Era um sábado de sol…

PACIENTE 18320-2

… estava um dia lindo, meus avós que moravam no andar de baixo da minha casa haviam viajado, já fazia dois longos dias que não via meu namorado, e meu coração e meu corpo já tinham um misto de saudade e desejo, quando ele veio na minha casa com um amigo nosso, conversamos e eles já iam embora, quando pedi ele que voltasse, e disse: Meus avós viajaram, trás camisinha mais tarde.

É claro, ele já entendeu quais eram minhas intenções, que quase sempre não são boas (Ou melhor, são sim).  Mais tarde escovei os cabelos e fui tomar banho, depilei as pernas, barriga e tratei de deixar a  xota bem lisinha, raspadinha.

Por volta das 19:30 ele chegou, eu estava vestida com uma blusa coladinha, e uma saia que ele adorava, (sempre dizia que me deixava muito sexy), ele com uma camisa e uma bermuda jeans, 1,76 de pura sensualidade, já com as chaves da casa de baixo, então falei para meus pais que ia em um churrasco na casa de uma amiga, eles acreditaram na história (Embora minha mãe como sempre ficava desconfiada), ela pediu as chaves da casa, mais eu como uma amante do sexo, e muito persistente dei chaves parecidas e fiquei coma as outras.

Então descemos entramos rápido, para que ninguém percebesse,  e quando o colchão já estava no chão, a sala escurecida, um clima de medo e muita excitação ao mesmo tempo,  ele deitou e então fui por cima dele, comecei a beijá-lo, primeiro na boca, o pescoço, tirei sua blusa, e fui beijando seu peito descendo e dando umas mordiscadas, tirei sua bermuda, peguei em seu membro já duro, bem rígido, e aquilo me fez arrepiar, sentei em cima dele e esfreguei minha xota, enquanto o beijava com vontade, ele me ajudou a tirar a blusa, e foi deslizando a mão pelo meu corpo,  segurava forte minha bunda, e dava uns tapas de vez em quando, tirei sua cueca, e comecei a chupar aquele pau delicioso, como eu gosto de chupar ele, lambia a cabeça, suas bolas, e sempre dava uma lambidinha suave, entre suas bolas e seu anus, coisa que quase sempre fazia ele dar um suspiro, chupei bastante, chupava com vontade, o gosto do pau dele me fazia querer cada vez mais, chupar e chupar,  e já não aguentava de vontade quando voltei a beijar sua boca, minha buceta queria seu pau cada vez mais, então tirei a saia, ele tirou minha calcinha, e me esfreguei um pouco nele, enquanto ele tirava meu sutiã, e já com muito tesão sentei nele, lentamente, me subiu um calor, comecei a sentar, naquele pinto grande e duro como nunca, então por uma fração de segundo pensei na sorte que tinha por ter aquilo tudo só pra mim, e aquilo era bom pro meu ego (como era bom saber que aquele pinto me desejava), sentava e rebolava nele, sentindo o calor do seu corpo, querendo me fundir nele, nunca desejei tanto um homem, de repente ele me virou, e veio por cima,  foi metendo cada vez mais forte, enquanto eu dizia, isso, vai, come minha bucetinha vai, um sorriso brotou no seu rosto, então apoiou minha pernas em seus braços, elevando meu corpo, e perguntou oque você disse? E eu dizia come bucetinha vai, aaaaah, gemia e sentia ele me foder com tudo, enfiava aquele pau todo em mim, me comeu de frente, de lado, por cima, por baixo, chupava meus seios, e estávamos completamente sem fôlegos, estava em cima dele sentando com força quando comecei a gozar e a pensar me  come, vai, me fode delícia, aiiiii, já tinha perdido as forças, quando ele começou a se movimentar dentro de mim, indo cada vez mais rápido, aquilo tava me deixando louca de tesão, estava perdendo os sentidos, saindo fora de órbita, parecia que ia sair do corpo, então pedi que parasse, para me recompor, e disse em seu ouvido: Tá querendo me matar de tesão né.

Ele pediu que fizéssemos uma posição que uma vez havíamos feito  e ele gostava, então agachei no sofá, apoiei minhas mão na parede, ele veio por trás de mim e enfiou tudo foi metendo com força, rápido até que gozou, ficamos por um instante deitados juntos, nos recompondo, descansando daquela L.O.U.C.U.R.A, começamos a escutar vozes, e minha irmã com raiva pois meu pai estava mandando seu namorado ir embora, começou a insinuar que estivéssemos lá dentro, juntamos e arrumamos tudo, vestimos nossas roupas, o coração tava à mil, toda gelada de medo, subimos para um quartinho e entramos debaixo da cama, minha mãe pulou a janela da casa e nos achou, meu pai deu uma bronca, e eu e ele nos segurávamos muito pra não rir daquilo tudo, respeitando enquanto ele falava, mais depois caímos na gargalhada lembrando da situação, meu namorado claro ficou com vergonha pediu desculpas, mas com certeza aquilo tudo valeu a pena, foi I.N.E.S.Q.U.E.C.Í.V.E.L.

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