RELATO PESSOAL 219

A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida.

ENCONTRO NUMERO 110...

Nos conhecemos em um chat na internet, de inicio apenas conversamos, sem grande malícia e expectativas, mas nos identificamos pelo fato de que ambos tínhamos desejos, eu pelo fato de ter voltado para o Brasil na época e estar descobrindo os prazeres aqui e ela pelo motivo de estar entediada na vida conjugal. Acreditem que essa combinação foi explosiva.

Conversávamos todos os dias, de inicio não revelamos muitas coisas, A. fez questão de estabelecer regras: 1. Saberemos apenas o relevante sobre a vida pessoal do outro. 2. É proibido de apaixonar. 3. Não pode haver qualquer tipo de pudor ou preconceito.

Com base nessas três regras fomos nos guiando. O plano era que iriamos nos encontrar cinco vezes, ela deixou bem claro que queria apenas um affair breve e que não iria colocar o casamento em risco, por isso não procurava nada duradouro. Cada encontro seria uma aventura diferente, sempre no sigilo absoluto e com planejamento antecipado para nada da errado. Por ela ser mais velha acabava ditando o ritmo da nossa “relação” eu cada vez mais maravilhado, me esforçava para não quebrar a segunda regra.

Depois de muito conversar ela me revelou que tinha um fetiche: Exibicionismo. Mas como era casada deveria ser bem arquitetado o plano, definimos então que nosso primeiro encontro seria para realizar tais desejos. Ficou combinado então, o local seria o shopping em uma terça feira às 14:00 da tarde.

Mais perto do dia eu não me aguentava de tesão, ficava duro o dia todo apenas imaginando como seria, a ansiedade e o medo de ser pego acabam por inflamar ainda mais o desejo. Mas enfim chegou o dia, marcamos de nos encontrar na seção de produtos naturais do Grande supermercado (anexo ao shopping) o corredor era bem grande e realmente estava deserto, pelo dia e horário. Até esse dia não a conhecia, nada, absolutamente nada. Ela prezava muito pelo sigilo, mas havia conversado pelo telefone, garantido ao menos sua existência.

Pois bem, na terça estava eu parado no corredor de produtos naturais, no horário estipulado, sempre que chegava alguma mulher de meia idade ficava atento. Ela havia me garantido que eu saberia exatamente quem era ela, devia apenas ficar atento no corredor. E realmente, pouco minutos depois das 14:00, chega uma mulher com um carrinho no mesmo corredor, sabia que A. era morena, pele clara, baixa e magra. A descrição batia, uma mulher bonita, mas bastante séria, não podia aborda-la ainda.

Ainda estávamos distantes um do outro, mas ela avançava em minha direção, permaneci parado a espera, quando enfim ela chegou bem próxima de mim, simplesmente me beijou, um grande beijo, pude sentir seu corpo tocar no meu nesses breves segundos. Depois do beijo ela continuou andando como se nada tivesse acontecido. Já havíamos combinado que esse contato inicial seria breve, apenas para nos conhecermos. Fomos para a segunda parte do planejado.

A segunda etapa seria no cinema, havia um filme sem graça em cartaz, pouco depois das 14:00, já havíamos comprado dois ingressos no dia anterior, em poltronas diferentes, como esperado a sessão havia pouquíssimas pessoas. Me sentei e avistei A. do outro lado da sala, estava no canto da última fileira, tinha levado uma blusa de frio e deixei sob meu colo, depois de uns 15 minutos de filme ela veio até meu lugar, sentou do meu lado, estava de vestido. Percebi que nessa hora ela estava inquieta e nervosa, segurei sua mão, ela então derrubou um pacote de halls que estava na outra mão e pediu para eu pegar.

Quando abaixei olhei no meio de suas pernas, ela estava sem calcinha, colocou minha blusa no colo e suspendeu um pouco o vestido, podia ver sua bucetinha perfeitamente. Entendi o motivo do halls preto, coloquei um na boca, me certifiquei de que o escasso público estava atento no filme e dei uma breve chupada em sua buceta, apenas alguns movimentos, deixando A. arrepiada, sua buceta tinha o gosto do paraíso.

Foi um movimento bem rápido, depois voltei ao meu lugar, coloquei a blusa sob meu colo e tirei meu pau para fora, pela braguilha da calça. Ela começou me acariciar e me masturbar e reclinou seu corpo rapidamente e chupou um pouco. Ficamos um bom tempo olhando fixamente para a tela do filme enquanto tocávamos um ao outro, meu dedo deslizava por sua buceta. Sabia desde já que não ficaríamos no filme todo, então ela saiu primeiro e depois de uns 10 minutos abandonei a sala também.

Seria agora o ápice do nosso dia. Ainda não havia gozado, mas estava louco de tesão, mesmo 10 minutos depois que ela havia saído da sala ainda estava duro. Combinamos de nos encontrar na escadaria de emergência do shopping, no último andar. Habitualmente era um lugar deserto, ninguém subia até o último andar de escadas, pelo dia então. Quando cheguei até lá A. estava a minha espera, disse:

-Estou aqui desde que sai da sala e não passou ninguém…

Percebi pela sua voz que estava confiante e com tesão, a coloquei contra a parede, tirei meu pau para fora de novo e comecei a penetra-la.

Segurava filme seus cabelos e a beijava enquanto metia devagar, mas com força. A cada metida ela gemia mais, afagava seus seios e beijava seu pescoço, como era bom, as vezes ouvíamos alguns barulhos, mas não conseguíamos parar, ela gozou rapidamente, gemendo ao pé do meu ouvido, não resisti e gozei também, inundando sua bucetinha. Quando tirei meu pau de dentro dela pude ver o liquido escorrendo por suas pernas. Ela simplesmente limpou com as mãos.

Nos beijamos e despedimos, o encontro número 1 havia sido perfeito.

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