AS SANTAS PASSEIAM NO INFERNO …

Santa não desiste, se cansa. A Santa tem essa coisa de ir até o fim, esgotar todas as possibilidades, pagar pra ver. A Santa paga mesmo. Paga caro, com juros e até parcelado. Mas não tem preço sair de cabeça erguida, sem culpa, sem "E se"! A Santa completa o percurso e ás vezes fica até andando em círculos, mas quando a Santa muda de caminho, nossa, é fim de jogo para nós. Enquanto a Santa enche o saco com ciúmes e saudade, para de reclamar e agradeça! Porque no dia que a Santa aceitar tranquilamente nos dividir com o mundo, a Santa ficou mais compreensiva, a Santa parou de se importar, já era. Quem ama, cuida! E a Santa cuida até demais, mas dar sem receber é caridade, não carinho! E elas estão numa relação, não numa sessão espírita. A Santa entende e respeita nosso jeito, desde que nós a supramos pelo menos o mínimo das suas necessidades, principalmente emocionais, porque carne tem em qualquer esquina. Muitos homens não sabem, mas além de peito e bunda, a Santa tem sentimentos, quase sempre a flor da pele. São damas, não dramas, procurem entendê-las. Santa não é boneca inflável, só tem quem pode! Levar muitos corpos pra cama é fácil, quero ver conquistar corpo e alma de uma mulher que na verdade são verdadeiras SANTAS.

RELATO PESSOAL 218.

VOLTE A SER QUEM VOCÊ ERA IGOR!

Imagem relacionada

O dia estava claro e fresco como uma manhã de outono. Eu sentia o vento balançar meus cabelos longos e minhas roupas leves. Era tudo lindo, tão vivo, tão colorido. Tudo interligado, as pessoas, os carros, casas, rios, árvores. Lá do alto tudo fazia sentido, da maneira como tinha que ser, cada um com o seu propósito, a própria existência justificando as demais.

Cada lugar que eu passava era uma sensação diferente, uma energia, uma vibração que passava pelo meu corpo, era uma descoberta nova dentro de mim mesma.

Voar me mostrava muito mais de mim, muito mais do que eu sentia sobre o mundo, do que ele tinha a me mostrar. E era muito bom. Essa sensação subia e descia pelo meu corpo, uma agonia boa, eu podia dançar pelos céus, brincar com o vento, rasar pelos rios, sentir o frio da água e o calor do sol ao mesmo tempo.

Eu caio na água fria. Acordo. Meu homem está ao meu lado, me observando, provavelmente meu corpo descoberto atiçava seus pensamentos. Ele me cobre a boca. Mas não sei o que ele quer, não me deixa ao menos dizer um bom dia.

Depois de um gole de café, começa a beijar meu pescoço, minhas orelhas, meus seios. O calor da sua boca na minha pele estava diferente, muito mais intenso dessa vez, eu acendi na hora. O melhor bom dia. Quanto mais a boca quente e macia dele se dedicava em meu corpo, maior a onda de prazer que crescia em mim. Sentia minha vagina sorrir para ele, meus mamilos duros me denunciando, eu não queria esconder nada, só queria ele em mim, fazendo o seu melhor.

Ele amarrou meus braços na cama com a sua camisa. Eu estava entregue, indefesa, meu castigo era sentir o máximo de prazer. Apesar da virilidade da cena, ele beija de leve minha barriga, acaricia meus seios, me toma com a boca, o que faz meu coração disparar. A barba por fazer passando pela minha pele, contrastando com a boca e a língua macia me causava arrepios, os melhores que eu poderia sentir.

Eu me entrego, fecho os olhos, estico o meu corpo, minha vagina está implorando por ele, até que finalmente sinto sua língua, sua mão sobre minha calcinha molhada, ele afasta, certeza que fica observando e salivando, o pau duro por mim, estou chamando-o com meu corpo da forma mais silenciosa e maravilhosa que existe.

A boca quente me toma por inteira, era tudo o que eu queria, meu corpo se contrai pedindo mais, a língua dele se movimentando em mim, macia e devagar, firme e rápida, intercalando, era perfeita, ele sabia fazer isso como ninguém, eu mal podia aguentar, me causava espasmos, minha respiração ofegante, meus gemidos, o melhor sofrimento de todos, mas eu queria mais, eu rebolava na boca dele, sentia a barba nas coxas e virilhas, meu clitóris quase explodindo. Abro os olhos e a visão da cabeça dele no meio das minhas pernas era perfeita, ele se dedicando a mim era tudo o que poderia querer naquele momento e em todos os outros.

Ele coloca o pau quente e úmido na minha boca, está latejando, eu só quero engolir ele, chupar com força e com jeito, olhando nos olhos deles, ele gemendo, faço mais devagar, mais rápido, sugo as laterais, contorno a cabeça com a língua, chupo só ela, quero observar como ele gosta mais, mas é um pouco difícil a concentração, pois a mão ágil dele continua trabalhando em mim, no meu clitóris e dentro de mim ao mesmo tempo, quero ele, quero ele mais que tudo, não aguento mais, ele trabalha com a mão mais rápido, eu não consigo mais chupar, eu preciso gemer, quero que ele vá até o fim assim, sei que ele está quase explodindo também.

Está pronto. Ele se encaixa em mim, me preenche com o seu pau grosso, com calma, e começa a me comer de vagar, gostoso, eu mais molhada, movimentos perfeitos, não preciso de muito para gozar. Ele me beija na boca, sinto o seu coração disparado junto do meu. Estamos juntos mais do que nunca. A onda cresce rápido dentro de mim. Ouvir ele gemer quase me mata. Perco os sentidos.

Estou voando novamente, para dentro de mim mesma agora, não quero que acabe, ou melhor, eu quero… não sei mais, é intenso, muito forte, é perfeito, a onda do prazer máximo.

Meu corpo fala sozinho, me contorço, tento me erguer mesmo com as mãos presas, eu não vejo mais nada, reviro meus olhos, me permito voar o mais alto que consigo.

Estou nos céus por alguns segundos, mas dessa vez é real, muito melhor do que no sonho.

Deixo-o gozar em mim, do jeito que quiser, ele pode tudo, ele sabe o que faz, sabe me dominar, me fazer de refém contra o que eu não posso lutar, meu próprio desejo…por ele.

Não houve expressão de nenhuma palavra, mas ele me deu o seu melhor bom dia.

MARIA…

hunsaker

Sou o que sou. Sou incoerente por vezes, sou sonhador sempre, temo o desconhecido sem contudo deixar de arriscar, tenho planos e projetos, construí e ví cair em minha frente castelos. Como um anjo voei aos céus mas longínquos, e como um cometa caí. A queda me machucou, contudo me fez mais forte. Sou falho e impreciso. Simplesmente indefinível, enfim sou apenas um IGOR mas, o IGOR HUNSAKER.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Voltar ao topo