PACIENTE 29720

ABASILOFILIA

Abasilofilia é uma atração psicossexual a pessoas com a mobilidade prejudicada, especialmente aqueles que usam aparelhos ortopédicos como tiras de perna, formas ortopédicas, tiras espinais, muletas, ou cadeiras de rodas.

Poc poc poc poc poc o barulho das bolas batendo na minha bunda ecoavam pelo quarto do motel.

De 4, cotovelos na cama, toda descabelada, eu mordia o travesseiro pra aguentar aquela pica enterrada na minha bunda.

Horas na academia pra ficar malhada, tudo isso pra terminar de 4 num quarto de motel sendo montada pelo cachorro do de um gerente de banco.

Isso foi ha alguns anos atras. Era o meu agente, ou o que viria a ser o meu agente. Eu estava ha meses ficando de 4 pra ele na tentativa de conseguir trabalhos melhores.

Vida de bancaria é assim: ou você vira a bunda, ou passa a vida fazendo mostruário de torrada em super mercado.

Depois de ser montada de 4 no motel, meu gerente me passou um contato pra um trabalho que rolaria. Uma gravação pra um programa de humor. Seria coisa pequena, teriam outras meninas gravando. Mas naquela época, qualquer coisa sem muito destaque já era muito pra mim.

Aparecer de shortinho enfiado na bunda, mesmo que no fundo do quadro disputando espaço com outras modelos ja era um grande avanço no que eu tinha de carreira ate ali.

Todas começam mostrando a bunda, mas não é só mostrar que a gente precisa.

Cheguei pra gravar, me deram um figurino: Um shortinho de laycra, com as laterais altas, que entrava ate a metade da minha bunda. Uma sandália de salto bem vagabunda, que me deixava toda empinada. E um top 3 vezes menor que o meu tamanho que deixava meus peitos apertados dentro do decote.

Fomos gravar algumas bobeiras engraçadinhas, que no fundo é tudo desculpa pra mostrar as meninas. Voces sabem como que é.

A locação era um sitio que alugaram pra essa diária de gravação, então não teria plateia assistindo pra ficar tarado nos vendo.

Chantily na cara, chantily nos peitos, algumas empinadas pra câmera focar a nossa bunda, poses, caras, tudo que é de prache nesse tipo de matéria.

Acabada a gravação, as meninas foram se encaminhando pro banheiros pra tomarem banho. A produção foi desmontando tudo. Enquanto eu esperava a minha vez de ir pro chuveiro, o diretor de núcleo me chamou pra me conhecer melhor. Era o meu primeiro dia que gravava com ele.

Mãozinha no meu ombro, alisando meu cabelo, as minhas costas, aquele papinho de tarado que ta morrendo de vontade de me comer.

– O xxx te mandou aqui, falou pra eu cuidar de você. Quer dizer que voce é a nova protegida dele né?

Eu so sorri sem graça

– Voce é muito bonita, nao precisa ficar com vergonha.

Aos poucos ele foi me puxando discretamente andando pelos corredores do sitio, enquanto as meninas tomavam banho no banheiro. Ele foi me conduzindo pelos corredores, e a medida que iamos andando, passava gente da produção carregando cabos e aparelhagens.

Parecia que todo mundo ali sabia que o diretor estava me levando pro abate.

Com uma das mãos nas minhas costas, ele andava e me empurrava pra frente, me conduzindo ate o ultimo quarto no corredor. Paramos em frente a porta e ele com um sorriso de filho da puta me olhando e dizendo

– aqui a gente dá oprtunidades, quem aproveitar as chances vai longe, mas quem fechar as portas nao volta.

NÃO VOLTA!!

O recado era bem claro. Eu tinha conseguido minha primeira gravação, e não tinha sido nada fácil chegar ali. Mas se eu quisesse continuar naquele espaço, teria que entrar naquele quarto com ele.

O diretor apontava pra dentro do quarto perguntando se eu ia segurar a minha chance ou ia voltar pra casa.

Eu sabia o que tinha q fazer, e fui la disposta pra isso. Mas aqueles 3 segundos que você respira e se dá conta que vai ser ali, vai ser naquele momento. Era isso que se passava na minha cabeça.

A produção toda ainda tava no local. Todo mundo me viu indo pro quarto com o diretor. Todo mundo ia escutar tudo que rolasse la dentro.

As meninas se arrumavam pra ir embora ja sabiam o porque deu ter sumido provavelmente elas também já tinham passado por aquele quarto.

O mundo inteiro sabia que eu tava indo pro abate. Isso era a maior barreira na minha cabeça, mas liguei o foda-se, engoli a vergonha e entrei pela porta.

Não tinha mais volta.

Ele me mandou sentar na cama e ficava em pe na minha frente. Alisava meu rosto, meus cabelos.

– Voce tem essa carinha de menina levada que deixa a gente maluco.

– Brigada…

– Eu vou te fazer muito famosa… voce quer ser famosa?

– quero…

Acho curioso como os homens gostam de poder, de se sentir impostantes, poderosos. Ele falar que vai me fazer famosa, é uma forma de desmontar poder, acho que muito homem fica com tesão com essa imposição de poder.

Ele alisava meu rosto e me mandou abrir a boca. Eu abri, ele passava os dedos nos meus lábios. Enterrou um dos dedos pra dentro da minha boca.

Um só, um dedo na minha boca. Eu chupei.

Fechei os olhos e chupei o dedo dele. Eu sei que era isso que ele tava esperando de mim.

Mas não foi só o dedo que chupei… ainda de olhinhos fechados, ja senti outra coisa batendo na minha bochecha.

Uma piroca pulou na minha cara, e quando abri os olhos, so tive tempo de tirar o dedo dele da minha boca e ver que eu teria que chupar aquela rola na minha cara.

Ele segurava a pica na mão, meio que me oferecendo. Uma piroca na minha cara, mais um dia normal na vida de uma assistente de palco.

Segurei firme aquela rola, e fui deslizando a pica pra dentro da minha boquinha.

Eu sou uma chupadora de rola, e se era pra segurar a oportunidade, eu ia fazer bem feito chupando aquela pica todinha.

O batãozinho da gravação ainda se destacava na minha boca. Meus labios deslizavam na pica, borrando meu batãozinho naquele cacete duro na minha cara.

Posso não ter sido a melhor aluna da escola, mas eu sei chupar uma rola. E sempre usei isso a meu favor.

Segurava na pica e chupava aquela rola olhando nos olhos e fazendo cara de vadia. Se ele falou que eu tinha cara de menina levada, eu caprichei ainda mais na cara de vadia com uma rola na boca.

Ele em pé na minha frente, com a piroca na minha cara, eu sentadinha na cama, segurando a rola com uma das mãozinhas e engolindo o cacete com a minha cabeça fazendo vai e vem indo e voltando, indo e voltando, indo e voltando.

Meus cabelos caiam pelo meu rosto, e acho que se alguém entrasse ali, só veria a minha cabeça indo pra frente e pra trás, pra frente e pra trás.

Ser modelo é saber ser uma boqueteira e engolir as picas que aparecem na vida.

Em meio a tantos movimentos com a cabeça pra frente e pra trás, uma das alcinhas do meu top escorregou pelo meu ombro, caindo pela lateral.

Foi a brecha que faltava pra ele segurar na outra alcinha e puxar pra baixo também.

Eu ali, sentadinha com uma piroca na boca, não podia muito me defender, e em segundos meus peitos pulavam pra fora do top, enquanto eu mamava uma rola.

Acho q não tínhamos fechado a porta. Eu apenas rezava pra ninguém entrar e me pegar ali de peitos de fora e uma rola na boca.

Minha imagem de santinha dependia disso que imagem de santinha?

Mas ninguém entrou, e nem me achavam santinha. Só caprichei na cara de vadia e na cabeça indo pra frente e pra trás, por alguns minutos, ate o diretor gozar na minha acra toda, escorrendo pelo meu queixo e caindo porra sobre meus peitos.

Ele me xingava e gozava na minha cara. Eu ali sentadinha de olhos e boca fechada aceitando levar jatos de porra na cara.

Meu rostinho de princesa e meus peitos estavam todos lambuzados, mas acho que tinha deixado uma boa primeira impressão com aquele tarado.

Aquele boquete era tipo um teste, pra saber se eu tava pra jogo.

Ele me chamou pras gravações seguintes, e nas vezes seguintes fui alem de uma simples chupada inicial.

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