava a boca no meu grelo e sugava de novo. O tesão era enorme e eu não podia gemer alto. Então não aguentei mais e gozei na boca dele. Ele sentiu e se levantou. Me puxou pra ele. Estava sem camisa. Me beijou, um beijo tão gostoso. Ele tava com tanto tesão que até estranhei o beijo dele, me sufocando. Mas comemorei a grande ideia de ter tomado a iniciativa daquela foda. Resolvi retribuir com um boquete bem gostosinho. Me abaixei, abri o zíper da bermuda dele, e o pau dele, sem cueca, saltou na minha cara, bem duro e comecei a passar a língua na cabecinha dele. Desci a língua por toda a extensão. Parecia que ele tava muito excitado mesmo. Decidi abocanhar aquele mastro. Qual foi a minha surpresa, em perceber que ele realmente estava tão tesudo, que o pau parecia maior. Quase não entrava na minha boca. Mas chupei com vontade, enquanto ele respirava com dificuldade. Fiquei toda feliz que meu marido resolveu raspar a área de lazer e estava uma delícia. Chupei uma bola e depois a outra. Subi pra ponta de novo e então senti ele me puxando pra cima. Me beijou de novo e me virou de forma que fiquei de costas pra ele. Ele levantou uma perna minha, colocando ela sobre a cama e começou a penetrar minha buceta encharcada de tesão. Foi entrando e senti que ele também estava tendo dificuldade até em me penetrar. Não aguentei e forcei a bunda pra trás e entrou tudo. Affff….respirei fundo e ele ficou parado, esperando eu me recompor. Quando comecei a mexer o quadril de novo, ele começou a bombar. E foi bombando, e mexendo no meu grelo. Respirava forte no meu cabelo e pescoço. Com a outra mão, apertava o bico do meu peito. Eu tava louca de desejo. Não aguentei quando ele deu uma bombada forte e gozei de novo. Minhas pernas tremeram e me joguei pra frente, caindo na cama, de bunda pra cima. Já imaginei o que viria a seguir. Ele veio por cima do meu corpo. Senti ele pincelando meu cuzinho. Tremi na base, porque lembrei que o pau dele tava mais grosso do que o normal e meu marido é muito teimoso. Ele não ia desistir de comer meu cu, pra completar a foda deliciosa. Resolvi aproveitar ao máximo a chance, antes do pessoal chegar. Fui abrindo as pernas, arrebitando o rabo e sussurrei : “ Fode meu cuzinho, fode ! Aproveita e me come ele também, antes do pessoal chegar!!”. Ele foi forçando a entrada bem devagar. Foi entrando a cabeça, e eu senti um desconforto. Pedi pra ter calma. Ele começou a mexer devagar no meu grelo de novo. Se deitou de lado, levantou uma perna e foi tentando entrar de novo. Não dava. Tava muito difícil. Lembrei do óleo mineral, que tinha na minha necessaire. Falei pra ele esperar, porque eu também não ia desistir de dar o cu pra ele agora.

Levantei devagar, tateando no escuro, peguei o vidrinho, abri ele. Coloquei um pouco na palma da minha mão e passei em volta do meu buraquinho. Fui até ele, e passei em todo o pau dele, o resto de óleo que eu tinha na palma da mão. Ele suspirava forte. Nesse momento, deitei e me virei de lado, me afastei até encostar minha bunda no pau dele, e sussurrei : ” Agora manda a ver!” . Ele respondeu sussurrando : “ Não acredito nisso!”. E foi forçando a entrada de novo. Agora foi mais fácil. Primeiro a cabeça e depois, me abrindo mais, foi passando o resto. Quando entrou tudo, ele parou. Ficou esperando eu pedir de novo e eu falei : “ Fode o meu rabinho, fode ! Me come, seu puto!” Ele começou o vai e vem. Aquela sensação de todo o meu cu sendo preenchido com aquela rola tão grossa de tesão , me deixava ainda mais louca, ele começou a meter na minha buceta com o dedo do meio dele. Ora fazia isso, ora esfregava meu grelo. Aquilo foi me deixando ainda mais molhada. Eu rebolava tanto naquele pau, e ele mordiscava minha orelha, me chamava de gostosa, que nunca tinha comido um cu tão apertado. Que minha buceta tava muito molhada e ele tinha saudade disso. Nesse momento, não entendi o que ele quis dizer com isso, mas rebolei ainda mais e pedi pra ele me comer de frente. Me deitei de costas na cama e fiquei com as pernas pro ar e ele veio metendo de novo. Dessa vez, ele metia sem dó. Começou a meter mais fundo e mais forte. Comecei a mexer no meu grelo freneticamente, e senti que ia gozar de novo. Não aguentei mais segurar e gozei. Quando ele me disse : “tá gozando de novo? Seu cu apertando meu pau tá te entregando, gostosa !” Tudo era falado sussurrado no meu ouvido. E vendo que eu não estava mais aguentando, ele me disse : “ Quero gozar nos seus peitos! Tô louco pelos seus peitos”. Achei estranho o meu marido dizer aquilo, mas aquela foda sensacional tava pra acabar e eu queria retribuir todo o prazer que ele tinha me dado, então eu pedi :” Goza nos meus peitos, safado, vc nunca disse isso pra mim, goza agora, bem gostoso,vai!”, Então, ele tirou aquela tóra do meu  rabo e senti os jatos de porra quente nos meus peitos, pescoço , escorrendo pelo meu corpo. Pensei no quanto eu excitei ele, pela quantidade de porra. Me senti única. Então ele se abaixou,  lambeu meus lábios, e disse :” Melhor foda da minha vida toda! Eu queria vc só pra mim! Todinha!” Eu sorri no escuro e fui para o banheiro me lavar de novo. Ao abrir o chuveiro, me lembrei dele dizendo que tinha saudade de uma buceta molhada, que nunca tinha comido um cu tão apertado e por último, que me queria só pra ele ! Meu marido tava doido mesmo. Eu já era dele. Ri da bobeira dita. Terminei meu banho e me vesti. Fui procurar ele, porque ele tinha saído do quarto. Quando saí do quarto, avistei os carros chegando. Meu marido saiu de dentro do carro do primo dele, me gritando, perguntando se eu tinha melhorado e que ele tinha trazido mais cerveja pra gente. Fiquei confusa ao ver que meu marido estava de camiseta e short de tactel, rindo, conversando com os outros que saíam de seus carros, virei a cabeça e vi o tio gato dele, chegando por trás de mim. Gelei. Ele que estava sem camisa e de bermuda Jeans com zíper. Pensei : “ Será??” Senti uma tontura e quase caí. Ele correu e meu segurou. Senti as mãos dele. Fiquei pálida. Comecei a abrir a boca pra falar alguma coisa, mas ele me disse baixo : “ Me desculpa, mas me diz que você sabia que era eu quem estava com vc lá dentro ?” Eu balancei a cabeça, respondendo que não. Meus olhos arregalados lembrando de todo o tesão, a diferença do pau deles. Porque eu não percebi a tempo de parar ??? Lembrei também que eu que tomei a iniciativa da transa. Só consegui dizer um sinto muito. E ele disse que era melhor a gente falar sobre isso depois. Pra eu relaxar e tentar esquecer por enquanto, mas que ele jamais iria esquecer do meu corpo e do meu tesão. Saiu sem olhar pra trás e eu voltei pro meu quarto. Não suportei a ideia daquela transa maluca e inesquecível ter acontecido por engano e inventei uma dor de barriga terrível pro meu marido. Mesmo estando de noite já, juntei minhas coisas e voltei pra casa , deixando meu marido e meu filho terminarem de curtir o resto do fim de semana. Não me despedi de ninguém, com medo de me denunciar ao chegar perto do Tio dele. Chorei muito no caminho de volta, sozinha no carro. De medo e arrependimento, porque meu marido não merecia isso. Principalmente sendo com aquele tio dele. Lembrei das mãos fortes, o beijo , a língua, o pau grosso dele. Coloquei uma música bem alta e decidi esquecer. Mas estava na cara que essa história não ia acabar com a minha saída daquele sítio. 

Gostei da aventura…

PACIENTE 180419-01

Eu sempre gostei de aventuras, acho que até já comentei por aqui. Então quero dividir essa experiência com você!

Em uma noite quente de lua cheia, eu vestia uma saia curtinha e salto alto. Naquele dia, saí com algumas amigas, fomos à um barzinho conhecido da cidade (detalhe, uma cidade pequena do interior), bebemos um pouco, conversamos, nos divertimos.

Quando bebo, fico um pouco assanhadinha. Peguei meu celular, fui para o banheiro, tirei minha calcinha, que era preta, com alguns detalhes de oncinha e renda. Tiro uma foto e envio para Eduardo. Fazia algum tempo que nós estávamos saindo, mas a cada encontro eram novas histórias, risos e amassos, ele me surpreendia e eu fazia o mesmo. Suas mãos já me deixam com tesão, grandes, sua voz grossa e a pele morena.

Após alguns minutos, noto que ele visualiza a mensagem, então respondo com a seguinte frase: “Quero sentir sua boca quente no meu corpo!”. Isso foi o suficiente pra me deixar toda molhada, e fazer com que chegasse em 15 minutos.

Bebi um pouquinho mais, dancei algumas músicas com as garotas. Então noto uma notificação de mensagem, era o bonitão dizendo que chegou. Entro no carro, ele beija meu pescoço, e puxando a alça da minha blusa desce até os ombros, sentindo o cheiro do meu corpo, então diz:

“- Pensei em algo inusitado esta noite!”.

Já fiquei curiosa e meu tesão aumentou ainda mais.

Ele dirigiu até o lago da cidade, onde fica um bosque lindo, com uma praça. Como já estava tarde, não havia ninguém lá, aparentemente. Paramos o carro em um local totalmente escuro e silencioso. Eduardo era um homem mais velho, me pegava com força, e eu adorava aquilo!

Assim que ele desligou o carro eu tirei sua blusa, delicadamente, observando seu peito, sob a luz baixa da lua, ele beijou e deu leve mordidinhas em meus seios, babando bastante, me deixando ardendo de vontade. Então eu digo:

“- Quero que me coma no capô no carro!”. Então, ele disse:

“- Há é sua danadinha?!” E abriu um sorrisinho malicioso.

Ele saiu do carro, abriu minha porta e me pegou no colo, meus seios ficam bem na sua cara, e ele não hesitou em beijá-los e lambê-los. Me colocou em cima do capô e começa a lamber todo o meu corpo, sua boca quente, a saliva, eu gozei tãooo gostoso! Mas eu queria mais, queria ele dentro de mim.

Escorreguei um pouquinho mais pra frente do capô, ele colocou a camisinha. Eu fiquei a observar seu pau duro e inchado. Ele então, começa a meter devagar, e aos poucos, foi aumentando a intensidade, e meus gemidos também.

Com uma das mãos eu me tocava, e com a outra, segurava no seu quadril, puxando ele pra dentro de mim. De repente escutamos um barulho, então assustados, caminhamos em direção às árvores, devagar pra não fazermos barulho. Então Eduardo diz:

“- Se alguém nos ver aqui, sem roupa, vai ser a notícia da cidade. Fique quietinha.”

Só de lembrar já sinto vontade de rir. Ficamos atrás de algumas plantas observando. E então, descobrimos que era só um gato, procurando comida.  Ao ver aquele gato, não consegui me conter, e solto gargalhadas! Então ele tapou minha boca e diz:

“- Eu disse para você ficar quieta mocinha, e você não obedeceu.” Por fim solta um sorrisinho sacana.”

EM seguida, ele me colocou de frente pra árvore, ficando atrás de mim, abriu minhas pernas e começa a beijar minhas costas, ao mesmo tempo em que tocava minha bucetinha molhada. Eu já não aguentava mais tamanha provocação.

Então segurei-o pelos cabelos e o trouxe para minha boca, dando um beijo quente, e intenso. Segurei seus quadris enquanto me apoiava na árvore, de costas pra ele. Empinei meu bumbum, e comecei a rebolar, coladinha nele.

Então, ele coloca só a cabecinha e pergunta:

“- É isso que você quer?”

E eu respondo, no seu ouvido, com a voz mais meiga e doce que eu poderia:

“- Eu quero mais, quero sentir você gozar!”

Então ele coloca devagar. Mete beijando meu pescoço e segurando meus seios, a respiração ofegante e os gemidos se misturavam. Gozamos os dois juntos! A cada encontro eu ficava mais embriagada de prazer, ele sabia como me fazer gozar.

Amo….

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Amo-te como a planta que não floriu e tem

dentro de si, escondida, a luz das flores,

e, graças ao teu amor, vive obscuro em meu corpo

o denso aroma que subiu da terra.

Amo-te sem saber como, nem quando, nem onde,

amo-te diretamente sem problemas nem orgulho:

amo-te assim porque não sei amar de outra maneira,

a não ser deste modo em que nem eu sou nem tu és,

tão perto que a tua mão no meu peito é minha,

tão perto que os teus olhos se fecham com meu sono.

E sou muito feliz hoje com o meu marido Delcio.

PACIENTE 110419-4

Oi! Eu me chamo Marlene. 

Tenho 44 anos, sou formada em arquitetura e moro em Brasília. Sou casada e amo meu marido, ele me satisfaz sexualmente e sou muito feliz.

Más um dia desses, eu vi uma cena de novela que me fez pensar em um grande segredo que guardo comigo.

Na novela, a nora fala pra sogra.

  • não, más foi apenas um beijo.

E a sogra responde nervosa.

  • você não devia ter falado pra ele, meu filho não vai te perdoar!!!!!!  Essas coisas não se comenta com ninguém.

Eu estava em viajem de férias com meu marido Delcio em Natal (RN), me lembro que assim que chegamos na pousada, veio nos recepcionar um rapaz chamado Gabriel, moreno, simplesmente lindo sabe,  um tipo Julio Rocha (ator da globo) e vi que ele também me notou, pois eu estava com uma roupa bem chamativa, eu sendo morena com corpo perfeito, com o bumbum empinado, seios médios e cabelos compridos e pernas bem torneadas. Meu marido nem notou nada, pegou as malas do rapaz deu uma gorjeta e agradeceu.

Eu estava curtindo demais as nossas férias, pois a praia de ponta negra é simplesmente afrodisíaca, tínhamos ido ao forró na noite anterior e transamos no pé do morro do careca de madrugada.

Delcio havia combinado que no outro dia daria uma assistência ao seu irmão que morava perto do maior cajueiro do mundo perto da praia de Pirangi.

Vejam como acontecem as coisas mais inesperadas, por mais que você seja fiel ao seu marido.

Bem, isto aconteceu quando eu tinha 27 anos, meu filho bruno tinha 7anos e é muito ligado ao pai, por isso eu fiquei só na pousada.

Assim que o Delcio saiu com o Bruno, notei que o ar condicionado não funcionava, liguei pra portaria, me disseram que mandariam alguém pra ver.

  • meu Deus!!!

Mandaram o Gabriel, justamente aquele rapaz lindo e maravilhoso.

Assim que ele entrou, já me comeu com os olhos, fiquei até vermelha de vergonha, pois até então eu só tinha olhos para meu marido. Embora eu o tivesse notado assim que cheguei a pousada.

Eu estava só de biquine, então corri e coloquei uma canga. Essa foi a deixa pra ele puxar um assunto.

  • Não precisa se preocupar, não se esqueça que estamos na praia, as pessoas andam a vontade aqui.

Ele já sabendo que eu morava em Brasília falou.

  • Com certeza em Brasília as pessoas não andam assim dentro de casa.

E senti que aquele homem mexeu comigo, ele começou a fazer elogios a minha pessoa.

E dizendo.

  • Eu vi que seu marido te deixou só.

E novamente fiquei vermelha, pois senti que ele estava interessado em mim. Ele terminou o serviço no ar condicionado dizendo.

  • Nós podíamos ir dar um mergulho na praia do outro lado do morro do careca.

Foi quando eu entendi que ele queria ficar numa área mais isolada comigo, ai me senti lisonjeada, pois estava sendo desejada por aquele homem lindo e gostoso. E na verdade eu já estava toda molhada, ele se aproximou, passou a mão no meu braço e me puxou, me dando um beijo mais desejoso que eu tinha sentido nos últimos tempos, introduziu a língua dele na minha boca num balé magistral lambendo meus lábios buscando a minha língua num beijo sufocante, eu estava arrepiada da cabeça aos pés, sentindo aquelas mãos tocando meu corpo, e tudo se tornou um turbilhão dentro de mim, despertando desejos jamais sentidos antes, e ele foi tirando a parte de cima do meu biquine tocando em meus seios, foi chupando, me deixando louca de tanto desejo, ele arrastando aquela língua quente em meu corpo, dos seios ao umbigo me deitou na cama e tirou a parte debaixo do biquine deixando-me totalmente nua, e foi descendo até minha buceta lambendo o meu grelo, eu estava em êxtase, sendo usada por aquele homem que eu mal conhecia, e eu sentia que o que estava acontecendo não era normal, pois não era o meu marido Delcio que estava ali comigo, cheguei a refletir sobre isso, mas o desejo de dar pra o Gabriel era muito maior, sabe aquela coisa que dizem que fazer escondido é muito mais gostoso, e ele também estava sendo muito gentil e carinhoso comigo, ele foi tirando a roupa e aos poucos foi revelando aquele corpo escultural, másculo, vigoroso, de repente quando olhei pra baixo, me deparei com a pica mais linda que já tinha visto, mais grossa e mais comprida que a do meu marido, não exitei, cai de boca chupando aquela rola gostosa, ele gemia de prazer, passou a me beijar novamente e sem cerimônia foi penetrando aquela pica gostosa me rasgando, sabe dor e prazer, que coisa louca, fazendo aquele vai e vem de prazer, até parecia que eu nunca tinha dado uma boa foda com meu marido, pois com o Gabriel estava sendo maravilhoso, estonteante, eu já estava toda inundada, caramba eu já tinha gozado duas vezes e ele continuava bombando com todo tesão que eu provocava nele.

De repente ele parou e falou.

  • Eu quero fazer uma coisa que eu acho que você nunca fez.

Eu perguntei.

  • O que?
  • Comer seu cusinho. Ele me respondeu.
  • Não, por favor eu nunca fiz isso, acho que vai doer.

Me acalmando ele falou.

  • Vou pegar o gel que está no meu bolso e vou aplicar.

O safado quando veio no meu quarto, já veio com segundas intenções, ele já veio prevenido, passou o gel no meu cu e foi passando aquela rola que já me fizera gozar por duas vezes, antes quando estava dentro de minha buceta. Confesso que no inicio estava doendo, mas ele muito jeitoso na coisa do sexo,foi colocando bem devagar até que eu relaxasse, ele esperou um pouco, pois era a primeira vez que eu experimentava dar o cu, nem o meu marido tinha feito aquilo comigo. Olha, devo dizer, foi uma experiência das mais gostosas que já tive, enquanto ele bombava num vai e vem delicioso ele me masturbava, passando o dedo no meu grelo, é interessante como agente tem desejos loucos as vezes, ele enfiava os dois dedos no canal vaginal enquanto  enfiava a pica mais gostosa que eu já tinha experimentado no meu cu, e eu já estava imaginando uma outra pica no lugar daqueles dois dedos na minha buceta, foi quando ele começou a bombar mais forte e falou que ia gozar, passou a dedilhar meu grelo com mais rapidez, gente, tanto ele quanto eu estávamos em total êxtase, nossos corpos suados de tanta volúpia, olhei pra ele e vi a felicidade estampada em seu rosto, até que chegamos a um orgasmo triunfal, juntos gozamos, foi como uma explosão de prazer e alegria. No momento eu não pensava em mais nada. Bem depois ele se vestiu pegou a sua mala de ferramentas, e foi embora, eu fui pra o banheiro me lavar.

Delcio e o Bruno chegaram no final da tarde, alegres contando do acontecido na casa do irmão. Me perguntando o que eu tinha feito sem eles, eu disse que tinha ido a praia, mas que sem eles a praia não tinha graça, que eu tinha ido de manhã, mas por volta das três e meia da tarde eu já estava de volta. E estava só a espera deles.

Nunca mais eu voltei a ver o Gabriel, por que também nunca mais voltei a Natal, não sei nem se a pousada onde eu fiquei ainda existe, portanto tudo que descrevo aqui, ficou no meu passado e na minha lembrança, e devo dizer, não me arrependo nem um pouco do que fiz.

E sou muito feliz hoje com o meu marido Delcio.

Minha história começa quando ainda era novinha…

PACIENTE 110419-3

Desde que eu me conheço por gente eu namoro um cara…

Desde que eu me conheço por gente eu namoro um cara, o mesmo cara desde menina, por isso é tão difícil o que eu vou contar aqui, não sei se me sinto pior por ter feito, por ter feito com quem fiz ou ainda por ter gostado muito de ter feito. Ok, vocês não devem estar entendendo nada não é? Então vamos do começo.

Meu nome é Clau­dia, sou bran­qui­nha, tenho 1.67m, cabelo preto, olhos bem azuis que cha­mam muita aten­ção, cheia de sar­di­nhas, seios far­tos, cin­tura fina, mas um belo qua­dril e coxas bem gros­sas. A parte que eu mais gosto no meu corpo são meus olhos cla­ros e a minha boca, ela é pequena e bem dese­nha­di­nha, por isso os homens dizem que meu beijo é uma lou­cura .

Minha his­tó­ria começa quando ainda era novi­nha, foi na época de colé­gio que conheci o Rodrigo, come­ça­mos aque­les namo­rico da época e quando nos demos con­tas havía­mos cres­cido, está­va­mos tra­ba­lhando e morando jun­tos, faz 9 anos que esta­mos jun­tos e por isso minha vida toda esta atre­lada a ele, des­co­bri­mos todas as aven­tu­ras de ser adul­tos jun­tos, inclu­sive o sexo, ele foi meu pri­meiro e meu único homem. Eu gosto muito dele e ele era um amor comigo na cama, aliás sem­pre brin­cá­va­mos que fazía­mos “amor­zi­nho” por que era um sexo bem român­tico, bem suave, cheio de bei­jos e chamegos.

Eu estava feliz, quer dizer ainda sou feliz, mas a minha cabeça encheu de cara­mi­nhola quando está­va­mos no bar com os ami­gos bebendo, comendo ape­ri­ti­vos, nos diver­tindo muito e claro que a certa altura da noite o assunto des­cam­bou para sexo. A namo­rada de um amigo nosso come­çou a falar um monte de puta­ria que ela já havia feito, falava de boca cheia, con­tava cada deta­lhe que minha cal­ci­nha come­çou a ficar molhada, achei que era efeito da cer­veja, mas come­cei a ficar exci­tada só de ouvir e eu per­gun­tava toda inte­res­sada, meu namo­rado, claro, que não gos­tou muito de ver todo aquele meu interesse.

Fiquei mais curi­osa do que já era, eu tinha inú­me­ras von­ta­des, mas eu olhava para ele e sabia que ele jamais acei­ta­ria, ele ia dizer que aquilo era coisa de vaga­bunda e tudo mais e aquilo me fez ques­ti­o­nar o quanto eu podia estar per­dendo. Quando eu disse na mesa que só tinha tido ape­nas um homem e que estava feliz, fui logo recri­mi­nada, a guria ale­gou colo­cando o dedo na minha cara que como eu sabe­ria que o pau do meu namo­rado era grande, era gos­toso sem nunca ter visto ou ter colo­cado outra pau na minha boquinha.

Meu namo­rado ficou puto, levan­ta­mos e fomos embora, ele estava bufando de ódio com a garota, e eu pen­sei que ele iria apro­vei­tar a bre­cha e ia ino­var, mos­trar que ele tinha pegada, me virar do avesso e des­con­tar na minha buce­ti­nha todo o ódio pelo o que a guria havia dito, mas isso só ficou na minha mente, ele entrou em casa tomou banho e ficou assis­tindo TV, eu fui para o quarto, me mas­tur­bei sozi­nha ima­gi­nando aquilo tudo com ele e aca­bei pegando no sono.

Tinha ficado bem cha­te­ada com aquilo, mas o tempo pas­sou, o namoro ainda con­ti­nu­ava sem fogo nenhum e as coi­sas foram só aumen­tando, o Rodrigo cada vez mais aco­mo­dado e eu cada vez mais frus­trada, me mas­tur­bava com cada vez mais frequên­cia e sonhando com fodas cada vez mais sel­va­gens, mas aquele desejo de ser pos­suída por um homem de ver­dade ficava mar­te­lando na minha cabeça, eu era feliz assim, fui feliz durante tan­tos anos, por que dia­bos não podia continuar?

Mas todos sabem que a carne é fraca, e um dia ele cede ás ten­ta­ções, ouvi a vida inteira que eu devia arru­mar um marido que fosse meu amigo, meu com­pa­nheiro, isso é bem legal, mas quando você conhece um cara que te faz molhar a cal­ci­nha só de vê-lo, a voz dele faz sua pele arre­piar, quando o toque dele faz suas per­nas fica­rem bam­bas e o seu per­fume te faz sus­pi­rar, não há mulher que resista.

Foi tesão a pri­meira vista, quando pus meus olhos azuis em bruno, aquele deus da cevada sabia que hoje eu ia ser comida por um macho de ver­dade, eu ia tirar todo aquele atraso, eu estava em visi­ta­ção a uma fabrica de cer­veja, pois sou atu­al­mente some­lier de cer­veja, e ele quando me viu veio pron­ta­mente, e anun­ciou que ele seria o meu guia den­tro das ins­ta­la­ções da fabrica.

Fomos andando e con­ver­sando sobre cer­veja, bute­cos e curi­o­si­da­des, era mais um bate-papo do que uma visita, mas o cara além de gato man­java tudo de cer­veja, o que mais eu pode­ria pedir? (que el tivesse um pau­zão e me comece com força?) ele era tipo o deus da cevada. Fomo andando até che­gar nos bar­ris onde a cer­veja e o malte eram envelhecidos

Aquele cheiro de car­va­lho, de bour­bon deixa o clima mais afro­di­síaco, a pouco luz e o silen­cio de não ter nin­guém por perto tam­bém aju­da­ram, fica­mos em silen­cio olhando um para o outro, ele me olhou de cima a baixo, eu estava com um ves­tido branco que valo­ri­zava bem o meu decote, um casa­qui­nho para cobrir o decote caso fosse neces­sá­rio, rabo de cavalo, e óculos

Sem dizer nada ele me bei­jou, eu senti uma pai­xão naquele beijo, sua mão em volta da minha cin­tura me pres­si­o­na­vam sua­ve­mente con­tra o seu corpo, colo­quei a mão no peito dele e me afas­tei, disse que aquilo era errado pois eu tinha namo­rado, era quase meu noivo

Ele disse que ali eu não pre­ci­sava fin­gir alguém que eu não era, que eu podia ser que eu gos­ta­ria e nin­guém ia me jul­gar, ele foi dizendo essas pala­vras doces para um estra­nho enquanto tirava o meu casaco, tirava o meu ócu­los e des­fa­zia o meu rabo de cavalo. Me senti como se esti­vesse sendo des­pida ali mesmo, e o mais curi­oso é que nem reagi.

Agora sim eu pare­cia eu mesma, pas­sei muito tempo ten­tando me con­ven­cer que o que eu sen­tia era errado, mas aquele ilus­tre des­co­nhe­cido não me jul­gou, por isso ele mere­cia o pre­mio. Então con­ti­nuei a bei­jar ele, agora com toda a pai­xão, o clima foi esquen­tando e já estava pegando fogo, meus pei­tos já esta­vam para fora, duri­nhos, cheios de tesão, eles foram aper­ta­dos, chu­pa­dos, os bicos foram mor­di­dos enquanto eu puxava seus cabe­los e me contorcia.

Ele enfiou a mão debaixo do meu ves­tido e den­tro da minha cal­ci­nha e foi logo socando dois dedos eu estava enso­pada, meus olhos revi­ra­ram e eu vi estre­las, e sol­tei um gemido baixinho:

– Você gos­tou disso, né? Pode gemer, pode gemer bem alto aqui nin­guém pode te ouvir.

Eu quase gozei quando ele falou isso, tava com aque­les gemi­dos há 9 anos enta­la­dos na gar­ganta sem­pre tive que gemer bai­xi­nho quando novi­nha por causa dos meus pais, depois come­cei a fazer amor­zi­nho, motel nem pen­sar! Eu que­ria gemer bem alto, fazer escân­dalo, eu que­ria gozar de ver­dade, ele foi me mas­tur­bando mais e mais forte e mais rápido até eu não aguen­tar mais, cra­vei as minhas unhas em suas cos­tas e gozei bem alto

Fui em seu ouvido e pedi que ele me comece, que­ria ser fodida com força, sem pie­dade, como uma puti­nha como eu mere­cia, afi­nal eu mere­cia, 9 anos com um bocó minha buce­ti­nha tava louca para levar rola, meu cuzi­nho pis­cava e ele aten­deu ao meu pedido, me dei­xou de joe­lhos segu­rando o meu cabelo e colo­cou seu pau pra fora, tinha tirado a sorte grande, lite­ral­mente, o pau dele era bem grosso, maior que o do meu namo­rado, com aquela cabeça enorme e com as veias saltando

Ele tinha aquele cheiro forte, cheiro de macho, lambi ele todi­nho, colo­cou ele no meu rosto enquanto lam­bia as suas bolas e ele era maior que o meu rosto, então colo­quei ele na minha boqui­nha, mal cabia a cabeça do pau dele e minha boqui­nha já estava toda pre­en­chida com aquela rola ele for­çava os movi­men­tos para o pau dele ir até a minha goela, eu mamava com muita von­tade, sen­tir aquele gosto de um macho de ver­dade pela pri­meira vez. Ele dizia que a pri­meira coisa que ele ima­gi­nou quando viu meu olhos cla­ros era que ele fica­ria mais boni­tos comigo de joe­lhos chu­pando seu pau e olhando para ele.

Ele disse que eu estava muito afoita, que eu tinha que apro­vei­tar, tinha que apre­ciar o meus orgasmo, então ele pegou uma gar­rafa long­neck vazia, e colo­cou na maquina que a dei­xou gelada ins­tan­ta­ne­a­mente, dava para ver que o vidro já estava opaca com o gelo, eu fiquei ten­tando ima­gi­nar o que ele iria fazer com aquilo. Me colo­cou de cos­tas, com o rosto con­tra os bar­ris, eu empi­nei a minha bun­di­nha para ele, me empi­nei toda e fiquei toda debru­çada, cur­vada , ele pas­sou os dedos na minha buce­ti­nha, no meu cuzi­nho, espa­lhando todo o meu mel­zi­nho, dei­xando tudo lubri­fi­cado, e eu senti algo gelado bem na por­ti­nha, olhei para trás e vi aquele sor­riso mal­doso em seu rosto

Fiquei virada ape­nas obser­vando, ele asso­prou den­tro da gar­rafa e então enfiou a gar­rafa gelada em mim, na minha buce­ti­nha que estava pegando fogo, eu gemi bem alto, ele con­ti­nuou enfi­ando e tirando, bem deva­gar, dei­xando eu sen­tir a troca de calor, eu rebo­lava, rebo­lava forte, e ele enfi­ava só a ponta da gar­rafa em mim, a tex­tura da gar­rafa, o cheiro da madeira, o gelo do vidro e o fogo da minha buce­ti­nha, tudo aquilo me fez ter o mais intenso orgasmo da minha vida, eu res­pi­rava ofegante.

Mas não era hora de per­der tempo, ele me levan­tou sobre um fre­e­zer, eu abri as minhas per­nas e ele come­çou a meter, meter rápido, meter com força, dava belas esto­cada e eu sen­tia em entrar até o fundo, sen­tia ele bater no meu útero, por causa da posi­ção eu podia ver o pau dele todo entrando em mim, vendo minha buce­ti­nha ficar parga para con­se­guir dar conta daquele pau grosso, gozei mais uma vez, fin­cando minhas unhas em suas costas.

Fui virada abrup­ta­mente sobre o fre­e­zer, ele abriu bem a minha bun­di­nha e come­çou a chu­par o meu cuzi­nho, eu ia a lou­cura, a lín­gua dele pas­sando com força em cada pre­gui­nha minha, eu sabia que estava por vir, eu nunca tinha feito sexo anal, mor­re­ria de medo de doer, mas ele fez a mesma pre­pa­ra­ção, e enfiou a gar­rafa em meu cuzi­nho, nunca achei que pode­ria ter pra­zer anal (eu te entendo, sandy) meu cuzi­nho era algo into­cado pelo meu namo­rado, e agora eu estava pres­tes a ter um orgasmo com uma gar­rafa socada nele

Com o meu cuzi­nho bem lam­bu­zado, ele aponto seu pau bem na minha bun­di­nha, eu dei aquela empi­nada, abri bem as náde­gas com as mãos, na espe­rança de doer menos, dei­xando meu cuzi­nho total­mente exposto, ele come­çou a for­çar a entrada, come­cei a doer e eu come­cei a rebo­lar para ver se encai­xava, acho que deu resul­tado, meu cuzi­nho foi se abrindo aos pou­cos, ele foi enter­rando cada cm daquele pau­zão na minha bun­di­nha, ele dizia em alto e bom tom o quanto eu era aper­ta­di­nha, mas eu ia sair dali toda arrom­bada, sem nenhuma prega para con­tar his­tó­ria, eu já me per­gun­tava quando pau ainda sobrava para ele enfiar tudo até sen­tir o saco dele bater, numa ultima inves­tida, com uma boa esto­cada para garan­tir, dei um gemi­di­nho aba­fado, eu tinha con­se­guido colo­car ele todo, agora ia come­çar o vai e vem, ele come­çou já a entrar e sair, fiquei ima­gi­nando o estrago que ele ia cau­sar, meu namo­rado nunca ia con­se­guir me comer, nunca ia con­se­guir mais me satis­fa­zer, ele havia arrui­nado o meu cuzi­nho e o sonho do meu cor­ni­nho, então apro­vei­tei cada segundo, cada esto­cada que ele dava, eu rebo­lava e pedia por mais, que­ria ser comida como uma cadela no cio, o som da sua cin­tura na minha bun­di­nha pare­cia o estra­lar de um chi­cote eu fechava a mão e os olhos com força só dese­jando que meu namo­rado esti­vesse aqui vendo como um macho de ver­dade come uma garota.

Eu gozei como uma louca, gemendo bem alto, vol­tei para casa, com um bêbado a tira colo, res­mun­gando mil coi­sas enquanto eu tava com­ple­ta­mente arrom­bada, com porra escor­rendo do meu cuzi­nho, mas feliz de ter sido fudida com vigor por um macho de verdade.

A vida é estranha…

PACIENTE 110419-2

Érica e Eduardo se encontraram pela primeira vez quando tinham por volta de 16 ano.

Eles se conheciam já tinha um tempo, foi através de um amigo em comum que trocaram o primeiro flerte, paquera e agendamento do primeiro encontro.

Érica e Eduardo se encontraram pela primeira vez quando tinham por volta de 16 anos, engataram um namoro, fizeram planos e planejaram a família perfeita.

Eduardo era o primeiro namorado sério de Érica, tiveram a primeira relação sexual quando ele estava prestes a se mudar para outra cidade, havia passado no vestibular. Tudo caminhava para a mais perfeita vida, como ocorrem em filmes da Disney.

O planejamento sempre foi cumprido na mais perfeita ordem, contrariando até mesmo a regra que determina que: “Pianificazione sono importanti . Bastone a loro , no”

Regra essencial da vida, pois planejamentos nos dão os nortes para seguirmos em frente.

Ambos se formaram, Eduardo teve que se mudar para outra cidade para trabalhar. O casal viveu um relacionamento à distância, se viam em finais de semana alternados. Érica sempre se manteve fiel à Eduardo, quando o casal se encontrava, tiravam o atraso necessário.

Ela já havia, obviamente, tido outros namoros, mas nada além do beijo, calor e satisfação própria, através do próprio toque.

Eduardo seria o primeiro e último com quem ela teria relações sexuais.

Enfim, Érica iria se mudar para a cidade de Eduardo. Ele estava bem, em verdadeiro crescimento profissional. Se casaria com o amor da sua vida.

O casamento seria ideal, e foi, para Érica.

O vestido escolhido à dedo, lista de convidados definida, festa, arranjos, artistas, comes e bebes, lua de mel. Seria o casamento dos sonhos.

A cerimônia ocorreria em uma casa de campo, grande, bem espaçosa e sofisticada. Érica chegou no lugar na sexta-feira, para descansar e se preparar para a cerimônia que se iniciaria no início da tarde do dia seguinte.

Érica tinha em mente passar horas a fio na banheira, submeter-se à sessão de massagem, tratamento com pedras quentes, cremes. Um dia no Spa, por assim dizer.

Mas, então que ocorre o inimaginável, Érica estava na residência, quando avistou um rapaz se aproximando. Curiosa que é, dirigiu-se até o mesmo, quando ficou sabendo que ele trabalharia no evento, era o chefe da segurança. Moreno, bem encorpado, simpático, parecia um rapaz sereno e alegre. Conversaram um pouco, tempo o suficiente para que Érica ficasse com desejo.

Érica se lembrou dos tempos de adolescente, e se tocou durante a noite pensando em Carlos. Imaginando ser penetrada por ele, olhá-lo profundamente, olhar que revelaria sua vontade de ser preenchida por completo, enquanto sua vulva suplicava pelo membro do chefe da segurança.

Érica apagou. Acordou com os feixes de luz do sol que entravam pela janela do quarto, a sensação era boa, ela sentia-se despertando de um sono profundo, quase de uma hibernação, sentindo-se liberta e segura.

Ao se olhar no espelho enquanto escovava os dentes, Érica sorria para ela mesma, se lembrando do desejo desperto na noite anterior e no que havia feito.

A noiva se aprontou e desceu. Tomou café e começou a dar continuidade em sua programação, apesar que não conseguia tirar Carlos de sua mente.

A cada segundo, Érica adquiria a certeza de que seria melhor evitar Carlos, quanto menos eles se cruzassem, seria melhor. Ela falaria com a cerimonialista para saber mais ou menos os lugares que Carlos ficaria.

Mas, o destino é cruel.

Érica nadou, descansou, arrumou cabelo, unhas, fez massagem, o verdadeiro dia da noiva. Mas, quando ela estava prestes à entrar na cerimônia, já colocando o vestido, um pequeno acidente ocorreu no seu quarto, um pequeno curto em um dos aparelhos que estavam ligados, iniciou um pequeno incêndio.

Ela saiu correndo pelo corredor, até que avistou Carlos que foi prontamente socorrê-la.

Ele apagou o fogo com facilidade, mas – bem ao estilo clichê – virou-se para Érica e disse que, na verdade, queria apagar outro fogo.

Imediatamente Érica ficou vermelha de vergonha e de tesão, os sentimentos se misturavam se tornando um só, cheio de luxúria e tentação.

Ela nem teve tempo para se recompor, Carlos a agarrou e a beijou, fazendo-a desfalecer, caindo nos braços de Carlos.

Logo, o rapaz, abaixou as calças, umedeceu as mãos e tocou a vulva de Érica que estava encharcada com o elixir do pecado.

Ele percebeu que nem precisava ter umedecido as mãos, o caminho estava aberto. Então, não perdeu tempo, penetrou Érica fazendo-a soltar um gemido abafado e gostoso.

Ela vivia um sentimento contraditório, morria de tesão, vontade, louca para sentir o pênis de Carlos latejar dento dela, mas, sentia-se culpa por trair Eduardo, pior, justo no dia do casamento.

Inicialmente hesitante, não demorou muito para que Érica se entregasse. Carlos mexia bem, parecia ter um quadril de bailarino, ela nunca havia sentido aquele gingado.

Depois, Érica pediu para ficar de quatro. Quando ela se ajoelhou arrebitando a bunda, Carlos ficou ainda mais louco. A calcinha fio dental de Érica, branca, deixava sua bunda linda.

Carlos então a penetrou novamente e começou a puxar os cabelos de Érica que rebolava a cada estocada, como se os membros dançassem uma valsa em perfeita harmonia.

Com as nádegas de Érica arrebitada, Carlos começou a explorar o rabinho da moça com os dedos, até que conseguiu colocar um pouco o dedo médio da mão esquerda, enquanto alternava tapas na bunda e puxadas de cabelo.

Érica gozou como jamais havia feito.

Carlos não aguentou, tirou o pau para fora e melecou toda a bunda e a calcinha de Érica com seu leite quente.

Ambos ficaram nocauteados. Safados que ficaram, combinaram de Érica casar com a mesma lingerie e, quem sabe, ter relacionamento com o marido ainda naquela noite, para que se lembrasse de Carlos e da foda mágica que acabara de ter.

A vida é estranha. Com tantos convidados, jamais Érica poderia pensar que o melhor presente seria de um desconhecido.

Desde então eu nunca mais toquei no assunto…

PACIENTE 110419-1

Meu nome é Eliana, sou casada, 36 anos, loira, branca, dois filhos e moro em Araraquara/SP.

 Eu sou uma mulher vaidosa, sou aquela magra falsa e alta, com um corpo atrativo, cabelo curto olhos cor de mel, rosto bonito, boca deliciosa e sedenta para chupar uma pica, seios ainda duros. Tenho uma bela bunda e coxas e pernas bonitas, meu marido é funcionário público de uma cidade aqui próxima. E esta é minha história de vidas entrelaçadas.

Conheço meu marido há 5 anos e nós queremos bem, casamos há 3 anos, mas enquanto namoramos nunca tivemos relações sexuais por ele ser do tempo antigo. Eu já queria, mas ele nada e depois de casada ele só quer comer minha boceta. No início não me incomodei, até gosto, ele me fode gostoso, mas o problema é que há muito tempo venho sentindo um desejo imenso de fazer sexo anal com ele.

Estou sempre oferecendo meu cuzinho para ele, mas até agora nada. Perguntei se ele não sente tesão de me enrabar e ele me respondeu que nunca gostou de comer lado B de uma mulher e que preferia só minha boceta.

Desde então eu nunca mais toquei no assunto, só que isso me machucou. Me sentia insatisfeita, minha vida sexual incompleta. Para mim eram noites de sofrimento, e duro de suportar, pois minha vontade de iniciar sexo anal era muito forte. Era tudo que eu mais queria. Passei a dormir sem calcinhas, com a esperança dele mudar, mas nada.

Quando num belo dia fui no serviço do meu marido para tratar da matricula de nossos filhos, meu marido me apresentou seu diretor, o Sr. Laerte. Meu marido teve que sair da sala e ficou ausente quase uma hora. Eu aproveitei e fiquei conversando com seu diretor. Ele chamou minha atenção, é do tipo charmoso, romântico, noivo menos mal, e foi inevitável que nos tornamos amigos íntimos, até o ponto de ele frequentar nossa casa junto com sua noiva, sempre a convite do meu maridinho.

E assim foi que eu, Eliana, me senti pela primeira vez atraída por um outro homem depois de casada, diferente e mais velho que meu marido. Eu ficava prestando atenção no jeitinho carinhoso como ele trata sua noiva, uma morena linda com uma deliciosa bunda empinada. Já percebi onde ela deveria ser comida e isso não fez que acrescer minha atração por ele.

Após meses de amizade eu tinha vontade de ficar com ele sem a presença do meu maridinho e da noiva dele. Meus dias e noites estavam ficando para mim um tormento, eu sentia meu corpo queimar por dentro, até o ponto de me masturbar e gozar com meu dedinho na minha boceta e aproveitar para lambuzar dois dedos e coloca-los por inteiro no meu cuzinho onde eu sinto o maior tesão.

Sentada com as pernas bem abertas no sofá vou fazendo uma gostosa massagem agora também com dois dedos na minha boceta, até atingir novamente outro orgasmo intenso.

Durante muitos meses minha vida é desse jeito, a minha cabeça diz não, mas o desejo do meu corpo diz sim, mas ao mesmo tempo eu não queria tomar a iniciativa. Ele poderia me achar uma esposa fácil…

Até que um dia ele mesmo me convidou para ir almoçar com ele no final de semana. Nossa, era tudo que eu queria, fiquei super feliz. Aí ele mesmo me disse que meu marido tinha lhe solicitado uma licença de dois dias, segunda e terça da próxima semana, para ele visitar a mãe dele, e ele ia levar os seus dois filhos juntos para visitar a avó. Eu iria ficar, porque houve um atrito com a sogra e não me dou muito bem com ela.

Meu maridinho chegou em casa à noite me dizendo que iria viajar com as crianças para a casa da sua mãe e ficaria ausente 4 dias e ainda me disse que ia ligar para seu diretor e sua noiva para sair comigo durante sua ausência.

Eu respondi ansiosa: “pode deixar que eu ligo”. No sábado seguinte meu maridinho sai com as crianças. Pela manhã liguei para o Laerte e perguntei se ele ainda queria almoçar comigo. Ele com toda educação me disse: “estava esperando sua ligação amor”

Então eu respondi: “vem me pegar ao meio dia na minha casa”. Tomei um banho e me produzi toda, logo ao horário marcado ele encostou sua camionete no portão de casa, entrei bem rápido dei um selinho na sua boca e seguimos para almoçar.

Assim que entrei no restaurante fiquei tímida e cheia de medo pois era o mesmo que eu ia com meu maridinho. Logo veio o garçom nos atender e perguntou pelo meu maridinho, respondi que ele estava viajando. Após almoçar saímos rapidamente, já percebi para onde o Laerte iria me levar. Ele dirigiu para fora da cidade, seguindo direto para um motel, na minha mente eu tinha a consciência de que a minha atitude não estava certa, mas que eu já estava tomada pelo desejo do meu corpo. Já fazia muitos anos que eu não tinha um orgasmo com um macho me possuindo. Quando chegamos ao motel, eu fiquei um pouco sem saber o que fazer, além da minha situação de esposa afinal era a minha primeira vez com um outro homem e ainda por cima com o diretor do meu maridinho.

O Laerte era um garanhão, com muita experiência com mulheres. Segundo meu marido na empresa onde ele trabalha ele comia nove esposas dos seus funcionários e eu seria mais uma para ele degustar. O segredo dele… se falava que tivesse um pau grande, bem maior que a média.

Também já fiquei imaginando: se elas saem com ele é porque seus maridos não dão o que elas precisam, amor, carinho que o corpo de qualquer mulher precisa na cama assim como eu, Eliana. Mas logo o Laerte foi me abraçando e me beijando, dizendo estar muito feliz por estar comigo, dizendo que eu não me arrependeria e que iria me dar muito sexo na cama. E além disso me disse que meu marido iria receber um ótimo aumento de salário, noticia que me deixou mais contente e assim cedi aos seus carinhos, como fazem as esposas dos outros funcionários dele.

Fechei meus olhos e imaginei fazer com ele tudo o que eu tinha vontade de fazer com meu maridinho entre quatro paredes. Não sei o que aconteceu comigo naquele momento, fiquei com meus olhos cheios de lágrimas: minha mente dizia para não ir em frente, mas meu corpo queria ele dentro de mim.

Ele sugou minhas lágrimas passando sua língua nos meus olhos, percebendo minha inexperiência. Laerte começou a puxar as alças do meu vestido preto, deixando-o cair aos meus pés. Fiquei somente de calcinhas e sandália, porem quase não uso sutiã. Depois ele mesmo fez questão de tirar minhas sandálias, em seguida beijou meus pés. Nossa! Nunca o meu marido fez isso comigo! E começou a baixar minhas calcinhas, fazendo aparecer minha boceta toda depilada, já com um pouquinho do meu leitinho saindo pelo tesão.

Ele deu alguns beijos na minha xoxota e passou sua língua na pontinha do meu clitóris enorme, dizendo ser muito linda a minha boceta, mas onde ele ficou mais encantado foi com meu cuzinho rosa…
Me disse “é bem fechadinho” e começou passando a língua e depois chupou por alguns minutos. Nessa hora tremi por completa, agora eu sei porque as esposas dos seus funcionários são loucas por ele.

Depois ele mesmo tirou sua camisa social e as calças junto com as cuecas. Quando vi seu pau fiquei admirada e até encantada, porque além de ser muito vermelho tem uma cabeça no formato de cone, o famoso abre caminho. O restante tem um porte bem grande, deve ser uns 10cm maior que do meu maridinho, sem contar na grossura que é muito mais.

Em pé, ele mesmo me virou de costas e me puxou por trás esfregando o colosso na minha bunda, suas mãos apertavam meus seios que ainda estão pontudos. Tenho que confessar que é gostoso sentir suas carícias, suas lambidas atrás da orelha e do pescoço. Ele vai me envolvendo, me deixando com muito tesão e louca pra dar meu cuzinho pra ele, ao mesmo tempo seu pau ia endurecendo com as esfregadas que ele dava na minha bunda.

Aos poucos eu o senti todo duro, com a cabecinha pontuda abrindo meu cuzinho. Ainda em pé, ele me fez abrir um pouco as pernas, achei que ele ia atochar seu pau no meu cuzinho, mas não foi dessa vez.
Com as pernas abertas ele foi colocando seu colosso no meio delas, fiquei assustada porque a ponta dele apareceu do outro lado me fazendo ver uma linda cabeça vermelha. Na posição em que eu fiquei sentia passando todo seu pau esfregando nos lábios da minha boceta, que já estava pingando meu leitinho.

Ele com uma mão já massageava suave o meu enorme clitóris pontudo, me deixando cada vez mais louca de vontade para ele me comer… aí ele me ajeitou na cama, me deitou de costas quase de quatro, e colocou dois travesseiros embaixo da minha barriga de maneira que fiquei com a bunda bem empinada.

Eu pensei “será que ele vai querer comer minha boceta?” Logo de cara, num misto de tensão e medo dele deixar minha xoxota aberta e larga, como iria explicar depois para o meu maridinho. Mas nessa hora o desejo do meu corpo falou mais alto e me preparei para ser comida.
Estava esperando seu cacete penetrar minha xoxota quando o Laerte veio com o pau onde eu mais tenho vontade. Encostou a cabecinha vermelha pontuda no meu cuzinho e foi penetrando com gosto. Eu senti que a cabecinha entrou fácil e me preparei para receber agora o colosso, a parte grossa. Com todo carinho e calma e como bom comedor de esposas alheias, ele me penetrou com sua tora, estava sentindo meu cuzinho se abrindo e seu pau cada vez mais entrar em mim, e senti que era ainda maior do que eu imaginava.

Ele para um pouco eu peço para continuar arreganhando mais minha bunda. Estava preenchida até a metade, senti um choque, ardeu um pouco, mas logo passou porque nessa hora tive um gozo intenso dando meu cuzinho pra ele, nessa hora fiquei com raiva do meu maridinho!

Se ele comesse sempre meu cuzinho, hoje eu não estaria passando vergonha, estaria aproveitando melhor o pau grosso do Laerte, com metade do colosso dentro do meu cuzinho ele me enrabou bem suave e gostoso, dizendo “fique calma meu amor, logo você vai ter ele só para você atochadinho até o talo no seu cuzinho rosa”.

No meu intimo eu sei que o Laerte fala essas mesmas palavras de amor quando está comendo as esposas dos outros seus funcionários, mas hoje quem está levando a vara dele sou eu, por isso eu tenho que aproveitar esse momento.

Já fazia quase vinte minutos que estava dando meu cuzinho pra ele quando com seus dedos apertou o imenso bico do meu clitóris, a minha boceta já estava latejando de tanto tesão ai eu não suportei mais, gozei uma avalanche de porra espirrando longe igual um macho. Quanto mais ele apertava com os dedos o bico do meu clitóris mais eu gozava, gritei gemendo de amor no pau dele dizendo que era esse colosso que eu queria no meu cuzinho. Ele também gozou, deixando todo seu presente depositado no meu cuzinho rosa. Ele foi muito carinhoso comigo, só colocou a metade do seu pau, pela sua experiência ele sabia que sendo minha primeira vez era mais que suficiente. Ele sabia que teria mais oportunidades de me comer no futuro.

Exausta soltei meu corpo ao lado do Laerte e acabei cochilando. Quando acordei eu sentia que o meu cuzinho estava bem aberto, inaugurado e todo cheio de porra. Ouvi vozes, era o Laerte no celular já bem refeito da comidinha que ele me deu, sentado numa cadeira conversando com sua noiva sobre seus assuntos. Quando a conversa terminou, ele voltou para a cama e me perguntou se estava tudo bem. Eu disse que sim e ele puxou a minha cabeça em sua direção e me deu um beijo tão profundo que as nossas línguas ficaram entrelaçadas por muito tempo, ele levou sua mão direita e abriu a lateral da minha bunda e falou no meu ouvido “Eliana estou apaixonado pelo o seu cuzinho rosa, adorei de saber do efeito que tinha causado nele”.

Enquanto isso ele já estava enfiando dois dedos no meu cuzinho. Eu falei bem suave no seu ouvido “diga logo o que você quer fazer comigo” Ele respondeu que queria me ensinar a dar esse rabinho gostoso que eu tenho.

Era tudo que eu sempre sonhei em minha vida, o que eu desejava dar para meu maridinho, mas ele nada, mas era o diretor do meu maridinho que iria terminar de tirar o cabaçinho do meu cuzinho rosa. Sem nenhuma pressa ele me colocou de quatro sobre a cama, abriu meu cuzinho e enfiou a sua língua inteira. Tive uma sensação que nunca tinha sentido antes, ele roçava a ponta do meu clitóris com o nariz, isso para mim estava sendo uma experiência inédita. Logo senti que dois dedos estavam invadindo a minha boceta indo buscar o meu leitinho na minha fonte, que até o presente era só do meu maridinho, mas agora já tinha outro invasor desfrutando desse leite adocicado.

Depois os mesmos dedos ele ia penetrando até o talo no meu cuzinho rosa onde era deixado o meu próprio leitinho para lubrificar num gemido meu sem que ele tivesse que pedir nada, eu disse a ele que queria sentir o seu pau por inteiro na minha bunda da primeira vez ele só colocou a metade, mas o Laerte não tinha pressa, eu Eliana pensava comigo que coisa gostosa como eu pude ficar tanto tempo sem isso… eu já estava ansiosa pra levar novamente seu delicioso pau na minha bunda com aquela cabecinha vermelha em forma de cone o famoso abre caminho, eu já estava louca de tesão a ponto de gritar para que ele me enrabasse logo depois ele tirou os dedos do meu cuzinho eu reclamei dizendo “não tira meu amor, está gostoso!”, agora estou percebendo cada vez mais porque as esposas dos seus funcionários são loucas pra dar o rabo pra ele, tem a experiência e muita calma na preparação anal só depois que o canal estiver laceado e o cuzinho da sua fêmea pronto ai ele dá pra ela o presente que tanto ela implora e deseja no seu rabinho.

Depois ele pegou minha mão direita colocou no bico do meu clitóris e pediu para eu mesma apertar enquanto ele aprofundava seu pau para dentro do meu cuzinho, me entregando o seu amor. Ele ia me orientando para ficar calma, ele pressionava bem devagar, até sentir que as preguinhas do meu cuzinho dilatassem para seu pau seguir em frente. Senti aquele choquinho leve, seu pau já tinha passado da metade. Laerte parou e sem forçar com mais da metade do cacete dentro do meu cuzinho, ele me perguntou “tá doendo amor?” Eu respondi “não meu amor, pode ir até o fim!”

E foi o que ele fez, suave e firme fez deslizar até o talo para dentro do meu cuzinho, ele deu outra paradinha básica e voltou meter mais gostoso. A essa altura eu já estava fora de mim de tanto desejo, ele me penetrou com tanto amor no meu cuzinho, já estava pronto para receber seu colosso!

Ele me fez gozar mais duas vezes seguidas. É inexplicável, esse sim é um bom comedor, leva as mulheres ao gozo supremo.
Laerte pegou na minha cintura e me puxou contra ele fazendo minha bunda colar no seu corpo, fechei os olhos de tanto tesão. Que delicia era tudo isso! Tudo que eu queria era um pau comendo gostoso meu cuzinho! Depois de anos estava realizando meu desejo anal incontrolável!

Eu já não podia mais suportar essa vontade, o Laerte então parou e ficou com seu cacete deixando só a cabecinha dentro, fui arrebitando a bunda e empurrando ela para trás até conseguir engolir seu cacete gostoso para dentro do meu cuzinho novamente.

Daí pra frente foi só prazer: eu dava a minha bunda com todo amor, quando eu percebia que ele ia gozar eu parava um pouquinho deixando só a cabecinha dentro, eu era só mais uma esposa de um funcionário seu que já tinha entendido a lição para ele se segurar, para não gozar. Depois eu voltava a engolir seu cacete por inteiro no meu cuzinho, enquanto fodia com a minha bunda.

O Laerte mordia o meu pescoço, alisava a minha boceta e apertava o bico do meu clitóris que estava imenso e duro. Nessa hora tive mais dois orgasmos seguidos, espirrando todo o meu leite na sua mão. Quando eu percebi que ele ia gozar, procurei apertar o pau dele com o meu cuzinho, agora literalmente inaugurado e gritei “goza no meu rabinho!”

Nossa como ele gozou gostoso, deixando todo o seu amor dentro de mim!
No meu intimo eu pensei “agora você meu amor tem mais outro rabinho de esposa de um funcionário seu pra você comer” e caímos esgotados sobre a cama. Só acordei por volta das vinte horas com ele me trazendo um gostoso lanche acompanhado de dois sucos. Após nós se alimentar tomamos um gostoso banho, um lavando o corpo do outro. Aproveitei, me ajoelhei na banheira e fui chupando seu pau.  Engoli todo aquele maravilhoso cacete da cabecinha vermelha até as gostosas bolinhas, depois lambi só a cabeça, tentei engolir tudo de novo, mas não consegui, estava agora tão duro e grosso que só consegui engolir até a metade, aí mamei até não aguentar mais.

Ele me levantou e me colocou sentada com as pernas bem abertas na beirada da banheira se ajoelhou e abriu minha boceta enterrou sua língua e foi buscar meu leitinho lá no fundo e foi chupando gostoso como se fosse uma manga doce.

Eu jogava meu quadril de encontro a sua boca e enfiava o imenso bico do meu clitóris por inteiro na sua boca. Quando senti meu gozo chegando, prendi sua cabeça com minhas pernas e gozei esfregando a minha boceta na sua boca, desci escorregando o meu corpo dentro da banheira e segurando no seu pau, arregaçando a capa da cabecinha vermelha, e mamei por uns cinco minutos.

Aí o Laerte soltou toda sua porra dentro da minha garganta, quase me afogando. Engoli todo seu leite morninho, depois fui para o quarto troquei de roupa, retoquei a maquiagem e chamei Laerte para irmos embora que já era quase meia noite.

Quando ele me deixou no portão da minha casa eu dei um suave beijo nos seus lábios e falei “estou muito grata pelo prazer que você me deu”. Ele respondeu “isso é só o começo…”

Na terça feira logo por volta do meio dia meu maridinho chegou junto com nossos filhos, abracei eles e fiquei conversando sobre a viagem. Logo meu maridinho me perguntou se eu tinha gostado do seu diretor, respondi que ele é uma pessoa muito gentil. Na quarta feira a tarde, ao trocar de roupa para buscar meus filhos na escola, vejo no espelho as marcas roxas da sua boca na minha bunda e meu anus bem abertinho, meus seios ainda doloridos e roxos. Já sentia aquele desejo anal incontrolável, a saudade bate…

Ligo para o Laerte no serviço, que disfarça, fala pouco pois está com meu marido próximo. Mesmo assim ele fala que está com muita vontade de me ver, só de ouvir sua voz já me consola.

Depois de três semanas meu maridinho me surpreendeu, me dizendo que ele gostaria que eu aprofundasse mais minha amizade com o seu diretor, pois ele tem sido muito generoso com ele no trabalho, recebendo um ótimo aumento de salário e não queria decepcioná-lo.

Eu concordei, depois que as crianças foram dormir coloquei minha camisola vermelhinha sem calcinha e fiquei esperando meu maridinho na cama, ele todo feliz pelo dinheiro que vem a mais no seu pagamento, já veio com a sua rolinha fina meio mole para eu bater uma punhetinha, e logo ele já estava enfiando na minha boceta, que até esse dia era fechadinha como é normal pra ele. Dá duas socadinhas e já goza e depois vira para o lado e dorme e me deixa sempre a ver navio. Mas era isso que eu queria, porque já sabia ele só voltaria a transar comigo de no próximo mês, então se eu desse pro Laerte antes dele me comer, eu ficaria com minha boceta toda aberta ele poderia desconfiar.

Deixei passar dois dias e já não suportava mais a vontade de sentir aquele pau delicioso do Laerte me foder bem gostoso. Eu queria muito encontrar o Laerte, liguei pra ele me atendeu dizendo “amor vamos nos encontrar hoje à tarde, já sei que você depois que deixa as crianças na escola tem a tarde livre, te pego na esquina da escola”. Respondi “combinado” e depois de uma hora ele já estava me esperando. Entrei na sua camionete e fomos para seu apartamento que fica no outro lado da cidade. Chegando no seu aconchego logo encontrei duas calcinhas sobre o sofá. Logo imaginei que deveriam ser das esposas de outros funcionários seus, mas não me importei, porque naquele dia era minha vez de ser penetrada pela vara dele!

Agora sou eu que levo ele para cama, sem tirar meu vestido, já estava sem calcinha, deitei de costa sobre a cama e levantei meu vestido até a cintura. Ele já ficou pelado e colocou minhas pernas sobre seus ombros, ele já tinha passado gel no seu pau.

Encostou seu pau longo na entrada da minha boceta tentando entrar na minha florzinha. A cabecinha pontuda entrou fácil, mas quando chegou naquela parte grossa não entrava, não conseguia arrombar a parte interna. Aquilo já estava me agoniando, ele forçou um pouco pra baixo da entrada da minha boceta, que só tinha conhecido a rolinha pequena e fina do meu maridinho. Enquanto as lágrimas saiam de meus olhos, eu sentia uma espécie de dor e tesão, senti algo sair da minha boceta, era um filetinho de sangue. Percebi que a parte mais grossa já tinha entrado, depois de ficar estocando por um tempo o colosso mais forte, o pau dele entrou com toda força e acabou rompendo os lábios e abrindo de vez o canal até encostar a cabecinha pontuda no fundo do meu útero. Aí ele deu um tempo e começou meter agora mais suave. Minha boceta, apesar de estar toda arregaçada, passou a adorar o seu novo invasor! Parecia de senti-me desvirginada novamente!

Fiquei um bom tempo com as pernas abertas sobre seu ombro, até que ele começou a meter mais rápido e percebi que ele estava gozando feito um boi dentro de mim, e eu também retribui com um orgasmo avassalador como nunca tinha sentido.

Ele deixou minha boceta bem esfolada, inchada e com os lábios soltos para fora, aí eu falei “amor, chega, a minha boceta sinto que ficou dilacerada. Vem, come meu cuzinho onde eu tenho mais tesão!” Ele tirou da minha boceta com o pau ainda duro, e colocou seu colosso na entrada do meu anelzinho rosa, empurrou e entrou fácil e todinho para dentro do meu cuzinho.

Voltei a sentir aquela sensação deliciosa de quando ele me enrabou da primeira vez, eu soltava gritinhos de prazer daquele pau entrando e voltando no meu cuzinho, logo outro gozo me atingiu em cheio ele ainda me enrabou mais um pouquinho e gozou gostoso dentro de mim.

Eu pedi para ele deixar seu pau ficar só mais um pouquinho no meu cuzinho, então ficamos os dois parados com ele em cima de mim. Eu estava sentindo uma felicidade que nunca tinha sentido antes, saciada, realizada pelo menos naquele dia, o que o meu marido se negava a realizar comigo. Ele realizava todas as minhas vontades e fantasias eróticas. Tomamos uma ducha e depois ele me deixou na porta da escola para pegar meus filhos, agora já são quase dois anos de encontros às escondidas pelo menos uma vez por semana, mas o melhor mesmo é que estou apaixonada e estou metendo cada vez mais gostoso com o Laerte, e que estamos nos dando muito bem até o ponto que meu marido convidou ele para crismar nossos dois filhos e nos tornamos com meu maridinho ausente. Compadre, agora ele tem toda liberdade dentro da minha casa mesmo, e nosso encontros de sexo ficaram ainda mais frequentes!

Eu acredito na moral…

MAS…

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E se largássemos o pudor,

as vergonhas,

os nomes,

os títulos,

os sobrenomes.

Largássemos tudo. 

Nos sobraria a sexualidade.

A sensualidade.

Prezamos pelos sentimentos

mas nos esquecemos dele na hora de morrer.

Considerando as variáveis somos cínicos.

Mentirosos.

Juramos acreditar no amor, 

mas esquecemos dele quando o assunto é sexo.

Aí transformam a maneira mais animal de tocar,

se sentir,

se viver alguém em algo pecaminoso.

Não acredito.

Posso não amar,

mas sinto. 

Ou talvez eu ame-a e sinta-a ao mesmo tempo.

O que acontece é a necessidade da santificação das coisas.

A que custo?!

Mentir é melhor, talvez.

Eu acredito no amor.

Mas acredito mais,

com mais força,

com mais vigor na capacidade que o sexo tem de nos transformar,

nos possuir,

nos libertar.

Somos humanos afinal.

E ai eu me posiciono à beira da cama. 
Respiro. 
Espero. 
Entro. 
Saio. 
Entro novamente. 
GOZO. 
Talvez eu goste mesmo é de sentir tudo isso.

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Tomei um banho lento, delicado.

PACIENTE 040419-3

Eu cheguei em casa cansada. Sabe quando o corpo dói, a alma dói, a vida dói e tudo dói junto?! Pois é. Confesso que acreditara que um banho quente, na verdade morno, resolveria todos os meus problemas. Ou costumava resolver.

Soltei os cabelos presos por um coque. Balançaram meio que levando o meio mundo que se encontrava nas minhas costas. Pronta para um banho meu corpo e minha mente estavam. Quando comecei a desabotoar a blusa eis que a campainha do apartamento toca. Quem poderia ser?! Eu não estava esperando ninguém. Até àquela hora.

Abri a porta e me fiz aparecer apenas o rosto. Ele me recebeu com um olhar doce, verde. Reabotoava as blusa enquanto ele pedia permissão adentrando a minha moradia. Disse que estava indo pro banho, ele respondeu dizendo que não se incomodava em esperar. O vinho que trouxera seria uma boa companhia enquanto eu me aprontava. Ele era dessas coisas. De chegar de surpresa, de me assustar. De melhorar tudo o que estava ruim.

Tomei um banho lento, delicado. Eu realmente estava cansada. Não havia mais nada a fazer por mim se não aquele banho. Reclamei para mim a respeito de um incomodo nas costas. Uma mão suave encontrou meus ombros e com um brilho nos olhos respondeu que poderia ajudar se eu não me importasse. Na verdade eu não me importaria. Acho que ele talvez ainda não tivesse certeza disso. Mas tudo bem, a timidez melhorava as coisas.

Não era sobre sexo, sobre prazer. Era sobre a vontade de ver o outro sorrir. Sobre apertar os ombros de alguém só pela vontade que aquela dor passe. Porque pra ele eu não merecia o sofrimento, qualquer que fosse. Talvez eu esteja apenas sonhando acordada enquanto fecho os olhos durante um banho de banheira. Talvez ele esteja aqui. Talvez eu realmente queira isso, desta maneira. Mas com certeza eu esperaria uma eternidade por essa sensação.

Roberto homem negro de 35 anos forte…

PACIENTE 040419-2

Cresci numa família evangélica sou a caçula de três irmãs sempre fui uma boa menina educada bondosa meiga e como a maioria das minhas amigas minha vida amorosa começou aos 18, o problema era quem eu havia escolhido eu estava em um dos eventos da igreja com minha mãe, estava na porta conversando com minhas amigas quando avistei aquele pedaço de mau caminho, na verdade ele era um caminho inteiro cheio de safadezas.

Conheci Roberto homem negro de 35 anos forte, alto, corpo atlético olhar cativante, educado,todo amoroso com a esposa quando ele passou por mim nossos olhares se cruzaram por alguns segundos e dentro de mim senti meu coração palpitar mas disfarcei,quando ele saiu nossos olhares se cruzaram novamente, sabem quando rola uma química logo de cara ele nos cumprimentou e foi embora na rodinha minhas amigas ficaram falando elogiando ele afinal ele tinha um corpão e eu sem falar nada apenas pensando uauhhhh que homem o que senti naquele dia foi inexplicável precisava dar um jeito de vê-lo de novo fofocando com minhas amigas fiquei sabendo que ele tinha um filho da mesma idade é que as vezes ele vinha com a mãe para os eventos da igreja decidi me aproximar, Lucas era um garoto até bonitinho mas só queria saber de jogar futebol para conseguir ficar com ele foi bem difícil mas consegui e assim comecei a frequentar sua casa e me aproximar de seu pai, não gostava do Lucas mas foi a maneira que encontrei para me aproximar.

Roberto sempre foi minha intenção desde que o vi na porta da igreja mas não foi nada fácil Roberto é casado e tem uma família feliz e eu era praticamente uma criança mal tinha entrado na adolescência começando a ter um belo corpo, já chamava a atenção de vários garotos e até de homens, papai tem alguns amigos safados isso fica pra outra história ( Os amigos de papai) que sempre quando iam em casa ficavam com olhares e comentários maliciosos me observando enfim mas para chamar a atenção de Roberto precisei me esforçar com insinuações e olhares maliciosos arrancava comentários e assobios mas nunca uma conversa a sós até que com a ajuda do destino a chance surgiu, Teve um dia que o Lucas tinha ido jogar bola e torcido o pé como eu estava assistindo liguei para sua mãe que estava trabalhando e por sorte era perto ela chegou rápido e levamos Lucas de táxi para o hospital, mais tarde já em casa eu fiquei fazendo companhia pra ele até seus pais chegarem já que a mãe havia voltado para o trabalho.

Primeiro chegou sua mãe já cheia de cuidados com o filho, Roberto chegou mais tarde e após conversar com Lucas e saber como estava e de jantar Roberto se ofereceu para me levar em casa finalmente havia conseguido meu momento a sós durante o trajeto conversamos bastante sobre vários assuntos inclusive sexo sua preocupação com agente em relação aos estudos e carreira que uma gravidez precoce poderia atrapalhar os planos para o futuro eu fui direta com Roberto respondi que ainda era virgem e que nunca tive a intenção de transar com Lucas quem eu queria realmente era ele.

Obvio que ele não se surpreendeu já havia percebido minhas insinuações e olhares principalmente para o grande volume que ele guardava dentro das calças mas ele desconversou disse que eu era uma criança que ele era muito velho para mim que era casado e isso não iria dar certo eu argumentava que era ele quem eu queria e que a muito tempo esperava essa chance de ficar sozinho e que estava com seu filho é só para poder ficar perto dele, ele me respondeu dizendo que eu era muito linda já com um belo corpo era bem gostosa mas isso realmente não daria certo.

Eu argumentava,como você pode saber se nós nem sequer começamos vamos ter uma chance pelo menos aí ele encostou o carro nós continuamos conversando por mais algum tempo então me decidi fui pra cima dele e dei o primeiro passo agarrei e com um grande beijo molhado então ele se entregou não recusou continuou a corresponder meu beijo ai tive a certeza de que ele também queria, quando separamos nossas bocas ele me olhou assustado como estávamos em local público e bem visível Roberto ligou o carro e dirigiu até uma rua praticamente deserta já estava escuro nós voltamos a conversar ele tentou negar mas aquele beijo foi fatal ele também estava sentindo um tesão enorme em pegar a gatinha loira namorada de seu filho.

Voltamos a nos beijar e dessa vez Roberto tomou conta da situação me abraçou e com suas mãos fortes e másculas, tomou meu corpo para si e pegou no meus seios que já estavam bem durinhos de tesão ele passou suas mãos por todo o meu corpo e apertando minha bunda bem forte em seguida deslizou suas mãos por minhas coxas chegando na virilha e subindo um pouco mais passando por minha bucetinha que já estava bem molhada através da calça subiu mais um pouquinho e enfiou sua mão por dentro da calça até chegar na bucetinha, com o toque de suas mãos em minha bucetinha meu corpo estremeceu acho que tive meu primeiro orgasmo naquele momento.

Então eu fui tomada já não controlava mais meu corpo e entre beijos e chupões ele arrancou minha roupa pulamos para o banco de trás do seu carro foi lá que eu me tornei mulher voltei a beijá-lo e a tirar o restante de sua roupa a cada beijo trocado sabia um fogo dentro de mim eu não estava conseguindo me controlar ele levantou meu sutiã e caiu de boca nos meus peitinhos suas mão forte bolinava meu biquinho enquanto ele sugava o outro Roberto me beijava com muita vontade revelando que também estava entregue aquela loucura a outra mão acariciava minha bunda que era bem durinha e empinada abri minhas pernas e ele tocando na minha linda bucetinha virgem.

Meu corpo estremeceu novamente fiquei Fora de Controle comecei a chorar e tremer Roberto pediu para me acalmar disse que isso era normal que o meu tesão estava a mil eque por ser muito nova e muito inexperiente não estava conseguindo me controlar aos poucos minha respiração foi normalizado meu coração foi se acalmando então voltamos a nos beijar eu fui descendo alisando e beijando sua pele até chegar na cintura enfiei a minha mão dentro de sua cueca e lá eu pude sentir uma tremenda Tora ainda mole mas era bem mais grossa do que eu imaginava.

Puxei-a para fora quando aquela cobra negra se revelou já estava dando sinais de enrijecimento encarei aquele pau enorme e com movimentos leves de sobe e desce numa punheta bem gostosa sentia em minha mão aquele cacete cada vez maior e mais duro e com uma baita cabeçona parecendo um cogumelo gigante então me abaixei dei um beijinho na cabeça olhei nos olhos de Roberto e bem devagarinho fui colocando aquela tora dentro da minha boquinha.

Sua tora era tão grande que não entrava nem a metade comecei a mamar e o seu cacete latejava como se estivesse piscando na minha boca foi maravilhoso para mim, a minha primeira vez com um pau na boca e ele era monstruoso mas eu estava provando pela primeira vez o sabor de um homem mordi e chupei seu pau por vários minutos Roberto urrava me chamava de vaca de vagabunda de gostosa dizia que iria arrombar cada buraquinho que eu tinha e minha boca seria a primeira é depois minha bucetinha e eu estava adorando tudo aquilo quando ele ficou a ponto de gozar com seu pau ainda na minha boca paramos e trocamos de posições.

Roberto tirou o resto de minha roupa me deitou no banco abriu minhas pernas e começou a chupara enfiar sua língua e que língua na minha bucetinha virgem nunca senti tanta vontade de algo na minha vida como naquele dia eu queria aquela língua lá, dentro de mim de qualquer forma minha vagina pulsava meu corpo tremia todo enquanto ele acariciava meus seios logo nós dois ficamos loucos de tesão prontos para o ápice de nossa loucura a penetração e era questão de tempo a perda da minha virgindade.

Roberto pegou uma manta que havia no carro forrou o banco, deitei-me com as pernas abertas e ele veio por cima num 69 voltamos a nos chupar deixei o pau de Roberto bem lambuzado para ajudar a entrar ele fez o mesmo com minha bucetinha então ele se virou novamente se ajoelhou no banco levantou meu quadril e posicionou seu pau na entrada da minha bucetinha virgem e foi forçado bem devagarinho até que dei um grito de dor no momento do rompimento do hímen.

Mas Roberto não parou e continuou a enterrar sua tora até que estivesse completamente dentro de mim só aí ele parou sentia muita dor então ficamos parados nos beijando e com o pau de Roberto enterrado dentro da minha buceta até que a dor aliviasse escorreu bastante sangue mas Roberto sussurrou no meu ouvido dizendo que seu pau finalmente tinha encontrado um abrigo onde ele ficava bem confortável, não tirou de dentro nem pra limpar.

Logo Roberto começou lentamente com movimentos de vai e vem a dor foi substituída por uma sensação de prazer indescritível Roberto foi acelerando seus movimentos e o prazer só aumentou eu comecei a gemer como uma puta falei para ele meter com força que eu queria sentir seu pau batendo no meu útero disse pra ele que agora ele era meu homem meu macho ele me fez mulher eu era sua vadia sua puta e ele foi me estocando cada vez mais forte e rápido até que ele também começou a gemer e urrar dizendo que eu era a vadia mais gostosa que ele já comerá e que a partir daquele dia eu seria sua puta.

Roberto ia me rasgando por dentro apesar do sangue e o lubrificante natural estarem agindo mas por ser a primeira vez que eu era penetrada ainda doía, com uma rola grande e grossa como a dele acho que o pau dele duro deve medir uns 26,27cm e era extremamente grossa Roberto meteu seu enorme cacete na minha buceta por um bom tempo e quando estava quase gozando paramos e trocamos de posição agora Roberto por baixo deitado com aquela tora enorme e curva apontando para cima e ligeiramente para a esquerda ainda coberta com meu sangue me posicionei acima e sentei em seu pau que ia entrando e me arrombando novamente, entrou tudo senti bater no meu útero então eu comecei a cavalgada em Roberto fiquei vários minutos cavalgando até que Roberto anunciou que iria gozar.

Pedi para que gozasse dentro de mim pois queria sentir o seu néctar do amor após mais alguns momentos e ele estava me inundando com jatos quentes de seu leite nesse momento acabei me sentindo muito zonza como se entrasse em êxtase meus olhos reviraram minha pernas amoleceram estava gozando junto com ele agora sim era uma mulher completa e realizada.

Enquanto descansávamos conversamos sobre a loucura que acabávamos de cometer nós queríamos nos ver todos os dias mas transar no carro todas as noites não é confortável e nem um pouco seguro então Roberto ficou de encontrar um local para nós nos amarmos mais alguns longos beijos nosso fogo que estava reacendendo foi apagado pelo som do telefone de Roberto e pra variar era sua esposa solicitando alguns remédios para Lucas então nos trocamos e saímos em direção a farmácia comprarmos os remédios e Roberto me levou até minha casa demos um selinho rápido e escondido então entrei para casa.

Fui fazendo o que ele pedia…

PACIENTE 040419-1

Estava conhecendo um homem tinha saído algumas vezes, feito sexo loucamente e isso fazia eu ficar mais atraída por ele ainda.

Ele era um homem alto forte e na hora do sexo gostava de falar putaria no meu ouvido e eu amava.
Queria fazer algo diferente com ele algo que nunca tínhamos feito.

Uma amiga minha certa vez me confessou que sou marido adorava ser comido, imaginei que ele iria gostar, mais como ia fazer a primeira tentativa?

Certa tarde combinamos de nos encontrar, deixei traçado um plano na minha cabeça. Era hoje que iria comer aquele tesudo.

Chegou no horário previsto é lá estava ele linda e cheiroso à minha espera já nos atracamos na entrada, beijos mordidos, amasso.

Os dois de roupa mais o tesão a mil. Comecei a beija ele é abrir o zíper da calça enfiei minha mão por dentro da cueca e senti seu pau quentinho latejando, minha bucetinha molhou mais ainda. Tirei ele pra fora e comecei a massagear

Que pau delicioso.
Dei umas lambidas na cabeça E desci pro saco, chupando com força. Tirei sua calça e deitei no sofá só de camiseta. Uma perna no chão outra cima do sofá.

Chupei com força,com desejo, cai de boca sem receio.
Minha buceta pingando e nessa hora eu já tinha tirado minha calça e calcinha e sentia a gosma escorrer por minhas cochas.

Lambi seu saco e a cada lambida chegava mais perto do seu cuzinho
Ele gemia a cada toque.

Fui bem devagar e quando ele percebeu eu estava lambendo e cuzinho. Cada lambida Ele se abria,mais e mais
Passei o dedo na minha buceta molhada e coloquei bem na entradinha de seu cuzinho,e ui massageando devagar. Ele gemia gostoso, mais mandava eu parar.

Eu falava que eu estava brincando e não ia machucar. Eu comecei a enfiar meu dedo. Ele gemia alto.
Nunca fiz isso por favor pare, e ao mesmo tempo falava mete tudo que delícia.

Molhei mais um pouco meu dedo e ficou super. lambuzado. Fui enfiando meu dedo aos poucos e quando percebi já tinha enfiado tudo. Ele delirava de tesão gemia e falava fode meu cuzinho safada fode.

Fui fazendo o que ele pedia.
Eu chupava seu pau e comia seu cuzinho juntos era delicioso. Pedi pra ele ficar de quatro e ele ficou aí o tesão foi maior.

Mandei-o rebolar e ele fazia isso perfeitamente. Eu com o dedo no seu cuzinho e punhetando ao mesmo tempo. Seu pau era duro como pedra. Começou a gemer algo e a rebolar no meu dedinho e sem eu esperar ele falou que iria gozar. Senti seu pau latejando.Era muita porra.

Virei ele de frente e meti seu pau meio mole e gozado na minha bucetinha ele deu umas estocadas e não aguentei gozei ali naquele pauzão gostoso.