MINHA CONFISSÃO NUMERO XLIV…

INICIO DE UM CONGRESSO MÉDICO INTERNACIONAL EM SÃO PAULO.

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A suíte do décimo andar tinha todas as luzes muito bem despostas no quarto, porém quando entramos só deixamos os dois abajures ao lado da cama de casal aceso, e a do abajur da mesa de revistas, perto da parede porta que dá a sacada, ao lado da poltrona.

Ela desfez a única mala e foi para o banho, eu disse que tinha que olhar algumas coisas do congresso. Não tenho um porte de atleta, mas sou bem definido, tenho os ombros largos, braços bem malhados. Tenho um “maxilar” duro, que é ótimo pra mim que sou moreno, olhos castanhos profundos, do tipo que olha para descobrir o que tem dentro de você.

A minha barba vive por fazer, descobrir que amo ver ela desse jeito e algumas mulheres também. Me sinto apertado sentado na poltrona de pernas cruzadas com um notebook apoiado nas pernas. Meu 1,90 de altura faz isso as vezes comigo.

Passava das 1:30 da madrugada, e a chuva castigava a cidade do lado de fora. A menos de uma hora atrás chegamos no hotel, fizemos check in e subimos. Tínhamos jantado antes, conversado, jogado toda a conversa furada fora, a gente se viu no final de semana passado em um chalezinho no interior do Rio de Janeiro.

Agora eu estava ali sentado na poltrona de camurça cinza, perto da janela, uma vista incrível para cidade. Ela tinha terminado de desligar o chuveiro, dava para ouvir a porta do box correr enquanto ela saia. Eu conseguia imaginar a sua pele, chocolate ao leite, com a água escorrendo pelo seu corpo, enquanto a toalha a cobria.

Já conseguia pensar como seria a noite, mas enquanto ela não vinha eu respondia aos últimos e-mails do congresso. Não aguentava mais confirma reuniões desnecessárias e tediosas para ao longo do mês, entrevista com fornecedores de medicamentos e diretores, acionistas, precisava deixar o estresse de lado, precisava me acalmar, por isso estava ali. Por isso tirei um final de semana para ficar com ela.

Finalmente ela sai do banheiro, vestida de um babydoll preto com os seios fartos que se mostravam muito bem, sem se revelar por completo. A visão era estonteante e ao mesmo tempo enlouquecedora, talvez por que no fundo eu não a considerava minha parceira sexual de final de semana, ou por talvez nunca ter visto daquela forma.

Trazia com ela um batom vermelho nos lábios com uma mordida despretensiosa, seus cachos negros caiam pelos ombros e demostrava um certo desmazelo com arrumado, como se tivesse aprontado ele daquela forma, como se tivesse levantando naquele estante e caminhado até a mim.

A pele das suas coxas era reluzentes e mostrava a cor do seu pecado, um pardo chocolate que refletia com a luz da mesinha.

Ela caminha até a mim e para na minha frente com seu 1,70 de beleza e com seu quadril largo, tenta me desvendar, me observa. Mas encontra um olhar fixo e penetrante. Coloco o computador ao lado do abajur da mesinha, ela dá mais um passo e fica bem perto de mim.

Suas mãos deslizam para o meu rosto, e as minhas para sua cintura. Sinto a calcinha minúscula que faz parte do conjunto que ela está usando, sinto o corpo dela quente, então me levanto agarrando ela e puxando mais de encontro ao meu corpo. Beijo a boca dela com vontade.

Ela me guia no beijo, enquanto minhas mãos vão deslizando para sua bunda, eu aperto ela com força. Seu pescoço é exposto para mim, eu mordo e o beijo, ela começa a virar a cabeça, vou para sua nuca onde sinto ela tremer e soltar um leve suspiro.

Dou a volta nela, nas suas costas agarro sua cintura e guio ela até a porta da sacada, onde ela coloca as mãos e o corpo contra o vidro frio e a chuva, sentindo meu pau fica duro atrás dela. Ainda solta suspiro enquanto mordo suas costas e beijo seus ombros, desço as alças do seu Babydoll e deixo seus seios saírem pra fora e sentir o vidro. Dou um passo pra trás e começo a desatar o nó da minha gravata cinza lisa, ela se vira para mim e começa a puxar a camisa social para fora da calça e a desbotoar rapidamente, já tem prática, já fez isso comigo centenas de vezes, com outros também até.

Já sem camisa ela passa a mão sobre meu abdômen, sente a pouca definição e os pelos raspados a algum tempo, e que voltam a crescer. Desce a outra mão só pra me sentir duro e pulsando. Não perde nem mais um segundo
e volta a me beijar, começa a tirar o meu cinto e abrir minha calça e descendo.

Tem mãos ágeis que entram por dentro da cueca box. Me sente da palma da sua mão, quente e duro, ela me conhece bem, mais mesmo assim me tateia como se estivesse me sentindo pela primeira vez, sente que sua mão não se fecha quando tenta dar a volta nele, sente a veia que ressalta quando meu pau fica desse jeito, e gasta um bom tempo me medindo quando está me alisando, me tocando, sentindo a curva que ele faz, os pelos bem baixinhos que foram aparados.

Eu olho para ela, não preciso dizer nada, ela sabe muito bem o que fazer, desce beijando meu peito, barriga, até chegar onde quer, abaixa a minha cueca e me ver ali todo pra só pra ela. Me coloca na sua boca, só a ponta, só a cabeça, então por fim decide me babar até a metade.

Seu boquete é maravilhoso, e sabe disso, sabe mesmo. Gosta de me ver como fico quanto me tem na sua boca, quando meu pau vira seu instrumento de controle, quando sua boca vira meu desejo mais profundo. Gosta de me ver te desejando com os olhos, eu não minto, seguro seu cabelo e a sua nuca, eu não forço, não preciso, sabe o que fazer, caramba, ela realmente sabe o que fazer.

Me chupa, passa a língua, não me tira da boca, uma das mãos me massageia e a outra segura meu pau. Não paro de olhar ela de joelhos pra mim, me babando, as vezes tentando ir um pouco mais fundo com a garganta, não consegue, volta, mantem o ritmo, não tem pressa, vai no seu tempo, olha para mim, então eu a surpreendo pedindo pra se levantar. Levo ela até a cama e a sento no colchão com o lençol de seda, eu me agacho e abro suas pernas, com uma das mãos passo a calcinha para o lado, bem devagar, a vislumbro, com a outra me apoio na sua coxa, vou beijando sua virilha e indo pra sua bucetinha, lambendo ela, de cima a baixo, pra te molhar, pra prepara-la, até ir pro seu clitóris, com a ponta da língua, como eu sei que ela gosta.

A sua mão direita repousa na minha cabeça, me puxando pra dentro de dela, a outra aperta seus seios nus. Me sente, me aperta, me puxa o cabelo, as pernas vão se fechando, eu a empurro, entre as pontas dos meus lábios eu vou beijando ela, a minha língua também não para, eu sinto ela se contorce, joga as costas para o lençol e se deixa afundar na cama e com os olhos fechados, aperta o bico dos seios.

Continuo por mais alguns minutos, ouvindo seus gemidos e pequenos gritos, ela joga a cabeça para frente para me olhar, é o seu sinal, então finalmente sinto que é o momento, me levanto, tiro sua calcinha, ela  joga o corpo pra frente, coloca na boca novamente no meu pau duro, pra me deixar babado, molhado, pronto, e volta a jogar as costas para o colchão se deitando, eu abro suas pernas e as levanto,  finalmente dou o que quer.

Meu pau duro e latejando dentro da sua bucetinha molhada, começando a entrar dentro dela, apertada como sempre, molhada e quente. Já sabemos como funciona, somos íntimos a tempos, conhecemos um ao outro, isso facilita as coisas, porém mesmo assim ainda sou imprevisível para ela em alguns momentos.

Eu vou socando dentro da bucetinha molhada dela, mantenho o ritmo, sei que ela gosta, ela me olha com cara de safada, e morde os lábios quando eu fito os olhos dela, joga a cabeça pra trás e solta um gemido alto e longo
enquanto segura os seios.

Suas pernas estão apoiadas no meu braço, o ritmo é gostoso, a chuva lá fora ainda cai violentamente, e dentro do quarto o vidro esta ficando embaçado, eu soco com força, tudo, não vou rápido, eu deslizo pra dentro dela, sem esforço, mas não uso delicadeza, não estou pra romantismo, não estou pra romance, estou pra fuder, pra quebra-la, pra me satisfazer, pra satisfaze-la.

Quero que ela esteja pra isso também. Quero que ela me sinta dentro dela, quente e duro. Quero continuar vendo ela gemer alto como ela geme, então por isso eu aumento o ritmo, eu coloco mais força, eu agarro as pernas dela com mais ferocidade.

Ela joga os braços pra trás, em cima da cabeça, segura a o lençol enquanto pede por mais, pede por mim. Eu tiro o pau de dentro dela, com suas pernas nos meus braços em um único movimento viro ela ao contrário, ela se arruma, ficando de quatro pra mim, empinada. Seus joelhas estão na ponta da cama, a bunda empinada e o rosto no lençol, ela se acalma por um instante enquanto eu pego a gravata do chão e volto até ela puxando seus braços pra trás, seguro bem enquanto coloco meu pau dentro dela outra vez, eu amaro os pulsos dela, firme, não quero que ela se mova, não quero que fuja, e ela também não quer, tanto que ela pede pra amarar mais forte.

Eu seguro e volto ao mesmo ritmo de antes, com força e velocidade. Eu não quero ter dó dela, eu quero que meu tesão continue, eu gosto de maltrata-la, e ela gosta ainda mais disso. Tenho empinada só pra mim agora, com a bunda grande dela arrepiada pelo bater da minha virilha atrás dela, com pouco tempo seus pulsos estão começando a ficar vermelhos, eu abro a mão e dou um tapa na bunda, seu sou correspondido com um grito, então dou mais um tapa, depois outro e outro.

Eu me inclino pra frente e ponho a mão no emaranhado dos cabelos dela e puxo para mim, o ritmo é forte, eu vou aumentando, e me faz desejar ela cada vez mais.

Dou outro tapa, a marca fica evidente, vai ficar roxo, ainda não tinha coberto o da semana anterior. Seguro o quadril dela com uma das mãos enquanto a outra permanece no cabelo, ela sabe que quando faço isso eu estou quase explodindo, sabe que estou chegando no meu ápice, eu solto suspiro leves, que nada competem com os gemidos e gritos descontrolados dela.

Eu soco forte dentro dela, sem medo, sem dó. O suor escorre na minha testa, e pelas costas dela também. Seus pulsos já estão em um vermelho forte.

Não tenho menor receio, vou socando forte, meu pau encurvado, molhado e duro não vai segura.

Ela grita e solta pequenos risos e gemidos, eu não paro de meter nela, de dar o que eu tenho para ela, socando com força. Ela tenta mexer os braços, aumenta seu descontrole ainda mais, eu não posso segurar, puxo seu cabelo, ela levantando sua cabeça para trás, ela quer gozar comigo, eu sinto que posso quebra-la, sou o dono dela nesse momento, ela quer gozar comigo, vira os olhos, se cala por um estante, implora para que eu continue, não vou resistir, meu pau duro dentro dela desliza sem para, forte, com raiva, veloz, eu me seguro, ela então abre a boca sem sair nenhum som quando então solta um grito, sinto ela molhada, minha raiva, minha força, seu grito, não resisto, e então explodo.

Gozo dentro dela sem para de meter nela, com força, ela sente minha porra quente preenche-la, sente sair pra fora quando continuo metendo, sente suas pernas tremerem então joga seu corpo pra frente enquanto eu dou alguns passo para trás, admirando o suor que corre das suas costas e de todo seu corpo. Desato o nó dos seus pulsos e vou até a janela, olhando vejo que lá a tempestade parou, e dentro do suíte do quarto 1140 do Hotel PESTANA ela só estava começando, e pelo jeito, ia durar a semana toda.

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