PACIENTE 28920.1

Bom dia, ele disse no meu ouvido, acariciando minha barriga, e fazendo com que meu corpo se arrepiasse por inteiro. Pedro foi meu caso mais recente, e um dos mais especiais também.

Ele ficou ali me acariciando, beijando meu pescoço, seus seios, e por fim, minha bucetinha, lisinha. Eu havia acabado de acordar, estava com sono ainda, mas cheia de tesão, misturado com aquela molezinha da manhã de sábado.

Ele ficou ali do meu lado, me tocando, sussurrando no meu ouvido. Tocava meu clitóris devagar, depois parava e chupava o bico  dos meus seios, mordiscando, degustando. Eu não sabia exatamente até quando aquilo iria, mas eu estava ansiosa por mais! Ele brincava comigo, me enrolava, me enlouquecia.

As carícias ficaram mais fortes. Ele afastou minhas pernas, até abri-lás totalmente, fazendo com que eu ficasse mais relaxada e vulnerável. Então me virei para o lado, e com uma das mãos, segurei seu pau com força, bem na base, envolvendo toda minha mão, que pau delicioso! Eu estava ansiosa para recebê-lo.

– Fernando, vem cá!

– Ainda não sua safada, só um minutinho. Ele respondeu.

Ele rapidamente colocou dois dedos dentro dela, escorregando para dentro e para fora, ele logo, ficou com a mão encharcada. De olhos fechados, fiquei ali me deliciando com a sensação, que homem! Eu já estava quase a ponto de gozar, quando ele parou de me tocar, então puxou meu quadril com força, encaixando seu corpo no meu, trazendo seu membro pra dentro de mim, devagar, soltando um longo gemido. Ele metia, metia com força, tapando minha boca e me fazendo gemer baixinho. De repente a surpresa:

– Estephany, quero gozar no seu cuzinho.

Só de ouvir aquela frase, meu corpo estremecia, só de imaginar aquele homem tarado metendo devagarinho, assim, sem neuras, logo de manhã, que tesão! Virei pro lado, ele deitou perto de mim, e meteu devagar, enquanto tocava meu clitóris. Dei um suspiro acompanhado de um gemido, como quem esperava por algo. Ele metia ritmicamente, aos sons dos nossos gemidos, fechei meus olhos e pedi pra que ele metesse todinho com mais força, então avisei:

– Não para. Vou gozar!

Deliramos de prazer, juntos. Já não eram mais gemidos baixinhos, já não era mais a mesma cena, a mesma cama, os mesmos corpos adormecidos. Depois de tanto prazer, êxtase, tomamos um banho quente e fomos direto tomar um café. Que manhã sensacional!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *