Confissão de mulher, dou por ser tarada…

PACIENTE 210818-75

À noite, quando estou sozinha no silencio do meu quarto, pego-me em pleno questionamento: 
“Como posso gostar tanto de dar para os homens? Não consigo ter um só, tenho que dar para vários! Sou uma meretriz ou uma mulher sedenta de prazeres variados? Será que sou uma vadia qualquer ou uma mulher sincera em minhas atitudes?”
Estas perguntas sempre me atordoaram, mas nunca mergulhei no âmago da questão. Hoje, porém, resolvi ter a resposta. Não vou dar para ninguém esta noite! Vou lembrar-me das aventuras mais ousadas. As pessoas gostam de julgar as outras sem conhecimento de causa, nunca desmerecendo as santinhas! É; as santinhas que vão à igreja todos os domingos assistir a missa, confessam, recebem hóstia e tudo o mais, quando saem da igreja põe-se a falar da vida alheia e a noite dá a bundinha para o sacristão, chupa, faz de tudo e no dia seguinte retorna à santidade e dana de falar das vizinhas, amigas e quem vier pela frente. Usam saias Maria mijona para esconder o corpo tão devasso quanto de uma prostituta profissional. 
Mas a questão também não é essa. A questão é mais profunda ainda: Sinto um calor dos diabos ao ver um homem bem apessoado, imagino logo o tamanho do seu penis, o cheiro, o sabor, assim minhas entranhas ficam inundadas, eu tenho que arrumar uma maneira de dar para ele! Nem que seja atrás de uma árvore, dentro do carro ou qualquer lugar similar e que cause-me mais tesão ainda. O friozinho na barriga me devora quando imagino ele possuindo meu atrás, sinto o penis me arregaçando, tem momentos que sinto que vou desmaiar de tanto tesão. Meu cheiro mulher torna-se forte, eles sentem isso ao conversar comigo. Não tenho vergonha e muito menos pudor quando se trata de dar, fazer sexo, seja lá que termo for, eu dou e ponto final. Adoro um penis em minha boca, gosto de sentir a espermatozoide quente jorrar, sentir o sabor da vida, sim, afinal dela nasce à vida! É tão limpa quanto às palavras hipócritas espalhadas indevidamente pelas pessoas conservadoras, diga-se de passagem, as mais escrotas possíveis. 
Não me poupo o desejo de dar para mais de um homem ao mesmo tempo! Eu fico desorientada! Gozo muito. Vou ao extremo de não mais sentir minhas pernas, parece que estou morrendo! Meu corpo e alma se separam! Existe um momento que fico vagando no universo, vejo a lua, estrelas, o sol a vida de maneira geral. É uma sensação única! Nunca senti nada parecido em toda minha existência de mulher. 
Outra coisa que me questiono: Já tive relações fixas, mas… Pouco tempo resistia. Eu me dava toda, carinho, amor, cumplicidade, amizade, respeito, mas, chegava uma hora que não mais me satisfazia. Podia me comer em um carrinho de mão! De cabeça para baixo, eu não conseguia mais gozar! Tinha que ter outro corpo, outra energia, outro penis e de preferência maior, mais grosso e com cheiro diferente. Não basta ser homem, tem que ser diferente na essência da palavra, na carne, no espírito! Tem que ter pegada! Ser macho! Não estas perfumarias enganosas que vivemos no dia a dia! Embalagem linda, mas o conteúdo não existe! Alguns abrem a boca e só sai asneiras, abobrinhas e futilidades! Os malhadores nem pensar! Tenho nojo deste tipo fodão! Isso sem falar que penis não passa de amostra grátis, alguns nem fazem cócegas! Se enchem de bombas, mas não explodem! Mas no fundo me pergunto: Porque gosto de tapas na cara! Isso só deixo quem sabe! Tem que ter sensibilidade para bater na cara de uma mulher! Faz barulho, eu sinto mas não marca e nem fica roxo! Só amantes profissionais dominam a arte do bater! Tapas quentes em minha bundinha quando estou sendo comida por trás… Chego a me urinar toda de prazer! 
Os lugares sempre são os mais variados e inimagináveis possíveis. Assim foi meu caso de tesão com o Aguiar. Acho que ousei muito, abusei do direto de ter tesão: 
Era domingo e eu estava com ele na praia, a perseguida já estava pegando fogo! Fomos até a água, bem lá no fundo, e é lógico que dei para ele alí mesmo! O povo olhava meus gritos e não entendiam nada! Ou melhor, entendiam e olhavam com reprovação e censura. Deu para observar os cochichos, imaginava o que eles falavam de mim. Mas, não liguei! Dei a perseguida e não satisfeita virei e dei o atrás também! Quando saímos da água estávamos leves, parecia termos nascido naquele exato momento.
Já na areia, ouço o celular tocar insistentemente! Aguiar atendeu e ficou com cara de cachorro que caíra do caminhão de mudança. Era o pai dele que havia falecido! Bom! A esta altura dos acontecimentos tratamos de sair da praia e ir tratar do enterro! Passamos a noite no cemitério velando o corpo, aquilo estava monótono demais para o meu gosto. Foi aí que o tesão me atacou morbidamente! 
Disse a Aguiar que queria beber um chopp lá na rua, não aguentava mais a choradeira naquele local. Assim saímos caminhando em direção ao portão principal, foi quando de súbito e instintivamente olhei para meu lado esquerdo e vi um caminho escuro, cercado de árvores frondosas, corria uma brisa fria e convidativa para uma bela sacanagem funerária. Saí puxando Aguiar para a escuridão, ele até tentou recusar, mas não lhe dei muitas opções, quando viu já estava no meio do nada, apenas túmulos gélidos e um silêncio tenebroso. Mas meu corpo estava em brasa. Peguei logo o alvo do meu desejo e coloquei-o entre meus lábios sedentos. O penis de Aguiar era algo especial! Tal tamanho e grossura! Era o néctar das deusas. Então comecei a masturbá-lo freneticamente, mas não queria que gozasse, queria sim, o mais duro possível para meus planos devassos e ousados. Parei um pouco e pus-me a beijá-lo com sede de língua! Fui tirando minha roupa, logo estava totalmente nua, pus-me a despi-lo, ele relutou um pouco mas, no final foi vencido pelo tesão. Assim ajoelhei-me em um túmulo botei a bundinha para cima e Aguiar me enfiou a vara, alí! Dentro do cemitério, parecia que as almas residentes sorriam para mim. E ele foi fundo e com muita força, me arregaçou para valer, parecia estar possuído por um espírito tarado. Depois deitei-me e ele veio por cima de mim… O túmulo passou a ser nossa cama, e tome vara na vagina, já estava ficando ardida quando tomei um susto monstruoso. Era um homem lindo, parecia até ser sobrenatural, muito cheiroso, fato que me deu um tesão danado, Aguiar não conseguia entender nada, estava estático, paralisado. Aquele modelo de homem me agarrou de uma forma diferente, quando vi e dei por mim já estava sendo comida, queimava como fogo, o penis dele parecia ser monstruoso, eu parecia ser virgem, estava apertada demais , mas era o penis avantajado do tal homem, Aguiar não falava um ai sequer, estava hipnotizado, enquanto isso, olhava aquele macho lindíssimo me metendo a vara, foi uma trepada e tanto. Dei para os dois, Aguiar até gostou da sacanagem, quando vimos estava quase amanhecendo, o céu já mostrava-se claro, os primeiros raios de sol já despontavam no horizonte. Então fomos ao bar e tomamos um doze chopp’s, afinal, não poderíamos chegar no velório sem cheiro de bebida. Foi exatamente quando nos demos conta que todos sabiam o que estávamos fazendo, a irmã do Aguiar, curiosíssima nos seguiu disfarçadamente e ficou vendo tudo. Logo, mal amada, fez a reportagem toda! Não preciso nem falar que tive que seguir meu caminho, nunca mais saí com Aguiar, mas o tal homem até hoje me visita em meus sonhos eróticos, mas, bem verdadeiros e como são verdadeiros.
Agora, sinceramente, o que você acha IGOR? 
Sou mulher puta? Ou dou por ser tarada? 
E você? 
É o que neste contexto todo?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *