Mês: outubro 2017

Eu…

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Eu já não entendo

todo esse querer…

Esse amor, feito de atrasos

e tantas ausências, mas sei

que quando você

não está aqui, inunda-me

 um deserto de carências.

Igor Hunsaker.

E-MAIL RECEBIDO HOJE PELA MANHÃ… (Paciente 8546)

Não que eu goste de uma rapidinha, gosto de tudo completinho e com calma, mas tem hora que não resta alternativa, ai uma rapidinha no carro é um tesão. Tinha combinado com o Leo (o cara é casado ai que temos que aproveitar todas as brechas) uma bela trepada no final da tarde… Caiu uma puta chuva em Sampa que “parou” a cidade. Estava tudo alagado. O tempo passava e, por watzapp, nos falávamos pra definir se ainda “rolaria” nossa foda! Leo me respondeu que estava indo me pegar. Sendo assim, também fui para o lugar que tínhamos combinado. Chegamos quase juntos. Entrei no carro, rolou um beijo delicioso, peguei no pau dele, que já estava duro e perguntei: -Com essa chuva, o trânsito cagado, para onde vamos? Leo, sem pensar duas vezes, respondeu: -No estacionamento do shopping que fica aqui ao lado! Eu estava com muito tesão – Leo de pau duro e eu molhada. No caminho fui matando um pouco da minha vontade chupando o pau dele. A cada parada, eu intensificava a chupada e o Leo delirava. Quando o transito andava pedia para eu “pegar leve” ou parar. Eu morria de rir com a falta de controle e o medo dele. Eu não parava e Leo ia me xingando: -Para de chupar putinha, tem gente olhando… Eu molhada, já sem calcinha, continuava debruçada entre as pernas dele. Leo dirigia e passava a mão entre minhas pernas, com dos dedos tocando minha buceta, literalmente me dedilhando e se lambuzando. Quanto mais eu o chupava, mais ele me sentia, tesa, molhada, escorrendo! Entramos no shopping e paramos numa vaga bem escondidinha… O carro, apesar de ter insulfilm nos vidros, não era tão “escuro”. Ele deixou o motor ligado, por causa do ar condicionado, ambos bem à vontade, continuei o que estava fazendo – chupar aquela pica dura deliciosa! -Chupa putinha safada, mela bem ele que vou comer sua bucetinha. Eu adoro os “elogios” que o Leo me faz! Ele falando e eu com a boca encaixada na rola dele. Uma de suas mãos segurava meus cabelos que caíam no rosto e atrapalhava, e a outra mão brincava na minha buceta melada. A temperatura dentro do carro foi subindo e os vidros embaçando. Perto dali um segurança passou. Leo ficou olhando pelo retrovisor e viu que o sujeito não tinha notado nada e que tinha ido para outro lado. Continuamos, ainda mais frenéticos e o ritmo acelerado. Eu com rola dele todo dentro da boca, chupava sugando a cabecinha, lambendo de cima a baixo, passando a língua pela virilha, pelo saco, voltando a chupar batendo uma punheta… Leo adorava quando sugava com vontade a cabecinha, gemia alto, virava os olhos, puxava ainda mais meus cabelos, enterrava com força os dedos na minha buceta. Pedi pra ele chegar o banco pra trás, descer um pouco o encosto, sentei de frente no colo dele e me encaixei como uma luva na rola dura. Leo metia com muita vontade. Eu doida me segurava firme pra não gritar. O carro balançava. Leo não conseguia trepar devagar, nem eu. Ora me fodendo com força, ora deixando que eu cavalgasse. Mas sempre de olho no retrovisor. Até que a coisa foi intensificando, e eu me contraindo… O carro se “mexendo” certamente chamou atenção do segurança que bateu no vidro. Só deu tempo de pular para o banco do carona e tentar me cobrir de alguma forma. Leo desceu o vidro pra falar com o cara, que disse: -Melhor irem para o lado externo do estacionamento que é descoberto, e como está chovendo e escuro, não tem segurança rondando lá fora. O cara foi bacana! Mas podia ter nos deixando em má situação. Leo foi pagar o estacionamento. Tirou o carro de onde estava e parou em outro lugar. -Vamos terminar né?! Leo desceu novamente a calça. Ele continuava de pau duro. Seus dedos novamente em mim, tocando meu grelinho, e eu chupando Leo de novo. Em 5 minutos gozamos! Como estávamos no carro não podia deixar nenhum vestígio. Então aproveitei e engoli tudo o que Leo me deu e não desperdicei nada! E olha que não foi pouca coisa. Leo se vestiu e eu me arrumei. Saímos felizes e satisfeitos do shopping. Leo me deixou em casa, e essa foi a melhor parte, quando, depois de toda essa troca de fluidos, Leo me deu um beijo delicioso, com o gosto dele.

Quer saber um segredo?

Eu simplesmente adooooro esses beijos pós-gozada.

HUNSAKER.cupom desconto extracriar blog

E-MAIL RECEBIDO ONTEM… (Paciente 12134)

Imagina você Igor…

Domingo a noite meu marido me levou pra passear de carro numa praça escura…

Ele pediu para eu perguntar a um desconhecido onde se pode estacionar…

Eu abaixei o vidro e chamei os caras que estavam encostados em uma arvore, mexendo no pau… 

Eu olhei para meu marido com cara de desejo, como quem pede autorização…

Ele disse sim!

Eu a esposa segurei na rola do cara e comecei a chupar a rola de um desconhecido! 

Já teve tesão em ver sua esposa chupando varias rolas de caras desconhecidos?

Você gosta de fotografar para postar na net?

Atiçou sua imaginação não foi?

Chama sua mulher e conta pra ela esse teu desejo!

Tenho certeza que ela também vai ficar com tesão. 

Imagina o tesão dos caras que fazem doggin e que são abordados na rua com uma proposta dessa. 

Eu adorei chupar e ainda elogiei a gozada forte do cara na minha boca…

Quanto a minha resposta …

Você precisa de um Psiquiatra URGENTE

e seu marido, na verdade gostaria

era de estar no seu lugar chupando os homens…

Só não tese coragem de tentar…

Os homens poderiam não aceitar…

Mas você, se for realmente a do foto,

é BURRA mais bonita…

HUNSAKER

COMO TUDO COMEÇOU…. (Paciente 1562)

Meu nome é Marcela. Atualmente tenho 36 anos, mas o fato que vou relatar aconteceu quando eu tinha apenas 16. Eu morava em um prédio classe média em Porto Alegre, onde nasci e fui criada.

Desde pequena eu sempre convivi com os porteiros do meu prédio. A maioria estava lá há alguns anos, e todos me tratavam muito bem. Com o tempo fui crescendo e ganhando corpo. Meus seios são medianos, mas bem durinhos.

Meu bumbum é redondinho e empinado, e eu particularmente o adoro. Inclusive, na escola, minhas amigas sempre brincavam de apertar ele, mas isso é assunto para outro conto.

Sou baixinha, branca, com cabelos longos e pretos, e sempre despertei a atenção dos garotos. Quando cheguei aos 16 anos, vi que os homens sempre olhavam pra minha bunda, já que eu usava short jeans que mostravam a polpa da bunda.

Isso sempre foi um saco! Eu odiava aqueles olhares masculinos tarados e indecentes, como se estivessem memorizando meu corpo pra baterem punheta depois. Mas com o tempo me acostumei, e de uma hora para outra, passei a gostar muito de ser desejada pelos machos de plantão.

Sempre que eu entrava no meu prédio eu era bem recebida por todos os porteiros. No entanto, um me chamava a atenção: o Seu Marcos. Ele tinha a estatura mediana, não era tão bonito, mas tinha um charme, talvez fosse seu ar de homem bruto.

Ele era forte, com alguns pêlos sobre o corpo e uma barriguinha levemente arredondada. Todas as vezes que eu ficava jogando conversa fora com o Seu Marcos, eu não conseguia evitar dar uma olhada rápida no volume do pau dele. E ele, com seu jeitão rústico, parecia nem perceber.

Um dia, eram por volta das 18:30. Nesse horário a Dona Edilaine, nossa empregada, já tinha ido embora e minha mãe ainda estava no serviço (que ia até as 22:00hs). Apenas minha irmã ia chegar por volta das 19hs da faculdade.

Então, eu estava sozinha em casa falando com alguns amigos pela Internet, com um shortinho de ficar em casa e uma camisola. A campainha tocou e eu fui atender. Era o Seu Marcos.
– Oi, Marcela! Sua mãe pediu pra que eu trocasse a resistência do chuveiro dela! – ele disse.

Eu achei estranho, pois minha mãe não tinha dito nada sobre o chuveiro, mas deixei-o entrar assim mesmo. Ele foi pro banheiro da minha mãe e eu fiquei no meu quarto de porta aberta, continuando a conversa com meus amigos.

Depois de alguns minutos, fui até o banheiro para ver como andavam as coisas com o Seu Marcos, ver se ele queria um copo d´água ou coisa do tipo. Chegando no Box, vi que ele estava em cima de um banco, sem camisa e com a calça molhada.

Achei aquilo um pouco excitante, mas me contive e perguntei, fazendo charme:
– Tudo bem aí, Seu Marcos?
– Sim, tô com um pouco de dificuldade de desengatar essa resistência. Você que tem as unhas grandes podia tirar, é mais fácil! – ele respondeu.

Eu prontamente me dispus a ajudá-lo. Subi no banco e percebi que meu bumbum tinha ficado bem na cara dele. Isso me deixava um pouco desconfortável, já que meu short estava entrando na bunda, junto com minha calcinha e, daquela maneira não tinha como ele não olhar.

Tentei alcançar a resistência, mas não consegui. Ele me ajudou, colocando sua mão direita nas minhas costelas e a esquerda na minha coxa esquerda. Em seguida ele me levantou na tentativa de me deixar mais perto do chuveiro.

Ele me sustentou no ar assim por alguns segundos, mas senti meu corpo escorregar por suas mãos naturalmente, e sua mão esquerda passar de maneira bruta pela minha bunda. Aquilo foi tão gostoso. Eu percebi que tinha sido sem querer, mas ele também não fez questão de tirar.

Ambos ficamos sem jeito, e então tentei descontrair:
– Nossa, Seu Marcos! O senhor sempre olhou pra minha bunda… e agora deu pra saber como ela é de verdade.

– P-p-perdão, Marcela! Minha mão escorregou… e-e-eu não tive a intenção… – ele respondeu, já vermelho. 
Deixar um homem vermelho e gaguejando foi muito bom. O que mais eu poderia fazer? Aquela dominação me excitava.

– Além disso, o senhor sempre olhou pro meu peito! Vai querer pegar também? – eu disse num tom de brincadeira.
Ele não disse nada, ficou imóvel. Então levantei minha camisola, peguei a cabeça dele e puxei até entre meus peitos.

Meu deussss!!! Ele ficou louco, e começou a morder meus seios. Gemi de dor e prazer. Os biquinhos dos meus peitos doiam, já que o Seu Marcos chupava com força mesmo, parecendo um bebezão com fome. Lá embaixo senti minha buceta piscar. 

– Uhhhhhhhhh… mais devagarrrrr… chupa maissss… chupa… morde eles… agora o outrooooo… asssimmmm…!! – falei com a voz trêmula, adorando o que ele estava fazendo comigo. Enquanto ele chupava e mordia meus peitinhos, levei minha mão até a minha xoxota e a apertei, por cima do meu short. Meu corpo vibrou e minhas pernas tremeram.

O Seu Marcos estava muito tarado. Ele chupou, mamou, lambeu e mordiscou meus peitos de forma bem demorada mesmo. Logo em seguida ele passou a mão pelas minhas pernas e me levantou, encaixando-as em volta de sua cintura e me jogando na parede.

– Seu Marcossssssss… o senhor é tarado demaissssssss!!! – gemi e falei no ouvido dele. Logo ele beijava-me de forma agressiva, enquanto apertava com força minha bunda redondinha. Fiquei toda arrepiadinha quando ele passou a beijar minha orelha e foi descendo para o meu pescoço, amassando meu corpo contra a parede.

Nunca um garoto tinha tido aquela pegada comigo. Aquele sim, era um homem de verdade! A essa altura eu já estava começando a ficar molhadinha, doida pra tirar meu short e minha calcinha e ficar peladinha nos braços daquele macho tarado e safado.

De repente me lembrei que minha irmã já devia estar chegando.
– Meu deusssssss!!!… Paraaaaaa!… Paraaaaaa!!… Minha irmã já deve estar… – eu disse pra ele em tom desesperado.

Tarde demais. Ela estava parada na porta do banheiro e nos olhava com a mão por debaixo da saia. Quando a vi, ela sorriu de forma maliciosa.
– Minha irmãzinhaaaaaa… quem diria, heim?… Já está querendo dar essa buceta, é? – ela falou com a cara mais safada do mundo.

Nossaaaaaaa!! Eu estava vermelha como um pimentão, ainda enroscada na cintura do Seu Marcos. Eu não sabia onde enfiar a minha cara, de tanta vergonha que fiquei, e o Seu Marcos também, já que ele tentava falar alguma coisa mas a voz dele não saia.

Minha irmã ria deliciosamente, sempre esfregando a mão no meio das pernas, com a saia levantada. Ela foi entrando lentamente no banheiro e eu e o Seu Marcos ficamos ali, parados, sem saber o que fazer. Aos poucos ele foi me soltando e fiquei em pé ao lado dele, esperando o que ia acontecer.

Minha irmã se chama Marina e tinha 20 anos. Ela era bem parecida comigo, a diferença é que ela tinha cabelos ruivos e sardinhas no rosto. Já bem próxima de nós ela perguntou:
– O senhor gosta só de virgens ou também gosta de mais experientes?

Quando ela falou isso os olhos do Seu Marcos se arregalaram e ele tentou falar, mas apenas gaguejou. A Marina não perdeu tempo, partiu pra cima dele e o beijou na boca, em um beijo delicioso, de língua. Fiquei olhando os dois se beijarem e fui ficando assanhada de novo.

– Marinaaaaaaa… o que…?!?!? – levei um susto e tentei protestar. Mas não teve jeito. Minha irmã largou a boca do Seu Marcos de repente e começou a me beijar, na boca. Que loucuraaaaa!! Minha própria irmã me beijando.

– Shhhhhhhh… não fala nada… deixa eu beijar essa boquinha pro Seu Marcos ver!! – minha irmã disse enquanto eu ainda tentava escapar dela. Por fim deixei rolar. Aquilo tinha sido estranho. Era uma mulher, e ainda por cima minha irmã. Mas até que era bom. Em segundos eu senti uma sensação deliciosa com aquele beijo molhadinho que trocamos.

O Seu Marcos parecia não acreditar nos olhos dele. Duas irmãs lindas e gostosas se pegando na frente dele. Olhei para ele e parecia que ele ia ter um infarto. Logo ele se recuperou e nos agarrou novamente, e eu e minha irmã passamos a revezar na boca dele.

Enquanto eu o beijava, minha irmã me abraçou por trás, já abrindo meu short e enfiando a mão dentro da minha calcinha. Nossaaaa!!! O clima esquentou pra valer. Gemi desesperada quando os dedos dela tocaram meu clitóris, já durinho.

– Marinaaaaaaa… não faz issoooooo… meu deussssssss…!!! – falei quando minha irmã me apertou contra o Seu Marcos. Nessa hora ele se empolgou e enfiou a mão dentro da minha calcinha também. Logo eu estava levando umas dedadas deliciosas na minha buceta e no meu cú. Quando ele tentava enfiar o dedo na minha xota ou no meu cuzinho eu dava uma reboladinha e conseguia me esquivar.

– Vem cá agora… os dois… a brincadeira vai ficar ainda melhor! – minha irmã disse e nos puxou para o quarto dela. Percebi que ela estava dominando a situação e deixei, afinal, quem era a virgem ali era eu. Pelo que eu sabia, minha irmã já tinha dado tanto a buceta dela que tinha até perdido as contas.

Mal entramos no quarto e a Marina se deitou de barriga pra cima, levantou sua saia todinha na cintura e tirou sua calcinha.
– Chupa minha buceta, seu taradoooooo… chupaaaaa… agoraaaa!! – ela falou para o Seu Marcos, como se estivesse dando ordens a ele.

Ele não perdeu tempo, se ajoelhou entre as pernas delas, as afastou mais um pouco e caiu de boca. Quando vi aquilo um arrepio percorreu todo o meu corpo. Fiquei tão fascinada que um “Uauuu” escapou da minha boca. Minha irmã riu e me puxou pra cima dela.

Depois de me dar mais uns selinhos, a Marina tirou meu short e me posicionou agachada, com a buceta bem em cima do rosto dela. Fiquei sem entender, mas fiz o que ela queria. Com uma velocidade incrível ela afastou minha calcinha para o lado.

Nessa hora comecei a perceber o que ela queria e fiquei muito nervosa, mas não me afastei.
– Ahhhhhhhhhhh… aiiiii… isso foi muito gostosoooooo, Marinaaaaa!! – gemi e falei quando a boca dela tocou minha bucetinha.

Era a primeira vez que alguém fazia aquilo comigo, e justamente minha irmã.
– Ohhhhhhh… d-d-deussssssss do ceú… que é issoooooooo?!?… chupa, Marinaaaaa… chupa sua irmãzinhaaaaaaaa!!! – falei ao sentir a língua dela penetrar minha xota.

– Marcelaaaa… sempre tive tesão nessa sua bucetinha rosada!!… que delíciaaaaa… vou meter um dedinho pra começar! – a Marina sussurrou alto e já veio tentando enfiar o dedo na entradinha da minha xota. No início senti desconforto, mas a língua dela no meu grelo fez com que eu achasse aquilo delicioso. Logo o dedo dela entrava e saía da minha buceta, me dando muito prazer. 

Enquanto isso o nosso porteiro safado continuava chupando como um esfomeado a xoxotinha da Marina. Ela gemia e falava um monte de coisas que eu não entendia. Minha buceta já estava bem molhadinha e inchada. E eu estava louca pra dar ela pro Seu Marcos, queria sentir o pau dele dentro de mim, me penetrando pela primeira vez.

Depois de alguns minutos a Marina decidiu trocar as posições.
– Marcela, vem cá! Agora você vai aprender a fazer um boquete! – ela falou e concordei de imediato. Baixamos a calça do Seu Marcos e nos surpreendemos com seu pau. Era largo e cheio de veias.

Ele ficou de pé e nós duas sentadas na cama. O pau dele era muito cheiroso, cheiro de macho, e estava tão duro e grosso que já saía aquele líquido da cabeça. Peguei no pau dele um pouco trêmula, com medo.
– Pode pegar, sua boba… não morde não! – minha irmã falou e dei um sorrisinho sem graça.

O Seu Marcos era só alegria, e ficava nos olhando, passando as mãos em meu rosto de vez em quando. Enquanto eu admirava a pica dele a Marina segurou firme minha cabeça e me forçou a abaixar. Por instinto abri a boca e abocanhei aquela rola deliciosa. Eu nunca tinha chupado uma piroca antes, mas eu sabia mais ou menos o que fazer.

– Ohhhhhhhhhhhh… que boca mais gostosaaaaaaa, Marcela… você sabe das coisas, meninaaaaaa…!! – o Seu Marcos gemeu quando comecei a mamar o pau dele lentamente. Logo a Marina aproximou a boca dela também e, juntas, chupamos aquele caralho delicioso.

Eu estava muito assanhada mesmo, e minha irmã não ficava atrás. Começamos a disputar pra ver quem conseguia enfiar mais na boca. Algumas vezes nos beijávamos com o pau do Seu Marcos entre nossas bocas. Aproveitamos mesmo aquela rola, e babamos nela até escorrer.

Mas já estava na hora de eu dar pra ele. Ele me explicou que a melhor posição seria de quatro. Fiz o que ele pediu e fiquei de quatro na beirada da cama e, com a ajuda da minha irmã, fiquei com a bunda bem empinadinha. O Seu Marcos então tirou minha calcinha lentamente, expondo minha buceta aos poucos.

Depois de tirar minha calcinha ele começou a dar beijinhos na minha bunda, me deixando toda arrepiadinha.
– Está pronta, irmãzinha?… já está pronta pra virar mulherzinha no pau dele? – a Marina perguntou, toda sorridente.
– Sim… mas bem devagar, Seu Marcos… meu deussssss… se doer o senhor pára? – falei, quase chorando.

O Seu Marcos não falou nada, apenas caiu de boca na minha buceta, me chupando por trás. Mas que safado! Ele chupava minha xota e depois cuspia nela, me deixando toda lambuzada. Cada cuspida que ele dava eu me tremia toda e sentia um arrepio percorrer meu corpo.
– Já pode meter nela? – ele perguntou para a minha irmã.

– Sim… mete o pau nela… come essa safadinha… come… come ela bem gostosooooooo…! – a Marina disse e deu mais uma chupadinha na minha xota. Depois de juntar muito cuspe na boca, ela também deu uma cuspida na minha buceta, pra deixá-la bem lubrificada mesmo. Em seguida minha irmã abriu meu bumbum o máximo que pôde, e o Seu Marcos forçou a cabeça do pau dele na minha entradinha. 

– Aiiiiiiiii… páraaaaaaa… páraaaaa… por favorrrrr… é muito grandeeeee… nãooooooooo… diz pra ele tirar, Marinaaaaaa… tiraaaaa…!! – falei desesperada e tentei jogar meu corpo pra frente. Mas o Seu Marcos me segurou forte pela cintura e enfiou mais um pouco.

– Nãoooooooo… nãooooooo… não queroooo, Marina… não querooooo… está doendooooooooo… por favorrrrr… Seu Marcosssss… tiraaaaa… Marinaaaa… pede pra ele tirarrrr…!! – continuei reclamando enquanto o pau entrava cada vez mais, me abrindo aos poucos. Senti minha buceta arder, e o Seu Marcos me agarrando bem forte, querendo enfiar tudo.

– Que garota chataaaa!… parece que ele tá te matandooooo… que isso, Marcelaa?!? Vou calar sua bocaaaaa!! – minha irmã falou e veio pra minha frente, abriu suas pernas e jogou minha cabeça direto pra sua boceta, segurando firme nos meus cabelos.

– Chupa essa buceta, safadinha… chupaaaaaa… chupa e rebola na pica dele… deixa ele te comer bem gostosoooo… você não queria pau?… agora toma…!!! – a Marina disse e comecei a chupar a xota dela com muita vontade mesmo.

Que delícia era chupar aquela boceta, lisinha, cheirosa, e com o grelo durinho. Fiquei chupando e lambendo, enquanto o safado do Seu Marcos me comia com força, dando alguns soquinhos com aquela piroca. Eu podia sentir o pau dele me rasgando, mas estava muito gostoso aquele entra-e-sai na minha buceta.

Depois de algum tempo aquela pica já era uma delícia. Ele colocou um dos pés em cima da cama e conseguiu uma posição que fazia o pau entrar de cima pra baixo, enfiando até o talo. Na hora me deu vontade de gritar de tanto tesão.
– Mete mais forte, tarado!… Mete!… Come a tua menina, come! – eu quis provocá-lo.

O gostoso passou a meter mais forte e mais rápido, tanto que o barulho do seu corpo no meu já era enorme, mas não maior que os tapas que ele dava na minha bunda, tão forte que ela ficou toda vermelha e ardendo.

– Ohhhhhhhh… que gostosoooooo… meteeeee, safadoooo… o senhor ficou olhando pra minha bunda… agora bate nela… bateeeee… ahhhhhhhh… ahhhhhh…!! – falei e ele me deu mais umas palmadas bem fortes mesmo.

Mas a Marina também queria dar pra ele, e logo tomou uma atitude. Rapidamente ela puxou o Seu Marcos e o jogou na cama. Em questão de segundos ela se sentou no pau dele e começou a cavalgar, gemendo e falando um monte de sacanagens. Nossaaaaa!! Nunca imaginei que minha irmã era safada daquele jeito.

Mas eu queria mais. Fui pra cima do rosto do Seu Marcos e fiz o safado me chupar. Eu praticamente esfregava minha buceta na boca dele.
– Ohhhhhhhhhhhh…. vou gozarrrrr… vou gozarrrrrrr…!! – o Seu Marcos falou e a Marina saiu de cima dele rapidinho.

– Vem cá, Marcelaaaaa… rápido!! – ela falou e me puxou para perto dela. O Seu Marcos veio pra cima da gente igual um touro, e gozou em nós duas. Que loucuraaaa!! Ele encheu a gente de porra. Minha irmã ria descontrolada, ao me ver com porra até nos cabelos.

Confesso que achei aquela gozada no rosto meio nojento, mas hoje adoro. Depois dessa primeira vez minha vida mudou completamente. Hoje dou a buceta quase todos os dias e gozo até ficar bem fraca mesmo. Em outra consulta eu volto a lhe contar…

HUNSAKER. 

OS BLOQUEIOS MENTAIS DE NOSSA SOCIEDADE….

Resultado de imagem para BLOQUEIOS SEXUAISBloqueios mentais são obstáculos que nos impedem de perceber corretamente o problema ou conceber uma solução. Pela ação destes bloqueios, nos sentimos incapazes de pensar algo diferente, mesmo quando nossas respostas usuais não funcionam mais. Alguns bloqueios são criados por nós mesmos: temores, percepções, preconceitos, experiências, emoções, etc.

Outros são criados pelo ambiente: tradição, valores, regras, falta de apoio, conformismo, entre outros.

Os bloqueios são paredes invisíveis que nos impedem de sair dos estreitos limites do cubículo que construímos ao longo dos anos.

Os tijolos desta parede são feitos de nossos medos, frustrações, ansiedades e imposições da sociedade, família, colegas e superiores. Quando de sentir paralisado e incapaz de pensar diferente, relaxe e procure enxergar estes tijolos.

A consciência dos bloqueios mentais já é meio caminho andado no desenvolvimento de suas habilidades…

Igor Hunsaker. 

TENHO MUITAS VEZES…

Imagem relacionada“Tenho muitas vezes a impressão de que a minha

vontade é apenas um risco e que a minha decisão não

é senão uma aceitação da qual sou apenas uma

testemunha impotente…

Do poder que vocês mulheres possuem…

Porem a maioria nem desconfia…”

IGOR HUNSAKER

E-MAIL RECEBIDO ONTEM…

Meu marido Luciano é um cara extremamente envolvente, persuasivo, sabe ser convincente quando quer, adora situações românticas, eróticas e sensuais. E nós adoramos muita sacanagem e exibicionismo.  Ele adora transar com plateia, e fica louco de tesão quando sabe que tem alguém nos olhando. Na sacanagem, quando ele decide cercar alguém, ele sempre consegue convencer. Ele vai falando e fazendo as coisas de um modo tão natural e envolvente que quando a gente se dá conta já está acontecendo. Comigo também foi assim. Quando eu vejo o brilho nos olhos, e seu interesse em algo, sempre brinco “lá vem o golpe!” Mas quero contar uma história que ocorreu conosco quando fomos a uma festa da minha família no interior, que ia ser realizada no sítio do papai. Lá chegamos e todos nos festejaram, pois fazia bastante tempo que não íamos lá, já que estamos sempre viajando. Após as formalidades nos dirigimos a um grande galpão que lá existia, onde passaríamos a maior parte do tempo, inclusive a cesta da noite.
Todos os parentes estavam reunidos, tios, tias, avós, primos, primas, irmãos, etc. Fomos apresentados a uma prima que se chamava Jane. Essa prima, embora já a conhecesse, fazia mais de dez anos que eu não via. Na apresentação foi como se uma corrente elétrica passasse entre ela e meu marido.
Ele até que não deu muita bandeira. Eu notei porque o conheço. Mas ela não desgrudava os olhos dele e começou a se insinuar de todas as maneiras possíveis.
Comentamos o fato entre nós e deixamos o barco correr para ver no que dava. Toda nossa estada lá foi regada a muita cerveja, caipirinha, churrasco e música para dançar. Saiu ainda todo tipo de brincadeiras, tipo banho de lama, água, etc. Minha mãe, que de tola não tinha nada, me chamou em um canto e disse para eu cuidar da minha prima pois ela estava dando a maior bandeira para o Luciano e que na cidade ela era conhecida por suas sacanagens e putarias. Lógico que eu não ia lhe dizer que já havíamos sacado a tempo, e comentei que era somente impressão, que não era nada disso. No finalzinho da noite de sábado todos já estavam meio altos do chão e alguém sugeriu que fosse feita a dança da vassoura. Na primeira oportunidade que teve, a Jane tirou meu marido para dançar. Eu estrategicamente me afastei um pouco e fiquei olhando. Ela, sem cerimônia, colocou as duas mãos no pescoço dele e se grudou completamente, se roçando nele como uma vagabunda. Ele ficou de pau duro na hora, mas ficou frio. Procurou não dar bandeira.  Notei que ele falava alguma coisa no ouvido dela, e aí pensei: “esta dançou, já está na vara”.
No domingo à tarde, quando vínhamos embora, convidamos a Jane para vir no nosso carro, já que o do pai dela estava bastante lotado. Além disso, seria uma oportunidade para ela conhecer nossa casa e para também nos conhecermos melhor, já que não éramos tão íntimas assim. No caminho o Luciano parou em uma floricultura, comprou duas rosas, uma para mim e outra para ela, e ela comentou que nunca lhe haviam dado flores. Meu marido sorriu. E eu pensei: “Lá vem o golpe”
Chegando em casa ele preparou alguns salgadinhos e após alguns uísques e muita conversa ao pé do ouvido, a convencemos a ligar para seus pais e dizer que iria passar a noite lá em casa, já que ela estava de férias. Sentamos no sofá da sala e continuamos a conversar. Rapidamente a conversa foi para o lado do erotismo e sacanagem. O Luciano agarrava a Jane, lhe beijava o rosto, passava a mão em seus braços e pernas e ela me olhava meio desconfiada. No meio da conversa comentamos que adorávamos a praia do Pinho (nudismo) em Santa Catarina e ela nos falou ser assídua frequentadora com uma turma de amigos.  O Luciano a convidou para ir conosco na próxima vez que para lá fôssemos e começou a mostrar algumas fotos nossas de lá. Ela aceitou o convite e a situação com a maior naturalidade possível. Eu só pensava quando ele ia atacar e como. Ele levantou e eu imaginei, rindo por dentro, “lá vem o golpe de novo”.
O Luciano então, na maior cara de pau, falou que ia tomar um banho e ficou nu alí mesmo na nossa frente. Ele comentou ainda, com certo ar maroto, que ela estava vendo ao vivo o que já havia visto em fotos e que com certeza não deveria ficar chocada.  Na saída da sala ele me deu um chupão na boca e deu outro na Jane, que ficou muito vermelha, mas não fez nada para impedir. Eu pensei “não é que ele armou o golpe e se deu bem de novo?
Na volta, ao comentar que eu ia tomar banho, ele sugeriu que eu levasse a Jane junto, pois poderíamos continuar a conversa no banheiro. Ela topou. Entramos para a banheira e ligamos o chuveiro. Como eu conheço a fera, deixei a porta do banheiro só encostada e fiquei contando quanto tempo ele levaria para estar lá conosco.
Começamos a nos ensaboar e eu recém estava passando o sabonete nos seios da Jane quando ele abriu o box e entrou com o pau completamente duro. 
Ela, de início, se fez de difícil e tentou esconder os seios e a xana, mas logo entrou no clima. Aí foi aquela esfregação e bolinação. Eu ensaboava a Jane, que me ensaboava. E ambas massageávamos o Luciano e aí por diante.
O Luciano virou a Jane de costas e começou a ensaboar a sua xana por trás, me oferecendo aqueles peitinhos lindos, e eu chupei com vontade. E enquanto eu dedilhava seu grelo, ele enfiou nela por trás em uma só estocada. Ela ficou maluca e rebolava e mexia a bunda em círculos. Logo saímos do banheiro e arrumamos uma cama única para nós três, continuamos as nossa brincadeiras e o Luciano começou a chupar o grelo da Jane, enquanto eu enfiava o dedo no seu rabinho. Ele deu um tempinho e pediu para eu dar um tratamento especial para ela. Eu subi por cima dela e a beijei, chupei os seios, chupei a bucetinha dela e esfreguei minha xoxota na boca dela.
Em seguida ele a colocou sentada sobre a minha boca e começou a lubrificar a entrada de seu cuzinho. Eu comecei a enfiar a língua no fundo de sua xana e a chupar com muita vontade o seu grelo enquanto o Luciano lentamente ia metendo o cacetão naquele buraquinho. A visão que eu estava tendo era maravilhosa. Eu via aquele cacetão sumir aos poucos dentro daquela bunda maravilhosa. Ela começou a chorar, dizendo que estava doendo e que nunca havia dado a bunda. Eu comecei a chupar mais forte. Ela foi relaxando e o cacete entrou todo, ficando só as bolas de fora.  O Luciano começou a fazer o vai e vem. E eu comecei a lamber e morder o grelo dela. Ela começou a gozar convulsivamente e me retribuiu abocanhando toda minha xaninha. Parecia que uma descarga elétrica estava sendo descarregada no meu corpo e eu gozei violentamente.
Ela gemia, gozava, gritava e pedia mais. e dizia que estava maravilhoso.
O Luciano tirava toda a vara e enfiava tudo novamente até o cabo. E ela gozava e gozava. O Luciano, por sua vez, explodiu em um gozo enorme que escorreu do meio das pernas da Jane e eu lambi com muita vontade. Ele tirou o cacete do bumbum dela e meteu todinho em mim, e me bombeando até gozarmos novamente. Depois de mais algumas brincadeiras nós dormimos, cansados e satisfeitos.
No meio da noite eu acordei com gemidos e sussurros. Olhei para o lado e vi a Jane cavalgando novamente o Luciano. Tinha começado tudo de novo…

HUNSAKER.

EMANCIPAÇÃO, É A LIBERDADE ???

Resultado de imagem para MULHERQuando vejo aquelas mulheres que pensam que emancipação significa a liberdade de serem tão ambiciosas e sedentas de poder como o mais insensato dos homens, temo que as mulheres que se mantiveram intactas (autênticas) à sua maneira sejam postas em perigo por outras mulheres. É que já não se tratará apenas de se defenderem dos homens, como também daquelas mulheres que adaptaram a concepção masculina da liberdade. A “liberdade” de perseguir o poder para não terem de saber do medo torna-as cúmplices com o desprezo que os insensatos homens costumam ter pelo sexo feminino. Apesar de vos desejarem todos os dias intensamente…

IGOR HUNSAKER.