E ele, obediente estava deliciosos tapas, ela gemia, se contorcia de prazer.

Os corpos que já se conheciam se entregavam, as bocas se devoraram num beijo ardente, os lábios tenros, carnudos e ávidos em explorar a delicada boca dela, que entregue se agarrava a ele. As mãos, grandes, fortes e calejadas acariciavam, com a costumeira força tão desejada por ela. Se despiram numa dança rápida, jogou a sofá, buscou os seios, deslizou os lábios rapidamente, chegando ao seu sexo, ela arqueva em êxtase, a língua lisa sobre seu clitóris a levava a extrema loucura, os dedos penetravam a vagina sem cerimônia, encontrando o ponto g, pressionava, chupava, lambia, se deliciava com os gosto doce da sua buceta. Os dedos ágeis, foram em busca do objeto de desejo, o ânus, o cu que ele tanto deseja meter, sem medo, sem pena…dedilhou com destreza enquanto a língua explorava-lhe a bct, ela, entregue, se deliciava. Naquele instante ele era pra ela. A buceta, babava e lubrifiva, aproveitando se ele a beijou, ela sentia seu gosto, inebriados. Meteu com força, arrancando um grito de prazer, ela sentia aquele membro que, louco de tesão, pulsava, duro lhe invadia , ela pedia mais:
– mete gostoso! Mete com força.
Ele metia fundo, metia tudo sem dó, sem culpa!
– Bate, bate!
Ela pedia
E ele, obediente estava deliciosos tapas, ela gemia, se contorcia de prazer.
Não satisfeito, era o cu Que ele queria, ela ele, seu desejo. E o fez, lubrificado com o gozo dela, metia. A dor invadia, misturada com tesão e prazer, e sob os óculos, olhos lânguidos e assustados. Era dor? Era prazer? Aquilo o deixara louco e sem dó ele continuava metendo, até explodir num louco e alucinante gozo.

Encheu o rabo dela de porra!

Extasiado caiu de lado.

Era hora de acordar daquele insano sonho!

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