2019 foi um ano de mudanças para Maria.

PACIENTE 19320

Um emprego novo, sua entrada na faculdade. Tantas mudanças, em tão pouco tempo. Estava sendo um ano incrível.

Quando foi contar para sua amiga que começaria a faculdade em breve, esta a alertou: espero que tenha cuidado com o professor Miguel. Ele geralmente sai com algumas alunas. Não precisa nem dizer que aquilo ficou martelando em sua cabeça. Era estranho, errado, mas ao mesmo tempo, excitante. Como ela queria estar entre essas sortudas alunas…

Ela nunca esqueceria. Lá estava ela, uma aluna do 1º semestre da faculdade de Direito, descobrindo aquele mundo novo, ela que ainda era uma criança, de certa forma. Se sentia muito nova apesar dos seus bem vividos 18 anos. Foi quando o viu pela primeira vez. Miguel, alguém extraordinariamente inteligente para os seus 26 anos, em seu terno perfeitamente alinhado, cumprimentou a todos, com aquele sorriso que tirava o fôlego de qualquer uma. Não era do tipo malhado, mas seus cabelos castanhos e seus olhos cor de mel compensavam isso. Foi naquele momento que ela decidiu: ele seria dela.

Daquele dia em diante, ela não parou. O provocava de todas as formas que podia. Usava roupas que destacavam seus seios fartos, abaixava o óculos e arqueava a sobrancelha sempre que não entendia algo, mordia a boca sempre que ele a olhava. Ninguém poderia dizer que ela não estava sendo persistente. Mas apesar disso, ele parecia não notar. Isto é o que ela pensava.

Como uma faculdade não se resume em provocar os professores, Maria se esforçou muito nas provas, e isso rendeu à ela o posto de representante. Junto com isso, foi oferecido o cargo de monitora. E por obra do destino, a monitoria seria da matéria do professor Miguel. Era a oportunidade que precisava.

A monitoria consistia em assistir aulas no período noturno. E foi numa dessas aulas, que ela colocou seu plano em ação. A esta altura, já estava morando próximo à faculdade, uns 10min. Ao fim da aula de seu querido mestre, esperou todos irem embora, e como quem não quer nada, perguntou como ele iria embora. Ele respondeu que de carro, e olhou curioso, querendo saber onde ela chegaria com aquilo. Foi quando ela, com seus grandes e longos cílios, olhou inocentemente e disse que estava com medo de ir embora sozinha, e perguntou se ele não daria uma carona. Ele concordou no mesmo instante. Desceram juntos pro estacionamento. Aquela altura, já estava pulsando, imaginando como seria ter aquele homem todo dentro dela, acabando com aquele tesão que a consumia há tempos. Assim que entraram no carro, ele suspirou, olhou pra ela, como se estivesse sofrendo, e disse: “Você realmente quer me deixar louco, não é? Você não tem medo, menina?”. Foi quando ela olhou do jeito mais safado que conseguiu, e respondeu: “De jeito nenhum. Não tenho culpa se me deixou louca desde o primeiro momento que te vi”. Ele riu e disse: “Já que a culpa é minha, nada mais justo que eu consertar isso”. Era a deixa que ela precisava. Começaram um beijo urgente, cheio de mordidas, ofegante. Pararam apenas quando ela caiu de boca em seu cacete, que já estava pronto a esperando. Ela o fazia sem pressa, passando a língua levemente na cabeça, depois o lambendo até o fim. Depois o chupava com vontade, como se aquilo fosse vital para ela. E foi assim até chegarem no apartamento. Assim que chegaram, ele já a abraçou por trás. Maria quase explodiu de tesão ao sentir sua ereção, e soltou um longo suspiro. Se virou de frente pra ele, e lhe deu um beijo, quente, necessitado, que estava guardando a meses. Ele puxava seu cabelo urgentemente com uma mão, e com a outra massageava seus seios, o que a fazia gemer de leve. Desceu a boca até seu pescoço, e sentiu-a desmanchando em suas mãos, tamanho o prazer que sentia. Nisso já haviam chegado ao quarto, um ajudando o outro a se despir. Ela estava tão louca de tesão, que o jogou sentado na cama, e num movimento rápido, encaixou e começou a cavalgar, derrubando a cabeça para trás de prazer. Ele a fazia gemer, gritar de prazer, que era o que ela procurou por tanto tempo. Enquanto ela puxava seu cabelo, ele usava suas mãos firmes para apertar sua bunda, ao mesmo tempo que sussurrava em seu ouvido como ela era gostosa e fodia bem. Era o que ela queria. Não havia sentimento. Ela queria foder, queria ele a rasgando. E assim ele fez. Virou e a deixou de quatro na cama, e enquanto ouvia ela pedir que a chamasse de “sua putinha”, estocava com toda força que tinha. Mas nenhum dos dois estavam satisfeitos ainda, queriam mais. Ele a virou novamente, desta vez deixando-a deitada. Foi quando começou a chupá-la, sentindo todo o prazer que havia proporcionado a ela. Ela enlouquecia, sentindo sua língua quente e rápida, que estava estimulando todas as terminações nervosas possíveis. E ele continuou, porém agora também inserindo seus dedos ágeis em sua intimidade, praticamente os perdendo por lá, de tão molhada que estava. E em meio a gemidos, gritos enlouquecidos de tesão, ela gozou, e ele também queria chegar no máximo do seu prazer, claro. Maria se ajoelhou em sua frente, e começou a chupá-lo novamente, com vontade, tesão, luxúria. Ao mesmo tempo que o engolia todo, olhava pra cima com aquela cara de puta e dizia: “Quero você gozando na boca da sua vadia”. Ele obedeceu, e aquele jato quente veio, lambuzando sua boca, que ela engolia com gosto, como se necessitasse daquilo. Suados, com os corpos trêmulos e quentes, adormeceram rapidamente.

De manhã, Maria acordou no mesmo horário de sempre, quando olhou pro lado de sua cama e não viu ninguém, havia apenas um bilhete. Nele estava escrito: “Te espero na minha aula hoje, minha putinha. Ass: Miguel”.

Ela mal podia esperar por mais uma aula…

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