RELATO PESSOAL 216

Sim, ela traiu por raiva. 

Eu tinha um conhecido no Club chamado Carlos, que certo dia me pediu receitas que ele precisava com urgência. Como ele precisava com urgência, combinei de levar na sua casa, pois era caminho da minha residência e eu poderia entregar na portaria do seu prédio.

No dia seguinte fui até lá e sua esposa Renata estava em casa. Então o porteiro, que estava com pressa de abrir o portão da garagem, interfonou para a Renata, esposa do Carlos, e me mandou subir ao apartamento. Como o porteiro estava enrolado com o portão, eu resolvi subir.

Então a Renata abriu a porta e, como eu não a conhecia pessoalmente, me apresentei. Ela já sabia que eu iria lá. A Renata me atendeu usando um vestido bem discreto, justo em cima nos seios, e rodado em baixo, um pouco acima do joelho. A Renata era uma mulher toda certinha nas medidas, coxas grossas, bundinha grandinha e durinha e seios médios tipo pêra e durinhos.

Daí ela perguntou se eu poderia ver os seus medicamentos. Fui ver o que era e constatei que a dosagem estava errada. Somente isso. 

Ela, muito intrigada, me questionou se isso era normal de ocorrer. Eu disse que não e que possivelmente alguém teria feito. Na hora ela falou:

– Meu marido!! Só pode ter sido ele! – ela falou e rapidamente me pediu para ajudá-la a descobrir.

Aí, eu olhando aquela mulher gostosa ao meu lado, sentada com as pernas cruzadas e com uma das coxas bem à mostra, disse que sim e dei uma idéia de eu ligar para ele do meu celular e colocar em viva voz para ela escutar. Ela adorou a idéia e fiz isso.

Liguei para o celular dele e quando falei que a Renata me pediu para ver o problema da medicação dela, ele nem deixou eu acabar e foi logo se entregando e dizendo que ele autuava de propósito para ela não emagrecer e falou muitas besteiras dela tipo que era burra que tinha mais era que lavar as roupas, louças etc.

E ela estava escutando tudo aquilo, calada. Quando percebi ela colocou a mão na minha perna e apertou com raiva. Ali eu já comecei a pensar coisas. Depois desliguei e ensinei ela a inverter o que o Carlos fazia com as suas medicações.

A Renata tinha ficado com muita raiva do seu marido, pois além de fazer isso, ele tinha falado para mim aquilo tudo e imaginei o que ele falava a respeito dela para os seus amigos mais íntimos. Me ofereci para examina-la e fazer a medicação adequada. Ela concordou e disse que ia fazer uma café para nós antes isso.

Então, já na maldade, comecei a procurar por fotos que tinha no micro e não deu outra. Achei uma pasta contendo várias fotos dela nua, de calcinha e uma dela chupando o pau do marido.

Quando ela veio com o café, ela se sentou ao meu lado de novo, cruzou a perna e me pediu desculpa por apertar minha perna e me agradeceu por eu fazer o que ela pediu.

Então, aproveitando o momento, também pedi desculpa por ter visto uma foto dela no micro na qual ela estava só de calcinha. Ela sorriu e disse que não tinha problemas e que tinha mais ali.

– Sério? Posso vê-las?

– Claro!! Fique à vontade!! – ela concordou e fui abrindo as fotos e fazendo comentários de sua beleza e de como ela era gostosa.

Aí a conversa foi ficando boa e já estávamos rindo do marido dela e eu dizia:

– Renata, você que é burra e é ele que deixa essas fotos suas aqui! Que loucura!!

Então vimos todas e meu pau já estava duro por baixo de minha calça e ela tinha notado.

Então ela pegou os copos de café e foi à cozinha. Nisso eu fui atrás dela. Na cozinha ela lavava os copos e eu me encostei nela, com meu pau já totalmente duro, roçando na sua bundinha deliciosa e a segurando pela cintura. Comecei a beijar seu pescoço e ela soltou um gemido e disse:

– Já que sou burra, não sei o que você está querendo. – ela falou rindo.

Levantei seu vestido, deixando aquele rabinho delicioso de fora e coloquei meu pau para fora e a puxava contra mim e ela rebolando lentamente no meu pau.

Ela se virou e me beijou ardentemente e foi descendo, até sua boca alcançar meu caralho e, abrindo a boca, ela colocou ele todinho dentro daquela boquinha linda e quentinha.

– Issoooooo, Renata!! Chupa bem gostoso essa vara!! Chupa!! – falei quando ela foi sugando e lambendo meu pau. Ela tirava e colocava minha pica na boca e eu já estava muito doido. Então eu a levantei e tirei seu vestido. Em seguida a fiz ficar curvada em cima da pia. Tirei a calcinha dela e comecei a chupar sua bocetinha, que já estava totalmente molhadinha.

Fiquei lambendo seu grelinho, passando a língua até seu cuzinho. Ela já não mais se controlava e gemia.

– Chupa essa boceta que está doida por uma pica e faz essa burrinha gozar na sua boca!!! – ela falou tremendo de tesão.

Logo depois enfiei o dedo no seu cuzinho e continuei chupando sua xota, até que ela gozou loucamente.

Fiquei de pé e ainda por trás dela, enfiei na sua xota, que estava muito molhadinha e meu pau entrou fácil. Comecei a dar estocadas nela com força e ela, totalmente entregue só falava:

– Fode!!! Fode essa burra!! Faz ela gozar! – a Renata gemia desesperada.

Eu metia sem dó na bocetinha apertadinha que ela tinha. Havia momentos que a buceta dela apertava o meu pau e parecia querer me sugar pra dentro dela.

– Agora você vai foder essa burrinha na cama do marido dela!! Você quer? – ela falou me dando um beijo bem gostoso na boca.

Em seguida ela me levou ao quarto e foi logo me jogando na cama e caindo de boca na minha pica, ainda lambuzada da prexequinha dela. Depois de alguns minutos ela foi sentando no meu cacete, de frente para mim, e se curvava colocando seus peitinhos na minha boca.

Eu chupava muito os seios dela e comecei a enfiar meu dedo no seu cuzinho. Não demorou e ela começou a se tremer todinha, gozando de novo. Aí eu percebi que ela gostava de brincar na bundinha e sem pedir, eu a coloquei de quatro na beira da cama e a segurando pela cintura, fui enfiando a cabecinha da minha rôla, forçando a entrada do rabinho dela.

Ela pegou o travesseiro e começou a mordê-lo.

– Ohhhhh!! Enfia no cuzinho da burrinhaaa!! Enfiaaa!! Fode esse cuzinho todo!! – ela falou e fiquei doido de tesão.

Assim que a cabecinha da minha rôla entrou, dei uma estocada que entrou tudo e ela gemeu de dor.

– Uiiiiiii!! Não pára, Igor!!! Por favorrrr, não pára!!! Arreganha esse cuzinho todo!! Meu deussssssss!! Que gostosoooooooo!! – ela falou e eu fui empurrando tudo dentro do ânus dela. Ela gozou muito forte e rapidamente tirou meu pau de seu cuzinho. Se sentando na beira da cama, ela começou a me bater uma punheta deliciosa.

– Goza na boca dessa burrinha!!! Gozaaaaaaaa!! Seu safadoooo!! – ela falava, com a boca aberta, pronta a receber minha pôrra em sua boquinha linda.

Não resistindo àquele pedido, lancei vários jatos da minha pôrra na sua boca, que escorria pelos lábios e ela, com seus dedos, colocava em sua boca de novo.

Meu pau latejava por causa daquela gozada gostosa. Depois de alguns minutos ela me levou ao banheiro e tomamos um banho. Em seguida ela pegou o telefone e mandou eu ficar calado e ligou para seu marido e disse que eu já tinha ido embora e como eu tinha feito uma consulta para ela ela me pagou $R600,00.

Ele concordou e ainda disse que ela fez bem, para não ficar devendo favores. Depois disso já a atendi diversas vezes em residência.

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