PACIENTE 5220.1

Era seu marido preocupado com sua demora…

Louca para voltar para casa , MARIA dentro daquele ônibus lotado , tinha seus pensamentos envoltos no corre, corre diário ,da sua volta ao trabalho , o dia fora extenuante e cansativo pois fora seu primeiro dia após merecidas férias.
A noite se aproximava o calor era insuportável , segurando o corrimão ela tinha um dos braços erguidos o outro mantinha a bolsa sobre seu peito , trajava um leve vestido azul estampado , um pouco acima dos joelhos , com suas pernas esguias uma falsa magra de cabelos encaracolados e com seus quarenta anos   seu rosto mantinha uma rara beleza e seus olhos marcantes estavam escondidos pelas lentes escuras de um oculos de sol .
Acostumada com esta rotina diária dentro daqueles coletivos ela sempre sabia se esquivar de qualquer assedio , mas desta vez parecia ate que ela fora encurralada pois não conseguia se afastar do cara que se postava a sua frente , ela encarou firmemente aquele brutamontes que teria mais de dois metros de altura , pois seu rosto ficava rente ao seu tórax peludo.
Sentiu o halito quente que soprava sobre seu pescoço e voltou o rosto para trás pois percebia o volume que cutucava sua bunda, e ele praticamente lambia sua nuca.
Suzana ate pensou em protestar e fazer um escândalo , mas se sentiu dominada pela audácia do homem que colado na sua bunda tinha levantado seu vestido e acariciava suas ancas percorrendo toda extensão   de seus glúteos , e o cheiro do outro a sua frente era animalesco que parecia hipnotiza-la com seu peito peludo, ele sorria fitando o seu rosto percebendo a ação do que estava ocorrendo com ela , que por mais que tentasse disfarçar demonstrava com certeza a excitação que invadia seu corpo sentindo a ousadia daqueles toques, e a perna do peludão   a apertou comprimindo sua buceta que encharcava sua minúscula   calcinha preta .
Ela tinha os olhos semi cerrados , sua respiração era ofegante seus batimentos cardíacos acelerados , quando percebeu que seu braço tinha caído do corrimão e estava apoiado no ombro do cara a sua frente e praticamente tinha seu rosto roçando os pelos do seu peito , e com isto ela tinha empinado a bunda deixando com que o outro percorresse com as mãos toda sua   nádega , e ate sentia sua racha úmida piscando    de prazer .
Suzana tinha consciência que ainda teria uns trinta minutos ate sua parada , mas como se estivesse em transe caminhou atrás do brutamontes que abria caminho pelo lotado corredor quando aquela voz ordenou em seus ouvidos
—HORA DE DESCER PRINCESA, BORA    .
Como se fora dominada por uma força estranha ela servil obedeceu aquela ordem e seguiu atras daquele brutamonte seguida pelo outro que ordenara que ela saltasse naquele ponto.
A noite já tomara conta da cidade quando se viu na calçada onde então vislumbrou o outro elemento que ficara todo trajeto a suas costas um mulato forte um pouco mais baixo que o gigante peludo que a levava pela mão e ela em êxtase   caminhava como se estivesse abduzida.
Ela caminhou entre eles ate chegarem numa pequena e tosca casa numa viela daquela periferia .
Mal adentrara aquela pocilga cheirando a mofo ela já estava totalmente despida sendo envolvida por ambos ao mesmo tempo sendo lambida e beijada sofregamente seus seios estavam sendo manuseados por mãos vigorosas os bicos intumescidos eram chupados massageados e torcidos arrancando dela gemidos luxuriosos .
O mulato estava ajoelhado com um dos joelhos apoiado ao chão mantinha uma das pernas de Suzana sobre seu ombro e lambia com ênfase sua úmida buceta dando chicotadas com sua língua no pontudo grelo que parecia ter vida própria se contraindo a cada chicotada, possessa ela se contorcia sentindo nas costas os ásperos pelos do peito do   gigante que mais parecia palha de aço se esfregando nela .
Insana ela levou uma das mãos para trás ate encontrar o pau dele , e quando o tocou se assustou com sua protuberância pois não conseguiu envolve-lo totalmente .mas começou um suave movimento punhetando ele lentamente, tinha a outra mão sobre a cabeça do mulato guiando sua língua sentindo um prazer alucinado , e sem poder se conter como se estivesse possessa ela implorou.
— ME FODE ME FODE
Uivou como uma cadela no cio quando deitada de costas naquele velho sofá com as pernas abertas sentiu a cabeça do caralho que mais parecia um enorme cogumelo pincelado sua racha totalmente lubrificada com os sucos que escorriam de suas entranhas antevia a penetração , o cheiro do macho a envolvia totalmente a deixando insana, chorosa ela sentia aquele enorme falo rompendo as paredes da sua buceta , deixando-a literalmente preenchida , como ela nunca sentira antes , parecendo ate mesmo que agora sim ela fora arrombada de verdade , mamou ruidosamente o pau do mulato sentindo as fortes estocadas que pareciam bater na sua alma misturando dor e prazer ao mesmo tempo a deixando desvairada .
Ela sentia aquele pau roçar seu útero , isto a deixava alucinada pois nunca sentira antes sua buceta tão cheia de pica, e seus gozos eram intensos , seus orgasmos eram seguidos como descargas elétricas percorrendo seu corpo , ele fudia como se fosse um bate estaca batendo compassadamente entrando e saindo levando   ela a sentir uma sensação de prazer insano que fazia ela gemer e rebolar como se seus quadris tivesse vida própria se movimentando em círculos como se peneirasse aquela rola, havida ela mamava a rola do mulato sentindo ele estocar no fundo da sua garganta e quando ele urrou igual um animal ferido anunciando seu gozo , ela comprimiu seus lábios naquele mastro e sentiu diretamente no seu estomago golfadas seguidas de porra , Suzana enlouquecida lambia os últimos resquícios de porra daquele cassete saboreando como se aquela gala fosse um suculento manjar.
E gozou chorosa gemendo e rebolando   no enorme   pau que expelia   uma carga enorme dentro dela deixando sua buceta que estava totalmente dilatada lotada de porra, chorou como se estivesse levado uma surra mas não era um choro doído era um choro prazeroso luxurioso de quem se sentia saciada satisfeita .
Mesmo após gozar fartamente ele mantinha a pica dentro dela , se deitou sobre um almofadado   no assoalho deixando ela cavalgar como uma amazona sentada na enorme vara, rebolando num galope alucinado ate que ela se aquietou empinou o rabo e luxuriosa implorou —- COME MEU CU , COME, o mulato se posicionou nas suas costas cuspiu no rego da sua bunda deixando a saliva escorrer ate seu anel anal onde ele com a cabeça do pau pincelou seu rabo e foi introduzindo a pica arrancando gemidos de dor dela ate ficar todo dentro só então começou a bombear , ela pediu que ele ficasse estático , então os dois ficaram imóveis , e só ela se movimentava   fazendo com que eles desfrutassem de um prazer intenso e Suzana rebolava mantendo os dois paus dentro dela sem saber de qual de seus buracos vinham os gozos ensandecidos que sentia, já se iam quase três horas de sexo intenso quando seu celular tocou. Era seu marido preocupado com sua demora .ela disse ter tido um contra tempo e quando chegasse explicaria tudo.

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