A patricinha burra da sala que em vez de estudar…

PACIENTE 150818-15.

Sempre fui a figura da patricinha popular da escola. Daquelas que os meninos tinham tesão e raiva.

A patricinha burra da sala que em vez de estudar, passava mais tempo arrumando namoradinhos com os meninos das turmas mais velhas. Mas o tempo passa, e quem estudou, vira médico, engenheiro.

E como a única coisa que eu fazia era chupar pau na escola, acho que chupar pau foi a única coisa que aprendi a fazer até hoje…

Sou a biaXXX@XXX.com 20 poucos anos, bunda como os tarados gostam, peitos como meu cirurgião caprichou, e completamente viciada em chupar pau.

A minha sorte é que pra tentar ser modelo, não precisa estudar, mas meus talentos com uma rola na boca ajudam bastante…

Vou contar pra vocês o que rolou num job que eu fiz um tempo atrás

Meu agente me passou um contato pra um trabalho que rolaria. Uma gravação pra um programa de humor. Seria coisa pequena, teriam outras meninas gravando. Mas naquela época, qualquer coisa sem muito destaque já era muito pra mim.

Aparecer de shortinho enfiado na bunda, mesmo que no fundo do quadro disputando espaço com outras modelos ja era um grande avanço no que eu tinha de carreira ate ali.

Todas começam mostrando a bunda, mas nao é so mostrar que a gente precisa.

Cheguei pra gravar, me deram um figurino:

Um shortinho de laycra, com as laterais altas, que entrava ate a metade da minha bunda.

Uma sandalia de salto bem vagabunda, que me deixava toda empinada.

E um top 3 vezes menor que o meu tamanho que deixava meus peitos apertados dentro do decote.

Fomos gravar algumas bobeiras engraçadinhas, que no fundo é tudo desculpa pra mostrar as meninas. Voces sabem como que é.

A locação era um sitio que alugaram pra essa diária de gravação, entao nao teria plateia assistindo pra ficar tarado nos vendo.

Chantily na cara, chantily nos peitos, algumas empinadas pra camera focar a nossa bunda, poses, caras, tudo que é de prache nesse tipo de materia.

Acabada a gravação, as meninas foram se encaminhando pro banheiros pra tomarem banho. A produção foi desmontando tudo. Enquanto eu esperava a minha vez de ir pro chuveiro, o diretor de nucleo me chamou pra me “conhecer” melhor. Era o meu primeiro dia que gravava com ele.

Maozinha no meu ombro, alisando meu cabelo, as minhas costas, aquele papinho de tarado que ta morrendo de vontade de me comer.

– O xxx te mandou aqui, falou pra eu cuidar de voce. Quer dizer que voce é a nova protegida dele ne?

Eu so sorri sem graça

– Voce é muito bonita, nao precisa ficar com vergonha.

Aos poucos ele foi me puxando discretamente andando pelos corredores do sitio, enquanto as meninas tomavam banho no banheiro. Ele foi me conduzindo pelos corredores, e a medida que iamos andando, passava gente da produçao carregando cabos e aparalhagens.

Parecia que todo mundo ali sabia que o diretor estava me levando pro abate.

Com uma das maos nas minhas costas, ele andava e me “empurrava” pra frente, me conduzindo ate o ultimo quarto no corredor. Paramos em frente a porta e ele com um sorriso de filho da puta me olhando e dizendo

– aqui a gente dá oprtunidades, quem aproveitar as chances vai longe, mas quem fechar as portas nao volta.

NAO VOLTA!!

O recado era bem claro. Eu tinha conseguido minha primeira gravaçao, e nao tinha sido nada facil chegar ali. Mas se eu quisesse continuar naquele espaço, teria que entrar naquele quarto com ele.

O diretor apontava pra dentro do quarto perguntando se eu ia segurar a minha chance ou ia voltar pra casa.

Eu sabia o que tinha q fazer, e fui la disposta pra isso. Mas aqueles 3 segundos que voce respira e se dá conta que vai ser ali, vai ser naquele momento. Era isso que se passava na minha cabeça.

A produçao toda ainda tava no local. Todo mundo me viu indo pro quarto com o dietor. Todo mundo ia escutar tudo que rolasse la dentro.

As meninas se arrumavam pra ir embora ja sabiam o porque deu ter “sumido” provavelmente elas tambem ja tinham passado por aquele quarto.

O mundo inteiro sabia que eu tava indo pro abate. Isso era a maior barreira na minha cabeça, mas liguei o foda-se, engoli a vergonha e entrei pela porta.

Nao tinha mais volta.

Ele me mandou sentar na cama e ficava em pe na minha frente. Alisava meu rosto, meus cabelos.

– Voce tem essa carinha de menina levada que deixa a gente maluco.

– Brigada…

– Eu vou te fazer muito famosa… voce quer ser famosa?

– quero…

Acho curioso como os homens gostam de poder, de se sentir impostantes, poderosos. Ele falar que vai me fazer famosa, é uma forma de desmontar poder, acho que muito homem fica com tesao com essa imposiçao de poder.

Ele alisava meu rosto e me mandou abrir a boca. Eu abri, ele passava os dedos nos meus labios. Enterrou um dos dedos pra dentro da minha boca.

Um só, um dedo na minha boca. Eu chupei.

Fechei os olhos e chupei o dedo dele. Eu sei que era isso que ele tava esperando de mim.

Mas nao foi so o dedo que chupei… ainda de olhinhos fechados, ja senti outra coisa batendo na minha bochecha.

Uma piroca pulou na minha cara, e quando abri os olhos, so tive tempo de tirar o dedo dele da minha boca e ver que eu teria que chupar aquela rola na minha cara.

Ele segurava a pica na mao, meio que me oferecendo. Uma piroca na minha cara, mais um dia normal na vida de uma assistente de palco.

Segurei firme aquela rola, e fui deslizando a pica pra dentro da minha boquinha.

Eu sou uma chupadora de rola, e se era pra segurar a oportunidade, eu ia fazer bem feito chupando aquela pica todinha.

O batonzinho da gravação ainda se destacava na minha boca. Meus labios deslizavam na pica, borrando meu batonzinho naquele cacete duro na minha cara.

Posso não ter sido a melhor aluna da escola, mas eu sei chupar uma rola. E sempre usei isso a meu favor.

Segurava na pica e chupava aquela rola olhando nos olhos e fazendo cara de vadia. Se ele falou que eu tinha cara de menina levada, eu caprichei ainda mais na cara de vadia com uma rola na boca.

Ele em pé na minha frente, com a piroca na minha cara, eu sentadinha na cama, segurando a rola com uma das maozinhas e engolindo o cacete com a minha cabeça fazendo vai e vem indo e voltando, indo e voltando, indo e voltando.

Meus cabelos caiam pelo meu rosto, e acho que se alguem entrasse ali, so veria a minha cabeça indo pra frente e pra tras, pra frente e pra tras.

Ser modelo é saber ser uma boqueteira e engolir as picas que aparecem na vida.

Em meio a tantos movimentos com a cabeça pra frente e pra tras, uma das alcinhas do meu top escorregou pelo meu ombro, caindo pela lateral.

Foi a brecha que faltava pra ele segurar na outra alcinha e puxar pra baixo tambem.

Eu ali, sentadinha com uma piroca na boca, nao podia muito me defender, e em segundos meus peitos pulavam pra fora do top, enquanto eu mamava uma rola.

Acho q nao tinhamos fechado a porta. Eu apenas rezava pra ninguem entrar e me pegar ali de peitos de fora e uma rola na boca.

Minha imagem de santinha dependia disso kkkk que imagem de santinha? rs

Mas ninguem entrou, e nem me achavam santinha. So caprichei na cara de vadia e na cabeça indo pra frente e pra tras, por alguns minutos, ate o diretor gozar na minha acra toda, escorrendo pelo meu queixo e caindo porra sobre meus peitos.

Ele me xingava e gozava na minha cara. Eu ali sentadinha de olhos e boca fechada aceitando levar jatos de porra na cara.

Meu rostinho de princesa e meus peitos estavam todos lambuzados, mas acho que tinha deixado uma boa primeira impressão com aquele tarado.

Aquele boquete era tipo um teste, pra saber se eu tava pra jogo.

Ele me chamou pras gravaçoes seguintes, e nas vezes seguintes fui alem de uma simples chupada inicial.

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