Gostei da aventura…

PACIENTE 180419-01

Eu sempre gostei de aventuras, acho que até já comentei por aqui. Então quero dividir essa experiência com você!

Em uma noite quente de lua cheia, eu vestia uma saia curtinha e salto alto. Naquele dia, saí com algumas amigas, fomos à um barzinho conhecido da cidade (detalhe, uma cidade pequena do interior), bebemos um pouco, conversamos, nos divertimos.

Quando bebo, fico um pouco assanhadinha. Peguei meu celular, fui para o banheiro, tirei minha calcinha, que era preta, com alguns detalhes de oncinha e renda. Tiro uma foto e envio para Eduardo. Fazia algum tempo que nós estávamos saindo, mas a cada encontro eram novas histórias, risos e amassos, ele me surpreendia e eu fazia o mesmo. Suas mãos já me deixam com tesão, grandes, sua voz grossa e a pele morena.

Após alguns minutos, noto que ele visualiza a mensagem, então respondo com a seguinte frase: “Quero sentir sua boca quente no meu corpo!”. Isso foi o suficiente pra me deixar toda molhada, e fazer com que chegasse em 15 minutos.

Bebi um pouquinho mais, dancei algumas músicas com as garotas. Então noto uma notificação de mensagem, era o bonitão dizendo que chegou. Entro no carro, ele beija meu pescoço, e puxando a alça da minha blusa desce até os ombros, sentindo o cheiro do meu corpo, então diz:

“- Pensei em algo inusitado esta noite!”.

Já fiquei curiosa e meu tesão aumentou ainda mais.

Ele dirigiu até o lago da cidade, onde fica um bosque lindo, com uma praça. Como já estava tarde, não havia ninguém lá, aparentemente. Paramos o carro em um local totalmente escuro e silencioso. Eduardo era um homem mais velho, me pegava com força, e eu adorava aquilo!

Assim que ele desligou o carro eu tirei sua blusa, delicadamente, observando seu peito, sob a luz baixa da lua, ele beijou e deu leve mordidinhas em meus seios, babando bastante, me deixando ardendo de vontade. Então eu digo:

“- Quero que me coma no capô no carro!”. Então, ele disse:

“- Há é sua danadinha?!” E abriu um sorrisinho malicioso.

Ele saiu do carro, abriu minha porta e me pegou no colo, meus seios ficam bem na sua cara, e ele não hesitou em beijá-los e lambê-los. Me colocou em cima do capô e começa a lamber todo o meu corpo, sua boca quente, a saliva, eu gozei tãooo gostoso! Mas eu queria mais, queria ele dentro de mim.

Escorreguei um pouquinho mais pra frente do capô, ele colocou a camisinha. Eu fiquei a observar seu pau duro e inchado. Ele então, começa a meter devagar, e aos poucos, foi aumentando a intensidade, e meus gemidos também.

Com uma das mãos eu me tocava, e com a outra, segurava no seu quadril, puxando ele pra dentro de mim. De repente escutamos um barulho, então assustados, caminhamos em direção às árvores, devagar pra não fazermos barulho. Então Eduardo diz:

“- Se alguém nos ver aqui, sem roupa, vai ser a notícia da cidade. Fique quietinha.”

Só de lembrar já sinto vontade de rir. Ficamos atrás de algumas plantas observando. E então, descobrimos que era só um gato, procurando comida.  Ao ver aquele gato, não consegui me conter, e solto gargalhadas! Então ele tapou minha boca e diz:

“- Eu disse para você ficar quieta mocinha, e você não obedeceu.” Por fim solta um sorrisinho sacana.”

EM seguida, ele me colocou de frente pra árvore, ficando atrás de mim, abriu minhas pernas e começa a beijar minhas costas, ao mesmo tempo em que tocava minha bucetinha molhada. Eu já não aguentava mais tamanha provocação.

Então segurei-o pelos cabelos e o trouxe para minha boca, dando um beijo quente, e intenso. Segurei seus quadris enquanto me apoiava na árvore, de costas pra ele. Empinei meu bumbum, e comecei a rebolar, coladinha nele.

Então, ele coloca só a cabecinha e pergunta:

“- É isso que você quer?”

E eu respondo, no seu ouvido, com a voz mais meiga e doce que eu poderia:

“- Eu quero mais, quero sentir você gozar!”

Então ele coloca devagar. Mete beijando meu pescoço e segurando meus seios, a respiração ofegante e os gemidos se misturavam. Gozamos os dois juntos! A cada encontro eu ficava mais embriagada de prazer, ele sabia como me fazer gozar.

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