Mas já não sabia como pedir…

Eram seis da tarde. Uma sexta-feira em que tinham a casa só para eles. Ele ainda estava a trabalhar. Só chegaria por volta das oito. Ela ainda tinha muito tempo. 

Já tinha começado a planear esta noite há já algum tempo, quando comprou aquele vestido preto, sem costas, ainda corria o mês de Setembro. Depois, aos poucos foi comprando o resto dos acessórios necessários para completar o seu quadro.

Na cozinha começou a preparar o jantar. Deixou tudo cortadinho, lavadinho e preparadinho. Como ainda tinha tempo (ainda eram sete horas), foi tomar um duche. O bainho serviu para arrefecer um pouco. Ultimamente andava com uma fome agoniante. Só pensava em sexo… O banho acalmou, serviu para relaxar, para se preparar. Vestiu a seu nova camisa de noite e foi pôr a mesa. Os individuais pretos, os copos vermelhos, os castiçais vermelhos, o vinho tinto, os pratos, tudo o que tinha comprado. Acendeu as velas para verificar o ambiente. Cheirava a sexo.

Às oito ele chegou. Ela foi buscar o avental para começar a preparar o manjar e ele foi investigar a sala, pois tinha achado estranho o convite. Deve ter sentido o cheiro que estava no ar e foi também tomar banho.

Com a ajuda dele, ela foi preparando o jantar, um estrogonofe diferente, mais cremoso e suculento… muito bom.

Ele foi acender as velas, enquanto ela foi vestir o vestido preto sem costas, que apertava à volta do pescoço. Também o vestido cheirava a sexo…

Jantaram ao som de música e falaram sobre as coisas do dia-a-dia. O vinho era bom, muito forte e não foi preciso beber muito para ela ficar muito quente.

Passaram para a sobremesa. Gelado com topping de morangos…

Acabada a sobremesa, ela queria foda. Mas já não sabia como pedir. Ela estava tímida. Fica sempre tímida… Mas ele também queria fodinha. Pressentiu o cheiro no ar. Puxou-lhe o braço e disse: 

“- Venha cá…”.

…e ela foi. Sentou-se no seu colinho e sentiu o seu caralho já meio duro. Ela fodeu-lhe a boca com a língua. A sua boca sabia a vinho…hum, sabia tão bem. Ela roçava-se toda nele, e o seu pau ficava cada vez mais teso. Ele também lhe fodia a boca e começou a desapertar-lhe o vestido. Desfez o único nó que o prendia e percorreu todo o seu corpo com as suas mãos que tão bem sabiam explorar um corpo que pedia sexo.

Ele levantou-a e sentou-a na cadeira. Beijando-a, retirou-lhe por completo o vestido e a calcinha preta. Abriu-lhe as pernas e começou a tocar na sua bucetinha. Logo, logo ela sentiu a sua língua a acariciar a sua coninha, que escorria prazer.

Mas, de repente, ele vai buscar alguma coisa à mesa. Ela não percebe o quê?!

Afinal ele ainda não estava saciado. Começa a barrar a coninha dela com o restante do topping de morangos. Como lhe soube bem o fresquinho na sua bucetinha a arder. Hum, e como ele se deliciou a comer a sua bucetinha, a olhar para os olhos dela, a sentir o seu tesão. Ela derreteu-se toda na sua boca. Com o seu pé, procurava o seu caralho. Estava agora muito rijo e ela não resistiu. Foi para o chão, para ao pé dele. Puxou-lhe as calças e enfiou o seu caralho na boca. Ela gostava mesmo de o ter na boca, ainda mais molhada ficava. Levantou o seu amor e encostou-o à parede e continuou a mamar no seu pau, mas a sua buceetinha também o queria…

Levantou-se e pôs a cadeira ajeito. Sentou o seu amor e foi para cima dele. Ela podia sentir o seu caralho muito duro, acabado de ser comido, chupado, lambido… Procurou-o com a mão e enfiou-o na sua coninha que já o pedia à muito. Sentiu toda a força dele dentro de si e roçou-se o mais que pode. A sua timidez já estava longe: 

“- Gosta?”, perguntou ela.

“- Gosto, gosto muito…”, suspirou ele.

Ela contorcia-se toda em cima dele, sentindo o caralho dele duro, a entrar e a sair, a sua cabecinha a vasculhar, mas ele queria dominar… Estava a rebentar de prazer. Pegou-a pelas ancas e levou-a para o sofá. Virou-a de costas para si. Agarrou-lhe as ancas e penetrou-a com violência… e como ela gostava de levar assim com ele, de o sentir a bater nas suas nádegas com toda a força, de sentir o seu caralho e entrar e a ir cada vez mais fundo. Mas ele não se queria vir já. Sentou-a no sofá e foi lamber-lhe a bucetinha mais uma vez, mas ela só queria sentir o tesão, não se queria vir, apenas se queira derreter com ele e levá-lo ao êxtase. Ela não queria ser saciada por completo. Sabia-lhe bem ficar molhadinha…

E mais uma vez ela teve que o meter na boca. Já estava com saudades. E ele agora sabia a ratinha, ao sabor que ela tanto gosta. Devorou-o, mais uma vez, na sua boca, mas ele não lhe queria dar o seu leitinho a provar.

Inclinou-a de forma a que ficasse com o rabo de fora do sofá e penetrou-a de frente, com força. Ainda estava muito teso, os seus olhos estavam revoltos, devia estar possuído de prazer. Enterrava o seu caralho na sua ratinha molhadinha e tirava-o por completo e voltava a enterrá-lo para que ela também pudesse ver…e como ela gosta de ver….hum! Mas não aguentou muito mais, tinha que se vir, mas não dentro do seu amor. Quando atingiu o orgasmo, veio-se na barriguinha do seu amor que pôde sentir a sua seiva quente a espalhar-se por cima dela. E assim ficaram, os dois ofegantes, lentamente a voltarem à realidade…

Há fodinhas que não nos ficam na memória, mas há aquelas que teimam em perdurar (e ainda bem) e esta é sem dúvidas uma delas e que ficam à espera de repetição…

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