RELATO QUASE PESSOAL…

POR FAVOR IGOR PUBLIQUE O MEU EMAIL EM SEU SITE.

EMAIL RECEBIDO LIDO, RELIDO E AGORA PUBLICADO A PEDIDO…

Você sempre curtia minhas fotos, enviava em ojis nas fotos, mas nunca havíamos conversado. Então resolvi mandar mensagem.

Você era um cara discreto, de poucas fotos, quase todas apenas com a metade do rosto. Mas o pouco que você mostrava já me atraia, tinha um ar de mistério, de sedução.

Conversamos até a madrugada, e a cada mensagem ficava mais divertido, não nos faltava assunto. A conversa foi esquentando tanto, que eu já estava ficando molhada, e o pior (ou melhor), sem você dizer nada demais, ficava tudo subentendido e você brincava com minha imaginação. 

 Eu me senti à vontade o suficiente pra mandar uma foto. Coloquei uma camiseta curta e soltinha, depois, a calcinha mais linda da gaveta, preta, cheia de tiras no quadril. Fui até o espelho e levantei um pouco a blusinha, deixando só um parte bem pequena do meu seio à mostra. Enviei. Você veria a foto apenas uma vez, por 10 segundos. E isso deixou você pirado!

Em seguida eu disse que queria fazer um jogo, de perguntas e respostas. Você topou, todo curioso, então comecei. 

– Se nós estivéssemos em uma praia deserta, só nós dois, o que estaríamos fazendo?

– Estaríamos pelados, deitados embaixo de um coqueiro em cima de uma canga.

– Sua vez de perguntar.

– E se nessa praia deserta, eu colocasse meu pau no meio das suas pernas e começasse a esfregar, beijando seu pescoço e mordendo sua boca, o que você faria?

– Eu gemeria bem baixinho no seu ouvido, pedindo mais, mordendo sua orelha e olhando bem nos seus olhos com cara de tensão.

Não costumo dizer esse tipo de coisa na internet, mas eu já estava aguentando de tanto tensão, queria Você em cima de mim. Mas como? Se Você morava em outro estado e só iria pra minha cidade no mês seguinte? Eu não iria me segurar.

Pedi uma fotinho também. Você enviou logo em seguida, segurando com força aquele pau duro, todo lambuzado. A cabeça era toda rosinha, fina, e ia ficando mais grossa, e grossa até a base. Eu notei todos os detalhes daquela escultura, conseguia ver todas as terminações, em veias enormes, aquilo me dava muita excitação, vontade de por todinho na boca, chupar, lamber, babar. Mandei um áudio pra Você contando todos os detalhes do que eu tinha achado da foto, voz baixinha, bem perto do microfone.

Eu já estava quase explodindo, quando Você deu a melhor ideia possível. 

– Vamos fazer uma chamada de vídeo?

Não pensei duas vezes, era arriscado, mas o risco deixou tudo mais intenso. 

Recebi a notificação da chamada de vídeo, atendi mostrando meu rosto, com um sorrisinho de leve, as bochechas um pouco rosadas e o cabelo solto, um pouco desalinhado. Você sorriu, e elogiou minhas mãos, que mexiam no cabelo. 

– Mas como assim? Minhas mãos? Diferente, gostei.

Então perguntei:

– Você quer ver elas na minha bucetinha?

Aproximei a câmera, e comecei a deslizar os dedos, que escorregavam pra dentro e pra fora. Deixei que Você ouvisse minha respiração forte, e os gemidos. A cara com que Você olhava era incrível. Você fez o mesmo, começou a se tocar, e gemer junto comigo, parecia algo fora de série. Gozamos, numa explosão de adrenalina, imaginação e desejo. Foi o suficiente por aquela noite, mas queríamos mais, queríamos pele, unha, cabelo, saliva.

E então Igor, será que esse encontro virtual merece algo real?

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