Mês: agosto 2018

me perdoem os ultrarromânticos…

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Eu quero te foder. Essa é a melhor declaração de amor que eu posso te oferecer, porque não há nada mais amoroso que dizer a quem se ama: eu quero te foder. Dane-se o moralismo, o romantismo, o clichê, o ético, o convencional… me perdoem os ultrarromânticos… amor pra mim é essa vontade que eu tenho de te jogar pela casa inteira e em outros tantos lugares que esse mundo vasto pode oferecer a dois amantes. Eu sei, eu poderia dizer que te amo, mas se eu dissesse apenas isso, você não saberia o quanto eu realmente desejo você. Eu tô dizendo que te amo quando digo que te desejo com tudo que há dentro de mim. Eu quero entrar fundo no teu corpo, porque além de ser a forma mais sincera que eu encontrei de demonstrar meu amor, essa também é a maneira mais profunda de encostar minha alma na tua.

Já até recebi propostas…

PACIENTE 300818-85

Acabei de completar 18 anos e sempre quis ir ao motel, estava com um carinha que falava que me levaria mas descobri que estava sendo iludida o tempo todo. Já até recebi propostas de outros, que também sinto atração, para fazer sexo sem compromisso, mas acredito que assim ninguém vai me respeitar e nunca vou encontrar um relacionamento.
O que você acha?
Deveria me entregar aos meus desejos ou me conservar?
Já fiz sexo sem compromisso uma vez, mas eu era imatura e gostava dele, e acabei ficando mal depois.

…hoje eu tenho 16 anos, sou virgem ainda…

PACIENTE 300818-84

Vontade de fazer com meu namorado eu tenho sim, só existe uma falta de coragem dentro de mim, é por que minha mãe, ela pede muito para que não aconteça comigo o que aconteceu com ela, ela casou muito cedo, ela transou com meu pai quando tinha 13 anos, e ela se arrependeu por q era muito nova, só que naquele tempo tinha que casar, e hoje não…. 
Então, hoje eu tenho 16 anos, sou virgem ainda, to namorando com um menino faz 6 meses.. ele é muito carinhoso, e demonstra que gosta de mim, ele já mim convidou umas 3 vezes para ir a um motel , só que eu sempre nego.. Eu acho que eu não devia se entregar a ele assim, por que na verdade, tem muitas meninas por ai que já saiu com vários caras, só que eu queria ser só de um… ate por que se ele fizer isso comigo e ele mim deixar um dia, ele não vai ser brigado a se casar comigo né.. 
Ai tem outro problema, quando eu to com ele sozinho, a vontade vem em grande estilo.. 
Domingo eu tava na casa dele na praia, ele tava almoçando e eu tava deitada na rede, só tava nos dois em casa, o pessoal tinha saído pra ir beber, e a avó dele tava dormindo.. 
Quando ele terminou de almoçar ele foi la pra rede e se deitou comigo, fazia duas semanas que agente não se via, e a saudade era enorme, 
ele se deitou comigo e de vez em quando ele tirava um sarrinho, era um sarro muito gostoso, ele tava super excitado, e eu também, eu não sabia mais o que fazer, ele fez convite pra gente ir pra praia, por que ele disse que é mais gostoso por debaixo da água, chamou pra gente ir pra o quarto e eu não quiz.. 
E agora o que eu faço?? 
Fico só sarrando, e deixo o tempo passar, ou aceito os convites dele?? 

Agradeço o conselho..

Só que eu realmente quero fazer sexo…

PACIENTE 300818-71

Eu e o meu esposo temos uma vida sexual muito boa e fazemos de tudo: oral, anal, falamos palavrões no sexo e tudo mais. Até inventamos historinhas que nos excitam muito como: “eu sou a esposa do amigo dele”,  ele finge que é meu amante, etc. Entre as historinhas estão troca de casal e sexo à três.

Sempre ficamos muito excitados na hora e não tocamos mais no assunto. 

Só que eu realmente quero fazer sexo a três: eu, ele e outra mulher, mas não tenho coragem de falar, não sei o que ele vai pensar de mim.

Eu o amo muito e teria ciúmes, mas tenho muita vontade.

O que faço?

Preciso da sua opinião, um homem.

O grande homem é…

Quem faz jus ao título de “grande homem”?

Resultado de imagem para DE COSTANão sei… O homem inteligente?

Não basta ter inteligência para ser grande…

O homem poderoso?

Há também poderosos mesquinhos…

Não basta qualquer forma de religião.

Podem todos esses homens possuir muita inteligência, muito poder, e certo espírito religioso e nem por isso serem grandes homens.

Pode ser que lhes falte certo vigor e largueza, certa profundidade e plenitude, indispensáveis à verdadeira grandeza.

Podem os inteligentes, os poderosos, os virtuosos não ter a necessária liberdade de espírito…

Pode ser que as suas boas qualidades não corram com essa vasta e leve espontaneidade que caracteriza todas as coisas grandes.

Pode ser que a sua perfeição venha mesclada com um quê de acanhado e tímido, com algo de teatral e violento.

O grande homem é silenciosamente bom…

É genial, mas não exibe gênio…

É poderoso, mas não ostenta poder…

Socorre a todos, sem precipitação…

É puro, mas não vocifera contra os impuros…

Adora o que é sagrado, mas sem fanatismo…

Carrega fardos pesados, com leveza e sem gemido…

Domina, mas sem insolência… É humilde, mas sem servilismo…

Fala às grandes distâncias, mas sem gritar…

Ama, sem se oferecer…

Faz bem a todos, antes que se perceba…

O grande homem “Não quebra cana fendida, nem apaga a mecha fumegante, nem se ouve o seu clamor nas ruas…”

Rasga caminhos novos sem esmagar ninguém…

Abre largos espaços, sem arrombar portas…

Entra no coração humano, sem se saber como…

Tudo isto faz o grande homem, porque é como o sol, esse astro assaz poderoso para sustentar um sistema planetário, e assaz delicado para beijar uma pétala de flor…

Assim é, e assim age o homem verdadeiramente grande,

porque é :

 não é um ser humano que possui um espirito…

Mas…

é um ser espiritual que possui um corpo humano !!!


Servimo-nos uns aos outros…

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Só vemos o que queremos ver…

A fragilidade dos laços humanos em relações íntimas,

sociais ou até de amizade,

ou a precariedade relacional

servirmo-nos de outros,

porque sabemos que não temos coisas boas

em quantidade suficiente para nos sentirmos inteiros.

Eu notava a troca de olhares mas nunca tinha passado disso…

PACIENTE 280818-74

Me chamo Elza, tenho 35 anos, sou branca, bunda avantajada, cabelos loiros e longos e um corpinho bronzeado com tudo ainda bem durinho. Eu sou uma mulher vaidosa e sempre gostei de me sentir gostosa na visão de outros homens. Sou casada a 12 anos com o Beto, que é 15 anos mais velho que eu e bastante conservador.

Meu marido não gosta de me comer em várias posições, ele é bem tradicional, religioso e só me comia no papai e mamãe ou eu por cima. Sinceramente eu tava cansada de ser mal comida, eu queria que ele me pegasse de jeito, puxasse meus cabelos, batesse na minha bunda.

Tem um tempão que tô querendo dar meu cuzinho mas não tenho coragem de pedir, ele vai achar que não me satisfaz na cama, ia ser uma briga danada e eu preferia não me desgastar. Meu marido tem um amigo chamado Josias, um homem negro, alto, corpo malhado, cerca de 30 anos, que me deixava louca. Ele sempre foi educado comigo e me deixava com muito tesão por ele.

Eu notava a troca de olhares mas nunca tinha passado disso. Ele já presenciou várias brigas nossas e sempre me defendia. Um dia meu marido foi jogar bola com os amigos, encheu a cara e o Josias veio trazer ele em casa, completamente apagado, caído de bêbado. Ele colocou o Beto na cama e ele nem se mexeu, parecia desmaiado, mas era normal já que ele sempre ficava assim quando bebia.

Pedi pra o Josias sentar para a gente conversar, ofereci um cafezinho pra ele e notei o olhar dele bem diferente sobre mim. Falei sobre como tava complicado ficar casada com um cara que bebia todo dia e senti ele segurando minha mão enquanto dizia que eu sou uma mulher maravilhosa, que mereço o melhor e que o Beto deveria dar valor porque ele é um homem de sorte.

A mão dele acariciava minha mão inteira e um arrepio percorreu minha espinha e um calor subiu no meu corpo. Era incrível como aquele moreno me deixava com tesão então logo ele se aproximou e me deu um beijo gostoso, senti sua língua enfiada na minha boca chupando a minha bem gostoso.

Fiquei morrendo de medo do meu marido acordar, eu sabia que era difícil mas quando a gente tá fazendo algo errado sempre rola medo né? O Josias continuou me beijando, o beijo foi esquentando, ele começou a passar as mãos nas minhas coxas, apertar, passar uma mão por trás e enfiar no meu short alcançando minha bunda e apertando. Eu fiquei ensopada na hora.

Eu queria aproveitar, segurei seu pau e comecei a apertar, fiquei chocada com o volume enorme que eu sentia ali mesmo por cima do short de futebol dele, fiquei louca pra sentir ele durinho na minha mão. Ele soltou um gemido safado e perguntou se eu queria ver a pica dele.

Respondi que sim bem baixinho no ouvido dele, ele pegou minha mão, enfiou dentro do seu short e me fez tocar uma punhetinha gostosa pra ele.
– Humm, pega bem gostoso no meu pau, você bate uma punheta tão gostosa, Elza.

Aquilo tava me deixando louca, comentei que tava com medo do Beto acordar e ele disse que só sairia dali depois que me comesse nem que fosse um pouquinho. Eu gelei, peguei na mão dele, levei para o quarto do meu filho, que tava na casa da avó e me tranquei com ele. Lá a gente se beijou loucamente, minha mão no pau dele, a mão dele na minha buceta, uma loucura.

Ele tirou minha roupa, me deixou peladinha, tirou seu short, me pegou em pé mesmo e pediu pra eu colocar uma camisinha nele. Ainda em pé, ele me virou de costas me fez empinar minha bundinha gostosa e começou a se esfregar em mim, seu pau duro no reguinho da minha bunda.

Eu tava louca de tesão, comecei a rebolar minha bundinha e fingir que ia dar uma sentadinha no seu pau só pra ver ele ficar louco. Suas mãos apertavam meus peitos que estavam com os bicos durinhos, enquanto ele falava coisas safadas no meu ouvido e me beijava no pescoço.

Eu tava louca pra dar meu cu pra ele, e o pau dele ia ficando mais duro a cada roçada que eu dava em seu pau. Ele então foi abrindo minha bunda, eu ajudei a abrir mais ainda com as duas mãos e deixei meu cuzinho ali todo exposto pra ele fazer o que quiser.

Ele deu uma cuspida na mão, lambuzou meu buraquinho e fez meu cuzinho dar uma piscadinha gostosa. Ele começou a encaixar seu pau no meu cu, uma delícia, doeu muito mas eu já tinha me masturbado com um vibrador no cuzinho então deu pra aguentar. Enquanto bombava gostoso no meu cu, ele enfiava um dedinho no meu grelo durinho e começava os movimentos circulares que me deixaram doidinha.

Ele penetrava seu cacetão gostoso com vontade no meu cu, a gente não podia fazer muito barulho, eu tive que me controlar, morder a mão e outros momentos ele tampava minha boca pra eu não gemer alto. Ele pediu pra eu arreganhar mais que ele ia enfiar tudo.

Como assim? Achei que aquele caralho tava todo enfiado no meu rabo, quando de repente ele diz:
– Fica relaxadinha minha gostosa, vou preencher esse teu cuzinho rosadinho com meu pau inteirinho.

Eu tremi e ele socou fundo, senti meu cuzinho arder mas era tão gostosinho que pedi pra ele continuar. O ritmo foi aumentando, ele metia me falando como meu cu era apertadinho e gostoso e que meu marido era trouxa de não aproveitar um rabo como o meu.

Ele ficou uns 20 minutos bombando no meu cuzinho, me segurando pela cintura, todo suado em cima de mim, até que ele me colocou de quatro na cama sem tirar sua pica de dentro do meu rabo e continuou metendo gostoso, falando que meu cu era uma delícia. Logo ele deu mais umas 10 bombadas e disse:

– Caralho! tô quase gozando, vou gozar gostoso dentro desse teu cuzinho sua putinha gostosa.
Ele falava isso, eu me sentia uma puta de verdade mesmo, do jeitinho que sempre quis me sentir na cama. Nessa hora cometi uma loucura na hora do tesão e disse que queria sentir a porra dele dentro do meu rabo e pedi:

– Goza dentro do meu cu seu safado, eu sempre quis sentir essa sua vara grossa me enrabando e me deixando toda arrombada. Agora me enche com seu leitinho, vai!
Depois que disse isso, ele soltou um urro, botou a pica pra fora, tirou a camisinha e meteu forte no meu rabo de novo, dessa vez eu sentindo seu nervo duro sem nenhuma barreira dentro do meu cu. Ele avisou que ia gozar e senti umas 5 jatadas quentes no meu rabo.

Sua porra grossa ficou ali escorrendo do meu cuzinho e me deixou doida de tesão. Meu cu se contraia de um jeito gostoso e continuei a brincadeira com ele tocando uma siririca gostosa até eu gozar.

É isso, se meu marido não dá valor a mulher que tem em casa, os amigos dele dão, e até hoje quando rola uma chance eu mato a saudade do cacete do Josias.

Pegou-me pela mão, me puxou até uma das salas…

PACIENTE 280818-54

Sou Fátima, 33 anos, casada, dois filhos; sou uma mulher bonita e bem cuidada, cabelos longos com reflexo, sempre bronzeada, silicone nos seios que os deixam grandes e firmes, corpo malhado em acadêmica… Tudo que uma vida boa pode proporcionar a uma mulher. Meu marido (Vagner) é executivo de uma grande empresa e forma um belo patrimônio; por ocasião do ocorrido estávamos em plena construção de nossa casa de campo no interior de São Paulo num luxuoso condomínio fechado. Sem tempo para nada, Vagner havia autorizado o empreiteiro na condução dos ítens de acabamento da obra e como sou muito exigente, fui acompanhar a colocação do mármore no rol de entrada. Em virtude de um acidente na estrada, quando cheguei na casa de campo o empreiteiro já havia ido embora, estando somente três pedreiros que fariam a colocação do piso, eles eram jovens (uns 20 anos mais ou menos), fortes, jeito rude e trabalhavam somente de short devido o forte calor. Comecei a palpitar na forma de trabalho, na colocação das placas de mármore, quando um deles se aproximou de mim e falou… A senhora interfere demais…. Pegou-me pela mão, me puxou até uma das salas, onde estavam usando como dormitório improvisado e disse vou acalmar seus ânimos senhora. Nesse momento, gritei com ele, dizendo que estava despedido, que iria registrar uma ocorrência da polícia pela sua conduta, que meu marido saberia de seu comportamento… Fui silenciada com um beijo e segura pelos fortes braços do pedreiro. Em minutos os três estavam me cercando, apalpando meu corpo, beijando minha nuca, face e orelha… Não exerci mais resistências e pelo contrário, estava altamente excitada… Cheia de tesão, baixei o short de um deles e liberei sua pica (não era grande, uns 16 cm, dura e com um cheiro de suor, cheiro de macho), colocando na boca e dando aquele homem um prazer impar em sua vida. Os demais já estavam nus e tiravam as peças de minha roupa com maestria… Deitaram-me num dos colchões no chão e me vi preenchida, com uma rola na boca, uma na buceta (enfiada sem dó, mas facilitada pela minha alta lubrificação) e outra colocada em minha mão para que o punhetasse. O cheiro de suor, misturado com o de sexo no ar, embriagava o ambiente, enquanto aqueles três machos se revezavam em meter em minha xaninha. Um deles não resistiu e gozou em meus seios, enquanto o outro depositou toda sua porra no interior de minha buceta. O único que ainda não havia gozado e o que detinha a maior pica (uns 22 cm, longa, não muito grossa, com um saco bem peludo), me virou de bruços e anunciou que iria meter no meu cú… Fiquei em desespero, pois sempre tradicional nos sexo, só havia dado para meu marido (ele foi meu primeiro e único homem) e meu cuzinho era virgem… Percebendo que eu tentaria reagir, dois me seguraram enquanto o outro lubrificou meu cuzinho com sua saliva e enterrou a rola no meu buraquinho… Em vez de dor senti um tesão incontrolável e essa foda anal demorou uns 15 minutos até sentir o liquido viscoso e quente escorrendo de meu cuzinho para minhas pernas. Eles me largaram ali e voltaram ao trabalho, como se nada houvesse ocorrido… Limpei-me, vesti minhas roupas e sai sem olhar para eles nem falar nada.

Desde o ocorrido, venho mantido relações sexuais com garotos de programa e por vezes desconhecidos que me cantam no shopping, sempre em busca de sexo anal.

Ele perguntou se eu era casada, que horas meu marido voltava e etc….

PACIENTE 280818-82

O cara da TV a cabo marcou comigo de vir aqui para consertar um problema no meu sinal e eu como adoro uma putaria já tava imaginando se eles mandariam um cara gostoso ou um gordo feio todo suado e para a minha surpresa veio um moreno bronzeado de olhos castanho claro e alto. Acho que ele tinha mais ou menos 1,85 e se chamava Marcelo.

Desde o começo ele foi bem educado, conversamos e começou a rolar um clima com ele me olhando de cima abaixo, afinal eu tava usando um shortinho bem curto que mostrava a beirada da minha bunda e uma blusinha decotada que deixava boa parte dos meus peitos enormes a mostra. Modéstia a parte eu tenho uma bunda muito bonita e meu marido fica louco de tesão, sem falar que meus peitos são enormes e eu tenho uma barriguinha toda retinha.

Enfim, ele tava ali fazendo os reparos e eu andando pra lá e pra cá só vendo ele me secar, teve uma hora que ele pegou na rola e apertou, imaginei que ele tava morrendo de tesão por mim, nem concentrado no trabalho ele estava, e eu para provocar mais subi mais o short pra mostrar bem e fui ao meu quarto vestir um top e fiquei só assim.

Ele perguntou se eu era casada, que horas meu marido voltava e etc. e eu respondendo já sabendo o que ele queria, então quando ele acabou de ajeitar minha TV eu perguntei se ele queria tomar um vinho ou um suco e ele disse que como eu era a última casa do dia, ele aceitaria tomar um vinho.

Começamos a beber e conversar, ele falou da vida dele e só sei que o papo acabou em sexo, então eu na maior cara de pau sentei do ladinho dele e falei que tinha visto ele pegar na pica olhando pra mim e isso deixou ele mais a vontade pra falar que eu era gostosa, que não parou de olhar para a minha bunda e que ele tava sem conseguir se concentrar.

Então eu disse que a gente não precisava ficar só na vontade e coloquei minha mão no pau dele e que pauzão gostoso era aquele? bem grosso e cheio de veias pulsando, do jeito que eu gosto de uma piroca. Eu comecei a masturbar o Marcelo, ele não aguentou e pediu pra eu chupar, o que eu fiz com muita vontade, mamei mesmo naquele caralhho gostoso e ouvia ele soltar uns urros de prazer que deixaram minha boceta toda molhadinha.

Eu peguei uma das camisinhas da gaveta do meu marido e dei para ele, assim que esse homem encapou o pau já me fez sentar todinha na sua rola grossa e doeu um pouco pra eu quicar porque era muito grosso, mas foi uma dor super gostosa que me deixou doida de tesão. A gente ficou ali, eu sentando no colo dele, ele chupando meus peitos com tanta força que tive que mandar ele parar pra não ficar marca e o meu marido ver.

Minha boceta escorria inteira em cima dele, ficamos ali, até que ele me botou de quatro no sofá e começou a bombar forte no meu cu enquanto puxava os meus cabelos e me chamava de vagabunda gostosa. Esses xingamentos me davam mais tesão e depois de tanto me comer esse safado tirou a pica e disse que queria gozar na minha cara e foi o que ele fez. O gostoso deixou minha cara toda lambuzada com sua porra e apesar de ter sido uma rapidinha foi a melhor foda da minha vida. Me senti muito preenchida e até hoje quando meu marido sai, o Marcelo dá uma passadinha aqui em casa.

Meu marido é caminhoneiro e as vezes passa muito tempo fora de casa…

PACIENTE 280818-42

Eu me chamo Ana, tenho 36 anos, sou casada a 14 anos com o Mário e confesso que gosto muito de ler os relatos aqui do site e quis enviar o meu também e tudo começou quando me mudei com meu marido pra São Paulo.

Sempre fui evangélica e sempre segui a palavra, e depois da mudança comecei a frequentar outra igreja perto da minha casa e ia religiosamente todos os dias depois de buscar meus filhos na escola.

Meu marido é caminhoneiro e as vezes passa muito tempo fora de casa, eu sempre fui carente, já que o sexo entre a gente sempre foi morno, mas para os outros que viam nossa relação nós dois sempre fomos um casal feliz, mas mal sabiam eles que eu necessitava de mais.

Um dia chegou um pastor de uns 40 anos, alto, cabelos grisalhos, um lindo e eu adorava a pregação dele, ele falava coisas que entravam diretamente na alma e comecei a nutrir uma paixão platônica por ele e um dia notei que ele me olhava diferente também, apesar de ser casado.

Depois de um bom tempo de troca de olhares, de abraços cheios de segundas intenções e conversas cheias de indiretas, ele um dia me convidou pra falar sobre um projeto social que ele tava querendo fazer, topei e fomos almoçar juntos na casa dele, que ficava perto da igreja e lá o pastor me pediu licença e disse que ia trocar de roupa, mas para minha surpresa ele deixou a porta aberta e pude ver aquele homem bonito de cueca e deu pra notar o baita volume do pau e do saco.

Fiquei com vergonha dos meus pensamentos, me sentindo pecadora, mas cada dia que passava fiquei mais próxima do pastor Júnior e relatava muita coisa pra ele, era como um tipo de conselheiro pra mim e contei que meu casamento não ia bem, que eu me arrumava mas meu marido não me elogiava mais, que ele era ríspido comigo, não me procurava pra dar carinho e etc.

Nessa hora o pastor pegou minha mão, beijou e disse que eu merecia algo melhor e que a gente não tinha se encontrado por acaso, que era tudo um plano do criador, então ele me deu um abraço apertado que fez meu corpo ficar com muito tesão e morri de vergonha porque eu me arrepiei, meus peitos ficaram durinhos e ele percebeu, porque na hora deu uma risada.

Fui embora e não consegui parar de pensar naquele homem, meu marido nessa noite veio me procurar pra transar e quando ele tava me comendo eu só rezava pra acabar, nunca senti nada nesse 14 anos, mas sentia muito desejo pelo novo pastor, até que um dia aconteceu um evento da igreja e fiquei ajudando.

Terminamos tarde e o Júnior se ofereceu pra me levar em casa, mas vi que ele estava indo por outro caminho e perguntei, aí ele respondeu que eu ia curtir e quando percebi estávamos indo para um motel.

No motel fiquei bem tímida, ele me beijou gostoso e eu deixei mesmo me sentindo pecadora, mas aquele homem tocando meu corpo me deixou louca, e ele foi tirando minha roupa, me beijando e quando tirou mu sutiã ele chupou meus peitos e pela primeira vez na vida senti prazer de verdade e me deixei levar.

Ele disse pra eu não me preocupar porque o senhor tinha um plano pra tudo e ele estava com a missão de melhorar a vida das mulheres e me deitou na cama, tirou minha calcinha, cheirou, lambeu, coisa que me deixou constrangida e depois deitou em cima de mim.

Quando eu senti o pau enorme dele quase chorei, fui empurrando o quadril dele, pedindo pra ir devagar mas ele parecia um bicho no cio, segurou minhas mãos e começou a meter com força enquanto falava como sou gostosa, que eu tinha uma boceta bem apertadinha e não sabe como meu marido não comia direito, que ia me fazer gozar gostoso e que ia gozar dentro de mim pra eu sentir o leite quente de um macho de verdade.

Perdi a conta de quantas horas ficamos ali trepando, eu que não tava acostumada a dar fiquei com a boceta toda dolorida e ele parou um pouco de meter e veio me chupar e confesso pra vocês que foi a primeira vez que deixei alguém me chupar e foi uma delícia, pela primeira vez na vida gozei e nem sabia que tinha gozado, só soube porque depois ele me disse.

Ele sentou na cama, me fez cavalgar na pica dele, eu bem desajeitada fui tentando, ele me pegou pela cintura e foi me orientando como fazer, depois me botou de quatro e socou fundo, aquela pica quase batendo no meu útero, mas mesmo assim eu fiquei me sentindo uma puta, uma pecadora, uma criminosa, mas aquilo tava tão gostoso que eu só pedia perdão e não conseguia parar, até que ele gozou dentro da minha boceta e pior que nesse dia ele nem usou camisinha.

Depois de gozar deitamos, ficamos trocando beijos e carinhos, até que ele perguntou se já tinha chupado um pau e eu disse que não, que meu marido era muito conservador e eu tinha nojo, mas ele disse que eu ia gostar e pediu com uma cara de safado pra eu pegar na rola dele.

Toquei no pau dele, comecei a bater uma punheta bem sem jeito, mas ele pegou na minha mão e mostrou como gostava e quando o pau dele tava bem duro, esse homem me fez enfiar tudo na boca, eu me engasguei e quase fiquei sufocada, mas ele queria que eu chupasse então eu chupei até receber um jato de porra bem na minha boca e engolir tudinho.

Depois fomos pra casa e eu não parava de sentir vontade de dar pra ele de novo e toda vez que meu marido viajava eu ia pra o motel com o pastor, mas nessa brincadeirinhas toda acabei engravidando e por sorte foi numa época que meu marido estava em casa e a gente tinha relações, mas eu sempre soube que era do Júnior, contei pra ele e decidimos manter segredo pra não gerar uma polêmica na nossa comunidade e nos nossos casamentos.

O meu namorado trabalha muito então eu que tive que ficar a maior parte do tempo com o velho…

PACIENTE 280818-92

Oi me chamo Ana Flávia, tenho 26 anos e namoro a 3 anos o João, um cara muito bacana, lindo, pauzudo e a gente se dá muito bem na cama, nunca tive nada pra reclamar.

Eu sou uma loira bem gata, sou magrinha, nada exagerado, não curto muito academia, minha genética é que foi boa comigo então sempre tive a bunda e os peitinhos bem durinhos.

Um dia o João avisou que o seu pai tava bem triste por estar sozinho desde que sua mãe morreu e ele ficaria uns tempos com a gente no ap em que moramos juntos, eu não gostei muito da ideia, mas como é pai do meu homem, resolvi ceder e aceitar numa boa.

Desde que comecei a namorar nunca tinha conhecido meu sogro, sabia que ele tinha fama de pegador quando era jovem e aquietou quando casou com a mãe do João, o nome dele é Sílvio e tava tudo pronto pra ele chegar aqui.

O meu namorado trabalha muito então eu que tive que ficar a maior parte do tempo com o velho e desde o dia que ele chegou notei um comportamento estranho, ele me olhava de uma forma que parecia me comer com os olhos, uma cara de safado e eu achava nojento e engraçado porque a pica daquele velho nem deveria subir mais.

Um dia quando o João tava fora, o seu Sílvio veio por trás de mim e me deu um beijo no rosto, mas pude sentir que seu pau tava duro esfregando na minha bunda e aquilo me deixou bem sem graça mas ao mesmo tempo molhada, e nem entendi o motivo, já que eu sempre tive nojinho de homens mais velhos, mas desde esse dia, o coroa parece que fazia de tudo pra mostrar que o pau dele subia e que ele queria me comer.

Um dia eu tava tomando banho e ele tava no quarto, o banheiro daqui não tem chave mas como ninguém entrava eu fiquei tranquila, mas aquele velho logo apareceu e soltou um comentário que me deixou vermelha.

Ele disse que o filho dele tava comendo bem e que era muito sortudo em ter tanta carne pra aproveitar, e eu achei esse comentário nojento mas minha boceta mesmo assim deu sinal de vida, então ele veio chegando, tocando nos meus peitos e chupando gostoso, eu fiquei sem reação e ele continuou ali, brincando, mordendo, mamando, e o pau desse velho era enorme, bem maior que o do João.

Ele então me tirou do chuveiro, praticamente me arrastando porque eu relutei muito, mas acabei indo, ele me jogou ali toda molhada de água do banho na cama e subiu em cima de mim apertando meus peitos.

O negócio desse velho era peito e ele chupava forte e bem gostoso, tive até que dar uma bronca pra ele não deixar marcas e o filho dele perceber.

Ele enfiou aquela rolona grande e gostosa na minha boceta e eu dei um grito porque era muito grossa a pica desse safado, mas ele adorava meter e ficar perguntando se ele era melhor que o filho dele e eu como boa puta que sou respondia que sim.

A gente passou horas fodendo e até meu cuzinho aquele velho quis, eu dei e ele meteu bem gostoso, doeu pra caralho mas eu adorei aquela situação de perigo.

Ele tirou a pica do meu cu, tirou a camisinha e enfiou aquela picona na minha boca e me fez chupar aquele pau de pentelhos grisalhos e ainda brincar e lamber seu saco enorme, que batia no meu queixo toda vez que eu chupava aquele pau.

Parecia que eu tava levando um nocaute, mas tava uma delícia, ele me deixou bem molhada e arrombada, fiquei toda assada e até pra tomar banho incomodou, mas eu gozei tão gostoso com esse velho, gozei 3 vezes e se eu deixasse ele me faria gozar mais.

A gente acabou de foder, levei uma leitada gostosa bem na cara e ainda me chamou de putinha dizendo que eu queria dar pra o pai e pra o filho, e fomos tomar banho juntos e recebi um delicioso oral desse coroa, gozei de novo e fomos nos preparar para o jantar porque o meu marido corno chegaria a qualquer momento.

Bom, depois disso meu sogro passou a morar de vez com a gente a pedido meu e toda vez que o meu maridinho sai pra trabalhar a gente aproveita e a noite quando ele chega ainda trepo com ele.

Conheci meu marido numa festa…

PACIENTE 280818-60

Me chamo Zuleide e por fim decidi compartilhar minha experiência com vocês leitores para que tenham a oportunidade de conferir coisas da minha vida.

Tenho atualmente 38 anos e a 14 anos compartilho a vida com o mesmo homem, desde que eu era novinha e essa experiência que vou contar aconteceu a alguns anos atrás.

Conheci meu marido numa festa, eu ainda era virgem e acabamos virando amigos até a gente se casar e com esse tempo inteiro a coisa foi esfriando e muito a ponto da gente ficar meses e meses sem transar.

Eu não sou uma mulher feia, sempre me cuidei, mantive meu corpinho em forma e tenho 1,76 distribuidos em 68 quilos, cabelos loiros batendo na bunda e adoro ficar com meu corpo sempre com uma marquinha de biquíni.

Mesmo assim meu marido Augusto não sentia mais tesão por mim e tudo me levava a crer que ele tinha outra mulher, os telefonemas estranhos, as viagens a trabalho que antes não existiam.

Isso acabou com minha autoestima, e me deixou um tempo meio frustrada, eu nunca fui mulher de me masturbar nem ver filmes eróticos porque me sentia pecadora, fui criada de um jeito bem rígido e meu marido sempre foi do tipo bem machista e antiquado, não variava muito comigo.

Um dia uma amiga me recomendou que entrasse em um chat de internet para conhecer alguém, levei na brincadeira mas a verdade é que no fundo fiquei bastante curiosa.

Resolvi entrar no chat mas não falei com ninguém, era muita gente falando putaria e aquilo me deixava bastante nervosa e com medo, já que não sabia com quem tava lidando.

Depois de muito relutar conheci um cara com o nick de novinho pauzudo, ele veio puxar papo comigo e logo de cara tentei cortar por conta da palavra ‘novinho’ mas ele insistiu e disse que deixaria o telefone caso eu quisesse ligar.

Depois de um tempo relutante liguei, o nome dele era Marcos, tinha 18 anos e me senti mal por ter praticamente idade pra ser mãe dele mas o menino era muito cabeça, então marcamos um encontro em um barzinho bem distante da minha casa e tive uma reação muito louca quando o vi.

Fiquei muito molhada e meu grelo começou a latejar, o garoto era lindo, alto, fortinho, cabelos pretos e um sorriso de safado que fez minha boceta piscar, melhor ainda o papo dele, continuamos conversando, eu fiquei um pouco bêbada e ele me convidou para ir num motel e nessa hora nem pensei no corno do meu marido, simplesmente segui meus instintos pela primeira vez e fui foder gostoso com um garotão.

No motel ele me levou a loucura, começou a chupar minha boceta de um jeito que meu marido nunca chupou, enfiava a língua lá dentro e dizia que eu sou muito apertadinha, que eu era uma coroa gostosa, que tava louco pra gozar na minha boceta e logo perdi a vergonha, sentei na pica dele e comecei a cavalgar gostoso, me empolguei tanto que comecei a pular na rola dele mesmo com força, minha boceta tava toda assada mas eu não tava nem aí, queria sentir esse prazer novo.

Ele me fez chupar o pau dele, comecei bem desajeitada mas ele me pegou pelos cabelos e foi dizendo como gostava e logo peguei o ritmo. Depois dessa trepada gostosa do caralho ele pediu pra eu dar o meu cuzinho antes de gozar na minha cara e essas palavras me deram um misto de medo e tesão, mas com muito medo eu resolvi liberar.

Foi uma dor do caralho, eu gritava que ele ia rasgar meu cu mas aquele menino simplesmente ignorava e continuava metendo, meu cuzinho até sangrou, mas depois de um tempo de dor e sofrimento a coisa começou a ficar gostosa, ele tirou aquela pica do meu rabo e deu uma gozada gostosa na minha cara, deixando aquela gala grossa pingando até no meu olho.

Foi uma experiência maravilhosa e depois disso nunca mais fui mal amada porque agora sempre faço meu marido de corninho, seja com novinhos ou mais velhos, mas tem que comer meu cuzinho bem gostoso, se você se interessou mande e-mail que eu tô disponível.

QUANTO AOS COMENTÁRIOS…

Sendo os textos aqui escritos reais, não caberia comentários expostos e discutidos por um publico coletivo… Assim todos os comentários são enviados aos reais inspiradores dos textos e respondidos pelos mesmos. Se porventura se interessa em saber: se as fotos são da própria ou não, se a historia é realmente real e/ou o seu desdobramento.  Basta solicitar. Que recebera prontamente suas respostas, assim como suas opiniões serão lidas, pelo própria autora do texto.

Igor Hunsaker.

 

NÃO ESCREVO CONTOS E SIM RELATOS REAIS SENDO ELES ERÓTICOS OU NÃO…

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A literatura erótica é o gênero literário que utiliza o erotismo em forma escrita, para despertar ou instruir o leitor sobre as práticas sexuais. Pode também ser chamada de literatura pornográfica, se as cenas sexuais são realmente muito explícitas com fotografias. Em sua maior parte utiliza-se do gênero literário romance, embora alguns dos grandes clássicos eróticos estejam em forma de conto ou poesia. O erotismo é relacionado ao amor, a inspiração vinda do amor. Diferente do pornográfico, onde há um apelo ao lado sexual.

O que é cuckold?

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Esse nome é novo para você? Pois saiba que esse é um dos fetiches mais procurados por homens. Segundo o Sexlog, a tara por Cuckold foi uma das mais pesquisadas no site por homens, ficando em primeiro lugar nas pesquisas feitas por homens do Sul e Sudeste.

Mas porque dentre tantos fetiches inovadores esse é um dos menos comentados pelas pessoas? O cuckold é polêmico e exige cuidado em todos os aspectos. Vamos te mostrar tudo o que você tem que ficar de olho se quiser tentar a prática e explicar direitinho o que isso quer dizer.

O que é cuckold?

Bom, como para bom entendedor meia palavra basta, cuckold nada mais é do que sentir prazer ao ser corno. É, isso mesmo. O termo é uma adaptação do inglês cuckoo (o pássaro cuco) que, na natureza, aceita receber em seu ninho uma fêmea que vá botar ovos de outro macho. Então se você está em uma relação e sente prazer (e não é não se importar ou achar legal ter um relacionamento aberto, é sentir prazer mesmo) em saber, ver ou ouvir a parceira tendo relações com outra pessoa, você curte o cuckold.

Como funciona?

Você deve estar se perguntando como isso funciona. Como todo fetiche existem milhares de formas e cada casal encontra a que achar melhor para o bem-estar dos dois. Algumas das maneiras de praticar o cuckold são:

  • Sua parceira sai para encontrar um amante e, ao chegar, te conta os detalhes.

  • A mulher volta para casa com um acompanhante, enquanto o parceiro fica no quarto ao lado escutando toda a ação.

  • A mulher sai para encontrar o outro cara e grava o ato, para ser exibido para o parceiro ao chegar em casa.

  • O bom e velho voyeurismo em que o parceiro fica só observando a relação sexual entre a parceira e o amante.

  • O parceiro participa da transa, alternando momentos de atividade e de voyeurismo.

Dicas

Se pra você não é fácil nem se quer pensar na parceira com outro cara, desencana que o cuckold não é pra você. E sim, ele não é para muitos. Lembre-se que nesses casos é mais do que importante ter uma relação de muita sinceridade, já que se for o caso existe uma relação séria por trás da prática. Se está a fim de testar, converse e vá com calma. Regras também sempre caem bem nesse tipo de fetiche. Por exemplo: vai rolar penetração ou você quer saber de todos os detalhes. E nunca é tarde para lembrar: qualquer coisa que envolva sexo tem que ser muito bem conversado e ter o consentimento das duas partes.

Se está bom só para um, não rola.

O amor como um patético tormento…

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Distante o meu amor, se me afigura

O amor como um patético tormento

Pensar nele é morrer de desventura

Não pensar é matar meu pensamento.

Seu mais doce desejo se amargura

Todo o instante perdido é um sofrimento

Cada beijo lembrado uma tortura

Um ciúme do próprio ciumento.

E vivemos partindo, ela de mim

E eu dela, enquanto breves vão-se os anos

Para a grande partida que há no fim

De toda a vida e todo o amor humanos:

Mas tranqüila ela sabe, e eu sei tranqüilo

Que se um fica o outro parte a redimi-lo.

Casei muito jovem com Carlos mesmo contra a vontade dos meus pais…

PACIENTE 210818-52

Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 28anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos “presenteia”.
Casei muito jovem com Carlos mesmo contra a vontade dos meus pais. Estava começando meu curso de medicina, tinha na época apenas 18 anos e Carlos 27. A construtora como de praxe não cumpriu o prazo de entrega do nosso apartamento, e por insistência da minha sogra fomos morar com ela até o término da obra, sabe como é mãe, não quer ficar longe das suas crias de jeito nenhum.
Confesso que fiquei meio receosa no início, mas aos poucos percebi que dona Anna era uma pessoa maravilhosa. Morávamos na casa Eu, Carlos meu marido, Dinho meu cunhadinho adolescente e minha sogra, já que meu sogro era falecido.
Meu marido e minha sogra saíam cedo pro trabalho e só voltavam à noite. Carlos trabalhava em uma multinacional e minha sogra na época tinha uma loja de artigos femininos em um shopping na cidade. 
Dinho e eu estudávamos à tarde, então ficávamos nós dois na casa no período da manhã, salvo duas vezes por semana que vinha uma diarista para fazer a limpeza mais pesada da casa.
Dinho ao contrário do meu marido que era e continua sendo um gato até hoje, na época era um garoto magro, meio franzino, com o rosto cheio de espinhas, super tímido. Dinho era o patinho feio da família, mas era um amor de menino, sempre disposto a me ajudar em tudo que precisava, aliás, naquela casa eu era tratada por todos como uma princesa.
Com o tempo fui percebendo que quando usava minissaia, ou uma camiseta mais cavada onde mostrava parte dos meus seios, ou até mesmo um short de lycra que ressaltava o relevo da minha bucetinha, Dinho sempre ficava me observando pelos cantos da casa.
Cansei de vê-lo tentando esconder o volume que formava sobre sua bermuda e depois disfarçadamente corria pro banheiro se aliviar numa punheta, coisa de meninos, confesso que me divertia com aquilo, e até gostava de ser sua musa inspiradora.
Certo dia estava com uma minissaia bem curtinha e uma camisetinha regata um pouco folgada que peguei do meu marido, notei que meu cunhadinho da sala me cuidava disfarçadamente. Então para dar vazão as suas fantasias, fui até um canto da cozinha, enrolei minha calcinha e enterrei no meu reguinho deixando minha bundinha totalmente livre e parte da minha bucetinha, pois a calcinha entrou no meio separando-a em duas partes. Fingi não percebê-lo, me abaixei na pia da cozinha fazendo de conta que estava arrumando as panelas e empinei minha bundinha o máximo que pude para facilitar sua visão, fiquei um tempo naquela posição imaginando a cara do meu cunhadinho me vendo daquele jeito. Após algum tempo, me levantei sem olhar pra trás, dei alguns segundos para meu cunhadinho se recuperar e voltei pra sala. Meu cunhadinho estava pálido com as mãos sobre o pau tentando esconder sua ereção ainda não acreditando no que tinha visto, e para provocá-lo ainda mais, me ajoelhei na sua frente fingindo procurar umas revistas na mesa de centro e meus seios ficaram totalmente expostos ao seu olhar. Peguei uma revista e sentei no sofá fingindo que estava concentrada na leitura, mas só observando sua reação, não deu outra, meu cunhadinho disfarçadamente correu para a lavanderia que ficava numa edícula nos fundos da casa, dei um tempo, e sem fazer barulho fui expiar o que meu cunhadinho estava fazendo.
Dinho pensando que eu estava na sala lendo, se descuidou um pouco e pude ver ele de costa se masturbando.
Fiquei num canto da janela, mas de onde eu estava só dava pra ver seus movimentos, não sei por que, mas estava louca de curiosidade para ver seu pauzinho, a qual não foi minha surpresa quando ele se virou de lado e pude ver que de pauzinho não tinha nada, pois era bem maior e mais grosso que o do meu marido que media 16 cm.
Dinho se masturbava cheirando uma de minhas calcinhas que estava para lavar, derrepente Dinho se encolheu e vi várias golfadas de porra saindo do seu pênis enorme, confesso que não pensava que um menino raquítico como ele pudesse ter uma ferramenta tão grande. A partir deste dia, sempre que estava transando com meu marido pensava no pau do meu cunhadinho e gozava como louca.
Sabendo que meu cunhadinho se acabava na punheta cheirando minhas calcinhas, resolvi provocá-lo ainda mais, e toda vez que ia tomar meu banho, antes, me masturbava e deixava minhas calcinhas bem molhadinhas pro meu cunhadinho cheirar e me homenagear.
Estava louca de vontade de dar pro meu cunhadinho, mas isso não passava de uma fantasia, pois naquela época, nunca teria coragem de trair meu marido, e também não sabia qual seria a reação do menino se me oferecesse pra ele, portanto desisti desta idéia, mas sempre que fazia uma chupeta pro meu marido imaginava o pau do Dinho na minha boca.
Com o tempo, fomos pegando intimidade e meu cunhadinho foi se soltando cada vez mais. Agora quando ia recolher as roupas para lavar, percebia que minhas calcinhas estavam meladas de porra no meio, o danadinho gozava e se limpava nelas.
Certo dia quando entrei no banheiro, peguei no flagra meu cunhadinho se masturbando e cheirando uma das minhas calcinhas. Fingi estar indignada com aquilo e disse aos gritos.
– O que é isso Dinho? – Imagine se seu irmão saiba o que você anda fazendo? – Pensa que não percebi minhas calcinhas todas gozadas quando vou lavá-las? – O que sua mãe vai fazer com você quando contar a ela suas peripécias?
O pau do meu cunhadinho murchou na hora com o susto, notei que mesmo mole continuava grande.
Meu cunhadinho trêmulo de cabeça abaixo, só balbuciava umas desculpas quase chorando de vergonha, pedindo pelo amor de Deus para que não contasse pra sua mãe e seu irmão.
Acho que fui muito convincente na minha encenação, e pra acabar de vez com meu cunhadinho, fingi estar inconformada e chorando entrei no meu quarto batendo a porta com força.
Dentro do meu quarto eu ria por dentro lembrando a cara do cunhadinho na hora do flagra.
Deitei na minha cama afastei minha calcinha pro lado e comecei a me masturbar pensando na cena que tinha presenciado a pouco e gozei bem gostoso.
Não demorou meu cunhadinho bateu na porta pedindo pra conversar comigo.
Esfreguei as mãos nos meus olhos, fui até o espelho e vi que estavam bem vermelhos, abri a porta com uma cara de quem tinha chorado muito e disse: – O que você quer de mim?
– Como você acha que estou sentindo vendo você se masturbar cheirando minhas calcinhas?
È sobre isto que quero falar com você! Disse. – Me desculpe isto não vai mais acontecer, juro por Deus, por favor, não conte pro Carlos e nem pra mãe, eles vão me matar.
Nesta hora percebi o quanto meu cunhadinho estava perturbado, então resolvi amenizar a situação, mas mantendo ele em minhas mãos.
Perguntei a ele: – Não é melhor você transar com sua namoradinha em vez de ficar se masturbando cheirando minhas calcinhas?
– Eu nunca tive uma namorada, e mesmo que tivesse, seria muito difícil pra mim devido meu medo de não conseguir fazer direito, disse meu cunhadinho.
– Então quer dizer que você ainda é virgem? Disse aparentando surpresa. – Você não vai rir de mim, vai? – Claro que não disse.
– Eu nunca tive com uma mulher, não tenho muita sorte com as meninas, o que sei sobre sexo é o que vejo em revista e filmes pornôs, então quando você veio morar conosco, ao ver suas calcinhas no cesto de roupas sujas não resisti e comecei a bater punheta cheirando elas.
– Você pensa em mim quando está se masturbando? Perguntei.
Gaguejando meu cunhadinho disse que pensava sim, e pediu novamente pelo amor de Deus para não contar pro seu irmão. Me fez jurar que não contaria.
Para ganhar novamente a confiança do meu cunhadinho disse:
– Dinho, a partir de hoje esse vai ser nosso segredo, e se continuar bonzinho comigo, prometo que vou te ajudar a perder o medo de mulher, você só precisa ser confiante, pois material você tem de sobra, portanto, agora quero que continue o que estava fazendo quando entrei no banheiro.
Meu cunhadinho vermelho de vergonha disse: – Agora? – Na sua frente?
– Claro disse! – Não precisa ter vergonha de mim tá bom? Vai ser nosso segredo lembra?
Como meu cunhadinho estava travado de medo, disse: – Vou te ajudar, mais você não pode me tocar tá bom?
Meu cunhadinho ficou sentado no pé da cama, subi até a cabeceira, sentei-me e abri minhas pernas ficando totalmente exposta ao olhar hipnotizado do Dinho que imaginava o que teria por baixo da minha calcinha. Ele fez uma cara de espanto quando a puxei de lado e pela primeira vez na vida ele via uma bucetinha tão de perto.
Seu pau estava enorme dentro da bermuda, então pedi pra ele tirar pra fora e me acompanhar numa masturbação.
Dinho abaixou a bermuda liberando aquele cacete de dar inveja a muitos homens formados.
Meio tímido ele começou alisando seu pau, enquanto eu gozava com meus dedos atolados na minha bucetinha ao mesmo tempo em que via meu cunhadinho timidamente com aquele pau enorme se masturbando na minha frente.
Quando gozei, retirei minha calcinha lentamente e enfiei parte dela na minha raxinha toda molhada, quando umedeceu, a tirei bem devagar e joguei pro meu cunhadinho que agarrou como um desesperado esfregando no nariz sentindo meu cheiro, e em poucos segundos, lavou minha cama de porra. Para sentir seu gosto, molhei os dedos na sua porra e levei a boca chupando até ficar limpinhos.
Dinho mesmo tendo gozado continuava com o pau duríssimo apontando pra mim e me pediu:
– Me deixa por meu pau pelo menos um pouquinho na sua bucetinha?
– Não Dinho, você não pode por seu pau na minha bucetinha, seria uma traição com seu irmão, e além do mais, estamos sem preservativos, imagina se eu fico grávida?
– Me deixa por na sua bundinha então!
– Você está louco seu safadinho? Disse sorrindo.
– Não agüento com o pau do seu irmão que é menor e mais fino, imagina agüentar essa tora no meu cuzinho? – E o que vou dizer pro seu irmão quando ele perceber que meu cu está todo arrombado?
– Se controle seu malandrinho tá bom?
Confesso que tive vontade de dar minha bundinha pro meu cunhadinho, mas era uma missão impossível, pois todas as tentativas do seu irmão em comer meu cuzinho acabavam em desistência, pois sentia muita dor.
Dinho continuava alisando seu pau com um olhar pidão na minha bucetinha, pois eu continuava sentada com as pernas escancarada na sua frente.
Deu-me uma peninha dele, então resolvi ceder um pouco já que tinha chegado até ali.
– Dinho você quer tocar na minha bucetinha? Perguntei.
– Claro que sim, disse meu cunhadinho radiante de alegria.
– Preste atenção, vai ser só esta vez tá bom?
Meu cunhadinho parecia hipnotizado na minha bucetinha, começou a me tocar com a mão meio trêmula e foi apalpando até empalmar e apertá-la quase machucando.
– Devagar, disse. – Se quiser agradar as mulheres tem que tratá-las com carinho.
Peguei sua mão e guiei até meu grelinho e fui ensinando a massageá-lo, meu cunhadinho aprendeu rápido e quando ele enfiou os dedos na minha bucetinha e começou a me foder com a mão, não agüentei e tive meu primeiro orgasmo com meu cunhadinho me tocando.
Dinho retirou seus dedos da minha buceta e levou a boca para sentir meu gosto, ele se deliciou tanto com meu néctar que resolvi ceder um pouco mais e perguntei: – Quer chupar minha bucetinha, quer?
– Tudo que eu quero neste momento é chupar sua buceta Ângela. – Deixa vai, por favor!
– Ta bom, então vem experimentar a primeira bucetinha da sua vida, vem! Disse já empurrando sua cabeça pro meio das minhas pernas.
Meu cunhadinho neste momento não lembrava nada daquele menino tímido do começo do conto.
Ele me chupava tão afoito que às vezes pensava que ia me virar aos avessos.
– Vai com calma Dinho, lembra quando falei que mulher gosta com carinho?
– Desculpe-me! Não vou me esquecer mais, prometo.
Agora bem mais calmo, meu cunhadinho me chupava maravilhosamente bem. Enfiava a língua bem fundo na minha bucetinha, e depois mordia carinhosamente meu grelinho, confesso que estava orgulhosa, pois ele estava se mostrando um ótimo aprendiz, e com certeza a partir daquele dia ia se tornar um excelente amante. Eu como uma boa professora, segurava sua cabeça e esfregava minha buceta na boca do cunhadinho que com competência me retribuía em forma de prazer.
Sua língua deliciosa me levava à loucura, estava quebrando todas as barreiras que existia entre nós.
Derrepente uma onda de calor começou a percorrer meu corpo como se tivesse recebendo uma descarga elétrica então comecei a gritar.
– Não para Dinho! Eu vou gozar! Aiiiiii que delícia. Uuuiiiiiii!!!!!
Puxei sua cabeça contra minha buceta e meu corpo não parava de tremer despejando uma cascata de líquido na boca do meu cunhadinho que sugou até a última gota do melhor orgasmo que tive até o momento na boca de um homem.
Quando me recuperei, percebi que continuava prensando a cabeça do meu cunhadinho contra minha buceta, então o soltei e comecei acariciar sua cabeça e passando a mão por seu rosto meio assustado, mas ao mesmo tempo realizado e feliz por ter satisfeito uma mulher em sua primeira vez, e com um detalhe, sem haver penetração.
Não tive muitos namorados antes de me casar com Carlos, mas nem um deles me fez gozar tão gostoso como meu cunhadinho, talvez seja pela forma que aconteceu, talvez seja pelo fruto proibido, só sei que foi maravilhoso pra mim.
Puxei meu cunhadinho pra junto de mim abracei forte seu corpo franzino elogiando seu desempenho, dei um selinho carinhoso em seus lábios e disse que retribuiria da mesma forma o prazer que tinha me proporcionado.
Deslizei-me até seus pés e quando abaixei sua bermuda, percebi que meu cunhadinho tinha gozado sem se tocar, mas seu pau continuava extremamente duro.
– Você gozou enquanto chupava minha buceta safadinho? Disse sorrindo.
– Gozei sim, pela primeira vez com uma mulher disse todo orgulhoso.
– Então agora, vou fazer você gozar novamente tá bom?
Peguei aquele pau enorme todo melado de porra e pus na boca sugando toda a porra que estava nele deixando limpinho.
Comecei lambendo aquela cabeçorra que mal cabia na minha boca, achava desproporcional o tamanho daquele cacete para um garoto franzino como Dinho, a natureza realmente tinha sido generosa com ele naquele quesito.
Meu cunhadinho gemia enquanto sugava seu pau. Brincava com minha língua naquela cabeçorra, depois engolia o quanto podia dando mordidinha no corpo daquele cacete. Engolia novamente ora brincando com seus testículos depois voltava pra cabeça novamente. Quando abocanhei seu pau o Maximo que pude, meu cunhadinho por instinto forçou a entrada do seu pau ainda mais na minha boca atingindo minha garganta, me engasguei e quase vomitei, então com uma mão segurei seu cacete enquanto chupava só a parte que sobrava controlando suas investidas. Descia com a língua até seu saco e chupava levemente. Colocava seus grãos na minha boca brincava um pouco e depois voltava chupando até chegar à cabeça e engolir novamente. Quando novamente abocanhei seu pau, e comecei a punhetá-lo, meu cunhadinho não agüentou e inundou minha boca de porra sem antes me avisar.
Quando pensei que tinha acabado fui reclamar por não ter me avisado e fui surpreendido por mais uma golfada que atingiu meu rosto.
– Desculpe me disse meu cunhadinho: – Não deu tempo de avisar.
Olhei pra ele com a cara e a boca cheio de porra.
Abri a boca para mostrar a quantidade de porra que estava nela e engoli. Limpei com a mão um filete de porra que escorria pelo meu rosto, e levei até minha boca sugando-a deixando limpinha.
Sorri pro meu cunhadinho dizendo que estava desculpado e voltei para limpar os vestígios de porra que restava no seu cacete.
Estava louca de vontade sentir aquele pau dentro de mim, mas na minha cabeça, já tínhamos ido longe de mais.
A partir desse dia Dinho era outra pessoa, não ficava mais escondidos pelos cantos me cuidando.
Sempre que estávamos a sós em casa ele me confidenciava seus segredos. Algum tempo depois Dinho arranjou uma namoradinha no colégio e perdeu a virgindade com ela em um dia que foi fazer trabalho escolar na casa dela e os pais dela tinham saídos.
Enquanto morei com minha sogra, sempre que estava carente, me consolava com a língua deliciosa do meu cunhadinho na minha bucetinha, depois retribuía com uma bela chupada naquela vara que me dava tanto prazer, mesmo sem nunca ter havido penetração entre nós.
Quando nosso apartamento ficou pronto, confesso que senti falta das chupadas que meu cunhadinho me dava e das gozadas que enchia minha boca de porra.
O tempo passou e meu cunhadinho se tornou um homem muito atraente, não lembrava quase nada daquele menino raquítico de tempo atrás.
Dinho casou com Cristina, uma loira lindíssima. Meu marido o Carlos, vivia fazendo brincadeiras com ela. Pra mim eles tinham um caso, e eu remoia de ciúmes por dentro, então comecei a seduzir meu cunhado novamente, e desta vez nossos encontros só não rolava sexo anal porque ainda não agüentava seu pau no meu cuzinho, mas pro meu marido eu liberava de vez em quando.
Sempre que meu marido viajava a negócios, eu me encontrava com Dinho.
No começo nos encontrávamos em motéis, mas com o tempo, passamos a nos encontrar em casa mesmo.
Bastava meu marido viajar e Dinho inventava uma partida de futebol pra sua esposa e ia pra minha casa onde após uma chupada deliciosa, arrombava minha buceta com seu cacete enorme.
Minha bucetinha já não era a mesma depois que comecei a dar pro Dinho, cada sessão de sexo com meu cunhadinho tinha que ficar pelo menos dois dias sem dar pro meu marido pra ele não desconfiar. 
Com o tempo fomos ficando descuidados até que um dia meu marido voltou de uma viagem antes do previsto e nos flagrou transando na nossa cama.

Sou loirinha, 18 anos, tenho um corpinho bem gostoso, com uma bundinha grande durinha e empinada…

PACIENTE 210818-96

Sou loirinha, 18 anos, tenho um corpinho bem gostoso, com uma bundinha grande durinha e empinada. Estava no apartamento da minha amiga Ariele, pedindo ajuda para fazer um trabalho da faculdade, pois ela é formada em jornalista, e eu estou cursando isso. Terminei o trabalho e fomos na cozinha comer algo e derrepente o telefone da minha amiga tocou, era seu patrão dizendo que ela teria que fazer uma viagem com ele para outro estado, e ficaria fora 2 dias. Minha amiga então, pediu que eu ficasse no apartamento dela, pois iria receber cartas importantes, como sou a melhor amiga dela, aceitei e fiquei. Já era noite, e eu estava me sentindo sozinha. Liguei para meu namorado e pedi que viesse passar a noite comigo, tomei um banho bem gostoso, me perfumei, e vesti uma camisola azul de ceda da minha amiga, estava bem sexy. Meu namorado chegou, atendi a porta e ele já me olhando com aquela cara de safado, fomos direto para cama. Estava virada, com a bundinha raspando no pau enorme dele, nunca havia dado o cúzinho antes, mas dessa vez estava bem excitada. Ele passava a mão na minha buceta que já estava encharcada só de sentir aquele pau encostando na minha bunda. Então tirei a camisola e a calcinha, ficando peladinha. Ele apertava meu bumbum com força, e eu gemia de tesão. Então, botou o pau enorme de aproximadamente 21cm no meu cúzinho virgem e apertado, meteu gostoso, começou devagarzinho pra não machucar, e depois quando já havia relaxado meteu com mais força. Eu gemia de tesão, adorei aquele pau comendo meu cu, então ele gozou dentro do meu buraquinho quente, senti aquele jato de porra deixando meu cu escorregadio e molhadinho, mas ainda não havia gozado e queria gozar. Arreganhei minhas pernas e soquei a cara dele na minha buceta molhadinha, ele passava a língua no meu grelo, mamava com força e eu urrava de tesão, endurecia a língua e metia no meu buraco da buceta, tive um orgasmo na boca dele e foi a melhor experiência que já tive. Depois disso ele come meu cu toda vez que dá. 

Quero que você me chame de Cris, a menina que gostou de ser abusada….

PACIENTE 210818-82

É bem complicado o que venho contar para vocês. Não é que tive coragem agora, na verdade eu tenho necessidade. Isso mesmo que vocês acabaram de ler. Eu tenho necessidade de contar, necessidade de expor de me expor. Não é fácil, nem um pouco fácil! Eu me sinto suja, usada. Mas, não posso controlar! Simplesmente não consigo.
Só de pensar que tem pessoas lendo isso eu me sinto uma vadia, uma puta desgraçada. Porém ao mesmo tempo fico excitada por me sentir assim. E enquanto escrevo essas palavras e recordo o ocorrido e imagino as pessoas lendo e quem sabe se masturbando. Eu… Eu molho toda minha calcinha. Estou deitada em minha cama, digitando no meu notebook e com uma vontade imensa de enfiar meus dedos na buceta e imaginar todos os tipos de pessoas se masturbando com esse fato que aconteceu comigo.
Sem mais delongas vamos aos fatos.
As coisas começaram quando eu voltava do recesso do meio do ano. As aulas retomavam naquela manhã. Eu tomei café com meus pais, como era de costume e me despedir. Entrei no banco de trás do carro e Wagner saiu com o carro. Ao parar em frete a escola ele me diz que poderá se atrasar uns trinta minutos na hora de me buscar. Eu faço que tudo bem com a cabeça e desço do carro.
O retorno a escola foi maravilho principalmente por rever minha melhor amiga, Ana. Ela passou a aula toda me dizendo que queria me mostrar uma coisa. Eu naturalmente fiquei curiosa e marquei de ver no fim da aula. 
Então o sinal batel. Saímos todos da sala e Ana me conduziu para os bancos do pátio, para ser mais exata para os últimos bancos do pátio. Eu logo perguntei “O que você quer tanto me mostrar? ” Ela pegou o celular do bolso e me deu para assistir um vídeo que ela acabará de dar play. Meus olhos não acreditavam no que estavam vendo. Era um vídeo pornô! Eu nunca tinha visto um vídeo pornô antes. Eu fiquei paralisada vendo o pau do cara fodendo a buceta da atriz ele socava com força, entrava todo até o talo. Ela gritava e pedia mais. Foi aí que ele parou de repente e cuspiu no cu dela. Ai direcionou a cabeça do pau bem na entrada do cu dela e foi enfiando. Ela gemia, gritava e pedia para ele arrombar o cuzinho dela. O vídeo acabou e eu não sabia o que dizer! Ana pegou o celular da minha mão e abriu a galeria. Começou a passar algumas fotos e quando pediu para eu olhar vi fotos muitas fotos de uma rola grossa. As fotos não eram profissionais, pareciam ter sido tiradas do telefone dela. Foi quando perguntei o que era tudo isso. Ana começou a me contar sobre suas férias. Ela foi para a casa dos tios e decidiu brincar de seduzir. Pelo que me contou era para ser uma simples brincadeira. Quando a mulher do tio não estava olhando ela o encarava, mordia os lábios ou passava a língua neles para deixá-los úmidos. Sei que ela foi gostando da cara que ele fazia e de como tentava se esquivar e fugir.
E a brincadeira foi ficando mais ousada. Ana disse que colocava sempre shorts pequenos e bem colados para sentir se ele a olhava. Como o tio dela ainda tentava se desvencilhar ela resolveu colocar uma saia e não usar calcinha. A mulher do tio dela, chamo-a para assistir um filme na sala. Quando Ana chegou, seu tio estava deitado com a mulher no sofá grande. E ela se sentou no sofá pequeno em frente. O filme segue normalmente até que a mulher de seu tio dá um pause e diz que vai ao banheiro. A mulher levanta e sai da sala. Ana disse que não sabe como teve coragem, mas que foi abrindo as pernas devagarzinho e quando estava com as pernas bem abertas ela virou bem na direção da cabeça de seu tio que ainda estava deitado. Ela disse que ele arregalou os olhos, mas não desviou o olhar. Muito pelo contrário, ele ficou olhando e nem piscava. Ela disse que pode ver o volume crescendo na bermuda dele. Mas o coração dela bateu forte quando seu tio levou a mão até o pau por cima da bermuda e apertou com força a rola enquanto olhava a bucetinha dela. Ana achou que era hora de parar. A mulher de seu tio volta do banheiro e tudo seguiu normalmente. O filme acaba e todos foram dormir, devido ao adiantado da hora. 
Ana acorda no meio da noite e desce até a cozinha para beber um copo d”agua. Depois ela sobe e vai até o banheiro fazer xixi. Quando volta para seu quarto, Ana se assusta ao sentir a porta fechando logo atrás dela. O súbito toma conta do seu corpo, quando sente a mãos de seu tio segura-la pelos ombros. E quando ele encosta nela, ela pôde sentir o pau dele duro forçando sua bunda. Pensou em gritar, mas não teve reação, a voz não saia. Então ele a abraça por trás e logo leva a mão até sua bucetinha ele acaricia por cima do shortinho do pijama. E Ana sente suas pernas estremecerem, com a outra mão ele acaricia o peitinho. Ana se contorce toda. E as palavras saem de sua boca. ” Não, não tio. Não faça isso. Por favor pare. ” Mas o tio de Ana não tá nem ai e logo enfia a mão dentro do short e acaricia diretamente a buceta de Ana, ela não aguenta e dá um gemidinho enquanto enverga a coluna. Ele já passa o dedo belos lábios da xoxota de Ana e ao chegar no clitóris ele começa a mexer a rodar. Ana, não tem mais controle. E ele faz uma proposta para ela.
” Você vai ser minha putinha de agora em diante. Eu não vou te comer, pois você é muito nova, mas vou abusar de você. Vou colocar meu pau na sua boca, vou chupar sua buceta, seu cu e você vai me obedecer em tudo. Estamos combinados Ana? ” 
” Sim tio. ” Ele enfia um pouco o dedo dentro da buceta dela. ” Eu não ouvi Ana. Estamos combinados Ana? ” A dor e o prazer fazem Ana dá um grito. E depois confirmar. ” Sim tio. Eu vou fazer. “
Ele a vira de frente a olha nos olhos. ” Ana me responde uma coisa você é virgem? “
Ana, me disse que assim que confirmou ele a puxou pelo cabelo deixou-a de joelhões e colocou o pau na boca dela. E disse para ela chupar sem usar os dentes e para ela tentar engolir o máximo. Ela começou a tossir e engasgar e ele falou para ela pegar o pau dele com a mão e bater uma punheta. Ele ficou bravo, pelo fato de ela não fazer direito. E ele mesmo começou a bater e pediu só para ela deixa a boca aberta. Foi quando Ana, começou a perceber o corpo dele mais rígido e a cara dele mudando. Ele pega o cabelo dela com força e dá um gemido quando um jato de porra sai do seu pau direto para cara da Ana. Ele a manda engolir o que caiu em sua boca ela me disse que é amargo. Antes que ela pudesse se limpar ele pega o celular dela e tira varia fotos do pau dele e entrega para ela e diz.
” Esse aqui vai ser o pau que vai arranca seu cabaço e vai arromba sua buceta. Aqui vou te mandar uns vídeos pelo celular é para você assistir e tentar aprender. “
Ela balança a cabeça confirmado e o tio sai do quarto. 
Bem você deve estar se perguntando o que isso tem a ver comigo…. 
Foi nesse dia que Ana me contou parte da história de suas férias que eu tive meu primeiro encontro com a puta que existe em mim. Para melhor explicar quando Ana terminou de contar essa primeira parte de sua história eu estava completamente molhada minha buceta pulsava de tanto tesão fiquei louca e decidir, mesmo sem saber disso, que queria experimentar.
Cheguei em casa e nada tirava isso da minha cabeça. Eu queria ser abusada como Ana foi. Eu precisava! Mas como? Não tinha nem um tio morando comigo ou perto para que possa ir visitar. Nem um primo ou irmão. A verdade era que eu sempre fui muito sozinha. Apenas eu minha mãe e meu pai. Pelo fato de meu pai ser rico e influente, ele nunca me permitiu sair muito nem para casa de parentes. Ele tinha muito medo de sequestro e coisas desse tipo. Se meu pai descobre que estou escrevendo essas coisas ou pior que vivo esse tipo de coisa ele me mata rsrsrsrsrs. Mas acho que é isso que me excita ainda mais, o perigo a perversão a sujeira.
Bem sempre tive a mesma rotina de casa para escola da escola para casa e em casa alguns cursos com professoras particulares. 
PS: odeio as aulas de piano.
Voltando a minha rotina… Foi quando me deu um “estralo” “uma sacada! ” O motorista. Claro estou com ele todos os dias. Vou seduzir Wagner!!!
Na manhã seguinte, coloquei o uniforme peguei a mochila engolir o café dei um beijo nos meu pais. E entrei no carro como sempre, pela porta de trás. Wagner começa a dirigir e ao passar pelo portão, olho para o retrovisor para ver se ele me olha. Mas nada. Nem sinal nem uma olhadinha. Então sem perder tempo, eu passo para o banco da frente e ao passar entre o baco dele e do carona paro um tempo afim de deixar minha bunda na altura do seu rosto na esperança de ele olhar por baixo da minha saia e vê minha calcinha. Não consigo perceber nada. Me sento no banco do carona desligo o ar e abro as janelas e abro alguns botes da minha blusa dizendo. ” Quero um pouco de ar puro. ” Mas ele não fala nada e não tem reação. 
Chego na escola e abro o jogo com Ana. Digo para ela que quero seduzir o motorista e falo tudo que fiz hoje. Ana, ri e me fala para continuar e que eu tenho que contar todos os detalhes. Ela me conta que conversou com o tio pelo Skype e que ele fez ela se masturba pela web can.
Fico ainda mais motivada e repito os mesmos passos durante a semana. Sempre passando para o banco da frente. Mas parece não surgir efeito, Wagner parece não notar. Então na sexta feira passei para o banco da frente, porém deixei minha mochila no banco de trás. Como ele não me deu bola, me virei para trás e como não alcancei a mochila entrei entre os bancos deixando minha bunda encostada no ombro dele e fingindo uma dificuldade para alcançar a mochila fiquei esfregando minha bunda nele. Mas mesmo assim nada.
Cheguei na escola e contei a Ana e disse que não sabia mais o que fazer. Ela me deu a seguinte ideia, vai até o banheiro e tira a calcinha. Aí vamos ver como ele reage ao te ver sem nada. Gostei da ideia e pedir para a senhora Lurdes, me deixar ir ao banheiro. Tirei a calcinha enrolei em papel higiênico e joguei no cesto de lixo. Voltei para a sala e a sensação de andar pelos corredores do colégio sem calcinha é estranha, mas muito agradável. Ana já olhou para mim com um sorriso no rosto e eu quase dei uma crise de riso só pelo motivo dela saber que eu estava sem calcinha.
A aula acabou finalmente e saio em direção ao carro. Entro pela porta da frente de uma vez e jogo minha mochila no banco de trás. Alguns minutos depois, meu telefone toca recebendo uma mensagem. A mensagem que eu pedir para Ana me enviar. Entro entre os bancos do carona de do motorista e tento alcançar a mochila deixo minha bunda bem exposta que chego a sentir o ar gelado soprar direto em minha buceta. Fico ali tentando alcançar a mochila e algum tempo depois, pego a mochila e finjo procurar meu celular dentro dela. E enquanto isso esfrego a minha coxa minha bunda no ombro e no braço de Wagner. Estou presta a desistir a aceitar que ele não vai me dá moral. Tento voltar para o banco do carona quando o carro faz uma curva bruta e repentina para a esquerda e caio no colo de Wagner.
Estou desprotegida, com minha buceta encostando no pano da sua calça. Sem minha calcinha posso sentir todo aquele volume duro muito duro, empurrando minha xota e minha bunda para cima. Eu me assusto ao sentir tudo aquilo e tento levar de seu colo. Ele passa seu braço direito envolta da minha cintura me impedindo de levantar e me forçando ainda mais contra seu pau que parece que vai estourar a causa a qualquer momento.
Ele continua a dirigir, mas esse não é o caminho da minha casa. Fico um tempo imóvel, mas começo a recobrar o controle. E penso é isso que eu queria! Quero que ele brinque comigo como o tio da Ana brincou com ela. Então resolvo aproveitar. Fecho os olhos e me permito sentir toda a extensão daquele pau. Aquele volume que vai da minha bunda até minha coxa. Sinto uma vontade de me mexer. Passo minha perna esquerda por cima da marcha e coloco entre as pernas dele. Fico com as pernas abertas e o pau dele atravessado horizontalmente a minha buceta. Começo a me esfregar. Vou virando da forma que dá para ficar com a buceta paralela ao volume do pau dele. Sinto minha xoxota pulsar, sinto uma vontade louca de esfregar e esfregar mais e mais como uma cadela no cio. Quero esfregar minha buceta no pau dele até passar esse calor, até meu corpo não aguentar mais. Quero saciar essa puta que existe em mim. Quero satisfazer essa vadia que vive em mim. Nossa Estou queimando, ardendo de tesão, sinto minha buceta babar. Ela tá toda molhada! Movida pelo desejo pego uma de suas mãos do volante e levo direto até minha buceta molhada. Quando sinto seus dedos passeando na entrada da minha vagina indo até meu clitóris, eu fico louca e dou gemidos, e finalmente sinto o que Ana sentiu. Finalmente estou sento abusada estou sendo tocada era isso que eu queria. 
O carro para no final de uma rua. Não a casas por perto e quase não passa outros carros. Wagner começa a me bolinar a passar as mãos pelos meus peitos a tocar minha buceta ele mexe e esfrega meu clitóris enquanto beija minha boca. Sinto muito tesão e enfio a língua na boca dele. Ele me manda para o banco de trás e se senta ao meu lado. Desabotoa a calça e abaixa o zíper, com a mão direita tira o pau para fora. Meus olhos ficam esbugalhados ao ver aquela rola negra, grossa, cabeçuda. Que pau grade que ele tinha, dava quase dois em comparação com o pau do ator do filme que Ana me mostrou. Ele já pegou meu cabelo e puxou minha cabeça e eu abrir minha boca o máximo que eu pude. O pau dele foi entrando pela minha boca sem pedir licença. Ele foi forçando minha cabeça e a rola dele entrou até minha garganta. Eu sufoquei, engasguei, tossi muito e quase vomitei. Forcei a cabeça para cima com o auxílio dos braços mais ele não deixava eu sair. Tudo foi escurecendo e fui perdendo os sentidos. Wagner puxa minha cabeça para cima e o ar entra pela minha boca toda babada que deixa um fio de baba que liga minha boca a rola dele. Eu fiz ânsia de vomito, tossi e tentei respirar. Lagrimas escorriam pelos cantos dos meus olhos. Mas Wagner não deu tempo nem para eu respirar e já puxou minha cabeça de novo. Me afogando em seu pau preto que arregaçou minha garganta.
Ele me deitou no banco e sentir rapidamente sua boca molhada correr minhas coxas até minha buceta. Sinto a língua de Wagner me invadir e tão gostoso que arqueio a coluna de forma a força minha buceta contra aboca de Wagner. O prazer me consome, eu perco a noção de tudo em minha volta e sinto o dedo de Wagner tocar minha xota, eu sinto ele bem na entrada. O dedo vai deslizando e como minha xoxota tá bem molhadinha escorrega pra dentro. Eu dou um grito de dor e tento chegar para trás, mas não da minha cabeça bate na porta do carro. Eu falo que está doendo e fecho as pernas me viro e sento no banco. Para mim, já foi o suficiente por hoje e quero ir embora! Wagner termina de tirar a calça dele e eu fico olhando aquele pau negro, cabeçudo cheio de veias. Fico com medo e acanhada chego para o canto, mas não consigo fugir do alcance dele. Wagner me pega com uma mão, me puxa para perto dele. Me levanta e vai me colocar em se colo. Eu sinto a mão dele passa por baixo de mim e pegar sua rola, ele posiciona a cabeça no buraco da minha buceta. Eu me desespero tento me livrar enquanto imploro.
” Não Wagner, por favor. Isso Não! Já tá bom. Chega, agora não quero mais. Não quero que enfie em mim. Vai doer. Não coloca! Ai ai ai Wagner tá abrindo. Tira, tira por favor tá doendo, ai ai ai. Tá machucando, Tá doendo. Eu te imploro, tira, tira, por favor. Aiiiiiii vai rasgar! Tá entrando para por favor! Ai Wagner! PARA, PARA, PARA PELO AMOR DE DEUS. AIII TÁ DOENDO MUITO. Wagner, Wagner para! Não cabe, não cabe! Tá rasgando, tá doendo. Parou, parou ai, ai. AIII DESGRAÇADO, DESGRAÇADO FILA DA PUTA PARA! EU VOU MORRER, TÁ DOENDO MUITO. AI, AI, NÃO FORÇA, NÃO EMPURRA, TÁ BOM!!! AI, ATÉ AÍ TÁ BOM. TÁ BOM, CHEGA, CHEGA. NÃO ENFIA MAIS NÃO! AIIIIII WAGNERRRRRR. “
Não teve jeito eu tentei me mexer, tentei fugir. Pedir, implorei para ele parar mais ele não parou. Ele foi colocando a rola dele em mim e eu sofri muito, doeu demais. Doeu muito mais muito mesmo. Ele não teve dó! Foi empurrando, empurrando. Quando a cabeça entrou sentir como se minha buceta estivesse se abrindo toda. A cabeça daquela rola negra era muito grande foi me abrindo toda. Que dor, quer dor insuportável. Minha buceta não estava pronta para aquilo. Minha buceta ainda não estava preparada. Mas ele não quis saber, foi me puxando para baixo enquanto administrava o pau com a mão. Eu sentia algo me arrombando entrando em mim como tronco de madeira duro e com uma circunferência que iria me matar. O pau dele não cabia na minha xoxotinha, novinha e jovem. Pedir para ele tira, quando sentir a cabeça dentro de mim. Pedir que ele tirasse antes que fosse tarde demais. Mas ele não me ouviu! Colocou as duas mãos no meu ombro e começou a me puxar para baixo. Eu gritei, gritei muito! Pedir por Deus para ele parar. Ele parou por um tempo, mas dava umas mexidinhas e isso doía muito e eu gritava. O pau dele só tinha entrado a cabeça e eu já não aguentava mais. Me sentia violada, me sentia invadida, me sentia estuprada. A trégua passou, ele começou a me puxar para baixo de novo. E aí não teve jeito, o pau dele foi me invadindo me arrombando. Eu gritava, esperneava, chamava o nome dele, suplicava mais nada fazia ele parar. Sentir a cabeça do pau dele forçando meu hímen sentir uma dor terrível. O pau dele tentava entrar, mas minha buceta era tão pequena. Ele continuou empurrando mesmo quando a rola dele não estava mais entrando. E ele sentia que não ia caber. Mesmo assim continuava a forçar. Minha vagina não estava totalmente pronta para tamanha violação. Ele manteve a força e a rola foi me rasgando por dentro, até que me arrombou por completos. O pau dele me rasgou toda, me estourou inteira! Sentir a rola entrando de uma vez. Arrancando meu hímen com tudo. E só parou quando os lábios da minha bucetinha tocar os pentelhos do saco dele. Eu perdi os sentidos por uns segundos. Eu estava empalada com aquela rola negra, grosa todinha enfiada na minha buceta. Eu sentir o sangue escorrer da minha xoxota. Ai que o tormento começou ele começou a me subir e a me descer encima da sua rola negra. Dor muita dor! Mas ele não se importava com meu choro. Eu chorei muito até solucei. Ele só me fodia cada vez mais. Eu achei que iria morrer, então me entreguei. Fui só sentindo as estocadas cada vez me arrombado mais. Cada vez rasgando mais minha buceta. Eu parei de chorar e fui me conformando com a morte. Porém eu comecei a sentir lá no fundo do útero, além da dor um toque de prazer que foi crescendo e crescendo. Até eu extravasar com gemidos. Estava gostoso. Estava doendo mais nem tanto quando no começo, eu estava gostando e eu ia gemendo e gemendo tenho certeza que cheguei a gozar umas duas vezes em meio a dor de ser arrombada. Porém Wagner não parecia satisfeito com o estupro da minha buceta. Ele me deitou bruços e sem pestanejar enfio de uma vez o pau dele no meu cu! Aí tive certeza que ele queria me matar. Deus do céu nada doeu tanto em minha vida. Eu nem sei como descrever! Sei que não suportei tamanha violência e apaguei. Acordei não sei quanto tempo depois. Ele ainda estava comendo meu cu com bastante força eu sentia ele socando em mim. Sentir que estava todo dentro de mim. Mas meu cu eu não sentia mais. Só sentia ele invadindo meu rabo. Mas as pregas do meu cu, eu não sentia mais. Parecia dormente eu ouvia um barulho quando ele socava. Um barulho molhado. Eu sentir algo saindo de mim. Eu comecei a cagar, eu não tinha controle! Quanto mais ele socava, mais eu cagava. Ele fodia meu cu com força e eu peidava enquanto a merda escorria pela minha bunda. 
Sentir a respiração dele mudar, ele me agarrou mais forte e gemeu como um porco no meu ouvido e o pau dele começou a pulsar dentro de mim. Sentir algo quente escorrer dentro de mim. 
Ele gozou no meu cu! Pensei que ele iria quebrar meu pescoço. Mas não, ele disse que iria me levar para um motel para eu me lavar. E que era para eu pensar em uma desculpa para o atraso. Eu não entendia nada. Sentia dor por todo o corpo estava sangrando pela buceta e pelo cu. Além de tá toda cagada. Mas a verdade é que depois que recuperei o folego. Comecei a me sentir melhor a me sentir satisfeita. Eu fui estuprada e fodida contra a vontade. E a verdade que eu gostei! Gostei muito. Gostei de me sentir impotente de me sentir usada, abusada gostei de ser tratada assim, gostei de me sentir suja. Eu adorei isso. Enquanto eu me banhava e tentava me ajeitar, ele dava um trato no carro. Eu nem sei como conseguir entrar em casa. Usei das minhas ultimas forças pois eu não conseguia andar. Fiquei deitada o resto da tarde e dá noite. No outro dia era sábado fingir que estava doente, para não ter que levantar da cama.
Assim começou minha história nesse mundo de sacanagem. Claro que depois disso tive muitas outras experiências. Só que apenas agora conseguir escrever, para contar a você.

Quero que você me chame de Cris, a menina que gostou de ser abusada. 

Ariella era uma mulher exuberante…

RELATO PESSOAL 18

homem de praia mar costa oceano horizonte pessoa pessoas manhã costa Garoto período de férias viagem retrato sentado baía Ao ar livre alegria Posições humanasEra uma sexta-feira, já passavam das 13h00min e meu coração estava impaciente, o e-mail não chegava com o endereço, à passagem estava marcada, mochila pronta, faltava o único detalhe, o endereço! Maldito endereço. O voo partia às 16h00min e isso me preocupava. 
Foram três meses de conversas, troca de fotos, abandonos e meus textos acabavam por demonstrar meus desejos mais ousados, ela me respondia com mais sedução. A relação virtual estava a ponto de se tornar tortura aliada a loucura infame. 
Ariella era uma mulher exuberante, olhos claros, seios maçã, pernas socadas e grossas, uma bundinha excepcional, isso sem falar em seus lábios, olhos verdes como o mar, como o mar, um olhar agitado e pedinte de amor, sexo e orgias à dois, sem limites e tempo. Uma mulher de causar calafrios, fazer viajar no tempo e no espaço. 
Minha ansiedade teve fim ao ouvir meu celular tocar insistentemente. Peguei a caneta e um pedaço de papel e atendi, era ela, disse-me o tal endereço e confirmou que estava me aguardando no aeroporto, se houvesse desencontro, saberia como chegara até a casa dela. Desculpou-se pelo atraso e justificou com a a ida ao mercado comprar vinho, depois passou na floricultura para compra incensos e ornamentações especiais, inclusive uma calcinha nova e com cheirinho de sândalos, já sabia do meu gosto pessoal, além de adiantar o jantar, afinal seria nossa primeira noite. Lógico que no dia seguinte eu faria o cardápio e o conduziria à perfeição. Assim nos despedimos, peguei uma dose de vodka sem gelo, sentei-me ao sofá, e saboreei com o maior prazer do mundo. 
Resultado de imagem para Avi LoveAriella era diferente, uma mulher assumida, dizia-se puta, mais uma puta de um homem só! Eu havia-lhe enviado um lenço com meu perfume, misturado ao odor sexual o qual o impregnei, além disso, havia o meu esperma marcado no tecido e um beijo com batom carmim. Por ser direta e sincera, me chamou a atenção, não me importava quantos homens tivera! Importava sim, como iria agir daquele dia para frente, não quero dizer com isso que irei viver com ela, porém o período em que estivéssemos nos amando, seria legal a exclusividade. Ao mesmo tempo sabia tratar-se de uma inverdade. O que me importava mesmo era aquele momento mágico que estava para tornar-se realidade palpável. 
Embarquei em um táxi e direcionei ao aeroporto, não antes de uma rápida parada para comprar uma garrafa de champagne, foi rápido, logo estava no setor de embarque, fiz o check-in e como estava adiantado, fui em direção ao bar privê do aeroporto para bebericar, afinal, havia muito a ser comemorado. Três horas mais tarde estava eu desembarcando no solo sulista da profanação e das libidos carnais. Meu corpo fervilhava, parecia um vulcão preste a entrar em erupção, mal conseguia me controlar. Olhei rapidamente para o saguão e lá estava ela, com um vestido vermelho bem decotado, ele marcava seus contornos e demonstrava certa transparência, fato que me deixou ereto! Imaginei Ariella totalmente nua em meus braços. 
Já em seu carro, tomamos a direção do nosso futuro ninho, apelidei de “A alcova do pecado”, a cada sinal fechado, abraços e beijos, isso sem falar nas pegadas em meu sexo, quase rasgava minha calça jeans.
Finalmente estávamos em casa, e o cheiro era muito bom, coloquei o champagne ao gelo e Ariella por sua vez serviu-me vinho o qual me fez saborear junto aos seus lábios sedentos. Era extasiante, sentia seu perfume invadindo minha alma, seu corpo estava quente, parecia em estado febril, mas, uma febre de ânsia por ser possuída, comida, penetrada, sugada, desfrutada e finalmente estuprada pela minha devassidão. Fui ficando ensandecido, peguei-a em braços, de frente, beijei-a profundamente, pousei minhas mãos em seu decote e com um gesto repentino rasguei-lhe o vestido colocando-a só de calcinha, seus mamilos estavam rígidos, pontiagudos ao extremo, naquele momento vi seu rosto assombrado, ela não esperava minha impulsividade, gritou, foi silenciada com um beijo selvagem, a minha mão esquerda acariciava seus seios, minha boca ameaçava engoli-la por inteira, observei suas pernas fraquejando, próxima a desabar ao chão, dobrei-a ao sofá, no qual fui até sua calcinha, foi arrancada com meus dentes, descida aos seus lindos pés, tratei de beijá-los e lambe-los até alcanças sua vulva. A mão acariciava suas ancas arrepiadas, pus-me a chupar sua vagina, linguar e mordiscar seu clitóris enrijecido pelo tesão desnudo de pudor e preconceitos. Ariella ronronava em seu cio animalesco, mordia-lhe as coxas, adentrava meu dedo em sua olhotinha com extremo carinho, sentia o odor ao tirá-lo, assim chupava-o sentindo seu amargo doce, ela remexia-se como uma serpente clamando pela vida. Assim, passei a beijá-la, morder seu pescoço como Drácula sugava o sangue de suas presas. Mas estava em cólera permanente, não havia controle, eu queria porque queria possuí-la, porém teria que ser de forma inusitada. 
Entre gemidos e sussurros, fui massageando-a com óleo de seiva de amoras tropicais, minhas mãos percorria seu corpo com força e destreza, Ariella mal podia respirar, ofegava doentiamente, parecia que a morte havia batido em sua porta. Seguido de tapas massageantes estimulando à circulação sanguinea com maior intensidade. Logo Ariella estava desmantelando, de costas novamente, iniciei um pincelar ritmado em seu orifício anal. Ela sentia a cabeça do meu penis enfatuado, duro, esfregando em seu imenso desejo de gula insaciável, Ariella implorava ser enrabada, queria meu grosso penis todo em sua caverna anal, até o último centímetro, se pudesse engoliria meu saco escrotal e os guardariam para sempre em seu interior. Eu enviava tudo e tirava lentamente para não causar-lhe ferimento, porém a introdução a seguir era feroz, tornei-me o algoz da sua sandice, a mulher estava próxima ao êxtase total. 
Ainda não havia penetrado sua vagina e ela estava orgasmando multiplamente, sentia-se uma mulher prostituída ao amor e a devassidão profana da entrega sem limites. Sua putaneidade fora redescoberta em sua existência, aflorava uma nova puta mulher, podia sentir isso em seu olhar. Ariella desmoronou a chorar de tesão, eu por minha vez cavalgava incansavelmente em seu dorso cravado em seus anus pronto a enchê-la de espermatozóides e fecundar sua vida em sua nova etapa, minha cabeça imaginava dar-lhe um filho, fruto desta relação, seria adepto ao paganísmo, criado na arte do amor a natureza, amor ao mundo, ao respeito e a dignidade humana, cultuaria a inteligência e ignoraria a alienação dos não pensantes.

Tirei o penis dos seus anus e penetrei sua vagina com força, estava na eminência da transcendência orgásmico, não haveria mais como controlar tal situação prazerosa, parecia que os deuses conspiravam em nossos pensamentos em busca da deidade eterna e singular, um filho para cravar em nossas vidas o símbolo da própria vida. Ariella beijava-me como a deusa Diana, próspera, amada e sorridente, agarrava-me pelos cabelos como fosse sucumbir-me em suas entranhas, eu pensava em fazer esta semente fecundar, fazê-la ovular em nome da sabedoria universal, voava entre nuvens e estrelas, via a lua, o sol, o planeta terra, via a luz renascer dentro de Ariella. Sentia a vida fluir para vida, as gotículas de orvalho salpicavam molhando ligeiramente nossos corpos latentes e flexionados ao ato de amar, eu estava demasiadamente entregue e a ferozmente acelerado dentro daquela mulher que inegavelmente viria a ser a mãe do meu único filho. O nome dele seria Proteus, isso fora revelado ao saber que viria a existir. Naquele momento, retrocedi 35 anos e recomecei um novo caminho, recriei a comunicação com algo que a muito havia deixado de lado. Senti uma força imensa crescendo dentro do meu peito, algo que nunca sentira. Agarrei-me fortemente à Ariella e depositei tudo que mais desejava dentro do seu corpo mulher, deusa e Bruxa única da razão. Gozei de forma digna de um “Magnânimo deus Celta”, quadro digno de um filme de ficção científica, senti meu corpo multiplicando-se, logo, sentia-me difundindo dentro do corpo lindo e enigmático de Ariella. 
Já era noite quando acordamos, sim, pois dormimos sem que sequer soubéssemos do desfecho, acordamos joviais e entrelaçados, nosso interior reluzia ao escuro da sala. Não encontrávamos explicações plausíveis para o que acontecera em nosso ato de amor. Parecíamos flutuar, sentimos como se estivéssemos mortos, o silencio súbito envolveu-nos demonstrando um breve sinal de respeito ao ritual lúdico da criação humana. Logo viria o outono, as folhas renasceriam após o inverno, entraríamos no verão aguardando o nascimento de Proteus, este fato estava claro em nossas mentes, escutávamos o choro do bem vindo filho do amor magístico da vida. Choramos entre abraços, beijos, assim estamos seguindo nossas vidas, o final, a sabedoria escreverá com sua suprema magnitude. 
À felicidade não sei. Tornar-se-á eterna em nossos corpos, também não sei, mas, em nossos espíritos. Isto eu tenho à plena certeza.
Boa noite Ariella!
Um dia eu há encontrarei…

Confissão de mulher, dou por ser tarada…

PACIENTE 210818-75

À noite, quando estou sozinha no silencio do meu quarto, pego-me em pleno questionamento: 
“Como posso gostar tanto de dar para os homens? Não consigo ter um só, tenho que dar para vários! Sou uma meretriz ou uma mulher sedenta de prazeres variados? Será que sou uma vadia qualquer ou uma mulher sincera em minhas atitudes?”
Estas perguntas sempre me atordoaram, mas nunca mergulhei no âmago da questão. Hoje, porém, resolvi ter a resposta. Não vou dar para ninguém esta noite! Vou lembrar-me das aventuras mais ousadas. As pessoas gostam de julgar as outras sem conhecimento de causa, nunca desmerecendo as santinhas! É; as santinhas que vão à igreja todos os domingos assistir a missa, confessam, recebem hóstia e tudo o mais, quando saem da igreja põe-se a falar da vida alheia e a noite dá a bundinha para o sacristão, chupa, faz de tudo e no dia seguinte retorna à santidade e dana de falar das vizinhas, amigas e quem vier pela frente. Usam saias Maria mijona para esconder o corpo tão devasso quanto de uma prostituta profissional. 
Mas a questão também não é essa. A questão é mais profunda ainda: Sinto um calor dos diabos ao ver um homem bem apessoado, imagino logo o tamanho do seu penis, o cheiro, o sabor, assim minhas entranhas ficam inundadas, eu tenho que arrumar uma maneira de dar para ele! Nem que seja atrás de uma árvore, dentro do carro ou qualquer lugar similar e que cause-me mais tesão ainda. O friozinho na barriga me devora quando imagino ele possuindo meu atrás, sinto o penis me arregaçando, tem momentos que sinto que vou desmaiar de tanto tesão. Meu cheiro mulher torna-se forte, eles sentem isso ao conversar comigo. Não tenho vergonha e muito menos pudor quando se trata de dar, fazer sexo, seja lá que termo for, eu dou e ponto final. Adoro um penis em minha boca, gosto de sentir a espermatozoide quente jorrar, sentir o sabor da vida, sim, afinal dela nasce à vida! É tão limpa quanto às palavras hipócritas espalhadas indevidamente pelas pessoas conservadoras, diga-se de passagem, as mais escrotas possíveis. 
Não me poupo o desejo de dar para mais de um homem ao mesmo tempo! Eu fico desorientada! Gozo muito. Vou ao extremo de não mais sentir minhas pernas, parece que estou morrendo! Meu corpo e alma se separam! Existe um momento que fico vagando no universo, vejo a lua, estrelas, o sol a vida de maneira geral. É uma sensação única! Nunca senti nada parecido em toda minha existência de mulher. 
Outra coisa que me questiono: Já tive relações fixas, mas… Pouco tempo resistia. Eu me dava toda, carinho, amor, cumplicidade, amizade, respeito, mas, chegava uma hora que não mais me satisfazia. Podia me comer em um carrinho de mão! De cabeça para baixo, eu não conseguia mais gozar! Tinha que ter outro corpo, outra energia, outro penis e de preferência maior, mais grosso e com cheiro diferente. Não basta ser homem, tem que ser diferente na essência da palavra, na carne, no espírito! Tem que ter pegada! Ser macho! Não estas perfumarias enganosas que vivemos no dia a dia! Embalagem linda, mas o conteúdo não existe! Alguns abrem a boca e só sai asneiras, abobrinhas e futilidades! Os malhadores nem pensar! Tenho nojo deste tipo fodão! Isso sem falar que penis não passa de amostra grátis, alguns nem fazem cócegas! Se enchem de bombas, mas não explodem! Mas no fundo me pergunto: Porque gosto de tapas na cara! Isso só deixo quem sabe! Tem que ter sensibilidade para bater na cara de uma mulher! Faz barulho, eu sinto mas não marca e nem fica roxo! Só amantes profissionais dominam a arte do bater! Tapas quentes em minha bundinha quando estou sendo comida por trás… Chego a me urinar toda de prazer! 
Os lugares sempre são os mais variados e inimagináveis possíveis. Assim foi meu caso de tesão com o Aguiar. Acho que ousei muito, abusei do direto de ter tesão: 
Era domingo e eu estava com ele na praia, a perseguida já estava pegando fogo! Fomos até a água, bem lá no fundo, e é lógico que dei para ele alí mesmo! O povo olhava meus gritos e não entendiam nada! Ou melhor, entendiam e olhavam com reprovação e censura. Deu para observar os cochichos, imaginava o que eles falavam de mim. Mas, não liguei! Dei a perseguida e não satisfeita virei e dei o atrás também! Quando saímos da água estávamos leves, parecia termos nascido naquele exato momento.
Já na areia, ouço o celular tocar insistentemente! Aguiar atendeu e ficou com cara de cachorro que caíra do caminhão de mudança. Era o pai dele que havia falecido! Bom! A esta altura dos acontecimentos tratamos de sair da praia e ir tratar do enterro! Passamos a noite no cemitério velando o corpo, aquilo estava monótono demais para o meu gosto. Foi aí que o tesão me atacou morbidamente! 
Disse a Aguiar que queria beber um chopp lá na rua, não aguentava mais a choradeira naquele local. Assim saímos caminhando em direção ao portão principal, foi quando de súbito e instintivamente olhei para meu lado esquerdo e vi um caminho escuro, cercado de árvores frondosas, corria uma brisa fria e convidativa para uma bela sacanagem funerária. Saí puxando Aguiar para a escuridão, ele até tentou recusar, mas não lhe dei muitas opções, quando viu já estava no meio do nada, apenas túmulos gélidos e um silêncio tenebroso. Mas meu corpo estava em brasa. Peguei logo o alvo do meu desejo e coloquei-o entre meus lábios sedentos. O penis de Aguiar era algo especial! Tal tamanho e grossura! Era o néctar das deusas. Então comecei a masturbá-lo freneticamente, mas não queria que gozasse, queria sim, o mais duro possível para meus planos devassos e ousados. Parei um pouco e pus-me a beijá-lo com sede de língua! Fui tirando minha roupa, logo estava totalmente nua, pus-me a despi-lo, ele relutou um pouco mas, no final foi vencido pelo tesão. Assim ajoelhei-me em um túmulo botei a bundinha para cima e Aguiar me enfiou a vara, alí! Dentro do cemitério, parecia que as almas residentes sorriam para mim. E ele foi fundo e com muita força, me arregaçou para valer, parecia estar possuído por um espírito tarado. Depois deitei-me e ele veio por cima de mim… O túmulo passou a ser nossa cama, e tome vara na vagina, já estava ficando ardida quando tomei um susto monstruoso. Era um homem lindo, parecia até ser sobrenatural, muito cheiroso, fato que me deu um tesão danado, Aguiar não conseguia entender nada, estava estático, paralisado. Aquele modelo de homem me agarrou de uma forma diferente, quando vi e dei por mim já estava sendo comida, queimava como fogo, o penis dele parecia ser monstruoso, eu parecia ser virgem, estava apertada demais , mas era o penis avantajado do tal homem, Aguiar não falava um ai sequer, estava hipnotizado, enquanto isso, olhava aquele macho lindíssimo me metendo a vara, foi uma trepada e tanto. Dei para os dois, Aguiar até gostou da sacanagem, quando vimos estava quase amanhecendo, o céu já mostrava-se claro, os primeiros raios de sol já despontavam no horizonte. Então fomos ao bar e tomamos um doze chopp’s, afinal, não poderíamos chegar no velório sem cheiro de bebida. Foi exatamente quando nos demos conta que todos sabiam o que estávamos fazendo, a irmã do Aguiar, curiosíssima nos seguiu disfarçadamente e ficou vendo tudo. Logo, mal amada, fez a reportagem toda! Não preciso nem falar que tive que seguir meu caminho, nunca mais saí com Aguiar, mas o tal homem até hoje me visita em meus sonhos eróticos, mas, bem verdadeiros e como são verdadeiros.
Agora, sinceramente, o que você acha IGOR? 
Sou mulher puta? Ou dou por ser tarada? 
E você? 
É o que neste contexto todo?

FOTOS RECEBIDAS ESTA SEMANA…

OS COMENTÁRIOS SERÃO ENCAMINHADOS AOS REMETENTES DAS FOTOS

LINDAS…

MUITO LINDA.

Where were you photographed???

Very abused

EM MINHA ÉPOCA AS FESTAS ACADÊMICAS ERAM DIFERENTES…

EM MINHA ÉPOCA AS FESTAS ACADÊMICAS ERAM DIFERENTES…

GOSTEI DO OLHAR

BOA FOTO

BEM AUDACIOSA…

Body amazing…

Body amazing…

Body amazing…

Body amazing…

GOSTEI DO SORRISO…

Body amazing…

Body amazing…

FESTA UNIVERSITÁRIA…

FESTA UNIVERSITÁRIA…

INDO PARA A FESTA DA FACULDADE …

CORPO PERFEITO.

CORPO PERFEITO…

LINDOS PÉS….

CORAJOSA…

LINDA FOTO.

CORAGEM …

VALEU A PENA….

GOSTEI DO SORRISO…

NEM TANTO…

CORAJOSA….

BEBENDO É FÁCIL….

PARECE TRISTE….

PARECE FELIZ…

QUAL FOI O VINHO ???

SIMPLES E OBJETIVA…

DIRETA E CLARA….

SURPRESA E FELIZ….

CONVINCENTE !!!

BEM DIRETA AO ASSUNTO…

BEIJO A QUEM ????

FUMAR FAZ MAL A SAUDÊ.

CORPO PERFEITO.

Body amazing…

CORPO PERFEITO.

Body amazing…

LINDA FORTO

 

Gosto…

Imagem relacionada

Gosto, 

Dos nervos das minhas mãos…
Das palmas abertas…
Das veias que se cruzam 
Das linhas do coração 
entre as linhas da vida já vivida 
e da morte que se anuncia
(talvez breve…ou não?)
Gosto,
Das rugas que se adivinham…
Das veias arroxeadas 
Onde o sangue ainda corre, 
E que se demarcam… 
Gosto,
Dos meus dedos sensíveis
nem longos nem curtos…
Ah gosto,
Das minhas mãos mais velhas…
Quase engelhadas …
Estou-lhe grato!
Pelas carícias que faz, 
Pelas beijos, pelos gestos…
Por ter tantas vezes segurado 
As pontas do meu corpo,
E os nós das encruzilhadas …
E de se unirem em tesão 
Ou aflitas, em desejos… 
Em gratidão,
Sempre ávida de Amor 
Em reverência à Vida e à satisfação…
Ao papel e à escrita… 
E às Palavras como estas…
Que me salvam da solidão…

Minha mãe teve que se submeter a uma cirurgia inesperada por ter quebrado o fêmur …

PACIENTE 150818-29.

Sou Isa a casada taradinha mais carente do norte do Brasil e hoje com 23 anos resolvi contar pra vocês uma louca experiência sexual que aconteceu comigo quando ainda estava noiva do meu futuro marido e tinha apenas 17 anos.

Minha mãe teve que se submeter a uma cirurgia inesperada por ter quebrado o fêmur e por esse motivo minha irmã mais velha que morava em outra cidade distante, na época ela já estava com 27 anos, veio me ajudar a cuidar de nossa querida mãe.

Vera minha irmã era uma morena de cabelos cacheados como os meus e um pouco mais alta, mas era bem diferente de mim, eu havia puxado meu pai e ela minha mãe.

Com apenas 17 aninhos e muito safadinha desde adolescente eu era o que se podia chamar de um pedaço (enorme) de mau caminho.

Sou baixinha, mas tenho o que todo homem adora que é uma bunda super empinada e quando saio pra rua de minissaia curtinha com uma calcinha atoladinha no rego rebolando toda faceira não tem um macho que não olha pro meu corpo com desejo e muitos mexem comigo, mas por morar em uma cidade pequena não tem como ficar dando lado pra outros homens por causa da boca “maldosa” do povo.

Fazia apenas três meses que meu noivo tinha tirado meu cabacinho e só estávamos esperando terminar a construção de nossa casa pra nos casarmos de vez. Se antes de perder a virgindade eu era toda exibicionista sempre com minissaias curtas com blusinhas soltinhas sem sutiã depois que me tornei mulher o desejo de me mostrar toda gostosa aumentou ainda mais e como ficava o dia inteiro sozinha em casa até deixei de usar calcinhas e como meu futuro marido quando não estava viajando sempre dava uma passadinha pra me ver era só me inclinar sobre a mesa da cozinha ou no sofá da sala que ele me pegava gostoso por trás como eu adorava.

Meu futuro marido não tinha uma rola grande como eu via nos filmes pornôs e ficava imaginando em meus sonhos eróticos ter um bem avantajado e grossão fodendo gostoso minha buceta apertadinha.

Sempre fui taradinha e gozava facinho sendo comida pelo meu noivo e se pudesse dava o dia inteirinho sem cansar.

Ter um macho entre minhas coxas fodendo minha bucetinha tesuda era tudo que eu desejava, certamente nasci pronta pra ser uma fêmea de verdade, meu noivo e futuro marido até se esforçava pra me satisfazer, mas eu sabia que meu corpo queria bem mais do que recebia.

A falta de macho na quantidade que meu corpinho tesudo necessitava fazia com que me acabasse em siriricas deliciosas durante todo o tempo que ficava sozinha sem ninguém por perto e minha bucetinha vivia completamente molhadinha porque bastava me deitar na cama nuazinha e esfregar meu grelinho durinho de tesão durante alguns minutos que o gozo chegava forte e copioso fazendo meu corpo frágil tremer que nem vara verde.

Minha irmã Vera tinha se casado já fazia 2 anos com Nelson só que eu não o conhecia pessoalmente, apenas por foto, porque na época que ela se casara eu havia contraído catapora e não pude viajar junto com meu pai e minha mãe para o seu casamento.

Pelas fotos meu cunhado não me chamou muito a atenção, mas quando chegou junto com minha irmã em minha casa vi que pessoalmente ele era bem diferente e era um homem muito bonito, simpático e bastante charmoso e pelo jeito minha querida irmã tinha se dado bem em ter conseguido agarrar um belo macho para se casar.

Nelson tinha 1.75m, 30 anos, moreno de cabelos lisos, corpo com tudo em cima, braços musculosos e umas coxas grossas que dentro de uma calça justa jeans que mostrava uma belo “volume” entre as coxas o deixando ainda mais gato e sexy.

Nos dois primeiros dias do casal em casa com a correria de irem e voltando do hospital constantemente quase nem conversei com minha irmã e nem com meu cunhado.

Meu noivo como gostava de pescar já chamou meu cunhado pra fazerem isso no fim de semana só que Nelson disse que enquanto a sogra estivesse correndo risco de ter algum problema mais serio iria ficar ao lado da esposa (minha irmã) pra dar o apoio necessário.

O calor era intenso e meu cunhado passou a usar shorts e camisetas e ai pude notar que ele era ainda mais charmoso e sensual.

Na primeira noite que escutei minha irmã e meu cunhado transando deu pra escutar perfeitamente os gemidos escandalosos do casal e pelo jeito a safada não tinha um pingo de vergonha porque como o quarto não tinha forro era impossível não escutar tudo que rolava ali dentro e isso só fez meu tesão aumentar, principalmente porque meu noivo precisou viajar pra atender seus clientes e minha bucetinha tesudinha depois de dois dias sem sexo já começava a reclamar a falta de rola entrando e saindo gostoso de dentro dela.

Também gemi gostoso deitada de bruços com os dedos esfregando forte meu grelinho durinho e sensível escutando minha irmã gozando que nem uma cadela no cio sendo comida pelo meu cunhado charmoso e gostosão.

No outro dia logo cedo eu tinha acordado e estava na cama me espreguiçando totalmente nua como sempre quando escutei minha irmã se despedindo do marido dizendo que estava indo pro hospital ficar com minha mãe e então ele disse que ia se levantar e tomar um banho e então na minha mente cheia de safadeza já bolei um plano pra atiçar meu cunhado.

Assim que minha irmã saiu me levantei da cama, coloquei uma camisetinha e por baixo apenas uma calcinha fio-dental daquelas bem pequenas e pra valorizar o que eu tinha de mais bonito coloquei um tamanquinho e meu bumbum foi na nuca de tão empinado e me dirigi pra cozinha preparar meu café e ao olhar na pia vi que tinha varias louças pra serem lavadas e aproveitei pra fazer isso e após alguns minutos escutei a voz do meu cunhado desejando bom dia e quando olhei pra trás Nelson estava de pé na porta da cozinha apenas de short e pra me deixar mais assanhada com uma toalha no pescoço com seus cabelos negros molhados do banho e toda safada disse:

-bom dia cunhado… mas… acho que dar bom dia com beijinhos no rosto… é muito mais gostoso! Ou será que tem receio de minha irmã achar ruim de você beijar o rosto da cunhada mais nova?

Ele deu um sorrisinho sacana e veio até a pia e me segurando pelos quadris sem apertar me beijou os dois lados do rosto dizendo:

-bem… tua irmã é uma mulher muito ciumenta… mas ela já saiu e pelo jeito estamos sozinhos e eu seria um louco se não beijasse o rosto da minha cunhadinha linda e maravilhosa!

Aquelas mãos fortes nos meus quadris e aquela boca quente beijando meu rosto produziu um arrepio que subiu pela meio das minhas costas até minha nuca e toda safada dei uma empinadinha no bumbum me encostando de leve no ventre dele dizendo:

-hummm… agora sim… o bom dia ficou do jeito que eu gosto… mas… acho que meu cunhado devia sentar pra gente tomar café juntos… já estou quase terminando de lavar as louças sujas… não vou demorar!

Quando vi meu cunhado sentando na cadeira bem atrás de mim não tive duvidas que a coisa ia ficar bem mais sacana do que imaginei e toda safada passei a lavar a louça bem devagar e quando passava a bucha nos pratos meu bumbum empinado rebolava mais do que o normal e apesar de não olhar pra trás dava pra sentir os olhares tarados dele no meu corpo e como minha camiseta era curtinha toda safada me afastei da pia me inclinando um pouco mais e as popinhas do bumbum ficaram a mostra e com certeza o fundinho da calcinha atoladinha se mostrou. Aquela safadeza explicita não durou mais que alguns minutos, mas dava pra sentir que fiquei totalmente ensopada, minha bucetinha pulsava sem controle com aquela safadeza deliciosa. Quando me sentei à mesa da cozinha e enchi nossas xícaras com café eu e meu cunhado ficamos trocando olhares sem falar nada, só com sorrisos safados nos lábios e então quando uma colher escorregou da minha mão e caiu no chão ele se levantou pra pegar e tive uma surpresa incrível ao ver na frente de seu short uma barraca completamente armada e com certeza aquilo que estava ali dentro era muito grande, porque já tinha visto meu noivo muitas vezes de short com o pau duro, mas aquilo que meu cunhado tinha era muito maior com certeza. Se a safadeza já era grande depois dessa descoberta ia ficar ainda mais quente e então me levantei da mesa e fui até a geladeira fingindo pegar alguma coisa toda safada fiquei quase de 4 mexendo nas prateleiras e metade do meu bumbum ficou de fora e então peguei duas maças e as coloquei em cima da mesa dizendo:

-peguei os frutos proibidos pra gente comer… meu cunhado gosta de frutos proibidos?

O safado pegou uma maça e dando uma bela mordida disse:

-com certeza sim… dessa fruta proibida… como diz o ditado… eu como até o caroço!

Achei que meu cunhado ia me agarrar ali na cozinha em seguida e foder minha bucetinha tesuda, mas foi então que escutei bater palmas na frente de casa e fui obrigado a abrir a janela pra ver quem era e era o entregador do correio com uma caixa de sedex na mão. Fui obrigada a atendê-lo e ao sair da cozinha toda safada olhei pro meu cunhado e disse:

-que pena que atrapalharam o nosso café… tava ficando tão bom! Hihi!

Meu cunhado se levantou e dando uma pegada no volume na frente do short sorriu dizendo:

-é… tenho certeza que teremos cafés iguais ou melhores que esse cunhadinha… você realmente sabe como servir um café bem gostoso!

Assim que peguei a caixa com a encomenda e entrei na casa logo tinha mais gente batendo palmas na porta de casa querendo saber noticias de minha mãe e tive que dar atenção às amigas de nossa família.

Quando entrei em casa meu cunhado estava sentado na sala vendo TV apenas de short e ao olhar entre suas coxas vi que a barraca estava “desarmada” só que em seguida o telefone tocou e era meu noivo ligando pra saber noticias da sogra e também de mim e então me sentei na poltrona quase de frente pro meu cunhado para conversar ao telefone e a safadeza voltou a se manifestar e bem putinha entreabri as pernas e minha calcinha enfiadinha na minha rachinha ainda completamente molhadinha se mostrou todinha e bem safada comecei a dizer ao meu noivo que estava morrendo de saudades dele e louca pra fazer amor.

Meu cunhado sentado no sofá olhava entre minhas pernas e sorrindo bem sacana dava umas pegadas no seu pauzão já duro novamente dentro do short. Falar ao telefone com meu noivo de pernas abertas mostrando minha buceta coberta apenas pela calcinha bem pequena para meu cunhado me deixou completamente excitada e meu juízo que já era pouco desapareceu de vez e bem putinha comecei a dizer ao meu noivo que tava cheia de tesão e que queria que ele voltasse logo pra me foder, que minha bucetinha tava precisando de pau bem duro e então enfiei a mão por baixo da calcinha e comecei a me masturbar ali na sala bem diante dos olhos ávidos do meu cunhado pauzudo que pra meu deleite o safado deu uma abaixada na frente do short e aquela rola enorme e grossa saltou pra fora bem diante dos meus olhos curiosos.

Era grande e grossa, com uma cabeçona saliente toda babada e ele começou a punhetar aquele mastro lindo duro e cheio de veias.

Meu noivo ao telefone dizia que também estava de pau duro falando comigo e estimulei-o a bater uma em minha homenagem e meu cunhado mostrava sua rola enorme completamente dura por completo ao abaixar um pouco mais o short expondo até seu sacão de bolas enormes. O safado com sinais me pediu pra puxar a calcinha do lado e mostrar minha bucetinha e toda taradinha fiz o que ele “sugeria” e meus dedinhos espertos passaram a bolinar meu grelo dizendo pro meu noivo que estava me masturbando pra ele, mas era meu cunhado pauzudo que se deliciava com minhas pernas completamente arreganhadas mostrando minha buceta totalmente ensopada pra seus olhos injetados de tesão querendo me agarrar e socar aquela rola majestosa na minha bucetinha.

Quando passei a dar gritinhos de prazer e comecei a gozar e fechei os olhos acelerando os movimentos dos meus dedos esfregando meu grelo super inchado tive uma surpresa deliciosa que iria me levar a loucura.

Minha mão foi tirada da minha bucetinha e em segundos tinha uma boca quente com uma língua áspera toda nervosa me lambendo deliciosamente e quando entreabri os olhos o rosto de meu cunhado pauzudo estava ali me “comendo” com sua língua e seus lábios e bastaram algumas linguadas e chupadas fortes no meu grelo pra me fazer gritar de tesão e praticamente mijei na boca tesuda do safado que sabia como dar um trato em uma buceta sedenta de prazer.

Desliguei o telefone falando para o meu noivo que tinha chegando gente e gozei me contorcendo sem controle naquela boca que me levava a loucura, com uma das mãos ele apertava forte os biquinhos dos meus seios me arrancando gritinhos de dor e de tesão. Gozei um monte de vezes na língua mágica daquele safado tarado e então ele se levantou e com um sorriso sacana nos lábios me pegou pelos cabelos e puxando meu rosto colocou aquele pauzão grosso cheio de veias bem pertinho da minha boca e todo macho disse:

-agora é sua vez cadelinha viciada… chupa o pau do teu macho sua putinha safada… gozou na minha boca… quero gozar na tua… chupa logo antes que apareça alguém pra atrapalhar… engole minha rola sua vadiazinha safada… tão novinha e tão puta… chupaaaaaaaaa!

Nem precisou mandar de novo e entreabri os lábios pra receber aquela cabeçona enorme tão babada que até pingava e deixei que fosse enfiando até o fundo da minha garganta sedenta e meu cunhado todo tarado dava umas fincadas fortes na minha boca segurando minha nuca e a cabeçona chegava bem fundo na garganta me provocando algumas engasgadas, mas o tesão de ter aquele rola enorme que era quase o dobro do tamanho do meu futuro marido dentro da minha boca gulosa me levava a loucura e segurando o corpo daquele pauzão com uma das mãos mamei como uma criança esfomeada e não demorou mais que dois minutos pra receber o primeiro jato de porra fervente que inundou minha boca. Engoli tudo sem deixar nenhuma gotícula de porra escapar e deixei aquele pauzão descomunal completamente limpinho e como se tudo tivesse sido cronometrado escutei o barulho do portão se abrindo e era uma vizinha chegando.

Meu cunhado saiu ligeiro indo pro quarto e então dei uma ajeitada na calcinha e fui pra cozinha tomar um café, pra tirar o cheiro de porra da boca e logo em seguida fui ao banheiro passar uma água fria na minha bucetinha e tentar dar uma acalmada na tesudinha que continuava pulsando forte querendo bem mais do que tinha acontecido.

Depois daquela loucura incrível apesar da casa estar sempre com gente entrando e saindo, minha mãe sempre morou naquele lugar e por trabalhar como assistente social era bastante conhecida no bairro, meu cunhado sempre quando passava perto de mim o safado enfiava a mão entre minhas coxas dando umas bolinadas deliciosas e quando tinha chance me agarrava por trás e esfregava forte seu ventre no meu bumbum empinado e dava pra sentir perfeitamente aquele volume que mesmo sem estar completamente duro era enorme e fazia meu corpo tesudo se arrepiar por inteiro e elo sacana sussurrava nos meus ouvidos:

-cunhadinha linda e gostosa… quando te pegar vou deixar essa bucetinha deliciosa toda inchada… sua putinha linda… tô louco pra te comer inteirinha… quero te pegar por trás… essa bunda arrebitada me deixa louco!

Toda safada me deixava agarrar e até facilitava abrindo as pernas pra sentir seus dedos se enfiando pelos lados da calcinha e penetrando na minha bucetinha completamente ensopada e toda putinha e fresca dizia:

-aiiii… seu tarado pauzudo… acho que não vou conseguir dar pra você… não sei como minha irmã agüenta essa rola enorme e grossa… minha bucetinha é tão apertada… o pau do meu noivo é metade do teu e quando entra na minha bucetinha arde um pouquinho… acho que vou querer fazer só o que fizemos hoje de manhã… você me chupa e eu te chupo… adorei… mas… acho teu pau é muito grande pra mim!

Meu cunhado todo safado beijava minha nuca enquanto me bolinava rapidinho e dizia bem baixinho:

-pode deixar minha cunhadinha linda… prometo que vou ser super carinhoso com você… você vai adorar sentir minha rola inteirinha dentro dessa bucetinha deliciosa que você tem… tua irmã no começo também reclamava do tamanho… agora gosta de levar rola sem dó… tenho certeza que minha cunhadinha do jeito que é mais tarada que a irmã… vai adorar que eu seja teu macho… te fazer gozar como uma puta!

Minha buceta pingava de tesão quando essa safadezas rápidas aconteciam e faziam com que desejasse ainda mais ter meu cunhado.

O safado sabia como incendiar meu corpo com seus dedos espertos me bolinando, com sua boca beijando meu pescoço e mais ainda quando me encoxava e colava seu corpo no meu me levando a ficar molinha de vontade querendo muito mais.

Como no dia seguinte meu noivo chegou um pouco antes do almoço a safadeza teria que dar uma acalmada, mas se eu era taradinha demais meu cunhado também era completamente sem juízo.

Estávamos eu, meu noivo e meu cunhado na sala comentando sobre o tempo que minha mãe iria demorar pra poder voltar a andar por causa dos pinos de titânio que seriam implantados em sua perna, quando alguém bateu palmas na frente de casa e como eu estava sentada na poltrona perto da janela botei o rosto pra fora e era um homem perguntando sobre meu noivo que logo que escutou a voz já sabia quem era e foi até o portão pra atender o sujeito e foi ai que a safadeza descambou de vez.

Toda curiosa pra saber o que meu noivo conversava com o homem que o tinha chamado me ajoelhei na poltrona colocando os cotovelos no encosto e fiquei com o rosto na janela e então senti meu cunhado já alisando minhas coxas ajoelhado atrás de mim sussurrando:

-fica assim putinha linda… fica cuidando o teu noivo que a gente vai fazer uma sacanagem bem gostosa… tipo a do telefonema de ontem!

Em segundos meu cunhado abaixou minha calcinha até o meio das coxas e mais rápido ainda sua boca grudou na minha bucetinha por trás como um cachorro lambendo uma cadela e sua língua ágil e quente passou a me lamber deliciosamente e o tesão tomou conta do meu corpo e sem controle passei a rebolar mordendo os lábios pra não gemer. O tesão era tanto que gozei rapidinho melando os lábios do meu cunhado que todo tarado me dava uns tapinhas na bunda de leve sussurrando todo sacana:

-goza mais cunhadinha linda… me da teu gozo putinha… ahhh… que bucetinha gostosa… tô louco pra te pegar assim de 4 e socar minha rola nessa buceta tesuda… quero senti meu pau sendo engolido por essa buceta gostosa… goza cadelinha safada… dá teu gozo pro teu cachorrão!

Meu noivo batia um papo animado com o amigo na frente da minha casa sem perceber nada do que estava acontecendo comigo e essa safadeza me deixava mais louca ainda e minha excitação ia às alturas e meu cunhado todo tarado socava dois dedos na minha buceta e sua língua saltitava no meu grelo teso me fazendo ter um orgasmo atrás do outro.

Se ele quisesse era só socar na minha buceta que com certeza eu dava pra ele ali mesmo, mas ele não fez isso e todo sacana puxou meu corpo me fazendo sentar e ficando em pé perto da janela disse:

-chupa cadelinha safada… vou te dar minha porra nessa boquinha tesuda… chupa logo… que agora sou eu que vou cuidar se teu noivo não vai entrar na casa… chupa o pau do teu macho sua putinha safada… vadiazinha gostosa!

Fiz o que aquele pauzudo tarado mandou e em poucos segundos ele socava fundo na minha garganta e logo senti os jatos de porra fervente enchendo minha boca gulosa que engolia tudo com uma volúpia incontrolável, gozei só sentindo o leitinho escorrendo pela minha garganta e rapidinho ele foi pro banheiro e eu também me recompus puxando a calcinha de volta e fui tomar um gole de café, afinal leite tinha que ser tomado com café. Que safadeza louca e deliciosa que tínhamos feito.

Nem dava pra acreditar naquilo que estava acontecendo, mas aconteceu desse jeito e logo que meu noivo entrou na casa toda tarada resolvi fazer uma loucura ainda maior e chamei-o pra ir pro quarto pra gente “namorar” porque estava morrendo de saudades e vontade de dar gostoso pra “ele”.

Meu noivo sempre me comia no motel ou no escurinho da varanda de casa durante a noite, mas na minha cama nunca tinha acontecido por respeito ao meu pai e minha mãe e ele então disse:

-Isa… sua maluca… tudo bem que teu pai e tua mãe não estão em casa… mas e o teu cunhado… cadê ele?

Toda safada já fui puxando meu noivo pelo braço em direção ao meu quarto dizendo:

-não se preocupe com o Nelson… nem vi pra onde ele foi… mas… ele é legal e tarado igual a gente… quase toda noite escuto ele e a minha irmã trepando que nem loucos… vamos aproveitar… que estamos sozinhos em casa… me come bem gostoso… tô louca pra dar gostoso!

Assim que entramos no quarto meu noivo já foi tirando a roupa e eu também só que bem sacana não fechei a porta do quarto totalmente deixando-a entreaberta e fiz isso sabendo que certamente meu cunhado depois que escutasse meus gemidos ia vir ver o que estava acontecendo e eu queria que ele me visse metendo com meu noivo.

Rapidinho coloquei meu noivo deitado de costas na cama e sentei no seu pintinho duro como aço e comecei a cavalgar quem nem uma doida rebolando gostoso e gemendo bem alto, eu queria chamar a atenção e não demorou pra que eu visse através do espelho enorme do guarda roupas o rosto do meu cunhado na fresta da porta e toda tarada passei a gemer dizendo:

-me fode todinha seu safado… fica viajando muito… você vai acabar levando um par de chifres seu safado… sua noivinha precisa de pau quase todo dia… ahhhh… me come… fode minha bucetinha… sou uma putinha tarada… ahhh… eu vô… eu vô gozar… ahhhh… que delicia dar a buceta… ahhhh… bommmm demaisssssss!

Meu noivo também gemia sem controle e rapidinho encheu minha bucetinha de porra e toda sacana disse:

-gozou rápido demais amor… eu queria mais… seu safado… assim… sua noivinha tarada vai ter que arrumar um Ricardão!

Sorrindo todo feliz meu noivo completamente inocente disse:

-vai nada Isa… eu sei que eu tenho uma noiva completamente fiel… você só é muito safadinha… mas isso é só da boca pra fora!

Que futuro marido mais tolinho que eu tinha arrumado, mas era bom assim e pra ficar ainda melhor meu noivo disse que ia dar uma saída rápida pra ver um carro mais novo pra trocar pelo dele, aquele homem que tinha conversado na porta de casa era um vendedor de carros e marcaram de se encontrar dali a pouco.

Meu noivo se levantou, deu uma limpada no pau e saiu e eu entrei no banheiro pra tomar um banho e quando sai do box meu cunhado estava ali de pé me esperando e todo tarado já me agarrou e me lascou um beijo daqueles de fazer encharcar a bucetinha no ato e disse:

-agora é a minha vez sua putinha linda safada… vamos pra sala… quero te comer lá… vai que chega alguém… la a gente tem como ver!

Sai nuazinha com uma toalha na mão e meu cunhado me fez ficar na mesma poltrona que tínhamos feito a safadeza antes de transar com meu noivo e todo taradão sussurrou:

-vou te dar o que ta precisando sua cadelinha tarada… teu noivo com aquele pinto pequeno não da conta desse tesão todo… vou ser o macho que você precisa sua putinha tarada… empina esse rabo e cuida o portão… vadia… linda… gostosa… puta… safada!

Meu cunhado pauzudo se ajoelhou atrás de mim e começou a me lamber como tinha feito antes e meus gozos em sua boca mágica chegaram fortes e intensos, ele sabia como sugar e brincar com meu grelo teso entre seus lábios quentes me fazendo gozar facinho e eu rebolava gostos sussurrando:

-ahhh… que boca gostosa cunhado… chupa mais… lambe meu grelinho… ahhh que delicia… chupa a bucetinha da tua cunhada puta… mais… mais… ahhh… delicia de língua… ahhh… quero gozar mais… ainda… mais… deliciaaaaaaaaa!

O safado aproveitava pra me dar uns tapinhas fortes no meu bumbum empinado me fazendo arrepiar todinha e foi então que senti que não tinha mais uma língua na minha buceta e sim a cabeçona enorme toda babada do pauzão do meu cunhado que deslizava entre os lábios molhadinhos da minha rachinha tesuda e quando a glande tocava meu grelo inchado meu corpo tremia de desejo e medo só de imaginar aquela rola descomunal penetrando na minha bucetinha que só tinha conhecido o pintinho pequeno do meu noivo e toda dengosa disse:

-aiii cunhado… tua rola é muito grande demais… acho que não vou agüentar… tô com medo… vamos só brincar assim… ta tão gostoso!

Meu cunhado todo taradão pincelava aquele pauzão por toda extensão da minha bucetinha molhadinha dizendo:

-relaxa minha cunhadinha gostosa… eu prometo que vou fazer bem devagar… rebola gostoso putinha… sinta a cabeça da minha rola deslizando nessa bucetinha tesuda… relaxa que vai ser uma delicia… você vai adorar me deixar ser teu macho… dá gostoso dá… Ahhh!

Tomada pelo desejo fiz o que o taradão mandou me deliciando sentindo o calor da cabeça toda babada daquela rola enorme e toda tesuda acabei me entregando sussurrando:

-ahh.. então tá… já que você ta prometendo que vai ser carinhoso comigo… vou deixar você enfiar a cabeçona da tua rola pra me acostumar com o tamanho… só coloca a cabecinha meu cunhado gostoso… devagar tá… por favor… ahhh… que delicia sentir esse pauzão roçando na portinha da minha bucetinha apertada… ahhh!

Meu cunhado sentindo que estava mais relaxada encaixou e deu uma fincada forte e a cabeçona deu uma escorregada escapando, mas o safado pegou e colocando de volta segurou firme tornou a forçar a penetração e dessa vez a cabeçona babada pulou pra dentro da minha bucetinha e dei um grito sem saber se era de dor ou de medo e tentei escapar mas o taradão me segurou pelos quadris sem tirar de dentro e todo carinhoso se curvou sobre minhas costas e beijando minha nuca sussurrou:

-calma cunhadinha linda… relaxa… a cabeça já ta dentro… não tenha medo… é só relaxar que tenho certeza que você vai adorar minha rola te fodendo gostoso… seu irmã adora dar pra mim… e minha cunhadinha vai gostar muito… calma… continua rebolando… bem devagar… faz o que teu macho ta pedindo… só vou enfiar mais quando você estiver pronta minha putinha linda… gostosa… tô adorando sentir o calor da tua buceta gostosa na cabeça da minha rola!

Meu cunhado além de tarado sabia como enrolar uma putinha completamente tesuda e voltei a fazer o que ele pediu e voltei a rebolar bem devagarzinho na ponta daquela vara atoladinha na portinha da minha buceta sedenta e quando me dei conta senti suas mãos fortes puxando meu quadril de encontro ao corpo dele e comecei a gritar de dor sentindo minha buceta sendo arrombada por aquele monstro enorme. O safado nem se importou como meus gritos e foi enfiando tudo até o talo e quando senti seu corpo colado no meu sabia que ele estava todinho dentro de mim. Senti até falta de ar com aquele mastro atolado por inteiro na minha buceta apertada e parecia que estava perdendo o cabaço pela segunda vez e quando gritei pedindo pra tirar de dentro de mim meu cunhado me deu dois tapas na bunda e todo macho me pegou pelos cabelos e disse:

-para de gritar putinha senão algum vizinho vem aqui sua cadelinha… deixa de frescura… você é puta e puta tem que dar gostoso pro macho dela e eu sou teu macho agora… sua putinha safada… ficou brincando comigo… agora vai levar vara de verdade… rebola esse rabo que vou te comer sua cadelinha tarada… rebola que vai ficar mais gostoso… dá gostoso pro teu macho… ahhhh… buceta gostosa… apertadinha… ahhh… agora que te peguei você não vai escapara… rebola na minha rola cadelinha tarada… gostosa… safadaaaaaaaa!

Pensei que estava sendo rasgada ao meio sentindo aquela rola descomunal dentro da minha buceta apertada mas, depois de alguns segundos que pareceram uma eternidade um fogo intenso tomou conta de todos os poros de meu corpo e não demorou quase nada pra que eu começasse a rebolar espetada naquele macho que também logo passou a me foder como uma puta e todo tarado sussurrava:

-isso… assimmmmm cadelinha gostosa… que delicia de buceta tem minha cunhadinha… rebola mais sua safada… me deixa eu te foder do jeito que você precisa pra gozar gostoso… rebola putinha… safada… tesuda… vou te fazer gozar como nunca gozou vadia safada!

O prazer chegou de um jeito que nunca imaginei que pudesse existir sendo comida por um macho de verdade e toda tesuda sussurrei:

-ahhh… que pauzão gostoso cunhado… ahhh… me fode… arregaça minha buceta apertada… que delicia de pau… ahhh… me fode… quero gozar nessa rola… seu tarado safado… me come… me fode… quero dar gostoso… ahhhh… deliciaaaaaaaaaaa!

Meu cunhado tarado socava firme até o talo e quase nem acreditei quando passei a jogar o corpo pra trás pra sentir aquele macho por inteiro. Eu queria até o ultimo milímetro daquela rola descomunal fodendo minha buceta e os gritos de meus gozos copiosos eram muito altos e apesar do medo de alguém ouvir nada importava, só o prazer de gozar com um macho de verdade. Meu cunhado aproveitava minha entrega deixando meu bumbum empinado todo vermelhinho de tapas que o safado me aplicava e quando ele deu um urro começando a ejacular dentro da minha buceta tive um gozo tão intenso que achei que ia desmaiar espetada naquele pauzão grosso e depois de alguns minutos tudo foi se acalmando e quando meu cunhado saiu de dentro de mim me senti completamente vazia e desejei que ele votasse a me foder de novo.

Que loucura deliciosa meu cunhado tarado me comer daquele jeito no sofá da minha casa e quando fui pro banheiro a porra do safado escorria pelas minhas pernas quase chegando aos pés.

Durante o banho até me deu uns calafrios sentindo a água gelada escorrer entre os lábios completamente inchados da minha bucetinha arrombada por aquele pauzão grosso, mas apesar de toda ardida quando toquei meu grelo com o sabonete arrepios de tesão subiram pela minha coluna e com certeza logo eu estaria pronta pra ser comida pelo meu cunhado tarado gostoso.

Durante quase um mês que meu cunhado ficou em casa com minha irmã, não teve um dia que não dei minha buceta pra aquele tarado safado. Era só ter alguns minutos sozinhos que a coisa pegava fogo.

Meu noivo ingênuo e completamente corno também ficou mais taradinho e queria comer minha bucetinha também e pra satisfazer o safadinho eu dava gostoso e até ganhava elogios dizendo que estava ficando mais gostosa a cada dia… que delicia ouvir isso! RSS.

Moro em uma cidadezinha do interior com meus pais…

PACIENTE 150818-24

Gente preciso contar para alguem o que aconteceu comigo senão fico maluca. Foi por isso que resolvi relatar aqui, não sei se fiz certo mas acabei não resistindo. O tesão foi demais.

Moro em uma cidadezinha do interior com meus pais e namoro o Everton que é super gente boa, um doce de namorado. Ele é aquele tipo que faz qualquer coisa para me ver feliz, só é um pouco gordinho. Nunca transei com ele apesar de ele ter insistido algumas vezes não rolou por causa da virgindade e achava que não era hora. Tinha planejado perder a virgindade com ele no aniversário dele. Seria o meu grande presente.

Tenho apenas uma irmã, dois anos mais velha, que agora está morando em outra cidade porque passou no vestibular. Meus pais arrumaram uma kitnet para ela morar só. E então sempre que posso venho ficar com ela. Sempre fomos muito amigas mesmo, contamos tudo para a outra. Logo que ela mudou conheceu o Caio na faculdade, ele também é de outra cidade e está apenas estudando lá. Ele mora com alguns amigos.

O Caio é bonito, mas nada de excepcional. Um cara normal, simpático, brincalhão…

Logo que começaram a namorar ele tirou o cabacinho dela. E de lá para cá eles transam muito. Ele gosta de levar ela até a casa dele, mas como ela não se sente tão a vontade com os amigos dele, eles acabam namorando mais na kit dela.

Tanto eu quanto ela gostamos de ficar bem a vontade em casa, com pouca roupa. No início ficava timida com a presença dele mas depois fui acostumando e ela sempre dizia que eu deveria esquecer que ele tava lá e ficar como gostava. Usamos sempre calcinha e camisetão. Sei que o Caio ama isso, ver as duas assim… Dormimos no mesmo quarto, eles na cama e eu no colchão do chão. E nisso não tem jeito ele me vê de calcinha e eu também vejo ele de cueca.

Até percebo os olhares dele faminto pro meu lado..rs Minha irmã já tinha falado que eu era virgem pra ele.

Essa semana estava aqui e ele veio aqui de manhã buscar um livro que tinha deixado. Ela já tinha ido trabalhar ele entrou e eu estava de camisetão e calcinha, só que desta vez a camiseta era mais curta. Me deu um abraço como sempre fazia e senti que ele estava de pau duro, na hora veio até meu rosto e tascou-me aquele beijo. Resisti no começo e depois deixei rolar.

Aos poucos ele foi me dominando e levou-me até a cama. Tirou minha camiseta, chupou meus mamilos enquanto alisava minha xaninha por cima da calcinha. Foi tirando minha calcinha e eu falei:

– para que eu ainda sou virgem

Ele respondeu:

– já ta na hora de deixar de ser

Eu disse:

– vou entregar ele de presente de aniversário para meu namorado

Ele deu uma passadinha de lingua e falou:

– Esse é meu, quem mandou ele namorar todo esse tempo e não conseguir.

Acabou de tirar minha calcinha e chupou gostoso. Erguia meu bumbum e chupava gostoso, eu só gemia e em minutos gozei pela primeira vez.

Foi então que senti outra sensação pela primeira vez: um penis na boca.

Logo ele tirou da minha boca e levou até a minha xaninha e aos poucos foi enfiando. Doia mas a sensação de tesão era ainda melhor. Quando enfiou tudo ele parou um pouquinho e me disse;

– Delícia de cabacinho…

E aumentou o ritmo de socada. Logo me virou de quatro me lambeu gostoso e socou com força. Puxava meu cabelo e batia no meu bumbum com força. Me chamava de vadia, putinha gostosa, cunhadinha safada, ….

Logo gozei, ele me virou no papai e mamãe socou novamente em poucos minutos senti pela pimeira vez um jato de esperma dentro de mim, uma sensação única, indescrítivel, muito prazer..

Depois de jorra tudo ele tirou da minha xaninha, agora arrombada, e fez como faz com minha irmã, levou seu pau até minha boca para limpar. Chupei ele meio mole que logo ficou duro de novo. Foi quando ele disse que agora seria a vez do cuzinho.. Nisso minha irmã chama no portão.. Fico atônita. Ele manda eu ir tomar banho que ele abrirá o portão, mas antes da mais um tapa na minha bundinha e me chama de putinha e diz que ainda não terminou que o cabacinho do cuzinho também é dele.

Acho que ela nem percebeu, mas depois de tudo não sei se fiz certo. Será que devo contar a ela que não sou mais virgem?? E meu namorado, um dia terei que transar com ele, o que faço ou falo pra ele?? O Caio quer novamente, será que devo?? Me ajudem …

A patricinha burra da sala que em vez de estudar…

PACIENTE 150818-15.

Sempre fui a figura da patricinha popular da escola. Daquelas que os meninos tinham tesão e raiva.

A patricinha burra da sala que em vez de estudar, passava mais tempo arrumando namoradinhos com os meninos das turmas mais velhas. Mas o tempo passa, e quem estudou, vira médico, engenheiro.

E como a única coisa que eu fazia era chupar pau na escola, acho que chupar pau foi a única coisa que aprendi a fazer até hoje…

Sou a biaXXX@XXX.com 20 poucos anos, bunda como os tarados gostam, peitos como meu cirurgião caprichou, e completamente viciada em chupar pau.

A minha sorte é que pra tentar ser modelo, não precisa estudar, mas meus talentos com uma rola na boca ajudam bastante…

Vou contar pra vocês o que rolou num job que eu fiz um tempo atrás

Meu agente me passou um contato pra um trabalho que rolaria. Uma gravação pra um programa de humor. Seria coisa pequena, teriam outras meninas gravando. Mas naquela época, qualquer coisa sem muito destaque já era muito pra mim.

Aparecer de shortinho enfiado na bunda, mesmo que no fundo do quadro disputando espaço com outras modelos ja era um grande avanço no que eu tinha de carreira ate ali.

Todas começam mostrando a bunda, mas nao é so mostrar que a gente precisa.

Cheguei pra gravar, me deram um figurino:

Um shortinho de laycra, com as laterais altas, que entrava ate a metade da minha bunda.

Uma sandalia de salto bem vagabunda, que me deixava toda empinada.

E um top 3 vezes menor que o meu tamanho que deixava meus peitos apertados dentro do decote.

Fomos gravar algumas bobeiras engraçadinhas, que no fundo é tudo desculpa pra mostrar as meninas. Voces sabem como que é.

A locação era um sitio que alugaram pra essa diária de gravação, entao nao teria plateia assistindo pra ficar tarado nos vendo.

Chantily na cara, chantily nos peitos, algumas empinadas pra camera focar a nossa bunda, poses, caras, tudo que é de prache nesse tipo de materia.

Acabada a gravação, as meninas foram se encaminhando pro banheiros pra tomarem banho. A produção foi desmontando tudo. Enquanto eu esperava a minha vez de ir pro chuveiro, o diretor de nucleo me chamou pra me “conhecer” melhor. Era o meu primeiro dia que gravava com ele.

Maozinha no meu ombro, alisando meu cabelo, as minhas costas, aquele papinho de tarado que ta morrendo de vontade de me comer.

– O xxx te mandou aqui, falou pra eu cuidar de voce. Quer dizer que voce é a nova protegida dele ne?

Eu so sorri sem graça

– Voce é muito bonita, nao precisa ficar com vergonha.

Aos poucos ele foi me puxando discretamente andando pelos corredores do sitio, enquanto as meninas tomavam banho no banheiro. Ele foi me conduzindo pelos corredores, e a medida que iamos andando, passava gente da produçao carregando cabos e aparalhagens.

Parecia que todo mundo ali sabia que o diretor estava me levando pro abate.

Com uma das maos nas minhas costas, ele andava e me “empurrava” pra frente, me conduzindo ate o ultimo quarto no corredor. Paramos em frente a porta e ele com um sorriso de filho da puta me olhando e dizendo

– aqui a gente dá oprtunidades, quem aproveitar as chances vai longe, mas quem fechar as portas nao volta.

NAO VOLTA!!

O recado era bem claro. Eu tinha conseguido minha primeira gravaçao, e nao tinha sido nada facil chegar ali. Mas se eu quisesse continuar naquele espaço, teria que entrar naquele quarto com ele.

O diretor apontava pra dentro do quarto perguntando se eu ia segurar a minha chance ou ia voltar pra casa.

Eu sabia o que tinha q fazer, e fui la disposta pra isso. Mas aqueles 3 segundos que voce respira e se dá conta que vai ser ali, vai ser naquele momento. Era isso que se passava na minha cabeça.

A produçao toda ainda tava no local. Todo mundo me viu indo pro quarto com o dietor. Todo mundo ia escutar tudo que rolasse la dentro.

As meninas se arrumavam pra ir embora ja sabiam o porque deu ter “sumido” provavelmente elas tambem ja tinham passado por aquele quarto.

O mundo inteiro sabia que eu tava indo pro abate. Isso era a maior barreira na minha cabeça, mas liguei o foda-se, engoli a vergonha e entrei pela porta.

Nao tinha mais volta.

Ele me mandou sentar na cama e ficava em pe na minha frente. Alisava meu rosto, meus cabelos.

– Voce tem essa carinha de menina levada que deixa a gente maluco.

– Brigada…

– Eu vou te fazer muito famosa… voce quer ser famosa?

– quero…

Acho curioso como os homens gostam de poder, de se sentir impostantes, poderosos. Ele falar que vai me fazer famosa, é uma forma de desmontar poder, acho que muito homem fica com tesao com essa imposiçao de poder.

Ele alisava meu rosto e me mandou abrir a boca. Eu abri, ele passava os dedos nos meus labios. Enterrou um dos dedos pra dentro da minha boca.

Um só, um dedo na minha boca. Eu chupei.

Fechei os olhos e chupei o dedo dele. Eu sei que era isso que ele tava esperando de mim.

Mas nao foi so o dedo que chupei… ainda de olhinhos fechados, ja senti outra coisa batendo na minha bochecha.

Uma piroca pulou na minha cara, e quando abri os olhos, so tive tempo de tirar o dedo dele da minha boca e ver que eu teria que chupar aquela rola na minha cara.

Ele segurava a pica na mao, meio que me oferecendo. Uma piroca na minha cara, mais um dia normal na vida de uma assistente de palco.

Segurei firme aquela rola, e fui deslizando a pica pra dentro da minha boquinha.

Eu sou uma chupadora de rola, e se era pra segurar a oportunidade, eu ia fazer bem feito chupando aquela pica todinha.

O batonzinho da gravação ainda se destacava na minha boca. Meus labios deslizavam na pica, borrando meu batonzinho naquele cacete duro na minha cara.

Posso não ter sido a melhor aluna da escola, mas eu sei chupar uma rola. E sempre usei isso a meu favor.

Segurava na pica e chupava aquela rola olhando nos olhos e fazendo cara de vadia. Se ele falou que eu tinha cara de menina levada, eu caprichei ainda mais na cara de vadia com uma rola na boca.

Ele em pé na minha frente, com a piroca na minha cara, eu sentadinha na cama, segurando a rola com uma das maozinhas e engolindo o cacete com a minha cabeça fazendo vai e vem indo e voltando, indo e voltando, indo e voltando.

Meus cabelos caiam pelo meu rosto, e acho que se alguem entrasse ali, so veria a minha cabeça indo pra frente e pra tras, pra frente e pra tras.

Ser modelo é saber ser uma boqueteira e engolir as picas que aparecem na vida.

Em meio a tantos movimentos com a cabeça pra frente e pra tras, uma das alcinhas do meu top escorregou pelo meu ombro, caindo pela lateral.

Foi a brecha que faltava pra ele segurar na outra alcinha e puxar pra baixo tambem.

Eu ali, sentadinha com uma piroca na boca, nao podia muito me defender, e em segundos meus peitos pulavam pra fora do top, enquanto eu mamava uma rola.

Acho q nao tinhamos fechado a porta. Eu apenas rezava pra ninguem entrar e me pegar ali de peitos de fora e uma rola na boca.

Minha imagem de santinha dependia disso kkkk que imagem de santinha? rs

Mas ninguem entrou, e nem me achavam santinha. So caprichei na cara de vadia e na cabeça indo pra frente e pra tras, por alguns minutos, ate o diretor gozar na minha acra toda, escorrendo pelo meu queixo e caindo porra sobre meus peitos.

Ele me xingava e gozava na minha cara. Eu ali sentadinha de olhos e boca fechada aceitando levar jatos de porra na cara.

Meu rostinho de princesa e meus peitos estavam todos lambuzados, mas acho que tinha deixado uma boa primeira impressão com aquele tarado.

Aquele boquete era tipo um teste, pra saber se eu tava pra jogo.

Ele me chamou pras gravaçoes seguintes, e nas vezes seguintes fui alem de uma simples chupada inicial.

Fui recepcionada por todo mundo ali , conversamos e matamos a saudade…

PACIENTE 150818-13.

Meus pais me mandaram pra Londres quando eu tinha 16 anos e só voltaria quando completasse a maioridade.

Tenho um irmão, ele tem 21 anos faz faculdade de engenharia civil e meus pais que tem seu próprio comércio.

Eu sou o tipo de garota que não tem o corpo muito escultural, meus seios são pequenos e minha bucetinha quase não tem pelos nenhum. Sou Loira com os cabelos longos dos olhos castanhos claros.

Cheguei em casa e estava todo mundo , minha mãe, meu pai , meus primos, meus tios. Passei os olhos pela sala e não encontrei João.

Fui recepcionada por todo mundo ali , conversamos e matamos a saudade.

A noitecendo todo mundo foi embora e eu dei graças a Deus por isso , pois estava morta de cansada.

Perguntei para mamãe onde estava o João, ela me disse que ele tinha mudado, vivia em balada ,chegava bêbado e estava mal criado. Eu não acreditei no que ela falou claro ,porque João era um garoto muito meigo quando fui embora.

Fui para o meu quarto que continuava intacto , tomei um banho e coloquei meu baby doll e fui dormir.

Acordei com volta das 3hrs da manhã e como não deixei uma garrafa de água no quarto tive que ir na cozinha.

Tomei água e quando estava voltando pro quarto ouvi alguém entrando em casa e foi então que vi João entrar bêbado em casa.

– João? – digo surpresa

– Lua ? – ele me olhou dos pés à cabeça! – que saudades – disse meio embolado.

– Você está bêbado? – Perguntei

– E pelo que vejo você está gostosinha – diz com um sorriso malicioso.

– Como pode dizer isso ? – me cubro com as mãos.

– A Lua pelo amor né, quando éramos mais novos você me chupava que nem um bezerinha, vai dizer que não sente vontade , me pau agora está maior, vai te fazer engasgar todinha – diz todo embolado.

– Você me obrigava, só porque me pegou vendo alguns pornos.- digo

– Vamos começar novamente com os favores trocados. – disse me agarrando.

– Você está bêbado João – digo quando ela já vem passando a mão pela minha bucetinha.

– Caraca Luazinha sua buceta tá tão gostosinha que antes. – disse me enfiando um dedo – você com essa roupa e não quer que eu te coma ? – me pergunta.

– JoAooo… você só me fazia… te chupar – digo entre gemidos.

– Mais agora você não é mais virgem não é? – diz – seja uma boa irmã pra mim e deixa eu comer essa sua buceta branquinha.

Eu não consegui resistir , ele começou a tirar meu baby doll e caiu de boca nós meus pequenos seios , ele estava tão louco de prazer que nem pensou pela Cabeça dele de nossos pais descerem pro andar de baixo.

Ele rasgou minha calcinha com a mão e me colocou encima da bancada da cozinha, abriu minhas pernas e começou a me chupar, passava a língua por toda parte , e caraca eu estava amando. Ele me chupava enquanto enfiava um dedo, metia sua língua na minha xota como se tivesse me fodendo com o seu próprio pau.

Sai décima da bancada e agachei e fiquei na altura de seu quadril, abri sua calça e tirei aquela tora de dentro da cueca, realmente o pau dele havia crescido , tinha umas veias e a cabeça continuava rosinha do jeito que eu gosto.

Coloquei na boca e comecei a usar chupar.

– pode passar anos e você ainda vai continuar me chupar como uma bezerinha – diz jogando a cabeça pra trás.

Ele fodia minha boca com todas as forças e eu engolia aquele pau até o último. Ele me levantou e me colocou de quatro ,eu já estava molhadinha e não faltava muito pra mim chegar no meu orgasmo.

Ele enfiou sem avisar e senti aquele pau dentro de mim , meu paaaaaaai amando ,ele me fodia que nem uma cachorra, ele enfiava e batia na minha bunda ,quando não batia com uma mão segurava no cabelo e outra me enforcava.

Continuamos a meter por uns 40 minutos em várias posição.

– posso… gorar dentro? – pergunto quase sem fôlego.

– aaaaan eu tomo remédio – digo entre gemidos.

Ele aumento o ritmo por uns 5 min e avisou que ia gozar e acabamos gozando juntos.

Cai no chão e fiquei respirando , como nunca fudi com meu irmão antes?

Olhei pra ele e ele exausto também estava no chão.

Ele se levantou vestiu as roupas e me disse.

– Seja bem vinda maninha, Obrigado pelo favor. – e subiu pro quarto.

FOTOS RECEBIDAS ESTA SEMANA….

OS COMENTÁRIOS SERÃO ENVIADOS AOS PROPRIETÁRIOS DAS FOTOS.

FINAL DE SEMANA SEM SOL E SEM CONDIÇÕES DE BONHO… QUE PENA.

It’s very hot in here….

Goto what you write..

MEU FINAL DE SEMANA FOI ÓTIMO…

Sozinha e lendo seus textos estou enlouquecendo…. venha escrever comigo.

Gostei dos seus conselhos…

Vou me liberar esta noite…

Um abraço Igor…

My husband has no idea…

O que você acho de minha historia….???

Fantástica sua ideia Igor. Funcionou perfeitamente.

That proves no or racist…

Publique minha historia….

Mais um final de semana….

Igor adorei sua ideia….

Tomei coragem….

Obrigado Igor…

Gostou do book ????

Igor acredita agora ????

Estou voltando e lhe escreverei melhor….

I can’t get rid of him…

Depois lhe conto os detalhes Igor….

Fridays…

Só para você…

SEXO MATINAL !

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O sexo matinal pode ser uma deliciosa e prazerosa maneira de começar (muito bem) o dia. Colocar o despertador bem baixinho alguns minutos antes do necessário e acordar o gato com peso do seu corpo pode lhe render mais saúde e humor. Acredite.

Diversos estudos afirmam que o sexo pela manhã pode trazer benefícios físicos e emocionais, além de aumentar o nível de felicidade entre você e seu parceiro. Para te incentivar a deixar a preguiça de lado e se render ao rala e rola de manhã cedinho, nós listamos 5 bons motivos para você fazer da transa matinal um hábito.

Melhor maneira de começar o dia não há – Fazer sexo logo pela manhã libera oxitocina, hormônio que promove sensação de aconchego e também faz você se sentir mais amada e conectada ao seu parceiro.

Faz muito bem pra saúde – Segundo pesquisas norte-americanas, o sexo matinal fortalece o sistema imunológico, aumentando os níveis dos anticorpos, protegendo seu organismo.

Ele vai durar muito mais – Pela manhã, após horas de sono e descanso, os níveis de testosterona dos homens são mais altos, o que garante mais energia e o desempenho dele vai ser muito melhor!

Transe no chuveiro – Vocês já iam tomar banho mesmo, então que tal deixar a atividade rotineira ainda mais gostosa? Além de não te atrasar para o trabalho, a prática vai te ajudar a eliminar algumas calorias e taralhar um pouco a musculatura das pernas. Para o encaixe ser ainda melhor, curve o corpo para frente e use o box ou parede como apoio.

Diminui os riscos de flagrante (dos filhos) – Uma rapidinha às vezes pode ser melhor do que nada e quem tem filhos sabe muito bem disso. E não é só isso, a pequena e gostosa sensação de serem pegos pelos pequenos ou se atrasarem mais do que deviam para as atividades do dia libera adrenalina no corpo, o que deixa a transa ainda mais intensa e gostosa.

E aí, ainda vai dizer que sexo pela manhã não tem lá suas vantagens?