Eu disse que tinha adorado e que por isso eu o amava ainda mais pois ele, mais do que ninguém conhece meus segredos…

PACIENTE 221118-7

Há quem ache nosso relacionamento um tanto quanto estranho, outros podem até recriminar, mas a cumplicidade que existe entre a gente poucos casais têm.
Jorge, sabendo do meu desejo de conhecer seu irmão não perdeu tempo na primeira oportunidade que teve e armou para que nos conhecêssemos.
Me pegou após às 18:00hs no meu trabalho, como havíamos combinado e fomos para casa de um amigo. Como esse amigo tinha que trabalhar, pois trabalhava à noite, disse para ficarmos à vontade em sua casa. Assim que ele saiu, Jorge me disse que ia na lanchonete em frente compras cervejas até que eu tomasse um banho. Quando voltou eu já estava só de toalha sentada no sofá a sua espera. Chegou, tirou a camiseta e o shorts, ficando só de cueca, serviu um copo de cerveja para mim e um para ele e sentou em uma cadeira em minha frente. Ergui minhas pernas no seu colo e enquanto conversávamos, tomando cerveja ele foi acariciando minhas coxas até chegar na minha buceta já molhadinha e brincou com ela me deixando cada vez mais excitada. Nisso seu celular tocou, ele atendeu, conversou e desligou dizendo ser o irmão que estava vindo buscar algo que estava em seu carro. Quando ele se levantou para vestir sua roupa, me ajoelhei na sua frente, baixei sua cueca liberando aquele cacete duro e grosso deliciosamente teso só aguardando minha boca que não perdeu tempo abanando-o todinho, chupando, sugando, lambendo e beijando. Antes que ele perdesse o controle por completo e seu irmão chegasse. pediu pra que eu entrasse no banheiro, fingisse tomar banho até ele atender o irmão. Em protesto acabei concordando e fiz o que me pediu.
Passado algum tempo ouvi umas batidas na porta do banheiro e uma voz estranha me avisando que meu celular estava tocando. Abri a porta e me deparei sem mais nem menos com meu “cunhado”, peguei meu celular que a essa altura já tinha parado de tocar, então me voltei e perguntei onde estava o Jorge. O cunhado então se apresentou, dizendo se chamar Carlos, irmão de Jorge, se desculpando pelo irmão dizendo que ele teve que sair mais que retornava. Nisso meu celular voltou a tocar e quando atendi era o Jorge dizendo que estava do lado de fora da casa, que não ia entrar e que eu aproveitasse a chance de conhecer o irmão já que eu ansiava por isso. Quando desliguei disse a Carlos que, já que tínhamos que esperar então que aproveitássemos pra nos conhecermos. Servi um copo de cerveja para ele e um outro para mim, voltei a me sentar no sofá onde estivera antes, ergui minhas pernas em cima da cadeira onde Jorge estivera sentado e Carlos sentou-se em uma cadeira ao meu lado, quase em minha frente. Conversa vai conversa vem, comecei a provoca-lo, entreabrindo as pernas deixando minhas coxas amostra a ponto de ele perceber que eu não usada nada mais além daquela toalha enrolado a minha volta. Quando ele percebeu meu intensão também entrou no jogo me elogiando, dizendo que o irmão era um sortudo por ter uma mulher gostosa como eu…essas coisas que todo homem diz pra conquistar uma mulher. Até que perguntou se eu estava afim de dar o troco no irmão já que ele tinha me deixado naquela situação, disse a ele que sim, pois era isso que ele merecia. Então Carlos começou a acariciar minhas coxas que se abriram mais ainda com seu toque. Se levantou da cadeira em que estava e se sentou na minha frente onde Jorge estivera antes, continuou acariciando até chegar nela que já estava encharcada pela excitação que o Jorge provocara e agora com as caricias dele. Brincou um tempo com ela com as mãos, até que me puxou mais para frente quase me deitando no sofá, se ajoelhando na minha frente colocando minhas pernas em seus ombros e caiu de boca nela, chupando, sugando, mordicando meu clitóris, hora brincando com ela com a língua, hora me lambendo todinha, me fudendo com ela, me levando ao delírio, até gozar em sua boca, então ele se levantou, tirou sua roupa, chegou bem pertinho, erguendo minhas pernas, abrindo-as e me arreganhando todinha pra ele, ficou brincando com seu cacete na entrada da minha buceta até eu não aguentar mais e implorar pra ser fudida, invadida, e ele de pronto me atendeu, me fudendo, estocando, enterrando seu cacete na minha buceta, latejante e lambuzada de tesão. Me mandou ficar de costas, ajoelhada no sofá de bunda bem arrebitada para ele, e ele socou deliciosamente na minha buceta, enterrando seu cacete todinho nela até eu sentir ele encostar no meu útero, me perguntando se queria que o irmão estivesse ali com a gente. Disse que sim, que queria ele ali na minha frente agora pra chupar seu cacete enquanto era fudida pelo irmão. Então ele pegou o celular, ligou para o irmão, pedindo pra ele entrar. Como Jorge se recusou, passou o celular pra mim, pedindo que convencesse o irmão a entrar. Enquanto eu implorava para o Jorge entrar, Carlos ficava alucinado, me fudendo, socando mais e mais, até gozar gostoso nas minhas costas, enquanto isso Jorge se recusava a entrar dizendo que a festa era nossa e ele se satisfazia só de saber que eu estava me satisfazendo. Então Carlos pediu para que me virasse ficando de frente e ajoelhada pra ele, pedindo para eu chupar seu cacete sentindo o próprio gosto da minha buceta, eu não perdi tempo e abocanhei aquele cacete ainda não totalmente mole e o engoli todinho, sugando, chupando, lambendo, sentindo meu próprio gosto misturado com o dele. Então me levantei, fui até a janela, abri uma fresta nela vendo o Jorge encostado no carro, o chamei e ele veio ao meu encontro na janela, perguntando o que tinha achado da surpresa dele, e eu disse que tinha adorado e que por isso eu o amava ainda mais pois ele, mais do que ninguém conhece meus segredos, desejos e vontades…. 

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