Ele chegou no domingo e fui busca-lo na Rodoviária….

PACIENTE 291118-6

Sou comerciante do ramo de moda praia. 
Meu sobrinho passou para a Faculdade no Curso de Administração na Federal e minha irmã que mora em outro estado me pediu para que meu sobrinho viesse morar comigo por um ano, no próximo ele iria para uma República.

Me falou por telefone que as despesas dele ela mandaria. Aceitei sem muito entusiasmo.

Moro só e não tenho costume de ter alguém comigo, ele iria mudar a minha rotina. Mas enfim!

Ele chegou no domingo e fui busca-lo na Rodoviária. Me surpreendi, um rapaz de 26 anos, mulato claro como nossa família, alto, sorriso largo, calmo pouco malhado e resolvido com suas malas.

Me beijou na face e fomos para o carro. Me contou as novidades da família e coisas do seu dia a dia. Me disse que sua mãe recomendou para trabalhar na loja quando estivesse de folga.

Chegamos e o encaminhei para seu quarto. Minha casa e confortável fica numa Vila de casa e mais seguro. Tem três quarto e dependência completa onde coloco as mercadorias.

Tenho 41 anos, formada em Designer de Modas, mulata clara, gostosa, bunda grande, seios fartos, estatura média, pernas e coxas grossas e cabelos abaixo do ombro.

Nós três primeiros dias, quase não nós encontramos, por conta da minha correria e das saídas dele para resolver a matrícula.

Na quinta-feira por força do hábito, saí de toalha na sala, e o encontro, fiquei sem graça e ele me olhou me despindo. Senti vergonha e saí rápido, me troquei e voltei a sala. Ele estava tomando café, eu nem sentei e tomei um gole de café com leite e fui escovar os dentes, passar batom e perfume.

Vim pelo caminho pensando que tenho quer ter mais cuidado. Não ofereci carona porque ele vista para outra região.

Na sexta à tarde, cansada só queria casa e cama. Arrumei o estoque, fechei a loja e fui para casa. Quando cheguei, tive uma surpresa, ele arrumou a mesa e tinha feito um jantar. Fiquei muda.
Disse:
– Nossa que surpresa agradável, mas não precisava ter trabalho.
Ele:
– É para comemorar minha matrícula e me colocar à disposição da sua loja. Tenho aulas à tarde. Posso ajudar pela manhã e à noite.
Disse: 
– Você veio para estudar e fico satisfeita se cumprir com suas tarefas. Vou tomar banho.
Ele:
– Te espero.

Tomei banho completo molhando o cabelo, passei sabonete e creme corporal. Vesti um short branco quase curto e sexy, uma blusa estampada e sandália dourada.

Quando entrei me olhou, invadi o ambiente com o perfume floral.
Ele disse:
– Vai sair? Está tão linda!
Disse:
– Não, não.
Ele: 
–   Então sou sortudo.

Me fiz de desentendida. Jantamos e lavei os pratos e ele guardou. Reclamei do cansaço.
Ele falou:
– Se quiser posso fazer uma massagem.
Olhei para ele sem graça.
Ele justificou:
– Aprendi num curso e faço muito bem.
Disse:
– Está bem.

Me deitei no sofá e ele massageou minhas costas. Movimentos suaves e relaxantes.
Ele falou:
– Se quiser posso fazer todos os dias.
Falei:
– Realmente, você tem mãos de fada, ou melhor de príncipe.
Ele retrucou:
– Sei encantar uma mulher.

Dei um pulo do sofá e disse:
– Vamos dá uma volta?
Ele:
–   Se quiser vamos.

Peguei a chave do carro e saímos. Fui mostrando algumas coisas interessantes. De repente colocou a mão na minha perna, tremi.
Falei:
– Diego sou sua tia esqueceu?
Ele:
– Tia é, mas também uma linda mulher, que venho desejando a semana toda.
Parei o carro e ele me beijou. Fiquei sem ação e excitada, afinal estava sem ninguém.
Rua escura e ele afagou meus seios e gelei. Ele se curvou e baixou minha blusa que quase sai e chupou meus seios.
Dizendo:
– Too louco sem dormir por sua causa. E agora com esses bicos acessos parecem dois faróis.
Me desencilhou da blusa pois estava sem solte-a, e segura os dois e chupava mordendo. Voltei a realidade e me arrumei e saímos.

Chegamos em casa. Descemos e ele me segurou pela cintura e abraçou. Entramos.
Dentro me beijou, não resisti e me entreguei.

Tirou minha blusa e se inclinou e chupou meus seios, “eles” adoraram aquela boca ávida… gemi… mordia e lambia… o tesão me invadiu a alma… gozei.

Voltei a realidade e entrei no quarto.
Passei a noite pensando nele.

Sou tenho 41 anos e meu sobrinho 26, ele com intensão de mim “pegar “e eu de “deixar”.
Passei a noite pensando nele, uma “tora “de mulato… de lábios grosso… boca grande… másculo … alto… pernas grossas… bunda empinada… com uma pica enorme…, mas não vi só sentiiii.

Me levantei, tomei banho e vim para o café e ele já estava fazendo exercícios. Dei bom dia, ele respondeu e disse que o café estava pronto.

Me sentei à mesa e veio. Conversei que não era certo que era sua tia, uma mulher mais velha e que se a família soubesse eu seria execrada.

Ele disse todos sabem que ele sente atração por mulheres mais velhas e que já teve dois envolvimentos os quais amou muito. Só não deu certo porque tinham filhos e ele queria fazer carreira acadêmica.

Eu disse: 
– Então façamos o seguinte, temos uma semana pela frente, arranje uma picante para namorar, para acalmar o fogo do sexo. E veremos como fica essa atração e que no próximo sábado voltaríamos a conversar. 
Ele concordou.

A moça que faz a faxina chegou. O convidei para ir à praia, ele aceitou. Tirei um biquíni novo da coleção amarelo e coloquei, me olhei no espelho estava de matar e vesti a saída de praia e fomos.

Chegando no local, tirei a saída e ele me olhava, amei seu desejo. Pedi para passar óleo de bronzear, ele passou e me estendia na toalha.
Ele disse:
– Vou caminhar e tomar um banho.
Eu apenas balancei a cabeça que sim.
Ele se foi.

Mais ou menos duas horas depois ele voltou, vermelho… suado… lindo…
Disse com uma voz branda:
– A praia é linda e limpa. A água morna, mas linda mesmo é você e deve ser morna … quente… suave… apetitosa… uma delícia de “mergulhar”.

Eu me desconcertei e estremeci.
Disse:
– Vamos? Ainda vou ao Salão.
Ele concordou.
Nos arrumamos, entramos no carro e viemos.

Tomei banho, almocei rápido e fui ao Salão. Fiz depilação, as unhas, e escovei os cabelos. Voltei e ele estava dormindo, acho que o sol o enfadou.

Quando acordou propus comer uma pizza num bar da praia. Ele aceitou na hora. Tomei banho, creme emoliente e perfume. Vesti uma calcinha branca minúscula com fecho nos lados, coloquei um vestido branco de costas nua e sandália salmon alta.

Quando sai do quarto, ele quase caiu de costas. Sorri no íntimo. Pegamos o carro e fomos. Ficamos num Bar de muitas garotas e mulherada lindas. Eu o olhava disfarçadamente e ele olhava as mais velhas, mas de forma geral.

Comemos camarão com legumes e arroz. Eu bebi refrigerante e ele uma cerveja. Ficou animado, dividimos a conta.
No carro, ele segurou meu rosto e me beijou com uma certa força, correspondi e ele apertou meus seios. Me soltei e ele me olhou.

Disse:
– Vai ficar me atiçando com esse corpão na minha frente, toda douradinha de peitão convidativo e bundão apetitoso, vai?
Puxou minha blusa e os peitões saem, cintilante com as marcas do bronzeado… duros… oferecidos… prontos…
Continuou:
– Too com a porra da pica doendo de tesão em você, com fogo de comer esse porra da sua xoxota.

Eu sentia a mesma coisa, um fogo naquele macho proibido… Deus de ébano.
E avançou nos seios, mordeu e chupou…gemi queria.
Eu disse:
– Melhor ir pra casa.
Ele:
– Vou procurar um lugar para morar senão enlouqueço, too afim de você, não é só para comer, é também para viver um romance.
Gelei.

Me aproximei dele e o beijei ele me puxou e tirou os peitões da blusa e chupou, chupou… mordeu, mordeu… mamou nos bicos… gemi. Puxou minha calcinha.
Falei no ouvido dele:
– Vamos pra casa fazer amor?
Balançava a cabeça que sim.
Fomos e chegamos.

Sentada no carro puxou o vestido.
Eu brincando disse.
– Me pegue lá fora.
Saímos do carro e ele me alcançou, tirou o vestido todo. Se afastou e me viu sensual ofegante e quase entregue, fechou os olhos e disse.
– Não vou deixar você pra nenhum homem, agora é minha.

Avançou nos peitões… mamou, mamou… sugou, sugou… lambeu, lambeu… eu berrava e urrava… ele mordia, mordia os bicos… doía queria gemia… ele enlouquecido me segurava pela bundona. Me apertando na sua rola…chupava puxando…gozei

Se desvincular dele e abri a porta, me alcançou. Puxou minha calcinha e passou a mão.
Disse:
– Sabia que era peladinha, macia. Nunca tive uma mulher assim. Quero-a na minha boca e na minha pica.

Me senti orgulhosa… desejada… amada. Me enlacei nos seus braços e me beijando o conduzi para meu quarto… minha cama. 
Ele se camisa, me abaixei e tirei junto calça e cueca. Ela pulou amarronzada… dura… saltando… grande… grossa… uma tora.

Ele murmurou:
– Quero “minha xoxota “na minha cara, sentir seu cheiro… gosto… e fudela toda na língua… 
Estremeço.

Ele se deitou, eu por cima e me escancarei na sua boca… na primeira respiração dele já estremeci… quente… cheira… lambe… gemo… me puxa e mete a língua… gozo… lambe… suga… grito…
Eu começo… chupando…lambendo… ele geme… abocanho toda toda… geme… chupo… cheirosa… pelada…e.

Me puxa me colocando de quatro e enfiou, estremeci, um tesão a flor da pele… vai enfiando… vou gemendo… ele diz… gostosa… apertadinha… lubrificada… minha minha… cachorrinha… gemo…ele minha priquitinha… minha mulher de cama e mesa… grito… gozo.

Ele continua… acelera… cadenciado…mulher de 400 talheres… madura… gostosa e mete, mete…tira e enfiiia e acelera e goza.
Beijo sua boca…

Tenho 41 anos, gostoso tipo cavalona, bunda grande boa de comer, peitões siliconados, bom de chupar e uma xoxota gostosa de ser chupada e fudida.

Ele 26 anos mulato da boca grande, boa de morde, pica grossa delícia para chupar… e um homem todo grande para me comer.

Trepamos o domingo quase todo, mas saímos para ir à praia e fazer as refeições.

Na segunda-feira fomos para a loja, apresentei-o às duas moças e um rapaz que trabalham comigo. Elas ficaram zoando-o, mas ele não se incomodou.

Na metade do expediente pela manhã, faço sinal e vamos para uma sala pequena de materiais. Entramos e fecho a porta colo nele. Me beija e tira minha blusa, me livra do soutean.

E… mama… gozo de primeira… chupa meus peitões doloridos… abro sua calça e puxo para baixo com a cueca, ele ainda agarrado nos peitões.
Eu seguro a pica grossa e grande que me arromba, está dura.
Digo rosnando:
–   Mor, não quer comer a minha bucetinha, agora não? Estou doida pra dá.
Balança a cabeça que sim. Tiro minha calça e a calcinha e sugo toda bronzeada.

Ele me olha e urra com minha sensualidade, segurando a pica, coloco um seio na sua boca dos lábios grossos para não fazer barulho. Ele chupa.

Rápido me acocoro e chupo sua pica, lambo e engulo. Me levanto e de costas me empino toda me segurando no armário e com a perna no banquinho.

Ele se aproxima, e enfia… me chamam… digo que já vou… enfia… me come… urro… com ela me arrebentando as entranhas da xota inchada … gozo… e ele goza.

Nós arrumamos sem fazer a higiene, não tem papel.
A tarde ele vai para a Faculdade e eu fico no trabalho.

A noite em casa, já na cama no meio da trepada.
Digo:
– Mor quero dar o cuzinho, apertado agora.
Ele sorri pois ama meu cuzinho.

Ele chupa a xoxota… lambe toda e me fode com a língua… a sensação é de uma pica menor, mas de pica… morde… eu gosto… gozo.

Me coloco de quatro na beirada da cama em cima das almofadas e enfia no cuzinho… grito… ele me arroba com a marra da rolona… mete, mete… choramingo… tira… enfiiia e gozo… continua… cadenciado e goza.
Enxuga meu cu e fica acariciando para acalmar o estrago.
Dormimos.

Todos os dias trepamos.

Estamos namorando, e somos ciumentos. Alguns já descobriram e acham normal.

Trepamos em casa… no trabalho… e nos Motéis.

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