O AUGE

DIARIO DE BORDO O LIVRO

OITAVO CAPITULO

O ano havia começado e com ele muitas coisas estavam começando a acontecer de uma forma um pouco sem controle, sem meu controle.

Estávamos em janeiro de 1970, uma época em que não havia celular, internet e na maioria das casas telefones.

Assim o contato a distância era raro ou difícil. Eu durante a semana estudava, e só nos finais de semana aproveitava os relacionamentos. Eu não tinha relacionamentos paralelos além dos delas pois não havia tempo nem grana e na verdade eu estava bem satisfeito sexualmente.

Estávamos em férias, todos nós. E na maioria das vezes íamos para Cabo Frio. O clima estavam cada vez mais quentes. Helena me sugava ao extremo todas as vezes que podia, de forma ousada, mas segura. Quanto a Maria parecia que aforrava a cada dia mais por sexo. Talvez por estarmos em uma cidade onde não havia muito do que ela gostava (mundo social de alto nível).

Acreditem ou não, havia dias em que eu transava duas, três e ouve dia de poder transar quatro vezes (duas vezes com cada uma). Eu era muito jovem e saudável, acho que por isso conseguia, não só ter ereção como excitação.

Percebi que tinha uma namorada linda, tem um belo corpo, seis fartos, uma bunda maravilhosa coxas bem lindas, uma mulher bem sedutora, nós adoramos correr perigo, fazer aventuras para fazer sempre uma transa diferente, nós estávamos em sua casa de Cabo Frio com quatro pessoas, o pai, a mãe, Maria e a avó sem esquecer que eu também conto.

Um dia entrei na casa lá pelas 08 hs da manhã e estava todo mundo tomando café, todo mundo sentado no cozinha, bem passei, por eles dei um oi e um beijo na minha namorada, fui para o outro quarto, peguei algumas peças de roupas, minha toalha e fui tomar um banho, passei por eles novamente, olhei para Maria, ela percebeu que eu queria tomar um banho junto com ela, entrei no banheiro do meu quarto, fechei a porta, quando eu vi ela entra logo atrás, tomamos banho juntos, mas nada demais só banho mesmo, estávamos nos secando, quando ela empinou aquela bunda maravilhosa para mim, sem mais nem menos, peguei ela e comecei a beija-la, ela nem intendeu o motivo, tirei minha toalha que já estava enrolhado, coloquei ela contra a parede e comecei a me esfregar o meu pau na linda bucetinha dela, bem depiladinha, mas sem penetrar queria deixar ela bem molhadinha, fui beijando ela por todo seu corpo, verifiquei se a tampa da privada estava fechada e, mandei ela sentar-se, mandei ela abrir bem suas coxas e cai de boca naquela bocetinha, chupava e chupava, ela já gemendo, mandei ela calar a boca para os outros não escutarem, comecei a enfiar dois dedinhos na bucetinha dela, e ela se retorcia toda e mandava: para Igor, para Igor, já gozando nos meus dedos e comecei a chupar de novo, ela me deu um empurrão, olhou para mim e disse: agora e minha vez, me colocou contra parede, e começou a chupar meu pau com força, muita força, nunca tinha visto ela daquela forma, chupava e chupava, lambia a cabecinha do meu pau, disse: chupe minhas bolas agora, e ela me olhou e disse: eu chupo suas bolas, colocou tudo de uma vez na sua boca, fiquei doido na hora, então ela começou a bater uma punheta para mim e lambendo minhas bolas, quando vi ela parou olhou para mim e disse: chega, eu disse: você está louca é, você vai me dar esse cozinho agora, ela se vestiu e foi olhar filme me deixou ali, na vontade, até ai tudo bem, peguei me sequei, me vesti e fui olhar, filme com os outros ela estava deitada no sofá, peguei e fui deitar-me com ela, eu atrás e ela na minha frente, e todo mundo em outros sofás a mais ou menos um metro e meio de distância, comecei a cochichar com ela porque ela tinha feito aquilo comigo no banheiro, ela falou que queria mais perigo, quando ela falou isso, passei minha mão no meio de suas coxas, ela deu um suspiro e disse: vai enfia esse seu pau enorme agora mesmo, eu disse: você e louca ne, só pode sua maluca, então enfiei meu pau na sua bucetinha, ela deu um gritinho e sua avó olhou procurando saber o que tinha acontecido, e viu que não tinha acontecido nada, tampei a boca dela e comecei a penetra-la de novo, ela já quase mordendo meus dedos, eu já louco de tesão, quase gozei ali mesmo.

Então eu parei, ela se levantou e foi para a cozinha e me deixou ali parado, olhei para traz onde fica a cozinha e ela comendo brigadeiro, fiquei uns dois minutos ali parado olhando para ela, estávamos nos encarando, quando dei um pulo do sofá e fui de encontro a ela, cheguei na cozinha e comecei a beijá-la novamente e minha mão já na portinha da sua bucetinha, deixando ela mais uma vez molhadinha cheia de tesão, então coloquei ela sentada no banquinho, abri suas pernas e comecei a enfiar meu pau na sua linda bucetinha, fiquei uns 20 minutos enfiando, e ela gemia e eu nem me importava mais se alguém ia ver ou não, quando de repente, minha sogra vem em direção a cozinha paramos no mesmo instante, fiquei abraçando ela por trás com o pau para fora só por dentro de sua saia, para minha sogra não ver, a Helena ficou ali na geladeira um bom tempo comendo sei lá o que, e nós olhando para ela, e ela comendo, eu já irritado com a Helena, porque ela não saia dali para eu e minha namorada recomeçarmos de novo nossa transa, não aguentei muito tempo e comecei a penetrar a Maria ali em pé mesmo por trás, ela se retorcia toda e dizia bem baixinho: para Igor agora mesmo, eu nem dei bola, e Helena começou a perceber que havia algo de estranho ali, não aguentei gozei peguei a Maria sentei ela no banquinho de forma mais discreta que pude.

Sai para o meu quarto e fiquei olhando a janela de Helena. Quando percebi ela estava aberta com o ar-condicionado ligado (sinal para eu entrar). quando percebi a mão da minha sogra estava já dentro de sua saia, estava se masturbando ali na cama em frente a janela, pulei a janela e sem mais nem menos, comecei a chupar os seios da de Helena a coloquei de quatro e comecei a passar o meu pau no seu cuzinho, ela já louquinha disse: vai amor enfia tudo vai, olhei para a seu corpinho gostoso e perguntei arrombar? ela disse: pode e é agora, peguei e enfiei tudo de uma vez ela, deu um gemido alto, sorte que ninguém percebeu, ela tampou sua boca enquanto eu enfia no seu cuzinho, disse para mim agora e sua vez, de comer minha bucetinha, me sentei na cadeira que havia ao lado e ela sentou-se em cima de mim, enfiei todo meu pau naquela bucetinha de uma vez só ela então começou, a cavalgar e por trás enfiando três dedinhos, já quase gozando, quando sentou-se de costas para mim, e virou a bucetinha e mandou eu chupar gozando na minha boca, bem paramos ali e Helena lavou seu rosto e foi novamente para a sala junto com a minha namorada e sua mãe , e eu fui para o meu quarto descansar e tomar novamente um banho, esse dia foi exótico demais, comi a minha namorada e sua mãe (no mesmo dia), um tesão de mulher, gostosa tanto quanto a filha.

Bem essa é minha história de janeiro de 1970.

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