Toda mulher na faixa dos cinquenta anos…

PACIENTE 281118-6

Toda mulher na faixa dos cinquenta anos, mesmo que tenha um casamento estável, uma vida resolvida, tem, no seu íntimo, fantasias sexuais inconfessáveis ao marido. A probabilidade de ele não aceitar é muito grande. Então a solução é ou curtir em silêncio, ou realiza-la, mesmo que seja uma única vez, para experimentar.
A minha, por exemplo, foi a de experimentar sexo a três, com outro casal. A minha curiosidade era a de experimentar saborear e ser saboreada por outra mulher. O outro homem seria mero coadjuvante, “nosso instrumento complementar”. Tenho a impressão que meu marido até talvez pudesse aceitar outra mulher no meio de nós, por que sexo com duas mulheres é a fantasia preferida de todos os homens. Mas eu acho que não conseguiria conter os meus ciúmes assistindo ele transar com outra mulher na minha frente. Melhor então sonhar…
Conheci Márcia num desses cursos de culinária para confeitarias. Ambas somos donas de casas de chá e servimos deliciosos docinhos, bolos, tortas aos nossos clientes. O curso tinha a duração de quinze dias, com cinco horas diárias, metade pela manhã, metade à tarde, com intervalo de uma hora para o almoço. Já no primeiro dia viramos companheiras de refeição num restaurante aconchegante próximo ao local do curso. Conversávamos amenidades sobre filhos, negócios, maridos, cada uma querendo especular sobre a vida da outra. Nada demais, a curiosidade feminina é assim mesmo. Lá pelo terceiro ou quarto dia, nossos assuntos, invariavelmente, derivaram para o sexo e, timidamente, acabei confessando a minha fantasia a ela. Para minha surpresa ela também me contou que tinha a mesma fantasia e os mesmos receios de ciúmes para com o marido. Foi mais além : admitiu ter um caso com um empresário, dono de restaurante, também casado e que discretamente se encontravam nas tardes do meio de semana, para extravasar sua libido nas luxuosas suítes de motel. Eram nesses momentos com o homem que ela chamava de “namorante”, meio namorado, meio amante, que ela liberava todo o tesão reprimido pela relação conservadora com o marido depois de um casamento de mais de vinte anos. Não se sentia traindo o marido por que encarava o sexo de maneira natural. Sexo com o tal namorante era muito diferente do sexo que praticava com o marido. Em casa, o normal de todos os casais. Fora de casa, uma loucura indefinível, uma adrenalina total. Nunca tinha passado pela minha cabeça transar com outro homem, por que fatalmente a minha educação me faria me sentir culpada de traição, mas, da forma como Marcia me falava, tudo parecia natural, sendo admissível eu repensar meus conceitos. Cada vez mais curiosa fui perguntando sobre detalhes desse relacionamento proibido que Marcia vinha tendo com o outro homem da sua vida. Provou a mim que era possível amar a duas pessoas ao mesmo tempo: as formas de amor a marido e a amante eram completamente diferentes. E tinha absoluta certeza de que aquele outro homem que ela amava não era um cafajeste mas a amava também e era absolutamente fiel a ela.
A cada dia em que almoçávamos juntas, Marcia ia me contando cada vez mais detalhes das transas dela, mas sem revelar particularidades ou intimidades deles. E Marcia me contou que ele também tinha a mesma fantasia de transar a três, com outra mulher e que chegaram a postar anúncios em sites de relacionamento. Os critérios de escolha, definidos em comum acordo eram: A mulher deveria ser casada, madura, na mesma faixa de idade, preferencialmente inexperiente e que curtisse a mesma fantasia. Beleza nem seria fundamental, por que a idade já prejudica um pouco a parte física, mas nem por isso aceitariam mulheres descuidadas ou com excesso de peso e dariam preferência a alguém com as mesmas atribuições físicas da Marcia. Não poderia ser conhecida, nem profissional do sexo. E que, até então, as poucas mulheres que mantiveram contato, não interessaram aos dois. Me passou o nome do site e o apelido que usavam no perfil para que eu o lesse.
Na semana seguinte, durante o almoço contei para Marcia que eu entrado no site e visto o perfil que achei interessante pois era mais rico em detalhes e reunia praticamente tudo o que imaginara para minha fantasia. Numa auto análise percebi que eu reunia todos os requisitos que eles procuravam e se não fossem os meus medos reprimidos e a minha absoluta falta de coragem, até eu me candidataria a participar. Ela me sorriu maliciosamente e começou a me entrevistar sobre outros detalhes mais, digamos, reservados, como fetiches, o que gostaria de fazer, o que esperava que acontecesse, etc., ao mesmo tempo que me revelava sobre o tratamento que recebia do seu cúmplice. Fiquei curiosa em saber mais sobre o homem que a fazia feliz em paralelo mas ela, discreta, só me revelava atitudes e algumas características físicas dele.
No penúltimo dia do curso ela abriu o jogo: Contou que no dia anterior tinha se encontrado com o namorado e trocado idéias sobre mim e inclusive mostrado o meu facebook para ele que, surpreso, disse que me conhecia e ao meu marido, que pelo menos uma vez a cada quinze dias, frequentavam o restaurante dele, mas que nunca sequer eu tinha “dado bandeira” das minhas possíveis intenções e até duvidou que eu estivesse interessada. Quando, por insistência minha, Marcia me contou quem era eu também me surpreendi, pois nunca imaginei que aquele homem cortês e atencioso pudesse ter um caso com uma outra mulher que não fosse sua esposa. E eu nunca o tinha avaliado com outros olhos maliciosos. Marcia acrescentou que ele tinha recebido muito bem a idéia e que, se eu tivesse mesmo o interesse de levar adiante a minha fantasia, ele me aceitaria com alegria. Fiquei constrangida com a revelação ao mesmo tempo em que pensava em como iria chegar no restaurante com o meu marido e casais de amigos com ele sabendo das minhas intimidades.
Encerrado o curso, eu e Marcia passamos a trocar mensagens pelo telefone, e quando queríamos um pouco mais de discrição, falávamos ao telefone ou eu a visitava na sua casa de chá e vice versa. Nossas conversas foram amadurecendo até o dia em que eu falei que estava decidida a experimentar. Meu primeiro passo foi ir ao restaurante dele com algumas amigas, dessa vez sem maridos por perto. Claro que ele, discreto, ficou na dele. De cara, pedi um coquetel de morango com dose dupla de sakê, para me desinibir. Tomei a iniciativa e perguntei sobre a Marcia, se estava tudo bem com ela, se ele a tinha visto recentemente, etc. e etc.. Como se eu não soubesse dela: tinha avisado a ela que iria no restaurante aquela noite para avaliar o possível “novo” integrante secreto do meu casamento. E a cada instante eu levantava da mesa para ir ao banheiro, só para me aproximar dele quando estava no balcão. Não tinha condições de engatar uma conversa mais longa. Quando percebi que ele saiu para fora para fumar seu cigarrinho eu, que nem fumo, saí também com o mesmo pretexto. Pedi a ele que me oferecesse um cigarro e entabolamos uma conversa mais interessante, depois que eu disse a ele algumas coisas que a Marcia me contava sobre os dois. Ele respondeu que sabia de tudo mas achava que o meu interesse poderia ser fogo de palha e me disse que, para um relacionamento dessa natureza era preciso muita consciência, pois não haveria volta. E que seria preciso existir muita cumplicidade e envolvimento e, claro, discrição e absoluto para não correr riscos de magoar as famílias de cada um. E que o sexo jamais poderia ser encarado como libertinagem, mas como consequência de um relacionamento entre pessoas que se gostam. Apenas falei a ele que gostaria de levar adiante a fantasia e que tinha vindo ao restaurante apenas para amadurecer a idéia, embora não imaginasse como seria na prática.
A partir de então começamos a nos encontrar os três mais frequentemente, ora na minha confeitaria, ora na dela e em outras casas de chá, onde aquela dupla de cumplices ia me doutrinando aos poucos. Gradativamente fui me integrando naquele mundo secreto deles e entrando em sintonia e sincronia com eles, aprendendo coisas peculiares que jamais poderiam ser compartilhada com os maridos e a esposa dele. Ele tinha um modo insinuante para explanar as suas preferências e Marcia ajudava. Falava sobre depilações, lingeries, brinquedinhos, vibradores e acessórios e palavras de sacanagem para a hora da transa e muitas vezes ilustrava as suas idéias enviando mensagens, textos e vídeos eróticos e sugestivos. Ministravam o ensino em doses homeopáticas naturalmente, para não me constranger e não me espantar deles, o que evidenciava o interesse deles em me agregar.
Essa lavagem cerebral durou uns três a quatro meses quando ele sugeriu o primeiro encontro. Criativo, ofereceria uma festa intima para comemorar nossos aniversários de cinquenta anos, já que a diferença de data era de apenas dois dias. Marcia aniversariava em 21 de abril e eu no dia 23. Escolhemos a quarta feira, dia 22. Confesso que na medida em que o dia se aproximava a expectativa me deixava cada vez mais nervosa e varias vezes eu cheguei a pensar em desistir. Mas, enfim, chegou o grande dia. Pela manhã, fui ao salão de beleza para uma atualização completa em mim, caprichando na depilação. Não sei como mas resolvi ousar e aceitei a sugestão da depiladora: um recorte com um coraçãozinho no púbis. Se meu marido notasse a diferença do costumeiro eu diria a ele que inventei para agradá-lo. Já tinha a desculpa pronta para a minha ausência ao trabalho naquela tarde: iria me inscrever num curso e, à noite, eu diria que o curso não interessou. Me impressionei comigo mesmo em inventar pretextos, criar situações e preparar mentiras para justificar uma idéia maluca que resolvi levar adiante. Sandálias de salto, vestidinho curto de costas nuas, sem sutiã pra não aparecer as alças e uma tanguinha de tule finíssimo na cor roxa, escondendo somente o necessário, um cheirinho doce atrás das orelhas, e lá fui eu ao estacionamento do parque onde havíamos combinado nos encontrar. Ele já estava lá e ao reconhecer o meu carro, estacionou ao lado, desceu do carro e cavalheirescamente abriu a minha porta, estendendo a mão para que eu descesse. Ele tinha uma forma cativante para me cumprimentar: Enquanto dava um beijinho na face direita, com as costas de dois dedos da mão direita me fazia um carinho na face esquerda. Isso é irresistível para uma mulher e o pior é que ele sabia muito bem disso. Márcia chegou dois minutos depois de mim. O cavalheirismo dedicado a ela foi igual ao meu com a diferença do beijo, na boca, pois, afinal, eram “namorantes” já há três anos. Quem sabe eu merecesse o tratamento de igualdade com a Márcia? Embarcamos no carro dele e rumamos para um motel classe A nas proximidades, onde ele escolheu a suíte mais fina. Eu já tinha ido a motéis com o meu marido mas, não sei se pela novidade ou pelo clima que reinava, fiquei extasiada com o ambiente. Era o meu último dia com quarenta e nove anos e o primeiro dos cinquenta da Márcia. Ele abraçou as duas ao mesmo tempo e um beijo suave na boca de cada uma. Explicou que tinha preparado uma festa surpresa para comemorar nossos aniversários e a maior surpresa foi quando ele tirou do bolso duas faixas de pano preto que serviriam de venda para nossos olhos enquanto preparava a montagem da nossa festinha. Pediu que sentássemos uma ao lado da outra na borda da cama e, para esquentar um pouco o ambiente, sugeriu que aproveitássemos para, com as mãos, nos conhecêssemos um pouco mais, uma a outra. Em silencio ele se movimentava pela suíte, e por duas vezes eu ouvi a porta do carro dele se fechar em sinal de que ele fora buscar algo lá. Senti ele colocar algo nos meus pulsos e nos tornozelos e imediatamente pensei que fossem algemas mas ele, se antecipando, disse que não me preocupasse, pois não era nada que nós pudéssemos pensar pra pior. Colocou algo parecido como aneis de borracha nos meus dedos e percebi que fez o mesmo com Marcia, que já confiava muito nele nada falou. Enquanto ele nos preparava para a festa, eu e Marcia começamos a nos tatear numa troca de carícias pelos braços, como a que explorarmos uma a outra. Reconheço que a venda nos olhos foi útil para evitar constrangimentos. Sentíamos a pele arrepiada uma da outra pela nova experiência que estávamos vivendo. Imagino que ele estava assistindo em silêncio nossas explorações mutuas. Encostamos nossas faces e pudemos sentir o cheiro uma da outra. Estávamos tão próximas e senti a mão suave dele no meu rosto fazendo com que eu e ela trocássemos nosso primeiro beijo, por sinal, delicioso e excitante, provocando em mim uma sensação nunca experimentada que me fez sentir úmida no meio das pernas. Aproveitou-se para nos beijar uma e outra até que experimentei o primeiro beijo triplo da minha vida. A essas alturas já estávamos deitados lado a lado com ele no meio e senti que ele já havia se despido parcialmente, ficando só de cuecas. Corri a mão pelo seu corpo e senti que Marcia fazia o mesmo, descendo pela barriga e, por cima do tecido fino da cueca, senti o pau dele enrijecido, duro como pedra. Márcia foi mais objetiva e enfiou a mão elástico adentro, abracando o pau dele com as mãos e, claro, completei o serviço removendo a cueca dele pernas abaixo. Estávamos ainda vestidas e ele, delicadamente abriu o zíper lateral do meu vestido e me ajudando a me libertar das roupas, fazendo o mesmo com Marcia. Ao remover as vendas dos olhos não houve constrangimento por estarmos seminuas ao lado de um homem completamente nu. Pensei que eu estava sendo muito ousada com aquela tanguinha roxa, mas mudei de idéia ao ver o que Marcia vestia: Uma faixa de renda branca com duas correntinhas prateadas que desciam pelas virilhas dela e se uniam na parte traseira para formar o fio dental. A buceta dela toda a mostra, toda depilada em baixo e, no púbis, um chumacinho de pelos ralos. Eu sabia que existiam calcinhas abertas na frente, mas assim nunca tinha visto. O ambiente estava escurecido, sobre a mesa estavam alguns docinhos e salgadinhos e um pequeno bolo com duas velas brancas acesas indicando os nossos cinquenta anos. Balões coloridos colados no teto e chapeuzinhos de festa completavam a decoração. Nos nossos braços aquelas pulseirinhas de neon colorido e pisca-piscas dos anéis nos enfeitavam. Bolinhas piscando estavam espalhadas por todo o ambiente, dentro de copos e taças. O espumante sobre a mesa nos enfeitava junto com três taças. Nos abraçamos a ele que nos encorajou a mais um beijo triplo. Era um movimento alucinante de línguas nas três bocas ávidas. Enquanto nos beijávamos senti a mão esquerda dele sobre o tecido da calcinha, e, pela lateral os dedos procurando minha buceta. Com a direita ele fazia o mesmo na buceta da Marcia. Notei que ela facilitava o manuseio dele, levantando a perna direita sobre ele. Fiz o mesmo e ele pode sentir, pela primeira vez a umidade que brotava de dentro de mim. Esfregava meu grelinho e percebi que os dedos da Marcia estavam junto ao dele e se alternavam em me bolinar e enfiar o dedo em mim. Eu me sentia aprendiz, embora soubesse que para eles também era a sua primeira experiência. Viramos os corpos e nos debruçamos na barriga dele e, sem descolar nossas bocas alcançamos o pau dele e compartilhamos com nossas línguas. Na posição que estávamos, oferecemos nossas bucetas a ele que as masturbava e chupava alternadamente. A excitação era tanta que comecei a sentir tremores pelo corpo inteiro anunciando que o gozo estava próximo. Eles perceberam e passaram a se dedicar a mim. Senti a boca da Marcia engolir meu grelinho enquanto ele enfiava dois dedos buceta adentro. Ainda por cima me incentivavam com palavras safadas do tipo “Goza gostoso, minha putinha” “Pede pra eu fazer você gozar” e eu pedia, quase implorava. Não houve como segurar. Gozei abundantemente nas bocas e mãos daqueles dois safados. Enquanto eu relaxava eles continuaram com a sacanagem deles. Marcia subiu sobre ele e ordenou: “Mete teu pau nessa buceta que é tua” “Quero teu pau inteirinho pra mim”. Não foi por muito tempo que relaxei. Ao ver aquela cena dos dois fodendo, não iria deixar de participar. Me esgueirei pela cama de modo a assistir, pelo ângulo das pernas deles, o pau dele entrar e sair naquela buceta. Descobri que existe uma diferença significativa em assistir a uma cena dessas num vídeo pornô ou assim, de pertinho, ao vivo e a cores: A segunda opção provoca uma excitação indefinível. Estendi minha mão para acariciar aqueles sexos unidos, direcionando o pau dele na buceta dela como se fosse escorregar pra fora. Ele fez Marcia gozar e ela se estendeu ao lado dele. Mas a principal fantasia de Marcia ainda estava por se realizar: ela queria ver o macho dela fodendo a buceta de outra mulher, no caso, a minha. Me fez sentar-se de costas para ele, arreganhar as pernas deixando a buceta escancarada, e encaminhou o pau dele pra esfregar no meu grelinho e depois coloca-lo para dentro de mim. Era a primeira vez que eu recebia um pau estranho em mim, mas gostei. Era um pau suave, de tamanho normal, que me penetrava. Comecei a subir até a pontinha daquele pau, quase saindo e descer engolindo inteiro. Marcia assistindo bem de perto delirava e aproximando o rosto, começou a lamber nós dois, provocando uma sensação indescritível em mim que me fez gozar pela segunda vez. Ele continuava incólume, ereto. Quando perguntei se não ia ejacular, me disse que isso era apenas um detalhe e que ele conhecia as técnicas do sexo tântrico e sentia prazer sem ejacular. Nunca tinha ouvido falar disso mas o certo é que aquele homem sabia foder uma mulher, dar muito prazer a ela, no caso elas, as duas. Relaxamos os três, um pouco, na banheira de hidromassagem, onde praticamos algumas brincadeiras na agua, trocando beijos e mexendo com o pau dele.
Resolvemos sair da banheira e ele com duas toalhas nos secou delicadamente, oferecendo os dois roupões disponíveis no motel. Ele enrolou-se numa toalha e eu ficava excitada só de pensar que por sobre ela, lá estava um pau prontinho para entrar em ação. Vestiu o chapeuzinho de papelão e cantou parabéns a você para nós duas, ainda decoradas com os enfeites de festa, estourou o espumante oferecendo as taças para nós que brindamos com os braços entrelaçados. Levamos o bolo de chantilly para a cama nos pratinhos plásticos que ele também havia providenciado junto com garfinhos. Sentamos na cama para saborear o bolo quando ele lambuzou os dedos no chantilly e lambuzou os nossos seios para em seguida lambê-los. Fez o mesmo com nossas bucetas, a esta altura já deitadas na cama e chupou deliciosamente. Não podíamos ficar em desvantagem: enchemos nossos dedos com o chantilly e recobrimos o pau dele inteiro e, as duas juntas, chupamos e lambemos o pau dele inteirinho, nada deixando de resíduo. Para remover o melado do açúcar resolvemos tomar uma ducha, os três juntos. No banheiro começou a bolinação entre nós três e em seguida voltamos a nos estirar na cama.. As melhores surpresas ainda estavam para acontecer. Marcia apareceu com uma pochete que virou sobre a cama, dali surgindo uma parafernália de acessórios para incrementar a transa. Vários tubinhos de cremes lubrificantes, spray estimulantes, géis que esquentam e que provocam geladinhos, dois anéis penianos com ranhuras, outros dois com vibrador bullet, duas capas penianas cheias de bolinhas de silicone e dois vibradores, um, mais fino, com uns 15 cm de comprimento e outro, em formato de pênis bem grosso com uns 30 cm de comprimento. Nosso homem se encarregou de nos lubrificar com os cremes e borrifar o spray direto nos nossos grelinhos, massageando-os e senti um calor subindo em mim. Marcia colocou um anel peniano em forma de estrelinha, o outro com o vibrador ligado. Peguei no pau dele para sentir a vibração e admito que era contagiante. Marcia ligou o vibrador mais fino e mandou que eu abrisse as pernas e esfregou na porta da minha buceta em movimentos circulares, e ensaiava penetrações rasas só para me excitar mais; ligou o outro maior e esfregava na própria buceta e me convidando a assistir, o enfiou inteiro nela, fazendo com que entrasse e saísse em movimentos simulados de uma foda. Tomei o vibrador menor da mão dela e o enfiei em mim, causando uma sensação indescritível por dentro de mim. Marcia pediu que eu a fodesse com o vibrador e ao mesmo tempo ela me foderia também. Trocamos as mãos e cada uma fodia a buceta da outra. Nós duas, lado a lado, nos fodendo e nos beijando, formávamos uma cena altamente sensual. Eu queria experimentar o grandão e quando ela enfiou em mim, ele me preencheu inteira e soltei um grito de tesão, mas pedi que ela o enterrasse até o fim. Obvio que não demorou muito para gozarmos juntinhas. Ele, na nossa frente, assistindo a cena, alisava seu pau. Ver um homem batendo punheta na nossa frente é altamente excitante. Foi quando ele vestiu a capa cheia de bolinhas e se intrometeu no meio de nós. Abri bem as pernas para recebe-lo em mim e ele introduziu aquele pau inteiro em mim e me fodeu gostosamente. A buceta de Marcia, bem aberta e lubrificada, esperava que ele a fodesse também. Fodia as duas mulheres, ora uma ora outra. Podíamos sentir o vibradorzinho do anel roçando do nosso grelinho. Subi por cima dele e Marcia sentou-se de frente pra mim com a buceta ao alcance da boca dele enquanto se debruçava para alcançar o pau dele fodendo a minha buceta. Estávamos elétricos de tesão e ela, arrebitando a bunda para cima, pediu a ele que enfiasse o vibrador menor inteiro no cu dela. Eu podia ver que ela rebolava freneticamente, gemia, gritava, urrava, pedindo que fodesse o cu “da sua puta”. Marcia tinha deixado de lado aquela aparência doce, de voz delicada, para se transformar numa puta insaciável, devassa, vadia por completo. E foi assim com essa imagem que vi Marcia se estrebuchar de gozo. Cheguei a pensar que eu nunca poderia ser tão puta quanto ela. Cheguei a ter inveja dela. Saimos de cima dele, removemos a capa de bolinhas e juntas passamos ao trabalho de, enfim, fazê-lo gozar de verdade. Chupamos, lambemos, manipulamos aquele pau que se ia avermelhando cada vez mais. Quando percebemos que ele estava com tremores pelo corpo inteiro intensificamos os movimentos vigorosos até que ele, não se aguentando mais, liberou a porra quentinha em jatos fortes que espirraram pelos nossos rostos. Durante uns vinte a trinta segundos ele ficou ejaculando à nossa frente. Marcia abocanhou o pau dele para sorver o que vertia. Eu, que nunca tinha experimentado nem a do meu marido, lambi na barriga e nos testículos dele e afastei a boca de Marcia para colher um pouco pra mim. Marcia lambia os beiços deixando escorrer esperma pelos lábios e me oferecendo a boca para que eu o degustasse também. Toda aquela tarde indiscutivelmente foi incrível. Nunca imaginei que pudesse ser assim tão gratificante. E o mais importante é que ao chegar em casa não me senti culpada por nada do que vivi com uma mulher e outro homem que não o meu marido. Aprendi com eles a viver como puta num mundo exclusivo de putaria.
Depois dessa minha estréia triunfal, prometi a mim mesma que iria tentar repetir pelo menos uma vez por mês e, claro, sempre com eles. Continuo frequentando o restaurante dele com toda a discrição por que meu marido sempre me acompanha e ele faz de conta que mal me conhece, mesmo que discretamente, deixe escapar um sorriso malicioso pra me provocar. Minhas visitas ao restaurante servem como senha para um novo encontro a três conforme eu e Marcia já havíamos combinado. De abril até agora já transamos sete vezes e hoje já não sou mais mera coadjuvante mas também uma protagonista como eles. Sou amante dele e da Marcia. A Márcia é amante dele e minha. E ele, amante gostoso de nós duas. E ele brinca conosco dizendo que existe coisa muito melhor que uma buceta… e completa: DUAS !!! Com toda a razão.

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