LÉXICO

DIARIO DE BORDO – O LIVRO

DÉCIMO PRIMEIRO CAPITULO

Adorava aquelas que não poderia amar.

Apaixonei-me sem querer, mas segui com elas porque decidi aproveitar a beleza dos momentos mágicos onde o prazer era enorme. Já não tinha receio que não poderia durar, ou que não podia haver juras de amor eterno. Não queria pensar em futuro.

Vivia apenas ao som dos ponteiros do relógio, esperando por dias diferentes, com ela ou sua filha, não importa, desde que houvesse prazer.

De que adiantava esperar por ações que sabia que nunca poderiam acontecer? Ou por situações que nunca imaginei chegar?

A culpa não chamava por mim e a consciência era minha cúmplice na luta que travava com elas. Pergunto-me todos os dias porque as desejava ardentemente aqueles beijos em que elas me barravam o ar e me faziam sentir especial.

Detestava as despedidas, quando eu saia de seus corpos, e tenha sempre medo que fosse a última oportunidade para sentir aqueles orgasmos nos seus contornos.

Estremeço se pensar que iria acabar por compreender a dimensão do desacerto que estávamos a praticar conosco, e com terceiros. Permanecia inquieto, à espera de um indício dos meus escrúpulos, que pareciam não viver no léxico do que vivia com elas. Todos os ensejos eram especiais, únicos e incomparáveis. Não nos absorvíamos por nada ou por alguém, nem esperávamos nada um do outro. Realizávamos a nossa peça normalmente, como se tudo fosse perfeito. Talvez fosse, e a única imperfeição foi criada por nós.

Agora, depois ou após, sinto um temor exíguo, uma angústia que não esgota e estou a deprecar, com toda a energia, para que consiga viver bem. Para que elas suportem as lembranças de mim, não para sempre, mas até o sentimento de arrependimento resistir.

Não fui delas, mas também não consegui pertencer a ninguém por muito e muito tempo. Sou apenas quem sempre fui, na luta de uma paixão constante e verdadeira. Não posso julgar o quero, que eram as pessoas perfeitas por quem sempre poderia sonhar. Seguirei apenas, o caminho que me está desenhado, talvez elas consigam caminharmos meu lado…

***

Meu sogro me usava como office-boy. Tipo, ir ao banco, levar o carro para lavar. Eu ficava puto com isso.

Um dia ele me chamou e pediu que eu fosse até a sua casa buscar uns documentos que ele tinha esquecido. Não adiantava ficar bravo, peguei o ser carro e fui. Eles morava em uma cobertura, em um dos lugares mais chiques da praia de Niterói. Tinha até piscina no apê. Subi e apertei a campainha e a empregada abriu a porta, pediu que eu sentasse.

Fiquei esperando por uns 15 minutos até que Helena, a minha sogra apareceu. Eu já estava sem a ver por um bom tempo. Estava elegante, andava com roupa discreta, sempre maquiada, fazia o tipo dondoca. Morena, com os cabelos curtos, tinha um corpo perfeito para a idade. Ela me recepcionou sem muita conversa, pegou os papéis e se inclinou na mesinha de centro para assinar, deixando eu olhar bem fundo no seu decote e perceber seus lindos e grandes seios.

Ainda inclinada ela olhou para mim com cara de reprovação e puxou o decote para cima, fiquei sem graça não a entendendo. Desci as escadas pensando, se ela mudado de planos. Mas nada havia falado a respeito.

Passados algumas semanas, meu sogro outra vez pediu que eu fosse até a sua casa buscar outros documentos. Fui. Chegando lá, toco a campainha, a empregada abre a porta e diz para eu sentar, ela iria a feira e voltava a tarde. Me sentei no sofá e intermináveis 10 minutos se passaram, quando Helena entrou na sala. Para meu espanto, agora estava de roupão, um traje que nunca mais a veria vestida assim. Passou por trás do sofá e se sentou na minha frente. Cruzou as pernas e deixou suas coxas a mostra.

Me lembrei do outro dia e tentei não olhar muito, mas não pude deixar de reparar que ela tinha lindas coxas. Grossas, lisinhas, apetitosas. Lutava para não olhar diretamente, mas era difícil. Ela se inclinou para assinar os papeis e me deixou ver novamente seus seios, agora com um decote ainda mais generoso, que quase deixava seus peitos pularem para fora.

Ela me olhou, mas desta vez sem a cara de reprovação. Me entregou o documento, deixando suas mãos resvalarem na minha. Eu estava confuso. Me dirigia para a porta quando ela me chamou.

_ Igor espere um pouco. Preciso de um favor – disse ela

_ Estou um pouco atrasado, mas se for rápido – respondi

_ Fique tranquilo – disse com um olhar sorridente

_ Quero que passe bronzeador em mim, está muito quente e eu vou pegar uma piscina

Fiquei vermelho, tentei entender sua cabeça, pensei em inventar alguma desculpa, mas ela foi mais enérgica

_ Não precisa se preocupar, meu marido vai entender se você se atrasar, fazendo um favor para mim.

Ao dizer isso ela deixou cair o roupão. Ela vestia um biquíni azul minúsculo. Seus seios quase não cabiam e apenas um fiozinho percorria sua bunda. Meu pau ficou duro na hora. Ela pegou na minha mão e me guiou até a entrada da varanda, colocou o creme em minhas mãos e se deitou de bruços no mezanino.

Eu tremia com aquela bunda na minha frente. Comecei a espalhar o creme nas suas costas, mal encostava as mãos nela.

_ Quanto tempo você faz estágio no tribunal? Ela me perguntou

_ Uns nove meses

_ E você gostaria de progredir, de subir na vida

_ Claro!

_ Você sabe que existem vários caminhos para isso! Dizendo isso ela voltou à cabeça para traz e me deu um sorrisinho insinuante. Eu não sabia bem o que fazer, eu estava com tesão, mas tinha receio por não entender a situação. Tirei minhas mãos e disse que tinha acabado, que iria embora, ela então retrucou:

_ Nada disso, você ainda não terminou não. Faltam algumas partes que você não passou o creme.

Ela pegou minha mão e colocou sobre sua bunda e disse:

_ Vai, agora passa no corpo todo.

Meu pau parecia que ia rasgar a calça. Então comecei a massagear aquela bunda, que apesar de algumas marcas de estria, era firme e bem durinha. Deslizava pelas suas pernas até o seu pé e voltava a apalpando. Eu estava gostando. Já estava louco para fuder aquela mulher. Ela se virou de frente e pediu para eu continuar.

Comecei a massagear sua barriga, suas pernas e não resisti deixei meus dedos resvalarem em sua bucetinha. Ela se inclinou para cima e fez com meus dedos pressionassem sua xoxota. Daí para frente eu já tinha perdido a cabeça e esfregava meus dedos freneticamente na sua buceta. Sentia ela toda molhada, rebolando. Puxei seu biquíni de lado e vi aquela xaninha, branquinha, lisinha com apenas um filete de pelos no centro. Era muito gostosa. Eu me preparava para chupá-la, quando escuto o barulho da porta. Era a empregada que tinha voltado. Me levantei, enquanto Helena ainda empurrava minha cabeça em direção a sua xana. Me afastei meio atordoado, fui para sala, peguei o documento e sai ainda zonzo.

No caminho meus pensamentos variavam entre a lembrança da buceta de Helena e a desculpa que daria para meu sogro. No tribunal entreguei os papéis e disse que tinha pego um transito, que a empregada não encontrava o tal documento e assim foi.

Passaram se umas duas semanas, e essa história não saia da minha cabeça. Quando meu sogro me chamou e pediu que eu fosse até a sua casa levar o carro para sua mulher, pois o dela estava quebrado. Aquilo me atiçou. Hesitei, tentei dizer que estava com muitas coisas a estudar. Mas ele me respondeu com nervosismo, disse que minha sogra precisava de mim.

Sai da sua sala, com o corpo pegando fogo, mal conseguia dirigir pensando na última vez que fui até o apartamento sozinho.

Quando cheguei, já me surpreendi, foi Helena que abriu a porta. Estava vestido um shortinho de ginástica curtíssimo, que deixava uma parte de sua bunda de fora e uma camisetinha branca, os biquinhos furando a blusa mostravam que ela estava sem sutiã. Entrei, ela me pediu para sentar. Logo reparei que estava sozinha. Minhas mãos suavam, eu estava nervoso. Meu pau já doía de tão excitado. Ela se sentou ao meu lado, colocou o braço no encosto do sofá e disse:

_ Fiquei muito brava com você

_ Porque?

_ Como que você ousa sair daquele jeito, me deixando toda molhada, tive que dar para meu marido pensando em você

Me levantei, tentei argumentar, que eu não podia passar por isso tudo. Disse que namorava a filha dela, que não queria complicação. Ela se levantou, pegou minhas mãos e pôs na sua cintura e me perguntou:

_ Você quer ter um prazer melhor

_ Apenas inclinei a cabeça em sinal de positivo

_ Então me fode bem gostoso. Me faz gozar que sua vida vai mudar

Nessa hora eu já apertava sua bunda com firmeza. Começamos a nos beijar. Eu esfregava meu pau na sua buceta deixando ela sentir todo volume. Tirei sua blusinha e comecei a mamar nos seus seios. Mordiscava os biquinhos, acariciava. A deitei no sofá e tirei seu short, cai de boca naquela bucetinha. Já não pensava em mais nada, apenas em meter com aquela coroa gostosa. Deitei em cima dela e deixei meu pau entrar com vigor em sua buceta.

Ela segurava minha bunda, fazendo meu pau ir mais fundo na sua buceta. Ela se arreganhava toda e meu pau penetrava mais fundo. Me sentei e ela veio por cima. Pulava gostoso no meu pau, rebolava e esfregava seus peitos na minha cara. Nunca pensei ver aquela mulher tão distinta, tão elegante. Ali, em cima da minha rola como se fosse uma vadia. Falando palavrão, pedindo para eu dar tapa, para chamar de cadela, de safada.

Ela se levantou e ficou de quatro, apoiada a mão no braço do sofá. Empinou bem a bunda e pediu:

_ Fode meu rabo

Eu dei umas estocadas na sua buceta, ela pegou meu pau e o colocou na entrada do seu cuzinho. Nem, precisei forçar muito ele entrou inteiro no seu rabo. Ela gritava, mandava eu bater com força e meus tapas estralavam, deixavam sua bunda vermelha. Ela fazia movimentos para traz de forma que seu cú engolia ainda mais minha rola. Senti ela se arrepiar e se contrair apertando meu pau. Disse que estava gozando e com força puxava minhas pernas para próximo dela. Eu aumentei o ritmo das estocadas e senti o calor no meu corpo. Disse que estava quase gozando. Ela se inclinou ainda mais, meu pau a penetrou mais fundo. Meti com força e gozei feito um louco. Minha porra escorria pela suas pernas. Minhas pernas ficaram bambas.

Me afastei e sentei no sofá. Ela se ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau, lambuzando sua cara de porra. Ela enfiava minha rola na boca, passava a língua na cabecinha, parecia que queria mais. Ela era meio insaciável.

Com ela chupando meu pau, ele logo ficou meia bomba. O suficiente para ela sentar em cima de mim e começar a rebolar no meu pau outra vez, eu não aguentava mais quando ela me abraçou forte e dizendo que estava gozando outra vez, arranhou minhas costas. Doeu mais foi bom.

Ela se levantou, deitou-se no sofá e ficou ali desfalecida. Tomei um banho e fui para o tribunal, mal consegui andar. Meu sogro me perguntou da demora, nem fiz questão de arrumar desculpa, disse que estava trânsito, mas que sempre que precisasse eu estava a disposição e sai rindo.

Depois disso eu ganhei um aumento no estágio, logo passei a gerente de departamento de saúde. Várias vezes Helena aparecia na minha sala, levantava a saia e pedia para eu chupá-la. Eu lambia sua bucetinha, depois a comia gostoso. Uma vez ela pediu que eu fosse até a sala do meu sogro. Quando entrei, ela estava de quatro, apoiada na cadeira do marido, dizendo que queria que eu fudesse seu rabo bem ali. Quando fui trancar a porta, ela disse que não, que era só para encostar. Tirei meu pau para fora e comecei a meter no cuzinho daquela madame safada. Quando ia gozar ela se ajoelhou, pois meu pau na boca e engoliu cada gotinha da minha porra.

Alguns anos depois o marido se tornou Desembargador. Dizem que ele ganhava desviando uma grande quantia de dinheiro. Logo depois eu formei em Medicina. Mas além de ter tido transas incríveis com Helena, minha vida começou a mudar de rumo.

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