RELATO QUASE PESSOAL…

Você estava vestindo uma camiseta da LACOST que se encaixava perfeitamente no formato dos ombros largos e bem desenhados.

Sthefany – França

Nós nunca havíamos trocado nem sequer olhares, dentro de 2 meses de viagem, eu sempre focada, até um pouco tímida, e você nem sequer sabia da minha existência, até a semana passada, quando mudei de quarto. Mas naquele dia senti uma coisa diferente.

Ao entrar na sala, você sorriu e desacelerou, deu um sorriso de leve e se sentou na cadeira da frente. Você começou a explicar sobre os portos ao mesmo tempo em que desviava seu olhar para os meus lábios. Estranho. Pensei.

– Ok, Igor, esses lugares estão na planilha para amanhã mesmo. 

Agi natural e firmemente. Quinta-feira foi um dia cansativo para mim, pois eu ficava na piscina até mais tarde. O tempo havia passado rapidamente, e quando me dei conta, já eram 19h00 da noite. Hora de ir. Me estiquei para pegar o condicionador, quando ouvi um barulho, passos na minha frente parando, com bastante força. 

– Igor. Que belo susto você me deu. 

– Boa noite Sthefany. Me desculpe assusta-la. E você, na piscina a esta hora? Sempre lhe considerei uma mulher digna de admiração. Sempre concentrada, focada em seus objetivos.

Sthefany – França

Por alguns segundos fiquei um pouco sem graça com tamanho elogio. Mas passou, no momento em que você foi se aproximando um pouco mais, me fazendo dar um passo sutil para trás e encostar na parede. Não impedi, não falei e não neguei. Deixei que você se aproximasse do meu pescoço e empurrasse seu corpo sobre o meu. Minhas mãos estavam molhadas, e outras partes do meu corpo também. Você havia encaixado sua perna direita perfeitamente no meio das minhas, de forma que roçasse exatamente no ponto certo, o ponto que me deixava fora de qualquer chance de negação. 

Comecei a desabotoar meu biquíni, enquanto você colocava as mãos para dentro da minha calça. Ainda encostada na parede, eu inclinava meu pescoço para trás e apenas desfrutava da sensação das suas mãos deslizando sobre minha pele, sobre ela, toda lubrificada e ansiosa para ver o que lhe aguardava. 

O volume na sua calça nunca havia me passado despercebido, e naquela noite tive o prazer de ver mais de pertinho. O pau gigantesco, cabecinha rosada e veias espalhadas por toda parte. Já nua e sem um pingo de vergonha na cara, pedi para que você sentasse na mesa do pátio e abrisse um pouco mais as pernas. Então me inclinei para frente, empinando o rabo e olhando para você com cara de quem estava com muita fome (risinhos), com cara de quem iria devorá-lo, segurei firme bem na base e dei apenas uma lambidela, molhada, safada. 

Você soltou um gemido e foi logo me segurando pelos cabelos, passando suas mãos por trás da minha nuca e enroscando seus dedos no meio dos meus fios castanhos. Você segurava firmemente e empurrava minha cabeça na direção de seu pau, fazendo com que eu o engolisse todinho, até a garganta. 

Nossos corpos se atraiam como eu nunca havia visto antes, o encaixe das mãos, do beijo, dos olhares, senti uma conexão que não levava a lugar algum, que não fosse sua cama. Me apoiei na mesa, e senti você entrando dentro de mim, como quem entra sem pedir licença, dando apenas um toque na porta. Macio, firme e cheio de ritmo. 

À medida em que você passava a meter mais forte, e a mesa tremia, eu tremia. Ao mesmo tempo em que você metia seu pau na minha xoxota, você segurava firme meus peitos e acompanhava meus gemidos. A adrenalina era tamanha que simplesmente não avisei, gemi, nem gritei, apenas gozei, fazendo pingar um líquido transparente dela, que se contraia toda depois da descarga elétrica que acabara de levar. 

Sthefany – França

Que tesão, que transa surpreendente! Eu e o Igor, será possível manter o sigilo na viagem

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