Nua na cama, suando feito uma condenada, com um ventilador barulhento soprando sobre meu corpo, eu rolava de um lado para o outro tentando pegar no sono.

PACIENTE 11320

O barulho da trovoada já estava distante, mas da janela aberta do meu quarto, no sétimo e último andar, ainda dava para ver os clarões de uns relâmpagos no horizonte. A chuva passou, mas como sempre em Niterói, isso não significa que o clima ficará mais fresco.

No quarto ao lado, minha mãe e novo namorado, dormiam tranquilos no único ambiente com ar-condicionado funcionando. Já eu, não aguentando mais o ar abafado, vesti um biquíni e desci para a piscina do prédio.

Passei silenciosa pelo corredor e pelo elevador, parecia a única pessoa viva do condomínio. Atravessei um pátio quase escuro e repleto de folhas caídas no chão, obra dos fortes ventos e cheguei na piscina, também com muitas folhas sobre a água e algumas luzes dos postes apagadas ou queimadas.

Olhei ao redor, para as dezenas de janelas dos dois prédios e nenhuma luz acessa. Todos dormiam e algumas ideias começaram a passar pela minha cabeça. Até então, eu nunca havia tomado banho de piscina completamente nua. Olhei ao redor mais uma vez. Não havia ninguém. Então tirei a parte de cima do biquíni.

Estava, um pouco nervosa e ainda cobrindo meus seios, como se estivesse sendo vista por alguém. Deixei sobre uma cadeira e finalmente tirei a parte de baixo. Estava completamente nua, na rua, totalmente recém depilada e assim, como vim ao mundo, caminhei até o interruptor e apaguei as luzes que ainda estavam acesas, para só então entrar na água pela escada, sem fazer barulho algum.

A água estava boa, não muito gelada. Mergulhei e nadei umas poucas braçadas. A sensação de nadar nua era muito gostosa. Fiquei imaginando como seria fazer isso numa praia, ou como seria fazer isso de dia, na frente de outros.

Nadei até a beira mais escura e ao tocar na pedra senti algo molhado. Era uma peça de roupa. Peguei para ver e era uma sunga, tamanho adulto. “Alguém deve ter esquecido aqui antes da trovoada ou foi o vento que arrastou até aqui.” Foi o que pensei, mas o movimento na água e a voz masculina atrás de mim, provaram que eu estava errada.

– Opa, opa, opa! Esse calção é meu! – Disse o homem sendo simpático, mas mesmo assim me assustando a ponto de eu deixar a sunga cair na água escura e a perder.

Meu movimento foi automático, cobri meus seios e cruzei minhas pernas. Mas seria impossível ele ver alguma coisa naquela escuridão.

– Ah, me desculpa! Eu não sabia que tinha mais alguém aqui. – Falei tentando achar a sunga com a mão.

– Você não foi a única pessoa com vontade de tomar banho sem roupa nesse calor. – Ele disse confirmando minha suspeita de que havia visto tudo, desde que eu cheguei até me despir. Ele deveria estar no canto mais escuro e por isso eu não o vi.

Pensava em sair correndo, pegar minhas roupas e voltar para o apê. Mas seria uma sacanagem muito grande da minha parte deixar ele ali no escuro sem a sua sunga.

– Ah, eu deixei sua sunga cair. Não estou mais a encontrando. Deve ter afundado. Essas coisas deveriam boiar, não? – Tentei explicar para ele, enquanto ainda tentava tatear o fundo com os meus pés e rodava os braços em minha volta.

Sem ver ele se aproximando, acabei batendo com a mão no corpo dele. Foi em seu peito e braço. Era um peito peludo, braços grossos, mas não consegui identificá-lo. Pedi desculpas e ele disse que não foi nada, disse também que iria mergulhar para tentar achar. Senti suas mãos tocando nos meus pés, mas logo sai de seu caminho.

Então ele subiu para recuperar o fôlego e disse que não achou a sunga. E brincou dizendo que eu havia condenado-o a voltar nu até o apê dele. Só então me dei conta de que ele também estava nu. Fiquei tão preocupada com a minha nudez que não me liguei de que aquele estranho estava comigo dentro d’água, no escuro, com o pau de fora.

Eu sabia que ele estava bem perto, podia sentir na água e na voz dele. E de repente, meu pé pisou em algo. Só podia ser a sunga do meu vizinho.

– Acho que encontrei! Tô pisando em cima! – Falei um pouco alto, pela empolgação.

– Deixa que eu pego! – Ele disse se aproximando de mim a ponto de seu braço encostar no meu.

– Não precisa! – Eu respondi – Eu mesma pego!

E me abaixei dentro da água. Peguei a sunga sem perceber o quão próximo ele já estava de mim e ao subir, minha cabeça bateu em algo nele. Algo que se projetava para frente em minha direção e que esfregou no meu rosto enquanto eu subia. Estava morrendo de vergonha, pois já tinha uma ideia do que era.

Ele estava muito próximo e eu podia sentir seu pau duro encostando da minha barriga. Entreguei a sunga para ele, que me respondeu:

– Muito obrigado! Não vou precisar voltar exibindo minha rola até em casa! – E riu baixinho.

Eu ri junto, me afastando devagarinho, mas ele veio ainda na minha direção, me provocando ao se abaixar mais um pouco e fazer sua rola deslizar pelas minhas coxas. Sua provocação estava dando certo, eu estava cheia de vontade de pegar. Já estava namorando com o Júlio, na época, mas foram poucos momentos íntimos entre a gente. Eu estava com vontade de algo a mais. Algo novo. E ali, na água, no escuro, completamente nua com meu vizinho parecia o momento perfeito.

Então dei o sinal que ele estava esperando. Toquei e segurei nos braços dele. Meu vizinho me abraçou, puxando-me para cima dele e sua boca, com barba, me beijou o rosto, o pescoço e a boca, enquanto minhas pernas o abraçavam debaixo d’água, quase encaixando sua rola na minha xaninha. Não dissemos uma palavra.

Mas dentro da água não era fácil, parecia que seu pau e minha boceta perdiam um pouco da lubrificação natural. Ele tentava me penetrar mas não estava entrando fácil. Tentei ajudar com a mão e ele gostou muito do meu toque. Gemeu baixinho no meu ouvido e pediu para eu continuar. Fiquei batendo uma pra ele enquanto nos beijávamos.

Meu vizinho, que já estava encostado na borda da piscina, subiu para fora da água, sentando-se na beirada. Fiquei entre as pernas abertas dele, segurando-me em suas coxas e sendo tocada por ele em meu rosto. Me aproximei e sem cerimônia abocanhei sua rola. Mamei aquele pau comprido, pressionando-o com meus lábios, sugando com força e deixando o homem louco de tesão.

Quando ele fez sinal para me puxar para fora da água, subi em seu corpo deixando-o no chão de pedra, em cima das folhas caídas e rebolei em seu pau até me encaixar completamente. Cavalguei nele, com meus seios agarrados por suas mãos grandes e também peludas, tentando ao máximo segurar meus gemidos.

Quando ele disse que ia gozar, eu saí rapidamente de cima dele, me virei para fazermos um 69 e sentei minha xoxota na cara dele, obrigando-o a me chupar até eu gozar. Enquanto isso abocanhei mais uma vez seu pau e senti seu jorro quente enchendo minha boca. Engoli quase tudo.

Quando gozei, fiquei deitada sobre ele, ainda lambendo a cabecinha do seu pau, já meio mole, até que um estrondo nos assustou. Era a trovoada voltando com raios e uma forte chuva estava começando.

Corremos para nos vestir e finalmente vi quem era o sujeito: Seu Moacir, do outro bloco, quarenta e poucos anos, casado e com duas filhas, uma da minha idade. Era um coroa bonitão e que eu jamais imaginaria que ele fosse do tipo que curtia uma safadeza, sempre pareceu um cara tímido e fiel a bonita esposa.

No caminho de volta, tirei umas folhas que estavam coladas nas costas dele. Nos beijamos rapidamente e nos separamos. Fomos nos reencontrar na festinha de aniversário da filhinha dele, mas isso fica para outra consulta.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *